Bula de Lansoprazol + Claritromicina + Amoxicilina
Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 13/09/2024 · conferida em 23/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
lansoprazol claritromicina amoxicilina tri-hidratada Cápsula dura de liberação retardada 30mg Comprimido revestido 500mg Cápsula dura 500mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE lansoprazol claritromicina amoxicilina tri-hidratada Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentação
Embalagem contendo 7 blísteres com 2 cápsulas duras de liberação retardada de lansoprazol 30mg, 2 comprimidos revestidos de claritromicina 50 0mg e 4 cápsulas duras de amoxicilina 500mg.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada cápsula dura com microgrânulos de liberação re tardada de lansoprazol contém: lansoprazol pellets (equivalente a 30mg de lansopra zol)............................................... ....365,85mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: manitol, croscarmelose sódica, laurils ulfato de sódio, fosfato de sódio dibásico, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose, álco ol cetílico, dióxido de titânio, acetona e álcool isopropílico.
Cada comprimido revestido de claritromicina contém: claritromicina..................................... ................................................... ...................................500mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, amido, crosc armelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, talco, água de osmose reversa, hiprome lose/macrogol, etilcelulose, dióxido de titânio e álcool etílico.
Cada cápsula dura de amoxicilina contém: amoxicilina tri-hidratada (equivalente a 500mg de a moxicilina).......................................5 73,94mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: estearato de magnésio e croscarmelose sódica.
Para que este medicamento é indicado?
Este medicamento é indicado para o tratamento dos p acientes com infecção por Helicobacter pylori (bactéria encontrada no estômago) e úlcera péptica (ferida no estômago ativa ou com história de úlcera péptica há um ano). Está demonst rado que a grande maioria dos pacientes com úlcera péptica está infectada por esse patógeno (ba ctéria) e que sua eliminação reduz o índice de recorrência destas úlceras, diminuindo assim a nece ssidade de terapêutica antissecretora de manutenção.
Como este medicamento funciona?
Este medicamento constitui-se em uma associação de três medicamentos utilizados para o tratamento de úlceras localizadas no estômago ou du odeno (porção do aparelho digestivo localizada logo após o estômago), associadas à pres ença da bactéria Helicobacter pylori.
O lansoprazol diminui a acidez do estômago. É utili zado no tratamento de doença péptica ulcerosa (úlcera no estômago e duodeno), e em outra s condições onde a diminuição da secreção gástrica é benéfica. O tempo médio de ação deste me dicamento foi entre 1,5 e 2,2 horas, em jejum, mas a ação pode durar ainda mais. A claritro micina é um antibiótico do tipo macrolídeo e exerce sua ação antibacteriana inibindo a produção de proteínas pelas bactérias. Em alguns casos, os sinais de melhora surgem rapidamente após o iníc io do tratamento; em outros casos é necessário um tempo maior para se obter os efeitos benéficos. Seu médico o orientará.
A amoxicilina é uma penicilina de ampla ação, com a tividade bactericida (mata as bactérias) contra muitos microrganismos Gram-positivos e Gram- negativos. Recentemente comprovou-se que a amoxicilina é altamente ativa contra o H. pylori, apresentando uma potente ação bactericida.
Quando não devo usar este medicamento?
Este medicamento é contraindicado em pacientes com:
-hipersensibilidade conhecida ao lansoprazol, clari tromicina, amoxicilina ou aos outros componentes da fórmula, assim como à eritromicina e a outros antibióticos macrolídeos;
-histórico de reações alérgicas às penicilinas; às cefalosporinas ou a outros alérgenos. Se você já teve uma reação alérgica (com erupções da pele) ao tomar um antibiótico, deve conversar com seu médico antes de usar este medicamento;
-com distúrbios da concentração de sódio e potássio no sangue, problemas cardíacos e que estão em tratamento com terfenadina.
Especialmente com relação à claritromicina, ela não deve ser utilizada se você estiver fazendo uso dos seguintes medicamentos: astemizol, cisaprid a, pimozida, terfenadina e se você estiver com hipocalemia (diminuição dos níveis de potássio no sangue), pois pode causar um prolongamento do intervalo QT (alteração no eletroc ardiograma) e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e T orsade de Pointes (distúrbio do ritmo cardíaco).
A administração concomitante de claritromicina e co lchicina é contraindicada, principalmente para pacientes com insuficiência renal (dos rins) o u hepática (do fígado).
A administração concomitante de claritromicina com ticagrelor, ivabradina ou ranolazina é contraindicada.
A claritromicina também não deve ser utilizada com alcaloides do ergot (por exemplo: ergotamina ou di-hidroergotamina), pois pode result ar em toxicidade ao ergot.
A coadministração de claritromicina com midazolam o ral é contraindicada.
Pacientes com histórico de prolongamento do interva lo QT ou arritmia ventricular do coração, incluindo Torsade de Pointes não devem utilizar cla ritromicina.
Pacientes que sofrem de insuficiência hepática grav e em combinação com insuficiência renal não devem utilizar a claritromicina.
Não use claritromicina se você estiver tomando medi camentos contendo lomitapida devido ao risco de aumento acentuado das transaminases (enzim as que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado).
A claritromicina não deve ser utilizada em combinaç ão com uma estatina (exemplo: lovastatina ou sinvastatina), pois aumenta o risco do paciente ter miopatia (doença muscular), incluindo rabdomiólise (destruição do musculoesquelético).
A claritromicina é contraindicada para o uso por pa cientes com alteração importante da função dos rins (depuração de creatinina menor do que 30mL /min).
O que devo saber antes de usar este medicamento?
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES lansoprazol: Terapia com inibidores da bomba de próton (medicame ntos que diminuem a acidez no estômago) pode estar associada a um risco aument ado de fraturas relacionadas à osteoporose do quadril, punho ou espinha. O risco de fratura é aumentado nos pacientes que receberam alta dose, definida como múltiplas doses diárias, e tera pia a longo prazo (um ano ou mais).
Terapia com inibidores da bomba de próton pode esta r associada com um risco aumentado de infecção por Clostridium difficile (bactéria causadora da diarreia).
Hipomagnesemia (diminuição na concentração de magné sio no sangue) tem sido raramente relatada em pacientes tratados com inibidores da bo mba de próton por pelo menos três meses (na maioria dos casos, após um ano de tratamento). Os e ventos adversos graves incluem tetania (contrações musculares), arritmias e convulsões.
Este medicamento deve ser administrado com precauçã o em pacientes com doença hepática grave (doença no fígado).
A resposta sintomática ao lansoprazol não exclui a presença de malignidade gástrica.
Reações adversas cutâneas graves Reações adversas cutâneas graves, incluindo síndrom e de Steven-Jonhson (SSJ), Necrólise Epidérmica Tóxica (NET), Síndrome da Farmacodermia com Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos (DRESS) (reação adversa a medicamentos com caracter ísticas sistêmicas, que inclui, principalmente, erupção cutânea grave, febre, linfa denopatia, hepatite e anormalidades nas células do sangue), Pustulose Exantemática Generali zada Aguda (PEGA) (instalação aguda de múltiplas pústulas estéreis não foliculares com ede ma e eritema subjacentes, mais comum na face e em regiões intertriginosas, acompanhados por febr e alta e leucocitose) e eritema multiforme (presença de placas avermelhadas e salientes na pel e que muitas vezes têm aspecto de alvos e, geralmente, se encontram distribuídas simetricament e por todo o corpo) foram relatados em associação com o uso de inibidores da bomba de prót on (vide 8. “Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Descontinue o uso de ste medicamento ao primeiro sinal ou sintoma de reações adversas cutâneas ou outros sina is de hipersensibilidade e considere uma avaliação adicional.
