Bula de Ciprofloxacino
Fonte: bula do fabricante (Halex Istar Indústria Farmacêutica SA) publicada no bulário digital Sara · bula de 12/06/2023 · conferida em 25/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
Bula pacien{te
CIPROFLOXACII{O Bolsa PEBI)
HALEX ISTAR soLUÇÃO PARA rNFUSÃO 2mglmL a I ciprofloxacino Medicamento genérico - Leino 9.787 de 1.999 isofarma comrostçÃo:
Cada mL contém: ciprofloxacino (D.C.B. : 02137)..
Excipientes: ácido láctico, ácido Conteúdo eletrolítico 2mg(0,2%) clorídrico, hi<lróxido de sódio, cloreto de sódio e água para injetáveis.
154 mEq/L 154 mEq/L sódio (Na').... cloreto (Cl').
Osmolaridade: ......,.......... 321mOsm/L
INFORMAÇÔUS,C,O PACIENTE 1. PARA QÚn nsrn MEDICAMENTO E INDICADO?
As indicações de ciprofloxacino são as seguintes:
Adultos para o tratamento de infecções complicadas e não complicadas causadas por microrganismos sensíveis ao ciprofloxacino:
- do trato respiratório. Muitos dos microrganismos, p. ex, Klebsiella, Enterobacter, Protetts, E' coli, pseudomonas, Haemophilus, Mormella, Legionella e Staplrylococcrís reagem com muita sensibilidade ao ciprofloxacino. A maiària dos casos de pneumonia que não necessitam de tratamento hospitalar é causada por Streptococcus pneumoniae. Nesses casos, ciprofloxacino não é o medicatnento de primeira escolha;
- cto oriviclo méclio (otite rnéclia) e clos seios paranasais (sinusite), especialmente se causadas por ['.s eu domo n as ott Stap hyl o coccus ;
- dos olhos;
- dos rins e/ou do trato urinário ef'erente;
- dos órgãos reprodutores, inclusive inflamação dos ovários e das tubas uterinas (anexite), gonorreia e infecções da próstata (prostatite);
- da cavidade abdominal (p. ex. do trato gastrintestinal, do trato biliar e do peritônio);
- da pele e de tecidos moles;
- dos ossos e articulações.
Infecção generalizada (septicernia). lnfeciões-ou risco de iiriecção (proÍilaxia) em pacientes cotn sistema imunológico cotnprotnetido, por .r.rnplo, pacientes em tratalnento com meclicamentos que inibem as defesas imunológicas naturais do organismo ou pacientes com número reduzido de glóbulos brancos do sangue.
DJscontarninaçao intestinal seletiva em pacientes sob tratamento com iurunossupressores. O ciprofloxacino não é eficaz cottraTreponema pallidum (causador da sífilis).
Crianças e atlolescentes entre 5 e 17 anos Para iífbcçao aguda na fibrose cística (riistúrbio metabólico hereditário que aumenta a produção e a viscosidadà das lecreções nos brônquios e no trato digestivo) causada por P. aeruginosa se não houver
Apresentações
Solução para infusão de ciprofloxacino 2mglml-. Caixa contendo 60 bolsas plásticas de 100 mL.
Solução para infusão de ciprofloxacino 2mglml. Caixa contendo 32 bolsas plásticas de 200 mL.
Via de administração: intravenosa
Sistema fechado - polietileno
USO ADULTO possibilidade de outros tratamentos injetáveis mais eficazes. Não se recornenda ciprofloxacino para outras indicações.
Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças Para terapia imediata e para tratamento de antraz após inalação de bacilos de altraz (Bacillus anthracis).
Como este midicai\iento funciona?
O <:iproÍ1o:ilcino é uln errtiLriólico que;,'itria l,',trir) antihtrtr,r'iarro.iá clue inrpe<lc a sínl<:se clc DNÂ de unra l.ruclér'ia por'qtiç pertcncL- ao grupo tlas cluinolonas rcspolrsáveis por bloquear a reprodução de bacrtérim e dessa tirrrrra corubater intccções.
0 ciprotloxacino é rapidautente absorvido a par-tir do trato gastrointestinal. A absorção pode ser retarclacla pela preseuça de alinrentos, rnas não e substancialrnenle afetacla.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE ]\IEDrCAMENTO?
Não use ciprofloxacino nas seguintes situações:
- alergia (hipersensibilidade) à substância ativa ciprofloxacino, aos medicamentos contendo outras quinolonas ou a qualquer componente da fórmula. Sinais de alergia podem incluir coceira, vermelhidão na pele, dificuldade para respirar ou inchaço das mãos, garganta, boca e pálpebra;
- uso concomitante de tizanidina (um relaxante muscular).
- uso concomitante de teofilina, ou outros produtos que conteúam cafeína.
Usando estes medicamentos em conjunto pode aumentar os riscos de efeitos colaterais mais graves.
Categoria de risco c.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADo PoR IYIULHERES GRÁVTDAS SEM ORTENTAÇÃO nArnrCA OU DO CTRURGTÃO-DENTTSTA.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Advertências Para o tratamento de infecções graves, infecções por Staphylococcus e infecções por bactérias anaeróbias, o ciprofloxacino deve ser utilizado em associação a um antibiótico apropriado. o ciprofloxacino não -é recotnendado para o tratarnento de pnàturionia causada por Streptococctts pneumoniae devido à eficácia limitada contra este agente bacteriano.
As infecções dos óIgãos genitais podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeaeresistentes à fluoroquinolonas. É muito importante obter informações locais sobre a preválência de resistência ao ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.
O ciprofloxacino está associado a casos de prolongamento do intervalo eT (uma alteração do CIEtrOCArdiOgrAMA) (VCr Crn, ..8.
QUArS OS MALE§ QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR? "). As mulheres podem ser mais sensíveis aos medicamentos que prolonguem o eTc, uma vez que tendem a ter um intervalo QTc basal mais longo ern comparação aos homens. pacientes iàosos podem também ser mais sensíveis aos efeitos associados ao medicamônto sobre o intervalo QT. Deve-se ter cautela ao utilizar ciprofloxacino junto com medicamentos que podem resultar em prolongamento do intervalo eT (por exemplo, antiarríhnicos de classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, intibióticos macrolídeos, antipsicóticos) ou em pacientes com fatores de risco para prolongamento QT ou "Zorsa de de pointes,, (uma alteração específica do eletrocardiograma), por exemplo, síndrõme congdnita do eT longo, desequilíbrio eletrolítico (sais do organismo) não corrigido, como hipocalemia (baixó nível de iotassi-o no sangue) ou hipomagnesemia (baixo nível de magnésio no tanguej e doença àardíacas conro insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio ou bradicardia (ritmo dos batimentos cardíácos muito lento). Em alguns casos podem ocoÍrer reações alérgicas e de hipersensibilidade após uma única dose. Informe imediataÃente seu médico.
Em casos muito raros, pode ocorrer inchaço da face, garganta e dificuldade para respirar, podendo progredir para choque, cot'n risco para a vida, às vezes apói a primeira administraçâo. Nesses casos, pare imediatamente o uso de ciprofloxacino e informe seu méclicô, Se ocorrer dianeia grave e persistente durante ou após o tratamento, deve-se consultar o médico, pois esta pocle ser sinal de doença intestinal séria, conr possível risco para a vicÍa (colite pseudornembranosa), que exige tratamento itnediato. Você deve parar de usar ciproÍIoxacino e procurar atendimento mé4ico. Não tonre antidiarreicos e fale com seu rnédico.
Casos de problemas no fígado (necrose hepática e insuficiência hepátir:a) conr risco para a vida têm siclo relatados cotn ciprofloxacino' No caso cle qualquer sinal e sintomá de dãença no fígado (como anorexia (dirninuição do apetite), içterícia (coloração àmaielada da pele), urina escura, prurido fuoceiia) ou abclômen tenso) pare imediatarnente o uso de ciprofloxacino e inforire ieu méclic,.r.
Podc ocorer aumento ternporário das enzimas cio fígado (transaminases e fosfàtase alcalina) ou icterícia colestática (cor amarelada da pele decorrente do acúmulo de pigmentos biliares), especialmente etn pacientes que já apresentaram alguma doença no fígado, que fbrain trataclos com ciprofloxacino (Ver em,
"8. quais os males que este medicamento pode me causar? ").
O ciprotloxacino cleve ser utilizado corn cautela em pacientes com miastenia grave (doença muscular) porque os sintomas podem ser exacerbados.
Poclem ocorrer tendinite e ruptura de tendão (preclotninantemente do tendão de Aquiles) com ciprofloxacino, algumas vezes bilateral, rnesmo dentro das primeiras 48 horas cle tratamento. Podem ocoruer inflamação e ruptura de tendão lnesmo até vários meses após a descontinuação da terapia cont ciprolloxacino. O risco de tloença nos tendões pode estar aunlentado em trlacientes idosos ou pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides.
Na suspeita de inflamação de tendão, deve-se parar imediatamente o uso de ciprofloxacino e consultar o médico e o membro acometido deve ser mantido em repouso evitando esforço físico, até avaliação médica.
O ciprofloxacino deve ser usado com cautela nos pacientes com antecedentes de disturbios de tendão relacionados a lratantentos cont quinolonas.
O ciproÍloxacino, assim como outros meclicamentos da mesma classe, é conhecido por desencadear convulsões ou diminuir o limiar convulsivo.
Caso sofra de epilepsia, tendência a convulsões ou tenha apresentado convulsões no passado, redução do fluxo sanguínecl cerebral, traurnatisnro craniano ou antecedente de derrame, ciprofloxacino deve ser aclministraclo sortente se os beneÍicios do tratamento Íbrem superiores aos possíveis riscos. Esses pacientes coÍrem risco de ef'eitos indesejáveis no sistema nervoso central.
Casos de estados epilépticos têm sido relatados. Se ocorrerem conu.tlsões pare imediatamente o uso de ciprofloxacino e informe o médico. pôdem ocoffer reações psiquiátricas após a primeira administração de fluoroquinolonas, incluindo ciprofloxacino.
Em casos raros, podem ocorrer depressão ou reações psicóticas, que podem evoluir para ideias/pensamentos suicidas e comportamento autodestrutivo, como tentativa de suicídio ou suicídio. Nesses casos pare imediatamente o uso de ciprofloxacino e informe o médico.
Têm sido relatados casos de polineuropatia sensclrial ou sensoriomotora, resultando em sensações cutâneas subjetivas, perda ou diminuição de sensibilidade, alteração na sensibilidade dos sentidos ou fraqueza em pu.i.rt., iecebendo fluoroquinolonas, incluindo ciprofloxacino. Caso você desenvolva sintomas neurológicos, tais como dor, queimação, fbrmigamento, dormência ou fraquezapare imediatamente o uso de ciprofloxacino e intbnne o médico.
O ciprofloxacino pode induzir reações de sensibilidade à luz, poftanto, os pacientes devem evitar a exposição direta e àxcessiva ao sol ou à luz dtravioleta (LJV). Se aparecerelr reações cutâneas sinrilares a queimaduras solares, pare imediatamente o uso de ciprot)oxacino e inÍbrme o médico' Foranr observadas reàções 1o local da aplicação intravenosa cle ciprofloxacfuto. Estas reações são mais fiequentes se o tempo de infusâo for cle 30 minutos ou menos. Estas reações podem desaparecer ,upídur.nt. após se completar a infusão. Não são contraindicadas as administrações intravenosas subsequentes, exceto se as reações piorarem ou reaparecel'em.
Se voóe é um paciente diabétiio qúe toma medicamento para a diabetes por via oral: ciprofloxacino pode causar hipogliiemia (baixa de açúcar no sangue) em alguns pacientes os sintomas de baixa de açúcar no sangue dàvãm ser tratados ant.i d. levar a inconsciência (desmaiar). Diferentes pessoas podem sentir dife-rentes sintomas de baixa de açúcar no sangue. Se você apresentar sintomas de baixo açúcar no sangue, pare de usar ciprotloxacino e verifique com o seu rnédico de irnediato. os sintomas da baixa de açÍtcar no ,ungu. podem incluir: ansieclade, mudança cle comportamento semelhante a estar bêbado, visão turva, suús tiios, confusão, pele pálida e fria, corn diÍiculdade de concentração, sonolência, fome excessiva, dor cle cabeça, ná.useas, nervosisnto, taquicardia, tremores, ou cansaço invulgar ou fraqueza' Gravidez e antamentação Gravidez O ciprofloxacino não deve ser usa«lo durante a gravitlez. Estudos realizados com aninlais não evidenciaram malibrmações d«: feto, porérn não se poele excluir que o medicamento possa causar lesões na cârtilageln articular de organismos imaturos. lnforme seu médico se ocorrer gravidezdurante o uso de ciprofloxacino.
Categoria de risco c.
ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULFIERES GIIAVIDAS SEIVI onlENTÀÇÃCI rvtrutcA ou Do CIRURGIÃO-DENTIISTA.
Amamentação O ciprofloxacino é excretado no leite materno, por isso, devido ao risco de dano articular ao feto, o uso de ciprofloxacino não é recomendado durante a arnarnenlação.
Crianças, adolescentes e idosos Como ocorre coln outros inibidores cla girase, o ciproÍlo.xacino causa lesão nas articulações que supoftanl (r peso eln animais imaturos. Os dados de seguranç:a em tnenores de l8 anos que sofriam principalmente cle fibrose cística não evidenciaram lesâo de articulação/cartilagem.
Na faixa etária de 5 a l7 anos pode ser usado no caso específico descrito abaixo. f)ados atuais confirmam o uso de ciprofloxacino para o tratamento de infecção aguda na fibrose cística causada por P. oeruginosc em crianças e adolescentes de 5 a l7 anos. Atualmente a experiência disponível sobre o uso em crianças e adolescentes com outras infecções e crianças com menos de 5 anos é insuficiente.
Portanto, não deve ser usado para outras infecções e em menores de 5 anos.
O ciprofloxacino pode ser usado por idosos na menor dose possivel estabelecida pelo rnetlico.
Aulnento do risco de aneurisma e dissecção da aorta Ilstttdos erpidemiológiços relatatn unl aunrento du risco cle aneurisrna e dissecção cla aorta após a ingestão de fluoroquinolonas, patticularmente na população idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devim ser usarjas apenas após avaliação cuidadosa do benefício-risco e apris consideraçãcl de outras opções terapêuticas enr pacientes com história familiar positiva de aneurisma, ou em pacientes diagnostióados com aneurisma aórtico pré-existente e/ou dissecção aóftica, ou na presença de outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecção cla aorta (por exemplo, síndrome de Marfan, síndrome de Ehlers-Danlos vascular, arterite de Takayasu, arterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose conhecida). Em caso de dor súbita abdominal, no peito ou nas costas, os pacientes devem ser aconselhados a consultar imediatamente um médico.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas As substâncias do tipo fluoroquinolonas, incluindo o ciprofloxacino, podem prejudicar a habilidade do paciente para dirigir veícttlos e operar máquinas. Isso ocorre principalmente corn o uso em conjunto corn bebidas alcoólicas. lnterações medicamentosas A seguir, constam alguns ntedicamentos cujo efeito pode ser alterado se tomados com ciprofloxacino ou que podem influenciar o efeito de ciprofloxacino. Fale com seu médiço caso esteja tomanáo algum desses medicamentos.
Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: ciprofloxacino, com outros medicamentos da lnesma classe (fluoroquinolonas), deve ser utilizado corn cautela em pacientes que estejam recebendo medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT (por .*.*pio, antiarrítmicos ãe classe III ou IA, antidepressivos tricíclicos, antibióticos macrolídeos, antipiicóticos).
O uso simultâneo de ciprofloxacino e probenecida (tratamento complementar de infecções, por exemplo, gota) aumenta a concentração de ciprofloxacino no sangue.
Não se deve administrar ciprofloxacino com tizanidina (relaxante muscular), pois pode ocorrer um aumento indesejável nas concentrações de tizanidina no sangue associado aos eieitoj colaterais clinicamente importantes induzidos por esta, como queda da pressão e so,olência.
A teofilina (medicamento para a asma), usada ern conjunto corn o ciproÍloxacino, pocle ter sua concentração autnentacla no sangue' o que favorece unt aumento da frequência àos efeitos inàesejáveis induzidos pela teofilina. Em casos nruito t'aros. esses efeitos indesejáveis iode,m color:ar a vicla em risco ou ser fatais. Se t'l ttso cle atnbos frrr inevitável, a cotrcentração de teofilina no sangue clcve ser otrservada e a close recluzicla confbrme a necessidade.
Foi relatado que o uso de ciprofloxacino e nreclicarnentos contendtl clerivados da xantina, como por exemplo, cafeína e pentoxiÍilina (oxpentifilina), (para distúrbios circulatórios), elevou a concentraçào destas substâncias no sangue. F-ale com seu médico.
Enl pacientes recebendo ciprofloxacino e l'enitoíua (anticpilético) ao ruesmc tempo, foi observado nível alterado (diminuído ou aumentado) de fenitoína no sangue. É recomendado o mônítoramento da terapia com fenitoína, incluindo medições de concentração de fJnitoína no sangue, durante e imediatamente após a adminisffação simultânea de ciprofloxacino e fenitoína para evitar a perda do controle de conyulsões associadas aos níveis diminuídos de fenitoína e para evitar úbitos indesejâveis relacionados à superdose de Í-enitoína quando o ciprofloxacitto e dcscontinuàdt', enr pacienteri qu. .rta.;u* recebendo ambos. o uso sirttultâneo conl ciprofloxacino pocle retaldrrr a rrxcreção clo metotrexato (imunossupressor usaclo ern alguns tipos de cânr:er, psoríase e artriie reumat<licle), ,irinr.-ntan<lo o nírlel plasmático deste.
Anti-inllamatórios não-hormonais. por exeurplo, o ibuprot'eno (para dor, febre ou inflamação): estudos em animais mostraram que o uso combinado de doses muito altas de quinolonas e certos anti-inflamatórios não-esteroides podem desencadear convulsões. Isto não se refere aos que contêm ácido acetilsalicílico.
Observou-se em alguns casos, aumento transitório da concentração de creatinina no sangue, que avalia a função renal, ao se administrar ciprofloxacino simultaneamente com ciclosporina (imunossupressor usado em doenças de pele, artrite reumatoide e transplante de órgãos). Nesses casos é necessário controlar frequentemente (duas vezes por semana) a concentração de creatinina.
A actministração simultânea de ciprofloxacino com substâncias antagonistas da vitamina K, como por exemplo, varfarina, acenocoumarol, t'emprocumona, fluindiona, pode aumentar os efeitos anticoagulantes destas. Fale coru seu médico.
O uso simultaneo de ciprofloxacino e antidiabéticos orais (para diminuição dos níveis de açúcar no sangue) principalmente sulfonilureias, como por exemplo, glibenclamida, glimepiridina, pode provocar dinrinuição de açircar no sangue (hipoglicemia), possivelmente por irttensificar a ação do antidiabético oral' O uso simultfureo de ciprotloxacino e duloxetina (antidepressivo) pode levar a um aumento da duloxetina no sangue.
No uso concomitante de ciprofloxacino cortr ropinirol (medicamento para doença de Parkinson), seu médico deverá lnonitorar os efeitos indesejáveis e realizar o ajuste de dose de ropinirol.
No uso de ciprofloxacino com lidocaína (para doenças cardÍacas e anestésico local), podem ocoÍrer interações entre estas substâncias, acompanhadas de efeitos secundários.
A concentração de clozapina (antipsicótico usado na esquizofrenia) no sangue aumenta se adminishada junto com ciprofloxacino, seu médico deverá monitorar e ajustar a dose de clozapina apropriadamente durante e logo após a aúninishação simultânea destas substâncias.
O uso simultâneo de sildenafila (por exemplo, para disfunção erétil) e ciprofloxacino mostrou aumentar a concentração daquela substância no sangue, por isso, seu médico deverá considerar os riscos e benefícios ao recomendar o uso conjunto destas substâncias.
O ciprofloxacino demonstrou em testes ln vitro çapaçidade de interferir no teste de cultura de um tipo de bactéria - M),cobacterium tubercttlosis - causando resultado falso negativo em pacientes fazendo uso de ciprofloxacino. Fale com seu médico.
