Bula de Insonox
Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 07/02/2024 · conferida em 25/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
Insonox Comprimido revestido 10mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE Insonox hemitartarato de zolpidem
Medicamento similar equivalente ao medicamento de r eferência
Apresentações
Comprimido revestido 10mg Embalagens contendo 10 e 20 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada comprimido revestido contém: hemitartarato de zolpidem.......................... ................................................... ............................10mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcr istalina, dióxido de silício, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, hipromelose / macrogo l, dióxido de titânio, álcool etílico, água de osmose reversa e macrogol.
Para que este medicamento é indicado?
Insonox é destinado ao tratamento de curta duração da insô nia (dificuldade para dormir) que pode ser ocasional (eventual), transitória (passage ira) ou crônica (que dura há muito tempo).
Como este medicamento funciona?
Insonox é um medicamento que possui em sua fórmula uma sub stância chamada zolpidem. O zolpidem age sobre os centros do sono que estão loc alizados no cérebro. Por isso, o médico prescreve Insonox para o tratamento da insônia, isto é, para aquelas pessoas que têm dificuldade em adormecer ou permanecer adormecidas.
O zolpidem tem início de ação dentro de 30 minutos após a ingestão do comprimido, encurtando o tempo de indução ao sono (tempo em que você demor a para dormir), reduzindo o número de despertares noturnos e aumentando a duração total d o sono, melhorando sua qualidade.
Quando não devo usar este medicamento?
Insonox não deve ser utilizado em pacientes com: hipersensi bilidade (alergia ou intolerância) ao zolpidem ou a qualquer outro componente da fórmula. Este medicamento também não deve ser utilizado por pacientes com insuficiência respirató ria severa e/ou aguda (dificuldade respiratória) ou com insuficiência do fígado severa (redução da f unção do fígado) ou em pacientes que apresentaram comportamento complexo de sono após to mar este medicamento.
Este medicamento é contraindicado na faixa etária p ediátrica.
Este medicamento é contraindicado para uso por paci entes com insuficiência respiratória aguda e/ou severa.
Este medicamento é contraindicado para uso por paci entes com insuficiência hepática severa.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
ADVERTÊNCIAS O zolpidem deve ser usado com cautela caso você apr esente síndrome da apneia do sono (doença onde ocorre interrupção da respiração durante o son o) e miastenia gravis (doença que acomete os nervos e os músculos (neuromuscular), cuja principa l característica é o cansaço).
Não use este medicamento se você já apresentou sona mbulismo ou outros comportamentos incomuns (como dormir enquanto dirige, se alimenta, faz uma ligação de telefone ou durante o ato sexual etc.) enquanto não está totalmente acord ado.
O Insonox pode causar sonolência e diminuição do nível de co nsciência. Guarde este medicamento num local seguro para o proteger de rou bos, uma vez que pode ser utilizado ilicitamente para ações criminosas (o que pode ser perigoso), especialmente em combinação com álcool, quando administrado sem o conhecimento da v ítima. Nunca dê o seu medicamento a outra pessoa, pois pode fazer-lhe mal.
Você deve tomar este medicamento em dose única e nã o tomar mais de uma dose durante a mesma noite. Deve-se utilizar a menor dose diária e fetiva de hemitartarato de zolpidem e não deve exceder 10mg.
Risco do uso concomitante com opioides O uso concomitante de opioides com benzodiazepínico s ou outros fármacos hipnóticos sedativos, incluindo zolpidem, pode resultar em sedação, depre ssão respiratória, coma e óbito. Em virtude destes riscos, seu médico deverá prescrever o uso c oncomitante de opioides e benzodiazepínicos apenas se as outras alternativas terapêuticas dispo níveis sejam inadequadas para você.
Caso seja decidido pela prescrição de zolpidem conc omitantemente com opioides, seu médico deverá prescrever a menor dose eficaz com duração m ínima de uso concomitante e um acompanhado de perto deve ser realizado quanto aos sinais e sintomas de depressão respiratória e sedação (vide “Interações Medicamentosas”).
Insuficiência respiratória (redução da função respi ratória): Como os hipnóticos têm a capacidade de causar depressão respiratória, você d eve ter cautela no uso caso tenha a função respiratória comprometida (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar? ”).
Insuficiência hepática (redução da função do fígado ): Você não deve usar hemitartarato de zolpidem caso tenha insuficiência hepática severa ( disfunção grave do fígado) uma vez que pode contribuir para encefalopatia (disfunção cerebral). Vide “Como devo usar este medicamento? ”, “Quando não devo usar este medicamento? ” e “Quais os males que este medicamento pode me causar? ”).
PRECAUÇÕES A causa primária da insônia deve ser identificada s empre que possível e os fatores causais tratados antes da prescrição de um hipnótico. A fal ta de efeito do tratamento após 7 a 14 dias de uso pode indicar a presença de um distúrbio físico ou psiquiátrico primário e você deve ser reavaliado cuidadosamente pelo médico em intervalos regulares.
Pacientes pediátricos: A segurança e eficácia de zolpidem em pacientes com idade inferior a 18 anos não foram estabelecidas. Portanto, o zolpidem não deve ser prescrito nesta população (vide “Como devo usar este medicamento? – Populações Espe ciais”).
Pacientes idosos: Pacientes idosos ou debilitados podem apresentar um a sensibilidade maior aos efeitos do zolpidem. Caso você seja idoso ou esteja debilitado, recomenda-se uma dose de 5mg (a dose de 10mg não deve ser excedida). Recomenda-se u m acompanhamento mais rígido neste tipo de paciente. A posologia preconizada para pacientes acima de 65 anos deve ser rigorosamente seguida.
Pacientes com doença psicótica: Hipnóticos como o zolpidem, não devem ser a medicaç ão principal para o tratamento de pacientes psicóticos .
Amnésia (diminuição considerável ou perda total da memória): Sedativos e hipnóticos como o zolpidem podem causar amnésia anterógrada (perda da memória para fatos que aconteceram logo após o uso do medicamento), que em geral ocorr e algumas horas após administração. Por essa razão, aconselha-se tomar o medicamento imedia tamente antes de deitar, sendo importante assegurar condições favoráveis para um sono ininter rupto de 7-8 horas.
Ideação suicida e depressão Vários estudos epidemiológicos demonstraram um aume nto da incidência de suicídio e tentativa de suicídio em pacientes com ou sem depressão, trat ados com benzodiazepínicos e outros hipnóticos, incluindo zolpidem. A relação causal nã o foi estabelecida.
Como acontece com outros medicamentos sedativos/hip nóticos, o zolpidem deve ser administrado com cautela em pacientes que apresenta m sintomas de depressão e que podem apresentar tendências suicidas. A menor dose possív el deve ser empregada nesses pacientes para evitar a superdose intencional. Depressão preexiste nte pode ser desmascarada durante o uso de zolpidem. Considerando que insônia pode ser um sint oma de depressão, o paciente deve ser reavaliado caso ela persista.
Outras reações psiquiátricas e “paradoxais” (contrá rias): Outras reações psiquiátricas e paradoxais como: exacerbação da insônia, pesadelos, nervosismo, irritabilidade, agitação, agressividade, acessos de raiva, ideias delirantes, alucinações, comportamento inapropriado e outros distúrbios de comportamento, podem ocorrer c om o uso de sedativos e hipnóticos, como o zolpidem. Nesse caso, o medicamento deve ser descon tinuado. Essas reações são mais prováveis de ocorrer em idosos.
Sonambulismo e comportamentos associados: Este medicamento pode causar:
-Sonambulismo ou outros comportamentos incomuns (co mo dormir enquanto dirige, se alimenta, faz uma ligação de telefone ou durante o ato sexual etc.) enquanto não está totalmente acordado.
Alguns destes comportamentos têm sido associados a ferimentos graves e até morte.
-“Delirium” (uma mudança repentina e grave no estad o mental que faz com que uma pessoa pareça confusa ou desorientada).
