Bula de Telmisartana + Hidroclorotiazida
Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 13/09/2024 · conferida em 23/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
telmisartana hidroclorotiazida Comprimido 40mg + 12,5mg Comprimido 80mg + 12,5mg Comprimido 80mg + 25mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE telmisartana hidroclorotiazida Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Comprimido 40mg + 12,5mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Comprimido 80mg + 12,5mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Comprimido 80mg + 25mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada comprimido de 40mg + 12,5mg contém: telmisartana ...................................... ................................................... ..................................... 40mg hidroclorotiazida ................................. ................................................... ............................... 12,5mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... .......................1comprimido Excipientes: manitol, hidróxido de sódio, meglumina , povidona, estearilfumarato de sódio, lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxi do de ferro vermelho e estearato de magnésio.
Cada comprimido de 80mg + 12,5mg contém: telmisartana ...................................... ................................................... ..................................... 80mg hidroclorotiazida ................................. ................................................... ............................... 12,5mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... .......................1comprimido Excipientes: manitol, hidróxido de sódio, meglumina , povidona, estearilfumarato de sódio, lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxi do de ferro vermelho e estearato de magnésio.
Cada comprimido de 80mg + 25mg contém: telmisartana ...................................... ................................................... ..................................... 80mg hidroclorotiazida ................................. ................................................... .................................. 25mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... .......................1comprimido Excipientes: manitol, hidróxido de sódio, meglumina , povidona, estearilfumarato de sódio, lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxi do de ferro amarelo e estearato de magnésio.
Para que este medicamento é indicado?
A telmisartana + hidroclorotiazida é indicado para o tratamento da hipertensão arterial (pressão alta) em pacientes que não tiveram boa resposta com apenas uma das substâncias isoladas.
Como este medicamento funciona?
A telmisartana atua impedindo a ação da angiotensin a II, substância presente no organismo que provoca aumento da pressão arterial, acarretando de ssa forma a sua redução. A hidroclorotiazida provoca aumento da diurese (do volume de urina), re duzindo ainda mais a pressão arterial. O início do efeito diurético da hidroclorotiazida oco rre em 2 horas.
A telmisartana + hidroclorotiazida, administrado um a vez ao dia, na faixa de doses terapêuticas, promove redução efetiva e gradativa na pressão arte rial.
Quando não devo usar este medicamento?
Você não deve usar a telmisartana + hidroclorotiazi da se: tiver alergia às substâncias ativas ou aos demais componentes da fórmula; se tiver condiçã o hereditária rara que possa ser incompatível com algum componente da fórmula; tiver alergia a algum composto derivado de sulfonamida (como a hidroclorotiazida), estiver grá vida, estiver amamentando, apresentar obstrução ou mau funcionamento das vias biliares (c anais que conduzem a bile); tiver problema grave de funcionamento do fígado, coma hepático, pr é-coma hepático; tiver problema grave de funcionamento dos rins (taxa de filtração glomerula r < 30mL/min ou creatinina sérica > 1,8mg/100mL), anúria (sem diurese) ou glomerulonefr ite aguda (inflamação da parte dos rins responsável pela filtração da urina); tiver níveis de potássio ou de sódio no sangue muito baixos que não melhoram com o tratamento; tiver excesso de cálcio no sangue; hipovolemia (diminuição do volume de sangue) ; hiperuricemia si ntomática/gota (aumento do ácido úrico); tiver intolerância à frutose (contém sorbitol), se estiver usando o medicamento alisquireno e concomitantemente tiver diabetes mellitus ou proble mas nos rins (taxa de filtração glomerular < 60mL/min/1,73m 2), tiver problemas de intolerância a galactose, def iciência total de lactase ou má absorção de glicose galactose (contém lactose).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Advertências e Precauções Desidratação: se tiver desidratação como consequência do uso de t erapia diurética vigorosa, dieta com restrição de sódio (sal), diarreia ou vôm itos, poderá ocorrer queda da pressão, especialmente após a primeira dose de telmisartana + hidroclorotiazida. Nesse caso, recomenda-se que estas condições sejam resolvidas antes de co meçar o tratamento com telmisartana + hidroclorotiazida. Casos isolados de diminuição do sódio no sangue (hiponatremia) acompanhada por sintomas neurológicos (náusea, desorientação pr ogressiva, perda de interesse, entusiasmo ou indiferença pelo cotidiano) foram observadas com o uso de hidroclorotiazida.
Alterações do funcionamento do fígado: a telmisartana + hidroclorotiazida deve ser administrada com precaução se você tiver funcioname nto alterado do fígado ou doença hepática em progressão, uma vez que pequenas alterações do e quilíbrio de líquidos e eletrólitos podem precipitar coma hepático. Não há experiência clínic a com a telmisartana + hidroclorotiazida em pacientes com funcionamento alterado do fígado.
Alterações do funcionamento dos rins: se a sua pressão alta for causada por um estreitam ento das artérias que levam sangue para os rins, há um r isco aumentado de grave queda da pressão. Se tiver insuficiência renal leve à moderada (mau func ionamento dos rins leve a moderado), a telmisartana + hidroclorotiazida poderá ser utiliza da, mas recomenda-se que seu médico o monitore periodicamente. Com o mau funcionamento do s rins, poderá ocorrer azotemia (aumento de ureia e creatinina no sangue).
Se você passou recentemente por um transplante rena l, não deve usar telmisartana + hidroclorotiazida.
Problemas endocrinológicos: não é recomendado o uso da telmisartana + hidroclo rotiazida em pacientes com excesso do hormônio aldosterona no sa ngue devido a problemas da glândula suprarrenal (hiperaldosteronismo primário), pois ge ralmente esses pacientes não respondem ao tratamento com medicamentos da classe da telmisarta na + hidroclorotiazida.
Problemas cardiológicos: se apresentar estenose (estreitamento) da válvula aórtica ou da válvula mitral, ou cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva ( doenças das válvulas ou do músculo do coração que levam a obstrução do fluxo de sangue através da s cavidades cardíacas), deve-se ter precaução especial ao usar a telmisartana + hidroclorotiazida , assim como outros medicamentos vasodilatadores.
Desequilíbrio eletrolítico: deve-se realizar a monitoração periódica dos nívei s de eletrólitos no sangue (sódio, potássio, magnésio e fósforo, por ex emplo) em intervalos regulares. O uso de hidroclorotiazida pode causar desequilíbrio dos nív eis de eletrólitos e de líquidos no sangue. Os sintomas da falta dessas substâncias incluem boca s eca, sede, fraqueza, sensação de corpo pesado e indisposição, sonolência, inquietação, dores ou c âimbras musculares, fadiga muscular, queda da pressão, diminuição da quantidade de urina, taquica rdia e alterações digestivas como enjoos e vômitos.
Diabetes mellitus: sempre informe ao seu médico se você tem diabetes, pois ele precisará avaliar os vasos do seu coração (coronárias) antes de inici ar o tratamento com a telmisartana + hidroclorotiazida. É importante que problemas cardi ovasculares (doença arterial coronária) sejam diagnosticados e tratados, mesmo quando você não ti ver nenhuma queixa ou sintoma, pois sem o diagnóstico e tratamento, o risco de sofrer um infa rto ou morte inesperada pode aumentar. Com uso da telmisartana + hidroclorotiazida poderá ser necessário ajustar seus medicamentos para controle do diabetes. Além disto, se você tem diabe tes latente (a doença já existe, mas ainda não se manifestou), o uso de diuréticos como a hidroclo rotiazida pode levar à manifestação da doença.
Pode ocorrer aumento dos níveis de colesterol e tri glicerídeos (gordura no sangue) com o uso de hidroclorotiazida, porém foram relatados poucos efe itos com a dose de 12,5mg presente em telmisartana + hidroclorotiazida. Também pode ocorr er aumento do ácido úrico no sangue e desencadeamento de crises de gota (dor e inflamação da articulação por excesso de ácido úrico).
Manitol: a dose diária máxima de telmisartana + hidroclorit iazida contém 170,34mg de manitol na concentração 40mg/12,5mg e 340,68mg nas concentr ações de 80mg/12,5mg e 80mg/25mg. Se tiver intolerância à frutose, não deverá tomar telm isartana + hidrocloritiazida.
Lactose: a dose diária máxima de telmisartana + hidroclorot iazida contém 90,36mg de lactose na concentração de 40mg + 12,5mg; 193,22mg na concentr ação 80mg + 12,5mg; e 180,70mg na concentração de 80mg + 25mg. Se tiver intolerância à galactose (por exemplo: galactosemia), não deve tomar telmisartana + hidroclorotiazida.
Atenção: Contém lactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Sódio: cada comprimido telmisartana + hidroclorotiazida 4 0/12,5mg, 80/12,5mg e 80/25mg contém menos de 1mmol de sódio (23mg) e pode ser co nsiderado praticamente livre de sódio.
Doença cardiovascular isquêmica: a diminuição excessiva da pressão arterial pode ca usar infarto do miocárdio ou derrame cerebral em pessoas com problemas de falta de circulação para o coração e o cérebro.
Geral: Se você tem histórico de alergia ou asma, tem maio r probabilidade de ter reações alérgicas à hidroclorotiazida. Foram relatados caso s de sensibilidade anormal à luz do sol (fotossensibilidade) durante o uso de medicamentos como a hidroclorotiazida. Se você tiver essa reação durante o tratamento, o seu médico deve ser informado e a interrupção do tratamento é recomendada. Se o uso do medicamento for essencial, você deve proteger a pele exposta ao sol ou a raios UVA artificiais.
Doenças reumatológicas: a hidroclorotiazida pode levar a uma piora da doen ça reumatológica chamada lúpus eritematoso sistêmico.
Alterações oculares: a hidroclorotiazida pode ocasionar efusão coroidal (sangramento atrás da retina), miopia temporária e aumento da pressão int erna do olho (o risco é maior se você é alérgico a medicamentos como sulfonamidas ou penici lina). Assim, sempre informe seu médico se você sentir diminuição da visão ou dor nos olhos após usar a telmisartana + hidroclorotiazida, pois ele poderá interromper seu tratamento.
Câncer de pele não-melanoma: foi observado um risco aumentado de câncer de pele não-melanoma (que pode ser do tipo carcinoma basocelula r e carcinoma de células escamosas), com o aumento da dose cumulativa de exposição à hidroclor otiazida. Portanto, verifique regularmente sua pele quanto ao aparecimento de qualquer lesão s uspeita e, caso ocorra, informe imediatamente seu médico.
É importante que você tenha exposição limitada ao s ol e aos raios UV e, em caso de exposição, deverá utilizar proteção solar adequada para diminu ir o risco de câncer de pele. Se você já teve anteriormente câncer de pele não-melanoma, o seu mé dico precisa ser informado, pois ele pode decidir não utilizar a hidroclorotiazida.
Toxicidade respiratória aguda: após o uso de hidroclorotiazida, foram relatados c asos graves muito raros de toxicidade respiratória aguda, inclu indo síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). Se houver suspeita de diagnóstico de SDRA, o seu médico deve ser informado para que o uso da telmisartana + hidroclorotiazida seja interrompido e o tratamento adequado seja iniciado. Caso você tenha tido SDRA anteriormente a pós usar hidroclorotiazida, avise seu médico, pois a hidroclorotiazida não poderá ser usa da.
Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas: este medicamento pode prejudicar a habilidade de dirigir ou de trabalhar sem a adequad a proteção. Você deve ter cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas, pois poderá sentir ton tura ou sonolência durante o tratamento. Se você sentir alguns desses sintomas, evite dirigir o u operar máquinas.
Evite levantar-se rapidamente e dirigir veículos e/ ou operar máquinas, principalmente durante todo o tratamento.
Este medicamento pode causar doping.
Gravidez e amamentação: se planeja engravidar, converse com seu médico, po is poderá ser necessário substituir a telmisartana + hidrocloroti azida por outro medicamento. Você só deverá usar a telmisartana + hidroclorotiazida durante a g ravidez se o médico considerar absolutamente necessário. Se engravidar durante o uso da telmisar tana + hidroclorotiazida, interrompa o tratamento e procure seu médico imediatamente. O re cém-nascido precisará ser monitorado de perto para verificar a função dos rins, ossos do cr ânio e a pressão arterial. Estudos demonstraram que o uso da telmisartana no segundo e terceiro tri mestres da gestação pode causar diminuição da função dos rins, redução do líquido amniótico, atra so na formação dos ossos do crânio no feto, bem como falência renal, pressão arterial baixa e a umento do cálcio do sangue do recém-nascido.