Informe ao seu médico ou cirurgião-tlentista se você está íazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para â sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
O ciprofloxacino deve ser conservado em temperatura ambiente (entre l5oC a 30"C) protegido da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicarnento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua entbalagem original.
C) produto só poclerá ser utilizado até o vencitnento do seu prazo de validade, impresso na embalagem externa, pois após esta data perde sua eficácia' Evitar o calor excessivo (arnbiente com temperatura superior a 30"C). Evite annazenar a sôlução sob refrigeração, pois pode oconer precipitação, embora esta se redissolva à temperatura arnbiente. A solução para infusão de ciprofloxacino é sensível à luz; portanto, só deve ser retirada da embalagem externa no momento do uso.
Características organoléPticas:
O ciprofloxacino é uma sr:lução para aplicação intravenosa lÍquida, límpida, levemente amarelada, isenta de partículas estranhas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você obserYe alguma mudança no aspecto, consutte o farmacêutico para sâber se poderá utilizá-lo.
Todo meclicamento deve ser mantido fora do alcance das criançrrs.
Como devo usar este medicami]nto?
DOSAGEM A dose geralmente recomendada pelo médico é a seguinte:
Adultos Dose diária recomendada de intravenoso em adultos Indicações Inf'ecções do trato respiratório (dependendo da gravidacle e clo microrganismo) Dose diária para adultos de ciprofloxacino (mg) intravenoso 2 x200 mg a 400 mg I Aguda, não complicada 2x100mg Cistite em mulheres (antes da menopausa) plicada 2x200mg Gonorreia:
- Extragenital 2xl00mg dose única 100 mg - Aguda, não complicada Diarreia 2x200mg Outras infecções (ver indicações) estreptocócica Infecções graves, com risco para a vida: Principahnente quando causadas por Pseudomonas.
St aphy I ococcus ou SÍrept o coccus recoÍrentes em fibrose cística Infecções ósseas e clas articulações 3x400mg Septicemia Antraz Adultos: 400 mg de ciprofloxacino LV. duas vezes por dia.
Crianças: l0 mg de ciprofloxacino I.V.lkg de peso corpóreo duas vezes por dia, A dose máxima para crianças não deve exceder 400 mg (dose diária máxime: 800 mg I.V.).
O tratamento deve começar imediatamente após a suspeita ou confirmação da inalação dos patógenos cle antraz. Após administração intravenostr, pode-se prosscrguir com o tratamento oral.
Pacientes idosos Pacientes idosos devem reçeber a menor dose de acordo com a gravidadç da doença e com a sua função renal.
Crianças e adolescentes A dose recomendada para infecção aguda causada por P. aeruginosa em pacientes de 5 a 17 anos com fibrose cística é de 3 vezes 10 mg/kg por dia LV. (máximo 1.200 mg/dia).
Pacientes com mau funcionamento dos rins e do fígado Adultos I. Recomendam-se as seguintes doses para a disfunção renal uroclerada ou grave: l.l. Depuração de creatinina entre 30 e 50 rnl,/rnin (creatinina sérica enhJ 1,4 e 1,9 mg/I00 mL), a close máxima é de 800 ntg por via endovenosa por dia.
1.2. Depuração de creatinina inferior a 30 ml/rnin (creatinina sérica igual ou superior a 2 mgll00 mL), a dose máxinta para administração I.V. é de 400 ntg por clia.
2. Na disfunção renal e sob hemodiálise, a close é a mesma após cada sessão de diálise que para os pacientes com disfunção renal moderada ou grave (Ver em. t. PARA etrÊ ESTE fvffOiClufnNTo É
Tndtcado?).
3. Disfunção renal e em diálise peritoneal ambulatorial contínua (DPAC), para peritonite, ciprofloxacino 2x200a400mg Peritonite I Infecções do trato urinário:
I)ose úrnica 100 mg l _.1 l--pode ser adiciorrado ao dialisado (intraperitoneal) 4 x por dia, a cada 6 horas, na dose de 50 mg por litro de dialisado. A experiência clínica nessa indicação é lirnitada. São necessárias doses altas de ciprofloxacino para atingir concentrações suficientes de ciprofloxacino no peritônio, devendo os efeitos colaterais serem atentamente observados. Ocorrendo efeito colateral de relevância clínica ou sintomas de superdose, deve-se diminuir a dose ou intenomper a administração de ciprofloxacirto.
4. Não é preciso ajustar a close em caso de nlau lunciouamento do fígado.
5, Em caso de mau funcionamento do fígado e dos rins, a dose deve ser a nlesma usada para disfunção rerral. Pode ser necessário monitorar a concentração de ciprofloxacino no sangue.
Crianças e adolescentes Doses em crianças e adolescentes com funções renal e/ou hepática alteradas não foratn estudadas.
COMO USAR O tempo de infusão é de no mínimo 60 minutos. A infusão lenta em uma veia de grande calibre evita desconfoúo ao paciente e reduz a irritação da veia.
Duração do trâtamento A duração do trâtamertto depende cla gravi«Jade da doença e do curso clínico e bacteriológico. Em geral, o tratamento deve sentpre prosseguir por pelo menos 3 dias após a febre e os sinais clínicos terem desaparecido.
Em geral, a duração média do tratamento é:
Adultos
- 1 dia, nos casos de gononeia aguda não complicada e cistite (infecção na bexiga);
- até 7 dias para infecções dos rins, trato urinário e cavidade abdominal;
- em pacienies com baixa resistência (sistema imunológico comprometido), o tratamento deve prosseguir .nqr*to a contagem total de glóbulos brancos estiver reduzida (fase neutropênica);
- no máximo 2 meses para osteomielite (infecçao óssea);
- 7 a 14 dias para todas as outras infecções.
Em infecçõás estreptocócicas, o tratamento deve continuar por pelo menos 10 dias, por risco de complicações tardias.
Iguaimente, as infecções por Chlamydia spp. devem ser tratadas durante pelo menos l0 dias' Crianças e atlolescentes com idade entre 5 e l7 anos.' l0 - l4 dias para episódios de infecção aguda de fibrose cística causada por P. aeruginosa.
I:).,\ R^.\ ^ Dl\.I IN IS-r'R A.(r Ã() f! r\ FiClJ,IIÇ Ã() rlA RIl I§ rf:tRA'r, I - .Parâ segllrânçir clo paciente. verificlue sç- exi"ctena vazartl.entc)s apert*r:dr} a errrlralagerr pri.rnária- ('ascr <IeÍecte \.'{izar:r:reüt<r cle solução, nâo Lrtilize tr rxedicarnerlre:, pnis salâ esterilidade estar:ii cr:ru:.prorr:.ctid:1, (-l<:rnunir;rre rr ,)ccrrrênciul ao SACI cla crnlrlcsár irlrirr J's .lu errclcrcço clutrônico-2 - .ll.errrova o lacre de pr:oÍeção do scesso sônrente na hora do uso" Itealize n assepsia cla errrbalagesx prirr:ráriâ c çle seu bico t{e rcessr:r ccrrr, Á lcoçrl TOorô-3 - {lonecte o equipo de ir:Í.-usão da solução no clisc.o cle elastôrnero que lacro Õ crrntatcr da soluçâr: cclln {} artrbier:te externrr" 4 - Susper:da a bolsa corltendo a solução, apen*s pela alça cle si.rsÍerrt{rçãtl --i - ÂclrrrinistÍe il" soluçâo p*r gote-iarrleutô ccrfltínlló, con fc:rme tr)Íescriçãô ntédica.
Ãntraz: 60 dias de tratamento para terapia irnerliata e para tratamento de infecções após a inalação de patógenos de antraz.
Siga a orientâção de seu médico, respeitândo sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratâmento sem o conhecimento de seu médico.
O que devo fazer quando eu me esquecer de u§ar este medicamento?
Em caso de dúvidas, procure ori€ntação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que estb miidicamttnto i'ode me cai"]sar?
como qualquer medicamento, ciprofloxacino pode ter efeitos indesejáveis.
Os efeitos adversos associados ao ciprofloxacino e outros antibacterianos fluoroquinolonas, envolvem na maioria das vezes disturbios gastrointestinais como incluem náuseas, vômito, àiarreia, dor abdominal, dispepsia são os efeitos adversos mais frequentes. Pseudomembronous colitis tem sido raramente relatàda.
DoI de cabeça, tonfitra e agitação são algnns clos efeitos mais comuns sobre o SNC. Outros incluem tremor, sonolência, insônia, pesadelos e distúrbios sensoriais visuais e, nlais raramellte, alucinações, reaÇões psit:óticas, depressão e convulsões. Palestesia e ncuropatia pcrilérica têm ocorri{o ocasionalmente.
Além de erupções cutâneas e prurido. outras reações que afetam a pele, raramente são do tipo vasculite, eritema multiforme, síndrome de Slevens-Johnson e necrólise epidénnica tóxica.
Fotossensibilidade não são mais frequentes com algumas fluoroquinolonas como lomefloxacino e esparfloxacino. Anahlaxia tem sido associada com ciprofloxacino e outros agentes antibacterianos de quinolonas.
Outros efeitos adversos relatados com ciprofloxacino incluem aumentos fansitórios da creatinila ou ureia sérica e, ocasionalmente, insuficiência renal aguda secundária e nefi'ite instersticial; cristalúria; valores elevados da enzima hepática, icterícia e hepatite, distúrbios hematológicos, incluindo eosinofilia, leucopenia, trombocitopenia e, raramente, pancitopenia. anemia hernolítica ou agranulocitose, mialgia, ginecomastia, e efeitos cardiovasculares, incluindo taquicardia, edema, síncope e sudorese.
A lrequência é indicada da seguinte fomra: mrrito comum (maior ou igual a10%); comum (entre 1% e10%); incomum (entre 0,1% e l%); rara (entre 0,01% e 0,1%o); muito rara (inferior a0,01o/o); frequência desconhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis).
Infecções e infestações Reações incomuns: superinfecções micóticas (infecção por fungos, junto com infecção bacteriana ou após esta). O tratamento prolongado ou repetido com ciprofloxacino pode reduzir a sensibilidade das bactérias ao ciprofloxacino; por isso, o paciente pode infectar-se novamente com a mesma bacteria ou por leveduras (fungos) antes da eradicação da infecção inicial.
Reações raras: colite (inflamação do intestino grosso) associacla ao uso de antibiótico (muito raramente, com possível evolução fatal).
Distúrbios do sistenta linfático e sanguíneo Reações incomuns: aumento de uur tipo de glóbulos brancos do sangue, os eosittólilos (eosinofilia).
Reações raras: redução dos glóbulos brancos (leucopenia) ou apenas dos glóbulos brancos chamados neutrófilos (neutropenia), redução de glóbulos vermelhos (anemia) ou de plaquetas (trombocitopenia), aumento de glóbulos brancos do sangue (leucocitose) e aumento persistente das plaquetas no sangue (plaquetose).
Reações muito raras: aumento da degradação dos glóbulos vermelhos (anemia hemolítica), redução de todas as células sanguíneas (pancitopenia com possível risco para a vida), ausência dos glóbulos brancos chamados neutrófilos, com possíveis sintomas de calafi'ios, [ebre (agranulocitose), funçãcl da medula óssea reduzida (com possível risco para a vida).
Distírrbios im unológicos Reações râras: reação alérgica e inchaço itlérgir:o/angioedema.
Reações rnuito raras; reação alérgica intensa e choque alérgico (por exernplo, inchaço do rosto, da laringe; clilicul«lacle de respirar que pode levar a choque, queda brusca da pressão arterial, com risco para a vida), e reações similares àquelas associaclas com cloença do sorn (por exemplo, Íiebre, alergia, inchaço clos gânglios iinfáticos, vermelhidâo da pele e inchaço).
Distúrbios mctabólicos e nutricionais Reações incomuns: diminuição do apetite e da indigestão de alimentos' Reações raras: aumento da concentração de açúcarno sangue (hiperglicemia), diminuição da concentração de açúcar no sangue (hipoglicemia).
Distúrbios psiquiátricos Ilea çõ es i n com u n s : hiperatividade psicotnr:tor a/ agitaçào.
Reações raras: confusão rnental, tlesorientação, ansiedade, sonhos anormais, depressãox e alucinações.
Ileações nruito raras: reações psicóticas*.
- potencialmênte culminando em comportamentos autodestrulivos, cotno ideias/pensamentos suicidas e tentativa de suicídio ou suicídio.
I)istúrbios do sistema nervoso lleações incomuns: dor de catleça, tontura, distútrbios do sotto, alteração do paladar Reações raras: sensações anormais, como por exemplo, de fonnigamento, dormência (parestesia, disestesia), trelnores, convulsões (incluindo estado epilético), diminuição da sensibilidade geral (hipoestesia), tonturas giratórias (vertigem).
Reações muito raras: enxaqueca, disturbios da coordenação, alteração do olfato, aumento da sensibilidade geral ou específica (hiperestesia), aumento da pressão intracraniana (pseudotumor cerebral).
Reações cle frequência desconhecida: neuropatia periférica e polineuropatia (doenças que afetam um ou vários nervos).
Distúrbios da visão Reações raras: alterações cla visão.
Ileações muito raras: distorção visual das cores Distúrbios da audição e do labirinto Reações raras: zumbido e perda da audição.
Reações muito raras: alterações da audição.
Distúrbios cardíacos Reações raras: taquicardia (aumento da frequência cardíaca).
Reações de frequência desconhecida: alteração no eletrocardiograma chamada prolongamento do intervalo QT, alteração no ritrno do coração (arritmia ventricular), "Torsqde de Poinles"* (uma alteração específi ca do eletrocardiograrna), *Estas reações foram relatadas durante o período de observação pós-comercializaçáo e foram observadas predominantemente entre pacientes com mais tatores de risco para prolongamento do intervalo QT (Ver em, "4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? ").
Distúrbios vasculares Reações raras: dilatação dos vasos sanguíneos, pressão arterial baixa e desmaio (síncope).
Reações muito raras: inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite.) Distúrbios respiratórios Reações raras: falta de ar (dispneia), incluindo condição asmática.
Distúrbios gastrintestinais Reações comuns: enjoo e diarreia.
Reações incomuns: vômitos, dores gashintestinais e abclominais, dispepsia (má digestão) e gases Reações muito raras: pancreatite (inflamação do pâncreas).
Distú rbios hepatobiliares Reações incomuns: aumento das transaminases (enzimas do fígado) e aumento da bilimrbina.
Reações raras: comprometimento do funcionamento do fígado, icterícia (coloração amarelada da pele) e hepatite (inflamação do figado) não int'ecciosa.
Reações muito raras: mofte das células do fígado, que muito raramente evolui para insuficiência hepática com risco para a vida.
Lesões da pele e do tecido subcutâneo Reações incomuns: vermelhidão da pele (rash cutâneo), coceira e uÍiciíria (reação alérgica de pele).
Reações raras: sensibilidade à luz e formação de bolhas.
Reações muito raras: hemorragias pontilhadas da pele (petéquias), eritema nodoso e eritema multiforme (lesões de pele) síndrome de SÍevens-,lohnson (reação grave de pele çaracterízada por bolhas), potencialmente fatal, e necrólise epidérmica tóxica (reações graves de pele, com potencial risco para a vida). lteações de frequêucia tlesconhecida: pustulose exantemá1ica generalizacla aguda (erupção cutânea pustular).
Distúrbios ósseos, do tecido conjunlivo rr nrrrsculoesqueléticos Reações incomuns: dor nas afticulações.
Ilcações raras: dor ntuscular, inflamação nas articulações (artrite), aurrrento do tônus muscular e cãibras.
Reações muito raras: fraqueza nruscular, intlarnaçlio dos tcudõcs (endinitc.) e rupturas dc tenlõus (predorninarttemente do tendão de Aquiles), piora clos sintomas cla r:rii,sh;ni; g.ur. jdo.nça muscular grave).
Distúrbios renais e urinários Reações incomuns: alteração do funcionamento dos rins.
Reações raras: inflamação dos rins (nefrite túbulo-intersticial), insuficiência (alteração da função) renal, presença de sangue e de cristais na urina.
Distúrbios gerais Reações incomuns: dor inespecífica, mâl-estar geral, f'ebre.
Reações raras: inchaço, transpiração excessiva.
Reações muito raras: alterações do modo de andar.
Investigações Reações incomuns: aumento da enzima hepática fosfatase alcalina no sangue.
Reações raras: alteração no exame de coagulação (nível anormal de protrombina) e aumento da amilase (enzima que avalia a função do pâncreas).
Reações de frequência desconhecida: aumento darazão normalizada internacional (RNI) que avalia a coagulação sanguínea (em pacientes tratados com antagonistas de vitamina K).
As seguintes reações aclversas tiveram categoria de frequência mais elevada nos subgrupos de pacientes recebendo tratamento intravenoso ou sequencial (intravenoso para oral):
Crianças A inciáência de artropatia (inflamação das articulações), ntencionada acima, refere-se a dados coletados em estudos com adultos. Em crianças, artropatia é relatada frequentenlente (Ver en), o'4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE USAR ESTE 1VIEDICAMENTO? "). lnforme ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reâções indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. o QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
Deste medicamento?
FIá relatos cte alguns casos de toxicidatle renal reversível após superdose aguda. Nesses casos, a função renal deve ser rnonitorada pelo méclico. Poftanto, além das mecliclas habituais de elnergência, recol'nenda-se nronitorar a função renal. Os pacientes devem ser mantidos bem hiclratados. Apenas uma pequena quanticlade clo ciprohoxacino (merios cle 10%) é eliminada mediante hemodiálise ou diálise peritoneal.
Em caso rte uso 6e grande quantidade cleste medicamento, procure rapidantente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.
Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
USO RESTRITO A HOSPITAIS vENDA SOB PRBSCRTÇÃO MEDICA Comum:
V ôm ito, aumento transitório das transam inases, rash cutâneo Incomum:
Trombocitopenia, plaquetose, confusão e desorientação, alucinações, parestesia, disestesia, convulsão, vertigem, distúrbios visuais, perda de audição, taquicardia, vasodilatação, hipotensão, alteração hepática transitória, icterícia, insuficiência renal, edema Raras:
Pancitopenia, depressão da medula óssea, choque anafi lático, reações psicóticas, enxaqueca, disúrbios do olfato, alteração da audição, vasculite, pancreatite, necrose hepática, petéquias, ruptura de tendão.
Reg. MS n': 1.0311.0120 Resp. Técnico: Caroline Fagundes do Amaral lenza CRF-GO n" 5554 Fabricado por:
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-3/\J^ (ÀÁ) r-&,/ Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 06103/2023 (É é) q o ro c! o G o c! o a
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USO ADULTO Medicamcnto gc.nérico - Lci nn 9.787 dt: 1.999 APRESTiN'raçÕus covrroslçÃo:
Cada rnl- corrtórn: ciprot)oxacino (D.C.B. : 02 I l7)...........
Excipierrtes: ácidr: lácrico, ácitlo clor.írlrico, h Conteúdo r:lctrolítico sódio (Na') .............. cloretci (Cl-).
0snrolaridadc:
'lt8EdlHALEXISTI\R jrrcus lric Fcr n:c,:ôulir-,1 ;r.rr 2mg(0,2%) idróxido de sódio, cloreto de sódio e ágr.ra para injetáveis 154 mllq/I.
154 mEq/I.
321 mOsrnil INFORMAÇOES .tO PACIENTE
I. para que este medicamento é indicado?
As indicações de ciprofloxacino são as seguintes:
Adultos Para o tratamento de infecções complicadas e não cornplicadas causadas por microrganisrnos sensiveis ao e ipnlfloxrcirr«i:
- do trato respiratório. Muitos dos nricrorganisnros, p. ex. Klebsiella, Enterobacler, proteus, E. coli, Pseudononas' Ílaentophilu's, Moraxella, Legionellct e Stophylococcu.r reagem com muita sensibilidade ao ciprofloxacino' A maioria dos casos de pneumonia qu. náo necessitam de tratamento hospitalar é causada por SlrerÍot:occltt pnettfitotrice. Ncsscs cascrs, ciprol).r>racino não é o rnedicarnento de primeira escolha;
- do ouvido médio (otiLcrnédia) e dos scirrs paranasais (sinusite), especiahrente se cauiadas por P s ettdonr o nas ou St a p h1, I oc oc c us.
