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Angiopril

Maleato de enalapril · Diffucap - Chemobrás Química e Farmacêutica Ltda. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoMaleato de enalapril
FabricanteDiffucap - Chemobrás Química e Farmacêutica Ltda
Registro MS1.0430.0046
Classe terapêuticaInibidores da enzima conversora da angiotensina, monodroga
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 35,14
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Angiopril

Fonte: bula do fabricante (Diffucap - Chemobrás Química e Farmacêutica Ltda) publicada no bulário digital Sara · bula de 12/04/2024 · conferida em 25/10/2026

Versão para o paciente

—

Identificação do medicamento

\\ Angiopril ® (maleato de enalapril) Diffucap-Chemobras Química e Farmacêutica LTDA.

Comprimidos 10 mg

ANGIOPRIL ® maleato de enalapril

Medicamento similar equivalente ao medicamento de

Referência.

—

Apresentações

Comprimidos de 10 mg em embalagens com 30 e 500 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

—

Composição

Cada comprimido de 10 mg contém 10 mg de maleato de enalapril equivalente a 7,64 mg de enalapril como base livre.

Excipientes: bicarbonato de sódio, lactose, amido, amido pré-gelatinizado, óxido amarelo de ferro e estearato de magnésio.

01

Para que este medicamento é indicado?

Seu médico prescreveu ANGIOPRIL ® para controlar a pressão alta ou melhorar o desempenho do seu coração (tratamento da insuficiência cardíaca). ANGIOPRIL ® também é usado para a prevenção de insuficiência cardíaca sintomática.

Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca que apresentam sintomas, ANGIOPRIL ® retarda a piora da insuficiência cardíaca e reduz a necessidade de internação hospitalar por insuficiência cardíaca. ANGIOPRIL ® também ajuda alguns desses pacientes a viverem mais.

Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca em estágio inicial, antes do desenvolvimento dos sintomas, ANGIOPRIL ® ajuda a prevenir o enfraquecimento do desempenho cardíaco e a retardar o aparecimento de sintomas (por exemplo, falta de ar, cansaço após atividades físicas leves, tais como caminhada, ou inchaço dos tornozelos e pés). Esses pacientes poderão precisar de menos hospitalizações por insuficiência cardíaca.

Ao tomar ANGIOPRIL ®, alguns pacientes com insuficiência cardíaca podem ter risco mais baixo de sofrer ataque cardíaco (infarto do miocárdio).

02

Como este medicamento funciona?

ANGIOPRIL ® é um medicamento que pertence ao grupo de fármacos denominado inibidores da enzima conversora de angiotensina (inibidore s da ECA).

ANGIOPRIL ® age dilatando os vasos sanguíneos para ajudar o coração a bombear sangue com mais facilidade para todas as partes do corpo. Essa ação ajuda a diminuir a pressão alta. Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca, ANGIOPRIL ® auxilia o coração a funcionar melhor. Em geral, este medicamento começa a agir uma hora depois de tomado e seu efeito dura pelo menos 24 horas. Para algumas pessoas, várias semanas poderão ser necessárias até que se observe o melhor efeito do tratamento em sua pressão arterial.

Informações ao paciente com pressão alta O que é pressão arterial?

A pressão gerada pelo seu coração ao bombear o sangue para todas as partes do seu corpo é chamada de pressão arterial. Sem a pressão arterial, o sangue não circularia pelo seu corpo. A pressão arterial normal faz parte da boa saúde. Sua pressão arterial sofre alterações durante o transcorrer do dia, dependendo da atividade, do estresse e da excitação.

A leitura da pressão arterial é composta por dois números, por exemplo, 120/80 (cento e vinte por oitenta). O número mais alto mede a força com o que seu coração bombeia o sangue. O número mais baixo mede a força do coração em repouso, entre os batimentos cardíacos.

O que é pressão alta (ou hipertensão)?

Você tem pressão alta (ou hipertensão) se sua pressão arterial permanece alta mesmo quando você está calmo(a) e relaxado(a). A pressão alta desenvolve-se quando os vasos sanguíneos se estreitam e dificultam o fluxo do sangue.

Como faço para saber se tenho pressão alta?

Em geral, a pressão alta não apresenta sintomas. A única maneira de saber se você tem hipertensão é medindo sua pressão arterial. Por isso, você deve medir sua pressão arterial regularmente.

Por que a pressão alta (ou hipertensão) deve ser tratada?

Se não for tratada, a pressão alta pode causar danos a órgãos essenciais para a vida, tais como o coração e os rins. Você pode estar se sentindo bem e não apresentar sintomas, mas a hipertensão pode causar acidente vascular cerebral (derrame), infarto do miocárdio (ataque cardíaco), insuficiência cardíaca, insuficiência renal ou cegueira. A pressão alta pode ser tratada e controlada com o uso de medicamentos, tal como o ANGIOPRIL ®.

Seu médico pode lhe dizer qual a pressão arterial ideal para você . Memorize esse va lor e siga as orientações do médico para atingir a pressão arterial ideal.

Informações aos pacientes com insuficiência cardíaca O que é insuficiência cardíaca?

Insuficiência cardíaca significa que o músculo car díaco não consegue mais bombear o sangue com força suficiente para enviar para todo o corpo todo o sangue necessário. Insuficiência cardíaca não é o mesmo que ataque cardíaco. Alguns pacientes apresentam insuficiência cardíaca após terem um ataque cardíaco, no entanto, também exi stem outras causas de insuficiência cardíaca.

Pacientes nos estágios iniciais de insuficiência cardíaca podem não apresentar nenhum sintoma.

Conforme a insuficiência cardíaca progride, os pacientes podem sentir falta de ar ou cansa r-se mais facilmente após atividades físic as leves, tal como caminhada. Pode haver acúmulo de líquidos em diferentes partes do corpo, frequentemente notado em primeiro lugar ao redor dos tornozelos e nos pés. Na insuficiência cardíaca grave, os pacientes podem apresentar sintomas mesmo em repouso.

Por que a insuficiência cardíaca deve ser tratada?

Todos os sintomas da insuficiência cardíaca podem restringir suas atividades diárias. Seu médico pode recomendar vários medicamentos que podem melhorar os sinai s e sintomas da insuficiência cardíaca (po r exemplo, ANGIOPRIL ® e/ou um diurético). Se você seguir as orientações de seu médico, sua capacidade física pode melhorar. Você poderá respirar com mais facilidade, sentir-se menos cansado e apresentar menos inchaço.

Em pacientes com insuficiência cardíaca sem sintomas, o tratamento com medicamentos, tais como o ANGIOPRIL ® pode ajudar a retardar a progressão da doença e o início dos sintomas.

Em alguns pacientes com insuficiência cardíaca que apresentam sintomas, ANGIOPRIL ® reduziu a piora da insuficiência cardíaca, ajudando-os a viver por mais tempo. Em muitos pacientes, ANGIOPRIL ® também reduziu o risco de ataque cardíaco (infarto do miocárdio) e a necessidade de internação hospitalar por insuficiência cardíaca.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Você não deve tomar ANGIOPRIL ® se:

 for alérgico(a) a qualquer um de seus componentes (veja o item COMPOSIÇÃO );

 foi tratado(a) com medicamentos do mesmo grupo de ANGIOPRIL ® (inibidores da ECA) e apresentou reaç ões alérgicas, tais como inchaço da face, dos lábios, da língua e/ou da garganta, que dificultaram sua respiração ou sua capacidade de engolir. Você não deve tomar ANGIOPRIL ® se tiver apresentado alguma dessas reações alérgicas sem causa conhecida ou se tiver nascido com esse tipo de alergia;

 tem diabetes e está tomando um medicamento chamado alisquireno para reduzir a pressão arterial.

 estiver tomando um medicamento que contenha um inibidor de neprilisina (por exemplo, sacubitril). Não utilize ANGIOPRIL ® por pelo menos 36 horas antes ou depois de tomar sacubitril/valsartana, um medicamento contendo um inibidor de neprilisina.