Sabe-se que a hidroclorotiazida pode comprometer a troca de sangue entre o feto e a placenta, causando efeitos como icterícia (coloração amarelad a da pele), alteração nos eletrólitos (sais) do sangue e diminuição de plaquetas (células do sangue responsáveis pela coagulação do sangue).
A telmisartana + hidroclorotiazida não deve ser usa da para tratar edema (inchaço) ou pressão sanguínea alta causados pela gravidez, ou para pré- eclâmpsia (transtorno da gravidez caracterizado pelo aumento da pressão arterial, inc haço generalizado e liberação de proteínas na urina), pois pode expor o feto a riscos.
A telmisartana + hidroclorotiazida é contraindicada durante a amamentação, uma vez que não se sabe se a telmisartana é excretada no leite materno em humanos. Estudos em animais mostraram a presença de telmisartana no leite. A hidrocloroti azida (HCT) é excretada no leite humano e pode inibir a lactação (produção de leite).
O uso deste medicamento no período da lactação depe nde da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Este medicamento não deve ser utilizado no primeiro trimestre de gravidez (de 1 a 3 meses).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.
Interações Medicamentosas:
Interações relacionadas à telmisartana Lítio: se você usa lítio (para tratamento de depressão ou outros problemas psiquiátricos), pode ocorrer aumento da concentração de lítio no sangue e aumento do potencial de toxicidade. O uso concomitante de lítio e telmisartana + hidrocloriti azida deve ser monitorado pelo seu médico.
Medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (AI NES): o uso concomitante de medicamentos anti-inflamatórios (ácido salicílico, diclofenaco potássico), sem hidratação adequada, pode aumentar o risco de lesão nos rins, e pode reduzir o efeito diurético da hidroclorotiazida. Você deve se manter adequadament e hidratado e seu médico deve monitorar a sua função renal no início do tratamento.
O efeito de medicamentos anti-hipertensivos, como a telmisartana, pode ser menor durante o tratamento conjunto com medicamentos anti-inflamató rios.
Outros medicamentos Anti-hipertensivos: a telmisartana pode aumentar o efeito de outros medicamentos que diminuem a pressão arterial. O uso de telmisartana não demonstrou interação significativa com varfarina, hidroclorotiazida, gli benclamida, ibuprofeno, paracetamol, sinvastatina e anlodipino.
Digoxina: foi observado um aumento na concentração de digoxi na no sangue quando utilizada em conjunto à telmisartana. O monitoramento do níve l de digoxina no sangue deve ser considerado.
Interações relacionadas à hidroclorotiazida (HCT) Outros medicamentos diuréticos: podem aumentar o efeito anti-hipertensivo da hidroclorotiazida (HCT). O uso conjunto de HCT e di uréticos (por exemplo, furosemida), pode causar aumento na perda de potássio.
Outros medicamentos anti-hipertensivos: medicamentos como guanetidina, metildopa, antagonistas de cálcio, inibidores da ECA (enzima c onversora de angiotensina), BRAs (bloqueadores da renina–angiotensina–aldosterona), IRDs (inibidores da recaptação de dopamina), betabloqueadores, nitratos e vasodilatad ores podem aumentar o efeito da hidroclorotiazida.
Álcool, narcóticos: podem aumentar o efeito anti-hipertensivo da hidro clorotiazida.
Barbitúricos, fenotiazinas e antidepressivos: podem aumentar o efeito anti-hipertensivo da hidroclorotiazida. O uso concomitante de diuréticos que eliminam o sódio e antidepressivos, antipsicóticos ou antiepilépticos podem causar aume nto na perda de sódio.
Salicilatos e anti-inflamatórios não esteroidais (A INEs): salicilatos e outros anti-inflamatórios não esteroidais (por exemplo, indometacina) podem r eduzir o efeito anti-hipertensivo e diurético da hidroclorotiazida (HCT). Em pacientes tomando al tas doses de salicilatos, pode ocorrer aumento do efeito danoso (tóxico) sobre o sistema n ervoso central. Em pacientes com baixo volume de sangue (hipovolemia) durante o tratamento com HCT, a administração concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais pode desencad ear falência dos rins.
Agentes redutores de ácido úrico e amantadina: a hidroclorotiazida pode diminuir o efeito dos agentes redutores de ácido úrico. A coadministração de tiazidas (incluindo hidroclorotiazida) e alopurinol ou amantadina podem aumentar a frequênci a de reações adversas a essas substâncias.
Medicamentos antidiabéticos (agentes orais e insuli na): o efeito da insulina ou antidiabéticos orais pode ser reduzido com o uso simultâneo à hidr oclorotiazida, podendo ser necessário o ajuste de dose dessas medicações. O uso conjunto com metfo rmina pode levar à ocorrência de acidose láctica.
Aminas vasopressoras: a hidroclorotiazida pode reduzir a resposta às ami nas adrenérgicas tais como norepinefrina e epinefrina.
Glicosídeos cardíacos: níveis baixos de cálcio e/ou magnésio desenvolvido s durante a terapia com hidroclorotiazida podem aumentar os efeitos e e ventos adversos dos glicosídeos cardíacos (digoxina).
Medicamentos associados a distúrbios do potássio sé rico: o uso concomitante de hidroclorotiazida, glicocorticoides, hormônio adren ocorticotrófico (ACTH), carbenoxolona, penicilina G, salicilatos, anfotericina B, antiarrí tmicos ou laxantes podem causar aumento na perda de potássio. Medicações como antiarrítmicos, laxantes (como picossulfato de sódio, bisacodil), corticosteroides (como prednisona, hidr ocortisona), anfotericina, penicilina G sódica, ácido salicílico e anti-inflamatórios (como diclofe naco potássico) podem aumentar o efeito da perda de potássio. Já outros diuréticos (por exempl o espironolactona), substitutos do sal contendo potássio, suplementação de potássio e outros medica mentos como a heparina sódica podem aumentar os níveis desta substância. Recomenda-se q ue seu médico faça o monitoramento dos níveis de potássio no sangue.
Agentes citotóxicos: o uso concomitante de diuréticos tiazídicos e agen tes citotóxicos (por exemplo, ciclofosfamida, fluoruracila, metotrexato) pode causar redução na eliminação renal dos agentes citotóxicos. Pode-se esperar o aumento da t oxicidade da medula óssea (especialmente diminuição dos granulócitos – glóbulos brancos para defesa do corpo humano).
Agentes anticolinérgicos: o efeito dos diuréticos tiazídicos, como a hidrocl orotiazida, pode ser aumentado por agentes anticolinérgicos (como atropi na, biperideno), provavelmente devido à diminuição dos movimentos gastrointestinais e na ve locidade de esvaziamento do estômago.
Medicamentos procinéticos: medicamentos procinéticos (como a cisaprida) pode reduzir o efeito da hidroclorotiazida.
Lítio: os diuréticos aumentam os níveis plasmáticos de lí tio, que deve ser monitorado em pacientes em tratamento com hidroclorotiazida e lít io.
Relaxante muscular: o anestesista deve ser informado sobre o tratament o com hidroclorotiazida (HCT), nos casos em que HCT não puder ser descontin uada antes do uso de relaxantes musculares similares ao curare para anestesia.
Resinas de troca iônicas (colestiramina ou colestip ol): o uso conjunto com colestiramina ou colestipol diminui a absorção de hidroclorotiazida.
Vitamina D: o uso concomitante de vitamina D pode reduzir a ex creção de cálcio pela urina e potencializar o aumento de cálcio sérico.
Sais de cálcio: o uso concomitante com sais de cálcio pode levar a o aumento de cálcio no sangue.
Ciclosporina: o uso concomitante de ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações similares à gota.
Diazóxido e betabloqueadores: há um aumento de risco de aumento de glicose (hipe rglicemia) com administração concomitante de hidroclorotiazida e betabloqueadores ou diazóxido.
Corantes -telmisartana + hidroclorotiazida 40mg + 12,5mg e 8 0mg + 12,5mg:
Atenção: Contém o corante óxido de ferro vermelho q ue pode, eventualmente, causar reações alérgicas.
-telmisartana + hidroclorotiazida 80mg + 25mg:
Atenção: Contém o corante óxido de ferro amarelo qu e pode, eventualmente, causar reações alérgicas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c). proteger da
Umidade.
O produto é sensível à umidade, por isso só deve se r retirado da embalagem na hora de tomá-lo.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento:
Comprimido de 40mg + 12,5mg: Coloração branca a quase branca de um lado e verme lha do outro. São comprimidos biconvexos, bicamada, de for mato oblongo, não revestidos, com a inscrição “T1” no lado vermelho e liso do outro lad o. Pode apresentar pequenas manchas no lado vermelho.
Comprimido de 80mg + 12,5mg: Coloração branca a quase branca de um lado e vermel ha do outro. São comprimidos biconvexos, bicamada, de for mato oblongo, não revestidos, com a inscrição “T2” no lado vermelho e liso do outro lad o. Pode apresentar pequenas manchas no lado vermelho.
Comprimido de 80mg + 25mg: Coloração branca a quase branca de um lado e amare la do outro.
São comprimidos biconvexos, bicamada, de formato ob longo, não revestidos, com a inscrição “T2” no lado amarelo e liso do outro lado. Pode apr esentar pequenas manchas no lado amarelo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Como devo usar este medicamento?
A telmisartana + hidroclorotiazida deve ser adminis trada uma vez ao dia na dose prescrita pelo médico, com ou sem alimento.
O médico irá especificar a dose da telmisartana + h idroclorotiazida (40mg/12,5mg, 80mg/12,5mg ou 80mg/25mg) adequada para o seu tratamento, poden do aumentar gradativamente a dose de telmisartana antes de substituí-la por telmisartana + hidroclorotiazida ou fazer a troca direta da monoterapia pelo telmisartana + hidroclorotiazida.
A telmisartana + hidroclorotiazida pode ser adminis trada caso sua pressão arterial não esteja adequadamente controlada com telmisartana ou com hi droclorotiazida ou se sua pressão arterial já estava estabilizada com telmisartana e hidroclor otiazida administradas separadamente.
Quando o médico achar necessário, a telmisartana + hidroclorotiazida pode ser administrada com outra droga anti-hipertensiva.
Em pacientes com hipertensão grave, o tratamento co m telmisartana em doses de até 160mg como monoterapia e em associação com 12,5 a 25mg de hidroclorotiazida, diariamente, foi bem tolerado e eficaz.
O máximo efeito anti-hipertensivo é geralmente obti do após 4 a 8 semanas de tratamento.
Alterações do funcionamento dos rins: Não é necessário que seu médico ajuste a dose, mas recomenda-se monitoração periódica da função renal.
Alterações do funcionamento do fígado: se você tiver disfunção do fígado de leve a modera da, telmisartana + hidrocloritiazida deve ser administr ada com precaução e não se deve exceder a dose de 40mg/12,5mg uma vez ao dia. A telmisartana + hidrocloritiazida é contraindicada em pacientes com insuficiência hepática grave.
Idosos: não é necessário ajuste da dose. Com o aumento da idade (≥ 65 anos), deve-se estar atento à possibilidade de insuficiência renal.
Crianças e adolescentes: ainda não se estabeleceu a segurança e a eficácia da telmisartana + hidroclorotiazida em pacientes menores de 18 anos. O uso de não é recomendado em crianças e adolescentes.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?
Continue tomando as próximas doses regularmente no horário habitual.
Não duplique a dose na próxima tomada.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me caus ar?
Resumo das reações adversas:
Reações muito comuns: ocorrem em mais de 10% dos pa cientes que utilizam este medicamento.
Reações comuns: ocorrem entre 1% e 10% dos paciente s que utilizam este medicamento.
Reações incomuns: ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacie ntes que utilizam este medicamento.
Reações raras: ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacie ntes que utilizam este medicamento.
Reações muito raras: ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes.
Reações com frequências desconhecidas: não foi poss ível calcular a frequência com base nos dados disponíveis.
