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Bulas de Remédios
Genérico Sem tarja

Dipirona Sodica+cafeina Anidra+citrato de Orfenadrina

Dipirona monoidratada + citrato de orfenadrina + cafeína anidra · Laboratório Teuto Brasileiro S/A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
FabricanteLaboratório Teuto Brasileiro S/A
Registro MS1.0370.0789
Classe terapêuticaRelaxantes musculares centrais-associacoes medicamentosas
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 14,10
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Dipirona Sodica+cafeina Anidra+citrato de Orfenadrina

Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 04/06/2024 · conferida em 23/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

dipirona cafeína citrato de orfenadrina Comprimido 300mg + 50mg + 35mg

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE dipirona cafeína citrato de orfenadrina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999

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Apresentação

Comprimido 300mg + 50mg + 35mg Embalagem contendo 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido contém: dipirona........................................... ................................................... ......................................300mg cafeína ........................................... ................................................... .........................................50mg citrato de orfenadrina............................. ................................................... .................................35mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: amido, estearato de magnésio, povidona , álcool etílico e talco.

01

Para que este medicamento é indicado?

Este medicamento é indicado no alívio da dor associ ada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional.

02

Como este medicamento funciona?

Este medicamento possui ação analgésica e relaxante muscular. O início da ação ocorre a partir de 30 minutos.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Este medicamento não deve ser utilizado nos seguint es casos:

-reações alérgicas, tais como reações cutâneas grav es com este medicamento;

-alergia ou intolerância a qualquer um dos componen tes da fórmula ou a analgésicos semelhantes à dipirona – derivados de pirazolonas (ex.: fenilbu tazona, oxifembutazona) ou a pirazolidinas (ex.: fenilbutazona, oxifembutazona) – incluindo, p or exemplo, casos anteriores de agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de leucócitos do sangue – glóbulos brancos) em relação a um destes medicamentos;

-glaucoma (aumento da pressão intraocular), obstruç ão pilórica ou duodenal (estreitamento da passagem do conteúdo no estômago e intestino), prob lemas motores no esôfago (megaesôfago), úlcera péptica estenosante (estreitamento anormal), hipertrofia prostática (aumento da próstata), obstrução do colo da bexiga e miastenia grave (doen ça neuromuscular que causa fraqueza);

-porfiria hepática aguda intermitente - doença meta bólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas (risco d e ataques de porfiria);

-deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidro genase (risco de hemólise - destruição dos glóbulos vermelhos, o que pode levar a anemia);

-função da medula óssea insuficiente (ex.: após tra tamento que bloqueia a divisão celular) ou doenças do sistema hematopoiético (responsável pela produção das células sanguíneas);

-desenvolvido broncoespasmo (contração dos brônquio s levando a chiado no peito) ou outras reações anafiláticas (ex.: urticária, rinite, angio edema) com medicamentos para dor, como: salicilatos, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno;

-gravidez e amamentação (vide “O que devo saber ant es de usar este medicamento?”).

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Em tratamentos prolongados, seu médico deve control ar o perfil das características do sangue, com hemogramas frequentes, e também a função do fíg ado e rins.

Este medicamento não deve ser utilizado concomitant emente com álcool, propoxifeno ou fenotiazínicos. Este medicamento não deve ser utili zado para tratamento de rigidez muscular associada ao uso de antipsicóticos.

Agranulocitose: induzida por dipirona é uma ocorrência durável por pelo menos 1 semana.

Interrompa o uso da medicação e consulte seu médico imediatamente se alguns dos seguintes sinais ou sintomas ocorrerem: febre, calafrios, dor de garganta, lesão na boca.

Pancitopenia (diminuição das células do sangue): em caso de pancitopenia, o tratamento deve ser imediatamente interrompido e deve ser monitorad a a contagem sanguínea até normalização.

Procure imediatamente seu médico se você tiver sina is ou sintomas, como: mal-estar geral, infecção, febre persistente, hematomas, sangramento , palidez enquanto estiver utilizando dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina.

Choque anafilático (reação alérgica grave): pode ocorrer principalmente em pacientes sensíveis.

Reações cutâneas graves adversas: foram relatadas reações cutâneas graves com o uso de dipirona, como Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) (f orma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes ár eas do corpo) e Necrólise Epidérmica Tóxica ou síndrome de Lyell (NET) (quadro grave, on de uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas, semelhante a uma grande queimadura), Reação Cutânea Associada à Eosinofilia e Sintomas S istêmicos (manifestação rara induzida por hipersensibilidade aos medicamentos levando ao surg imento de erupções cutâneas, alterações hematológicas [no sangue]).

Pare imediatamente o uso de dipirona e procure ajud a médica se notar algum dos sintomas relacionados a essas reações cutâneas graves descri tas na seção “O que devo saber antes de usar este medicamento?”.

Se você desenvolver sinais ou sintomas tais como: e rupções cutâneas muitas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o tratamento deve ser descontinua do imediatamente e não deve ser retomado (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Reações anafiláticas / anafilactóides (reação alérg ica grave que pode ocorrer principalmente em pacientes sensíveis): em particular, há um risco especial em desenvolver reações anafilactoides severas se você tem: asma an algésica (crise provocada pelo uso de analgésicos) ou intolerância analgésica do tipo urt icária-angioedema (quadro de erupção na pele com inchaço em região subcutânea ou em mucosas, ger almente de origem alérgica) (vide “Quando não devo usar este medicamento?”); asma brô nquica, particularmente naqueles com rinossinusite poliposa (inflamação crônica da mucos a nasossinusal com pólipos) concomitante; urticária crônica (erupção na pele, geralmente de o rigem alérgica, que causa coceira); intolerância ao álcool; intolerância a corantes (ex.: tartrazina ) ou a conservantes (ex.: benzoatos). Informe ao seu médico se você tem alguma alergia.

A administração de dipirona pode causar reações iso ladas de queda da pressão sanguínea (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar ?”).

Caso você tenha redução das funções dos rins ou do fígado, é recomendado que seja evitado o uso de altas doses de dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina, visto que a taxa de eliminação de dipirona é reduzida nestes casos.

