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Tarja vermelha Genérico disponível Uso hospitalar em algumas apresentações

Cefalotina sódica tamponada

Bula completa, para que serve, como usar, efeitos colaterais, genéricos e preço máximo · cefalosporinas.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoCefalotina sódica tamponada
Classe terapêuticaCefalosporinas
Nomes comerciais2 de 1 fabricante
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 429,60
CMED

Resumo em 30 segundos

FONTE: BULÁRIO ANVISA · 19/07/2021
PARA QUE SERVE

A cefalotina sódica é indicada para o tratamento de infecção nos pulmões; infecção da pele e tecidos moles; infecção urinária; infecção no sangu e; infecção gastrintestinal; meningite; infecção nas juntas, infecção nos ossos; e para a prevenção de infecção durante cirurgia.

COMO USAR

A cefalotina sódica é de uso injetável, portanto de ve ser administrado somente em serviços profissionais autorizados. Posologia ATENÇÃO: as doses são dadas em termos de cefalotina.

EFEITOS COLATERAIS

-Reações adversas raras: Alérgicas: erupções na pele, urticária, reações semelhantes às da doença do soro (febre, dor nas juntas e urticária) e anafilaxia (urticária, coceir a, diminuição grave da respiração e da pressão).

QUEM NÃO DEVE USAR

Este medicamento não deve ser usado por pacientes c om histórico de reação alérgica a penicilinas, derivados da penicilina, penicilamina ou a outras cefalosporinas.

Trechos extraídos da bula oficial.

BULA COMPLETA

Bula de Cefalotina Sódica

Genérico · Laboratório Teuto Brasileiro S/A · Reg. MS 1.0370.0298 · bula de 19/07/2021

Versão para o paciente

—

Identificação do medicamento

cefalotina sódica Pó para solução injetável 1g

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE cefalotina sódica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

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Apresentação

Pó para solução injetável 1g Embalagem contendo 50 frascos-ampola de 1g.

Uso intramuscular ou intravenoso

Uso adulto e pediátrico

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Composição

Cada frasco-ampola contém: cefalotina sódica tamponada* (equivalente a 1g de c efalotina)........................................1 ,055443g *Componente do tampão: bicarbonato de sódio.

A cefalotina sódica contém 2,8mEq de sódio por gram a.

01

Para que este medicamento é indicado?

A cefalotina sódica é indicada para o tratamento de infecção nos pulmões; infecção da pele e tecidos moles; infecção urinária; infecção no sangu e; infecção gastrintestinal; meningite; infecção nas juntas, infecção nos ossos; e para a prevenção de infecção durante cirurgia.

02

Como este medicamento funciona?

A cefalotina sódica é um antibacteriano da classe d as cefalosporinas. Em doses adequadas promove a destruição das bactérias. O tempo para cu ra da infecção pode variar de dias a meses, dependendo do local e do tipo de bactéria causadora da infecção e das condições do paciente.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Este medicamento não deve ser usado por pacientes c om histórico de reação alérgica a penicilinas, derivados da penicilina, penicilamina ou a outras cefalosporinas.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Antes que o tratamento com cefalotina sódica seja i niciado, informe ao seu médico se você já apresentou reações alérgicas anteriores a algum med icamento, especialmente à cefalotina, a outras cefalosporinas, às penicilinas ou à penicila mina.

Pacientes alérgicos a penicilinas podem ser alérgic os também à cefalotina. Se uma reação alérgica ocorrer, interrompa o tratamento com o med icamento.

O tratamento com cefalotina pode levar ao crescimen to da bactéria Clostridium difficile , a principal causa de colite associada ao uso de antib iótico (caracterizada por dor na barriga e no estômago; cólica; diarreia aquosa, podendo conter s angue; febre).

É importante considerar este diagnóstico caso você apresente diarreia durante ou até dois meses após o uso de antibiótico.

Informe ao seu médico se você já apresentou doença gastrintestinal, particularmente colite.

Pacientes com diminuição da função renal podem prec isar de doses menores que pacientes com a função renal normal. A administração de altas doses , especialmente nestes pacientes, pode provocar convulsões.

A administração de doses intravenosas de cefalotina maiores que 6 gramas por dia, por mais de 3 dias, poderá levar ao aparecimento de tromboflebite (inflamação da veia associada com a formação de trombos), devendo-se, por este motivo, usar as veias alternadamente.

O uso prolongado de cefalotina poderá resultar em c rescimento excessivo de microrganismos resistentes. Se durante a terapia ocorrer uma super infecção, devem-se tomar as medidas apropriadas.

Uso na gravidez: categoria de risco B.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso na amamentação: a cefalotina está presente em níveis muito baixos n o leite materno.

Entretanto não foram documentados problemas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco Uso em idosos Pacientes idosos têm maior probabilidade de ter a f unção renal diminuída, por isso recomenda-se a avaliação da função renal destes pacientes antes que se inicie a terapia com cefalotina.

Uso em pacientes com diminuição da função renal Para pacientes com diminuição na função renal pode ser necessário o ajuste de dose de acordo com o clearance de creatinina (ver item 6. “Como devo usar este medicamento? ”).

Uso em crianças A segurança e eficácia em prematuros ainda não fora m estabelecidas.

Interações Medicamentosas Aminoglicosídeos (ex.: amicacina, gentamicina, tobramicina) - há maio r chance de ocorrerem reações tóxicas para os rins com a administração co njunta de cefalotina e aminoglicosídeos. Não se recomenda a mistura de cefalotina com aminoglico sídeos, pois pode ocorrer inativação de ambas as substâncias.

Probenecida - a probenecida aumenta as concentrações de cefalot ina e pode aumentar os riscos de reações tóxicas.

Interações com testes laboratoriais A cefalotina pode alterar o resultado de exames que detectam glicose na urina através da solução de Benedict ou Fehling ou de comprimidos de Clinite st. A cefalotina também pode alterar o resultado da concentração de creatinina no soro e n a urina, quando determinada pela reação de Jaffé. Pode ocorrer alteração dos resultados dos te stes de Coombs diretos, realizados durante o tratamento com cefalotina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Antes da reconstituição, conservar em temperatura a mbiente (15 a

30°c). proteger da luz e umidade.