Reações adversas Frequência Infecções e infestações Sepse (infecção generalizada, incluindo desfecho fa tal
- óbito) 2 Rara 2 Bronquite (inflamação dos brônquios) 1 Rara 1 Faringite (inflamação da parte inferior da garganta ) 1 Rara 1 Sinusite (inflamação dos seios nasais) 1 Rara 1 Infecção do trato respiratório superior 2 Incomum 2 Infecção do trato uri nário 2 Incomum 2 Cistite (infecção urinária localizada na bexiga) 2 Incomum 2 Sialadenite (inflamação da glândula salivar) 3 Desconhecida 3 Neoplasias benignas, malignas e não especificadas (incluindo cistos e pólipos) Carcinoma basocelular 3 Desconhecida 3 Carcinoma de células escamosas do lábio 3 Desconhecida 3 Carcinoma de células escamosas da pele 3 Desconhecida 3 Distúrbios do sangue e do sistema linfático Anemia 2 Incomum 2 Trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas no sangue) 2,3 Rara 2,3 Púrpura trombocitopênica (diminuição do número de plaquetas no sangue com púrpura, que são manchas vermelhas na pele) 3 Rara 3 Eosinofilia (aumento do número de eosinófilos no sangue) 2 Rara 2 Anemia aplástica (diminuição de todos os tipos de células do sangue) 3 Desconhecida 3 Anemia hemolítica (quebra anormal de hemácias nos vasos sanguíneos) 3 Muito rara 3 Mielossupressão (diminuição da atividade da medula óssea (órgão responsável pela produção das células do sangue) 3 Muito rara 3 Leucopenia (redução no número de leucócitos, que sã o células de defesa do sangue) 3 Muito rara 3 Agranulocitose (diminuição dos leucócitos granulócitos – neutrófilos, basófilos e eosinófilos – tipos de células brancas do sangue) 3 Muito rara 3 Neutropenia (diminuição do número de neutrófilos – células brancas do sangue responsáveis pela defesa contra infecções) 3 Desconhecida Distúrbios do sistema Reações anafiláticas (reação alérgica grave) 2,3 Rara 2, desconhecida 3 imunológico Hipersensibilidade (alergia) 2, 3 Rara 2, Muito rara 3 Distúrbios do metabolismo e nutrição Hipocalemia (diminuição do potássio no sangue) 1,3 Incomum 1, Muito comum 3 Hiponatremia (diminuição do sódio no sangue) 1,2,3 Rara 1,2, Comum 3 Hiperuricemia (aumento do ácido úrico n o sangue) 1,3 Rara 1, Comum 3 Hipercalemia (aumento do potássio no sangue) 2 Incomum 2 Hipoglicemia em pacientes diabéticos (diminuição da glicose no sangue) 2 Rara 2 Hipovolemia (diminuição do volume de sangue) 3 Desconhecida Desequilíbrio eletrolítico (alteração dos eletrólit os no sangue – sódio e potássio, por exemplo) 3 Desconhecida Anorexia (perda do apetite) 3 Desconhecida Diminuição do apetite 3 Comum 3 Hiperglicemia (aumento da glicose no sangue) 3 Rara 3 Aumento de lipídios no sangue (aumento de gordura no sangue) 3 Muito comum 3 Hipomagnesemia (diminuição do magnésio no sangue) 3 Comum 3 Hipercalcemia (aumento de cálcio no sangue) 3 Rara 3 Alcalose hipoclorêmica (deficiência ou perda extrem a de cloreto) 3 Muito rara 3 Controle inadequado da diabetes mellitus 3 Rara 3 Distúrbios psiquiátricos Ansiedade 1,2 Incomum 1, Rara 2 Depressão 1,2,3 Rara 1,3, Incomum 2 Inquietação 3 Desconhecida Insonia 1,2 Rara 1, Incomum 2 Distúrbios do sistema nervoso Tontura 1,3 Comum 1, Rara 3 Sincope (desmaio) 1,2 Incomum 1,2 Parestesia (dormência/formigamento) 1,3 Incomum 1, Rara 3 Alterações do sono 1,3 Rara 1,3 Cefaleia (dor de cabeça) 3 Rara 3 Distúrbios da visão Deficiência visual 1,2,3 Rara 1,2,3 Visão turva 1 Rara 1 Glaucoma de ângulo fechado (alteração da pressão intraocular) 3 Desconhecida 3 Efusão coroidal (sangramento atrás da retina) 3 Desconhecida 3 Xantopsia (alteração visual na qual todos os objeto s parecem ter a cor amarela) 3 Desconhecida Miopia aguda 3 Desconhecida Distúrbios do ouvido e labirinto Vertigem (tonturas rotatórias) 1,2 Incomum 1,2 Distúrbios cardíacos Arritmia (alterações do ritmo do coração) 1,3 Incomum 1, Rara 3 Taquicardia (frequência de batimentos cardíacos aumentada) 1,2 Incomum 1, Rara 2 Bradicardia (diminuição dos batimentos do coração) 2 Incomum 2 Distúrbios vasculares Hipotensão (queda da pressão) 1,2 Incomum 1,2 Hipotensão ortostática (queda da pressão ao se levantar) 1,2,3 Incomum 1,2, Comum 3 Vasculite Necrosante 3 Muito rara 3 Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais Dispneia (falta de ar) 1,2 Incomum 1,2 Dificuldade respiratória (falta de ar severa) 1,3 Rara 1 , Muito rara 3 Pneumonia (inflamação dos pulmões) 1,3 Rara 1 , Muito rara 3 Edema pulmonar (aumento de líquidos nos pulmões) 1,3 Rara 1 , Muito rara 3 Síndrome do desconforto respiratório agudo (doença na qual os pulmões não conseguem funcionar adequadamente, impedindo que o corpo receba oxigênio adequadamente, podendo levar à morte) 3 Muito rara 3 Distúrbios gastrintestinais Diarreia 1,2,3 Incomum 1,2, Comum 3 Boca seca 1,2 Incomum 1, Rara 2 Flatulência (gases) 1,2 Incomum 1,2 Dor abdominal 1,2 Rara 1, Incomum 2 Constipação (prisão de ventre) 1,3 Rara 1,3 Dispepsia (dores no estômago) 1,2 Rara 1, Incomum 2 Vômito 1,2,3 Rara 1, Incomum 2, Comum 3 Gastrite 1 Rara 1 Desconforto abdominal 2,3 Rara 2, Rara 3 Pancreatite (inflamação no pâncreas) 3 Muito rara 3 Náusea (enjoo) 3 Comum 3 Distúrbios hepatobiliares Função hepática anormal/ distúrbio do fígado (alterações da função do fígado) 1,2 Maioria dos casos de função hepática anormal/distúrbio do fígado da experiência pós-comercialização com telmisartana ocorreu em pacientes no Japão, que são mais propensos a apresentar estas reações adversas.
Rara 1,2 Icterícia (cor amarelada da pele e no branco dos ol hos causada por problemas no fígado) 3 Rara 3 Colestase 3 Rara 3 Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Angioedema (inchaço do rosto, lábios, língua e garganta, com desfecho fatal – risco de morte) 1,2 Rara 1,2 Eritema (manchas vermelhas na pele) 1,2 Rara 1,2 Prurido (coceira) 1,2 Rara 1, Incomum 2 Rash (manchas na pele) 1,2,3 Rara1, Incomum 2, Comum 3 Hiperidrose (aumento do suor) 1,2 Rara 1, Incomum 2 Urticaria (placas elevadas na pele com ou sem coceira) 1,2,3 Rara 1,2, Comum 3 Eczema (manchas na pele avermelhadas e/ou esbranquiçadas com descamação e coceira) 2 Rara 2 Farmacodermia (lesões avermelhadas na pele causadas por alergia a medicamentos ou por toxicidade do medicamento) 2 Rara 2 Erupção cutânea tóxica (doença grave com alterações na pele) 2 Rara 2 Necrólise epidérmica tóxica (lesões graves na pele com formação de bolhas e necrose) 3 Muito rara 3 Síndrome semelhante ao lúpus 3 Muito rara 3 Lúpus eritematoso cutâneo 3 Muito rara 3 Vasculite cutânea (inflamação dos vasos sanguíneos da pele) 3 Desconhecida 3 Reação de fotossensibilidade (sensibilidade à luz) 3 Rara 3 Eritema multiforme (lesões avermelhadas na pele causadas por reação alérgica ou imunológica geralmente devido a medicamentos) 3 Desconhecida 3 Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conectivo Dor nas costas 1,2 Incomum 1,2 Espasmos musculares (câimbras nas pernas, contração dos músculos) 1,2,3 Incomum 1,2, Desconhecida 3 Mialgia (dor muscular) 1,2 Incomum 1,2 Artralgia (dores nas articulações) 1,2 Rara 1,2 Dor nas extremidades (dor nas pernas) 1,2 Rara 1,2 Artrose (enrijecimento das articulações) 2 Rara Dor no tendão (sintomas similares à tendinite -inflamação nos tendões) 2 Rara 2 Fraqueza 3 Desconhecida Lúpus eritematoso sistêmico (doença reumatológica) 1 Baseado em experiência pós-comercialização Rara 1 Distúrbios renais e urinários Insuficiência renal (incluindo lesão renal aguda) 1,2,3 Incomum 1,2, Desconhecida 3 (insuficiência renal), Incomum 3 (lesão renal aguda) Nefrite intersticial (inflamação nos rins) 3 Desconhecida Disfunção renal 3 Desconhecida Glicosúria (açúcar na urina) 3 Rara 3 Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas Disfunção erétil 1,3 Incomum 1, Comum 3 Distúrbios gerais e condições do local de administração Dor no peito 1,2 Incomum 1,2 Doença similar à gripe 1,2 Rara 1,2 Dor 1 Rara 1 Astenia (fraqueza, cansaço/desânimo) 2,3 Incomum 2,3 Pirexia (febre) 3 Desconhecida 3 Investigações Aumento do ácido úrico no sangue 1,2 Incomum 1, Rara 2 Aumento da creatinina no sangue 1,2 Rara 1, Incomum 2 Aumento das enzimas hepáticas (do fígado) 1,2 Rara 1,2 Aumento da creatina fosfoquinase no sangue (enzima muscular) 1,2 Rara 1,2 Diminuição da hemoglobina 1,2 Rara 1,2 1 Reações adversas da combinação de dose fixa de telm isartana + hidroclorotiazida.
2 Reações adversas da telmisartana como monoterapia n a indicação para hipertensão ou em pacientes com 50 anos ou mais com alto risco de eve ntos cardiovasculares.
3 Reações adversas da hidroclorotiazida como monotera pia.
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Os principais sinais e sintomas de dose excessiva s ão queda da pressão, taquicardia ou bradicardia (aceleração ou diminuição dos batimento s do coração), desidratação devido ao excesso de diurese, além de enjoos e sonolência.
O tratamento deve ser sintomático e de manutenção, dependendo de quando ocorreu a ingestão e da gravidade dos sintomas. Eletrólitos séricos e cr eatinina (exames de sangue) devem ser monitorados frequentemente. Se ocorrer queda de pre ssão, o paciente deve ser colocado deitado de costas e receber reposições de sal e líquido rap idamente.
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-( 8 0 ,0 + 1 2 , 5) mg c o m c t b l a l a l x 30 .
-( 8 0 ,0 + 2 5 , 0) mg c o m c t b l a l a l x 30 .
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
telmisartana hidroclorotiazida Comprimido 40mg + 12,5mg Comprimido 80mg + 12,5mg Comprimido 80mg + 25mg
Modelo de bula com informações técnicas aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE telmisartana hidroclorotiazida Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Comprimido 40mg + 12,5mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Comprimido 80mg + 12,5mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Comprimido 80mg + 25mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada comprimido de 40mg + 12,5mg contém: telmisartana ...................................... ................................................... ..................................... 40mg hidroclorotiazida ................................. ................................................... ............................... 12,5mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... .......................1comprimido Excipientes: manitol, hidróxido de sódio, meglumina , povidona, estearilfumarato de sódio, lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxi do de ferro vermelho e estearato de magnésio.
Cada comprimido de 80mg + 12,5mg contém: telmisartana ...................................... ................................................... ..................................... 80mg hidroclorotiazida ................................. ................................................... ............................... 12,5mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... .......................1comprimido Excipientes: manitol, hidróxido de sódio, meglumina , povidona, estearilfumarato de sódio, lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxi do de ferro vermelho e estearato de magnésio.
Cada comprimido de 80mg + 25mg contém: telmisartana ...................................... ................................................... ..................................... 80mg hidroclorotiazida ................................. ................................................... .................................. 25mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... .......................1comprimido Excipientes: manitol, hidróxido de sódio, meglumina , povidona, estearilfumarato de sódio, lactose monoidratada, celulose microcristalina, óxi do de ferro amarelo e estearato de magnésio.
Indicações
Tratamento da hipertensão arterial em pacientes cuj a pressão arterial não é adequadamente controlada com a telmisartana ou hidroclorotiazida isoladamente.
Resultados de eficácia
Em humanos, uma dose de 80 mg de telmisartana inibi u quase completamente os aumentos de pressão arterial induzidos pela angiotensina II. Es te efeito inibidor mantém-se durante 24 horas e pode ser detectado após 48 horas. telmisartana + hidroclorotiazida (HCT) Os efeitos da terapia combinada telmisartana e HCT foram avaliados em três estudos que incluíram pacientes com hipertensão leve a moderada . Os resultados demonstraram de forma consistente que a associação produziu maiores respo stas na pressão arterial que o uso de cada um dos agentes isolados. Além disso, a eficácia pôde s er alcançada com baixas doses de HCT, minimizando o potencial para eventos adversos, asso ciados aos tiazídicos.