- dos olhos;
- dos rins c/ou do trato urinário efercnte;
- dos órgãos reprodutores, inclusive inflamação dos ovários e das tubas uterinas (anexite), gonorreia e infecções da próstata (prostatite);
- da cavidade abdominal (p. ex. do trato gastrintestinal, do trato biliar e do peritônio);
- da pele e de tecidos moles;
- dos ossos e articulações.
Infecção general izada (septicemia).
Infecções ou risr-:o de inf'ccção (protilaxia) errr pac:ientcs corn sistema imunológico comprometirJo, por exemplo, pacientes em tratamento com meclicamentos que inibem as defesas iáunológicas naturais do organisuro ou pacientes conr número recluzido cie glóbuios brancos clo sangue.
Descontaminação intestinal seletiva em pacientes sob tratarnento com imunossupressores. o ciprofloxacino não é eficaz contra Treponema prilicrtm (<:ausacror da sífiris).
Crianças e adolescentes entre S e l7 anos Para infccção agr:da na Íibrose cística (distirrbio metabólico hereditário qu!3 aumenta a produção e a viscosidade das secreções nos brônquios e no trato digestivo) causada pii p. orrugin.* rr ráo houver 1"r1t]:11*ut de otttros tratamentos inietáveis rnais eÍicazçs. Não se rec,rrnen.i.r ,;if,rotloxacino para outras lnolcaçocs.
Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças Para terapia imediata e para tratamento de antraz após inalaião de bacilos de anfiaz (Bacillus anthrocis).
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
\
Bt]la profissioi{al
T}e,§atjde
Ciprofloxacino
Rolsa p[,ri)
HALEX ISI'AII soluÇÃo paRA rNFusÃo 2mglmL I ciprofloxacino Medicanrento genérico - Lei no 9.'787 de 1.999 'sofarma l{lr nrnrsnxtaÇôns:
Solução para infusão de ciprofloxacino 2 mg/rtL. Caixa contendo 60 bolsas plásticas de 100 mL.
Soluçao para infusão de ciprofloxacino 2 mg/ml. Caixa contendo 32 bolsas plásticas de 200 mL. vrA DE ADMINISTRAÇÂo: n'rRavnNosA SIS'TEMA FIiCTIADO - POLIETILENO I-lSO r\DtlL'Í'0 corueostçÃo:
Carla nrT- contént:
Eicipientes: ácido láctico, ácido clorídrióo, hidróxido de sódio. cloreto de sôdio e aguapala injetáveis.
C-'on tcúd o eletrolÍtico: sórlio (Na.).... ... clorr'to (Cl-)..,....
Osmolaridade: ........
I 54 nrEq/L 154 mEq/t.
...321 mOsm/L
Tnformações técnicas aos profissionais de saúde
T.INDICAÇÕES As indicações de ciprofloxacino são as seguintes:
Adrrltos: p.ril o lraliulcnto de inÍ'ccçôes complioadas e não conrplicadas causadas p,lr microrganistnos sensíveis ao ciprofloxacino:
- rlo lrato respiratório. Mriitos clos inicrorganisnros, p. ex. Klebsiella, Eilerobacter, Proteus, E. coli, Pseudonronos, llaenrophilus, lioirurotto, Llgioneiln e Staph.;ylococcu, ,ág.n', conr nruita sensibilidade ao ciproÍloxacino. A maioria dos casos de pneumonia que nrjtr rrer:essitanr dc tratanrenro iiospitalar é caisada por §tr4 )lococct'J pneuntoriae. Nesses castts, cipro{loxacino não e o ntedicamento de prirneira cscolha;
- rlo ,,,rvirlo rnddio (otite módia) e dos seios paratrasais (sinusite), espcciahnente se causadas por Pseudontonas ov Slaphylococcus;
- dos olhosl
- dos rins e/ou do trato urinário eferente;
- ã;; ;rgã,;.;;pro,lrtor.,, inclusive inflamação dos ovários e das hrbas uterinâs (anexite), gonorreia e infecções da próstata (prostatite);
- ,l,r car]<lade abtlorninal (p, ex. do trato gastlintestinal, do trato biliar e do peritônio);
- da pele e de tecidos moles;
- dos ossos e articulações.
Infecção generalizada (septicemia). inf..ôo.r"ou risco de'infecçao $roÍilaxia) em pacientes com sistema imunológico comprometido, por exemplo, pacientes em tratamento com medicament*-qü. iniU.*'as deiesas imunológicas naturais do organismo ou pacientes com número reduzido de glóbulos brancos do sangue.
Descontaminação intestinal seletiva em pacienteS sob tratamento oom lmunossupressores. o ciprofloxacino nâo é eficaz conlraTreponenra pallidum (causador da síftlis).
Crionças e adolescentes entre 5 e 17 rnos t aLa iitbcçao aguda na fibrose cistica (distúrbio metabólico hereditário que auÍnenta a produção e a viscosidade das secreçÔes nos 6;|,.q;i"r; no irato digestivo) causada por p. aeruginosa se não houver pàssibilidade de outros tratamentos injetáveis mais eÍicazes.
Não se recomenda ciprofloxacino paÍa outras indicações' Antraz por inalação (após exposição) em adultos e crianças para terápia inrediata e para traarnénto de antraz após inalação de bacilos de antraz (Bacilltts anthracis).
Iu.]sul'!'ados db iticácta
O ciprofloraoino e uma ttuoroquúoloro .on, url ulnplo espectro de ação sontrâ bactérías.Gram'positit'os e Gtam-negativas' indicado frru rnru varierla6e oe infecçdes. Éste fáÍmaco nãoiem interação com penicilinas, cefalosporinas e amino-glico-sídeos, sendo que os microrganismos resistentes aestes antibióticos geralmente não são resistentes ao ciprofloxacino (AIR & COX, 1989; DOMINGUEZ
Et al, 1989).
Em um estudo realizado por AIR & COX (1939) homens com infecção do trato urinário foram randomizados para receber 30 mg de ãúi"n"-".1"" ou I g de cefota,rirna, amboà via intravenosa. Não hoúve evidência de infecção bacteriana apÓs a cirurgia em 94% dos rrácienres utilizandoiiprotloxacino e em92oÁ dos pacientes utilizando ceÍirta"xima.
Recem-nascidos cont int'ecçâo por Pset«lomonas .rentgtnoso foram tratados com ciprofloxaoino via intravenosa e a inl'ecçâo bacteliana Íbi erratlicarla ent 9.],4?ó dos rccénr-nascidos. Não houve anornralidatles laboratoriais relacicrnadas ao uso do ciprofloxacino ncslc cstu<lo (Ul:t-E'í ; I ÍAC'lON'Ít:ROcl-t I I K UÇUKt)l)tlK, 2004).
Pacir'ntr's hospitrrlizados com sL'pse (birciltrs Ciranr-nrgativos./ tt,ram tratados corn 300mg dc oiprol)oxtrcino viu intravenosa a cadâ ll lr e a taxade cula Íoi dc 88.9'ró. O registro dc cvcntos adverst'rs loi rrríninro (BROWN E SlvÍl'lLI, 1989).
I)ezoito crianças com Í'ebre titiride foram tratadas com ciprofloxacino via intravenosa ( I 0 nrg/kg/dia) e a taxa foi observada enr 94,49,á do:; pacicntcs (DU1"|A ['l Al., 1993).
O ciprotloxacino (200 mg IV a cada I2 h) ou a ceftazidirna (0,5 a2 g, lV, a cada l2h) foranr administrados em pacientes com infecções diversas e a enadicaçâo das bactérias foi atingida por 70,8o dos paoientes recebendo ciprofloxacino e lroÍ 72,4yo dos pacientes recebendo ceftazidima. A resolução clínica foi observada em 9 1,7% dos pacientes recebendo ciprofloxacino e por 89,7% dos pacientes recebendo ceftazidima (GALLIS ET AL, 1989).
O ciprofloxacino (200mg IV a cada l2h por 12 dias) foi utilizado no tratamento de vinte pacientes com meningite grave. Os principais micro'organismos isolados foram E coli, P,mirabillis, K.pneumoniae, P. aeruginosa, Enterobacter cloacae e Acinetobacter calcoacetictrs. A tara de çura foi de 90% (SCHONWALD et al, | 989) tlnr cstudo dc scgurança realizado porAroicri u colaboradores (1989) o ciprolloxacino porvia intravenosa foi atlministrado enr 1869 paÇientes devido a diversos tipos de infecções. Na maioria das l'ezes o ciprofloxacino foi utitiza«lo nas doses de 200mg (68% dos pacientes) ou 300mg (28% dos pacientes) a cada l2 horas, conr infusão por 30 minutos. Os eventos adversos relatados poi I 5,8% dos pacientes.
Portiinto, baseando-se nos estudos realizados. podenros afirmar que a solução para infusão contendo 2 mglml (0,2%) de ciproÍloxacino ent solução dc cloreto de sódio a 0,9o/o é eficaz e scgura no tratamento de infeoções complicadas e não complicadas óausadas por nricro-organismos sensíveis ao oiprofl oxacino,
C.{ racterísttcis fa rniacológicas
Propliedades farmacodinâmicas C) ciprofloxacino é urn agente antibacteriano quinolônico sintético, de arnplo espectro (cóttigo A'IC J0lMA02).
Mecanismo de Ação O ciprofloxacino tem atividade in vitro contÍa uma ampla gama de microrganismos gram-negativos e gram-positivos. A açâo bactericida do ciprofloxacino resulta da inibigão da topoisomerase bacteriana dotipo II (DNA girasi) e topoiõmerase IV, necessáiias para a replicação, transcrição, reparo e recombinação do DNA bacteriano. lliecanismo tle liesistência A resistência trr t't/ro ao ciprolloxacino c liequentc por mutaçôcs das toporsomerascs bactorianas e se clesenvolve lentamelte em várias etapas. A resistência atl ciproÍloxacino dsvida a mutaÇões espontáneas ocorre com uma frequência entre <10-'re l0{. A resistêncil cruzada entre as Íluoroqutnolonas aparece, quando a resistêuciu surgc por rnutação. As mulaçõàs únicas podem reduzir a sensibiliclade, em lugar de produzir resistência clínica mas as nlutaçôes múltiplas, em geral levam àiesistência clínica ao ciprofloxacino e à resistência cruzada entre as quinolonas. A impermeabilidade bácteriana ã/ou expressão das bombas de efluxo podem afetar a sensibiliilade ao ciprofloxacino. Está relatada resistência metliar.la por plasmídeos e codificada por gene qnr, Os nrecanismos de resistência que inativam as penicilinas, as celàlosporinru, os anrinogiicosideos, os macrolídeos e as tetãciclinas podem não intcrferir na atividade antibacteriana do ciprofloxacino e nâo se conhecc nenhuma resistôncia cruzada entrc o ciprofloxaôino e outros grupos antirnicrobianos. Os microrganisnros rcsistentes a esses medicanrentos podenr ser sensíveis ao ciprofloxacino.
A concentração bactericida mínima (CBM) geralmente não excede a concentragão inibitória mínima (CIM) em mais que o dobro.
Sensibilidade in vitro to ciprofloxacino A prevalência da resistência adquirida pode variar segundo a região geogrrifica e o tempo para determinadas espécies, e é desejável dispor de informação local de resistência, principalmente quandó se úati de infecções graves. euando n.r.rrário, deve-se solicitar o conselho de um especialista se a prevalência local da reiistência é tal que seja questõnada a utilidade do prepáado, pelo menos frente a determinados tipos de infecção.
O ciprofloxacino tem mostrado atividade in vitro conÍía cepas sensíveis dos seguintes microrganismos:
Nlicrorganismos grrm-positivos aeróbios: Bocillus aníhrdcis, EntarococctrsJàecalis (muitas cepas são somente moderadamente sensíveis), staphylococcus azreas (rsolados sensíveis à meticilina), Staphylocoicus sapràphyticus à Streptococàs pneumoniae.
§licrolganismos grum-negativos aeróbios:
-{k!!4b-pnqtq,! se Prouidencia spp.
_ü"_!ltS!lu o_gtqcs Pseudomonas ae ruxifi osa C i |t [oraxc I Ia caíarrha\is P se wlo mo n a s Jll gre s ce n s Morganella morsanii !4'!9r.!!Á9!qthqege mirabilis I [ae mophi I lus irdl uen:ue Proteus vtlgaris os seguintes microrganismos mostram um grau variável de sensibilidade ao ciprofloxacin o: Burkholderia cepacia, Campylobacter spp'' Enterococcus faecalis, Morganella morganii, Neisseria gonorrhoeae, Proteus mirabilis, pseudomonas aeruginosa, Pseudomonas /luorescens, serratia marcescens. os seguintes miclrorganismos sáo considerados intrinsecamente Íesistentes ao ciprofloxacino: Slaphylococcus aLireus (resistente à meticilina) e Stenotrophomonas mahophilia. o ciprofloxacino nrostra atividarte conÍra Bacillus anthrdcis lanlo in vitro, conroquando se medem os valores séricos como marcador suc:erdâneo. l'ropricrlrrdcs Íarrnacocinótir:as A làrnrac'or;incrtic'a do ciprofloxacino ltli avaliada em tliferentes populaçÕes hurnanas. A concentraçào sérica maxima média no cstado dc cqtrilíbrio obtida em hunranos adultos tratatlos com 500 mg por via oral <le I2 crn l2 horas é de2,9j mcg/ml., sendo dc 4,56 tncg/tnl- após administração irttr.venosa dc 400 mg dc l2 em tá'troras. n "onc.rtãçao serica mínirna mguia níestaào «le equilibrio etn ambos os esqucnras c 0,2 mcg/ml-. Iim unr estrido de 10 pircientes pediátricos <ic'à a I 6 anos, a concentração plasmática mârima Burkholderia cepacia Enle robacter oe ro4enes Serratia mdrcescens li n le r o lta c t e r c' I oa i,u e Shisella spp.
Escherichia coli nrédia alcançada foi de 8,3 mog/ml e a cücentração mínima variou de 0,09 a 0,26 mcg/ml-, após adntinistração de duas infusões intravenosa-s de 30 minutos de l0 nrg/kg, com intervalo de l2 horas. Após a segunda inlirsâo intravenosa. os pacientes pÍ{ssararlr a rccelrerl5nrg/kgporviaoralde 12em12horas,tendo-seatingidoaconcentraçãontártmamédiade3,6nrcg/nllapósaprinleira dose oral. tX àartoi de segurtutça dc longo prazo com administraçâo dc ciprofloxacino a pacientcs pediátricos, inoluindo os efeitos na caíilagem, sáo limitadoslVer em, "5. ADYIiRTÊNCIÀ E PRECAUÇÕES").
Absorção As ooncentrações sérieas máximas médias após inÍ'usão intravenosa de ciprofloxacino sào atingidas ao Íinal da inl'usào. r\ farmacocinética do ciprofloxacino é linear denho do intervalo posológico, até 400 mg por via intravenosa.
Distribuição A ligação proteica do ciprofloxacino é baixa (20 -30o/o) e a substância no plasma encontra-se fundamentalmente sob a formâ não ioniãaáa. ó ciprofloxacino porte difundir-se livremente para o espaqo extravascular, O grande volume de distribuição no estado de equilíbrio, de2-3 Lkgde ieso corpóreo, mostra que o ciprolloxacino penetra nos tecidos e atittge concentrações que claramente excedem os valores séricos correspondentes. r\4rlâholi§mo Foratn relatadas pequenas concentÍações de 4 nretabólitos, identifrcados conto desetilenociproÍloxacino (Ml). sullbciprofloxacirro iptij, o"ncipronôxácino (M3) c fonnitciprolloxacirro (lví4). Ml a Mll apresentaur ativirlade antibactcriana ,, vl,ro conrpará\'el ou infciior a do aci1lo nalidíxico. O M4, o lnenor em quantidade, apresenta atividade imtinlicíobiarâ in vito quase cquivalente à do norfloxacino.
Eliminação O ciprofloxacino é amplamente excretado sob Í'ornra inalterada pelos rins e, em nrenor extensão, por via extra renal Crianças Em um estudo com crianças, a Cm* e aAUC não foram dependentes da idade. Nenhum aumento notável de Cne* e AUC foi observado com doses múltiptas tf O ing/kg/3i dia). Em l0 crianças menores de I ano com septicemia grave, a C.,a" foi de 6,1 mg/L (faixa de 4,6 -g,3 meÀ) após infusao út u:n.noro á. 10 mg/kg durante I hora; e 7 ,2 mgfi- (faixa 4,7 -l 1,8 mg/L) em crianças de 1 a 5 anos' Os vaóres ãa ÂúC foram de 17 ,4 mg.hlL lfaixa t1,8-- 32,0 mg.h/L) e de 16,5 mg.h/L (faixa I I ,0 - 23,8 mg'h/L) nas respectivas faixas etarias. Esses valores estão dentúa faixa relataâa para adul-tos tratados com dóses terapêuticas. Com base na análise farmacocinética da população pediátrica com infecções diversas, a meia-vida média esperada em crianças é de aproximadamente 4 a 5 horas.
Dados Pré-Cllnicos de Segurança 'Ioxicidadc aguda A toxici«lade ãguda do ciprofloxacino após a administraçào oral pode ser classiÍicada como nlttito baixa. l)ependendo da csper:ie' a DLso após infusão intravenosa é 125-290 ng/kg. l'oxicidade Crônica Estudos rte Tolerabilidade Crônica acima de 6 meses Atlministração oral: doses até e iguais a 500 mg,4ig e 30 mg/kg Íbram toleradas sem danos por ratos e lnacacos, respectivamente' Em alguns macacos no grupo cle do*se máxima fSO mgftg) forim observatlas altcraçÕes nos túbulos renais distais.
Administração parenterrl: no grupo cle macacos tratados com dose mais alta (20 mg^ig) lbram detectadas concentrações de ureia e creatinina levemente elevadas e alterações nos túbulos renais distais' Carcinogenicidade Nàs estuãos de carcinogenicidade em camundongos (21 meses) e ratos (24 meses) tratados com doses de até aproximadamente 1000 ,g,Lg O. p.ro .o.porí/diu.ri.uÀunOongos e" 125 nrgftg de peso corporal/dia ern_ ratos (aumentada para 250 mg/kg de peso cJrpo-ral/dia após 2i semanas), não se evidenciou potencial carcinogênico de qualquer das doses avaliadas.
'[oxicologia da reProdução [studos de l'crtili6ndc rn râtns: o ciprolloxacirio nào modificou a fertilirtaclc, o desenvolvintento intrauterino e pÓs-natal das crias, rrcnr a lertili«lade da geração l:1.
Esturtos tle embriotoxicirlntle: nâo se obselvou indício de qrralquer ernbritrtoxicidadc ou teratogenicidade do ciprofloxacino' Desenvolvimento pcrinatal e pós-natal em râtâs: nilo se detectaram et'eitos tro tlesenvolvimento perinatal ou pÓs-natal dos animais' À pesquisa histolOgica ao Íim rio perÍodo de criaçâo nâo revelou nenhunt sinal de datto articular nas crias. i\l u tlgr:nicidade Forarircalizados oito cstudos sobre mutageni0idade invilro colll o ciprolloxacino.
Embora dois dos oito ensaios in vitro lFjníaio de mutação de células di linfoma de camundongos e o Ensaio de reparo de hepatÓcitos de ratos em cultivo primário (ÚOS» ientram apresentádo resultados positivos, todos os sistemas de testes in vivo qJe cobriam todos os aspectos relevantes resultaram negativos.