Em pacientes sob condições gerais de saúde comprome tidas, possível insuficiência na função renal e hepática deve ser levada em consideração.

Lesão hepática induzida por drogas Casos de hepatite (inflamação do fígado) aguda de p adrão predominantemente hepatocelular (células do fígado) foram relatados em pacientes tr atados com dipirona com início de alguns dias a alguns meses após o início do tratamento. Os sina is e sintomas incluem enzimas hepáticas séricas (enzimas do fígado) elevadas com ou sem ict erícia (cor amarelada da pele e olhos), frequentemente no contexto de outras reações de hip ersensibilidade (alergia ou intolerância) a drogas (por exemplo, erupção cutânea (alteração na pele), discrasias sanguíneas (alterações no sangue), febre e eosinofilia (aumento de um tipo de células no sangue chamado eosinófilo) ou acompanhadas por características de hepatite (infla mação do fígado) autoimune. A maioria dos pacientes se recuperou com a descontinuação do trat amento com dipirona; entretanto, em casos isolados, foi relatada progressão para insuficiênci a hepática (redução da função do fígado) aguda com necessidade de transplante hepático (transplant e de fígado).

O mecanismo de lesão hepática (lesão do fígado) ind uzida por dipirona não está claramente elucidado, mas os dados indicam um mecanismo imuno- alérgico.

Os pacientes devem ser instruídos a entrar em conta to com seu médico caso ocorram sintomas sugestivos de lesão hepática (lesão do fígado). Nes ses pacientes, a dipirona deve ser interrompida e a função hepática (atividade do fígado) avaliada.

A dipirona não deve ser reintroduzida em pacientes com um episódio de lesão hepática (lesão do fígado) durante o tratamento com dipirona para o qu al nenhuma outra causa de lesão hepática (lesão do fígado) foi determinada.

Este medicamento não deve ser tomado se você já tom ou algum medicamento contendo dipirona e teve problemas de fígado. Se você não tiver certe za, converse com seu médico.

Foi notificada inflamação do fígado em pacientes to mando dipirona, com sintomas que se desenvolveram alguns dias a alguns meses após o iní cio do tratamento.

Pare de usar dipirona + cafeína + citrato de orfen adrina e contacte um médico se tiver sintomas de problemas hepáticos (do fígado) (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).

Outros medicamentos e produtos Informe o seu médico se estiver a tomar um dos segu intes:

-bupropiona, um medicamento usado para tratar a dep ressão ou como um auxiliar para parar de fumar;

-efavirenz, um medicamento usado para tratar HIV / AIDS;

-metadona, um medicamento usado para tratar a depen dência de drogas ilícitas (os chamados opioides);

-valproato, um medicamento usado para tratar a epil epsia ou doença bipolar;

-tacrolimus, um medicamento usado para prevenir a r ejeição de órgãos em pacientes transplantados;

-sertralina, um medicamento usado no tratamento da depressão.

Gravidez e amamentação: recomenda-se não utilizar dipirona + cafeína + citr ato de orfenadrina durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso de dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina durante o segundo trimestre da gravidez só deve oco rrer após cuidadosa avaliação do potencial risco/benefício pelo médico.

Este medicamento, entretanto, não deve ser utilizad o durante os 3 últimos meses da gravidez.

Embora a dipirona seja um fraco inibidor da síntese de prostaglandina, a possibilidade de fechamento prematuro do canal arterial e complicaçõ es perinatais, devido à diminuição da agregação plaquetária tanto da mãe quanto do recém- nascido, não pode ser descartada. A segurança de dipirona + cafeína + citrato de orfena drina durante a amamentação não está estabelecida. Partes da dipirona passam pelo leite materno. A amamentação deve ser evitada até 48 horas após o uso de dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu mé dico em caso de suspeita de gravidez.

Pacientes idosos: podem sentir certo grau de confusão mental com a ad ministração do produto.

Deve ser considerada possível insuficiência na funç ão dos rins e fígado.

Outros grupos de risco: dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina deve se r utilizado com cautela em pacientes com os seguintes distúrbios do coração: taquicardia, arritmias cardíacas, insuficiência coronária ou descompensação cardíaca. Caso você apresente deficiência de protrombina (elemento da coagulação do sangue), a d ipirona pode agravar a tendência à hemorragia.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e oper ar máquinas: a dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina pode prejudicar a capacidade do paci ente para o desempenho de atividades como operar máquinas ou conduzir veículos.

Cafeína: A ingestão excessiva de cafeína (por exemplo, café , chá, alimentos, outros medicamentos e bebidas) deve ser evitada enquanto e stiver tomando este produto (vide “Superdose”).

Recomenda-se cuidado especial ao usar cafeína em pa cientes com hipertireoidismo (risco de efeitos colaterais da cafeína) ou arritmias.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS -Propoxifeno: o uso concomitante de orfenadrina com propoxifeno pode causar confusão, ansiedade e tremores.

-Fenotiazínicos: os fenotiazínicos, como a clorpromazina, podem int erferir no controle da temperatura corporal, causando tanto diminuição qua nto aumento da temperatura corporal. A dipirona pode potencializar eventual diminuição da temperatura corporal causada por fenotiazínicos.

-Antipsicóticos: agentes anticolinérgicos, como a orfenadrina, não controlam a discinesia tardia (movimentos involuntários) associada ao uso prolong ado de antipsicóticos. Seu uso pode mesmo exacerbar os sintomas neurológicos envolvidos na co ordenação dos movimentos (de liberação extrapiramidal) associados a estas drogas.

Indução farmacocinética de enzimas metabolizadoras A dipirona pode induzir enzimas metabolizadoras, in cluindo CYP2B6 e CYP3A4.

A coadministração de dipirona com substratos do CYP 2B6 e/ou CYP3A4, como bupropiona, efavirenz, metadona, ciclosporina, tacrolimus ou se rtralina, pode causar uma redução nas concentrações plasmáticas destes medicamentos.

