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Bulas de Remédios
Genérico Tarja vermelha Uso restrito a hospitais

Tartarato de Metoprolol

Tartarato de metoprolol · Multilab Industria e Comercio de Produtos Farmaceuticos Ltda. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoTartarato de metoprolol
FabricanteMultilab Industria e Comercio de Produtos Farmaceuticos Ltda
Registro MS1.1819.0167
Classe terapêuticaBetabloqueadores simples
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 32,86
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Tartarato de Metoprolol

Fonte: bula do fabricante (Multilab Industria e Comercio de Produtos Farmaceuticos Ltda) publicada no bulário digital Sara · bula de 28/11/2024 · conferida em 25/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

tartarato de metoprolol

Multilab indústria e comércio de prod.

FARM. LTDA Comprimido Revestido 100 mg tartarato de metoprolol “Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999”

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Apresentações

Comprimidos revestidos 100 mg – Embalagem contendo 30, 200* e 500* comprimidos revestidos.

*Embalagem hospitalar

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido revestido contém: tartarato de metoprolol........................................................................................................................ 100 mg excipientes*q.s.p..............................................................................................................................1 com rev *celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, hipromelose, estearato de magnésio, dióxido de silício, dióxido de titânio, talco e polissorbato 80.

01

Para que este medicamento é indicado?

  • Taquiarritmia cardíaca, inclusive arritmias ventriculares e supraventriculares;
  • Infarto agudo do miocárdio suspeito ou confirmado; para prevenção secundária após infarto do miocárdio;
  • Hipertensão (pressão alta): como monoterapia ou em associação com outros anti-hipertensivos, como por exemplo, diuréticos, vasodilatadores periféricos ou inibidores da enzima conversora de angiotensina (iECAs);
  • Angina do peito (dor do peito): para profilaxia em longo prazo. A nitroglicerina deve ser usada, se necessário, para alívio das crises agudas;
  • Hipertireoidismo (como medicação coadjuvante);
  • Distúrbios cardíacos funcionais com palpitação (sensação de que o coração está acelerado ou batendo mais forte);
  • Prevenção da enxaqueca.
02

Como este medicamento funciona?

O tartarato de metoprolol pertence a um grupo de medicamentos chamados de betabloqueadores. Eles reduzem a pressão sanguínea nas veias por distender os vasos sanguíneos.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com:

  • alergia (hipersensível) ao metoprolol, a qualquer um dos componentes da formulação ou a outros betabloqueadores;
  • falta de ar, dificuldade para respirar quando deitado, inchaço dos pés ou pernas, sinais de um distúrbio cardíaco;
  • batimento cardíaco irregular ou muito lento ou insuficiência cardíaca;
  • dor súbita e opressiva no peito como sinal de ataque cardíaco;
  • má circulação nos membros (por exemplo, muito frio, mãos e pés pálidos ou dor nos músculos da perna, quando você anda);
  • pressão baixa incomum;
  • tumor da glândula adrenal não tratado (feocromocitoma);
  • asma ou histórico de dificuldade de respirar com sibilos e tosse;
  • problema de grave queda da pressão arterial, tontura, batimento cardíaco acelerado, respiração rápida e superficial, sinais de pele fria e viscosa, sinais de um distúrbio cardíaco chamado choque cardiogênico.

Se algum destes se aplicar a você, informe ao seu médico e não use tartarato de metoprolol.

Se você acha que pode ser alérgico, pergunte ao seu médico.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

O tartarato de metoprolol apenas será prescrito para você pelo seu médico. Siga cuidadosamente as instruções de seu médico, mesmo se diferirem das informações contidas nesta bula.

Tome cuidado especial com tartarato de metoprolol, Se você tem:

  • distúrbio cardíaco;
  • alto nível de açúcar no sangue (diabete);
  • doença do fígado;
  • ou está em risco de ter reações alérgicas graves;
  • dor no peito quando em repouso;
  • má circulação sanguínea nos membros (por exemplo, muito frio, mãos ou pés pálidos ou dor nos músculos das pernas quando você anda);
  • tumor nas glândulas adrenais (feocromocitoma), no qual você pode requerer um tratamento adicional para tartarato de metoprolol;
  • hiperatividade da glândula tireoide Se você passar por uma operação na qual um anestésico é usado durante o tratamento com tartarato de metoprolol;

Se você sofre de:

  • doença respiratória, como asma;
  • síndrome grave, chamada síndrome de óculomucocutânea, cujos sinais incluem conjuntivite grave e erupções na pele e infecção de ouvido.

Se algum destes se aplicar a você, informe ao seu médico e não use tartarato de metoprolol:

  • Se você notar hemorragia espontânea ou manchas escuras durante o tratamento com tartarato de metoprolol;
  • Se você notar batimento cardíaco muito lento durante o tratamento com tartarato de metoprolol;
  • Se você notar pele e olhos amarelos, náuseas, perda de apetite, urina escura durante o tratamento com tartarato de metoprolol;
  • Se você tiver batimentos cardíacos irregulares durante o tratamento com tartarato de metoprolol;
  • Se você sentir falta de ar, dificuldade para respirar quando deitado, inchaço dos pés ou pernas durante o tratamento com tartarato de metoprolol;
  • Se sentir alucinações durante o tratamento com tartarato de metoprolol.

Se você tiver algum desses sintomas, informe ao seu médico imediatamente.

Acompanhamento durante seu tratamento com tartarato de metoprolol:

  • Se você sofre de distúrbios cardíacos, seu médico pode realizar exames de sangue e monitorar sua função cardíaca;
  • Se você sofre de altos níveis de açúcar no sangue (diabete), seu médico pode verificar regularmente seu nível de açúcar no sangue;
  • Se você sofre de hipertireoidismo, seu médico pode verificar regularmente sua função cardíaca e de sua tireoide;
  • Se você está tomando ou tomou recentemente outros medicamentos, seu médico pode realizar alguns exames de sangue e monitorar sua função cardíaca.

Se você tiver qualquer dúvida sobre como tartarato de metoprolol age, ou porque este medicamento foi prescrito para você, pergunte ao seu médico.

Idosos (65 anos ou mais) O tartarato de metoprolol pode ser utilizado por pessoas com mais de 65 anos de idade. Se você tem mais que 65 anos, receberá a mesma dose que outros adultos a menos que seu médico reduza a dose.

Crianças e adolescentes O tartarato de metoprolol não é recomendado para uso em crianças.

Mulheres com potencial para engravidar e pacientes masculinos Gravidez e lactação Informe ao seu médico se estiver grávida. O tartarato de metoprolol não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja necessário. Seu médico irá discutir com você os riscos de tomar tartarato de metoprolol durante a gravidez.

Se você está amamentando, informe ao seu médico. O tartarato de metoprolol deve ser tomado com cautela durante a amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Mulheres em idade fértil Informe ao seu médico se você está planejando engravidar.

Dirigir veículos e operar máquinas Se você experimentar tontura, cansaço ou visão borrada durante o tratamento com tartarato de metoprolol, não dirija, opere máquina ou realize outras atividades que exijam sua total atenção. A ingestão de álcool pode aumentar o cansaço.

Este medicamento pode causar doping.