Na manhã seguinte, você poderá não lembrar o que fe z durante a noite. Essas atividades podem ocorrer se você ingerir ou não álcool junto com hem itartarato de zolpidem ou tomar outros medicamentos que o deixem sonolento. Se você aprese ntar algum dos comportamentos acima, o tratamento com este medicamento deve ser interrompi do e você deverá contatar o seu médico ou um funcionário da saúde.
Comprometimento psicomotor: Como outros medicamentos sedativos/hipnóticos, o zo lpidem tem efeitos de depressão do SNC. O risco de comprom etimento psicomotor, incluindo prejuízo na habilidade de dirigir, é aumentado se o zolpidem é administrado em menos de 7-8 horas antes o início das atividades que requerem alerta mental; s e é utilizada uma dose mais alta que a recomendada; ou se o zolpidem é coadministrado com outros depressores do SNC, álcool, ou com outros medicamentos que elevam a concentração s anguínea de zolpidem (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar? ”).
Tolerância: Alguns sedativos/hipnóticos como o zolpidem podem a presentar perda de eficácia dos efeitos hipnóticos após uso prolongado por algu mas semanas.
Dependência: O uso do zolpidem, pode levar ao desenvolvimento de abuso e/ou dependência física ou psíquica. O risco de dependência aumenta com a dose e duração do tratamento. Fale com seu médico ou farmacêutico se você já apresento u distúrbios psiquiátricos ou histórico de abuso ou dependência de álcool e drogas.
Casos de dependência foram relatados com maior freq uência em pacientes tratados com Insonox por mais de 4 semanas. O risco de abuso e dependênc ia é também maior em pacientes com histórico de distúrbios psiquiátricos e/ou abuso de álcool ou drogas. Insonox deve ser utilizado com extrema cautela caso você esteja utilizando ou possui histórico de abuso de álcool e drogas.
Na presença de dependência física, a descontinuação abrupta do zolpidem pode causar o aparecimento de sintomas de abstinência: cefaleia, dor muscular, ansiedade, tensão, agitação, confusão e irritabilidade.
Em casos severos, os seguintes sintomas podem ocorr er: desrealização (alteração da sensação a respeito de si próprio), despersonalização (alteraç ão da sensação de realidade do mundo exterior sendo preservada a sensação a respeito de si mesmo) , hiperacusia (sensibilidade dolorosa a sons), dormência e formigamento das extremidades, hipersen sibilidade (sensibilidade aumentada) à luz, barulho e a contatos físicos, alucinações, delirium e convulsões.
Insônia de rebote (reaparecimento de insônia às vez es mais grave do que aquela que motivou o tratamento): A interrupção abrupta de um tratamento com hipnótic os com posologia e duração acima das recomendadas pode provocar insô nia de rebote transitória (reaparecimento de insônia às vezes mais grave do que aquela que mo tivou o tratamento) e pode também causar outros sintomas (alterações do humor, ansiedade, ag itação). Portanto, é importante que o paciente seja alertado quanto a este fenômeno e a posologia deve ser reduzida gradualmente para minimizá-lo.
No caso de sedativos/hipnóticos com curta duração d e ação, o fenômeno de retirada pode se manifestar dentro do intervalo de dose.
Lesões severas: Devido às suas propriedades farmacológicas, o zolpi dem pode causar sonolência e diminuição do nível de consciência, que pode leva r a quedas e, consequentemente, a lesões severas.
Pacientes com síndrome do QT longo (doença hereditária cardíaca caracterizada pelo prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma e por um alto risco de arritmias potencialmente fatais).
Um estudo eletrofisiológico cardíaco in vitro demon strou que sob condições experimentais, utilizando concentrações muito altas e pluripotente s de células tronco, o zolpidem pode reduzir o hERG relacionado aos canais de potássio. As consequ ências potenciais em pacientes com síndrome do QT longo congênito são desconhecidas. C omo precaução, seu médico deve considerar cuidadosamente a relação benefício/risco do tratamento com zolpidem caso você seja diagnosticado com síndrome do QT longo congênito.
Gravidez O uso de zolpidem não é recomendado durante a gravi dez.
Estudos em animais não indicam efeitos nocivos dire tos ou indiretos em relação à toxicidade reprodutiva. O zolpidem atravessa a placenta.
Uma grande quantidade de dados coletados de estudos de coorte não demonstrou evidência de ocorrência de malformações após exposição a benzodi azepínicos durante o primeiro trimestre de gravidez. No entanto, em certos estudos epidemiológ icos caso-controle, observou-se aumento da incidência de fissura labial e palatina com benzodi azepínicos.
Casos de movimento fetal reduzido e variabilidade d a frequência cardíaca fetal foram descritos após a administração de benzodiazepínicos durante o segundo e/ou terceiro trimestre da gravidez.
A administração de zolpidem durante a fase final da gravidez ou durante o trabalho de parto, foi associada com efeitos na criança recém-nascida, com o temperatura do corpo abaixo do normal, diminuição do tônus muscular, dificuldades na alime ntação (o qual pode resultar em um baixo ganho de peso) e depressão respiratória em razão do modo como o medicamento age. Casos de depressão respiratória severa em recém-nascidos for am reportados.
Além disso, crianças nascidas de mães que utilizara m sedativos/hipnóticos cronicamente durante os últimos estágios da gravidez podem ter desenvolv ido dependência física e existe o risco de desenvolverem sintomas de abstinência (sintomas dec orrentes da falta do medicamento) após o nascimento. Recomenda-se o acompanhamento adequado do recém-nascido no período pós-natal.
Se você se encontra em idade fértil, avise o médico quando houver intenção ou suspeita de gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.
Amamentação: Embora a concentração de zolpidem no leite materno seja baixa, ele não deve ser utilizado se você estiver amamentando.
Outros grupos de risco:
-Deve-se tomar extremo cuidado com pacientes com hi stória de alcoolismo ou dependência a drogas.
-Deve-se ter cuidado com pacientes com insuficiênci a hepática, pois nesses pacientes, o clearance e o metabolismo do zolpidem estão reduzidos. Por is so, nesses casos, a dose inicial deve ser de 5mg e pacientes idosos devem ter atenção especial. Caso a resposta clínica em adultos (abaixo de 65 anos) seja inadequada e o medicamento bem tolera do, pode-se aumentar a dose para 10mg.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e oper ar máquinas: Caso você dirige veículos ou opera máquinas pode haver a possibilidade de risco de reações adversas incluindo sonolência, tempo de reação prolongado, tontura, visão borrada ou visão dupla e redução do estado de alerta e condução prejudicada na manhã seguinte à administ ração de zolpidem. Para minimizar este risco, recomenda-se que a duração do sono seja de 7 -8 horas.
Além disto, a coadministração de zolpidem com álcoo l e outros depressores do SNC aumentam o risco destes efeitos. Você não deve utilizar álcool ou outros medicamentos psicoativos enquanto utilizar zolpidem.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Álcool A ingestão de hemitartarato de zolpidem juntamente com bebidas alcoólicas ou de medicamentos contendo álcool não é recomendada.
O álcool promove uma intensificação do efeito de se dativos e hipnóticos ou de substâncias relacionadas, com reflexo sobre a vigilância, aumen tando o risco na condução de veículos ou na operação de máquinas.
Depressores do SNC O aumento da depressão do Sistema Nervoso Central p ode ocorrer no caso de uso concomitante com antipsicóticos (neurolépticos), hipnóticos, ans iolíticos/sedativos, agentes antidepressivos, analgésicos narcóticos, drogas antiepiléticas, anes tésicos e anti-histamínicos. O uso concomitante de zolpidem com estes medicamentos pode aumentar a sonolência e o comprometimento psicomotor, incluindo a habilidade de dirigir. No c aso de analgésicos narcóticos, pode ocorrer aumento da sensação de euforia levando a ocorrência de dependência psicológica (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento? ”).
