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Bulas de Remédios
Genérico Tarja vermelha

Maleato de Enalapril

Maleato de enalapril · Laboratório Teuto Brasileiro S/A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoMaleato de enalapril
FabricanteLaboratório Teuto Brasileiro S/A
Registro MS1.0370.0442
Classe terapêuticaAnti-hipertensivos simples
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 23,74
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Maleato de Enalapril

Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 07/10/2024 · conferida em 25/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

maleato de enalapril Comprimido 10mg Comprimido 20mg

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE maleato de enalapril Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

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Apresentações

Comprimido 10mg Embalagem contendo 30 comprimidos.

Comprimido 20mg Embalagem contendo 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido de 10mg contém: maleato de enalapril (equivalente a 7,64mg de enala pril).............................................. ...........10mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcr istalina, bicarbonato de sódio, corante óxido de ferro vermelho, estearato de magnésio, crospovid ona, croscarmelose sódica e dióxido de silício.

Cada comprimido de 20mg contém: maleato de enalapril (equivalente a 15,29mg de enal april)............................................. ..........20mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcr istalina, bicarbonato de sódio, corante óxido de ferro amarelo, estearato de magnésio, crospovido na, croscarmelose sódica e dióxido de silício.

01

Para que este medicamento é indicado?

Seu médico prescreveu maleato de enalapril para con trolar a pressão alta ou melhorar o desempenho do seu coração (tratamento da insuficiên cia cardíaca). O maleato de enalapril também é usado para a prevenção de insuficiência ca rdíaca sintomática.

Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca que apresentam sintomas, maleato de enalapril retarda a piora da insuficiência cardíaca e reduz a necessidade de internação hospitalar por insuficiência cardíaca. O maleato de enalapril tamb ém ajuda alguns desses pacientes a viverem mais.

Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca em e stágio inicial, antes do desenvolvimento dos sintomas, este medicamento ajuda a prevenir o enfra quecimento do desempenho cardíaco e a retardar o aparecimento de sintomas (por exemplo, f alta de ar, cansaço após atividades físicas leves, tais como caminhada, ou inchaço dos tornozel os e pés). Esses pacientes poderão precisar de menos hospitalizações por insuficiência cardíaca .

Ao tomar maleato de enalapril, alguns pacientes com insuficiência cardíaca podem ter risco mais baixo de sofrer ataque cardíaco (infarto do miocárd io).

02

Como este medicamento funciona?

O maleato de enalapril é um medicamento que pertenc e ao grupo de fármacos denominado inibidores da enzima conversora de angiotensina (in ibidores da ECA).

O maleato de enalapril age dilatando os vasos sangu íneos para ajudar o coração a bombear sangue com mais facilidade para todas as partes do corpo. Essa ação ajuda a diminuir a pressão alta. Em muitos pacientes com insuficiência cardíac a, o maleato de enalapril auxilia o coração a funcionar melhor.

Em geral, este medicamento começa a agir uma hora d epois de tomado e seu efeito dura pelo menos 24 horas. Para algumas pessoas, várias semana s poderão ser necessárias até que se observe o melhor efeito do tratamento em sua pressão arteri al.

Informações ao paciente com pressão alta O que é pressão arterial?

A pressão gerada pelo seu coração ao bombear o sang ue para todas as partes do seu corpo é chamada de pressão arterial. Sem a pressão arterial , o sangue não circularia pelo seu corpo. A pressão arterial normal faz parte da boa saúde. Sua pressão arterial sofre alterações durante o transcorrer do dia, dependendo da atividade, do est resse e da excitação.

A leitura da pressão arterial é composta por dois n úmeros, por exemplo, 120/80 (cento e vinte por oitenta). O número mais alto mede a força com o que seu coração bombeia o sangue. O número mais baixo mede a força do coração em repouso, entr e os batimentos cardíacos.

O que é pressão alta (ou hipertensão)?

Você tem pressão alta (ou hipertensão) se sua press ão arterial permanece alta mesmo quando você está calmo(a) e relaxado(a). A pressão alta de senvolve-se quando os vasos sanguíneos se estreitam e dificultam o fluxo do sangue.

Como faço para saber se tenho pressão alta?

Em geral, a pressão alta não apresenta sintomas. A única maneira de saber se você tem hipertensão é medindo sua pressão arterial. Por iss o, você deve medir sua pressão arterial regularmente.

Por que a pressão alta (ou hipertensão) deve ser tr atada?

Se não for tratada, a pressão alta pode causar dano s a órgãos essenciais para a vida, tais como o coração e os rins. Você pode estar se sentindo bem e não apresentar sintomas, mas a hipertensão pode causar acidente vascular cerebral (derrame), i nfarto do miocárdio (ataque cardíaco), insuficiência cardíaca, insuficiência renal ou cegu eira. A pressão alta pode ser tratada e controlada com o uso de medicamentos, tal como o ma leato de enalapril.

Seu médico pode lhe dizer qual a pressão arterial i deal para você. Memorize esse valor e siga as orientações do médico para atingir a pressão arteri al ideal.

Informações aos pacientes com insuficiência cardíac a O que é insuficiência cardíaca?

Insuficiência cardíaca significa que o músculo card íaco não consegue mais bombear o sangue com força suficiente para enviar para o corpo todo o sangue necessário. Insuficiência cardíaca não é o mesmo que ataque cardíaco. Alguns pacientes apresentam insuficiência cardíaca após terem um ataque cardíaco, no entanto, também existe m outras causas de insuficiência cardíaca.

Pacientes nos estágios iniciais de insuficiência ca rdíaca podem não apresentar nenhum sintoma.

Conforme a insuficiência cardíaca progride, os paci entes podem sentir falta de ar ou cansar-se mais facilmente após atividades físicas leves, tal como caminhada. Pode haver acúmulo de líquidos em diferentes partes do corpo, frequenteme nte notado em primeiro lugar ao redor dos tornozelos e nos pés. Na insuficiência cardíaca gra ve, os pacientes podem apresentar sintomas mesmo em repouso.

Por que a insuficiência cardíaca deve ser tratada?

Todos os sintomas da insuficiência cardíaca podem r estringir suas atividades diárias. Seu médico pode recomendar vários medicamentos que podem melho rar os sinais e sintomas da insuficiência cardíaca (por exemplo, maleato de enalapril e/ou um diurético). Se você seguir as orientações de seu médico, sua capacidade física pode melhorar. Vo cê poderá respirar com mais facilidade, sentir-se menos cansado e apresentar menos inchaço.

Em pacientes com insuficiência cardíaca sem sintoma s, o tratamento com medicamentos, tais como o maleato de enalapril, pode ajudar a retardar a progressão da doença e o início dos sintomas. Em alguns pacientes com insuficiência car díaca que apresentam sintomas, maleato de enalapril reduziu a piora da insuficiência cardíaca , ajudando-os a viver por mais tempo. Em muitos pacientes, o maleato de enalapril também red uziu o risco de ataque cardíaco (infarto do miocárdio) e a necessidade de internação hospitalar por insuficiência cardíaca.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Você não deve tomar o maleato de enalapril se:

-for alérgico(a) a qualquer um de seus componentes (veja o item ‘‘Composição’’);

-foi tratado(a) com medicamentos do mesmo grupo do maleato de enalapril (inibidores da ECA) e apresentou reações alérgicas, tais como inchaço d a face, dos lábios, da língua e/ou da garganta, que dificultaram sua respiração ou sua capacidade d e engolir. Você não deve tomar maleato de enalapril se tiver apresentado alguma dessas reaçõe s alérgicas sem causa conhecida ou se tiver nascido com esse tipo de alergia;

-tem diabetes e está tomando um medicamento chamado alisquireno para reduzir a pressão arterial.

-estiver tomando um medicamento que contenha um ini bidor de neprilisina (por exemplo, sacubitril). Não utilize este medicamento por pelo menos 36 horas antes ou depois de tomar sacubitril/valsartana, um medicamento contendo um i nibidor de neprilisina.

Contate seu médico caso não tenha certeza se deve i niciar o tratamento com maleato de enalapril.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Informe ao seu médico quaisquer problemas médicos e tipos de alergia que tenha ou tenha tido.