Em um estudo de dose única diária de telmisartana 8 0 mg/HCT 12,5 mg, por 8 semanas, ocorreu redução de ambas, pressão arterial sistólica (PAS) e pressão arterial diastólica (PAD) de modo significativamente maior que com cada um dos compon entes isolados (p < 0,01 vs. cada componente isolado). A telmisartana 40 mg/HCT 12,5 mg também reduziu significativamente a PA comparado com os componentes isolados, mas de fo rma menos intensa2.
Neste estudo de 8 semanas, duplo-cego, de grupos pa ralelos, placebo controlado, com dose fixa, com um desenho fatorial 4x5 (20 diferentes grupos d e tratamento), um total de 818 pacientes receberam: placebo, telmisartana 20, 40, 80 ou 160 mg isolado ou em combinação com HCT 6,25, 12,5 ou 25 mg. A alteração, ajustada, na PAS e PAD para cada grupo de tratamento após 8 semanas de tratamento telmisartana 80 mg/HCT 12,5 m g foi significativamente melhor que os componentes isolados na redução da PAS e da PAD (p< 0,01). Para esta combinação, a redução observada na média das PAS e PAD em posição supina foi de 23,9 e 14,9 mmHg, respectivamente. Em contraste, as alterações observ adas na média das PAS e PAD foram de – 15,4 e –11,5 mmHg, respectivamente, com telmisartan a 80 mg, de -6,9 e -4,6 mmHg, respectivamente, com HCT 12,5 mg e de -2,9 e –3,8 m mHg, respectivamente, com placebo. O tratamento com telmisartana 80 mg/HCT 12,5 mg foi e quivalente para um benefício de 8,5 e 3,4 mmHg na pressão arterial, respectivamente, sobre o uso de telmisartana 80 mg isolado e de 17 e 7,6 mmHg, respectivamente, sobre o uso da HCT 12,5 mg isolada. De modo semelhante, a mais alta taxa de resposta foi alcançada com a combinaçã o telmisartana 80 mg/HCT 12,5 mg com 79% de taxa de resposta da PAD (definida como PAD supin a ≤ 90 mmHg ou uma redução ≥ 10 mmHg, com relação ao basal) e uma taxa de resposta de 85% da PAS (definida como uma redução ≥ 10 mmHg em relação ao basal). Para os pacientes re cebendo placebo a taxa de resposta da PAD e da PAS foi de 29% para ambas2. Além disso, a alta taxa vale-pico confirmou que o efeito anti-hipertensivo da terapia combinada foi m antida ao longo das 24 horas do intervalo de dose. Desta forma, a terapia combinada telmisartana /HCT pôde proporcionar proteção contra a elevação da PA matinal, quando a incidência de even tos cardiovasculares é maior. A combinação telmisartana 40 mg/HCT 12,5 mg foi significativamen te melhor que cada um desses componentes isolados na redução da média da PAS (p < 0,01 para cada comparação, exceto vs. telmisartana 40 mg para PAD). Com a terapia combinada, a redução ob servada da média das PAS e PAD supinas foram de 18,8 e 12,6 mmHg, respectivamente. Isto se comparou com um benefício de 6,6 e 1,9 mmHg na pressão arterial, respectivamente, sobre a telmisartana 40 mg (em monoterapia) e 11,9 e 5,3 mmHg, respectivamente sobre a HCT 12,5 mg iso lada. A magnitude desta resposta foi menos intensa que a resposta da combinação telmisar tana 80 mg/HCT 12,5 mg. Todos os regimes de tratamento foram bem tolerados e a adição da tel misartana à HCT tendeu a melhorar as reduções relacionadas com a dose, no potássio séric o, o que está associado com a HCT em monoterapia2.
Prevenção de mortalidade e lesão cardiovascular O estudo ONTARGET1 comparou os efeitos da telmisart ana, ramipril e da combinação de telmisartana e ramipril sobre os desfechos cardiova sculares em 25.620 pacientes com idade igual ou superior a 55 anos, com história de doença arter ial coronariana, acidente vascular cerebral, doença vascular periférica ou diabetes mellitus ass ociada à evidências de danos a órgãos-alvo (por exemplo, retinopatia, hipertrofia ventricular esquerda, macro ou microalbuminúria), que representam uma grande parte dos pacientes com alto risco cardiovascular.
Os pacientes foram randomizados para um dos três se guintes grupos de tratamento: telmisartana 80 mg (n = 8.542), ramipril 10 mg (n = 8.576), ou c ombinação de telmisartana 80 mg e ramipril 10 mg (n = 8.502), seguidos de um tempo médio de ob servação de 4,5 anos. A população estudada era 73% masculina, 74% caucasiana, 14% asi ática e 43% tinham idade igual ou superior a 65 anos. Cerca de 83% dos pacientes randomizados apresentavam hipertensão: 69% tinham história de hipertensão na randomização e mais 14% tinham leituras reais de pressão arterial acima de 140/90 mmHg. No início, 38% do total de pa cientes tinham história médica de diabetes e mais 3% apresentavam glicemia de jejum elevada. A terapia de base incluía ácido acetilsalicílico (76%), estatinas (62%), betabloque adores (57%), bloqueadores dos canais de cálcio (34%), nitratos (29%) e diuréticos (28%).
O desfecho primário foi uma composição de morte car diovascular, infarto não-fatal do miocárdio, acidente vascular cerebral não-fatal ou hospitalização por insuficiência cardíaca congestiva.
A adesão ao tratamento foi melhor para telmisartana do que para ramipril ou para a combinação de telmisartana e ramipril, embora a população do e studo tenha sido pré-selecionada para tolerância ao tratamento com um inibidor da enzima conversora de angiotensina (ECA). A análise dos eventos adversos que levaram à desconti nuação permanente do tratamento e dos eventos adversos graves mostrou que tosse e angioed ema foram menos frequentemente relatados em pacientes tratados com telmisartana do que com r amipril, enquanto que hipotensão foi mais frequentemente relatada com telmisartana.
A telmisartana teve eficácia similar ao ramipril na redução do desfecho primário, com ocorrências similares nos braços com telmisartana ( 16,7%), ramipril (16,5%) e com a combinação de telmisartana e ramipril (16,3%). A ra zão de risco (HR) para telmisartana vs. ramipril foi de 1,01 [IC 97,5% 0,93-1,10, p (não-in ferioridade) = 0,0019]. Verificou-se que o efeito do tratamento persiste após correções para d iferenças na pressão arterial sistólica no basal e ao longo do tempo. Não houve diferença nos resultad os do desfecho primário com base na idade, sexo, raça, terapia basal ou doença subjacente.
A telmisartana mostrou-se também similarmente efica z ao ramipril em vários desfechos secundários pré-especificados, incluindo uma compos ição de morte cardiovascular, infarto não-fatal do miocárdio e acidente vascular cerebral não -fatal, desfecho primário no estudo de referência HOPE, que havia investigado o efeito do ramipril vs. placebo3. A razão de risco (HR) da telmisartana vs. ramipril para este desfecho no ONTARGET foi de 0,99 [IC 97,5% 0,90-1,08, p (não-inferioridade) = 0.0004].
A combinação de telmisartana e ramipril não acresce ntou benefício sobre a monoterapia com ramipril ou telmisartana. Além disso, houve uma inc idência significativamente maior de hipercalemia, insuficiência renal, hipotensão e sín cope no grupo da combinação.1 Portanto, o uso da combinação de telmisartana e ramipril não é reco mendado nesta população.
Estudos epidemiológicos demonstraram que o tratamen to a longo prazo com hidroclorotiazida reduz o risco de mortalidade e morbidade cardiovasc ulares.4 Referências bibliográficas:
1. Yusuf S, Svaerd R, Rohr K, Hoesl C, Schumacher H . ONgoing Telmisartan Alone and in Combination with Ramipril Global Endpoint Trial (ON TARGET).
2. Mcgill JB, Reilly PA. Telmisartan plus hydrochlo rothiazide versus telmisartan or hydrochlorothiazide monotherapy in patients with mi ld to moderate hypertension: a multicenter, randomized, double-blind, placebo-controlled, paral lel-group trial. Clin Ther. 2001; 23(6):833-50.
3. Yusuf S, Sleight P, Pogue J, Bosch J, Davies R, Dagenais G, et al. Effects of an angiotensin-converting-enzyme inhibitor, ramipril, on cardiovas cular events in high-risk patients.N Engl J Med 2000;342(3):145-53.
4. Chen P, Chaugai S, Zhao F, Wang DW. Cardioprotec tive Effect of Thiazide-Like Diuretics: A Meta-Analysis. Am J Hypertens. 2015; 28(12):1453-63 .
Características farmacológicas
Modo de ação A telmisartana+hidroclorotiazidaé uma combinação de um BRA (bloqueador do receptor de angiotensina II - telmisartana) e um diurético tiaz ídico (hidroclorotiazida). A combinação desses princípios ativos exerce um efeito anti-hipertensiv o adicional reduzindo a pressão sanguínea para um melhor nível do que o obtido com cada componente isolado.
A telmisartana+hidroclorotiazida, administrado uma vez ao dia, na faixa de doses terapêuticas, promove redução efetiva e gradativa na pressão arte rial. telmisartana: é um bloqueador específico dos receptores da angio tensina II (tipo AT1), eficaz por via oral. A telmisartana desloca, com afinidade muito elevada, a angiotensina II de seus sítios de ligação no receptor AT1, o qual é responsável pe las ações conhecidas da angiotensina II. A telmisartana não apresenta qualquer atividade agoni sta parcial no receptor AT1 e liga-se seletivamente a esses receptores. Esta ligação é de longa duração.
A telmisartana não apresenta afinidade por outros r eceptores, incluindo o AT2 e outros receptores AT menos caracterizados. A função destes receptores não é conhecida, nem os efeitos da possível superestimulação pela angiotensina II, cujos níveis são aumentados pela telmisartana. Os níveis de aldosterona plasmática são diminuídos pela telmi sartana. A telmisartana não inibe a renina plasmática humana nem bloqueia canais iônicos. A te lmisartana não possui efeito inibitório sobre a ECA (quininase II), que também degrada a bradicin ina. Portanto não se espera uma potencialização de efeitos adversos mediados pela b radicinina. hidroclorotiazida: é um diurético tiazídico. O mecanismo do efeito an ti-hipertensivo dos diuréticos tiazídicos não está totalmente elucidado . A tiazida tem influência sobre os mecanismos tubulares renais de reabsorção de eletrólitos, aume ntando diretamente a excreção de sódio e cloreto em quantidades aproximadamente equivalentes . A ação diurética da hidroclorotiazida reduz o volume plasmático, aumenta a atividade da r enina plasmática, aumenta a secreção de aldosterona, com consequentes aumentos na perda de potássio e bicarbonato através da urina e diminuição de potássio sérico. Supõe-se que através do bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona, a coadministração de telmisartana tend e a reverter a perda de potássio associada a esses diuréticos. Com hidroclorotiazida, o início d a diurese ocorre em 2 horas e o efeito máximo ocorre em cerca de 4 horas, enquanto a ação persist e por aproximadamente 6 a 12 horas; o efeito anti-hipertensivo dura até 24 horas.
São atualmente desconhecidos os efeitos da combinaç ão de doses fixas de telmisartana/HCT na mortalidade e morbidade cardiovascular.
Farmacodinâmica telmisartana: Após a administração da primeira dose de telmisart ana, o início da atividade anti-hipertensiva gradualmente se torna evidente dentro de 3 horas. A redução máxima da pressão arterial é normalmente obtida 4 semanas após o iníc io da terapêutica, mantendo-se durante o tratamento de longa duração.
O efeito anti-hipertensivo permanece constante dura nte 24 horas após a administração, incluindo as últimas 4 horas antes da próxima dose, como foi demonstrado por medições ambulatoriais de pressão arterial. Este fato é confirmado pelas rela ções vale-pico consistentemente acima de 80%, verificadas após doses de 40 e 80 mg de telmisartan a em estudos clínicos controlados com placebo. Há uma aparente tendência para uma relação entre a dose e o tempo de restabelecimento da pressão arterial sistólica (PAS) basal. Com rela ção à pressão arterial diastólica (PAD), os dados de referência são inconsistentes.
Em pacientes hipertensos, a telmisartana reduz a pr essão arterial diastólica e sistólica, sem afetar a frequência cardíaca. A eficácia anti-hipertensiva de telmisartana foi comparada a fármacos representantes de outras classes de anti-hipertensi vos (em estudos clínicos comparando telmisartana com fármaco tais como anlodipino, aten olol, enalapril, hidroclorotiazida, losartana, lisinopril, ramipril e valsartana).
