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Bulas de Remédios
Tarja vermelha

Teriparatida

Bula completa, para que serve, como usar, efeitos colaterais, genéricos e preço máximo · hormonio paratireoidiano.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoTeriparatida
Classe terapêuticaHormonio paratireoidiano
Nomes comerciais4 de 4 fabricantes
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 705,19
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Terrosa

Biológico · Gedeon Richter do Brasil Importadora, Exportadora e Distribuido · Reg. MS 1.9129.0004 · bula de 21/11/2024

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

TERROSA® (teriparatida) Solução Injetável 250 mcg/mL Uso exclusivo com caneta aplicadora de Terrosa® Terrosa ® teriparatida

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Apresentações

Terrosa ® pack: embalagem com 1 refil de 3 mL, contendo 2,4 mL de solução injetável e 1 caneta aplicadora de uso exclusivo.

Terrosa ® refil: embalagem com 1 ou 3 refis de 3 mL, contendo cada um 2,4 mL de solução injetável de uso exclusivo com a caneta aplicadora do Terrosa ®

Uso subcutâneo

Uso adulto acima de 18 anos

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Composição

Cada mL da solução contém: teriparatida* ................................................................................................................................................. 250 mcg Excipientes: ácido acético glacial, acetato de sódio tri-hidratado, manitol, metacresol e água para injetáveis. Ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio podem ter sido adicionado durante a fabricação para ajuste do pH.

*A teriparatida, rhPTH (1-34), produzida na E. Coli, utilizando a tecnologia de DNA recombinante, é idêntica à sequência de aminoácidos 34 -N-terminal do hormônio da paratireoide humano endógeno.

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Informações ao paciente

1 para que este medicamento é indicado?

Osteoporose é uma doença que torna os ossos mais frágeis e finos. É uma doença que ocorre principalmente em mulheres após a menopausa, mas também pode ocorrer em homens. Osteoporose também é comum em pacientes que fazem uso de corticosteroides Terrosa ® é indicado para o tratamento da osteoporose com alto risco para fraturas, tanto em mulheres na pós -menopausa como em homens. O alto risco para fraturas inclui histórico de fratura osteoporótica, ou a presença de múltiplos fatores de risco para fraturas, ou falha ao tratamento prévio para osteoporose conforme decisão médica.

Terrosa ® também é indicado para o tratamento da osteoporose associada à terapia sistêmica com glicocorticoides, tanto em homens quanto em mulheres.

2 como este medicamento funciona?

Terrosa ® pertence a uma nova classe de agentes formadores de ossos, e a administração diária de Terrosa ® estimula a formação de tecido ósseo, aumentando a massa óssea.

De acordo com estudos pós-comercialização, os pacientes começam a apresentar melhora nas fraturas após 6 a 9 meses de tratamento com Terrosa ®.

3 quando não devo usar este medicamento?

Não use Terrosa ®:

  • se tem alergia à teriparatida ou a qualquer outro componente deste medicamento (vide Composição).
  • se tem níveis elevados de cálcio no seu sangue (hipercalcemia).
  • se sofre de problemas graves de rins.
  • se já teve câncer ósseo ou outros tipos de câncer que se tenham espalhado para os ossos (metástase).
  • se tiver certas doenças ósseas. Se tiver uma doença óssea, incluindo hipertiroidismo informe o seu médico.

•se tiver níveis inexplicavelmente elevados de fosfatase alcalina no sangue, o que significa que pode ter doença de Paget do osso (doença com alterações ósseas anormais). Se não tiver a certeza, pergunte ao seu médico.

  • se tiver feito radioterapia que envolva os ossos.

` • se estiver grávida ou amamentando.

  • em jovens em idade de crescimento e jovens adultos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Terrosa ® não deve ser usado em pacientes previamente submetidos a radioterapia externa ou radioterapia por implante envolvendo os ossos, uma vez que estes pacientes possuem um risco basal aumentado para câncer ósseo.

Pacientes com dificuldade de auto-aplicação da injeção de Terrosa ® e que não tenham ninguém que possa ajudá -los, devem ser excluídos do tratamento com Terrosa ®.

4 o que devo saber antes de usar este medicamento?

Leia esta bula cuidadosamente antes de iniciar o uso deste medicamento, pois ela contém informações importantes para você.

 Guarde esta bula. Você pode precisar lê-la novamente.

 Em caso de dúvidas, pergunte para seu médico ou farmacêutico.

 Este medicamento foi prescrito somente para você. Não compartilhe com terceiros. Isso pode prejudicá -los, mesmo que os sinais da doença sejam os mesmos que os seus.

 Se apresentar qualquer efeito colateral, converse com seu médico ou farmacêutico. Isso inclui qualquer possível efeito colateral não listado nesta bula (vide item “8. Quais os males que esse medicamento pode me causar?”).

A duração do tratamento recomendado de 24 meses, não deve ser ultrapassada.

Antes de inserir um refil na caneta Terrosa ® Pen, anote num calendário o número de lote (Lote) do refil e a data da primeira injeção do mesmo. A data da primeira injeção também deve ser anotada na embalagem (cartucho) de Terrosa ® (ver o espaço disponibiliz ado: {Data de início do tratamento:}).

Advertências e precauções Terrosa ® pode causar aumento nos valores de cálcio no sangue. Relate ao seu médico se você tiver náusea (vontade de vomitar), vômito, constipação (prisão de ventre), baixa energia e dores musculares, pois estes podem ser sinais de um aumento considerável de cálcio no sangue.

Terrosa ® também pode causar aumento nos valores de cálcio na urina. Por isso, relate ao seu médico se você já tem ou já teve pedras no rim, ou algum problema renal.

Precauções devem ser tomadas se você já apresentou problemas renais moderados.

Casos de hipotensão ortostática (queda de pressão arterial ao se levantar) foram relatados com o uso de teriparatida.

Por esta razão, alguns pacientes sentem tontura e taquicard ia (batimentos cardíacos acelerados) após administração das primeiras doses. Normalmente, eles ocorrem até quatro horas após a administração do medicamento e desaparecem espontaneamente em alguns minutos ou horas. Por isso, para as primeiras doses, administre Terrosa ® onde você possa sentar ou deitar, se sentir tontura ou mal -estar.

O efeito do tratamento com teriparatida sobre o desenvolvimento do feto humano não foi estudado. Portanto, Terrosa ® não deve ser administrado em mulheres grávidas.

Terrosa ® não deve ser administrado a mulheres que estejam amamentando. Não houve estudos clínicos para determinar se teriparatida é secretado no leite materno.

Exames laboratoriais Terrosa ® pode induzir aumentos pequenos e transitórios nas concentrações de cálcio no sangue. Caso você precise realizar exame de sangue para avaliar as concentrações de cálcio sérico, deverá realizá-lo pelo menos 16 horas após a administração da sua dose de Terrosa ® para que o medicamento não interfira nos resultados do exame.

Terrosa ® também pode provocar pequenos aumentos na excreção de cálcio na urina. Caso necessite realizar exame de urina, informe seu médico sobre o uso de Terrosa ®.

Terrosa ® pode causar pequenos aumentos nas concentrações de ácido úrico no sangue (hiperuricemia). Entretanto, a hiperuricemia não resultou em um aumento de gota (inflamação das articulações devido ao aumento de ácido úrico no sangue), urolitíase (formação de cálculos no trato urinário) ou artralgia (dor nas articulações).

Crianças e adolescentes Terrosa ® não deve ser utilizado em crianças e adolescentes (com menos de 18 anos de idade).

Gravidez e amamentação Se está grávida ou amamentando não utilize Terrosa ®. Se for mulher em idade fértil, deverá utilizar um método contraceptivo eficaz durante a utilização de Terrosa ®. Se ficar grávida enquanto estiver utilizando Terrosa ®, este deve ser interrompido. Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualqu er medicamento.

O efeito do tratamento com Terrosa ® sobre o desenvolvimento do feto humano não foi estudado. Não há estudos clínicos para determinar se Terrosa ® é secretado no leite materno.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Alguns pacientes podem sentir tontura após a administração de Terrosa ®. Caso o paciente sinta este sintoma, ele não deve dirigir ou operar máquinas até que se sinta melhor.

Terrosa ® contém sódio Este medicamento contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por dose, portanto, é considerado praticamente “isento de sódio”.

Interações medicamentosas Fale com seu médico ou farmacêutico se você estiver usando ou tiver utilizado recentemente ou precise utilizar qualquer outro medicamento.

Isso é importante, porque alguns medicamentos (como por exemplo a digoxina/digitálicos), que pode interagir com a teriparatida.

Não foram identificadas interações medicamentosas clinicamente significantes entre teriparatida e os seguintes medicamentos: hidroclorotiazida, furosemida, atenolol e preparações de liberação prolongada de diltiazem, nifedipino, felodipino e nisoldipino. Por isso, relate sempre ao seu médico se estiver fazendo uso de algum medicamento contendo alguma dessas substâncias.

A coadministração de teriparatida com raloxifeno ou hormônio de terapia de reposição hormonal não alterou os efeitos do teriparatida em relação à concentração de cálcio na urina e no sangue, nem os eventos adversos.

Terrosa ® pode ser administrado com alimento.

Não foram conduzidos estudos para avaliar a interação de Terrosa ® com plantas medicinais, álcool, nicotina e exames não laboratoriais.

Informe ao médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

5 onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Terrosa ® deve ser armazenado sob refrigeração (2 a 8ºC). Após a inserção do refil na caneta, o conjunto caneta -refil deve ser colocado no refrigerador imediatamente após a utilização.

