Bula de Arpadol
Fitoterápico · Apsen Farmaceutica S/A · Reg. MS 1.0118.0606 · bula de 03/07/2023
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
ARPADOL ® Apsen Farmacêutica S.A.
Comprimidos Revestidos 400 mg
ARPADOL ® Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn.
Nomenclatura Botânica Oficial: Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn.
Família: Pedaliaceae Parte da Planta Utilizada: Raiz Nomenclatura Popular: Garra do Diabo
Apresentações
Comprimidos revestidos gastrorresistentes de 400 mg. Caixas com 10, 30 e 60 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada comprimido revestido gastrorresistente contém:
Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. extrato seco 5% .............................................. 400 mg Excipientes q.s.p. ....................................................................................... 1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, povidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, hipromelose, macrogol, acetoftalato de polivinila, corante óxido de ferro amarelo e dióxido de titânio.
Correspondência em marcador:
400 mg de Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. extrato seco 5% corresponde a 20 mg de harpagosídeo.
Para quê este medicamento é indicado?
Este medicamento é indicado para alívio de dores articulares e dor lombar aguda.
Como este medicamento funciona?
ARPADOL®, cujo princípio ativo é o extrato seco de Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn., é uma planta originária do deserto de Kalaari e estepes da Namíbia, no sudoeste da África, que tem atividade anti-inflamatória, demonstrada em animais e em estudos clínicos; seu maior constituinte químico é o harpagosídeo. Os efeitos anti-inflamatórios parecem ser mais consistentes com o uso crônico do que com o uso agudo.
Quando não devo usar este medicamento?
Você não deve utilizar ARPADOL® se apresentar alergia aos componentes da formulação do produto.
O medicamento não deve ser usado por pacientes que apresentam úlceras gástricas ou duodenais, síndrome do intestino irritável e litíase biliar (“pedra” na vesícula).
O que devo saber antes de utilizar este medicamento?
Pacientes portadores de doenças cardíacas e que fazem uso de medicamentos para o tratamento da hipertensão arterial (pressão alta) devem ter cuidado com a ingestão de doses excessivas de ARPADOL® pois o Harpagophytum procumbens pode afetar a frequência cardíaca e a pressão arterial.
Como o Harpagophytum procumbens pode aumentar a produção da bile, pacientes com doenças nas vias biliares devem perguntar ao seu médico se podem fazer uso de ARPADOL®.
Apesar da falta de estudos em seres humanos, estudos em roedores mostraram que Harpagophytum procumbens reduz a glicemia de roedores diabéticos. Por essa razão, pacientes diabéticos devem estar atentos a uma possível ação hipoglicemiante.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Amamentação O médico deve avaliar o risco/benefício do uso de ARPADOL® durante a amamentação. Não se sabe se a droga é excretada no leite materno.
Idosos As doses e cuidados para os pacientes idosos são os mesmos recomendados para os adultos, devendo haver o acompanhamento médico.
Interações medicamentosas Interações medicamentos - exames laboratoriais Não há relato de interferência do Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. com os resultados de exames laboratoriais.
Interações medicamentos - medicamentos Possíveis interações com drogas usadas no tratamento de arritmias cardíacas e de hipertensão arterial (pressão alta) não podem ser excluídas. Podem ocorrer também interações com drogas usadas no tratamento do diabetes mellitus, por causa do possível efeito hipoglicemiante do Harpagophytum procumbens.
Alguns medicamentos metabolizados pelo fígado podem sofrer interação com o Harpagophytum procumbens, tais como omeprazol, lansoprazol, pantoprazol, diazepam, carisoprodol, nelfinavir, diclofenaco, ibuprofeno, meloxicam, piroxicam, celecoxibe, amitriptilina, varfarina, glipizida, losartana, lovastatina, cetoconazol, itraconazol, fexofenadina e triazolam, entre outros.
Devido à citação de que o Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. pode aumentar a acidez do estômago, existe a possibilidade da diminuição da efetividade de medicamentos antiácidos; púrpura foi relatada em um paciente após administração conjunta de varfarina (um medicamento anticoagulante) e Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn.. Por essa razão, uma avaliação cuidadosa dessa associação e mesmo ajuste da dose da varfarina se fazem necessários.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
ARPADOL® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Os comprimidos revestidos de ARPADOL® são de coloração bege, oblongos em forma de bastão com chanfro.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Como devo usar este medicamento?