Portanto, recomenda-se cautela quando dipirona e su bstrato de CYP2B6 e/ou CYP3A4 são administrados concomitantemente; a resposta clínica e/ou os níveis do medicamento devem ser seguidos de monitoramento terapêutico do medicament o. valproato: a dipirona pode diminuir os níveis séricos de valp roato quando coadministrado, o que pode resultar em eficácia potencialmente diminuída do valproato. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (controle das convulsõ es ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato, conf orme apropriado.

Adicionar dipirona ao metotrexato pode aumentar a h ematotoxicidade (toxicidade do sangue) do metotrexato, particularmente em pacientes idosos. P ortanto, esta combinação deve ser evitada.

A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsal icílico na agregação plaquetária, quando tomado concomitantemente. Portanto, esta combinação deve ser usada com cautela em pacientes que tomam ácido acetilsalicílico em baixas doses pa ra proteção cardiovascular.

Medicamento-alimento: não há dados disponíveis até o momento sobre a adm inistração concomitante de alimentos e dipirona + cafeína + ci trato de orfenadrina.

Medicamento-exame laboratoriais: foram reportadas interferências em testes laborator iais que utilizam reações de Trinder (por exemplo: testes pa ra medir níveis séricos de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pac ientes utilizando dipirona.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15 a 30ºc). p roteger do calor

E da umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento: Comprimido circular biconvexo sem vinco de cor bran ca a amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Você deve tomar os comprimidos com líquido (aproxim adamente a 1 copo), por via oral.

Posologia: 1 a 2 comprimidos, 3 a 4 vezes ao dia. Não ultrapassar estes limites .

Não há estudos dos efeitos de dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para ef icácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvida s sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os si ntomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Baseando-se nos sintomas, reintroduzir a medicação respeitando sempre os horários e intervalos recomendados. Nunca devem ser administradas duas do ses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacie ntes que utilizam este medicamento).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes q ue utilizam este medicamento).

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos paciente s que utilizam este medicamento).

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos paciente s que utilizam este medicamento).

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pac ientes que utilizam este medicamento).

Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).

Distúrbios cardíacos: síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de even tos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Englo ba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica), redução ou aumento do ritmo cardíaco, ar ritmias cardíacas, palpitações.

Distúrbios do sistema imunológico: choque anafilático e reações anafiláticas/anafilact oides, que podem se tornar graves e com risco de vida, às veze s fatal. Estas reações podem ocorrer mesmo após dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina te r sido utilizado previamente em muitas ocasiões sem complicações. Podem se manifestar com sintomas na pele ou nas mucosas (como: coceira e/ou ardência, ardor, vermelhidão, urticári a, inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, sintomas gastrintestinais, podendo progredir para formas mais severas de urticária generalizada, angioedema grave (até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave (contração dos brônquios levando a chiado no peito), arritmias cardíacas, queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da p ressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguí neo inadequado para os tecidos e células do corpo). Em pacientes com síndrome da asma analgésic a, reações de intolerância aparecem tipicamente na forma de ataques asmáticos.

Estas reações medicamentosas podem desenvolver-se i mediatamente após o uso de dipirona ou horas mais tarde; contudo, a tendência normal é que estes eventos ocorram na primeira hora após a administração.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: erupção fixada medicamentosa; raramente, exantema [rash (erupções cutâneas)]; em casos isolados, sínd rome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) ou síndrome de Lyell (doença inflamatória aguda que afeta princ ipalmente pele e mucosas).

Pare de usar dipirona + cafeína + citrato de orfena drina e imediatamente contacte um médico se você vivenciar alguns dos sintomas abaixo:

Manchas avermelhadas não elevadas, semelhantes a al vos ou circulares no tronco, muitas vezes com bolhas centrais, descamação da pele, úlceras na boca, garganta, nariz, genitais e olhos, estas erupções cutâneas graves podem ser precedidas por f ebre e sintomas semelhantes aos da gripe (síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica), erupção cutânea disseminada, temperatura corporal elevada (febre > 38ºC) e linfo nodos aumentados (Reação Cutânea Associada à Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos ou sí ndrome de hipersensibilidade medicamentosa) (vide “O que devo saber antes de usa r este medicamento?”).

Distúrbios do sangue e sistema linfático: anemia aplástica, agranulocitose e pancitopenia, incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos gló bulos brancos no sangue) e trombocitopenia (redução do número de plaquetas). Estas reações pod em ocorrer mesmo após dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina ter sido utilizado previamen te em muitas ocasiões, sem complicações.

Sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inf lamatórias na mucosa (ex.: orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente). Entretanto, em pacientes recebendo tra tamento com antibióticos, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. Sinais típicos de redução do número de plaquetas incluem maior tendência para sangramento e aparecimento de manchas vermelhas ou purpúreas na pele e membranas mucosas.

Foram relatados casos muito raros de anemia aplásti ca (produção de quantidade insuficiente de glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas pela medula óssea) associada ao uso de orfenadrina.

Distúrbios vasculares: reações de queda na pressão sanguínea isoladas. Pod em ocorrer, ocasionalmente após a administração, reações de que da na pressão sanguínea transitórias isoladas; em casos raros, estas reações apresentam- se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea.

Distúrbios renais e urinários: em casos muito raros, especialmente em pacientes co m histórico de doença dos rins, pode ocorrer agravamento da fun ção dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns casos com diminuição ou ausência da produção de urina (oligúria ou anúria), ou perda de proteína através da urina. Em casos isolados, pode ocorrer inflamação nos rins (nefrite intersticial). Coloração avermelhada pode ser obser vada algumas vezes na urina.

Distúrbios gastrointestinais: Foram reportados casos de sangramento gastrointest inal.

Distúrbios hepatobiliares: lesão hepática (lesão do fígado) induzida por medic amentos, incluindo hepatite aguda (inflamação do fígado), ic terícia (cor amarelada da pele e olhos), aumento das enzimas hepáticas (enzimas do fígado) p odem ocorrer com frequência desconhecida (vide “O que devo saber antes de usar este medicame nto?”).