Informe ao seu médico se tiver qualquer tipo de doe nça cardíaca, se estiver sendo submetido a hemodiálise ou sendo tratado com diuréticos e se ti ver apresentado recentemente diarreia ou vômito excessivos. Também informe se estiver fazend o dieta com restrição de sal, tomando suplementos de potássio, agentes poupadores de potá ssio, substitutos do sal contendo potássio ou outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima), tiver diabetes ou qualquer problema renal, uma vez que essas condições podem causar níveis elevados de potássio no sangue que podem ser graves. Nesses casos, pode ser que o seu médico precise ajustar a dose do maleato de enalapril ou monitorar seu nível de potássio no sangue. Se você sofre de diabe tes e está tomando antidiabético oral ou insulina, deve monitorar atentamente níveis baixos de glicose no sangue, especialmente durante o primeiro mês de tratamento com maleato de enalapril .

Informe ao seu médico se já apresentou reação alérg ica, como inchaço da face, dos lábios, da língua e/ou da garganta com dificuldade para engoli r ou respirar.

Informe ao seu médico se tiver pressão baixa (você pode perceber se tem isso se já sentiu tonturas ou teve desmaios, principalmente ao ficar de pé).

Antes de cirurgias e anestesias (mesmo no consultór io odontológico), diga ao médico ou ao dentista que está tomando o maleato de enalapril, p ois pode ocorrer queda repentina da pressão arterial associada à anestesia.

Informe o seu médico se você estiver tomando um med icamento que contenha um inibidor de neprilisina (por exemplo, sacubitril).

Informe o seu médico se você estiver tomando um med icamento contendo vildagliptina.

Gravidez e Amamentação: o uso do maleato de enalapril não é recomendado pa ra mulheres grávidas.

Ainda não se sabe se o uso do maleato de enalapril apenas nos primeiros três meses de gravidez também pode causar efeitos prejudiciais. Em um estu do, foi relatado que recém-nascidos cujas mães tomaram inibidores da enzima conversora de ang iotensina (ECA) durante os três primeiros meses de gravidez apresentaram maior risco de defei tos de nascença. O número de defeitos de nascença foi pequeno e o estudo não foi repetido.

Os inibidores da ECA, incluindo maleato de enalapri l, podem prejudicar o desenvolvimento e até causar morte do feto se tomados durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez.

Se você estiver grávida ou pretende engravidar, inf orme o seu médico antes de iniciar a terapia com maleato de enalapril, de forma que outro tratam ento possa ser considerado.

O maleato de enalapril é excretado no leite materno em quantidades muito pequenas. Avise ao seu médico se estiver amamentando ou pretende amame ntar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.

O uso deste medicamento no período da lactação depe nde da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Uso Pediátrico: maleato de enalapril foi avaliado em crianças. Para mais informações, consulte o seu médico.

Dirigir ou Operar Máquinas: as respostas ao medicamento podem variar de pessoa para pessoa.

Alguns efeitos adversos relatados com o uso do male ato de enalapril podem afetar a habilidade de alguns pacientes de dirigir ou operar máquinas (vej a o item 8. ‘‘Quais os males que este medicamento pode me causar?’’).

Evite levantar-se rapidamente e dirigir veículos e/ ou operar máquinas, principalmente durante todo o tratamento.

Interações Medicamentosas: em geral, maleato de enalapril pode ser tomado com outros medicamentos, no entanto, é importante informar ao seu médico ou dentista os outros medicamentos que estiver tomando, incluindo os que são vendidos sem receita, pois alguns medicamentos podem afetar a ação dos outros. Para p rescrever a dose correta do maleato de enalapril, é muito importante que o seu médico saib a se você está tomando outros medicamentos para controlar a pressão, diuréticos, medicamentos que contenham potássio (incluindo substitutos do sal da dieta) ou outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima), medicamentos para diabetes (incluindo antidiabético s orais e insulina), lítio (medicamento utilizado par a tratar um tipo de depressão) ou certos medicamentos para dor em geral e dor nas articulaçõ es, incluindo terapia com ouro. Informe ao médico sobre o seu consumo de álcool. Consulte o se u médico se estiver usando um medicamento inibidor de mTOR (por exemplo, tensirol imo, sirolimo, everolimo) ou um medicamento que contenha um inibidor de neprilisina (por exemplo, sacubitril) ou vildagliptina, uma vez que a coadministração com maleato de enalap ril pode aumentar o risco de uma reação alérgica chamada angioedema.

-maleato de enalapril 10mg:

Atenção: Contém o corante óxido de ferro vermelho q ue pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

-maleato de enalapril 20mg:

Atenção: Contém o corante óxido de ferro amarelo qu e pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

Atenção: Contém lactose.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c). proteger do

Calor e da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento:

Comprimido 10mg: circular plano com vinco de cor rosa mosqueado.

Comprimido 20mg: circular plano com vinco de cor amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

O maleato de enalapril pode ser tomado durante ou e ntre as refeições. A maioria das pessoas toma maleato de enalapril com água.

Tome maleato de enalapril diariamente, exatamente c onforme a orientação de seu médico. É muito importante que continue tomando maleato de en alapril pelo tempo que o médico lhe receitar. Não tome mais comprimidos que a dose pres crita.

Hipertensão: para a maioria dos pacientes, a dose inicial usual recomendada é de 10 a 20mg uma vez ao dia. Alguns pacientes podem necessitar de um a dose inicial mais baixa. A dose habitual para uso prolongado é de 20mg uma vez por dia. A do se máxima para uso prolongado é de 40mg uma vez por dia.

Insuficiência Cardíaca: a dose inicial usual recomendada é de 2,5mg uma ve z por dia. Seu médico irá aumentar essa quantidade gradativamente, até atingir a dose correta para o seu caso. A dose habitual para uso prolongado é de 20mg ao dia em dose única ou dividida em duas tomadas.

A dose máxima para uso prolongado é de 40mg ao dia dividida em duas tomadas.

Tenha muito cuidado ao tomar a primeira dose ou ao aumentar a dose. Avise seu médico imediatamente se apresentar tontura ou atordoamento .

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Você deve tomar maleato de enalapril conforme a rec eita médica. Se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

Qualquer medicamento pode apresentar efeitos inespe rados ou indesejáveis, denominados efeitos adversos. O maleato de enalapril em geral é bem tol erado. Os efeitos adversos mais frequentes são tontura, dor de cabeça, cansaço e fraqueza. Out ros efeitos adversos que ocorreram com menos frequência foram sensação de desmaio iminente pela queda brusca da pressão arterial, fraqueza, náuseas, diarreia, cãibras, erupções cutâ neas e tosse. Outra reação adversa que pode ocorrer é sensação de desmaio iminente ao ficar de pé rapidamente, causada por queda da pressão arterial.

Raramente, também podem ocorrer outros efeitos adve rsos e alguns deles podem ser graves. Peça mais informações sobre efeitos adversos ao seu médi co ou farmacêutico. Eles têm uma lista mais completa dos efeitos adversos, como estes:

Hipersensibilidade/Edema Angioneurótico: edema: hipersensibilidade/tendência a inchaço (edema angioneurótico), reações alérgicas como inch aço da face, dos lábios, da língua, da glote e/ou da laringe e das extremidades foram relatadas raramente. Em casos muito raros, foi relatado inchaço do tecido intestinal (angioedema intestinal ) com inibidores da enzima conversora de angiotensina, inclusive com o enalapril.

Reações adversas que ocorreram muito raramente em e studos clínicos controlados ou após a comercialização incluem:

Cardiovasculares: ataque cardíaco ou derrame cerebral possivelmente d evido à pressão excessivamente baixa em pacientes de alto risco (pa cientes com distúrbios do fluxo sanguíneo do coração e/ou cérebro), dor no peito, distúrbios do ritmo cardíaco, palpitações, angina pectoris, dores de origem vascular nos dedos das mãos ou dos pés (fenômeno de Raynaud).

Endócrino: síndrome da secreção inapropriada do hormônio anti diurético (SIADH).

Gastrintestinais: obstrução intestinal (íleo paralítico), inflamação do pâncreas, insuficiência do fígado, inflamação do fígado, icterícia, dor abdomi nal, vômitos, indigestão, constipação, perda de apetite, inflamação da mucosa da boca com ulceraçõe s (estomatite).

Sistemas Nervoso/Psiquiátrico: depressão, confusão mental, sonolência, dificuldade para dormir, nervosismo, formigamento ou dormência das m ãos ou pés, tontura, anormalidades no padrão de sonhos.