Durante o período de uso, o tempo de exposição à temperatura ambiente deve ser minimizado e a dose deve ser administrada imediatamente após a retirada de Terrosa ® do refrigerador. Evite colocar o refil próximo do congelador do seu refrigerador afim de evitar o congelamento. Não congelar. Não usar Terrosa ® se tiver sido congelado.

Antes de inserir na caneta, manter o refil dentro da embalagem exterior para proteger da luz.

O prazo de validade do medicamento é de 24 meses se mantido sob refrigeração antes do primeiro uso. Após a primeira injeção, o produto deve ser usado em até 28 dias. Após esse período, o refil deve ser descartado, de acordo com os requisitos locais, mesmo se ainda contiver alguma solução do produto.

Não guardar a caneta aplicadora com a agulha colocada. Não remover o refil da caneta após a primeira utilização.

Terrosa ® é apresentado como uma solução límpida e incolor.

Terrosa ® não deve ser utilizado se a solução estiver turva, com cor ou se contiver partículas visíveis.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Após aberto, válido por 28 dias.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. A data de validade corresponde ao último dia do mês. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

6 como devo usar este medicamento?

Posologia: a dose recomendada é de 20 mcg uma vez ao dia.

Modo de usar: administre Terrosa ® em injeção subcutânea (abaixo da pele), na coxa ou abdome (área abaixo do estômago), uma vez ao dia pelo período que o seu médico prescrever. O uso de Terrosa ® por mais de 24 meses não é recomendado.

Não estão disponíveis informações sobre a eficácia e segurança da injeção intravenosa ou intramuscular de Terrosa ®.

Uso da caneta: siga corretamente as instruções de uso da caneta presentes no “Manual – Instrução de Uso” que acompanha o produto, consultando -o toda vez que a prescrição for renovada. É importante que o paciente e as pessoas que farão a administração de Terrosa ® recebam orientação adequada sobre as instruções de uso da caneta.

Portanto, é importante ler, entender e seguir as instruções de uso da caneta. Falhas podem resultar em dose incorreta.

Alguns pacientes sentem tontura ou tem taquicardia (batimentos cardíacos aceler ados) após as primeiras doses. Para as primeiras doses, injete Terrosa ® onde você possa sentar ou deitar, se sentir tontura.

Para evitar possíveis transmissões de doenças, cada caneta só pode ser utilizada por um único paciente, mesmo que a agulha seja trocada.

A duração total do tratamento com Terrosa ® não deverá exceder os 24 meses. O tratamento com Terrosa ® de 24 meses não deve ser repetido ao longo da vida do paciente.

É possível que o seu médico prescreva o uso de Terrosa ® com cálcio e vitamina D. O seu médico deve orientar sobre quantidade que deverá tomar todos os dias.

Terrosa ® pode ser administrado com ou sem alimentos.

Se você está pensando em interromper o uso de Terrosa ®, por favor, converse com seu médico. O seu médico irá aconselhá -lo e decidir durante quanto tempo deve ser seu tratamento com Terrosa ®.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Os refis de Terrosa ® devem ser utilizados exclusivamente com a caneta Terrosa ® Pen e não podem ser utilizados com nenhuma outra caneta. As Agulhas não são fornecidas com Terrosa ®. Para o início do tratamento, deve ser usada a apresentação contendo o refil e caneta de Terrosa ®.

Antes do primeiro uso, insira o refil na caneta. Para o uso correto deste medicamento, é muito importante seguir rigorosamente as Instruções de Uso detalhadas da caneta, que são fornecidas com a caneta.

Use uma nova agulha para cada injeção para evitar a contaminação e descarte essa agulha com segurança logo após o uso.

Nunca guarde a sua caneta com a agulha colocada. Nunca compartilhe sua caneta com outras pessoas.

Não use a caneta Terrosa ® para injetar qualquer outro medicamento (por exemplo, insulina). A caneta é personalizada para uso apenas com Terrosa ®.

Não recarregue o refil.

Não transfira o medicamento para uma seringa.

Terrosa ® deve ser administrado assim que sua caneta for retirada do refrigerador. Coloque a caneta com o refil inserido de volta na geladeira imediatamente após usá-la. Não remova o refil da caneta após cada uso. Guarde-o na embalagem original durante todo o período de tratamento de 28 dias.

Preparando a caneta para utilização Para garantir a correta administração de Terrosa ®, leia sempre as Instruções de Uso da caneta Terrosa ® Pen, as quais estão incluídas na embalagem da mesma.

Lave as mãos antes de manusear o refil ou na caneta.

Verifique o prazo de validade indicado no rótulo do refil antes de o inserir na caneta. Certifique-se de que faltam, pelo menos, 28 dias até o fim do prazo de validade. Insira o refil na caneta antes da primeira utilização conforme indicado nas instruções da caneta. Anote num calendário o número de lote (Lote) de cada refil e a data da primeira injeção de cada um deles. A data da primeira injeção também deve ser registada na embalagem de Terrosa ® (ver o espaço disponibilizado no cart ucho: (Data de início do tratamento:).

Depois de inserir um novo refil e antes da primeira injeção, prepare a caneta de acordo com as instruções fornecidas.

Não prepare a mesma novamente após a primeira dose.

Injetando Terrosa ® Antes de injetar Terrosa ®, limpe a pele no local onde pretende injetar o medicamento (coxa ou abdome), conforme indicado pelo seu médico.

Com cuidado, segure uma prega de pele limpa e insira a agulha direito na pele. Pressione o botão injetor e mantenha-o pressionado até a indicação de dose ter regressado à posição inicial.

Depois da injeção, mantenha a agulha inserida na pele durante seis segundos para garantir que receba a dose completa.

Assim que tiver terminado a injeção, encaixe a tampa de proteção da agulha e gire a tampa no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio para retirar a agulha da caneta. Isto manterá o restante de Terrosa ® estéril e impedirá perdas da caneta. Também impede que entre ar no refil e que a agulha fique obstruída.

Volte a colocar a tampa na caneta. Mantenha o refil na caneta.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

7 o que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você esquecer ou não puder aplicar o seu medicamento no horário habitual, administre -o tão logo seja possível naquele dia. Não administre mais de uma injeção no mesmo dia para compensar uma dose que se esqueceu de utilizar.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista

8 quais os males que este medicamento pode me causar?

Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos indesejáveis, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.

Eventos adversos associadas ao uso de teriparatida em estudos clínicos de osteoporose e à exposição pós-comercialização Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor nos membros e artralgia (dor nas articulações).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): câimbras (contração involuntária do músculo) tanto nas pernas como na região dorso-lombar (às vezes logo após a primeira dose), náusea (vontade de vomitar), hipercolesterolemia (aumento da concentração de colesterol no sangue), hiperuricemia (aumentos nas concentrações de ácido úrico no sangue), cefaleia (dor de cabeça), astenia (fraqueza), dor no pescoço, hipertensão, constipação (prisão de ventre), dispepsia (sensação de dor ou desconforto na parte superior do abdome), distúrbio gástrico, distúrbios dentários, tontura, depressão, insônia (dificuldade para dormir), vertigem (sensação de movimento oscilatório ou giratório do próprio corpo), desmaio, pneumonia, e sudorese (transpiração em excesso), dor nos nervos das pernas, batimentos cardíacos mais fortes, falta de ar, cansaço, dor no peito, pressão sanguínea baixa, azia (sensação de dor ou queimação logo abaixo do osso do peito), vômito, hérnia de hi ato (uma hérnia do tubo que transporta alimentos para o estômago), anemia (hemoglobina baixa ou contagem de glóbulos vermelhos), dor ou inchaço ou coceira no local da injeção e equimose (mancha na pele devido ao extravasamento de sangue) no local da injeção.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipercalcemia (aumento nas concentrações de cálcio no sangue) maior que 2,76 mmol/L (11 mg/dL), aumento da frequência cardíaca, som cardíaco rápido e irregular, falta de ar devido a enfizema, hemorroidas, escapes de urina, aumento da necessidade de urinar, micção excessiva, aumento de peso, pedras nos rins, dores nos músculos e nas articulações (alguns pacientes tiveram cólicas ou dores nas costas que levaram à internação no hospital, após minutos da injeção, às vezes logo após a primeira dose), espasmos musculares (contração involuntária do músculo) graves na região dorso-lombar, reação no local de injeção, aumento do nível de cálcio no sangue, aumento de uma enzima chamada fosfatase alcalina.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): eventos alérgicos possíveis logo após a injeção: dispneia aguda (dificuldade para respirar), edema oro-facial (inchaço na boca e no rosto), urticária (coceira) generalizada, dor no peito, anafilaxia (reação alérgica grave), hipercalcemia (aumento nas concentrações de cálcio no sangue) maior que 3,25 mmol/L (13 mg/dL), redução da função renal (incluindo insuficiência renal), inchaço (principalmente nas mãos, pés e pernas).

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

9 o que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste

Medicamento?

Não foram relatados incidentes de superdose durante os estudos clínicos. Os efeitos de superdose que podem ser esperados incluem um atraso no efeito calcêmico e risco de h ipotensão ortostática (queda de pressão arterial ao levantar). Náusea (vontade de vomitar), vômito, tontura e dor de cabeça também podem ocorrer.

