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Bulas de Remédios
Fitoterápico Sem tarja

Seneflora

Senna alexandrina mill. · Kley Hertz Farmaceutica S.A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoSenna alexandrina mill.
FabricanteKley Hertz Farmaceutica S.A
Registro MS1.0689.0196
Classe terapêuticaLaxantes
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 47,43
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Seneflora

Fonte: bula do fabricante (Kley Hertz Farmaceutica S.A) publicada no bulário digital Sara · bula de 28/01/2021 · conferida em 26/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

SENEFLORA ® Kley Hertz Farmacêutica S.A.

Comprimido revestido Senna alexandrina Mill.

SENEFLORA ® Senna alexandrina Mill

MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Nomenclatura botânica oficial: Senna alexandrina Mill.

Nomenclatura popular: Sene, sena Família: Fabaceae Parte da planta utilizada: Folhas e frutos

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Apresentações

Comprimidos revestidos com 100 mg de extrato seco de Senna alexandrina Mill. em cartuchos contendo 2 blísteres com 10 comprimidos revestidos ou 25 blísteres com 4 comprimidos revestidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos

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Composição

Cada comprimido revestido contém:

Extrato seco de Senna alexandrina Mill............................................................................................................ 100 mg (padronizado em 20 mg (20%) de derivados hidroxiantracênicos expressos em senosídeo B).

Excipientes q.s.p. ............................................................................................................................ 1 comprimido revestido (excipientes: celulose microcristalina, talco, copovidona, crospovidona, dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool polivinílico, macrogol, dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio, azul de indigotina 132 laca de alumínio, copolímero de ácido metacrílico e acrilato de etila, polissorbato 80, bicarbonato de sódio e água purificada).

01

Para que este medicamento é indicado?

Este medicamento é destinado ao tratamento de prisão de ventre ocasional.

02

Como este medicamento funciona?

Este medicamento possui uma ação laxativa e atua estimulando as contrações no intestino grosso, resultando em um trânsito acelerado do bolo fecal. Com isso, há uma diminuição na absorção de líquidos pelo intestino grosso, o que mantém o conteúdo intestinal com grande volume e pressão. O tempo estimado para o início da ação deste medicamento é de 8 a 12 horas.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes da fórmula não devem fazer uso do produto. Não deve ser utilizado em casos de constipação crônica, distúrbios intestinais, tais como obstrução e estenose intestinal, atonia, doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn, colite ulcerativa, colopatias inflamatórias) e dores abdominais, desidratação severa, hemorróidas, apendicite, hipocalemia, estados inflamatórios uterinos, período menstrual, cistite, insuficiência hepática, renal ou cardíaca. Assim como para outros laxantes, o sene (Senna alexandrina Mill.) é contraindicado para pacientes com náuseas, vômito ou quando algum sintoma agudo ou crônico não diagnosticado estiver presente.

Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos. Este medicamento é contraindicado para uso por lactantes (mulheres amamentando).

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda-se descontinuar o uso e consultar o médico.

O nível sérico de estrógeno é reduzido quando administrado concomitantemente com sene, devido ao efeito do trânsito intestinal sobre a absorção de estrogênios. Isto deve ser lembrado por mulheres que fazem uso de contraceptivos orais.

Em pacientes idosos, o uso contínuo de laxantes pode ocasionar exacerbação da fraqueza e hipotensão ortostática.

Sangramento retal ou insuficiência de movimentos intestinais, decorrentes do uso prolongado, podem indicar condições graves. As antraquinonas podem alterar a cor da urina, que pode apresentar-se amarela ou marrom avermelhada, o que desaparece com a suspensão do uso do produto. Esta alteração de coloração na urina pode influenciar em testes de diagnósticos; pode ocorrer um resultado falso positivo para urobilinogênio e para dosagem de estrógeno pelo método de Kober.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Informe ao profissional de saúde todas as plantas medicinais, fitoterápicos e outros medicamentos que estiver tomando.

Interações podem ocorrer entre medicamentos e plantas medicinais e mesmo entre duas plantas medicinais administradas ao mesmo tempo.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Conservar o produto em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto: comprimido de formato redondo e coloração verde escuro.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

USO ORAL/ USO INTERNO Ingerir 1 comprimido revestido ao dia, preferencialmente à noite (ao deitar-se), ou a critério médico. Limite máximo diário: 1 comprimido revestido (100 mg de extrato seco de Senna alexandrina Mill., equivalente a 20 mg de derivados hidroxiantracênicos expressos em senosídeo B). A utilização de laxantes não deve ultrapassar o período de 1 semana.