O produto ARPADOL® é apresentado na forma de comprimidos revestidos gastrorresistentes de 400 mg.
Você deve tomar 1 comprimido de ARPADOL®, por via oral, 3 vezes ao dia, ou seja, de 8 em 8 horas, após a ingestão de alimento.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Caso você esqueça de tomar ARPADOL® no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento duas vezes para compensar doses esquecidas.
O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode causar?
Nos estudos clínicos realizados com Harpagophytum procumbens, eventos adversos pouco importantes ocorreram em aproximadamente 3% dos pacientes, principalmente eventos adversos gastrointestinais (dor e desconforto abdominal, vômito, flatulência, dispepsia), perda do paladar e alergias.
Em um estudo clínico, o evento adverso mais comum foi a diarreia, que ocorreu em 8% dos pacientes e diminui espontaneamente após o 2-3º dia de tratamento. Outros eventos adversos descritos foram dor de cabeça e zumbido.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso de medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Uma superdose pode causar transtornos hepáticos.
Em caso de ingestão acidental de uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez, o médico deverá ser contatado urgentemente ou o paciente deverá ser encaminhado ao pronto atendimento mais próximo para receber socorro médico.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Reg. MS nº 1.0118.0606 Farmacêutico Responsável: Rodrigo de Morais Vaz CRF-SP n° 39282
APSEN FARMACÊUTICA S/A Rua La Paz, nº 37/67 – Santo Amaro CEP 04755-020 – São Paulo – SP
CNPJ 62.462.015/0001-29 Indústria Brasileira Centro de Atendimento ao Cliente 0800 016 5678
LIGAÇÃO GRATUITA infomed@apsen.com.br www.apsen.com.br ®Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.
Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas
PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA Arpadol_com_rev_VP_05 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 03/07/2023.
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
ARPADOL ® Apsen Farmacêutica S.A.
Comprimidos Revestidos 400 mg
ARPADOL ® Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn.
Nomenclatura Botânica Oficial: Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn.
Família: Pedaliaceae Parte da Planta Utilizada: Raiz Nomenclatura Popular: Garra do Diabo
Apresentações
Comprimidos revestidos gastrorresistentes de 400 mg. Caixas com 10, 30 e 60 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada comprimido revestido gastrorresistente contém:
Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. extrato seco 5% .............................................. 400 mg Excipientes q.s.p. ....................................................................................... 1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, povidona, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, dióxido de silício, hipromelose, macrogol, acetoftalato de polivinila, corante óxido de ferro amarelo e dióxido de titânio Correspondência em marcador:
400 mg de Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. extrato seco 5% corresponde a 20 mg de harpagosídeo.
Indicações
Este medicamento é indicado no tratamento de quadros reumatológicos, tais como artrites e artroses, assim como no tratamento de lombalgias, mialgias e demais dores osteomioarticulares.
Resultados de eficácia
Estudos clínicos mostraram que Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. é eficaz como anti-inflamatório e analgésico no tratamento de quadros reumatológicos, tais como artrites e artroses, lombalgias, mialgias e outros quadros osteomioarticulares.
Estudos clínicos realizados com Harpagophytum procumbens Num estudo piloto, 100 pacientes portadores de dores reumatológicas receberam aleatoriamente 2.460 mg (30 mg de harpagosídeo) de extrato de Harpagophytum procumbens 3 vezes ao dia (grupo HP) ou placebo (grupo P).
Depois de 30 dias de tratamento, somente 6 pacientes tinham dores moderadas no grupo HP e 32 no grupo P.
Somente 1 paciente do grupo HP referia dores intensas enquanto 9 referiam dores intensas no grupo P. Os efeitos adversos foram diarreia (1 paciente no grupo HP) gastrite leve (1 paciente no grupo P). (CHRUBASIK, S. & EISENBERG, E. Treatment of rheumatic pain with kampo medicine in Europe. Part 1. Harpagophytum procumbens. Pain clinic, 11(3): 171-178, 1999) Em um estudo duplo-cego, 50 portadores de artrose foram tratados por 3 semanas com 400 mg de extrato hidroetanólico de Harpagophytum procumbens (1,5% de iridoides), sendo tomadas 2 cápsulas 3 vezes ao dia.
