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Algilive

Lisinato de cetoprofeno · Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoLisinato de cetoprofeno
FabricanteAché Laboratórios Farmacêuticos S.A
Registro MS1.0573.0065
Classe terapêuticaAnti-inflamatórios antireumaticos
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 11,19
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Algilive

Fonte: bula do fabricante (Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A) publicada no bulário digital Sara · bula de 08/05/2024 · conferida em 21/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

ALGILIVE Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.

Cápsula dura de liberação prolongada 160 mg e 320 mg

BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009

ALGILIVE lisinato de cetoprofeno

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Apresentações

Cápsula dura de liberação prolongada de 160 mg: embalagens com 4 e 10 cápsulas.

Cápsula dura de liberação prolongada de 320 mg: embalagens com 4 e 10 cápsulas.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada cápsula dura de liberação prolongada de Algilive 160 mg contém: lisinato de cetoprofeno.......................................................................................................................160 mg (equivalente a 101,5 mg de cetoprofeno).

Excipientes: carbômer 934, estearato de magnésio, povidona, talco, copolímero de acrilato de etila, metacrilato de cloreto de trimetilamônio de etila e metacrilato de metila, dietilftalato, gelatina, dióxido de titânio, óxido de ferro preto, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, amarelo de quinolina e azul de indigotina.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de Algilive 320 mg contém: lisinato de cetoprofeno........................................................................................................................320 mg (equivalente a 203,2 mg de cetoprofeno).

Excipientes: carbômer 934, estearato de magnésio, povidona, talco, copolímero de acrilato de etila, metacrilato de cloreto de trimetilamônio de etila e metacrilato de metila, dietilftalato, gelatina, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina dissódica, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, amarelo de quinolina e azul de indigotina.

01

Para que este medicamento é indicado?

Este medicamento é destinado ao tratamento de: artrose (doença que causa dor, inflamação e desgaste nas articulações), coxartrose (dor, inflamação e desgaste da articulação do quadril), espondiloartrose (inflamação e desgaste das articulações da coluna), artrite reumatoide (doença crônica autoimune que causa dor e inflamação nas articulações), bursite (inflamação das bolsas que ficam nas articulações), flebite (inflamação das veias) e tromboflebite (sangue coagulado dentro das veias, causando inflamação), contusão (lesão superficial que causa dor e inchaço), luxação (deslocamento do osso da articulação), entorse (lesão de tendão, músculo ou ligamento próximo das juntas) e distensão muscular (rompimento do músculo).

02

Como este medicamento funciona?

Este medicamento atua diminuindo a dor, inflamação e a febre, por possuir atividade anti-inflamatória (contra a inflamação), analgésica (contra a dor) e antipirética (contra a febre), principalmente nas articulações, músculos e tecidos moles.

A forma de liberação prolongada controla a liberação do fármaco, o que permite uma atividade imediata e outra de prolongar a absorção do fármaco, mantendo o nível do fármaco no sangue por 24 horas.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Algilive não deve ser utilizado em pacientes que tenham úlcera péptica (no estômago ou duodeno) na fase ativa, histórico positivo de úlcera péptica recorrente, dificuldade de digestão crônica, gastrite (inflamação do estômago), insuficiência renal grave (mau funcionamento dos rins), leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos do sangue) e plaquetopenia (diminuição das plaquetas no sangue), grave distúrbio de coagulação e hipersensibilidade (alergia) a quaisquer componentes de sua fórmula.

Sensibilidade cruzada Existe a possibilidade de hipersensibilidade (alergia) cruzada com ácido acetilsalicílico ou outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (como diclofenaco, ibuprofeno, entre outros). Portanto, o cetoprofeno não deve ser administrado a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico ou outros medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais tenham provocado sintomas de asma, rinite e/ou alergia na pele.