Após reconstituição, mantida sob refrigeração (2 a 8ºc), a solução

Mantém potência satisfatória por um prazo de 96 hor as, ou 12 horas

Mantido sob temperatura ambiente (15 a 30ºc).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Soluções refrigeradas podem precipitar, porém são f acilmente redissolvidas quando colocadas em temperatura ambiente.

Características do produto: Pó cristalino praticamente inodoro branco a amarela do. Após reconstituição solução levemente amarelada a âmbar.

A solução reconstituída pode sofrer ligeira alteraç ão de cor (escurecer), especialmente quando armazenada em temperatura ambiente (15°C a 30°C), e ntretanto não há alteração da potência do medicamento.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

A cefalotina sódica é de uso injetável, portanto de ve ser administrado somente em serviços profissionais autorizados.

Posologia ATENÇÃO: as doses são dadas em termos de cefalotina.

Adultos e Adolescentes Pneumonia não complicada; infecção do trato urinári o; furunculose com celulite:

500mg a cada 6 horas, via intramuscular ou intraven osa.

Prevenção de infecção em cirurgia (via intravenosa):

Antes da cirurgia - 2g, 30 a 60 minutos antes do início da cirurgia;

Durante a cirurgia (procedimentos com duração de 2 horas ou mais) - 2g;

Depois da cirurgia - 2g a cada 6 horas, após a cirurgia, durante até 48 horas.

Outras infecções: 500mg a 2g, a cada 4 a 6 horas, via intramuscular o u intravenosa.

Limite de dose para adultos: 12g por dia.

Adultos com diminuição da função renal: após uma dose inicial de 1 a 2g por via intravenosa , pode ser necessário o ajuste de dose de acordo com o esquema abaixo que considera o clearance de creatinina (ver Tabela 1).

Tabela 1: Ajuste de doses para adultos com diminuiç ão da função Renal Clearance de creatinina (mL/min) Dose 50-80 Até 2g a cada 6 horas 25-50 Até 1,5g a cada 6 horas 10-25 Até 1g a cada 6 horas 2-10 Até 500 mg a cada 6 horas < 2 Até 500mg a cada 8 horas Crianças Infecções bacterianas em geral: 20 a 40mg por kg de peso, a cada 6 horas, por via intramuscular ou intravenosa; ou 12 a 25mg por kg d e peso, a cada 4 horas, por via intramuscular ou intravenosa.

Idosos Ver doses para Adultos e Adolescentes. Pacientes idosos têm maior probabilidade de ter a função renal diminuída, por isso pode ser necessári o o ajuste de dose de acordo com o clearance de creatinina (ver “Adultos com diminuição da função renal”).

Duração do tratamento A duração do tratamento será determinada pelo médic o. Como na terapia com antibióticos em geral, o tratamento com cefalotina sódica deve ser prolongado por um mínimo de 48 a 72 horas após abaixar a temperatura do paciente, ou após a c onstatação da eliminação das bactérias causadoras da infecção.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.

Modo de Usar

  • cefalotina sódica 1g - Via Intramuscular Reconstituição Diluente: Água para injetáveis. Volume: 5mL.

Se o conteúdo do frasco não se dissolver completame nte, uma quantidade adicional do diluente (0,5mL) poderá ser acrescentada e o frasco aquecido entre as mãos.

Após reconstituição, o produto tem volume final de aproximadamente 5,7mL e concentração de aproximadamente 175mg/mL.

Aparência da solução reconstituída: Solução levemente amarelada a âmbar. A solução reconstituída pode sofrer uma ligeira alteração de cor (escurecer), especialmente quando armazenada em temperatura ambiente (15°C a 30°C). E sta ligeira mudança de cor da solução não altera a potência do medicamento.

Estabilidade após reconstituição:

Temperatura ambiente (15°C a 30°C): 12 horas.

Refrigeração (2°C a 8°C): 96 horas. Soluções refrig eradas podem precipitar, porém, são facilmente redissolvidas quando colocadas em temper atura ambiente.

Administração: injetar em grande massa muscular. Em adultos, nas n ádegas (quadrante superior externo); em crianças, na face lateral da coxa.

  • cefalotina sódica 1g - Via Intravenosa Direta Reconstituição Diluente: Água para injetáveis. Volume: 10mL.

Após reconstituição, o produto tem volume final de aproximadamente 10,7mL e concentração de aproximadamente 93mg/mL.

Aparência da solução reconstituída: Solução levemente amarelada a âmbar. A solução reconstituída pode sofrer uma ligeira alteração de cor (escurecer), especialmente quando armazenada em temperatura ambiente (15°C a 30°C). E sta ligeira mudança de cor da solução não altera a potência do medicamento.

Estabilidade após reconstituição:

Temperatura ambiente (15°C a 30°C): 12 horas.

Refrigeração (2°C a 8°C): 96 horas. Soluções refrig eradas podem precipitar, porém, são facilmente redissolvidas quando colocadas em temper atura ambiente.

Administração: injetar direto na veia durante 3 a 5 minutos. A adm inistração pode também ser feita diretamente através do tubo do equipo quando o paciente estiver recebendo soluções por via intravenosa.

  • cefalotina sódica 1g - Infusão Intravenosa Reconstituição Diluente: Água para injetáveis. Volume: 10mL.

Após reconstituição, o produto tem volume final de aproximadamente 10,7mL e concentração de aproximadamente 93mg/mL.

Aparência da solução reconstituída: Solução levemente amarelada a âmbar. A solução reconstituída pode sofrer uma ligeira alteração de cor (escurecer), especialmente quando armazenada em temperatura ambiente (15°C a 30°C). E sta ligeira mudança de cor da solução não altera a potência do medicamento.

Estabilidade após reconstituição:

Temperatura ambiente (15°C a 30°C): 12 horas.

Refrigeração (2°C a 8°C): 96 horas. Soluções refrig eradas podem precipitar, porém, são facilmente redissolvidas quando colocadas em temper atura ambiente.

Diluição Diluente: cloreto de sódio 0,9% ou glicose 5%. Volume: 100mL .

Após diluição, o produto tem concentração de aproxi madamente 9 mg/mL.

Aparência da solução diluída: incolor. A solução diluída pode sofrer uma ligeira alteração de cor (escurecer de incolor a amarelo claro), especia lmente quando conservada em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Esta ligeira mudança de cor da solução não altera a potência do medicamento.

Estabilidade após diluição:

Temperatura ambiente (15°C a 30°C): 2 horas.