Opioides O uso concomitante de benzodiazepínicos e outros fá rmacos hipnóticos sedativos, incluindo o zolpidem, e opioides, aumenta o risco de sedação, d epressão respiratória, coma e óbito devido ao efeito aditivo depressor do SNC. Se o uso concomita nte for necessário, à dose e a duração do uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides deve s er limitado (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento? ”).
Inibidores e indutores da enzima CYP450 Compostos que inibem o citocromo P450 (enzima prese nte no fígado) podem aumentar a atividade de alguns hipnóticos como o zolpidem. A a ção do zolpidem é menor quando é administrado com um indutor da CYP3A4 (um dos princ ipais sistemas enzimáticos do organismo, localizado no fígado e responsável pela metabolização de vários medicamentos) tal como a rifampicina e a Erva de São João. A Erva de São João mostrou ter uma interação farmacocinética com o zolpidem. A coadministração d a Erva de São João pode diminuir os níveis sanguíneos de zolpidem, o uso concomitante não é re comendado. Entretanto, quando o zolpidem foi administrado com o itraconazol (um inibidor do CYP3A4), não foram observadas interações farmacocinéticas (velocidade de absorção) e farmaco dinâmicas significativas. A relevância clínica destes resultados não é conhecida. Um ajust e de dosagem de zolpidem não é necessário, mas você deve ser advertido que a coadministração d e zolpidem com cetoconazol pode aumentar os efeitos sedativos.
A fluvoxamina é um potente inibidor de enzimas do f ígado CYP1A2 e de moderado a fraco inibidor das enzimas hepáticas CYP2C9 e CYP3A4. A c oadministração de fluvoxamina pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso co ncomitante não é recomendado.
O ciprofloxacino tem se mostrado um moderado inibid or de enzimas do fígado CYP1A2 e CYP3A4. A coadministração de ciprofloxacino pode au mentar os níveis sanguíneos de zolpidem.
O uso concomitante não é recomendado.
Outros medicamentos: Quando o zolpidem foi administrado junto com a varf arina, a digoxina, a ranitidina ou a cimetidina, nenhuma interação farma cocinética foi observada.
Alimento: Não há dados disponíveis até o momento sobre a inte rferência de alimentos na ação de hemitartarato de zolpidem.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e
Umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento: Comprimido oblongo formato cápsula com vinco, núcl eo de cor branca e revestimento de cor branca.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Como devo usar este medicamento?
Insonox age rapidamente e por isso, deve ser sempre administrado imediatamente antes de deitar ou na cama. Insonox deve ser administrado em dose única e não deve ser readministrado na mesma noite. Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral.
O uso prolongado do zolpidem não é recomendado e a duração do tratamento, deve ser a menor possível, e assim como com todos os hipnóticos, não deve ultrapassar 4 semanas. O prolongamento do tratamento para além do período má ximo não deve ocorrer sem reavaliação do seu estado atual, uma vez que o risco de abuso e de pendência aumenta com a duração do tratamento (vide “O que devo saber antes de usar es te medicamento? ”).
Somente o seu médico poderá determinar a duração do seu tratamento, levando em conta o tipo de insônia e seu estado clínico.
Insônia ocasional: de 2 a 5 dias.
Insônia transitória: de 2 a 3 semanas.
Adultos abaixo de 65 anos: um comprimido de 10mg por dia.
População Especial Adultos com idade acima de 65 anos ou pacientes deb ilitados: considerando que pacientes idosos ou debilitados geralmente são mais sensíveis aos efeitos do zolpidem, recomenda-se a administração de comprimido (5mg) por dia. A dose somente deve ser a umentada para um comprimido (10mg) em casos excepcionais. A dosagem não deve exceder 10mg por dia.
Pacientes com insuficiência do fígado: considerando que existe uma redução da depuração (clearance) e do metabolismo do zolpidem em pacient es com insuficiência do fígado, recomenda-se a administração de 5,0mg por dia. Esses paciente s devem ser cuidadosamente monitorados, em especial em pacientes idosos. Caso a resposta clíni ca em adultos (abaixo de 65 anos) seja inadequada e o medicamento bem tolerado, pode-se au mentar a dose para 10mg.
Pacientes Pediátricos: a segurança e eficácia do uso de zolpidem não foram estabelecidas em pacientes pediátricos menores de 18 anos de idade. Desta forma, o zolpidem não deve ser prescrito para esta população (vide “O que devo sab er antes de usar este medicamento? – Uso Pediátrico”).
Não há estudos dos efeitos de hemitartarato de zolp idem administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficác ia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento de seu médico.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. Importante observar que o medicamento pode ter ação por até 8 horas, de mod o que, caso você venha fazer uso do medicamento, deve evitar atividades que exijam aten ção, habilidades manuais e intelectuais durante este período, pois elas poderão estar preju dicadas. Caso isto venha a acontecer, você deve considerar em não fazer uso da medicação neste dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me caus ar?
Existem evidências de que as reações adversas, part icularmente certas reações no SNC (sistema nervoso central), estão relacionadas com a dose usa da de zolpidem. Essas reações, em teoria, devem ser menores se o zolpidem é administrado imed iatamente antes de deitar-se ou já na cama.
Essas reações ocorrem com mais frequência em pacien tes idosos e no início da terapia.
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacie ntes que utilizam este medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes q ue utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos paciente s que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos paciente s que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pac ientes que utilizam este medicamento).
Desconhecida: (não podem ser estimados a partir dos dados disponíveis).
Distúrbios do sistema imunológico Desconhecida: edema angioneurótico (edema transitór io súbito de áreas da pele ou membranas mucosas e ocasionalmente das vísceras, geralmente a ssociadas com urticária, eritema e púrpura).
Distúrbios psiquiátricos Comuns: alucinações, agitação, pesadelos, depressão (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento? ”).
Incomuns: confusão, irritabilidade, inquietação, ag ressividade, sonambulismo (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento? ”), humor euf órico.
Rara: alteração na libido.
Muito raras: desilusão e dependência (sintomas de r etirada ou efeito rebote podem ocorrer após a descontinuação do tratamento).
Desconhecidas: acessos de raiva e comportamento ina propriado, comportamentos complexos de sono, delirium (vide item “O que devo saber antes d e usar este medicamento”).
A maioria dos distúrbios psiquiátricos está relacio nada com reações paradoxais, estado de euforia.
Distúrbios do Sistema Nervoso Central Comuns: sonolência, dor de cabeça, tontura, insônia exacerbada e distúrbios cognitivos tais como amnésia anterógrada (os efeitos da amnésia podem es tar associados a um comportamento inapropriado).
Incomuns: parestesia (sensação anormal como ardor, formigamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente), tremor, distúrbio de atençã o e distúrbio de fala.
Rara: nível de consciência deprimido.
Distúrbios oculares Incomuns: diplopia (visão dupla) e visão turva.
Rara: deficiência visual.
Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal Muito rara: depressão respiratória (vide “O que dev o saber antes de usar este medicamento? ”).
Distúrbios gastrintestinais Comuns: diarreia, náusea, vômito e dor abdominal.
Distúrbios hepatobiliares Incomum: aumento das enzimas do fígado.
Raras: lesão hepatocelular (lesão das células do fí gado), colestática [lesão devido a doenças que acometem as vias biliares (ductos que levam a bile produzida no fígado até o intestino) ] ou mista (vide “Como devo usar este medicamento? ”, “Quando não devo usar este medicamento? ” e “O que devo saber antes de tomar este medicamento?”).
Distúrbios do metabolismo e nutricionais Incomuns: distúrbios do apetite.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Incomum: rash (erupções cutâneas), prurido (coceira ) e hiperidrose (transpiração anormalmente aumentada).
Rara: urticária (erupção na pele, geralmente de ori gem alérgica, que causa coceira).