Pare de usar dipirona + cafeína + citrato de orfena drina e imediatamente contacte um médico se você vivenciar alguns dos sintomas abaixo:

Náusea ou vômito, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, urina de cor escura, fezes de cor clara, aparecimento de cor amarelada na pele ou na parte branca dos olhos, coceira, erupção na pele ou dor na parte superior do estômago. Esses si ntomas podem ser sinais de lesão hepática (do fígado) (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Outros sintomas: boca seca, sede, diminuição da sudorese, retenção ou hesitação urinária (atraso na passagem da urina), visão borrada, dilatação da pupila, aumento da pressão intraocular, fraqueza, enjoos, vômitos, dor de cabeça, tonturas, prisão de ventre, sonolência, reações alérgicas, coceira, alucinações, agitação, tremor, irritação gástrica. Não frequentemente, pacientes idosos podem sentir certo grau de confusão mental. Em doses tóxicas podem ocorrer, além dos sintomas mencionados, ataxia (falta de coordenação dos movimentos), distúrbio da fala, dificuldade para ingerir alimentos líquidos ou sóli dos, pele seca e quente, dor ao urinar, diminuição dos movimentos peristálticos intestinais , delírio e coma.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

A orfenadrina é uma droga potencialmente tóxica e h á relatos de mortes associadas à superdose (ingestão de 2 a 3g de uma só vez). Efeitos tóxicos podem ocorrer, rapidamente em 2 horas, em intoxicação aguda, com convulsões, arritmias cardía cas e morte.

Após superdose aguda com dipirona, foram registrada s reações como: náuseas, vômito, dor abdominal, deficiência da função dos rins/insuficiê ncia dos rins aguda (ex.: devido à nefrite intersticial) e, mais raramente, sintomas do sistem a nervoso central (vertigem, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea (algumas v ezes progredindo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia). Após a administr ação de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido rubazônico) pode pr ovocar coloração avermelhada na urina. A cafeína tem ação estimulante central, podendo acent uar os sintomas excitatórios das duas drogas anteriores.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro n o 1.0370.0789 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de um profissional de saúde.

H i s t ó ri co de al te

RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o/ n o t if i c a ç ã o q ue a lt e r a b ul a D a do s d a s a lt e r a ç õe s d e b u la s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt a ç õe s r e l a c io n a da s 0 4/ 0 6 /20 2 4 -1 0 459 -GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I n ic ia l d e T e x to de Bu l a -R DC – 60 / 1 2 0 4 /0 6 /20 2 4 -1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c l u sã o I n i c ia l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 0 4 / 06 / 20 24 V e r sã o i n ic ia l VP -( 3 0 0 + 5 0 + 3 5) m g c o m c t b l a l p la s pv c / p vd c op c x 30 .

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

dipirona cafeína citrato de orfenadrina Comprimido 300mg + 50mg + 35mg

Modelo de bula com informações técnicas aos

PROFISSIONAIS DE SAÚDE dipirona cafeína citrato de orfenadrina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999

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Apresentação

Comprimido 300mg + 50mg + 35mg Embalagem contendo 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido contém: dipirona........................................... ................................................... ......................................300mg cafeína............................................ ................................................... .........................................50mg citrato de orfenadrina............................. ................................................... .................................35mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: amido, estearato de magnésio, povidona , álcool etílico e talco.

01

Indicações

A dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina é ind icado no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo cefaleia tensional.

02

Resultados de eficácia

A eficácia da combinação, em um mesmo comprimido, d e dipirona 300mg + cafeína 50mg + citrato de orfenadrina 35mg foi avaliada em três es tudos clínicos abertos, prospectivos, não randomizados, com braço único de tratamento. As ind icações incluíam dor secundária às desordens musculoesqueléticas agudas, crônicas e ce faleia.

No primeiro estudo, a combinação de dipirona 300mg + cafeína 50mg + citrato de orfenadrina 35mg, na posologia de 1 a 2 comprimidos 3 a 4 vezes ao dia, foi avaliada em 100 pacientes submetidos ao tratamento de dor em diversas desorde ns musculoesqueléticas, das quais predominaram lombalgias, cervicalgias, entorses e t orcicolos. Os pacientes foram classificados conforme intensidade da dor em intensa (59%) e mode rada (41%) e à capacidade funcional em Grau III (47 casos), Grau IV (40 casos) e Grau V (1 3 casos). Os resultados referentes à resolução do fenômeno doloroso totalizaram 88%, sendo avaliad os como excelentes (38%), bons (20%) e moderados (30%). (Frasca et al, 1970).

No segundo estudo, foram incluídos 22 pacientes com processo álgico de diferentes etiologias. A posologia ficava a critério médico, sendo que a dos e máxima admitida seria 2 comprimidos a cada 6 horas. Ao final de 60 minutos a combinação c onseguiu eliminar a dor em 68,18% dos pacientes e promoveu redução acentuada da intensida de da dor em 27,27% dos pacientes, totalizando eficácia global de 95,45%, com 100% de tolerabilidade da medicação. (Silva et al,1998).

O terceiro estudo avaliou a eficácia clínica e tole rabilidade da associação de analgésicos contida na dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina, em 208 pacientes submetidos a procedimentos odontológicos. Aproximadamente 74% dos pacientes su bmetidos à extração dentária simples e 78% submetidos a intervenções cirúrgicas mais compl exas, tiveram resultados favoráveis, ao considerar-se a eficácia analgésica. Os autores tam bém relatam um bom perfil de tolerabilidade (94%). (Galvão de Sá, 1973).

Referências Bibliográficas 1. Frasca ID, et al. Novo analgésico miorrelaxante em ortopedia e traumatologia (Avaliação final de 100 casos tratados). O Hospital (Rio de Janeiro) Agosto, 1970. 78 (2)597-604.

2. Galvão de Sá ML. Estudo clínico de uma associaçã o analgésica e miorrelaxante em odontologia. Folha Med. 1973;66(4):875-82.

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Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas A dipirona é uma pró-droga cuja metabolização gera a formação de vários metabólitos entre os quais há 2 com propriedades analgésicas: 4-metil-am inoantipirna (4-MAA) e o 4-amino-antipirna (4-AA).

