Bula de Losartana Potássica
Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 11/03/2022 · conferida em 25/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
losartana potássica Comprimido revestido 50mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE losartana potássica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Comprimido revestido 50mg Embalagens contendo 30 e 60 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada comprimido revestido contém: losartana potássica................................ ................................................... ..................................50mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: amido, celulose microcristalina, crosc armelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose/macrogol, álcool etílico e dióxido de titânio.
Para que este medicamento é indicado?
O seu médico receitou este medicamento para tratar a sua hipertensão (pressão alta) ou por você ter uma doença conhecida como insuficiência cardíac a (enfraquecimento do coração). Em pacientes com pressão alta e hipertrofia ventricula r esquerda, a losartana potássica reduziu o risco de derrame (acidente vascular cerebral) e de ataque cardíaco (infarto do miocárdio) e ajudou esses pacientes a viverem mais (veja o item 4. O qu e devo saber antes de usar este medicamento?
- Uso em pacientes de raça negra com pressão alta e hipertrofia do ventrículo esquerdo).
O seu médico também pode ter receitado losartana po tássica por você ter diabetes tipo 2 e proteinúria; nesse caso, a losartana potássica pode retardar a piora da doença renal.
Como este medicamento funciona?
A losartana potássica age dilatando os vasos sanguí neos para ajudar o coração a bombear o sangue para todo o corpo com mais facilidade. Essa ação ajuda a reduzir a pressão alta. Em muitos pacientes com insuficiência cardíaca, a losa rtana potássica irá auxiliar no melhor funcionamento do coração. A losartana potássica tam bém diminui o risco de doenças do coração e dos vasos sanguíneos, como derrame em pacientes c om pressão alta e espessamento das paredes do ventrículo esquerdo do coração (hipertrofia vent ricular esquerda). Além desses efeitos sobre a pressão arterial, a losartana potássica também ajud a a proteger os seus rins se você tiver diabetes tipo 2 (veja O que é diabetes tipo 2?) e proteinúri a (perda de proteína na urina por comprometimento dos rins).
Informações ao Paciente com Pressão Alta O que é pressão arterial?
A pressão gerada pelo seu coração ao bombear o sang ue para todas as partes do corpo é chamada de pressão arterial. Sem a pressão arterial, o sang ue não circularia pelo corpo. A pressão arterial normal faz parte da boa saúde. Sua pressão arterial sofre alterações durante o transcorrer do dia, dependendo da atividade, do estresse e da excitação .
A leitura da pressão arterial é composta de dois nú meros, por exemplo, 120/80 (cento e vinte por oitenta). O número mais alto mede a força quando o seu coração está bombeando sangue. O número mais baixo mede a força do coração em repous o, entre os batimentos cardíacos.
O que é pressão alta (ou hipertensão)?
Você tem pressão alta ou hipertensão quando sua pre ssão arterial permanece alta mesmo quando você está calmo (a) e relaxado (a). A pressão alta desenvolve-se quando os vasos sanguíneos se estreitam e dificultam o fluxo do sangue.
Como saber se tenho pressão alta?
Em geral, a pressão alta não causa sintomas. A únic a maneira de saber se você tem hipertensão é medindo sua pressão arterial. Por isso, você deve m edir sua pressão arterial regularmente.
Por que a pressão alta deve ser tratada?
Se não for tratada, a pressão alta pode causar dano s a órgãos essenciais à vida, como o coração e os rins. Você pode estar se sentindo bem e não apre sentar sintomas, mas a hipertensão pode causar derrame (acidente vascular cerebral), ataque cardíaco (infarto do miocárdio), insuficiência cardíaca, insuficiência renal ou cegueira.
Como a pressão alta deve ser tratada?
Ao diagnosticar a hipertensão (pressão alta), o seu médico poderá recomendar mudanças em seu estilo de vida e também receitar-lhe medicamentos p ara controlar a pressão arterial. A pressão alta pode ser tratada e controlada com o uso de med icamentos, como losartana potássica. O seu médico pode lhe dizer qual é a pressão arterial ide al para você. Memorize esse valor e siga a recomendação médica para atingir a pressão arterial ideal para a sua saúde.
Como a losartana potássica trata a pressão alta?
A losartana potássica reduz a pressão arterial bloq ueando especificamente uma substância denominada angiotensina II. A angiotensina II norma lmente estreita os vasos sanguíneos e o tratamento com losartana potássica faz com que eles relaxem. Embora o seu médico possa lhe dizer se o medicamento está agindo por meio da medi ção da sua pressão arterial, provavelmente você não notará diferenças ao tomar losartana potás sica.
O que causa espessamento das paredes do ventrículo esquerdo do coração (hipertrofia ventricular esquerda)?
A pressão alta faz o coração trabalhar com mais esf orço. Com o tempo, isso pode hipertrofiar o coração.
Por que os pacientes com hipertrofia ventricular es querda devem ser tratados?
A hipertrofia ventricular esquerda está associada a um aumento na probabilidade de derrame. A losartana potássica reduziu o risco de eventos card iovasculares, como o derrame, em pacientes com pressão alta e hipertrofia do ventrículo esquer do.
Informações ao Paciente com Insuficiência Cardíaca O que é insuficiência cardíaca?
A insuficiência cardíaca é uma doença em que o músc ulo do coração não consegue bombear tão forte como anteriormente.
Quais os sintomas da insuficiência cardíaca?
Os pacientes nos estágios iniciais da insuficiência cardíaca podem não apresentar sintomas.
Conforme a insuficiência cardíaca avança, os pacien tes podem sentir falta de ar ou se sentir facilmente cansados após uma atividade física leve, como caminhar. Os líquidos podem se acumular em diferentes partes do corpo, frequenteme nte ao redor dos tornozelos e nos pés. A insuficiência cardíaca pode restringir as atividade s diárias. A losartana potássica é um dos medicamentos disponíveis (em geral junto com um diu rético) para tratar essa doença.
Informações ao Paciente com Diabetes Tipo 2 e Prote inúria O que é diabetes tipo 2?
O diabetes tipo 2 é um distúrbio da capacidade do o rganismo de converter alimentos em energia.
Em pessoas com diabetes tipo 2, as células não resp ondem aos efeitos da insulina ou a insulina é produzida em quantidades muito pequenas. Nesses cas os, a glicose (açúcar) não consegue entrar nas células e a quantidade de açúcar no sangue aume nta, situação conhecida como hiperglicemia ou taxas elevadas de açúcar no sangue.
Por que os pacientes com diabetes tipo 2 e proteinú ria devem ser tratados?
A deterioração que caracteriza a doença renal relac ionada ao diabetes ocorre nas unidades filtradoras de sangue do rim e nas áreas próximas. A capacidade de filtração de sangue pelo rim fica reduzida e as proteínas do sangue são perdidas na urina. A doença renal pode ser medida por exame de presença de proteínas na urina. Conforme a doença avança, os rins perdem a capacidade de remover do sangue resíduos como a cre atinina e a ureia. A progressão da doença renal é medida por exames para verificar a presença desses resíduos no sangue. Em pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria, a losartana potá ssica diminuiu a piora da doença renal e a necessidade de diálise ou de transplante renal.
Quando não devo usar este medicamento?
Você não deve tomar este medicamento se:
-for alérgico a losartana ou a qualquer outro compo nente deste medicamento (veja o item Composição);
-sua função hepática estiver seriamente prejudicada ;
-você estiver com mais de 3 meses de gestação. O us o de losartana potássica também deve ser evitado no início da gestação (veja o item 4. O que devo saber antes de usar este medicamento? -Gravidez e amamentação);
-você tiver diabetes ou insuficiência renal e estiv er tomando algum medicamento para reduzir a pressão arterial que contenha alisquireno.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Informe ao seu médico sobre quaisquer problemas de saúde que esteja apresentando ou tenha apresentado e sobre quaisquer tipos de alergia que tenha. Informe também ao seu médico se:
-tiver histórico de angioedema (inchaço da face, do s lábios, da garganta e/ou da língua) (veja o item 8. Quais os males que este medicamento pode me causar?);
-sofrer de vômito ou diarreia excessivos que levam a uma perda excessiva de líquido e/ou sal em seu corpo;
-estiver tomando diuréticos (medicamentos que aumen tam a quantidade de água que passa através do seu rim) ou estiver fazendo uma dieta co m restrição de sal, que leva a uma perda excessiva de líquido e sal em seu corpo (veja o ite m 6. Como devo usar este medicamento?);
-tiver estreitamento ou bloqueio dos vasos sanguíne os que chegam aos rins ou tiver feito um transplante de rim recentemente;
-o funcionamento do seu fígado estiver prejudicado (veja os itens 6. Como devo usar este medicamento? e 8. Quais os males que este medicamen to pode me causar?);
-sofrer de insuficiência cardíaca com ou sem insufi ciência renal ou se sofrer de arritmias cardíacas que ameaçam a vida. Tome cuidado especial se também estiver usando betabloqueadores;
-tiver problemas nas válvulas do coração ou no músc ulo cardíaco;
-sofrer de doença coronariana (causada pela diminui ção do fluxo de sangue nos vasos sanguíneos do coração) ou doença vascular cerebral (causada pe la diminuição da circulação do sangue no cérebro);
-sofrer de hiperaldosteronismo (uma síndrome associ ada com o aumento da secreção do hormônio aldosterona pela glândula adrenal, causada por uma anormalidade na glândula);
-estiver tomando um dos seguintes medicamentos para controlar a pressão alta: um inibidor da ECA (por exemplo, lisinopril, enalapril e ramipril) , em particular se você tiver problemas renais relacionados ao diabetes;
-alisquireno.
- estiver tomando outros medicamentos que possam au mentar o potássio sérico (veja o item Interações medicamentosas).