Atenção diabéticos: contém açúcar. claritromicina: O uso prolongado de claritromicina, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização por bactérias e fungos não sensíveis ao tratamento. Na ocorrência de superinfecção, uma terapia adequada deve ser estabe lecida pelo médico.
A claritromicina deve ser descontinuada imediatamen te se sinais e sintomas de hepatite ocorrerem, como falta de apetite (anorexia), pele a marelada (icterícia), urina escura, coceira ou sensibilidade abdominal.
Diarreia associada à Clostridium difficile (bactéria causadora da diarreia) foi relatada com o uso de quase todos os agentes antibacterianos, incluind o claritromicina, podendo sua gravidade variar de diarreia leve a colite fatal.
O tratamento com agentes antibacterianos altera a f lora normal do intestino, o que pode levar à proliferação de Clostridium difficile , portanto a existência dessa bactéria deve ser con siderada pelo médico em todos os pacientes que apresentarem quadro de diarreia após o uso de antibiótico.
Um minucioso histórico médico é necessário para o d iagnóstico, já que a ocorrência desta bactéria foi relatada ao longo de dois meses após a administração de agentes antibacterianos.
Agravamento dos sintomas de miastenia grave (perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias) foi relatado em p acientes recebendo terapia com claritromicina.
A claritromicina deve ser administrada com cuidado a pacientes com alteração da função do fígado ou dos rins uma vez que é eliminada principa lmente pelo fígado. Deve ser também administrada com precaução a pacientes com comprome timento moderado a grave da função dos rins.
Devido ao risco de prolongamento do intervalo de QT (alteração no eletrocardiograma), claritromicina deve ser utilizada com precaução em pacientes com doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca grave, distúrbios de conduçã o cardíaca, hipomagnesemia (diminuição dos níveis de magnésio no sangue), frequência cardíaca baixa (< 50 bpm), ou quando é utilizada junto com outro medicamento associado com tempo de prolon gamento do intervalo de QT. A claritromicina não deve ser utilizada em pacientes com prolongamento do intervalo de QT congênito (de nascença) ou documentado, ou história de arritmia ventricular (vide “3. Quando não devo utilizar este medicamento?” ).
No caso de reações de hipersensibilidade (alergia) aguda severa, como anafilaxia (reação alérgica aguda), Síndrome de Stevens-Johnson (eritema bolhos o multiforme), necrólise epidérmica tóxica, Síndrome DRESS (erupção cutânea associada ao fármac o com eosinofilia e sintomas sistêmicos) e púrpura de Henoch-Schnlein (forma de púrpura não trombocitopênica), a terapia com claritromicina deve ser descontinuada imediatamente e um tratamento apropriado deve ser urgentemente iniciado.
Tomar claritromicina ao mesmo tempo que hidroxiclor oquina ou cloroquina (usadas para tratar doenças, incluindo artrite reumatoide, ou para trat ar ou prevenir a malária) pode aumentar a chance de você ter efeitos colaterais que afetam se u coração, podendo levar à risco à vida.
A claritromicina pode aumentar o efeito dos seguint es medicamentos:
-varfarina ou qualquer outro anticoagulante, por ex emplo dabigatrana, rivaroxabana, apixabana e edoxabana (usado para diluir o sangue). O uso conco mitante pode aumentar o risco de sangramento e os testes de coagulação do sangue dev em ser mais frequentes se claritromicina for usada ao mesmo tempo.
-lomitapida: a claritromicina pode aumentar a quant idade de lomitapida no sangue e também existe um risco de aumento acentuado das transamina ses (enzimas que auxiliam em diversas reações, principalmente no fígado) devido à claritr omicina aumentar a quantidade de lomitapida no sangue.
Informe o seu médico ou farmacêutico se você estive r tomando, se tomou recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos. amoxicilina: Antes de iniciar o tratamento com amoxicilina, info rme seu médico:
-se você já apresentou reação alérgica a algum anti biótico. Isso pode incluir reações na pele ou inchaço na face ou pescoço;
-se você apresenta febre glandular;
-se você toma medicamentos para prevenir coágulos s anguíneos (anticoagulantes), tais como varfarina, o seu médico fará um monitoramento e, se necessário, poderá sugerir ajustes na dose dos anticoagulantes;
-se você apresenta problema nos rins;
-se você não estiver urinando regularmente;
-se você já teve diarreia durante ou após o uso de antibióticos.
-se você já tomou algum medicamento contendo amoxic ilina e apresentou problemas de fígado.
Os betalactâmicos, incluindo a amoxicilina, predisp õem o paciente ao risco de encefalopatia (que pode incluir convulsões, confusão, comprometimento da consciência, perturbações do movimento), particularmente em caso de sobredosagem ou insuficiência renal.
Não se deve tomar amoxicilina se já tomou algum med icamento contendo amoxicilina e apresentou problemas de fígado. Se você não tiver c erteza, converse com o seu médico. Foram relatados casos de lesão hepática induzida por medi camentos em pacientes tratados com amoxicilina, com o surgimento de sintomas alguns di as à alguns meses após o início do tratamento. Pare de usar amoxicilina e contate um m édico se tiver sintomas de problemas hepáticos (vide “8. Quais os males que este medicamento pode me cau sar?”).
Em pacientes com débito urinário reduzido, foi obse rvado cristalúria, predominantemente em terapia parenteral. Durante a administração de alta s doses de amoxicilina, é aconselhável manter ingestão hídrica e débito urinário adequados a fim de reduzir a possibilidade de cristalúria por amoxicilina. Em pacientes com cateteres vesicais, u ma verificação regular da permeabilidade deve ser mantida.
A amoxicilina não é adequada para uso quando há um alto risco de que os patógenos presumíveis tenham sensibilidade ou resistência reduzida a agen tes betalactâmicos que não sejam mediados por beta-lactamases suscetíveis à inibição pelo áci do clavulânico. A amoxicilina não deve ser usada para tratar S. Pneumoniae resistente à penicilina.
A amoxicilina deve ser descontinuada e um médico de ve ser contatado, imediatamente, se algum dos seguintes sintomas ocorrerem: náusea ou vômito, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, urina de cor escura, fezes de cor clara, a marelamento da pele ou parte branca dos olhos, coceira, erupção na pele ou dor na parte superior d o estômago. Esses sintomas podem ser sinais de lesão hepática.
Os antibióticos são usados para tratar infecções ca usadas por bactérias. Eles não têm efeito contra infecções causadas por vírus.
Às vezes, uma infecção causada por uma bactéria não responde ao tratamento com um antibiótico. Uma das razões mais comuns para que is so ocorra é porque a bactéria que causa a infecção é resistente ao antibiótico que está sendo administrado. Isso significa que elas podem sobreviver e até mesmo se multiplicar, apesar do an tibiótico.