Após a interrupção abrupta da administração de telm isartana, a pressão arterial retorna gradualmente aos valores anteriores ao tratamento, ao fim de vários dias, sem evidências de efeito-rebote.
A incidência de tosse seca foi significativamente m enor em pacientes tratados com telmisartana do que naqueles tratados com inibidores da ECA em e studos clínicos comparando diretamente os dois tratamentos anti-hipertensivos.
Farmacocinética A administração concomitante de hidroclorotiazida e telmisartana não interfere na farmacocinética de cada fármaco.
-telmisartana Absorção O pico de concentração de telmisartana é atingido e m 0,5 a 1,5 horas após administração oral. A biodisponibilidade absoluta de 40 mg e 160 mg de te lmisartana foi de 42% e 58%, respectivamente. A administração concomitante com a limentos reduz levemente a biodisponibilidade de telmisartana com a redução da área sob a curva de concentração plasmática x tempo (AUC) de cerca de 6% com o comprimido de 40 mg e cerca de 19% após a dose de 160 mg. Três horas após a administração, as concentraçõ es plasmáticas são semelhantes, quer a telmisartana seja tomada em jejum, quer com aliment os.
Não é de se esperar que a pequena redução na AUC ca use uma redução na eficácia terapêutica Distribuição Telmisartana liga-se predominantemente às proteínas plasmáticas (> 99,5%), principalmente à albumina e à glicoproteína ácida alfa-1. O volume a parente de distribuição de telmisartana é de cerca de 500 L indicando ligação tecidual adicional .
Biotransformação Após administração intravenosa ou oral de telmisart ana marcada com C14, a maior parte da dose de telmisartana administrada (> 97%) foi eliminada nas fezes via excreção biliar. Encontraram-se somente ínfimas quantidades na urina. A telmisartan a é metabolizada por conjugação para a forma farmacologicamente inativa acilglucuronídeo. O glucuronídeo do composto de origem foi o único metabólito identificado em humanos. Após do se única de telmisartana marcada com C14, o glucuronídeo representa aproximadamente 11% da ra dioatividade medida no plasma. As isoenzimas do citocromo P450 não estão envolvidas n o metabolismo de telmisartana.
Eliminação A depuração plasmática total (CLtot) é alta (aproxi madamente 900ml/min em comparação ao fluxo sanguíneo hepático (cerca de 1500 ml/min). A meia-vida de eliminação terminal foi > 20 horas. Após a administração de telmisartana marcada com C14 por via intravenosa ou oral, a maior parte da dose administrada (>975) foi elimina da nas fezes por excreção biliar. Só foram detectadas quantidades mínimas na urina.
Linearidade A farmacocinética de telmisartana administrada por via oral não é linear na faixa de doses situada entre 20 e 160 mg, apresentando aumentos das concen trações plasmáticas (Cmáx e AUC) maiores que os proporcionais com o aumento das dose s. A telmisartana não se acumula significativamente no plasma após doses repetidas.
-hidroclorotiazida Absorção Após administração oral de a telmisartana+hidroclor otiazida, os picos de concentração de hidroclorotiazida são alcançados em aproximadamente 1,0 a 3,0 horas após a administração.
Baseada na excreção renal acumulativa de hidrocloro tiazida, a biodisponibilidade absoluta foi cerca de 60%.
Distribuição A porcentagem de ligação proteica de hidroclorotiaz ida no plasma é de 64% e seu volume aparente de distribuição é de 0,8 ± 0,3 L/kg.
Biotransformação A hidroclorotiazida não é metabolizada em humanos e é excretada quase totalmente na forma inalterada pela urina.
Eliminação Cerca de 60% da dose oral é eliminada como droga in alterada dentro de 48 horas. A depuração renal é cerca de 250 a 300 mL/min. A meia-vida de e liminação terminal de hidroclorotiazida situa-se entre 10 e 15 horas.
Farmacocinética em populações específicas Diferença entre gêneros: foram observadas diferenças nas concentrações plas máticas de telmisartana de acordo com o gênero, sendo a Cmáx e a AUC aproximadamente 3 e 2 vezes maiores, respectivamente, em mulheres em comparação com homens, sem influência relevante na eficácia. Houve uma tendência, sem relevância clíni ca, das concentrações plasmáticas de hidroclorotiazida serem maiores em mulheres do que em homens.
Pacientes idosos: a farmacocinética de telmisartana não difere entre pacientes mais jovens e idosos.
Insuficiência renal: concentrações plasmáticas mais baixas foram observ adas em pacientes com insuficiência renal em diálise. A telmisartana liga -se fortemente às proteínas plasmáticas em indivíduos com insuficiência renal e não pode ser r emovida por diálise. A meia-vida de eliminação não é alterada em pacientes com insufici ência renal.
Em pacientes com função renal prejudicada, a taxa d e eliminação de hidroclorotiazida é reduzida.
Em um estudo realizado em pacientes com depuração m édia de creatinina de 90 mL/min, a meia-vida de eliminação da hidroclorotiazida aumentou.
Em pacientes funcionalmente anéfricos, a meia-vida de eliminação é de cerca de 34 horas.
Insuficiência hepática: em estudos farmacocinéticos em pacientes com insuf iciência hepática, verificou-se um aumento na biodisponibilidade absol uta de até quase 100%. A meia-vida de eliminação não se alterou em pacientes com insufici ência hepática.
Contraindicações
-Hipersensibilidade às substâncias ativas ou a qual quer excipiente da fórmula;
-Hipersensibilidade a qualquer outra substância der ivada de sulfonamida (hidroclorotiazida é uma substância derivada de sulfonamida);
-Manitol - Cada comprimido de telmisartana + hidroc loritiazida contém 170,34 mg de manitol na concentração 40 mg/12,5 mg e 340,68 mg nas concentr ações de 80 mg/12,5 mg e 80 mg/25 mg.
Manitol é uma fonte de frutose. Pacientes com intol erância hereditária à frutose não devem tomar este medicamento;
-Lactose - Cada comprimido de telmisartana + hidroc loritiazida contém 90,36 mg de lactose monoidratada na concentração de 40 mg/12,5 mg, 193, 22 mg na concentração 80 mg + 12,5 mg; e 180,70 mg na concentração de 80mg + 25 mg. Pacien tes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência total de lact ase ou má absorção de glicose-galactose não devem tomar este medicamento;
-Colestase e distúrbios obstrutivos biliares;
-Comprometimento hepático grave, encefalopatia hepá tica (coma hepático), pré-coma hepático;
-Insuficiência renal grave (depuração de creatinina < 30 mL/min ou creatinina sérica > 1,8 mg/100mL), anúria ou glomerulonefrite aguda;
-Hipopotassemia refratária;
-Hipercalcemia (distúrbios do metabolismo do cálcio );
-Hiponatremia refratária à terapia;
-Hipovolemia;
-Hiperuricemia sintomática/gota;
-Pacientes com condições hereditárias raras que pos sam ser incompatíveis com algum excipiente da fórmula (veja item Advertências e Precauções”);
-Gravidez;
-Segundo e terceiro trimestres de gravidez;
-Lactação;
-Uso concomitante com alisquireno em pacientes com diabetes mellitus ou disfunção renal (taxa de filtração glomerular < 60 mL/min/1,73m 2).
A telmisartana+hidroclorotiazida está classificada na categoria de risco D para gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.
Advertências e precauções
Pacientes com depleção de volume e/ou sódio Pode ocorrer hipotensão sintomática, especialmente após a primeira dose, em pacientes que tem depleção volêmica e/ou sódio depletado por vigorosa terapia diurética, dieta com restrição de sal, diarreia ou vômito. Tais condições, especialmente d epleção volêmica e/ou de sódio, devem ser corrigidas antes do início do tratamento com a telm isartana+hidroclorotiazida.
Casos isolados de hiponatremia acompanhados por sin tomas neurológicos (náusea, desorientação progressiva, apatia) foram observadas com o uso de hidroclorotiazida.
Insuficiência hepática A telmisartana+hidroclorotiazidanão deve ser admini strado a pacientes com colestase, distúrbios biliares obstrutivos ou insuficiência hepática grav e, uma vez que telmisartana é principalmente eliminada pela bile. Pode-se esperar uma menor depu ração hepática de telmisartana nesses pacientes.
A telmisartana+hidroclorotiazidadeve ser administra do com precaução em pacientes com função hepática alterada ou doença hepática progressiva, u ma vez que pequenas alterações nos fluidos e no balanço eletrolítico podem precipitar coma hepát ico. Não há experiência clínica com a telmisartana+hidroclorotiazida em pacientes com ins uficiência hepática.
Hipertensão renovascular Há um risco aumentado de hipotensão grave e insufic iência renal quando pacientes com estenose arterial renal bilateral ou estenose da artéria ren al com um único rim funcionando são tratados com medicamentos que atuam no sistema renina-angiot ensina-aldosterona.
Insuficiência renal e transplante renal A telmisartana+hidroclorotiazidanão pode ser admini strado em pacientes portadores de disfunção renal grave (depuração de creatinina < 30 mL/min) ( veja item Contraindicações).
Não há experiência quanto à administração da telmis artana+hidroclorotiazida em pacientes com insuficiência renal grave ou com um rim transplanta do recentemente.
A experiência do uso da telmisartana+hidroclorotiaz ida em pacientes com insuficiência renal leve a moderada é limitada, portanto recomenda-se a moni toração periódica dos níveis séricos de potássio, creatinina e ácido úrico.
A azotemia (hiperamonemia) associada a diuréticos t iazídicos pode ocorrer em pacientes com função renal alterada. A telmisartana não é removid a do sangue por hemofiltração e não é dialisável.
Duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldos terona Como consequência da inibição do sistema renina-ang iotensina-aldosterona, foram relatadas alterações da função renal (incluindo insuficiência renal aguda) em pacientes suscetíveis, especialmente quando foram combinados medicamentos que afetam esse sistema. Portanto, o duplo bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldos terona [por exemplo, combinando um inibidor da ECA ou o inibidor direto de renina (ali squireno) a um BRA] não é recomendado e deve ser limitado aos casos definidos individualmen te, com estrita monitoração da função renal.
Outras condições de estimulação do sistema renina-a ngiotensina-aldosterona Em pacientes cujo tônus vascular e função renal dep endem predominantemente da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona (por exempl o, pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave ou doença renal subjacente, inclus ive estenose da artéria renal), o tratamento com outros medicamentos que afetam este sistema tem sido associado com hipotensão aguda, hiperazotemia (hiperamonemia), oligúria ou, raramen te, insuficiência renal aguda.
Hiperaldosteronismo primário Pacientes com hiperaldosteronismo primário geralmen te não respondem a medicações anti-hipertensivas que agem inibindo o sistema renina-an giotensina. Portanto, não se recomenda o uso da telmisartana+hidroclorotiazida.
Estenose valvar aórtica e mitral e cardiomiopatia o bstrutiva hipertrófica A exemplo do que ocorre com o uso de outros fármaco s vasodilatadores, recomenda-se precaução especial aos pacientes portadores de este nose aórtica ou mitral ou cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.
Efeitos metabólicos e endócrinos O uso de tiazida pode prejudicar a tolerância à gli cose. Podem ser necessários ajustes de doses de insulina ou agentes hipoglicemiantes orais em pacie ntes diabéticos. Pode ocorrer manifestação da diabetes mellitus latente durante o tratamento com tiazídicos.
O tratamento diurético com tiazídicos foi associado com um aumento nos níveis de colesterol e triglicérides. Contudo, nenhum ou poucos efeitos ad versos foram relatados na dose de 12,5 mg presente na telmisartana+hidroclorotiazida.
Pode ocorrer hiperuricemia ou precipitação de gota em alguns pacientes em tratamento com tiazida.
Desequilíbrio eletrolítico Assim como para qualquer paciente recebendo tratame nto diurético, deve-se realizar a monitoração periódica dos níveis séricos de eletról itos em intervalos adequados.
Os tiazídicos, incluindo hidroclorotiazida, podem c ausar desequilíbrio hidroeletrolítico (hipopotassemia, hiponatremia e alcalose hipoclorêm ica). Os sintomas característicos de desequilíbrio hídrico ou de eletrólitos são boca se ca, sede, fraqueza, letargia, sonolência, inquietação, dores ou câimbras musculares fadiga mu scular, hipotensão, oligúria, taquicardia e distúrbios gastrointestinais como náusea ou vômito.
Embora seja possível desenvolver hipopotassemia com o uso de diuréticos tiazídicos, o tratamento concomitante com telmisartana pode reduz ir a hipopotassemia induzida por diuréticos.