O seu médico poderá solicitar regularmente exames p ara averiguar o funcionamento dos seus rins, a sua pressão sanguínea e a quantidade de ele trólitos (por exemplo, potássio) no seu sangue.
Gravidez e Amamentação: Informe o seu médico se você suspeitar que esteja grávida (ou que pode engravidar). O seu médico recomendará que você pare de tomar losartana potássica antes de engravidar ou assim que souber que está grávida, e lhe aconselhará a tomar outro medicamento.
Este medicamento não é recomendado no início da gestação e não deve ser utilizado após o terceiro mês de gestação, pois pode causar sérios d anos ao seu bebê se utilizado após o terceiro mês de gestação.
Informe ao seu médico se você está amamentando ou p restes a iniciar a amamentação. A losartana potássica não é recomendada para mulheres que estejam amamentando. O seu médico deverá escolher outro tratamento se você deseja ama mentar, especialmente se o seu bebê é recém-nascido ou nasceu prematuramente.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.
Uso Pediátrico: não existe experiência com o uso de losartana potás sica em crianças, portanto este medicamento não deve ser administrado a crianç as.
Idosos: losartana potássica age igualmente bem e também é b em tolerado pela maioria dos pacientes adultos mais jovens e mais velhos. A maio ria dos pacientes mais velhos requer a mesma dose que os pacientes mais jovens.
Uso em Pacientes de Raça Negra com Pressão Alta e H ipertrofia do Ventrículo Esquerdo: em um estudo que envolveu pacientes com pressão alt a e hipertrofia do ventrículo esquerdo, losartana potássica diminuiu o risco de derrame e a taque cardíaco e ajudou os pacientes a viverem mais. No entanto, esse estudo também mostro u que esses benefícios, quando comparados aos de um outro medicamento para hiperte nsão, denominado atenolol, não se aplicam aos pacientes de raça negra.
Dirigir ou Operar Máquinas: nenhum estudo sobre a habilidade de dirigir ou oper ar máquinas foi realizado. A losartana potássica provavelmente não afetará a sua habilidade de dirigir ou operar máquinas. Entretanto, como qualquer outro me dicamento utilizado para tratar pressão alta, a losartana pode causar tontura ou sonolência em al gumas pessoas. Se você apresentar tontura ou sonolência, converse com o seu médico antes de real izar tais atividades.
Interações Medicamentosas: em geral, losartana potássica não interage com alim entos ou outros medicamentos que você possa estar tomando. Entretan to, o seu médico deve ser informado sobre todos os medicamentos que você toma, tomou recentem ente ou pretende tomar, incluindo os que são vendidos sem receita. É importante informar ao seu médico se estiver tomando: outros medicamentos que diminuem a pressão sanguínea, pois eles podem reduzi-la ainda mais. A pressão sanguínea pode ser reduzida por um destes m edicamentos ou uma destas classes de medicamentos: antidepressivos tricíclicos, antipsic óticos, baclofeno e amifostina; medicamentos que retêm potássio ou podem aumentar os seus níveis (por exemplo, suplementos de potássio, substitutos do sal da dieta que contêm potássio, me dicamentos poupadores de potássio como alguns diuréticos [amilorida, triantereno e espiron olactona], heparina ou produtos que contenham trimetoprima); anti-inflamatórios não esteroidais t ais como indometacina, incluindo inibidores da COX-2 (medicamentos que reduzem a inflamação e pode m ser utilizados no auxílio do alívio da dor), porque podem reduzir o efeito de losartana na diminuição da pressão sanguínea; suco de toranja (que deve ser evitado durante o tratamento com losartana potássica).
Seu médico pode ter que mudar a dose que você está utilizando e/ou tomar outras precauções se você estiver tomando um inibidor da ECA ou alisquir eno (veja os itens 3. Quando não devo usar este medicamento? e 4. O que devo saber antes de us ar este medicamento?).
Se o funcionamento de seus rins estiver prejudicado , o uso destes medicamentos juntamente com losartana potássica poderá levar a uma piora no fun cionamento deles. Medicamentos que contêm lítio (um medicamento usado para o tratamento de ce rtos tipos de depressão) não devem ser utilizados juntamente com a losartana sem a supervi são cuidadosa do seu médico. Precauções especiais (como exames de sangue) podem ser indicad as.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e
Umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento: Comprimido oblongo formato cápsula com vinco, núcle o de cor branca e revestimento branco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Como devo usar este medicamento?
Este medicamento pode ser tomado com ou sem aliment os. Para maior comodidade e para se lembrar com mais facilidade, tente tomá-lo no mesmo horário todos os dias.
Tome losartana potássica diariamente, exatamente co nforme a orientação de seu médico. O seu médico decidirá a dose adequada de losartana, depen dendo do seu estado de saúde e dos outros medicamentos que você estiver tomando. É importante que continue tomando losartana pelo tempo que o médico lhe receitar, para manter a pres são arterial controlada.
DOSAGEM Pressão Alta: a dose usual de losartana potássica para a maioria dos pacientes com pressão alta é de 50mg uma vez ao dia para controlar a pressão dur ante um período de 24 horas.
A dose usual de losartana para pacientes com pressã o alta e hipertrofia do ventrículo esquerdo é de 50mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentad a para 100mg uma vez ao dia.
Insuficiência Cardíaca: a dose inicial de losartana potássica para pacient es com insuficiência cardíaca é de 12,5mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentada gradualmente até que a dose ideal seja atingida. A dose usual de losartana potá ssica para tratamento prolongado é de 50mg uma vez ao dia.
Diabetes Tipo 2 e Proteinúria: a dose usual de losartana para a maioria dos pacien tes é de 50mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentada para 1 00mg uma vez ao dia.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?
Tente tomar losartana potássica conforme seu médico prescreveu. Entretanto, se você deixou de tomar uma dose, não deverá tomar uma dose extra. Ap enas tome a dose seguinte como de costume, isto é, na hora habitual e sem duplicá-la.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me caus ar?
Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não es perados ou indesejáveis, denominados efeitos adversos. Entretanto, nem todas as pessoas apresentam esses efeitos. Informe ao seu médico se você apresentar um efeito adverso ou algu m sintoma incomum não listado nesta bula.
Os seguintes efeitos adversos foram relatados com o uso de losartana potássica:
-Comuns (podem ocorrer em 1 a cada 10 pessoas):
Tontura; pressão sanguínea baixa (especialmente apó s a perda excessiva de água do corpo dos vasos sanguíneos, por exemplo em pacientes com insu ficiência cardíaca grave ou que esteja sendo tratado com altas doses de diuréticos); efeit os ortostáticos relacionados com a dose, tais como diminuição da pressão sanguínea ao se levantar da posição sentada ou deitada; debilidade; fadiga; pouco açúcar no sangue (hipoglicemia); muit o potássio no sangue (hipercalemia); alteração no funcionamento dos rins, incluindo falê ncia renal; anemia (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue); aumento da ureia no sangue, da creatinina e do potássio sérico em pacientes com insuficiência cardíaca (enfraqueci mento do coração).
-Incomuns (podem ocorrer em 1 a cada 100 pessoas):
Sonolência; dor de cabeça; distúrbios do sono; sens ação de aumento das batidas do coração (palpitações); dor aguda no peito (angina pectoris) ; falta de ar (dispneia); dor abdominal; constipação; diarreia; náusea; vômito; urticária; c oceira; erupção cutânea; inchaço localizado (edema); tosse.
-Raros (podem ocorrer em 1 a cada 1.000 pessoas):
Hipersensibilidade; angiodema; inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite, incluindo púrpura de Henoch-Schnlein); dormência ou formigamento (pares tesia); desmaio (síncope); batimento cardíaco acelerado e irregular (fibrilação atrial); derrame (acidente vascular cerebral); inflamação do fígado (hepatite); elevação dos níveis de alanin a aminotransferase (ALT), que geralmente se resolve após a descontinuação do tratamento.
-Desconhecidos (a frequência não pode ser estimada com os dados disponíveis): Diminuição do número de plaquetas; enxaqueca; funcionamento an ormal do fígado; dores musculares e nas juntas; sintomas parecidos com os da gripe; dor nas costas e infecção no trato urinário; aumento da sensibilidade ao sol (fotossensibilidade); dores musculares inexplicáveis e urina escura (rabdomiólise); impotência; inflamação do pâncreas (pancreatite); níveis baixos de sódio no sangue (hiponatremia); depressão; mal-estar; zumbid o no ouvido; alteração no paladar.
Informe ao seu médico se você apresentar doença ren al e diabetes tipo 2 com proteinúria, e/ou estiver tomando suplementos de potássio, medicament os poupadores de potássio ou substitutos do sal da dieta que contenham potássio. Se você apr esentar reação alérgica com inchaço da face, dos lábios, da garganta e/ou da língua que possa di ficultar sua respiração ou capacidade de engolir, pare de tomar losartana potássica e procur e o seu médico imediatamente.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Em caso de superdose, avise o seu médico imediatame nte para que ele possa prestar atendimento de urgência. Os sintomas mais prováveis de superdos e são pressão arterial baixa e ritmo cardíaco acelerado, mas também podem ocorrer batimentos card íacos mais lentos.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. no 1.0370.0505 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica hi st
Óri c o de al t e
RAÇÕE S DE B UL A D a d os d a s u b mi s s ão el e t rô n ic a Da d o s d a p e ti ç ã o/ n ot if i ca ç ã o q ue a l t e r a b ul a Da d o s d a s al t e r a çõ e s d e bu l as Da t a d o e xp e di e n t e N°. d o e xp e di e n t e A s s u nt o Da t a d o e xp e d i e n t e N °. d o e xp e d i e n t e As s u nt o D a t a d e a p r o v a ç ão I t e ns d e b u la V e r s õe s ( V P/ V P S ) A p r e s e nt a ç õe s r e l a ci o n a das 2 0/ 0 9/ 20 1 3 07 9 64 8 9/ 13 -7 10 4 59 -
GEN É RI C O – I n c l us ão I ni ci al d e T e xt o d e Bu l a
- R D C – 60 / 1 2 2 0/ 0 9/ 20 1 3 0 7 9 64 8 9/ 13 -7 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu s ão I ni ci al de T e xt o d e B u l a
- R D C – 6 0 / 12 20/ 0 9/ 20 1 3 Ve r s ã o i ni ci al VP -5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 3 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 6 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as o pc x 7 5 ( e m b h o sp ) .