Em relatos espontâneos pós-comercialização do produto, há casos em que o paciente administrou todo o conteúdo da caneta (800 mcg) de uma só vez. Nestes casos, as reações mais comuns foram náusea, letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), fraqueza e hipotensão (diminuição da pressão arterial). Em alguns casos, porém, nenhum evento adverso ocorreu como resultado da superdose. Não há fatalidades relatadas pelo uso de uma quantidade exagerada de Terrosa ®.

Não há um antídoto específico para a teriparatida. Para tratar a superdose deve-se descontinuar o uso de Terrosa ® e monitorar os valores de cálcio no sangue. Se suspeitar de superdose, interromper o tratamento e procurar o médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possíve l. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro: 1.9129.0004 Produzido por:

Gedeon Richter Plc – Debrecen - Hungria Importado e Registrado por:

Gedeon Richter do Brasil Importadora, Exportadora e Distribuidora S.A.

Avenida Guido Caloi, 1.935 – Bloco A- 1° andar – Jardim São Luís - São Paulo - SP

Cnpj 12.134.906/0002-69

SAC Serviço de Atendimento ao Consumidor 0800-941-3235

VENDA SOB PRESCRIÇÃO Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 21/11/2024.

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Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

TERROSA ® (teriparatida) Solução injetável 250 mcg/mL Uso exclusivo com caneta aplicadora de Terrosa® Terrosa® teriparatida

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Apresentações

Terrosa ® pack: embalagem com 1 refil de 3 mL, contendo 2,4 mL de solução injetável e 1 caneta aplicadora de uso exclusivo.

Terrosa ® refil: embalagem com 1 ou 3 refis de 3 mL, contendo cada um 2,4 mL de solução injetável de uso exclusivo com a caneta aplicadora do Terrosa ®

Uso subcutâneo

Uso adulto acima de 18 anos

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Composição

Cada mL da solução contém: teriparatida* ................................................................................................................................................................................................ 250 mcg Excipientes: ácido acético glacial, acetato de sódio tri-hidratado, manitol, metacresol e água para injetáveis. Ácido clorídrico e/ou hidróxido de sódio podem ter sido adicionados durante a fabricação para ajuste do pH.

*A teriparatida, rhPTH (1-34), produzida na E. Coli, utilizando a tecnologia de DNA recombinante, é idêntica à sequência de aminoácidos 34-N-terminal do hormônio da paratireoide humano endógeno.

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Informações técnicas aos profissionais de saúde

1 INDICAÇÕES Terrosa ® é indicado para o tratamento da osteoporose com alto risco para fraturas tanto em mulheres na pós- menopausa como em homens . O alto risco para fraturas inclui uma história de fratura osteoporótica, ou a presença de múltiplos fatores de risco para fraturas, ou falha ao tratamento prévio para osteoporose conforme decisão médica.

Terrosa ® também é indicado para o tratamento da osteoporose associada à terapia sistêmica com glicocorticoides, tanto em homens quanto em mulheres.

2 RESULTADOS DE EFICÁCIA Terrosa ® é um medicamento biológico desenvolvido pela via da comparabilidade (biossimilar). O programa de desenvolvimento do produto f oi projetado para demonstrar a comparabilidade entre Terrosa ® e o medicamento comparador FORTÉO ®.

Fatores de risco Fatores de risco independentes, por exemplo, baixa DMO (Densidade Mineral Óssea), idade, existência de fratura anterior, histórico familiar de fraturas de quadril, alta renovação óssea e baixo índice de massa corporal devem ser considerados para identificar mulheres e homens com risco aumentado de fraturas osteoporóticas que poderiam beneficiar do tratamento.

Mulheres na pré-menopausa com osteoporose induzida por glicocorticoides devem ser consideradas de alto risco de fratura se tiverem uma fratura prevalente ou uma combinação de fatores de risco que as colocam em alto risco de fratura (por exemplo, baixa densidade óssea [por exemplo, T-score ≤ − 2 ], terapia sustentada com altas doses de glicocorticoides [por exemplo, ≥7,5 mg / dia por pelo menos 6 meses], al ta atividade da doença subjacente, baixos níveis de esteróides sexuais).

Tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa A segurança e eficácia de teriparatida, uma vez ao dia, por um período de exposição mediano de 19 meses, foram demonstradas em um estudo clínico, duplo-cego, multicêntrico, placebo-controlado em 1.637 mulheres (idade média 69,5 anos) na pós -menopausa com osteoporose. Todas as pacientes receberam 1.000 mg de cálcio e, no mínimo 400 UI de vitamina D por dia. Noventa por cento das pacientes no estudo tinham uma ou mais fraturas vertebrais no início, a DMO vertebral média foi de 0,82 g/cm 2 (equivalente a um índice T = -2,6). As radiografias da coluna no início e no final do tratamento foram avaliadas em todas as pacientes. A avaliação final de eficácia primária foi a ocorrência de novas fraturas vertebrais.

Um estudo clínico, fase 4, randomizado, duplo-cego, controlado por com risedronato, de 24 meses incluiu 1.360 mulheres na pós-menopausa com osteoporose estabelecida. Dessas mulheres, 680 foram randomizadas para o grupo teriparatida e 680 foram randomizadas para o grupo risedronato oral, 35 mg semanal. No período basal, a média de idade das participantes era de 72,1 anos com média de 2 fraturas vertebrais prevalentes; 57,9% das pacientes receberam terapia prévia com bisfosfonato e 18,8% administraram glicocorticoides concomitantemente durante o estudo. O estudo de seguimento de 24 meses foi completado por 1.013 (74,5%) pacientes. A dose cumulativa média (mediana) de glicocorticoide foi de 474,3 (66,2) mg no braço de teriparatida e de 898,0 (100,0) mg no braço de risedronato. A ingestão média (mediana) de vitamina D, foi de 1.433 UI/dia (1.400 UI/dia) no braço de teriparatida e de 1.191 UI/dia (900 UI/dia) no braço de risedronato. A incidência de novas fraturas vertebrais em pacientes que tiveram radiografias da coluna vertebral no período basal e durante o acompanhamento, foi de 28/516 (5,4%) no braço de teriparatida, e de 64/533 (12,0%) no braço de risedronato, com risco relativo (IC de 95%) = 0,44 (0,29 - 0,68), P < 0,0001. A incidência cumulativa de fraturas clínicas agrupadas (fraturas clínicas vertebrais e não vertebrais) foi de 4,8% no grupo de teriparatida e de 9,8% no grupo risedronato, com taxa de risco (IC de 95%) = 0,48 (0,32 - 0,74), P = 0,0009.

Efeito sobre a incidência de fraturas Novas fraturas vertebrais: A teriparatida, quando administrada com cálcio e vitamina D e comparado ao cálcio e vitamina D isolados, reduziu o risco de uma ou mais novas fraturas vertebrais de 14,3% nas mulheres no grupo placebo para 5% no grupo recebendo tratamento. Esta diferença foi estatisticamente significante (p < 0,001), a redução absoluta no risco foi de 9,3% e a redução relativa foi de 65%. A teriparatida teve eficácia na redução do risco de fraturas vertebrais independentemente da idade, da taxa de referência de remodelação óssea ou da DMO.

Fraturas osteoporóticas não vertebrais : A teriparatida reduziu significativamente a incidência de qualquer fratura não ver tebral de 5,5% no grupo placebo, para 2,6% no grupo com teriparatida (p < 0,05), o que significa redução absoluta no risco de fraturas de 2,9% e uma redução relativa de 53%.

Efeito sobre a DMO: A teriparatida aumentou a DMO da coluna lombar das mulheres na pós-menopausa em 96%. O aumento estatisticamente significativo foi observado em 3 meses e persistiu durante o período de tratamento. O aumento da DMO neste grupo de mulheres foi estatisticamente significante quando comparado com o valor inicial da DMO.

Histologia óssea: os efeitos da teriparatida sobre a histologia óssea foram avaliados em biópsias da crista ilíaca de 35 mulheres na pós-menopausa tratadas por até 2 anos com placebo ou teriparatida 20 mcg ou 40 mcg por dia, cálcio e vitamina D. Os aumentos na DMO e na resistência óssea à fratura alcançados com teriparatida ocorreram sem evidência de toxicidade celular ou efeitos adversos sobre a arquitetura o u mineralização óssea.

Os resultados de um período de tratamento até 24 meses (mediana de 19 meses) com teriparatida, demonstram uma redução de fraturas estatisticamente significativa (Tabela 1). Para prevenir uma ou mais novas fraturas vertebrais, 11 mulheres tiveram que ser tratadas por 19 meses em média.

Tabela 1 Incidência de Fraturas em Mulheres na Pós-menopausa:

Placebo (N=544) (%) teriparatida (N=541) (%) Risco Relativo (95% IC) vs.

Placebo Nova fratura vertebral (≥1) a 14,3 5,0 b 0,35 (0,22; 0,55) Fraturas vertebrais múltiplas (≥2) a 4,9 1,1 b 0,23 (0,09; 0,60) Fraturas não-vertebrais por fragilidade c 5,5 2,6 d 0,47 (0,25, 0,87) Fraturas não-vertebrais maiores por fragilidade c (quadril, rádio, úmero, costelas e pélvis) 3,9 1,5 d 0,38 (0,17, 0,86) Abreviaturas: N = número de pacientes aleatoriamente incluídos em cada grupo de tratamento;

CI = Intervalo de Confiança a A incidência de fraturas vertebrais foi avaliada em 448 pacientes que administraram placebo e 444 pacientes que administraram teriparatida os quais fizeram radiografias de coluna no início e durante o tratamento. b p≤0,001 comparado com placebo c Não ficou demonstrada uma redução significativa na incidência de fraturas de quadril d p≤0,025 comparado com placebo Após 19 meses de tratamento (mediana), a DMO, aumentou na zona da coluna lombar e no total do quadril, em cerca de 9% e 4%, respectivamente, quando comparado com placebo (p<0,001).