Refrigeração (2°C a 8°C): 48 horas. Soluções refrig eradas podem precipitar, porém, são facilmente redissolvidas quando colocadas em temper atura ambiente.

Administração: infundir durante 30 minutos.

Incompatibilidades: não se recomenda a mistura de cefalotina com outra s medicações. A mistura de antibacterianos betalactâmicos (penicili nas e cefalosporinas) e aminoglicosídeos pode resultar em inativação de ambas as substâncias. Se clinicamente necessário, elas devem ser administradas separadamente (não misturá-las no mes mo frasco ou numa mesma bolsa intravenosa). Se estiver utilizando a técnica em Y, suspender temporariamente a administração de uma substância enquanto se administra a outra.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Se você se esquecer de usar este medicamento, entre em contato com seu médico. Deixar de tomar uma ou mais doses ou não completar o tratamen to pode comprometer o resultado.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

-Reações adversas raras:

Alérgicas: erupções na pele, urticária, reações semelhantes às da doença do soro (febre, dor nas juntas e urticária) e anafilaxia (urticária, coceir a, diminuição grave da respiração e da pressão).

Eosinofilia (aumento dos eosinófilos no sangue) e f ebre medicamentosa foram observadas associadas a outras reações alérgicas. Há maior pro babilidade dessas reações ocorrerem em pacientes com história de alergia, particularmente à penicilina.

Reações Locais: dor, endurecimento do tecido, sensibilidade e ele vação da temperatura têm sido relatadas após injeções intramusculares repetidas. Há relatos de tromboflebite (inflamação da veia com formação de coágulo de sangue), geralmente associada a doses diárias acima de 6 gramas, administradas por infusão contínua por mais de 3 dias.

Gastrintestinais: diarreia, náuseas e vômitos têm sido relatados rar amente. Podem aparecer sintomas de colite pseudomembranosa (dor na barriga e no estômago; diarreia aquosa, podendo conter sangue; febre), durante ou após o tratamento .

-Reações adversas muito raras:

Sangue: neutropenia (diminuição de neutrófilos no sangue), trombocitopenia (diminuição de plaquetas no sangue) e anemia hemolítica (diminuiçã o das células vermelhas no sangue).

Fígado: aumento passageiro de enzimas do fígado (aspartato aminotransferase – AST e fosfatase alcalina).

Rim: aumento de nitrogênio ureico no sangue (BUN) e dim inuição do clearance de creatinina, principalmente em pacientes que apresentaram insufi ciência renal anterior.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Sinais e sintomas Após uma superdose de cefalotina, o paciente pode a presentar dor, inflamação e flebite (inflamação da veia) no local da injeção.

A administração de grandes doses inadequadas de cef alosporinas por via injetável pode causar tontura, parestesia (formigamento) e cefaleia (dor de cabeça). Algumas cefalosporinas podem causar convulsões quando uma superdose é administra da, particularmente em pacientes com insuficiência renal.

Tratamento Procurar um Hospital ou Centro de Controle de Intox icações para tratamento dos sintomas. Se ocorrerem convulsões, a droga deve ser suspensa ime diatamente e quando indicado, um tratamento com medicamento anticonvulsivante deve s er administrado. Os sinais vitais, a função respiratória e os eletrólitos no sangue devem ser m onitorados.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

M.S. no 1.0370.0298 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica

Uso restrito a hospitais hi st

Óri c

O de al t e

RAÇ ÕE S DE B UL A D a do s d a s u b mi s sã o el e t rô n ic a Da d o s d a p e ti ç ã o/ n ot if i ca ç ã o q ue a l t e r a b ul a D ad o s da s al t e r a çõ e s d e b u las D a t a d o e xp e d i e n t e N °. do e xp e d i e n t e As s u n t o Da t a do e xpe d i e nt e N °. d o e xp e d i e n t e As s un t o D at a d e a p r o v aç ão I t e ns d e b u la V e r sõ e s ( V P/V PS ) A pr e s e n t aç õ e s r e l aci o na d as 3 0/ 11/ 201 4 1 0 727 1 6/ 14 -7 10 4 59 -

GEN É RI C O – I n c lu s ão I ni ci al d e Te xt o d e B ul a -

RDC – 6 0 / 1 2 3 0/ 1 1/ 20 1 4 1 0 7 27 1 6/ 14 -7 1 0 4 59 -

GEN É R I CO – I n c l us ão I ni ci al d e T e xt o d e Bul a -R DC – 6 0 / 1 2 3 0/ 1 1/ 20 1 4 V e r s ã o I ni c i al VP -1 g p ó s ol i nj ct 50 f a vd i nc + 50 dil a mp vd i nc x 4 m L ( e m b hos p) .

0 5/ 07/ 201 7 1 3 712 5 7/ 17 -8 10 4 52 -

GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a –

RDC – 6 0 / 1 2 0 5/ 0 7/ 20 1 7 1 3 7 12 5 7/ 17 -8 1 0 4 52 -

GEN É R I CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – R DC – 6 0 / 1 2 0 5/ 0 7/ 20 1 7 A pr e s e nt a ç ão C o m p o si ç ã o 4 .

O q u e d e vo s ab e r a n t e s d e u s ar e st e m e d i c am e nt o ?

6 .

C om o d e vo u s a r e st e m e d i c am e nt o ?

D i z e r es Le ga i s VP -1 g p ó s ol i nj c x 5 0 f a vd t r an s ( e m b h o sp ) .

2 2/ 07/ 201 9 0 6 390 2 1/ 19 -8 10 4 52 -

GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a –

RDC – 6 0 / 1 2 2 2/ 0 7/ 20 1 9 0 6 3 90 2 1/ 19 -8 1 0 4 52 -

GEN É R I CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – R DC – 6 0 / 1 2 2 2/ 0 7/ 20 1 9 5 .

On d e , co m o e p or q u a nt o t e mp o po ss o gu a r d a r e st e m e d i c am e nt o ?

6 .

C om o d e vo u s a r e st e m e d i c am e nt o ?

D i z e r es l e ga i s ( R e s t r i ç ão de u s o) VP -1 g p ó s ol i nj c x 5 0 f a vd t r an s ( e m b h o sp ) .

1 9/ 07/ 202 1 N/ A 10 4 52 -

GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a –

Rdc – 6 0 / 1 2 1 9/ 0 7/ 20 2 1 n/ a 1 0 4 52 -

GEN É R I CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – R DC – 6 0 / 1 2 1 9/ 0 7/ 20 2 1 D i z e r es Le ga i s ( SA C) VP -1 g p ó s ol i nj c x 5 0 f a vd t r an s ( e m b h o sp ) .