2 4/ 0 2/ 20 1 4 01 4 29 7 5/ 14 -2 10 4 52 -
GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o de T e xt o de Bul a – R DC – 6 0 / 1 2 2 4/ 0 2/ 20 1 4 0 1 4 29 7 5/ 14 -2 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 24/ 0 2/ 20 1 4 4 .
O q u e de vo s ab e r a nt es de u s ar e st e m e d i c am e nt o ?
VP -5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 3 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 6 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as o pc x 7 5 ( e m b h o sp ) .
0 4/ 1 1/ 20 1 5 09 6 27 4 7/ 15 -2 10 4 52 -
GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o de T e xt o de Bul a – R DC – 6 0 / 1 2 0 4/ 1 1/ 20 1 5 0 9 6 27 4 7/ 15 -2 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 04/ 1 1/ 20 1 5 1 .
P ar a qu e e st e m e d i c am e nt o é in di c a d o ?
2 .
Co m o es te m e d i c am e nt o f u nci on a ?
3 .
Q ua n do nã o d e vo us a r e s t e m e di c a m e nto ?
4 .
O q u e de vo s ab e r a nt es de u s ar e st e m e d i c am e nt o ?
7 .
O q ue d e vo f a z e r q u a n do e u m e e sq u e c e r d e u s a r est e m e di c a m ent o ?
8 .
Qu ai s o s m a l es q u e es t e m e d i c am e nt o p o d e m e c a u s a r ?
VP -5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 3 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 6 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as o pc x 7 5 ( e m b h o sp ) .
2 7/ 0 6/ 20 1 7 12 9 80 3 7/ 17 -4 10 4 52 -
GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o de T e xt o de Bul a – R DC – 6 0 / 1 2 2 7/ 0 6/ 20 1 7 1 2 9 80 3 7/ 17 -4 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 27/ 0 6/ 20 1 7 Ap r e s e nt a çõ e s 1 .
P ar a qu e e st e m e d i c am e nt o é in di c a d o ?
2 .
Co m o es te m e d i c am e nt o f u nci on a ?
3 .
Q ua n do não d e vo us a r e s t e m e di c a m e nto ?
4 .
O q u e de vo s ab e r a nt es de u s ar e st e m e d i c am e nt o ?
5 .
O nd e , co m o e p or q u a nt o t e mp o p o ss o gu a r d a r e s t e m e d i c am e nt o ?
8 .
Qu ai s o s m a l es q u e es t e m e d i c am e nt o p o d e m e c a u s a r ?
9 .
O q u e f a z e r s e al gu é m us a r u m a qu a nti d a d e m a i or d o q u e a i ndi c a d a d e st e m e di c a m ent o ?
VP -5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 3 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 6 0 .
2 0/ 0 6/ 20 1 8 04 9 42 2 8/ 18 -1 10 4 52 -
GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o de T e xt o de Bul a – R DC – 6 0 / 1 2 2 0/ 0 6/ 20 1 8 0 4 9 42 2 8/ 18 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 20/ 0 6/ 20 1 8 4 .
O q u e d e vo s ab e r a nt es de u s ar e st e m e d i c am e nt o ?
VP -5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 3 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 6 0 .
0 2/ 0 6/ 20 2 1 21 3 40 5 9/ 21 -5 10 4 52 -
GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o de T e xt o de Bul a – R DC – 6 0 / 1 2 0 2/ 0 6/ 20 2 1 2 1 3 40 5 9/ 21 -5 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 02/ 0 6/ 20 2 1 N / A VP -5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 3 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 6 0 .
1 1/ 0 3/ 20 2 2 10 4 52 -
GEN É RI C O – No ti fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o de T e xt o de Bul a – 1 1/ 0 3/ 20 2 2 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – 11/ 0 3/ 20 2 2 4 .
O q u e d e vo s ab e r a nt es de u s ar e st e m e d i c am e nt o ?
Di z e r es l e ga i s ( S AC ) VP -5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 3 0 .
-5 0m g c o m r e v b l a l p l as op c x 6 0 .
R dc – 6 0 / 1 2 rd c – 6 0 / 1 2
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
losartana potássica Comprimido revestido 50mg
Modelo de bula com informações técnicas aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE losartana potássica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Comprimido revestido 50mg Embalagens contendo 30 e 60 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada comprimido revestido contém: losartana potássica................................ ................................................... ..................................50mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: amido, celulose microcristalina, crosc armelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose/macrogol, álcool etílico e dióxido de titânio.
Indicações
Hipertensão Este medicamento é indicado para o tratamento da hi pertensão. É também indicado para o tratamento da insuficiência cardíaca, quando o trat amento com um inibidor da ECA não é mais considerado adequado. Não é recomendado trocar inib idores da ECA por losartana potássica no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca que estejam estabilizados com a terapia atual.
Redução do risco de morbidade e mortalidade cardiov ascular em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda A losartana potássica é indicada para reduzir o ris co de morbidade e mortalidade cardiovasculares avaliado com base na incidência combinada de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio em pacientes hipertensos com h ipertrofia ventricular esquerda. (Veja o item 2. Resultados de eficácia – Raça).
Proteção renal em pacientes com diabetes tipo 2 e p roteinúria A losartana potássica é indicada para retardar a pr ogressão da doença renal, retardo avaliado com base na redução da incidência combinada de duplicaç ão da creatinina sérica, insuficiência renal terminal (necessidade de diálise ou transplante ren al) ou morte, e para reduzir a proteinúria.
Resultados de eficácia
Em estudos clínicos, a administração de losartana p otássica em dose única diária a pacientes com hipertensão essencial leve à moderada propiciou red uções estatisticamente significativas das pressões arteriais sistólica e diastólica; nos estu dos clínicos, o efeito anti-hipertensivo foi mantid o por até um ano. A medida da pressão arterial no val e (24 horas após a dose) em relação à pressão no pico (5 a 6 horas após a dose) demonstrou reduçã o da pressão arterial relativamente uniforme nas 24 horas. O efeito anti-hipertensivo acompanhou os ritmos diurnos naturais. A redução da pressão arterial no final do intervalo posológico f oi de aproximadamente 70% a 80% do efeito observado 5 a 6 horas após a dose. A descontinuação da losartana potássica em pacientes hipertensos não resultou em rebote abrupto da press ão arterial. Apesar da diminuição significativa da pressão arterial, a administração de losartana potássica não exerceu efeito clinicamente significativo na frequência cardíaca.
A administração de 50mg a 100mg deste medicamento u ma vez ao dia produz efeito anti-hipertensivo significativamente maior do que a admi nistração de 50mg a 100mg de captopril uma vez ao dia. O efeito anti-hipertensivo de losartana potássica 50mg é semelhante ao da administração única diária de enalapril 20mg. O efe ito anti-hipertensivo da administração única diária de 50mg a 100mg de losartana potássica é com parável ao da administração única diária de 50mg a 100mg de atenolol e equivalente ao da admini stração de 5mg a 10mg de felodipina de liberação prolongada em idosos hipertensos ( ≥ 65 anos) após 12 semanas de terapia.
A losartana potássica é igualmente eficaz em pacien tes hipertensos de ambos os sexos e em pacientes hipertensos mais jovens (< 65 anos) e mai s velhos (≥ 65 anos). A exemplo do que ocorre com outros medicamentos que afetam o sistema renina-angiotensina, a resposta média à monoterapia com losartana é menor em pacientes da r aça negra, embora o efeito anti-hipertensivo de losartana potássica se manifeste em todas as raç as.
Os efeitos deste medicamento administrado concomita ntemente com diuréticos tiazídicos na redução da pressão arterial são aproximadamente adi tivos.
Estudo LIFE: (Losartan Intervention For Endpoint re duction in hypertension): foi um estudo de grande porte, multicêntrico, multinaciona l, randômico e triplo-cego, controlado com medicação ativa que envolveu 9.193 pacientes hipert ensos com idades entre 55 e 80 anos (média de 67 anos) e hipertrofia ventricular esquerda docu mentada por ECG. No período basal, 1.195 (13%) pacientes apresentavam diabetes; 1.326 (14%), hipertensão sistólica isolada; 1.468 (17%), doença coronariana e 728 (8%), doença vascular cere bral. O objetivo do estudo foi demonstrar os efeitos protetores cardiovasculares de losartana po tássica versus atenolol, além dos benefícios do controle da pressão arterial (medida no vale). Para atingir esse objetivo, a meta da pressão arterial foi a mesma para os dois grupos de tratamento. Os p acientes foram distribuídos de modo randômico para receber 50mg de losartana potássica ou 50mg de atenolol uma vez ao dia.
Quando a meta da pressão arterial (<140/90mmHg) não era atingida, adicionava-se, em primeiro lugar, a hidroclorotiazida (12,5mg) e, se necessári o, aumentava-se a dose de losartana potássica ou de atenolol para 100mg uma vez ao dia. Se para a tingir a meta ainda houvesse a necessidade de outras modificações do esquema terapêutico (por exemplo, aumento da dose de hidroclorotiazida para 25mg ou adição de outro trat amento diurético ou de bloqueadores dos canais de cálcio, alfabloqueadores ou agentes de aç ão central), estas eram feitas. A adição de inibidores da ECA, antagonistas da angiotensina II ou betabloqueadores não foi permitida.
