Bula de Rosuvastatina Calcica
Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 21/06/2024 · conferida em 22/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
rosuvastatina cálcica Comprimido revestido 10mg Comprimido revestido 20mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE rosuvastatina cálcica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Comprimido revestido 10mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Comprimido revestido 20mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS (vide indic ações)
Composição
Cada comprimido revestido de 10mg contém: rosuvastatina cálcica (equivalente a 10mg de rosuva statina)........................................... ....10,40mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, fosfato de cálci o dibásico anidro, celulose microcristalina, crospovidona, estearato de magnésio, *Opadry II Pin k (lactose monoidratada, hipromelose 15cp, dióxido de titânio, triacetina, corante FD&C red, c orante FD&C yellow, corante FD&C blue).
Cada comprimido revestido de 20mg contém: rosuvastatina cálcica (equivalente a 20mg de rosuva statina)........................................... ....20,80mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, fosfato de cálci o dibásico anidro, celulose microcristalina, crospovidona, estearato de magnésio, *Opadry II Pin k (lactose monoidratada, hipromelose 15cp, dióxido de titânio, triacetina, corante FD&C red, c orante FD&C yellow, corante FD&C blue).
Para que este medicamento é indicado?
A rosuvastatina cálcica deve ser usada como auxilia r a dieta quando a resposta à dieta e aos exercícios é inadequada.
Em pacientes adultos com hipercolesterolemia (nível elevado de colesterol no sangue) rosuvastatina cálcica é indicado para:
-Redução dos níveis de LDL-colesterol, colesterol t otal e triglicérides elevados; aumento do HDL colesterol em pacientes com hipercolesterolemia pri mária (familiar heterozigótica e não familiar) e dislipidemia mista (níveis elevados ou anormais d e lipídios no sangue) (Fredrickson tipos IIa e IIb). A rosuvastatina cálcica também diminui ApoB, não-HDL-C, VLDL-C, VLDL-TG, e as razões LDL-C/HDL-C, C-total/HDL-C, não-HDL-C/HDL-C, ApoB/ApoA-I e aumenta ApoA-I nestas populações.
-Tratamento da hipertrigliceridemia isolada (nível elevado de triglicérides no sangue) (hiperlipidemia de Fredrickson tipo IV).
-Redução do colesterol total e LDL-C em pacientes c om hipercolesterolemia familiar homozigótica, tanto isoladamente quanto como auxili ar à dieta e a outros tratamentos para redução de lipídios (por ex.: aférese de LDL), se t ais tratamentos não forem suficientes.
-Retardamento ou redução da progressão da ateroscle rose (acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos).
Crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade A rosuvastatina cálcica é indicada para redução do colesterol total, LDL-C e ApoB em pacientes com hipercolesterolemia familiar heterozigótica (He FH).
Como este medicamento funciona?
A rosuvastatina, princípio ativo de rosuvastatina c álcica, inibe uma enzima importante para a fabricação do colesterol pelo organismo, chamada HM G-CoA redutase, portanto, o uso contínuo de rosuvastatina cálcica reduz o nível de lipídios (substâncias gordurosas) no sangue, principalmente colesterol e triglicérides.
Esta redução é geralmente obtida em até 4 semanas e é mantida com a continuidade do tratamento.
Quando não devo usar este medicamento?
Você não deve utilizar rosuvastatina cálcica se for alérgico à rosuvastatina ou a qualquer um dos componentes do medicamento, se estiver com doença n o fígado, e se tiver insuficiência hepática ou renal (funcionamento alterado do fígado ou rins) .
A rosuvastatina cálcica também não deve ser utiliza do por pacientes grávidas ou que pretendem engravidar e que não estão usando métodos contracep tivos apropriados. Você não deve utilizar rosuvastatina cálcica se estiver amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Pacientes que estiverem tomando ciclosporina (medic amento usado após transplante de órgãos) devem evitar o uso de rosuvastatina cálcica.
A rosuvastatina cálcica deve ser utilizada com cuid ado por pacientes que tenham história de doença hepática (doença do fígado), que ingerem reg ularmente grandes quantidades de álcool e que estejam tomando os seguintes medicamentos: varf arina (ou outro medicamento usado para diluir o sangue), ticagrelor (ajuda a impedir a acu mulação de plaquetas e reduz a possibilidade de formação de coágulos sanguíneos que podem bloquear um vaso sanguíneo), genfibrozila (usado para reduzir os níveis de lipídeos no sangue), fost amatinibe (usado para tratar a baixa contagem de plaquetas), febuxostate (usado para tratar e pre venir níveis elevados de ácido úrico no sangue), teriflunomida (usado para tratar esclerose múltipla remitente recorrente), lopinavir, ritonavir, sofosbuvir, velpasvir, voxilaprevir, grazoprevir, e lbasvir, ombitasvir, paritaprevir, dasabuvir, glecaprevir e pibrentasvir (inibidores da protease [sozinhos ou em combinação] usados contra infecções, incluindo infecção por HIV), capmatinibe , regorafenibe e darolutamida (usados para o tratamento de câncer), roxadustate (medicamento que aumenta o número de células vermelhas e o nível de hemoglobina em pacientes com doença renal crônica), enasidenibe (usado para tratar leucemia mieloide aguda) e tafamidis (usado para tr atar amiloidose por transtirretina), ácido fusídico e antiácidos.
Devido à possibilidade de alterações hormonais (por exemplo: redução de um hormônio chamado cortisol), é necessário cuidado no uso concomitante de rosuvastatina cálcica e os medicamentos cetoconazol, espironolactona e cimetidina.
Quando for necessária a coadministração de rosuvast atina cálcica com outros medicamentos que conhecidamente aumentam a concentração de rosuvasta tina no sangue, a dose de rosuvastatina cálcica deve ser ajustada conforme orientação do se u médico. É recomendado que seu médico consulte as informações relevantes dos medicamentos quando considerar administrar esses medicamentos concomitantemente com rosuvastatina cá lcica. Nos casos em que se observar que a concentração da rosuvastatina aumenta em aproxima damente 2 vezes ou mais, deve-se iniciar com uma dose de rosuvastatina cálcica de 5mg, uma v ez ao dia, conforme orientação do seu médico. A dose máxima diária deve ser ajustada pelo seu médico, de modo que não exceda a exposição obtida por uma dose de 40mg de rosuvastat ina quando administrado sem medicamentos que possam interagir. Nos casos em que houver interação, não deverá exceder, por exemplo, uma dose de 5mg de rosuvastatina cálcica c om ciclosporina, uma dose de 10mg de rosuvastatina cálcica com ritonavir/atazanavir asso ciados e uma dose de 20mg de rosuvastatina cálcica com genfibrozila. Se for observado que o me dicamento aumenta a concentração da rosuvastatina em menos de duas vezes, a dose inicia l não precisa ser diminuída, conforme orientação do seu médico, mas deve-se ter cuidado a o aumentar a dose de rosuvastatina acima de 20mg.
Não se espera que rosuvastatina cálcica afete a cap acidade de dirigir veículos e operar máquinas.
Informe imediatamente ao seu médico se durante o tr atamento com rosuvastatina cálcica você sentir dores musculares inexplicadas, sensibilidade ou fraqueza, particularmente se for acompanhada de mal-estar ou febre, ou se tem histór ia de dor muscular.
Assim como outros medicamentos da classe das estati nas, o uso da rosuvastatina pode levar ao aumento do nível de glicose e hemoglobina glicada n o sangue e, em alguns casos, estes aumentos podem exceder o valor limite para o diagnóstico do diabetes, principalmente em pacientes com alto risco de desenvolvimento do diabetes.
Informe ao seu médico se você tem ou teve miastenia (doença com fraqueza muscular geral, incluindo os músculos oculares e, em alguns casos, músculos usados durante a respiração), pois medicamentos da classe das estatinas podem agravar a condição. Raramente, estatinas também podem levar à ocorrência de miastenia.
Podem ocorrer alterações nos resultados de exames l aboratoriais referentes ao funcionamento do fígado e dos músculos.
É recomendado o monitoramento nos níveis de enzimas do fígado antes e por 12 semanas após o início do tratamento ou quando ocorrer alteração de doses do medicamento e, depois periodicamente, conforme estabelecido pelo seu médi co.
Em caso de doença grave e internação, comunique seu médico que você está tomando rosuvastatina cálcica, pois pode ser necessário par ar o tratamento por um curto período de tempo.
Se você ficar grávida durante o tratamento com rosu vastatina cálcica, você deve parar de tomá-lo imediatamente e comunicar seu médico.
