Bula de Pregabalina
Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 28/02/2024 · conferida em 23/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
pregabalina Cápsula dura 75mg Cápsula dura 150mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE pregabalina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Cápsula dura 75mg Embalagem contendo 30 cápsulas.
Cápsula dura 150mg Embalagem contendo 30 cápsulas.
Uso oral
Uso adulto acima de 18 anos
Composição
Cada cápsula dura de 75mg contém: pregabalina........................................ ................................................... .....................................75mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: lactose monoidratada, amido e talco.
Cada cápsula dura de 150mg contém: pregabalina........................................ ................................................... ...................................150mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: lactose monoidratada, amido e talco.
Para que este medicamento é indicado?
A pregabalina cápsula dura é indicada para adultos para: tratamento da dor neuropática (dor devido à lesão e/ou mau funcionamento dos nervos e/ ou do sistema nervoso) em adultos; como terapia adjunta das crises epiléticas parciais (con vulsões), com ou sem generalização secundária em adultos; tratamento do Transtorno de Ansiedade G eneralizada em adultos; controle de fibromialgia (doença caracterizada por dor crônica em várias partes do corpo, cansaço e alterações do sono) em adultos.
Como este medicamento funciona?
A pregabalina age regulando a transmissão de mensag ens excitatórias entre as células nervosas.
O início da ação do medicamento é, geralmente, perc ebido cerca de uma semana após o início do tratamento.
Quando não devo usar este medicamento?
Leia também as questões 4 e 8.
A pregabalina não deve ser utilizada se você tem hi persensibilidade (alergia) conhecida à pregabalina ou a qualquer componente da fórmula.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Este medicamento é contraindicado para menores de 1 8 anos.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Leia também as questões 3 e 8.
Informe ao seu médico se você tiver: (1) problemas hereditários (herdados da família) de intolerância a galactose, deficiência de lactase de Lapp ou má-absorção de alimentos; pois ele precisa avaliar se a pregabalina deve ser usada nes sas situações; (2) diabetes, pois pode haver necessidade de controlar mais de perto seu peso e a dose das medicações para tratar a doença; (3) doenças renais, pois a dose de pregabalina pode pre cisar de ajustes; (4) insuficiência cardíaca congestiva (doença em que o coração não consegue bo mbear o sangue adequadamente), pois houve casos de piora dos sintomas associado ao uso da pregabalina.
O uso da pregabalina está associado com tontura e s onolência, que pode aumentar a ocorrência de acidentes (como por exemplo, quedas) em idosos. Voc ê deve ter cuidado até que os efeitos potenciais da pregabalina lhe sejam familiares. Pel o mesmo motivo, a habilidade de dirigir e operar máquinas pode estar prejudicada. É aconselhá vel não dirigir, operar máquinas complexas, nem exercer outras atividades potencialmente perigo sas até que se saiba se este medicamento afeta a sua capacidade de realizar tais atividades.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas e nquanto estiver fazendo uso de pregabalina, pois sua habilidade e capacidade de re ação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmai os ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Houve relatos no período pós-comercialização de rea ções de hipersensibilidade, incluindo casos de angioedema. A pregabalina deve ser descontinuada imediatamente se ocorrerem sintomas de angioedema, tais como inchaço na face, ao redor da boca e nas vias aéreas superiores.
Reações adversas cutâneas graves, incluindo síndrom e de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas) e necrólise epidérmica tóxica (descamação grave da camada superior da pele) foram relatadas em associação com pregabalina. Interrompa o uso de pregabalina e procure atendimento médico imediatame nte se notar algum dos sintomas relacionados a essas reações cutâneas graves descri tas no item 8. “Quais os males que este medicamento pode me causar?”.
Na experiência pós-comercialização, visão borrada t ransitória e outras alterações na capacidade visual foram reportadas por pacientes tratados com pregabalina. A descontinuação do medicamento pode resultar na resolução ou melhora d esses sintomas visuais.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Há uma quantidade limitada de dados sobre o uso da pregabalina em mulheres grávidas.
O risco potencial em humanos é desconhecido. Portan to, a pregabalina não deve ser utilizada durante a gravidez, a menos que o benefício à mãe j ustifique claramente o risco potencial ao feto, uma decisão que deve ser tomada em conjunto com seu médico; portanto se durante o tratamento com a pregabalina você engravidar, comunique imedia tamente a ele. Se você tem potencial de engravidar, deve utilizar métodos contraceptivos ef icazes.
O uso de pregabalina no primeiro trimestre da gravi dez pode causar defeitos congênitos graves no feto.
Não é recomendado que mulheres que estejam amamenta ndo usem pregabalina, pois a medicação é excretada (sai) no leite materno.
Sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova.
No momento da interrupção do uso da pregabalina for am observados em alguns pacientes a ocorrência de insônia, dor de cabeça, enjoos, ansie dade, aumento da sudorese (transpiração), diarreia, síndrome gripal, depressão, dor, convulsã o e tontura (vide item 8. “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). As convulsões, incluindo estado epilético e convulsões do tipo grande mal, podem ocorrer durante o uso ou log o após a descontinuação da pregabalina.
Casos de mau uso, abuso e dependência foram relatad os na base de dados de pós-comercialização de pregabalina. Como é o caso com qualquer droga at iva do Sistema Nervoso Central, o médico deve avaliar cuidadosamente o histórico de paciente s quanto ao abuso de drogas e/ou distúrbios psiquiátricos. Deve-se ter cautela ao considerar o uso de pregabalina em pacientes que estão abusando de drogas ou possuem histórico prévio que possuem maior risco de abuso da pregabalina. Os pacientes tratados com pregabalina devem ser observados quanto a sinais e sintomas de mau uso, abuso ou dependência da pregab alina (por exemplo, desenvolvimento de tolerância, aumento da dosagem e comportamento de p rocura de droga).
O médico precisa avaliar se as medicações reagem en tre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa. A pregabalina pod e potencializar o efeito da oxicodona (analgésico), bebidas alcoólicas e de lorazepam (tr anquilizante). Quando usado com analgésicos opioides pregabalina pode reduzir o funcionamento i ntestinal (por ex, obstrução intestinal, constipação – intestino preso ou prisão de ventre).
Em experiência pós-comercialização, houve relatos d e insuficiência respiratória, coma e morte em pacientes sob tratamento da pregabalina e outros medicamentos depressores do Sistema Nervoso Central, inclusive em pacientes que abusam da substância.
Se ocorrerem quaisquer sintomas relacionados ao uso deste medicamento, seu médico deve ser consultado.
Aconselha-se precaução quando se prescreve pregabal ina concomitantemente com opiáceos devido ao risco de depressão do SNC.
Houve relatos de dificuldades respiratórias. Se voc ê tem distúrbios do sistema nervoso (distúrbios no cérebro, medula espinhal, nervos e órgãos sensor iais), distúrbios respiratórios (redução da função do sistema respiratório que pode reduzir a q uantidade de oxigênio no sangue e em todo corpo), insuficiência renal (diminuição da função d os rins) ou se você tem mais de 65 anos, o seu médico pode prescrever um regime posológico diferen te.
Entre em contato com o seu médico se tiver dificuld ade em respirar ou respiração superficial.
Alguns pacientes em tratamento com antiepilépticos como pregabalina tiveram pensamentos de autoagressão ou suicídio ou apresentaram comportame nto suicida (pensamento ou ideia de se matar). Se a qualquer momento você tiver esses pens amentos ou demonstrado tal comportamento, contate imediatamente o seu médico. A segurança e eficácia da substância pregabalina não foram estabelecidas em pacientes ad olescentes (12 a 17 anos) para as indicações aprovadas (incluindo epilepsia).
Foram relatados casos de encefalopatia, principalme nte em pacientes pré-dispostos à encefalopatia.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Conservar em temperatura ambiente (15 a 30°c). prot eger da luz e
Umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento:
-pregabalina 75mg: Pó de cor branco a quase branco. Cápsula gelatinos a dura, tamanho 4, de cor branco/ marrom.
-pregabalina 150mg: Pó de cor branco a quase branco. Cápsula gelatinos a dura, tamanho 2, de cor branco/ branco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Como devo usar este medicamento?
A pregabalina deve ser utilizada por via oral (engolir), com ou s em alimentos.
As doses recomendadas da pregabalina são: (1) Dor n europática, Transtorno da Ansiedade Generalizada e Epilepsia – 150 a 600mg/dia dividido s em 2 doses; (2) Fibromialgia: 150 a 450mg/dia divididos em 2 doses.
Em todas as indicações, a dose inicial recomendada é 75mg, via oral, 2 vezes ao dia (150mg/dia).
Entretanto, com base na resposta individual e na to lerabilidade do paciente, a dose poderá ser aumentada para 150mg 2 vezes ao dia após um interva lo de 3 a 7 dias e, se necessário, até uma dose máxima – descrita acima por indicação – 2 veze s ao dia após o mesmo intervalo. A eficácia da pregabalina foi observada já na primeira semana de tratamento. A decisão de aumentar ou diminuir a dose é exclusiva do médico, não o faça s em a orientação dele.