Nos dois grupos de tratamento, a pressão arterial f oi significativamente reduzida para níveis semelhantes, e uma proporção semelhante de paciente s atingiu a meta da pressão arterial. A duração média do período de acompanhamento foi de 4 ,8 anos.
O desfecho primário foi o composto de morbidade e m ortalidade cardiovasculares, avaliado pela redução da incidência combinada de morte cardiovasc ular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio. Os resultados mostraram que o tratamento com losartana potássica, em comparação ao atenolol, resultou em 13,0% de redução do risco (p = 0,021) para os pacientes que atingiram o desfecho primário composto (veja a figura 1).
Figura 1. Estimativas de Kaplan-Meier do desfecho p rimário composto de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral ou infarto do miocárdio nos grupos que receberam losartana potássica ou atenolol, ajustadas para o escore de risco de Fr amingham e o grau de hipertrofia ventricular esquerda (HVE) ao ECG no período basal.
O tratamento com losartana potássica, em comparação ao com atenolol, reduziu o risco de acidente vascular cerebral em 25% (p = 0,001). As t axas de morte cardiovascular e de infarto do miocárdio não foram significativamente diferentes e ntre os grupos de tratamento. O efeito de losartana potássica no desfecho primário composto a parentemente foi superior e além dos efeitos benéficos do controle da pressão arterial isoladame nte (veja tabela a seguir).
DESFECHOS DO ESTUDO LIFE Resultado losartana (N=4.605) n(%) Taxa* atenolol (N=4.588) n(%) Taxa* Redução do risco** Valor de P Desfecho primário composto 508 (11%) 23,8 588 (13%) 27,9 13% 0,021 Componentes do desfecho primário composto Mortalidade cardiovascular 204 (4%) 9,2 234 (5%) 10,6 11% 0,206 Acidente vascular cerebral 232 (5%) 10,8 309 (7%) 14,5 25% 0,001 Infarto do miocárdio 198 (4%) 9,2 188 (4%) 8,7 -7% 0,491 *Por 1.000 pacientes-anos de acompanhamento.
**Ajustada para o escore de risco de Framingham e o grau de HVE ao ECG no período basal.
Os outros desfechos clínicos do estudo LIFE foram: mortalidade por todas as causas, hospitalização por insuficiência cardíaca ou angina pectoris, procedimentos de revascularização coronariana ou periférica e parada cardíaca com res suscitação. Não ocorreram diferenças significativas entre os grupos de tratamento nas ta xas desses desfechos. Os pacientes que receberam losartana potássica apresentaram redução significativamente maior dos índices de hipertrofia ventricular esquerda no ECG em comparaç ão com os que receberam atenolol.
Os efeitos de losartana potássica versus atenolol na morbimortalidade cardiovascular foram examinados em subgrupos de pacientes com histórico de diabetes mellitus (n = 1.195) ou hipertensão sistólica isolada (HSI) (n = 1.326) no período basal. Em relação ao desfecho primário composto, os resultados observados nesses subgrupos foram compatíveis com o benefício do tratamento com losartana potássica observado na pop ulação global do estudo: observou-se redução de 24% do risco (p = 0,03) nos pacientes co m diabetes e de 25% (p = 0,06) nos pacientes com hipertensão sistólica isolada. Compatível com o s resultados observados na população global, a redução do risco de acidente vascular cerebral fo i um importante fator contribuinte para o benefício observado nos pacientes com diabetes ou H SI.
Raça: com base no estudo LIFE, os benefícios de losartana potássica sobre a morbidade e a mortalidade cardiovasculares em comparação com os d o atenolol não se aplicam a pacientes negros com hipertensão e hipertrofia ventricular es querda, embora os dois esquemas de tratamento tenham reduzido de forma eficaz a pressã o arterial nessa população de pacientes. No estudo LIFE, losartana potássica, em comparação ao atenolol, diminuiu o risco de morbidade e mortalidade cardiovasculares em pacientes hipertens os não negros com hipertrofia ventricular esquerda (n = 8.660), conforme medido pelo desfecho primário de incidência combinada de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio (p = 0,003). Nesse estudo, entretanto, o risco de apresentar o desfecho primár io composto foi menor em pacientes negros que receberam atenolol em comparação com os que rec eberam losartana potássica (p = 0,03). No subgrupo de pacientes negros (n = 533; 6% dos pacie ntes do estudo LIFE), ocorreram 29 desfechos primários entre os 263 pacientes do grupo do atenolol (11%, 25,9/1.000 pacientes-anos) e 46 entre os 270 pacientes (17%, 41,8/1.000 pacientes-anos) do grupo da losartana potássica.
Nesse estudo, losartana potássica em geral foi bem tolerada e seu perfil de tolerabilidade foi superior ao do atenolol, conforme evidenciado pela incidência significativamente mais baixa de descontinuações por efeitos adversos.
Estudo RENAAL: (Reduction of Endpoints in NIDDM with the Angiotensin II Receptor Antagonist Losartan): foi um estudo mundial de grande porte, multicêntri co, com distribuição randômica, controlado com placebo e duplo-cego que envolveu 1.513 pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria (751 receberam losartana potássica) , com ou sem hipertensão. O objetivo do estudo foi demonstrar os efeitos protetores renais de losartana potássica além dos benefícios do controle da pressão arterial isoladamente. Para ati ngir esse objetivo, a meta da pressão arterial foi a mesma para os dois grupos de tratamento. Os pacie ntes com proteinúria e creatinina sérica entre 1,3 e 3,0mg/dL foram distribuídos de modo randômico para receber 50mg de losartana potássica uma vez ao dia, titulados de acordo com a resposta da pressão arterial, ou placebo e tratamento anti-hipertensivo convencional, excluindo-se inibid ores da ECA e antagonistas da angiotensina II. Os pesquisadores foram orientados a titular o m edicamento do estudo para 100mg uma vez ao dia, conforme apropriado; 72% dos pacientes tomaram a dose diária de 100mg durante a maior parte do tempo em que receberam o medicamento do es tudo. Em ambos os grupos, quando necessário, puderam ser adicionados outros agentes anti-hipertensivos (diuréticos, bloqueadores dos canais de cálcio, alfa ou betabloqueadores e ag entes de ação central). Os pacientes foram acompanhados por até 4,6 anos (média de 3,4 anos).
O desfecho primário do estudo foi o desfecho compos to de duplicação da creatinina sérica, insuficiência renal terminal (necessidade de diális e ou transplante) ou morte. Os resultados mostraram que o tratamento com losartana potássica (327 eventos) em comparação com o placebo (359 eventos) resultou em redução do risco de 16,1% (p = 0,022) para os pacientes que atingiram o desfecho primário composto. Os resultad os também demonstraram redução significativa do risco no grupo tratado com losarta na potássica em relação aos seguintes componentes individuais e combinados do desfecho pr imário: 25,3% de redução do risco de duplicação da creatinina sérica (p = 0,006), 28,6% de redução do risco de insuficiência renal terminal (p = 0,002), 19,9% de redução do risco de insuficiência renal terminal ou morte (p = 0,009) e 21% de redução do risco de duplicação da c reatinina sérica ou de insuficiência renal terminal (p = 0,010). A taxa de morte por todas as causas não foi significativamente diferente entre os dois grupos de tratamento.
Os desfechos secundários do estudo foram: alteração da proteinúria, taxa de progressão da nefropatia e o composto de morbimortalidade de caus as cardiovasculares (hospitalização por insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, revas cularização, acidente vascular cerebral, hospitalização por angina instável ou morte cardiov ascular). Os resultados mostraram redução média de 34,3% do nível de proteinúria no grupo da losartana potássica (p < 0,001). O tratamento com losartana potássica reduziu a taxa de declínio da função renal durante a fase crônica do estudo em 13,9%, p = 0,003 (taxa média de declínio de 18,5%, p = 0,01), conforme medido pela recíproca da concentração sérica de creatinina. Não houve diferença significativa entre o grupo que recebeu losartana potássica (247 eventos) e o g rupo placebo (268 eventos) no desfecho composto de morbimortalidade cardiovascular, embora o estudo não tenha sido desenhado para detectar esse efeito.
Nesse estudo, losartana potássica em geral foi bem tolerada, conforme evidenciado pela incidência semelhante de descontinuações por efeito s adversos na comparação com o placebo.
Estudos ELITE I e ELITE II: no estudo ELITE, de 48 semanas de duração, que env olveu 722 pacientes com insuficiência cardíaca (Classes II-IV da New York Heart Association [NYHA]), não foram observadas diferenças no desfecho primári o de disfunção renal persistente entre os pacientes que receberam losartana potássica e os qu e receberam captopril. A observação não esperada do benefício superior da losartana potássi ca na redução do risco de morte em relação ao captopril no estudo ELITE não foi confirmada no est udo de sobrevida definitivo, o ELITE II, descrito a seguir.
