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Bulas de Remédios
Genérico Uso restrito a hospitais

Lorazepam (PORT.344/98, Lista B1)

Lorazepam · Laboratório Teuto Brasileiro S/A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoLorazepam
FabricanteLaboratório Teuto Brasileiro S/A
Registro MS1.0370.0494
Classe terapêuticaAnsiolíticos simples
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 29,25
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Lorazepam (PORT.344/98, Lista B1)

Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 07/02/2024 · conferida em 25/10/2026

Versão para o paciente

—

Identificação do medicamento

lorazepam Comprimido 2mg

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE lorazepam Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

—

Apresentações

Comprimido 2mg Embalagens contendo 30 e 100 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos

—

Composição

Cada comprimido contém: lorazepam.......................................... ................................................... .......................................2mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, amido, crosp ovidona, óleo vegetal hidrogenado e óxido de ferro amarelo.

01

Para que este medicamento é indicado?

O lorazepam é indicado para:

1. Controle dos distúrbios de ansiedade ou para alí vio, a curto prazo, dos sintomas da ansiedade ou da ansiedade associada com sintomas depressivos. A ansiedade ou tensão associadas ao estresse da vida cotidiana não requer, usualmente, tratamento com um ansiolítico (classe medicamentosa do lorazepam). Seu médico deve, perio dicamente, reavaliar a utilidade do medicamento, considerando cada paciente individualm ente.

2. Tratamento do componente ansiedade em estados ps icóticos e depressão intensa, quando estiver indicada terapia adjuvante (complementar).

3. Como medicação pré-operatória, tomada na noite a nterior e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico.

02

Como este medicamento funciona?

O lorazepam é um medicamento do grupo dos benzodiazepínicos. Co mo todo benzodiazepínico, o mecanismo de ação de lorazepam permanece desconhecido. Acredita-se que age em dive rsos receptores específicos em diferentes locais do Sist ema Nervoso Central, diminuindo, assim, a geração do estímulo nervoso dos neurônios (células do sistema nervoso), melhorando a ansiedade. A ação do medicamento inicia, aproximada mente, 30 minutos após sua ingestão.

O lorazepam está indicado no controle da ansiedade. Não está in dicado no tratamento da depressão primária e de doenças psiquiátricas.

03

Quando não devo usar este medicamento?

O lorazepam está contraindicado para pacientes com alergia aos benzodiazepínicos (classe medicamentosa do lorazepam) ou a qualquer component e de sua fórmula.

Este medicamento é contraindicado para menores de 1 2 anos.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

O uso de lorazepam pode provocar depressão respirat ória potencialmente fatal.

Informe seu médico sobre o diagnóstico ou tratament o de glaucoma (aumento da pressão intraocular) agudo, caso seja de seu conhecimento.

Em pacientes idosos ou debilitados, a dose inicial deve ser reduzida em aproximadamente 50%, não devendo exceder 2mg para evitar sedação excessi va ou falta de coordenação dos movimentos do corpo.

Há relatos de perturbação da memória associados ao uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do lorazepam).

Reações alérgicas graves foram relatadas com o uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do lorazepam). Casos envolvendo a língua, glote ou laringe, necessitando de atendimento médico de emergência, foram relatados em pacientes após a utilização das primeiras ou subsequentes doses de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do lorazepam).

Pacientes que desenvolveram reações alérgicas após o tratamento com benzodiazepínicos (classe medicamentosa do lorazepam) não deverão ser submeti dos a um novo tratamento com esse tipo de medicamento.

O lorazepam deve ser usado com cautela em pacientes com comprometimento da função respiratória [p.ex., Doença Pulmonar Obstrutiva Crô nica (DPOC), Síndrome da Apneia do Sono].

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.

Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.

Não deve ser utilizado durante a amamentação, excet o sob orientação médica. Informe seu médico ou cirurgião-dentista se iniciar amamentação durante o uso deste medicamento.

O uso de benzodiazepínicos (classe medicamentosa do lorazepam) pode causar dependência. Portanto, lorazepam só deve ser utiliz ado sob rigorosa orientação médica.

Indivíduos propensos ao abuso tais como os dependen tes de drogas ou álcool, devem evitar o uso de benzodiazepínicos, incluindo lorazepam, devido a sua predisposição para desenvolvimento de dependência.

O abuso de drogas é um risco conhecido para benzodi azepínicos, e os pacientes devem ser monitorados adequadamente ao receber lorazepam. Os benzodiazepínicos podem estar sujeitos a desvio. Houve relatos de mortes relacionadas a over dose quando os benzodiazepínicos são abusados com outros depressores do SNC, incluindo o pioides, outros benzodiazepínicos, álcool e/ou substâncias ilícitas.

A interrupção abrupta ou a redução rápida da dose d e lorazepam após o uso continuado pode precipitar reações de abstinência, que podem ser fa tais. Estes podem variar de disforia leve e insônia a uma síndrome importante que pode incluir cãibras abdominais e musculares, vômitos, sudorese, tremores e convulsões. Sinais e sintomas agudos de abstinência mais graves, incluindo reações com risco de vida, incluíram delirium treme ns, depressão, alucinações, mania, psicose, convulsões e suicídio.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir v eículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Interações medicamentosas O lorazepam, aumenta o efeito de sedação (sonolênci a) de bebidas alcoólicas, barbitúricos e outros medicamentos que produzam depressão do Siste ma Nervoso Central. Os pacientes em tratamento com lorazepam devem evitar ingestão alcoólica. O uso de medicamen tos depressores do Sistema Nervoso Central, quando necessário, deve ser feito com cautela e em doses reduzidas, de acordo com a orientação do médico responsável.