O uso de lisinato de cetoprofeno, apesar de não haver evidências de ocorrência de malformações fetais, não é recomendado para ser utilizado durante o primeiro e o último trimestre de gestação sem recomendação e acompanhamento médico rigorosos, pois há risco de ocorrência de hipertensão pulmonar e toxicidade renal no feto, característica comum ao s inibidores da síntese de prostaglandinas. Pode também levar ao aumento do tempo de sangramento nas gestantes e nos fetos e consequentemente a eventuais manifestações hemorrágicas no recém-nascido.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Populações especiais

  • Uso em pacientes com asma brônquica ou predispostos a alergia O uso de cetoprofeno em pacientes com asma brônquica (doença que causa dificuldade para respirar) ou com predisposição a crises alérgicas (excesso de reação com sinais de alergia) pode provocar uma crise asmática.
  • Uso em pacientes com insuficiência renal (mau funcionamento dos rins) Em pacientes com função renal comprometida, a administração de cetoprofeno deve ser efetuada com particular cautela, levando-se em consideração que o medicamento é eliminado principalmente pelos rins.

Gravidez e lactação Embora não tenha sido observada experimentalmente toxicidade embriofetal com cetoprofeno nas doses previstas para uso clínico, a administração em mulheres grávidas ou em fase de amamentação não é recomendada.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações medicamentosas: medicamento-medicamento

  • Gravidade: maior A associação de anticoagulantes, como a varfarina, com cetoprofeno pode exigir a redução da dosagem do anticoagulante, com intuito de evitar o risco de sangramento.

Medicamentos como o ácido acetilsalicílico, se associados ao cetoprofeno, podem reduzir o nível do cetoprofeno no sangue e aumentar o risco de distúrbios no estômago e intestinos.

Medicamentos como o metotrexato podem ter sua toxicidade aumentada se associados ao uso do cetoprofeno.

  • Gravidade: moderada O cetoprofeno pode levar ao aumento dos níveis do medicamento lítio na corrente sanguínea, com risco de intoxicação.

A probenecida pode levar ao aumento dos níveis sanguíneos de cetoprofeno no caso de uso concomitante.

A literatura cita ainda as seguintes interações, apesar de não possuírem significância clínica relevante.

A metoclopramida reduz a velocidade com que o cetoprofeno é absorvido e pode ocorrer uma pequena redução na absorção do cetoprofeno quando usado ao mesmo tempo com hidróxidos de magnésio ou alumínio.

É necessário reduzir a dosagem de fenitoínas ou sulfamidas (como sulfadiazina) quando administrad as ao mesmo tempo que o cetoprofeno.

Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue, pois pode aumentar o risco de sangramentos.

Não use este medicamento caso tenha problemas no estômago.

Não tome este medicamento por período maior do que está recomendado na bula ou recomendado pelo médico, pois pode causar problemas nos rins, estômago, intestino, coração e vasos sanguíneos .

Este produto contém cetoprofeno, que pode causar reações alérgicas, como a asma, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro preto, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, amarelo de quinolina e azul de indigotina que podem, eventualmente, causar reações alérgicas. (Algilive 160 mg) Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, vermelho de eritrosina dissódica, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, amarelo de quinolina e azul de indigotina que podem, eventualmente, causar reações alérgicas. (Algilive 320 mg) Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas Algilive 160 mg: cápsulas com tampa de cor verde-opaca e corpo marfim-opaco, contendo pellets brancos.

Algilive 320 mg: cápsulas com tampa de cor verde-opaca e corpo laranja-opaco, contendo pellets brancos.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá -lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Algilive 160 mg: tomar uma cápsula duas vezes ao dia, com líquidos, por via oral, durante ou após as refeições. A duração do tratamento deve ser a critério médico.

Algilive 320 mg: tomar uma cápsula ao dia, com líquidos, por via oral, durante ou após as refeições. A duração do tratamento deve ser a critério médico.

O produto pode ser tomado junto às refeições ou com leite, a fim de evitar possíveis distúrbios no estômago e intestinos.

De acordo com os estudos disponíveis, o limite máximo de uso diário é de 320 mg.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você perder ou se esquecer de tomar uma dose do medicamento, tome-a assim que possível. Se estiver quase no horário da sua próxima dose, espere até o horário para então tomar o medicamento e pule a dose perdida. Não use medicamento a mais para corrigir uma dose perdida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): assim como com outros anti-inflamatórios não esteroidais (como diclofenaco e ibuprofeno, por exemplo), podem ocorrer distúrbios transitórios no estômago e/ou intestinos, tais como dor no estômago, enjoo, vômito, diarreia e gases; sangramentos do estômago e/ou dos intestinos, fraqueza generalizada, sensação de tontura, lesões e vermelhidão na pele.