As bactérias podem se tornar resistentes aos antibi óticos por vários motivos. O uso racional dos antibióticos pode ajudar a reduzir a chance de bact érias se tornarem resistentes a eles.
Quando o seu médico prescreve um tratamento com um antibiótico, ele se destina a tratar apenas a sua doença atual. Prestar atenção aos conselhos a seguir ajudará a prevenir o surgimento de bactérias resistentes que podem impedir o funcionam ento do antibiótico.
1. É muito importante que você tome o antibiótico n a dose certa, na hora certa e pelo período certo. Leia as instruções no rótulo e, caso não com preenda algo, peça ao seu médico ou farmacêutico para explicar;
2. Você não deve tomar um antibiótico a menos que t enha sido prescrito especificamente para você e você deve usá-lo apenas para tratar a infecç ão para a qual foi prescrito;
3. Você não deve tomar antibióticos que foram presc ritos para outras pessoas, mesmo que elas tenham uma infecção semelhante à sua;
4. Você não deve dar antibióticos que foram prescri tos para você a outras pessoas.
Caso sobre algum antibiótico após ter finalizado o tratamento de acordo com a recomendação do seu médico, leve o restante a uma farmácia para o d escarte apropriado.
O uso prolongado também pode resultar, ocasionalmen te, em supercrescimento de microrganismos resistentes à amoxicilina.
Alguns pacientes com infecções por espiroquetas (ba ctérias Gram-negativas, helicoidais que se movem através de filamentos axiais) podem apresenta r uma reação de Jarisch-Herxheimer (RJH) logo após o início do tratamento com amoxicilina. A RJH geralmente é uma condição autolimitada ou pode ser controlada por tratamento sintomático. O tratamento antibiótico não deve ser interrompido se tal reação ocorrer.
Informe o seu médico ou farmacêutico caso você tenh a sintomas da síndrome de enterocolite induzida por medicamentos (DIES), tais como vômitos repetidos (1-4 horas após a ingestão do medicamento), dor abdominal, letargia, diarreia e p ressão baixa.
Gravidez e Lactação lansoprazol: O lansoprazol deve ser administrado com precaução e m mulheres grávidas e somente se necessário. Não há informação se lansopr azol é excretado no leite humano. Durante o tratamento, a amamentação deve ser evitada se a adm inistração do lansoprazol for necessária para a mãe. claritromicina: A segurança da utilização de claritromicina durante a gravidez e amamentação ainda não foi estabelecida, entretanto sabe-se que a claritromicina é excretada pelo leite materno; assim, a claritromicina não deve ser utilizada por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, a não ser que o médico indique. Inform e seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Infor me ao médico se está amamentando. amoxicilina: A amoxicilina pode ser usada na gravidez desde que os benefícios potenciais sejam maiores que os riscos potenciais associados ao trat amento. Informe seu médico se você estiver grávida ou suspeitar que está grávida.
Você não deve tomar este medicamento se estiver grá vida, exceto se seu médico recomendar.
Você pode amamentar seu bebê enquanto estiver toman do este medicamento, mas há excreção de quantidades mínimas de amoxicilina no leite materno . Se você estiver amamentando, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com amoxic ilina.
Este medicamento deve ser administrado com cautela em mulheres grávidas e durante a amamentação.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco Pacientes Idosos lansoprazol: uma dose diária de 30mg não deve ser excedida em id osos, a não ser sob indicação médica. claritromicina: pode ser utilizada em indivíduos idosos, com função renal (rim) normal, nas doses habitualmente recomendadas para o adulto. A d ose deve ser ajustada em pacientes idosos com comprometimento renal (rim) grave. amoxicilina: as penicilinas têm sido empregadas em pacientes ido sos e nenhum problema específico foi documentado até o presente. Entretan to, pacientes idosos são mais susceptíveis a apresentarem insuficiência renal relacionada à idad e, fato que pode requerer um ajuste na dose nestes casos, assim como para aqueles que recebem p enicilinas em geral.
Crianças: apesar de alguns estudos clínicos demonstrarem efic ácia e segurança do uso desse medicamento em crianças e adolescentes, não há cons enso do seu uso nessa faixa etária.
Não se recomenda a utilização deste medicamento em crianças com idade inferior a 12 anos.
Insuficiência renal lansoprazol: não é necessário qualquer ajuste na dose de lansopr azol em pacientes com disfunção renal. claritromicina: este medicamento não deve ser utilizado em combinaç ão com colchicina por pacientes com insuficiência renal (nos rins) ou hep ática (no fígado).
Este medicamento não deve ser utilizado por pacient es que sofrem de insuficiência hepática grave em combinação com insuficiência renal. amoxicilina: na insuficiência renal, a excreção do antibiótico s erá retardada e, dependendo do grau de insuficiência, pode ser necessário reduzir a dose diária total, de acordo com o seguinte esquema:
Adultos e crianças acima de 40Kg:
Insuficiência leve: nenhuma alteração na dose;
Insuficiência moderada: máximo 500mg (uma cápsula), 2 vezes ao dia (de 12 em 12 horas);
Insuficiência grave: máximo 500mg/dia (uma cápsula) .
Uso em pacientes com disfunção do fígado lansoprazol: não é necessário ajuste da dose inicial para porta dores de disfunção do fígado leve a moderada. No entanto, uma redução na dose deve ser considerada em pacientes com insuficiência do fígado severa. claritromicina: é excretada principalmente pelo fígado, devendo ser administrada com cautela em pacientes com função hepática alterada. Este med icamento não deve ser utilizado em combinação com colchicina por pacientes com insufic iência renal (nos rins) ou hepática (no fígado) e por pacientes que sofrem de insuficiência hepática grave em combinação com insuficiência renal. amoxicilina: não é necessário ajuste na dose.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e oper ar máquinas Este medicamento pode causar tontura, fadiga (cansa ço), confusão e desorientação. Nessas condições a capacidade de reação pode estar diminuí da. Deve-se evitar dirigir veículos e operar máquinas. No caso de reações adversas tais como enc efalopatia (que pode incluir convulsões, confusão, comprometimento da consciência, distúrbio s do movimento), você não deve operar máquinas ou conduzir um veículo.
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS lansoprazol: O paciente deve ser acompanhado quando lansoprazol é administrado juntamente com teofilina. O lansoprazol pode interferir na abs orção de outros medicamentos para os quais o pH gástrico é um importante determinante da biodisp onibilidade oral (como cetoconazol, itraconazol). A administração de lansoprazol juntam ente com inibidores da protease do HIV (como atazanavir, nelfinavir) para os quais a absor ção seja dependente do pH ácido intragástrico não é recomendada, devido a uma redução significati va na sua concentração no sangue.
O uso de lansoprazol com altas doses de metotrexato pode elevar e prolongar os níveis sanguíneos de metotrexato e/ou de seu metabólito, p ossivelmente levando a toxicidade do metotrexato. Não é necessário qualquer ajuste da d ose de clopidogrel quando administrado com uma dose aprovada de lansoprazol. Os pacientes tra tados com lansoprazol juntamente com varfarina precisam ser monitorados para aumento no RNI e tempo de protrombina, devido à possibilidade de sangramento anormal. A administraç ão de lansoprazol juntamente com tacrolimo pode aumentar os níveis sanguíneos de tac rolimo.