Pacientes idosos devem, inicialmente, administrar a metade da dose prescrita. Para tratamento de constipação crônica ou habitual, recomenda-se recorrer a laxantes mecânicos e realizar modificações na dieta e nos hábitos. O uso deste medicamento por mais de 2 sem anas requer supervisão médica. Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros e com uma quantidade suficiente de água para que possam ser deglutidos. Utilizar apenas a via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a oral, pode causar a perda do efe ito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião -dentista.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso haja esquecimento da ingestão de uma dose deste medicamento, retomar a posologia sem a necessidade de suplementação.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me causar?

O uso do sene pode ocasionar desconforto no trato gastrintestinal, com presença de espasmos e cólicas abdominais.

Este caso requer uma diminuição da dose.

As antraquinonas podem alterar a cor da urina, que pode apresentar-se amarela ou marrom avermelhada, o que desaparece com a suspensão do uso do produto. A pseudomelanosis coli, uma condição que é caracterizada pelo acúmulo de macrófagos pigmentados no interior da submucosa intestinal, pode ocorrer após o uso prolongado. Esta condição é inofensiva e também desaparece com a descontinuação do uso da droga. O uso crônico ou superdosagem pode resultar em diarreia, com distúrbios eletrolíticos, principalmente hipocalemia, acidose ou alcalose metabólica, albuminúria e hematúria. A deficiência de potássio pode conduzir a disfunção cardíaca e neuromuscular, lentidão, inibição da motilidade intestinal e má absorção, além de dependência, com possível necessidade de aumento da dose, podendo resultar no agravamento da constipação. O uso prolongado também está associado à redução na concentração de globulinas séricas, perda de peso e desenvolvimento de caquexia. Em pacientes idosos, o uso contínuo de laxantes pode ocasionar exacerbação da fraqueza e hipotensão ortostática. O uso a longo prazo pode resultar ainda em tetania, hiperaldosterismo, excreção de aspartilglicosamina e nefrite. Além disso, podem ocorrer alterações anatômicas do cólon e danos aos nervos do tecido entérico.

O uso prolongado e abusivo do sene tem sido associado com deformidade dos dedos, que foi reversível após a descontinuação do uso droga. Em casos raros, pode levar a nefropatias, edema e deterioração acelerada dos ossos. Um caso de hepatite foi relatado após o abuso crônico deste fitoterápico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Os principais sintomas da superdosagem são dores abdominais, espasmos, náusea, cólicas e diarreias severas, com consequente perda excessiva de fluidos e eletrólitos.

Em caso de superdosagem, suspender a medicação imediatamente. Recomenda-se tratamento de suporte sintomático pelas medidas habituais de apoio e controle das funções vitais. Deve-se manter tratamento de suporte, com a ingestão de grandes quantidades de líquidos. Os eletrólitos, especialmente o potássio, devem ser monitorados, particularmente em idosos e jovens.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

—

Dizeres legais

Reg. M.S.: 1.0689.0196 Farmacêutica Responsável: Márcia Cruz - CRF-RS: 5945

Kley hertz farmacêutica s.a.

Rua Com. Azevedo, 224 – Porto Alegre, RS

CNPJ: 92.695.691/0001-03 Indústria Brasileira

SAC: 0800 7049001 Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 24/09/2014.

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

SENEFLORA ® Kley Hertz Farmacêutica S.A.

Comprimido revestido Senna alexandrina Mill.

SENEFLORA ® Senna alexandrina Mill.

MEDICAMENTO FITOTERÁPICO Nomenclatura botânica oficial: Senna alexandrina Mill.

Nomenclatura popular: Sene, sena Família: Fabaceae Parte da planta utilizada: Folhas e frutos

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Apresentações

Comprimidos revestidos com 100 mg de extrato seco de Senna alexandrina Mill. em cartuchos contendo 2 blísteres com 10 comprimidos revestidos ou 25 blísteres com 4 comprimidos revestidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos

—

Composição

Cada comprimido revestido contém:

Extrato seco de Senna alexandrina Mill.......................................................................................... 100 mg (padronizado em 20 mg (20%) de derivados hidroxiantracênicos expressos em senosídeo B) Excipientes q.s.p. ......................................................................................................... 1 comprimido revestido (excipientes: celulose microcristalina, talco, copovidona, crospovidona, , dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool polivinílico, macrogol, dióxido de titânio, amarelo de quinolina laca de alumínio, azul de indigotina 132 laca de alumínio, copolímero de ácido metacrílico e acrilato de etila, polissorbato 80, bicarbonato de sódio e água purificada).