Ingestão concomitante com outras substâncias Informe ao seu médico , farmacêutico ou profissional da saúde sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento, incluindo ervas e medicamentos sem prescrição. Alguns outros medicamentos podem interagir com tartarato de metoprolol, os quais incluem:

  • alguns outros medicamentos utilizados para tratar a pressão arterial elevada (por exemplo, prazosina, clonidina, verapamil, inibidores da monoamina oxidase (MAO), diltiazem, hidralazina);
  • alguns outros medicamentos utilizados para tratar a dor no peito (nitroglicerina, por exemplo);
  • alguns outros medicamentos utilizados para tratar batimentos cardíacos irregulares (ex.: amiodarona, propafenona, quinidina, disopiramida, tocainida, procainamida, ajmalina, flecainida, glicosídeos digitálicos, tais como a digoxina, lidocaína);
  • anestésicos usados durante cirurgia;
  • adrenalina ou substâncias similares, que são encontradas em alguns medicamentos em gotas para o olho e nariz, e em alguns medicamentos para tosse ou remédios para o resfriado comum;
  • insulina ou medicamentos orais usados para tratar alto nível de açúcar no sangue (diabetes);
  • alguns medicamentos utilizados para aliviar a dor ou inflamação (anti-inflamatórios não-esteroidais, como os inibidores da COX-2);
  • alguns antibióticos (por exemplo, rifampicina);
  • alguns antivirais (por exemplo, ritonavir);
  • alguns anti-histamínicos usados para tratar a febre do feno (difenidramina, por exemplo);
  • alguns medicamentos usados para tratar a malária (por exemplo, hidroxicloroquina ou quinidina);
  • alguns medicamentos antipsicóticos (por exemplo, tioridazina, clorpromazina, flufenazina, haloperidol);
  • alguns antidepressivos (por exemplo, fluoxetina, paroxetina, fluvoxamina, sertralina, desipramina, clomipramina, ou bupropiona);
  • alguns antifúngicos (por exemplo, terbinafina);
  • alcaloides da Ergot, uma classe de medicamentos utilizados para prevenir e tratar enxaquecas;
  • dipiridamol, medicamento usado para diminuir o risco de coágulos.
  • outros medicamentos que podem causar uma diminuição da frequência cardíaca (por exemplo, fingolimode, um medicamento utilizado para tratar a esclerose múltipla)
  • outros medicamentos que podem causar uma diminuição da pressão arterial (por exemplo, aldesleucina, um medicamento usado para tratar câncer de rim).

O tartarato de metoprolol com alimento e bebida O tartarato de metoprolol deve ser engolido inteiro e com um copo de água.

Se você foi aconselhado a tomar tartarato de metoprolol tanto com comida ou sem comida, então você deve continuar com a mesma programação durante toda a duração do tratamento.

Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Atenção: contém o corante dióxido de titânio que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto do medicamento O tartarato de metoprolol 100 mg: Comprimido revestido, circular, branco, biconvexo e sulcado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Siga cuidadosamente as instruções do seu médico. Não exceda a dose recomendada.

Quando e como tomar tartarato de metoprolol:

O tartarato de metoprolol comprimidos deve ser tomado inteiro, sem mastigar, com um copo de água.

O seu médico lhe dirá quando tomar os comprimidos.

Tomar seus comprimidos no mesmo horário a cada dia irá ajudá-lo a lembrar de tomá-los.

Quanto tomar de tartarato de metoprolol:

Seu médico lhe dirá exatamente quantos comprimidos de tartarato de metoprolol você deve tomar.

Em geral, a dose diária é 100 a 200 mg por dia. O tartarato de metoprolol pode ser tomado uma vez por dia (de manhã) ou dividido em duas doses separadas (uma de manhã e uma a noite).

Quando tartarato de metoprolol é usado para tratar hipertireoidismo (sobre atividade da glândula tireoide), a dose é geralmente de 150 a 200 mg por dia, administrada em três ou quatro doses separadas.

Quando tartarato de metoprolol é usado para o tratamento de batimento cardíaco irregular, a dose é geralmente de 100 a 150 mg por dia, administrados em duas ou três doses separadas.

Dependendo de como você reage ao tratamento, seu médico pode receitar uma dose maior ou menor.

Por quanto tempo tomar tartarato de metoprolol:

Continue tomando tartarato de metoprolol de acordo com as orientações de seu médico.

Não altere a dose ou interrompa o tratamento sem falar com o seu médico. Se você parar de tomar tartarato de metoprolol muito repentinamente, sua condição pode piorar. O seu médico pode querer reduzir gradualmente a dose antes de parar o tratamento.

Se você tiver dúvidas sobre quanto tempo deve tomar tartarato de metoprolol, fale com o seu médico, farmacêutico ou profissional da saúde.

Se você parar de tomar tartarato de metoprolol:

Não altere a dose ou interrompa o tratamento com tartarato de metoprolol sem o conhecimento do seu médico.

Se você parar de tomar tartarato de metoprolol muito repentinamente, sua condição pode piorar por um tempo. Se for necessário parar o tratamento, seu médico irá aconselhá-lo em como fazer.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você se esquecer de tomar uma dose de tartarato de metoprolol, faça-o assim que se lembrar. No entanto, se já estiver próximo ao horário da dose seguinte, pule a dose esquecida e retorne ao seu esquema de tratamento. Não tome a dose dobrada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Assim como com todos os medicamentos, você pode experimentar algumas reações adversas durante o tratamento com tartarato de metoprolol, embora nem todas as pessoas as apresentem.

Algumas reações adversas podem ser sérias e podem necessitar de atenção médica Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • batimento cardíaco muito lento.

Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • falta de ar, dificuldade de respirar quando deitado, inchaço dos pés ou pernas como sinais de distúrbio cardíaco;
  • dedos dormentes ou frios como possíveis sinais da síndrome de Raynaud;
  • batimento cardíaco irregular.

Muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • hemorragia espontânea ou manchas escuras, podem ser sinais de baixo nível de plaquetas no sangue (trombocitopenia);
  • alucinações;
  • pele e olhos amarelos, náusea, perda de apetite, urina escura, sinal de distúrbio hepático, hepatite, curvatura anormal do pênis.

Se você apresentar alguma destas reações, informe ao seu médico imediatamente.

Algumas reações adversas são comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • tontura;
  • dor de cabeça;
  • tontura, desmaio ao levantar-se (sinal de hipotensão ortostática - às vezes com perda de consciência);
  • falta de ar;
  • náuseas;
  • vômitos;
  • dor abdominal;
  • fadiga.

Se alguma destas reações afetar você com gravidade, informe ao seu médico.

Algumas reações adversas são raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • cãimbras musculares;
  • rash cutâneo (na forma de prurido, manchas espessas na pele vermelho/prata, sinais de psoríase);
  • diarreia;
  • constipação;
  • dificuldade em respirar com chiado ou tosse;
  • inchaço;
  • palpitação;
  • diminuição do estado de alerta, sonolência , ou insônia (dificuldade em dormir);
  • dormência, formigamento nas extremidades ou sinais de parestesia;
  • depressão;
  • pesadelos.

Se alguma destas reações afetar você com gravidade, informe ao seu médico.

Algumas reações adversas são muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • mudança na personalidade;
  • distúrbio visual (por exemplo, visão borrada);
  • olhos secos, irritação nos olhos;
  • ruídos (assobio, por exemplo) nos ouvidos;
  • deficiência auditiva (por exemplo, audição reduzida ou perda de audição), em doses superiores às recomendadas);
  • dor no peito;
  • gangrena em pacientes com graves distúrbios circulatórios periféricos pré-existentes (nos quais as artérias estreitadas reduzem o fluxo sanguíneo para os membros);
  • congestão nasal, coriza, espirros como sinais de rinite;
  • boca seca;
  • aumento da sensibilidade da pele ao sol;
  • transpiração anormalmente excessiva;
  • perda de cabelo;
  • manchas espessas na pele vermelho/prata, sinais de piora da psoríase;
  • dor articular e rigidez (sinais de artrite);
  • alteração no desejo sexual;
  • mudança na capacidade de alcançar ou manter uma ereção;
  • aumento de peso;
  • resultados anormais do teste de função hepática;
  • dor lombar, distúrbio renal, pressão arterial elevada, coágulo (possíveis sinais de acúmulo de tecido fibroso no espaço retroperitoneal, contendo os rins, aorta, trato renal e diversas outras estruturas).