Interações com Exames Laboratoriais O uso de lorazepam associado com pirimetamina (medi camento utilizado no tratamento da malária e outras doenças infecciosas) pode alterar testes de função hepática (do fígado).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e

Umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento: Comprimido circular plano com vinco de cor amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

O lorazepam comprimidos deve ser administrado por via oral.

Dosagem O lorazepam deve ser utilizado na menor dose e menor período po ssível, de acordo com estrita orientação de seu médico.

A interrupção do uso de lorazepam deve ser feita gradualmente. Somente seu médico dev e aumentar a dose ou interromper o tratamento.

A dose média diária para tratamento da ansiedade é 2 a 3mg, administrada em doses divididas.

Entretanto pode-se chegar a limites compreendidos e ntre 1 e 10mg ao dia. Para insônia devido à ansiedade ou distúrbio situacional transitório, uma única dose diária de 1 a 2mg pode ser administrada, geralmente ao deitar. Como medicação pré-operatória, recomenda-se uma dose de 2 a 4mg de lorazepam na noite anterior à cirurgia e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico. A dose diária é estabelecida pelo seu mé dico, segundo necessidade de cada paciente.

O período de tratamento não deve ser prolongado sem uma reavaliação da necessidade da manutenção do tratamento.

O risco de dependência pode aumentar com a dose e d uração do tratamento; portanto a menor dose eficaz possível, pelo período mais curto, deve ser a prescrita e a necessidade de continuação do tratamento reavaliada frequentemente.

A descontinuação abrupta ou a redução rápida da dos e de lorazepam após o uso continuado pode precipitar reações de abstinência que podem ser fat ais e/ou fenômeno rebote. Portanto, o medicamento deve ser descontinuado gradualmente ou reduzir a dose.

Pacientes idosos e/ou debilitados: para pacientes idosos e/ou debilitados, a dose inic ial deve ser reduzida em aproximadamente 50% e a posologia deve ser ajustada conforme a necessidade e a tolerabilidade do paciente.

Uso em pacientes com insuficiência hepática (diminu ição da função do fígado): a posologia para pacientes com insuficiência hepática grave pod e ser ajustada cuidadosamente de acordo com a resposta do paciente. Doses mais baixas podem ser suficientes nesses pacientes.

Uso em pacientes com insuficiência renal (diminuiçã o da função dos rins): não há recomendação específica de posologia para pacientes com insuficiência renal.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Se você esquecer de usar lorazepam no horário estab elecido pelo seu médico, use-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de usar a próxima dose, pule a dose esquecida e use a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico.

Neste caso, não use o medicamento em dobro para com pensar doses esquecidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

O lorazepam pode causar reações desagradáveis, tais como:

Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): sedação, sonolência, sensação de cansaço.

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): confusão, depressão, alteração do caminhar e da coo rdenação, tontura, fraqueza muscular, fraqueza.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): alteração do desejo sexual, orgasmo diminuído, náus eas, impotência.

Frequência desconhecida: diminuição de plaquetas e/ou glóbulos brancos (célu las da defesa) e/ou vermelhos no sangue, reações alérgicas (de pel e e inchaços de mucosas e vias aéreas internas), aumento da quantidade de urina, diminuiç ão do sódio no sangue, desinibição, euforia, tentativa/ideação suicida, ansiedade, agitação, exc itação, hostilidade, agressão, raiva, distúrbios do sono/insônia, excitação sexual, alucinações, abu so de drogas, dependência de drogas, movimentos musculares irregulares e involuntários, geralmente na face, tremores, fala arrastada, dor de cabeça, convulsões, amnésia, coma, atenção/c oncentração prejudicada, distúrbio no equilíbrio, distúrbios visuais (incluindo visão dup la e visão turva), vertigem (tontura), pressão baixa, queda da pressão arterial, depressão respira tória, falta de ar, falta de ar durante o sono, piora de doença pulmonar obstrutiva, intestino pres o, coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares, queda de cabelo, tem peratura corporal baixa, síndrome de abstinência de drogas, aumento de enzimas produzida s pelo fígado.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Na experiência pós-comercialização, ocorreu superdo se com lorazepam predominantemente em administração concomitante a álcool e/ou outros med icamentos.

Sintomas Os sintomas podem variar em termos de gravidade e i nclui sonolência, confusão mental, vagarosidade, dificuldade para falar, alteração do caminhar, depressão do Sistema Nervoso Central, sensação de corpo “mole”, queda de pressão arterial, depressão respiratória, diminuição do batimento cardíaco, coma e morte.

Tratamento Procurar um hospital imediatamente após a ingestão de maior quantidade de comprimidos de lorazepam.

Não se recomenda a indução de vômitos caso haja ris co do paciente aspirar o conteúdo do vômito para o pulmão.