Pacientes com insuficiência ou algum comprometiment o da função dos rins podem necessitar de ajustes na dosagem da pregabalina. Também em idosos recomenda-se avaliar a função dos rins para verificar se esses ajustes precisam ser feitos . A adequação da dosagem para estas situações deve ser instruída pelo seu médico (para pacientes com insuficiência renal, a dose inicial deve partir de 25mg).
Recomenda-se que a descontinuação do tratamento com a pregabalina seja feita gradualmente, ao longo de 1 semana. A descontinuação do tratamento d eve ser feita sob indicação e supervisão do seu médico.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?
Caso você esqueça-se de tomar a pregabalina no horá rio estabelecido pelo seu médico, tome-a assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento 2 ve zes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose, você pode comprometer o res ultado do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me caus ar?
Leia as questões 3 e 4.
As reações adversas mais frequentemente notificadas foram tontura e sonolência; em geral, elas foram de intensidade leve a moderada e estão listad as abaixo.
Reação Muito Comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça*.
Reação Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): nasofaringite (inflamação da faringe ou garganta), aumento do apetite, euforia, confusão, irritabilidade, depressão, desorientação, insônia ( dificuldade para dormir), diminuição da libido (diminuição do desejo sexual), ataxia (dificuldade em coordenar os movimentos), coordenação anormal, tremores, disartria (alteração da fala), a mnésia (perda de memória), dificuldade de memória, distúrbios de atenção, parestesia (formiga mentos), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), sedação (diminuição do nível de vig ília ou alerta), transtorno de equilíbrio, letargia (lentidão), visão turva, diplopia (visão d upla), vertigem, vômitos, constipação (intestino preso), flatulência (excesso de gases), distensão a bdominal, boca seca, cãibra muscular, artralgia (dor nas articulações), dor lombar, dor nos membros , espasmo cervical, edema periférico (inchaço de extremidades), edema (inchaço), marcha (caminhada) anormal, quedas, sensação de embriaguez, sensação anormal, cansaço, aumento de p eso, náusea* (enjoo), diarreia*.
Reação Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): neutropenia (diminuição de um tipo de células de de fesa no sangue: neutrófilos), anorexia (apetite diminuído), hipoglicemia (diminuição da gl icose no sangue), alucinações, inquietação, agitação, humor deprimido, humor elevado, mudanças de humor, despersonalização (mudança na forma como a pessoa percebe a si mesma), sonhos ano rmais, dificuldade de encontrar palavras, aumento da libido (aumento do desejo sexual), anorg asmia (incapacidade de ter orgasmos), síncope (desmaio), mioclonia (contração muscular), hiperatividade (agitação) psicomotora, discinesia, hipotensão postural (diminuição da pres são arterial ao levantar), tremor de intenção (tremor que ocorre ao movimento), nistagmo (movimen to anormal dos olhos), transtornos cognitivos (dificuldade de compreensão), transtorno s de fala, hiporreflexia (reflexos enfraquecidos), hiperestesia (aumento da sensibilid ade), sensação de queimação, perda da visão periférica, alteração visual, inchaço ocular, defic iência no campo visual, redução da acuidade visual, dor ocular, astenopia (cansaço visual), fot opsia (sensação de ver luzes e cores cintilantes), olhos secos, aumento do lacrimejamento, irritação o cular, hiperacusia (aumento da audição), taquicardia (aumento da frequência cardíaca), bloqu eio atrioventricular de primeiro grau (tipo de arritmia cardíaca), bradicardia sinusal (diminuição dos batimentos cardíacos) hipotensão arterial (pressão baixa), hipertensão arterial (pressão alta ), ondas de calor, rubores (vermelhidões), frio nas extremidades, dispneia (falta de ar), epistaxe (sangramento nasal), tosse, congestão nasal, rinite, ronco, refluxo gastroesofágico (retorno do conteúdo do estômago para o esôfago), hipersecreção salivar, hipoestesia oral (diminuição da sensibilidade na boca), erupções cutâneas papulares (pequenas elevações na pele), urticária ( alergia na pele), sudorese (transpiração), inchaço articular, mialgia (dor muscular), espasmo muscular (contração involuntária dos músculos), dor cervical, rigidez muscular, incontin ência urinária (dificuldade em controlar a urina), disúria (dificuldade e dor para urinar), di sfunção erétil (dificuldade para enrijecer o pênis) , disfunção sexual, retardo na ejaculação, dismenorre ia, edema (inchaço) generalizado, aperto no peito, dor, pirexia (febre), sede, calafrio, asteni a (fraqueza), aumento das enzimas: alanina aminotransferase, creatina fosfoquinase sanguínea e aspartato aminotransferase, elevação da glicose sanguínea, diminuição da contagem de plaque tas, diminuição do potássio sanguíneo, diminuição de peso, hipersensibilidade*, perda de c onsciência*, prejuízo psíquico*, inchaço da face*, coceira*, mal-estar*, agressividade*.
Reação Rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos paciente s que utilizam este medicamento): crise de pânico, desinibição, apatia (ausência de e moção), estupor, parosmia (distúrbio do olfato), hipocinesia (movimento diminuído), ageusia (falta d e paladar), disgrafia (dificuldade em escrever), oscilopsia (visão oscilante), percepção visual de profundidade alterada, midríase (pupila dilatada), estrabismo, brilho visual, taqui cardia sinusal, arritmia (irregularidade do batimento cardíaco) sinusal, aperto na garganta, se cura nasal, ascite (acúmulo de líquido no abdome), pancreatite (inflamação no pâncreas), disf agia (dificuldade na deglutição), suor frio, rabdomiólise (destruição de células dos músculos), insuficiência renal (diminuição das funções dos rins), oligúria (diminuição do volume de urina) , dor mamária (dor na mama), amenorreia (ausência de menstruação), secreção mamária, gineco mastia (aumento da mama, geralmente sexo masculino), diminuição de leucócitos (glóbulos bran cos), elevação da creatinina sanguínea, angioedema* (reação alérgica que cursa com inchaço) , reação alérgica*, ceratite* (inflamação na córnea), insuficiência cardíaca congestiva* (altera ção na capacidade do coração em bombear o sangue), edema pulmonar* (retenção de líquidos no p ulmão), edema (inchaço) de língua*, Síndrome de Stevens-Johnson* (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), necrólise epidérmica tóxica (descamação grave da camada super ior da pele), retenção urinária* (dificuldade em urinar), ginecomastia* (aumento da mama), comportamento suicida*, ideação suicida (pensamento ou ideia de se matar)*.
Reação Desconhecida: depressão respiratória.
*Reações relatadas no período pós-comercialização.
Atenção: este produto é um medicamento que possui n ova concentração no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança a ceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adver sos imprevisíveis ou desconhecidos.
Nesse caso, informe seu médico.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Os eventos adversos mais comuns quando houve uma su perdose de pregabalina incluem distúrbio afetivo, sonolência, confusão, depressão, agitação e inquietação. Convulsões também foram relatadas.
O tratamento da superdose com pregabalina deve incl uir medidas gerais de suporte, podendo ser necessária hemodiálise (filtração do sangue usando máquinas). No caso de superdose, procure um médico imediatamente.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. n o 1.0370.0589 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica
Só pode ser vendido com retenção da receita h i st ó ri co de al te
RAÇ ÕE S DE B UL A Da d o s d a su b m is sã o e le t r ôn i c a Da d o s d a p e t i ç ã o/ n ot if i c a ç ã o q ue a lt e r a b ul a Da d os d a s a l t e r a ç õ e s d e b u la s D a t a d o e x p e d ie n t e N °. do e x p e d ie n t e Assu n t o D at a d o e x p e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o D at a d e a p r o v aç ão I t e n s d e b u la V e r sõ e s ( VP /VP S ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c i on a d a s 20 / 0 9 /20 1 3 0 7 960 2 7 /13 -1 1 0 4 59 -GE NÉ RI C O – I n c l us ã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la -R DC – 60 / 12 20 / 0 9/ 20 1 3 0 7 9 602 7 / 13-1 1 0 4 59 -GE N ÉR I CO – I n c lu sã o I n ic ia l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 20 / 0 9 /20 1 3 Ve r sã o in i c ia l VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
25 / 0 2 /20 1 4 0 1 433 7 8 /14 -4 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 25 / 0 2 /20 1 4 0 1 4 337 8 / 14-4 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 25 / 0 2 /20 1 4 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e s te m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e ca u sa r ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
20 / 0 6 /20 1 4 0 4 886 0 8 /14 -9 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 20 / 0 6 /20 1 4 0 4 8 860 8 / 14-9 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 20 / 0 6 /20 1 4 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e u sa r e s te m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
18 / 0 4 /20 1 6 1 5 767 9 3 /16 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 18 / 0 4 /20 1 6 1 5 7 679 3 / 16-1 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 18 / 0 4 /20 1 6 I d e n ti f ic a ç ã o d o M e d ic a m e n t o 1 . P a r a q u e e st e m e d ic a m e n t o é in d i c a do ?