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjunti vo Comum: dor nas costas.
Incomuns: artralgia (dor nas articulações), mialgia (dor muscular), espasmos musculares, dor no pescoço e fraqueza muscular.
Infecções e infestações Comuns: infecção do trato respiratório superior e i nfecção do trato respiratório inferior.
Distúrbios gerais Comuns: fadiga (cansaço).
Rara: distúrbios de marcha (andar alterado), quedas (principalmente em pacientes idosos e quando zolpidem não é administrado de acordo com as recomendações) (vide “O que devo saber antes de tomar este medicamento? ”).
Desconhecida: tolerância ao medicamento.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Sinais e Sintomas: nos casos de superdose envolvendo o zolpidem em mo noterapia ou associado a outros depressores do SNC (sistema nervoso centra l) (incluindo álcool), foram observados sintomas que variam da perda da consciência ao coma e sintomatologia mais severa, incluindo consequências fatais.
Tratamento: em casos de superdose, medidas sintomáticas e de s uporte devem ser utilizadas. Se não houver vantagens no esvaziamento gástrico, deve ser administrado carvão ativado para reduzir a absorção. Se ocorrer estados de excitação , deve ser administrado algum sedativo. A utilização de flumazenil deve ser avaliada nos caso s graves, porém a administração de flumazenil pode contribuir no aparecimento de sintomas neuroló gicos (convulsões).
O zolpidem não é dialisável.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. n o 1.0370.0570 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica
Só pode ser vendido com retenção da receita h i s t ó ri co de al te
RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if ic a ç ã o q u e a lt e r a b ul a Da d o s d a s a l t e r a ç õ e s d e bu la s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão I t e n s d e b u la V e r sõ e s ( VP /VP S ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c io n a d a s 1 8/ 0 6 /20 1 4 0 4 8 433 1 / 14 -2 1 0 457 -S I M I L AR – I n c lu sã o I n ic ia l d e T e x to de Bu l a -R DC – 60 / 1 2 1 8 /0 6 /20 1 4 0 4 8 43 3 1/ 14 -2 1 0 4 57 -S I M I LA R – I n c l u sã o I n i c ia l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 18 / 0 6 /20 1 4 Ve r sã o in i c ia l VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
0 7/ 1 1 /20 1 5 0 9 7 305 0 / 15 -8 1 0 756 -SI M I L AR -No t if i c a ç ã o d e a l te r a ç ã o d e te x t o d e b u la p a r a a d e q u a ç ã o à i n te r c a m bi a li da de 0 7 /1 1 /20 1 5 0 9 7 30 5 0/ 15 -8 1 0 7 56 -S I M I L AR -N o tif ic a ç ã o d e a lt e r a ç ã o d e t e x to d e b ul a p a r a a d e q u a ç ã o à in te r c a m b ia l id a d e 07 / 1 1 /20 1 5 I d e n ti f ic a ç ã o d o M e d ic a m e n t o VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
0 7/ 1 1 /20 1 5 0 9 7 305 5 / 15 -9 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 0 7 /1 1 /20 1 5 0 9 7 30 5 5/ 15 -9 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 07 / 1 1 /20 1 5 4 .
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e st e m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
1 5/ 0 8 /20 1 6 2 1 8 423 6 / 16 -1 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 1 5 /0 8 /20 1 6 2 1 8 42 3 6/ 16 -1 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 15 / 0 8 /20 1 6 4 .
O q u e d e v o s a be r a n t e s d e us a r e st e m e d i c a m e n to ?
5 . O n d e , com o e por qu a n t o te m po p o sso g u a r d ar e ste m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
2 3/ 1 2 /20 1 6 2 6 4 315 9 / 16 -9 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 2 3 /1 2 /20 1 6 2 6 4 31 5 9/ 16 -9 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 23 / 1 2 /20 1 6 4 .
O q u e d e v o s a be r a n t e s d e us a r e st e m e d i c a m e n to ?
A d v e r tê n c i a s 6 .
Co m o d ev o u sa r e st e m e d i c a m e n to ?
VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t bl x 20 .
2 8/ 0 3 /20 1 7 0 4 9 387 3 / 17 -9 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 2 8 /0 3 /20 1 7 0 4 9 38 7 3/ 17 -9 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 28 / 0 3 /20 1 7 4 .
O q u e d e v o s a be r a n t e s d e us a r e st e m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
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0 1/ 1 2 /20 1 7 2 2 5 227 8 / 17 -6 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 0 1 /1 2 /20 1 7 2 2 5 22 7 8 /17 -6 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 01 / 1 2/ 20 1 7 3.
Q u a n do n ão d e vo u sa r e st e m e d i c a m e n to ?
4 .
O q u e d e v o s a be r a n t e s d e us a r e st e m e d i c a m e n to ?
6 .
Co m o d ev o u sa r e st e m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e n t o p o d e m e c a u sa r ?
9 .
O q ue f a z e r se a l gu é m u sa r u m a q u a nt id a d e m a io r d o qu e a i ndi c a d a d e st e m e d i c a m e n to ?
VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
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0 3/ 0 5 /20 1 8 0 3 4 952 6 / 18 -4 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 0 3 /0 5 /20 1 8 0 3 4 95 2 6/ 18 -4 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 03 / 0 5 /20 1 8 1.
P a r a q u e e st e m e d ic a m e n t o é in d i c a do ?
4 .
O q u e d e v o s a be r a n t e s d e us a r e st e m e d i c a m e n to ?
6 .
Co m o d ev o u sa r e st e m e d i c a m e n to ?
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0 6 /1 1 /20 2 0 3 8 9 077 1 / 20 -2 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 0 6 /1 1 /20 2 0 3 8 9 07 7 1/ 20 -2 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 0 6/ 1 1 /20 2 0 3.
Q u a n do n ão d e vo u sa r e st e m e d i c a m e n to ?
4 .
O q u e d e v o s a be r a n t e s d e us a r e st e m e d i c a m e n to ?
8 .
Q ua i s o s m a l e s q u e e ste m e d ic a m e nt o p o d e m e c a u sa r ?
VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
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2 3/ 0 3 /20 2 1 1 1 1 901 6 / 21 -7 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B ul a – R DC 6 0 / 12 2 3 /0 3 /20 2 1 1 1 1 90 1 6/ 21 -7 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 23 / 0 3 /20 2 1 N/A VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
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0 7/ 0 2 /20 2 4 -1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 0 7 /0 2 /20 2 4 -1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 07 / 0 2 /20 2 4 4 .
O q u e d e v o s a b e r a n t e s d e us a r e st e m e d i c a m e n to ?
Di z e r e s le g a is VP -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
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Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
Insonox Comprimido revestido 10mg
Modelo de bula com informações técnicas aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE Insonox hemitartarato de zolpidem
Medicamento similar equivalente ao medicamento de r eferência
Apresentações
Comprimido revestido 10mg Embalagens contendo 10 e 20 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada comprimido revestido contém: hemitartarato de zolpidem.......................... ................................................... ............................10mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcr istalina, dióxido de silício, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, hipromelose/macrogol, dióxido de titânio, álcool etílico, água de osmose reversa e macrogol.
Indicações
Este medicamento é destinado ao tratamento de curta duração da insônia ocasional, transitória ou crônica.
Resultados de eficácia
O zolpidem tem se mostrado efetivo no tratamento co ntinuado da insônia em vários estudos observacionais. Estivill E, et al, realizaram um es tudo envolvendo 245 pacientes, zolpidem foi associado com significativa melhora da qualidade de sono e menor sonolência durante o dia quando comparado com placebo (p<0,05). A segurança de zolpidem foi muito satisfatória e similar a do placebo.
Herve A, et al, realizaram um estudo aberto com zol pidem demonstrou que o mesmo melhorou as mensurações de sono como latência para o sono, desp ertares noturnos e aumento da duração do sono, durante 35 dias de tratamento. Tolerância não é comum nas doses recomendadas.