Eficácia pós-tratamento: após tratamento com teriparatida, 1.262 mulheres na pós -menopausa do estudo pivotal, participaram num estudo de seguimento, pós-tratamento. O objetivo principal do estudo foi o de recolher dados de segurança da teriparatida. Durante este período observacional, foram permitidos outros tratamentos para a osteoporose e foi efetuada uma avaliação adicional das fraturas vertebrais.

Durante uma mediana de 18 meses após a interrupção do tratamento com teriparatida, verificou- se a redução de 41% (p = 0,004) comparativamente com placebo no número de pacientes com um mínimo de uma nova fratura vertebral.

Num estudo clínico aberto, 503 mulheres na pós-menopausa com osteoporose grave e uma fratura por fragilidade nos 3 anos anteriores (83%) que tinham recebido terapia prévia para a osteoporose, foram tratadas com teriparatida durante um período máximo de 24 meses, Aos 24 meses, o aumento médio desde o início do estudo da DMO na coluna lombar, quadril total e colo do fêmur foi de 10,5%, 2,6% e 3,9%, respetivamente. O aumento médio da DMO entre 18 e 24 meses foi de 1,4%, 1,2% e 1,6% na coluna lombar, quadril total e colo do fêmur, respectiva mente.

Tratamento para aumentar massa óssea em homens com osteoporose primária ou hipogonadal A eficácia e segurança de teriparatida uma vez ao dia, com exposição média de 10 meses, foi demonstrada em um estudo clínico duplo-cego, multicêntrico, placebo-controlado em 437 homens com osteoporose idiopática ou secundária ao hipogonadismo (definida por uma baixa testosterona livre matinal ou FSH ou LH elevados). No basal, os índices -T da densidade mineral óssea da coluna e do colo do fêmur, foram -2.2 e -2.1, respetivamente. No início do estudo, 35% dos doentes tinham uma fratura vertebral e 59% tinham uma fratura não vertebral. Todos os pacientes receberam 1.000 mg de cálcio e, no mínimo, 400 UI de vitamina D por dia. O objetivo primário de eficácia era uma al teração na DMO da coluna lombar.

Homens tratados com teriparatida tiveram aumentos significantes na DMO da coluna lombar, colo do fêmur, quadril total e corpo inteiro. A teriparatida aumentou a DMO da coluna lombar em homens, com aumentos significativos já nos primeiros 3 meses e que continuaram por todo o período de tratamento. Após 12 meses, a DMO, aumentou na coluna lombar e no quadril total em cerca de 5% e 1%, respetivamente, comparativamente com placebo. No entanto, não ficou demonstrado um efeito significativo nos índices de fraturas A teriparatida foi eficaz independentemente da idade, taxa inicial de remodelação óssea e DMO inicial.O tratamento com teriparatida aumentou a DMO da coluna lombar desde o início do tratamento, em 94% dos homens tratados.

Tratamento da osteoporose induzida por glicocorticoide A eficácia da teriparatida para o tratamento da osteoporose induzida por glicocorticoide foi demonstrada em estudo de 18 mese s de fase primaria a 36 meses, randomizado, duplo-cego, com comparador controlado (alendronato 10 mg/dia), em 428 pacientes recebendo terapia com glicocorticoide (equivalente a 5 mg ou mais de prednisona por pelo menos 3 meses). Vinte e oito por cento dos pacientes tiveram uma ou mais fraturas vertebrais radiografadas no início do estudo clínico. Todos os pacientes receberam 1.000 mg de cálcio e, no mínimo, 800 UI de vitamina D por dia.

Este estudo incluiu mulheres na pós-menopausa (N = 277), mulheres na pré-menopausa (N = 67) e homens (N = 83). No início do estudo, as mulheres na pós-menopausa tinham uma idade média de 61 anos, escore T médio de DMO da coluna lombar de -2,7, dose equivalente de prednisona mediana de 7,5 mg/dia e 34% tinham uma ou mais fraturas vertebrais radiográficas; mulheres na pré-menopausa tinham idade média de 37 anos, escore T médio de DMO da coluna lombar de -2,5, dose equivalente de prednisona mediana de 10 mg/dia e 9% tinham uma ou mais fraturas vertebrais radiográficas; e os homens tinham idade média de 57 anos, índice T médio de DMO da coluna lombar de - 2,2, dose equivalente de prednisona mediana de 10 mg/dia e 24% tinham uma ou mais fraturas vertebrais radiográficas.

Sessenta e nove porcento dos pacientes concluíram a fase inicial de 18 meses. No desfecho de 18 meses, a teriparatida aumentou significativamente a DMO da coluna vertebral (7,2%) em comparação com alendronato (3,4%) (p<0,001). A teriparatida aumentou a DMO do quadril total (3,6%) comparado com alendronato (2,2%) (p<0,01), assim como o colo do fêmur (3,7%) comparado com alendronato (2,1%) (p<0,05). Em pacientes tratados com teriparatida a DMO da coluna vertebral, quadril total e colo do fêmur aumentou entre 18 e 24 meses um incremento de 1,7%, 0,9% e 0,4%, respectivamente.

Aos 36 meses, a análise de raios-X da coluna vertebral de 169 pacientes com alendronato e 173 pacientes com teriparatida mostrou que 13 pacientes no grupo de alendronato (7,7%) experimentaram uma nova fratura vertebral em comparação com 3 pacientes no grupo de teriparatida (1,7%) (p = 0,01). Além disso, 15 de 214 pacientes no grupo de alendronato (7,0%) experimentaram uma fratura não vertebral em comparação com 16 de 214 pacientes no grupo de teriparatida (7,5%) (p = 0,84).

Em mulheres na pré-menopausa, o aumento na DMO desde o início até o ponto final de 18 meses foi significativamente maior no grupo de teriparatida em comparação com o grupo de alendronato na coluna lombar (4,2% versus -1,9%; p <0,001) e quadril total (3,8% versus 0,9 %; p = 0,005). No entanto, nenhum efeito significativo nas taxas de fratura foi demonstrado.

Dados Comparativos de Eficácia e Segurança (Terrosa® e Fortéo ®) Estudo RGB-10-00: Estudo Comparativo Farmacocinético/Farmacodinâmico Este foi um estudo farmacocinético comparativo em mulheres adultas saudáveis, randomizado, controlado por ativo, duplo-cego, centro único e dose fixa única de 20 μg/ 80 μL. Os indivíduos foram randomizados para as sequências de tratamento AB ou BA, onde o Tratamento A foi a administração de dose única de Terrosa ® e o Tratamento B foi a administração de dose única de Fortéo ®.

Um total de 54 mulheres saudáveis na pré-menopausa entraram no estudo e foram randomizadas para qualquer um dos 2 braços de tratamento.

Das pacientes inscritas, 53 completaram o estudo e o conjunto final de análise de farmacocinética consistia em 51 de 54 pacientes.

As comparações estatísticas dos parâmetros de farmacocinética da teriparatida plasmática após a administração de uma dose única subcutânea de Terrosa ® 20 μg/80 μL versus uma dose única subcutânea de Fortéo ® 20 μg/80 estão resumidas na Tabela 2 abaixo:

Tabela 2 - Resumo das comparações estatísticas dos parâmetros farmacocinéticos da teriparatida plasmática após uma dose única de 20 μg/80 μL, subcutânea de Terrosa ® e Fortéo® (Tratamento A versus Tratamento B) LSMs Parâmetros Tratamento A Terrosa ® Tratamento B Fortéo ® GMR% 94,12% IC Intra-sujeitos CV% Cmax (pg/mL) 83,192 90,179 92,25 85,51 - 99,52 19,37 AUC0-tlast (pg*hr/mL) 92,443 100,857 91,66 85,20 - 98,60 18,63 AUC0-inf (pg*hr/mL) 103,886 115,657 89,82 83,75 - 96,33 17,48 t½ (hr) 0,654 0,715 91,39 83,28 - 100,29 23,38 Os indivíduos 2, 22 e 54 foram excluídos das análises estatísticas. As médias de mínimos quadrados geométricos (LSMs) são calculadas exponenciando LSMs de tratamento derivados de ANOVA. Razão média geométrica (GMR)=100 * (teste/referência); O CV intra-indivíduo foi calculado como 100 x raiz quadrada (exp[variância residual]-1).

Abreviaturas: AUC0-inf: área sob a curva concentração-tempo do tempo zero ao infinito; AUC0-tlast: área sob a curva concentração-tempo desde o tempo zero até a última concentração quantificável; IC: intervalo de confiança; Cmax: concentração plasmática máxima; t½: meia-vida terminal; tlast: tempo na última concentração quantificável.

Com base nesses resultados, o perfil farmacocinético/farmacodinâmico de Terrosa ® é considerado equivalente ao Forsteo®, quando administrado em dose única subcutânea de 20 μg/80 μL.

Estudo RGB1023O31: Estudo Clínico Comparativo de Fase III O estudo RGB1023O31 foi um estudo comparativo de eficácia/segurança de Fase III, multicêntrico, randomizado, controlado por ativo, de grupos paralelos. O objetivo d o estudo foi demonstrar eficácia e segurança comparáveis, incluindo imunogenicidade, de Terrosa ® e Fortéo ® (teriparatida 20 μg/80 μL solução injetável), dose diária subcutânea administrada por 52 semanas em pacientes japoneses com o steoporose com alto risc o de fratura.