Pode haver indicação de lavagem gástrica se esse pr ocedimento for realizado logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. Porém, isso só deve ser feito em hospital e por um médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

M.S. n o 1.0370. 0494 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica

O abuso deste medicamento pode causar dependência h i s t ó ri co de al te

RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a Da d o s da pe t iç ã o /n o t i f ic a ç ã o q u e a l t e r a b u la Da d o s d a s al t e r a ç õ e s de b ul a s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e x pe d i e nt e As su n t o D a t a d e a p r o v a ç ão It e n s de b ul a Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt a ç õe s r e l a c io n a da s 0 9/ 0 6 /20 1 3 0 4 5 571 4 / 13 -0 1 0 459 -GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I n ic ia l d e T e x to de Bu l a -R DC – 60 / 1 2 0 9 / 06 / 20 13 0 4 5 57 1 4/ 13 -0 1 04 59 -GE NÉ RI CO – I n c l u sã o I n i c ia l d e T e x to de Bu l a

  • RD C – 6 0 /1 2 0 9 /0 6 /20 1 3 Ve r s ã o in ic ia l VP -2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 30 .

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2 6/ 0 1 /20 1 6 1 2 0 020 6 / 16 -2 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 6 / 01 / 20 16 1 2 0 02 0 6/ 16 -2 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 2 6 /0 1 /20 1 6 4 .

O q u e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e st e m e d i c a m e n to ?

VP -2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 30 .

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-2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

1 3/ 0 9 /20 1 7 1 9 5 238 0 / 17 -7 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 3 / 09 / 20 17 1 9 5 23 8 0/ 17 -7 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 1 3 /0 9 /20 1 7 C om p os iç ã o ( a d e q u a ç ão d a D CB ) 4 .

O q u e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e st e m e d i c a m e n to ?

5 .

On d e co m o e p or q u a n to te mp o p os so g u a r d ar e ste m e d i c a m e n to ?

6 .

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8 .

Qu a i s o s ma le s VP -2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 30 .

-2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 10 0 ( e mb ho sp ) . q u e e st e m e d i c a m e n to p o d e c a u sa r ?

9 .

O q ue f a z e r se a lg u é m u sa r u m a q ua n t id a d e m a io r do q u e a i nd i c a d a d e ste m e d i c a m e n to ?

2 0/ 1 1 /20 1 8 1 0 9 732 9 / 18 -0 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B ul a – R DC – 60 / 1 2 2 0 / 11 / 20 18 1 0 9 73 2 9/ 18 -0 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 2 0 /1 1 /20 1 8 1 .

P a r a q ue e st e m e di c a m e n to é in d ic a d o ?

6 .

Co m o d evo u sa r e st e m e d i c a m e n to ?

9 .

O q ue f a z e r se a lg u é m u sa r u m a q ua n t id a d e m a io r do q u e a i nd i c a d a d e ste m e d i c a m e n to ?

VP -2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 30 .

-2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

2 8/ 0 4 /20 2 1 1 6 2 796 0 / 21 -3 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 8 / 04 / 20 21 1 6 2 79 6 0/ 21 -3 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 2 8 /0 4 /20 2 1 N /A VP -2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 30 .

-2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

0 5/ 1 0 /20 2 2 4 7 8 307 4 / 22 -4 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 5 / 10 / 20 22 4 7 8 30 7 4/ 22 -4 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 0 5 /1 0 /20 2 2 4 .

O q u e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e st e m e d i c a m e n to ?

8 .

Q ua i s o s m a le s q u e e st e m e d i c a m e n to p o d e c a u sa r ?

Di z e r e s l e g a is ( SA C) VP -2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 30 .

-2m g c o m c t b l a l p la s i n c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

0 7/ 0 2 /20 2 4 -1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – 0 7 / 02 / 20 24 -1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ula – 0 7 /0 2 /20 2 4 6 .

Co m o d evo u sa r e st e m e d ic a m e n to ?

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R dc – 60 / 1 2 r dc – 6 0 / 12

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

lorazepam Comprimido 2mg

Modelo de bula com informações técnicas aos

PROFISSIONAIS DE SAÚDE lorazepam Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

—

Apresentações

Comprimido 2mg Embalagens contendo 30 e 100 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos

—

Composição

Cada comprimido contém: lorazepam.......................................... ................................................... .......................................2mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, amido, crosp ovidona, óleo vegetal hidrogenado e óxido de ferro amarelo.

01

Indicações

O lorazepam é indicado para:

-Controle dos distúrbios de ansiedade ou para alívi o, a curto prazo, dos sintomas da ansiedade ou da ansiedade associada com sintomas depressivos. A ansiedade ou tensão associadas ao estresse da vida cotidiana não requer, usualmente, tratament o com um ansiolítico. O médico deve, periodicamente, reavaliar a utilização do medicamen to, considerando cada paciente individualmente.

-Tratamento do componente ansiedade em estados psic óticos e depressão intensa, quando estiver indicada terapia adjuvante.

-Como medicação pré-operatória, tomada na noite ant erior e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico.

02

Resultados de eficácia

Em um estudo de quatro semanas, duplo cego, com 68 pacientes ambulatoriais, o lorazepam, administrado em uma posologia média diária de 3,1mg , dividida em 2 doses/dia, foi claramente superior ao placebo no tratamento de ansiedade neur ótica e os seus sintomas relacionados. O grupo tratado com lorazepam demonstrou melhora sign ificativamente maior do que o grupo tratado com placebo (tanto clinicamente quanto esta tisticamente), como evidenciado pelas mudanças na Escala Global (avaliada pelo médico), b em como pelas mudanças em quase todas as categorias da Escala de Ansiedade de Hamilton (aval iada pelo médico) e na autoavaliação dos 35 itens da Escala de Lipman-Rickels (avaliada pelo pa ciente).