Contate seu médico caso não tenha certeza se deve iniciar o tratamento com ANGIOPRIL ®

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Informe ao seu médico quaisquer problemas médicos e tipos de alergia que tenha ou tenha tido.

Informe ao seu médico se tiver qualquer tipo de doença cardíaca, se estiver sendo submetido a hemodiálise ou sendo tratado com diuréticos e se tiver apresentado recentemente diarreia ou vômito excessivos. Também informe se estiver fazendo dieta com restrição de sal, tomando suplementos de potássio, agentes poupadores de potássio, substitutos do sal contendo potássio ou outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima), tiver diabetes ou qualquer problema renal, uma vez que essas condições podem causar níveis elevados de potássio no sangue que podem ser graves. Nesses casos, pode ser que seu médico p recise ajustar a dose de ANGIOPRIL ® ou monitorar seu nível de potássio no sangue. Se você sofre de diabetes e está tomando antidiabético oral ou insulina, deve monitorar atentamente níveis baixos de glicose no sangue, especialmente durante o primeiro mês de tratamento com ANGIOPR IL ®.

Informe ao seu médico se já apresentou reação alérgica, como inchaço da face, dos lábios, da língua e/ou da garganta com dificuldade para engolir ou respirar.

Informe ao seu médico se tiver pressão baixa (você pode perceber se tem isso se já sentiu tonturas ou teve desmaios, principalmente ao ficar de pé).

Antes de cirurgias e anestesias (mesmo no consultório odontológico), diga ao médico ou ao dentista que está tomando ANGIOPRIL ®, pois pode ocorrer queda repentina da pressão arterial associada à anestesia.

Informe o seu médico se você estiver tomando um medicamento que contenha um inibidor de neprilisina (por exemplo, sacubitril).

Informe o seu médico se você estiver tomando um medicamento contendo vildagliptina.

Gravidez e amamentação:

O uso de ANGIOPRIL ® não é recomendado para mulheres grávidas.

Ainda não se sabe se o uso de ANGIOPRIL ® apenas nos primeiros três meses de gravidez também pode causar efeitos prejudiciais. Em um estudo, foi relatado que recém-nascidos cujas mães tomaram inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) durante os três primeiros meses de gravidez apresentaram maior risco de defeitos de nascença. O número de defeitos de nascença foi pequeno e o estudo não foi repetido.

Os inibidores da ECA, incluindo ANGIOPRIL ®, podem prejudicar o desenvolvimento e até causar morte do feto se tomados durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez.

Se você estiver grávida ou pretende engravidar, informe o seu médico antes de iniciar a terapia com ANGIOPRIL ®, de forma que outro tratamento possa ser considerado.

ANGIOPRIL ® é excretado no leite materno em quantidades muito pequenas. Avise ao seu médico se estiver amamentando ou pretende amamentar.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Uso pediátrico: O ANGIOPRIL ® foi avaliado em crianças. Para mais informações, consulte o seu médico.

Dirigir ou Operar máquinas:

As respostas ao medicamento podem variar de pessoa para pessoa. Alguns efeitos adversos relatados com o uso de ANGIOPRIL ® podem afetar a habilidade de alguns pacientes de dirigir ou operar máquinas (veja o item 8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE

Me causar?).

Interações Medicamentosas Em geral, ANGIOPRIL ® pode ser tomado com outros medicamentos, no entanto, é importante informar ao seu médico ou dentista os outros medicamentos que estiver tomando, incluindo os que são vendidos sem receita, pois alguns medicamentos podem afetar a ação de outros. Para prescrever a dose correta de ANGIOPRIL ®, é muito importante que seu médico saiba se você está tomando outros medicamentos para controlar a pressão, diuréticos, medicamentos que contenham potássio (incluindo substitutos do sal da dieta), ou outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima), medicamentos para diabetes (incluindo antidiabéticos orais e insulina), lítio (medicamento utilizado para tratar um tipo de depressão) ou certos medicamentos para dor em geral e dor nas articulações, incluindo terapia com ouro. Informe ao médico sobre o seu consumo de álcool.

Consulte o seu médico se estiver usando um medicamento inibidor de mTOR (por exemplo, tensirolimo, sirolimo, everolimo) ou um medicamento que contenha um inibidor de neprilisina (por exemplo, sacubitril) ou vildagliptina, uma vez que a coadministração com ANGIOPRIL ® pode aumentar o risco de uma reação alérgica chamada angioedema.

Este medicamento contém Lactose.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Produto sensível à umidade e manuseio: os comprimidos somente devem ser retirados da embalagem no momento do uso e não devem ser cortados, pois essa prática pode resultar em quebra ou esfarelamento. Não corte o blister nem armazene o produto em locais que possam danificá-lo.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aparência:

ANGIOPRIL ®10 mg: comprimido amarelo claro, circular e biconvexo.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcan ce das crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

ANGIOPRIL ® pode ser tomado durante ou entre as refeições. A maioria das pessoas toma

ANGIOPRIL ® com água.

Tome ANGIOPRIL ® diariamente, exatamente conforme a orientação de seu médico. É muito importante que continue tomando ANGIOPRIL ® pelo tempo que o médico lhe receitar. Não tome mais comprimidos que a dose prescrita.

Hipertensão: para a maioria dos pacientes, a dose inicial usual recomendada é de 10 a 20 mg uma vez ao dia. Alguns pacientes podem necessitar de uma dose inicial mais baixa. A dose habitual para uso prolongado é de 20 mg uma vez por dia. A dose máxima para uso prolongado é de 40 mg uma vez por dia.

Insuficiência Cardíaca: a dose inicial usual recomendada é de 2,5 mg uma vez por dia. Seu médico irá aumentar essa quantidade gradativamente, até atingir a dose correta para o seu caso.

A dose habitual para uso prolongado é de 20 mg ao dia em dose única ou dividida em duas tomadas. A dose máxima para uso prolongado é de 40 mg ao dia dividida em duas tomadas.

Tenha muito cuidado ao tomar a primeira dose ou ao aumentar a dose. Avise seu médico imediatamente se apresentar tontura ou atordoamento.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Você deve tomar ANGIOPRIL ® conforme a receita médica. Se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Qualquer medicamento pode apresentar efeitos inesperados ou indesejáveis, denominados efeitos adversos. ANGIOPRIL ® em geral é bem tolerado. Os efeitos adversos mais frequentes são tontura, dor de cabeça, cansaço e fraqueza. Outros efeitos adversos que ocorreram com menos frequência foram sensação de desmaio iminente pela queda brusca da pressão arterial, fraqueza, náuseas, diarreia, cãibras, erupções cutâneas e tosse. Outra reação adversa que pode ocorrer é sensação de desmaio iminente ao ficar de pé rapidamente, causada por queda da pressão arterial.