O estudo RGB1023O31 foi bem sucedido e demonstrou eficácia comparável de Terrosa ® e Fortéo ®. Para o desfecho primário, o intervalo de confiança (IC) de 95% bilateral estava dentro do intervalo da margem de equivalência pré- especificada (± 2,8%), confirmando a equivalência terapêutica de Terrosa ® para Fortéo ®.

2.1 Referências bibliográficas 1. Neer RM, Arnaud CD, Zanchetta JR, Prince R, Gaich GA, Reginster JY, Hodsman AB, Eriksen EF, Ish-Shalom S, Genant HK, Wang O, Mitlak BH. Effect of parathyroid hormone (1-34) on fractures and bone mineral density in postmenopausal women with osteoporosis. N Engl J Med 2001; 344: 1434 -41.

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3 CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS Grupo farmacoterapêutico: homeostase do cálcio, hormônio da paratireóide e análogos, código ATC: H05AA02 Terrosa ® é um medicamento biossimilar que demonstrou semelhança em qualidade, segurança e eficácia ao medicamento comparador FORTÉO Colter Pen.

Descrição: teriparatida, derivada de DNA recombinante, contém hormônio paratireoideano humano recombinante (1- 34) e também é chamado PTHrh (1-34). Ele é o primeiro medicamento de uma nova classe de agentes formadores de osso. A teriparatida tem peso molecular de 4.117,8 daltons e é idêntica ao hormônio paratireoideano humano natural na sequência dos primeiros 34 aminoácidos da porção N -terminal.

3.1 Propriedades farmacológicas Mecanismo de ação: o hormônio paratireoideano endógeno (PTH) constituído por 84 aminoácidos é o regulador primário do metabolismo de cálcio e fosfato no osso e no rim. A teriparatida (rhPTH(1-34)) é um fragmento ativo (1- 34) do hormônio paratireoideano endógeno humano. As ações fisiológicas do PTH abrangem a estimu lação de formação óssea por efeitos diretos nas células formadoras de osso (osteoblastos), e indiretos no aumento da reabsorção tubular renal de cálcio, na excreção do fosfato e no aumento da absorção intestinal de cálcio. As ações biológicas do PTH são mediadas através da ligação aos receptores PTH -específicos na superfície da célula. A teriparatida liga -se a esses receptores com a mesma afinidade do PTH e com as mesmas ações no osso e no rim. Como o PTH endógeno, a teriparatida não se acumula nos ossos ou em outros tecidos.

A teriparatida é um agente de formação óssea para o tratamento da osteoporose. Os efeitos esqueléticos da teriparatida dependem do parâmetro de exposição sistêmica. A administração de teriparatida uma vez ao dia aumenta a aposição de osso novo nas superfícies trabecular e cortical (endósteo e periósteo) do osso pela estimulação preferencial da atividade osteoblástica sobre a atividade osteoclástica. Estes efeitos únicos da teriparatida são manifestados por aumentos rápidos na massa óssea e dos marcadores de remodelação óssea. Ao contrário, o excesso constante do PTH endógeno, como ocorre no hiperparatireoidismo, pode ser prejudicial ao esqueleto, pois a reabsorção óssea pode ser mais estimulada do que a formação óssea.

3.2 Propriedades farmacodinâmicas Efeitos sobre o metabolismo mineral A teriparatida afeta o metabolismo do cálcio e do fósforo em um padrão consistente com as ações conhecidas do PTH endógeno (por exemplo: aumento no cálcio sérico e diminuição de fósforo sérico).

Concentrações séricas de cálcio Quando 20 mcg de teriparatida são administradas uma vez ao dia, a concentração sérica de cálcio aumenta transitoriamente, começando aproximadamente 2 horas após a administração e atingindo a concentração máxima 4 a 6 horas após a administração (aumento mediano de 0,4 mg/dL). A concentração sérica de cálcio começa a decair aproximadamente 6 horas após a administração e retorna às concentraçõ es iniciais em 16 a 24 horas após cada dose. Não foi observada hipercalcemia mantida em qualquer dose estudada.

Em um estudo clínico de homens com osteoporose primária ou secundária ao hipogonadismo, os efeitos sobre o cálcio sérico foram similares àqueles observados em mulheres na pós-menopausa. A concentração máxima mediana de cálcio sérico medida 4 a 6 horas após a administração de teriparatida foi 9,44 mg/dL nos 12 meses.

Excreção urinária de cálcio Em um estudo com mulheres na pós-menopausa com osteoporose, que receberam suplementação de cálcio e vitamina D, teriparatida aumentou a excreção urinária de cálcio. A excreção urinária mediana de cálcio foi de 190 mg/dia nos 6 meses e 170 mg/dia nos 12 meses. Os valores medianos nos meses 6 e 12 foram 30 mg/dia e 12 mg/dia mais altos, respectivamente, do que aqueles de pacientes tratadas com placebo. A incidência de hipercalciúria (> 300 mg/dia) foi semelhante em pacientes tratadas com teriparatida e placebo.

Fósforo e vitamina D Em estudos de dose única, teriparatida provocou fosfatúria transitória e reduções leves transitórias na concentração de fósforo sérico. Entretanto, não foi observada hipofosfatemia em estudos clínicos com teriparatida.

Em estudos clínicos com a administração diária de teriparatida, o aumento mediano na concentração sérica de 1,25 - dihidroxivitamina D aos 12 meses foi de 19% em mulheres, e de 14% em homens. A concentração sérica de 25 - hidroxivitamina D em 12 meses reduziu 19% nas mulheres e 10% nos homens.

Efeitos sobre os marcadores de remodelação óssea A administração diária de teriparatida a mulheres na pós-menopausa e a homens, ambos com osteoporose, estimulou a formação óssea, como mostrado pelos rápidos aumentos dos marcadores no soro, fosfatase alcalina ósseo-específica (FAOS) e peptídeo pró-colágeno tipo I carboxi-terminal (PICP). Dados sobre marcadores bioquímicos de remodelação óssea foram disponibilizados nos primeiros 12 meses de tratamento. Foram observadas em 1 mês de tratamento concentrações máximas de PICP aproximadamente 41% acima das iniciais, seguidas por um declí nio a valores próximos dos iniciais após 12 meses. As concentrações de FAOS aumentaram em 1 mês de tratamento e continuaram aumentando mais lentamente de 6 a 12 meses. Os aumentos máximos de FAOS atingidos foram de 45% acima dos valores iniciais em mulheres e de 23% em homens. Após a suspensão da terapia, as concentrações de FAOS voltaram ao valor inicial. Os aumentos nos marcadores de formação foram acompanhados por aumentos secundários nos marcadores de reabsorção óssea: N-telopeptídeo (NTX) e deoxipiridinolina (DPD) urinário, consistentes com o processo de acoplamento fisiológico de formação e reabsorção óssea na remodelação óssea. As alterações de FAOS, NTX e DPD foram um pouco menores em homens que em mulheres, possivelmente devido à exposição sistêmica mais baixa a teriparatida em homens.

3.3 Propriedades farmacocinéticas A teriparatida é amplamente absorvida após injeção subcutânea e a biodisponibilidade absoluta é de 95%. As velocidades de absorção e eliminação são rápidas. O peptídeo atinge concentrações séricas máximas cerca de 30 minutos após injeção subcutânea de uma dose de 20 mcg e decai para concentrações não quantificáveis dentro de 3 horas. As concentrações molares máximas de teriparatida excedem ligeiramente o limite normal superior para o PTH endógeno em 4 a 5 vezes.

O volume de distribuição é de aproximadamente 1,7 L/kg por via subcutânea. Não foram efetuados estudos de excreção e de metabolismo com a teriparatida, mas acredita-se que o metabolismo periférico do hormônio paratireoidiano ocorre predominantemente no fígado e no rim. A depuração sistêmica da teriparatida (aproximadamente 62L/h em mulheres e 94 L/h em homens) excede a taxa plasmática hepática normal consistente tanto com a depuração hepática e extra-hepática.

A variabilidade entre indivíduos na depuração sistêmica e no volume de distribuição é de 25% a 50%. A meia-vida da teriparatida no plasma é de 5 minutos quando administrada por via intravenosa e aproximadamente 1 hora quando administrada por via subcutânea.

A meia-vida mais longa após a administração subcutânea reflete o tempo necessário para a absorção no local da injeção. De acordo com estudos de fase 4, os pacientes começam apresentar benefício na incidência de fraturas com 6 a 9 meses de tratamento com teriparatida.

Populações especiais Sexo: a exposição sistêmica à teriparatida é aproximadamente 20% a 30% menor em homens do que em mulheres. Entretanto, nos estudos clínicos não houve diferenças quanto ao sexo com relação à segurança, tolerabilidade ou respostas farmacodinâmicas. Não é necessário ajuste de dose baseado no sexo.

Raça: as populações incluídas nas análises farmacocinéticas foram 98,5% de caucasianos. A influência da raça não pode ser determinada.

Geriátricos: não foram detectadas diferenças na farmacocinética da teriparatida com relação à idade (31 a 85 anos). Não é necessário o ajuste da dose baseada na idade.