Depois de 10 dias, o extrato diminuiu significantemente a intensidade da dor. O progresso foi mais frequente em casos moderados do que em casos graves. (LONG. L.; SOEKEN, K. & ERNST, E. Herbal medicines for the treatment of osteoarthritis: a systematic review. Rheumatology, 40: 779-793, 2001) Em um estudo duplo-cego, 118 pacientes portadores de dor lombar crônica agudizada receberam 2.400 mg de extrato de Harpagophytum (2 comprimidos de 400 mg três vezes ao dia, que corresponde a 50 mg de harpagosídeo) por dia ou placebo. Depois de 4 semanas de tratamento, o percentual de alteração no Índice de dor lombar de Arhus foi de 20% no grupo com Harpagophytum e de 8% no grupo placebo. Nove dos 54 pacientes que receberam o extrato (num total de 16,7%) ficaram durante as 4 semanas de tratamento completamente sem dor quando comparados com 1 paciente (2%) no grupo placebo (CHRUBASIK, S.; ZIMPFER, CH.; SCHÜTT, U. & ZIEGLER, R. Effectiveness of Harpagophytum procumbens in treatment of acute low back pain.
Phytomedicine, 3(1): 1-10, 1996).
Em um estudo compreendendo 102 portadores de dor lombar crônica, os efeitos do extrato de Harpagophytum procumbens na dose de 1.800 mg (30 mg de harpagosídeo) ao dia (2 cápsulas 3 vezes ao dia), foram comparados aos efeitos do tratamento convencional (anti-inflamatórios não esteroidais, exercícios físicos e injeções paravertebrais). Quatro semanas depois do tratamento, o Índice de Arhus aumentou em ambos os grupos em torno de 20%, mas diminuiu significantemente no decorrer da 4ª para a 6ª semana de tratamento, evidenciando um progresso de mais de 30%; o número de pacientes sem dores depois da 4ª e 6ª semanas foi de 16 e 20 pacientes para o grupo do Harpagophytum e 12 e 23 pacientes para o grupo recebendo tratamento convencional, respectivamente. O custo relativo do tratamento com extrato de Harpagophytum foi 2/3 (dois terços) inferior ao tratamento convencional. Os pacientes que receberam tratamento com Harpagophytum eram mais velhos, apresentavam múltiplas comorbidades e tinham duração da dor lombar mais longa do que os pacientes que receberam tratamento convencional; no entanto o Índice de Arhus não era diferente entre os grupos antes do tratamento. (CHRUBASIK, S. & EISENBERG, E. Treatment of rheumatic pain with kampo medicine in Europe.
Part 1. Harpagophytum procumbens. Pain clinic, 11(3): 171-178, 1999).
Características farmacológicas
Farmacodinâmica A planta Harpagophytum procumbens, uma planta originária do deserto de Kalaari e estepes da Namíbia, no sudoeste da África, tem atividade anti-inflamatória demonstrada em animais e em estudos clínicos.
Grupos indígenas africanos San, Khoi e Bantu há muito tempo utilizam o Harpagophytum procumbens para inúmeras condições clínicas, como no tratamento de artrite e da artrose, por seus efeitos analgésicos e anti-inflamatórios. Embora a descrição das primeiras coletas da planta tenha sido realizada por europeus em 1820, as propriedades medicinais do Harpagophytum procumbens foram descritas somente em 1907, por G.H. Mehnert, que havia aprendido o seu uso com a população indígena. Hoje o Harpagophytum procumbens consta na European Pharmacopoeia para o tratamento de reumatismo e artrites.
Em 2005, Stewart, do Instituto de Etnobotânica Aplicada (Pompano Beach, Flórida, EUA) e Cole, do Centro para Pesquisa de Informações e Ações na África – para Consultoria e Desenvolvimento da África, publicaram uma revisão sobre o Harpagophytum proccumbens. Os autores relatam que os produtos a base de Harpagophytum têm sido utilizados como alternativa ao uso dos anti-inflamatórios não esteroides, por seu perfil extremamente favorável, com poucos efeitos adversos, especialmente com o uso prolongado.