Se alguma destas reações afetar você com gravidade, informe ao seu médico.

Outras reações adversas reportadas

  • confusão;
  • valores anormais de triglicérides no sangue;
  • valores anormais de colesterol no sangue.

Se você perceber qualquer outra reação adversa não mencionada nesta bula, por favor informe ao seu médico ou farmacêutico.

Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Se você tomar acidentalmente muitos comprimidos, informe ao seu médico imediatamente. Você pode precisar de atenção médica.

Alguns sintomas de superdose são: batimento cardíaco anormalmente lento ou irregular, pressão arterial muito baixa, falta de ar, dificuldade de respirar quando deitado, inchaço dos pés, perda de consciência, náusea, vômito, coloração azul dos lábios, língua e pele, convulsões, súbita e opressiva dor no peito e morte.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro: 1.1819.0167 Registrado por: MULTILAB INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS

LTDA Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08 Bairro Chácara Assay Hortolândia/SP - CEP: 13186-901

CNPJ: 92.265.552/0009-05 Indústria Brasileira Produzido por: MULTILAB INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS

LTDA São Jerônimo/RS Ou Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA Manaus/AM

Venda sob prescrição

SAC 0800 600 0660 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 28/11/2024 bula-pac-725555-MLB-v1

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

tartarato de metoprolol

Multilab indústria e comércio de prod.

FARM. LTDA Comprimido Revestido 100 mg tartarato de metoprolol “Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999”

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Apresentações

Comprimidos revestidos 100 mg – Embalagem contendo 30, 200* e 500* comprimidos revestidos.

*Embalagem hospitalar

Uso oral

Uso adulto

—

Composição

Cada comprimido revestido contém: tartarato de metoprolol.........................................................................................................................100 mg excipientes* q.s.p............................................... ..............................................................................1 com rev *celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, hipromelose, estearato de magnésio, dióxido de silício, dióxido de titânio, talco e polissorbato 80.

01

Indicações

  • Taquiarritmia cardíaca, inclusive arritmias ventriculares e supraventriculares;
  • Infarto agudo do miocárdio suspeito ou confirmado; para prevenção secundária após infarto do miocárdio;
  • Hipertensão: como monoterapia ou em associação com outros anti-hipertensivos, como por exemplo, diuréticos, vasodilatadores periféricos ou inibidores da enzima conversora de angiotensina (iECAs);
  • Angina do peito: para profilaxia em longo prazo. A nitroglicerina deve ser usada, se necessário, para alívio das crises agudas;
  • Hipertireoidismo (como medicação coadjuvante);
  • Distúrbios cardíacos funcionais com palpitação;
  • Prevenção da enxaqueca.
02

Resultados de eficácia

Nos pacientes com angina do peito, metoprolol reduz a frequência e a gravidade dos episódios isquêmicos e aumenta a capacidade de trabalho físico. Esse efeito benéfico pode ser causado pelo decréscimo na demanda de oxigênio do miocárdio que ocorre em resposta à redução da frequência cardíaca e à contratilidade do miocárdio.

Em pacientes com taquicardia supraventricular, com fibrilação atrial, com extrassístoles ventriculares ou outra arritmia ventricular, metoprolol tem efeito regulador sobre a frequência cardíaca. Sua atividade antiarrítmica deve-se, principalmente, à inibição da automaticidade das células marcapasso e ao prolongamento da condução atrioventricular.

Em pacientes com infarto do miocárdio suspeito ou confirmado, metoprolol diminui a mortalidade. Esse efeito atribui-se, possivelmente, ao decréscimo na incidência de arritmias ventriculares graves, bem como à limitação do tamanho do infarto. O metoprolol tem demonstrado reduzir também a incidência de reinfartos do miocárdio não fatais.

Por seu efeito betabloqueador, o metoprolol é adequado para o tratamento de distúrbios cardíacos funcionais com palpitação, para prevenção de enxaqueca e tratamento coadjuvante do hipertireoidismo.

O tratamento a longo prazo com metoprolol pode reduzir a sensibilidade à insulina. No entanto, metoprolol interfere em menor grau na liberação de insulina e no metabolismo dos carboidratos, quando comparado aos betabloqueadores não seletivos.

Em estudos de curto prazo, demonstrou-se que o metoprolol pode alterar o perfil dos lipídios sanguíneos.

Ele pode levar ao aumento dos triglicérides e à diminuição dos ácidos graxos livres, em alguns casos, um pequeno decréscimo na fração de lipoproteína de alta densidade (HDL) tem sido observado, embora, em extensão menor do que o observado com betabloqueadores não seletivos. Em um estudo de longo prazo com duração de muitos anos, encontrou-se redução nos níveis de colesterol.

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03

Características farmacológicas

Grupo farmacoterapêutico: betabloqueadores cardiosseletivos. Código ATC: C07A B02.

Mecanismo de ação O metoprolol é um betabloqueador cardiosseletivo, o qual bloqueia os receptores adrenérgicos beta1 (que estão localizados principalmente no coração) em doses menores do que as necessárias para o bloqueio de receptores beta2, localizados principalmente nos brônquios e vasos periféricos. O metoprolol não apresenta efeito estabilizador de membrana nem atividade agonista parcial (simpatomimética intrínseca).

Farmacodinâmica O efeito estimulante das catecolaminas no coração é reduzido ou inibido pelo metoprolol. Isto leva ao decréscimo da frequência cardíaca, da contratilidade cardíaca e do débito cardíaco.

O metoprolol reduz a pressão arterial elevada, tanto em posição supina como na ortostática. Também reduz o aumento de pressão arterial que ocorre em resposta a exercícios físicos. O tratamento resulta, inicialmente, em aumentos na resistência vascular periférica, que durante a administração em longo prazo é normalizada ou, em alguns casos, reduzida. Como para todos os betabloqueadores, o mecanismo preciso do efeito anti-hipertensivo de metoprolol não está completamente elucidado. No entanto, a redução da pressão arterial em longo prazo, observada com metoprolol, parece ser paralela ao decréscimo gradual na resistência periférica total.

Nos pacientes com angina do peito, metoprolol reduz a frequência e a gravidade dos episódios isquêmicos e aumenta a capacidade de trabalho físico. Esse efeito benéfico pode ser causado pelo decréscimo na demanda de oxigênio do miocárdio que ocorre em resposta à redução da frequência cardíaca e à contratilidade do miocárdio.

Em pacientes com taquicardia supraventricular, com fibrilação atrial, com extrassístoles ventriculares ou outra arritmia ventricular, metoprolol tem efeito regulador sobre a frequência cardíaca. Sua atividade antiarrítmica deve-se, principalmente, à inibição da automaticidade das células marca-passo e ao prolongamento da condução atrioventricular.

Em pacientes com infarto do miocárdio suspeito ou confirmado, metoprolol diminui a mortalidade. Esse efeito atribui-se, possivelmente, ao decréscimo na incidência de arritmias ventriculares graves, bem como à limitação do tamanho do infarto. O metoprolol tem demonstrado reduzir também a incidência de reinfartos do miocárdio não fatais.