Este medicamento contém lactose (44,918mg/comprimid o para rosuvastatina cálcica 10mg;
89,835mg/comprimido para rosuvastatina cálcica 20mg ). Informe seu médico caso você tenha problemas de intolerância à lactose.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e
Umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento:
-rosuvastatina cálcica 10mg: comprimido revestido, circular, cor rosa, biconvexo , com inscrição “J” em um lado e “54” no outro lado.
-rosuvastatina cálcica 20mg: comprimido revestido, circular, cor rosa, biconvexo , com inscrição “J” em um lado e “55” no outro lado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Como devo usar este medicamento?
Os comprimidos de rosuvastatina cálcica devem ser i ngeridos inteiros, uma vez ao dia, por via oral, com água, a qualquer hora do dia, com ou sem alimentos. Porém, procure tomar rosuvastatina cálcica no mesmo horário, todos os di as.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
Posologia Seu médico deverá avaliar os critérios adequados pa ra indicação e posologia do tratamento com rosuvastatina cálcica.
A faixa de dose usual é de 10mg a 40mg, por via ora l, uma vez ao dia. A dose máxima diária é de 40mg. A dose de rosuvastatina cálcica deve ser indi vidualizada de acordo com a meta da terapia e a resposta do paciente. A maioria dos pacientes é c ontrolada na dose inicial. Entretanto, se necessário, o ajuste de dose pode ser feito em inte rvalos de 2 a 4 semanas.
Adultos:
-Hipercolesterolemia primária (incluindo hipercoles terolemia familiar heterozigótica), dislipidemia mista, hipertrigliceridemia isolada e tratamento da aterosclerose: a dose inicial habitual é de 10mg uma vez ao dia. Uma dose inicial de 5mg está disponível para populações especiais de pacientes quando necessário. Para paci entes com hipercolesterolemia grave (incluindo hipercolesterolemia familiar heterozigót ica) ou aqueles pacientes que necessitam atingir metas agressivas de redução de LDL-C, pode- se considerar uma dose inicial de 20mg.
-Hipercolesterolemia familiar homozigótica: recomenda-se uma dose inicial de 20mg uma vez ao dia.
Crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade:
Em crianças de 6 a 9 anos de idade com hipercoleste rolemia familiar heterozigótica a dose usual é de 5mg a 10mg uma vez ao dia por via oral. A segu rança e eficácia de doses maiores que 10mg não foram estudadas nessa população.
Em crianças e adolescentes de 10 a 17 anos de idade com hipercolesterolemia familiar heterozigótica a dose usual é de 5mg a 20mg uma vez ao dia por via oral. A segurança e eficácia de doses maiores que 20mg não foram estudadas nessa população.
A dose deve ser apropriadamente titulada para ating ir o objetivo do tratamento.
Populações especiais:
-Idosos: utiliza-se a faixa de dose habitual.
-Pacientes com insuficiência renal: a faixa de dose habitual se aplica a pacientes com insuficiência renal de leve a moderada. Para pacien tes com insuficiência renal grave, a dose de rosuvastatina cálcica não deve exceder 10mg uma vez ao dia.
-Pacientes com insuficiência hepática: a faixa de dose habitual se aplica a pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Foi observa do aumento da exposição sistêmica à rosuvastatina em pacientes com insuficiência hepáti ca grave, portanto, o uso de doses superiores a 10mg deve ser cuidadosamente considerado.
-Raça: a dose inicial de 5mg de rosuvastatina cálcica dev e ser considerada para pacientes descendentes asiáticos. Tem sido observada uma conc entração plasmática aumentada de rosuvastatina em asiáticos. O aumento da exposição sistêmica deve ser levado em consideração no tratamento de pacientes asiáticos cuja hipercole sterolemia não é adequadamente controlada com doses de até 20mg ao dia.
-Polimorfismo genético (variedade de genes): dependendo da sua constituição genética, o nível de rosuvastatina pode aumentar no seu organismo, ne ste caso, seu médico poderá ajustar a dose de rosuvastatina cálcica. Genótipos de SLCO1B1 (OAT P1B1) c.521CC e ABCG2 (BCRP) c.421AA têm mostrado serem associados com um aument o da exposição à rosuvastatina (ASC) em comparação com SLCO1B1 c.521TT e ABCG2 c.421CC. Para os pacientes com genótipo c.521CC ou c.421AA, recomenda se uma dose máxima de 20mg de rosuvastatina cálcica, uma vez por dia.
-Terapia concomitante: a rosuvastatina é um substrato de várias proteínas transportadoras (por exemplo, OATP1B1 e BCRP). O risco de miopatia (incl uindo rabdomiólise) é maior quando rosuvastatina cálcica é administrado concomitanteme nte com certos medicamentos que podem aumentar a concentração plasmática da rosuvastatina devido às interações com essas proteínas transportadoras (por exemplo, ciclosporina, ticagre lor e alguns inibidores de protease, incluindo combinações de ritonavir com atazanavir, lopinavir e/ou tipranavir). É recomendado que seu médico consulte as informações relevantes dos medic amentos quando considerar administrar esses medicamentos concomitantemente com rosuvastat ina cálcica. Seu médico poderá considerar um tratamento alternativo ou a interrupç ão temporária de rosuvastatina cálcica. Em situações em que a coadministração destes medicamen tos com rosuvastatina cálcica é inevitável, o benefício e o risco do tratamento concomitante e ajustes da posologia de rosuvastatina cálcica devem ser cuidadosamente considerados.
-Interações que requerem ajuste de dose Seu médico pode considerar um ajuste da dose de ros uvastatina cálcica quando utilizado com outros medicamentos, vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.
A rosuvastatina cálcica deve ser utilizada continua mente, até que o médico defina quando deve ser interrompido o uso deste medicamento.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?
Caso você se esqueça de tomar rosuvastatina cálcica , não é necessário tomar a dose esquecida.
Aguarde a próxima dose, no horário habitual. Nunca utilize duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico.
Quais os males que este medicamento pode me caus ar?
Podem ocorrer as seguintes reações adversas:
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizaram este medicamento): dor de cabeça, mialgia (dores musculares), astenia (sensaç ão geral de fraqueza), prisão de ventre, vertigem, náusea (enjoo) e dor abdominal.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizara m este medicamento): prurido (coceira no corpo), exantema (erupção na pe le) e urticária (reações alérgicas na pele).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utiliz aram este medicamento): miopatia (doença do sistema muscular, incluindo mio site – inflamação muscular), reações alérgicas (incluindo angioedema – inchaço), rabdomi ólise (síndrome causada por danos na musculatura esquelética), pancreatite (inflamação d o pâncreas) e aumento das enzimas do fígado no sangue.
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utiliza ram este medicamento): artralgia (dor nas articulações), icterícia (acúmul o de bilirrubina no organismo, levando a uma coloração amarela na pele e nos olhos), hepatite (i nflamação do fígado) e perda de memória.
Frequência desconhecida: trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue), depressão, distúrbios do sono (incluindo insônia e pesadelos), miopatia necrotizante imunomediada (degeneração muscular) e ginecomastia (desenvolvimento de mamas em indivíduos do sexo masculino), erupção liquenóide m edicamentosa (lesão que pode ocorrer na pele ou feridas na boca), neuropatia periférica (pe rda da sensibilidade), miastenia gravis (fraqueza muscular geral incluindo em alguns casos músculos usados na respiração), miastenia ocular (fraqueza dos músculos dos olhos) e síndrome de DRESS ou síndrome de hipersensibilidade a fármacos (desenvolvimento de e rupção disseminada, temperatura corporal alta e linfonodos aumentados).
Em um pequeno número de pacientes em tratamento com rosuvastatina cálcica foi observado um aumento relacionado à dose de algumas enzimas do fí gado no sangue (transaminases hepáticas e creatinoquinase). Também foi observado um aumento d a hemoglobina glicada (HbA1c).
Proteinúria (presença de proteína na urina) foi obs ervada em um pequeno número de pacientes.
O evento adverso faringite (inflamação da faringe) e outros eventos respiratórios como infecções das vias aéreas superiores, rinite (inflamação da m ucosa nasal acompanhada de catarro) e sinusite (inflamação dos seios nasais), também foram relatad os.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Não existe tratamento específico para o caso de sup erdosagem com rosuvastatina cálcica. No caso de superdosagem, o paciente deve ser tratado s intomaticamente e devem ser instituídas medidas de suporte conforme a necessidade. É improv ável que a hemodiálise possa exercer algum efeito benéfico na superdosagem por rosuvasta tina.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. n o 1.0370.0740 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Fabricado por:
Aurobindo Pharma Limited Jedcherla, Telangana State Índia.