3 . Q u a n do n ão d e vo us a r e st e m e d i c a m e n to ?
4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e s te m e d i c a m e n to ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
6 .
Co m o d ev o u sa r e st e m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
10 / 1 0 /20 1 6 2 3 748 4 8 /16 -6 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 10 / 1 0 /20 1 6 2 3 7 484 8 / 16-6 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 10 / 1 0 /20 1 6 I d e n ti f ic a ç ã o d o M e d ic a m e n t o 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e u sa r e s te m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
9 .
O q u e f a z e r se a l g ué m u sa r u m a q u a nt id a d e m a io r d o q ue a i ndi c a d a d e st e m e d i c a m e n to ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
12 / 0 4 /20 1 9 0 3 336 0 8 /19 -5 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 12 / 0 4 /20 1 9 0 3 3 360 8 / 19-5 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 12 / 0 4 /20 1 9 A pr e se n ta ç õ e s Di z e r e s le g a is VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 1 0 ( e m b h o sp ).
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 4 2 0 ( e m b h o sp ).
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 1 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 1 4.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 10 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 4 20 ( e m b ho sp ) .
23 / 0 4 /20 1 9 0 3 669 1 4 /19 -9 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 23 / 0 4 /20 1 9 0 3 6 691 4 / 19-9 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 23 / 0 4 /20 1 9 3 . Q u a n do n ão d e vo us a r e st e m e d i c a m e n to ?
5 .
On d e , co m o e p o r qu a n t o te m po p o sso g u a r d ar e ste m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 1 0 ( e m b h o sp ).
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 4 2 0 ( e m b h o sp ).
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 1 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 1 4.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 10 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 4 20 ( e m b ho sp ) .
02 / 0 5 /20 1 9 0 3 920 1 0 /19 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – 02 / 0 5 /20 1 9 0 3 9 201 0 / 19-1 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – 02 / 0 5 /20 1 9 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e s te VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 0 .
No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 1 0 ( e m b h o sp ).
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 4 2 0 ( e m b h o sp ).
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 1 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 1 4.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 10 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 4 20 ( e m b ho sp ) .
01 / 1 2 /20 1 9 3 3 164 8 5 /19 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 01 / 1 2 /20 1 9 3 3 1 648 5 / 19-1 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 01 / 1 2 /20 1 9 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e s te m e d i c a m e n to ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 1 4 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 8 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 2 1 0 ( e m b h o sp ).
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 4 2 0 ( e m b h o sp ).
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 1 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 1 4.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 8.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 2 10 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 4 20 ( e m b ho sp ) .
19 / 0 3 /20 2 1 1 0 694 1 7 /21 -0 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 19 / 0 3 /20 2 1 1 0 6 941 7 / 21-0 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 19 / 0 3 /20 2 1 A pr e se n ta ç õ e s 5 .
On d e , co m o e p o r qu a n t o te m po p o sso g u a r d ar e ste m e d i c a m e n to ?
D iz e r e s L e ga i s VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
22 / 0 3 /20 2 1 1 1 067 7 0 /21 -5 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 22 / 0 3 /20 2 1 1 1 0 677 0 / 21-5 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 22 / 0 3 /20 2 1 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e s te m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
Di z e r e s le g a is ( S AC ) VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
05 / 0 4 /20 2 2 1 5 379 9 4 /22 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 05 / 0 4 /20 2 2 1 5 3 799 4 / 22-1 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 05 / 0 4 /20 2 2 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e s te m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
13 / 1 0 /20 2 2 4 8 170 2 7 /22 -3 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e 13 / 1 0 /20 2 2 4 8 1 702 7 / 22-3 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e 13 / 1 0 /20 2 2 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e s te m e d i c am e n to ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c au sa r ? b l x 3 0.
06 / 0 6 /20 2 3 0 5 779 3 8 /23 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 06 / 0 6 /20 2 3 0 5 7 793 8 / 23-1 1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 06 / 0 6 /20 2 3 3 . Q u a n do n ão d e vo us a r e st e m e d i c a m e n to ?
4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e s te m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
28 / 0 2 /20 2 4 -1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 28 / 0 2 /20 2 4 -1 0 4 52 -GE N ÉR I CO – N ot if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C – 6 0 /1 2 28 / 0 2 /20 2 4 4.
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e u sa r e s te m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
D iz e r e s L e g a is VP -7 5 m g c a p du r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 3 0.
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
pregabalina Cápsula dura 75mg Cápsula dura 150mg
Modelo de bula com informações técnicas aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE pregabalina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Cápsula dura 75mg Embalagem contendo 30 cápsulas.
Cápsula dura 150mg Embalagem contendo 30 cápsulas.
Uso oral
Uso adulto acima de 18 anos
Composição
Cada cápsula dura de 75mg contém: pregabalina........................................ ................................................... .....................................75mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: lactose monoidratada, amido e talco.
Cada cápsula dura de 150mg contém: pregabalina........................................ ................................................... ...................................150mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: lactose monoidratada, amido e talco.
Indicações
Dor Neuropática A pregabalina cápsula dura é indicada para o tratam ento da dor neuropática em adultos.
Epilepsia A pregabalina é indicada como terapia adjunta das c rises parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes adultos.
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) Este medicamento é indicado para o tratamento do Tr anstorno de Ansiedade Generalizada (TAG) em adultos.
Fibromialgia Este medicamento é indicado para o controle de fibr omialgia.
Resultados de eficácia
Dor Neuropática A eficácia foi demonstrada em estudos em neuropatia diabética e neuralgia pós-herpética. A eficácia não foi estudada em outros modelos de dor neuropática.
A pregabalina foi avaliada em 9 estudos clínicos co ntrolados por até 13 semanas com esquema posológico de 2 tomadas diárias e, após 8 semanas, com esquema posológico de 3 vezes ao dia.
No geral, o perfil de segurança e eficácia para esq uemas posológicos de 2 e 3 vezes ao dia foi similar.
Em estudos clínicos de até 13 semanas, a redução da dor foi observada na semana 1 e mantida durante o período de tratamento.
Em estudos clínicos controlados, 35% dos pacientes tratados com pregabalina e 18% dos pacientes tratados com placebo tiveram uma melhora de 50% na avaliação da intensidade da dor.
Para pacientes que não apresentaram sonolência, tal melhora foi observada em 33% dos pacientes tratados com pregabalina e 18% dos pacientes tratad os com placebo. Para os pacientes que apresentaram sonolência as taxas de resposta foram 48% para pregabalina e 16% para placebo.
Epilepsia A pregabalina foi avaliada em 3 estudos clínicos co ntrolados de 12 semanas de duração com esquemas posológicos de 2 ou 3 vezes ao dia. As tax as de resposta (redução de 50% na frequência de crises parciais) variaram de 13% (50m g/dia) a 54% (600mg/dia) para pregabalina e de 9% a 14% para placebo. No geral, o perfil de seg urança e eficácia para os esquemas posológicos de 2 ou 3 vezes ao dia foram similares.
Uma redução significativa na frequência das crises foi observada na Semana 1.
Referências
-beydoun, a.; uthman, b.m.; kugler, a.r.; greiner m .j.; knapp, l.e.;
GAROFALO, E.A.; and the Pregabalin 1008–009 Study Group. Safety and efficacy of two pregabalin regimens for add-on treatment of partial epilepsy. Neurology, v. 64 (3), p.475-480, 2005.
-ARROYO, S., ANHUT, H., KUGLER, A.R., LEE, C.M., KNAPP, L.E., GAROFALO, E.A., MESSMER, S., and the Pregabalin 1008-011 Internatio nal Study Group. Pregabalin Add-on Treatment: A Randomized, Double-blind, Placebo-cont rolled, Dose–Response Study in Adults with Partial Seizures. Epilepsia, v. 45 (1): p. 20– 27, 2004.
-FRENCH, J.A.; KUGLER, A.R.; ROBBINS, J.L.; KNAPP, L.E.; and GAROFALO, E.A. Dose-response trial of pregabalin adjunctive therapy in patients with partial seizures. Neurology; v. 60 (10): p. 1631-7, 2003.
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) A pregabalina foi avaliada em 6 estudos controlados de 4-6 semanas de duração, um estudo em idosos com 8 semanas de duração e um estudo de long o prazo que avaliou a prevenção da recidiva e desenho duplo-cego de 6 meses de duração .
A redução dos sintomas do Transtorno de Ansiedade G eneralizada (TAG) avaliados pela Escala de Avaliação da Ansiedade de Hamilton (HAM-A) foi o bservada na primeira semana.
Em estudos clínicos controlados (4-8 semanas de dur ação), 52% dos pacientes tratados com pregabalina e 38% dos pacientes tratados com placeb o tiveram ao menos 50% de melhora ao final do tratamento em relação à linha de base (pré -tratamento).