Raramente também podem ocorrer outros efeitos adversos e alguns deles podem ser graves.

Peça mais informações sobre efeitos adversos ao seu médico ou farmacêutico. Eles têm uma lista mais completa dos efeitos adversos, como estes:

Hipersensibilidade/edema angioneurótico: edema: hipersensibilidade/tendência a inchaço (edema angioneurótico), reações alérgicas como inchaço da face, dos lábios, da língua, da glote e/ou da laringe e das extremidades foram relatadas raramente. Em casos muito raros, foi relatado inchaço do tecido intestinal (angioedema intestinal) com inibidores da enzima conversora de angiotensina, inclusive com o enalapril. Reações adversas que ocorreram muito raramente em estudos clínicos controlados ou após a comercialização incluem:

Cardiovasculares: ataque cardíaco ou derrame cerebral possivelmente devido à pressão excessivamente baixa em pacientes de alto risco (pacientes com distúrbios do fluxo sanguíneo do coração e/ou cérebro), dor no peito, distúrbios do ritmo cardíaco, palpitações, angina pectoris, dores de origem vascular nos dedos das mãos ou dos pés (fenômeno de Raynaud).

Endócrino: síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (SIADH).

Gastrintestinais: obstrução intestinal (íleo paralítico), inflamação do pâncreas, insuficiência do fígado, inflamação do fígado, icterícia, dor abdominal, vômitos, indigestão, constipação, perda de apetite, inflamação da mucosa da boca com ulcerações (estomatite).

Sistemas Nervoso/Psiquiátrico: depressão, confusão mental, sonolência, dificuldade para dormir, nervosismo, formigamento ou dormência das mãos ou pés, tontura, anormalidades no padrão de sonhos.

Metabolismo: foram relatados casos de diminuição da quantidade de açúcar n o sangue (hipoglicemia) em pacientes diabéticos recebendo agentes antidiabéticos orais ou insulina.

Respiratórios: acúmulo anormal de material nos pulmões (infiltrados pulmonares), estreitamento das vias aéreas (broncospasmo/asma), dificuldade de respirar, coriza, dor d e garganta e rouquidão.

Pele: transpiração intensa, reações cutâneas graves, coceira, urticária, queda de cabelo.

Outros: impotência, rubor (vermelhidão repentina da pele, principalmente no rosto, no pescoço e na parte superior do tórax), a lteração do paladar, zumbido nos ouvidos, inflamação da m ucosa da língua (glossite), visão embaçada.

Foi relatado um complexo sintomático que pode incluir alguns, dos seguintes sintomas ou todos eles: febre, inflamação das membranas serosas (serosite), inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite), dor muscular e articular (mialgia/miosite, artralgia/artrite), alterações em alguns exames de laboratório (fator antinúcleo positivo, VHS elevada, eosinofilia e leucocitose).

Podem ocorrer erupções cutâneas, fotossensibilidade ou outras manifestações na pele.

Achados de Exames Laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais padrão raramente foram associadas com a administração de ANGIOPRIL ®. Foram observados aumento de ureia e creatinina no sangue e elevação dos testes de função do fígado (enzimas hepáticas e/ou bilirrubina sérica), geralmente reversíveis com a descontinuação de

ANGIOPRI ®. Ocorreram aumento dos níveis de potássio e diminuição dos níveis de sódio no sangue.

Informe ao seu médico ou farmacêutico imediatamente sobre a ocorrência dos sintomas acima e de qualquer outro sintoma pouco comum.

Pare de tomar ANGIOPRIL ® e entre em contato com seu o médico imediatamente se apresentar:

 inchaço da face, dos lábios, da língua e/ou da garganta que possa dificultar sua respiração ou capacidade de engolir;

 inchaço das mãos, dos pés ou dos tornozelos;

 urticária.

Pacientes negros correm maior risco de apresentar essas reações aos inibidores da ECA.

Poderá ocorrer uma baixa maior na pressão com a dose inicial em relação a que ocorrerá durante o tratamento contínuo. Essa queda de pressão poderá se manifestar como desmaio ou tontura e pode ser amenizada se você se deitar. Se ficar preocupado(a), entre em contato com o seu médico.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Avise seu médico imediatamente para que ele possa prestar atendimento de urgência. Os sintomas mais prováveis serão sensação de desmaio iminente ou tontura em razão de queda repentina ou excessiva da pressão arterial.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

M.S. 1.0430.0046 Farm. Resp.: Dr Alexandre Carnevale de Souza – CRF-RJ nº 9621 Registrado e Fabricado por: Diffucap-Chemobras Química e Farmacêutica Ltda.

Rua Goiás, 1232 - Quintino Bocaiúva - Rio de Janeiro-RJ

CEP: 21380-010

CNPJ 42.457.796/0001-56 Indústria Brasileira Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC): 0800-282-9800 www.diffucap.com.br

Venda sob prescrição médica.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 05/08/2021.

Código de arte: 15304404

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

Angiopril® (maleato de enalapril) Diffucap-Chemobras Química e Farmacêutica

Ltda.

Comprimidos 10 mg e 20mg Angiopril ® (maleato de enalapril) Diffucap-Chemobras Química e Farmacêutica LTDA.

Comprimidos 10 mg

ANGIOPRIL ® maleato de enalapril

Medicamento similar equivalente ao medicamento de

Referência.

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Apresentações

Comprimidos de 10 mg em embalagens com 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido de 10mg contém 10 mg de maleato de enalapril equivalente a 7,64 mg de enalapril como base livre .

Excipientes: : bicarbonato de sódio, lactose, amido, amido pré-gelatinizado, óxido amarelo de ferro e estearato de magnésio.

01

Indicações angiopril

® é indicado para o tratamento de todos os graus de hipertensão essencial, tratamento da hipertensão renovascular e todos os graus de insuficiência cardíaca.

Em pacientes com insuficiência cardíaca sintomática, ANGIOPRIL ® também é indicado para aumentar a sobrevida, retardar a progressão da insuficiência cardíaca e reduzir as hospitalizações por insuficiência cardíaca.

Prevenção de insuficiência cardíaca sintomática: em pacientes com disfunção ventricular esquerda assintomáticos, ANGIOPRIL ® é indicado para retardar o desenvolvimento de insuficiência cardíaca sintomática e reduzir as hospitalizações por insuficiência cardíaca.

Prevenção de eventos coronarianos isquêmicos: em pacientes com disfunção ventricular esquerda, ANGIOPRIL ® é indicado para reduzir a incidência de infarto do miocárdio e as hospitalizações por angina instável.

02

Resultados de eficácia

Um estudo multicêntrico, duplo-cego e controlado com placebo sobre disfunção ventricular esquerda (Studies of Left Ventricular Dysfunction, SOLVD) avaliou os efeitos de

ANGIOPRIL ® em 6.797 pacientes; destes, 2.569 pacientes com todos os graus de insuficiência cardíaca sintomática (principalmente leve a moderad a, classes II e III da New York Heart Association - NYHA) foram distribuídos de modo randômico para o braço de tratamento e 4.228 pacientes com disfunção assintomática do ventrículo esquerdo, para o braço de prevenção. Os resultados combinados demonstraram redução do risco global dos principais eventos isquêmicos. ANGIOPRIL ® reduziu a incidência de infarto do miocárdio e o número de hospitalizações decorrentes de angina instável em pacientes com disfunção ven tricular esquerda.