Por seu efeito betabloqueador, o metoprolol é adequado para o tratamento de distúrbios cardíacos funcionais com palpitação, para prevenção de enxaqueca e tratamento coadjuvante para hipertireoidismo.

O tratamento em longo prazo com metoprolol pode reduzir a sensibilidade à insulina. No entanto, metoprolol interfere em menor grau na liberação de insulina e no metabolismo dos carboidratos, quando comparado aos betabloqueadores não seletivos.

Em estudos de curto prazo, demonstrou-se que o metoprolol pode alterar o perfil dos lipídios sanguíneos.

Ele pode levar ao aumento dos triglicérides e à diminuição dos ácidos graxos livres, em alguns casos, um pequeno decréscimo na fração de lipoproteína de alta densidade (HDL) tem sido observado, embora, em extensão menor do que o observado com betabloqueadores não seletivos. Em um estudo de longo prazo com duração de muitos anos, encontrou-se redução nos níveis de colesterol. Estudos farmacocinéticos e farmacodinâmicos indicam que 30% da atividade máxima dos antagonistas dos receptores adrenérgicos beta1 é essencial para o efeito farmacodinâmico mínimo, que é observado com cerca de 45 nmol/L de metoprolol no plasma.

Farmacocinética

  • Absorção Após administração oral de comprimidos convencionais, o metoprolol é rapidamente e quase completamente absorvido no trato gastrintestinal. O fármaco é absorvido uniformemente através do trato gastrintestinal. Picos de concentração plasmática são atingidos após cerca de 1,5 a 2 horas com comprimidos convencionais. As concentrações plasmáticas de metoprolol aumentam aproximadamente em proporção à dose na faixa de 50 mg a 200 mg. Por seu extenso metabolismo hepático de primeira passagem, aproximadamente 50% de uma dose oral única de metoprolol atinge a circulação sistêmica. A extensão da eliminação pré-sistêmica difere entre os indivíduos por causa das diferenças genéticas no metabolismo oxidativo. Embora os perfis plasmáticos exibam grande variabilidade interindividuais, eles demonstram boa reprodutibilidade no próprio indivíduo. Após administrações repetidas a porcentagem de dose sistemicamente disponível é aproximadamente 40% maior do que após dose única (que é cerca de 70%). Este fato pode ser causado pela saturação parcial do metabolismo de primeira passagem ou por seu clearance (depuração) reduzido resultante do fluxo hepático reduzido. A ingestão com alimentos pode aumentar a disponibilidade sistêmica da dose oral única em aproximadamente 20% a 40%.

Após injeção intravenosa, o metoprolol é distribuído muito rapidamente com meia-vida de 5 a 15 minutos. No intervalo de dose de 10 a 20 mg, as concentrações plasmáticas aumentam linearmente em relação à dose. O metoprolol exibe farmacocinética estéreo-específica.

  • Distribuição O metoprolol é extensivamente e rapidamente distribuído com um volume de distribuição declarado de 3,2 a 5,6 L/kg.

O volume aparente de distribuição no estado de equilíbrio em metabolizadores extensos (4,84 L/kg) é relativamente maior do que em metabolizadores lentos (2,83 L/kg). A meia-vida não é dose-dependente e não se altera em administrações repetidas. Aproximadamente 10% de metoprolol no plasma encontra-se ligado às proteínas. O metoprolol atravessa a barreira placentária e é encontrado no leite materno. Em pacientes com hipertensão, as concentrações de metoprolol no líquor são similares àquelas no plasma. O metoprolol não é um substrato da P-glicoproteína significativo, indicando que a variabilidade interindividual na farmacocinética do metoprolol pode ser maior devido ao metabolismo do CYP2D6.

  • Biotransformação / metabolismo O metoprolol é extensivamente metabolizado por enzimas hepáticas do sistema citocromo P450. As principais vias metabólicas de metoprolol são alfa-hidroxilação, O-demetilação e desaminação oxidativa.

Alfa-hidroxilação de metoprolol é estéreo-seletiva. O metabolismo oxidativo de metoprolol está sob controle genético com uma maior contribuição do citocromo P450 polimórfico isoforma 2D6 (CYP2D6).

No entanto, o metabolismo de metoprolol dependente do citocromo P450 2D6 parece ter pouco ou nenhum efeito na segurança ou tolerabilidade do fármaco. Nenhum dos metabólitos de metoprolol contribui significativamente para seu efeito betabloqueador.

  • Eliminação A meia-vida média de eliminação de metoprolol é de 3 a 4 horas. Nos metabolizadores lentos, a meia-vida pode ser de 7 a 9 horas. Após administração oral única de 100 mg de metoprolol o clearance (depuração) médio foi 31, 168 e 367 L/h em metabolizadores lentos, metabolizadores extensos e metabolizadores ultrarrápidos, respectivamente. O clearance (depuração) renal dos estéreos-isômeros não exibe estéreo-seletividade na excreção renal. Aproximadamente 95% da dose pode ser recuperada na urina. Na maioria dos indivíduos (metabolizadores rápidos), menos de 5% da dose oral são excretados na urina sob forma inalterada. Em metabolizadores lentos, até 30% da dose oral pode ser excretada de forma inalterada.

Proporcionalidade de dose O metoprolol apresenta metabolismo pré-sistêmico saturável, levando ao aumento não proporcional da exposição com o aumento da dose. No entanto, a farmacocinética da dose de propionato é esperada com formulações de liberação prolongada.

Efeito dos alimentos Alimentos aparentam aumentar a taxa de absorção do metoprolol, levando a uma concentração plasmática máxima um pouco maior mais rapidamente. No entanto, não tem impacto significativo no clearance (depuração) ou no momento em que o pico de concentração máxima é observado (Tmax).

A fim de minimizar as variações do efeito em cada indivíduo, recomenda-se que o horário da ingestão de tartarato de metoprolol deve ser fixado com relação aos horários das refeições. Se o médico pedir ao paciente para tomar tartarato de metoprolol antes do café da manhã ou com o café da manhã, então o paciente deve continuar a tomar tartarato de metoprolol no mesmo horário de dose durante o curso da terapia.

População especial

  • Pacientes geriátricos (> 65 anos de idade) A população geriátrica pode apresentar concentrações plasmáticas ligeiramente maiores de metoprolol, como resultado combinado de uma redução do metabolismo do fármaco na população idosa e uma diminuição do fluxo sanguíneo hepático. No entanto, este aumento não é clinicamente significativo ou com relevância terapêutica. O metoprolol não se acumula em administração repetida e não há necessidade de ajuste de dose em pacientes idosos.
  • Pacientes com insuficiência renal A farmacocinética do metoprolol não é impactada em pacientes com insuficiência renal. Entretanto, há a possibilidade de acúmulo de um dos seus metabólitos menos ativos em pacientes com clearance (depuração) de creatinina abaixo de 5 mL/min e, este acúmulo não influencia nas propriedades betabloqueadoras de metoprolol. Pacientes com insuficiência renal podem, geralmente, ser tratados com doses normais.
  • Pacientes com insuficiência hepática Uma vez que o fármaco é primariamente eliminado pelo metabolismo hepático, a insuficiência hepática pode impactar na farmacocinética do metoprolol. A meia-vida de eliminação do metoprolol é consideravelmente prolongada, dependendo da gravidade (até 7,2 h), em pacientes com insuficiência hepática.
  • Pacientes com anastomose portocava Pacientes com anastomose portocava têm um clearance (depuração) sistêmico da dose endovenosa de aproximadamente 0,3 L/min e valores de área sob a curva de concentração plasmática até 6 vezes maiores do que os indivíduos sadios.
  • Paciente com doenças inflamatórias Doenças inflamatórias não têm efeito sobre a farmacocinética de metoprolol.
  • Pacientes com hipertireoidismo Hipertireoidismo pode aumentar o clearance (depuração) pré-sistêmico de metoprolol.
  • Sensibilidade étnica O metabolismo oxidativo do metoprolol está sob controle genético com uma maior contribuição do citocromo P450 polimórfico isoforma 2D6 (CYP2D6). Existem diferenças étnicas marcadas na prevalência dos fenótipos de metabolizadores lentos (ML). Aproximadamente 7% de caucasianos e menos do que 1% de orientais são MLs.