Referências -SABATOWSKI R, GÁLVEZ R, CHERRY DA, JACQUOT F, VINC ENT E, MAISONOBE P, VERSAVEL M. Pregabalin reduces pain and improves sl eep and mood disturbances in patients with post-herpetic neuralgia: results of a randomis ed, placebo-controlled clinical trial. Pain.; v 109(1-2): p 26-35, 2004.
-PANDE, A.C., CROCKATT, J.G., FELTNER, D.E., et al. Pregabalin in generalized anxiety disorder: a placebo-controlled trial. Am J Psychiat ry; v 160: p. 533-540, 2003.
-PANDE AC, CROCKATT JG, FELTNER.DE, et al. Three randomised, placebo-controlled, double-blind trials of pregabalin treatment of gene ralized anxiety disorder (GAD). Eur Neuropsychopharmacol; 10(Suppl 3): S344 (Abstr P.3. 025), 2000.
-FELTNER, D.E., CROCKATT, J.G., DUBOVSKY, S.J., et al. A randomized, double-blind, placebo-controlled, fixed-dose, multicenter study o f pregabalin in patients with generalized anxiety disorder. J Clin Psychopharmacol; v. 23: p. 240-249, 2003.
-RICKELS, K., POLLACK, M.H., FELTNER, D.E., et al. Pregabalin for treatment of generalized anxiety disorder: a 4-week, multicenter , double-blind, placebo-controlled trial of pregabalin and alprazolam. Arch Gen Psychiatry; v. 62: p. 1022-1030, 2005.
-POHL RB, FELTNER DE, FIEVE RR, et al. Efficacy of pregabalin in the treatment of generalized anxiety disorder: double-blind, placebo -controlled comparison of BID versus TID dosing. J Clin Psychopharmacol; v. 25: p. 151-158, 2005.
-MONTGOMERY, S.A., TOBIAS, K., ZORNBERG, G.L., et al. Efficacy and safety of pregabalin in the treatment of generalized anxiety disorder: a 6-week, multicenter, randomized, double-blind, placebo-controlled comparison of preg abalin and venlafaxine. J Clin Psychiatry; v.
67: p. 771-782, 2006.
-MONTGOMERY S, CHATAMRA K, PAUER L, et al. Efficacy and safety of pregabalin in elderly people with generalised anxiety disorder. B ri J Psych; v. 193 (5): p. 389-394, 2008.
Fibromialgia A monoterapia com pregabalina foi estudada em 5 est udos controlados com placebo, três de 12 semanas de duração de dose fixa, uma de 7 semanas d e duração de dose fixa e um estudo de 6 meses demonstrando a eficácia a longo prazo. O trat amento com pregabalina em todos os estudos de dose fixa produziu redução significativa na dor associada a fibromialgia em doses de 300 a 600mg/dia (duas vezes ao dia).
Nos três estudos de dose fixa de 12 semanas, 40% do s pacientes tratados com pregabalina experimentaram 30% ou mais do alívio da escala da d or comparado a 28% dos pacientes tratados com placebo; 23% dos pacientes tratados experimenta ram melhora 50% ou mais na escala da dor comparado com 15% dos pacientes tratados com placeb o.
A pregabalina produziu taxas significativamente sup eriores de avaliação global, através da escala de Impressão de Mudança Global do Paciente (PGIC) n os três estudos de dose fixa 12 semanas, comparado com pacientes tratados com placebo (41% d os pacientes sentiram muito melhor ou melhor com pregabalina contra 29% com placebo). Con forme medido através do Questionário de Impacto da Fibromialgia (FIQ), a pregabalina result ou em melhora estatisticamente significativa na função comparado com pacientes tratados com plac ebo em 2 dos 3 estudos de dose fixa nos quais foram avaliados.
O tratamento com pregabalina produziu melhora signi ficantes em relatos de resultado de sono de pacientes nos 4 estudos de dose fixa conforme medid o pelo Medical Outcomes Study Sleep Scale (MOS-SS) subescala de perturbação do sono, MOS-SS o índice de problemas global com sono, e a qualidade do sono diário.
No estudo de 6 meses, a melhora da dor, a percepção de mudança global (PGIC), função (FIQ escala total) e sono (MOS-SS subescala do distúrbio do sono) foram mantidos para os pacientes tratados com pregabalina por período significativam ente mais longo comparado com pacientes tratados com placebo.
A pregabalina 600mg/dia mostrou uma melhora adicion al em pacientes que relataram problemas no sono em comparação com 300 e 450mg/dia; efeitos médios sobre a dor, avaliação global e FIQ foram similares em 450 e 600mg/dia, embora a do se de 600mg tenha sido bem menos tolerada.
Referências -CROFFORD LJ. Pain management in Fibromyalgia. Curr Opin Rheumatol. 20(3): p.246-50,2008.
-HEYMANN RE, PAIVA ES, HELFENSTEIN M et al. Consenso brasileiro do tratamento da Fibromialgia. Rev Bras Reumatol 2010;50(1):56-66.
-pregabalin. Pain 2008;136:419-431.
-MEASE PJ, RUSSELL IJ, ARNOLD LM, et al. A randomized, double-blind, placebo-controlled, phase III trial of pregabalin in the tr eatment of patients with fibromyalgia. J Rheumatol 2008;35:502-14.
Características farmacológicas
Propriedades Farmacodinâmicas O ingrediente ativo, pregabalina (ácido (S)-3-(amin ometil)-5-metil-hexanoico), é um análogo do ácido gama-aminobutírico (GABA).
Mecanismo de Ação Estudos in vitro mostram que a pregabalina liga-se a uma subunidade proteica auxiliar ( α2-δ) dos canais de cálcio voltagem-dependentes no sistema ne rvoso central.
Evidências de modelos experimentais em animais, com indução de lesão nervosa, demonstram que a pregabalina reduz a liberação na medula espin hal de neurotransmissores pró-nociceptivos dependentes de cálcio, possivelmente, pela interrup ção do transporte de cálcio e/ou através da redução da corrente de cálcio para o interior da cé lula. Evidências de outros modelos de lesão nervosa em animais sugerem que a atividade antinoci ceptiva também pode ser mediada pela interação com vias descendentes noradrenérgicas e s erotoninérgicas.
Propriedades Farmacocinéticas A farmacocinética da pregabalina no estado de equil íbrio é semelhante em voluntários sadios, pacientes com epilepsia recebendo antiepiléticos e em pacientes com dor crônica.
Absorção: a pregabalina é rapidamente absorvida quando admini strada em jejum, com o pico das concentrações plasmáticas ocorrendo dentro de 1 hor a após administração tanto de doses únicas como múltiplas. A biodisponibilidade oral da pregab alina foi estimada em ≥ 90%, sendo independente da dose. Após repetidas administrações , o estado de equilíbrio é alcançado dentro de 24 a 48 horas. O índice de absorção da pregabali na é reduzido quando administrado com alimentos, resultando numa diminuição da C máx de aproximadamente 25-30% e retardo do T máx em aproximadamente 2,5 horas. Entretanto, a adminis tração de pregabalina com alimentos não apresenta efeito clinicamente significativo sobre o grau de absorção deste medicamento.
Distribuição: em estudos pré-clínicos, observou-se que a pregabal ina atravessa a barreira hematoencefálica em camundongos, ratos e macacos. O fármaco demonstrou atravessar a placenta em ratas e está presente no leite de ratas lactantes. Em humanos, o volume aparente de distribuição após administração oral é de aproximad amente 0,56L/kg. A pregabalina não se liga a proteínas plasmáticas.
Metabolismo: a pregabalina sofre metabolismo desprezível em huma nos. Após uma dose radiomarcada, aproximadamente 98% da radioatividade recuperada na urina foram da pregabalina inalterada. O derivado N-metilado da pr egabalina, o principal metabólito encontrado na urina, foi responsável por 0,9% da dose. Em estu dos pré-clínicos, não houve indicações de racemização do S-enantiômero em R-enantiômero da pr egabalina.
Eliminação: a pregabalina é eliminada da circulação sistêmica p rincipalmente por excreção renal como fármaco inalterado.
A meia-vida de eliminação da pregabalina é de 6,3 h oras. O clearance plasmático e o clearance renal são diretamente proporcionais ao clearance de creatinina (vide item 3. “Características Farmacológicas – Propriedades Farmacocinéticas – Fa rmacocinética em Grupos Especiais de Pacientes”).
É necessário o ajuste de dose em pacientes com funç ão renal reduzida ou submetidos à hemodiálise (vide item 8. “Posologia e Modo de Usar – Tabela 1”).
Linearidade / Não linearidade: a farmacocinética da pregabalina é linear na faixa de doses diárias recomendadas. A variabilidade entre indivíd uos é baixa (<20%). A farmacocinética das doses múltiplas é previsível a partir dos dados par a dose única. Portanto, não há necessidade de monitoração de rotina das concentrações plasmáticas da pregabalina.