Bhat A, et al, realizaram estudos clínicos envolven do mais de 3.000 pacientes que fizeram uso do zolpidem, se necessário, demonstraram que esse tipo de aplicabilidade é factível, efetiva e bem tolerada. Além disso, os resultados dos estudos ind icaram que pacientes com insônia crônica são capazes de limitar o uso desse medicamento, demonst rando não haver tendência de aumento do uso do mesmo ao longo do tempo.
Referências bibliográficas 1 - Estivill E, et al. Consensus on drug treatment, definition and diagnosis for insomnia. Clinical Drug Investigation 2003; 23(6): 351-85.
2 - Herve A, et al. Efficacy and safety of zolpidem administered ‘as needed’ in primary insomnia: results of a double-blind, placebo-controlled study . Clinical Drug Investigation 2001, 21(6): 391-400.
3 – Bhat A, et al. Pharmacotherapy of insomnia. Exp ert Opin. Pharmacother 2008 9(3): 351-362.
4 – Hajak G, Geisler P. Experience with zolpidem “a s needed” in primary care settings. CNS Drugs 2004 18 Suppl. 1: 35-40.
Características farmacológicas
Propriedades farmacodinâmicas O zolpidem é um agente hipnótico não benzodiazepíni co pertencente ao grupo das imidazopiridinas.
Estudos experimentais demonstraram que zolpidem pro move um efeito sedativo em doses muito inferiores àquelas necessárias para obtenção de um efeito anticonvulsivante, relaxante muscular ou ansiolítico.
Esses efeitos são devidos a uma atividade agonista seletiva sobre um receptor GABA-ÔMEGA, que modula a abertura do canal de cloro. O zolpidem é um agonista preferencial da subclasse de receptores ômega 1 (BZD1).
No homem, zolpidem encurta o tempo de indução ao so no, reduz o número de despertares noturnos e aumenta a duração total do sono, melhora ndo sua qualidade. Esses efeitos estão associados a um perfil eletroencefalográfico especí fico, diferente daquele observado com as benzodiazepinas. Estudos em laboratório de sono mos traram que zolpidem prolonga o estágio II do sono bem como os estágios de sono profundo (III e IV). Na dosagem recomendada, o zolpidem não possui efeito sobre a duração total do sono paradoxal (fase REM). Em humanos, a preservação do sono profundo (estágios 3 e 4 – sono de ondas leves) pode ser explicada pela ligação seletiva do zolpidem aos receptores ômega-1 .
Propriedades farmacocinéticas Absorção: após administração oral, o zolpidem apres enta uma biodisponibilidade de aproximadamente 70%, com as concentrações plasmátic as máximas sendo alcançadas entre 0,5 e 3 horas.
Distribuição: em doses terapêuticas, zolpidem possu i farmacocinética linear. A ligação às proteínas plasmáticas é da ordem de 92% e o volume de distribuição em adultos é de 0,54±0,02L/Kg.
Eliminação: zolpidem é metabolizado no fígado e eli minado na forma de metabólitos inativos, na urina (aproximadamente 60%) e nas fezes (aproximada mente 40%), não possuindo efeito indutivo sobre as enzimas hepáticas. A meia-vida pl asmática é, em média, de 2,4 horas (0,7 a 3,5 horas).
Em pacientes idosos, observa-se uma diminuição na d epuração hepática, havendo um aumento de cerca de 50% nas concentrações de pico, sem prolong amento significativo na meia-vida (média:
3 horas). O volume de distribuição apresenta-se red uzido em 0,34±0,05L/Kg.
Na presença de insuficiência renal, com ou sem diál ise, ocorre uma leve diminuição na depuração renal, mas os outros parâmetros cinéticos não são a lterados. O zolpidem não é dialisável.
A biodisponibilidade encontra-se aumentada em pacie ntes com insuficiência hepática. A depuração é consideravelmente reduzida e a meia-vid a prolongada (aproximadamente 10 horas).
Contraindicações
Insonox é contraindicado em pacientes com: hipersensibilid ade ao zolpidem ou a qualquer um dos componentes da fórmula. Este medicamento também não deve ser utilizado por pacientes com insuficiência respiratória severa e/ou aguda, c om insuficiência hepática severa ou em pacientes que apresentaram comportamento complexo d e sono após tomar este medicamento.
Este medicamento é contraindicado para uso por paci entes com insuficiência respiratória severa e/ou aguda.
Este medicamento é contraindicado para uso por paci entes com insuficiência hepática severa.
Este medicamento é contraindicado para pacientes pe diátricos.
Advertências e precauções advertências
O zolpidem deve ser usado com cautela em pacientes com síndrome da apneia do sono e miastenia gravis. No caso de sedativos/hipnóticos c om curta duração de ação, pode ocorrer o fenômeno de retirada durante intervalo de dose.
O hemitartarato de zolpidem deve ser administrado e m dose única e não deve ser readministrado durante a mesma noite. A menor dose diária efetiva de zolpidem deve ser empregada e não deve exceder 10mg.
Insuficiência respiratória Como os hipnóticos têm a capacidade de causar depre ssão respiratória, precauções devem ser adotadas se zolpidem for prescrito a pacientes com a função respiratória comprometida.
(vide “Reações Adversas”).
Risco do uso concomitante com opioides O uso concomitante de opioides com benzodiazepínico s ou outros fármacos hipnóticos sedativos, incluindo zolpidem, pode resultar em sedação, depre ssão respiratória, coma e óbito. Em virtude destes riscos, reserve a prescrição concomitante de opioides e benzodiazepínicos para o uso em pacientes nos quais as alternativas terapêuticas di sponíveis sejam inadequadas.
Caso seja decidido pela prescrição de zolpidem conc omitantemente com opioides, prescreva a menor dose eficaz com duração mínima de uso concomi tante, e acompanhe o paciente de perto quanto aos sinais e sintomas de depressão respirató ria e sedação (vide “Interações Medicamentosas”).
Insuficiência hepática O zolpidem não deve ser utilizado em pacientes com insuficiência hepática severa uma vez que pode contribuir para encefalopatia. Vide itens “Pos ologia e Modo de Usar, “Contraindicações” e “Reações Adversas”.
PRECAUÇÕES A causa primária da insônia deve ser identificada s empre que possível e os fatores causais tratados antes da prescrição de um hipnótico. A fal ta de efeito do tratamento após 7 a 14 dias de uso pode indicar a presença de um distúrbio psiquiá trico primário ou uma desordem física devendo o paciente ser reavaliado em intervalos reg ulares.
Pacientes pediátricos A segurança e eficácia de zolpidem em pacientes com idade inferior a 18 anos não foram estabelecidas. Portanto, o zolpidem não deve ser pr escrito nesta população. Um estudo com duração de 8 semanas, realizado em pacientes pediát ricos (6 - 17 anos) com insônia associada à déficit de atenção/hiperatividade, distúrbios psiqu iátricos e do sistema nervoso, revelou as reações adversas mais frequentemente observadas no tratamento com zolpidem versus placebo e incluíram tontura (23,5% versus 1,5%), dor de cabeç a (12,5% versus 9,2%) e alucinações (7,4% versus 0%) (vide “Posologia e Modo de Usar – Popula ções Especiais”).
Pacientes idosos Vide recomendações no item “Posologia - Adultos com idade acima de 65 anos ou pacientes debilitados”.
Pacientes com doença psicótica Hipnóticos como o zolpidem, não devem ser a medicaç ão principal para o tratamento de pacientes psicóticos.
Amnésia Sedativos e hipnóticos como o zolpidem, podem causa r amnésia anterógrada, que em geral ocorre algumas horas após administração. Por essa razão, a conselha-se tomar o medicamento imediatamente antes de deitar, sendo importante ass egurar condições favoráveis para um sono ininterrupto de 7-8 horas.