Além disso, no braço de prevenção, ANGIOPRIL ® preveniu de forma significativa o desenvolvimento da insuficiência cardíaca sintomática e reduziu o número de hospitalizações por insuficiência cardíaca. No braço de tratamento, ANGIOPRIL ®, como adjuvante ao tratamento convencional, reduziu significativamente a taxa global de mortalidade e hospitalização por insuficiência cardíaca e melhorou a classificação funcional de acordo com os critérios da NYHA.

Em um estudo semelhante que envolveu 253 pacientes com insuficiência cardíaca grave (classe IV da NYHA), demonstrou-se que ANGIOPRIL ® melhorou os sintomas e reduziu a mortalidade significativamente.

As propriedades cardioprotetoras de ANGIOPRIL ® foram demonstradas nesses estudos pelos efeitos benéficos na sobrevida e no retardamento da progressão da insuficiência cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca sintomática, no retardamento do desenvolvimento de insuficiência cardíaca sintomática em pacientes assintomáticos com disfunção ventricular esquerda e na prevenção de eventos isquêmicos coronarianos em pacientes com disfunção ventricular esquerda, especificamente na redução da incidência de infarto do miocárdio e de hospitalização por angina instável.

03

Características farmacológicas angiopril

® é o sal maleato de enalapril, um derivado de dois aminoácidos (L-alanina e L-prolina). Após administração por via oral, o enalapril é rapidamente absorvido e, a seguir, hidrolisado a enalaprilato, um inibidor da enzima conversora de angiotensina (ECA) não sulfidrílico, de longa ação e altamente específico.

ANGIOPRIL ® é indicado para o tratamento de todos os graus de hipertensão essencial e para tratamento da hipertensão renovascular. Pode ser usado isoladamente, como terapia inicial, ou simultaneamente com outros anti-hipertensivos (particularmente diuréticos).

ANGIOPRIL ® também é indicado para o tratamento e a prevenção de insuficiência cardíaca.

Mecanismo de ação: a enzima conversora da angiotensina (ECA) é uma peptidil-dipeptidase que catalisa a conversão da angiotensina I à substância pressora angiotensina II. Depois da absorção, o enalapril é hidrolisado a enalaprilato, o qual inibe a enzima conversora da angiotensina. A inibição da ECA resulta na diminuição da angiotensina II plasmática, o que aumenta a atividade da renina plasmática (em razão da remoção do feedback negativo da liberação de renina) e diminui a secreção de aldoster ona.

A enzima conversora da angiotensina é idêntica à cininase II, portanto o enalapril pode também bloquear a degradação de bradicinina, um potente vasopressor peptídico. Entretanto, ainda não foi esclarecido como isso gera o efeito terapêutico. Apesar d e se acreditar que o mecan ismo pelo qual o enalapril diminui a pr essão arterial seja essencialmente pela supress ão do sistema renina -angiotensina -aldosterona, o qual desempenha imp ortante papel na regulação da pressão arterial, o enalapril é anti -hipertens ivo mesmo em pacientes hipertensos com renina baixa.

Farmacocinética : o maleato de enalapril oral é rapidamente absorvido e as concentrações máximas plasmáticas de enalapril ocorrem em uma hora. Com base na recuperação na urina, a taxa de absorção do male ato de enalapril oral é de aproximadamente 60%.

Após a absorção, o enalapril oral é rápid o e extensivamente hid rolisado a enalaprilato, um potente inibidor da enzima conversora de angiotensina. As concentrações máximas plasmáticas do enalaprilato ocorrem 3 a 4 horas depois de uma dose oral de maleato de enalapril. A excreção do enalapril é principalmente renal. Os principais componentes na urina são: enalaprilato, que contribui com 40% da dose, e enalapril intacto. Exceto pela conversão a enalaprilato, não há evidência de metabolis mo significante do enalapril. O perfil de concentração sérica do enalaprilato exibe um a fase terminal prolongada, aparentemente associado à ligação com a ECA. Em indivíduos com função renal normal, as concentrações séricas em estado de equilíbrio do enalaprilato foram atingidas por volta do quarto dia da administração do maleato de enalapril. A meia-vida efetiva para acúmulo do enalaprilato após múltiplas doses de maleato de enalapril oral é de 11 horas. A absorção do maleato de enalapril oral não é influenciada pela presença de alimentos no trato gastrintestinal. A extensão da absorção e a hidrólise do enalapril são semelhantes para as diversas doses na faixa terapêutica recomendada.

Farmacodinâmica: a administração do maleato de enalapril a pacientes hipertensos resulta na redução da pressão arterial tanto na posição supina como de pé sem aumento significativo da frequência cardíaca.

Hipotensão sintomática postural não é frequente. Em alguns pacientes, a redução ideal da pressão arterial pode requerer várias semanas de tratamento. A retirada abrupta de maleato de enalapril não foi associada ao rápido aumento da pressão arterial.

A inibição efetiva da atividade da ECA usualmente ocorre 2 a 4 horas depois da administração oral de uma única dose de enalapril. O início da atividade anti-hipertensiva geralmente foi observado em uma hora e as reduções máximas, 4 a 6 horas após a administração. A duração do efeito é relacionada à dose. Entretanto, nas doses recomendadas, demonstrou-se que os efeitos anti-hipertensivo e hemodinâmico mantêm-se durante 24 horas, no mínimo.

O tratamento anti-hipertensivo com enalapril induz regressão significativa da hipertrofia ventricular esquerda, preservando o desempenho sistólico do ventrículo esquerdo.

Em estudos hemodinâmicos que envolveram pacientes com hipertensão essencial, a redução da pressão arterial foi acompanhada de redução da resistência arterial periférica e aumento do débito cardíaco, bem como pequena ou nenhuma alteração da frequência cardíaca. Após a administração do maleato de enalapril, o fluxo sanguíneo renal aumentou e a taxa de filtração glomerular não se alterou. Entretanto, em pacientes cujas taxas de filtração glomerular eram baixas antes do tratamento, geralmente ocorreu aumento.

A administração crônica de ANGIOPRIL ® para pacientes com hipertensão essencial e insuficiência renal pode estar associada à melhora da função renal, evidenciada pelo aumento da taxa de filtração glomerular.

Em estudos clínicos de curta duração que envolveram pacientes nefropatas com e sem diabetes, foram observadas reduções da albuminúria, da excreção de IgG e das proteínas totais na urina após a administração de enalapril.

Quando administrado com diuréticos tiazídicos, os efeitos redutores da pressão arterial de maleato de enalapril são, no mínimo, aditivos. Maleato de enalapril pode reduzir ou evitar o desenvolvimento da hipocalemia induzida pelos tiazídicos.

O tratamento com ANGIOPRIL ® geralmente não está associado a reações adversas no ácido úrico plasmático.

O tratamento com ANGIOPRIL ® foi associado a efeitos favoráveis nas frações lipoproteicas no plasma e favorável ou sem efeito nos níveis totais de colesterol.

Em pacientes com insuficiência cardíaca sob tratamento com digitálicos e diuréticos, o tratamento com ANGIOPRIL ® foi associado à redução da resistência periférica e da pressão arterial. O débito cardíaco aumentou, enquanto a frequência cardíaca (geralmente elevada em pacientes com insuficiência cardíaca) diminuiu. A pressão capilar pulmonar também foi reduzida. A tolerância ao exercício e a gravidade da insuficiência cardíaca, de acordo com os critérios da New York Heart Association, melhoraram. Esses efeitos mantiveram-se durante o tratamento crônico.