Registrado por:
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica h i s tó ri co de
Alter
AÇÕ ES DE BU LA Da d o s d a su b m is sã o e le t r ô ni c a D a do s d a p e t iç ã o / no t if i c aç ã o qu e a lt e r a bu la Da d o s d a s a l t e r a ç õ e s d e bu la s Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu n t o Da t a d o e x p e d ie n t e N°. d o e x pe d i e nt e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la V e r sõ e s ( VP /VP S ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c io n a d a s 0 8/ 0 6 /20 2 1 22 1 47 7 2 /21 -9 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic i a l d e T e x to d e B ul a -R DC – 6 0 / 12 0 8 /0 6 /20 2 1 2 2 147 7 2 /21 -9 1 0 4 59 -GE NÉ R I CO – I n c lu sã o I ni c ia l d e T e x to d e B ul a -RD C – 6 0 /1 2 0 8 / 06 / 20 21 Ve r sã o in ic i a l VP -1 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
-2 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
1 0 /0 1 /20 2 2 0 1 2 881 9 / 22 -7 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 0/ 0 1 /20 2 2 0 1 2 88 1 9 /22 -7 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 6 0/ 1 2 1 0/ 0 1 /20 2 2 C om p os iç ã o 4 .
O q u e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n to ?
8 .
Qu a i s o s m a le s q u e e st e m e d ic a m e n t o p o d e m e c a u sa r ?
Di z e r e s le g a is ( S AC ) VP -1 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
-2 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
2 0 /0 4 /20 2 3 0 3 9 792 1 / 23 -3 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 0/ 0 4 /20 2 3 0 3 9 79 2 1 /23 -3 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 6 0/ 1 2 2 0/ 0 4 /20 2 3 4 .
O q u e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n to ?
8 .
Qu a i s o s m a le s q u e e st e m e d ic a m e n t o p o d e m e c a u sa r ?
VP -1 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
-2 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
2 1 /06/2024 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 1 /06/2024 -1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 6 0/ 1 2 2 1 /06/2024 4.
O que devo saber antes de u sa r e ste m e d ic a m e n to ?
6 .
Co m o d evo u sa r e ste m e d i c a m e n to ?
Di z e r e s l e g a is VP -1 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
-2 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
rosuvastatina cálcica Comprimido revestido 10mg Comprimido revestido 20mg
Modelo de bula com informações técnicas aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE rosuvastatina cálcica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Comprimido revestido 10mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Comprimido revestido 20mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
USO ORAL USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS (vide indic ações)
Composição
Cada comprimido revestido de 10mg contém: rosuvastatina cálcica (equivalente a 10mg de rosuva statina).........................................10 ,40mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, fosfato de cálci o dibásico anidro, celulose microcristalina, crospovidona, estearato de magnésio, *Opadry II Pin k (lactose monoidratada, hipromelose 15cp, dióxido de titânio, triacetina, corante FD&C red, corante FD&C yellow, corante FD&C blue).
Cada comprimido revestido de 20mg contém: rosuvastatina cálcica (equivalente a 20mg de rosuva statina).........................................20 ,80mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ................1 comprimido Excipientes: lactose monoidratada, fosfato de cálci o dibásico anidro, celulose microcristalina, crospovidona, estearato de magnésio, *Opadry II Pin k (lactose monoidratada, hipromelose 15cp, dióxido de titânio, triacetina, corante FD&C red, corante FD&C yellow, corante FD&C blue).
Indicações
A rosuvastatina cálcica deve ser usado como adjuvan te à dieta quando a resposta à dieta e aos exercícios é inadequada.
Em pacientes adultos com hipercolesterolemia rosuva statina cálcica é indicado para:
-Redução do LDL-colesterol, colesterol total e trig licérides elevados; aumento do HDL-colesterol em pacientes com hipercolesterolemia pri mária (familiar heterozigótica e não familiar) e dislipidemia mista (Fredrickson tipos I Ia e IIb). A rosuvastatina cálcica também diminui ApoB, não-HDL-C, VLDL-C, VLDL-TG, e as razões LDL-C/HDL-C, C-total/HDL-C, não-HDL-C/HDL-C, ApoB/ApoA-I e aumenta ApoA-I nestas populações.
-Tratamento da hipertrigliceridemia isolada (hiperl ipidemia de Fredrickson tipo IV).
-Redução do colesterol total e LDL-C em pacientes c om hipercolesterolemia familiar homozigótica, tanto isoladamente quanto como um adj uvante à dieta e a outros tratamentos de redução de lipídios (por ex.: aférese de LDL), se t ais tratamentos não forem suficientes.
-Retardamento ou redução da progressão da ateroscle rose.
Crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade A rosuvastatina cálcica é indicado para redução do colesterol total, LDL-C e ApoB em pacientes com hipercolesterolemia familiar heterozi gótica (HeFH).
Resultados de eficácia
A rosuvastatina cálcica reduz os níveis elevados de LDL-colesterol, colesterol total e triglicérides e aumenta o HDL-colesterol. Também re duz a ApoB, o não-HDL-C, o VLDL-C e o VLDL-TG e aumenta a ApoA-I (ver Tabelas 1 e 2) (Olsson AG et al. Cardiovasc Drug Rev 2002; 20: 303-28).
A rosuvastatina cálcica reduz ainda as razões LDL-C /HDL-C, C-total/HDL-C, não-HDL-C/HDL-C e ApoB/ApoA-I (Olsson AG et al. Cardiovasc Drug Rev 2002; 20: 303-28; Rader DJ et al. Am J Cardiol 2003; 91 (Suppl): 20C-24C).
Uma resposta terapêutica à rosuvastatina cálcica é evidente em 1 semana após o início da terapia e 90% da resposta máxima é alcançada geralm ente em 2 semanas. A resposta máxima é geralmente obtida em até 4 semanas e manti da após esse período (Brown W et al.
Am Heart J 2002; 144: 1036-43; Olsson AG et al. Am Heart J 2002; 144: 1044-51).
Tabela 1. Resposta em relação à dose em pacientes com hiperc olesterolemia primária (tipos IIa e IIb) (% da média ajustada de mudanças em rela ção ao início) (Olsson AG et al.
Cardiovasc Drug Rev 2002; 20: 303-28).
Dose N LDL -C C-Total HDL -C TG Não-HDL -C ApoB ApoA -I Placebo 13 -7 -5 3 -3 -7 -3 0 5 17 -45 -33 13 -35 -44 -38 4 10 17 -52 -36 14 -10 -48 -42 4 20 17 -55 -40 8 -23 -51 -46 5 40 18 -63 -46 10 -28 -60 -54 0 Tabela 2. Resposta em relação à dose em pacientes com hipertr igliceridemia (tipo IIb ou tipo V) (% mediana de mudanças em relação ao início) (Hu nninghake DB et al. Diabetes 2001; 50 (Suppl 2): A143 Abs 575-P).
Dose N TG LDL -C C-Total HDL -C Não-HDL -C VLDL -C VLDL -TG Placebo 26 1 5 1 -3 2 2 6 5 25 -21 -28 -24 3 -29 -25 -24 10 23 -37 -45 -40 8 -49 -48 -39 20 27 -37 -31 -34 22 -43 -49 -40 40 25 -43 -43 -40 17 -51 -56 -48 Os dados das Tabelas 1 e 2 são confirmados pelo amp lo programa clínico de mais de 5.300 pacientes tratados com rosuvastatina cálcica.
Em um estudo de pacientes com hipercolesterolemia f amiliar heterozigótica, 435 indivíduos foram tratados com rosuvastatina cálcica de 20mg a 80mg em um desenho de titulação forçada de dose. Todas as doses de rosuvastatina cá lcica mostraram um efeito benéfico nos parâmetros lipídicos e no tratamento para atingir a s metas estabelecidas. Após titulação para a dose de 40mg (12 semanas de tratamento), o LDL-C fo i reduzido em 53% (Stein E et al.
Atherosclerosis Suppl 2001; 2 (2): 90 Abs P176).
Em um estudo aberto de titulação forçada de dose, 4 2 pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica foram avaliados quanto à sua resposta a rosuvastatina cálcica 20-40mg titulado em um intervalo de 6 semanas. Na população geral, a redução média de LDL-C foi de 22%. Nos 27 pacientes com redução de no mínimo 15% na semana 12 (considerada como sendo a população com resposta), a redução média de LDL-C foi de 26% na dose de 20mg e de 30% na dose de 40mg. Dos 13 pacientes com uma re dução de LDL-C inferior a 15%, 3 não apresentaram resposta ou tiveram um aumento de LDL-C (Marais D et al. Atherosclerosis Suppl 2002; 3: 159 Abs 435).