Medicamentos como a fluvoxamina pode aumentar a exp osição sistêmica de lansoprazol. claritromicina: Pode haver um ligeiro aumento da teofilina e carbam azepina circulante. Pode elevar os níveis no sangue de varfarina, alcaloides do ergot, triazolam, midazolam, ciclosporina, digoxina, cisaprida, primozida, terfenadina e do as temizol. Pode haver uma diminuição da concentração de zidovudina no sangue, esta interaçã o pode ser evitada intercalando-se as medicações com no mínimo 4 horas de diferença.
Se a administração concomitante de claritromicina e colchicina for necessária, seu médico deverá monitorar quanto à ocorrência de sintomas clínicos de toxicidade por colchicina. A dose de colchicina deve ser reduzida pelo seu médico.
Recomenda-se precaução quanto à administração de cl aritromicina juntamente com triazolam e midazolam intravenoso (aplicado na veia).
O uso da claritromicina em conjunto com agentes hip oglicêmicos orais (medicamentos que controlam os níveis de açúcar no sangue usados no t ratamento de diabetes) tais como: nateglinida, repaglinida e rosiglitazona e/ou uso d e insulina, pode causar hipoglicemia (diminuição dos níveis de açúcar no sangue). Seu mé dico deverá monitorar cuidadosamente o nível de glicose do seu sangue.
Quando a claritromicina é utilizada junto com antic oagulantes orais (medicamentos que diminuem ou evitam a formação de coágulos no sangue , exemplo: varfarina) há um risco sério de hemorragia e alteração de exames de controle da coa gulação [elevação do tempo de protrombina e no Índice Internacional Normalizado (do inglês In ternational Normalized Ratio – INR)]. Seu médico deverá monitorar tempo de RNI e protrombina se você estiver tomando claritromicina junto com anticoagulantes orais.
É contraindicado o uso de claritromicina em conjunt o com lovastatina ou sinvastatina, o que aumenta a concentração de claritromicina no sangue e aumenta o risco de miopatia (doença muscular), incluindo a rabdomiólise (necrose ou des integração no musculoesquelético). Se o tratamento com claritromicina não puder ser evitado , a terapia com lovastatina ou sinvastatina deve ser suspensa durante o curso do tratamento. Em situações onde o uso concomitante da claritromicina não pode ser evitado, é recomendado que seu médico prescreva a menor dose registrada de estatina.
Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver tom ando corticosteroides administrados por via oral, por injeção ou inalados (utilizados para ajud ar a suprimir o sistema imunitário do organismo
- isto é útil no tratamento de uma vasta gama de do enças). amoxicilina: Alguns medicamentos podem causar efeitos indesejáve is se você os ingerir durante o tratamento com amoxicilina. Não deixe de avisar seu médico caso você esteja tom ando:
-medicamentos usados no tratamento de gota (probene cida ou alopurinol);
-outros antibióticos;
-pílulas anticoncepcionais (como acontece com outro s antibióticos, talvez sejam necessárias precauções adicionais para evitar a gravidez);
-anticoagulantes;
-micofenolato de mofetila: este medicamento pode af etar o funcionamento do micofenolato de mofetila (um medicamento usado para evitar a rejeiç ão de órgãos transplantados).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Conservar em temperatura ambiente (15 a 30°c). prot eger da luz e
Umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento:
-lansoprazol: Cápsula de gelatina de coloração branca e azul.
-claritromicina: Comprimido revestido oblongo branco.
-amoxicilina: Cápsula de gelatina de cor azul e rosa.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Como devo usar este medicamento?
Modo de Usar Este medicamento deve ser administrado por via oral . As cápsulas de lansoprazol devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar, para preservar a cobertura entérica dos grânulos, ou seja, a cápsula só será dissolvida no intestino.
Posologia O esquema terapêutico recomendado para a indicação a que o produto se propõe, é de 1 cápsula de lansoprazol 30mg, 1 comprimido revestido de clar itromicina 500mg e 2 cápsulas de amoxicilina 500mg, ingeridos à cada 12 horas, ou se ja, pela manhã e à noite, em jejum, durante 7, 10 ou 14 dias, conforme orientação médica.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?
Caso esqueça-se de administrar uma dose, administre -a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por est e horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia.
Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo t empo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me caus ar?
Este medicamento pode causar algumas reações indese jáveis. Caso o paciente tenha uma reação alérgica, deve parar de tomar o medicamento e infor mar o médico o aparecimento de reações indesejáveis.
-Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-lansoprazol: em curto prazo (até 8 semanas de duração) os evento s adversos foram diarreia, prisão de ventre, constipação, tontura, náusea, dor de cabeça, dores no estômago, flatulência (gases), dispepsia (queimação no estômago), fadiga (cansaço) e vômito. Com exceção dos pacientes sendo tratados para erradicação de infecç ão de Helicobacter pylori, se a diarreia persistir, a administração de lansoprazol deve ser descontinuada, devido a possibilidade de colite microscópica com engrossamento do feixe de colágeno ou infiltração de células inflamatórias observadas na submucosa do intestino grosso. Na mai oria dos casos, os sintomas de colite microscópica se resolvem após a descontinuação do t ratamento com lansoprazol.
-claritromicina: insônia, disgeusia (alteração do paladar), dor de c abeça, diarreia, vômito, dispepsia (indigestão), náusea, dor abdominal, test e de função hepática anormal, rash (erupção cutânea) e hiperidrose (suor excessivo).
-amoxicilina: diarreia (várias evacuações amolecidas por dia) e e njoo; quando isso acontece, os sintomas normalmente são leves, se continuarem ou s e tornarem graves, consulte o médico; erupções de pele.
-Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-lansoprazol: rash (erupção cutânea), prurido (coceira), síndrome de S teven-Johnson (eritema bolhoso multiforme), necrólise epidérmica tóxica (e rupção cutânea generalizada com bolhas e descamação da pele na maior parte da superfície cor poral), reação anafilática (reação alérgica aguda), hiponatremia (diminuição dos níveis de sódi o no sangue), hipomagnesemia (diminuição dos níveis de magnésio no sangue), hipocalcemia (di minuição dos níveis de cálcio no sangue), hipocalemia (diminuição dos níveis de potássio no s angue), valores anormais nos testes da função hepática (do fígado), elevação nos valores de AST , ALT, fosfatase alcalina, LDH e γ-GTP, flatulência, vômito, nefrite tubulointersticial (in flamação e inchaço local do tecido intersticial dos rins) com possível progressão para insuficiência do s rins, pancitopenia (diminuição dos elementos do sangue), agranulocitose (diminuição de granulócitos), leucopenia (diminuição de leucócitos), trombocitopenia (diminuição de plaquet as) e Síndrome de Farmacodermia com Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos (DRESS).
