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Bulas de Remédios
Genérico Tarja vermelha Uso restrito a hospitais

Propofol

Propofol · Laboratório Teuto Brasileiro S/A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoPropofol
FabricanteLaboratório Teuto Brasileiro S/A
Registro MS1.0370.0754
Classe terapêuticaAnestésicos gerais injetaveis
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 186,29
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Propofol

Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 09/08/2024 · conferida em 26/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

propofol Emulsão injetável 10mg/mL

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE propofol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

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Apresentações

Emulsão injetável 10mg/mL Embalagem contendo 5 frascos-ampola com 20mL Embalagem contendo 1 frasco-ampola com 50mL

Uso intravenoso

Uso adulto e pediátrico acima de 3 anos

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Composição

Cada mL da emulsão injetável contém: propofol........................................... ................................................... .......................................10mg Veículo q.s.p...................................... ................................................... ......................................1mL Excipientes: edetato dissódico, lecitina de ovo, ól eo de soja, glicerol, hidróxido de sódio, água para injetáveis e nitrogênio.

01

Para que este medicamento é indicado?

O propofol é indicado para indução e manutenção de anestesia geral em procedimentos cirúrgicos. Isto significa que propofol faz com que o paciente fique inconsciente (adormecido) ou sedado durante operações cirúrgicas ou outros proce dimentos.

O propofol pode também ser usado para a sedação de pacientes adultos ventilados que estejam recebendo cuidados de terapia intensiva.

O propofol pode também ser usado para sedação consc iente para procedimentos cirúrgicos e de diagnóstico.

02

Como este medicamento funciona?

O propofol pertence a um grupo de medicamentos cham ados anestésicos gerais. Isto significa que propofol faz com que o paciente fique inconsciente (adormecido) ou sedado durante operações cirúrgicas ou outros procedimentos.

O propofol é um agente anestésico intravenoso de cu rta ação, sendo adequado para indução e manutenção de anestesia geral em procedimentos cirú rgicos.

O propofol é um agente de anestesia geral de curta duração com rápido início de ação de, aproximadamente, 30 segundos.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Você não deve utilizar propofol nas seguintes situa ções:

  • Hipersensibilidade conhecida ao propofol ou a qua lquer componente de sua fórmula;
  • Sedação em crianças menores de 3 anos de idade co m infecção grave do trato respiratório, recebendo tratamento intensivo;
  • Sedação de crianças de todas as idades com difter ia ou epiglotite recebendo tratamento intensivo.

Este medicamento é contraindicado para menores de 3 anos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

O propofol deve ser administrado por profissional d e saúde treinado em técnicas de anestesia (ou quando for o caso, por médicos treinados em cuidado s de pacientes em terapia intensiva).

O propofol deve ser utilizado com cuidado nas segui ntes situações:

  • Em pacientes com insuficiência cardíaca, respirat ória, renal ou hepática, pacientes hipovolêmicos (quando há diminuição anormal do volu me do sangue) ou debilitados;
  • Em paciente epiléptico, pode haver risco de convu lsão;
  • Em pacientes com disfunções no metabolismo de gor dura e em outras condições que requeiram cautela na utilização de emulsões lipídicas.
  • Particularmente em pacientes que tenham predispos ição à deficiência em zinco, tais como aqueles com queimaduras, diarreia e/ou sepse, deve ser considerada a necessidade de zinco suplementar durante a administração prolongada de p ropofol.
  • Assim como outros agentes sedativos, quando propo fol é usado para sedação durante procedimentos cirúrgicos, podem ocorrer movimentos involuntários dos pacientes. Durante procedimentos que requerem imobilidade, esses movim entos podem ser perigosos para o local da cirurgia.
  • Um período adequado é necessário antes da alta do paciente para garantir a recuperação total após a anestesia geral.

Nos pacientes graves em uso de propofol para sedaçã o em unidade de terapia intensiva (UTI) pode raramente ocorrer acidose metabólica, lesão mu scular, acúmulo de cálcio, alterações no ECG* e/ou falha cardíaca. Entretanto, não foi estab elecida uma relação causal com o propofol.

As combinações desses eventos foram chamadas de Sín drome de Infusão de Propofol (SIP). Os principais fatores de risco para o desenvolvimento destes eventos são: diminuição na liberação de oxigênio para os tecidos; lesão neurológica grave e /ou infecção grave associada à disfunção de órgãos (sepse); altas doses de um ou mais medicamen tos farmacológicos (por exemplo: medicamentos que provocam contração dos vasos sangu íneos (vasoconstritores, como por exemplo, adrenalina), medicamentos que são solúveis na gordura e responsáveis pelo equilíbrio fisiológico, incluindo os hormônios (esteroides), m edicamentos que aumentam a força do coração (inotrópicos, como por exemplo, digoxina e/ou propo fol).

*elevação do segmento ST (similar às alterações de ECG na síndrome de Brugada).

O propofol não é recomendado para uso em neonatos p ara a indução e manutenção da anestesia.

Não há dados que dão suporte ao uso de propofol em sedação para neonatos prematuros, recebendo tratamento intensivo.

  • Não há dados de estudos clínicos que deem suporte ao uso de propofol em sedação de crianças com difteria ou epiglotite, recebendo tratamento in tensivo.
  • Os pacientes devem ser alertados de que o desempe nho para tarefas que exijam atenção, tais como dirigir veículos e operar máquinas, pode estar comprometido durante algum tempo após o uso de propofol.

Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas d urante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar preju dicadas.

O uso deste medicamento pode causar tontura, desmai os ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

O propofol deve ser utilizado com cuidado nas segui ntes situações:

  • Em pacientes em uso dos medicamentos bloqueadores neuromusculares, atracúrio e mivacúrio, recomenda-se que esses medicamentos não sejam admin istrados na mesma via intravenosa (IV) antes de se eliminar os indícios de propofol.
  • Em pacientes em uso de midazolam, foi observada a necessidade de doses menores de propofol, uma vez que a coadmimistração de propofol e midazol am, provavelmente resultará em um aumento da sedação e depressão respiratória Categoria de risco na gravidez: B.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15ºc a 30ºc). proteger da luz.