No ELITE II, estudo que envolveu pacientes com insu ficiência cardíaca, desenhado para avaliar prospectivamente a mortalidade, comparou-se um esqu ema com 50mg de losartana potássica em dose única diária (dose inicial de 12,5mg titulada para 25mg e 50mg 1x/dia) a um esquema de 50mg de captopril, 3x/dia (dose inicial de 12,5mg t itulada para 25mg e 50mg 3x/dia). Nesse estudo (n = 3.152), pacientes com insuficiência car díaca (Classes II-IV da NYHA) foram acompanhados durante dois anos aproximadamente (med iana de acompanhamento de 1,5 ano) para que se avaliasse se losartana potássica era su perior ao captopril na redução da mortalidade por todas as causas. O desfecho primário não mostro u diferença estatisticamente significativa entre losartana potássica e captopril na redução da mortalidade por todas as causas (17,7% para a losartana potássica e 15,9% para o captopril, p = 0 ,16). O desfecho secundário não mostrou diferença estatisticamente significativa na redução de morte súbita de origem cardíaca e/ou parada cardíaca com ressuscitação (9,0% para losart ana potássica e 7,3% para captopril, p = 0,08). O desfecho terciário de mortalidade por todas as ca usas e/ou hospitalizações por todas as causas não mostrou diferença estatisticamente signi ficativa entre losartana potássica e captopril (47,7% para losartana potássica e 44,9% para captop ril, p = 0,18). Em geral, os outros desfechos de morbidade e de mortalidade, incluindo melhora da classe funcional de acordo com a classificação da NYHA, não foram diferentes entre o s grupos de tratamento.
Nesses dois estudos clínicos controlados em pacient es com insuficiência cardíaca, losartana potássica em geral foi bem tolerada e seu perfil de tolerabilidade foi superior ao do captopril, conforme avaliado pela incidência significativament e mais baixa de descontinuações por efeitos adversos e incidência significativamente mais baixa de tosse.
Características farmacológicas
Farmacologia clínica A losartana potássica, o primeiro de uma nova class e de agentes para o tratamento da hipertensão e da insuficiência cardíaca, é um antagonista do re ceptor (tipo AT1) da angiotensina II. A losartana potássica também reduz o risco combinado de morte cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio em pacientes hipert ensos com hipertrofia ventricular esquerda e oferece proteção renal para pacientes com diabetes tipo 2 e proteinúria.
Mecanismo de ação A angiotensina II, um potente vasoconstritor, é o p rincipal hormônio ativo do sistema renina-angiotensina e o maior determinante da fisiopatolog ia da hipertensão. A angiotensina II liga-se ao receptor AT1 encontrado em muitos tecidos (por exemplo, músculo liso vascular, glândulas adrenais, rins e coração) e desencadeia várias açõe s biológicas importantes, incluindo vasoconstrição e liberação de aldosterona. A angiot ensina II também estimula a proliferação de células musculares lisas. Foi identificado um segun do receptor da angiotensina II (subtipo AT 2), mas sua função na homeostase cardiovascular é desco nhecida.
A losartana é um composto sintético potente, ativo por via oral. De acordo com bioensaios de ligação e farmacologia, a losartana liga-se seletiv amente ao receptor AT1. In vitro e in vivo, tanto a losartana como o seu metabólito ácido carboxílico farmacologicamente ativo (E-3174) bloqueiam todas as ações fisiologicamente relevante s da angiotensina II, independentemente da fonte ou da via de síntese. Diferentemente de algun s antagonistas peptídicos da angiotensina II, a losartana não apresenta efeitos agonistas.
A losartana liga-se seletivamente ao receptor AT 1 e não se liga ou bloqueia outros receptores de hormônios ou canais iônicos importantes na regulaçã o cardiovascular. Além disso, a losartana não inibe a ECA (cininase II), a enzima que degrada a bradicinina. Consequentemente, os efeitos não relacionados diretamente ao bloqueio do recepto r AT1, como a potencialização dos efeitos mediados pela bradicinina ou o desenvolvimento de e dema (losartana: 1,7%; placebo: 1,9%), não estão associados à losartana.
Absorção Após a administração oral, a losartana é bem absorv ida e sofre metabolismo de primeira passagem, formando um metabólito ácido carboxílico ativo e outros metabólitos inativos. A biodisponibilidade sistêmica dos comprimidos de los artana é de aproximadamente 33%. As concentrações máximas médias de losartana e de seu metabólito ativo são atingidas em 1 hora e em 3 a 4 horas, respectivamente. Não houve efeito c linicamente significativo no perfil da concentração plasmática de losartana quando o fárma co foi administrado com uma refeição padrão.
Distribuição Tanto a losartana como seu metabólito ativo apresen tam taxa de ligação a proteínas plasmáticas ≥ 99%, principalmente com a albumina. O volume de dis tribuição da losartana é de 34 litros.
Estudos em ratos indicam que a losartana praticamen te não atravessa a barreira hematoencefálica.
Metabolismo Aproximadamente 14% da dose de losartana administra da por via intravenosa ou oral é convertida em seu metabólito ativo. Após a administ ração intravenosa ou oral de losartana potássica marcada com 14C, a radioatividade plasmática circulante principal é atribuída à losartana e ao seu metabólito ativo. Observou-se co nversão mínima de losartana ao seu metabólito ativo em aproximadamente 1% dos indivídu os estudados.
Além do metabólito ativo, são formados metabólitos inativos, incluindo dois principais, formados por hidroxilação da cadeia lateral butílica, e um s ecundário, um glucuronídeo N-2 tetrazol.
Eliminação A depuração plasmática da losartana e a de seu meta bólito ativo são de aproximadamente 600mL/min e 50mL/min, respectivamente. A depuração renal da losartana e de seu metabólito ativo são de aproximadamente 74mL/min e 26mL/min, r espectivamente. Quando a losartana é administrada por via oral, aproximadamente 4% da do se é excretada inalterada na urina e 6%, na forma de metabólito ativo. As farmacocinéticas da l osartana e de seu metabólito ativo são lineares com doses de losartana potássica de até 20 0mg, administradas por via oral.
Após a administração oral, as concentrações plasmát icas da losartana e de seu metabólito ativo diminuem poliexponencialmente, com meia-vida final de aproximadamente 2 horas e de 6 a 9 horas, respectivamente. Durante a administração da dose única diária de 100mg, a losartana e seu metabólito ativo não se acumulam significativamente no plasma.
Tanto a excreção biliar como a urinária contribuem para a eliminação de losartana e seus metabólitos. Após uma dose oral de losartana potáss ica marcada com 14C em humanos, aproximadamente 35% da radioatividade é recuperada na urina e 58%, nas fezes. Após uma dose intravenosa de losartana potássica marcada com 14C em humanos, aproximadamente 43% da radioatividade é recuperada na urina e 50%, nas fez es.
Farmacodinâmica losartana A losartana inibe as respostas pressoras sistólica e diastólica a infusões de angiotensina II. No pico, 100mg de losartana potássica inibem essas res postas em aproximadamente 85%; 24 horas após a administração de doses únicas e múltiplas, a inibição é de cerca de 26%-39%.
Durante a administração de losartana, a remoção do feedback negativo da angiotensina II sobre a secreção de renina aumenta a atividade de renina pl asmática, o que resulta em aumento da angiotensina II no plasma. Durante o tratamento crô nico (6 semanas) de pacientes hipertensos com 100mg/dia de losartana, foram observados aument os nos níveis plasmáticos de angiotensina II de aproximadamente 2-3 vezes quando ocorreram co ncentrações plasmáticas máximas do fármaco. Em alguns pacientes, foram observados aume ntos maiores, particularmente durante o tratamento de curto prazo (2 semanas). No entanto, a atividade anti-hipertensiva e a supressão da concentração plasmática da aldosterona foram aparen tes em 2 e 6 semanas, indicando bloqueio efetivo do receptor de angiotensina II. Após a desc ontinuação da losartana, os níveis de atividade de renina plasmática (ARP) e de angiotensina II dec linaram aos níveis anteriores ao tratamento em 3 dias.
Uma vez que a losartana é um antagonista específico do receptor de angiotensina II tipo AT 1, esse composto não inibe a ECA (cininase II), a enzi ma que degrada a bradicinina. Em um estudo que comparou os efeitos de 20mg e de 100mg de losar tana potássica e de um inibidor da ECA nas respostas à angiotensina I, à angiotensina II e à bradicinina, a losartana demonstrou bloquear as respostas à angiotensina I e à angiotensina II s em afetar as respostas à bradicinina. Esse achado é compatível com o mecanismo de ação específico da losartana. Em contrapartida, o inibidor da ECA demonstrou bloquear as respostas à angiotensina I e aumentar as respostas à bradicinina sem alterar a resposta à angiotensina II, proporcio nando assim uma diferenciação farmacodinâmica entre a losartana e os inibidores d a ECA.
As concentrações plasmáticas de losartana e seu met abólito ativo e o efeito anti-hipertensivo da losartana crescem com o aumento da dose. Como a los artana e seu metabólito ativo são ambos antagonistas do receptor de angiotensina II, eles c ontribuem para o efeito anti-hipertensivo.
Em um estudo de dose única que incluiu indivíduos d o sexo masculino sadios, a administração de 100mg de losartana potássica, sob condições nutrici onais com altos e baixos teores de sal, não alterou a taxa de filtração glomerular, o fluxo pla smático renal efetivo ou a fração de filtração. A losartana apresentou efeito natriurético que foi ma is acentuado com uma dieta pobre em sal e que pareceu não estar relacionado à inibição da reabsor ção inicial proximal de sódio. A losartana também aumentou de modo transitório a excreção urin ária de ácido úrico.
Em pacientes hipertensos sem diabetes com proteinúr ia (≥ 2g/24 horas) tratados durante 8 semanas, a administração de 50mg de losartana potás sica titulada para 100mg reduziu significativamente a proteinúria em 42%. A excreção fracionária de albumina e de IgG também foi significativamente reduzida. Nesses pacientes, a losartana manteve a taxa de filtração glomerular e reduziu a fração de filtração.
Em hipertensas pós-menopáusicas tratadas durante 4 semanas, a losartana potássica na dose de 50mg não apresentou efeito sobre os níveis renais o u sistêmicos de prostaglandina.