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Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

cefalotina sódica Pó para solução injetável 1g

Modelo de bula com informações técnicas aos

PROFISSIONAIS DE SAÚDE cefalotina sódica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

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Apresentação

Pó para solução injetável 1g Embalagem contendo 50 frascos-ampola de 1g.

Uso intramuscular ou intravenoso

Uso adulto e pediátrico

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Composição

Cada frasco-ampola contém: cefalotina sódica tamponada* (equivalente a 1g de c efalotina)........................................1 ,055443g *Componente do tampão: bicarbonato de sódio.

A cefalotina sódica contém 2,8mEq de sódio por gram a.

01

Indicações

A cefalotina sódica é indicada para o tratamento de infecções graves causadas por cepas suscetíveis dos microrganismos descritos no item Microbiologia. Devem ser realizados testes de suscetibilidade e cultura. O tratamento pode ser in iciado antes que os resultados destes testes sejam conhecidos.

Infecções do trato respiratório causadas por Streptococcus pneumoniae, estafilococos (produtores e não produtores de penicilinase), Streptococcus pyogenes, Klebsiella sp. e Haemophilus influenzae.

Infecções da pele e tecidos moles causadas por estafilococos (produtores e não produ tores de penicilinase), Streptococcus pyogenes, Escherichia coli, Proteus mirabilis e Klebsiella sp.

Infecções do trato geniturinário causadas por Escherichia coli, Proteus mirabilis e Klebsiella sp.

Septicemia causada por Streptococcus pneumoniae, estafilococos (produtores e não produtores de penicilinase), Streptococcus pyogenes, Streptococcus viridans , Escherichia coli, Proteus mirabilis e Klebsiella sp.

Infecções gastrintestinais causadas por Salmonella sp. e Shigella sp.

Meningite causada por Streptococcus pneumoniae, Streptococcus pyogenes e estafilococos (produtores e não produtores de penicilinase).

Infecções ósseas e articulares causadas por estafilococos (produtores e não produ tores de penicilinase).

Profilaxia cirúrgica: em procedimentos cirúrgicos contaminados ou potenc ialmente contaminados.

02

Resultados de eficácia

A cefalotina é altamente ativa contra estafilococos , incluindo os produtores de penicilinase; enterococos e E. coli. Em um estudo clínico com 11 pacientes com infecções por microrganismos Gram-positivos, 10 foram tratados com sucesso: 5 co m infecções causadas por estafilococos produtores de penicilinase e 5 com infecções causad as por enterococos. (1) A cefalotina foi utilizada em um estudo com adultos para profilaxia de substituição de válvula cardíaca. Foi utilizada dose intraoperatória de 2g, que produziu atividade antimicrobiana adequada na corrente sanguínea durante o período de circulação extracorp órea. (2) Em um estudo duplo-cego com 148 pacientes para aval iar a efetividade da cefalotina na profilaxia de morbidade de pacientes submetidas a c esariana, a administração profilática de cefalotina produziu uma diminuição significativa na taxa de infecção pós-operatória. O grupo que recebeu o antibiótico apresentou uma taxa de morbid ade significativamente menor, 8,8%, quando comparada à taxa do grupo placebo, 29,2%. (3) Os resultados clínicos reportados por 8 pesquisador es que analisaram um total de 484 pacientes mostraram-se uniformemente favoráveis em infecções causadas por microrganismos Gram-positivos e também foram favoráveis em algumas infe cções causadas por bacilos Gram-negativos. Em 136 pacientes com infecções causadas por estafilococos produtores de penicilinase, dos quais 31 apresentaram cultura san guínea positiva, o tratamento com cefalotina mostrou-se positivo, 103 pacientes evoluíram para c ura da infecção, 19 apresentaram melhora e em 14 o tratamento falhou. Seis destes casos foram diagnosticados como endocardite estafilocócica e todos foram curados após o tratame nto com cefalotina. De um total de 43 pacientes com infecção causada por E. coli, houve a penas 1 falha. Entre os casos tratados com sucesso, 6 apresentaram cultura de sangue positiva. (4) Em um estudo randomizado, duplo-cego, com 307 pacie ntes com fratura da parte proximal do fêmur, a administração profilática de cefalotina re duziu significativamente a taxa de infecção de ferida no grupo tratado com cefalotina (de 4,7% par a 0,7%). Também houve redução da incidência de infecção urinária e da média da tempe ratura corporal máxima durante o pós-operatório. (5) Referências Bibliográficas 1. Steinbrunn W, Haemmerli UP. Clinical trials of c ephalothin, a new antibiotic. German Medical Monthly. 1967 Abr; 12 (4): 170-174.

2. Austin TW, Coles JC, McKechnie P, Sandoval W, Do ctor A. Cephalothin prophylaxis and valve replacement. The Annals of Thoracic Surgery. 1977 Abr; 23 (4): 333-336.

3. Moro M, Andrews M. Prophylatic antibiotics in ce sarean section. Obstetrics and Gynecology.

1974 Nov; 44 (5): 688-692.

4. Kirby WMM. Clinical status of cephalothin. Antim icrobial Agents and Chemotherapy. 1964;

10: 274-279.

5. Burnett JW, Gustilo RB, Williams DN, Kind AC. Pr ophylactic antibiotics in hip fractures. The Journal of Bone and Joint Surgery. 1980 Abr; 62-A ( 3): 457-462.

6. Handbook on Injectable Drugs, 8th Edition, 2007, Lawrence A. Trissel, American Society of Health-System Pharmacists.

7. Drug Information for the Health Care Professiona l – USP DI, 27th Edition, 2007, Thomson – Micromedex.

8. Martindale – The Complete Drug Reference, 35th E dition, 2007.

03

Características farmacológicas

Descrição: a cefalotina é uma cefalosporina semissintética de primeira geração de amplo espectro. Cada 1g de cefalotina é tamponada com 30m g de bicarbonato de sódio, para se obter soluções que, quando reconstituídas, tem pH variand o entre 6 e 8,5. Nesta faixa de pH não há formação de cefalotina ácida livre, a solubilidade do produto é melhorada e o congelamento exige temperaturas mais baixas.