Não congelar.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

O propofol deve ser usado em até 6 horas após dilui ção. Não diluído, utilizar em até 12 horas.

Características do medicamento: Emulsão branca leitosa.

Agite antes de usar.

Não utilize se houver evidência de separação de fas es da emulsão.

Descartar o conteúdo remanescente após o uso .

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Modo de Usar O propofol deve ser administrado diretamente em um vaso sanguíneo (via intravenosa).

O propofol deve ser administrado por profissional d e saúde treinado em técnicas de anestesia (ou quando for o caso, por médicos treinados em cuidado s de pacientes em terapia intensiva).

O propofol será administrado como uma injeção em um a veia, normalmente na parte de trás da mão ou no antebraço. Seu médico pode usar uma agulh a, ou um tubo de plástico fino, chamado cânula. Para operações longas e para uso em situaçõ es de cuidado intensivo, uma bomba elétrica pode ser usada para controlar a taxa à qual a injeç ão é administrada.

Você pode sentir um pouco de dor no braço onde prop ofol é administrado; isto é inofensivo. Às vezes a lidocaína (um anestésico local) pode ser ad icionada ao propofol para reduzir a ocorrência ou extensão da dor.

Posologia Seu médico controlará a dose de propofol que será a dministrada a você. A dose será ajustada de acordo com a profundidade da anestesia ou sedação e sperada pelo seu médico, para que você fique sedado ou anestesiado. Ele também levará em c onsideração a sua idade e condição física e ajustará a dose adequadamente.

Vários medicamentos diferentes podem ser necessário s para manter você adormecido ou sedado, livre de dor, respirando de modo saudável e manter sua pressão sanguínea estável.

Seu médico decidirá quais medicamentos você usará, quando for necessário.

Este medicamento somente poderá ser utilizado/admin istrado, interrompido e ter a sua posologia alterada pelo médico responsável.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

As reações adversas mais comumente reportadas são e feitos adversos previsíveis de um agente anestésico, como a pressão arterial baixa.

A seguinte convenção foi utilizada para a classific ação de frequência:

Muito comum (>1 / 10); Comum (>1 / 100 e ≤1/10); Incomum (≥1 / 1000 e ≤1/100); Rara (>1 / 10.000 e ≤1/1000); Muito rara ( ≤1 / 10.000); Desconhecida (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis).

Frequência

Classe de sistema de

Órgão

(SOC)

REAÇÕES ADVERSAS Muito Comum >1/10 (≤10%) Distúrbios gerais e quadros clínicos no local de administração Dor local durante a indução (1) Comum >1/100 e ≤1/10 (>1% e ≤10%) Distúrbios vasculares Pressão arterial baixa (2) Ruborização em crianças (4) Distúrbios cardíacos Diminuição na frequência cardíaca (3) Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Apneia transitória durante a indução Distúrbios gastrointestinais Náusea e vômito durante a fase de recuperação Distúrbios do sistema nervoso Dor de cabeça durante a fase de recuperação Distúrbios gerais e quadros clínicos no local de administração Sintomas de abstinência em crianças (4) Incomum >1/1.000 e ≤1/100 (> 0,1% e ≤ 1%) Distúrbios vasculares Trombose e flebite (inflamação de uma veia) Rara >1/10.000 e ≤1/1.000 (>0,01% e ≤ 0,1%) Distúrbios do sistema nervoso Movimentos epileptiformes (como alterações no ECG), incluindo convulsões e opistótono (posição corporal anormal causada por distensões e fortes espasmos musculares) durante a indução, manutenção e recuperação.

Distúrbios psiquiátricos Euforia Muito Rara ≤ 1/10.000 (≤ 0.01%) Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Rabdomiólise (destruição das fibras musculares esqueléticas) (5) Distúrbios gastrointestinais Pancreatite Lesões, intoxicações e complicações de procedimentos Febre pós-operatória Distúrbios renais e urinários Descoloração da urina após administração prolongada Distúrbios do sistema imunitário Reação de hipersensibilidade aguda - pode incluir inchaço sob a pele, broncoespasmo (causando dificuldade para respirar), vermelhidão da pele, pressão arterial baixa e choque anafilático.

Distúrbios do sistema reprodutor e da mama Desinibição sexual Distúrbios cardíacos Edema pulmonar Distúrbios do sistema nervoso Inconsciência pós-o peratória Desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis) Distúrbios do sistema reprodutor e da mama Priapismo (ereção prolongada e dolorosa do pênis) (1) pode ser minimizada usando veias maiores. Com prop ofol a dor local também pode ser minimizada pela administração conjunta de lidocaína (ver item Modo de Usar).

(2) ocasionalmente, a pressão arterial baixa pode requ erer o uso de fluidos intravenosos e redução da velocidade de administração de propofol.

(3) Episódios graves de diminuição na frequência cardí aca são raros. Houve relatos isolados de progressão para assistolia (parada cardíaca).

(4) após interrupção abrupta de propofol durante cuida do intensivo.

(5) raros relatos de rabdomiólise (destruição das fibr as musculares esqueléticas) foram recebidos onde propofol foi administrado em doses superiores a 4 mg/kg/h para sedação em UTI.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Em caso de administração de uma quantidade de medic amento maior do que a prescrita, você deve contatar imediatamente o médico.

É possível que a superdosagem acidental acarrete de pressão cardiorrespiratória. A depressão respiratória deve ser tratada através de ventilação artificial com oxigênio. A depressão cardiovascular requer a inclinação da cabeça do pac iente e, se for severo, o uso de expansores plasmáticos e agentes vasopressores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro n o 1.0370.0754 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Produzido por:

TROIKAA PHARMACEUTICALS LIMITED Dehradun - Índia.

Importado e Registrado por:

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO

Venda sob prescrição com retenção da receita.

Uso restrito a estabelecimentos de saúde.