No estudo METEOR, a eficácia da rosuvastatina 40mg na progressão da aterosclerose foi avaliada por ultrassom bidimensional da artéria car ótida. Neste estudo clínico, duplo-cego, multicêntrico, placebo-controlado, 984 indivíduos c om baixo risco de doença coronária cardíaca (definido como risco Framingham <10% acima de 10 anos) e com LDL-C médio de 154,5mg/dL, mas com aterosclerose subclínica detect ada por ultrassom da EIMC (espessura íntima-média das artérias carótidas), foram randomi zados em uma relação 5:2 para tratamento com rosuvastatina 40mg ou placebo por 2 anos.
A rosuvastatina retardou significativamente a progr essão da aterosclerose da carótida comparada com placebo. A diferença na alteração da EIMC para todos os 12 locais da artéria carótida entre os pacientes tratados com rosuvastat ina e pacientes tratados com placebo foi -0,0145mm/ano (IC 95% -0,0196, -0,0093; p< 0,0001). A mudança a partir do basal (pré-tratamento) para o grupo rosuvastatina foi -0,0014m m/ano (IC 95% -0,0041, 0,0014), mas não foi significativamente diferente de zero (p=0,3 224). Os efeitos benéficos da rosuvastatina foram consistentes para todos os 4 desfechos secund ários da EIMC. Houve progressão significativa no grupo placebo (+0,0131mm/ano; IC 9 5% 0,0087, 0,0174; p< 0,0001). No grupo rosuvastatina, 52,1% dos pacientes demonstrar am uma ausência de progressão da doença (ex.: regressão) comparada com 37,7% dos pac ientes do grupo placebo (p=0,0002). A rosuvastatina 40mg foi bem tolerada e os dados fora m consistentes ao perfil de segurança estabelecido para rosuvastatina.
A rosuvastatina cálcica é eficaz em uma ampla variedade de populações de pa cientes com hipercolesterolemia, com e sem hipertrigliceridemia (Olsson AG et al. Cardiovasc Drug Rev 2002; 20: 303-28), independentemente de raça, sexo ou idade (Martin P et al. J Clin Pharmacol 2002; 42 (10): 1116-21), e em populações especiais como diabéticos (Olsson AG et al. Cardiovasc Drug Rev 2002; 20: 303-28; Blaset to JW et al. Am J Cardiol 2003; 91 (Suppl): 3C-10C; Durrington P et al. Diabetologia 2001; 44 (Suppl 1): A165, Abs 631) ou pacientes com hipercolesterolemia familiar (Stein E et al. Atherosclerosis Suppl 2001; 2 (2):
90 Abs P176).
Em um estudo clínico controlado denominado ASTEROID (estudo para avaliar os efeitos da rosuvastatina na placa de ateroma coronariano atrav és de ultrassom intravascular), os pacientes tratados com rosuvastatina cálcica 40mg t iveram uma regressão significativa da aterosclerose para todas as três medidas de ultrass om intravascular (IVUS) avaliadas. No estudo ASTEROID , os pacientes tratados com rosuvastatina cálcica atingiram o nível mais baixo de LDL-C (- 53%) e os maiores níveis do HDL-C (+ 15%) já observados em um estudo de progressão de aterosclerose com estatinas. Neste estudo de dois anos de duração, a rosuvastatina demonstrou ser bem tolerada. São nece ssários mais estudos clínicos para determinar a extensão na qual rosuvastatina cálcica pode reduzir a formação e regredir a placa de ateroma (Nissen Steven E et al. Jama 2006; 295: E1-10).
Crianças e adolescentes com hipercolesterolemia Em um estudo placebo-controlado, multicêntrico, ran domizado e duplo-cego de 12 semanas (n= 176, 97 sexo masculino e 79 sexo feminino) segu ido por fase de titulação de dose de rosuvastatina, aberto de 40 semanas (n= 173, 96 sex o masculino e 77 sexo feminino), indivíduos de idade entre 10 e 17 anos (estágio Tan ner II-V, sexo feminino pelo menos 1 ano após a menarca) com hipercolesterolemia familiar h eterozigótica receberam rosuvastatina 5,10 ou 20mg ou placebo diariamente por 12 semanas e em seguida todos receberam rosuvastatina diariamente por 40 semanas. Na entrad a do estudo, aproximadamente 30% dos pacientes tinham 10-13 anos e aproximadamente 17%, 18%, 40% e 25% estavam em estágio Tanner II, III, IV e V, respectivamente.
A rosuvastatina reduziu os níveis LDL-C (objetivo p rimário), colesterol total e ApoB. Os resultados são mostrados na tabela a seguir.
Tabela 3. Efeito modificador da rosuvastatina nos lipídios e m crianças e adolescentes com hipercolesterolemia familiar heterozigótica (mínimo s quadrados indicam o percentual de mudança do valor basal até a semana 12).
Dose (mg)
N LDL-C HDL-C Total-C TG Não-
HDL- C ApoB ApoA-1 Placebo 46 -0,7 6,9 -0,0 5,1 -0,9 -1,7 2,8 5 42 -38,3 4,2 -29,9 0,3 -36,1 -31,7 1,8 10 44 -44,6 11,2 -34,2 -13,6 -43,0 -38,1 5,4 20 44 -50,0 8,9 -38,7 -8,1 -47,5 -40,7 4,0 No final da semana 40, na fase aberta do estudo, au mentou-se gradativamente a dose para no máximo 20mg uma vez ao dia. Setenta dos 173 pacient es (40,5%) atingiram objetivo de LDL-C menor que 110mg/dL (2,8mmol/L).
Após 52 semanas de tratamento do estudo, nenhum efe ito no crescimento ou maturação sexual foi detectado (ver item ‘‘Advertências e pre cauções’’).
A rosuvastatina também foi avaliada em um estudo ab erto, titulação para dose-alvo em 198 crianças de 6 a 17 anos de idade com hipercolestero lemia familiar heterozigótica (88 do sexo masculino e 110 do sexo feminino. Estágio Tanner < II-V). A dose inicial para todos os pacientes foi de 5mg de rosuvastatina uma vez ao di a. Pacientes de 6 a 9 anos de idade (n=64) podiam titular uma dose máxima de 10mg uma vez ao d ia e pacientes de 10 a 17 anos de idade (n=134) uma dose máxima de 20mg uma vez ao di a (Kusters DM et al. Journal of Clinical Lipodology 2013;7(5):408-413).
Após o tratamento, 74 dos 197 pacientes (37,6%) nes se estudo atingiram a meta de LDL-C de menos de 110mg/dL (2,8mmol/L). Todos os grupos etár ios demonstraram reduções estatisticamente significativas no LDL-C comparando aos dados iniciais (Kusters DM et al.
Journal of Clinical Lipodology 2013;7(5):408-413).
A rosuvastatina 5mg, 10mg e 20mg também alcançaram alterações médias estatisticamente significativas a partir dos dados iniciais para os lipídeos secundários e lipoproteínas variáveis a seguir: HDL-C, TC, não-HDL-C, LDL-C/HDL-C, TC/HDL-C, TG/HDL-C, não-HDL-C/HDL-C, ApoB, ApoB/ApoA-1. Cada uma dessas mudanças foi na direção de melhoria de comportamento dos lipídeos e foi mantida por mais d e 2 anos (Kusters DM et al. Journal of Clinical Lipodology 2013;7(5):408-413).
Nenhum efeito no crescimento e na maturação sexual foi detectado após 24 meses de tratamento (Kusters DM et al. Journal of Clinical L ipodology 2013;7(5):408-413).
Características farmacológicas
Propriedades Farmacodinâmicas Mecanismo de ação:
A rosuvastatina é um seletivo e potente inibidor co mpetitivo da HMG-CoA redutase, a enzima que limita a taxa de conversão da 3-hidroxi- 3-metilglutaril coenzima A para mevalonato, um precursor do colesterol. Os triglicé rides (TG) e o colesterol são incorporados no fígado à apolipoproteína B (ApoB), e liberados n o plasma como lipoproteína de densidade muito baixa (VLDL), para serem distribuídos nos tec idos periféricos. As partículas VLDL são ricas em triglicérides. A lipoproteína de baixa den sidade (LDL), rica em colesterol, é formada a partir de VLDL e captada principalmente através d o receptor de LDL de alta afinidade no fígado.