O risco de hipopotassemia é maior em pacientes port adores de cirrose hepática, em pacientes com estimulação da diurese, em pacientes que não ingeri rem a quantidade adequada de eletrólitos e em pacientes que estiverem recebendo tratamento con comitante com corticosteroides ou ACTH.
Por outro lado, pode ocorrer hiperpotassemia devido ao bloqueio dos receptores da angiotensina II (AT1) do componente telmisartana da telmisartana +hidroclorotiazida.
Embora hiperpotassemia clinicamente significativa n ão tenha sido relatada com a telmisartana+hidroclorotiazida, os fatores de risco para o desenvolvimento de hiperpotassemia incluem insuficiência renal e/ou cardíaca e diabete s mellitus. Deve-se administrar com cautela os diuréticos poupadores de potássio, suplementos de p otássio ou substitutos do sal contendo potássio juntamente com a telmisartana+hidrocloroti azida.
Os tiazídicos, incluindo a hidroclorotiazida, podem provocar desequilíbrio eletrolítico (incluindo hipocaliemia, hiponatremia e alcalose hipoclorêmica ). Os sinais de desequilíbrio eletrolítico consistem em xerostomia, sede, astenia, letargia, s onolência, agitação, mialgias ou cãibras, fadiga muscular, hipotensão, oligúria, taquicardia e pertu rbações gastrintestinais tais como náuseas ou vômitos.
As tiazidas podem diminuir a excreção urinária de c álcio e causar uma elevação leve e intermitente do cálcio sérico na ausência de altera ções conhecidas do metabolismo de cálcio.
Hipercalcemia elevada pode evidenciar hiperparatiro idismo oculto. Deve-se interromper o uso de tiazidas antes de realizar testes de função da para tireoide.
Demonstrou-se que as tiazidas aumentam a excreção u rinária de magnésio, o que pode resultar em hipomagnesemia.
Diabetes mellitus Pacientes diabéticos com risco cardiovascular adici onal [por exemplo, diabéticos com Doença Arterial Coronariana (DAC) coexistente] devem passa r por uma adequada avaliação diagnóstica (por exemplo, teste ergométrico de esforço) para de tecção e tratamento adequado da DAC antes do início do tratamento com a telmisartana+hidroclo rotiazida, pois o não diagnóstico da DAC assintomática nestes pacientes pode apresentar maio r risco de infarto do miocárdio fatal e morte de causa cardiovascular inesperada quando tratados com anti-hipertensivos como BRAs ou inibidores da ECA.
Manitol A dose diária máxima de telmisartana + hidrocloriti azida contém 170,34 mg de manitol na concentração 40 mg/12,5 mg e 340,68 mg nas concentr ações de 80 mg/12,5 mg e 80 mg/25 mg.
Se tiver intolerância à frutose, não deverá tomar t elmisartana + hidrocloritiazida.
Lactose A dose diária máxima recomendada de telmisartana + hidroclorotiazida contém 90,36 mg de lactose na concentração de 40 mg + 12,5 mg; 193,22 mg na concentração 80 mg + 12,5 mg; e 180,70 mg na concentração de 80mg + 25 mg. Se tiver intolerância à galactose (por exemplo: galactosemia), não deve tomar telmisartana + hidroc lorotiazida.
Atenção: Contém lactose. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Sódio Cada comprimido telmisartana + hidroclorotiazida 40 /12,5 mg, 80/12,5 mg e 80/25mg contém menos de 1 mmol de sódio (23 mg) e pode ser conside rado praticamente livre de sódio.
Doença cardiovascular isquêmica Como para outros agentes anti-hipertensivos, a redu ção excessiva da pressão arterial em pacientes portadores de cardiopatia isquêmica ou do ença cardiovascular isquêmica pode resultar em infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebr al.
Geral Reações de hipersensibilidade à hidroclorotiazida p odem ocorrer em pacientes com ou sem histórico de alergia ou asma brônquica, mas são mai s prováveis nos pacientes com histórico dessas patologias.
Relatou-se exacerbação ou ativação do Lúpus Eritema toso Sistêmico com o uso de diuréticos tiazídicos. Portanto, deve-se ter cautela especial no tratamento de pacientes que apresentam Lúpus Eritematoso Sistêmico.
Casos de reações de fotossensibilidade foram report ados com o uso diuréticos tiazídicos (veja item Reações Adversas). No caso de ocorrência de re ação de fotossensibilidade durante o tratamento, a sua interrupção é recomendada. Se a r etomada do tratamento for essencial, as áreas expostas ao sol ou a raios UVA artificiais devem se r protegidas.
Efusão coroidal, Miopia aguda e Glaucoma secundário de ângulo fechado A hidroclorotiazida, uma sulfonamida, pode causar r eação idiosincrásica, resultando em efusão coroidal com defeito no campo visual, miopia transi tória aguda e glaucoma agudo de ângulo fechado, cujos sintomas incluem diminuição aguda da acuidade visual ou dor ocular, normalmente dentro de horas a semanas do início do tratamento. Glaucoma agudo de ângulo fechado não tratado pode levar à perda permanente d a visão e o tratamento primário é interromper a hidroclorotiazida o mais rápido possí vel; se a pressão intraocular permanecer descontrolada, tratamentos médicos ou cirúrgicos im ediatos podem ser considerados. Histórico de alergia a sulfonamidas ou penicilina podem ser f atores de risco para o desenvolvimento de glaucoma agudo de ângulo fechado.
Câncer de pele não-melanoma Foi observado um aumento do risco de câncer de pele não-melanoma (CPNM) [carcinoma basocelular (CBC) e carcinoma de células escamosas (CCE)] com o aumento da dose cumulativa de exposição à hidroclorotiazida em dois estudos ep idemiológicos baseados no Registro Nacional de Câncer da Dinamarca (veja item Reações Adversas) . Ações fotossensibilizantes da hidroclorotiazida podem atuar como um possível meca nismo para o CPNM.
Pacientes que tomam hidroclorotiazida devem ser inf ormados sobre o risco de CPNM e aconselhados a verificar regularmente a pele, obser vando o aparecimento de quaisquer lesões e relatar imediatamente quaisquer lesões cutâneas sus peitas.
As possíveis medidas preventivas, tais como exposiç ão limitada ao sol e aos raios UV e, em caso de exposição, a orientação de uso de proteção adequ ada visando minimizar o risco de câncer de pele deverá ser fornecida. As lesões cutâneas suspe itas devem ser prontamente examinadas, incluindo exames histológicos por biópsias. A utili zação de hidroclorotiazida pode também ser reconsiderada em pacientes que já tiveram CPNM ante riormente.
Toxicidade respiratória aguda Casos graves muito raros de toxicidade respiratória aguda, incluindo síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA), foram reportados após a administração de hidroclorotiazida. O edema pulmonar tipicamente se desenvolve após algun s minutos ou horas após a administração de hidroclorotiazida. No início os sintomas incluem dispneia, febre, deterioração pulmonar e hipotensão. Se houver suspeita de diagnóstico de SD RA, o uso da telmisartana+hidroclorotiazida deve ser interrompido e o tratamento apropriado dev e ser seguido. A hidroclorotiazida não deve ser administrada em pacientes que tiveram SDRA ante riormente após a administração de hidroclorotiazida.
Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas Ainda não foram realizados estudos sobre o efeito n a habilidade de dirigir e utilizar máquinas.
Contudo, ao dirigir ou operar máquinas, deve-se lev ar em conta que durante o tratamento anti-hipertensivo podem ocasionalmente ocorrer tontura, síncope ou vertigem. Caso os pacientes apresentem esses eventos adversos, eles devem evita r tais tarefas potencialmente perigosas como dirigir ou operar máquinas.
Informe ao seu paciente que ele deve evitar se leva ntar rapidamente, dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente durante todo o trat amento.
Este medicamento pode causar doping.
Gravidez, Lactação e Fertilidade Gravidez -telmisartana: o tratamento com bloqueadores específicos dos rece ptores da angiotensina II (BRAs) não deve ser iniciado durante a gravidez. Qu ando a gravidez for diagnosticada, o tratamento com BRAs deve ser interrompido imediatam ente e, se conveniente, deve ser iniciada terapia alternativa. O uso de BRAs não é recomendad o durante o primeiro trimestre da gestação e é contraindicado no segundo e terceiro trimestres.
Estudos não-clínicos com telmisartana não indicaram efeito teratogênico, mas em doses tóxicas demonstraram fetotoxicidade e risco ao desenvolvime nto pós natal da prole. Em humanos, sabe-se que a exposição aos BRAs no segundo e terceiro t rimestres da gestação induz fetotoxicidade (diminuição da função renal, oligodrâmnio, retardo da ossificação do crânio) e toxicidade neonatal (falência renal, hipotensão, hipercalemia) .
Pacientes que planejem engravidar devem ter seu tra tamento substituído por outros anti-hipertensivos alternativos, que tenham o perfil de segurança estabelecido para uso durante a gestação, a menos que o tratamento com BRAs seja ab solutamente necessário.
Caso tenha ocorrido exposição aos BRAs a partir do segundo trimestre de gestação, recomenda-se verificar a função renal e o crânio do feto por ultrassom. Bebês cujas mães utilizaram BRAs devem ser monitorados de perto quanto à hipotensão.
-hidroclorotiazida: há experiência limitada com hidroclorotiazida dura nte a gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre; ela atr avessa a placenta e com base no seu mecanismo de ação, o uso durante o segundo e tercei ro trimestres pode comprometer a perfusão feto placentária e causar efeitos fetais e neonatai s, como icterícia, distúrbio eletrolítico e trombocitopenia.
A hidroclorotiazida não deve ser usada para edema e hipertensão gestacional ou pré-eclâmpsia devido ao risco de diminuição do volume plasmático e hipoperfusão placentária, sem efeito benéfico sobre o curso da doença. Também não deve s er usada para hipertensão essencial em gestantes, exceto em situações raras em que nenhum outro tratamento possa ser utilizado.
Lactação A telmisartana+hidroclorotiazidaé contraindicado du rante a amamentação, uma vez que não se sabe se a telmisartana é excretada no leite materno em humanos. Estudos em animais mostraram a excreção de telmisartana no leite. As tiazidas sã o excretadas no leite humano e podem inibir a lactação.
O uso deste medicamento no período da lactação depe nde da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.
Fertilidade Não foram realizados estudos sobre a fertilidade em humanos com a associação em dose fixa ou com os componentes individuais. Não foram observado s efeitos de telmisartana e hidroclorotiazida sobre a fertilidade em fêmeas e m achos durante os estudos pré-clínicos.
Toxicologia Em estudos não-clínicos de segurança realizados com a coadministração de telmisartana e hidroclorotiazida em ratos e cães normotensos, dose s que produziram uma exposição comparável à do intervalo terapêutico clínico não causaram qua isquer achados adicionais que não tenham sido já observados com a administração dessas subst âncias em monoterapia. Não foram observados resultados toxicológicos relevantes para a utilização terapêutica em seres humanos.
Os resultados toxicológicos, também bem conhecidos em estudos não-clínicos com inibidores da enzima de conversão da angiotensina e bloqueadores dos receptores da angiotensina II foram: redução dos parâmetros dos glóbulos vermelhos (erit rócitos, hemoglobina, hematócitos), alterações da hemodinâmica renal (aumento do nitrog ênio ureico no sangue e creatinina), aumento da atividade da renina plasmática, hipertro fia/hiperplasia das células justaglomerulares e lesão da mucosa gástrica.
As lesões gástricas poderiam ser prevenidas/melhora das através da suplementação salina oral e alojamento em grupos de animais. Em cães, foram obs ervadas dilatação e atrofia tubular renal.
Considera-se que esses resultados se devem à ativid ade farmacológica da telmisartana.
A telmisartana não demonstrou evidência de mutageni cidade e atividade clastogênica relevante em estudos in vitro, nem evidência de carcinogenici dade em ratos e camundongos. Estudos com a hidroclorotiazida demonstraram evidência equívoca d e um efeito genotóxico ou carcinogênico em alguns modelos experimentais. No entanto, a vast a experiência humana com a hidroclorotiazida não demonstrou uma associação ent re a sua utilização e o aumento de neoplasias.
Não há evidência clara de potencial teratogênico ou embriotóxico para telmisartana ou hidroclorotiazida administradas isoladamente ou em associação. Contudo, em doses tóxicas, os estudos não-clínicos indicaram algum potencial risc o da telmisartana no desenvolvimento fetal (aumento do número de reabsorções tardias em coelho s) e para o desenvolvimento pós-natal da prole: menor peso corporal, abertura tardia do olho e maior mortalidade.