01

Indicações

Este medicamento é destinado ao tratamento de constipação ocasional.

02

Resultados de eficácia

Um estudo realizado em animais com senosídeos A e B, substâncias que são encontradas na Senna alexandrina, demonstrou que após a sua administração (12,5 – 200 mg/kg) em ratos, a defecação normal foi acelerada em 3 – 4h e a excreção de fezes macias foi evidente a partir de 4 – 5h, alcançando seu pico máximo após 5 – 7 horas. Além disso, o tempo de trânsito no intestino grosso foi dose e tempo dependente do tratamento com senosídeos A e B. Uma grande mudança foi observada no tempo de trânsito intestinal. Após duas horas da administração das substâncias, o tempo de trânsito passou de 6h no grupo controle para 90 minutos no grupo tratado. A redução máxima foi observada no grupo tratado após 4h, onde o tempo de trânsito foi reduzido para 30 minutos com uma dose de 50 mg/kg. Es tudo clínico foi desenvolvido com vinte e um pacientes. As idades variaram entre 19 e 85 anos, com uma média de 38 anos. O tempo de acompanhamento da constipação foi de 3 a 80 meses, com uma média de 33 meses. Utilizou -se para este estudo, um extrato padronizado de S. alexandrina. A maioria dos pacientes (81%) respondeu com rapidez ao tratamento com uma só drágea do medicamento e, em média, foi necessária menos de uma drágea por dia durante o período de observação que foi de 28 dias para assegurar um ritmo de defecação normal (ORTIZ, 1992). Trinta e quatro pacientes de uma clínica ginecológica, na maioria gestantes, com idades que variavam entre 18 e 62 anos, foram submetidas a tratamento com geléia de pó de folhas de S. alexandrina, com administração via or al e por período de três semanas, na posologia de uma colher de chá (5 centímetros cúbicos) à noite, antes de dormir. As pacientes foram avaliadas comparando -se a evolução de variáveis como tempo para defecar, número de evacuações por semana, presença de g ases, qualidade das fezes e sensação de esvaziamento total do reto após a evacuação, registrada antes (uma semana de observação) e depois do tratamento. Todas as variáveis evoluíram de modo significativamente favorável. Na avaliação global da eficácia, os resultados foram considerados satisfatórios em 88,2% dos casos na opinião do médico e em 82,3% dos casos na opinião dos pacientes (SÁ, 1994).

03

Características farmacológicas

Devido à sua especificidade, os derivados hidroxiantracênicos são pouco absorvidos no trato gastrintestinal superior.

Os senosídeos (compostos hidrossolúveis inativos) são degradados por enzimas bacterianas em reinantronas, metabólito ativo que exerce seu efeito laxativo no cólon. O mecanismo de ação deve-se a dois fatores:

(1) Efeito na motilidade do intestino grosso pelo estímulo das contrações peristálticas e inibição das contrações locais, resultando em uma aceleração do trânsito no cólon, e assim, reduzindo a absorção de líquidos através do lúmen; (2) Influência na absorção e secreção de fluidos e eletrólitos pelo cólon.

Devido ao trânsito acelerado e ao curto tempo de contato do fitoterápico no cólon, há uma redução na absorção de líquidos e eletrólitos através do intestino grosso, com aumento do volume e da pressão do conteúdo intestinal. Isso irá estimular a motilidade do cólon, resultando em contrações propulsivas. Além disso, existe um estímulo da secreção de cloreto ativo, o que aumenta o conteúdo de água e eletrólitos no intestino. O tempo de ação deste medicamento é de 8 a 12 horas, devido ao tempo requerido para o transporte ao cólon e para a metabolização do fitoterápico em compostos ativos. Em doses terapêuticas, os senosídeos não interferem nos horários usuais de defecação e amaciam as fezes significativamente.

A disponibilidade sistêmica das reinantronas (metabólitos ativos) é muito baixa. Em contato com o oxigênio, as reinantronas são oxidadas em rein e senidinas, que podem ser encontradas no sangue, principalmente nas formas de glucoronídios e sulfatos. Após a administração oral de senosídeos, 3 a 6% dos metabólitos são excretados na urina, uma parte é excretada na bile, e a maioria dos senosídeos (cerca de 90%) é excretada nas fezes como polímeros (poliquinonas), juntamente com 2 a 6% de senosídeos não metabolizados, senidinas, reinantronas e rein. Os senosídeos não demonstraram toxicidade quando testados em doses acima de 500 mg/kg em cães, por 4 semanas, e em doses acima de 100 mg/kg em ratos, por 6 meses. Não houve evidência de efeitos embrioletais, teratogênicos ou fetotóxicos em ratos ou coelhos após tratamento oral com senosídeos. Estudos in vivo com extrato padronizado de frutos de sene não revelaram mutagenicidade. Os metabólitos ativos passam em pequena quantidade para o leite materno. Experimentos com animais demonstraram que a taxa de passagem de rein através da placenta é baixa.