A rosuvastatina exerce seus efeitos modificadores s obre os lipídios de duas maneiras: ela aumenta o número de receptores LDL hepáticos na sup erfície celular, aumentando a captação e o catabolismo do LDL, e inibe a síntese hepática de VLDL, reduzindo, assim, o número total de partículas de VLDL e LDL.
A lipoproteína de alta densidade (HDL) que contém A poA-I é envolvida, entre outros, no transporte do colesterol dos tecidos de volta para o fígado (transporte reverso de colesterol).
O envolvimento do LDL-C na aterogênese está bem doc umentado. Estudos epidemiológicos estabeleceram que LDL-C e TG altos e HDL-C e ApoA-I baixos foram associados a um maior risco de doença cardiovascular. Estudos de in tervenção mostraram os benefícios da redução de LDL-C e TG ou do aumento do HDL-C sobre as taxas de mortalidade e de eventos cardiovasculares (CV). Dados mais recentes associar am os efeitos benéficos dos inibidores da HMG-CoA redutase à diminuição do não-HDL (por ex.: todo colesterol circulante que não está em HDL) e da ApoB ou à redução da razão ApoB/A poA-I.
Propriedades Farmacocinéticas A rosuvastatina cálcica é administrada por via oral na forma ativa, com pic os de níveis plasmáticos ocorrendo 5 horas após a administração. A absorção aumenta linearmente com a faixa de dose. A meia-vida é de 19 horas e não aume nta com a elevação da dose. A biodisponibilidade absoluta é de 20%. Há um acúmulo mínimo com dose única diária repetida.
A rosuvastatina sofre metabolismo de primeira passa gem no fígado, que é o local primário da síntese de colesterol e da depuração de LDL-C.
Aproximadamente 90% da rosuvastatina ligam-se às pr oteínas plasmáticas, principalmente à albumina.
Mais de 90% da atividade inibitória para a HMG-CoA redutase circulante é atribuída ao princípio ativo.
A rosuvastatina sofre metabolismo limitado (aproxim adamente 10%), principalmente para a forma N-desmetila, e 90% são eliminados como droga inalterada nas fezes, sendo o restante excretado na urina.
- Populações especiais
- Idade e sexo: não houve efeito clinicamente relev ante associado à idade ou sexo na farmacocinética da rosuvastatina em adultos. A expo sição em crianças e adolescentes com hipercolesterolemia heretozigótica familiar aparent a ser similar ou menor que em adultos com dislipidemia.
- Raça: estudos farmacocinéticos mostram uma elevaç ão, de aproximadamente duas vezes, na mediana da área sob a curva (ASC) em descendentes a siáticos comparados com caucasianos.
Uma análise da farmacocinética da população não rev elou diferenças clinicamente relevantes na farmacocinética entre caucasianos, hispânicos e negros ou grupos de afro-caribenhos.
- Insuficiência renal: em um estudo realizado em in divíduos com graus variáveis de insuficiência renal, a doença renal de leve a moder ada apresentou pouca influência nas concentrações plasmáticas da rosuvastatina. Entreta nto, indivíduos com insuficiência grave (depuração de creatinina < 30mL/min) apresentaram u m aumento de 3 vezes na concentração plasmática em comparação com voluntários sadios.
- Insuficiência hepática: em um estudo realizado em indivíduos com graus variáveis de insuficiência hepática, não houve evidência de aume nto da exposição à rosuvastatina, exceto em 2 indivíduos com doença hepática mais grave (gra us 8 e 9 de Child-Pugh). Nestes indivíduos, a exposição sistêmica foi aumentada em no mínimo 2 vezes em comparação aos indivíduos com grau menor de Child-Pugh.
-Polimorfismos genéticos: a disponibilidade dos ini bidores da HMG-CoA redutase, incluindo a rosuvastatina, envolve OATP1B1e as proteínas tran sportadoras BCRP. Em pacientes com polimorfismos genéticos em SLCO1B1 (OATP1B1) e/ou ABCG2 (BCRP) existe um risco de maior exposição à rosuvastatina. Polimorfismos indi viduais de SLCO1B1 c.521CC e ABCG2 c.421AA estão associados com uma exposição (ASC) à rosuvastatina aproximadamente 1,6 ou 2,4 vezes maior, respectivamente, em comparação com os genótipos SLCO1B1 c.521TT ou ABCG2 c.421CC.
Dados de segurança pré-clínica Os dados pré-clínicos não revelam danos especiais e m humanos, tendo como base estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicid ade de dose repetida, genotoxicidade, potencial carcinogênico e toxicidade reprodutiva.
Contraindicações
A rosuvastatina cálcica é contraindicado para pacie ntes com hipersensibilidade à rosuvastatina cálcica ou aos outros componentes da fórmula.
A rosuvastatina cálcica é contraindicado para pacie ntes com doença hepática ativa.
A rosuvastatina cálcica é contraindicado durante a gravidez, na lactação, e em mulheres com potencial de engravidar que não estão usando método s contraceptivos apropriados.
Categoria de risco na gravidez: X.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
Advertências e precauções
Fígado Como outros inibidores da HMG-CoA redutase, rosuvas tatina cálcica deve ser usado com cautela em pacientes que consomem quantidades exces sivas de álcool e/ou que tenham uma história de doença hepática.
É recomendado que os testes de enzimas hepáticas se jam realizados antes e por 12 semanas após o início da terapia e no caso de qualquer elev ação da dose, e depois periodicamente (por exemplo, semestralmente).
Sistema musculoesquelético Como com outros inibidores da HMG-CoA redutase, for am relatados efeitos musculoesqueléticos, como mialgia, miopatia e, rara mente, rabdomiólise em pacientes tratados com rosuvastatina. Assim como outros inibi dores da HMG-CoA redutase, a frequência de rabdomiólise no uso pós-comercializaç ão é maior com as doses mais altas administradas. Pacientes que desenvolverem quaisque r sinais ou sintomas sugestivos de miopatia devem ter os seus níveis de creatinoquinas e (CK) medidos. O tratamento com rosuvastatina cálcica deve ser interrompido se os níveis de CK estiverem notadamente elevados (>10 vezes o limite superior de normalidad e, LSN) ou se houver diagnóstico ou suspeita de miopatia.
Houve relatos muito raros de uma miopatia necrotiza nte imunomediada caracterizada clinicamente por fraqueza muscular proximal persist ente e elevação da creatinoquinase sérica durante o tratamento ou após a descontinuação de es tatinas, incluindo a rosuvastatina. Testes neuromusculares e sorológicos adicionais podem ser necessários. Tratamento com agentes imunossupressores podem ser requeridos.
Estatinas podem, em casos raros, induzir ou agravar miastenia gravis ou miastenia ocular (vide seção 9. “Reações Adversas”), incluindo relat os de recorrência quando a mesma ou uma diferente estatina for administrada. A rosuvastatin a deve ser usada com cautela em pacientes com essas condições e deve ser descontinuado se ela s forem induzidas ou agravadas.
Nos estudos com rosuvastatina cálcica não houve evi dência de aumento de efeitos musculoesqueléticos na administração concomitante c om qualquer terapia. Entretanto, foi observado um aumento da incidência de miosite e mio patia em pacientes que estavam recebendo outros inibidores da HMG-CoA redutase jun to com ciclosporina, derivados do ácido fíbrico, incluindo genfibrozila, ácido nicotí nico, antifúngicos do grupo azóis e antibióticos macrolídeos.
A rosuvastatina cálcica deve ser prescrito com prec aução em pacientes com fatores de pré-disposição para miopatia, tais como, insuficiência renal, idade avançada e hipotireoidismo, ou situações em que pode ocorrer um aumento nos níveis plasmáticos (vide 6. ‘‘Interações Medicamentosas’’ e 3. ‘‘Características Farmacológi cas’’ – Propriedades Farmacodinâmicas).
O uso de rosuvastatina cálcica deve ser temporariam ente interrompido em qualquer paciente com uma condição aguda grave sugestiva de miopatia ou que predispõe ao desenvolvimento de insuficiência renal secundária à rabdomiólise (p or exemplo: sépsis; hipotensão; cirurgia de grande porte; trauma; alterações metabólicas, endóc rinas e eletrolíticas graves; ou convulsões não controladas).