A losartana não teve efeito sobre os reflexos auton ômicos e não teve efeitos sustentados sobre a norepinefrina plasmática.
A losartana potássica, administrada em doses únicas diárias de até 150mg, não causou alterações clinicamente importantes nos níveis de triglicéride s, colesterol total ou colesterol HDL de pacientes hipertensos em jejum. As mesmas doses de losartana não apresentaram efeito sobre os níveis de glicemia de jejum.
Em geral, a losartana reduziu os níveis séricos de ácido úrico (geralmente < 0,4mg/dL), efeito que persistiu com a terapia crônica. Nos estudos cl ínicos controlados em pacientes hipertensos, não houve descontinuação de nenhum paciente em razã o de elevações dos níveis séricos de creatinina ou de potássio.
Em um estudo de 12 semanas, de desenho paralelo, qu e incluiu pacientes com insuficiência ventricular esquerda (Classes Funcionais II-IV da N YHA), cuja maioria estava recebendo diuréticos e/ou digitálicos, a losartana potássica administrada em doses únicas diárias de 2,5mg, 10mg, 25mg e 50mg foi comparada ao placebo. As dose s de 25mg e 50mg produziram efeitos hemodinâmicos e neuro-hormonais positivos, que fora m mantidos durante todo o estudo. As respostas hemodinâmicas foram caracterizadas por au mento do índice cardíaco e reduções de pressão capilar pulmonar, resistência vascular sist êmica, pressão arterial sistêmica média e frequência cardíaca. A ocorrência de hipotensão nes ses pacientes com insuficiência cardíaca foi relacionada à dose. Os resultados neuro-hormonais f oram caracterizados por redução dos níveis circulantes de aldosterona e norepinefrina.
Contraindicações
Este medicamento é contraindicado para pacientes com hipersensibilid ade à substância ativa ou a qualquer um dos componentes do produto (veja os ite ns 5. Advertências e Precauções e Composição).
O uso concomitante de losartana potássica com produ tos contendo alisquireno é contraindicado em pacientes com diabetes mellitus e insuficiência renal (TGF < 60 mL/min/1,73m2) (veja o item 6. Interações Medicamentosas).
Este medicamento não deve ser administrado durante o segundo ou o terceiro trimestre de gestação (veja o item 5. Advertências e Precauções – Uso na gravidez e amamentação).
A losartana potássica é contraindicada para pacient es com insuficiência hepática grave (veja o item 5. Advertências e Precauções).
Advertências e precauções
Toxicidade fetal: O uso de fármacos que atuam no sistema renina-angio tensina, durante o segundo e o terceiro trimestre da gravidez, diminui a função renal fetal e aumenta a morbidade, e a morte fetal e a neonatal. O oligoidrâmnio resulta nte pode estar associado com hipoplasia pulmonar e deformações ósseas fetais. As potenciais reações adversas neonatais incluem deformação craniana, anúria, hipotensão, insuficiên cia renal e morte. Quando a gravidez for detectada, losartana potássica deverá ser descontin uada o mais rápido possível (veja Uso na gravidez e amamentação).
Hipersensibilidade: angioedema. Pacientes com histórico de angioedema ( inchaço da face, dos lábios, da garganta e/ou língua) devem ser cuidados amente monitorados (veja o item 9. Reações Adversas).
Hipotensão e desequilíbrio hidroeletrolítico: hipotensão sintomática, especialmente após a primeira dose e após o aumento de dose, pode ocorre r em pacientes que apresentam depleção de volume e/ou depleção de sódio devido a terapia inte nsa com diuréticos, dieta com restrição de sal, diarreia ou vômito. Essas situações devem ser corri gidas antes da administração de losartana potássica ou deve-se utilizar dose inicial mais bai xa (veja o item 8. Posologia e Modo de usar).
Desequilíbrio hidroeletrolítico: desequilíbrios hidroeletrolíticos são comuns em pa cientes com comprometimento renal, com ou sem diabetes, e devem ser corrigidos. Em um estudo clínico que envolveu pacientes com diabetes tipo 2 e com nefrop atia, a incidência de hipercalemia foi mais alta no grupo tratado com losartana potássica quand o comparado ao grupo placebo (veja o item 9.
Reações Adversas). Por isso, as concentrações plasm áticas de potássio, assim como os valores da depuração plasmática da creatinina, devem ser cuida dosamente monitoradas, especialmente em pacientes com insuficiência cardíaca e depuração pl asmática da creatinina entre 30-50mL/min.
O uso concomitante de losartana potássica e de agen tes poupadores de potássio, suplementos de potássio e substitutos do sal que contenham potássi o não é recomendado (veja o item 6.
Interações medicamentosas).
O uso concomitante de outros medicamentos que possa m aumentar o potássio sérico pode levar à hipercalemia (veja Interações medicamentosas).
Insuficiência hepática: com base nos dados de farmacocinética que demonstr aram aumentos significativos das concentrações plasmáticas de los artana em pacientes com cirrose, deve-se considerar doses mais baixas para pacientes com his tórico de insuficiência hepática. Não há experiência terapêutica sobre a losartana em pacien tes com insuficiência hepática grave. Portanto, não é recomendada a administração de losartana em p acientes com insuficiência hepática grave (veja os itens 3. Características farmacológicas - Farmacologia clínica, 4. Contraindicações e 8.
Posologia e Modo de usar).
Insuficiência renal: como consequência da inibição do sistema renina-an giotensina, foram relatadas alterações na função renal (particularmen te em pacientes cuja função renal é dependente do sistema renina-angiotensina-aldosterona como os pacientes com insuficiência cardíaca grave ou disfunção renal preexistente). Assim como para o utros fármacos que afetam o sistema renina-angiotensina-aldosterona, o aumento nas taxas de ur eia sanguínea e de creatinina sérica também foi relatado em pacientes com estenose da artéria r enal bilateral ou estenose da artéria de rim único. Essas alterações da função renal podem ser r eversíveis com a descontinuação do tratamento. A losartana deve ser usada com cuidado em pacientes com estenose da artéria renal bilateral ou estenose da artéria de rim único.
O uso concomitante de losartana e inibidores da ECA demonstrou comprometer a função renal.
Portanto, não é recomendado o uso concomitante (vej a o item 6. Interações medicamentosas).
Insuficiência cardíaca: em pacientes com insuficiência cardíaca, com ou se m insuficiência renal, há – assim como com outros fármacos que atua m no sistema renina-angiotensina – um risco de hipotensão arterial grave e insuficiência renal (geralmente aguda).
Não há experiência terapêutica suficiente sobre a l osartana em pacientes com insuficiência cardíaca concomitante com insuficiência renal grave , em pacientes com insuficiência cardíaca grave (Classe IV da NYHA), assim como em pacientes com insuficiência cardíaca e arritmia cardíaca sintomática que ameaça a vida. Desta forma , a losartana deve ser utilizada com cautela nesses pacientes. A combinação de losartana com um betabloqueador deve ser utilizada com cautela (veja o item 3. Características farmacológi cas – Farmacodinâmica).
Transplante renal: não há dados sobre pacientes que tiveram um transp lante de rim recente.
Hiperaldosteronismo primário: pacientes com hiperaldosteronismo primário geralme nte não respondem a medicamentos anti-hipertensivos cuja aç ão se dá através da inibição do sistema renina-angiotensina. Assim sendo, o uso de losartan a nesses pacientes não é recomendado.
Doença cardíaca coronariana e doença vascular cereb ral: assim como com outros agentes anti-hipertensivos, a diminuição excessiva da press ão arterial em pacientes com isquemia cardiovascular ou doença vascular cerebral pode res ultar em infarto do miocárdio ou derrame.
Estenose de valva aórtica e mitral e cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva: assim como com outros vasodilatadores, recomenda-se atenção especi al em pacientes que sofrem de estenose aórtica ou mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva.
Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldos terona: há evidências de que o uso concomitante de inibidor da ECA, antagonista de rec eptor da angiotensina II ou alisquireno aumenta o risco de hipotensão, hipercalemia e dimin ui a função renal (incluindo insuficiência renal aguda). Portanto, o bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona pelo uso combinado de inibidor da ECA, antagonista de recept or da angiotensina II ou alisquireno não é recomendado (veja o item 6. Interações medicamentos as).
Se a terapia utilizando o bloqueio duplo for consid erada absolutamente necessária, esta deve ocorrer apenas com a supervisão de um especialista e com monitoramento constantemente da função renal, dos eletrólitos e da pressão sanguíne a. Inibidores da ECA e antagonistas de receptor da angiotensina II não devem ser utilizados concomi tantemente em pacientes com nefropatia diabética.
Uso na gravidez e amamentação: categoria de risco n a gravidez: D. Os fármacos que atuam diretamente no sistema renina-angiotensina podem ca usar danos e morte ao feto em desenvolvimento. Quando houver confirmação de gravidez, o tratamento com losartana potássica deverá ser descontinuado o mais rapidamen te possível.
O uso da losartana potássica não é recomendado dura nte o primeiro trimestre de gravidez. O uso da losartana potássica é contraindicado durante o s egundo e terceiro trimestre de gestação (veja o item 4. Contraindicações).
A evidência epidemiológica relacionada ao risco de teratogenicidade após a exposição a inibidores da ECA durante o primeiro trimestre de g estação não foi conclusiva; entretanto, um leve aumento neste risco não pode ser descartado. A pesar de não haver dados epidemiológicos controlados sobre o risco com antagonistas de recep tor da angiotensina II, riscos similares podem existir para esta classe de fármaco.