A cefalotina sódica contém 2,8mEq de sódio por gram a.

Farmacocinética: em voluntários sadios, após administração intramus cular de uma dose de 500mg de cefalotina, o nível máximo do antibiótico no soro, após 30 minutos, foi em média 10mcg/mL e após uma dose de 1g, a média foi de 20mc g/mL.

Após uma dose intravenosa única de 1g de cefalotina , os níveis sanguíneos atingiram aproximadamente 30mcg/mL após 15 minutos, tendo var iado de 3 a 12mcg em 1 hora, declinando para cerca de 1mcg após 4 horas.

Com infusão contínua, na proporção de 500mg por hor a, os níveis no soro foram de 14 a 20mcg/mL. Doses de 2g administradas por infusão int ravenosa, durante um período de 30 minutos, produziram concentrações no soro de 80 a 1 00mcg/mL após 30 minutos, 10 a 40mcg/mL após uma hora e 3 a 6mcg/mL após duas hora s, não sendo mensuráveis após 5 horas.

Cerca de 60% a 70% de uma dose intramuscular são ex cretados pelos rins nas primeiras 6 horas, resultando em altos níveis urinários. A probenecida retarda a excreção tubular e quase dobra os níveis sanguíneos máximos.

Os níveis no líquido cefalorraquidiano variaram de 0,4 a 1,4mcg/mL em crianças e de 0,15 a 5mcg/mL em adultos com processos inflamatórios das meninges. O antibiótico passa rapidamente para outros líquidos orgânicos, como o pleural, sinovial e ascítico. Estudos do líquido amniótico e do sangue do cordão umbilical d emonstraram a rápida passagem da cefalotina através da placenta. Após doses únicas i ntramusculares de 1g de cefalotina, foram encontrados níveis máximos nas mães entre 31 e 45 m inutos após a injeção. Os níveis máximos nas crianças ocorreram cerca de 15 minutos mais tar de. O antibiótico também foi encontrado na bile.

Microbiologia:

Os testes in vitro demonstram que a ação bactericid a das cefalosporinas resulta da inibição da síntese da parede celular.

Os estudos in vitro têm demonstrado a suscetibilida de da maioria das seguintes cepas à cefalotina (a eficácia clínica para outras infecções não descr itas no item 1. INDICAÇÕES é desconhecida):

Aeróbicos Gram-positivos:

Staphylococcus aureus, incluindo cepas produtoras de betalactamase.

Staphylococcus epidermidis, incluindo cepas produtoras de betalactamase.

Streptococcus pneumoniae Streptococcus pyogenes Aeróbicos Gram-negativos:

Escherichia coli Haemophilus influenzae Klebsiella sp.

Proteus mirabilis Salmonella sp.

Shigella sp.

Os estafilococos meticilina-resistentes e a maioria das cepas de enterococos ( Enterococcus faecalis, anteriormente Streptococcus faecalis , e Enterococcus faecium, anteriormente Streptococcus faecium) são resistentes à cefalotina e a outras cefalospo rinas. A cefalotina não é ativa contra a maioria das cepas de Enterobacter sp., Morganella morganii, Proteus vulgaris e Providencia rettgeri. Também não é ativa contra Serratia sp., Pseudomonas sp . e Acinetobacter sp.

Testes de suscetibilidade Técnicas de difusão - Métodos quantitativos baseados em medidas de diâme tros de halos de inibição dão a estimativa mais precisa da suscetibi lidade aos antibióticos. O método recomendado pelo Clinical and Laboratory Standards Institute (C LSI) para testar a suscetibilidade dos microrganismos emprega discos com 30mcg de cefaloti na. Os resultados dos testes de suscetibilidade-padrão com disco único contendo 30m cg de cefalotina devem ser interpretados de acordo com os seguintes critérios:

Diâmetro do halo (mm) Interpretação ≥ 18 Suscetível 15 - 17 Intermediário ≤ 14 Resistente Um resultado “suscetível” indica que o patógeno pro vavelmente será inibido pelos níveis sanguíneos normalmente alcançados. Um resultado “in termediário” sugere que o microrganismo deve ser suscetível se for usada alta dose ou se a infecção estiver confinada nos tecidos e líquidos onde altos níveis do antibiótico são atingidos. Um resultado “resistente” indica que as concentrações alcançadas não serão suficientes para inibir o microrganismo e outra terapia deve ser selecionada.

Os métodos de difusão requerem o uso de microrganis mos de controle laboratorial para aferição técnica do procedimento. O disco de cefalotina com 30mcg deve dar os seguintes halos de inibição:

Microrganismo Diâmetro do Halo (mm) Escherichia coli ATCC 25922 17 - 22 Staphylococcus aureus ATCC 25923 29 - 37 Técnicas de diluição - Usar o método de diluição padronizado pelo Clini cal and Laboratory Standards Institute (CLSI) (caldo ou ágar) ou equiv alente. Os valores de Concentração Inibitória Mínima (CIM) obtidos devem ser interpretados de aco rdo com os seguintes critérios:

CIM (mcg/mL) Interpretação ≤ 8 Suscetível 16 Intermediário ≥ 32 Resistente Um resultado “suscetível” indica que o patógeno pro vavelmente será inibido pelos níveis sanguíneos normalmente alcançados. Um resultado “in termediário” sugere que o microrganismo deve ser suscetível se for usada alta dose ou se a infecção estiver confinada nos tecidos e líquidos onde altos níveis do antibiótico são atingidos. Um resultado “resistente” indica que as concentrações alcançadas não serão suficientes para inibir o microrganismo e outra terapia deve ser selecionada.

O método de diluição requer o uso de microrganismos de controle laboratorial para aferição técnica do procedimento. A cefalotina-padrão deve f ornecer os seguintes valores de CIM:

Microrganismo CIM (mcg/mL) Staphylococcus aureus ATCC 29213 0,12 - 0,5 Escherichia coli ATCC 25922 4 - 16 Enterococcus faecalis ATCC 29212 8 - 32

04

Contraindicações

A cefalotina sódica é contraindicada para pacientes com histórico de reações alérgicas a antibióticos do grupo das cefalosporinas, penicilin a, derivados da penicilina e penicilamina.