Estudos de tolerrbilidade articular Assim r:omo outros inibidores da girase, o ciproÍloxacino causa danos nas grandcs articulações que suportam.peso em antnlals inrâtur.rs. O g.rau da lcsão articrrlarvaria tÍ: acordr conr a itlacle, espócic c «lose; a lesiio pode ser rcduz-ida elintiltatrrJo'se a cargir arlicular. C)s estudos cont anirnais adultos (rato e cão) não cvidenciaram losÕes nas cartilagens. Etrt ttnr estudo conr cãcsjovens lleirgle, o criprollr-rxacino enr altas doses ( I ,-) a 3,5 vozes a rlosc terapêutica), causou lcsões articulares aptis rtuas senla,las de tratânlento, qtrc aintia estavun preselrtcs após 5 nreses. Cour doses telapêuticirs não se obst:t'varanr esscs eÍbitos.
4. CoNTRÀtNDICÁÇOEs iiipcLseusibitiOaile ao cipr,tlloxacino ou a outro derivatlo quinolônico ou a qttalquer conlponentc da lõrnrula (Ver ottt, "coMPOStÇAo").
A administraçâo concomitante de ciprofloxacino e tizanidina (Ver em, 6. INTERAÇÔES MEDICAMENTOSAS).
CATEGORIA DE RISCO C, EsrE MEDICAMENTo NÃo DEVE sER urILrzADo poR MULHERES cRÁvrDAs sEM oRIENTAçÃo nrÉorca OTI DO CIRTiRCIÃO.DENTIS'TA.
5. ADVEr{'r'ÊNCtAS }. pRECAUÇÔES lnfecções graves e/ou infccções por bactérias lnacróbias ou gram-positivas Para o tratamento tle inlccçôcs graves, inlêcções p<tr Staphylttcoccls c inlccções envolvendo bactérias anaeróbias, o ciprofloxacino deve ser utilizado em associação a um antibitltico apropriado_ Infrcçõcs por SíNpíococcus pneunroniae O ciprolloxacino trão é recontendado para o tÍâlamento de inÍbcçt1es pneumocricicas devido à etioiicia limitada conLra Stt.eprococ4ts pneumonicta. lnfecções do trato genital As infecções do trato genital podem ser causadas por isolados de Neisseria gonorrhoeae resistentes à fluoroquinolona. Em infecções do trato genital que tem ou podem ter causa ligada à Neisseria gonorrhoeae, é muito importante obter infórmações locais sobre a prevalência de resistência ao ciprofloxacino e confirmar a sensibilidade por meio de exames laboratoriais.
Distúrbios crrdírcos O ciprofloxacino está associado a casos de prolongamento de QT (Ver em, "9. REAÇÔES ADVERSAS"). As mulheres podem ser ntilis scnsívsis aos ntedicamenlos qttc prolonguem o Q1'c, uma vcz quc tr;ndem u tcr intervalo tle QTc basal mais longô em Lromplraçã() atts ltotnens. Pacientes idosos tambónt podem ser rnais sensíveis ao:; t:Íbitos associaclos ao medicamento sobre o iniervalo eT Devc-se ter cautela ao utilizar ciprotloxacino conconritanlenrente com medicanrentos que podenr resultar em prolongamento do intervalo Q'l (por ex-emplo, antiarrítmicos de classe III ou IA, anticlepressivos tricíclicos, macrolideos, antipsicóiicos) (Ver cm, ,.6.
INT'ERAÇÕES §{EDICAN!EN'I0SAS") ou em pacienrcs com l:irtores dc risco para prolongamento de ei ou "Toriade de pointes" (por exenlplo, síndrome congênita de QT longo. desequilíhrio eletrolítico não corrigido assim como hipocalemia ou hipomagncsemia c <ioenças clrdíacas como insuflciônt:ia cardíaca, inÍarto dr.r nrincii«|r,. r.,u trradicardia).
I I i pcrsensi bilidade Em alguns casos podem oconer reaçôes alérgicas e de hipersensibilidade após uma únioa dose (Ver em, ,.9. RIAÇôI]S ADVERSAS"), dcvendo o paciente informar ao médico imediatanrente. Em casos muito raros reações anafiláticas/anafilactóides podenr progredir paÍa um estado de choque, com risco para a vida, em alguns casos após a primeiia administração (Ver em, ..9.
REAÇÔES ADVERSAS"). Em tais circunstâncias, a administração de ciprõfloxacino devc ser interrompida e instituir-se traranrento rnédico adequado (por exemplo, trataÍnento para choque).
Sistema gastrintestinal Se oconer dianeia grave e persistente durante ou após o tratamento, deve-se consultar um médico,já que esse sintoma pode ocultar uma doença intestinal grave (colite pseudomembranosa, com risco para a vida com possível evoiügaô fatal), que ôxige tratamento adequado inrediato (Ver em, "9. RE^ÇÔ[,S ADVIRs^S'). Nesses crsos, ciprofloratino 4eve ser descontiniiaa'o e deve ser inir:iado tÍatanlento torapêutico apropriado (por excmplo, vll,rcouriçina por via oral, na dose de 250 rng, quatro vezes por dia). Medicamentos quc inibern o peristaltismo são contraindicados nestâ situação.
Sistcma hepatobiliar Casos de necrose hepática e insuficiência hepática com risco para a vida têm sido relatados com ciproÍloxacino. No caso rle qualquer sinal ou sintoma de doença hepática (como a-norexia, irterícia, urin! cscura, prurido àu abdômen inchado) o tratâmento deverá ser tlescontinuado (Ver em, *9, RUA(:ÕES r\DVEIISAS").
Pode oconer um aumento temporário das transantinases, de Íbstatase alcalina ou icterícia uolcstática, especialmente r:m pacientes corrr doença hepática precedente, que forem tratados com ciprofloxacino (Ver enr, "9. REAÇôES Aov'rriSes"l Sistema musculoesquelético o ciprofloxacino deve ser utilizado com cuidado ern pacientes com miastenia grave, uma vez que os sintomas podem ser exacerbados.
Podem oconer tendinite e Íuptura do tendâo (predominantemente do tendãã de Aquiles), is ,eres bilateral, com ciprofloxacino, mesmo dentro das primeiras 48 horas de tratamento. Podem_ocorrer inflamação . *ituru de tendão mesmo até vários meses após a descontinuação da terapia com cipÍofloxacino. o risco de tendinopatia pode estaÍ aumàntado em pacientes idosos ou pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides.
Ao primeiro sinal de tendinite (por exemplo, distensão dolorosq inflamação), deve-se consultar um rnédico e suspender o tratamento com o antibiótico. Deve-se cuidar para nlanter em repouso a extremidade ãfetada e evitar exercÍcios fisicos inadequados (pois do contrário' aumentará o risco de ruptura de tendão). Ciprcfloxacino dcve ser usado com cuirlado em pacientes conr ântecedcntcs de distúrbios dc tr.ndâo re lacronados cotn tratamento quinolôniutr.
Sistcma nervoso Ciprofloxacino' oomo outras fluoroqtrinolonas, é conhecido por desencadear convulsõcs ou diminuir o lirniar convulsivo.
Iinr pacientes portattorcs de epilepsia ou conr ('listúrbios tlo slstcnia nervoso central 1.súc; 1pn, "*.,rrplo, lirniar convulsivo r.eduzilo, ântecedentes tle convttlsão. reduçâo-tlo Ílttxo sanguineo ccrebral, lc'são cerebral ou aci,ltrrie vascular cerebral), ciproÍIoxacino devc. scr adntinistrado someltte se os beneÍicios tlo tratamento forenr supcriores aos possíveis risros. pol eventuais eÍ'eitos intlescjívcis sobre o sNC clasos dc estados cpiléticos foram relarados iVer àm, "9, RÉAÇôtr,{-,luvEnsas). se oconercnr convulsõcs, ciprotloxacino deve scr descontinuado. podeu.r ooorrcr reaçõcs- psiquiátricas ápós a piinrcira :xfininistração de fluoroquinrrlonas, suicidas e comportanrento autodestrutivo, conro tcntariva ou suicíclio 1úer ein, "9. REAÇoljs ADVERSAS,). caso o paciente desenvolva qualquer uma destas reações, ciprofloxacino deve ser descontinuadó e medidas apropriadas devem ser instituídas. Têm sido relatados casos de polineuropatia sensotial ou sensimotor4_resultando em parestesias, hipoestesias, disestesias ou fraqueza em pacientes recebendo fluorquinolonas, incluindo ciprofloxacino. Pacientes a* t utu,nrnio *m ciprofloxacino devem ser orientados a informar seu médico antes de continuar o tratamento se desenvolverem sintomas de neuropatia tais como dor, queimação, formigamento, dormência ou fraqueza (Ver em, "9. REAÇÕES ADVERSAS").
Pele e anexos O ciprotloxacino podc induzir reaçrics de lbtossensibitidade ua pele. Portanto, pacientcs que utilizaln ciprofloxacino devem evitar a erposição clireta e exccssiva ao sol ou à luz ultravioleta. O tratamento deve ser descontinuado sc ocorrer fotossensibilização (por .*à,rpÍo, reaçÕes tipo queirnadura solar) (Ver em, "9. REAÇÔIS ADVERSÀS").
Citocrnmo I'450 O ciproÍloxacino é conhecido como iuibidor morlerado das enzimas do CYP450 IA2. Dcvc-se ter cuidado quando otttros meditamentos metabolizados pela mesma via enzirnática são administrados concomitarttemente (por exemplo. tizanidina, teolilina, metilxantinas, caf'eína, duloxetina, ropiniml, clozapina, olanzapina). Pode-se observar um aumento das concentrações plasmáticas associaflo a efeikrs in{esejáveis especíticos da tlroga devido à inibição de sua depuração metabólica pelo ciprofloxacino (Ver em, "6.
In'i'eraçôes n{edicàmt:ntosas").
Re açrJ«:s no local da in.jcção 'l'êrn-se documentado reag)es no local da aplicação com o uso endovenoso do ciproÍloxacino (Ver em, "9. RErIÇOES ADVERSAS"), mais frequentes se o tempo de infusão for menor ou igual a 30 minutos, que desaparecem rapidamente ao término da infusão. A administração subsequente não é contraindicadq a não ser que ís reações reapareçam ou se agravem.
Efeitos sobre a habilidrde para dirigir veiculos e operrr máquinas As fluoroquirrolonas, incluiirdo o cipiofloxacino, podem afetar a habilidade do paciente para dirigir veículos ou operar máquinas deviclo a ráações do SNC (Ver enr, .;9. tlE.fqlÔEs ,lDVERSA§"). Tal Íato ocorre principalmente com a ingestào concomitante de áJcr.r-.1.
(,irr., irlez r lactação Gla. idcz Os datles 6isporriveis {o uso de ciproÍloxaoino ern nrulheres grávitlas nào indicanr malfcrrntação ncnl toxicidade fetal/neonatal. l:stutlos em aninrais não indicaram toxicidacle reprodutiva. Baseado enr estudos em aninrais nâo sc pode excluir que o ntedicamento possa causar clanos à cartilagem articular no órganismo l'etal imaturo (Ver enr, "3. CAITAC'IIJníSTIC,IS FARNIACOLÓGICAS" -l)arlos PrêClínicos dô Segurança), portanto, o uso dc ciprot)oxacino não é recontendado durante a gravidez.
Estudos feitos com animãis náo évidenciararn eÍ'eitos teratogêllicos (nrallbrmações) (Ver em, "3. CARACTI,RISTICAS FÂRlt'lÂ(lOLÓGlC^S" - Dados Pró-Clínicos dc Scllurança).
CA'I'I,GORIA DE RISCO C. ili;úEôiãÃüe-nryó úo DEvE sER u-nl,rzADo poR MULHERES cRÁvIDAS sEM oRIENTAÇÁo MÉDlcA
OU DO CIRURGIAO-DENTISTA O ciprofloxacino é excretado no leite materno. Devido ao potencial risco de drno articular, o uso de ciprofloxecino não é recomendado durânte a amamentação. (ver em, "3. CARAôTERíSTICAS FARNIACOLÓGICAS" - Dados Pré-clínicos de Segurança). tiso cnr idosos (Ver r:rn, "rt. POSOLOGIA E NIODO Dtl LrSÀR" * ltlosos) ,\rrnrcnlo tlo risto dc aneurisma c dissecção da atlrta [:sturlos cpitlemiológicos relatam unr aumcnto drr risco cle arreuristna e dissccção da aotta ap(rs il ingestão de lluoroquinolonas, particularmente na p-opulação idosa. Portanto, as fluoroquinolonas devem ser usadas apenas após avaliação cuidadosa do beneficio-iii.o c apOs considàráçao i. outrm op9ões tôrapêuticasem pacientes conthistória familiar positiva dc aucurisnra, ou em pacientes diagnosticados com anâurisma aórtico preexistente e/ou dissecção âórtica. ou tla pÍesença de outros Íàtores de risco ou condiÇões preiisponentes para ancurisnra,: dissccçâo da irulâ(por excnrplo, sinclronre dc N4arfan, sinclronte de t:hlers-[)anlos vascular, atleritc no peito ou nas costas, os pacienies devem seraconselhados a consultar inrediatamente um médico.
Uso em crianças e adolescentes Como outras diogas de sua classe, o ciprofloxacino demonstrou ser causa de artropatia em articulações que suportam peso em animais imaturos. A análi-se dos dados de'segürança disponiveis a respeito do uso do ciprofloxacino em pacientes com menos de 18 anos de iOuJ., .* sua maioria poltatlores de fitrrose císiica, não reveiou qualquer evidêrrcia de danos a cartilagens ou articulações. Não lbi estudádo o uso cle cipiofloxacino em outras indicações que não o trâlameÍlm da exacerbação pulntonar aguda da tibrose cística lssocirrrln à infecçãg lior lrse*l,,ntr»tas aeruginttsa(í - tZ anos) c o trâtÍtnlento dc inalação de arrtraz (após exposição). A erpcriência clírricir ern outras indicações é limitada.
6. tN't Ltft,\ÇÔ[s M HOICl\ l\l tiNTOS§ classes lA e lll, anti«lcpressivos tricíclicos, macrolídeos, antipsicôticos) (Ver em "ã. ADvERTílNClAS il PRECAUÇÔDS")' prohenecit6: A probenecida interfere na secreçãn renal do ciprofloxacino. A adlninistração concomitante de medicamentos iorrtcn4o prohenéci{a e ciproÍloxacino aumcnta a concentração sérica tie ciprolloxacino tizanidina: Enr um estudo clínico com voluntários sadios houve um aumeuto nas collcentrações séricas de tizanidina (aurnento de Cn **: 7 vezes, variação: 4 a21 vezes; aumento da AUC: I 0 vezes, variação: 6 a24 vezes) quando administrada concomitantemente com ciprofloxacíno. Houve potenciiização do efeito hipotensivo e sedativo relacionada ao aumento das concentrações séricas (Ver .,,, S. inüfnfÊXCnS É fneClUCÔES). Medicamentos contendo tizanidina não devem ser administrados com cipiofloxacino (Ver em, 4. CONTRAINDICAÇÔES). teolilinr: z\ adnrinistraçrio concornitatrte de ciprotloxacino c nrcdictnrentos contendo teofilina porjc protluzir aumento in«lesrijável das corlcentrações súricas de tcoÍilina. lsto pode causrr efeitos indese.jáveis induzidos pela teohlina. Ern casos nruito raros, esses clêitos in'Jesejáveis podem pôr a vidtr r.rnr risoo ou ser Íàtais. Quando o uso da associação t-or inevitável, as concentraçôes séricas da teofilina deverâo ser cuidadosamente monitoradas e sua dosc redruida convenientemente (ver em,5. ADVtrRTôNCIA§ E pRIICAUÇôES).
Outros derivados de xantina: Foi relatzrdo quc a administração concomitantc de ciprofloxacino e nedicamentos contenclo ca{cina ou pent<lxiÍilina (oxpentifilina) elevou a concenrrâçào serica tlestes tlerivados de xantina. fenitoína: Nivel sérico alterado (liminuido ou aumentado) de fenitoína Íbi observado em paÇientes recebendo ciprofloxacino e fenitoína concomitantemente. E recomendado o monitoramento da terapia com fenitoína, incluindo medições de concentração sérica de fenitoín4 durante e imediatamente após a coadministração de ciprofloxacino e fenitoína, para evitar a perda do controle de crises associadas aos níveis diminuídos de fenitoína e para evitar reações adversas relacionadas à superàose de fenitoína quando ciprofloxacino é descontinuado em pacientes que estejam recebendo ambos. metotrexato: A adnrinistração concomitante de ciprofloxacino pode inibir o transporte tubular renal do mototrexato, potlendo potencialmente aumentar os níveis plasmáticos deste, o que pode aumentar o risco de reações tóxicas associadas ao metotrexato.
PorLant()' dcvc-se monitorar cuidadosarnente pacientes trataclos com Ínelotrexato, se for inriicada terapia simultânea conr ciprofloxacino.
,\ttti-irtflamatórios nllo-esteroides (AlNEs): Estrrdos realizados c,om animais dernonstrarilm que a associaçâo de doses altas de quinolonas (inibidores da girase.; e de oeíos anti-inllarnat(rrios não-esteroides (exceto o áciào acetilsalicilico) pode provocar convulsões. ciclosporina: A administraÇão sintultânea de ciprofloxacino e medicamentos contendo ciclosporina aumentou transitoriamente a concentração de creatinina sérica. Portanto, é necessário controlar frequentemente (duas veies por semana) a concentração de crcatinina sérica nesses pacicntes.
Antagoni§ta§ da vitamina K: A administraçâo simultânea de ciprofloxacino com antagonistas da vitamina K pode aumentar seus efeitos anticoagulantes. o risco pode variar conforme a infecçãà subjacente, idade e õondição geral do paciente de modo que a contribuição do ciprofloxacino para elevar a RNI (relação normal intemacional) toma-se dificil de ser avaliada. A RNI deve ser frequentemente monitorada durante e logo após a coadministraçâo de ciprofloxacino com antagonistas da vitamina K (por cxemplo, varfarina, acenocoumarol, fenrprocunrona ou Íluindiorra).
Agente§ antidiabéticos orais: Foi relatada hipoglicemia quantlo ciprofloxacino e antidiabéticos orais, principalmente sulfonilureias (por exctnplo, glibenclamidq glinrepirida), lbranr coadministradas. possivelmente por intensiÍicar a açâo do'antidiabético oral (Ver cm, 9. REAÇÔf,S ADVERS.tS). duloxctina: Estudos clínicos dentonstrarattr que â adnlinistração concomitante dr: duloxetina com fortes inibidores cla isocnzinra CYP450 lA2, tais como a fluvoxamina, potle aumentar a ALIC e C,,6 da dul«rxetina. Ernhora nenhum dado clínico csteja disponÍvcl t:Il:-'l}.!91,jve] 1n1e1ryao com-ciprofloxacino, efeito similar pode ser esperado da administração concomiranre (Ver em, S.
ADvERTENCIAS E PRECAI,IÇÔES). ropinirol: Ent um estudo clínico mostrou-se que o uso concomitante de ciprofloxacino e ropinirol, um inibidor moderado da isoenzima lA2 do citocromo P450, aumenta â cnre. 0 a AUC de ropinirol .ni 60 . 84%, respectivam."t.. É i..Àr".iãàoo rnonirorr adequadamente os efeitosiltgl.4ll.:_rellyzq o ajuste de dose de ropinirol durante e logo após a coadministraçâo conr ciprofloxacino (Ver em, S. ADVERTÊNCIAS E PREiAUÇôES). lidocaína: comprovou'se em indivíduos sadios que o uso concomitante de medicamentos contendo lidocaína com ciprofloxacino, um inibidor moderado da isoenzima lA2 do citoõromo P450, reduz a depuração da lúocaína administrada por via intravenosa em cetcade22oÁ' o tratamento com lidocaína foi bem tolerado, contudo pode ocorrãr uma interação com o ciprofloxacino se administrado concomitantemente, acompanhado de efeitos secundários. clozapina: A concentração sérica da clozapina c da N-desrnetilclozapina aumcntou etn 2g%o e 3l%, rcspectivanrente, após administraçào simultânea de ciprolloxacino 250 nrg corn clozapina cluranie 7 tlias. Rccornenda-se realizar monitorarnento clinico e ijS.t:- j:j:!i^t, d^c -cpzlorna apnrpriadamente ilurante e iogc, após a coadministração conr ciprofloxacilo (Vcr enr, s. ÀDvERTENCIAS E PRECATIÇÕES). sildenafila: Após adnrinistração oral de 50 mg de sildenafila conconritantemenre conl 500 mg de ciprofloxacino, a C6. e AUC dc sildenafila ftrram aumentadas aproximadamcú duns vezes em indivíduos sadios. portanto, deve-sc ter cautela ao prescrever o uso concomitanle de ciprofloxacino e sildenafila, considerando os riscos e beneficios. lnterações conl crames Apotênciadociprofloxacino invitropodeinterferirnotsstedeculturadeMycobacteriumntberctlosispelasupressâodocrescimento micobacteriano, causando resultado falso negativo em espécimes o. p".i.rÉ, q*.ri.lÁ r-.noo uso de ciprofloxacino.