H i st ó ri co de al te

RAÇ ÕE S DE B UL A Da d o s d a s ub m i s sã o e le t r ô ni c a Da d os d a p e t i ç ão / n ot if i c a ç ão q ue a lt e r a bu l a D a do s d as a lt e r aç õ e s d e b u la s D a t a d o e x p e d ie n t e N °. do e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d ie nt e N °. d o e x p e d ie n t e As su n t o D at a d e a p r o v aç ão It e n s d e b ul a Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt aç õ e s r e l ac i o n ad a s 28 / 0 4 /20 2 1 1 6 256 7 6 /21 -0 1 04 59 -GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I ni c ia l d e T e x to d e Bu l a -R DC – 6 0 / 12 2 8 /0 4 /20 2 1 1 6 2 56 7 6/ 21 -0 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c l us ã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 2 8 /0 4 / 20 2 1 V e r sã o i n ic ia l VP -1 0 m g / m l iv e m u inj c t 5 f a v d tr an s x 20 m l -1 0 m g / m l i v e m u i n j c t f a v d tr an s x 50 m l 22 / 1 1 /20 2 3 1 2 995 2 9 /23 -2 1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 2 2 /1 1 /20 2 3 1 2 9 95 2 9/ 23 -2 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 2 2 /1 1 / 20 2 3 Co m p o si ç ã o 4 .

O q u e d e vo sa b e r a n te s de u sa r e ste m e d ic a m e n t o?

5 .

On d e , co m o e p or q u a nt o t e mp o p o sso g u a r d ar e st e m e d ic a m e n t o?

D iz e r e s le g a i s VP -1 0 m g / m l iv e m u inj c t 5 f a v d tr an s x 20 m l -1 0 m g / m l i v e m u i n j c t f a v d tr an s x 50 m l 09 / 0 8 /20 2 4 -1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 0 9 /0 8 /20 2 4 -1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 0 9 /0 8 / 20 2 4 4 .

O q u e d e vo sa b e r a n te s de u sa r e ste m e d ic a m e n t o?

6 .

C o m o d ev o u sa r e s te m e d ic a m e n t o?

8 . Q u a is o s m a l e s q u e e st e m e d i c a m e n to p o d e m e c a u sa r ?

VP -1 0 m g / m l iv e m u inj c t 5 f a v d tr an s x 20 m l -1 0 m g / m l iv e m u inj c t f a v d tr an s x 50 m l

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

propofol Emulsão injetável 10mg/mL

Modelo de bula com informações técnicas aos

PROFISSIONAIS DE SAÚDE propofol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

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Apresentações

Emulsão injetável 10mg/mL Embalagem contendo 5 frascos-ampola com 20mL Embalagem contendo 1 frasco-ampola com 50mL

Uso intravenoso

Uso adulto e pediátrico acima de 3 anos

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Composição

Cada mL da emulsão injetável contém: propofol........................................... ................................................... .......................................10mg Veículo q.s.p...................................... ................................................... ......................................1mL Excipientes: edetato dissódico, lecitina de ovo, ól eo de soja, glicerol, hidróxido de sódio, água para injetáveis e nitrogênio.

01

Indicações

O propofol é indicado para indução e manutenção de anestesia geral em procedimentos cirúrgicos. Isto significa que propofol faz com que o paciente fique inconsciente ou sedado durante operações cirúrgicas ou outros procedimento s.

O propofol pode também ser usado para a sedação de pacientes adultos ventilados que estejam recebendo cuidados de terapia intensiva.

O propofol pode também ser usado para sedação consc iente para procedimentos cirúrgicos e de diagnóstico.

02

Resultados de eficácia

Agente anestésico de curta duração: indução e manut enção Em estudos comparativos de óxido nitroso-sevofluran o com óxido nitroso-propofol para indução e manutenção da anestesia, foi determinada a taxa d e recuperação para cada anestésico.

Cinquenta pacientes, P 1 ou 2 na faixa etária de 18 a 70 anos, submetidos a procedimentos cirúrgicos eletivos com duração de 1 a 3 horas, for am distribuídos de maneira randomizada e receberam sevoflurano (grupo A) ou propofol (grupo B). Para a indução da anestesia: no grupo A o sevoflurano foi administrado em concentrações cre scentes (até 3,5%) com o paciente em respiração espontânea, no grupo B o propofol foi ad ministrado na dose de 2-2,5 mg/kg em 60 segundos com o paciente em respiração espontânea co m oxigênio a 100%. A manutenção da anestesia no grupo A foi realizada com sevoflurano 0,3% a 1,8% e no grupo B com infusão de 50 a 200 mcg/kg/min de propofol. O óxido nitroso 60-70 % foi administrado em todos os pacientes e fentanila na dose de 1-3 mcg/kg foi administrado em bolus como suplemento anestésico nos dois grupos. Ao final da cirurgia foi interrompida a adm inistração dos agentes anestésicos e instaurado um fluxo de oxigênio a 100% (6 L/min). Os resultado s demonstraram que indução no grupo B foi mais rápida quando comparada com o grupo A (0,8 vs. 2,0 minutos respectivamente). A facilidade de indução e o tempo necessário para o d espertar foram similares nos dois grupos.

Dentre os efeitos indesejáveis, no grupo A, 13 paci entes apresentaram náuseas e 5 apresentaram vômitos, enquanto que no grupo B a incidência de ná useas foi de 3 pacientes. A incidência de tremores e dor foi similares nos dois grupos. (Lien CA et. al. Journal of Clinical Anesthesia 1996;

8(8):639).

Reves et al. descrevem o uso do propofol como agent e anestésico para indução-manutenção da anestesia, assim como o seu uso em sedação para pro cedimentos cirúrgicos e em pacientes sob ventilação mecânica em UTI devido a sua eficácia e segurança. (Reves JG et al. Anesthesia Fourth Edition 1994, 1(11): 272).

Estudos comparativos do uso do propofol em infusão manual com o uso pela bomba de infusão alvo controlada (IAC) foram realizados em 160 pacie ntes (pacientes grau ASA 1-3 com idade ≥ 18 anos), submetidos a procedimentos cirúrgicos. Os dados analisados foram: aceitabilidade da técnica, eficácia e segurança. O grupo IAC apresent ou doses de indução menores e taxa de infusão de manutenção maiores. Na avaliação dos ane stesistas envolvidos, a facilidade de controle e o uso da bomba de IAC foi considerada me lhor.

Foi concluído que o sistema de IAC é efetivo e segu ro, tendo melhor aceitabilidade do que a técnica de infusão manual. (Mazzarella B et al. Min erva Anestesiologica 1999;65 (10):701).