A literatura cita ainda as seguintes reações adversas, sem frequências conhecidas: discinesia transitória (movimentos repetitivos involuntários dos membros) e dor de cabeça.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Não há relato de fenômenos de superdose, mas se ocorrer, recomenda-se que você seja hospitalizado e que seja feita lavagem gástrica (do estômago) para eliminação rápida do produto. Deve ser aplicado o tratamento dos sintomas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

Registro: 1.0573.0065 Importado e Registrado por:

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.

CNPJ 60.659.463/0029-92 Indústria Brasileira Produzido por:

Valpharma S.p.A.

Serravalle - República de San Marino

Venda sob prescrição

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

ALGILIVE Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.

Cápsula dura de liberação prolongada 160 mg e 320 mg

BULA PARA PROFISSIONAL DE SAÚDE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009

ALGILIVE lisinato de cetoprofeno

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Apresentações

Cápsula dura de liberação prolongada de 160 mg: embalagens com 4 e 10 cápsulas.

Cápsula dura de liberação prolongada de 320 mg: embalagens com 4 e 10 cápsulas.

Uso oral

Uso adulto

—

Composição

Cada cápsula dura de liberação prolongada de Algilive 160 mg contém: lisinato de cetoprofeno..................................................................................................................................................................160 mg (equivalente a 101,5 mg de cetoprofeno).

Excipientes: carbômer 934, estearato de magnésio, povidona, talco, copolímero de acrilato de etila, metacrilato de cloreto de trimetilamônio de etila e metacrilato de metila, dietilftalato, gelatina, dióxido de titânio, óxido de ferro preto, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, amarelo de quinolina e azul de indigotina.

Cada cápsula dura de liberação prolongada de Algilive 320 mg contém: lisinato de cetoprofeno..................................................................................................................................................................320 mg (equivalente a 203,2 mg de cetoprofeno).

Excipientes: carbômer 934, estearato de magnésio, povidona, talco, copolímero de acrilato de etila, metacrilato de cloreto de trimetilamônio de etila e metacrilato de metila, dietilftalato, gelatina, dióxido de titânio, vermelho de eritrosina dissódica, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, amarelo de quinolina e azul de indigotina.

01

Indicações

Este medicamento é destinado ao tratamento de: artrose não especificada, coxartrose não especificada, espondiloartrose não especificada, artrite reumatoide não especificada, bursite não especificada, flebite e tromboflebite de localização não especificada, traumatismo superficial de região não especificada do corpo, luxação, entorse e distensão de região não especificada do corpo.

02

Resultados de eficácia

Vinte e seis pacientes com artrite reumatóide e efusão de joelho persistente completaram um estudo aberto de uma semana de duração para avaliar a eficácia e tolerabilidade de dois esquemas de lisinato de cetoprofeno. Os resultados obtidos, incluindo parâmetros clínicos e sinoviais foram comparados com aqueles obtidos em um terceiro grupo de pacientes tratados com naproxeno (controle).

Todos os pacientes mostraram uma melhora estatisticamente significante na redução da rigidez, mas não significante no alívio de outros parâmetros clínicos. Os níveis de PGE2 diminuíram significativamente com ambas as drogas com leve prevalência do lisinato de cetoprofeno sobre o naproxeno, já que a administração uma vez ao dia permite melhor adesão ao tratamento, a formulação de liberação prolongada pareceu ser uma alternativa útil às convencionais cápsulas de cetoprofeno e pode ser recomendada para tratamento sintomático da artrite reumatoide.

Um estudo administrou 320 mg de lisinato de cetoprofeno uma vez ao dia em pacientes com desordens reumáticas, havendo melhora clínica satisfatória da maioria dos parâmetros clínicos e boa tolerabilidade, com baixa incidência de problemas gástricos. Concluiu-se que os efeitos clínicos favoráveis e a boa adesão dos pacientes com uma dose única fazem desta uma droga útil para o tratamento de sucesso das desordens reumatoides.

Em um estudo de 15 dias avaliou-se 80 pacientes com dor na coluna e ciática, osteoartrite do quadril e joelho, dor resultante de fratura e dor cervical, que estavam tomando lisinato de cetoprofeno. A droga mostrou-se altamente solúvel, de ação rápida, prolongada e efetiva com efeitos colaterais mínimos mesmo em casos em que foi usada em altas doses. Neste estudo, a droga mostrou sem dúvida uma ação antiflogística assim como uma ação antiprostaglandínica causando desaparecimento da hiperestesia cutânea nos casos em que tal sintoma estava inicialmente presente. A droga demonstrou ser na prática bem tolerada na maioria dos casos. Sua administração não produziu nenhuma modificação significativa nos parâmetros laboratoriais considerados.