Cuidados de armazenamento do medicamento
orciprofloxacino deve ser conseryado na embalagem original, em tempÇratura ambiente (entre I 5oC e 30.C), protegido da luz e Para garimtir a ilrtegridado das caixits dc ernbarque c evitar rlartrs rro produto ciprorloxacino ou rnicrofuros quc interÍi:rern ,a sua estahiliilarlc dcve-sc empilhar no nrárimti 05 (cinco) caixas. o ciprofloxacino tenr prazo rjc variriade de 2{ nrcscs:r pârtir tta rlata de fabricaçÍo.
Nrimero dc lotc e dltas tle fabricrçr1o c validadc: vide cmbrlagem, Nã() use medicanlento com o prazo de validrrle vcncido. Guardc-o cln sua emballgern original.
Caracteristicas organolépticas:
O oiprofloxacino é uma solução para aplicação intravenosa límpida, levemente amarelada, isenta de partículas estranhas.
Antes tlc usar, observe o âspecto do mcdicamento.
Todo mcdicnmento deve ser mantido fora do rlcance drs criançns'
E. POSOLOGIA E MODO DE USAR O ciprofloxacino deve ser administrado por via intravenosa, por no mínimo 60 minutos. A infusão deve ser lenta, em veia de grande calibre, para minimizar o desconforto do paciente e reduzir os riscos de initação venosa.
Utilizar apenas solução límpida.
Por causa da fotossensibilidade da solução, retirar a bolsa da embalagem somente no momento do uso.
Evitar armazenar a solução sob refrigeração, pois pode ocorrer precipitação, embora esta se redissolva à temperatura ambiente.
POSOLOGIÂ Salvo prescrição nrédica contrária, recontendanr-se as seguintes doses Àdultos lndicaçõcs Dose diária para adultos de ciptofl oxrcino (mg) intravenoso lnfecções do trato respiratÓrio (depcndcndo da gravidade c do rnicrorganismo) 2 x 200 rng a 400 tng Infecções do trato urinário:
Gonorreia:
-Extragenital não complicada Outras infeoções (ver indicações) lnfecções graves, conl risco para a vida:
Principalmente quando causadas por P se udom onas, Stap lry I oc oc cus ou Streptococcas Aguda, nãr: complicada 2 x 100 ntg Cistite em mulheres (antes da menopausa) Dose única 100 mg 2 x 100 tng Dose Írnica 100 mg 2x200mg 2 x 200 a 400 ntg Pneumonia estt'eptocôcica Infecções recorrentes em fibrose cística Infecções ósseas e das articulações 3x400mg Itlosos Os pacienres idosos tlevem recetrer doses tão rcduzidas qlÍtltg polsl!_e_ifldP_._{:.,{9-9,r gravidade da doença e tla depuração de cre átinina (ver tarnbém, "P.4ClEN'IES COM INStIFICIÊ,NCIÀ RENAL !l IIEPATICA").
Crianças e adolescentcs - Íibrose cÍstica t)arlos clínicos e Íhrmacocinéticos dão supofte ao uso de ciprofloxacino enr pacientes pctliátricos com Íibrose cística (idade entre 5 e l7 arros) e cxacerbaçâo pulmonar aguda assooiada à inl'ecção por Pstndornonas aentginosa, na dosc de l0 mg/kg [.V., 3 vezes por dia (dose mrtxima diária de 1200 mg).
Antrâz por inalaçilo (após cxposiçâo) em Adultos c Crianças Âdultosi Administraç,ão intravenosa: 400 rrlg I.V., duas vez:es por dia.
Crianças: Administração intravenosa: l0 m!/kg, duas vezes por dia. Não se deve exceder o teto miíximo de 400 mg por dose (dose diária máxima: 800 mg).
À uO.inftruçao do mãdicamento deve começar o mais rapidamente possível após suspeita ou confirmação de exposição' Duração d0 trâtttnento A duração do tratanlento depende da gravidade da rloença e r.to curso clínico e bacteriológico. É.essencial mânter'se,o tratamento CuÃ,it. p..1,, rnenos 3 ,lios apÀo o a*ruiarecinrento cla í'ebre e dos sintonras clínicos. Durâção rnédia do tratamento: l.dia, llos câso§ tle gontrrreia aguda nâo complicatla c cistite; até 7 dias, nos ciLsos de infecção renal. trato urinárirl e cavidade abdominal; dutante todtt o pcrirl4o ncutropônico, ern pacicntes conr áelcsas orgânicas debilitadas; nrírinlo de 2 nleses, nos casos de osteomielitcl 7 a l4 dias. enr todas as ôutras inÍbcções.
Nas inlbcções estroptocócicas, o t,'atamcnto deve durar pelo menos I 0 dias, pelo risco de complicações posteriorcs.
As int'ecções causarlas poí {:hlrr,t,\ir,.rpl. tâmüéll1 devern ser tratadas durante um perío«lo ntínimo de l0 dias' 2x200mg Complicada Septicemia Peritonite r--I Diarleia I ___) Antraz (após exposição) em adultos e crianças: A duração total do tratamento para exposição ao arúraz por inalagão (após exposição) com ciprofloxacino é de 60 dias.
Crianças e Adolescentes Nos casos rlr'exacerbar;ão pulmonar aguda de fihrose cística, associada à infecção por Pseudomonas aenrginosct, cnr pacientes pediátricos com idade entre 5 e I 7 anos, a duração do tratamonto deve scr de l0 a 14 dias.
Posologil na insuficiência renal e hepática ,\dultos Pacientcs rorn insuficiência rrnal Depuraçào de creatinina entre 30 e 50 mt./r»ini 1,73 m2 (insufioiência renal rnoderada) ou concentraçâo de creatiuina sérioa ontrc 1,4 e 1,9 mg/I00 mL: a dose máxima diária de ciproÍloxacino por via intravenosa deverá ser dc 800 mg/dia.
Depuraçào dc creatinina inferior a 30 ml,/rnin/1,73 nl linsuliciôncia renal gravo) ou concentração de creatinina sérica igual ou supcrior a 2,0 mg/l00 m[.: a dose nraxima diriria de ciprofloxacino por via intravenosa tlcverá ser de 400 mg/dia.
Pacicntes com insuficiência renal em hemodiálise Pala pacientes com depuraçâo de creatinina entre 30 e 50 ml./minJl,73 m2 (insuÍiciência renal moderada) ou concentração dc creatinina sérica entre 1,4 e 1,9 mg/I00 mL: a dose mrixima diríria de ciprofloxacino por via intravenosa deverá ser de 800 mg/dia.
Para pacientes com depuração de creatinina inferior a 30 mLlmin/\,73 m2 (insuficiência renal grave) ou concentração de creatinina sérica igual ou superior a 2,0 mg/l 00 mL: a dose máxima diária de ciprofloxacino por via intravenosa deverá ser de 400 mgldi4 nos dias de diálise, após o procedimento.
Pacientes com insuficiência renal e diálise peritoneal ambulatorial coutínua (DPAC) Acrescentar ciprofloxacino soluç:i6 46 dialisado (intraperitoneal): 50 nrg de ciprofloxacino/litro de dialisa«lo, administrado 4 vczes por dia, a cacla 6 horas.
Pacientes com insuficiência hepática Não liá necessidade de ajuste de dose em pacientes com insullciência hepática.
Pacientes com insuficiência renal e hepática Para pacientes com depuraçâo do creatinina entre 30 e 50 mt,/min/I,73 nr2 (insuficiência renal moderada) ou concentraÇão dc creatinina sérica entre 1,4 e 1,9 mg/I00 mL: a dose miíxima dinria de ciprofloxacino por via intravenosa deverá ser de 800 nig/dia.
Para pacientes com depuração de creatinina inferior a 30 ml/min/1,73 m2 (insuÍiciência renal grave) ou concentraÇão de creatinina sérica igual ott superior a 2,0 mg/I00 mL: a dose máxirna diária de ciprofloxacino por via intrúnosa deverá ser de 400 nrg/dia.
PÀRA ,4.D1VIINISTr{ÂÇÃ(} DA SÜLUÇÃO I,ÀI{E,NT]T,RÀL I - Para seguranÇa clt: paciente, verifique se existem varzarnellto$ apertilndo a erubalagern pr.inrária. Caso ílL'tecte va;za1l1ent(l {le soluçiio. nilrçr Lrtilize o t'rrerficar-nerrto. peris suâ esteriiidnrle estzrrír côn"rprorfletida. Clorlluniql"le zr <)corrértr:ia rur SAC cla efirpres,r Íl1f?.1 vés do endereço eletrôr: ir:o.
2 - Ii.err:r:va t> Iacre de proteção do acesso salrnentê !tâ hora do usr:" Renliz-e a *rssepsitr da errrbalagerrr prinrárir,l e cle seu bico cle âcessrr corn ÁIcool 7O9â" 3 - Conecte o ec;ui.1:* de inlhsão cla solução no disco de el*stômero que lilcra o contato cln soheçào col11 o ;rrnlrientra Éxterl1ü-4 - Suslrenda a bolsa contendo a soluçã,:, apenas pela alça de sustentação.
5 - Aclnrinistre a soluçâo por gotejarlento continuo. côÍlfc)Írrre prescri çâo rnécl.ic a.
9. REAÇOlls ADVEITSAS Resumo do perfil de segurança As reações aàversas relaaadas com base em todos os estudos clinicos com ciprofloxacino (oral e parenteral) classifrcadas por categoria de frequência segundo CIOMS III estão listadas abaixo (Total n:51.621).
Lista de reaçôes adversas As frequênciâs das reações adversas reÍatadas com ciprofloxacino estão resutnidas abaixo. Dentro dos grupos de Íiequência. as reações adversas estão apreselttadas em ordem decresoente de gravidade. Frequências são definidas como: rnuito comunt (: li l0) comum (à 1/100 a < l/10) incomum (: l/1.000 a< lil00) rara (à 1/10.000 a < l/1.000) nruito rara (< l/10.000) Às reações atlversas identiÍicadas apenâs durante r obsenação pós-comercializâção e, pâm as qulis a frequôncia não pode ser estiÍradn, estão listadas como "Fretluência desconhecida".
Infecções c infestaçõcs:
Reâ ções i ncom uns: superinfecções rnicóticas.
Rcações rârâs: oolite associada a antibiótico (muito raramente com possível evolução fatal).
Distúrbios do sistemâ sanguíneo e linfático:
Reações incomuns: eosinofi lia. lk:ações raras: lencopcnia, anernia, neutropcnia, lt:ucocitose, trombocitopenia e plaquetose.
Reações nruito raras: anemia henrolítica, agranulocitose, palcitopenia (com risco para a vida) o deprcssão da medula óssea (com risco para a vida).
Distúrhios do sistema imunológico:
Reações rarâsr reação alérgica e edema alérgico/angioedema.
Reaçõcs muito raras: reação anafilátic4 choque anaÍilático (com risco para a vida) e reações sirnilares à doença do soro.
Distúrbios rnetabólicos e nutririonais:
Reações incomuns: apetite e ingestão de alimentos diminuídos.
Reações raras: hiperglicemia, hipoglicemia.
Distírrbios psiquiátricos: l{caçõrs inconr uns: hipcLatividade psiconrotorir./agitaçilo.
Reações raras: confilsão e desorientaçâo, reação de ansiedarlc, sonhos anomrais, depressâo (potenciahnente culnrinando em comportamento autodestrutivo como ideias/pensamentos suicidas, tentativa de suicídio ou suicídio) e aluoinações.
Rcâçõcs muito raras: reaçõcs psicóticas (potencialmcnte ouhninaudo em cornportanrento autodestrutivo como ideias/perlsamentos suicida.s, tentativa de suicidio ou suicklio). l)istúrbios do sistema nervoso: llcaçíres incomuns: cefaleia, tontura, distúrbios do sono e alteraçõr's do paladar.
Reàções raras: parestesia e disestesra" hipoestesia, tremores, convulsõcs (incluindo estado epilético) e vertigem.
Reações muito raras: enxaqueca, transtomos da coordenação, alteraçôes do olfato, hiperestesia e hipertensâo intracraniana (pseudotumor cerebral).
Frequência desconhecida: neuropatia periférica e polineuropatia.
Distúrbios visuais:
Reâções raras: distúrbios visuais.
Reações muito râras: distorção visual das cores.
Distúrbios da audição e labirinto: l{eaç<)es raras: zunibido e perda da audiçào.
Rr:ações muito raras: alteíação da audir;âo.
Distúrbios cardíacos:
Reações raras: taquicardia.
F-requência desconhecida: prolongamento drr intervalo QT. arritmia ventricular,"Torsatles de Pointes"* Distúrbios vasculares:
Reações raras: vasodilatação, hrpotensão e síncope.
Reações muilo raras: r a-sculite.
Distúrbios gastrintestinais:
Reações comuns; náusea e diarreia.
Reações incomuns: vômito, dores gastrintestinais e abdominais, dispepsia e flatulência.
Reações muito raras: pancreatite.
Distúrbios hcpatobiliares:
Reações incomuns: aumento das transarninases e aumento da bilirrubina.
Reâções raras: disfunção hepática, ictcrícia e hepatite (não inÍ'ecciosa).
Reações muito raras: necrose hepátioa (muito raÍanrente progredirrdo para insuírciência hepática com risco para a vida).
Distúrbios da pclc e dos tecidos subcutâneos:
Rcações incomuns: exantemi\ prurido e urtir:ária.
Ileações raras: reações de tbtossensibilidacle e vesículas.
Reações nruito raras: petéquias, eritema multiforme, eritema nodoso, síndrome de Stevens-Johnson (potencialmente corn risco para a vida) e necrólise epidénnica tóxica (potencialmento com risco para a vida).
Frequência desconhecida: pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA).
Distúrbios ósseos e do tecido conectivo e musculoesquelético:
Reações incomuns: artralgia.
Reâções raras: mialgia, artrite, aumento do tônus muscular e cãibras.
Reações muito raras: fraqueza muscular, tendinite, ruptura de tendão (predominantemente do tendão de Aquiles) e exacerbação dcs sintomas de miastenia grave.
Distúrbios renais e urinários:
Rcações incomuns: disÍirnção renal.
Rcações raras: insufioiência renal, henrarúria, cristalÍrria e ucfrite tribulo-interstiçial. l)ist(rrbios gerais e conrlições no local da adnrinistração:
Rcações comuns: reação no local da rnjcção.
RcaçÕes incomuns: dor inespecilica, nral-estar geral e Íêbre.
Reâções raras: edema e sudorese (hiperidrose).
Reàções muito rârâs: alteração da marcha.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastínicos:
Reações raras: dispneia (incluindo condições asmátioas).
Investigações:
Reâções incomuns: aumento da fosfatase alcalina no sangue. llcações raras: nÍvel anormal de protrombina e aumento da antilase.
Frequência desconhccidrs: aumento darazlo normalizada intcmacional (RNI) (ern pacientes tratados com antagonistas de vitarnina K).
*Estas reaçôcs foranr relatadas durânte o período de observaçâo pós-contercialização c lbram observadrs predominantemente entre pacientes com mais frtores de risco para prolongamento do intervalo QT (Ver em, "5.
Advertências e precauçõts").
As seguintes rerções adversas tiveram categorir de frequência mais elevada nos subgrupos de pacientes recebendo trâtamento intravenoso ou sequencial (intravenoso para oral):
Em casos de eventos adversoso notifique pelo Sisterna VigilUcd, disponível no Portal da Anvisa.
IO. SUPERDOSE Enr casos de superdose oral aguda, registrou-se ocorrêttcia de toxicidade lenal reversível. Além das medidas habituais de emergência, recomenda-se monitorar a função renal, incluindo pH urinário e acidez, se necessiirio, para prevenir cristalúria. Os pacientes devem ser mantidos bem hidratados. Antiácidos contendo calcio ou magnésio podem reduzir a absorção de ciprofloxacino na superdose.
Apenas uma pequena quantidade do ciprofloxacino (menos de l0%) é eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
Em caso de intoxicrção ligue para 0800722 6001, se você precisar de mais orientâçõe§.
Dizere,s l[g.a,is
Ijso restrito a i'iospitais
VENDA SOI] PRESCRIÇÃO MÉDICA Reg. MS n": 1 .03 1 | .0120 Resp. Tecnico: Caroline Fagundes do Amaral Lenza CRF-GO n'5554 Fabricado por:
Halex Istar Indústria Farmacêutica S.A.
Eusébio - CE Registrado por:
Halex Istar Indústria Farmacêutica S.A.
Br 153, Km 3, Conjunto Palmares, Goiânia-GO - CEP: 74775'02'7 C.N.P.J.: 01.57 1.70210001 -98 - Insc. Estadtral: 10.001.621-9 sac@halexistar.corn.br I www.halexistar.conl.br Tel.: (62) 3265 6500 - SAC: 0800 646 6500 Indústria Brasileira Comum Vômito, aumento transitóri0 das transaminases, rash cutâneo Incomum:
Trombocitopenla, plaquetose, conÍ'usão e dcsorientação, alucinaçÕes, parestesi4 disestesi4 convulsão, veftigem, distÍrrbios visuais, perda de audição, taquicardia, vasodilatação, hipotensão, alteração hepática transitória, icterícia, irrsuÍiciência renal, edenra Raras:
Pancitopenia, depressão da medda óssea, choque anafilático, reações psic(iticas, enxaqueca, distúrbios do olfato, alteração da audição, vasculite, pancreatite, necrose hepática, petéquias, ruptura de tendâo Dsta bula foi aprovada pelâ AnvisÍl enr 06/03/2023. rVYr \3H ú cg o ô o lo t) 6 ü1 0 i§ ü) Qt0rô cq 9,8 82 o- 9).Í-
- at) 7)"lF sra!a< /-Àóa ,.tz? x- ã(\ Ja à,x lLL)' * ãe?B 9xC" à() ôt gca)õ .<^x L-' 2 CÉ ;r v)zQl) ]ioczrr <\oáÍ.-I x..l !l Z Q o'.1) N -UaU)-]F 3Q?-.: lrc0(r= e)ôó !-*;N z 2t'a lut' À ãl:r?H 9xdq 2a) ôl Á3et bó\X,'- &= ,{-.X õ>ã:c ,J)ZP ?, Sooar <orL 9x=J? à'Q * a) a.l 0A roa oê-U) ql 0 c,) à 8.2 i ;,ã :ü ,ó'r/u ?4./> t .90 eãggagE§ãsl ã r É E'E * = ãs' 6§ cg cg q) (l! o o rtú cn lcí o aí 0 o q; tqí EH^ 6t> àã.
(Ê (\ O ôl I ôô 4 ,9 A 9ol SÉ"êê H§ÊH3 <)ã ii e,= o,,É\c O Z q ea ,9 'X 9or ?É"êi g§ÊH3 CÍ'ii ã ui o..*€ ; <Eõ o 0) 0) x 6) Z r al a.t e o o c§ (J (O o o rcÉô U) o C§ 0ô 4 8,R,8.€ I 08,§Ê;i3 ÕZE<3j\c -BáAe,fr Psfi"ex ^=gÉPr'' 6:i:/-q, X r\ s'* !.; o , c ôZ!<t-]I\o c/-ÕEcÔ o q) ê) x o 2 t\ cl ci \o a êl 6l,i {) c'l O cn ôl O r tI] 3 z IJ U 4 4 rl É r{ I ú tÍl F rt rI] Q .F tn a.lô N c.l O r |. zr u ^ Ô v ã:- !,4: ^.! € E o õã=ã fi E € H # ; I ;
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Bula profissional 7
De satjde
CIPROFI,C)XACINO Bolsa Sotuflex@
HALEX ISTAR sol-uÇÃo paRA INFUSÃO ciprofloxaÇino Medicanrento genérico - Lei no 9187 de 1.999
HALEXISTAR lndúsirio FormocCuÍico S/A ,l'rnrsnNr,rçÕrs solução para infirsão de ciprofloxacino 2 mg/ml. caixa contendo 60 bolsas plásticas de I 00 rnl.