Metabolismo: foram relatados casos de diminuição da quantidade d e açúcar no sangue (hipoglicemia) em pacientes diabéticos recebendo ag entes antidiabéticos orais ou insulina.

Respiratórios: acúmulo anormal de material nos pulmões (infiltrado s pulmonares), estreitamento das vias aéreas (broncoespasmo/asma), dificuldade d e respirar, coriza, dor de garganta e rouquidão.

Pele: transpiração intensa, reações cutâneas graves, coce ira, urticária, queda de cabelo.

Outros: impotência, rubor (vermelhidão repentina da pele, principalmente no r osto, no pescoço e na parte superior do tórax), alteração do paladar, zumbido nos ouvidos, inflamação da mucosa da língua (glossite), visão embaçada.

Foi relatado um complexo sintomático que pode inclu ir alguns dos seguintes sintomas ou todos eles: febre, inflamação das membranas serosas (sero site), inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite), dor muscular e articular (mialgia/mios ite, artralgia/artrite), alterações em alguns exames de laboratório (fator antinúcleo positivo, V HS elevada, eosinofilia e leucocitose). Podem ocorrer erupções cutâneas, fotossensibilidade ou ou tras manifestações na pele.

Achados de Exames Laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais padrão raramente foram associadas com a administração do maleato de enalapril.

Foram observados aumento de ureia e creatinina no s angue e elevação dos testes de função do fígado (enzimas hepáticas e/ou bilirrubina sérica), geralmente reversíveis com a descontinuação de maleato de enalapril. Ocorreram aumento dos níve is de potássio e diminuição dos níveis de sódio no sangue.

Informe ao seu médico ou farmacêutico imediatamente sobre a ocorrência dos sintomas acima e de qualquer outro sintoma pouco comum.

Pare de tomar maleato de enalapril e entre em conta to com o seu médico imediatamente se apresentar:

-inchaço da face, dos lábios, da língua e/ou da gar ganta que possa dificultar sua respiração ou capacidade de engolir;

-inchaço das mãos, dos pés ou dos tornozelos;

-urticária.

Pacientes negros correm maior risco de apresentar e ssas reações aos inibidores da ECA.

Poderá ocorrer uma baixa maior na pressão com a dos e inicial em relação a que ocorrerá durante o tratamento contínuo. Essa queda de pressão poderá se manifestar como desmaio ou tontura e pode ser amenizada se você se deitar. Se ficar preo cupado (a), entre em contato com o seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Avise seu médico imediatamente para que ele possa p restar atendimento de urgência. Os sintomas mais prováveis serão sensação de desmaio i minente ou tontura em razão de queda repentina ou excessiva da pressão arterial.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro n o 1.0370.0442 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001-76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO

Venda sob prescrição h i s t ó ri co de al te

RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if ic a ç ã o q u e a lt e r a b u la Da d o s d a s a l t e r a ç õ e s d e bu la s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão I t e n s d e b u la Ve r sõ e s ( VP / VP S) A pr e s e nt aç õ e s r e l a c io n ad a s 06 / 1 0/ 20 14 0 8 8 43 4 8 /14 -1 1 0 4 59 – GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I n ic ia l d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 6/ 1 0 /20 1 4 08 8 43 4 8 /14 -1 10 4 59 – G EN ÉR I C O – I n c l u sã o I n i c ia l d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 6 /1 0 / 20 1 4 Ve r sã o I n i c ia l V P -5 m g co m c t b l a l x 3 0 .

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2 9/ 0 8 /20 1 6 2 2 3 043 8 / 16 -0 1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 9 /0 8 /20 1 6 2 2 3 04 3 8/ 16 -0 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 9 /0 8 / 20 1 6 8.

Q u a is o s m a l e s q u e e st e m e di c a m e n to p ode m e c a us a r ?

9 .

O q u e f a z e r se a l g u é m u sa r u m a q u a n tid a d e m a io r d o q u e a ind ic a d a d e st e m e di c a m e n to ?

V P -5 m g co m c t b l a l x 3 0.

-1 0 m g c o m c t b l a l x 3 0 .

-2 0 m g c o m c t b l a l x 3 0 .

0 5/ 0 4 /20 1 8 0 2 6 521 2 / 18 -9 1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 5 /0 4 /20 1 8 0 2 6 52 1 2/ 18 -9 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 5 /0 4 / 20 1 8 1 .

Pa r a q u e e st e m e d ic a m e n t o é i nd i c a d o?

3 .

Qu a n do n ão d e vo u sa r e s te m e di c a m e n to ?

4 . O q u e de v o sa b e r a nt e s d e u sa r e ste m e di c a m e n to ?

5 .

On d e , co m o e p or q ua n t o te m p o p o sso g u a r d ar e ste m e di c a m e n to ?

V P -5 m g co m c t x 3 0 .

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0 6/ 0 7 /20 1 8 0 5 4 063 9 / 18 -1 1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e 0 6 /0 7 /20 1 8 0 5 4 06 3 9/ 18 -1 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e 0 6 /0 7 / 20 1 8 4 . O q u e de v o sa b e r a nt e s d e u sa r e ste m e di c a m e n to ?

V P -5 m g co m c t x 3 0 .

-1 0 m g c o m c t x 3 0.

-2 0 m g c o m c t x 3 0.

Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 5/ 0 7 /20 2 1 2 8 9 618 1 / 21 -1 1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 5 /0 7 /20 2 1 2 8 9 61 8 1/ 21 -1 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 5 /0 7 / 20 2 1 4 . O q u e de v o sa b e r a nt e s d e u sa r e ste m e di c a m e n to ?

Diz e r e s L e g a is ( S AC ) V P -5 m g co m c t x 3 0 .

-1 0 m g c o m c t x 3 0.

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0 8/ 1 0 /20 2 1 3 9 7 816 7 / 21 -2 1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 8 /1 0 /20 2 1 3 9 7 81 6 7/ 21 -2 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 08 / 1 0 /20 2 1 4 . O q u e de v o sa b e r a nt e s d e u sa r e ste m e di c a m e n to ?

V P -5 m g co m c t x 3 0 .

-1 0 m g c o m c t x 3 0.

-2 0 m g c o m c t x 3 0.

0 7/ 1 0 /20 2 4 -1 0 4 52 – GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 7 /1 0 /20 2 4 -10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 07 / 1 0 /20 2 4 A p r e se n ta ç õ e s 3 .

Qu a n do n ão d e vo u sa r e s te m e di c a m e n to ?

4 . O q u e de v o sa b e r a nt e s d e u sa r e ste m e di c a m e n to ?

5 .

On d e , co m o e p or q ua n t o te m p o p o sso g u a r d ar e ste m e di c a m e n to ?

Di z e r es le g a is V P -1 0 m g c o m c t x 3 0.

-2 0 m g c o m c t x 3 0.

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

maleato de enalapril Comprimido 10mg Comprimido 20mg

Modelo de bula com informações técnicas aos

PROFISSIONAIS DE SAÚDE maleato de enalapril Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

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Apresentações

Comprimido 10mg Embalagem contendo 30 comprimidos.

Comprimido 20mg Embalagem contendo 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido de 10mg contém: maleato de enalapril (equivalente a 7,64mg de enala pril).............................................. ...........10mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcr istalina, bicarbonato de sódio, corante óxido de ferro vermelho, estearato de magnésio, crospovid ona, croscarmelose sódica e dióxido de silício.

Cada comprimido de 20mg contém: maleato de enalapril (equivalente a 15,29mg de enal april)............................................. ..........20mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcr istalina, bicarbonato de sódio, corante óxido de ferro amarelo, estearato de magnésio, crospovido na, croscarmelose sódica e dióxido de silício.

01

Indicações

O maleato de enalapril é indicado para o tratamento de todos os graus de hipertensão essencial, tratamento da hipertensão renovascular e todos os g raus de insuficiência cardíaca.

Em pacientes com insuficiência cardíaca sintomática , o maleato de enalapril também é indicado para aumentar a sobrevida, retardar a progressão da insuficiência cardíaca e reduzir as hospitalizações por insuficiência cardíaca.

Prevenção de insuficiência cardíaca sintomática: em pacientes com disfunção ventricular esquerda assintomáticos, o maleato de enalapril é i ndicado para retardar o desenvolvimento de insuficiência cardíaca sintomática e reduzir as hos pitalizações por insuficiência cardíaca.