Metabolizadores lentos CYP2D6 exibem concentrações plasmáticas muito mais altas de metoprolol do que metabolizadores rápidos com atividade de CYP2D6 normal.

  • Efeito do gênero Não há nenhuma evidência significativa para sugerir uma possível diferença na eliminação entre a população masculina e feminina, recomendações gênero-específicas para a dose de metoprolol não são necessárias.

Estudos clínicos Nenhum estudo clínico adicional foi realizado.

Dados de segurança pré-clínicos

  • Toxicidade reprodutiva Vide “Gravidez, lactação, mulheres e homens com potencial reprodutivo”
  • Mutagenicidade O tartarato de metoprolol não apresentou potencial mutagênico/genotóxico em sistemas de células bacterianas (teste de Ames) e em ensaios in vivo envolvendo células somáticas de mamíferos ou células germinais de camundongos machos.
  • Carcinogenicidade O tartarato de metoprolol não apresentou carcinogenicidade em camundongos e ratos após administração oral de doses de até 800 mg/kg durante 21 a 24 meses.
04

Contraindicações

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com:

  • Conhecida hipersensibilidade ao metoprolol e derivados relacionados, a qualquer um dos componentes da formulação ou a outros betabloqueadores (pode ocorrer sensibilidade cruzada entre betabloqueadores);
  • Bloqueio atrioventricular de segundo ou terceiro graus;
  • Insuficiência cardíaca descompensada;
  • Bradicardia sinusal clinicamente relevante (frequência cardíaca menor que 45 a 50 batimentos por minuto);
  • Doença do nó sinusal;
  • Distúrbios circulatórios arteriais periféricos graves;
  • Choque cardiogênico;
  • Feocromocitoma não tratado (vide “Advertências e precauções”);
  • Hipotensão;
  • Asma brônquica grave ou história de broncoespasmo grave;
  • Infarto do miocárdio com frequência cardíaca menor que 45 a 50 batimentos/min, intervalo P-R maior que 0,24 segundos, pressão sistólica menor que 100 mmHg e/ou insuficiência cardíaca grave.
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Advertências e precauções

Doenças broncoespásticas Como regra geral, não se deve administrar betabloqueadores, incluindo tartarato de metoprolol, a pacientes com doença broncoespástica. No entanto, em função de sua relativa cardiosseletividade, tartarato de metoprolol oral pode ser administrado com cautela a pacientes com doença broncoespástica de intensidade leve a moderada, que não respondam ou não tolerem outros tratamentos adequados. Uma vez que a seletividade por receptores beta1 não é absoluta, um agonista beta2 deve ser administrado concomitantemente e deve-se usar a menor dose possível de tartarato de metoprolol.

Pacientes diabéticos O tartarato de metoprolol deve ser usado com cautela em pacientes com diabetes mellitus, especialmente nos que recebem insulina ou agentes hipoglicemiantes orais (vide “Interações medicamentosas”). Os pacientes diabéticos devem ser alertados de que os betabloqueadores, incluindo tartarato de metoprolol, podem mascarar a taquicardia que ocorre com a hipoglicemia, porém, outras manifestações de hipoglicemia como tonturas e sudorese podem não ser significativamente suprimidas e a sudorese pode ser aumentada.

Sistema cardiovascular Os betabloqueadores, incluindo tartarato de metoprolol , não devem ser usados em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva não tratada (vide “Contraindicações”). Esta condição deve primeiro ser estabilizada.

Em função de seu efeito negativo na condução atrioventricular, os betabloqueadores, incluindo tartarato de metoprolol, devem ser administrados somente com cautela em pacientes com bloqueio atrioventricular de primeiro grau (vide “Contraindicações”).

Se o paciente desenvolver aumento da bradicardia (frequência cardíaca menor que 50 a 55 batimentos por minuto), a dose deve ser gradualmente reduzida ou o tratamento gradualmente descontinuado (vide “Contraindicações”).

Infarto do miocárdio Se hipotensão significativa ocorrer em pacientes com infarto do miocárdio , tartarato de metoprolol deve ser descontinuado e o estado hemodinâmico do paciente e a extensão da isquemia miocárdica devem ser cuidadosamente avaliados.

Monitoração intensiva da hemodinâmica pode ser necessária e as modalidades adequadas de tratamento devem ser instituídas. Se a hipotensão estiver associada com bradicardia ou bloqueio atrioventricular significativo, o tratamento deve ser direcionado para a reversão destes.

Distúrbios circulatórios periféricos O tartarato de metoprolol deve ser usado com cautela em pacientes com distúrbios circulatórios arteriais periféricos (por exemplo, doença ou fenômeno de Raynaud, claudicação intermitente), pois o tratamento com betabloqueadores pode agravar tais condições (vide “Contraindicações”).

Feocromocitoma Em pacientes com presença ou suspeita de feocromocitoma, tartarato de metoprolol deve sempre ser administrado em associação com um alfabloqueador e apenas após que o alfabloqueador tenha sido iniciado (vide “Contraindicações”).

Anestesia e cirurgia A terapia crônica com betabloqueador não deve ser rotineiramente interrompida antes de cirurgia de grande porte. A capacidade prejudicada do coração em responder a estímulos adrenérgicos pode aumentar o risco de uma anestesia geral ou procedimento cirúrgico. Se o paciente em tratamento com tartarato de metoprolol necessitar de anestesia geral, o anestesista deve ser informado de que o paciente está recebendo um betabloqueador. Um agente anestésico com o menor efeito cardiodepressor possível deve ser utilizado (vide “Interações medicamentosas”). Se for extremamente necessária a interrupção da terapia com betabloqueador, incluindo tartarato de metoprolol, isso deve ser feito gradualmente e se completar cerca de 48 horas antes da anestesia geral.

Descontinuação abrupta O tratamento com tartarato de metoprolol não deve ser interrompido repentinamente, sobretudo em pacientes com doença cardíaca isquêmica. Para prevenir a exacerbação de angina pectoris, a dosagem deve ser reduzida gradualmente em 1 a 3 semanas e, se necessário, terapia de substituição deve ser iniciada ao mesmo tempo.

Reações anafiláticas Reações anafiláticas precipitadas por outros agentes podem ser particularmente graves em pacientes que recebem betabloqueadores e podem ser resistentes a doses normais de adrenalina. Sempre que possível, deve-se evitar o uso de betabloqueadores, incluindo tartarato de metoprolol, em pacientes que apresentam risco aumentado de anafilaxia.

Angina de Prinzmetal Em pacientes com angina de Prinzmetal (angina do peito variante), os betabloqueadores podem aumentar o número e a duração das crises de angina. Bloqueadores de receptor beta1 relativamente seletivos, como tartarato de metoprolol, podem ser utilizados nesses pacientes, mas somente com a máxima cautela.