Em pacientes com insuficiência cardíaca leve a moderada, o enalapril retardou a dilatação/aumento e insuficiência progressivos, como evidenciado pelos volumes finais diastólico e sistólico do ventrículo esquerdo e pela melhora da fração de ejeção.

Os dados clínicos demonstraram que o enalapril reduziu a frequência de arritmia ventricular em pacientes com insuficiência cardíaca, embora os mecanismos subjacentes e a relevância clínica não sejam conhecidos.

04

Contraindicações angiopril

® é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes, pacientes com histórico de edema angioneurótico relacionado a utilização de inibidores da enzima conversora de angiotensina e pacientes com angioedema hereditário ou idiopático.

ANGIOPRIL ® não deve ser administrado com alisquireno em pacientes com diabetes (veja o item 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).

ANGIOPRIL ® é contraindicado em combinação com um inibidor de neprilisina (por exemplo, sacubitril). Não administre ANGIOPRIL ® dentro de 36 horas antes ou depois de utilizar sacubitril/valsartana, um produto contendo um inibidor de neprilisina (Veja os itens 5.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES e 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).

05

Advertências e precauções

Hipotensão sintomática: raramente foi observada hipotensão sintomá tica em pacientes com hipertensão não complicada; em pacientes hipertensos tratados co m ANGIOPRIL ®, existe maior probabilidad e de ocorrer hipotensão quando houver depleção de volume consequente , por exemplo, à terapia diurética, r estrição de sal na dieta, diálise, diarreia ou vômitos (veja o item 6.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS e item 9. REAÇÕES ADVERSAS ). Observou -se hipotensão si ntomática em pacientes com insuficiência cardíaca, com ou sem insuficiência renal associada; essa ocorrên cia é mais comum em pacien tes com graus mais avançados de insuficiência cardíaca , conforme indicado pelo uso de altas doses de diuréticos de alça, hiponatremia ou comprometimento da função renal. Nesses pacientes, a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica e quaisquer ajustes da dose de ANGIOPRIL ® e/ou do diurético devem ser cuidadosamente monitorizados. Considerações semelhantes podem aplicar-se a pacientes com doença isquêmica cardíaca ou vascular cerebral, nos quais a queda excessiva da pressão arterial poderia resultar em infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral.

Se ocorrer hipotensão, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, receber infusão intravenosa de solução salina. Uma resposta hipotensora transitória não representa contraindicação para novas doses, as quais podem ser administradas, geralmente sem dificuldade, depois que a pressão arterial responder à expansão de volume.

Em alguns pacientes com insuficiência cardíaca, cuja pressão arterial é normal ou baixa, podem ocorrer reduções adicionais da pressão arterial sistêmica com o uso de ANGIOPRIL ®; esse efeito é esperado e geralmente não constitui razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão tornar-se sintomática, podem ser necessárias redução da dose e/ou descontinuação do diurético e/ou de ANGIOPRIL ®.

Estenose aórtica/cardiomiopatia hipertrófica: a exemplo de todos os vasodilatadores, deve-se ter cuidado ao administrar inibidores da ECA a pacientes com obstrução da via de saída do ventrículo esquerdo.

Comprometimento da função renal: em alguns pacientes, a hipotensão decorrente do início da terapia com inibidores da ECA pode ocasionar certo grau adicional de deterioração da função renal; foi relatada, nessa situação, insuficiência renal aguda, em geral, reversível.

Pacientes com insuficiência renal podem requerer doses mais baixas e/ou menos frequentes de ANGIOPRIL ® (veja o item 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR). Em alguns pacientes com estenose da artéria renal bilateral ou estenose da artéria renal de rim único, foram observados aumentos dos níveis séricos de ureia e creatinina, geralmente reversíveis com a interrupção da terapia. Isso é particularmente provável em pacientes com insuficiência renal.

Alguns pacientes sem patologia renal preexistente evidente apresentaram aumentos geralmente discretos e transitórios de ureia e creatinina sanguíneas quando receberam ANGIOPRIL ® concomitantemente com um diurético; pode ser necessária a redução da posologia e/ou a interrupção do diurético e/ou de ANGIOPRIL ®.

Hipersensibilidade/edema angioneurótico: edema angioneurótico de face, lábios, língua, glote e/ou laringe e extremidades, que pode ocorrer em qualquer momento do tratamento, foi relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da ECA, inclusive com ANGIOPRIL ®. Nessas situações, ANGIOPRIL ® deve ser imediatamente descontinuado e o paciente deve ser observado até a resolução completa dos sintomas antes de rece ber alta . Mesmo nos casos em que haja somente inchaço da língua , sem comprometimento respira tório, os pacientes podem necessitar de observação prolongada, uma vez que o tratamento com anti -histamínicos e c orticosteroides pode não ser suficient e.

Muito raramente, foram relatadas mortes em razão de angioedema a ssociado com edema de laringe ou líng ua. Os pacientes com envolvimento de língua, glote ou laringe estão suscetíveis a apresentar obstrução das vias a éreas, especialmente aqueles com histó rico de cirur gia das vias aéreas. Quando houver envolvimento de língua, glote ou laringe e possibilidade de obstrução das vias aére as, o tratamento adequado, que pode incluir a administração de solução de epinefrina 1: 1.000 (0,3 a 0,5 mL) por via subcutâne a e/ou medidas que assegurem a desobstrução das vias aéreas, deve se r instituído imediatamente.

Foi rela tada incidência mais alta de angioedema em pacientes negros que recebiam inibidores da ECA do que em pacientes de outras raças.

Pacientes com históric o de angioede ma não relacionado ao tratamento com inibidores da ECA correm maior risco de apresentar angi oedema durante o tratament o com esses agentes ( veja o item 4. CONTRAINDICAÇÕES ).

Pacientes que recebem coadminis tração de um inibidor da ECA e um inib idor de mTOR (proteína -alvo da rapamicina em mamíferos) (por exemplo , tensirolimo, sirolimo, everolimo) podem apresentar maior risco de angioedema.

Pacientes que recebem terapia concomitante com um inibidor da ECA e um inibidor de neprilisina podem apresen tar maior risco de angiodema (Veja os itens 4.

CONTRAINDICAÇÕES e 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS ).

Pacientes que recebem terapia concomitante com um inibidor da ECA e vildagliptina podem apresentar risco aumentado de angioedema (Veja os itens 4. CONTRAINDICAÇÕES e 6.

Interações medicamentosas).

Reações anafilactoides durante dessensibilização com himenóptero: pacientes que recebiam inibidores da ECA raramente apre sentaram reações anafilactoides com risco de morte durante dessensibilização com veneno de himenó ptero. Essas reações foram evitadas com a suspensão temporária do inibidor da ECA antes de cada dessens ibilização.

Pacientes sob h emodiálise: foi relatada a o corrência de reações anafilactoides em pacientes submetidos à diálise com membranas de alto fluxo (por exemplo: AN 69) que recebiam concomitantemente um inibidor da ECA. Nesses pacientes, deve -se considerar a utilização de um outro tipo de membrana de diálise ou de uma classe diferente de agente anti-hipertensivo.

Tosse: foi relatada tosse com o uso dos inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente e desaparece com a descontinuação do tratamento. A tosse induzida por inibidores da ECA deve ser incluída no diagnóstico diferencial de tosse.