Corantes -telmisartana + hidroclorotiazida 40mg + 12,5mg e 8 0mg + 12,5mg:
Atenção: Contém o corante óxido de ferro vermelho q ue pode, eventualmente, causar reações alérgicas.
-telmisartana + hidroclorotiazida 80mg + 25mg:
Atenção: Contém o corante óxido de ferro amarelo qu e pode, eventualmente, causar reações alérgicas.
A telmisartana+hidroclorotiazida está classificada na categoria de risco C para o primeiro trimestre de gravidez.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.
Interações medicamentosas
Interações relacionadas à telmisartana Lítio Foram relatados aumentos reversíveis das concentraç ões séricas de lítio e toxicidade durante administração concomitante de lítio com inibidores da ECA, assim como casos de interação com BRAs, incluindo telmisartana. Além disso, as tiazid as reduzem a depuração renal de lítio e, portanto, o risco de toxicidade por lítio pode ser aumentado com o uso da telmisartana + hidrocloritiazida. Lítio e telmisartana + hidroclor itiazida devem ser administrados concomitantemente somente sob supervisão médica. Re comenda-se a monitoração dos níveis séricos de lítio durante o uso concomitante.
Medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (AI NES) Em pacientes com desidratação, o tratamento com ant i-inflamatórios não esteroidais - AINEs (por exemplo, AAS como anti-inflamatório, inibidore s da COX-2 e AINEs não seletivos), está associado com um aumento do potencial para o desenv olvimento de insuficiência renal aguda.
Fármacos que agem no sistema renina-angiotensina, c omo a telmisartana, podem ter efeitos sinérgicos. Pacientes em tratamento com AINEs e tel misartana devem ser adequadamente hidratados e ter sua função renal monitorada no iní cio do tratamento combinado. Foi relatada uma redução do efeito de medicamentos anti-hiperten sivos, como telmisartana, pela inibição de prostaglandinas vasodilatadoras durante tratamento combinado com AINEs. A coadministração de anti-inflamatórios não-esteroidais pode reduzir o efeito diurético, natriurético e anti-hipertensivo dos diuréticos tiazídicos em alguns pa cientes.
Outros medicamentos Anti-hipertensivos A telmisartana pode aumentar o efeito hipotensor de outros agentes anti-hipertensivos. A coadministração de telmisartana não resultou em int erações clinicamente significativas com a varfarina, a hidroclorotiazida, a glibenclamida, o ibuprofeno, o paracetamol, a sinvastatina e o anlodipino.
Em um estudo, a coadministração de telmisartana e r amipril levou a um aumento de até 2,5 vezes na AUC0-24 e Cmáx de ramipril e ramiprilate. Descon hece-se a relevância clínica desta observação.
Digoxina Durante a coadministração de telmisartana e digoxin a, observou-se um aumento de 20% na mediana da concentração plasmática de digoxina (39% em um único caso), portanto deve ser considerado monitoramento dos níveis plasmáticos de digoxina.
Interações relacionadas à hidroclorotiazida Outros medicamentos diuréticos Podem potencializar o efeito anti-hipertensivo da h idrocloritiazida. O uso concomitante da hidrocloritiazida e diuréticos caliuréticos (por ex emplo, furosemida) pode causar aumento na perda de potássio.
Outros medicamentos anti-hipertensivos Medicamentos como guanetidina, antagonistas de cálc io, inibidores da ECA (enzima conversora de angiotensina), BRAs (bloqueadores da renina-angi otensina-aldosterona), IRDs (inibidores da recaptação de dopamina), betabloqueadores, nitratos e vasodilatadores podem potencializar o efeito anti-hipertensivo.
Álcool ou narcóticos Podem potencializar o efeito anti-hipertensivo da h idrocloritiazida.
Metildopa Pode potencializar o efeito anti-hipertensivo da hi drocloritiazida. Durante o uso concomitante de metildopa, têm sido relatados casos incomuns de hem ólise causada pela formação de anticorpos contra a hidroclorotiazida.
Barbitúricos, fenotiazinas e antidepressivos Podem potencializar o efeito anti-hipertensivo da h idroclorotiazida. O uso concomitante de diuréticos natriuréticos (como a hidrocloritiazida) e antidepressivos, antipsicóticos ou antiepiléticos pode causar aumento na perda de sódi o.
Salicilatos Podem reduzir o efeito anti-hipertensivo e diurétic o da hidrocloritiazida. Em pacientes tomando altas doses de salicilatos, pode ocorrer potenciali zação do efeito tóxico sobre o sistema nervoso central.
Anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) AINEs (por exemplo, indometacina) podem reduzir o e feito anti-hipertensivo e diurético da hidrocloritiazida. Em pacientes desenvolvendo hipov olemia durante o tratamento com hidrocloritiazida, a administração concomitante de anti-inflamatórios não esteroidais pode desencadear falência renal aguda.
Agentes redutores de ácido úrico O efeito de agentes redutores de ácido úrico pode s er atenuado com o uso concomitante com hidrocloritiazida. A coadministração de tiazidas (i ncluindo hidroclorotiazida) e alopurinol pode aumentar a frequência de reações de hipersensibilid ade ao alopurinol.
Amantadina A coadministração de tiazidas (incluindo hidrocloro tiazida) e amantadina pode aumentar o risco de reações adversas a essa substância.
Medicamentos antidiabéticos (agentes orais e insuli na) O efeito da insulina ou antidiabéticos orais pode s er atenuado com o uso concomitante com hidrocloritiazida. Assim, pode ser necessário ajust ar a dose da insulina ou dos antidiabéticos orais. O uso concomitante com metformina pode levar à ocorrência de acidose láctica.
Aminas vasopressoras A hidroclorotiazida pode reduzir a resposta às amin as adrenérgicas tais como norepinefrina e epinefrina.
Glicosídeos cardíacos No tratamento concomitante com glicosídeos cardíaco s, deve ser considerado que a sensibilidade miocárdica aos glicosídeos cardíacos será aumentada por qualquer hipocalcemia e/ou hipomagnesemia desenvolvidas durante a terapia com hidrocloritiazida, potencializando assim os efeitos e eventos adversos destes glicosídeos cardí acos.
Medicamentos associados a distúrbios do potássio sé rico O efeito de depleção de potássio da hidroclorotiazi da é atenuado pelo efeito poupador de potássio da telmisartana. Contudo, supõe-se que esse efeito da hidroclorotiazida sobre o potássio sérico seja ampliado por outras drogas associadas à perda de potássio e hipopotassemia (por exemplo, outros diuréticos caliuréticos, antiarrítmicos, lax antes, glicocorticoides, ACTH, anfotericina, carbenoxolona, penicilina G sódica, ácido salicílic o e derivados). Se for necessário prescrever essas drogas com telmisartana + hidrocloritiazida, recomenda-se a monitoração dos níveis plasmáticos de potássio.
Por outro lado, baseado na experiência com o uso de outras drogas que atuam no sistema renina-angiotensina, o uso concomitante de diuréticos poup adores de potássio, suplementos de potássio, substitutos de sal contendo potássio ou outras drog as que podem aumentar os níveis séricos de potássio (por exemplo, heparina sódica) pode levar a um aumento do potássio sérico. Se for necessário prescrever essas drogas com telmisartana + hidrocloritiazida, recomenda-se a monitoração dos níveis plasmáticos de potássio.
Recomenda-se monitoração periódica de potássio séri co quando telmisartana + hidrocloritiazida é administrado com drogas que são afetadas pelos dist úrbios dos níveis séricos de potássio, por exemplo, glicosídeos digitálicos, agentes antiarrít micos e drogas que são sabidamente indutoras de torsades de pointes.
Agentes citotóxicos O uso concomitante de diuréticos tiazídicos e agent es citotóxicos (por exemplo, ciclofosfamida, fluoruracila, metotrexato) pode causar redução na e xcreção renal dos agentes citotóxicos. Pode-se esperar um aumento da toxicidade à medula óssea (es pecialmente granulocitopenia).
Agentes anticolinérgicos A biodisponibilidade dos diuréticos tiazídicos pode ser aumentada por agentes anticolinérgicos (por exemplo, atropina, biperideno), provavelmente devido à diminuição na motilidade gastrointestinal e na taxa de esvaziamento gástrico .
Medicamentos procinéticos Medicamentos procinéticos, tais como cisaprida, pod em reduzir a biodisponibilidade dos diuréticos tiazídicos.
Lítio Os diuréticos aumentam os níveis plasmáticos de lít io. Uma vez que a administração concomitante de HCT e lítio causa potencialização d os efeitos cardio e neurotóxicos do lítio devido à diminuição da excreção do lítio, deve-se m onitorar os níveis de lítio em pacientes em tratamento com HCT e lítio. Nos pacientes em que o lítio induziu poliúria, os diuréticos podem ter um efeito antidiurético paradoxal.
Relaxantes musculares O efeito de relaxantes musculares similares ao cura re pode ser potencializado ou prolongado pela HCT. Nos casos em que HCT não pode ser descontinuad a antes do uso de relaxantes musculares similares ao curare, o anestesista deve ser informa do sobre o tratamento com HCT.
Resinas de troca iônicas (colestiramina ou colestip ol) O uso concomitante de colestiramina ou colestipol r eduz a absorção de HCT. No entanto, a interação pode ser minimizada por uma dosagem escal onada de hidroclorotiazida e resinato, de modo que a hidroclorotiazida seja administrada ao m enos 4 horas antes ou 4-6 horas após a administração do resinato.
Vitamina D O uso concomitante de vitamina D pode reduzir a exc reção de cálcio pela urina e potencializar o aumento de cálcio sérico.
Sais de cálcio Quando coadministrado com sais de cálcio, pode ocor rer hipercalcemia devido ao aumento de recaptação de cálcio tubular.
Ciclosporina O uso concomitante com ciclosporina pode aumentar o risco de hiperuricemia e complicações similares à gota.
Diazóxido As tiazidas podem aumentar o efeito hiperglicêmico do diazóxido.
Betabloqueadores Há um aumento no risco de hiperglicemia com adminis tração concomitante de hidrocloritiazida e betabloqueadores.
Cuidados de armazenamento do medicamento armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c). proteger da umidade.
Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.
O produto é sensível à umidade, por isso só deve se r retirado da embalagem na hora de tomá-lo.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
Comprimido de 40mg + 12,5mg: Coloração branca a quase branca de um lado e verme lha do outro. São comprimidos biconvexos, bicamada, de for mato oblongo, não revestidos, com a inscrição “T1” no lado vermelho e liso do outro lad o. Pode apresentar pequenas manchas no lado vermelho.
Comprimido de 80mg + 12,5mg: Coloração branca a quase branca de um lado e vermel ha do outro. São comprimidos biconvexos, bicamada, de for mato oblongo, não revestidos, com a inscrição “T2” no lado vermelho e liso do outro lad o. Pode apresentar pequenas manchas no lado vermelho.
Comprimido de 80mg + 25mg: Coloração branca a quase branca de um lado e amare la do outro.
São comprimidos biconvexos, bicamada, de formato ob longo, não revestidos, com a inscrição “T2” no lado amarelo e liso do outro lado. Pode apr esentar pequenas manchas no lado amarelo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Posologia e modo de usar
A telmisartana+hidroclorotiazida deve ser administr ado uma vez ao dia, com ou sem alimento. A dose de telmisartana pode ser aumentada gradativame nte antes de substituí-lo pela telmisartana+hidroclorotiazida. A substituição dire ta da monoterapia pelas combinações fixas pode ser considerada.
-A telmisartana+hidroclorotiazida 40 mg/12,5mg pode ser administrada em pacientes cuja pressão arterial não foi adequadamente controlada c om telmisartana 40 mg ou hidroclorotiazida.
-A telmisartana+hidroclorotiazida 80 mg/12,5mg pode ser administrada em pacientes cuja pressão arterial não foi adequadamente controlada c om telmisartana 80 mg.
-A telmisartana+hidroclorotiazida 80 mg/25mg pode ser administrada em pacientes cuja pressão arterial não foi adequadamente controlada c om a telmisartana+hidroclorotiazida 80 mg/12,5 mg ou pacientes que foram previamente estab ilizados com telmisartana e hidroclorotiazida administrados separadamente.
A depleção de volume ou de sódio deve ser corrigida antes do início do tratamento com telmisartana + hidrocloritiazida O máximo efeito anti-hipertensivo é geralmente obti do após 4 a 8 semanas de tratamento.
Quando necessário a telmisartana+hidroclorotiazida pode ser administrada com outra droga anti-hipertensiva.
Em pacientes com hipertensão grave, o tratamento co m telmisartana em doses de até 160 mg como monoterapia e em associação com 12,5 a 25 mg d e hidroclorotiazida, diariamente, foi bem tolerado e eficaz.