A dipirona apresenta potentes efeitos analgésicos e antipiréticos. Como a inibição da ciclooxigenase, COX-1, COX-2 ou ambas, não é sufici ente para explicar este efeito antinociceptivo, outros mecanismos alternativos for am propostos, tais como: inibição de síntese de prostaglandinas preferencialmente no sistema ner voso central, dessensibilização dos nociceptores periféricos envolvendo atividade via ó xido nítrico-GMPc no nociceptor, uma possível variante de COX-1 do sistema nervoso centr al seria o alvo específico e, mais recentemente, a proposta de que a dipirona inibiria uma outra isoforma da ciclooxigenase, a

COX-3.

A orfenadrina, um derivado metilado da difenidramin a, é um típico anti-histamínico antagonista H1, com um moderado efeito sedativo central. Aprese nta atividade antagonista dos receptores muscarínicos M1, M2 e M3 da acetilcolina. Adicional mente é um antagonista não competitivo dos receptores NMDA (N-metil-D-aspartato), os quais desempenham importante papel no fenômeno da hiperalgesia e sensibilização central. Este tríplice mecanismo de ação (anti-histamínico central, anticolinérgico e antagonista NMDA) confere à orfenadrina propriedades relaxantes musculares e analgésicas. Sua ação analg ésica é potencializada pela dipirona e pela cafeína anidra presentes na fórmula de dipirona + c afeína + citrato de orfenadrina.

A cafeína é um fármaco do grupo das metilxantinas, com amplo espectro de ações farmacológicas. Apesar do conhecido efeito estimula nte central, atualmente são reconhecidas as propriedades da cafeína na ampliação dos efeitos do s analgésicos não opiáceos, devido ao bloqueio periférico da ação pró-nociceptiva da aden osina. A cafeína isolada tem atividade analgésica pequena ou nula, tendo um papel de fárma co adjuvante na associação com analgésicos.

Propriedades farmacocinéticas Após administração oral, a dipirona é completamente hidrolisada em sua porção ativa, 4-N-metilaminoantipirina (MAA). A biodisponibilidade ab soluta do MAA é de aproximadamente 90%, sendo um pouco maior após administração oral q uando comparada à administração intravenosa. A farmacocinética do MAA não é extensi vamente alterada quando a dipirona é administrada concomitantemente a alimentos.

Principalmente o MAA, mas também o 4-aminoantipirin a (AA) contribuem para o efeito clínico.

Os valores de AUC para AA constituem aproximadament e 25% do valor de AUC para MAA. Os metabólitos 4-N-acetilaminoantipirina (AAA) e 4-N-f ormilaminoantipirina (FAA) parecem não apresentar efeito clínico. São observadas farmacoci néticas não lineares para todos os metabólitos.

São necessários estudos adicionais antes que se che gue a uma conclusão sobre o significado clínico destes resultados. O acúmulo de metabólitos apresenta pequena relevância clínica em tratamentos de curto prazo.

O grau de ligação às proteínas plasmáticas é de 58% para MAA, 48% para AA, 18% para FAA e 14% para AAA.

Foram identificados 85% dos metabólitos que são exc retados na urina, quando da administração oral de dose única, obtendo-se 3% ± 1% para MAA, 6% ± 3% para AA, 26% ± 8% para AAA e 23% ± 4% para FAA. Após administração oral de dose única de 1g de dipirona, o clearance renal foi de 5mL ± 2mL/min para MAA, 38mL ± 13mL/min para AA, 61mL ± 8mL/min para AAA, e 49mL ± 5mL/min para FAA. As meias-vidas plasmáticas correspondentes foram de 2,7 ± 0,5 horas para MAA, 3,7 ± 1,3 horas para AA, 9,5 ± 1,5 horas para AAA, e 11,2 ± 1,5 horas para

FAA.

Em idosos, a exposição (AUC) aumenta 2 a 3 vezes. E m pacientes com cirrose hepática, após administração oral de dose única, a meia-vida de MA A e FAA aumentou 3 vezes (10 horas), enquanto para AA e AAA este aumento não foi tão mar cante.

Pacientes com insuficiência renal não foram extensi vamente estudados até o momento. Os dados disponíveis indicam que a eliminação de alguns meta bólitos (AAA e FAA) é reduzida.

A orfenadrina é bem absorvida no trato gastrintesti nal, atingindo concentração sérica máxima entre 2 e 4 horas; sua meia-vida de eliminação situ a-se entre 13 e 20 horas, na forma de metabólitos inativos.

A cafeína é muito bem absorvida por via oral, com 1 00% de biodisponibilidade; o pico de concentração plasmática é usualmente alcançado na p rimeira hora e a meia-vida de eliminação é de 3 a 5 horas.

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Contraindicações

A dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina não d eve ser utilizado caso o paciente tenha:

-hipersensibilidade a qualquer um dos componentes d a fórmula ou a derivados de pirazolonas (ex.: fenazona, propifenazona) ou a pirazolidinas ( ex.: fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, caso anterior de agranulocitose, ou re ações cutâneas graves em relação a um destes medicamentos;

-glaucoma, obstrução pilórica ou duodenal, acalasia do esôfago (megaesôfago), úlcera péptica estenosante, hipertrofia prostática, obstrução do c olo da bexiga e miastenia grave;

-porfiria hepática aguda intermitente (risco de ind ução de crises de porfiria);

-deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidro genase (risco de ocorrência de hemólise);

-função da medula óssea insuficiente (ex.: após tra tamento citostático) ou doenças do sistema hematopoiético;

-desenvolvido broncoespasmo ou outras reações anafi láticas (ex.: urticária, rinite, angioedema) com analgésicos, como: salicilatos, paracetamol, di clofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno;

-gravidez e lactação (vide “Advertências e Precauçõ es – Gravidez e lactação”).

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Advertências e precauções

Em tratamentos prolongados, deve-se controlar o per fil hematológico, com hemogramas frequentes, e também a função hepática e renal do p aciente.

A dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina não deve ser utilizado concomitantemente com álcool, propoxifeno ou fenotiazínicos.

A dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina não deve ser utilizado para tratamento de rigidez muscular associada ao uso de antipsicóticos.