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Cada rnL contórn: ciprofl oxacino (D.C B. : 02 l.t7)................
[xcipicrrtes: ácido láctico, ácido cloridrico, hidróxido tle sódio. cloreto cle sódio e águaparl ilj Conteúdo eletrolítico: sódio ......2 nrg (0,296) etiiveis, ................. I 54 mEq/L ................. I 54 mEq/L 2l mOsm/L cloreto Osmolaridade:
INFORMAÇÔES TÉCNICAS Ao§ PRoFIssIoNAIs DE SAÚDE r. rNDrc^ÇoEs As indicações de ciproÍloxacino siio as seguintes:
Adultos:
Pata o tratamento tle infecçõestomplicarlas e não conrplicatllrs causirdas porrnicrorganisnros sensíveis ao ciprofloxacino:
- do trato respiratório. Muitos dos microrganismos, p. àx. Klehsiella, Ett)rctbatter,íroteus, E. coli, pseudomonas, Haemophilus, Moraxella, Legionella e stalthl'lococcus leagem com muita sr:nsibilidade ao ciprofloxacino. A maior.ia dos casos je pneu,rionia que não necessitam de üatamento hospitalar é causada por.i/replo(occtts ptrcurrorriae. Nesses casos, ciprofloxacino nãoi o nrcdicamcnto dc prinrcira cscolha;
- do ouvido niódio (otitc média) c dos seios pamnasais (sinusitc), especialmcnte se causa<.irs porps cudomonas og staphyloc.occus;
- dos olhos;
- dos rins e/ou do trato urinário eferente;
- tlos órgãos reprodutores, inclusive inÍlamaçâo tlos ovários e das tubas utcrinas (anexite), gonorreia e infecções da próstata (prostatire);
- da cavidade abdominal (p. ex. do trato gastrintestinal, do trato biliar e do peritônio);
- da pele e de tecidos moles;
- dos ossos e articulações.
Infecção generalizada (septicemia).
Infecções ou risco de infecção (proÍilaxia) em pacientes com sistema imunológico comprometido, por exemplo, pacientes em tratamento com medicamentos que inibem as defesas imunológicas naturais dõ organismo ou pacientes comnúmero reduzido ile glóbulos brancos do sangue.
Desconlantinação intestinal scletiva eIn pacientes sob iraÍanrerrro com iurunosstrpressorcs. o ciprofloxacino não é eficaz contra |'rcponana par!itrum (carsarlor cra sífilis).
Crianças e adolescentes entre 5 e l7 anos Para inlecção agrtda na Íibrose cística (tlistúrbio metabólico hereditário que aumenta a produçào e a viscosiclade das secreções nos brônquios e no tÍato digesrivo) causrde por P. aertrginrsstt srr não bouYcr possibilidade ,1. o*tro, trakrrnentos injctáveis rnlis ellcazes. Não se recomenda ciprrrlloxacino po., out-ru, intlicaçires.
Antraz por inalaçâo (após exposiçâo) eln adrrltos e crianç:rs Pôra lerapiâ irrlediata e palâ lralamerlto de ar:traz após inalaçiio de brciios de antraz lR,tcillrrs tilttlü.ít(isl.
?, RIiSUI, ADOS I)E E}'ICÁCI1I o ciproÍloxacino é uma t)uoroqrtin^olona com um amplo espectro de açào contra ba ctérias Gram-posirivas e Gram-rtegativas, indicado para uma variedade de infecções' Este frírrnàco nã'o tem interação com penicilinas, ceÍâlosporioas e aminoglicosideos, sendo que os microrganismos resistentes a estes antibióticos geralmenté não são resistentesao ciprofloxacino (AIR & CoX, I9s9; ,DOMINGUEZ ET AL, 1989).
Em um estudo realizado por AIR & cox (l 989) homens com infecção do hato urinário foram randomizados para receber 30 mg de ciprofloxacino ou I g dc cei'otarima, anrbos via intra'enosa. Não hoirve cviclôncia ae infeciao bacteriana após a cinrrgia em 94% dos pacicntcs .tilizando ciprorloxacino e en92oÁ dos pacientes utilizando ceÍbtaxima.
Rccém-nascidos corn infccçãopor Ps,eutlomonas orrrgirro,ro lbrarn tralados .orn iiprúo*u"ino via intravenosa e a i1Í.ccçào brcteriana foi enadicada ern g3'4%o tJos recem-nast:idtis. Nâo houve anorrnalidadeslaboratoriais relacionadas ao uso do t:iproÍloxacino nesre estudo (llEl_ET; HACIOMEITOGLU; KUÇIJR-ODUK, 2ú0.1).
Pacientes hospitalizados com sepse (tracitos craur-ncgativosJ lorarn trotodor.urrr':00,rg de ciprofloxacino via intravenosu a cacla 12 h c a taxa de cura foi de 8u'9%,, o registro de evenios adversos foi mínimo (BRourl\iE SMITII, l9g9).
Dezoito crianças com lebtc tifoide foram tralarlas com ciproÍloxacino via intravenosa (to r,rgtg/,rio1 e a taxa foi gbserva6a em 9.1,49lo dos pacienres (DIl'fTA ET AL, 1993).
O ciprofloxacino (200 rng IV acada12 h) ou a ceftazidima(0,5 a2 g, IV, a cada l2h) forarn administrados em pacientes com infecções diversas e a errãdicação das bactérias foi atingida por 70,8% dos pacientes recebendo ciprofloxacino e por 72,40Á dos pacie;tes recebendo ceftazidima. A resolução clinica foi obiervadr.emgl,To/o dos pacientes recebendo ciprofloxacino e por 89,7% dos pacientes recebendo ceftazidima (GALLIS ET AL, 1989)' O ciprofloxacino (200mg IV a cada 12h por l2 dias) foi utilizado no tratamento de vinte pacientes com meningite grave. Os principais micro-organiimos isolados forarn I'. coti, Pni'abiltis, K.pneumoniae, P. ueruginosa, Interobacter r:loat:tte e Acineiohactcr calcoaceticus,Alaxa de curn foi de 90% (SCHONWALD et al, 1989)' Em estudo cle segurança realizado por Ârcieri e colaboratlores ( 1989) o ciprofloxacino por via intravenosa foi arlministrado em I 869 pacientes deviclú diversos tipos de infecções. Na maiôria das vezes o ciprofloxacino foi utilizado nas tloses de 200mg (68% dos iacientes) ou 300mg (28% tlos pacientes) a cada 12 horas, com infusão por 30 minutos. Os eventos adversos relatados por 15,8% tlos pacicntes. portanto, basean<lo-se nos estudos realizados, podemos afirmâÍ que a solução para inÍusão contendo 2mglml (0'2%\ de cifrofloxacino em solução de cloreto de sódio a 0,9% é eficuz e iegura no tratamento de iniêcções conplicadas e não cotnplicatias causadas pôr micro-organismos sensiveis ao ciprofl oxacino.
3. CARACTBRíSTTCAS FARMACOLÓGICAS Propriedades farmacodinâmicas O ciprofloxacino é um agentê antibacteriano quinolônico sintético, de amplo espectro (código ATC J0lMA02) Mecanismo de Ação O ciprofloxacino iem atividade in vitro contra uma ampla gama de microrganismos gram-negativos e gram-positivos. A-ação bactàricida do ciprofloxacino resulta da inibigão da topoisõmerase bacteriana do tipo Il (DNA girase) e topoisomerase IV, necessárias para a replicação, transcrição, reparo e recombinação do DNA bacteriano.
Mecanismo de l{esistência A resistência in vltro ao ciprofloxacino é frequente por mutações das topoisomerases bacterianas e se desenvolve lentamente em várias etapas. A resistência ao ciprofloxacino devida a rnutações espontãneas ocorre com uma frequência entre <10-'e 10-6' A resistência cruzada entre as nuài'oquinofon", upu,""., qrundo a resistêrrcia surge por mutação. As mutações únicas podern reduzir a sensibili<iade, em lugar de produzii resistência clínica, mas as mutações múttiplas, em geral levam à resistência clinica ao "ip.ono*u.ino e à rÃistência cruzada entre as quinolonas. A impermeabilidade bacteriana e/ou expressão das bombas de efluxo pJa.- uf"r4 u r.nsibilidade ao ciprofloxacino. Está relatada rcsistência mediada por plasrnídeos e codificada por gene qnr' Os mccanis*ros dc resistência que inatiuam as penicilinas, as cefalosporinas, os aminoglicosídeos, os macrolídeos e as tetraciclinas pàJ.-"a" interferir na atividarle antibacteriana do ciprofloxacinó e não se conhece neúutna resistência cruzada entre o ciprofloxacino e ouhos grupos anlimicrobianos. Os microrganismos resistentes a esses medicamentos podem ser sensíveis ao ciprofloxacino.
A concentração bactericida mínima (CRM) gerallnente não excede a concentrâção inibitória rnínitra (CIM) em mais que o dobro' Sensibilldade iz vlÍro ao ciprofloxaclno A prevalência da resistência adqúrida pode variar segundo a região geográfrca e o tempo para determinadas espécies, e é desejável oiJpor de informação local de lesistência, principalmãnte qrundã ," tutí de infecções graves. Quando necessário, deve-se solicitar o conselho de um especialista r. u pr"rutên.iu làcal da resistência é tal que seja questionada a utilidade do preparado, pelo menos frente a determinados tipos de infecção. ó cip.ofloxucino tern mostrado atividade in yitro corllÍacepas seusíveis dos seguintes microrganismos:
Microrganismos gram-positivos aeróbios: Bacillus anthracis, Entetococcusfàecalis (Íruitas cepas são somente moderadamente sensíveis), Staphylococcre ailreus (isolados sensíveis à meticilina), Staphylococcus saprophyticus e Sffepktcoccus pnewnoniat' M icrorganisntos grâm'negatlvos Klebs iella Dneuntoni ae Klebsiellu oxyloca Ps eudomonas aet'ugirutstt h[oraxell a catarrhdl is Ps eudo monas lluorescens Morganella morganii Serratia ntarcescens Íl c is s e r iu go n o rr ho cae Il a e m op h i. I lus i nfl ue nz a e Proteus vulgaris Os seguintes microrganismos mostram um grau variável de sensibilidade ao ciprofloxacino: Burkholderia cepacia' Campylobacter ,pp.,-Entrro"o""us laecalis, Morganella mirganii, Neisseria gonorrhoeae, Proteus mirabilis, Pseudomonas aeruginosa' -ííiuioion^ Ítuorrrrnrr, S"rmTio marcescá.r. ó, segrintes ,nicrorganismos são considerados intrinsecamente resistentes ao .ipi.rnor...irn' Sktphltlococcus oil.e,,Í (Ícsislente à rreticiliria) e Stenolrophonu)nas mnltophilia-O'ciprofloxacino niostra ativi,latie iontl" li4.i//,rs anthracis tanfo in vitro, como quando se medem os valores sériços conto mirrcadtrr sucedâneo. l'ropriedades larmacocinéticas A fanrracocinética do cipioflo;raciiro foi avaliarla cm diferentes populações humartas. A concentração sérica ntáxinta rnédia no estaclo <le equilíbrio obticla em humanos adultos tlatados corn 5rjO nrg tior viu oral de l2 etn l2 horas é tle2'97 mcg/rttl.' sendo de 4,56 mcg.ÁnL após Ítdrninistraçâo itttravenosa de 400 rng de l2 e1r l) i'oras' A concentração sérica miuinta média uo estado de equilíbrio ern ambos os esquemàs é 0,2 mcg/ml. Ilm uà estudo de 10 pacientes pediátricos de 6 a l6 anos, a concentração pin.Àetl* o1a*irra mé<lia alcançacla ioi «te-s,: rncg/ml e a conceÍrtraçâo mínirna variou de 0,09 a 0,26 rncg/ml- após âdministrâção de duas infusôes intravenosas de30 minutos <le l0 mgikg' com intervalo <le 12 horas' Após a segunda in{usão intrav-etlosa' os p,cjcnrcri passal.íun a rçceber ti mgikg por via oral dõ tã ",n 12 horas, tendo-se atiugido a concetttraçào máxinra tnédia de 3'6 in"grnl rçós a primeira ,lose,x"t.bJa'aaos de segurança de longo Prtzo com atlrninistraçào dc c!ll9Jl:'i.*-T:.Ll]u"i"ntt' fr.fiani*r, iucluindo os cfcikrs rra cartilagern, são limitidos (Ve[ cnr, "5. AI)VER'rÊNCI^ E PII[C"\UÇOES")' aeróbios:
Bwlcholderia cepacia Providencia soo.
Cnmnt,k;bactar spp, Ciu'obacter freudii F.ntenthocler clodcae .lhiçello to».
Evherir:hia toli Proteus mirultilis Absorção As concentrações séricas máximas médias farmacocinética do ciprofloxacino é lineat após infusão intravenosa de ciprofloxacino são atingidas ao final da infusão. A dentro do intervalo posológico, até 400 mg por via inhavenosa.
Distribuição A ligação proteica do ciprot)oxacino é baixa (20 * 30?í) e t srrbstárici:r rro plasma encontra-se funrlanrentalrnente sob a forma nào ionizada. O ciprofloxacino pode dil'undir-se livremente para o espaço extrivascular. O grande volume de distribuição no estado dc equilíbrio, de 2-3 LAg de pcso corpóreo, mostra que o ciproflor.acino penelra nos tecidãs e atinge concentrações que claramentc cxcedem os valores séricos conespondentes.
ItctÍlbolismo Foram rclatadas pcqucnas cônccntraçõcs de 4 rnetabólitos, idcrititicirdos corno cj.'.sctilcnociprtrlloxacino (N,ll), sulfociprotloxacino (lví2), o.rociprolloxacino (M3) c fornrik:iprofloxacino (M4). l.,i l a Ml âpresenta:r atividarlu an[ibactcriana in vitro comparavcl ou inl-crior à do ácido ualidíxico. O lr{4, o mcnor em quantidâde, aprcsenÍâ atividade antitricrobiana in vitro quaseequivalcute à do norÍloxacino.
Eliminação O ciprofloxacino é amplamente excretado sob forma inalterada pelos rins e, em menor extensão, por via extra renal, Crianças Em um estudo com crianças, a C*e. e a AUC não foram dependentes da idade. Neúum aumento notável de C,,i,, e AUC foi observado com doses múltiplas (10 mg&g/3 x dia). Em l0irianças menores de I ano com septicemia grave, a C,úx foi de 6,1 mglL (faixa de 4,6 - 8,3 mg/L) após infusão intravenosa de l0 mg/kg durante l hon; e 7 ,2 metL gàixa 4J lÚ,g mg/L) em crianças de 1 a 5 anos. os valores da AUC foranr de 17,4 mg.h.rl (faixa tl.8- 32,0 rng.h/L)e oe toi mÀ.il lfaixa ti,o--zf,t nrg.5,/Lj nas rcspcclivas faixas rtárias. [sses valores estão dentto r.ia fai,r,a rclutarla p"r" a,.lLilt,.,s tmtatlos Iorn doses terapêuticas. Co"nr base n,r análise famacocinética da populaçiro pcdiátrica com infecções d,iversas, a meia-vida média esperada em ciianças é de aproximadamente 4 a 5 horas.
Dados Pré-Clínlcos de Segurança Toxicidade aguda A toxicidade aguda do ciprotloxacirto após a administraçào oral pode ser classificada como muito baixa. Dependendo tla espécie, a DLso após infusão intravcnosa é I 25-290 nrgikg.
Toxicidade Crônica Estudos de Tolerabilidade Crônica acinra dc ó meses Administração oral: doses até e iguais a 500 mg/kg e 30 mg/kg foram toleradas sem clanos por ratos e lracacos, respectivamente.
Em alguns macacos no grupo de dose máxima (90 mgrkg) foraú observadas alterações nos úbulos renais distais.
Administração parenterrl: no gÍupo de macacos tratados com dose mais alta (20 mdkg) foram detectadas concentragões de ureia e creatinina levemente elevadas e alterações nos tubulos renais distais.
Carclnogenlcidade Nos cstudos dc carcinogcnicidade cm camundongos (21 mescs) e ratos (24 meses) hatados com doses de até aproximadamentc 1000 mg/kg de peso corporal/dia cm camunrJongos e I 25 nrgikg de peso corporal/dia em ratos (aumentada para 250 mg/kg de peso corporal/dia após 22 semanas), nào se evidenciou potencial caicinogênico <Jc qualquerdaà Joses avaliadas. l oiicnlogia da reprodução Estudos de fertilidade em rrtas: o ciprofloxacino nâo modificou a fertilidade, o tlesenvolvimento intrautcrino e pós-natal das crias. nem a fertilidade da geração Fl. v vvr rrs's!
Estudos de enrbriotoxicidade: não sc obscrvou indício dc qualquer errbriotoxicidadc ou tcratogcnicidade do ciprofloxacino.
Desenvolvimento perinatat e pós-natal em ratas3 não se detectararn efeitos no desenvolvimento perinatal ou pós-natal dos animais A pesquisa histológica ao tim do período de criação não revelou nenhum sinal tle dano articular nas crias. tr{utagenicidade Foram realizados oito estudos sobre mutagenici dade in vitro com o ciprofloxacino.
Embora dois dos oito ensaios in virro [Ensaio de mutação de células di linfoma de camundongos e o Ensaio de reparo de hepatócitos de ratos em cultivo primário (uDS)] teúam apresentqdo resutruao, posltiror,loãôs os sistemas de testes rn uivo que cobriam todos os aspectos relevantes resultaram negativos.
Estudos de tolerabilldâde articular Assim como outros inibidores da giraso. o ciprofloxaciuo causa rlanos nas grandes arliculações que suportam peso em animeis imaturos' o grau da lesão articular varia rie acordo corn a idrdc, espécie c. rJ-ose; a lesão foj. ,"r r"arriou eliminando-se a carga articular. Os esrudos com aninrais arJultos (rato e ciio) nãu cvirle.cirranr. lcs;", nr. arniiú,rns. Em rinr estudo r:om càesj.verrs IJeaglc' o ciprotloxacino enr altas rloses ( l,-1 a .j,5 r'ezes r dos-' terapêrrric.r), cirusou lcjões .rfliculares após 6uas semanas clc tratâtnento, qtre ainda estílvam presentes upós 5 nreses. Com iloses terilpêuticas nrio se observaram esses eÍeitos.
.t. coNTRAIND|CAÇ()ES Iíipersensibilidade ao ciprofloxacino ou a ()ulro dr'rivalo tluirrolônir-o ou a qualquer corní)onente da Íilrnula (Vcr em, "col\{PosrÇÃ()") '\ adrninistração concotttitarrte dc ciprofloxacinr) c tizanidina (vcr cni, 6. ÍNTI:ltAÇoEl; l{llDlcÀl\IENl.OS^S).
('A]'[]c()Rt.4, DE R|SC0 c.
ESTE MEDICAMEN'I'o NÃo DEVE sER urILlzADo poR MULHERES cRÁvIDAs sEM oRIETAçÃ6 MÉDrcA
Ou do cirurgião.dentista.
Àdvertê,ncias e precauçôes
lnfecções graves e/ou iníecções por bactérias anaeróbias ou gram-positivas lrara á trata=mento de infecções gràves, infecções por Staphylococcls e inÍ'ecçôes envolvendo bactérias auaeróbias. o ciprofloxacino deve ser utilizado em associação a un antibiótico apÍopÍiâdo.