Ideação suicida e depressão Vários estudos epidemiológicos demonstram um aument o da incidência de suicídio e tentativa de suicídio em pacientes com ou sem depressão, tratado s com benzodiazepínicos e outros hipnóticos, incluindo zolpidem. A relação causal nã o foi estabelecida.
Como acontece com outros medicamentos sedativos/hip nóticos, o zolpidem deve ser administrado com cautela em pacientes que apresenta m sintomas de depressão e que podem apresentar tendências suicidas. A menor dose possív el deve ser empregada nesses pacientes para evitar a superdose intencional. Depressão preexiste nte pode ser desmascarada durante o uso de zolpidem. Considerando que insônia pode ser um sint oma de depressão, o paciente deve ser reavaliado caso ela persista.
Outras reações psiquiátricas e “paradoxais” Outras reações psiquiátricas e paradoxais como exac erbação da insônia, pesadelos, nervosismo, irritabilidade, agitação, agressividade, acessos de raiva, ideias delirantes, alucinações, comportamento inapropriado e outros distúrbios de c omportamento, podem ocorrer com o uso de sedativos e hipnóticos, como o zolpidem. Nesse caso , o medicamento deve ser descontinuado.
Essas reações são mais prováveis de ocorrer em idos os.
Sonambulismo e comportamentos associados Comportamentos complexos de sono, incluindo dormir enquanto caminha, dormir enquanto dirige, e engajar em outras atividades enquanto não estiver totalmente acordado, podem ocorrer após o primeiro ou qualquer uso subsequente deste m edicamento. Pacientes podem ferir-se gravemente ou ferir outros indivíduos durante esses comportamentos. Essas lesões podem ser fatais. Outros comportamentos de sono associados (p or exemplo, enquanto prepara e come alimentos, faz ligações ou atos sexuais) também for am reportados, acompanhado de amnésia para estes eventos. Relatos de pós-comercialização mostr am que comportamentos complexos de sono podem ocorrer com a administração isolada deste med icamento a doses recomendadas, com ou sem uso concomitante de álcool ou outros depressore s do sistema nervoso central (SNC) (vide "Interações Medicamentosas"). Se o paciente apresen tar algum destes comportamentos, a descontinuação imediata deste medicamento é recomen dada. (vide item "Contraindicações?”).
Comprometimento psicomotor Como outros medicamentos sedativos/hipnóticos, o zo lpidem tem efeitos de depressão do SNC.
O risco de comprometimento psicomotor, incluindo pr ejuízo na habilidade de dirigir, é aumentado se o zolpidem é administrado em menos de 7-8 horas antes do início das atividades que requerem alerta mental; se é utilizada uma dose mais alta que a recomendada; ou se o zolpidem é coadministrado com outros depressores do SNC, álcool, ou com outros medicamentos que elevam a concentração sanguínea de zolpidem. (v ide “Interações Medicamentosas” e “Advertências e Precauções – Alterações na capacida de de dirigir veículos e operar máquinas”).
Tolerância Alguns sedativos/hipnóticos como o zolpidem podem a presentar perda de eficácia dos efeitos hipnóticos após uso prolongado por algumas semanas.
Dependência O uso do zolpidem pode levar ao desenvolvimento de abuso e/ou dependência física ou psíquica.
O risco de dependência aumenta com a dose e a duraç ão do tratamento. Casos de dependência foram relatados com maior frequência em pacientes t ratados com Insonox por mais de 4 semanas. O risco de abuso e dependência é também ma ior em pacientes com histórico de distúrbios psiquiátricos e/ou abuso de álcool ou dr ogas. Insonox deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes em uso ou com histórico de abu so de álcool e drogas.
Na presença de dependência física, a descontinuação abrupta do zolpidem pode causar o aparecimento de sintomas de abstinência: cefaleia, dor muscular, ansiedade e tensão extremas, agitação, confusão e irritabilidade.
Em casos severos, os seguintes sintomas podem ocorr er: desrealização, despersonalização, hiperacusia, dormência e formigamento das extremida des, hipersensibilidade à luz, barulho e a contatos físicos, alucinações, delirium e convulsõe s.
Insônia de rebote A interrupção abrupta de um tratamento com hipnótic os em posologia e duração acima das recomendadas pode provocar insônia de rebote transi tória (reaparecimento de insônia às vezes mais grave do que aquela que motivou o tratamento) e pode também causar outros sintomas (alterações do humor, ansiedade, agitação). Portant o, é importante que o paciente seja alertado quanto a este fenômeno e a posologia deve ser reduz ida gradualmente para minimizá-lo.
No caso de sedativos/hipnóticos com curta duração d e ação, o fenômeno de retirada pode se manifestar dentro do intervalo de dose.
Lesões severas Devido às suas propriedades farmacológicas, o zolpi dem pode causar sonolência e diminuição do nível de consciência, que pode levar a quedas e, co nsequentemente, a lesões severas.
Pacientes com síndrome do QT longo Um estudo eletrofisiológico cardíaco in vitro demonstrou que sob condições experimentais, utilizando concentrações muito altas e pluripotente s de células tronco, o zolpidem pode reduzir o hERG relacionado aos canais de potássio. As consequ ências potenciais em pacientes com síndrome do QT longo congênito são desconhecidas.
Como precaução, a relação benefício/risco do tratam ento com zolpidem em pacientes diagnosticados com síndrome do QT longo congênito d eve ser cuidadosamente considerada.
Submissão química (uso ilícito de drogas para fins criminosos) O rápido início da sedação, associado às caracterís ticas amnésicas do zolpidem, particularmente quando combinado com álcool, administrado sem o con hecimento da vítima, provou induzir incapacidade e, assim, facilitar ações criminosas ( que podem ser perigosas).
Os prestadores de cuidados de saúde devem prescreve r o zolpidem de acordo com a sua avaliação clínica e apenas em caso de necessidade médica, uma vez que pode ser utilizada ilicitamente para submissão química.
Gravidez O uso de zolpidem não é recomendado durante a gravi dez.
Estudos em animais não indicam efeitos nocivos dire tos ou indiretos em relação à toxicidade reprodutiva. O zolpidem atravessa a placenta.
Uma grande quantidade de dados coletados de estudos de coorte não demonstrou evidência de ocorrência de malformações após exposição a benzodi azepínicos durante o primeiro trimestre de gravidez. No entanto, em certos estudos epidemiológ icos caso-controle, observou-se aumento da incidência de fissura labial e palatina com benzodi azepínicos.
Casos de movimento fetal reduzido e variabilidade d a frequência cardíaca fetal foram descritos após a administração de benzodiazepínicos durante o segundo e/ou terceiro trimestre da gravidez.
A administração de zolpidem durante a fase final da gravidez ou durante o trabalho de parto, foi associada com efeitos no neonato, como hipotermia, hipotonia, dificuldades na alimentação (a qual pode resultar em um baixo ganho de peso) e dep ressão respiratória, em razão da ação farmacológica do produto. Casos de depressão respir atória neonatal severa foram reportados.
Além disso, crianças nascidas de mães que utilizara m sedativos/hipnóticos cronicamente durante os últimos estágios da gravidez podem ter desenvolv ido dependência física e existe o risco de desenvolverem sintomas de abstinência após o nascim ento. Recomenda-se adequado acompanhamento do recém-nascido no período pós-nata l.
Se hemitartarato de zolpidem for prescrito para uma mulher em idade fértil, ela deve ser alertada para entrar em contato com seu médico sobre como pa rar o uso do produto se ela pretende ou suspeitar que está grávida.
Categoria de risco na gravidez: categoria C. Este m edicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.
Lactação Embora a concentração de zolpidem no leite materno seja baixa, ele não deve ser utilizado por mulheres durante o período de amamentação.
Outros grupos de risco Deve-se tomar extremo cuidado com pacientes com his tória de alcoolismo ou dependência a drogas.