Sedação para procedimentos cirúrgicos/diagnósticos Charles J. Coté estabelece o uso de propofol em ped iatria para sedação intermitente ou em infusão constante nos procedimentos radiológicos de vido à sua eficácia na prática clínica. (Coté CJ. Anesthesia Fourth Edition 1994, 2(63):2104).

Foi reportado um estudo prospectivo e randomizado, comparando propofol e midazolam para sedação em colangiopancreatografia retrógrada via e ndoscópica. Foram selecionados 200 pacientes P 3 e 4 com idade entre 28-88 anos. Estes pacientes receberam de forma randomizada midazolam 2,5 mg para indução seguido de doses repe tidas de acordo com a necessidade ou propofol 40-60 mg de dose inicial conforme o peso c orporal seguido de 20 mg em doses repetidas. Do total dos pacientes, três foram exclu ídos devido à presença de carcinoma (2 pacientes no grupo midazolam e 1 paciente no grupo propofol). Os resultados demonstraram um tempo de início médio de ação da sedação menor no g rupo propofol do que no grupo midazolam (3 min vs. 6 min), assim como um tempo médio de rec uperação menor no grupo tratado com propofol em relação ao grupo tratado com midazolam (19 min vs. 29 min). Foi concluído que a sedação endovenosa com propofol para colangiopancre atografia retrógrada via endoscópica é mais efetiva que midazolam, associada com recuperaç ão rápida e segura desde que haja monitorização adequada. (Wehrmann T et al. Gastroin testinal Endoscopy 1999).

Sedação UTI Barrientos et al., realizaram um estudo comparativo entre propofol 2% e midazolam, onde analisaram a eficácia, tempo para extubação e custo . Neste estudo foram selecionados 78 pacientes submetidos à cirurgia que necessitaram de ventilação controlada mecânica e sedação prolongada na unidade de terapia intensiva. Após di stribuição randomizada, 40 pacientes receberam propofol 2% e 38 midazolam. A dose média de propofol 2% foi de 1-6 mg/kg/h e de midazolam 0,05-0,4 mg/kg/h. Nenhum bloqueador neuro muscular foi utilizado e a duração média da sedação foi de 141,2 h para o grupo propofol 2% e 140,5 h para o grupo midazolam. Os resultados demonstraram que a eficácia foi similar nos dois grupos, sendo que, no grupo propofol 2%, 2,5% dos pacientes apresentaram hipertrigliceri demia. O tempo necessário para extubação foi significativamente menor no grupo propofol 2% q uando comparado com o grupo midazolam o que levou os autores a acreditarem que o custo be nefício do propofol 2% é melhor. (Barrientos

  • Vega R et al. Intensive Care Medicine 1997: 23 (s uppl): S176, Abs149).
03

Características farmacológicas

Grupo farmacoterapêutico: anestésicos gerais Propriedades Farmacodinâmicas O propofol (2,6-diisopropilfenol) é um agente de an estesia geral de curta duração com rápido início de ação de aproximadamente 30 segundos. A re cuperação da anestesia geralmente é rápida.

O mecanismo de ação, assim como com todos os anesté sicos gerais, é pouco conhecido.

Entretanto, propofol é conhecido por produzir efeit o sedativo e anestésico pela modulação positiva da função inibitória do neurotransmissor G ABA através do receptor GABAA ativado por ligante.

Em geral, queda na pressão arterial média e leves m udanças na frequência cardíaca são observadas quando propofol é administrado para indu ção e manutenção da anestesia. Entretanto, os parâmetros hemodinâmicos normalmente permanecem relativamente estáveis durante a manutenção e a incidência de alterações hemodinâmic as adversas é baixa.

Apesar da possibilidade de ocorrência de depressão ventilatória após administração de propofol, quaisquer efeitos são qualitativamente similares àq ueles causados por outros agentes anestésicos intravenosos e são facilmente gerenciáveis na práti ca clínica.

O propofol reduz o fluxo sanguíneo cerebral, a pres são intracraniana e o metabolismo cerebral. A redução na pressão intracraniana é maior em pacient es com pressão intracraniana basal elevada.

A recuperação da anestesia geralmente é rápida e se m efeitos residuais, com baixa incidência de dor de cabeça, náusea e vômitos pós-operatórios.

Em geral, há menos náusea e vômitos pós-operatórios após anestesia com propofol que com agentes anestésicos inalatórios. Há evidência de qu e isso possa estar relacionado a um efeito antiemético do propofol.

Nas concentrações atingidas clinicamente, propofol não inibe a síntese de hormônios adrenocorticais.

Propriedades Farmacocinéticas O declínio das concentrações de propofol após uma d ose em bolus ou após o final de uma infusão pode ser descrito por um modelo tricompartimental a berto. A primeira fase é caracterizada por uma distribuição muito rápida (meia-vida de 2-4 min utos), seguido por rápida eliminação (meia-vida de 30 a 60 minutos) e uma fase final mais lent a, representativa da redistribuição do propofol por tecidos pouco perfundidos.

O propofol é amplamente distribuído e rapidamente e liminado do corpo (depuração total: 1,5-2 L/minuto). A depuração ocorre através de processos metabólicos, principalmente no fígado, para formar conjugados inativos de propofol e seu quinol correspondente, os quais são excretados na urina.

Quando propofol é usado para manter a anestesia, as concentrações sanguíneas de propofol aproximam-se assintoticamente do valor do estado de equilíbrio para a dada velocidade de administração. A farmacocinética de propofol é line ar ao longo da faixa recomendada de velocidades de infusão.

Dados de segurança pré-clínica O propofol é um fármaco com extensa experiência clí nica.

04

Contraindicações

O propofol é contraindicado nas seguintes situações :

-Hipersensibilidade conhecida ao propofol ou a qual quer componente de sua fórmula;

-Sedação em crianças menores de 3 anos de idade com infecção grave do trato respiratório, recebendo tratamento intensivo;

-Sedação de crianças de todas as idades com difteri a ou epiglotite recebendo tratamento intensivo (ver item Advertências e Precauções).

Este medicamento é contraindicado para menores de 3 anos.