Cirurgia/anestesia: em pacientes submetidos a cirurgias importantes ou sob anestesia com agentes hipotensores, o enalapril bloqueia a formação de angiotensina II consequente à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão atribuível a esse mecanismo, a pressão arterial poderá ser normalizada pela expansão de volume.

Hipercalemia (veja também o item 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, Potássio Sérico): os fatores de risco para desenvolvi mento da hipercalemia incluem insuficiência renal, diabetes mellitus e uso concomitante de diurét icos poupadores de potássio (por exemplo, espironolactona, eplerenona, triantereno ou amilorida), suple mentos de potássio ou substituto s do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima).

O uso de suplementos de potássio, diuréticos poupadores de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio, particularmente em pacientes com função renal comprometida, pode levar a aumento significativo dos níveis séricos d e potássio. A hipercalemia pode causar arritmias sérias, algumas vez es fatais.

Se o uso concomitante d e ANGIOPRIL ® com qualquer um dos agentes mencionados aci ma for considerado apropriado, deverá ser feito com cautela e com monitoramento frequente dos nív eis séricos de potássio.

Hipoglicemia: pacientes diabéticos tratados com agentes antidiabéticos orais ou insulina que estiverem in iciando tratamento com um in ibidor da ECA devem ser orientados a monitorar rigorosamente a hipoglicemia, particularmente dura nte o primeiro mês de uso combinado ( veja o item 6. INTERAÇÕES MEDIC AMENTOSAS ).

Os comprimidos de ANGIOPRIL 20mg contém o corante amarelo TARTRAZINA, que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Gravidez e amamentação: Categoria de risco D.

Este medicamento nã o deve ser utilizado por mul heres grávidas sem orientaçã o médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

O uso de ANGIOPRIL ® durante a gravidez não é recomendado. O tratamento com

ANGIOPRIL ® deve ser su spenso o mais rápido possí vel depois da confirmação de gravidez, a menos que seja considerado vital para a mãe.

Em um estudo epidemiológico retrospectivo publicado, os recém -nascidos cujas mães receberam um inibidor da ECA durante o primeiro trimestre de gravidez pareceram ter ris co aumentado de importantes malformações congênitas em comparação com recém-nascidos de mães não expostas a inibidores da ECA no primeiro trimestre. O número de casos de defeitos congênitos é pequeno e os achados desse estudo ainda não foram repetidos.

Os inibidores da ECA podem causar morbidade e mortalidade fetal e neonatal quando administrados a mulheres no segundo e terceiro trimestres da gravidez. A utilização de inibidores da ECA durante esse período foi associada a danos para o feto e para o recém -nascido, incluindo hipotensão, insuficiência renal, hipercalemia e/ou hipoplasia de crânio no recém-nascido. Ocorreu oligoidrâmnio materno, presumivelmente representando redução da função renal fetal, podendo resultar em contraturas de membros, deformidades craniofaciais e desenvolvimento de pulmão hipoplásico. Se ANGIOPRIL ® for utilizado nesses casos, as pacientes devem ser devidamente informadas sobre o risco potencial que o medicamento acarreta para o feto. Essas reações adversas para o embrião e para o feto não parecem ter ocorrido quando a exposição intraute rina ao inibidor da ECA restringiu -se ao primeiro trimestre.

Nos raros casos em que a utilização de inibidores da ECA durante a gravidez for considerada essencial, deve-se solicitar ultrassonografias seriadas para avaliação do meio intra -amniótico. Se for detectado oligoidrâmnio, o tratamento com ANGIOPRIL ® deve ser suspenso, a menos que seja conside rado vital para a mãe. Pacientes e médicos devem, contudo, estar cientes de que o oligoidrâmnio pode nã o ser detectado antes de o f eto ter sofrido danos irreve rsíveis.

Os recém-nascidos de mães que tomaram ANGIOPRIL ® devem ser observados cuidadosamente, a fim de verificar a ocorrência de hipotensão, oligúria e hipercalemi a. O enalapril, que atravessa a placenta, foi removido da circulação neonatal por diálise p eritoneal com algum benefício clínico e, teoricamente, pode ser removido por exsanguineotransfusã o.

O enalapril e o enalaprilato são secretados no leite humano, em quantidades vestigiais . Deve-se ter cuidado ao prescrever ANGIOPRIL ® a mulheres que esteja m amamentando.

Uso pediátrico A segurança e a eficácia do ANGIOPRIL ® foram estabelecidas em pac ientes hipertensos de 1 mês a 16 anos de idade. O uso de ANGIOPRIL ® comprimidos nesse grupo etário é apoiado por evidências de estudos adequados e bem controlados de ANGIOPRIL ® em pacientes pediátricos e adultos, bem como por estudos publicados que envolviam pacientes pediátricos.

Em um estudo de farmacocinética de dose múltipla realizado em 40 pacientes pediátricos hipertensos (ex cluindo neonatos), ANGIOPRIL ® foi geralmente bem tolerado. A farmacocinética após administração oral do enalapril foi semelhant e nesses pacientes e comparável aos valores históricos em adult os.

Em um estudo clínico que envolveu 110 pacientes hipertensos com idade entre 6 e 16 anos, os pacientes com peso < 50 kg receberam diariamente 0,625 mg, 2,5 mg ou 20 mg de enalapril e os pacientes com peso ≥ 50 kg receberam 1,25 mg, 5 mg ou 40 mg, também diariamente. A administração do enalapril uma vez ao dia diminuiu a pressão sanguínea no vale de modo dependente da dose e a eficácia anti -hipertensiva foi consistente em tod os os subgrupos ( idade, estágio de Tanner, sexo e raça). Entretanto, a eficácia anti-hipertensiva parece não ter sido consistente com as doses mais baixas estudadas: 0,625 mg e 1,25 mg, correspondentes a uma média de 0,02 mg/kg uma vez ao dia. A dose máxima estudada foi de 0,58 mg/kg (até 40 mg) uma vez ao dia. Nesse estudo, ANGIOPRIL ® foi geralmente bem tolerado.

O perfil de reações adversas em pacientes pediátricos não é diferente do observado em pacientes adultos.

ANGIOPRIL ® não é recomendado a neonatos e pacientes pediátricos com taxa de filtração glomerular < 30 mL/min/1,73 m 2, já que não existem dados disponíveis para essa população de pacientes.

Efeito sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas: ao dirigir veículos ou operar máquinas, deve-se considerar que eventualmente podem ocorrer tontura ou cansaço.

06

Interações medicamentosas

Terapia anti-hipertensiva: a administração de ANGIOPRIL ® com outro anti-hipertensivo pode causar efeito aditivo.

Potássio sérico: (veja também o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES, Hipercalemia); em estudos clínicos, o potássio sérico geralmente permaneceu nos limites da normalidade. Em pacientes hipertensos que receberam apenas ANGIOPRIL ® durante até 48 semanas, foram observados aumentos médios do potássio sérico de aproximadamente 0,2 mEq/L. Nos pacientes que receberam ANGIOPRIL ® associado a um diurético tiazídico, o efeito espoliador de potássio do diurético foi, em geral, atenuado pelo efeito do enalapril.

Se ANGIOPRIL ® for administrado com um diurético espoliador de potássio, a hipocalemia induzida pelo diurético pode ser atenuada.