Pediátricos: a farmacocinética da teriparatida não foi avaliada em populações pediátricas (ver ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES) Insuficiência renal: não foram identificadas diferenças farmacocinéticas ou de segurança clinicamente relevantes em pacientes com insuficiência renal crônica leve, moderada ou grave quando a teriparatida foi administrada em dose única. Pacientes com insuficiência renal tiveram respostas calcêmicas e calciúricas reduzidas. Não foram avaliadas a segurança e eficácia a longo prazo em pacientes com insuficiência renal significativa.

Não houve estudos em pacientes renais crônicos em diálise. A teriparatida não deve ser utilizada em pacientes com insuficiência renal grave (vide item 4. Contraindicações). Deve ser usada com cautela em pacientes com insuficiência renal moderada. Nenhum cuidado adicional é necessário para pacientes com insuficiência renal leve. Não é necessário o ajuste de dose baseado na função renal Insuficiência cardíaca: não foram identificadas diferenças de segurança clinicamente relevantes em relação à farmacocinética, pressão sanguínea e pulsação de pacientes com insuficiência cardíaca estável (Classe I a III da “New York Heart Association” e evidência adicional de disfunção cardíaca) após a administração de duas doses de 20 mcg de teriparatida. Não é necessário o ajuste de dose baseado na presença de insuficiência cardíaca leve ou moderada.

Insuficiência hepática: as células hepáticas de Kuppfer são possivelmente os locais principais para a clivagem do PTH (1-34) e do PTH (1-84) em fragmentos que são eliminados da circulação principalmente pelos rins. Entretanto, não foram realizados estudos em pacientes com insuficiência hepática.

Biodisponibilidade comparativa (bioequivalência) A equivalência farmacocinética de Terrosa ® com o medicamento comparador Fortéo ® foi demonstrada em um estudo duplo-cego, randomizado e cruzado de Fase I, RGB-10-001 em 54 voluntários saudáveis. Os parâmetros farmacocinéticos estão resumidos na Tabela 3.

Tabela 3: Comparações estatísticas dos parâmetros farmacocinéticos da teriparatida plasmática Parâmetros Terrosa Fortéo

GMR% 94,12% Intervalo de Confiança CV intra -sujeito Cmax (pg/mL) 83,192 90,179 92,25 85,51 – 99,52 19,37 AUC0-tlast (pg*hr/mL) 92,443 100,857 91,66 85,20 – 98,60 18,63 AUC0-inf (pg*hr/mL) 103,886 115,657 89,82 83,75 – 96,33 17,48 3.4 Dados pré-clínicos de segurança A teriparatida não foi genotóxica em uma bateria padrão de testes. Não produziu efeitos teratogênicos em ratos, camundongos ou coelhos. Não foram observados efeitos importantes em ratas grávidas ou camundongos aos quais foi administrada teriparatida em doses diárias de 30 a 1000 mcg/kg. No entanto, a reabsorção fetal e a redução do tamanho da ninhada ocorreram em coelhas grávidas com doses diárias de 3 a 100 mcgs/kg. A embriotoxicidade observada em coelhos pode estar relacionada à sua sensibilidade muito maior aos efeitos do PTH no cálcio ionizado no sangue em comparação com roedores.

Ratos tratados com injeções diárias tiveram formação óssea exagerada dependente da dose e aumento da incidência de osteossarcoma, muito provavelmente devido a um mecanismo epigenético. A teriparatida não aumentou a incidência de nenhum outro tipo de neoplasia em ratos.

Devido às diferenças na fisiologia óssea em ratos e humanos, a relevância clínica desses achados é provavelmente menor. Nenhum tumor ósseo foi observado em macacas ooforectomizadas tratadas por 18 meses ou durante um período de acompanhamento de 3 anos após a interrupção do tratamento. Além disso, nenhum osteossarcoma foi observado em ensaios clínicos ou durante o estudo de acompanhamento pós-tratamento.

Estudos em animais demonstraram que o fluxo sanguíneo hepático severamente reduzido diminui a exposição do PTH ao sistema de clivagem principal (células de Kupffer) e, consequentemente, a depuração do PTH (1-84).

4 CONTRAINDICAÇÕES  Hipersensibilidade à teriparatida ou a qualquer um dos seus excipientes mencionados na Composição;

 Gravidez e amamentação (vide Item 5 “Advertências e Precauções”);

 Hipercalcemia preexistente (vide Item 5 “Advertências e Precauções”);

 Insuficiëncia renal grave;

 Doenças ósseas metabólicas (incluindo hiperparatiroidismo e a Doença óssea de Paget) exceto osteoporose primária ou osteoporose induzida por glicocorticoide.

 Aumentos inexplicáveis da fosfatase alcalina.

 Antes da radioterapia externa ou por implante envolvendo os ossos devido ao aumento do risco para osteossarcoma (vide Item 5 “Advertências e Precauções “Carcinogênese e Mutagênese).

 Pacientes com neoplasias ósseas ou metástases ósseas devem ser excluídos do tratamento com teriparatida.

Categoria de risco C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

5 ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES A teriparatida não foi estudada em pacientes com hipercalcemia. Estes pacientes devem ser excluídos do tratamento com Terrosa ® devido à possibilidade de exacerbação da hipercalcemia. A hipercalcemia deve ser excluída antes do tratamento com Terrosa ®, mas não é necessária a monitoração de rotina do cálcio sérico durante o tratamento.

Os seguintes grupos de pacientes devem ser excluídos do tratamento com Terrosa ®:

  • pacientes com malignidades esqueléticas ou metástases ósseas;
  • pacientes com outras doenças osteometabólicas diferentes da osteoporose (incluindo hiperparatireoidismo e Doença de Paget do osso) e aqueles pacientes com elevações inexplicadas da fosfatase alcalina sérica.

Terrosa ® não deve ser usado em pacientes previamente submetidos a radioterapia externa ou radioterapia por implante envolvendo os ossos, uma vez que estes pacientes possuem um risco basal aumentado para osteossarcoma (ver Carcinogênese, mutagênese, danos à fertilidade ).

Urolitíase Terrosa ® não foi estudado em pacientes com urolitíase ativa; contudo, nenhum aumento em urolitíase foi observado nos estudos clínicos. Se houver suspeita de urolitíase ativa ou hipercalciúria preexistente, deve ser considerada a medida da excreção de cálcio urinário. Terrosa ® deve ser usado com cuidado em pacientes com urolitíase ativa ou recente devido ao potencial de exacerbação desta condição.

Hipotensão ortostática Em estudos clínicos a curto prazo com teriparatida, foram observados episódios isolados de hipotensão ortostática transitória . Tipicamente, o evento iniciou nas 4 horas após a administração e desapareceu espontaneamente dentro de alguns minutos a poucas horas. Quando ocorreu hipotensão ortostática transitória, aconteceu nas primeiras doses, sendo aliviada pelo posicionamento dos pacientes em uma po sição reclinada, e não impediu a continuação do tratamento.

Testes de laboratório Cálcio sérico A teriparatida pode induzir aumentos pequenos e transitórios do cálcio sérico com efeito máximo observado em aproximadamente 4 a 6 horas pós-dose. Caso o cálcio sérico seja avaliado, amostras de sangue devem ser coletadas pelo menos 16 horas após a administração de teriparatida para que haja tempo suficiente para ocorrer a diminuição dos efeitos da teriparatida.

Cálcio urinário A teriparatida pode causar pequenos aumentos na excreção urinária de cálcio, mas a incidência de hipercalciúria não diferiu dos pacientes tratados com placebo em estudos clínicos (vide Item 3. Características Farmacológicas, Propriedades Farmacodinâmicas).

Ácido úrico sérico A teriparatida pode causar pequenos aumentos nas concentrações séricas de ácido úrico. Em estudos clínicos, 3% dos pacientes tratados com teriparatida tiveram a concentração de ácido úrico elevada comparado a 1% dos pacientes tratados com placebo. Entretanto, a h iperuricemia não resultou em aumento de gota, urolitíase ou artralgia.

Função renal Não foram observados eventos adversos renais significativos em estudos clínicos. As avaliações incluíram depuração de creatinina, medidas de ureia no sangue, creatinina e eletrólitos no soro, densidade e pH da urina e exame do sedimento urinário. Não foi reali zada avaliação a longo prazo de pacientes com insuficiência renal grave, pacientes em diálise crônica ou pacientes com transplante renal. Precauções e cuidados devem ser tomados em pacientes com insuficiência renal moderada.

Imunogenicidade No estudo clín ico, os anticorpos com reação cruzada com a teriparatida foram detectados em 3,0% das pacientes recebendo teriparatida.

Geralmente, anticorpos foram detectados primeiramente após 12 meses de tratamento e diminuíram após a retirada da terapia. Nã o houve evidências de reações de hipersensibilidade e de reações alérgicas entre estes pacientes. A formação de anticorpo não teve efeit o aparente sobre o cálcio sérico ou sobre a resposta da DMO.

Carcinogênese, mutagênese, danos à fertilidade Carcinogênese Um estudo inicial de carcinogenicidade, em ratos com tempo de vida próximo a 2 anos, tratados com injeções diárias de teriparatida, apresentaram formação óssea exagerada e aumento na incidência de marcadores de osteossarcoma dependentes da dose administrada, muito provavelmente devido a mecanismo epigenético. A teriparatida não ocasionou aumento da incidência de neoplasia em outros tecidos.

O segundo estudo com ratos (com duração de 2 anos) foi realizado para avaliar se a ocorrência de osteossarcoma foi dependente da dose e duração do tratamento. O nível sem efeito observado (NOEL) foi identificado e é equivalente a 3 vezes a exposição humana a uma dose de 20 mcg, baseada na comparação da Área sob a Curva (AUC). A relevância desses achados para os humanos é incerta.