-claritromicina: candidíase, gastroenterite (inflamação da mucosa d o estômago e intestino), infecção vaginal, leucopenia (diminuição de leucóci tos), hipersensibilidade (alergia), anorexia, diminuição do apetite, ansiedade, tontura, sonolênc ia, tremor, vertigem, deficiência auditiva, tinido (zumbido), eletrocardiograma QT prolongado, palpitações, epistaxe (sangramento nasal), doença do refluxo gastroesofágico, gastrite, procta lgia (dor no ânus ou no reto), estomatite (inflamação da boca ou gengivas), glossite (inflama ção da língua), constipação (prisão de ventre), boca seca, eructação (arroto), flatulência, alanina aminotransferase e aspartato aminotransferase aumentadas, prurido (coceira), urticária, mialgia ( dor muscular) e astenia (fraqueza).
-amoxicilina: vômito, urticária e coceira.
-Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos paciente s que utilizam este medicamento):
-lansoprazol: não há relatos de reações raras para este medicamen to.
-claritromicina: arritmia, infarto do miocárdio e mortalidade cardio vascular associada a macrolídeos, incluindo claritromicina.
-amoxicilina: nefrite intersticial (doença dos rins caracterizada por inchaço do tecido renal e inflamação dos túbulos renais).
-Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-lansoprazol: não há relatos de reações muito raras para este med icamento.
-claritromicina: não há relatos de reações muito raras para este med icamento.
-amoxicilina: diminuição de glóbulos brancos (leucopenia reversív el), que pode resultar em infecções frequentes, como febre, calafrios, inflam ação da garganta ou úlceras na boca; baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia reversível), que pode resultar em sangramento ou hematomas (manchas roxas) que surgem com mais facil idade que o normal; destruição de glóbulos vermelhos e consequentemente anemia (anemi a hemolítica), que pode resultar em cansaço, dores de cabeça e falta de ar causada pela prática de exercícios físicos, vertigem, palidez e amarelamento da pele e/ou dos olhos; sinais repen tinos de alergia, como erupções da pele, prurido (coceira) ou urticária, inchaço da face, do s lábios, da língua ou de outras partes do corpo, falta de ar, respiração ofegante ou problemas para respirar; se esses sintomas ocorrerem, pare de usar amoxicilina e procure socorro médico o mais rá pido possível; convulsões (ataques) podem ocorrer em pacientes com função renal prejudicada o u que estejam recebendo doses altas do medicamento; hipercinesia (presença de movimentos e xacerbados e incontrolados), tontura; candidíase mucocutânea, infecção micótica (causada por fungos) que normalmente afeta as partes íntimas ou a boca; na área genital, pode provocar c oceira e queimação (com a presença de uma fina camada de secreção branca), e na boca ou na lí ngua podem surgir pintas brancas dolorosas; colite associada a antibióticos [inflamação no cólo n (intestino grosso), causando diarreia grave, que também pode conter sangue e ser acompanhada de cólicas abdominais]. Efeitos relacionados ao fígado: esses sintomas podem manifestar-se como enjoo, vômito, perda de apetite, sensação geral de mal-estar, febre, coceira, amarelamento da pele e dos olhos, escurecimento da urina e aumento de algumas substâncias (enzimas) produzidas pelo fígado; reações cutâneas graves: erupção cutânea (eritema multiforme), que pode form ar bolhas (com pequenas manchas escuras centrais rodeadas por uma área pálida, com um anel escuro ao redor da borda); erupção cutânea generalizada com bolhas e descamação da pele na mai or parte da superfície corporal (necrólise epidérmica tóxica); erupções na pele com bolhas e d escamação, especialmente ao redor da boca, nariz, olhos e genitais (síndrome de Stevens-Johnso n); erupções na pele com bolhas contendo pus (dermatite esfoliativa bolhosa); erupções escamosas na pele, com bolhas e inchaços sob a pele (exantema pustuloso) e doença renal (problemas para urinar, possivelmente com dor e presença de sangue ou cristais na urina).
-Reações de frequência desconhecida (não podem ser e stimadas de acordo com os dados disponíveis):
-lansoprazol: não há relatos de reações com frequência desconheci da para este medicamento.
-claritromicina: colite pseudomembranosa (inflamação do intestino gr osso), erisipela (infecção de pele), eritrasma (infecção das dobras), agranulo citose (diminuição de granulócitos), trombocitopenia (diminuição de plaquetas), reação a nafilática (hipersensibilidade aguda), angioedema (inchaço sob a pele), hipoglicemia (dimi nuição de glicose no sangue), transtorno psicótico, estado de confusão, despersonalização, d epressão, desorientação, alucinações, sonhos anormais, mania, convulsão, ageusia (perda total de gustação), parosmia (alterações no sistema olfativo), anosmia (perda do olfato), parestesia (s ensação anormal do corpo, tais como, dormência e formigamento, surdez, Torsades de Point es, taquicardia ventricular, fibrilação ventricular, hemorragia, pancreatite aguda (inflama ção aguda do pâncreas), descoloração da língua e dos dentes, insuficiência hepática, icterí cia hepatocelular, síndrome de Stevens-Johnson (eritema bolhoso multiforme), necrólise epidérmica tóxica, rash (erupção cutânea) com eosinofilia e sintomas sistêmicos (Síndrome DRESS), acne, púrpura de Henoch-Schnlein (forma de púrpura não trombocitopênica), Pustulose exantem ática aguda generalizada (AGEP), rabdomiólise
- (necrose no musculoesquelético), miopatia (doença no músculo), insuficiência renal e nefrite intersticial (inflamação e inchaço local do tecido intersticial dos rins).
*em alguns relatos de rabdomiólise, a claritromicina foi administrada concomitantemente com outros medicamentos conhecidamente associados à rab domiólise, tais como, as estatinas, fibratos, colchicina e alopurinol.
-amoxicilina: inflamação do fígado, amarelamento da pele e parte branca dos olhos, aumento do nível de enzimas hepáticas no sangue e cristais na urina (cristalúria), que podem ser identificados através de urina turva ou dificuldade/desconforto p ara urinar. Certifique-se de beber bastante líquido para reduzir a chance desses sintomas. Reaç ão cutânea conhecida como “eritema multiforme” onde pode se desenvolver: manchas roxas avermelhadas com comichão na pele, especialmente nas palmas das mãos ou solas dos pés, áreas inchadas e elevadas tipo “colmeia” na pele, áreas sensíveis nas superfícies da boca, olho s e órgãos genitais. Pode ocorrer febre e cansaço. Reação de Jarisch-Herxheimer que causa feb re, calafrios, dor de cabeça, dor muscular e erupção cutânea que geralmente é autolimitada. Isso ocorre logo após o início do tratamento para infecções por espiroquetas (bactérias Gram-negativa s, helicoidais que se movem através de filamentos axiais). Síndrome de enterocolite induzi da por fármacos (DIES), notificada predominantemente em crianças que recebem amoxicili na, trata-se de um certo tipo de reação alérgica com o principal sintoma de vómitos repetid os (1-4 horas após a ingestão do medicamento). Outros sintomas dessa síndrome podem incluir dor abdominal, letargia, diarreia e pressão baixa. Língua pilosa preta, na qual a língu a pode mudar para amarelo, marrom ou preto e pode ter um aspecto peludo. Dermatose bolhosa IgA l inear, cujos sintomas podem incluir erupção cutânea com bolhas dispostas em círculo com crostas centrais ou como um colar de pérolas. Dor no peito, que pode ser um sinal de uma reação alérg ica potencialmente grave chamada síndrome de Kounis.