Farmacocinética em Grupos Especiais de Pacientes Sexo: estudos clínicos indicam que o sexo não tem influên cia clinicamente significativa sobre as concentrações plasmáticas da pregabalina.
Insuficiência Renal: o clearance da pregabalina é diretamente proporcional ao cleara nce de creatinina. Além disso, a pregabalina é removida do plasma por hemodiálise de modo eficaz (após 4 horas de hemodiálise, as concentrações plas máticas de pregabalina ficam reduzidas em aproximadamente 50%). Como a eliminação renal é a p rincipal via de excreção, é necessária a redução da dose em pacientes com insuficiência rena l e suplementação da dose após hemodiálise (vide item 8. “Posologia e Modo de Usar – Tabela 1” ).
Insuficiência Hepática: nenhum estudo farmacocinético específico foi conduz ido em pacientes com insuficiência hepática. Como a pregabalina não sofre metabolismo significativo, sendo excretada predominantemente como fármaco inalterado na urina, a insuficiência hepática não deve alterar significativamente as concentrações pl asmáticas de pregabalina.
Idosos (mais de 65 anos de idade): o clearance da pregabalina tende a diminuir com o avanço da idade. Esta diminuição no clearance da pregabalina oral está relacionada com as reduçõe s no clearance de creatinina associadas ao avanço da idade. Pode s er necessária redução na dose em pacientes com função renal comprometida devido à id ade (vide item 8. “Posologia e Modo de Usar – Tabela 1”).
Lactantes: A farmacocinética de 150mg de pregabalina administ rados a cada 12 horas (dose diária de 300mg) foi avaliada em 10 mulheres lactan tes que estavam a pelo menos 12 semanas pós-parto. A lactação apresentou pouca ou nenhuma i nfluência na farmacocinética da pregabalina. A pregabalina foi excretada no leite m aterno com concentração média no estado de equilíbrio de aproximadamente 76% da concentração n o plasma materno.
A dose média diária estimada de pregabalina recebid a pela criança pelo leite materno (assumindo um consumo médio de leite de 150mL/kg/dia) foi 0,31 mg/kg/dia, a qual, em termos de mg/kg seria, aproximadamente, 7% da dose recebida pela mã e.
Dados de Segurança Pré-Clínicos Em estudos convencionais de segurança farmacológica em animais, a pregabalina foi bem tolerada nas doses clinicamente relevantes. Em estu dos de toxicidade das doses repetidas em ratos e macacos, foram observados efeitos no SNC, i ncluindo hipoatividade, hiperatividade e ataxia. Foi comumente observado um aumento da incid ência de atrofia da retina em ratos albinos com idade avançada após exposições prolongadas à pr egabalina em doses ≥ 5 vezes a média de exposição humana na dose clínica máxima recomendada .
Teratogenicidade: a pregabalina não foi teratogênica em camundongos, ratos ou coelhos. A toxicidade fetal em ratos e coelhos ocorreu somente em exposições suficientemente acima da exposição humana. Em estudos de toxicidade pré- e p ós-natal, a pregabalina induziu toxicidade no desenvolvimento da cria em ratos, com exposições >2 vezes a exposição máxima recomendada para humanos.
Mutagenicidade: a pregabalina não é genotóxica, baseando-se nos res ultados de uma bateria de testes in vitro e in vivo.
Carcinogenicidade: estudos de carcinogenicidade de 2 anos com pregabal ina foram realizados com ratos e camundongos. Nenhum tumor foi observado em ratos expostos a até 24 vezes o valor médio da exposição humana na dose clínica máxima re comendada de 600mg/dia. Em camundongos, não houve aumento da incidência de tum ores com exposições semelhantes à média da exposição humana, mas observou-se um aumen to da incidência de hemangiossarcoma com altas exposições. O mecanismo não genotóxico da pregabalina de indução de formação de tumores em camundongos envolve alterações plaquetár ias associadas a proliferação de células endoteliais. Estas alterações plaquetárias não esta vam presentes em ratos ou humanos baseado em dados clínicos em curto prazo ou longo prazo limita do. Não há evidências sugerindo risco a humanos.
Em ratos jovens a toxicidade não diferiu qualitativ amente da observada em ratos adultos.
Entretanto, os ratos jovens foram mais sensíveis. E m exposições terapêuticas houve evidência de sinais clínicos de hiperatividade do SNC e bruxismo e algumas alterações no crescimento (supressão transitória do ganho de peso corporal). Foi observado efeito sobre o ciclo estral com 5 vezes a exposição terapêutica humana. Efeitos neuro comportamentais/cognitivos foram observados em ratos jovens 1-2 semanas após a expos ição >2 vezes (resposta acústica de sobressalto) ou >5 vezes (aprendizado/memória) a ex posição terapêutica humana. Resposta acústica de sobressalto reduzida foi observada em r atos jovens, 1-2 semanas após exposição >2 vezes a exposição terapêutica humana. Nove semanas após a exposição, este efeito não foi mais observado.
Contraindicações
Este medicamento é contraindicado a pacientes com h ipersensibilidade conhecida à pregabalina ou a qualquer componente da fórmula.
A pregabalina é um medicamento classificado na cate goria C de risco de gravidez.
Portanto, este medicamento não deve ser utilizado p or mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Este medicamento é contraindicado para menores de 1 8 anos.
Advertências e precauções
Pacientes com problemas hereditários raros de intol erância a galactose, deficiência de lactase de Lapp ou má-absorção de glicose-galactose não devem utilizar pregabalina.
Alguns pacientes diabéticos sob tratamento com preg abalina que obtiverem ganho de peso podem necessitar de ajuste da medicação hipoglicêmica.
Houve relatos no período pós-comercialização de rea ções de hipersensibilidade, incluindo casos de angioedema. Este medicamento deve ser descontinu ado imediatamente se ocorrerem sintomas de angioedema, tais como edema facial, perioral ou da via aérea superior.
Reações adversas cutâneas graves, incluindo síndrom e de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, que podem ser de risco a vida ou fatais, foram relatadas raramente em associação com o tratamento com pregabalina.
No momento da prescrição, os pacientes devem ser av isados sobre os sinais e sintomas e monitorados de perto quanto a reações cutâneas. Se surgirem sinais e sintomas sugestivos dessas reações, a pregabalina deve ser retirada imediatame nte e um tratamento alternativo considerado (conforme apropriado).
O tratamento com pregabalina está associado com ton tura e sonolência, que pode aumentar a ocorrência de acidentes (queda) na população idosa. Houve também relatos pós-comercialização de perda de consciência, confusão e dano mental. Po rtanto, pacientes devem ser alertados para ter cautela até que os efeitos potenciais de pregabalin a sejam familiares.
Na experiência pós-comercialização, visão borrada t ransitória e outras alterações na acuidade visual foram reportadas por pacientes tratados com pregabalina. A descontinuação da pregabalina pode resultar na resolução ou melhora desses sintom as visuais.
Não há dados suficientes para a suspensão de medica mentos antiepiléticos concomitantes, uma vez que o controle das convulsões com pregabalina f oi atingido na situação de uso concomitante com outra droga antiepilética e adoção de monoterap ia com pregabalina.
Foram observados sintomas de retirada em alguns pac ientes após a descontinuação do tratamento prolongado e de curto prazo com pregabalina. Os seg uintes eventos foram mencionados: insônia, dor de cabeça, náusea, ansiedade, hiper-hidrose, di arreia, síndrome gripal, nervosismo, depressão, dor, convulsão e tontura (vide Item 9. “Reações Adv ersas”). O paciente deve ser informado sobre estes eventos no início do tratamento. As convulsõe s, incluindo estado epilético e convulsões do tipo grande mal, podem ocorrer durante o uso ou log o após a descontinuação de pregabalina.
A pregabalina não é conhecida como sendo ativa em l ocais de receptores associados com drogas de abuso. Casos de mau uso, abuso e dependência for am relatados na base de dados de pós-comercialização. Como é o caso com qualquer droga a tiva do SNC, deve-se avaliar cuidadosamente o histórico de pacientes quanto ao a buso de drogas e/ou distúrbios psiquiátricos.
Deve-se ter cautela ao considerar o uso de pregabal ina em pacientes que estão abusando de drogas ou possuem histórico prévio que possuem maio r risco de abuso da pregabalina.
Os pacientes tratados com pregabalina devem ser obs ervados quanto a sinais e sintomas de mau uso, abuso ou dependência da pregabalina (por exemp lo, desenvolvimento de tolerância, aumento da dosagem e comportamento de procura de droga).
Embora os efeitos da descontinuação sobre a reversi bilidade da insuficiência renal não tenham sido sistematicamente estudados, foi relatada melho ra da função renal após a descontinuação ou redução da dose de pregabalina.