Agranulocitose: reação de origem imuno-alérgica que pode ser causa da por dipirona, durável por pelo menos 1 semana. Embora essa reação seja muito rara, pode ser grave com risco de vida, podendo ser fatal. Não depende da dose e pode ocorr er em qualquer momento durante o tratamento. Os pacientes devem ser advertidos a int erromper o uso da medicação e consultar seu médico imediatamente se alguns dos seguintes sinais ou sintomas, possivelmente relacionados à neutropenia (< 1-500 neutrófilos/mm 3), ocorrerem: febre, calafrios, dor de garganta, ul ceração na cavidade oral. Em caso de ocorrência de neutropenia , o tratamento deve ser imediatamente descontinuado e a contagem sanguínea completa deve ser urgentemente controlada e monitorada até retornar aos níveis normais.

Pancitopenia: em caso de pancitopenia o tratamento deve ser imed iatamente descontinuado e uma completa monitorização sanguínea deve ser reali zada até normalização dos valores. Todos os pacientes devem ser aconselhados a procurar aten dimento médico imediato se desenvolverem sinais e sintomas sugestivos de discrasias do sangu e (ex.: mal-estar geral, infecção, febre persistente, hematomas, sangramento, palidez) duran te o uso de medicamentos contendo dipirona.

Choque anafilático: essa reação pode ocorrer principalmente em pacient es sensíveis. Por essa razão a dipirona deve ser usada com cautela em paci entes que apresentem alergia atópica ou asma.

Reações cutâneas graves adversas: o tratamento com dipirona pode causar Reações Cutâ neas Graves Adversas (RCGAD), incluindo síndrome de Stev ens Johnson (SSJ), Necrólise Epidérmica Tóxica (NET) e Reação Cutânea Associada à Eosinofil ia e Sintomas Sistêmicos (DRESS), que podem ser um risco à vida ou fatais. Se desenvolver em sinais ou sintomas de hipersensibilidade cutânea tais como erupções, exantema progressivo mu itas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o tratamento com a dipirona deve ser descontinuado imediatamente e não deve ser retomado. Os pacientes devem ser avisados dos sinais e sintomas e acompanhados de perto para reações de pele. (vide “Contraindicações”).

Reações anafiláticas/anafilactoides: em particular, há um risco especial em pacientes c om: asma analgésica ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema (vide “Contraindicações”); asma brônquica, particularment e aqueles com rinossinusite poliposa concomitante; urticária crônica; intolerância ao ál cool, ou seja, pacientes que reagem até mesmo a pequenas quantidades de certas bebidas alcoólicas , apresentando sintomas como espirros, lacrimejamento e rubor pronunciado da face (a intol erância ao álcool pode ser um indício de síndrome de asma analgésica prévia não diagnosticad a); intolerância a corantes (ex.: tartrazina) ou a conservantes (ex.: benzoatos).

A administração de dipirona pode causar reações hip otensivas isoladas (vide “Reações Adversas”). Essas reações são possivelmente dose-de pendentes e ocorrem com maior probabilidade após administração parenteral.

Nestes pacientes, a dipirona deve ser indicada com extrema cautela e sua administração em tais circunstâncias deve ser realizada sob supervisão mé dica. Podem ser necessárias medidas preventivas (como estabilização da circulação) para reduzir o risco de reação de hipotensão.

A dipirona só deve ser usada sob rigorosa monitoraç ão hemodinâmica em pacientes nos quais a diminuição da pressão sanguínea deve ser evitada, t ais como pacientes com doença grave das artérias coronarianas ou obstrução relevante dos va sos sanguíneos que irrigam o cérebro.

Em pacientes com insuficiência renal ou hepática, é recomendado que seja evitado o uso de altas doses de dipirona, visto que a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes. Entretanto, para tratamento em curto prazo não é necessária redução da dose. Não existe experiência com o uso de dipirona em longo prazo em pacientes com insuficiên cia renal ou hepática.

Em pacientes sob condições gerais de saúde comprome tidas, possível insuficiência na função renal e hepática deve ser levada em consideração.

Lesão hepática induzida por drogas Casos de hepatite aguda de padrão predominantemente hepatocelular foram relatados em pacientes tratados com dipirona com início de algun s dias a alguns meses após o início do tratamento. Os sinais e sintomas incluem enzimas he páticas séricas elevadas com ou sem icterícia, frequentemente no contexto de outras rea ções de hipersensibilidade a drogas (por exemplo, erupção cutânea, discrasias sanguíneas, fe bre e eosinofilia) ou acompanhadas por características de hepatite autoimune. A maioria do s pacientes se recuperou com a descontinuação do tratamento com dipirona; entretan to, em casos isolados, foi relatada progressão para insuficiência hepática aguda com ne cessidade de transplante hepático.

O mecanismo de lesão hepática induzida por dipirona não está claramente elucidado, mas os dados indicam um mecanismo imuno-alérgico.

Os pacientes devem ser instruídos a entrar em conta to com seu médico caso ocorram sintomas sugestivos de lesão hepática. Nesses pacientes, a d ipirona deve ser interrompida e a função hepática avaliada.

A dipirona não deve ser reintroduzida em pacientes com um episódio de lesão hepática durante o tratamento com dipirona para o qual nenhuma outra c ausa de lesão hepática foi determinada.

Gravidez e lactação: a dipirona atravessa a placenta, mas não há evidênc ia de que dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina seja prejudicial ao feto: a dipirona não demonstrou efeito teratogênico em ratos e coelhos e a fetotoxicidade somente foi observada em altas doses que seriam tóxicas à mãe.

Não existe experiência com o uso de dipirona + cafe ína + citrato de orfenadrina em mulheres grávidas.

Recomenda-se não utilizar dipirona + cafeína + citr ato de orfenadrina durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso de dipirona + cafeína + ci trato de orfenadrina durante o segundo trimestre da gravidez só deve ocorrer após cuidados a avaliação do potencial risco/benefício pelo médico.

A dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina, entr etanto, não deve ser utilizado durante os 3 últimos meses da gravidez, visto que, embora a dipi rona seja uma fraca inibidora da síntese de prostaglandinas, a possibilidade de fechamento prem aturo do ducto arterial e de complicações perinatais devido ao prejuízo da agregação plaquetá ria da mãe e do recém-nascido não pode ser excluída.