-Outras reações possíveis:
-lansoprazol: icterícia (pele amarelada), hepatite, lúpus eritema toso cutâneo (doença inflamatória autoimune que atinge a pele), Pustulose Exantemátic a Generalizada Aguda (PEGA) (erupção cutânea secundária a medicamentos) e eritema multif orme (reação imunológica das mucosas e da pele).
-claritromicina: Índice Internacional Normalizado aumentado (do ingl ês International Normalized Ratio – INR), tempo de protrombina aumen tado e cor da urina anormal.
Há relatos pós-comercialização de toxicidade por co lchicina quando usada juntamente com claritromicina, especialmente em pacientes idosos e com insuficiência dos rins. Óbitos foram reportados em alguns destes pacientes.
-amoxicilina: os betalactâmicos, incluindo a amoxicilina, predis põem o paciente ao risco de encefalopatia (que pode incluir convulsões, confusã o, comprometimento da consciência e perturbações do movimento), particularmente em caso de sobredosagem ou insuficiência renal.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Se ingerir uma dose muito grande deste medicamento acidentalmente, deve procurar um médico ou um centro de intoxicação imediatamente. O apoio médico imediato é fundamental para adultos e crianças, mesmo se os sinais e sintomas de intoxi cação não estiverem presentes.
-lansoprazol: o lansoprazol não é removido da circulação por hemo diálise. Doses diárias de até 180mg de lansoprazol por via oral tem sido administ radas sem efeitos indesejáveis significantes.
Se ocorrer sobredosagem, o tratamento deve ser sint omático e de suporte.
-claritromicina: a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas gastrintestinais. A conduta preferível para elimina ção da claritromicina é a lavagem gástrica, o mais precocemente possível. Não há evidências de qu e a claritromicina possa ser eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.
-amoxicilina: é pouco provável que ocorram problemas graves em ca so de superdosagem de amoxicilina. As reações mais comuns são problemas d e estômago (enjoo, vômito e diarreia) ou problemas para urinar. Procure seu médico para que os sintomas sejam tratados. Os exames de urina podem revelar cristais na urina, que podem se r identificados através de urina turva. Fale com o seu médico o mais rápido possível, levando a embalagem do medicamento.
Foram relatadas insuficiência renal aguda e hematúr ia em crianças, após uma sobredosagem de amoxicilina. Esses relatos são restritos a casos em que 3g ou mais de amoxicilina foram tomados em uma dose única. Existe um risco de encefalopatia nos casos de administração de antibióticos betalactâmicos, incluindo amoxicilina, particularme nte em caso de sobredosagem ou insuficiência renal.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. n o 1.0370. 0540 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira
Venda sob prescrição médica
Só pode ser vendido com retenção da receita h i s t ó ri co de al te
RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o/ n o t if i c a ç ã o q ue a lt e r a b ul a D a do s d a s a lt e r a ç õe s d e b u la s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt a ç õe s r e l a c io n a da s 0 2/ 0 9 /20 1 4 0 7 2 820 4 / 14 -4 1 0 459 -GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I n ic ia l d e T e x to de Bu l a -R DC – 60 / 1 2 0 2 /0 9 /20 1 4 0 7 2 82 0 4/ 14 -4 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c l u sã o I n i c ia l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 0 2 / 09 / 201 4 V e r sã o i n ic ia l VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
0 4/ 0 1 /20 1 6 1 1 3 046 2 / 16 -6 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 4 /0 1 /20 1 6 1 1 3 04 6 2/ 16 -6 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 4 / 01 / 201 6 3 .
Qu a n do n ão d e vo u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
4 .
O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
8 .
Qu a is o s m a le s qu e e st e m e d i c a m e n to p o d e m e c a u sa r ?
9.
O q u e f a z e r s e a lg u é m us a r u m a q u a n ti d a de m a i or d o q u e a ind ic a d a d e ste m e d ic a m e n t o ?
VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
0 9/ 0 8 /20 1 7 1 6 6 961 4 / 17 -0 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 9 /0 8 /20 1 7 1 6 6 96 1 4/ 17 -0 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 9 / 08 / 201 7 Ap r e se n ta ç ã o 4 .
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5 .
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6 .
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VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
8 .
Qu a is o s m a le s qu e e st e m e d i c a m e n to p o d e m e c a u sa r ?
9.
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0 8/ 0 7 /20 2 1 2 6 5 874 9 / 21 -0 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 8 /0 7 /20 2 1 2 6 5 87 4 9/ 21 -0 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 8 / 07 / 202 1 3 .
Qu a n do n ão d e vo u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
4 .
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8 .
Qu a is o s m a le s qu e e st e m e d i c a m e n to p o d e m e c a u sa r ?
Di z e r e s Le g a i s ( S A C) VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
2 1/ 0 3 /20 2 2 1 2 7 189 9 / 22 -1 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 1 /0 3 /20 2 2 1 2 7 18 9 9/ 22 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 1 / 03 / 202 2 4 .
O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
8 .
Qu a is o s m a le s qu e e st e m e d i c a m e n to p o d e m e c a u sa r ?
9.
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VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
2 7/ 1 0 /20 2 2 4 8 7 613 2 / 22 -4 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 7 /1 0 /20 2 2 4 8 7 61 3 2/ 22 -4 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 7 / 10 / 202 2 3 .
Qu a n do n ão d e vo u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
4 .
O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
2 8/ 1 2 /20 2 2 5 1 0 386 3 / 22 -7 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e 2 8 /1 2 /20 2 2 5 1 0 38 6 3/ 22 -7 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e 2 8 / 12 / 202 2 4 .
O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 8 .
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1 7/ 0 5 /20 2 3 0 5 0 100 4 / 23 -8 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 7 /0 5 /20 2 3 0 5 0 10 0 4/ 23 -8 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 7 / 05 / 202 3 4 .
O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
8 .
Qu a is o s m a le s qu e e st e m e d i c a m e n to p o d e m e c a u sa r ?
VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
1 6/ 0 2 /20 2 4 0 1 8 448 5 / 24 -0 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 6 /0 2 /20 2 4 0 1 8 44 8 5/ 24 -0 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 6 / 02 / 202 4 3 .
Qu a n do n ão d e vo u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
4 .
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8 .
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D iz e r e s le g a i s VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
0 8/ 0 7 /20 2 4 0 9 2 848 6 / 24 -9 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 8 /0 7 /20 2 4 0 9 2 84 8 6/ 24 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 8 / 07 / 202 4 3 .
Qu a n do n ão d e vo u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
4 .
O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8.
1 3/ 0 9 /20 2 4 -1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 3 /0 9 /20 2 4 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 3 / 09 / 202 4 4 .
O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?