Diabetes Mellitus Assim como com outros inibidores da HMG-CoA redutas e, foi observado em pacientes tratados com rosuvastatina um aumento dos níveis de HbA1c e de glicose sérica e, em alguns casos, estes aumentos podem exceder o limiar para o diagnóstico do diabetes, principalmente em pacientes com alto risco para o desenvolvimento do diabetes mellitus (vide 9. ‘‘Reações Adversas’’).
Raça Estudos de farmacocinética mostraram um aumento na exposição em pacientes descendentes asiáticos comparados com pacientes caucasianos (vid e 8. ‘‘Posologia e Modo de Usar’’ e 3.
‘‘Características Farmacológicas’’ - Propriedades F armacocinéticas).
Crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade A avaliação do crescimento linear (altura), peso, í ndice de massa corpórea e características secundárias de maturidade sexual pelo estágio de Ta nner em pacientes pediátricos que utilizam rosuvastatina, é limitada ao período de do is anos (vide 3. ‘‘Características Farmacológicas’’ - Propriedades Farmacocinéticas).
Para informações referentes a ajuste de dose para p acientes idosos, crianças, pacientes com insuficiência renal e/ou hepática, ver item “Posolo gia e Modo de Usar”.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e ope rar máquinas: testes farmacológicos não revelaram evidências de efeito sedativo de rosu vastatina cálcica. A partir do perfil de segurança, não se espera que rosuvastatina cálcica afete a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas.
Uso durante a gravidez e lactação A segurança de rosuvastatina cálcica durante a grav idez e a lactação não foi estabelecida.
Mulheres com potencial de engravidar devem usar mét odos contraceptivos apropriados (vide 4. ‘‘Contraindicações’’).
Este medicamento contém lactose (44,918mg/comprimid o para rosuvastatina cálcica 10mg;
89,835mg/comprimido para rosuvastatina cálcica 20mg ), portanto, deve ser usado com cautela por pacientes com intolerância a lactose.
Interações medicamentosas
Efeito de medicamentos coadministrados sobre a rosu vastatina Dados in vitro e in vivo indicam que a rosuvastatin a não tem interação clinicamente significativa com o citocromo P450 (como um substra to, inibidor ou indutor). A rosuvastatina é um substrato para determinadas proteínas transpor tadoras, incluindo o transportador hepático de captação OATP1B1 e o transportador de e fluxo BCRP. A administração concomitante de rosuvastatina cálcica com medicamen tos que são inibidores destas proteínas transportadoras pode resultar em maior concentração plasmática de rosuvastatina e maior risco de miopatia (vide Tabela 4, 8. ‘‘Posologia e Modo de Usar’’ e 5. ‘‘Advertências e Precauções’’).
Interações que requerem ajuste da dose de rosuvasta tina (vide também Tabela 4).
Quando é necessária a coadministração de rosuvastat ina cálcica com outros medicamentos que conhecidamente aumentam a exposição à rosuvasta tina, a dose de rosuvastatina cálcica deve ser ajustada. É recomendado que o médico consu lte as informações relevantes dos medicamentos quando considerar administrar esses me dicamentos concomitantemente com rosuvastatina cálcica.
Se for observado que o medicamento aumenta a área s obre a curva (ASC) da rosuvastatina em aproximadamente 2 vezes ou mais, a dose inicial de rosuvastatina cálcica não deve exceder 5mg uma vez ao dia. A dose máxima diária de rosuvas tatina cálcica deve ser ajustada para que a exposição esperada à rosuvastatina não venha a exceder a dose diária de 40mg de rosuvastatina cálcica administrado sem medicamentos que possam interagir, por exemplo, uma dose de 5mg de rosuvastatina cálcica com ciclos porina (aumento de 7,1 vezes na exposição), uma dose de 10mg de rosuvastatina cálci ca com ritonavir/atazanavir combinados (aumento de 3,1 vezes) e uma dose de 20mg de rosuva statina cálcica com genfibrozila (aumento de 1,9 vezes).
Se for observado que o medicamento aumenta a ASC da rosuvastatina em menos de duas vezes, a dose inicial não precisa ser diminuída, ma s deve-se ter cuidado ao aumentar a dose de rosuvastatina cálcica acima de 20mg.
Inibidores de protease: A coadministração de rosuvastatina com certos inib idores de protease ou combinação de inibidores de protease po de aumentar a exposição à rosuvastatina (ASC) em até 7 vezes (consulte a Tabela 4). O ajust e da dose é necessário dependendo do nível de efeito na exposição à rosuvastatina (vide 8. “Posologia e Modo de Usar” e 5.
“Advertências e Precauções”).
Tabela 4. Efeito da coadministração de medicamentos sobre a exposição de rosuvastatina (ASC; em ordem decrescente de magnitude) de ensaios clínicos publicados.
Aumento de 2 vezes ou maior que 2 vezes na ASC da r osuvastatina Esquema posológico da droga coadministrada Esquema posológico de rosuvastatina Alteração na ASC de rosuvastatina* sofosbuvir/velpatasvir/voxilaprevir (400mg- 100mg- 100mg) + voxilaprevir (100mg) uma vez ao dia por 15 dias 10mg, dose única 7,39 vezes ↑ ciclosporina 75mg, duas vezes ao dia a 200mg duas vezes ao dia, 6 meses 10mg uma vez ao dia, 10 dias 7,1 vezes ↑ darolutamida 600mg duas vezes ao dia, 5 dias 5mg, dose única 5,2 vezes ↑ regorafenibe 160mg uma vez ao dia, 14 dias 5mg, dose única 3,8 vezes ↑ atazanavir 300mg/ritonavir 100mg uma vez ao dia, 8 dias 10mg, dose única 3,1 vezes ↑ roxadustate 200 mg dia sim, dia não 10 mg, dose úni ca 2,9 vezes ↑ simeprevir 150mg uma vez ao dia, 7 dias 10mg, dose única 2,8 vezes ↑ velpatasvir 100mg uma vez ao dia 10mg, dose única 2 ,69 vezes ↑ ombitasvir 25mg/paritaprevir 150mg/ ritonavir 100mg/dasabuvir 400mg duas vezes ao dia 5mg, dose única 2,59 vezes ↑ teriflunomida Não disponível 2,51 vezes ↑ enasidenibe 100 mg uma vez ao dia, 28 dias 10 mg, dose única 2,4 vezes ↑ grazoprevir 200mg/elbasvir 50mg uma vez ao dia 10mg, dose única 2,26 vezes ↑ glecaprevir 400mg/pibrentasvir 120mg uma vez ao dia por 7 dias 5mg uma vez ao dia 2,2 vezes ↑ lopinavir 400mg/ritonavir 100mg duas vezes ao dia, 17 dias 20mg uma vez ao dia, 7 dias 2,1 vezes ↑ capmatinibe 400mg duas vezes ao dia 10mg, dose únic a 2,08 vezes ↑ clopidogrel 300mg iniciais, seguidos por 75mg em 24 horas 20mg, dose única 2 vezes ↑ tafamidis 61 mg duas vezes ao dia nos dias 1 e 2, seguido de uma vez ao dia nos dias 3 a 9 10 mg, dose única 1,97 vezes ↑ fostamatinibe 100mg duas vezes ao dia 20mg, dose ún ica 1,96 vezes ↑ febuxostate 120mg uma vez ao dia 10mg, dose única 1 ,9 vezes ↑ genfibrozila 600mg duas vezes ao dia, 7 dias 80mg, dose única 1,9 vezes ↑ Aumento menor que 2 vezes na ASC da rosuvastatina Esquema posológico da droga coadministrada Esquema posológico de rosuvastatina Alteração na ASC de rosuvastatina* eltrombopag 75mg uma vez ao dia, 5 dias 10mg, dose única 1,6 vezes ↑ darunavir 600mg/ritonavir 100mg, duas vezes ao dia, 7 dias 10mg uma vez ao dia, 7 dias 1,5 vezes ↑ tipranavir 500mg/ritonavir 200mg duas vezes ao dia, 11 dias 10mg, dose única 1,4 vezes ↑ dronedarona 400mg, duas vezes ao dia Não disponível 1,4 vezes ↑ itraconazol 200mg uma vez ao dia, 5 dias 10mg ou 80mg, dose única 1,4 vezes ↑ ezetimiba 10mg uma vez ao dia, 14 dias 10mg, uma vez ao dia, 14 dias 1,2 vezes ↑ Diminuição da ASC da rosuvastatina Esquema posológico da droga coadministrada Esquema posológico de rosuvastatina Alteração na ASC de rosuvastatina* eritromicina 500mg quatro vezes ao dia, 7 dias 80mg, dose única 20% ↓ baicalina 50mg três vezes ao dia, 14 dias 20mg, dos e única 47% ↓
- Os dados apresentados como alteração em X vezes r epresentam uma proporção simples entre a coadministração e a rosuvastatina isoladame nte.