A segurança de dipirona + cafeína + citrato de orfe nadrina durante a lactação não está estabelecida. A lactação deve ser evitada até 48 ho ras após o uso de dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina, devido à excreção dos metabólitos d a dipirona no leite materno.

Categoria D: Este medicamento não deve ser utilizad o por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Pacientes idosos: podem sentir certo grau de confusão mental com a a dministração do produto.

Deve ser considerada possível insuficiência na funç ão renal e hepática.

Outros grupos de risco: dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina deve ser utilizado com cautela em pacientes com taquicardia, arritmias car díacas, insuficiência coronária ou descompensação cardíaca.

Em pacientes com deficiência de protrombina, a dipi rona pode agravar a tendência à hemorragia.

Alterações na capacidade de dirigir veículos e oper ar máquinas: dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina pode prejudicar a capacidade do paci ente para o desempenho de atividades como operar máquinas ou conduzir veículos.

Cafeína: A ingestão excessiva de cafeína (por exemplo, café , chá, alimentos, outros medicamentos e bebidas) deve ser evitada enquanto e stiver tomando este produto (vide “Superdose”).

Recomenda-se cuidado especial ao usar cafeína em pa cientes com hipertireoidismo (risco de efeitos colaterais da cafeína) ou arritmias.

Sensibilidade cruzada: pacientes que apresentam reações anafilactoides à d ipirona podem apresentar um risco especial para reações semelhant es a outros analgésicos não narcóticos.

Pacientes que apresentam reações anafiláticas ou ou tras imunologicamente-mediadas, ou seja, reações alérgicas (ex. agranulocitose) à dipirona p odem apresentar um risco especial para reações semelhantes a outras pirazolonas ou pirazolidinas.

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Interações medicamentosas

-Propoxifeno: o uso concomitante de orfenadrina com propoxifeno p ode causar confusão, ansiedade e tremores.

-Fenotiazínicos: os fenotiazínicos, como a clorpromazina, podem inte rferir no controle de termorregulação corporal, causando tanto hipotermia como hipertermia. A dipirona pode potencializar eventual hipotermia causada por fenot iazínicos.

-Antipsicóticos: agentes anticolinérgicos, como a orfenadrina, não controlam a discinesia tardia associada ao uso prolongado de antipsicóticos. Seu uso pode mesmo exacerbar os sintomas de liberação extrapiramidal associados a estas drogas.

Indução farmacocinética de enzimas metabolizadoras A dipirona pode induzir enzimas metabolizadoras, in cluindo CYP2B6 e CYP3A4.

A coadministração de dipirona com substratos do CYP 2B6 e/ou CYP3A4, como bupropiona, efavirenz, metadona, ciclosporina, tacrolimus ou se rtralina, pode causar uma redução nas concentrações plasmáticas destes medicamentos.

Portanto, recomenda-se cautela quando dipirona e su bstrato de CYP2B6 e/ou CYP3A4 são administrados concomitantemente; a resposta clínica e/ou os níveis do medicamento devem ser seguidos de monitoramento terapêutico do medicament o. valproato: a dipirona pode diminuir os níveis séricos de valp roato quando coadministrado, o que pode resultar em eficácia potencialmente diminuída do valproato. Os prescritores devem monitorar a resposta clínica (controle das convulsõ es ou controle do humor) e considerar o monitoramento dos níveis séricos de valproato, conf orme apropriado.

Adicionar dipirona ao metotrexato pode aumentar a h ematotoxicidade do metotrexato, particularmente em pacientes idosos. Portanto, esta combinação deve ser evitada.

A dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsal icílico na agregação plaquetária, quando tomado concomitantemente. Portanto, esta combinação deve ser usada com cautela em pacientes que tomam ácido acetil salicílico em baixas doses p ara proteção cardiovascular.

Medicamento-alimento: não há dados disponíveis até o momento sobre a adm inistração concomitante de alimentos e dipirona + cafeína + ci trato de orfenadrina.

Medicamento-exames laboratoriais: foram reportadas interferências em testes laborato riais que utilizam reações de Trinder (ex.: testes para medir níveis séricos de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pacientes utilizan do dipirona.

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Cuidados de armazenamento do medicamento armazenar em temperatura ambiente (de 15 a 30ºc). p roteger do calor e da umidade.

Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas: Comprimido circular biconvexo sem vinco de cor branca a amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

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Posologia e modo de usar

Administrar os comprimidos com líquido, (aproximada mente a 1 copo), por via oral.

Posologia: 1 a 2 comprimidos, 3 a 4 vezes ao dia. Não ultrapassar estes limites.

Não há estudos dos efeitos de dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para ef icácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.

Conduta necessária caso haja esquecimento de admini stração: baseando-se nos sintomas, reintroduzir a medicação respeitando sempre os horá rios e intervalos recomendados.

Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo.

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Reações adversas

As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacie ntes que utilizam este medicamento).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes q ue utilizam este medicamento).

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos paciente s que utilizam este medicamento).

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos paciente s que utilizam este medicamento).

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pac ientes que utilizam este medicamento).

Reação desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).

Distúrbios cardíacos: Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de even tos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Englo ba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica), redução ou aumento do ritmo cardíaco, ar ritmias cardíacas, palpitações.

Distúrbios do sistema imunológico: choque anafilático e reações anafiláticas/ anafilac toides, que podem se tornar graves e com risco de vida, às vezes fatal. Estas reações podem ocorrer mesmo após dipirona + cafeína + citrato de orfenadr ina ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões sem complicações. Podem se manifestar com sintomas cutâneos ou nas mucosas (tais como: prurido, ardor, rubor, urticária, inchaço), d ispneia e, menos frequentemente, sintomas gastrintestinais, podendo progredir para formas mai s severas de urticária generalizada, angioedema grave (até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias cardíacas, queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório.

Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reaçõ es de intolerância aparecem tipicamente na forma de ataques asmáticos. Tais reações medicamen tosas podem desenvolver-se imediatamente após a administração de dipirona sob a forma de com primidos ou horas mais tarde; contudo, a tendência normal é que estes eventos ocorram na pri meira hora após a administração.