Um estudo aberto crossover avaliou a farmacocinética e biodisponibilidade relativa de uma dose oral única de lisinato de cetoprofeno.

A cápsula de 320 mg de liberação prolongada foi comparada com a cápsula de 320 mg comum. Dezesseis voluntários homens saudáveis, com idade de 20 a 39 anos, receberam ambas as preparações, com período de washout de pelo menos 96 horas entre as doses. A cápsula de liberação prolongada teve absorção mais rápida e melhor biodisponibilidade do que a cápsula comum.

Consequentemente, concluiu-se que assim como a cápsula comum, a de liberação prolongada é adequada para administração em dose única, mas dá melhores resultados quando se pensa em eficácia clínica. Nenhum efeito colateral foi reportado ou observado com ambas as formulações.

Um estudo multicêntrico aberto e não comparativo foi realizado com 2386 pacientes para avaliar a eficácia terapêutica e a tolerância do lisinato de cetoprofeno no tratamento de patologias comuns da prática clínica e ortopédica, como: lombalgia/lombociatalgia, artrite/artrose, tendinite, entorse, contusão, distensão muscular e/ou outros processos álgicos, na dose de 160 mg duas vezes ao dia, por 7 dias. A avaliação global de eficácia clínica apresentou resultados excelentes e bons em 91,5% dos casos. A tolerabilidade global evidenciou 91,5% de casos excelentes e bons, sendo que houve necessidade de interromper o tratamento em apenas 2,6% dos pacientes. Na avaliação da dor pelos pacientes, 95,6% apresentaram dor moderada a intensa na visita inicial e no retorno final apenas 6,2%. Na avaliação clínica da eficácia pelo médico a dor em repouso melhorou 97% na visita final em relação a visita inicial. Concluiu que o lisinato de cetoprofeno é eficaz e seguro, como anti-inflamatório e analgésico, no tratamento de patologias ortopédicas, reumatológicas e traumáticas.

Um estudo realizado entre 1987-1988 utilizou a cápsula de liberação prolongada de 320 mg de lisinato de cetoprofeno em 2945 pacientes com patologias osteo-artro-reumáticas. A tolerabilidade foi considerada satisfatória por 94,1% dos médicos enquanto 92,1% acharam que a relação risco-benefício foi positiva. Concluiu que a droga mostrou ter um índice mais que adequado de segurança.

Carrabba M, et al. Ketoprofen lysine in rheumatoid arthritis: efficacy and tolerability of two therapeutic schedules with evaluations of synovial prostaglandin levels. Current therapeutic research Vol. 42, No. 1, July 1987.

Chevallard M, et al. Effectiveness and tolerability of ketoprofen lysine, once a day, in patients with rheumatic disorders. Drugs Exptl.

Clin. Res. XIII (5) 293-296 (1987).

Di Muria GV, Cantalamessa G, Allegra M, Messina Denaro S. Ketoprofen-Lys: a clinical study and evaluation in 80 cases. Algologia, 1 (1982) 127-140.

Fincato G, Ferrari M, Scapinelli AC. Pharmacokinetic comparision of 320 mg of two different oral capsule formulations of ketoprofen-lysine salt in healthy volunteers. Advances in therapy Volume 10, No. 4, July/August 1993.

Peloggia CCN, Brito Neto AJ, Cunha J. Avaliação da eficácia terapêutica e da tolerância do antiinflamatório lisinato de cetoprofeno, na forma cápsulas. Estudo multicêntrico aberto e não comparativo. RBM – Rev. Bras. Med. Vol.57 – No. 6, Junho de 2000.

Rapisardi MI et al. Rapporto rischio-beneficio del trattamento con ketoprofene sale di lisina in ortopedia, fisiatria e reumatologia.

Gazzeta Medica Italiana – Archivo Scienze Mediche Vol. 149, N. 4.

03

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas O lisinato de cetoprofeno possui pronunciada ação analgésica, anti-inflamatória e antipirética.

A manifestação flogística dolorosa é anulada ou atenuada, favorecendo a mobilidade articular.