Prevenção de eventos coronarianos isquêmicos : em pacientes com disfunção ventricular esquerda, o maleato de enalapril é indicado para re duzir a incidência de infarto do miocárdio e as hospitalizações por angina instável.

02

Resultados de eficácia

Um estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado co m placebo sobre disfunção ventricular esquerda (Studies of Left Ventricular Dysfunction, SOLVD) avaliou os efeitos do maleato de enalapril em 6.797 pacientes; destes, 2.569 pacient es com todos os graus de insuficiência cardíaca sintomática (principalmente leve a moderad a, classes II e III da New York Heart Association - NYHA) foram distribuídos de modo rand ômico para o braço de tratamento e 4.228 pacientes com disfunção assintomática do ventrículo esquerdo, para o braço de prevenção. Os resultados combinados demonstraram redução do risco global dos principais eventos isquêmicos.

O maleato de enalapril reduziu a incidência de infa rto do miocárdio e o número de hospitalizações decorrentes de angina instável em p acientes com disfunção ventricular esquerda.

Além disso, no braço de prevenção, o maleato de ena lapril preveniu de forma significativa o desenvolvimento da insuficiência cardíaca sintomáti ca e reduziu o número de hospitalizações por insuficiência cardíaca. No braço de tratamento, o m aleato de enalapril, como adjuvante ao tratamento convencional, reduziu significativamente a taxa global de mortalidade e hospitalização por insuficiência cardíaca e melhoro u a classificação funcional de acordo com os critérios da NYHA.

Em um estudo semelhante que envolveu 253 pacientes com insuficiência cardíaca grave (classe IV da NYHA), demonstrou-se que o maleato de enalapr il melhorou os sintomas e reduziu a mortalidade significativamente.

As propriedades cardioprotetoras do maleato de enal april foram demonstradas nesses estudos pelos efeitos benéficos na sobrevida e no retardame nto da progressão da insuficiência cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca sintomática , no retardamento do desenvolvimento de insuficiência cardíaca sintomática em pacientes ass intomáticos com disfunção ventricular esquerda e na prevenção de eventos isquêmicos coron arianos em pacientes com disfunção ventricular esquerda, especificamente na redução da incidência de infarto do miocárdio e de hospitalização por angina instável.

03

Características farmacológicas

Este medicamento é o sal maleato de enalapril, um d erivado de dois aminoácidos (L-alanina e L-prolina). Após administração por via oral, o enalap ril é rapidamente absorvido e, a seguir, hidrolisado a enalaprilato, um inibidor da enzima c onversora de angiotensina (ECA) não sulfidrílico, de longa ação e altamente específico.

O maleato de enalapril é indicado para o tratamento de todos os graus de hipertensão essencial e para tratamento da hipertensão renovascular. Pode s er usado isoladamente, como terapia inicial, ou simultaneamente com outros anti-hipertensivos (p articularmente diuréticos).

O maleato de enalapril também é indicado para o tra tamento e a prevenção de insuficiência cardíaca.

Mecanismo de ação: a enzima conversora da angiotensina (ECA) é uma p eptidil-dipeptidase que catalisa a conversão da angiotensina I à substância pressora angiotensina II. Depois da absorção, o enalapril é hidrolisado a enalaprilato, o qual in ibe a enzima conversora da angiotensina. A inibição da ECA resulta na diminuição da angiotensi na II plasmática, o que aumenta a atividade da renina plasmática (em razão da remoção do feedba ck negativo da liberação de renina) e diminui a secreção de aldosterona.

A enzima conversora da angiotensina é idêntica à ci ninase II, portanto o enalapril pode também bloquear a degradação de bradicinina, um potente va sopressor peptídico. Entretanto, ainda não foi esclarecido como isso gera o efeito terapêutico . Apesar de se acreditar que o mecanismo pelo qual o enalapril diminui a pressão arterial seja es sencialmente pela supressão do sistema renina-angiotensina-aldosterona, o qual desempenha importa nte papel na regulação da pressão arterial, o enalapril é anti-hipertensivo mesmo em pacientes hi pertensos com renina baixa.

Farmacocinética: o maleato de enalapril oral é rapidamente absorvi do e as concentrações máximas plasmáticas de enalapril ocorrem em uma hor a. Com base na recuperação na urina, a taxa de absorção do maleato de enalapril oral é de aproximadamente 60%.

Após a absorção, o enalapril oral é rápida e extens ivamente hidrolisado a enalaprilato, um potente inibidor da enzima conversora de angiotensina. As c oncentrações máximas plasmáticas do enalaprilato ocorrem 3 a 4 horas depois de uma dose oral de maleato de enalapril. A excreção do enalapril é principalmente renal. Os principais com ponentes na urina são: enalaprilato, que contribui com 40% da dose, e enalapril intacto. Exc eto pela conversão a enalaprilato, não há evidência de metabolismo significante do enalapril. O perfil de concentração sérica do enalaprilato exibe uma fase terminal prolongada, ap arentemente associado à ligação com a ECA.

Em indivíduos com função renal normal, as concentra ções séricas em estado de equilíbrio do enalaprilato foram atingidas por volta do quarto di a da administração do maleato de enalapril. A meia-vida efetiva para acúmulo do enalaprilato após múltiplas doses de maleato de enalapril oral é de 11 horas. A absorção do maleato de enalapril o ral não é influenciada pela presença de alimentos no trato gastrintestinal. A extensão da a bsorção e a hidrólise do enalapril são semelhantes para as diversas doses na faixa terapêu tica recomendada.

Farmacodinâmica : a administração do maleato de enalapril a pacient es hipertensos resulta na redução da pressão arterial tanto na posição supina como de pé sem aumento significativo da frequência cardíaca.

Hipotensão sintomática postural não é frequente. Em alguns pacientes, a redução ideal da pressão arterial pode requerer várias semanas de tratamento . A retirada abrupta de maleato de enalapril não foi associada ao rápido aumento da pressão arte rial.

A inibição efetiva da atividade da ECA usualmente o corre 2 a 4 horas depois da administração oral de uma única dose de enalapril. O início da at ividade anti-hipertensiva geralmente foi observado em uma hora e as reduções máximas, 4 a 6 horas após a administração. A duração do efeito é relacionada à dose. Entretanto, nas doses recomendadas, demonstrou-se que os efeitos anti-hipertensivo e hemodinâmico mantêm-se durante 24 horas, no mínimo.

O tratamento anti-hipertensivo com enalapril induz regressão significativa da hipertrofia ventricular esquerda, preservando o desempenho sist ólico do ventrículo esquerdo.

Em estudos hemodinâmicos que envolveram pacientes c om hipertensão essencial, a redução da pressão arterial foi acompanhada de redução da resi stência arterial periférica e aumento do débito cardíaco, bem como pequena ou nenhuma alteração da frequência cardíaca. Após a administração do maleato de enalapril, o fluxo sanguíneo renal au mentou e a taxa de filtração glomerular não se alterou. Entretanto, em pacientes cujas taxas de fi ltração glomerular eram baixas antes do tratamento, geralmente ocorreu aumento.

A administração crônica do maleato de enalapril par a pacientes com hipertensão essencial e insuficiência renal pode estar associada à melhora da função renal, evidenciada pelo aumento da taxa de filtração glomerular.

Em estudos clínicos de curta duração que envolveram pacientes nefropatas com e sem diabetes, foram observadas reduções da albuminúria, da excreç ão de IgG e das proteínas totais na urina após a administração de enalapril.

Quando administrado com diuréticos tiazídicos, os e feitos redutores da pressão arterial do maleato de enalapril são, no mínimo, aditivos. O ma leato de enalapril pode reduzir ou evitar o desenvolvimento da hipocalemia induzida pelos tiazí dicos.

O tratamento com maleato de enalapril geralmente nã o está associado a reações adversas no ácido úrico plasmático.

O tratamento com maleato de enalapril foi associado a efeitos favoráveis nas frações lipoproteicas no plasma e favorável ou sem efeito n os níveis totais de colesterol.

Em pacientes com insuficiência cardíaca sob tratame nto com digitálicos e diuréticos, o tratamento com maleato de enalapril foi associado à redução da resistência periférica e da pressão arterial. O débito cardíaco aumentou, enquanto a fr equência cardíaca (geralmente elevada em pacientes com insuficiência cardíaca) diminuiu. A p ressão capilar pulmonar também foi reduzida.