Em estudo de longo prazo em macacos e macacas maduras do ponto de vista esquelético foram tratados por 18 meses com teriparatida diária, em exposições de aproximadamente 6 vezes maior do que observados em humanos e então foram observados por um período adicional de 3 anos.

Não foram detectados tumores ósseos.

Aumento do risco de osteossarcoma não foi observado em pacientes tratados com teriparatida em estudos observacionais. A ocorrência de osteossarcoma não foi observada nos estudos clínicos com teriparatida.

Até que mais dados clínicos estejam disponíveis, a duração do tratamento recomendada de 24 meses, não deve ser ultrapassada.

Mutagênese A teriparatida não foi genotóxica em quaisquer dos seguintes sistemas de teste: teste de Ames para mutagênese bacteriana com e sem ativação metabólica, teste de linfoma de camundongo para mutação de células de mamíferos, teste de aberração cromossômica em células de ovário de hamster chinês e teste de micronúcleos in vivo em camundongos.

Danos à fertilidade A teriparatida não teve efeitos sobre a fertilidade de ratos machos ou fêmeas em doses subcutâneas de até 300 mcg/Kg.

Estudos em coelhos demonstraram toxicidade reprodutiva (vide Item 3. Características Farmacológicas, Dados pré- clínicos de segurança). O efeito da teriparatida no desenvolvimento do feto não foi estudado. O risco potencial para o ser humano é desconhecido.

Gravidez Categoria C - A teriparatida não produziu efeitos teratogênicos em fêmeas de ratos, camundongos ou coelhos. O efeito do tratamento com teriparatida sobre o desenvolvimento do feto humano não foi estudado. Teriparatida não deve ser administrada em mulheres grávidas.

As mulheres em risco de engravidar deverão utilizar um método contraceptivo eficaz durante a utilização de teriparatida. Se ocorrer gravidez, a teriparatida deve ser interrompida Lactantes A teriparatida é contraindicada em mulheres que estejam amamentando, pois não houve estudos clínicos para determinar se a teriparatida é secretada no leite mate rno.

Uso pediátrico e adolescentes A segurança e eficácia da teriparatida em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos não foi estabelecida. A teriparatida não deve ser administrada em pacientes pediátricos ou adolescentes (menores do que 18 anos) com epífase aberta.

A experiencia em população jovem, incluindo mulheres na pré menopausa, é limitada. O tratamento apenas deve ser iniciado se os benefícios forem claramente superiores aos riscos.

Uso geriátrico Dos pacientes recebendo teriparatida no estudo clínico de tratamento da osteoporose de 1.637 mulheres na pós- menopausa, 75% tinham 65 anos ou mais e 23% tinham 75 anos ou mais. A segurança e eficácia da teriparatida foram similares independente da idade.

Dos pacientes recebendo teriparatida no estudo clínico do tratamento da osteoporose de 437 homens, 39% tinham 65 anos ou mais e 13% tinham 75 anos ou mais. A segurança e eficácia da teriparatida foram similares independente da idade.

Alguns pacientes podem sentir tontura após a administração de teriparatida. Caso o paciente sinta este sintoma, ele não deve dirigir ou operar máquinas até que se sinta melhor.

Rastreabilidade A fim de melhorar a rastreabilidade dos medicamentos biológicos, o nome e o número do lote de cada refil administrado devem ser registados de forma clara pelo paciente no calendário.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas A teriparatida tem pouca ou nenhuma influência sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas.

Alguns pacientes podem sentir hipotensão ortostática transitória ou tontura após a administração da teriparatida. Caso o paciente sinta estes sintomas, ele não deve dirigir ou operar máquinas até que se sinta melhor.

Teor de sódio Terrosa ®contém menos do que 1 mmol (23 mg) de sódio por dose, ou seja, é praticamente isento de sódio.

6 INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Não foram identificadas interações medicamentosas clinicamente significantes em estudos farmacodinâmicos agudos realizados entre teriparatida e os seguintes medicamentos: hidroclorotiazida, furosemida, atenolol e preparações de liberação prolongada de diltiazem, nifedipina, felodipina e nisoldipina.

Num estudo com 15 indivíduos saudáveis aos quais foi administrada digoxina diariamente até ao estado estacionário, uma dose única de teriparatida não alterou o efeito cardíaco da digoxina. No entanto, relatos de casos esporádicos sugeriram que a hipercalcemia pode predispor os pacientes à ãtoxicidade digitálica. Como a teriparatida aumenta transitoriamente o cálcio sérico, deve ser usada com cautela em pacientes que fazem uso de digitálicos.

A coadministração de raloxifeno ou terapia de reposição hormonal com teriparatida não alterou os efeitos sobre o cálcio sérico ou urinário ou sobre os eventos adversos.

Terrosa ® pode ser administrado com alimento.

Não foram conduzidos estudos para avaliar a interação de teriparatida com plantas medicinais, álcool, nicotina e exames não laboratoriais.

7 CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO Terrosa ®deve ser armazenado sob refrigeração (2 a 8ºC). Após a inserção do refil na caneta, o conjunto caneta -refil deve ser colocado no refrigerador imediatamente após a utilização.

Durante o período de uso, o tempo de exposição à temperatura ambiente deve ser minimizado e a dose deve ser administrada imediatamente após a retirada de Terrosa ®do refrigerador. Não congelar. Não usar Terrosa ® se tiver sido congelado. Antes de inserir na caneta, manter o refil dentro da embalagem exterior para proteger da luz.

O prazo de validade do produto é de 24 meses quando mantido sob refrigeração, antes do primeiro uso. Após a primeira injeção, o produto deve ser usado em até 28 dias. Após esse período, o refil deve ser descartado, de acordo com as orientações locais, mesmo se ainda contiver a solução do produto.

Não guardar a caneta aplicadora com a agulha colocada. Não remover o refil da caneta após a primeira utilização. Na ausência de estudos de compatibilidade, este medicamento não pode ser misturado com outros medicamentos. Quaisquer outras condições de conservação do produto em uso, são da responsabilidade do usuário.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Após aberto, válido por 28 dias.

Terrosa ® é apresentado como uma solução límpida e incolor com um pH de 3,8 - 4,5.

Terrosa ® não deve ser utilizado se a solução estiver turva, com cor ou contiver partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.

8 POSOLOGIA E MODO DE USAR Terrosa ® deve ser administrado como uma injeção subcutânea na coxa ou abdome. A dose recomendada é de 20 mcg uma vez ao dia. Não é recomendado o uso de Terrosa ® por período superior a 2 anos.

Se o produto não for ou não puder ser aplicado no horário habitual, deve-se aplicá-lo assim que possível no mesmo dia. Não administrar mais que uma dose ao dia.

Não estão disponíveis informações sobre a eficácia e segurança da injeção intravenosa ou intramuscular de Terrosa ®.

Para uso da caneta aplicadora, seguir cuidadosamente os passos descritos no “Manual – Instrução de uso” que acompanha o produto.

Ajuste de dose para grupos de risco: não é necessário ajuste de dose baseado na idade. Não foram estudados pacientes com insuficiência hepática (ver Populações especiais em CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS).

Para evitar possíveis transmissões de doenças, cada caneta só pode ser utilizada por um único paciente, mesmo que a agulha seja trocada.

Modo de administração Terrosa ® é fornecido em refil, os refis de Terrosa ® devem ser utilizados exclusivamente com a caneta Terrosa ® Pen e não podem ser utilizados com nenhuma outra caneta. Não são fornecidas agulhas com este medicamento. Na instrução fornecida juntamente com a caneta, há informação sobre as agulhas indicadas como sendo compatíveis com a caneta aplicadora.

Para o início do tratamento, deve ser usada a apresentação contendo o refil e caneta de Terrosa ®. Os pacientes devem ser treinados para usar as técnicas de injeção adequadas. Uma instrução de uso (Manual – Instrução de Uso) que acompanha a caneta aplicadora também está disponível para instruir os pacientes sobre o uso correto da mesma.

Cada refil e caneta devem ser utilizados por um único paciente. Para cada injeção é necessário uma agulha nova, estéril.

A data da primeira injeção também deve ser escrita no cartucho de Terrosa (ver o espaço reservado na embalagem: (Data do iníc io do tratamento:).

Deve sempre verificar o prazo de validade indicado no rótulo do refil antes de o inserir na caneta aplicadora Terrosa ®. Para evitar erros de medicação, certifique-se de que a data ao começar a usar um novo refil é de pelo menos 28 dias antes da data de validade.

Antes de usar a caneta aplicadora pela primeira vez, o paciente deve ler e entender as instruções fornecidas sobre o seu manuseio.

Após cada injeção, a caneta deve ser devolvida ao refrigerador. Após o primeiro uso, o refil não deve ser removido da caneta durante os 28 dias de uso.

Terrosa ® não deve ser transferido para uma seringa. Os refis vazios não devem ser recarregados.

Os pacientes devem receber suplementos de cálcio e vitamina D se a ingestão alimentar for inadequada.

A duração total máxima do tratamento com teriparatida deve ser de 24 meses (vide Item 5 “Advertências e Precauções”). O tratame nto com teriparatida de 24 meses não deve ser repetido ao longo da vida do paciente.

Após a interrupção da terapia com teriparatida, os pacientes podem continuar com outras terapias para a osteoporose.