Embora não tenha sido identificada nenhuma relação causal entre a exposição a pregabalina e insuficiência cardíaca congestiva, houve relatos pó s-comercialização de insuficiência cardíaca congestiva em alguns pacientes recebendo pregabalin a. Em estudos de curto prazo com pacientes sem doença vascular periférica ou cardíaca clinicam ente significante, não houve associação aparente entre edema periférico e complicações card iovasculares tais como hipertensão ou insuficiência cardíaca congestiva. Devido aos dados limitados de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave, pregabalina deve ser adm inistrada com cautela nesses pacientes (vide item 9. “Reações Adversas”).
Aconselha-se precaução quando se prescreve pregabal ina concomitantemente com opioides devido ao risco de depressão do SNC. Num estudo obs ervacional de consumidores de opioides, os pacientes que tomaram pregabalina concomitanteme nte com um opioide tiveram um risco aumentado de morte relacionada com opioides compara tivamente ao consumo de opioide isoladamente (odds ratio ajustada [aOR], 1,68 [IC 9 5%, 1,19 a 2,36]).
Houve notificações de depressão respiratória grave em relação ao uso de pregabalina. Pacientes com função respiratória comprometida, doença respir atória ou neurológica, insuficiência renal, uso concomitante de depressores do SNC e idosos pod em estar em maior risco de apresentar esta reação adversa grave. Podem ser necessários ajustes de dose nestes pacientes (vide item 8.
“Posologia e Modo de Usar”).
A ideação e o comportamento suicida foram relatados em pacientes tratados com agentes antiepiléticos em diversas indicações. A metanálise de estudos randomizados e placebo-controlados de medicamentos antiepiléticos também m ostrou um pequeno risco de aumento de ideação e comportamento suicida. O mecanismo deste fenômeno é desconhecido.
Foram observados casos de ideação e comportamento s uicida em pacientes tratados com pregabalina na experiência pós-comercialização (vid e item 9. “Reações Adversas”). Um estudo epidemiológico usando um desenho de estudo autocont rolado (comparando períodos de tratamento com períodos sem tratamento em um indiví duo) mostrou evidências de um risco aumentado de novo início de comportamento suicida e morte por suicídio em pacientes tratados com pregabalina.
Os pacientes (e os cuidadores dos pacientes) devem ser aconselhados a procurar aconselhamento médico caso surjam sinais de ideação ou comportamen to suicida. Os pacientes devem ser monitorados para sinais de ideação e comportamento suicida e, o tratamento apropriado deve ser considerado. A descontinuação do tratamento com pre gabalina deve ser considerada em caso de ideação e comportamento suicida.
Foram relatados casos de encefalopatia, principalme nte em pacientes com condições de base que facilitem a precipitação do quadro.
Uso durante a Gravidez Há uma quantidade limitada de dados sobre o uso de pregabalina em mulheres grávidas.
Os dados de um estudo observacional, que incluiu ma is de 2.700 gestações expostas à pregabalina com base em dados coletados rotineirame nte de registros médicos e administrativos na Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia, não suge rem riscos substancialmente aumentados de grandes malformações congênitas, resultados adverso s do nascimento, ou resultados anormais de desenvolvimento neurológico pós-natal em gestações expostas a pregabalina.
Malformações congênitas maiores As razões de prevalência ajustadas (aPRs) e interva los de confiança de 95% (IC) na meta-análise padrão para exposição à monoterapia com pregabalina no primeiro trimestre vs. não exposto a medicamentos antiepilépticos foi de 1,13 (0,96-1,33 ).
Resultados de desenvolvimento neurológico no nascim ento e pós-natal Não houve achados estatisticamente significativos p ara natimorto, baixo peso ao nascer, nascimento prematuro, pequeno para a idade gestacio nal, baixo índice de Apgar e microcefalia.
Na população pediátrica exposta in utero, o estudo não forneceu evidências de um risco aumentado para transtorno de déficit de atenção e h iperatividade (TDAH), transtornos do espectro do autismo (TEA) e deficiência intelectual .
Estudos em animais mostraram toxicidade reprodutiva (vide Item 3. “Características Farmacológicas – Dados de Segurança Pré-Clínicos”). A pregabalina não deve ser utilizada durante a gravidez, a menos que o benefício à mãe j ustifique claramente o risco potencial ao feto.
Métodos contraceptivos eficazes devem ser utilizado s por mulheres com potencial de engravidar.
Este medicamento é classificado na categoria C de r isco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grá vidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso durante a Lactação A pregabalina é excretada no leite de mães lactante s (vide Item 3. “Características Farmacológicas – Propriedades Farmacocinéticas”). C omo a segurança da pregabalina em lactentes é desconhecida, não é recomendada a amame ntação durante o tratamento com pregabalina. Deve ser tomada uma decisão entre desc ontinuar a amamentação ou descontinuar o tratamento com pregabalina, levando em conta o bene fício da amamentação para a criança e o benefício do tratamento para a mulher.
Mulheres com potencial para engravidar / contracepç ão O uso de pregabalina no primeiro trimestre da gravi dez pode causar defeitos congênitos graves no feto. A pregabalina não deve ser utilizada duran te a gravidez, a menos que o benefício à mãe justifique claramente o risco potencial ao feto. As mulheres com potencial para engravidar devem utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento.
Efeitos sobre a Habilidade de Dirigir e Operar Máqu inas Este medicamento pode causar tontura e sonolência q ue, portanto, podem prejudicar a habilidade de dirigir e operar máquinas. Os pacientes devem se r aconselhados a não dirigir, operar máquinas complexas, ou se engajar em outras atividades poten cialmente perigosas até que se saiba se este medicamento afeta a sua capacidade de executar tais atividades.
Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou oper ar máquinas durante o tratamento com pregabalina, pois sua habilidade e capacidade de re ação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmai os ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Interações medicamentosas
A pregabalina provavelmente não produzirá, nem esta rá sujeita, a interações farmacocinéticas, uma vez que é predominantemente excretada na urina na forma inalterada, sofre metabolismo desprezível em humanos (<2% de uma dose recuperada na urina como metabólitos), não inibe o metabolismo de fármacos in vitro e nem se liga a proteínas plasmáticas.
Do mesmo modo, em estudos in vivo, nenhuma interaçã o farmacocinética clinicamente relevante foi observada entre a pregabalina e a fenitoína, ca rbamazepina, ácido valproico, lamotrigina, gabapentina, lorazepam, oxicodona ou etanol. Além d isso, a análise farmacocinética populacional indicou que hipoglicemiantes orais, diuréticos, ins ulina, fenobarbital, tiagabina e topiramato, não tiveram efeito clinicamente significativo sobre o c learance da pregabalina.
A coadministração de pregabalina com os contracepti vos orais noretisterona e/ou etinilestradiol não influencia a farmacocinética de qualquer um dos agentes no estado de equilíbrio. A pregabalina pode potencializar os efeitos do etanol e lorazepam.
Em estudos clínicos controlados, doses orais múltip las de pregabalina coadministrada com oxicodona, lorazepam ou etanol não resultaram em ef eitos clinicamente importantes sobre a respiração. A pregabalina parece ter efeito aditivo no prejuízo da função cognitiva e coordenação motora grosseira causado pela oxicodona. Em experiê ncia pós-comercialização, houve relatos de insuficiência respiratória, coma e morte em pacient es sob tratamento de pregabalina e outros medicamentos depressores do SNC, inclusive em pacie ntes que abusam da substância. Há relatos pós-comercialização de eventos relacionados à reduç ão da motilidade do trato gastrintestinal inferior (por ex, obstrução intestinal, íleo paralí tico, constipação) quando a pregabalina foi coadministrada com medicamentos que têm o potencial para produzir constipação, tais como analgésicos opioides.
Não foram conduzidos estudos de interação farmacodi nâmica específica em voluntários idosos.
Cuidados de armzenamento do medicamento conservar em temperatura ambiente (15 a 30°c). prot eger da luz e umidade.
Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
-pregabalina 75mg: Pó de cor branco a quase branco. Cápsula gelatinos a dura, tamanho 4, de cor branco/ marrom.
-pregabalina 150mg: Pó de cor branco a quase branco. Cápsula gelatinos a dura, tamanho 2, de cor branco/ branco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Posologia e modo de usar
Este medicamento deve ser ingerido com ou sem alime ntos.
A dose é de 150 a 600mg/dia divididas em duas ou tr ês doses, pregabalina deve ser tomada com ou sem alimentos.
Dor Neuropática A dose inicial recomendada de pregabalina é de 75mg duas vezes ao dia (150mg/dia). Em estudos clínicos, a eficácia da pregabalina foi dem onstrada em pacientes que receberam uma faixa de 150 a 600mg/dia. Para a maioria dos pacien tes, 150mg duas vezes ao dia é a dose ideal.
A eficácia da pregabalina foi demonstrada na primei ra semana. Entretanto, com base na resposta individual e na tolerabilidade do paciente, a dose poderá ser aumentada para 150mg duas vezes ao dia após um intervalo de 3 a 7 dias e, se necess ário, até uma dose máxima de 300mg duas vezes ao dia após mais uma semana.