A tolerância ao exercício e a gravidade da insufici ência cardíaca, de acordo com os critérios da New York Heart Association, melhoraram. Esses efeitos mantiveram-se durante o t ratamento crônico.

Em pacientes com insuficiência cardíaca leve a mode rada, o enalapril retardou a dilatação/aumento e insuficiência progressivos, com o evidenciado pelos volumes finais diastólico e sistólico do ventrículo esquerdo e pela melhora d a fração de ejeção.

Os dados clínicos demonstraram que o enalapril redu ziu a frequência de arritmia ventricular em pacientes com insuficiência cardíaca, embora os mec anismos subjacentes e a relevância clínica não sejam conhecidos.

04

Contraindicações

O maleato de enalapril é contraindicado para pacien tes com hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes, pacientes com histórico de edema angioneurótico relacionado a utilização de inibidores da enzima conversora de angiotensina e p acientes com angioedema hereditário ou idiopático.

O maleato de enalapril não deve ser administrado co m alisquireno em pacientes com diabetes (veja o item 6. ‘‘Interações Medicamentosas’’).

O maleato de enalapril é contraindicado em combinaç ão com um inibidor de neprilisina (por exemplo, sacubitril). Não administre maleato de ena lapril dentro de 36 horas antes ou depois de utilizar sacubitril/valsartana, um produto contendo um inibidor de neprilisina (Veja os itens 5.

‘‘Advertências e Precauções’’ e 6. ‘‘Interações Medicamentosas’’).

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

05

Advertências e precauções

Hipotensão sintomática: raramente foi observada hipotensão sintomática em p acientes com hipertensão não complicada; em pacientes hipertenso s tratados com maleato de enalapril, existe maior probabilidade de ocorrer hipotensão quando ho uver depleção de volume consequente, por exemplo, à terapia diurética, restrição de sal na d ieta, diálise, diarreia ou vômitos (veja o item 6.

‘‘Interações Medicamentosas’’ e 9. ‘‘Reações Adversas’’). Observou-se hipotensão si ntomática em pacientes com insuficiência cardíaca, com ou sem insuficiência renal associada; essa ocorrência é mais comum em pacientes com graus mais avançados de insuficiência cardíaca , conforme indicado pelo uso de altas doses de diurét icos de alça, hiponatremia ou comprometimento da função renal. Nesses pacientes, a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica e quaisquer ajustes da dose do maleato de en alapril e/ou do diurético devem ser cuidadosamente monitorizados. Considerações semelhantes podem aplicar-se a pacien tes com doença isquêmica cardíaca ou vascular cerebral, nos quais a queda excessiva da pressão arterial poderia resultar em infarto do miocárdio o u acidente vascular cerebral.

Se ocorrer hipotensão, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, receber infusão intravenosa de solução salina. Uma resposta hipotensora transitória não representa contraindicação para novas doses, as quais podem se r administradas, geralmente sem dificuldade, depois que a pressão arterial responder à expansão de volume.

Em alguns pacientes com insuficiência cardíaca, cuj a pressão arterial é normal ou baixa, podem ocorrer reduções adicionais da pressão arterial sis têmica com o uso do maleato de enalapril; esse efeito é esperado e geralmente não constitui razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão tornar-se sintomática, podem ser necessá rias redução da dose e/ou descontinuação do diurético e/ou do maleato de enalapril.

Estenose aórtica/cardiomiopatia hipertrófica: a exemplo de todos os vasodilatadores, deve-se ter cuidado ao administrar inibidores da ECA a paci entes com obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo.

Comprometimento da função renal: em alguns pacientes, a hipotensão decorrente do iní cio da terapia com inibidores da ECA pode ocasionar certo grau adicional de deterioração da função renal; foi relatada, nessa situação, insuficiência renal aguda, em geral, reversível.

Pacientes com insuficiência renal podem requerer do ses mais baixas e/ou menos frequentes do maleato de enalapril (veja o item 8. ‘‘Posologia E Modo de Usar’’). Em a lguns pacientes com estenose da artéria renal bilateral ou estenose da artéria renal de rim único, foram observados aumentos dos níveis séricos de ureia e c reatinina, geralmente reversíveis com a interrupção da terapia. Isso é particularmente prov ável em pacientes com insuficiência renal.

Alguns pacientes sem patologia renal preexistente e vidente apresentaram aumentos geralmente discretos e transitórios de ureia e creatinina sang uíneas quando receberam o maleato de enalapril concomitantemente com um diurético; pode ser necess ária a redução da posologia e/ou a interrupção do diurético e/ou do maleato de enalapr il.

Hipersensibilidade/edema angioneurótico: edema angioneurótico de face, lábios, língua, glote e/ou laringe e extremidades, que pode ocorrer em qu alquer momento do tratamento, foi relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da E CA, inclusive com maleato de enalapril.

Nessas situações, o maleato de enalapril deve ser i mediatamente descontinuado e o paciente deve ser observado até a resolução completa dos sintomas antes de receber alta. Mesmo nos casos em que haja somente inchaço da língua, sem comprometim ento respiratório, os pacientes podem necessitar de observação prolongada, uma vez que o tratamento com anti-histamínicos e corticosteroides pode não ser suficiente.

Muito raramente, foram relatadas mortes em razão de angioedema associado com edema de laringe ou língua. Os pacientes com envolvimento de língua, glote ou laringe estão suscetíveis a apresentar obstrução das vias aéreas, especialmente aqueles com histórico de cirurgia das vias aéreas. Quando houver envolvimento de língua, glote ou laringe e possibilidade de obstrução das vias aéreas, o tratamento adequado, que pode inclui r a administração de solução de epinefrina 1:1.000 (0,3 a 0,5mL) por via subcutânea e/ou medid as que assegurem a desobstrução das vias aéreas, deve ser instituído imediatamente.

Foi relatada incidência mais alta de angioedema em pacientes negros que recebiam inibidores da ECA do que em pacientes de outras raças.

Pacientes com histórico de angioedema não relaciona do ao tratamento com inibidores da ECA correm maior risco de apresentar angioedema durante o tratamento com esses agentes (veja o item 4. ‘‘Contraindicações’’).

Pacientes que recebem coadministração de um inibido r da ECA e um inibidor de mTOR (proteína-alvo da rapamicina em mamíferos) (por exe mplo, tensirolimo, sirolimo, everolimo) podem apresentar maior risco de angioedema.

Pacientes que recebem terapia concomitante com um i nibidor da ECA e um inibidor da neprilisina podem apresentar maior risco de angioed ema (Veja os itens 4. ‘‘Contraindicações’’ e 6. ‘‘Interações Medicamentosas’’).

Pacientes que recebem terapia concomitante com um i nibidor da ECA e vildagliptina podem apresentar risco aumentado de (Veja os itens 4. ‘‘Contraindicações’’ e 6. ‘‘Interações Medicamentosas’’).

Reações anafilactoides durante dessensibilização co m himenóptero: pacientes que recebiam inibidores da ECA raramente apresentaram reações an afilactoides com risco de morte durante dessensibilização com veneno de himenóptero. Essas reações foram evitadas com a suspensão temporária do inibidor da ECA antes de cada dessens ibilização.

Pacientes sob hemodiálise: foi relatada a ocorrência de reações anafilactoides em pacientes submetidos à diálise com membranas de alto fluxo (p or exemplo, AN 69) que recebiam concomitantemente um inibidor da ECA. Nesses pacien tes, deve-se considerar a utilização de um outro tipo de membrana de diálise ou de uma classe diferente de agente anti-hipertensivo.

Tosse: foi relatada tosse com o uso dos inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente e desaparece com a descontin uação do tratamento. A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser incluída no diagnóstico diferencial de tosse.

Cirurgia/anestesia: em pacientes submetidos a cirurgias importantes ou sob anestesia com agentes hipotensores, o enalapril bloqueia a formaç ão de angiotensina II consequente à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão atri buível a esse mecanismo, a pressão arterial poderá ser normalizada pela expansão de volume.

Hipercalemia (veja também o item 6. ‘‘Interações Medicamentosas’ ’ - Potássio sérico): os fatores de risco para desenvolvimento da hipercalem ia incluem insuficiência renal, diabetes mellitus e uso concomitante de diuréticos poupadores de potá ssio (por exemplo, espironolactona, eplerenona, triantereno ou amilorida), suplementos de potássio, substitutos do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos que possam aumenta r o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima).