Os dados fornecidos em % de variação representam a % de diferença em relação à rosuvastatina isoladamente.
O aumento é indicado como "↑", e a diminuição como " ↓".
ASC = área sob a curva Os seguintes medicamentos/combinações não tiveram u m efeito clinicamente significativo na relação ASC da rosuvastatina na coadministração: aleglitazar 0,3mg, por 7 dias; fenofibrato 67mg trê s vezes ao dia, por 7 dias; fluconazol 200mg uma vez ao dia, por 11 dias; fosamprenavir 70 0mg/ritonavir 100mg duas vezes ao dia, por 8 dias; cetoconazol 200mg duas vezes ao dia, po r 7 dias; rifampicina 450mg uma vez ao dia, por 7 dias; silimarina 140mg três vezes ao dia , por 5 dias.
Interação com outros medicamentos
- antiácidos: a administração simultânea de rosuvastatina cálcic a com uma suspensão de antiácido contendo hidróxido de alumínio e hidróxid o de magnésio resultou em diminuição da concentração plasmática da rosuvastatina de aproxim adamente 50%. Este efeito foi reduzido quando o antiácido foi administrado 2 horas após ro suvastatina cálcica. A relevância clínica desta interação não foi estudada.
- ácido fusídico: estudos de interação com rosuvastatina e ácido fus ídico não foram conduzidos. Assim como com outras estatinas, evento s musculares relacionados incluindo rabdomiólise foram relatados na experiência pós-com ercialização com a administração concomitante de rosuvastatina e ácido fusídico. Os pacientes devem ser rigorosamente monitorados e a suspensão temporária do tratamento com rosuvastatina pode ser apropriada.
- ticagrelor: foi demonstrado que o ticagrelor aumenta as concen trações de rosuvastatina, o que pode resultar em risco aumentado de miopatia. D evem ser considerados os benefícios da prevenção de eventos cardiovasculares adversos maio res através da utilização de rosuvastatina e os riscos associados ao aumento das concentrações plasmáticas de rosuvastatina.
Efeito da rosuvastatina sobre medicamentos coadmini strados
- varfarina: a farmacocinética da varfarina não é s ignificativamente afetada após a coadministração com rosuvastatina cálcica. Entretan to, como com outros inibidores da HMG-CoA redutase, a coadministração de rosuvastatina cá lcica e varfarina pode resultar em um aumento da razão internacional normalizada (INR) em comparação com a varfarina isoladamente. Em pacientes em tratamento com antago nistas da vitamina K, recomenda-se a monitorização da INR, tanto no início quanto no tér mino do tratamento com rosuvastatina cálcica ou após ajuste de dose.
- fenofibratos / derivados do ácido fíbrico: embora nenhuma interação farmacocinética entre rosuvastatina e fenofibrato tinha sido observada, u ma interação farmacodinâmica pode ocorrer. A genfibrozila, o fenofibrato e outros áci dos fíbricos, incluindo o ácido nicotínico, podem aumentar o risco de miopatia quando administr ados concomitantemente com inibidores da HMG-CoA redutase (vide 5. ‘‘Advertênc ias e Precauções’’).
- ciclosporina: a coadministração de rosuvastatina cálcica com ciclosporina não resultou em alterações significativas na concentração plasmátic a da ciclosporina.
- outros medicamentos: não houve interações clinica mente significativas com contraceptivo oral, digoxina, ezetimiba ou fenofibrato.
Em estudos clínicos, rosuvastatina cálcica foi coad ministrado com agentes anti-hipertensivos, agentes antidiabéticos e terapia de reposição hormo nal. Esses estudos não demonstraram evidência de interações adversas clinicamente signi ficativas.
Apesar de estudos clínicos terem demonstrado que ro suvastatina cálcica em monoterapia não reduz a concentração de cortisol plasmático basal o u prejudique a reserva adrenal, deve-se ter cautela se rosuvastatina cálcica for administrado c oncomitantemente com fármacos que podem diminuir os níveis ou a atividade de hormônio s esteroidais endógenos, tais como cetoconazol, espironolactona e cimetidina.
Cuidados de armazenamento do medicamento conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e umidade.
Este medicamento tem prazo de validade de 36 meses a partir da data de sua fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
-rosuvastatina cálcica 10mg: comprimido revestido, circular, cor rosa, biconvex o, com inscrição “J” em um lado e “54” no outro lado.
-rosuvastatina cálcica 20mg: comprimido revestido, circular, cor rosa, biconvex o, com inscrição “J” em um lado e “55” no outro lado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Posologia e modo de usar
Modo de Usar A rosuvastatina cálcica deve ser administrado por v ia oral, a qualquer hora do dia, com ou sem a ingestão de alimentos.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
Posologia A faixa de dose usual é de 10mg a 40mg, por via ora l, uma vez ao dia. A dose máxima diária é de 40mg. A dose de rosuvastatina cálcica deve ser individualizada de acordo com a meta da terapia e a resposta do paciente. A maioria dos pac ientes é controlada na dose inicial.
Entretanto, se necessário, o ajuste de dose pode se r feito em intervalos de 2 a 4 semanas.
Adultos:
-Hipercolesterolemia primária (incluindo hipercoles terolemia familiar heterozigótica), dislipidemia mista, hipertrigliceridemia isolada e tratamento da aterosclerose: a dose inicial habitual é de 10mg uma vez ao dia. Uma dose inicial de 5mg está disponível para populações especiais de pacientes quando necessário . Para pacientes com hipercolesterolemia grave (incluindo hipercolesterolemia familiar heter ozigótica) ou aqueles pacientes que necessitam atingir metas agressivas de redução de L DL-C, pode-se considerar uma dose inicial de 20mg.
-Hipercolesterolemia familiar homozigótica: recomenda-se uma dose inicial de 20mg uma vez ao dia.
Crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade:
Em crianças de 6 a 9 anos de idade com hipercoleste rolemia familiar heterozigótica a dose usual é de 5mg a 10mg uma vez ao dia por via oral. A segurança e eficácia de doses maiores que 10mg não foram estudadas nessa população.
Em crianças e adolescentes de 10 a 17 anos de idade com hipercolesterolemia familiar heterozigótica a dose usual é de 5mg a 20mg uma vez ao dia por via oral. A segurança e eficácia de doses maiores que 20mg não foram estuda das nessa população.
A dose deve ser apropriadamente titulada para ating ir o objetivo do tratamento.
Populações especiais:
-Idosos: utiliza-se a faixa de dose habitual.
-Pacientes com insuficiência renal: a faixa de dose habitual se aplica a pacientes com insuficiência renal de leve a moderada. Para pacien tes com insuficiência renal grave, a dose de rosuvastatina cálcica não deve exceder 10mg uma vez ao dia (ver item “Propriedades Farmacocinéticas”).
-Pacientes com insuficiência hepática: a faixa de dose habitual se aplica a pacientes com insuficiência hepática de leve a moderada. Foi obse rvado aumento da exposição sistêmica a rosuvastatina em pacientes com insuficiência hepáti ca grave, portanto, o uso de doses superiores a 10mg deve ser cuidadosamente considera do (ver item “Propriedades Farmacocinéticas”).
-Raça: a dose inicial de 5mg de rosuvastatina cálcica dev e ser considerada para pacientes descendentes asiáticos. Tem sido observada uma conc entração plasmática aumentada de rosuvastatina em descendentes asiáticos (ver itens “Propriedades Farmacocinéticas” e “Advertências e Precauções”). O aumento da exposiçã o sistêmica deve ser levado em consideração no tratamento de pacientes descendente s asiáticos cuja hipercolesterolemia não é adequadamente controlada com doses diárias de até 20mg.
-Polimorfismo genético: genótipos de SLCO1B1 (OATP1B1) c.521CC e ABCG2 (BCRP) c.421AA têm mostrado serem associados com um aument o da exposição à rosuvastatina (ASC) em comparação com SLCO1B1 c.521TT e ABCG2 c.421CC. Para os pacientes com genótipo c.521CC ou c.421AA, recomenda-se uma dose máxima de 20mg de rosuvastatina cálcica, uma vez ao dia (vide 5. ‘‘Advertências e P recauções’’ e 6. ‘‘Interações Medicamentosas’’ e 3. ‘‘Características Farmacológi cas’’ - Propriedades Farmacocinéticas).