Em estudo duplo-cego com 21 pacientes submetidos a procedimento cirúrgico menor, o lorazepam 4mg por via intramuscular (IM) produziu e feito sedativo e ansiolítico semelhantes e efeitos amnésicos pré e pós-operatórios superiores ao seu comparador (papaveretum 20mg + hioscina 400ug), corroborando com evidências prévia s de eficácia. Em procedimento cirúrgico maior, a eficácia de lorazepam também foi evidencia da como ansiolítico por via oral na noite anterior ao procedimento e intramuscular 1 hora ant es da chegada ao centro cirúrgico. No estudo envolvendo 68 pacientes submetidos à cirurgia cardí aca, foi observado que lorazepam 2,5mg via oral promoveu efeito ansiolítico em 77% dos pacient es medicados na noite anterior comparado a 74% dos pacientes do grupo que receberam o comparad or (nitrazepam 10mg via oral). O efeito amnésico anterógrado foi observado em 68% dos pacie ntes que receberam lorazepam 2,5mg via oral na noite anterior e lorazepam 0,04mg/kg IM 1 h ora antes da chegada no centro cirúrgico. O grupo que recebeu lorazepam 0,04mg/kg IM somente 1 hora antes da chegada no centro cirúrgico, 56% apresentaram efeito amnésico. Tais a chados suportam sua eficácia como medicação pré-operatória pelos seus efeitos ansiolí ticos e amnésicos.

Referências 1- Pinosky GD. “Clinical assessment of the safety a nd efficacy of lorazepam, a new benzodiazepine derivative, in the treatment of anxi ety”. J. Clin Psychiatry 1978; 39(10-2):24-9.

2- Paymaster NJ. “Evaluation of anxiolytic and amne sic effects of intramuscular lorazepam as a pre-operative medication. Curr Med Res Opinion 1976 ; 4 (6): 388-394.

3- Hudson In et al. “The use of lorazepam in cardia c bypass surgery: a comparative study”. Curr Med Res Opin. 1979;6(4):303-8.

03

Características farmacológicas

Descrição O lorazepam, um agente ansiolítico, é um 1,4-benzod iazepínico, com o nome químico 7-cloro-5-(o-clorofenil)-1,3-diidro-3-hidroxi-2H-1,4-benzodia zepin-2-ona.

O lorazepam é um pó cristalino branco ou quase bran co, praticamente inodoro. Praticamente insolúvel em água, muito pouco solúvel em álcool, p ouco solúvel em clorofórmio, muito pouco ou pouco solúvel em diclorometano.

Mecanismo de Ação O lorazepam é um benzodiazepínico que interage com o complexo receptor de benzodiazepínicos-ácido gama-aminobutírico (GABA) e aumenta a afinidade pelo GABA.

Farmacodinâmica Entre as consequências farmacodinâmicas das ações a gonistas dos benzodiazepínicos estão efeitos ansiolíticos, sedação e redução da atividad e epiléptica.

A intensidade da ação está diretamente relacionada ao grau de ocupação do receptor benzodiazepínico.

Propriedades Farmacocinéticas Absorção A biodisponibilidade absoluta após administração or al a indivíduos saudáveis é maior que 90%.

A concentração plasmática máxima ocorre aproximadam ente 2 horas após a administração oral a indivíduos saudáveis.

Distribuição O volume de distribuição é de aproximadamente 1,3L/ kg. O lorazepam não ligado atravessa facilmente a barreira hematoencefálica por difusão passiva. A taxa de ligação do lorazepam a proteínas plasmáticas humanas é de aproximadamente 92% na concentração de 160ng/mL.

Metabolismo O lorazepam é rapidamente conjugado no grupo 3-hidr óxi em glicuronídeo de lorazepam, um metabólito inativo.

Eliminação A meia-vida de eliminação do lorazepam não conjugad o no plasma humano é de aproximadamente 12-16 horas.

Após dose única oral de 2mg de lorazepam marcado co m [ 14C] a 8 indivíduos saudáveis, cerca de 88% da dose administrada foi recuperada na urina e 7% nas fezes. Aproximadamente 74% do glicuronídeo de lorazepam foi recuperado na urina.

Idosos Os pacientes idosos geralmente respondem a doses ma is baixas de benzodiazepínicos do que os pacientes mais jovens.

Insuficiência renal Estudos de farmacocinética de dose única em pacient es com insuficiência renal variando de comprometimento leve a falência total não relataram alterações significantes de absorção, depuração ou excreção de lorazepam. A hemodiálise n ão teve efeito significante sobre a farmacocinética do lorazepam inalterado, mas remove u significantemente o glicuronídeo inativo do plasma.

Insuficiência hepática Não há relatos de alteração no clearance do lorazep am em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada (por exemplo, a hepatite ou cirrose alcoólica).

Relação concentração-efeito Os níveis plasmáticos de lorazepam são proporcionai s à dose administrada.

Não há evidências de acúmulo de lorazepam após a ad ministração oral por até 6 meses.

Estudos Pré-clínicos O principal metabolito de lorazepam, o glicuronídeo de lorazepam, não demonstrou nenhuma atividade no SNC em animais.

Carcinogenicidade Durante 18 meses de estudos com lorazepam, nenhuma evidência de potencial carcinogênico surgiu em ratos e camundongos.

Mutagenicidade Um estudo sobre atividade mutagênica de lorazepam e m Drosophila melanogaster indicou que este agente foi mutacionalmente inativo.