O maior constituinte químico contido nos tubérculos secundários é o harpagosídeo, que mostrou ter ação na inibição da síntese de leucotrienos e parece estar relacionado com a inibição da lipoxigenase; in vitro, extratos preparados a partir dos tubérculos foram capazes de suprimir a produção de metaloproteases induzida por interleucina em condrócitos humanos, inibir a liberação de citocinas e de prostaglandina (PG) E2 induzidas por lipopolisaccáride (LPS) em monócitos humanos e suprimir a síntese de PGE2 e a produção de óxido nítrico (NO) por inibir o aumento da expressão de COX2 e de iNOS em uma linhagem de células murinas de fibrossarcoma.
Alguns estudos sugerem que vários compostos podem agir sinergicamente para produzir os resultados clínicos e que extratos que contenham outros constituintes dos tubérculos secundários podem ser mais efetivos que extratos com harpagosídeo e harpagídeo isolados. Os efeitos anti-inflamatórios parecem ser mais consistentes com o uso crônico do que com o uso agudo.
Farmacocinética:
- a) Propriedades físicoquímicas e farmacocinética Comprimidos revestidos contendo 200 mg de um extrato padronizado (WS 1531) com no mínimo de 5% de harpagosídeo foi testado em dissolução em fluido de simulação gástrica (FSG) e em fluido de simulação intestinal (FSI). O harpagosídeo apresentou meia-vida de 13,5 minutos no FSG; após 2,5 horas no mesmo fluido o harpagosídeo apresentou degradação de 20%, mas não foi afetado na presença do FSI, sugerindo a necessidade de um revestimento entérico para as formulações.
Um estudo de farmacocinética com voluntários sadios determinou que a meia-vida do harpagosídeo situa-se entre 3,7 e 6,4 horas, com um clearance renal de 15L/ min; a concentração plasmática máxima (Cmax) é atingida em 1,5 a 3 horas. Um segundo pico foi observado depois de 7 horas, sugerindo um ciclo entero-hepático.
Contraindicações
Nos casos de hipersensibilidade ao Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. ou aos componentes da formulação do produto.
O medicamento não deve ser usado por pacientes que apresentam úlceras gástricas ou duodenais, síndrome do intestino irritável ou litíase biliar.
Advertências e precauções
Pacientes portadores de doenças cardíacas e que fazem uso de medicamentos anti-hipertensivos devem ter cuidado com a ingestão de doses excessivas de ARPADOL ®, pois o Harpagophytum procumbens pode afetar a frequência cardíaca e a pressão arterial.
Como o Harpagophytum procumbens pode aumentar a produção da bile, pacientes com doenças nas vias biliares devem perguntar ao seu médico se podem fazer uso de ARPADOL ®.
Apesar da falta de estudos em seres humanos, estudos mostraram que um extrato aquoso de tubérculos secundários reduziu a glicemia de roedores diabéticos. Por essa razão, pacientes diabéticos devem estar atentos a uma possível ação hipoglicemiante.
O Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. está classificado na categoria C de risco na gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Amamentação O médico deve avaliar o risco/benefício do uso de ARPADOL ® durante a amamentação. Não se sabe se a droga é excretada no leite materno.
Idosos As doses e cuidados para os pacientes idosos são os mesmos que aqueles recomendados para os adultos, devendo haver o acompanhamento médico.
Interações medicamentosas
Interações medicamentos - exames laboratoriais Não há relato de interferência do Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. com os resultados de exames laboratoriais.
Interações medicamentos - medicamentos Possíveis interações com drogas antiarrítmicas e anti-hipertensivas não podem ser excluídas. Podem ocorrer também interações com drogas antidiabéticas, por causa do possível efeito hipoglicemiante do Harpagophytum procumbens.
Medicamentos metabolizados pelo citocromo P450 2C19 (CYP2C19, tais como omeprazol, lansoprazol, pantoprazol, diazepam, carisoprodol e nelfinavir, entre outros), pelo CYP2C9 (tais como diclofenaco, ibuprofeno, meloxicam, piroxicam, celecoxibe, amitriptilina, varfarina, glipizida e losartana, entre outros) e pelo CYP3A4 (tais como lovastatina, cetoconazol, itraconazol, fexofenadina e triazolam, entre outros) podem sofrer interação com o Harpagophytum procumbens.