O uso de suplementos de potássio, diuréticos poupad ores de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio, particularmente em pacientes co m função renal comprometida, pode levar a aumento significativo dos níveis séricos de potássi o. A hipercalemia pode causar arritmias sérias, algumas vezes fatais.

Se o uso concomitante deste medicamento com qualque r um dos agentes mencionados acima for considerado apropriado, deverá ser feito com cautel a e com monitoramento frequente dos níveis séricos de potássio.

Hipoglicemia: pacientes diabéticos tratados com agentes antidiabé ticos orais ou insulina que estiverem iniciando tratamento com um inibidor da E CA devem ser orientados a monitorar rigorosamente a hipoglicemia, particularmente duran te o primeiro mês de uso combinado (veja o item 6. ‘‘Interações Medicamentosas’’).

Gravidez e amamentação: categoria de risco D.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.

O uso deste medicamento no período da lactação depe nde da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.

O uso do maleato de enalapril durante a gravidez nã o é recomendado. O tratamento com maleato de enalapril deve ser suspenso o mais rápido possív el depois da confirmação de gravidez, a menos que seja considerado vital para a mãe.

Em um estudo epidemiológico retrospectivo publicado , os recém-nascidos cujas mães receberam um inibidor da ECA durante o primeiro trimestre de gravidez pareceram ter risco aumentado de importantes malformações congênitas em comparação c om recém-nascidos de mães não expostas a inibidores da ECA no primeiro trimestre. O número de casos de defeitos congênitos é pequeno e os achados desse estudo ainda não foram repetidos .

Os inibidores da ECA podem causar morbidade e morta lidade fetal e neonatal quando administrados a mulheres no segundo e terceiro trim estres da gravidez. A utilização de inibidores da ECA durante esse período foi associada a danos p ara o feto e para o recém-nascido, incluindo hipotensão, insuficiência renal, hipercalemia e/ou hipoplasia de crânio no recém-nascido.

Ocorreu oligoidrâmnio materno, presumivelmente repr esentando redução da função renal fetal, podendo resultar em contraturas de membros, deformi dades craniofaciais e desenvolvimento de pulmão hipoplásico. Se o maleato de enalapril for u tilizado nesses casos, as pacientes devem ser devidamente informadas sobre o risco potencial que o medicamento acarreta para o feto. Essas reações adversas para o embrião e para o feto não p arecem ter ocorrido quando a exposição intrauterina ao inibidor da ECA restringiu-se ao pr imeiro trimestre.

Nos raros casos em que a utilização de inibidores d a ECA durante a gravidez for considerada essencial, deve-se solicitar ultrassonografias seri adas para avaliação do meio intra-amniótico. Se for detectado oligoidrâmnio, o tratamento com malea to de enalapril deve ser suspenso, a menos que seja considerado vital para a mãe. Pacientes e médicos devem, contudo, estar cientes de que o oligoidrâmnio pode não ser detectado antes de o fet o ter sofrido danos irreversíveis.

Os recém-nascidos de mães que tomaram maleato de enalapril devem ser observados cuidadosamente, a fim de verificar a ocorrência de hipotensão, oligúria e hipercalemia. O enalapril, que atravessa a placenta, foi removido d a circulação neonatal por diálise peritoneal com algum benefício clínico e, teoricamente, pode ser r emovido por exsanguineotransfusão.

O enalapril e o enalaprilato são secretados no leit e humano, em quantidades vestigiais. Deve-se ter cuidado ao prescrever maleato de enalapril a mu lheres que estejam amamentando.

Uso pediátrico: a segurança e a eficácia do maleato de enalapril fo ram estabelecidas em pacientes hipertensos de 1 mês a 16 anos de idade. O uso do maleato de enalapril comprimidos nesse grupo etário é apoiado por evidências de estu dos adequados e bem controlados do maleato de enalapril em pacientes pediátricos e adultos, be m como por estudos publicados que envolviam pacientes pediátricos.

Em um estudo de farmacocinética de dose múltipla re alizado em 40 pacientes pediátricos hipertensos (excluindo neonatos), o maleato de enal april foi geralmente bem tolerado. A farmacocinética após administração oral do enalapri l foi semelhante nesses pacientes e comparável aos valores históricos em adultos.

Em um estudo clínico que envolveu 110 pacientes hip ertensos com idade entre 6 e 16 anos, os pacientes com peso < 50kg receberam diariamente 0,6 25mg, 2,5mg ou 20mg de enalapril e os pacientes com peso ≥ 50kg receberam 1,25mg, 5mg ou 40mg, também diariam ente. A administração do enalapril uma vez ao dia diminuiu a pressão sanguínea no vale de modo dependente da dose e a eficácia anti-hipertensiva f oi consistente em todos os subgrupos (idade, estágio de Tanner, sexo e raça). Entretanto, a efic ácia anti-hipertensiva parece não ter sido consistente com as doses mais baixas estudadas: 0,6 25mg e 1,25mg, correspondentes a uma média de 0,02mg/kg uma vez ao dia. A dose máxima es tudada foi de 0,58mg/kg (até 40mg) uma vez ao dia. Nesse estudo, o maleato de enalapril fo i geralmente bem tolerado.

O perfil de reações adversas em pacientes pediátric os não é diferente do observado em pacientes adultos.

O maleato de enalapril não é recomendado a neonatos e pacientes pediátricos com taxa de filtração glomerular < 30mL/min/1,73m 2, já que não existem dados disponíveis para essa população de pacientes.

Efeito sobre a capacidade de dirigir e operar máqui nas: ao dirigir veículos ou operar máquinas, deve-se considerar que eventualmente pode m ocorrer tontura ou cansaço.

Informe ao seu paciente que ele deve evitar se leva ntar rapidamente, dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente durante todo o trat amento.

-maleato de enalapril 10mg:

Atenção: Contém o corante óxido de ferro vermelho q ue pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

-maleato de enalapril 20mg:

Atenção: Contém o corante óxido de ferro amarelo qu e pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

Atenção: Contém lactose.

06

Interações medicamentosas

Terapia anti-hipertensiva: a administração do maleato de enalapril com outro a nti-hipertensivo pode causar efeito aditivo. potássio sérico: (veja também o item 5. ‘‘Advertências e Precauções ’’ - Hipercalemia) em estudos clínicos, o potássio sérico geralmente perm aneceu nos limites da normalidade. Em pacientes hipertensos que receberam apenas maleato de enalapril durante até 48 semanas, foram observados aumentos médios do potássio sérico de ap roximadamente 0,2mEq/L. Nos pacientes que receberam maleato de enalapril associado a um d iurético tiazídico, o efeito espoliador de potássio do diurético foi, em geral, atenuado pelo efeito do enalapril.

Se maleato de enalapril for administrado com um diu rético espoliador de potássio, a hipocalemia induzida pelo diurético pode ser atenuada.

Os fatores de risco para o desenvolvimento de hiper calemia incluem insuficiência renal, diabetes mellitus e uso concomitante de diuréticos poupadores de potá ssio (por exemplo: espironolactona, eplerenona, triantereno ou amilorida), suplementos de potássio, substitutos do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos que possam aumenta r o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima).

O uso de suplementos de potássio, diuréticos poupad ores de potássio, substitutos do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos que poss am aumentar o potássio sérico particularmente em pacientes com comprometimento da função renal, pode resultar em aumentos significativos do potássio sérico. Caso essa condut a seja considerada apropriada, maleato de enalapril e esses agentes deverão ser usados com cu idado e o potássio sérico, monitorizado com frequência.

Antidiabéticos: estudos epidemiológicos sugeriram que a administraç ão concomitante de inibidores da ECA com medicamentos antidiabéticos ( insulinas, agentes hipoglicemiantes orais) pode causar aumento do efeito redutor da glicemia c om risco de hipoglicemia. Esse fenômeno pareceu ser mais provável durante as primeiras sema nas de tratamento combinado e em pacientes com insuficiência renal. Em pacientes diabéticos tr atados com agentes antidiabéticos orais ou insulina, o controle glicêmico deve ser monitorado com atenção quanto à hipoglicemia, particularmente durante o primeiro mês de tratament o com um inibidor da ECA. lítio sérico: a exemplo de outros medicamentos que eliminam sódio , pode ocorrer redução da depuração do lítio, portanto os níveis séricos de l ítio devem ser monitorados cuidadosamente se houver necessidade de administrar sais de lítio.