Infecções por Slreptococcus pneumoniae O cipiofloiacino não é recomindado para o tratamento de infecções pneumocócicas devido à eflrcácia lirnitada conÍra Streptococcus pneumoniae.
Infecções do trato genitel As iniecções do traõ genital podem ser causadas por isolados de Nelss eria gonorrhoeae resistentes à fluoroquinolona' Em infecções do trato gonital que tem ou podem ter causa ligada à Neisseria gonort'hoeae,ém]uito importante obter informações locais sobre a prevalêniia <Jc résistência ao ciprofloxacioo e confirmar a sensibilidade por meio tle exames lâboreltoriâis.
Distúrbios cardiacos O ciprofloxacino está associ0do a casos de prolongarnento cle QT (Ver em, "9. IftlfÇÔE§ ÂDVDRST\S"). As mulheres podem ser maii sensír,eis aos medicamentos que prokrnguem o QTc, uma vez que tendem a ter intervalo de QTc basal mais longo em csntparaçào aos hornens. Pacicntes idosos tarnbém podem sertnais sensiveis aos efeitos associados ao niedicamento sobre o intcrvalo eT. Dcvc-sc ter cauteta ao utilizar ciprofloxacino concomitantcmcnle com nrcdicamcnttls quc podetlr resultar em prolongamento do intervalo QT (por exernplo, antiarrítmicos dc classe III ou IA, antideprcssivos tricíclicos, macrolídeos, arrtipsilóticos) (Ver eur, "6, INTbR \ÇÔES R{[DlC^MENTOSÀS") ou em pacientes com làtores de risco para prolongamento <te et ou "Torsade de Poinles " (por eiemplo, síndrome congênita de QT longo, desequilibrio elctrolílico não corrigido assim como hipoicalegria ou hiponragnesenria e doençaJcardíacas cotno insuficiência cardíaca, infarlo do miocártlio ou bradicardia).
Hipersensibilidade Em alguns casos podem ocorrer reações alérgicas e de hipersensibilidade após uma única dose (Ver em, "9. REAÇÕES ADVfRSA5"), áevendo o paciente informar ao médico lmediatamente. Em casos muito raros reações anafiláticas/anaÍilactóides podem progredir para um estado de choque, com risco para a vida, em alguns casos após a primeira administração (Ver em, "9' frnÀçôf§,qOüERSAS"). Em tais circunstâncias, a ãdministação de ciprofloxacino deve ser intenompida e instituir-se tratamento rnêdico adequado (por exemplo, tratamento para choque).
:$""H"1TiJ*ft:tli: e persistente <luraute ou após o trtramento, deve-se consultar um módico, já qirc esse sintoma pode ocultar uma doença intestinal gravô lcolite pseudomembranosa, com risco para a vida com possír'el cvoluçâo fatal), que exige.tralamento aclequado imediaro (V; em, "9. R"EAÇÔES ADvERSÂS"). Ncsses casos, ciprofloxacino deve ser descontiluado e deve ser inic;dó tratantento tcrapêutico apropriad+ (por exernplo, vanconricina por via oral, na «lose de 250 mg' quatro vezes por dia).
Meciicamentos que inibem o peristaltismo são contraindicados nesta situação' Sistema hepatobiliar Casos de nàcrose hepática e insuficiência hepática com risco para a vida têm sido relatados com ciprofloxacino. No caso de quâlquer sinal ou sintomr de doença hepátiôa (como anorcxia, lcterlcia, urina escura, prurido ou âbdômen inchado) o tiatamento «leverá ser descontinuado (Ver em, "9. REAÇÔES ADvERSÂS")' potle ocorer urn auntento tenrporário das Íansaminases, de lbslàtase alcalina ou ictericia r;olestática, especialmente em pacientes com doença hepática precedente, que forem tratados com ciprofloxacino (ver em, "9. REAÇÔES ADVERSAS") Slstema musculoesquelétlco ó ciprofloxacino deve ser utilizado com cuidado em pacientes com miastenia gÍave, uma vez que os sintomas podem ser exacerbados. poclem oconer tcndinite e ruptura do tendão (predotninanternertte do tendão de Aquiles), ás vezcs bilateral, com ciprolloxacino, nrcsmo 6entrrr,Jas prinreiras 48 horas de traiarncnto. Podcm oconer inllamação c ruptura de tcndâo nresnro ató vários rncscs após a rJescontinuaçãà da terapia cortr ciprofloxacino. O risco de terldinopatia pode estar 0umentâdo em pacielrtes idosos ou pacientes tratados concontitantelnente conr corticosteroides' Â,r primeiio sinal rlc tentlinite (por exemplo, distensão dolorosa, inflanração), tleve-se consultar unt médico e suspettder o trrtamento conr o antibiótico. Dcve-sc cu,dar parâ manter em Íepouso a extremidade afetada e cvitar erercícios Íisicos inadequados (pois 4o cttntrário, arlnentirrír 6 riscg tle rrrptu;a de tendão). Ciprofloxacino deve ser usado ctlul cttidadrl em pacieltes cotn antececlenres de distúrbios de tcndão relaci,-.natlos com ttatÀmetlto quinolônico.
Sistenla nervoso iili*Oo*r.inu, como outras Iluoroquinolonas, é conhecido por clescncadear convulsões ou diminuir o litniar convulsivo' Iirrr pacicntes portatlorcs de epilepsia ou corn iistúrbios tlo sistcnra nervoso central (SNC) (por cxctnplo, limiat convulsivo rcduzido, rrrtccedcntes tie convulsão, re<.!ução do fluxo saüguíneo cerebral, lesâo cerebtal ott acidente vascular celebral). ciprofloxacino deve set a<lninistrado Íjornente se os beneficios do trniãnrclto forenr superic,res aos possíveis riscos, por eventuais et'eitos indcsejáveis sobre o sNC. Casos de estados epiléticos foram relatados (Ver em, "9. REAÇÔES ADVERSAS"). Se ooorrerem convulsões, ciprofloxacino deve ser descontinuado. Podem oconer reações psiquiátricas após a primeira administraçào de fluoroquinolonas, incluindo ciprofloxacino. Em casos raros, podem ocorrer depressão ou reações psicóticas, que podem t]f it-811 ideias/pensÀentos suicidas e comportamento autodestn:tivà, como tentativa ou suicídio (Ver em, "9. REAÇOES ADVERSAS)' Caso o paciente desenvolva qualquer uma destas reações, ciprofloxacino deve ser descontinuado e medidas apropriadas devem ser instituídas. Tê1t sido relatados casos tle polineuropatia sensôrial ou sensimotora, resultando etn parestesias, hipoestesias, disestesias ou fraqueza ent pacientcs rccebcndo fluárquinolonas, incluirrdo ciprofloxacino. Pacientcs_crn tratalnento corn ciproÍloxacino devcm ser oriêntados alnfonnar scu médico antcs de continuar o tratamento se desenvolverent sintotnas dc neuropatiâ tais como dor. qucirnação, forrrrigantento, dotmência ou fiaqucza (Ver crn, "9. llEAÇÓES ADVERSÀS")' Pele c anexos O ciprol)oxacino podc induzir rcaçõils dc fotosscnsibilidadc na pek'. Portanto, pacientcs quc utilizam ciprotloxacino devcm cvitar a exposição tlireta c cxccssiva ao sol ou à luz ultravioleta. O tratamcnto rleve ser descontinuado se ocorrcr fotosscnsibilização (por cxenrplo, rcaçôes lipo qLreinracirrra solar) (Ver em, "9. REAÇÔ0S ÂDVERSAST).
Citocrorno P450 o ciprotloxacino é conhecido como inibidor nroderario das enzimas do CYP450 lA2. Deve-se ter ct.ridado quando outros medicamentos metabolizados pela mesma via enzimática são administrados concomitantemente (por exemplo, tizanidina, teofilina, melilxirntinas, cafeína, duloxetina, ropinirol, clozapina, olanzapina). Pode,se observar um aumento das concentrações plasmáticas associado a efeitos indesejár'eis especríficos da droga devido à inibição de sua clepuração metabólica pelo ciprofloxacino (Ver cm,
"6. INTERÂÇÓES N{EDICAMENTOSAS"), Reações no local da injeção Têm-se documentado reações no local da aplicação com o uso endovenoso de ciprofloxacino (Ver em, "9. REAÇóES ADVERSAS"), mais frequeotes se o tempo de infusão for menor ou igual a 30 minutos, que desaparecem rapidamente ao término da inÍirsão. A administração subsequente não é contraiudicada, a não seÍ quc as reações reapareçam ou se agravem.
EÍcitos snbre a habilirlade para rlirigir veículos e opcrar nríquinas As l-luorocluinolonas, incluindo o ciprofloxacin-o, podem at'etar'a habilidade do paciente para dirigir veículos ou operar nráquinas rlevi<jo a reações clo SIIC (ver ern, "9. ItEAÇÔu,s ADvtrRs,ts"). 'l'al thlo oct re prinlipalmenre com a ingestãà concomirante de álcool.
Gravidez e lrctação Graviriez os dndos disponíveis do uso cle çiprofloxaciuo em nrulheres grávidas não indicam mallbmração nem toxicidade fetal/neonatal.
Estudos em animais nâo indicarant toxicidade replotlutiva. Baseado em estudos em animais nào se pode excluir que o medicanrento püssil causar danos à catlililgem articrrlar no organisrno fctal inlaturo (Ver eln. '3. CARACTERiSTTCAS FARMACOLÔGICAS" - I)ados Pré-Clínicos de Segurança), pôr'tanto, o uso de ciprofloxacino não é recomendado durante a gravidez.
Estudos feitos com animais não evidenciararn efeitos reratogênicos (malformações) (Ver em, "3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICÀS" - Dados pré-Clínicos de Seguraiça).
CATf,GORIA DE RISCO C.
ESTE MEDICAMENTo NÃo DEVE sER urILrzADo poR MULHERES cRÁvIDAs sEM oRTETAÇÃo MÉDICA
OU DO CIRURGIÀO.DENTISTA O ciprofloxacino é excretado no leite mâlerno. Devirlo ao potenciat risco de dano articular, o uso de ciprofloxacino não é recomendado durante a amamentação. (ver en, "3. CARACTERÍSTICAS FARMACoLóGICA§" - buou, i.àiúi"o, o.
Scgurança).
Uso em idosos (Ver cnr, "8. POSOLOGIA E ITODO DE USAR" - Idososr.
Aumento do risco dc aneurisma e dissecção da aorta Estudos epidelniológicos relatanr um autnento clo risco de aneurisma e dissecçâo thaorta irpós a ingestão de fluoroquinolonas, particularmente na populaçào idosa. Podanto, as Íluoroqui,rlo.lonas tlcvem ser usadas aperrus após avaliagão {ruidadosa do bcleÍici9-risco e após consideração de outras opções terapêuticas em pacientes comhistória faniiliar poiitil,a de aneurisma, ou em pacienres diagnosticados com aneurisma aónico preexistente e/ou dissecção aórtica, ou na presença cle outros fatores de risco ou condições predisponentes para aneurisma e dissecçâo da aorta(por exemplo, síndrome de úarfan, síndrome de Ehters-Dunú uu.*i*, u.t.rit. deTakayasu, ârterite de células gigantes, doença de Behcet, hipertensão, aterosclerose óoúecida). Em caso de dor súbita abdominal, ..no peito ou nas costas, os pacientes devem seraconselhados a consultar imediatamente um médico, Uso em crianças e adolescentes Como outras drogas de sua classe, o ciprofloxacino demonstrou scr causa de arhopatia em aÍiculações que suportam peso em animais itnaturos. A análise dos dados dc scgurança disponii,cis a respc,ito elo uso ào ciprofloxaciná em iuciente, com menos de I g arros de idade, em sua maioria portadores de fibrose císiica, não rc.r'ekru clualquer evidência <le danos a cartilagens ou articulações.
Não foi estudado o uso de ciprofloxacino etn outras indicaçõr:s que rrão tr tratamento da exacerbação pulmonai aguda da fibrose cistica.associada à infecçâo por Pseudontonas ueruginosa (5 - 17 anos) e o tratanento de inalaçãó de antraz(apói exposição). A experiência clínica enr outras indicações é limitada.
Interaçôes medicân{entosas
Medicamentos conhecidos por prolongarem o intervalo QT: ciprofloxacino, como outras Íluoroquilolonas, deve ser utjlizaclo com cautcla em pacientes quc estcjam recebcndo medicamentos conheciclos por prolongarenr o intervalo eT (por cxemplo. antíarritmico§ classes IA e lll, antidspressivos tricíclicos, macrolídeos, antipiicóiicos.1 t"v* " "i. aívEiiõN'õIAS'I;"'
PRECAUÇÔES*). proLrenecida: A probenecida interÍ'ere na secreçào renal do ciprolloxacino, A adrninistraçào concomitante de medicamentos contendo probenecida e ciprotloxacino aumenta a con""nt uçdo sérica de ciprofloxacino.' tizanidina: Em um esnrdo clínico com voluntários sadios houve um aumento nas concentrações séricas de tizanidina (aumento de C'a*: 7 vezes, variação:4 a 2l vezes; aumento da AUC: l0 vezes, variação: 6 a24vezes)quando administrada concomitantemente com ciprofloxacino' Houve potencialização do efeito hipotensivo e seclativo relacioirada ao aumento das concenhações séricas (ver cm. 5. ADVERTÊxclas E PRIICAUÇÕES). lv{cdicarncntos contenclo tizanidina não devem scr administrados com ciproÍloxacino (Vcr cur, 4. C:O§l'p4111pICÀ('OI.jS). tcofilina: A adürinistração concomitarúe rle ciprofloxacino e mcdic;nreutos conrcndo reolilina poile produzir aumonlo indesejável das coticentrações séricas de teofi[ina. Isto pode causar efcitos in,lesejírveis induziáos pelu'ieoiirina. I]m casos muito rar.os, esscs efeitos indesejáveis podem pôr a vida em risco ou ser fatais. Quando o uso da associação for inevitável, a§ concenFações séricas da teofilina deveião seicuidadàsamente monitoradas e sua dôse teduzida couvenientemente (Ver em,5, ADVERTÊNCIAS E
Precàuçoes).
Orrtros tlerivados de xântinfl: Poi lelatado que a adrriinistração concomitante <te ciprofloxacino e tnedicamentos contendo cafeína ou pentoxifilina (oxpentifilina) elevou a concentração sér'ica destes derivados de xatrtitla.
{euitoína: Nír,el sérico alterado (dirninuíLo ou aunrentado; de fenitohra foi obseruado em pacientes recebendo ciprofloxacino e lenitoina concomitantemente. É recomendado o morritotamento da terapia com fenitoína, irtcluindo rnedições de concentração sérica 6e fenitoina, duranle e irnediatamente apôs a coadmirristração de ciprofloxacino e fenitoína, para evitar a perda do controle de crises associadas aos níveis diminuídos dc i'enitoína e para cvitar reações advcrsas relacionadas à supcrdosc rlc f'enitoína quando ciprofloxacino é dcsoontittuado em pacientcs quc estcjam reccLrcndo ambos. metotrcxâto: A adurinistração concornitànte rle ciprofloxacitro pode inibir o transporte tubular ronal rlo ületotrexâto, podendo potercialnrente aumentar os rriveis plasnr/rticos deste, o que pode aurnelltâr ô risctl cte reações tóxicas associadas ao metotÍexato' iror,o,rto, deve-se rnonitorar cuidudosamente pacientes trâtadós cont metotrexâto, se for indicada terapia simultânea com ciprofloxacino.
Anti-inflamatórios não-esteroides (AINEs): Estudos realizados com animais demonstraram que a associação de doses altas de quinolonas (inibidores da girase) e de certos anti-inflamatórios não-esteroides (exceto o ácido acetilsalicilico) pode provocar convulsões. cielosporina: A adnrinistrlção sinrultânca cie ciplolloxaoino e trcclicamentos cotttentll ciclosporitLa aulnentou transitorjam€nte a .oncentração de creatinirra sérica. Portânto. é neccssário controlar iiequeutemente (duas vezes ptx sentatta) a concentração de creatiniua sérica nesses pacientes.
Antagonistas da vitamina K: A administiaçâo simultânea de ciprofloxacino com ültagonistas da vitatlina K pode aumentat seus cl'eito; anticoagulantes. O risco pode varial conlormo a infecçâo subjacente, idade e condição geral do paciente de modo que a contribuição dã ciprofloxacino iara elevar a RNI (relação normal internacional) toma-se diflcil de ser avaliada. A RNI deve ser fre;uentemente mànitorada durante e logo após a àoadinirristração de ciproÍloxacino com antagonistÍIs da vitamina K (por exemplo' varfarina, acenocoumarol, femprocumona ou fl uindiona).
Agentes antidiabéticos orais: Ioi relatada hipoglicemia quando ciptofloxacilto e antidiabóticcrs olais, principahlente sultbniluteias (plr exemplo, _glibenclarnida, glimepiritla), foiam coadministradas, possivelrente por intensificar a ação clo antidiabético orat (Ver em, 9. REAÇ0ES ADVERSAS). duloxetina: Estudos clínicos demonstraram que a administração concomitante de duloxetina com fortes inibidores da isoenzima Cyp450 lA2, tais como a fluvoxamina, pode aumentar a AUC e C.e* da duloxetina. Embora nenhum dado clinico esteja disponível sobre uma possivel interação com cipÍo-Íüxâcino, efeito similar pode ser esperado da administração concomitante (Ver em, 5' ^DvER't'ÊNCrÂs
II PREC^UÇÔES). ropinirol: Enr um cstutlo clínico rnostrorr-ric que o uso concomilante de ciprofloxacino c ropinilol, urn inibidor rnodcrado da isoenzima 1A2 <io citocrorno P450, aumeuta a C,oe* c a AUC de ropinirol em 60 e 8496, respectivam0nte. É recomenrlado monitorar a<icquadarnente os efeitos inclescjáveis,e rcllizlr o ajuste dc dosc de ropinirol duraute e logo após a t:oarlrniuistração com cipràtl,rxacino (VeÍ ern, 5. AD!'"ERTÊNr, IAS E PRE(lÀtJÇÓIiS). lidocaína: Comprovou-se em indivíduos sadios que o uso concontitaúte de utedicantentos contendo lidocaína com eiprofloxacino, um inibi4or moáerado 6a isoenzirna I A2 do ciroóronro P450, reduz a depuração da li<locaina adnlinistrada por via intravenosa em cerca de 22o/o.O tratamento corn li<locaina foi bem tr:lerado, contudo pode ocorrer utnâ interaÇão com o ciprofloxacino se âdministrado concomitantemente, acompanhado de efeitos secundários' clozapiua: z\ concontração sérica da clozapina e da N-dcsrnetiii:lozapiua aumeütou ett 29Yo c 3 [9ô, rcspcctívamente, após administr.ação sirlultânea de ciproÍloxacinà 250 mg com clozapina durante 7 dias. Recourcncla-se realizar uronitoramento clinico e aiuste de dose de clozapina apÀpriadamente duranie e logo após a coadministração com ciproÍloxacino (Ver em, 5' ÁovenrÊxctAs E PRECAUÇÕES). sildenaÍila: Após administração oral de 50 mg de sildenafila concomitantemente com 500 mg de ciprofloxacino, a C.e' e AUC de .lfã"rufrfu forâ* almentadas aproximactamente duas vezes eÍn indivíduos sadios. Portanto, deve-se ter cautela ao prescrever o uso concomitírnte de ciprofloxacino e sildena{ila, oonsiderando os tiscos e beneficios.
Intêrâçôês conr exames A grotêlcia do ciproflôxacirro in vitro po<le interfcrir llo testo de cultut'a tlt^ M!-cobdcleiunr tubarculosis pcla supressão do crÉscirrrento micôbacteriano, causandô resultado falso negativo enr espécinres cle pacientes que estejam Íàzendo uso tle ciprolloxacino.