A losartana não deve ser iniciada durante a gestaçã o a não ser que a terapia com antagonistas de receptor da angiotensina II seja considerada essenc ial. Pacientes que planejam engravidar devem ter seu tratamento alterado para um tratamento anti -hipertensivo alternativo que possua perfil de segurança estabelecido para o uso durante a gestaçã o. Quando a gravidez for identificada o tratamento com losartana deve ser interrompido imed iatamente e, se apropriado, um tratamento alternativo deve ser iniciado.
Sabe-se que a exposição à terapia com antagonistas de receptor da angiotensina II durante o segundo e terceiro trimestre induz fetotoxicidade e m humanos (diminuição da função renal, oligoidrâmnio e retardo na ossificação do crânio) e toxicidade neonatal (insuficiência renal, hipotensão e hipercalemia).
Se ocorrer exposição à losartana durante o segundo ou terceiro trimestre de gestação é recomendada a realização de ultrassonografia para a valiação da função renal e do crânio.
Recém-nascidos cujas mães tomaram losartana devem s er observados cuidadosamente para hipotensão (veja o item 4. Contraindicações).
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.
Informe imediatamente seu médico em caso de suspeit a de gravidez.
Amamentação: uma vez que não há informações referentes ao uso d e losartana durante a amamentação, seu uso não é recomendado neste períod o. Durante a amamentação recomenda-se utilizar um tratamento alternativo que possua perfi l de segurança melhor estabelecido, especialmente se o lactente for recém-nascido ou pr ematuro.
Uso Pediátrico: recém-nascidos com histórico de exposição in útero a losartana potássica: caso ocorra oligúria ou hipotensão, dar prioridade para a manutenção da pressão arterial e a perfusão renal. Exsanguineotransfusões ou diálise podem ser necessárias como um meio de reverter a hipotensão e/ou substituir a função renal compromet ida.
A segurança e a eficácia em crianças ainda não fora m estabelecidas.
Uso em Idosos: nos estudos clínicos, não houve diferença relaciona da à idade nos perfis de eficácia e segurança de losartana.
Outras advertências e precauções: assim como observado com os inibidores da enzima conversora da angiotensina, a losartana e outros an tagonistas da angiotensina são aparentemente menos efetivos na redução da pressão sanguínea em p acientes negros, possivelmente devido a uma maior prevalência de baixo nível de renina ness a população.
Dirigir e operar máquinas: não foram feitos estudos para avaliar os efeitos d e losartana potássica na habilidade de dirigir e operar máquina s. Entretanto, deve-se considerar que tontura ou sonolência podem ocorrer ocasionalmente quando o paciente está recebendo terapia anti-hipertensiva, em particular quando está iniciando o tratamento ou quando tem a dose aumentada.
Por isso, recomenda-se cautela ao dirigir veículos ou operar máquinas durante o uso deste medicamento.
Interações medicamentosas
Nos estudos clínicos de farmacocinética realizados com hidroclorotiazida, digoxina, varfarina, cimetidina, fenobarbital, cetoconazol e eritromicin a, não foram identificadas interações medicamentosas de importância clínica. Houve relato s de redução dos níveis do metabólito ativo pela rifampicina e pelo fluconazol. Não foram avali adas as consequências clínicas dessas interações.
A exemplo do que ocorre com outros fármacos que blo queiam a angiotensina II ou os seus efeitos, o uso concomitante de diuréticos poupadore s de potássio (como espironolactona, triantereno e amilorida), suplementos de potássio, substitutos do sal que contenham potássio, ou outros medicamentos que possam aumentar o potássio sérico (por exemplo, produtos que contenham trimetoprima) pode resultar em aumento do potássio sérico.
A exemplo de outros fármacos que afetam a excreção de sódio, a excreção de lítio pode ser reduzida. Por isso, deve-se monitorar com cautela o s níveis séricos do lítio, caso sais de lítio sejam administrados concomitantemente a antagonista s de receptores de angiotensina II. Os fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), incluindo os inibidores seletivos da cicloxigenase-2 (inibidores da COX-2), podem reduzi r o efeito de diuréticos e outros medicamentos anti-hipertensivos. Por isso, o efeito anti-hipertensivo de antagonistas de receptores da angiotensina II ou inibidores da ECA pode ser atenuado pelos AINEs, incluindo os inibidores seletivos da COX-2.
Para alguns pacientes com função renal comprometida (por exemplo, pacientes idosos ou hipovolêmicos, incluindo aqueles em terapia diuréti ca) que estão em tratamento com fármacos anti-inflamatórios não esteroides, incluindo inibid ores seletivos da COX-2, a administração concomitante de antagonistas de receptores da angio tensina II ou inibidores da ECA pode resultar em maior deterioração da função renal, incluindo po ssível insuficiência renal aguda. Esses efeitos são usualmente reversíveis, portanto, a combinação deve ser administrada com cautela a pacientes com comprometimento da função renal.
Dado do estudo clínico demonstrou que o bloqueio du plo do sistema renina-angiotensina-aldosterona através do uso combinado de inibidores da ECA, antagonistas de receptor da angiotensina II ou alisquireno está associado com u ma frequência maior de reações adversas, tais como: hipotensão, hipercalemia e diminuição da funç ão renal (incluindo insuficiência renal aguda) comparado com o uso de apenas um agente que atua no sistema renina-angiotensina-aldosterona (veja os itens 4. Contraindicações e 5. Advertências e Precauções).
O suco de toranja contém componentes que inibem as enzimas CYP 450 e podem diminuir a concentração do metabolito ativo de losartana potás sica, o que pode reduzir o efeito terapêutico.
O consumo de suco de toranja deve ser evitado duran te o tratamento com losartana potássica.
Cuidados de armazenamento do medicamento conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e umidade.
Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: Comprimido oblongo formato cápsula com vinco, núcleo de cor branca e revestimento branco.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças
Posologia e modo de usar
Este medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos.
A losartana potássica pode ser administrada com out ros agentes anti-hipertensivos.
Hipertensão Para a maioria dos pacientes, a dose usual inicial e de manutenção é de 50mg uma vez ao dia. O efeito anti-hipertensivo máximo é alcançado 3 a 6 s emanas após o início do tratamento. Alguns pacientes podem obter benefício adicional se a dose for aumentada para 100mg uma vez ao dia.
Para pacientes com depleção de volume intravascular (por exemplo, pacientes tratados com altas doses de diuréticos), deve ser considerada uma dose inicial de 25mg uma vez ao dia (veja o item 5. Advertências e Precauções).
Não há necessidade de ajuste posológico inicial par a pacientes idosos ou para pacientes com insuficiência renal, inclusive para pacientes em di álise.
Deve ser considerada a utilização de uma dose mais baixa para pacientes com histórico de insuficiência hepática (veja os itens 4. Contraindi cações e 5. Advertências e Precauções).
Redução do risco de morbidade e mortalidade cardiov asculares em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda A dose usual inicial de losartana potássica é de 50 mg uma vez ao dia. Uma dose baixa de hidroclorotiazida deve ser adicionada e/ou a dose d e losartana potássica deve ser elevada para 100mg uma vez ao dia com base na resposta da pressã o arterial.
Insuficiência cardíaca A dose inicial de losartana potássica para paciente s com insuficiência cardíaca é de 12,5mg uma vez ao dia. Geralmente, a dose deve ser titulada a intervalos semanais (isto é, 12,5mg/dia, 25mg/dia, 50mg/dia) até a dose usual de manutenção de 50mg uma vez ao dia de acordo com a tolerabilidade do paciente.
Proteção renal em pacientes com diabetes tipo 2 e p roteinúria A dose usual inicial é de 50mg uma vez ao dia. Essa dose pode ser aumentada para 100mg uma vez ao dia com base na resposta da pressão arterial . A losartana potássica pode ser administrada com outros agentes anti-hipertensivos (por exemplo, diuréticos, bloqueadores dos canais de cálcio, alfa ou betabloqueadores e agentes de ação central) e também com insulina e outros agentes hipoglicemiantes comumente utilizados (como sulfonilureias, glitazonas e inibidores da glucosidase).
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
Reações adversas
As frequências de eventos adversos são classificada s de acordo com as seguintes categorias:
Muito comum (> 1/10), Comum (> 1/100, < 1/10), Inco mum (> 1/1.000, < 1/100), Raro (> 1/10.000, < 1/1.000), Muito Raro (< 1/10.000) e Des conhecido (não puderam ser estimados a partir dos dados disponíveis).
Em estudos clínicos controlados sobre hipertensão e ssencial, a reação adversa mais comum em pacientes hipertensos com hipertrofia ventricular e squerda e com insuficiência cardíaca crônica, assim como em hipertensos com diabetes mellitus tip o 2 com doença renal, foi tontura.