Tireotoxicose Os betabloqueadores mascaram alguns dos sintomas clínicos de tireotoxicose. Portanto, quando tartarato de metoprolol for administrado a pacientes que têm tireotoxicose ou são suspeitos de desenvolvê-la, ambas as funções, tireoidiana e cardíaca, devem ser monitoradas cuidadosamente.

Síndrome oculomucocutânea A síndrome óculo-mucocutânea total, não foi relatada com o tartarato de metoprolol. No entanto, parte dessa síndrome [olhos secos isoladamente ou, ocasionalmente, com rash (erupção) cutânea] tem ocorrido.

Na maioria dos casos, os sintomas são revertidos quando o tratamento com tartarato de metoprolol é suspenso. Os pacientes devem ser cuidadosamente observados em relação à efeitos oculares potenciais.

Se esses efeitos ocorrerem, deve -se considerar a descontinuação do tratamento com tartarato de metoprolol.

Interações Bloqueador dos canais de cálcio do tipo verapamil (fenilalquilamina) não deve ser administrado por via intravenosa em pacientes recebendo tartarato de metoprolol , pois há risco de parada cardíaca nesta situação (vide “Interações medicamentosas”).

Populações especiais

  • Insuficiência hepática O metoprolol passa por um extenso metabolismo de primeira passagem e é eliminado principalmente via metabolismo hepático (vide “Farmacocinética”). Portanto, a insuficiência hepática pode aumentar a biodisponibilidade sistêmica de metoprolol e reduzir seu clearance (depuração) total, levando ao aumento da concentração plasmática.
  • Pacientes geriátricos Pacientes idosos devem ser tratados com cautela. Um decréscimo excessivo na pressão arterial ou na frequência de pulso pode reduzir o suprimento de sangue aos órgãos vitais a níveis inadequados.
  • Gravidez, lactação, mulheres e homens com potencial reprodutivo Gravidez Há uma quantia limitada de dados do uso de metoprolol em mulheres grávidas. A experiência com metoprolol nos primeiros 3 meses de gestação é limitada, mas nenhuma má formação fetal atribuível ao metoprolol foi relatada. O risco para o feto/mãe é desconhecido. Porém, os betabloqueadores podem reduzir a perfusão placentária.

Embriotoxicidade e/ou fetotoxicidade em ratos e coelhos foram observados a partir de doses de 50 mg/kg em ratos e 25 mg/kg em coelhos, demonstrado por aumentos na perda de pré -implantação.

O tartarato de metoprolol deve ser dado a mulheres grávidas apenas se claramente necessário. O médico deve ser informado imediatamente, se a gravidez for confirmada.

  • Materno-Fetal A hipertensão na gravidez aumenta o risco materno de pré -eclâmpsia, diabetes gestacional, parto prematuro e complicações do parto (por exemplo: necessidade de cesariana e hemorragia pós -parto).

Hipertensão arterial aumenta o risco fetal para restrição do crescimento intrauterino e morte intrauterina.

  • Fetal/Neonatal Neonatos de mulheres com hipertensão que são tratados com bloqueadores beta durante o final da gravidez podem estar em risco aumentado de bradicardia e hipoglicemia.

Este medicamento pertence à categoria de risco na gravidez C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

  • Doenças associadas à gravidez e pós-parto A farmacocinética do medicamento é alterada na gravidez e o clearance do medicamento aumenta em 2-3 vezes, mas o ajuste da dose não é necessário.

No caso do tratamento com tartarato de metoprolol durante a gravidez a menor dose possível deve ser usada e a descontinuação do tratamento deve ser considerada 2 a 3 dias antes do parto para evitar o aumento da contratilidade uterina e efeitos betabloqueadores no feto (por exemplo, bradicardia, hipoglicemia).

  • Dados animais Estudos de toxicidade reprodutiva em camundongos, ratos e coelhos não demonstram nenhum potencial teratogênico para o tartarato de metoprolol. Embriotoxicidade e/ou fetotoxicidade em ratos e coelhos foram observados a partir de doses de 50 mg/kg em ratos e 25 mg/kg em coelhos, demonstrado por aumentos na perda de pré -implantação, diminuição do número de fetos viáveis por fêmea e/ou diminuição na sobrevivência neonatal. Altas doses foram associadas com certa toxicidade materna e retardo de crescimento da prole no útero, o que foi refletido em pesos minimamente inferiores ao nascer.
  • Lactação O metoprolol é secretado no leite materno: com doses terapêuticas, um lactente que consuma 1 L de leite por dia, receberia uma dose menor que 1 mg de metoprolol. A dose infantil relativa através do leite materno é inferior a 1,0% da dose ajustada ao peso materno. Todavia, lactentes devem ser cuidadosamente observados em relação aos efeitos betabloqueadores.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano. O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião -dentista.

  • Infertilidade Os efeitos de tartarato de metoprolol na fertilidade humana não foram estudados.

O tartarato de metoprolol foi associado a efeitos adversos reversíveis na espermatogênese a partir de doses orais de 3,5 mg/kg em ratos (0,1 vezes a dose máxima no homem com base na área de superfície corporal). No entanto, nenhum efeito sobre o desempenho reprodutivo foi observado em ratos machos que receberam tartarato de metoprolol em doses ≥ 50 mg/kg (aproximadamente a dose máxima do homem).

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas Tonturas, cansaço e deficiência visual podem ocorrer durante o tratamento com tartarato de metoprolol (vide “Reações adversas”) e podem afetar adversamente a capacidade do paciente para dirigir veículos e/ou operar máquinas.

Este medicamento pode causar doping.

Atenção: contém o corante dióxido de titânio que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

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Interações medicamentosas

Interações observadas resultando em uso concomitante não recomendado:

  • Bloqueadores do canal de cálcio (uso IV) Bloqueadores de canal de cálcio, como verapamil e diltiazem podem potencializar o efeito depressivo dos betabloqueadores sobre a pressão arterial, frequência cardíaca, contratilidade cardíaca e condução atrioventricular. Um bloqueador de canal de cálcio tipo verapamil (fenilalquilamina) não deve ser administrado por via intravenosa a paciente recebendo tartarato de metoprolol, porque existe risco de parada cardíaca nesta situação (vide “Advertências e precauções”).

Interações a serem consideradas:

Interações resultando em efeitos no metoprolol

  • Outros fármacos anti-hipertensivos Os efeitos de tartarato de metoprolol e outros anti-hipertensivos sobre a pressão arterial são normalmente aditivos. Pacientes recebendo tratamento concomitante com fármacos depletores de catecolaminas, outros betabloqueadores (incluindo gotas oftálmicas, como o timolol), ou inibidores da monoamino oxidase (MAO), devem ser cuidadosamente monitorados. Além disso, a hipertensão possivelmente significativa, pode, teoricamente, ocorrer em até 14 dias após a descontinuação da administração concomitante com um inibidor irreversível da MAO.
  • Bloqueadores do canal de cálcio (uso oral) A coadministração de um antagonista beta-adrenérgico com um bloqueador dos canais de cálcio pode produzir uma redução aditiva na contratilidade do miocárdio, devido aos efeitos cronotrópicos e inotrópicos negativos.

Pacientes tomando bloqueador de canal de cálcio tipo verapamil oral associado ao tartarato de metoprolol devem ser cuidadosamente monitorados.