Os fatores de risco para o desenvolvimento de hipercalemia incluem insuficiência renal, diabetes mellitus e uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio (por exemplo: espironolactona, eplerenona, triantereno ou amilorida), suplementos de potássio, substitutos do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos que possam aumentar o nível de potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima).

O uso de suple mentos de potássi o, diuréticos poupadores de potá ssio, substitutos do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico particularmente em pacientes com comprometimento da função renal, pode resultar em aumentos significativos do potá ssio sérico. Caso essa conduta s eja considerada aprop riada,

ANGIOPRIL ® e esses agentes deverão ser usados com cuidado e o potássio sérico, monitorizado com frequência.

Antidiabéticos: estudos epidemiológic os sugeriram que a administração concomitante de inibidores da ECA com medicamento s antidiabéticos (insulinas, agentes hipoglicemiantes orais) pode causar aumento do efeito redutor da glicemia com risco de hipoglicemia. Esse fenômeno pareceu ser mais prováve l durante as primeiras semanas de tratamento com binado e em pacientes com insufi ciência renal. Em pac ientes diabéticos tratados com agentes antidiabéticos orais ou insulina, o controle glicêmico deve ser monitorado com atenção quanto à hipoglicemia, particularmente durante o primeiro mê s de tratamento c om um inibidor da ECA.

Lítio sérico: a exemplo de outros medicamentos que eliminam sódio, pode ocorrer redução da depuração do lítio, portanto os níveis séricos de lítio devem ser monitorados cuidadosamente s e houver necessidade de administrar sais de líti o.

Agentes anti-inflamatórios não esteroides, inclui ndo inibidores seletivos da ciclooxigenase -2: agentes anti-inflamatórios não esteroides, incluindo os inibidores seletivos da ciclooxigenase -2 (inibidores da COX-2), podem reduzir o efeito de diuréticos e de outros agentes anti-hipertensivos. Portanto, os efeitos anti-hipertensivos dos antagonistas dos receptores da angiotensina II ou dos inibidores da ECA podem ser atenuados pelos anti-inflamatórios não esteroides, incluindo os inibidores seletivos da COX-2.

Em alguns pacientes com disfunção renal (por exemplo, pacientes idosos ou hipovolêmicos, incluindo aqueles em tratamento com diuréticos) sob tratamento com anti-inflamatórios não esteroides, incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2, a coadministração de antagonistas dos receptores da angiotensina II ou de inibidores da ECA pode agravar a deterioração da função renal, incluindo possível falência renal aguda. Esses efeitos em geral são reversíveis.

Portanto, a combinação deve ser administrada com cautela em pacientes com a função renal comprometida.

Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona: Em pacientes com doença aterosclerótica estabelecida, insuficiência cardíaca ou diabetes com dano final em órgãos alvo, o bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona com antagonista de receptor da angiotensina, inibidor da ECA ou diretamente com inibidores da renina (como o alisquireno) está associado com um maior risco de hipotensão, síncope, hipercalemia e alterações na função renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparado a monoterapia. Deve-se monitorar atentamente a pressão sanguínea, a função renal e os eletrólitos em pacientes tratados com

ANGIOPRIL ® e outros agentes que afetem o sistema renina-angiotensina-aldosterona. Não coadministrar alisquireno com ANGIOPRIL ® em pacientes com diabetes. Evitar o uso de alisquireno com ANGIOPRIL ® em pacientes com comprometimento renal (TFG < 60mL/min).

Ouro: reações nitritoides (os sintomas incluem rubor facial, náuseas, vômitos e hipotensão) foram relatadas raramente em pacientes recebendo terapia com ouro injetável (aurotiomalato de sódio) e terapia concomitante com inibidores da ECA, incluindo enalapril.

Álcool: o álcool aumenta o efeito hipotensor dos inibidores da ECA.

Inibidores da proteína-alvo da rapamicina em mamíferos (mTOR): os pacientes em terapia concomitante com inibidores da mTOR (por exemplo, tensirolimo, sirolimo, everolimo) podem apresentar maior risco de angioedema (veja o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Inibidores de neprilisina: os pacientes que utilizam concomitantemente um inibidor da neprilisina (por exemplo, sacubitril) podem apresentar maior risco de angiodema (Veja os itens 4. CONTRAINDICAÇÕES e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ).

Vildag liptina: os pacientes que utilizam concomitantem ente vildagliptina podem apresentar maior risco de angioedema ( Veja os itens 4. CONTRAINDICAÇÕES e 5. ADVERTÊNCIAS e PRECAUÇÕES ).

07

Cuidados de armazenamento do medicamento

Conservar em temperatura ambiente ( 15°C a 30°C). Proteger da luz e umidade.

Prazo de validade: 24 meses após a data de fabricação impressa na embalagem .

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de valid ade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aparência:

ANGIOPRIL ® 10 mg: comprimido amarelo claro, circular e biconvexo.

Antes de usar, observe o aspec to do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

08

Posologia e modo de usar

Uma vez que a absorção dos comprimidos de ANGIOPRIL ® não é afetada pela ingestão de alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, d urante ou após as refeições.

A dose de 2,5 mg é citada apenas para informação. Embora os comprim idos de 2,5 mg de enalapril estejam disponíveis no mercado, ANGIOPRIL ® não é mais comercializado na concentração de 2,5 mg.

Hipertensão essencial: a dose inicial é de 10 mg a 20 mg uma vez ao dia, dependendo do grau de hipertensão. A dose inicial recomendad a para a hipertensão leve é de 10 mg ao dia. Para outros graus de hipertensão, a dose inicial é de 20 mg ao dia. A dose usual de manutenção é de um comprimido de 20 mg ao dia. A posologia deve ser aj ustada de acordo com a necessidade do paciente até o máximo de 40 mg ao dia.

Hipertensão renovascular: uma vez que a pressão arterial e a função renal nesses pacientes podem ser particularmente sensíveis à inibição da ECA, o tratamento deve ser iniciado com uma dose menor (por exemplo, 5 mg ou menos). A posolog ia, então, deve ser ajustada de acordo com a necessidade do paciente; espera -se que a maioria dos pacientes responda a um comprimido de 20 mg ao dia. Para os pacientes hipertensos que receberam diuré ticos recentemente, recomenda -se cautela (veja a seguir).

Terapia diurética co ncomitante na hip ertensão: pode ocorrer hipote nsão sintomática após a dose inicial de ANGIOPRIL ®, principalmente em pacientes tratados c oncomitantemente com diuréticos, portanto recomenda -se cuidado nesses casos, pois esses pacientes podem apresentar depleção de volume ou de sal. A terapia diurética deve ser descontinuada por 2 a 3 dias antes do início da terapia com ANGIOPRIL ®. Se isso nã o for possível, a dose inicial de ANGIOPRIL ® deve ser baixa (5 mg ou menos) para determinar o efeito inicial na pressão arterial. A posologia, então, deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente.

Posologia na insuficiência renal: geralmente, o intervalo entre as doses de enalapril deve ser prolongado e/ou a posologia diminuída.

Disfunção Renal Depuração Plasmática de Creatinina (mL/min) Dose Inicial (mg/dia) Leve Menor que 80 e maior que 30 mL/min 5 mg – 10 mg Moderada Menor ou igual a 30 e maior que 10 mL/min 2,5 mg – 5 mg Grave (normalmente esses pacientes estão sob diálise †) Menor ou igual a 10 mL/min 2,5 mg nos dias d e diálise †† † Veja o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES, Pacientes sob Hemodiálise.