05

Advertências e precauções

O propofol deve ser administrado por profissional d e saúde treinado em técnicas de anestesia (ou quando for o caso, por médicos treinados em cuidado s de pacientes em terapia intensiva). Os pacientes devem ser constantemente monitorados e de vem estar disponíveis instalações para manutenção das vias aéreas abertas, ventilação arti ficial, enriquecimento de oxigênio, além de instalações ressuscitatórias. O propofol não deve s er administrado pela pessoa que conduziu o procedimento diagnóstico ou o procedimento cirúrgic o.

Quando propofol é administrado para sedação conscie nte, procedimentos cirúrgicos e de diagnóstico, os pacientes devem ser continuamente m onitorados para sinais precoces de hipotensão, obstrução das vias aéreas e dessaturaçã o de oxigênio.

Assim como outros agentes sedativos, quando propofo l é usado para sedação durante procedimentos cirúrgicos, podem ocorrer movimentos involuntários dos pacientes. Durante procedimentos que requerem imobilidade, esses movim entos podem ser perigosos para o local da cirurgia.

Um período adequado é necessário antes da alta do p aciente para garantir a recuperação total após a anestesia geral. Muito raramente o uso de pr opofol pode estar associado ao desenvolvimento de um período de inconsciência pós- operatória, o qual pode ser acompanhado por um aumento no tônus muscular. Isto pode ou não ser precedido por um período de vigília.

Apesar da recuperação ser espontânea, deve-se ter u m cuidado apropriado ao paciente inconsciente.

Assim como com outros agentes anestésicos intraveno sos, deve-se tomar cuidado em pacientes com insuficiência cardíaca, respiratória, renal ou hepática e em pacientes hipovolêmicos ou debilitados.

O propofol não possui atividade vagolítica e tem si do associado com relatos de bradicardia (ocasionalmente profunda) e também assistolia. Deve -se considerar a administração intravenosa de um agente anticolinérgico antes da indução ou du rante a manutenção da anestesia, especialmente em situações em que haja probabilidad e de predominância do tônus vagal ou quando propofol for associado a outros agentes com potencial para causar bradicardia.

Quando propofol for administrado a um paciente epil éptico, pode haver risco de convulsão.

Deve-se dispensar cuidado especial aos pacientes co m disfunções no metabolismo de gordura e em outras condições que requeiram cautela na utiliz ação de emulsões lipídicas.

Caso se administre propofol a pacientes que estejam sob risco de acumular gordura, recomenda-se que os níveis sanguíneos de lipídeos sejam contr olados. A administração de propofol deve ser ajustada adequadamente se o controle indicar que a gordura não está sendo bem eliminada. Se o paciente estiver recebendo concomitantemente outro lipídeo por via intravenosa, sua quantidade deve ser reduzida, levando-se em consideração que a fórmula de propofol contém lipídeos (1,0mL de propofol contém aproximadamente 0,1g de l ipídeo).

O EDTA é um quelante de metais iônicos, incluindo o zinco. A necessidade de zinco suplementar deve ser considerada durante a administração prolon gada de propofol particularmente em pacientes que tenham predisposição à deficiência em zinco, tais como pacientes com queimaduras, diarreia e/ou sepse.

Foram recebidos relatos muito raros de acidose meta bólica, de rabdomiólise, de hipercalemia, alterações no ECG* e/ou de falha cardíaca, em algun s casos com um resultado fatal, em pacientes gravemente acometidos recebendo propofol para sedaç ão na UTI. As combinações desses eventos foram chamadas de Síndrome de Infusão de Pr opofol (SIP). Os principais fatores de risco para o desenvolvimento destes eventos são: diminuiç ão na liberação de oxigênio para os tecidos; lesão neurológica grave e/ou sepse; altas doses de um ou mais dos seguintes agentes farmacológicos: vasoconstritores, esteroides, inotr ópicos e/ou propofol. Todos os sedativos e agentes terapêuticos usados na UTI (incluindo propo fol) devem ser titulados para manter liberação de oxigênio ideal e parâmetros hemodinâmi cos.

*elevação do segmento ST (similar às alterações no ECG na síndrome de Brugada).

O propofol não é recomendado para uso em neonatos p ara a indução e manutenção da anestesia.

Não há dados que dão suporte ao uso de propofol em sedação para neonatos prematuros, recebendo tratamento intensivo.

Não há dados de estudos clínicos que deem suporte a o uso de propofol em sedação de crianças com difteria ou epiglotite, recebendo tratamento in tensivo.

Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e ope rar máquinas Os pacientes devem ser alertados de que o desempenh o para tarefas que exijam atenção, tais como, dirigir veículos e operar máquinas pode estar comprometido durante algum tempo após o uso de propofol.

Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou oper ar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem es tar prejudicadas.

O uso deste medicamento pode causar tontura, desmai os ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Uso durante a gravidez e a lactação Categoria de risco na gravidez: B.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

A segurança para o neonato, quando do uso de propof ol em mulheres que estejam amamentando, não foi estabelecida.

O propofol não deve ser usado durante a gravidez.

O propofol atravessa a placenta e pode estar associ ado à depressão neonatal. O produto não deve ser utilizado em anestesia obstétrica.

06

Interações medicamentosas

O propofol tem sido usado em associação com anestes ia espinhal e epidural, com pré-medicação normalmente usada, bloqueadores neuromusculares, ag entes inalatórios e agentes analgésicos.

Nenhuma incompatibilidade farmacológica foi encontr ada. Entretanto, recomenda-se que os bloqueadores neuromusculares atracúrio e mivacúrio, não devem ser administrados na mesma via IV antes de se eliminar os indícios de propofol.

Doses menores de propofol podem ser necessárias em situações em que a anestesia geral é utilizada como adjuvante às técnicas anestésicas re gionais.

Foi observada a necessidade de doses menores de pro pofol em pacientes que tomam midazolam, uma vez que a coadministração de propofol com midaz olam provavelmente resultará em aumento da sedação e depressão respiratória. Assim, quando usado concomitantemente, deve-se considerar uma redução da dose de propofol.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento armazenar em temperatura ambiente (de 15ºc a 30ºc). proteger da luz.

Não congelar.

Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

O propofol deve ser usado em até 6 horas após a dil uição. Não diluído, utilizar em até 12 horas.

Características físicas e organolépticas: Emulsão branca leitosa.

Agite antes de usar.

Não utilize se houver evidência de separação de fas es da emulsão.

Descartar o conteúdo remanescente após o uso.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

08

Posologia e modo de usar

Modo de usar O propofol é uma emulsão óleo em água, branca, aquo sa e isotônica para injeção intravenosa.

Geralmente, além de propofol são necessários agente s analgésicos suplementares.

O propofol tem sido usado em associação com anestes ia espinhal e epidural, com pré-medicação normalmente usada, bloqueadores neuromusculares, ag entes inalatórios e agentes analgésicos.

Nenhuma incompatibilidade farmacológica foi encontr ada. Doses menores de propofol podem ser necessárias em situações em que a anestesia geral é utilizada como um adjunto às técnicas anestésicas regionais.

O propofol não contém conservantes antimicrobianos, assim, pode apresentar desenvolvimento de microrganismos. É importante ressaltar que, embo ra o EDTA seja eficaz em retardar a taxa de crescimento microbiano do propofol o produto não de ve ser considerado como um conservante antimicrobiano.

Assim sendo, imediatamente após a abertura da ampol a ou frasco-ampola, a aspiração do produto deve ser feita assepticamente para uma seringa esté ril ou para o equipamento de infusão. A administração de propofol deve ser iniciada sem dem ora. Os cuidados de assepsia devem ser observados até o término da infusão, tanto na manip ulação de propofol como do equipamento em uso. Quaisquer infusões de fluídos adicionados à li nha de infusão de propofol devem ser administrados próximo do local da cânula.

O propofol não deve ser administrado através de fil tro microbiológico. Os frascos-ampola devem ser agitados antes do uso e qualquer porção não uti lizada deve ser descartada.

O propofol e qualquer seringa contendo propofol des tina-se a um único uso em apenas um paciente.

De acordo com as orientações para a administração d e outras emulsões lipídicas, uma infusão única (não diluída) de propofol não deve exceder 12 horas. No final do procedimento cirúrgico ou após o término da estabilidade (6 horas após dil uição e 12 horas sem diluição), o que ocorrer primeiro, tanto o reservatório de propofol como o e quipamento de infusão devem ser descartados e substituídos de maneira apropriada.

O propofol pode ser usado para infusão, sem diluiçã o, em seringas plásticas ou frascos de vidro para infusão. Quando propofol é usado sem diluição na manutenção da anestesia, recomenda-se que seja sempre utilizado um equipamento tal como b omba de seringa ou bomba volumétrica para infusão, a fim de controlar as velocidades de infusão.

O propofol pode também ser administrado diluído som ente em infusão intravenosa de dextrose a 5%, em bolsas de infusão de PVC ou frascos de vidro de infusão. As diluições, que não devem exceder a proporção de 1:5 (2mg de propofol/mL), de vem ser preparadas assepticamente imediatamente antes da administração. A mistura é e stável por até 6 horas.

A diluição pode ser usada com várias técnicas de co ntrole de infusão, porém um determinado tipo de equipo usado sozinho não evitará o risco de infu são acidental incontrolada de grandes volumes de propofol diluído. Uma bureta, contador de gotas ou uma bomba volumétrica devem ser incluídos na linha de infusão.

O risco de infusão incontrolada deve ser considerad o durante a decisão da quantidade máxima de diluição na bureta.

O propofol pode ser administrado via equipo em Y pr óximo ao local da injeção, em infusões intravenosas de dextrose a 5%, em infusão intraveno sa de cloreto de sódio a 0,9% ou em infusão intravenosa de dextrose a 4% com cloreto de sódio a 0,18%.

O propofol pode ser pré-misturado com injeções cont endo 500mcg/mL de alfentanila na velocidade de 20:1 a 50:1 v/v. As misturas devem se r preparadas usando técnicas estéreis e devem ser usadas dentro de 6 horas após a preparaçã o.

A fim de reduzir a dor da injeção inicial, propofol usado para indução pode ser misturado com injeção de lidocaína em uma seringa plástica na pro porção de 20 partes de propofol com até 1 parte de injeção de lidocaína 0,5% ou 1% (ver tabel a de diluições) imediatamente antes da administração.

O propofol não deve ser previamente misturado para administração com fluidos para injeção ou infusão com exceção de propofol 1% que pode ser mis turado com glicose 5% em bolsas de infusão de PVC ou frascos de vidro para infusão ou injeção de lidocaína ou alfentanila em seringas plásticas.

  • Diluição e coadministração de propofol com outros fármacos ou fluidos de infusão (ver item Advertências e Precauções).

Técnica de coadministração Aditivo ou Diluente Preparação Precauções Pré-mistura Infusão intravenosa de dextrose a 5% Misturar 1 parte de propofol com até 4 partes de infusão intravenosa de dextrose a 5% em bolsas de infusão de PVC ou em frascos de infusão de vidro Quando diluído em bolsas de PVC, recomenda-se utilizar uma bolsa cheia e que a diluição seja preparada retirando um volume do fluido de infusão e substituindo-o por um volume igual ao de propofol Preparar a mistura de forma asséptica imediatamente antes da administração A mistura é estável por até 6 horas Injeção de cloridrato de lidocaína (0,5% ou 1,0%, sem conservantes) Misturar 20 partes de propofol com até 1 parte de injeção de cloridrato de lidocaína a 0,5% ou 1,0% Preparar a mistura de forma asséptica imediatamente antes da administração Usar apenas para indução Injeção de alfentanila (500 mcg/mL) Misturar propofol com injeção de alfentanila na proporção de 20:1 a 50:1 v/v Preparar a mistura de forma asséptica; usar dentro de 6 horas desde a preparação Coadministração com equipo em Y Infusão intravenosa de dextrose a 5% Coadministrar através de um equipo em Y Colocar o conector em Y perto do local da injeção Infusão intravenosa de cloreto de sódio a 0,9% Conforme acima Conforme acima Infusão intravenosa de dextrose a 4% com cloreto de sódio a 0,18% Conforme acima Conforme acima Orientação sobre as concentrações alvo de propofol é fornecida abaixo. Em razão da variabilidade inter-pacientes quanto à farmacocinét ica e farmacodinâmica do propofol, tanto em pacientes pré-medicados quanto nos pacientes não pr é-medicados, a concentração alvo de propofol deve ser titulada de acordo com a resposta do paciente a fim de se atingir a profundidade de anestesia ou sedação consciente desejada.