04

Contraindicações

Pacientes com histórico de hipersensibilidade e alergia a qualquer um dos componentes da fórmula não devem fazer uso do produto.

Não deve ser utilizado em casos de constipação crônica, distúrbios intestinais, tais como obstrução e estenose intestinal, atonia, doenças inflamatórias intestinais (doença de Crohn, colite ulcerativa, colopatias inflamatórias) e dores abdominais, desidratação severa, hemorróidas, apendicite, hipocalemia, estados inflamatórios uterinos, períodos de menstruação, cistite, insuficiência hepática, renal ou cardíaca. Assim como para outros laxantes, a S. alexandrina é contraindicado para pacientes com náuseas, vômito ou quando algum sintoma agudo o u crônico não diagnosticado estiver presente.

Este medicamento é contraindicado para menores de 12 anos.

Este medicamento é contraindicado para uso por lactantes.

05

Advertências e precauções

Em caso de hipersensibilidade ao produto, recomenda -se descontinuar o uso e consultar o médico. Em pacientes idosos, o uso contínuo de laxantes pode ocasionar exacerbação da fraqueza.

Nos últimos anos, os efeitos mutagênicos de glicosídeos antraquinônicos têm sido comprovados em testes in vitro, porém os estudos in vivo não confirmam isso para S. alexandrina.

Sangramento retal ou insuficiência de movimentos intestinais, decorrentes do uso prolongado, podem indicar condições graves.

Metabólitos ativos, por exemplo, reinantronas, passam para o leite materno em pequenas quantidades. Experiências com animais demonstraram que a passagem de reinantronas através da placenta é baixa.

De acordo com a categoria de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas, este fitoterápico apresenta categoria de risco B: Os estudos em animais não demonstraram risco fetal, mas também não há estudos controlados em mulheres grávidas; ou então, os estudos em animais revelaram riscos, mas que não foram confirmados em estudos controlados em mulheres grávidas.

Este medicamento não deve ser uti lizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião -dentista.

06

Interações medicamentosas

O tempo diminuído de trânsito intestinal, em virtude da utilização de S. alexandrina, pode reduzir a absorção de drogas administradas oralmente, como por exemplo, os estrógenos. Isto deve ser lembrado para mulheres que fazem uso de anticoncepcionais hormonais. A hipocalemia, decorrente da utilização prolongada de S. alexandrina, pode potencializar os efeitos dos glicosídeos cardiotônicos (digitálicos, S trophantus spp.) e pode potencializar as arritmias ou os efeitos antiarrítmicos, quando do uso concomitante de drogas antiarrítmicas como quinidina. O uso simultâneo de S. alexandrina com outras drogas ou ervas que induzem à hipocalemia, como diuréticos ti azidas, adrenocorticosteróides ou raiz de alcaçuz, pode exacerbar o desequilíbrio eletrolítico, resultando em disfunções cardíacas e neuromusculares.

Pode haver interação da S. alexandrina com a nifedipina e indometacina e outros antiinflamatórios não horm onais. As antraquinonas podem alterar a cor da urina, que pode apresentar -se amarela ou marrom avermelhada, o que desaparece com a suspensão do uso do produto. Esta alteração de coloração na urina pode influenciar em testes de diagnósticos; pode ocorrer um resultado falso positivo para urobilinogênio e para dosagem de estrógeno pelo método de Kober.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento

Conservar o produto em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).

Proteger da luz e umidad e. Prazo de validade: 24 meses.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto: comprimido de fo rmato redondo e coloração verde escuro.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

08

Posologia e modo de usar uso oral/ uso interno

Ingerir 1 comprimido revestido ao dia, preferencialmente à noite (ao deitar-se), ou a critério médico.

Limite máximo diário: 1 comprimido revestido (100 mg de extrato seco de Senna alexandrina Mill., equivalente a 20 mg de derivados hidroxiantracênicos expressos em senosídeo B). A utilização de laxantes não deve ultrapassar o período de 1 (uma) ou 2 (duas) semanas. Pacientes idosos devem, inicialmente, administrar a metade da dose prescrita.