VP -30 m g c a p + 5 0 0 mg c om r e v + 5 00 m g c a p c t b l a l p l a s i nc x 1 4 + 14 + 2 8. lansoprazol claritromicina amoxicilina tri-hidratada Cápsula dura de liberação retardada 30mg Comprimido revestido 500mg Cápsula dura 500mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE lansoprazol claritromicina amoxicilina tri-hidratada Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
lansoprazol claritromicina amoxicilina tri-hidratada Cápsula dura de liberação retardada 30mg Comprimido revestido 500mg Cápsula dura 500mg
Modelo de bula com informações técnicas aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE lansoprazol claritromicina amoxicilina tri-hidratada Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentação
Embalagem contendo 7 blísteres com 2 cápsulas duras de liberação retardada de lansoprazol 30mg, 2 comprimidos revestidos de claritromicina 50 0mg e 4 cápsulas duras de amoxicilina 500mg
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada cápsula dura com microgrânulos de liberação re tardada de lansoprazol contém: lansoprazol pellets (equivalente a 30mg de lansopra zol)............................................... ....365,85mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: manitol, croscarmelose sódica, laurils ulfato de sódio, fosfato de sódio dibásico, sacarose, hipromelose, ftalato de hipromelose, álco ol cetílico, dióxido de titânio, acetona e álcool isopropílico.
Cada comprimido revestido de claritromicina contém: claritromicina..................................... ................................................... ...................................500mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, amido, crosc armelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, talco, água de osmose reversa, hiprome lose/macrogol, etilcelulose, dióxido de titânio e álcool etílico.
Cada cápsula dura de amoxicilina contém: amoxicilina tri-hidratada (equivalente a 500mg de a moxicilina).......................................5 73,94mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: estearato de magnésio e croscarmelose sódica.
Indicações
Este medicamento é indicado para o tratamento dos p acientes com infecção por Helicobacter pylori e úlcera péptica. Está demonstrado que a grande mai oria dos pacientes com úlcera péptica está infectada por esse patógeno e que sua eliminaç ão reduz o índice de recorrência destas úlceras, diminuindo assim a necessidade de terapêut ica antissecretora de manutenção.
Resultados de eficácia
Úlcera duodenal associada com infecção por H. pylori Terapia de claritromicina + lansoprazol e amoxicili na Erradicação de H. pylori para reduzir o risco de recorrência de úlcera duode nal Dois estudos clínicos dos EUA randomizados, duplo-c egos em pacientes com doença de H. pylori e úlcera duodenal (definida como uma úlcera ativa o u histórico de úlcera ativa em um ano) avaliaram a eficácia de claritromicina em combinaçã o com lansoprazol e amoxicilina como terapia tripla de 14 dias para erradicação de H. pylori. Com base nos resultados desses estudos, a segurança e a eficácia do seguinte regime de erradi cação foram estabelecidas:
Terapia tripla: claritromicina 500mg duas vezes ao dia + lansoprazol 30mg duas vezes ao dia + amoxicilina 1.000mg duas vezes ao dia.
O tratamento foi de 14 dias. A erradicação de H. pylori foi definida por dois testes negativos (cultura e histologia) em 4 a 6 semanas após o fim do tratamento.
A combinação de claritromicina mais lansoprazol e a moxicilina como terapia tripla foi eficaz na erradicação de H. pylori. A erradicação de H. pylori demonstrou reduzir o risco de recorrência de úlcera duodenal.
Um estudo clínico randomizado, duplo cego, realizad o nos EUA em pacientes com H. pylori e doença de úlcera duodenal (definida como úlcera ati va ou histórico de úlcera dentro de um ano) comparou a eficácia de claritromicina em combinação com lansoprazol e amoxicilina como terapia tripla por 10 e 14 dias. Esse estudo estabe leceu que a terapia tripla de 10 dias foi equivalente à terapia tripla de 14 dias na erradica ção de H. pylori.
Taxas de erradicação de H. pylori – Terapia tripla (claritromicina/lansoprazol/amoxic ilina) Porcentagem de pacientes curados [Intervalo de conf iança de 95%] (número de pacientes) Estudo Duração Terapia Tripla Análise Avaliável* Terapia Tripla Análise por intenção de tratamento# M93-131 14 dias 92 [80,0-97,7] (n = 48) 86 [73,3-93,5] (n = 55) M95-392 14 dias 86 [75,7-93,6] (n = 66) 83 [72,0-90,8] (n = 70) M95-399 14 dias 85 [77,0-91,0] (n = 113) 82 [73,9-88,1] (n = 126) 10 dias 84 [76,0-89,8] (n = 123) 81 [73,9-87,6] (n = 135)
- Com base em pacientes avaliáveis com úlcera duoden al confirmada (ativa ou dentro de um ano) e infecção por H. pylori na visita basal definida com pelo menos dois de trê s testes endoscópicos positivos de CLOtest (Delta West LTD., Bentley, Austrália), histologia, e/ou cultura. Os pacientes eram incluíd os na análise se concluíssem o estudo.
Além disso, se os pacientes saíssem do estudo devid o a um evento adverso relacionado ao medicamento em estudo, eles eram incluídos na análi se como falhas de terapia avaliáveis.
# Os pacientes eram incluídos na análise se tivessem infecção de H. pylori documentada na visita basal como definido acima e tivessem úlcera duodenal confirmada (ativa ou dentro de um ano). Todas as desistências foram incluídas c omo falha da terapia.
(p < 0,05) versus terapia dupla de claritromicina/lansoprazol e lanso prazol/amoxicilina.
(p < 0,05) versus terapia dupla de claritromicina/amoxicilina.
O intervalo de confiança de 95% para a diferença na s taxas de erradicação, 10 dias menos 14 dias, é (- 10,5; 8,1) na análise avaliável e (-9 ,7; 9,1) na análise por intenção de tratamento.
O 3º Consenso de Maastrich (1), o Consenso Latino-a mericano (2) e o Consenso Brasileiro (3) recomendam terapia antibiótica combinada nas patolo gias gastroduodenais associadas a infecção pelo H. pylori; recomendam também a combinação de fármacos com in ibidor de bomba de prótons mais dois antibióticos, para atingir uma er radicação em torno de 90%.
Em um estudo retrospectivo, aberto e realizado na F aculdade de Medicina do ABC, foram incluídos 130 pacientes portadores de doença ulcero sa péptica (endoscopia digestiva alta) e com infecção por Helicobacter pylori diagnosticada pelos testes da urease, respiratório e histológico; todos sem tratamento prévio. Os pacientes foram tra tados com lansoprazol (30mg), amoxicilina (1.000mg) e claritromicina (500mg) duas vezes ao di a por sete dias. Os índices de erradicação foram avaliados noventa dias após o tratamento. Nov enta e quatro (94) pacientes completaram o estudo, sendo a média de idade 52,23 anos, 51,54% m ulheres, 84,31% brancos, 37,69% tabagistas, 20,77% usuários de anti-inflamatórios n ão hormonais e 8,46% de etilistas. A endoscopia digestiva alta revelou: 78,46% de úlcera duodenal (UD) e 21,53% de úlcera gástrica (UG) (4UD: 1UG). O índice de erradicação por protoc olo foi de 85,11% e por intenção de tratamento foi de 97%. Foram observados poucos efei tos colaterais. A terapia tríplice com lansoprazol, amoxicilina e claritromicina mostrou-s e bem tolerada, com alto índice de erradicação, sendo uma boa alternativa para países em desenvolvimento (4).
No Brasil, foi realizado um estudo específico por M agalhães e colaboradores com lansoprazol + claritromicina + amoxicilina, demonstrando sua efic ácia (índices de erradicação de 90-95%) e segurança em uma população de risco com o H. pylori positivo (5).