05

Advertências e precauções

Antes que a terapia com cefalotina sódica seja inst ituída, deve-se fazer uma pesquisa cuidadosa quanto a reações anteriores de hipersensibilidade à s cefalosporinas, penicilinas, derivados da penicilina e penicilamina. Há alguma evidência clín ica e laboratorial de alergenicidade cruzada parcial entre as penicilinas e as cefalosporinas, p acientes têm demonstrado reações graves (incluindo anafilaxia) a ambas as drogas. Qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia, particularmente a drogas, deve re ceber antibióticos cautelosamente e quando absolutamente necessário.

Reações agudas e graves de hipersensibilidade podem requerer epinefrina (adrenalina) e outras medidas de emergência.

O tratamento com antibiótico de amplo espectro alte ra a flora normal do cólon e pode permitir o crescimento de clostrídeos.

Estudos indicam que a toxina produzida pelo Clostridium difficile é a principal causa de colite associada ao uso de antibiótico. Portanto, é import ante considerar este diagnóstico em pacientes que apresentarem diarreia associada ao uso de antib iótico. Essas colites podem variar em gravidade de leve a gravíssima. Casos leves de coli te pseudomembranosa usualmente respondem apenas com a interrupção do tratamento. Em casos de colite moderada a grave, o tratamento deve incluir sigmoidoscopia, estudos bacteriológicos apr opriados e suplementação de líquidos, eletrólitos e proteínas. Quando não há melhora após a interrupção da droga ou quando a colite é grave, pode ser necessário o tratamento com um anti bacteriano clinicamente eficaz contra colite por Clostridium difficile . Outras causas de colites devem ser excluídas. Ant ibióticos de amplo espectro devem ser prescritos com cautela a pacient es com histórico de doença gastrintestinal, particularmente colite.

A administração inapropriada de altas doses de cefa losporinas parenterais pode causar convulsões, particularmente em pacientes com insufi ciência renal.

A cefalotina não tem demonstrado ser nefrotóxica; c ontudo, concentrações séricas altas e prolongadas do antibiótico podem ocorrer com doses usuais em pacientes com redução da função renal. Nestes casos, as doses devem ser reduzidas d e acordo com o clearence de creatinina (ver item “8. Posologia e modo de usar”).

Quando doses intravenosas de cefalotina maiores que 6 gramas diárias são administradas por infusão contínua, por períodos superiores a 3 dias, poderá haver o aparecimento de tromboflebite, devendo-se, por este motivo, usar as veias alternad amente.

O uso prolongado de cefalotina poderá resultar em c rescimento excessivo de microrganismos resistentes, sendo essencial a constante observação do paciente. Se durante a terapia ocorrer uma superinfecção, devem-se tomar as medidas apropriada s.

Uso na gravidez – categoria de risco B.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Estudos de reprodução realizados em coelhos, admini strando-se doses de 200mg/kg, não revelaram evidências de prejuízo na fertilidade ou danos fetais devido à cefalotina. Contudo, não há estudos bem controlados em mulheres grávidas. De vido ao fato dos estudos de reprodução em animais nem sempre predizerem as respostas no homem , esta droga só deverá ser usada durante a gravidez se absolutamente necessária.

Uso na lactação A cefalotina está presente em níveis muito baixos n o leite materno. Entretanto, não foram documentados problemas.

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco Uso em idosos Pacientes idosos têm maior probabilidade de ter a f unção renal diminuída, por isso recomenda-se a avaliação da função renal destes pacientes antes que se inicie a terapia com cefalotina.

Uso em pacientes com diminuição da função renal Para pacientes com diminuição na função renal pode ser necessário o ajuste de dose de acordo com o clearance de creatinina (ver item “8. POSOLOGIA E MODO DE USAR”).

Uso em crianças A segurança e eficácia em prematuros ainda não fora m estabelecidas.

06

Interações medicamentosas

Aminoglicosídeos (ex.: amicacina, gentamicina e tobramicina) - pode ocorrer aumento na incidência de nefrotoxicidade após a administração concomitante de antibacterianos cefalosporínicos e aminoglicosídeos. Não se recomen da a mistura de cefalotina com aminoglicosídeos, pois pode ocorrer inativação de a mbas as substâncias.

Probenecida - a probenecida aumenta as concentrações de cefalot ina e pode aumentar os riscos de toxicidade.

Interações com testes laboratoriais - poderá ocorrer uma reação falso-positiva para gl icose na urina com as soluções de Benedict ou Fehling ou com os comprimidos de Clinitest , mas não com a Glico-fita . A cefalotina pode elevar falsamente a concentraçã o da creatinina no soro e na urina, quando determinada pela reação de Jaffé. For am relatados resultados positivos nos testes de Coombs diretos, realizados durante a terapia com cefalotina.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento antes da reconstituição, conservar em temperatura a mbiente (15 a 30°c). proteger da luz e umidade.

Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.

Após reconstituição, mantida sob refrigeração (2 a 8ºc), a solução

Mantém potência satisfatória por um prazo de 96 hor as, ou 12 horas

Mantido sob temperatura ambiente (15 a 30ºc).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Soluções refrigeradas podem precipitar, porém são f acilmente redissolvidas quando colocadas em temperatura ambiente.

Características do produto: Pó cristalino praticamente inodoro branco a amarela do. Após reconstituição solução levemente amarelada a âmbar.

A solução reconstituída pode sofrer ligeira alteraç ão de cor (escurecer), especialmente quando armazenada em temperatura ambiente (15°C a 30°C), e ntretanto não há alteração da potência do medicamento.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

08

Posologia e modo de usar

Posologia ATENÇÃO: as doses são dadas em termos de cefalotina.

Adultos e Adolescentes Pneumonia não complicada; infecção do trato urinári o; furunculose com celulite:

500mg a cada 6 horas, via intramuscular ou intraven osa.

Profilaxia cirúrgica (via intravenosa):

Antes da cirurgia - 2g, 30 a 60 minutos antes do início da cirurgia;

Durante a cirurgia (procedimentos com duração de 2 horas ou mais) - 2g;

Depois da cirurgia - 2g a cada 6 horas, após a cirurgia, durante até 48 horas.

Outras infecções: 500mg a 2g, a cada 4 a 6 horas, via intramuscular o u intravenosa.

Limite de doses para adultos: 12g por dia.

Adultos com diminuição da função renal: após uma dose inicial de 1 a 2g por via intravenosa , pode ser necessário o ajuste de dose de acordo com o esquema abaixo que considera o clearance de creatinina (ver Tabela 1).