Comprometimento da Fertilidade Em um estudo de pré-implementação realizado em rato s com lorazepam oral com dose de 20mg/kg, não demonstrou nenhum comprometimento da f ertilidade.

Efeito de medicamentos anestésicos e sedativos Pesquisas não-clínicas demonstraram que a administr ação de medicamentos anestésicos e de sedação que bloqueiam os receptores N-metil-D-aspar tato (NMDA) e/ou potencializam a atividade do ácido gama-aminobutírico (GABA) podem aumentar a morte celular neuronal no cérebro e resultar em déficits a longo prazo na cog nição e no comportamento de animais jovens quando administrados durante o período de pico do d esenvolvimento cerebral. Com base em comparações entre espécies não-clínicas, acredita-s e que a janela de vulnerabilidade do cérebro a esses efeitos correlaciona-se com exposições humana s no terceiro trimestre de gravidez até o primeiro ano de vida, mas pode se estender até apro ximadamente 3 anos de idade. Embora exista informação limitada sobre este efeito com o lorazep am, uma vez que o mecanismo de ação inclui a potencialização da atividade do GABA, um efeito s emelhante pode ocorrer. A relevância desses achados não clínicos para o uso em humanos é descon hecida.

04

Contraindicações

Hipersensibilidade a benzodiazepínicos ou a qualque r componente da fórmula de lorazepam.

Este medicamento é contraindicado para menores de 1 2 anos.

05

Advertências e precauções

O uso de benzodiazepínicos, incluindo o lorazepam, pode provocar depressão respiratória potencialmente fatal.

O uso concomitante de benzodiazepínicos e opióides podem resultar em sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte. Limite as dos es e os tempos de uso ao mínimo requerido.

O uso de benzodiazepínicos, incluindo o lorazepam, pode causar dependência física e psicológica (vide item Abuso e Dependência).

O abuso de drogas é um risco conhecido para benzodi azepínicos, e os pacientes devem ser monitorados adequadamente ao receber lorazepam. Os benzodiazepínicos podem estar sujeitos a desvio. Houve relatos de mortes relacionadas a over dose quando os benzodiazepínicos são abusados com outros depressores do SNC, incluindo o pioides, outros benzodiazepínicos, álcool e/ou substâncias ilícitas. Esses riscos devem ser c onsiderados ao prescrever ou dispensar lorazepam. Para reduzir esses riscos, deve-se usar a menor dose eficaz, e os pacientes devem ser orientados sobre o armazenamento e descarte adequad os do medicamento não utilizado para evitar desvios (por exemplo, por meio de amigos e p arentes).

A interrupção abrupta ou a redução rápida da dose d e lorazepam após o uso continuado pode precipitar reações de abstinência, que podem ser fa tais. Estes podem variar de disforia leve e insônia a uma síndrome importante que pode incluir cãibras abdominais e musculares, vômitos, sudorese, tremores e convulsões. Sinais e sintomas agudos de abstinência mais graves, incluindo reações com risco de vida, incluíram delirium tremens, depressão, alucinações, mania, psicose, convulsões e suicídio.

Reações anafiláticas/anafilactoides graves foram re latadas com o uso de benzodiazepínicos.

Casos de angioedema envolvendo a língua, glote ou l aringe, foram relatados em pacientes após a utilização das primeiras ou subsequentes doses de b enzodiazepínicos. Alguns pacientes que utilizam benzodiazepínicos apresentaram sintomas ad icionais tais como dispneia, ou náuseas e vômitos.

Em alguns pacientes foi necessária terapia médica d e emergência.

Se o angioedema envolver a garganta, glote ou larin ge pode provocar obstrução das vias aéreas podendo ser fatal.

Pacientes que desenvolveram angioedema após o trata mento com benzodiazepínicos não deverão ser submetidos a um novo tratamento com esse tipo d e medicamento.

Precauções O lorazepam deve ser usado com cautela em pacientes com comprometimento da função respiratória [p. ex. Doença Pulmonar Obstrutiva Crô nica (DPOC), Síndrome da Apneia do Sono].

Depressão preexistente pode aparecer ou piorar dura nte o uso de benzodiazepínicos, incluindo o lorazepam. Esses medicamentos podem evidenciar tend ências suicidas em pacientes deprimidos e, portanto, nestes casos, não devem ser usados sem tratamento antidepressivo adequado.

Pacientes idosos ou debilitados podem ser mais susc eptíveis aos efeitos do lorazepam; portanto, esses pacientes devem ser monitorizados frequenteme nte e a dose do medicamento deve ser cuidadosamente ajustada de acordo com a resposta do paciente (vide item 8. Posologia e Modo de usar).

Reações paradoxais foram relatadas eventualmente du rante o uso de benzodiazepínicos (vide item 9. Reações Adversas). É mais provável que essa s reações ocorram em crianças e idosos. Se ocorrerem, o uso do medicamento deve ser descontinu ado.

Uso em pacientes com insuficiência hepática: Como ocorre com todos os benzodiazepínicos, o uso do lorazepam pode piorar a encefalopatia hepáti ca; portanto, o lorazepam deve ser utilizado com cautela em pacientes com insuficiência hepática grave e/ou encefalopatia.