Agentes anti-inflamatórios não esteroides, incluind o inibidores seletivos da ciclooxigenase-2: agentes anti-inflamatórios não esteroides, incluind o os inibidores seletivos da ciclooxigenase-2 (inibidores da COX-2), podem reduzir o efeito de di uréticos e de outros agentes anti-hipertensivos. Portanto, os efeitos anti-hipertensi vos dos antagonistas dos receptores da angiotensina II ou dos inibidores da ECA podem ser atenuados pelos anti-inflamatórios não esteroides, incluindo os inibidores seletivos da CO X-2.

Em alguns pacientes com disfunção renal (por exempl o, pacientes idosos ou hipovolêmicos, incluindo aqueles em tratamento com diuréticos) sob tratamento com anti-inflamatórios não esteroides, incluindo inibidores seletivos da ciclo oxigenase-2, a coadministração de antagonistas dos receptores da angiotensina II ou de inibidores da ECA pode agravar a deterioração da função renal, incluindo possível falência renal aguda. Ess es efeitos em geral são reversíveis. Portanto, a combinação deve ser administrada com cautela em pac ientes com a função renal comprometida.

Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldos terona: em pacientes com doença aterosclerótica estabelecida, insuficiência cardíac a ou diabetes com dano final em órgãos alvo, o bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldos terona com antagonista de receptor da angiotensina, inibidor da ECA ou diretamente com in ibidores da renina (como o alisquireno) está associado com um maior risco de hipotensão, síncope , hipercalemia e alterações na função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparado a m onoterapia. Deve-se monitorar atentamente a pressão sanguínea, a função renal e os eletrólitos em pacientes tratados com maleato de enalapril e outros agentes que afetem o sistema renina-angiot ensina-aldosterona. Não coadministrar alisquireno com maleato de enalapril em pacientes c om diabetes. Evitar o uso de alisquireno com maleato de enalapril em pacientes com comprometimen to renal (TFG < 60mL/min).

Ouro: reações nitritoides (os sintomas incluem rubor faci al, náuseas, vômitos e hipotensão) foram relatadas raramente em pacientes recebendo te rapia com ouro injetável (aurotiomalato de sódio) e terapia concomitante com inibidores da ECA , incluindo enalapril.

Álcool: o álcool aumenta o efeito hipotensor dos inibidores da ECA.

Inibidores da proteína-alvo da rapamicina em mamífe ros (mTOR): os pacientes em terapia concomitante com inibidores da mTOR (por exemplo, t ensirolimo, sirolimo, everolimo) podem apresentar maior risco de angioedema (veja o item 5 . ‘‘Advertências e Precauções’’).

Inibidores de neprilisina: os pacientes que utilizam concomitantemente um inib idor da neprilisina (por exemplo, sacubitril) podem apresen tar maior risco de angioedema (Veja os itens 4. ‘‘Contraindicações’’ e 5. ‘‘Advertências e Precauções’’). vildagliptina: os pacientes que utilizam concomitantemente vildag liptina podem apresentar maior risco de angioedema (Veja os itens 4. ‘‘Contr aindicações’’ e 5. ‘‘Advertências e Precauções’’).

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Cuidados de armazenamento do medicamento armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c). proteger do calor e da umidade.

Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas :

Comprimido 10mg: circular plano com vinco de cor rosa mosqueado.

Comprimido 20mg: circular plano com vinco de cor amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

08

Posologia e modo de usar

Uma vez que a absorção dos comprimidos do maleato d e enalapril não é afetada pela ingestão de alimentos, os comprimidos podem ser administrados a ntes, durante ou após as refeições.

A dose de 2,5mg é citada apenas para informação. Em bora os comprimidos de 2,5mg de enalapril estejam disponíveis no mercado, este medicamento nã o é comercializado na concentração de 2,5mg.

Hipertensão essencial: a dose inicial é de 10mg a 20mg uma vez ao dia, dep endendo do grau de hipertensão. A dose inicial recomendada para a hipe rtensão leve é de 10mg ao dia. Para outros graus de hipertensão, a dose inicial é de 20mg ao d ia. A dose usual de manutenção é de um comprimido de 20mg ao dia. A posologia deve ser aju stada de acordo com a necessidade do paciente até o máximo de 40mg ao dia.

Hipertensão renovascular: uma vez que a pressão arterial e a função renal nes ses pacientes podem ser particularmente sensíveis à inibição da E CA, o tratamento deve ser iniciado com uma dose menor (por exemplo, 5mg ou menos). A posologia , então, deve ser ajustada de acordo com a necessidade do paciente; espera-se que a maioria do s pacientes responda a um comprimido de 20mg ao dia. Para os pacientes hipertensos que rece beram diuréticos recentemente, recomenda-se cautela (veja a seguir).

Terapia diurética concomitante na hipertensão: pode ocorrer hipotensão sintomática após a dose inicial de maleato de enalapril, principalment e em pacientes tratados concomitantemente com diuréticos, portanto recomenda-se cuidado nesse s casos, pois esses pacientes podem apresentar depleção de volume ou de sal. A terapia diurética deve ser descontinuada por 2 a 3 dias antes do início da terapia com maleato de enal april. Se isso não for possível, a dose inicial de maleato de enalapril deve ser baixa (5mg ou menos) para determinar o efeito inicial na pressão arterial. A posologia, então, deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente.

Posologia na insuficiência renal: geralmente, o intervalo entre as doses de enalapril deve ser prolongado e/ou a posologia diminuída.

Disfunção renal Depuração plasmática de creatinina (mL/min) Dose inicial (mg/dia) Leve Menor que 80 e maior que 30mL/min 5mg – 10mg Moderada Menor ou igual a 30 e maior que 10mL/min 2,5mg – 5mg Grave (normalmente esses pacientes estão sob diálise ) Menor ou igual a 10mL/min 2,5mg nos dias de diálise Veja o item 5. ‘‘Advertências e Precauções’’ - Pac ientes sob hemodiálise.

O enalaprilato é dialisável. Nos dias em que o pac iente não for submetido à diálise, a posologia deverá ser ajustada à resposta da pressão arterial.

Insuficiência cardíaca/disfunção ventricular esquer da assintomática: a dose inicial para pacientes com insuficiência cardíaca sintomática ou disfunção ventricular esquerda assintomática é de 2,5mg e deve ser administrada sob rígida super visão médica para se determinar o efeito inicial na pressão arterial. O maleato de enalapril pode ser utilizado para o controle da insuficiência cardíaca sintomática, geralmente com diuréticos e, quando apropriado, com digitálicos. Na ausência de hipotensão sintomática, após o início da terapia de insuficiência cardíaca com maleato de enalapril ou após o control e efetivo da hipotensão, a dose deve ser aumentada gradualmente até a dose de manutenção usu al de 20mg, administrada em dose única diária ou dividida em duas doses, conforme tolerado pelo paciente. Essa titulação da dose pode ser realizada em um período de 2 a 4 semanas ou men os, quando a presença de sinais ou sintomas residuais de insuficiência cardíaca indicar. Em pac ientes com insuficiência cardíaca sintomática, esse esquema posológico foi eficaz para reduzir a m ortalidade.

A pressão arterial e a função renal devem ser rigor osamente monitorizadas antes e depois de iniciado o tratamento com maleato de enalapril (vej a o item 5. ‘‘Advertências e Precauções’’), pois foram relatadas hipotensão e, mais raramente, consequente insuficiência renal. Em pacientes que utilizam diuréticos, a dose deverá ser reduzida , se possível, antes do início do tratamento com maleato de enalapril. O aparecimento de hipotensão após a dose inicial do maleato de enalapril não implica que ela voltará a ocorrer durante a ter apia crônica e não impede o uso continuado do maleato de enalapril. O potássio sérico também deve rá ser monitorizado (veja o item 6.

‘‘Interações Medicamentosas’’).

09

Reações adversas

Em geral, o maleato de enalapril é bem tolerado. Em estudos clínicos, a incidência global de reações adversas não foi maior com maleato de enala pril do que com placebo. Na maioria dos casos, as reações adversas foram leves e transitóri as e não requereram a interrupção do tratamento.