Cuidados de armazenamen'i'o do midicàmiinto
O ciproÍloxacino deve seÍ consêrvàdo na embalagem original, ern temperalufa âmbiente (entÍe 15"C e ]0'C), protegido da luz e irmidade. para garantir a integridade das caixas de emtrarque e evitar danos rto produto ciproÍloxacino ()u microt'uros que iuterferem na srta estatriliilade cleve-se ernpilhar no máxitno 0-5 (cinco) crrixas' O ciprofloxacino tem prazo de validade de 24 meses â partir dâ dat! de fâhricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalâgem' Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original' -t I Cril'âcÍeríslicâs orgàn()tépl ieâs: o ciprolloxacino é urna soluçâo para aplical:ào intiavenosir línrpitir, lcvernente aniarelarla, iseuta de partículas estranhas.
Antcs dc rrsar, obscrve o uspccto rto mrdicamcnto, 'Iirdo nrcdicanrrnlo drYe s(r mantido fora do rltanee ii:rs criuça:i.
Posologia e modo de usar
o ciprofloxacino deve ser administrado por via intravenosa, por no mínimo 60 minutos. A infusão deve ser lenta, em veia de grande calibre, para minimizar o desconforto do paciente e reduzir oi riscos de irritação venosa.
Utilizar apenas solução límpida.
Por causa da fotossensibilidade da solução, retirar a bolsa da ernbalagern somente no momento do uso.
Evitar armilzenar a soluçâo sob rcÍiiÍIer1çâo, pois pode ocolrcr precipitaçio, embora esta sc redissolva à temperatura ambiente.
POSOLO(;IA Salvo prcscrição medica contrária, recomenrlam-se as seguinles doses:
I n dicações do trâto respirfilório (dependendo da gravirtatle e do nri,:rorganismo) 2 x 200 rng a .100 mg Aguda, uão complicada Infecções do trato urinário:
Complicada 2x200mg (ionon trih:
-Extragenital -.\grrda, nào complicada 2x200mg Outras intbcçõt:s (vcr indicaçõcs) 2x200a400mg Pneumonil estreptocócica lnfccções gravcs, com risco para a vida Principalmente quando causadas por Pseudomonas, Staphylococcus ou Strcptococcus Inl'ecçôes recorrenies çm fibrose cística Infecções ósseas e das aíiculações 3x400mg !trls du 2xl00mg Dosc única 100 mg Diarreia Idosos os pacientes idosos devenr rec-1[e1-{59s 1ão reduzidas quar^rt9 !9sslv1s, dependendo. da gravidade da doença e da depuração de crearinina (ver râmbém, "pACrENTES coNt nssuFrôrÊNcra Rnilal. s HEpÁiiã.i-t.
Crianças e adolescentes - fibrose cístice Dados clínicos c Íàrmacocinéticos di'io. suporle. ao uso de ciprolloxacino cm pacientes pediátricos corn fibrose cística (idadc entrc 5 c I 7 anos) e exacerbação pulmonar agucla associatla à infecçào por Pseutlonrctia, urn girrru,na dosc de l0 mg/kg LV., 3 vezes por dia (dose máxima diária de I200 mg).
Antraz porinalação (após exposição) em Adultos e Crianças Adultos: Administração intravenosa: 400 mg 1.V., duas vezsi por rlia. crianças:Administraçãoinlravenosa: l0mg/kg.duasvezespordia.Nâosedeveexcederôretomáximode400mgpor4ose(dose diária máxima: 800 mg).
A administração do medicamento deve começar o mais rapidamente possível após suspeita ou confirmação de exposição.
Duração do tratamento A duração-do tratamento depende da gravidade da doença e do cui'so clínico e battêriológico. É çssencial manter-se o hátámêÍito durante pelo menos 3 dias após o desaparecinlenlo da úie e dos sintonras clínicos. Durição média do tratamento: I dia, nos casos de.gonorreia aguda não complicada e cistite; até 7 dias, ilos casos de iufecção reual, tr.r" i,ría.i" e cavidade abdominal; «lurante todo o período ncutropênico, em pacientes cotn defesas orgânicas debilitaáas; máximo de 2 nleses, nos casos de osteomielite; 7 a l4 (lirs. eln todas as outras infecções.
Nas infecções estreptocócicas, o lratân)cnto deve durar pelo menos I 0 clias, pelo risco de complicaçõr's posteriores. r\s infecções causadas por Chlanydia spp. também devem sel rratadas durante um período mínimo de I 0 clias.
2xl00mg Cistite em mulheres (antes da menopausa) Dose única 100 mg Septicemia Peritonite Dose rliária para attult«rs dc I clprofloxacino (mg) lntravcuoso i I I r\ntraz (Írpós exposiçâo) em âdultos rf criançÍls: A duração ttltâl do lÍltâtncnto para exposiçào Âo antrflz pol inalaçào (após cxposição) cotu ciprotloxacino é dc 60 dias.
C-'rianças e Adolescentes Nos casos de r'xacer§açâo pulmonar agutla dc Íibrosc cística, associada à infecçào [)ot Pseudomonas aeruginosa, ent pacientes pediá§icos con idade entre 5 e 17 anos, a duraçâo do tratamento deve ser de l0 a 14 dias.
Posologia na insufrciênciâ renal e hepática Adultos Pacientes com insuficiêncie renal »i,prroçln de crcatiuina cntre 30 c 50 rnl/rnin/l ,73 m? (insu Í'iciência rcnal moderacla) ou concctttração rle creatinina sérica etttre I .':[ ,- t ,O nrg,,1 gg rnL: u ilose máx inia I iiiria rl,.: ciprofloxacino por vil intt'avcntlsa dcverá scr de 800 mgklit.
I)epuração dc ercatinina inferior a 30 nrlÁrrini 1,73 rn2 (insuficiência rena[ grave) ou concentração de creatininâ sérica igual ou supcrior a 2,0 rng/l 00 rnt-: a dose máximn diária de ciprofloxacino por viâ intrâvenosa deverá ser de 400 mg/dia.
Pacientes com insuÍiciôncia renâl enl hemodiálisc para par:ientes conr depuração <le creatinina enlre 30 e 50 nrl/rnin/1,7.1 nr: (insuticiência renal motlerada) o1l concentração de creatinina sérica entre 1,4 e 1,9 mg/100 ntl: a dose máxima tliária dc ciprofloxacino por via intravenosa deverá ser de 800 mg/dia' para pacientes com depuraçào ,le ãreatinina infcrior a 30 ml/min/1,73 m2 (insufrciência renal grave) ou concentração dc creâtininâ scrica igual ou superioi a 2,0 mgi 100 nrl: a close nráxinra diária de ciprofloxacino por via itttravcttosa dcverá ser de 400 mg/tlia, nos dias dc diálisc, após o procedimento, Paciente§ com in§uliciênciâ renil e diáll§e peÍitoneal âmbulatorirl contíurra (DPAC) Àcrescentar ciprofloxacino soluçâo ao dialisado (intraperitoneal): 50 mg de ciprofloxacino/litro de dialisado, administrado 4 vezes por dia, a cada 6 horas.
Pacientes com insufrciência hepática Não há necessidade de ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática' I':rcicntcs cont insuficiência :'enai e hcpítica parir pacjcnters coln (lepuração ,le creatinina entre 30 e 50 ml/min/1,?3 rl' (insuficiência renal rtto«lerada) ou concentração de cÍcatinina sórica cntre I,4 e 1 ,9 mg/l 00 mL: a dosc rráxima diária de ciproiloxacino por via intravcnosa devcrá ser de 800 mg/dia' prra pacicnles com depuração,lc creatjnit.ir ir,ícrior a 30 mL/min/l,73 nr: (insuficiência ren:rl grave) ou conccntraçãode creâtininil sérica igual ou superior a 2,0 nrg/100 mL: a dose mirxima rliária tle ciprofloxacitro por via intraveoosa deverá ser de 400 mg/rlia' Soluflex (Trilaminado) Conexào <-do [quipo pcqucnas gotículas entre a bolsa c a sol,rcb«rlsu podcm estâr prcsentcs e é característica-do produto e proces§o produtivo' atgu*, ol;â"iaadc do plástico da bclsa porlc scr observada tlevirlo ào processo de csterilizaçâo. Isto é normal e não afcta a qu"lidua. ou segurânça da soluçâo. A opacidade irá dimilruir grarlualmente'
Reações adversas
Resunto do perÍll de segurança As reações udu.rro, relaiadas com base em todos os estudos clínicos com ciproÍloxacino (oral e parcnteral) classiÍicadas por categoiia de frequência segundo CIOMS lll estào listadas abaix. (Total n= 5 L62 I ). l-ista de rcações rdver§s3 Às n.qrencirs 6as reaç,ies ad1crsas rclatâilali corn ciprofloxaciuo csldo lcsutniclas abaixo. Deutro drrs gtuFos tle frequência, as reações aclversas estão apresentadas ern ordem decrcscentê de glavitiade. I'requências são deÍinidas conro: muito comum (à l/10) comum (> l/100 a < l/10) incomum (2 1/1.000 a < l/100) rara (2 1/10.000 a < l/1.000) multo rârâ (< l/10.000) .\s relçiirs ratrarr".'dcntificarlas.lpetl; l drrranle a <lbserval:io pós-cornercialização e, para as quais:r frequência não pode srr r:stinurdl. estão listadas como "Frc,irrôncia desconhecida".
J níttçr-rcs c iltfestações:
Rcaçircr ittcontuns: srtperittftrr:q:ôes trticrll icas, tr{caç:írcs rarns: colile associa<i:t  nnlibililico (rr:ttilo rarnmenlc cotn possívcl evolução fatal)' Disfúrbi(,s do slstema sanguíneo e linfático:
Reâçõês incomuns: cosino6lie, llca§ões rnras: leucopenia, anemia, neutrúpcniâ, leucocitose. trombocitopenia c plaquetose.
Reações muito raras: anemia hemolítica, agranulocitose, pancitopenia (com risco para a vida) e depressão da medula óssea (com risco para a vida).
Distrirbios do slstema imunológico: l{eações rtras: rcaç;ro alergica e udcrna alórgico/arrgioedr:nrc. lleaçôes rttuito raras: r'cirçiio anafilática, choquc aurilllátiuo (uom risoo para a vida) e reações sirnilares à doença do soro.
Distúrbios mctabólicos e nutricionàis:
Rcações inconruns: xpctile e ingestão de alimentos dinrirruídos.
Reações raras: hiperglicemia, hipoglicernia.
Distúrbios psiquiátricos:
Reações incomuns: hipcratividadc psicornotora"/agitaçào. llesções rrras: confusâo e desorientação, rcação de ansiedâde, sonhos anormâis, depressào (ltotenciahnente culnrinando cnr comportanlent() autodestrutivo comr) idgi6s/pçn5emeúros suicidas, tentativâ de suicídio ou suicídio) e alucin:rções.
Reaçôes muito ràrâs: rcaçôcs psicôticas (potencialmente culminarrrlo ern compoíamento aulodestrutivo conro irJeias/pensirmeuttrs suicidas, tentilttva rle suicídio ou suicÍdio).
Distúrbios do sistema nervoso:
Reações incomuns: cefaleia, tontura, disturbios do sono e alterações do paladar.
Reações raras: parestesia e disestesia, hipoestesia, tremores, convulsões (incluindo estado epilético) e vertigem.
Reações muito raras: enxaqueca, hanstornos da coordenação, alterações do olfato, hiperestesia e hipertensão intracraniana (pselrdotumor cercbral ). l-rcquência desconhccitla: neuropatia pc.riférica e polineuropatia.
Distúrbios visuais:
Reações raras: disúrbios visuars.
Rêaçõcs muito r!ras: distorção visual das cores.
Dir;túrbios da audiçào t labirinto:
Rcações raras: zunrbiclo e pcrda da audição. llcaçõcs muilo raras: alteração drr rrucliçâo.
Distúrbios cardíacos:
Reações rnras: raquicardia. l-rcquência desconhccida: prolongameuto do intervalo Q'l', arritmia veutricular, "Torsadus àe poirttes,'* Dishirbios vasculares:
Reações râras: vasodilatação, hipotensão e sincope.
Reações muito raras: vasculite.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastínicos:
Reações raras: dispnc'ia (incluindo condições asmáticas).
Distúrbios gâstrintcstinâis:
Rcações comuns: náuseu e diancia.
Reações incomuns: vôrnito, dores gastrintestinais e abdomineis, dispepsia e ÍIatutência.
Reaçõcs muito raras: pancreatite.
Distúrbios hciiatobiliares:
Reaçõcs incomuns: aumento das transaminases e aumento da bilirrtrbina.
Reações raras: disfunção hcpática, icterícia c hcpatitc (não inlbcciosa).
Reaçõcs muito raras: nccrosc hcpiltica (nruito raramente progredintlo para insuficiência hcpática corn risco para a vida).
Distúrbios da pele e dos tecidos subcutâneos:
Reações incomuns: exantema, prurido e urticária.
Reações raras: reações de fotossensibilidade e vesículas.
Reações muito raras: petéquias, eritema multiforme, eritema nodoso, síndrome de Stevens-Johnson (potencialmente com risco para a vida) e necrólise epidérmica tóxica (potencialmente com risco para a vida).
Freciüêircia descbÍhecldâ: pustulose exantemática gene.raliáada aguàa (PEGA).
Distúrbios ósscos c do tccido concctivo c musculousquclético: llcações incornuns: artralgia. llcações raras: nrialgia, atlritc, autüento do tônus muscular t càibrus.
Rcaçõcs ntuito raras: fraqucza ntuscttlar, tendinitc, ruplurâ d(: tçnrlào (prerioniillanterlrent€ do tendão de Aquiles) e exacerbação tlos sintomas dc rriaster:ia gr.uve.
Distúrbios renais c urinários:
Reações incomuns: dishrnçi'ro renal.
Reaçõcs raras: insuÍiciênciu renal, hematÍrria. cristalúril e rrelrite tírbulo-intersticial.
Distrirbios gcrais e condiçõcs no local da adnrinistraçio: lleaçôes conlurts: rcação no local da injcçrio. llcaçôes incomuns: dor inespecíÍica, rnal-estar gcral e t-cbrc.
Reações raras: edema e sudorese (hiperidrose).
Reações muito raras: alteração da marcha.
Investigaçõesr Reeções incomuns: aumento da fosfatase alcalina no sangue.
Rcrções raras: nível anorntal dc protrombina e aunrenlo da rtrrilase. lrequência dcsconhecitlas: aurpiuto da iazão notmalizada intctnaciotral (l{NI) (ern pacierttes tlatados com antagonistas de vitanrina K).
*Estas reaçôes forâm relrtadas durante o período de obscrvação pós-cornercialização e foram obscrvatlas predominantemente entre pacientes com màis fntores de rlsco parn prolongamcnto do inlcrvalo QT (Ver enr, "5'
^dver'tênciâs
E precauções').
Às seguintes reiçõcs rdversâs tiverani categoria de frequêncir mais oleva«la nos subgrupos de paciente§ recebendo trâtâmento intrâvenoso ou sequencial (intrâvenoso para oral):
Enr casos de cventos atlve[sos, notifiqurr n0 Sisterna de Notiíicação de Eventos Adversos a [Ietllcalttentos ' VigiMetl, disponível ern http://portal.:rnvlsa.gov.br/viglúerl, ou plra a Vigilância Sanitária Estadual ou i\{unicipal. l(|' suPBRDos' ,oxicidade renal reversivel. Alénr das medidas habituais de Enr casos tic superdose oral agttda, registrou-se ocorrôncia de r erncrgência, recomenda-se mónitorarã função renal. incluindo pII uritrário e acidez, se necessário, para prevenir cristalúria Os poci.,'ntes devem scr mantidos bem hidratados. Antiácidos coutcndo cálcio ou magnósio podcm reduzir a absorção de ciprofloxacino na super4ose. Apenas uma pequena quantidade do ciprofloxacino lmenos de l0%) é eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 ó001, se vocô precisar de rnais orientações.
Dizeres legais
Uso restrito a hospitais
VENDA SOB PRESCRIÇÃO NÍÉDICA Reg. MS il": 1.03I l.0l2C| Rcsp. Técnico: Carolint'Fagundes do Anraral Lcnza CRF-C}O n" 5554 Fcrmncêulico S/A Br I 53, Ií.m 3, Coniunlo Palntares, Goiânia-GO ' CEP: 7 477 5'02'l C.N.P.J.: 01.57 1.702/0001 -98 - Lr.';c. Estâ(lual: I 0.00 l,ír2 l-9 sac(!halexistar.cotn.bi i www.halexistar.cont.br 'lel.: (62) 3265 (1500 ' SA(l: 0800 (:46 6500 Intlústria Brasileira ,fq,HAt .bC' li',d,i:lrio
EXISTAR & Comum: Vômito, anmeuto transilót io das rash cutâneo lrtcomunt:
'I'ronrbocitopenia,plaquetose,conltsiroe desorieutação,alucinaçries,parestesia,rlisestesia,convulsào, vertigon,distúr'biosvlsua rs!perda de audição, taquicardin,vasô(1 ilataÇào,hip0tensào, alteraçãohepática transitóda,icterícia,insuflrciêtrciarenal,etiema Pancitopenia, depressão da ossea, choque anah[ático,reaçoes psicóticas,enxaqueca, distúrbiosdo olfato,alteraçãoda audição, vasculite,pancreatite,nccrosc hepática,pctéquias,ruptura dc tendão Raras:
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! o€*l: sq $ãã[ .'\ O-l ku \-,7<.4il o, | ^, oQg-e:: fi A ,},F-T F g'!1,ü s ; Ê _.... 4 .r õ i._ c-?< ãH o l^, O'E -g d :l d9,8,ããà ::'9 ãíe^Í 'i,\'-,: ?v rr O,/ xH v>-\4./ A é^ z 9 ô a.l N (\ o\ \o c{ â ct 6 N qj ôt J z cr) v) tr -l Ê' (".) -Ê U Fa @ N I cig c >?: g rX 5çx -úi\ í,2,Y Íra,-En E ers§ v.. J Ôv í:
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<. é r st N € at € N ai N N d ôl o€-e-i! d,=,3,ã 6 à 3q.E rii o9,<ô= a. o€*i:
^'. 9,! o ,i ?
:_t/ r>tN-v Ç'õ 3 li€"" =ãEE et aE"ÉB o€* ll gãEBãi o t <.6á, _.F , l^, ^r Q d:
,9.!/^!ô §ü ü'ÉEi =A= -o, al) oe< á! a ?.-o\ @ € N N& \o à r.-ç d * a r \c N oá N \Ç (\ C ci a{ @ c] N d > .,!:
Vl,cl r, t i:
'2 qE a:= () EtE -. i".
Ê > ,,4 É -'o rJtb'--Nà.
>,L c.n 'õ',,' at9'--i Nã iiÊ .;. l f-l, I rl li' i: ia l" ttl a0 a a oÀ 9't clv ú\ ui. o a É.fo '? c0 -J U N o l^, Q:€§= :-'v !-r€ -ç í.-: 5 H.9 "" -;,i.- : - e ta .) _. I Ll ......--..-..
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§ r 'li,Y câ É :i.ij Í ;. -.?
..-'-f,\::2 ci) ,r:i.1.ô= @r € -J I ^6-al Ç', i^\-í',.Y q:-ôX tr r= h,.-',v §.:; c ^ "-.
'-á";:it) il O L'" É jj,-' al ô ts r N ct N ôl I I I I
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 2 MG/ML SOL INFUS IV CX 36 ENVOL BOLS PLAS PES/PE/PP TRANS SIST FECH X 200ML | Tarja vermelha | 7896727869999 | R$ 6.412,56 |
| 2 MG/ML SOL INFUS IV CX 60 ENVOL BOLS PLAS PES/PE/PP TRANS SIST FECH X 100 ML | Tarja vermelha | 7896727869982 | R$ 6.698,48 |
| 2 MG/ML SOL INFUS IV CX 60 ENVOL BOLS PLAS PEBD TRANS SIST FECH X 100 ML | Tarja vermelha | 7898361701710 | R$ 6.845,58 |
| 2 MG/ML SOL INFUS IV CX 32 ENVOL BOLS PLAS PEBD TRANS SIST FECH X 200 ML | Tarja vermelha | 7898361701727 | R$ 7.301,93 |