9 REAÇÕES ADVERSAS Resumo do perfil de segurança As reações adversas mais frequentemente notificadas em doentes tratados com teriparatida são náuseas, dores nos membros, cefaleias e tonturas.

Tabela resumo das reações adversas Dos pacientes em estudos clínicos com teriparatida, 82,8% dos pacientes aos quais foi administrada teriparatida e 84,5% dos pacientes com placebo, notificaram, pelo menos, um evento adverso.

As reações adversas associadas ao uso de teriparatida em estudos clínicos de osteoporose e à exposição pós- comercialização estão resumidas na tabela abaixo.

Foi utilizada a seguinte convenção na classificação das reações adversas: Reação muito comum (≥1/10), Reação comum (≥1/100 a <1/10), Reação incomum (≥1/1.000 a <1/100),e Reação rara (≥1/10.000 a <1/1.000).

Tabela 4: Reações adversas associadas ao uso de teriparatida em ensaios clínicos de osteoporose e exposição pós-comercialização Classes de sistemas de órgãos Muito Comum Comum Incomum Rara Distúrbios do sangue e do sistema linfático Anemia Distúrbios do sistema imunológico Anafilaxia Distúrbios do metabolismo e da nutrição Hipercolesterole mia Hipercalcemia superior a 2,76 mmol/L, Hiperuricemia Hipercalcem ia superior a 3,25 mmol/L Distúrbios psiquiátricos Depressão Distúrbios do sistema nervoso Tonturas, cefaleias, dor ciática, síncope Distúrbios do ouvido e do labirinto Vertigens Cardiopatias Palpitações Taquicardia Vasculopatias Hipotensão Doenças respiratória s, torácicas e do mediastino Dispneia Enfisema Distúrbios gastrointestinais Náuseas, vômitos, hérnia do hiato, refluxo gastro -esofágico Hemorroidas Distúrbios dos tecidos cutâneos e subcutâneos Aumento da sudorese Distúrbios musculosqueléti c os e dos tecidos conjuntivos Dor nos membros Cãimbras, Espasmos musculares, tanto nas pernas como na região dorso-lombar* Mialgia, artralgia, cãimbras lombares/ dor* Espasmos musculares graves na região dorso-lombar Distúrbios renais e urinários Incontinência urinária, poliúria, necessidade urgente de urinar, nefrolitíase Insuficiência / comprometi mento renal Distúrbios gerais e alterações no local de administração Fadiga, dor torácica, astenia, reações ligeiras e transitórias nos locais da injeção, incluindo dor, edema, eritema, equimose localizada, prurido e hemorragia menor no local da injeção Eritema no local da injeção, reação no local da injeção Possíveis acontecimen tos alérgicos logo após a injeção: dispneia aguda, edema oro-facial, urticária generalizada , dor no peito, edema (principalmente periférico).

Investigações Aumento de peso, sopro cardíaco, aumento da fosfatase alcalina

  • Casos graves de cãimbras nas costas ou dor foram relatados minutos após a injeção, sometimes just after the first dose.

Descrição de reações adversas selecionadas Foram notificadas as seguintes reações em estudos clínicos, com uma diferença de frequência ≥ 1% relativamente ao placebo: vertigens, náuseas, dor nos membros, tonturas, depressão, dispneia.

A teriparatida aumenta as concentrações séricas do ácido úrico. Em estudos clínicos, 2,8% dos pacientes tratados com teriparatida tinham concentrações de ácido úrico no sangue acima do limite superior do normal comparado com 0,7% dos pacientes tratados com placebo. Contudo, a hiperuricemia não provocou um aumento de gota, de artralgias ou de urolitíase.

Num estudo clínico de grandes dimensões, foram detectados anticorpos que tiveram reação cruzada com teriparatida em 2,8% das mulheres que administraram o medicamento. De modo geral, os anticorpos foram inicialmente detectados após 12 meses do tratamento e diminuíram após a suspensão do tratamento. Não houve evidência de reações de hipersensibilidade, reações alérgicas, efeitos no cálcio sérico ou efeitos na r esposta da densidade mineral óssea (DMO).

Comparabilidade de Terrosa ® com Forteo ® Nos ensaios clínicos com Terrosa ®, 54 mulheres saudáveis na pré-menopausa e 125 pacientes com osteoporose com elevado risco de fratura, um total de 179 indivíduos foram expostos a Terrosa ® .

A análise de segurança destes dois estudos não indicou quaisquer diferenças clinicamente significativas na segurança e tolerabilidade. O perfil de segurança para Terrosa ® foi consistente com o observado para Forteo ®.

Imunogenicidade Os dados de imunogenicidade comparativa foram gerados no estudo clínico comparativo de Fase III (Estudo RGB1023O31) de Terrosa ® e Forteo ®. Os níveis de anticorpos anti -teriparatida foram investigados no início do estudo e na semana 52 ou no momento da descontinuação para fornecer dados comparativos sobre o potencial imunogênico de Terrosa ® . Nenhum indivíduo no grupo Terrosa ® e 2 indivíduos (1,6%) no grupo Forteo ® foram positivos para anticorpo anti -teriparatida. O potencial imunogênico de Terrosa ® não excedeu o do produto comparador Forteo ®.

Para obter detalhes do estudo, vide Item 2 “Reações Adversas”).

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificação de Eventos Adversos a Medicamentos - VIGIMED, disponível em http://portal.anvisa.gov.br/vigimed, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

10 SUPERDOSE Sinais e sintomas A teriparatida foi administrada em doses únicas de até 100 mcg e em doses repetidas de até 60 mcg/dia durante 6 semanas.

Os efeitos da sobredosagem que podem ser esperados incluem um atraso no efeito calcêmico e risco de hipotensão ortostática. Náusea, vômito, tontura e dor de cabeça também podem ocorrer.

Experiência de sobredosagem com base em notificações espontâneas pós-comercialização Em notificações espontâneas pós-comercialização, houve casos de erro de medicação em que todo o conteúdo (até 800 mcg) de um refil de teriparatida foi administrado como dose única.

Os eventos transitórios relatados incluíram náusea, fraqueza/letargia e hipotensão. Em alguns casos, nenhum evento adverso ocorreu como resultado da sobredosagem. Não foram relatadas mortes associadas à sobredosagem.

Tratamento da superdose Não existe antídoto específico para a teriparatida. O tratamento da suspeita de superdose deve incluir a interrupção transitória da teriparatida, monitoramento do cálcio sérico e implementação de medidas de suporte adequadas, como hidratação.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro: 1.9129.0004 Produzido por:

Gedeon Richter Plc – Debrecen - Hungria Importado e Registrado por:

Gedeon Richter do Brasil Importadora, Exportadora e Distribuidora S.A.

Avenida Guido Caloi, 1.935 – Bloco A- 1° andar – Jardim São Luís - São Paulo - SP

Cnpj 12.134.906/0002-69

SAC Serviço de Atendimento ao Consumidor 0800-941-3235

VENDA SOB PRESCRIÇÃO Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 21/11/2024.

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COMPARADOR · CMED 10/2026

Nomes comerciais, genéricos e preço máximo

ForteoEli Lilly do Brasil Ltda · Reg. 1.1260.0079
BIOLÓGICO a partir de R$ 4.199,28
TerrosaGedeon Richter do Brasil Importadora, Exportadora e Distribuido · Reg. 1.9129.0004
BIOLÓGICO a partir de R$ 705,19
ForzyApsen Farmaceutica S/A · Reg. 1.0118.0680
BIOLÓGICO a partir de R$ 4.199,28
SondelbayAccord Farmacêutica Ltda · Reg. 1.5537.0135
BIOLÓGICO a partir de R$ 1.568,06
APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo ao consumidor

Preço máximo permitido pela CMED, MG (ICMS 18%). A farmácia pode cobrar menos, nunca mais.

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MedicamentoApresentaçãoTarjaPreço máx.
TerrosaGedeon Richter do Brasil Importadora, Exportadora e Distribuidora S.A.250 MCG/ML SOL INJ CT 1 CAR VD TRANS X 2,4 ML + 1 CAN APLICTarja vermelhaR$ 705,19
TerrosaGedeon Richter do Brasil Importadora, Exportadora e Distribuidora S.A.250 MCG/ML SOL INJ CT 1 CAR VD TRANS X 2,4 MLTarja vermelhaR$ 705,19
SondelbayAccord Farmacêutica Ltda250 MCG/ML SOL INJ CT CAR VD TRANS X 2,4 ML X CAN APLIC PLASTarja vermelhaR$ 1.568,06
TerrosaGedeon Richter do Brasil Importadora, Exportadora e Distribuidora S.A.250 MCG/ML SOL INJ CT 3 CAR VD TRANS X 2,4 MLTarja vermelhaR$ 2.115,55
ForzyApsen Farmaceutica S/A250 MCG/ ML SOL INJ CT CARP VD INC X 3 ML SIST APLIC PLASTarja vermelhaR$ 4.199,28
ForzyApsen Farmaceutica S/A250 MCG/ ML SOL INJ CT CARP VD INC X 3 MLTarja vermelhaR$ 4.199,28
ForteoEli Lilly do Brasil Ltda250 MCG /ML SOL INJ CT CARP VD INC X 2,4 ML X SIST APLIC PLASR$ 4.199,28
SondelbayAccord Farmacêutica Ltda250 MCG/ML SOL INJ CT CAR VD TRANS X 2,4 ML X 3 CAN APLIC PLASTarja vermelhaR$ 4.704,20