Insuficiência renal: ajustes de dose não são considerados necessários. Recomenda-se monitoração periódica da função renal. A telmisarta na não é removida do sangue por hemofiltração e não é dialisável.
Insuficiência hepática: nos pacientes portadores de insuficiência hepática leve a moderada, não se deve exceder a dose da telmisartana+hidrocloroti azida 40 mg/12,5 mg uma vez ao dia. a telmisartana+hidroclorotiazida não é indicada em pa cientes com insuficiência hepática grave.
Deve-se ter cautela ao utilizar tiazidas em pacient es portadores de insuficiência hepática.
Paciente idosos: não é necessário ajuste da dose. Com o aumento da idade (≥ 65 anos), deve-se estar atento à possibilidade de insuficiência renal .
Pacientes pediátricos: ainda não se estabeleceu a segurança e a eficácia da telmisartana + hidroclorotiazida em pacientes menores de 18 anos. O uso de telmisartana + hidrocloritiazida não é recomendado em crianças e adolescentes.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
Reações adversas
A incidência total de eventos adversos relatados co m a telmisartana+hidroclorotiazida foi comparável à observada com telmisartana isolada em estudos controlados randomizados envolvendo 1.471 pacientes que receberam telmisarta na mais hidroclorotiazida (835) ou telmisartana isolada (636). Não houve relação entre a dose e os efeitos indesejáveis e não houve correlação com sexo, idade ou raça dos pacientes.
Resumo tabulado de reações adversas As reações adversas apresentadas na tabela abaixo s ão derivadas do uso da combinação de telmisartana/hidroclorotiazida ou do uso de monocom ponentes (telmisartana ou hidroclorotiazida) em estudos clínicos ou da experi ência pós-comercialização, classificadas pelo sistema MedDRA de classificação de órgãos e termos preferenciais MedDRA.
Reações muito comuns: ocorrem em ≥ 1/10 dos pacientes Reações comuns: ocorrem entre ≥ 1/100 e < 1/10 dos pacientes.
Reações incomuns: ocorrem entre ≥ 1/1.000 e < 1/100 dos pacientes.
Reações raras: ocorrem entre ≥ 1/10.000 e < 1/1.000 dos pacientes.
Reações muito raras: ocorrem em < 1/10.000 dos paci entes.
Reações com frequências desconhecidas: não foi poss ível calcular a frequência com base nos dados disponíveis.
Reações adversas Frequência Infecções e infestações Sepse (incluindo desfecho fatal) 2 Rara 2 Rara 2 Rara 1 Bronquite 1 Rara 1 Rara 1 Rara 1 Faringite 1 Incomum 2 Rara 1 Incomum 2 Sinusite 1 Incomum 2 Rara 1 Desconhecida 3 Neoplasias benignas, malignas e não especificadas (incluindo cistos e pólipos) Carcinoma basocelular 3 Desconhecida 3 Carcinoma de células escamosas da pele 3 Desconhecida 3 Carcinoma de células escamosas do lábio 3 Desconhecida 3 Distúrbios do sangue e do sistema linfático Anemia 2 Incomum 2 Trombocitopenia 2,3 Rara 2,3 Púrpura trombocitopênica 3 Rara 3 Eosinofilia 2 Rara 2 Anemia aplástica 3 Desconhecida 3 Anemia hemolítica 3 Muito rara 3 Mielossupressão 3 Muito rara 3 Leucopenia 3 Muito rara 3 Agranulocitose 3 Muito rara 3 Neutropenia 3 Desconhecida Distúrbios do sistema imunológico Reações anafiláticas 2,3 Rara 2, desconhecida 3 Hipersensibilidade 2, 3 Rara 2, Muito rara 3 Distúrbios do metabolismo e nutrição Hipocalemia 1,3 Incomum 1, Muito comum 3 Hiponatremia 1,2,3 Rara 1,2, Comum 3 Hiperuricemia 1,3 Rara 1, Comum 3 Hipercalemia 2 Incomum 2 Hipoglicemia (em pacientes diabéticos) 2 Rara 2 Hipovolemia 3 Desconhecida Desequilíbrio eletrolítico 3 Desconhecida Anorexia 3 Desconhecida Diminuição do apetite 3 Comum 3 Hiperglicemia 3 Rara 3 Aumento de lipídios no sangue 3 Muito comum 3 Hipomagnesemia 3 Comum 3 Hipercalcemia 3 Rara 3 Alcalose hipoclorêmica 3 Muito rara 3 Controle inadequado da diabetes mellitus 3 Rara 3 Distúrbios psiquiátricos Ansiedade 1,2 Incomum 1, Rara 2 Depressão 1,2,3 Rara 1,3, Incomum 2 Inquietação 3 Desconhecida Insonia 1,2 Rara 1, Incomum 2 Distúrbios do sistema nervoso Tontura 1,3 Comum 1, Rara 3 Sincope (desmaio) 1,2 Incomum 1,2 Parestesia 1,3 Incomum 1, Rara 3 Alterações do sono 1,3 Rara 1,3 Cefaleia 3 Rara 3 Distúrbios da visão Deficiência visual 1,2,3 Rara 1,2,3 Visão turva 1 Rara 1 Glaucoma de ângulo fechado 3 Desconhecida 3 Efusão coroidal 3 Desconhecida 3 Xantopsia 3 Desconhecida Miopia aguda 3 Desconhecida Distúrbios do ouvido e labirinto Vertigem 1,2 Incomum 1,2 Distúrbios cardíacos Arritmia 1,3 Incomum 1, Rara 3 Taquicardia 1,2 Incomum 1, Rara 2 Bradicardia 2 Incomum 2 Distúrbios vasculares Hipotensão 1,2 Incomum 1,2 Hipotensão ortostática 1,2,3 Incomum 1,2, Comum 3 Vasculite Necrosante 3 Muito rara 3 Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais Dispneia 1,2 Incomum 1,2 Dificuldade respiratória 1,3 Rara 1 , Muito rara 3 Pneumonia 1,3 Rara 1 , Muito rara 3 Edema pulmonar 1,3 Rara 1 , Muito rara 3 Síndrome do desconforto respiratório agudo 3 Muito rara 3 Distúrbios gastrintestinais Diarreia 1,2,3 Incomum 1,2, Comum 3 Boca seca 1,2 Incomum 1, Rara 2 Flatulência 1,2 Incomum 1,2 Dor abdominal 1,2 Rara 1, Incomum 2 Constipação 1,3 Rara 1,3 Dispepsia 1,2 Rara 1, Incomum 2 Vômito 1,2,3 Rara 1, Incomum 2, Comum 3 Gastrite 1 Rara 1 Desconforto abdominal 2,3 Rara 2, Rara 3 Pancreatite 3 Muito rara 3 Náusea 3 Comum 3 Distúrbios hepatobiliares Função hepática anormal/ distúrbio do fígado 1,2 Maioria dos casos de função hepática anormal/distúrbio do fígado da experiência pós-comercialização com telmisartana ocorreu em pacientes no Japão, que são mais propensos a apresentar estas reações adversas.
Rara 1,2 Icterícia 3 Rara 3 Colestase 3 Rara 3 Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Angioedema (incluindo desfecho fatal) 1,2 Rara 1,2 Eritema 1,2 Rara 1,2 Prurido 1,2 Rara 1, Incomum 2 Rash 1,2,3 Rara1, Incomum 2, Comum 3 Hiperidrose 1,2 Rara 1, Incomum 2 Urticaria 1,2,3 Rara 1,2, Comum 3 Eczema 2 Rara 2 Farmacodermia 2 Rara 2 Erupção cutânea tóxica 2 Rara 2 Necrólise epidérmica tóxica 3 Muito rara 3 Síndrome semelhante ao lúpus 3 Muito rara 3 Lúpus eritematoso cutâneo 3 Muito rara 3 Vasculite cutânea 3 Desconhecida 3 Reação de fotossensibilidade 3 Rara 3 Eritema multiforme 3 Desconhecida 3 Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conectivo Dor nas costas 1,2 Incomum 1,2 Espasmos musculares (câimbras nas pernas) 1,2,3 Incomum 1,2, Desconhecida 3 Mialgia 1,2 Incomum 1,2 Artralgia 1,2 Rara 1,2 Dor nas extremidades (dor nas pernas) 1,2 Rara 1,2 Artrose 2 Rara Dor no tendão (sintomas similares à tendinite) 2 Rara 2 Fraqueza 3 Desconhecida Lúpus eritematoso sistêmico 1 Baseado na experiência pós-comercialização Rara 1 Distúrbios renais e urinários Insuficiência renal (incluindo lesão renal aguda) 1,2,3 Incomum 2, Desconhecida 3 Nefrite intersticial 3 Desconhecida Disfunção renal 3 Desconhecida Glicosúria 3 Rara 3 Distúrbios do sistema reprodutivo e das mamas Disfunção erétil 1,3 Incomum 1, Comum 3 Distúrbios gerais e condições do local de administração Dor no peito 1,2 Incomum 1,2 Doença similar à gripe 1,2 Rara 1,2 Dor 1 Rara 1 Astenia (fraqueza) 2,3 Incomum 2,3 Pirexia 3 Desconhecida 3 Investigações Aumento do ácido úrico no sangue 1,2 Incomum 1, Rara 2 Aumento da creatinina no sangue 1,2 Rara 1, Incomum 2 Aumento das enzimas hepáticas 1,2 Rara 1,2 Aumento da creatina fosfoquinase no sangue 1,2 Rara 1,2 Diminuição da hemoglobina 1,2 Rara 1,2 Aumento dos triglicérides 3 Desconhecida 1 Reações adversas da combinação de dose fixa de tel misartana + hidroclorotiazida.
2 Reações adversas da telmisartana como monoterapia.
3 Reações adversas da hidroclorotiazida como monotera pia Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
As informações disponíveis referentes à superdose c om a telmisartana+hidroclorotiazida em humanos são limitadas. As manifestações mais proemi nentes da superdose de telmisartana foram hipotensão e taquicardia, ocorrendo também bradicar dia.
A superdose com hidroclorotiazida está associada co m depleção eletrolítica (hipopotassemia, hipocloremia) e desidratação resultante de diurese excessiva. Os sinais e sintomas mais comuns de superdose são náuseas e sonolência. Hipopotassem ia pode resultar em espasmos musculares e/ou acentuar arritmias cardíacas associadas ao uso concomitante de glicosídeos digitálicos ou certas drogas antiarrítmicas.
Não há informações específicas disponíveis sobre o tratamento de superdose de a telmisartana+hidroclorotiazida. O paciente deve ser cuidadosamente monitorado e o tratamento deve ser sintomático e de manutenção, dependendo de quando ocorreu a ingestão e da gravidade dos sintomas. Eletrólitos séricos e creatinina deve m ser monitorados frequentemente. Se ocorrer hipotensão, o paciente deve ser colocado em decúbit o dorsal e receber reposições de sal e líquido rapidamente.
A telmisartana não é removida por hemofiltração e n ão é dialisável. O grau de remoção de hidroclorotiazida por hemodiálise ainda não foi est abelecido.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro n o 1.0370.0794 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Produzido por:
Intas Pharmaceuticals Ltd.
Pharmez – Dist. Ahmedabad – Índia Importado por:
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São Paulo - São Paulo Registrado por:
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO
Venda sob prescrição h i s tó ri co de
Alte
RAÇ Õ ES DE BU LA Da d os d a su b m is s ã o e le t r ôn i c a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if i c a ç ã o q u e a lt e r a b ul a Da d o s da s a lt e r a ç õ e s d e b u la s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt a ç õe s r e l a c io n a da s 1 3/ 0 9 /20 2 4 -1 0 459 -GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I n ic ia l d e T e x to de Bu l a -R DC – 60 / 1 2 1 3 /0 9 /20 2 4 -1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c l u sã o I n i c ia l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 1 3 / 09 / 202 4 V e r sã o i n ic ia l VP S -( 4 0 ,0 + 1 2 , 5) mg c o m c t b l a l a l x 30 .
-( 8 0 ,0 + 1 2 , 5) mg c o m c t b l a l a l x 30 .
-( 8 0 ,0 + 2 5 , 0) mg c o m c t b l a l a l x 30 .
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| (40,0 + 12,5) MG COM CT BL AL AL X 30 | Tarja vermelha | 7896112108498 | R$ 166,34 |
| (80,0 + 25,0) MG COM CT BL AL AL X 30 | Tarja vermelha | 7896112108924 | R$ 177,25 |
| (80,0 + 12,5) MG COM CT BL AL AL X 30 | Tarja vermelha | 7896112108917 | R$ 188,79 |