Tabela 1: Ajuste de doses para adultos com diminuiç ão da função renal Clearance de creatinina (mL/min) Dose 50 - 80 Até 2g a cada 6 horas 25 - 50 Até 1,5g a cada 6 horas 10 - 25 Até 1g a cada 6 horas 2 - 10 Até 500mg a cada 6 horas < 2 Até 500mg a cada 8 horas Crianças Infecções bacterianas em geral: 20 a 40mg por kg de peso, a cada 6 horas, por via intramuscular ou intravenosa; ou 12 a 25mg por kg d e peso, a cada 4 horas, por via intramuscular ou intravenosa.

Idosos Ver doses para Adultos e Adolescentes. Pacientes idosos têm maior probabilidade de ter a função renal diminuída, por isso pode ser necessári o o ajuste de dose de acordo com o clearance de creatinina (ver Adultos com diminuição da função renal).

Duração do tratamento: Como na terapia com antibióticos em geral, o tratam ento com cefalotina sódica deve ser prolongado por um mínimo de 48 a 72 horas após abaixar a temperatura do paciente, ou após a constatação da e rradicação bacteriana.

Modo de Usar ATENÇÃO: frequentemente os hospitais reconstituem produtos i njetáveis utilizando agulhas 40x12, que aumentam a incidência de pequenos fragme ntos de rolha serem levados para dentro do frasco durante o procedimento. Agulhas 30x8 ou 2 5x8, embora dificultem o processo de reconstituição, têm menor probabilidade de carregar em partículas de rolha para dentro dos frascos. Deve-se, no entanto, sempre inspecionar vi sualmente os produtos antes da administração, descartando-os se contiverem partículas.

O produto preparado em capela de fluxo unidireciona l (laminar) qualificado pode ser armazenado pelos tempos descritos a seguir. Para produtos prep arados fora desta condição, recomenda-se o uso imediato.

  • cefalotina sódica 1g – Via Intramuscular Reconstituição Diluente: água para injetáveis. Volume: 5mL.

Se o conteúdo do frasco não se dissolver completame nte, uma quantidade adicional do diluente (0,5mL) poderá ser acrescentada e o frasco aquecido entre as mãos.

Após reconstituição, o produto tem volume final de aproximadamente 5,7mL e concentração de aproximadamente 175mg/mL.

Aparência da solução reconstituída: incolor. A solução reconstituída pode sofrer uma li geira alteração de cor (escurecer), especialmente quando armazenada em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Esta ligeira mudança de cor da solução não a ltera a potência do medicamento.

Estabilidade após reconstituição:

Temperatura ambiente (15°C a 30°C): 12 horas.

Refrigeração (2°C a 8°C): 96 horas. Soluções refrig eradas podem precipitar, porém, são facilmente redissolvidas quando colocadas em temper atura ambiente.

Administração: injetar em grande massa muscular. Em adultos, nas nádegas (quadrante superior externo); em crianças, na face lateral da coxa.

  • cefalotina sódica 1g - Via Intravenosa Direta Reconstituição Diluente: Água para injetáveis. Volume: 10mL.

Após reconstituição, o produto tem volume final de aproximadamente 10,7mL e concentração de aproximadamente 93mg/mL.

Aparência da solução reconstituída: incolor. A solução reconstituída pode sofrer uma l igeira alteração de cor (escurecer), especialmente quando armazenada em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Esta ligeira mudança de cor da solução não a ltera a potência do medicamento.

Estabilidade após reconstituição:

Temperatura ambiente (15°C a 30°C): 12 horas.

Refrigeração (2°C a 8°C): 96 horas. Soluções refrig eradas podem precipitar, porém, são facilmente redissolvidas quando colocadas em temper atura ambiente.

Administração: injetar direto na veia durante 3 a 5 minutos. A adm inistração pode também ser feita diretamente através do tubo do equipo quando o paciente estiver recebendo soluções por via intravenosa.

  • cefalotina sódica 1g - Infusão Intravenosa Reconstituição Diluente: Água para injetáveis. Volume: 10mL.

Após reconstituição, o produto tem volume final de aproximadamente 10,7mL e concentração de aproximadamente 93mg/mL.

Aparência da solução reconstituída: incolor. A solução reconstituída pode sofrer uma l igeira alteração de cor (escurecer), especialmente quando armazenada em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Esta ligeira mudança de cor da solução não a ltera a potência do medicamento.

Estabilidade após reconstituição:

Temperatura ambiente (15°C a 30°C): 12 horas.

Refrigeração (2°C a 8°C): 96 horas. Soluções refrig eradas podem precipitar, porém, são facilmente redissolvidas quando colocadas em temper atura ambiente.

Diluição Diluente: cloreto de sódio 0,9% ou glicose 5%. Volume: 100mL.

Após diluição, o produto tem concentração de aproxi madamente 9 mg/mL.

Aparência da solução diluída: incolor. A solução diluída pode sofrer uma ligeira alteração de cor (escurecer de incolor a amarelo claro), especia lmente quando conservada em temperatura ambiente (15°C a 30°C). Esta ligeira mudança de cor da solução não altera a potência do medicamento.

Estabilidade após diluição:

Temperatura ambiente (15°C a 30°C): 2 horas.

Refrigeração (2°C a 8°C): 48 horas. Soluções refrig eradas podem precipitar, porém, são facilmente redissolvidas quando colocadas em temper atura ambiente.

Administração: infundir durante 30 minutos.

Incompatibilidades: não se recomenda a mistura de cefalotina com outra s medicações. A mistura de antibacterianos betalactâmicos (penicili nas e cefalosporinas) e aminoglicosídeos pode resultar em inativação de ambas as substâncias. Se clinicamente necessário, elas devem ser administradas separadas (não misturá-las no mesmo f rasco ou numa mesma bolsa intravenosa).

Se estiver utilizando a técnica em Y, suspender tem porariamente a administração de uma substância enquanto se administra a outra.

09

Reações adversas

Reações adversas raras:

Hipersensibilidade: em casos de hipersensibilidade, poderão ocorrer eru pções cutâneas maculopapulosas, urticária, reações semelhantes às da doença do soro e anafilaxia. Eosinofilia e febre medicamentosa foram observadas associadas a o utras reações alérgicas. Há maior probabilidade dessas reações ocorrerem em pacientes com história de alergia, particularmente à penicilina.