Gravidez: O lorazepam não deve ser usado durante a gravidez. Vários estudos sugeriram aumento do risco de malformações congênitas associa das ao uso de benzodiazepínicos durante o primeiro trimestre de gravidez. Em humanos, amostra s de sangue do cordão umbilical indicam que os benzodiazepínicos e seus metabólitos glicuro nídeos atravessam a placenta. Há relatos de que lactentes de mães que tomaram benzodiazepínicos por várias semanas ou mais antes do parto apresentaram sintomas de abstinência durante o perí odo pós-natal. Foram relatados sintomas como hipoatividade, hipotonia, hipotermia, depressã o respiratória, apneia, problemas de alimentação e comprometimento da resposta metabólic a a estresse por frio em neonatos de mães tratadas com benzodiazepínicos no final da gravidez ou no parto.

O lorazepam é um medicamento classificado na catego ria D de risco de gravidez.

Portanto, este medicamento não deve ser utilizado p or mulheres grávidas sem orientação médica. A paciente deve informar imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Lactação: O lorazepam foi detectado no leite materno; portant o, não deve ser administrado a mulheres lactantes, a menos que o benefício esperad o para a mãe supere o risco potencial ao lactente. Observou-se sedação e incapacidade de suc ção em neonatos de mães lactantes tratadas com benzodiazepínicos. Os lactentes devem ser obser vados quanto a efeitos farmacológicos (incluindo sedação e irritabilidade).

Efeitos Sobre as Atividades que Requerem Concentraç ão: Como ocorre com todos os pacientes tratados com medicamentos com ação no Sis tema Nervoso Central, os pacientes devem ser orientados a não operar máquinas perigosas nem dirigir veículos até saberem se ficam sonolentos ou apresentaram tonturas com o lorazepam .

Abuso e Dependência O uso de benzodiazepínicos pode causar dependência física e psicológica. O risco de dependência aumenta com doses mais altas e com o us o por períodos mais prolongados e aumenta ainda mais em pacientes com história de alc oolismo ou abuso de drogas/medicamentos ou em pacientes com transtornos de personalidade si gnificantes. O potencial de dependência é reduzido quando o lorazepam é utilizado na dose ade quada em tratamento a curto prazo.

De modo geral, os benzodiazepínicos devem ser presc ritos apenas por períodos curtos de tempo (p. ex., 2-4 semanas).

Não se recomenda o uso contínuo prolongado de loraz epam.

Podem ocorrer sintomas de abstinência (p. ex., insô nia de rebote) após a interrupção de doses recomendadas já após tratamentos de apenas 1 semana . Deve-se evitar a descontinuação repentina de lorazepam seguindo-se um esquema de de scontinuação gradativa da dose após tratamento prolongado.

A interrupção repentina do tratamento pode ser acom panhada por sintomas de abstinência. Entre os sintomas relatados após a descontinuação de benz odiazepínicos estão cefaleia, ansiedade, tensão, depressão, insônia, agitação, confusão, irr itabilidade, sudorese, fenômeno de rebote, disforia, tontura, desrealização, despersonalização , hiperacusia, adormecimento/formigamento das extremidades, hipersensibilidade à luz, ao baru lho e ao contato físico/alterações perceptivas, movimentos involuntários, náusea, vômitos, diarreia , perda de apetite, alucinações/delírio, convulsões/crises convulsivas, tremores, cólicas ab dominais, mialgia, agitação, palpitações, taquicardia, ataques de pânico, vertigem, hiper-ref lexia, perda da memória a curto prazo e hipertermia.

Convulsões/crises convulsivas podem ser mais comuns em pacientes com distúrbios convulsivos preexistentes ou que estejam tomando outros medicam entos que reduzam o limiar convulsivo, como os antidepressivos.

Há evidências de desenvolvimento de tolerância à be nzodiazepínicos em termos de efeitos sedativos.

O lorazepam pode apresentar potencial de abuso, sob retudo em pacientes com história de uso abusivo de medicamentos e/ou álcool.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir v eículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

06

Interações medicamentosas

Os benzodiazepínicos, incluindo o lorazepam, causam efeitos depressores aditivos do Sistema Nervoso Central (SNC), incluindo depressão respirat ória, quando coadministrados a outros depressores do SNC como os opióides, álcool, barbit úricos, antipsicóticos, sedativos/hipnóticos, ansiolíticos, antidepressivos, analgésicos narcótic os, anti-histamínicos sedativos, anticonvulsivantes e anestésicos (vide item 5. Adve rtências e Precauções).

O uso concomitante de clozapina e lorazepam pode pr ovocar sedação intensa, salivação excessiva e ataxia.

A administração concomitante de lorazepam com valpr oato pode resultar em aumento das concentrações plasmáticas e redução do clearance do lorazepam. Quando o lorazepam for administrado concomitantemente ao valproato, a dose de lorazepam deve ser reduzida em aproximadamente 50%.

A administração concomitante de lorazepam com probe necida pode resultar em efeito prolongado ou início de ação mais rápido do lorazepam devido a o aumento da meia-vida e a diminuição do clearance total. Quando o lorazepam for administrad o concomitantemente à probenecida, a dose de lorazepam deve ser reduzida em aproximadamente 5 0%.

A administração de teofilina ou aminofilina pode re duzir os efeitos sedativos dos benzodiazepínicos, incluindo o lorazepam.

Interações com Exames Laboratoriais Em um estudo clínico, 2 pacientes em 5 que estavam usando lorazepam associado com pirimetamina (medicamento utilizado no tratamento d a malária) apresentaram testes de funções hepáticas anormais.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e umidade.