Posologia

  • Sistema de Classificação do Estado Físico de acor do com a Sociedade Americana de Anestesiologistas (ASA):

GRA U CLASSIFICAÇÃO 1 Paciente normal 2 Paciente com doença sistêmica de leve a moderada 3 Paciente com doença sistêmica grave 4 Paciente com doença sistêmica grave que limita ativ idades diárias 5 Paciente moribundo que não é esperada a sobrevivênc ia sem cirurgia 6 Paciente com morte cerebral declarada cujos órgãos serão removidos para propósitos de doação A. Adultos

  • Indução de anestesia geral O propofol pode ser usado para induzir anestesia at ravés de infusão ou injeção lenta em bolus.

Em pacientes com ou sem pré-medicação, recomenda-se que propofol seja titulado de acordo com a resposta do paciente. Administrar aproximadam ente 40 mg a cada 10 segundos em adultos razoavelmente saudável por injeção em bolus ou por infusão, até que os sinais clínicos demonstrem o início da anestesia. A maioria dos pac ientes adultos com menos de 55 anos possivelmente requer de 1,5 a 2,5 mg/kg de propofol . A dose total necessária pode ser reduzida pela diminuição da velocidade de administração (20 - 50 mg/min). Acima desta idade, as necessidades serão geralmente menores. Em pacientes de graus ASA 3 e 4 deve-se usar velocidade de administração menor (aproximadamente 20 mg a cada 10 segundos).

Manutenção de anestesia geral A profundidade requerida da anestesia pode ser mant ida pela administração de propofol por infusão contínua ou por injeções repetidas em bolus .

-Infusão contínua - A velocidade adequada de admini stração varia consideravelmente entre pacientes, mas velocidades na faixa de 4 a 12 mg/kg /h, normalmente mantêm a anestesia satisfatoriamente.

-Injeções repetidas em bolus – recomenda-se que ape nas propofol 1% seja utilizado. Se for utilizada a técnica que envolve injeções repetidas em bolus, podem ser administrados aumentos de 25mg (2,5mL) a 50mg (5mL), de acordo com a neces sidade clínica.

-Sedação na UTI Quando utilizado para promover sedação em pacientes adultos ventilados na UTI, recomenda-se que propofol seja administrado por infusão contínua . As taxas de infusão entre 0,3 e 4,0mg/kg/h atingem a sedação de forma satisfatória na maioria dos pacientes adultos. A administração de propofol para sedação na UTI em pacientes adultos n ão deve exceder 4mg/kg/h, a menos que os benefícios para o paciente superem os riscos.

-Sedação consciente para cirurgia e procedimentos d e diagnóstico Para promover a sedação em procedimentos cirúrgicos e de diagnóstico, as velocidades de administração devem ser individualizadas e titulada s de acordo com a resposta clínica.

A maioria dos pacientes necessitará de 0,5 a 1 mg/k g por aproximadamente 1 a 5 minutos para iniciar a sedação.

A manutenção da sedação pode ser atingida pela titu lação da infusão de propofol até o nível desejado de sedação – a maioria dos pacientes irá n ecessitar de 1,5 a 4,5 mg/kg/h. Adicional à infusão, a administração em bolus de 10 a 20 mg pod e ser usada se for necessário um rápido aumento na profundidade da sedação.

Em pacientes de graus ASA 3 e 4, a velocidade de ad ministração e a dosagem podem necessitar de redução.

B. Crianças Não se recomenda o uso de propofol em crianças meno res de 3 anos de idade.

  • Indução de anestesia geral Quando usado para induzir anestesia em crianças, re comenda-se que propofol seja administrado lentamente, até que os sinais clínicos demonstrem o início da anestesia.

A dose deve ser ajustada em relação à idade e/ou ao peso. A maioria dos pacientes com mais de 8 anos provavelmente irá necessitar de aproximadament e 2,5 mg/kg de propofol para a indução da anestesia.

Entre 3 e 8 anos de idade, a necessidade pode ser a inda maior. Doses mais baixas são recomendadas para crianças com graus ASA 3 e 4.

Manutenção da anestesia geral A profundidade necessária de anestesia pode ser man tida pela administração de propofol por infusão ou por injeções repetidas em bolus. É recom endado que somente propofol 1% seja usado se forem usadas injeções repetidas em bolus. A velo cidade necessária de administração varia consideravelmente entre os pacientes, no entanto, a faixa de 9 a 15 mg/kg/h normalmente produz anestesia satisfatória.

  • Sedação consciente para procedimentos de diagnóst ico e cirúrgicos O propofol não é recomendado para sedação conscient e em crianças uma vez que a segurança e eficácia não foram demonstradas.
  • Sedação na UTI O propofol não é recomendado para sedação em crianç as, uma vez que a segurança e a eficácia não foram demonstradas. Apesar de não ter sido esta belecida nenhuma relação causal, reações adversas sérias (incluindo fatalidades) foram obser vadas através de relatos espontâneos sobre o uso não aprovado em UTI. Esses eventos foram mais f requentes em crianças com infecções do trato respiratório e que receberam doses maiores qu e aquelas recomendadas para adultos.

C. Idosos Em pacientes idosos, a dose de propofol necessária para a indução de anestesia é reduzida. Esta redução deve levar em conta a condição física e a i dade do paciente. A dose reduzida deve ser administrada mais lentamente e titulada conforme a resposta. Quando propofol é usado para manutenção da anestesia ou sedação, a taxa de infus ão ou “concentração alvo” também deve ser diminuída. Pacientes com graus ASA 3 e 4 necessitar ão de reduções adicionais na dose e na velocidade de administração. A administração rápida em bolus (única ou repetida) não deve ser utilizada no idoso, pois pode levar à depressão car diorrespiratória.

09

Reações adversas

Resumo do perfil de segurança A indução da anestesia com propofol é geralmente su ave, com evidência mínima de excitação.