Deve-se ter cuidado com pacientes com insuficiência hepática, pois nesses pacientes, o clearance e o metabolismo do zolpidem estão reduzidos. Por is so, nesses casos, a dose inicial deve ser de 5mg e pacientes idosos devem ter atenção especial. Caso a resposta clínica em adultos (abaixo de 65 anos) seja inadequada e o medicamento bem tolera do, pode-se aumentar a dose para 10mg.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e oper ar máquinas Pacientes que dirigem veículos ou operam máquinas d evem ser alertados para a possibilidade de risco de reações adversas incluindo sonolência, tem po de reação prolongado, tontura, visão borrada ou visão dupla e redução do estado de alert a e condução prejudicada na manhã seguinte à administração de zolpidem. Para minimizar este risc o, recomenda-se que a duração do sono seja de 7-8 horas.
Além disto, a coadministração de zolpidem com álcoo l e outros depressores do SNC aumentam o risco destes efeitos. Os pacientes devem ser advert idos para não consumir álcool ou outros medicamentos psicoativos enquanto utilizar o zolpid em.
Interações medicamentosas
Álcool: A ingestão de hemitartarato de zolpidem juntamente com bebidas alcoólicas ou de medicamentos contendo álcool não é recomendada.
O álcool promove uma intensificação do efeito de se dativos e hipnóticos ou de substâncias relacionadas, com reflexo sobre a vigilância, aumen tando o risco na condução de veículos ou na operação de máquinas.
Depressores do SNC O aumento da depressão do Sistema Nervoso Central p ode ocorrer no caso de uso concomitante com antipsicóticos (neurolépticos), hipnóticos, ans iolíticos/sedativos, agentes antidepressivos, analgésicos narcóticos, drogas antiepiléticas, anes tésicos e anti-histamínicos. O uso concomitante de zolpidem com estes medicamentos podem aumentar a sonolência e o comprometimento psicomotor, incluindo a habilidade de dirigir. No c aso de analgésicos narcóticos, pode ocorrer aumento da sensação de euforia levando a ocorrência de dependência psicológica.
Opioides O uso concomitante de benzodiazepínicos e outros fá rmacos hipnóticos sedativos, incluindo o zolpidem, e opioides, aumenta o risco de sedação, d epressão respiratória, coma e óbito devido ao efeito aditivo depressor do SNC. Se o uso concomita nte for necessário, limite a dose e a duração do uso concomitante de benzodiazepínicos e opioides (vide “Advertências e Precauções”).
Inibidores e indutores da CYP450 Compostos que inibem o citocromo P450 podem aumenta r a atividade de alguns hipnóticos como o zolpidem. Este medicamento é metabolizado por vár ias enzimas hepáticas do citocromo P450: sendo as principais CYP3A4 com a contribuição da CY P1A2. O efeito farmacodinâmico de Insonox é menor quando é administrado com um indutor da CY P3A4 tal como a rifampicina e a Erva de São João. A Erva de São João mostrou ter um a interação farmacocinética com o zolpidem. A Cmáx e a AUC médias foram diminuídas (33,7 e 30,0%, inf eriores, respectivamente) para o zolpidem administrado com Erva de São João e m comparação com o zolpidem administrado isoladamente. A coadministração da Erv a de São João pode diminuir os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso concomitante não é re comendado. Entretanto, quando o zolpidem foi administrado com o itraconazol (um inibidor do CYP3A4), a farmacocinética e a farmacodinâmica, não foram significativamente modif icadas. A relevância clínica destes resultados não é conhecida. A coadministração de zo lpidem com o cetoconazol (200mg, duas vezes ao dia), um potente inibidor CYP3A4, prolonga a meia-vida de eliminação do zolpidem, aumenta a AUC total e diminui o clearance quando co mparado com o zolpidem mais placebo.
Quando coadministrado com cetoconazol, o AUC total aumenta modestamente (fator 1,83 quando comparado com o zolpidem sozinho). Um ajuste de dosagem de zolpidem não é necessário, mas os pacientes devem ser advertidos q ue a coadministração de zolpidem com o cetoconazol pode aumentar os efeitos sedativos.
A fluvoxamina é um potente inibidor da CYP1A2 e de moderado a fraco inibidor da CYP2C9 e CYP3A4. A coadministração de fluvoxamina pode aumen tar os níveis sanguíneos de zolpidem.
O uso concomitante não é recomendado.
O ciprofloxacino tem se mostrado um moderado inibid or da CYP1A2 e CYP3A4. A coadministração de ciprofloxacino pode aumentar os níveis sanguíneos de zolpidem. O uso concomitante não é recomendado.
Outros medicamentos: Quando o zolpidem foi administrado junto com a varf arina, a digoxina, a ranitidina ou a cimetidina, nenhuma interação farma cocinética foi observada.
Alimento: Não há dados disponíveis até o momento sobre a inte rferência de alimentos na ação de hemitartarato de zolpidem.
Cuidados de armazenamento do medicamento conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e umidade.
Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: Comprimido oblongo formato cápsula com vinco, núcleo de cor branca e revestimento de cor branca.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Posologia e modo de usar
Insonox age rapidamente e por isso, deve ser sempre admini strado imediatamente antes de deitar ou na cama. O comprimido deve ser tomado com líquido, por via oral. Insonox deve ser administrado em dose única e não deve ser readminis trado na mesma noite.
O uso prolongado do zolpidem não é recomendado e a duração do tratamento deve ser a menor possível, e assim como com todos os hipnóticos, não deve ultrapassar a quatro semanas:
Insônia ocasional: de 2 a 5 dias.
Insônia transitória: de 2 a 3 semanas.
O prolongamento do tratamento para além do período máximo não deve ocorrer sem uma reavaliação do estado do paciente, uma vez que o ri sco de abuso e dependência aumenta com a duração do tratamento (vide “Advertências e Precauç ões”).
Adultos abaixo de 65 anos: um comprimido de 10mg por dia.
População Especial Adultos com idade acima de 65 anos ou com insuficiê ncia hepática: considerando que pacientes idosos ou debilitados geralmente são mais sensíveis aos efeitos do zolpidem, recomenda-se a administração de comprimido (5mg) por dia. A dose somente deve ser aumentada para um comprimido (10mg) em casos excepc ionais. A dosagem não deve exceder 10mg por dia.
Pacientes com insuficiência hepática: considerando que existe uma redução da depuração (clearance) e do metabolismo do zolpidem em pacient es com insuficiência hepática, recomenda-se a administração de 5,0mg por dia. Esses paciente s devem ser cuidadosamente monitorados, em especial em pacientes idosos. Caso a resposta clíni ca em adultos (abaixo de 65 anos) seja inadequada e o medicamento bem tolerado, pode-se au mentar a dose para 10mg.
Pacientes Pediátricos: A segurança e eficácia do uso de zolpidem não foram estabelecidas em pacientes pediátricos menores de 18 anos de idade. Desta forma, o zolpidem não deve ser prescrito para esta população (vide “Advertências e Precauções – Uso Pediátrico”).
Não há estudos dos efeitos de hemitartarato de zolp idem administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficác ia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.
Reações adversas
Existem evidências de que as reações adversas, part icularmente certas reações no SNC, estão relacionadas com a dose usada de zolpidem. Essas re ações, em teoria, devem ser menores se o zolpidem é administrado imediatamente antes do paci ente deitar-se ou na cama. Essas reações ocorrem com mais frequência em pacientes idosos e n o início da terapia.
Reação muito comum (≥ 1/10).
Reação comum (≥ 1/100 e < 1/10).
Reação incomum (≥ 1/1.000 e < 1/100).
Reação rara (≥ 1/10.000 e < 1/1.000).
Reação muito rara (< 1/10.000).
Desconhecida: (não podem ser estimados a partir dos dados disponíveis).
Distúrbios do sistema imunológico Desconhecida: edema angioneurótico.
Distúrbios psiquiátricos Comuns: alucinações, agitação, pesadelos, depressão (vide “Advertências e Precauções”).