Epilepsia A dose inicial recomendada de pregabalina é de 75mg duas vezes ao dia (150mg/dia), com ou sem alimentos. Em estudos clínicos, a eficácia de p regabalina foi demonstrada em pacientes que receberam uma faixa de 150 a 600mg/dia. A eficácia de pregabalina foi demonstrada já na Semana 1. Entretanto, com base na resposta e tolera bilidade individuais do paciente, a dose poderá ser aumentada para 150mg duas vezes ao dia a pós 1 semana. A dose máxima de 300mg duas vezes ao dia pode ser atingida após mais 1 sem ana.
Não é necessário monitorar as concentrações plasmát icas de pregabalina para otimizar a terapia com tal agente.
A pregabalina não altera as concentrações plasmátic as de outros medicamentos anticonvulsivantes frequentemente utilizados. Do me smo modo, medicamentos anticonvulsivantes frequentemente usados não altera m as concentrações plasmáticas da pregabalina (vide item 6. “Interações Medicamentosa s”).
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) A dose varia de 150 a 600mg/dia, divididas em duas ou três doses. A necessidade para o tratamento deve ser reavaliada regularmente.
A dose inicial eficaz recomendada de pregabalina é de 75mg duas vezes ao dia (150mg/dia), com ou sem alimentos. Em estudos clínicos, a eficácia d e pregabalina foi demonstrada em pacientes que receberam uma faixa de 150 a 600mg/dia. Com bas e na resposta e tolerabilidade individuais do paciente, a dose pode ser aumentada para 300mg a o dia após 1 semana. Depois de mais uma semana a dose pode ser aumentada para 450mg ao dia. A dose máxima de 600mg ao dia pode ser atingida após mais 1 semana.
Fibromialgia A dose recomendada de pregabalina é de 300 a 450mg/dia para a maioria dos pacientes, divididas em duas doses. Alguns pacientes podem obter benefíc ios adicionais com 600mg por dia. A dose deve ser iniciada com 75mg duas vezes ao dia (150mg /dia) e pode ser aumentada para 150mg duas vezes ao dia (300mg/dia) em uma semana baseado na eficácia e tolerabilidade. Pacientes que não experimentaram benefícios suficientes com u ma dose de 300mg/dia podem ter a dose aumentada para 225mg duas vezes ao dia (450mg/dia). Se necessário, em alguns pacientes, baseado na resposta e tolerabilidade individual, a dose pode ser aumentada até o máximo de 600mg/dia após uma semana adicional.
Descontinuação do Tratamento Se pregabalina for descontinuada, recomenda-se que isto seja feito gradualmente durante, no mínimo, 1 semana.
Uso em Pacientes com Insuficiência Renal A redução da dosagem em pacientes com a função rena l comprometida deve ser individualizada de acordo com o clearance de creatinina (CLcr) (vide item 3. Características Farmacológicas – Propriedades Farmacocinéticas – Farmacocinética em Grupos Especiais de Pacientes – Insuficiência Renal), conforme indicado na Tabela 1 , utilizando a seguinte fórmula:
CL cr (mL/min) = [140 - idade (anos)] x p eso (kg) (x 0,85 para mulheres) 72 x c reatinina sérica (mg/dL) Para pacientes submetidos à hemodiálise, a dose diá ria de pregabalina deve ser ajustada com base na função renal. Além da dose diária, uma dose supl ementar deve ser administrada imediatamente após cada tratamento de 4 horas de he modiálise (vide Tabela 1).
Tabela 1. Ajuste da dose de pregabalina baseado na Função Renal Dose diária total de pregabalina (1) Clearance de creatinina (CLcr) (mL/min) Dose inicial (mg/dia) Dose máxima (mg/dia) Regime terapêutico ≥ 60 150 600 2 ou 3 vezes ao dia ≥ 30 - <60 75 300 2 ou 3 vezes ao dia ≥ 15 - <30 25-50 150 1 ou 2 vezes ao dia < 15 25 75 1 vez ao dia Dosagem complementar após hemodiálise (mg) 25 100 Dose única (2) (1) A dose diária total (mg/dia) deve ser dividida conforme indicado pelo regime terapêutico para resultar em mg/dose;
(2) Dose suplementar é uma dose única adicional.
Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática Nenhum ajuste de dose é necessário para pacientes c om insuficiência hepática (vide item 3.
Características Farmacológicas – Propriedades Farma cocinéticas – Farmacocinética em Grupos Especiais de Pacientes – Insuficiência Hepática).
Uso em Crianças e Adolescentes (12 a 17 anos de ida de) A segurança e a eficácia de pregabalina em paciente s pediátricos abaixo de 12 anos de idade ainda não foram estabelecidas. A segurança e eficác ia da substância pregabalina não foram estabelecidas em pacientes adolescentes (12 a 17 an os) para as indicações aprovadas (incluindo epilepsia).
O uso em crianças não é recomendado (vide Item 3. C aracterísticas Farmacológicas – Dados de Segurança Pré-clínicos).
Uso em Pacientes Idosos (acima de 65 anos de idade) Pacientes idosos podem necessitar de redução da dos e de pregabalina devido à diminuição da função renal (vide item 3. Características Farmacol ógicas – Propriedades Farmacocinéticas – Farmacocinética em Grupos Especiais de Pacientes – Idosos (mais de 65 anos de idade).
Dose Omitida Caso o paciente esqueça-se de tomar pregabalina no horário estabelecido, deve tomá-la assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e tomar a próxima. Neste caso, o pac iente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
Reações adversas
O programa clínico de pregabalina envolveu mais de 12.000 pacientes expostos a pregabalina, dos quais mais de 7.000 participaram de estudos dup lo-cegos, placebo-controlados. As reações adversas mais frequentemente notificadas foram tont ura e sonolência. As reações adversas foram, em geral, de intensidade leve a moderada. Em todos os estudos controlados, o índice de descontinuação devido a eventos adversos foi de 14% para pacientes recebendo pregabalina e de 5% para pacientes recebendo placebo. As reações adv ersas mais comuns que resultaram em descontinuação nos grupos de tratamento com pregaba lina foram tontura e sonolência.
Reações adversas selecionadas que foram relacionada s ao tratamento em uma análise conjunta de ensaios clínicos estão listados abaixo por Classe d e Sistema de Órgãos (SOC). A frequência desses termos tem se baseado em todas as causalidad es das reações adversas no conjunto de dados do ensaio clínico (muito comuns ( ≥1/10), comuns (≥1/100, <1/10), incomuns ( ≥1/1.000, <1/100) e raras (<1/1.000).
As reações adversas listadas poderão estar associad as a doenças subjacentes e/ou medicamentos concomitantes.
Infecções e Infestações Comuns: Nasofaringite Sangue e sistema linfático Incomuns: Neutropenia.
Metabólicos e nutricionais Comuns: Aumento de apetite.
Incomuns: Anorexia, hipoglicemia.
Psiquiátricos Comuns: Humor eufórico, confusão, irritabilidade, d epressão, desorientação, insônia, diminuição da libido.
Incomuns: Alucinações, inquietação, agitação, humor deprimido, humor elevado, mudanças de humor, despersonalização, sonhos anormais, dificuld ade de encontrar palavras, aumento da libido, anorgasmia.
Raros: Crise de pânico, desinibição, apatia.
Sistema nervoso Muito comuns: Tontura, sonolência.
Comuns: Ataxia, coordenação anormal, tremores, disa rtria, amnésia, dificuldade de memória, distúrbios de atenção, parestesia, hipoestesia, sed ação, transtorno de equilíbrio, letargia.
Incomuns: Síncope, mioclonia, hiperatividade psicom otora, discinesia, hipotensão postural, tremor de intenção, nistagmo, transtornos cognitivo s, transtornos da fala, hiporreflexia, hiperestesia, sensação de queimação.
Raros: Estupor, parosmia, hipocinesia, ageusia, dis grafia.
Oftalmológicos Comuns: Visão turva, diplopia.
Incomuns: Perda de visão periférica, alteração visu al, inchaço ocular, deficiência no campo visual, redução da acuidade visual, dor ocular, ast enopia, fotopsia, olhos secos, aumento do lacrimejamento, irritação ocular.
Raros: Oscilopsia, percepção visual de profundidade alterada, midríase, estrabismo, brilho visual.
Auditivos e de labirinto Comuns: Vertigem.
Incomuns: Hiperacusia.
Cardíacos Incomuns: Taquicardia, bloqueio atrioventricular de primeiro grau, bradicardia sinusal.
Raros: Taquicardia sinusal, arritmia sinusal.
Vasculares Incomuns: Hipotensão arterial, hipertensão arterial , ondas de calor, rubores, frio nas extremidades.
Respiratórios, torácicos e mediastinais Incomuns: Dispneia, epistaxe, tosse, congestão nasa l, rinite, ronco.