As reações adversas mais comumente reportadas são e feitos adversos farmacologicamente previsíveis de um agente anestésico, como a hipoten são. Dada a natureza anestésica e os pacientes que recebem cuidado intensivo, eventos re latados em associação com anestesia e cuidado intensivo também podem estar relacionados a os procedimentos utilizados ou às condições do paciente.

Resumo tabelado de reações adversas A seguinte convenção foi utilizada para a classific ação de frequência: Muito comum (>1 / 10), comum (>1 / 100 e ≤1/10), incomum (>1 / 1000 e ≤1/100), rara (>1 / 10.000 e ≤1/1000), muito rara (≤1 / 10.000) e desconhecida (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis).

Frequência

Classe de sistema de

Órgão (soc)

REAÇÕES ADVERSAS Muito Comum >1/10 (>10%) Distúrbios gerais e quadros clínicos no local de administração Dor local em indução (1) Comum >1/100 e ≤1/10 (>1% e ≤10%) Distúrbios vasculares Hipotensão (2); Ruborização em Crianças (4) Distúrbios cardíacos Bradicardia (3) Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Apneia transitória durante a indução Distúrbios gastrointestinais Náusea e vômito durante a fase de recuperação Distúrbios do sistema nervoso Dor de cabeça durante a fase de recuperação Distúrbios gerais e quadros clínicos no local de administração Sintomas de abstinência em crianças (4) Incomum >1/1.000 e ≤1/100 (> 0,1% e ≤ 1%) Distúrbios vasculares Trombose e flebite Rara >1/10.000 e ≤1/1.000 (>0,01% e ≤ 0,1%) Distúrbios do sistema nervoso Movimentos epileptiformes, incluindo convulsões e opistótono durante a indução, manutenção e recuperação Distúrbios psiquiátricos Euforia Muito Rara ≤ 1/10.000 (≤ 0.01%) Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Rabdomiólise (5) Distúrbios gastrointestinais Pancreatite Lesões, intoxicações e complicações de procedimento Febre pós-operatória Distúrbios renais e urinários Descoloração da urina após administração prolongada Distúrbios do sistema imune Anafilaxia - pode incluir angioedema, broncoespasmo, eritema e hipotensão, incluindo choque anafilático.

Distúrbios do sistema reprodutor e da mama Desinibição sexual Distúrbios cardíacos Edema pulmonar Distúrbios do sistema nervoso Inconsciência pós-op eratória Desconhecida (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis) Distúrbios do sistema reprodutor e da mama Priapismo (1) Pode ser minimizada usando veias maiores do antebra ço e da fossa antecubital. Com propofol 1% a dor local também pode ser minimizada pela coad ministração de lidocaína (ver item 8.

Posologia e Modo de usar).

(2) Ocasionalmente, hipotensão pode requerer o uso de fluidos intravenosos e redução da velocidade de administração de propofol.

(3) Bradicardias graves são raras. Houve relatos isolad os de progressão para assistolia.

(4) Após interrupção abrupta de propofol durante cuida do intensivo.

(5) Raros relatos de rabdomiólise foram recebidos onde propofol foi administrado em doses superiores a 4 mg/kg/h para sedação em UTI.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da

Anvisa.

10

Superdose

É possível que a superdosagem acidental acarrete de pressão cardiorrespiratória. A depressão respiratória deve ser tratada através de ventilação artificial com oxigênio. A depressão cardiovascular requer a inclinação da cabeça do pac iente e, se for severa, o uso de expansores plasmáticos e agentes vasopressores.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro n o 1.0370.0754 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Produzido por:

TROIKAA PHARMACEUTICALS LIMITED Dehradun - Índia.

Importado e Registrado por:

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO

Venda sob prescrição com retenção da receita.

Uso restrito a estabelecimentos de saúde.

H i st ó ri co de al te

RAÇ ÕE S DE B UL A Da d o s d a s ub m i s sã o e le t r ô ni c a Da d os d a p e t i ç ão / n ot if i c a ç ão q ue a lt e r a bu l a D a do s d as a lt e r aç õ e s d e b u la s D a t a d o e x p e d ie n t e N °. do e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d ie nt e N °. d o e x p e d ie n t e As su n t o D at a d e a p r o v aç ão It e n s d e b ul a Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt aç õ e s r e l ac i o n ad a s 28 / 0 4 /20 2 1 1 6 256 7 6 /21 -0 1 04 59 -GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I ni c ia l d e T e x to d e Bu l a -R DC – 6 0 / 12 2 8 /0 4 /20 2 1 1 6 2 56 7 6/ 21 -0 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c l us ã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 2 8 /0 4 / 20 2 1 V e r sã o i n ic ia l VP S -1 0 m g / m l iv e m u inj c t 5 f a v d tr an s x 20 m l -1 0 m g / m l i v e m u i n j c t f a v d tr an s x 50 m l 22 / 1 1 /20 2 3 1 2 995 2 9 /23 -2 1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 2 2 /1 1 /20 2 3 1 2 9 95 2 9/ 23 -2 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 2 2 /1 1 / 20 2 3 Co m p o si ç ã o 3.

C a r a c t e r íst ic a s f a r m a c ol óg ic a s 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 7.

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d i c a m e n to D iz e r e s le g a i s VP S -1 0 m g / m l iv e m u inj c t 5 f a v d tr an s x 20 m l -1 0 m g / m l iv e m u inj c t f a v d tr an s x 50 m l 09 / 0 8 /20 2 4 -1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 0 9 /0 8 /20 2 4 -1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 0 9 /0 8 / 20 2 4 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 6 . I n te r a çõ e s m e di c a m e n to sa s 9 .

Re a ç õ e s a d ve r sa s VP S -1 0 m g / m l iv e m u inj c t 5 f a v d tr an s x 20 m l -1 0 m g / m l iv e m u inj c t f a v d tr an s x 50 m l

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
10 MG/ML EMU INJ IV CT FA VD TRANS X 50 MLTarja vermelha7896112105329R$ 186,29
10 MG/ML EMU INJ IV CT 5 FA VD TRANS X 20 MLTarja vermelha7896112105312R$ 256,82
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

Outras opções de Propofol

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