Este medicamento possui prazo de validade de 24 mes es a partir da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas: Comprimido circular plano com vinco de cor amarela.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

08

Posologia e modo de usar

O lorazepam comprimidos deve ser administrado por via oral.

Para obter os melhores resultados, a dose, a frequê ncia de administração e a duração do tratamento devem ser individualizadas de acordo com a resposta do paciente. O risco de dependência pode aumentar com a dose e duração do t ratamento; portanto a menor dose eficaz possível, pelo período mais curto, deve ser a presc rita e a necessidade de continuação do tratamento reavaliada frequentemente (vide item 5. Advertências e Precauções).

A descontinuação abrupta ou a redução rápida da dos e de lorazepam após o uso continuado pode precipitar reações de abstinência que podem ser fat ais e/ou fenômeno rebote; portanto, o medicamento deve ser descontinuado gradualmente ou reduzir a dose (vide item 5. Advertências e Precauções).

Quando necessário, a dose média diária para tratame nto da ansiedade é 2 a 3mg, administrada em doses divididas.

Entretanto pode-se chegar a limites compreendidos e ntre 1 e 10mg ao dia.

Para insônia devido à ansiedade ou distúrbio situac ional transitório, uma única dose diária de 1 a 2mg pode ser administrada, geralmente ao deitar.

Como medicação pré-operatória, recomenda-se uma dos e de 2 a 4mg de lorazepam na noite anterior à cirurgia e/ou uma a duas horas antes do procedimento cirúrgico.

O período de tratamento não deve ser prolongado sem uma reavaliação da necessidade da manutenção do tratamento.

A dose de lorazepam deve ser aumentada gradativamen te para tentar evitar a ocorrência de efeitos adversos. A dose noturna deve ser aumentada antes das doses diurnas.

Pacientes idosos e/ou debilitados: para pacientes idosos e/ou debilitados, a dose inic ial deve ser reduzida em aproximadamente 50% e a posologia deve ser ajustada conforme a necessidade e a tolerabilidade do paciente.

Uso em pacientes com insuficiência hepática: a posologia para pacientes com insuficiência hepática grave pode ser ajustada cuidadosamente de acordo com a resposta do paciente. Doses mais baixas podem ser suficientes nesses pacientes (vide item 5. Advertências e Precauções).

Uso em pacientes com insuficiência renal: não há recomendação específica de posologia para pacientes com insuficiência renal (vide item 3. Car acterísticas Farmacológicas).

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.

09

Reações adversas

Tabela de Reações Adversas Classe de Sistema de Órgãos Muito comum ≥ 1/10 Comum ≥ 1/100 a < 1/10 Incomum ≥ 1/1.000 a < 1/100 Frequência desconhecida (não pode ser estimada através dos dados disponíveis) Distúrbios do sistema hematológico e linfático Trombocitopenia, agranulocitose, pancitopenia.

Distúrbios do sistema Reações de imunológico hipersensibilidade, reações anafiláticas/anafilactoides.

Distúrbios endócrinos Síndrome de secreção inapropriada do hormônio antidiurético (SIADH ).

Distúrbios de metabolismo e nutrição Hiponatremia.

Distúrbios psiquiátricos Confusão, depressão, desmascaramento da depressão.

Alteração na libido, diminuição no orgasmo.

Desinibição, euforia, tentativa/ideação suicida, reações paradoxais incluindo ansiedade, agitação, excitação, hostilidade, agressão, raiva, distúrbios de sono/insônia, excitação sexual, alucinações, abuso de drogas, dependência de drogas.

Distúrbios do sistema nervoso ± Sedação, sonolência.

Ataxia, tontura. Sintomas extrapiramidais, tremores, disartria/fala arrastada, cefaleias, convulsões/crises convulsivas, amnésia, coma, atenção/concentração prejudicada, distúrbio do equilíbrio.

Distúrbios visuais Distúrbios visuais (incluindo diplopia e visão turva).

Distúrbios auditivos e de labirinto Vertigem.

Distúrbios vasculares Hipotensão, queda da pressão arterial.

Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinal Depressão respiratória β, apneia, piora da apneia do sono, piora da doença pulmonar obstrutiva.

Distúrbios gastrintestinais Náusea. Constipação.

D istúrbios hepatobiliares Icterícia.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Angioedema, reações alérgicas cutâneas, alopeci a.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Fraqueza muscular.

Distúrbios do sistema reprodutivo e mamas Impotência.

Distúrbios gerais e condições no local da Fadiga. Astenia. Síndrome de abstinência de drogas, hipotermia. administração Exames laboratoriais Aumento da bilirrubina, aumento das transaminases hepáticas, aumento da fosfatase alcalina.

± Os efeitos dos benzodiazepínicos no SNC são dose- dependentes, com uma depressão mais severa do SNC ocorrendo com doses mais altas. β A extensão da depressão respiratória com benzodiaz epínicos é dose-dependente, com depressão mais severa ocorrendo com doses mais altas.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Na experiência pós-comercialização, ocorreu superdo se com lorazepam predominantemente em administração concomitante a álcool e/ou outros med icamentos.

Sintomas Os sintomas podem variar em termos de gravidade e i ncluem sonolência, confusão mental, letargia, disartria, ataxia, reações paradoxais, de pressão do SNC, hipotonia, hipotensão, depressão respiratória, depressão cardiovascular, coma e óbit o.

Tratamento Recomendam-se medidas gerais de suporte e sintomáti co; devem-se monitorizar os sinais vitais.