Para tratamento de constipação crônica ou habitual, recomenda-se recorrer a laxantes mecânicos e realizar modificações na dieta e nos hábitos. O uso deste medicamento por mais de 2 semanas requer supervisão médica. Utilizar apenas a via oral. O uso deste medicamento por outra via, que não a oral, pode causar a perda do efeito esperado ou mesmo promover danos ao seu usuário.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

09

Reações adversas

O uso da S. alexandrina pode ocasionar desconforto no trato gastrintestinal, com presença de espasmos e cólicas abdominais. Este caso requer uma diminuição da dose. As antr aquinonas podem alterar a cor da urina, que pode apresentar-se amarela ou marrom avermelhada, o que desaparece com a suspensão do uso do produto.

A pseudomelanosis coli, uma condição que é caracterizada pelo acúmulo de macrófagos pigmentados no interior d a submucosa intestinal, pode ocorrer após o uso prolongado. Esta condição é inofensiva e também desaparece com a descontinuação do uso da droga.

O uso crônico ou superdosagem pode resultar em diarreia, com distúrbios eletrolíticos, principalmente hipocalem ia, acidose ou alcalose metabólica, albuminúria e hematúria.

A deficiência de potássio pode conduzir a disfunção cardíaca e neuromuscular, lentidão, inibição da motilidade intestinal e má absorção, além de dependência, com possível necessidade de aumento da dose, podendo resultar no agravamento da constipação.

O uso prolongado também está associado à redução na concentração de globulinas séricas, perda de peso e desenvolvimento de caquexia.

Em pacientes idosos, o uso contínuo de laxantes pode ocasionar exacerbação da fraqueza e hipotensão ortostática. O uso a longo prazo pode resultar ainda em tetania, hiperaldosterismo, excreção de aspartilglicosamina e nefrite. Além disso, podem ocorrer alterações anatômicas do cólon e danos aos nervos do tecido entérico.

O uso prolongado e abusivo da S. alexandrina tem sido associado com deformidade dos dedos, que foi reversível após a descontinuação do uso droga. Em casos raros, pode levar a nefropatias, edema e deterioração acelerada dos ossos.

Um caso de hepatite fo i relatado após o abuso crônico deste fitoterápico.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Os principais sintomas da superdosagem são dores abdominais, espasmos, náusea, cólicas e diarrei as severas, com consequente perda excessiva de fluidos e eletrólitos. Em caso de su perdosagem, suspender a medicação imediatamente.

Recomenda-se tratamento de suporte sintomático pelas medidas habituais de apoio e controle das funções vitais. Deve -se manter tratamento de suporte, com a ingestão de grandes quantidades de líquidos. Os elet rólitos, especialmente o potássio, devem ser monitorados, partic ularmente em idosos e jovens.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orien tações sobre como proceder.

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Dizeres legais

Reg. M.S.: 1.0689.0196 Farmacêutica Responsável: Márcia Cruz - CRF-RS: 5945

Kley hertz farmacêutica s.a.

Rua Com. Azevedo, 224 – Porto Alegre, RS

CNPJ: 92.695.691/0001-03 Indústria Brasileira

SAC: 0800 7049001 Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela ANVISA em 24/09/2014.

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
100 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PCTFE TRANS X 20Sem tarja7896331705911R$ 47,43
100 MG COM REV CT BL AL PLAS PVC/PE/PVDC TRANS X 20Sem tarja7896331708462R$ 47,43
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

Outras opções de Senna alexandrina mill.

LacassArese Pharma Ltda.
FITOTERÁPICO a partir de R$ 38,50
NatulaxeNatulab Laboratorio S.A
FITOTERÁPICO a partir de R$ 63,88
SenaretiBrainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A
FITOTERÁPICO a partir de R$ 49,86
SenebenAirela Indústria Farmacêutica Ltda.
FITOTERÁPICO a partir de R$ 46,70
SennalaxCazi Quimica Farmaceutica Industria e Comercio Ltda
FITOTERÁPICO a partir de R$ 52,80
Active PlusMakrofarma Quimica Farmaceutica Ltda
FITOTERÁPICO a partir de R$ 35,31
CapsplanLapon Industria Farmaceutica Ltda - EPP
FITOTERÁPICO sem preço CMED
Laxasene BionatusBionatus Laboratório Botânico Ltda
FITOTERÁPICO a partir de R$ 38,67
Sene HerbariumHerbarium Laboratorio Botanico Ltda
FITOTERÁPICO a partir de R$ 55,82
Senne BrasterápicaBrasterapica Pharmaceutica Ltda.
FITOTERÁPICO sem preço CMED
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