  • Medicamentos antiarrítmicos Betabloqueadores podem potencializar o efeito inotrópico negativo dos agentes antiarrítmicos e seus efeitos no tempo de condução atrial. Particularmente, em pacientes com disfunção do nodo sinusal pré-existente, a coadministração de amiodarona pode resultar em efeito eletrofisiológico aditivo, incluindo bradicardia, bloqueio atrioventricular e sinusal. Agentes antiarrítmicos, como quinidina, tocainida, procainamida, ajmalina, amiodarona, flecainida e disopiramida podem potencializar os efeitos de tartarato de metoprolol sobre a frequência cardíaca e a condução atrioventricular.
  • Nitroglicerina Pode aumentar o efeito hipotensivo de tartarato de metoprolol.
  • Outros medicamentos que causam diminuição da frequência cardíaca A administração concomitante de betabloqueadores com outros fármacos conhecidos por diminuir a frequência cardíaca, como moduladores do receptor de esfingosina-1-fosfato (por exemplo, fingolimode), pode resultar em efeitos aditivos na redução da frequência cardíaca.
  • Outros medicamentos que causam diminuição da pressão arterial A administração concomitante de betabloqueadores com outros medicamentos conhecidos por diminuir a pressão arterial, como a aldesleucina, pode resultar em um aumento do efeito hipotensor.
  • Anestésicos gerais Alguns anestésicos de inalação podem aumentar o efeito cardiodepressivo dos betabloqueadores (vide “Advertências e precauções”).
  • Inibidores de CYP2D6 Potentes inibidores desta enzima podem aumentar a concentração plasmática de metoprolol. Fortes inibições de CYP2D6 podem resultar na mudança de fenótipo para metabolizador lento (vide “Farmacocinética”).

Portanto, deve-se ter cuidado quando coadministrar inibidores potentes de CYP2D6 com metoprolol.

Potentes inibidores conhecidos de CYP2D6 clinicamente significantes são antidepressivos tais como fluvoxamina, fluoxetina, paroxetina, sertralina, bupropiona, clomipramina, desipramina, antipsicóticos tais como clorpromazina, flufenazina, haloperidol, tioridazina, antiarrítmicos tais como quinidina ou propafenona, antirretrovirais tais como ritonavir, anti-histamínicos tais como difenidramina, antimaláricos tais como hidroxicloroquina ou quinidina, antifúngicos, tais como terbinafina.

  • Hidralazina A coadministração de hidralazina pode inibir o metabolismo pré-sistêmico do metoprolol, levando a um aumento nas concentrações de metoprolol.
  • Glicosídeos digitálicos O uso concomitante de glicosídeos digitálicos pode resultar em bradicardia excessiva e/ou aumento do tempo de condução atrioventricular. Monitoração da taxa cardíaca e intervalo PR são recomendados.
  • Simpatomiméticos A coadministração de medicamentos simpatomiméticos, como adrenalina, noradrenalina, isoprenalina, efedrina, fenilefrina, fenilpropanolamina e derivados da xantina (incluindo gotas oftálmicas e nasais ou antitussígenos) com um betabloqueador podem aumentar a resposta pressora resultando em hipertensão devido à inibição mútua dos efeitos terapêuticos. Entretanto, isto é menos provável com doses terapêuticas de fármacos beta1 seletivos que com betabloqueadores não-seletivos.
  • Medicamentos anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs) A coadministração de medicamentos anti-inflamatórios não-esteroidais, incluindo inibidores da COX-2 com um betabloqueador, pode diminuir o efeito anti -hipertensivo do metoprolol, possivelmente como resultado da inibição da síntese da prostaglandina renal e retenção de sódio e fluido causados por medicamentos anti-inflamatórios não-esteroidais.
  • Indutores de enzima hepática Podem afetar as concentrações plasmáticas de metoprolol. Por exemplo, a circulação plasmática de metoprolol é reduzida pela rifampicina.

Interações resultando em efeitos em outros medicamentos

  • Agentes antiadrenérgicos O efeito anti-hipertensivo dos bloqueadores alfa -adrenérgicos, como guanetidina, betanidina, reserpina, alfa-metildopa ou clonidina pode ser potencializado por betabloqueadores. Bloqueadores beta-adrenégicos também podem potencializar o efeito hipotensor postural da primeira dose de prozosina, provavelmente, impedindo taquicardia reflexa.

Pelo contrário, bloqueadores beta -adrenérgicos também podem potencializar a resposta hipertensiva à descontinuação da clonidina em pacientes recebendo concomitantemente clonidina e bloqueadores beta -adrenérgicos. Se o paciente é tratado com clonidina e tartarato de metoprolol concomitantemente, e o tratamento com clonidina vai ser descontinuado, o uso de tartarato de metoprolol deve ser suspenso por vários dias antes que a clonidina seja descontinuada.

  • Medicamentos antidiabéticos e insulina Betabloqueadores podem interferir com a resposta hemodinâmica normal à hipoglicemia e produzir um aumento da pressão arterial associada com bradicardia grave. Em pacientes diabéticos que usam insulina, o tratamento com betabloqueadores pode estar associado com o aumento ou com a hipoglicemia prolongada. Betabloqueadores podem também antagonizar o efeito hipoglicemiante das sulfonilureias. O risco desses efeitos é menor com bloqueadores seletivos do tipo beta 1, tais como o tartarato de metoprolol , que com betabloqueadores não -seletivos. Entretanto, pacientes diabéticos recebendo tartarato de metoprolol devem ser monitorados para assegurar que o controle da diabetes está mantido (vide “Advertências e precauções”).
  • Lidocaína (xilocaína) O metoprolol pode reduzir o clearance (depuração) da lidocaína, levando a um aumento dos efeitos da lidocaína.
  • Prazosina A hipotensão postural aguda que pode ocorrer após a primeira dose de prazosina pode aumentar em pacientes que já tomam um betabloqueador, incluindo tartarato de metoprolol.
  • Alcaloides de Ergot A coadministração com betabloqueadores pode aumentar a ação vasoconstritora dos alcaloides de Ergot.
  • Dipiridamol Em geral, a administração de um betabloqueador deve ser retida antes do teste com dipiridamol, com monitoração cuidadosa da frequência cardíaca após a injeção de dipiridamol.
  • Álcool O metoprolol pode alterar os parâmetros farmacocinéticos do álcool.
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Cuidados de armazenamento do medicamento

Armazenar em temperatura ambiente (de 15°C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspecto do medicamento Comprimido revestido, circular, biconvexo, com sulco e de cor branca.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

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Posologia e modo de usar

Método de administração Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros com o auxílio de água.

O horário da ingestão de tartarato de metoprolol deve ser fixado com relação aos horários das refeições.

Se o médico pedir ao paciente para tomar tartarato de metoprolol antes do café da manhã ou com o café da manhã, então o paciente deve continuar a tomar tartarato de metoprolol no mesmo horário durante o curso da terapia.

Posologia População alvo geral A dose deve ser adaptada às necessidades individuais do paciente. As recomendações posológicas a seguir podem ser tomadas como um guia:

  • Taquiarritmia cardíaca A dose diária é de 100 a 150 mg administradas em 2 ou 3 doses divididas; se necessário, a dose diária pode ser aumentada para 300 mg.
  • Infarto do miocárdio A dose recomendada pode ser reduzida dependendo do estado hemodinâmico do paciente.

Tratamento de manutenção - a dose oral de manutenção é de 200 mg/dia, administradas em 2 doses divididas. O tratamento deve continuar por no mínimo 3 meses.