Se houver risco de aspiração, não se recomenda a in dução de vômitos.

Pode haver indicação de lavagem gástrica se esse pr ocedimento for realizado logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. A administra ção de carvão ativado também pode limitar a absorção do fármaco.

A remoção de lorazepam por diálise é muito pequena, já a do glicuronídeo de lorazepam, o metabólito inativo, é bastante elevada.

Em pacientes hospitalizados pode-se usar o flumazen il, um antagonista dos benzodiazepínicos, como adjuvante, e não como substituto à conduta ind icada na superdose com benzodiazepínico.

O médico deve estar atento ao risco de convulsões a ssociado ao tratamento com flumazenil, particularmente em casos de uso prolongado de benzo diazepínicos e de superdose com antidepressivo cíclico.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

M.S. n o n o 1.0370. 0494 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica

O abuso deste medicamento pode causar dependência h i s t ó ri co de al te

RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a su b m is sã o e le t r ôn i c a Da d o s da pe t iç ã o /n o t i f ic a ç ã o q u e a l t e r a b u la Da d o s da s a lt e r a ç õ e s d e b u la s D a t a d o e x p e d ie n t e N° . d o e x p e d ie n t e A ssu n t o D a t a d o e x p e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e A ssu n t o Da t a d e ap r o v a ç ão It e ns d e b u la Ve r s õe s ( V P/ VP S ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c io n a d as 0 9 / 06 / 20 13 0 45 57 1 4 /13 -0 10 4 59 -GE NÉ RI C O – I nc l u sã o I n i c ia l d e T e x to d e Bu la -R DC – 6 0 /1 2 0 9 /0 6 / 20 1 3 0 4 557 1 4 /13 -0 1 04 59 -GE NÉ RI C O – I n c lu sã o I ni c ia l d e T e x to d e Bu l a -R DC – 6 0 /1 2 0 9 /0 6 /20 1 3 Ve r sã o i ni c ia l VP S -2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 20 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 30 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 60 ( e m b h os p) .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 50 ( e m b h os p ).

2 6 / 01 / 20 16 1 20 02 0 6 /16 -2 10 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 6 /0 1 / 20 1 6 1 2 002 0 6 /16 -2 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 6 /0 1 /20 1 6 5 . a d v er tê n c i a s e p r e c a u ç õ e s VP S -2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 20 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 30 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 60 ( e m b h os p) .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 100 ( e mb ho s p) .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 50 ( e m b h os p) .

0 2 / 08 / 20 17 1 61 44 4 2 /17 -2 10 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 2 /0 8 / 20 1 7 1 6 144 4 2 /17 -2 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 2 /0 8 /20 1 7 A pr e se n ta ç õ e s 7 .

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to do m e d ic a m e n to VP S -2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 30 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

1 3 / 09 / 20 17 1 95 23 8 0 /17 -7 10 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e 1 3 /0 9 / 20 1 7 1 9 523 8 0 /17 -7 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e 1 3 /0 9 /20 1 7 C o m p o siç ã o ( a d e q u a ç ão d a DC B) 2 .

Re s ul ta d o s de VP S -2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 30.

-2 m g c o m c t b l a l p l a s Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 e f i c á c ia 3 .

C a r a c te r íst ic a s f a r m a c o l ógi c a s 5.

A d ve r tên c ia s e p r e c a u ç õ e s 6 .

I n t e r a çõ e s m e d i c a m e n to sa s 8 .

Po so l o gi a e mo d o d e u sa r 9 . R e a ç õ e s a dv e r sa s a m e d ic a m e n t os 1 0 .

Su p er d o se in c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

2 0 / 11 / 20 18 1 09 73 2 9 /18 -0 10 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 0 /1 1 / 20 1 8 1 0 973 2 9 /18 -0 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 0 /1 1 /20 1 8 1 .

I n d ic a çõ e s 3 .

C a r a c te r íst ic a s f a r m a c o l ógi c a s 5.

A d ve r tên c ia s e p r e c a u ç õ e s 6 .

I n t e r a çõ e s m e d i c a m e n to sa s 1 0 .

Su p er d o se VP S -2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 30 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

2 8 / 04 / 20 21 1 62 79 6 0 /21 -3 10 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 8 /0 4 / 20 2 1 1 6 279 6 0 /21 -3 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 2 8 /0 4 /20 2 1 9 . R e a ç õ e s a dv e r sa s VP S -2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 30 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 10 0 ( e mb hos p) .

0 5 / 10 / 20 22 4 78 30 7 4 /22 -4 10 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 5 /1 0 / 20 2 2 4 7 830 7 4 /22 -4 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 5 /1 0 /20 2 2 5.

A d ve r tên c ia s e p r e c a u ç õ e s 9 . R e a ç õ e s a dv e r sa s Di z e r e s le g a is ( S AC ) VP S -2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 30 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

0 7 / 02 / 20 24 -10 4 52 -GE NÉ RI C O – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 7 /0 2 /20 2 4 -1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 /1 2 0 7 /0 2 /20 2 4 8 .

Po so l o gi a e mo d o d e u sa r VP S -2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 30 .

-2 m g c o m c t b l a l p l a s in c x 10 0 ( e mb ho sp ) .

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
2 MG COM CT BL AL PLAS TRANS X 307896112125563R$ 29,25
2 MG COM CT BL AL PLAS TRANS X 1007896112125525R$ 99,01
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

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