Devido à citação de que o Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn. pode aumentar a acidez gástrica, existe a possibilidade da diminuição da efetividade de antiácidos, inibidores da bomba de prótons e bloqueadores H2; púrpura foi relatada em um paciente após administração conjunta de varfarina e Harpagophytum procumbens DC Ex Meissn.. Por essa razão, uma avaliação cuidadosa dessa associação e mesmo ajuste da dose da varfarina podem ser necessários.
Cuidados de armazenamento do medicamento arpadol
® deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC), protegido da luz e da umidade.
Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Os comprimidos revestidos de ARPADOL ® são de coloração bege, oblongos em forma de bastão com chanfro.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Posologia e modo de usar
O produto ARPADOL ® é apresentado na forma de comprimidos revestidos gastrorresistentes de 400 mg.
A posologia de ARPADOL ® é de 1 comprimido administrado por via oral, 3 vezes ao dia, ou seja, de 8 em 8 horas, após a ingestão de alimento.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
Reações adversas
Uma revisão sistemática da segurança de preparações contendo Harpagophytum procumbens avaliou 20 estudos clínicos que descreviam os eventos adversos emergentes com o tratamento. Em nenhum dos estudos duplo-cegos avaliados, a incidência de eventos adversos durante o tratamento com Harpagophytum procumbens foi maior que a incidência de eventos adversos observada no grupo placebo. Eventos adversos menores ocorreram em aproximadamente 3% dos pacientes, principalmente eventos adversos gastrointestinais (dor abdominal, vômito, flatulência, dispepsia), perda do paladar e alergias.
Em um estudo clínico, o evento adverso mais comum foi a diarreia, que ocorreu em 8% dos pacientes e diminui espontaneamente após o 2-3º dia de tratamento. Outros eventos adversos descritos foram cefaleia e zumbido.
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Uma superdose pode causar transtornos hepáticos.
Em caso de ingestão acidental de uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez, o médico deverá ser contatado urgentemente ou o paciente deverá ser encaminhado ao pronto atendimento mais próximo para receber socorro médico, com a realização da lavagem gástrica.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Reg. MS nº 1.0118.0606 Farmacêutico Responsável: Rodrigo de Morais Vaz CRF SP nº 39282
APSEN FARMACÊUTICA S/A Rua La Paz, nº 37/67- Santo Amaro CEP 04755-020 – São Paulo – SP
CNPJ 62.462.015/0001-29 Indústria Brasileira Centro de Atendimento ao Cliente 0800 016 5678
LIGAÇÃO GRATUITA infomed@apsen.com.br www.apsen.com.br ®Marca registrada de Apsen Farmacêutica S.A.
Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure
ORIENTAÇÃO MÉDICA Arpadol_com_rev_VPS_06 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 03/07/2023
Nomes comerciais, genéricos e preço máximo
Apresentações e preço máximo ao consumidor
Preço máximo permitido pela CMED, MG (ICMS 18%). A farmácia pode cobrar menos, nunca mais.
Ver 5 apresentações
| Medicamento | Apresentação | Tarja | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| ArpadolApsen Farmaceutica S/A | 400 MG COM REV CT BL AL PLAS TRANS X 30 | Sem tarja | R$ 99,32 |
| ArpynflanNatulab Laboratorio S.A | 450 MG COM REV LIB RETARD CT BL AL PLAS PVDC TRANS X 30 | Sem tarja | R$ 104,70 |
| PermearMarjan Indústria e Comércio Ltda | 300 MG COM REV LIB RETARD CT BL AL PLAS TRANS X 20 | Sem tarja | R$ 141,74 |
| ArpadolApsen Farmaceutica S/A | 400 MG COM REV CT BL AL PLAS TRANS X 60 | Sem tarja | R$ 192,78 |
| PermearMarjan Indústria e Comércio Ltda | 300 MG COM REV LIB RETARD CT BL AL PLAS TRANS X 30 | Sem tarja | R$ 210,01 |