  • Hipertensão A dose oral diária é de 100 a 200 mg, administradas tanto como dose única pela manhã ou em 2 doses divididas (manhã e noite). Se necessário, pode-se prescrever adicionalmente outro anti-hipertensivo (vide “Indicações”).
  • Angina do peito A dose oral diária é de 100 a 200 mg, administradas em 2 doses divididas; se necessário, a dose diária pode ser aumentada para até 400 mg.
  • Hipertireoidismo A dose oral diária é de 150 a 200 mg (pode ser aumentada até 400 mg), administradas em 3 a 4 doses divididas.
  • Distúrbios da função cardíaca com palpitação; prevenção da enxaqueca A dose diária é de 100 mg, administradas em dose única pela manhã; se necessário, a dose diária pode ser aumentada para 200 mg, administradas em 2 doses divididas (manhã e noite).

Populações especiais

  • Pacientes pediátricos Estudos pediátricos não foram realizados. A segurança e a eficácia de tartarato de metoprolol não estão estabelecidas em pacientes pediátricos.
  • Insuficiência renal Nenhum ajuste de dose de tartarato de metoprolol é necessário em pacientes com insuficiência renal.
  • Insuficiência hepática Os níveis sanguíneos de tartarato de metoprolol são suscetíveis de aumentar substancialmente em pacientes com insuficiência hepática. Portanto, tartarato de metoprolol deve ser iniciado em doses baixas com cautelosa titulação gradual de dose de acordo com a resposta clínica.
  • Pacientes geriátricos (> 65 anos) Nenhum ajuste de dose de tartarato de metoprolol é necessário em pacientes geriátricos, mas deve ser administrado com cautela devido ao aumento da probabilidade de eventos adversos.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

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Reações adversas

Resumo tabulado com reações adversas a medicamento de estudos clínicos As reações adversas de estudos clínicos (Tabela 1) são listadas pela classe de sistema de órgão MedDRA.

Em cada classe de sistema de órgão, as reações adversas a medicamento foram classificadas por frequência, com a mais frequente primeiro. Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são classificadas em ordem decrescente de gravidade. Além disso, a categoria de frequência correspondente a cada reação adversa a medicamento é baseada na seguinte convenção (CIOMS III): muito comum (≥ 1/10); comum (≥ 1/100, < 1/10); incomum (≥ 1/1.000, < 1/100); raro (≥ 1/10.000, < 1/1.000) muito raro (< 1/10.000).

Tabela 1: Reações adversas a medicamento de estudos clínicos Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático Muito rara: trombocitopenia Distúrbios psiquiátricos Raras: depressão, pesadelos Muito raras: distúrbios de personalidade, alucinações Distúrbios do sistema nervoso Comuns: tonturas, dor de cabeça Raras: nível reduzido de consciência, sonolência, insônia, parestesia Distúrbios oculares Muito raras: deficiência visual (por ex.: visão borrada), olhos secos, olhos irritados Distúrbios auditivos e do labirinto Muito raras: zumbido, distúrbios auditivos 1 (por ex.: hipoacusia ou surdez) Distúrbios cardíacos Comum: bradicardia Raras: insuficiência cardíaca, arritmias, palpitações Muito raras: distúrbios da condução, dor no peito Distúrbios vasculares Comum: hipotensão ortostática (ocasionalmente com síncope) Raras: edema, fenômeno de Raynaud Muito rara: gangrena 2 Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais Comum: dispneia de exercício Rara: broncoespasmo 3 Muito rara: rinite Distúrbios gastrintestinais Comuns: náusea e vômito, dores abdominais Raras: diarreia ou constipação Muito raras: boca seca, fibrose retroperitonial Distúrbios hepatobiliares Muito rara: hepatite Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Rara: rash (erupção) (na forma de urticária, lesões cutâneas psoriasiformes e distróficas) Muito raras: reação de fotossensibilidade, hiperidrose, alopecia, piora da psoríase Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Raras: espasmos musculares Muito raras: artrite Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas Muito raras: disfunção erétil, distúrbios da libido, doença de Peyronie Distúrbios gerais e das condições no local da administração Comum: fadiga Laboratorial Muito raras: Aumento de peso, anormalidade em testes de função hepática 1 Em doses que excedam a recomendada 2 Em pacientes com distúrbios circulatórios periféricos graves pré-existentes 3 O qual pode ocorrer em pacientes sem história de doença pulmonar obstrutiva Reações adversas a medicamento de relatos espontâneos e casos de literatura (frequência desconhecida) As reações adversas a seguir foram derivadas de experiência pós-comercialização com tartarato de metoprolol via relatos de caso espontâneos e casos de literatura. Devido a estas reações terem sido relatadas voluntariamente a partir de uma população de tamanho incerto e sujeita a fatores de confusão, por isso não é possível estimar suas frequências às quais são, portanto, categorizadas como desconhecidas. Reações adversas a medicamento são listadas de acordo com o sistema de classe de órgãos MedDRA. Dentro de cada sistema de classe de órgãos, as reações adversas são classificadas em ordem decrescente de gravidade.

Tabela 2: Reações adversas a medicamento de relatos espontâneos e casos de literatura (frequência desconhecida) Distúrbios do sistema nervoso Estado de confusão Laboratorial Aumento dos triglicérides sanguíneos e diminuição de lipoproteínas de alta densidade (HDL) Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

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Superdose

Sinais e sintomas A superdose de tartarato de metoprolol pode levar a hipotensão grave, bradicardia sinusal, bloqueio atrioventricular, infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, choque cardiogênico, parada cardíaca, broncoespasmo, perda da consciência (ou mesmo coma), convulsões, náuseas, vômitos e cianose e morte.

A ingestão concomitante de álcool, anti-hipertensivos, quinidina ou barbitúricos, agravam estes sinais e sintomas.

As primeiras manifestações de superdose aparecem entre 20 minutos e 2 horas após a ingestão de metoprolol. Os efeitos de uma superdose massiva podem persistir por muitos dias, independentemente do declínio das concentrações plasmáticas.

Tratamento Os pacientes devem ser hospitalizados e, geralmente, devem ser tratados em unidade de terapia intensiva, com monitoração contínua da função cardíaca, gases sanguíneos e bioquímica sanguínea. Medidas de suporte de emergência, tais como ventilação artificial ou marcapasso cardíaco, devem ser instituídas quando apropriadas. Mesmo os pacientes que ingeriram uma pequena superdose e que estejam aparentemente saudáveis, devem ser cuidadosamente observados em relação aos sinais de intoxicação por no mínimo 4 horas.

Em caso de superdose com risco de vida potencial, vômito ou lavagem gástrica devem ser induzidos (se dentro das primeiras 4 horas após a ingestão de tartarato de metoprolol) e/ carvão ativado deve ser utilizado para retirar o fármaco do trato gastrintestinal. É improvável que a hemodiálise seja útil para a eliminação do metoprolol.

Outras manifestações clínicas de superdose devem ser tratadas sintomaticamente baseada em modernos métodos de terapia intensiva. O fenômeno de retirada do betabloqueador pode ocorrer após a superdose (vide “Advertências e precauções”).

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro: 1.1819.0167 Registrado por: MULTILAB INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS

Ltda.

Rod. Jornalista Francisco Aguirre Proença, KM 08 Bairro Chácara Assay Hortolândia/SP - CEP: 13186-901

CNPJ: 92.265.552/0009-05 Indústria Brasileira Produzido por: MULTILAB INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS

Ltda.

São Jerônimo/RS Ou Produzido por: NOVAMED FABRICAÇÃO DE PRODUTOS FARMACÊUTICOS LTDA.

Manaus/AM

Venda sob prescrição

SAC 0800 600 0660 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 28/11/2024 bula-pac-725555-MLB-v1

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
100 MG COM REV CT BL AL PVC/PVDC TRANS X 30Tarja vermelha7896472511051R$ 32,86
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