Incomuns: confusão, irritabilidade, inquietação, ag ressividade, sonambulismo (vide “Advertências e Precauções”) e humor eufórico.
Rara: alteração na libido.
Muito raras: desilusão e dependência (sintomas de r etirada ou efeito rebote podem ocorrer após a descontinuação do tratamento).
Desconhecidas: acessos de raiva, comportamento inap ropriado, comportamento complexo de sono, delirium (vide “Advertências e Precauções”).
A maioria dos distúrbios psiquiátricos está relacio nada com reações paradoxais, estado de euforia.
Distúrbios do Sistema Nervoso Central Comuns: sonolência, dor de cabeça, tontura, insônia exacerbada, distúrbios cognitivos tais como amnésia anterógrada (os efeitos da amnésia podem es tar associados a um comportamento inapropriado).
Incomuns: parestesia, tremor, distúrbio de atenção e distúrbio de fala.
Rara: nível de consciência deprimido.
Distúrbios oculares Incomuns: diplopia e visão turva.
Rara: deficiência visual.
Distúrbios respiratórios, torácico e mediastinal Muito rara: depressão respiratória (vide “Advertênc ias e Precauções”).
Distúrbios gastrintestinais Comuns: diarreia, náusea, vômito e dor abdominal.
Distúrbios hepatobiliares Incomum: aumento das enzimas hepáticas.
Rara: lesão hepatocelular, colestática ou mista (vi de “Posologia e Modo de Usar”, “Contraindicações” e “Advertências e Precauções”).
Distúrbios do metabolismo e nutricionais Incomum: distúrbios do apetite.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Incomuns: rash, prurido e hiperidrose.
Rara: urticária.
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjunti vo Comum: dor nas costas.
Incomuns: artralgia, mialgia, espasmos musculares, dor no pescoço e fraqueza muscular.
Infecções e infestações Comuns: infecção do trato respiratório superior e i nfecção do trato respiratório inferior.
Distúrbios gerais Comuns: fadiga.
Rara: distúrbios de marcha, queda (principalmente e m pacientes idosos e quando zolpidem não é administrado de acordo com as recomendações) (vide “Advertências e Precauções”).
Desconhecida: tolerância ao medicamento.
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Sinais e sintomas: Nos casos de superdose envolvendo o zolpidem em mon oterapia ou associado a outros depressores do SNC (incluindo álcool), for am observados sintomas que variam da perda da consciência ao coma e sintomatologia mais severa , incluindo consequências fatais.
Tratamento: Em casos de superdose, medidas sintomáticas e de su porte devem ser utilizadas. Se não houver vantagens no esvaziamento gástrico, deve ser administrado carvão ativado para reduzir a absorção. Se ocorrer estados de excitação , deve ser administrado algum sedativo. A utilização de flumazenil deve ser avaliada nos caso s graves, porém a administração de flumazenil pode contribuir no aparecimento de sintomas neuroló gicos (convulsões). O zolpidem não é dialisável.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. n o 1.0370.0570 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica
Só pode ser vendido com retenção da receita h i s t ó ri co de al te
RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o/ n ot if i c a ç ã o q ue a lt e r a b ul a D a do s d a s a lt e r a ç õe s d e b u la s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la V e r sõ e s ( VP /VP S ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c io n a d a s 1 8/ 0 6 /20 1 4 0 4 8 433 1 / 14 -2 1 0 457 -S I M I L AR – I n c lu sã o I n ic ia l d e T e x to de Bu l a -R DC – 60 / 1 2 1 8 /0 6 /20 1 4 0 4 8 43 3 1/ 14 -2 1 0 4 57 -S I M I LA R – I n c l u sã o I n i c ia l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 1 8 / 06 / 201 4 Ve r sã o in ic i a l V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
0 7/ 1 1 /20 1 5 0 9 7 305 0 / 15 -8 1 0 756 -SI M I L AR -No t if i c a ç ã o d e a l te r a ç ã o d e te x t o d e b u la p a r a a d e q u a ç ã o à i n te r c a m bi a li da de 0 7 /1 1 /20 1 5 0 9 7 30 5 0/ 15 -8 1 0 7 56 -S I M I L AR -N o tif ic a ç ã o d e a lt e r a ç ã o d e t e x to d e b ul a p a r a a d e q u a ç ã o à in te r c a m b ia l id a d e 0 7 / 11 / 20 15 I d e n tif ic a ç ã o d o M e d ic a m e n to V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
0 7/ 1 1 /20 1 5 0 9 7 305 5 / 15 -9 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 0 7 /1 1 /20 1 5 0 9 7 30 5 5/ 15 -9 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 0 7 / 11 / 201 5 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 9 .
R e a ç õ e s a d v e r sa s V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t bl x 20 .
1 5/ 0 8 /20 1 6 2 1 8 423 6 / 16 -1 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 1 5 /0 8 /20 1 6 21 8 42 3 6 /16 -1 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 1 5 / 08 / 201 6 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 6 .
I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 7 .
Cu i d a do s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d ic a m e n t o 9 .
R e a ç õ e s ad v e r sa s V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
2 3/ 1 2 /20 1 6 2 6 4 315 9 / 16 -9 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – 2 3 /1 2 /20 1 6 26 4 31 5 9 /16 -9 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – 2 3 / 12 / 201 6 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 8.
P o so lo g ia e m o do de u sa r V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
R DC 6 0 / 12 R DC 6 0 /1 2 2 8/ 0 3 /20 1 7 0 4 9 387 3 / 17 -9 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 2 8 /0 3 /20 1 7 0 4 9 38 7 3/ 17 -9 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 2 8 / 03 / 201 7 Ap r e s e nt a ç õ e s 2 .
Re su l ta d o s d e e f i c á c ia 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 6 .
I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 8.
P o so lo g i a e m o do de u sa r 9 .
R e a ç õ e s a d v e r sa s V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
0 1/ 1 2 /20 1 7 2 2 5 227 8 / 17 -6 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 0 1 /1 2 /20 1 7 2 2 5 22 7 8/ 17 -6 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 0 1 / 12 / 201 7 4 .
C on t r a in d i c a çõe s 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 6 .
I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 9 .
R e aç õ e s a d v e r sa s V P S -1 0 m g c o m r e v c t bl x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
1 1/ 0 4 /20 1 8 0 2 8 142 3 / 18 -4 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 1 1 /0 4 /20 1 8 0 2 8 14 2 3/ 18 -4 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R D C 6 0 /1 2 1 1 / 04 / 201 8 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 8.
P o so lo g i a e m o do de u sa r V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
0 6 /1 1 /20 2 0 3 8 9 077 1 / 20 -2 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 0 6 /1 1 /20 2 0 3 8 9 07 7 1/ 20 -2 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 0 6 / 11 / 20 20 1 .I n d ic a ç õe s 4 .C o n tr a i n di c a ç õ e s 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 9 .
R e a ç õ e s a d v e r sa s V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
2 3/ 0 3 /20 2 1 1 1 1 901 6 / 21 -7 1 0 450 -S I M I L AR – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 2 3 /0 3 /20 2 1 1 1 1 90 1 6/ 21 -7 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 2 3 / 03 / 202 1 9 .
Re a ç õ e s a d v e r sa s V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
0 7/ 0 2 /20 2 4 -1 0 450 -S I M I L AR – 0 7 /0 2 /20 2 4 -1 0 4 50 -S I M I LA R – 0 7 / 02 / 202 4 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s V P S -1 0 m g c o m r e v c t b l x 10 .
-1 0 m g c o m r e v c t b l x 20 .
No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC 6 0 / 12 N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – R DC 6 0 /1 2 7 .
Cu i d a do s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d ic a m e n t o Di z e r es l e g a is
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 10 MG COM REV CT BL AL PVC TRANS X 10 | Tarja preta | 7896112160410 | R$ 41,02 |