O lisinato de cetoprofeno possui maior solubilidade e melhor tolerabilidade, sobretudo no sistema gastrintestinal em relação ao cetoprofeno-ác. 2-(3-benzoilfenil) propiônico.

A forma de liberação prolongada controla a liberação do princípio ativo, do ambiente ácido ao ambiente neutro, o que permite uma dupla atividade terapêutica: a primeira imediata, a segunda de prolongar a absorção do fármaco, mantendo o nível plasmático do medicamento por 24 horas.

O lisinato de cetoprofeno é pouco tóxico, com uma DL50, conforme a via de administração, de cerca de 300 mg/kg no rato equivalente a 80-100 vezes à dose ativa como anti-inflamatório e analgésico. O produto não é teratogênico e não está correl acionado quimicamente com fármacos nos quais se nota ação cancerígena.

Propriedades farmacocinéticas O lisinato de cetoprofeno de liberação imediata é rapidamente absorvido, com máxima concentração plasmática a 60 a 90 minutos por via oral, a meia vida é de 1 a 2 horas.

O cetoprofeno passa para o líquido sinovial e persiste a uma taxa superior à concentração plasmática após 4 horas de administração oral.

A eliminação é essencialmente urinária e in natura: 50% do produto administrado por via sistêmica é excretado na urina em 6 horas.

A metabolização é relevante: cerca de 55% do produto administrado por via sistêmica é encontrado sob forma de metabólito na urina.

Pelo que diz respeito em particular à forma de liberação prolongada, a experiência farmacocinética no homem evidencia o seguinte:

  • Concentração máxima no plasma mais baixa;
  • Mudança do tempo de pico de 1 a 1,5 horas para 4 a 6 horas de administração;
  • Aumento do tempo de permanência da droga no plasma sanguíneo de cerca de 5 a 6 horas a cerca de 20 a 24 horas;
  • Biodisponibilidade não inferior a 80%.
04

Contraindicações

Algilive não deve ser utilizado em pacientes que tenham úlcera péptica na fase ativa, anamnese positiva de úlcera péptica recorrente, dispepsia crônica, gastrite, insuficiência renal grave, leucopenia e plaquetopenia, grave distúrbio de hemocoagulação e hipersensibilidade a quaisquer componentes de sua fórmula.

Sensibilidade cruzada Existe a possibilidade de hipersensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico ou outros fármacos anti-inflamatórios não esteroidais.

Portanto, o cetoprofeno não deve ser administrado a pacientes nos quais o ácido acetilsalicílico ou outros fármacos anti-inflamatórios não esteroidais tenham provocado sintomas de asma, rinite e/ou urticária.

O uso de lisinato de cetoprofeno, apesar de não ter evidências de ocorrência de malformações fetais, não é recomendado para ser utilizado durante o primeiro e o último trimestre de gestação sem a recomendação e acompanhamento médicos rigorosos, pois há risco de ocorrência de hipertensão pulmonar e toxicidade renal no feto, característica comum aos inibidores da síntese de prostaglandinas.

Pode também levar ao aumento do tempo de sangramento das gestantes e fetos e consequentemente eventuais manifestações hemorrágicas no recém-nascido.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças.

05

Advertências e precauções

Populações especiais

  • Uso em pacientes com asma brônquica ou diáteses alérgicas O uso de cetoprofeno em pacientes com asma brônquica ou com diáteses alérgicas pode provocar uma crise asmática.
  • Uso em pacientes com insuficiência renal Em pacientes com função renal comprometida, a administração de cetoprofeno deve ser efetuada com particular cautela levando-se em consideração a eliminação essencialmente renal do fármaco.

Gravidez e lactação Embora não tenha sido observada experimentalmente toxicidade embriofetal com cetoprofeno nas doses previstas para uso clínico, a administração em mulheres grávidas ou em fase de amamentação não é recomendada.

Categoria de risco na gravidez: C.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue, pois pode aumentar o risco de sangramentos.

Este medicamento não deve ser utilizado por pacientes que tenham úlcera estomacal.

O tratamento com este medicamento por mais de 7 dias aumenta o risco de ocorrência de graves efeitos renais, cardiovasculares e gastrintestinais.