Reações Locais: dor, endurecimento do tecido, sensibilidade e eleva ção da temperatura têm sido relatadas após injeções intramusculares repetidas. Tem ocorrido tromboflebite, geralmente associada a doses diárias acima de 6 gramas, admini stradas por infusão contínua por mais de 3 dias.

Gastrintestinais: podem aparecer sintomas de colite pseudomembranosa durante ou após o tratamento (ver item 5. “Advertências e Precauções” ). Diarreia, náuseas e vômitos têm sido relatados raramente.

Reações adversas muito raras:

Hematológicas: têm sido observadas neutropenia, trombocitopenia e anemia hemolítica. Foram relatados resultados positivos nos testes de Coombs diretos realizados durante a terapia com cefalotina.

Hepáticas: foi notada uma elevação transitória na aspartato am inotransferase (AST) e na fosfatase alcalina.

Renais: foram observadas elevação de nitrogênio ureico no s angue (BUN) e diminuição do clearance de creatinina, particularmente em pacient es que apresentaram insuficiência renal anterior. O papel da cefalotina nas alterações rena is é difícil de ser estabelecido, em vista de ter sido geralmente notada a presença de outros fatores que predispõem à uremia ou à insuficiência renal aguda.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Sinais e sintomas: os sinais e sintomas tóxicos após uma superdose d e cefalotina podem incluir dor, inflamação e flebite no local da injeção.

A administração de grandes doses inadequadas de cef alosporinas parenterais pode causar tontura, parestesia e cefaleia. Após uma superdose podem oco rrer convulsões com algumas cefalosporinas, particularmente em pacientes com in suficiência renal, nos quais pode ocorrer acúmulo.

Tratamento: procurar um Centro de Controle de Intoxicações ou um Hospital.

Em casos de superdosagem, deve-se considerar a poss ibilidade de superdoses de múltiplas drogas, interação entre drogas e de cinéticas pouco comuns de drogas no paciente.

Se ocorrerem convulsões, a droga deve ser imediatam ente suspensa e uma terapia anticonvulsivante deve ser administrada se clinicam ente indicada. Proteger a passagem de ar do paciente e manter a ventilação e perfusão. Monitora r meticulosamente os sinais vitais do paciente, gases sanguíneos e eletrólitos séricos.

Em casos de superdosagem grave, pode ser considerad o o uso de hemodiálise.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

M.S. no 1.0370.0298 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica

Uso restrito a hospitais hi st

Óri c

O de al t e

RAÇÕE S DE B UL A Da d o s d a s ub mi s sã o el e t rô n ic a D a do s d a p e ti ç ã o/ n o ti f i ca ç ã o qu e al t e r a b u l a D ad o s da s al t e r a çõ e s d e b u las Da t a do e xp e d i e n t e N°. d o e xp e di e nt e As s u nt o Da t a do e xp e d i e n t e N°. d o e xp e di e nt e As s un t o Da t a d e a p r o v a ç ão I t e n s de b ul a V e r sõ e s ( V P/ V P S ) Ap r e s e n t a ç õ e s r e l a ci o n a d as 3 0/ 1 1/ 20 1 4 1 0 7 271 6/ 14-7 1 04 59 -

GEN É RI CO – I n c l u s ão I ni ci al d e Te xt o d e B u l a

  • R DC – 6 0/ 1 2 3 0/ 1 1/ 20 1 4 1 0 7 271 6/ 14 -7 1 04 59 -

GEN É RI CO – I n c l u s ão I ni ci al d e Te xt o d e B u l a

  • R DC – 6 0/ 1 2 3 0/ 1 1/ 201 4 V e r s ã o I ni c i al VP S -1 g p ó s ol i nj ct 50 f a vd i n c + 5 0 dil am p vd i n c x 4 m L ( e m b h os p ).

0 5/ 0 7/ 20 1 7 1 3 7 125 7/ 17-8 1 04 52 -

GEN É RI CO – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 0 5/ 0 7/ 20 1 7 1 3 7 125 7/ 17 -8 1 04 52 -

GEN É RI CO – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o de Bul a – R DC – 6 0 / 12 0 5/ 0 7/ 201 7 Ap r e s e nt a ç ão C o m p o si ç ã o 8 .

P o so lo gi a e mo d o de u s a r D i z e r es Le ga i s VP S -1 g p ó s ol i nj c x 5 0 f a vd t r an s ( e m b h o sp ) .

2 2/ 0 7/ 20 1 9 0 6 3 902 1/ 19-8 1 04 52 -

GEN É RI CO – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 2 2/ 0 7/ 20 1 9 0 6 3 902 1/ 19 -8 1 04 52 -

GEN É RI CO – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o de Bul a – R DC – 6 0 / 12 2 2/ 0 7/ 201 9 7 .

Cu i d ad os d e a r m a z e n a m e nt o 8 .

P o so lo gi a e mo d o de u s a r 9 .R e a ç õ e s A dve r s as D i z e r es l e ga i s ( R e s t r i ç ão d e u s o) VP S -1 g p ó s ol i nj c x 5 0 f a vd t r a ns ( e m b ho s p) .

1 9/ 0 7/ 20 2 1 N/ A 1 04 52 -

GEN É RI CO – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o d e B ul a – R DC – 6 0 / 12 1 9/ 0 7/ 20 2 1 N/ A 1 04 52 -

GEN É RI CO – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e T e xt o de Bul a – R DC – 6 0 / 12 1 9/ 0 7/ 202 1 9 .R e a ç õ e s A dve r s as D i z e r es l e ga i s ( SA C) VP S -1 g p ó s ol i nj c x 5 0 f a vd t r a ns ( e m b ho s p) .

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COMPARADOR · CMED 10/2026

Nomes comerciais, genéricos e preço máximo

Cefalotina SódicaLaboratório Teuto Brasileiro S/A · Reg. 1.0370.0298
GENÉRICO a partir de R$ 429,60
InkefLaboratório Teuto Brasileiro S/A · Reg. 1.0370.0752
SIMILAR sem preço CMED
APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo ao consumidor

Preço máximo permitido pela CMED, MG (ICMS 18%). A farmácia pode cobrar menos, nunca mais.

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MedicamentoApresentaçãoTarjaPreço máx.
Cefalotina SódicaLaboratorio Teuto Brasileiro S/A1 G PO SOL INJ/INFUS IV/IM CX 50 FA VD TRANSTarja vermelhaR$ 429,60