Tabela 1. Frequência das reações adversas identific adas durante os estudos clínicos controlados com placebo e a experiência pós-comerci alização Reações adversas Frequência das reações adversas por indicação Outro s Hipertensão Hipertensão com hipertrofia ventricular esquerda Insuficiência cardíaca crônica Hipertensão e diabetes tipo 2 com doença renal Experiência pós-comercialização Alterações do sangue e sistema linfático Anemia Comum Desconhecido Trombocitopenia Desconhecido Alterações do sistema imune R eações de hipersensibilidade, reações anafiláticas, angioedema 1 e vasculite 2 Raro Alterações psiquiátricas Depressão Desconhecido Alterações do sistema nervoso Tontura Comum Comum Comum Comum Sonolência Incomum Cefaleia Incomum Incomum Distúrbios do sono Incomum Parestesia Raro Enxaqueca Desconhecido Disgeusia Desconhecido Alterações do ouvido e labirinto Vertigem Comum Comum Zumbido Desconhecido Alterações cardíacas Palpitações Incomum Angina pectoris Incomum Síncope Raro Fibrilação atrial Raro Acidente vascular cerebral Raro Alterações vasculares Hipotensão (ortostática) (incluindo efeitos ortostáticos relacionados à dose)3 Incomum Comum Comum Alterações respiratórias, torácicas e mediastinais Dispneia Incomum Tosse Incomum Desconhecido Alterações gastrintestinais Dor abdominal Incomum Constipação Incomum Diarreia Incomum Desconhecido Náusea Incomum Vômito Incomum Alterações hepáticas Pancreatite Desconhecido Hepatite Raro Anormalidades no funcionamento do fígado Desconhecido Alterações de pele e tecido subcutâneo Urticária Incomum Desconhecido Prurido Incomum Desconhecido Erupção cutânea Incomum Incomum Desconhecido Fotossensibilidade Desconhecido Eritrodermia Desconhecido Alterações no musculoesquelético e nos tecidos cone ctivos Mialgia Desconhecido Artralgia Desconhecido Rabdomiólise Desconhecido Alterações renais e urinárias Insuficiência renal Comum Falência renal Comum Alterações do sistema reprodutivo e das mamas Disfunção erétil/impotência Desconhecido Perturbações gerais e alterações no local da admini stração Astenia Incomum Comum Incomum Comum Fadiga Incomum Comum Incomum Comum Edema Incomum Mal-estar Desconhecido Investigações Hipercalemia Comum Incomum 4 Comum 5 Aumento da alanina-aminotransferase
(ALT)6 Raro Aumento da ureia, da creatinina sérica e do potássio sérico no sangue Comum Hiponatremia Desconhecido Hipoglicemia Comum 1 Incluindo edema de laringe e glote, face, lábios, faringe e/ou língua (que causem obstrução de vias aéreas); alguns pacientes relataram histórico de angioedema com a administração de outros medicamentos, incluindo inibidores da ECA.
2 Incluindo púrpura de Henoch-Schnlein.
3 Especialmente em pacientes com depleção intravascu lar (por exemplo, pacientes com insuficiência cardíaca grave ou sob tratamento com altas doses de diuréticos).
4 Comum em pacientes que receberam 150mg de losartan a em vez de 50mg.
5 Em estudo clínico que incluiu pacientes com diabet es tipo 2 e nefropatia, 9,9% dos pacientes tratados com losartana em comprimidos e 3,4% dos qu e receberam placebo desenvolveram hipercalemia > 5,5mmol/L.
6 Geralmente resolvido com a descontinuação do trata mento.
As seguintes reações adversas adicionais ocorreram mais frequentemente em pacientes que receberam losartana do que em pacientes que receber am placebo (frequência desconhecida): dor nas costas, infecção do trato urinário e sintomas p arecidos com os da gripe.
Alterações renais e urinárias Como consequência da inibição do sistema renina-ang iotensina-aldosterona, mudanças no funcionamento dos rins (incluindo falência renal) f oram reportadas em pacientes em risco, essas alterações na função renal devem ser reversíveis co m a descontinuação do tratamento (veja item 5. Advertências e Precauções).
Achados de exames laboratoriais Em estudos clínicos controlados, alterações nos par âmetros laboratoriais de significância clínica com a administração de losartana potássica foram ra ramente reportadas.
Creatinina e nitrogênio ureico sanguíneo Aumentos discretos no nitrogênio ureico sanguíneo ( BUN) ou na creatinina sérica foram observados em menos de 0,1% dos pacientes com hiper tensão essencial tratados apenas com losartana potássica (veja o item 5. Advertências e Precauções - Insuficiência renal).
Hemoglobina e hematócrito Diminuições discretas na hemoglobina e no hematócri to (média de diminuição de aproximadamente 0,11 grama por cento e 0,09 por cen to de volume, respectivamente) ocorreram com frequência em pacientes tratados apenas com los artana potássica, mas raramente tiveram importância clínica. Nenhum paciente abandonou o tr atamento devido a anemia.
Testes de função hepática Ocorreram elevações ocasionais das enzimas hepática s e/ou da bilirrubina sérica. Dentre os pacientes com hipertensão essencial tratados apenas com losartana potássica, um paciente (< 0,1%) descontinuou o tratamento devido a essa reaçã o adversa laboratorial.
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Os dados disponíveis sobre superdose em humanos são limitados. As manifestações mais prováveis de superdose seriam hipotensão e taquicar dia; bradicardia poderia ocorrer por estimulação parassimpática (vagal). Se ocorrer hipo tensão sintomática, deve-se instituir tratamento de suporte.
Nem a losartana nem o seu metabólito ativo podem se r removidos da circulação por hemodiálise.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. no 1.0370.0505 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica hi st
Óri c
O de al t e
RAÇÕE S DE B UL A Da d o s d a s ub mi s sã o el e t rô n ic a Da d o s da pe t i ç ã o/ n o ti f i ca ç ã o q u e a l t e r a b u l a Da d o s d a s al t e r a çõ e s d e bu l as Da t a d o e xp e d i e n t e N °. d o e xp e d i e n t e As s u n t o Da t a do e xpe d i e nt e N°. d o e xpe d i e n t e A s s u nt o D a t a d e a p r o v a ç ão I t e n s de b ul a V e r s õ e s ( V P/ V P S ) Ap r e s e n t a ç õ e s r e l a ci o n a d as 2 0/ 0 9/ 20 1 3 0 7 9 648 9/ 13 -7 1 0 459 -
GEN É RI CO – I n c lu s ão I ni ci al d e T e xt o de Bul a -R DC – 60 / 1 2 2 0/ 0 9/ 20 1 3 0 7 9 64 8 9/ 13 -7 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c l u s ão I ni ci al d e Te xt o d e B ul a -RD C – 6 0 / 1 2 2 0/ 0 9/ 20 1 3 Ve r s ã o i ni ci al VP S -5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 1 5 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 3 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l p l as o p c x 50 ( e m b f r a c) .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 6 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l p l as o p c x 75 ( e m b ho s p) .
2 4/ 0 2/ 20 1 4 0 1 4 297 5/ 14 -2 1 0 452 -
GEN É RI CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – R DC – 60 / 1 2 2 4/ 0 2/ 20 1 4 0 1 4 29 7 5/ 14 -2 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 4/ 0 2/ 20 1 4 5 .
A dve r t ên c i as e pr e c a u ç õ es VP S -5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 1 5 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 3 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l p l as o p c x 50 ( e m b f r a c) .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 6 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l p l as o p c x 75 ( e m b ho s p) .
0 4/ 1 1/ 20 1 5 0 9 6 274 7/ 15 -2 1 0 452 -
GEN É RI CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – 0 4/ 1 1/ 20 1 5 0 9 6 27 4 7/ 15 -2 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – 0 4/ 1 1/ 20 1 5 1.
I ndi c a çõ e s 2 . R e s ult a d os d e e fi c á ci a 3 .
C a r a c t e r íst i c a s f a r m a c ol ógi c as 4.
C o nt r ai ndi c a çõ e s VP S -5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 1 5 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 3 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l R DC – 60 / 1 2 RD C – 6 0 / 1 2 5 .
A dve r t ên c i as e pr e c a u ç õ es 6 .
I nt e r a çõ e s m e d i c am e nt os a s 9.
R e a ç õ e s ad ve r s a s a l p l as o p c x 50 ( e m b f r a c) .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 6 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l p l as o p c x 75 ( e m b ho s p) .
2 7/ 0 6/ 20 1 7 1 2 9 803 7/ 17 -4 1 0 452 -
GEN É RI CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – R DC – 60 / 1 2 2 7/ 0 6/ 20 1 7 1 2 9 80 3 7/ 17 -4 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 7/ 0 6/ 20 1 7 Ap r e s e nt a ç ão 2 . R e s ult a d os d e e fi c á ci a 3 .
C a r a c t e r íst i c a s f a r m a c ol ógi c as 5 .
A d ve r t ên c i as e pr e c a u ç õ es 7 .
C u id a d os d e a r m a z e n a m e nt o do m e d i c am e nt o 9.
R e a ç õ e s ad ve r s a s VP S -5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 3 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 6 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l p l as o p c x 75 ( e m b ho s p) .
2 0/ 0 6/ 20 1 8 0 4 9 422 8/ 18 -1 1 0 452 -
GEN É RI CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – R DC – 60 / 1 2 2 0/ 0 6/ 20 1 8 0 4 9 42 2 8/ 18 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 0/ 0 6/ 20 1 8 2 . R e s ult a d os d e e fi c á ci a 5 .
A d ve r t ên c i as e pr e c a u ç õ es 6 .
I nt e r a çõ e s m e d i c am e nt os a s VP S -5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 3 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 6 0 .
0 2/ 0 6/ 20 2 1 2 1 3 405 9/ 21 -5 1 0 452 -
GEN É RI CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – R DC – 60 / 1 2 0 2/ 0 6/ 20 2 1 2 1 3 40 5 9/ 21 -5 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 0 2/ 0 6/ 20 2 1 9.
R e a ç õ e s ad ve r s a s VP S -5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 3 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 6 0 .
1 1/ 0 3/ 20 2 2 1 0 452 -
GEN É RI CO – No t i fi c a ç ã o d e Al t e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – R DC – 60 / 1 2 1 1/ 0 3/ 20 2 2 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 1 1/ 0 3/ 20 2 2 6 .
I nt e r a çõ e s m e d i c am e nt os a s Di z e r es l e ga i s ( S AC ) VP S -5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 3 0 .
-5 0 m g c o m r e v b l a l pl as op c x 6 0 .
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 50 MG COM REV CT BL AL PLAS OPC X 30 | Tarja vermelha | 7896112114185 | R$ 26,00 |
| 50 MG COM REV CT BL AL PLAS OPC X 60 | Tarja vermelha | 7896112134220 | R$ 51,66 |