Raros: Aperto na garganta, secura nasal.
Desconhecido: Depressão respiratória.
Gastrintestinais Comuns: Vômitos, constipação, flatulência, distensã o abdominal, boca seca.
Incomuns: Refluxo gastresofágico, hipersecreção sal ivar, hipoestesia oral.
Raros: Ascite, pancreatite, disfagia.
Pele e tecido subcutâneo Incomuns: Erupções cutâneas papulares (rash), urtic ária, sudorese.
Raros: Suor frio.
Musculoesqueléticos e tecido conjuntivo Comuns: Cãibra muscular, artralgia, dor lombar, dor nos membros, espasmo cervical.
Incomuns: Inchaço articular, mialgia, espasmo muscu lar, dor cervical, rigidez muscular.
Raros: Rabdomiólise.
Renais e urinários Incomuns: Incontinência urinária, disúria.
Raros: Insuficiência renal, oligúria.
Sistema reprodutor e mama Incomuns: Disfunção erétil, disfunção sexual, retar do na ejaculação, dismenorreia.
Raros: Dor mamária, amenorreia, secreção de mama, g inecomastia.
Gerais Comuns: Edema periférico, edema, marcha anormal, qu edas, sensação de embriaguez, sensação anormal, fadiga.
Incomuns: Edema generalizado, aperto no peito, dor, pirexia, sede, calafrio, astenia.
Exames laboratoriais Comuns: Aumento de peso.
Incomuns: Elevação de creatina fosfoquinase sanguín ea, elevação de alanina aminotransferase, elevação de aspartato aminotransferase, elevação da glicose sanguínea, diminuição da contagem de plaquetas, diminuição do potássio sanguíneo, dim inuição de peso.
Raros: Diminuição de leucócitos, elevação da creati nina sanguínea.
As seguintes reações adversas foram relatadas duran te a pós-comercialização:
Distúrbios do sistema imune: Incomuns: hipersensibilidade; Raros: angioedema, re ação alérgica.
Distúrbios do sistema nervoso: Muito comuns: dor de cabeça; Incomuns: perda de con sciência, prejuízo cognitivo.
Distúrbios oftalmológicos: Raros: ceratite. § Distúrbios cardíacos: Raros: insuficiência cardíaca congestiva.
Distúrbios respiratório, torácico e mediastinal: Raros: edema pulmonar. § Distúrbios gastrintestinais: Comuns: náusea, diarreia; Raros: edema da língua.
Distúrbios de pele e tecido subcutâneo: Incomuns: inchaço da face, prurido; Raros: Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica.
Distúrbios renais e urinários: Raros: retenção urinária.
Distúrbios do sistema reprodutor e mamas: Raros: ginecomastia. § Distúrbios gerais: Incomuns: mal-estar.
Distúrbios Psiquiátricos: Incomuns: Agressividade; Raros: comportamento suici da, ideação suicida.
§Estimativa de frequência de reação adversa do medic amento feita usando a "Regra de três" Idosos (acima de 65 anos de idade) Num total de 998 pacientes idosos, não foram observ adas diferenças quanto a segurança geral, em comparação aos pacientes com menos de 65 anos de idade.
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Em superdoses de até 15g, nenhuma reação adversa in esperada foi notificada.
Em experiência pós-comercialização, os eventos adve rsos mais comumente relatados quando houve superdose de pregabalina incluem distúrbios a fetivos, sonolência, estado de confusão, depressão, agitação e inquietação. Convulsões també m foram relatadas.
O tratamento da superdose com pregabalina deve incl uir medidas gerais de suporte, podendo ser necessária hemodiálise (vide item 8. “Posologia e M odo de usar – Tabela 1”).
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. n o 1.0370. 0589 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica
Só pode ser vendido com retenção da receita h i st ó ri co de al te
RAÇ ÕE S DE B UL A Da d o s d a su b m is sã o e le t r ôn i c a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if i c a ç ã o q u e a lt e r a b ul a Da d o s d a s a l t e r a ç õ e s d e bu l as D a t a d o e x p e d ie n t e N °. do e x p e d ie n t e Assu n t o D at a d o e x p e d ie n t e N° . d o e x p e di e n t e A ssu nt o Da t a d e a p r o va ç ão It e n s de b ul a Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt aç õ e s r e l ac i o n ad a s 20 / 0 9 /20 1 3 0 7 960 2 7 /13 -1 1 0 4 59 -GE NÉ RI C O – I n c l us ã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la -R DC – 60 / 1 2 2 0 / 09 / 201 3 07 9 60 2 7 /13 -1 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic i a l d e T e x to d e B ul a -RD C – 6 0 /1 2 2 0 /0 9 /20 1 3 V e r sã o i n ic ia l VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
2 5 / 02 / 14 0 1 433 7 8 /14 -4 1 04 52 – GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 5 /0 2 / 14 01 4 33 7 8 /14 -4 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 5 /0 2 /14 2 .
R e su lta d o s d e e f ic á c ia 6 . I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
20 / 0 6 /20 1 4 0 4 886 0 8 /14 -9 1 04 52 – GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 0 / 06 / 201 4 04 8 86 0 8 /14 -9 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 0 /0 6 /20 1 4 3.
C a r a c t e r íst ic a s f a r m a c ol óg ic a s 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 6 . I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
18 / 0 4 /20 1 6 1 5 767 9 3 /16 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 1 8 / 04 / 201 6 15 7 67 9 3 /16 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 8 /0 4 /20 1 6 I d e n t if i c a ç ã o d o m e d i c a m e n to 1 .
I nd ic a ç õ e s 2 .
R e su lta d o s d e e f ic á c ia 4 .
Co n tr a in d ic a çõ e s 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 8 .
P os ol o g ia e mo d o d e u s a r 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
10 / 1 0 /20 1 6 2 3 728 7 7 /16 -9 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 1 0 / 10 / 201 6 23 7 28 7 7 /16 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 0 /1 0 /20 1 6 I d e n t if i c a ç ã o d o M e d ic a m e n to 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s 1 0 .
S u per d o se VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
12 / 0 4 /20 1 9 0 3 336 0 8 /19 -5 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 1 2 / 04 / 201 9 03 3 36 0 8 /19 -5 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 2 /0 4 /20 1 9 D iz e r e s le g a i s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
23 / 0 4 /20 1 9 0 3 669 1 4 /19 -9 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 3 / 04 / 201 9 03 6 69 1 4 /19 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 3 /0 4 /20 1 9 6 . I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 7 . C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d i c a m e n to 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s 1 0 .
S u per d o se VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
02 / 0 5 /20 1 9 0 3 920 1 0 /19 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 2 / 05 / 201 9 03 9 20 1 0 /19 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 2 /0 5 /20 1 9 6 . I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
01 / 1 2 /20 1 9 3 3 164 8 5 /19 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 1 / 12 / 201 9 33 1 64 8 5 /19 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 1 /1 2 /20 1 9 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 10 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 14 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 20 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 28 .
-7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-7 5 m g c a p dur a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 1 4 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 0 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 2 8 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 21 0 ( e m b ho sp ) .
-1 5 0 mg c ap du r a c t b l x 42 0 ( e m b ho sp ) .
19 / 0 3 /20 2 1 1 0 694 1 7 /21 -0 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 1 9 / 03 / 202 1 10 6 94 1 7 /21 -0 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 9 /0 3 /20 2 1 A p r e se n ta ç õ e s 7 . C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d i c a m e n to Diz e r e s L e g a is VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
22 / 0 3 /20 2 1 1 1 067 7 0 /21 -5 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 2 / 03 / 202 1 11 0 67 7 0 /21 -5 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 2 /0 3 /20 2 1 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s D iz e r e s le g a i s ( SA C) VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
05 / 0 4 /20 2 2 1 5 379 9 4 /22 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 5 / 04 / 202 2 15 3 79 9 4 /22 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 5 /0 4 /20 2 2 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
13 / 1 0 /20 2 2 4 8 170 2 7 /22 -3 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 1 3 / 10 / 202 2 48 1 70 2 7 /22 -3 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 3 /1 0 /20 2 2 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
06 / 0 6 /20 2 3 0 5 779 3 8 /23 -1 1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 6 / 06 / 202 3 05 7 79 3 8 /23 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 6 /0 6 /20 2 3 4 .
Co n tr a in d ic a çõ e s 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
28 / 0 2 /20 2 4 -1 0 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 8 / 02 / 202 4 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 8 /0 2 /20 2 4 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s D iz e r e s le g a i s VP S -7 5 m g c a p du r a c t b l x 30 .
-1 5 0 mg c a p d u r a c t b l x 3 0 .
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 75 MG CAP DURA CT BL AL PLAS TRANS X 30 | Tarja vermelha | 7896112172130 | R$ 161,33 |
| 150 MG CAP DURA CT BL AL PLAS TRANS X 30 | Tarja vermelha | 7896112172208 | R$ 247,30 |