Este produto contém cetoprofeno, que pode causar reações alérgicas, como a asma, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro preto, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, amarelo de quinolina e azul de indigotina que podem, eventualmente, causar reações alérgicas. (Algilive 160 mg) Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, vermelho de eritrosina dissódica, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro amarelo, amarelo de quinolina e azul de indigotina que podem, eventualmente, causar reações alérgicas. (Algilive 320 mg)

06

Interações medicamentosas

Medicamento-medicamento Gravidade: maior Efeito da interação: devido à elevada ligação de cetoprofeno com proteínas plasmáticas, é necessário reduzir a dosagem de anticoagulantes, quando administrados concomitantemente.

Medicamentos: Anticoagulantes (como a varfarina).

Efeito da interação: o uso com ácido acetilsalicílico reduz o nível sérico de cetoprofeno e aumenta o risco de distúrbios gastrintestinais.

Medicamento: ácido acetilsalicílico.

Efeito da interação: foi observado aumento da toxicidade do metotrexato em decorrência da diminuição de seu clearance renal.

Medicamento: metotrexato.

Gravidade: moderada Efeito da interação: no caso da administração com lítio há aumento de seu nível sérico podendo levar à intoxicação.

Medicamento: lítio.

Efeito da interação: a probenecida reduz as perdas de cetoprofeno e aumenta seu nível sérico.

Medicamento: probenicida.

A literatura cita ainda as seguintes interações, apesar de não possuírem significância clínica relevante:

A metoclopramida reduz a biodisponibilidade do cetoprofeno e pode ocorrer uma pequena redução de sua absorção no uso simultâneo com hidróxidos de magnésio ou alumínio. Devido à elevada ligação de cetoprofeno com proteínas plasmáticas, é necessário reduzir a dosagem de fenitoínas ou sulfonamidas (como sulfadiazina) quando administrados concomitantemente.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento

Armazenar em temperatura ambiente (de 15 °C a 30 °C). Proteger da luz e umidade.

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 36 meses a contar da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas Algilive 160 mg: cápsulas com tampa verde-opaca e corpo marfim-opaca, contendo pellets brancos.

Algilive 320 mg: cápsulas com tampa verde-opaca e corpo laranja-opaca, contendo pellets brancos.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

08

Posologia e modo de usar

Algilive 160 mg: tomar uma cápsula duas vezes ao dia, com líquidos por via oral, durante ou após às refeições. A duração do tratamento deve ser a critério médico.

Algilive 320 mg: tomar uma cápsula ao dia, com líquidos por via oral, durante ou após às refeições. A duração do tratamento deve ser a critério médico.

O produto pode ser tomado junto às refeições ou com leite, a fim de evitar possíveis distúrbios gastrintestinais.

De acordo com os estudos disponíveis, o limite máximo de uso diário é de 320 mg.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

09

Reações adversas

Reação comum (> 1/100 e < 1/10): Assim como com outros anti-inflamatórios não esteroidais, podem ocorrer distúrbios transitórios, no trato gastrintestinal, tais como gastralgia, náusea, vômito, diarreia e flatulência; hemorragia gastrintestinal, astenia, sensação de vertigem, exantema cutâneo.

A literatura cita ainda as seguintes reações adversas, sem frequências conhecidas: discinesia transitória e cefaleia.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Não há relato de fenômenos de superdose, mas se ocorrer recomenda-se a hospitalização do paciente e lavagem gástrica para eliminação rápida do produto. Deve ser aplicado o tratamento sintomático.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

Registro: 1.0573.0065 Importado e Registrado por:

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.

CNPJ 60.659.463/0029-92 Indústria Brasileira Produzido por:

Valpharma S.p.A.

Serravalle - República de San Marino

Venda sob prescrição

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
160 MG CAP DURA LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PCTFE OPC X 4Tarja vermelha7896658039331R$ 11,19
320 MG CAP DURA LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PCTFE OPC X 4Tarja vermelha7896658039317R$ 22,34
160 MG CAP DURA LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PCTFE OPC X 10Tarja vermelha7896658039454R$ 37,51
320 MG CAP DURA LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PCTFE OPC X 10Tarja vermelha7896658039447R$ 64,95
160 MG CAP DURA LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PCTFE OPC X 20Tarja vermelha7896658039348R$ 74,98
320 MG CAP DURA LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PCTFE OPC X 20Tarja vermelha7896658039324R$ 129,93
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

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