As seguintes reações adversas foram associadas ao u so do maleato de enalapril: tontura e cefaleia foram as reações mais comumente relatadas; fadiga e astenia foram relatadas por 2% a 3% dos pacientes. Outras reações adversas ocorreram em men os de 2% dos pacientes e incluíram hipotensão, hipotensão ortostática, síncope, náusea s, diarreia, cãibras musculares, erupções cutâneas e tosse; menos frequentemente, houve relat os de disfunção renal, insuficiência renal e oligúria.

Hipersensibilidade/edema angioneurótico: edema angioneurótico de face, lábios, língua, glote e/ou laringe e extremidades foi relatado raramente (veja o item 5. ‘‘Advertências e Precauções’’).

Em casos muito raros, foi relatado angioedema intes tinal com inibidores da enzima conversora de angiotensina, inclusive com o enalapril.

Reações adversas que ocorreram muito raramente em e studos clínicos controlados ou após a comercialização incluem:

Cardiovasculares: infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral (possivelmente decorrentes de hipotensão excessiva em pacientes de alto risco (veja o item 5. ‘‘Advertências e Precauções’’), dor torácica, distúrbios do ritmo ca rdíaco, palpitações, angina pectoris e fenômeno de Raynaud.

Endócrino: síndrome da secreção inapropriada do hormônio anti diurético (SIADH).

Gastrintestinais: íleo paralítico, pancreatite, insuficiência hepátic a, hepatite (hepatocelular ou colestática), icterícia, vômitos, constipação, esto matite, dor abdominal, dispepsia, anorexia.

Sistemas nervoso/psiquiátrico: depressão, confusão mental, sonolência, insônia, ne rvosismo, parestesia, vertigem, anormalidades no padrão de so nhos.

Metabolismo: foram relatados casos de hipoglicemia em pacientes diabéticos recebendo agentes antidiabéticos orais ou insulina (veja o item 6. ‘‘Interações Medicamentosas’’).

Respiratórios: infiltrados pulmonares, broncoespasmo/asma, dispnei a, rinorreia, dor de garganta e rouquidão.

Pele: diaforese, eritema polimorfo, dermatite esfoliativa , síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, pênfigo, prurido, urticária, alo pecia.

Outros: impotência, rubor (vermelhidão repentina da pele, principalmente no r osto, pescoço e parte superior do tórax), alteração do paladar, vis ão embaçada, glossite e zumbido.

Foi relatado um complexo sintomático que pode inclu ir alguns, ou todos, dos seguintes sintomas: febre, serosite, vasculite, mialgia/miosite, artral gia/artrite, fator antinúcleo positivo, VHS elevada, eosinofilia e leucocitose. Podem ocorrer e rupções cutâneas, fotossensibilidade ou outras manifestações dermatológicas.

Achados de testes laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais padrão raramente foram associadas com a administração do maleato de enalapril.

Foram observados aumentos de ureia sanguínea e crea tinina sérica e elevações das enzimas hepáticas e/ou da bilirrubina sérica, geralmente re versíveis com a descontinuação do maleato de enalapril. Ocorreram hipercalemia e hiponatremia.

Foram relatadas reduções de hemoglobina e hematócri to.

Após a comercialização, foram relatados alguns caso s de neutropenia, trombocitopenia, depressão de medula óssea e agranulocitose nos quai s não se pôde excluir relação causal com o uso do maleato de enalapril.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Há poucos dados disponíveis sobre a superdose em se res humanos. As principais características de superdose relatadas até o momento consistem em h ipotensão acentuada que começa cerca de 6 horas após a ingestão dos comprimidos, simultaneame nte com bloqueio do sistema renina-angiotensina e estupor. Após ingestão de 300mg e 44 0mg de enalapril, foram relatados níveis séricos de enalaprilato 100 e 200 vezes mais altos, respectivamente, do que os observados usualmente depois de doses terapêuticas.

O tratamento recomendado para a superdose é a infus ão intravenosa de solução salina normal. Se disponível, a infusão de angiotensina II pode ser b enéfica. Se a ingestão for recente, deve-se induzir o vômito. O enalaprilato pode ser removido da circulação sistêmica por hemodiálise (veja o item 5. ‘‘Advertências e Precauções’’ - Pacientes sob hemodiálise).

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro n o 1.0370.0442 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001-76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO

Venda sob prescrição.

H i s t ó ri co de al te

RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s da su bm is sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o/ n o t if i c a ç ã o q ue a lt e r a b ul a D ad o s d as a lt e r aç õ e s d e b u la s Da t a d o e x p e di e n t e N °. d o e x p e d ie n t e As su n t o Da t a do e x pe d ie nt e N°. d o e x p e di e n t e As su n t o Da t a d e ap r o v a ç ão It e ns d e b u la V e r sõ e s ( VP /VP S ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c i o na d a s 0 6 /1 0 /20 1 4 0 8 8 43 4 8 /14 -1 1 04 59 – G E NÉ RI C O – I n c l us ã o I n ic i a l d e T e x to d e Bu la – R DC – 6 0 /1 2 0 6/ 1 0 /20 1 4 0 8 8 434 8 / 14 -1 10 4 59 – G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic i a l de T e xt o d e Bu la – R DC – 6 0 /1 2 06 / 1 0 /20 1 4 V e r sã o i n ic ia l V P S -5 m g co m c t b l a l x 1 0.

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-5 m g c o m cx b l a l x 1 0 0 ( em b ho sp ) .

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2 9 / 08 / 201 6 2 2 3 04 38 / 16-0 1 04 52 – G E NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 9 /0 8 /20 1 6 2 2 3 04 3 8 /16 -0 10 4 52 – G EN ÉR I C O – No ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 9 /0 8 /20 1 6 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 6.

I nt e r a çõ e s m e di c a m e n to sa s V P S -5 m g co m c t b l a l x 1 0.

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0 5 / 04 / 201 8 0 2 6 52 12 / 18-9 1 04 52 – G E NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 5 /0 4 /20 1 8 0 2 6 52 1 2 /18 -9 10 4 52 – G EN ÉR I C O – No ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 5 /0 4 /20 1 8 A p r e se n ta ç õ e s 4 .

Co n tr a i n d ic a çõ e s 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 6.

I nt e r a çõ e s m e di c a m e n to sa s 7.

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d ic a m e n to V P S -5 m g co m c t x 30 .

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0 6 / 07 / 201 8 0 5 4 06 39 / 18-1 1 04 52 – G E NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 6 /0 7 /20 1 8 0 5 4 06 3 9 /18 -1 10 4 52 – G EN ÉR I C O – No ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 6 /0 7 /20 1 8 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 6.

I nt e r a çõ e s m e di c a m e n to sa s V P S -5 m g co m c t x 30 .

-1 0 m g c o m c t x 3 0.

-2 0 m g c o m c t x 3 0.

2 5 / 07 / 202 1 2 8 9 61 81 / 21-1 1 04 52 – G E NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 5 /0 7 /20 2 1 2 8 9 61 8 1 /21 -1 10 4 52 – G EN ÉR I C O – No ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 5 /0 7 /20 2 1 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 6.

I nt e r a çõ e s m e di c a m e n to sa s 9 .

Re a ç õ e s a d ve r sa s D iz e r e s le g a i s ( SA C) V P S -5 m g co m c t x 30 .

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0 8 / 10 / 202 1 3 9 7 81 67 / 21-2 1 04 52 – G E NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 8 /1 0 /20 2 1 3 9 7 81 6 7 /21 -2 10 4 52 – G EN ÉR I C O – No ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 8 /1 0 /20 2 1 N/ A V P S -5 m g co m c t x 30 .

-1 0 m g c o m c t x 3 0.

-2 0 m g c o m c t x 3 0.

0 7 / 10 / 202 4 -1 04 52 – G E NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 7 /1 0 /20 2 4 -10 4 52 – G EN ÉR I C O – No ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 7 /1 0 /20 2 4 A p r e se n ta ç õ e s 4 .

Co n tr a i n d ic a çõ e s 5 . A d v e r tên c i a s e p r e c a u ç õ e s 7.

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d ic a m e n to D iz e r e s le g a i s V P S -1 0 m g c o m c t x 3 0.

-2 0 m g c o m c t x 3 0.

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
5 MG COM CT BL AL AL X 30Tarja vermelha7896112126171R$ 23,74
10 MG COM CT BL AL AL X 30Tarja vermelha7896112126225R$ 31,17
20 MG COM CT BL AL AL X 30Tarja vermelha7896112126270R$ 58,36
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

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