-Terapia concomitante: a rosuvastatina é um substrato de várias proteínas transportadoras (por exemplo, OATP1B1 e BCRP). O risco de miopatia (incluindo rabdomiólise) é maior quando rosuvastatina cálcica é administrado concomi tantemente com certos medicamentos que podem aumentar a concentração plasmática da ros uvastatina devido às interações com essas proteínas transportadoras (por exemplo, ciclo sporina, ticagrelor e alguns inibidores de protease, incluindo combinações de ritonavir com at azanavir, lopinavir e/ou tipranavir (vide 5.
‘‘Advertências e Precauções’’ e 6. ‘‘Interações Med icamentosas’’). É recomendado que o médico consulte as informações relevantes dos medic amentos quando considerar administrar esses medicamentos concomitantemente com rosuvastat ina cálcica. Sempre que possível, medicamentos alternativos devem ser considerados e, se necessário, considerar a interrupção temporária da terapia com rosuvastatina cálcica. Em situações em que a coadministração destes medicamentos com rosuvastatina cálcica é ine vitável, o benefício e o risco do tratamento concomitante e ajustes da posologia de r osuvastatina cálcica devem ser cuidadosamente considerados (vide 6. ‘‘Interações M edicamentosas’’).
-Interações que requerem ajuste de dose Vide item 6. “Interações Medicamentosas”.
Conduta em caso de esquecimento de dose Se o paciente se esquecer de tomar uma dose de rosu vastatina cálcica, não é necessário tomar a dose esquecida, deve-se apenas tomar a próxima do se, no horário habitual. Nunca deve ser tomada uma dose dobrada para compensar uma dose per dida.
Reações adversas
A rosuvastatina cálcica é geralmente bem tolerada. Os eventos adversos observados com rosuvastatina cálcica são geralmente leves e transi tórios. Em estudos clínicos controlados, menos de 4% dos pacientes tratados com rosuvastatin a cálcica foram retirados dos estudos devido a eventos adversos. Esta taxa de retirada fo i comparável à relatada em pacientes recebendo placebo.
Reação comum (≥1/100, < 1/10): cefaleia, mialgia, astenia, constipação, vertigem, náusea e dor abdominal.
Reação incomum (≥1/1000, <1/100): prurido, exantema e urticária.
Reação rara (≥1/10.000, <1/1000): miopatia (incluindo miosite), reações de hipersensibilidade (incluindo angioedema), rabdomió lise e pancreatite.
Como ocorre com outros inibidores da HMG-CoA reduta se, a incidência de reações adversas ao fármaco tende a aumentar com a elevação da dose.
Efeitos musculoesqueléticos: raros casos de rabdomiólise, os quais foram ocasio nalmente associados com dano da função renal, foram relatado s com rosuvastatina e com outras estatinas.
Efeitos laboratoriais: como com outros inibidores da HMG-CoA redutase, fo i observado um aumento relacionado à dose das transaminases hepáti cas e da CK em um pequeno número de pacientes em tratamento com rosuvastatina. Foi obse rvado aumento da HbA1c em pacientes tratados com rosuvastatina cálcica. Foram observado s testes de análise de urina anormais (teste de fita reagente positivo para proteinúria) em um pequeno número de pacientes tomando rosuvastatina cálcica e outros inibidores d a HMG-CoA redutase. A proteína detectada foi principalmente de origem tubular. Na maioria dos casos, a proteinúria diminui ou desaparece espontaneamente com a continuação do tratamento e ela não é um indicativo de doença renal aguda ou progressiva.
Outros efeitos: em um estudo clínico controlado de longo prazo, ros uvastatina cálcica mostrou não ter efeitos nocivos ao cristalino.
Nos pacientes tratados com rosuvastatina cálcica, n ão houve danos na função adrenocortical.
O evento adverso faringite (rosuvastatina 9,0% vs p lacebo 7,6%) e outros eventos respiratórios como infecções das vias aéreas superi ores (rosuvastatina 2,3% vs placebo 1,8%), rinite (rosuvastatina 2,2% vs placebo 2,1%) e sinus ite (rosuvastatina 2,0% vs placebo 1,8%), foram relatados em estudos clínicos, independenteme nte da causalidade.
Experiência pós-comercialização Em adição às relatadas acima, as seguintes reações adversas têm sido relatadas durante a comercialização de rosuvastatina cálcica:
Distúrbios oculares Frequência desconhecida: miastenia ocular.
Distúrbios hematológicos Frequência desconhecida: trombocitopenia.
Distúrbios hepatobiliares Muito raras: icterícia e hepatite.
Rara: aumento das transaminases hepáticas.
Distúrbios musculoesqueléticos Muito raras: artralgia.
Frequência desconhecida: miopatia necrotizante imun omediada.
Como com outros inibidores da HMG-CoA redutase, a frequência relatada para rabdomiólise no uso pós-comercialização é maior com as doses mais altas administradas.
Distúrbios do sistema nervoso Muito raras: perda de memória.
Frequência desconhecida: neuropatia periférica, miastenia gravis.
Distúrbios psiquiátricos Frequência desconhecida: depressão e distúrbios do sono (incluindo insônia e pesadelos).
Distúrbios do sistema reprodutivo e mamas Frequência desconhecida: ginecomastia.
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Frequência desconhecida: erupção cutânea à droga com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS), erupção liquenóide medicamentosa.
Crianças e adolescentes de 6 – 17 anos de idade O perfil de segurança de rosuvastatina cálcica, é semelhante em crianças ou adolescentes e adultos embora elevações de CK > 10 x LSN e sintomas musculares após exercício ou aumento da atividade física, que se resolveram mesmo com a continuação do tratamento, foram observados com maior frequência nos estudos clínicos com crianças e adolescentes.
Entretanto, as mesmas precauções e advertências para os pacientes adultos são também aplicáveis para crianças e adolescentes (vide 5. “Advertências e Precauções”).
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Não há um tratamento específico para a superdosagem. No caso de superdosagem, o paciente deve ser tratado sintomaticamente e devem ser instituídas medidas de suporte conforme a necessidade. É improvável que a hemodiálise possa exercer algum efeito benéfico na superdosagem por rosuvastatina.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
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Venda sob prescrição médica h is tó r
ICO DE A LT ER A Ç Õ ES D E BU LA Da d o s d a su b m is sã o e le t r ô ni c a D a do s d a p e t iç ã o / no t if i c aç ã o qu e a lt e r a bu la Da d o s d a s a l t e r a ç õ e s d e bu la s Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu n t o Da t a d o e x p e di e n t e N °. do e x p e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la V e r sõ e s ( VP /VP S ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c io n a d a s 0 8/ 0 6 /20 2 1 22 1 47 7 2 /21 -9 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic i a l d e T e x to d e B ul a -R DC – 6 0 / 12 0 8 /0 6 /20 2 1 2 21 47 7 2 /21 -9 1 0 4 59 -GE NÉ R I CO – I n c lu sã o I ni c ia l d e T e x to d e B ul a -RD C – 6 0 /1 2 0 8/ 0 6 /20 2 1 Ve r sã o in ic i a l V PS -1 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
-2 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
1 0 /0 1 /20 2 2 0 1 2 881 9 / 22 -7 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /12 1 0 / 01 / 202 2 0 12 88 1 9 /22 -7 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 6 0/ 1 2 1 0/ 0 1 /20 2 2 C om p os iç ã o 6 .
I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 9 .
R e a ç õ e s a d v e r sa s Di z e r e s le g a is ( S AC ) V PS -1 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
-2 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
2 0 /0 4 /20 2 3 0 3 9 792 1 / 23 -3 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 0 / 04 / 202 3 0 39 79 2 1 /23 -3 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 6 0/ 1 2 2 0/ 0 4 /20 2 3 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 6 .
I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 9 .
R e a ç õ e s a d v e r sa s V PS -1 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
-2 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
2 1 /06/2024 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 1 /06/2024 -1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R D C – 6 0/ 1 2 2 1 /06/2024 5 .
Ad v e r t ên c ia s e p r e c a uç õ e s 6 .
I n te r a çõ e s m e d ic a m e n to sa s 8 .
P os ol o g ia e mo d o d e u sa r Di z e r e s l e g a is V PS -1 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
-2 0 mg c o m r e v c t b l a l a l x 30 .
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 10MG COM REV CT BL AL AL X 30 | Tarja vermelha | 7896112104360 | R$ 196,35 |
| 20MG COM REV CT BL AL AL X 30 | Tarja vermelha | 7896112104407 | R$ 343,96 |