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: erupções fixada por medicamentos; raramente, exantema; e, em casos isolados, síndrome de Stevens -Johnson (SSJ) ou síndrome de Lyell [Necrólise Epidérmica Tóxica (NET)] fatais. Reação Cutânea Associada à Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos (DRESS), também foi relatada com frequên cia desconhecida (vide “Advertências e Precauções”).

Distúrbios do sangue e sistema linfático: anemia aplástica, agranulocitose, e pancitopenia, incluindo casos fatais, leucopenia e trombocitopeni a. Estas reações são consideradas imunológicas e podem ocorrer mesmo após dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões, sem compl icações.

Foram relatados casos muito raros de anemia aplásti ca associada ao uso de orfenadrina.

Sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inf lamatórias na mucosa (ex.: orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente). Entretanto, em pacientes recebendo ant ibioticoterapia, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. A taxa de sedimen tação eritrocitária é extensivamente aumentada, enquanto que o aumento de nódulos linfát icos é tipicamente leve ou ausente.

Sinais típicos de trombopenia incluem maior tendênc ia para sangramento e aparecimento de petéquias na pele e membranas mucosas.

Distúrbios vasculares: reações hipotensivas isolada s. Podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias is oladas (possivelmente por mediação farmacológica e não acompanhadas por outros sinais de reações anafiláticas/anafilactoides); em casos raros, estas reações apresentam-se sob a form a de queda crítica da pressão sanguínea.

Distúrbios renais e urinários: em casos muito raros, especialmente em pacientes co m histórico de doença renal, pode ocorrer agravamento da função renal (insuficiência renal aguda), em alguns casos com oligúria, anúria ou proteinúria. Em casos isolados, pode ocorrer nefrite intersticial aguda.

Coloração avermelhada pode ser observada algumas ve zes na urina. Isso pode ocorrer devido à presença do metabólito ácido rubazônico, em baixas concentrações.

Distúrbios gastrointestinais: foram reportados casos de sangramento gastrointesti nal.

Distúrbios hepatobiliares: lesão hepática induzida por medicamentos, incluindo hepatite aguda, icterícia, aumento das enzimas hepáticas podem ocor rer com frequência desconhecida (vide “Advertências e Precauções”).

Outros sintomas: boca seca, sede, diminuição da sudorese, retenção ou hesitação urinária, visão borrada, dilatação da pupila, aumento da pressão in traocular, fraqueza, náusea, vômitos, dor de cabeça, tonturas, constipação, sonolência, reações alérgicas, coceira, alucinações, agitação, tremor, irritação gástrica. Não frequentemente, pac ientes idosos podem sentir certo grau de confusão mental. Estas reações adversas podem ser n ormalmente eliminadas pela redução da dose.

Em doses tóxicas podem ocorrer, além dos sintomas m encionados, ataxia, distúrbio da fala, disfagia, pele seca e quente, disúria, diminuição d os movimentos peristálticos intestinais, delírio e coma.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

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Superdose

Sintomas: a orfenadrina é uma droga potencialmente tóxica e h á relatos de mortes associadas à superdose (ingestão de 2 a 3g de uma só vez). Efeit os tóxicos, tipicamente anticolinérgicos, podem ocorrer, rapidamente em 2 horas, em intoxicaç ão aguda, com convulsões, arritmias cardíacas e morte.

Após superdose aguda com dipirona, foram registrada s reações como: náuseas, vômito, dor abdominal, deficiência da função renal/insuficiênci a renal aguda (ex.: devido à nefrite intersticial) e, mais raramente, sintomas do sistema nervoso cent ral (vertigem, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea (algumas vezes progred indo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia). Após a administração de do ses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido rubazônico) pode provo car coloração avermelhada na urina.

A cafeína tem ação estimulante central, podendo ace ntuar os sintomas excitatórios das duas drogas anteriores.

Tratamento: em caso de superdose aguda de dipirona + cafeína + citrato de orfenadrina, a absorção do medicamento deve ser reduzida por induç ão de emese, lavagem gástrica, administração de carvão ativado ou combinação das t rês medidas. Deve-se manter o paciente hidratado, sob rigoroso controle do equilíbrio ácid o-básico e monitoração das condições respiratórias, cardíacas e neurológicas.

Fisostigmina, na dose de 0,5 a 2mg por via subcutân ea, endovenosa ou intramuscular, repetida a cada 1 ou 2 horas, é antídoto dos efeitos anticolin érgicos da orfenadrina, quando estes forem muito intensos. Sua utilização deve, entretanto, se r ponderada, pois ela pode produzir vários efeitos cardíacos e respiratórios. Em caso de super dose não complicada é mais seguro aguardar a remissão espontânea de toxicidade do anticolinérgic o.

Não existe antídoto específico conhecido para dipir ona. Em caso de administração recente, deve-se limitar a absorção sistêmica adicional do princí pio ativo por meio de procedimentos primários de desintoxicação, como lavagem gástrica ou aqueles que reduzem a absorção (ex.: carvão vegetal ativado). O principal metabólito da dipiron a (4-N-metilaminoantipirina) pode ser eliminado por hemodiálise, hemofiltração, hemoperfu são ou filtração plasmática.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro n o 1.0370.0789 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Siga corretamente o modo de usar. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de um profissional de saúde.

H i s t ó ri co de al te r

AÇÕ E S DE B U L A Da d o s d a su b m is sã o e le t r ôn i c a D a do s d a p e t iç ã o / no t if i c aç ã o qu e a lt e r a bu la D a do s d as a lt e r aç õ e s d e b u la s Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e x p e di e n t e A ssu n t o Da t a d o e x p e di e n t e N° . d o e x p e di e n t e Ass u n t o D a t a d e a p r o v a ç ão I t e n s d e b u la V e r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt a ç õe s r e l a c io n a da s 0 4 /0 6 /20 2 4 -1 0 459 -GE NÉ RI CO – I nc l u sã o I n i c ia l d e T e x to d e Bu l a

  • RD C
  • 6 0 /1 2 0 4 /0 6 / 20 2 4 -1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic ia l d e Te x t o d e B u la
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