†† O enalaprilato é dialisável. Nos dias em que o paciente não for submetido à diálise, a posologia deve ser ajustada à resposta da pressão arterial.

Insuficiência cardíaca/disfunção ventricular esquerda assintomática: a dose inicial para pacientes com insuficiência cardíaca sintomática ou disfunção ventricular esquerda assintomá tica é de 2,5 mg e deve ser administrada sob rígida super visão médica para se determinar o efei to inicial na pressão arterial. ANGIOPRIL ® pode ser utilizado para o controle da insuficiência cardíaca sintomática, ger almente com diuréticos e, quando apropriado, com digitálicos. Na ausência de hipotensão sintomátic a, após o início da terapia de insufic iência cardíaca com ANGIOPRIL ® ou após o controle efetivo da hipotensão, a dose deve ser aumentada gradualmente até a do se de manutenção usual de 20 mg, administ rada em dose única diária ou dividida em duas doses, conf orme tolerado pelo pa ciente. Essa titu lação da dose pode ser realizada em um período de 2 a 4 semanas ou menos, quando a presença de sinais ou sintomas residu ais de insuficiência cardíaca indicar. Em pacientes com insuficiência cardíaca sintomática, esse e squema posológico foi eficaz para redu zir a mortalidade.

A pressão arterial e a função renal devem ser rigorosamente monitorizadas antes e depois de iniciado o tratamento com ANGIOPRIL ®(veja o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES ), pois foram relatadas hipot ensão e, mais raramen te, consequente i nsuficiência renal. Em pacientes que utilizam diuréticos, a dose deverá ser reduzida, se possível, antes do início do tr atamento com ANGIOPRIL ®. O aparecimento de hipotensão após a dose inicial de

ANGIOPRIL ® não implica que ela voltará a ocorrer durante a terapia crônica e não impede o uso continuado de ANGIOPRIL ®. O potássio sérico também deverá ser monitorizado (veja o item “6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS ”).

09

Reações adversas

Em geral, ANGIOPRIL ® é bem tolerado. Em e studos clínicos, a incidência global de reações adversas não foi maior com ANGIOPRIL ® do que com placebo. Na maioria dos casos, as reações adversas foram leves e transitórias e não requereram a interrupção do tratamento.

As seguintes reações adversas fora m associadas ao uso de ANGIOPRIL ®: tontura e cefaleia foram as reações mais comumente relatadas; fadiga e astenia foram relatadas por 2% a 3% dos pacientes. Outras reações adversas ocorre ram em menos de 2% dos pacientes e incluíram hipotensão, hipotensão or tostática, síncope , náuseas, diarre ia, cãibras musculares, erupções cutâneas e tosse; menos frequentemente, houve relatos de disfunção renal, insuficiência renal e oligúria.

Hipersensibilidade/edema angioneurótico: edema angioneurótico de face, lábios, língua, glote e/ou laringe e extremidades foi relatado raramente (veja o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES). Em casos muito raros, foi relatado angioedema intestinal com inibidores da enzima conversora de angiotensina, inclusive com o enalapril.

Reações adversas que ocorreram muito raramente em estudos clínicos controlados ou após a comercialização incluem:

Cardiovasculares: infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral (possivelmente decorrentes de hipotensão excessiva em pacientes de alto risco (veja o item 5.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES), dor torácica, distúrbios do ritmo cardíaco, palpitações, angina pectoris e fenômeno de Raynaud.

Endócrino: síndrome da secreção inapropriada do ho rmônio antidiurético (SIADH).

Gastrintestinais: íleo paralítico, panc reatite, insuficiê ncia hepática, he patite (hepatocelular ou colestática), icterícia, vômitos, constipação, estomatite, dor abdominal, dispepsia, an orexia.

Sistemas nervoso/psiquiátrico: depressão, confusão mental, sonolência, insônia, nervosismo, parestesia, vertigem, anormalidades no padrã o de sonhos.

Metabolismo: foram relatados casos de hipoglicemia em pacientes diabéticos recebendo agentes antid iabéticos orais ou insulina ( veja o item 6. INTERAÇÕES

Medicamentosas ).

Respiratórios: infiltrados pulmonares, broncospasmo/asma, dispneia, rinorreia, dor de garganta e rouquidão.

Pele: diaforese, eritema polimorfo, dermatite esfoliativa, síndrome de Ste vens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, pênfigo, prurido, urticária, alopecia.

Outros: impotência, rubor (vermelhidão repentina da pele, pri ncipalmente no rosto, pescoço e parte superior do tórax), alteração do paladar, visão embaçada, glossite e zumbi do.

Foi relatado um complexo sintomático que pode incluir alguns, ou todos, dos seguintes sintomas: febre, serosite, vasculite, mialgia/miosite, artralgia/artrite, fator antinúcleo positivo, VHS elevada, eosinofilia e leucocitose. Podem ocorrer erupções cutâneas, fotossensibilidade ou outras manifestações dermatológicas.

Achados de testes laboratoriais: alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais padrão raramente foram associadas com a administração de ANGIOPRIL ®. Foram observados aumentos de ureia sanguínea e creatinina sérica e elevações das enzimas hepáticas e/ou da bilirrubina sérica, geralmente reversíveis com a descontinuação de ANGIOPRIL ®.

Ocorreram hipercalemia e hiponatremia.

Foram relatadas reduções de hemoglobina e hematócrito.

Após a comercialização, foram relatados alguns casos de neutropenia, trombocitopenia, depressão de medula óssea e agranulocitose, nos quais não se pôde excluir relação causal com o uso de ANGIOPRIL ®.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Há poucos dados disponíveis sobre a superdose em seres humanos. As principais características de superdose relatadas até o momento consistem em hipotensão acentuada que começa cerca de 6 horas após a ingestão dos comprimidos, simultaneamente com bloqueio do sistema renina-angiotensina, e estupor.

Após ingestão de 300 mg e 440 mg de enalapril, foram relatados níveis séricos de enalaprilato 100 e 200 vezes mais altos, respectivamente, do que os observados usualmente depois de doses terapêuticas.

O tratamento recomendado para a superdose é a infusão intravenosa de solução salina normal.

Se disponível, a infusão de angiotensina II pode ser benéfica. Se a ingestão for recente, deve-se induzir o vômito. O enalaprilato pode ser removido da circulação sistêmica por hemodiálise (veja o item 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES, Pacientes sob hemodiálise).

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

M.S. 1.0430.0046 Farm. Resp.: Dr Alexandre Carnevale de Souza - CRF/RJ-9621 Registrado e Fabricado por: Diffucap-Chemobras Química e Farmacêutica Ltda.

Rua Goiás, 1232 - Quintino Bocaiúva - Rio de Janeiro-RJ

CEP:21380-010

CNPJ 42.457.796/0001-56 Indústria Brasileira Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC): 0800-282-9800 www.diffucap.com.br

Venda sob prescrição médica.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 05/08/2021.

Código de arte: 15500404

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Maleato de EnalaprilDiffucap - Chemobrás Química e Farmacêutica Ltda
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EnalamedCimed Industria S.A
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EnaplexPharlab Indústria Farmacêutica S.A.
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PresselLegrand Pharma Indústria Farmacêutica Ltda
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PryltecGeolab Indústria Farmacêutica S/A
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RenaprilVitamedic Industria Farmaceutica Ltda
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