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Características farmacológicas
Propriedades Farmacodinâmicas -lansoprazol Mecanismos de ação O lansoprazol é primeiramente transferido para a re gião secretora de ácido das células parietais da mucosa gástrica e transformado na forma ativa at ravés da reação de conversão por ácido. Este produto de reação combina com os grupos-SH do (H +, K +) ATPase que é localizado na região secretora de ácido e desempenha uma função na bomba de próton, suprimindo a atividade enzimática com objetivo de inibir a secreção de áci do.
-Atividade inibitória da secreção ácido-gástrica 1. Para secreção ácido-gástrica estimulada pela pen tagastrina:
Através da administração oral única ou através da a dministração oral de 30mg de lansoprazol por 7 dias em adultos saudáveis, foi observada uma inib ição importante na secreção ácido-gástrica, sustentada por 24 horas após a administração.
2. Para secreção ácido-gástrica estimulada pela ins ulina:
Através da administração oral de 30mg de lansoprazo l uma vez ao dia por 7 dias consecutivos em adultos saudáveis, foi observada uma inibição impor tante na secreção ácido-gástrica.
3. Para secreção ácido-gástrica noturna:
Através da administração oral de 30mg de lansoprazo l uma vez ao dia por 7 dias consecutivos em adultos saudáveis, foi observada uma inibição impor tante na secreção ácido-gástrica.
4. Para secreção ácido-gástrica de 24 horas:
Através da administração oral de 30mg de lansoprazo l uma vez ao dia por 7 dias consecutivos em adultos saudáveis, foi observada uma inibição impor tante na secreção ácido-gástrica durante o dia em um teste de amostragem de suco gástrico de 24 ho ras.
5. Monitoramento do pH gástrico por 24 horas:
Através da administração oral de 30mg de lansoprazo l uma vez ao dia por 7 dias consecutivos em adultos saudáveis ou em pacientes com úlcera duoden al em período de cicatrização, foi observada uma inibição importante na secreção ácido -gástrica durante o dia.
6. Monitoramento do pH esofágico inferior por 24 ho ras:
Através da administração oral de 30mg de lansoprazo l uma vez ao dia por 7 a 9 dias consecutivos em pacientes com esofagite de refluxo, foi observad a uma inibição importante do refluxo gastroesofágico.
Efeito associativo na erradicação do Helicobacter pylori Através do uso concomitante com lansoprazol, foi ob servado um aumento na concentração tecidual do estômago tanto da amoxicilina quanto da claritromicina após administração oral (ratos).
A função do lansoprazol nesta terapia tripla inclui ndo a amoxicilina e a claritromicina é aumentar o pH intragástrico levando a uma melhora da ativida de antibacteriana da amoxicilina e da claritromicina.
-claritromicina A claritromicina é um antibiótico semissintético do grupo dos macrolídeos. Exerce sua função antibacteriana através da sua ligação às subunidade s ribossômicas 50S dos agentes patogênicos sensíveis, suprimindo lhes a síntese proteica.
A claritromicina tem elevada atividade contra uma g rande variedade de organismos Gram-positivos e Gram-negativos aeróbios e anaeróbios.
Esta é indicada, em associação com inibidores da se creção ácida, para a eliminação do H. pylori, resultando em diminuição da recidiva de úlceras pép ticas (gástricas ou duodenais). Está demonstrado que 90 a 100% dos pacientes com úlcera péptica estão infectados por esse patógeno e que sua eliminação reduz o índice de recorrência destas úlceras, diminuindo assim a necessidade de terapêutica antissecretora de manute nção.
-amoxicilina A amoxicilina é quimicamente conhecida como D-(-)-a lfa-amino-p.-hidroxibenzil penicilina, uma aminopenicilina semissintética do grupo betalac tâmico de antibióticos. Tem amplo espectro de atividade antibacteriana contra muitos microrgan ismos Gram-positivos e Gram-negativos, agindo através da inibição da biossíntese do mucope ptídeo da parede celular.
A amoxicilina age rapidamente como bactericida e po ssui o perfil de segurança de uma penicilina. A amoxicilina é susceptível a degradaçã o por betalactamases produzidas por bactérias resistentes e, portanto, o espectro de atividade da amoxicilina não abrange os microrganismos que produzem essas enzimas.
O tempo acima da concentração inibitória mínima (T> MIC) é considerado o principal determinante da eficácia da amoxicilina.
Resistência Os principais mecanismos de resistência à amoxicili na são:
-Inativação por betalactamases bacterianas, incluin do classes B, C e D;
-Alteração das proteínas de ligação à penicilina (P BPs), que reduzem a afinidade do agente antibacteriano pelo alvo;
Impermeabilidade de bactérias ou mecanismos de bomb a de efluxo podem causar ou contribuir para a resistência bacteriana, particularmente em b actérias Gram-negativas.
Recentemente comprovou-se que a amoxicilina é altam ente ativa contra o H. pylori, apresentando uma potente ação bactericida com raros casos de res istência bacteriana.
Propriedades Farmacocinéticas lansoprazol Absorção A absorção do lansoprazol é rápida, com C máx média ocorrendo aproximadamente 1,7 horas após a dose oral e a biodisponibilidade absoluta é de ma is de 80%. Em indivíduos saudáveis, a meia-vida plasmática média (± DP) foi de 1,5 (± 1,0) hor as. A Cmáx e a AUC são reduzidas em aproximadamente 50% a 70% caso o lansoprazol seja a dministrado 30 minutos após a refeição quando comparado com a condição de jejum. A refeiçã o não exerce efeito significativo caso o lansoprazol seja administrado antes das refeições.
Distribuição A ligação proteica do lansoprazol é de 97%. A ligaç ão às proteínas plasmáticas é constante acima da variação de concentrações de 0,05 a 5 µg/mL.
Metabolismo e Excreção O lansoprazol é extensivamente metabolizado no fíga do. Dois metabólitos foram identificados em quantidades mensuráveis no plasma (os derivados do lansoprazol sulfinil e sulfonas hidroxilados). Estes metabólitos têm muito pouca ou nenhuma atividade antissecretora. Acredita-se que o lansoprazol seja transformado em duas espé cies ativas, as quais inibem a secreção ácida pelo bloqueio da bomba de próton [sistema enzimátic o (H +, K +) ATPase] na superfície secretória das células parietais gástricas. Estas duas molécul as ativas não estão presentes na circulação sistêmica. Assim, a meia-vida de eliminação plasmát ica é de menos que 2 horas, enquanto que o efeito inibidor ácido dura mais que 24 horas. Por i sso, a meia-vida de eliminação plasmática de lansoprazol não reflete a duração da supressão da s ecreção de ácido gástrico.
Eliminação Após administração de uma dose oral única de lansop razol, quase não houve excreção urinária da forma inalterada do fármaco. Em um estudo, após dos e única oral de lansoprazol marcado com C14, aproximadamente um terço da radiação administr ada foi excretada na urina e dois terços foram recuperados nas fezes. Isso implica em excreç ão biliar significativa dos metabólitos.
A farmacocinética do lansoprazol não se altera com doses múltiplas e não ocorre acúmulo.
Populações Especiais Uso em idosos:
A depuração de lansoprazol é reduzida em pacientes idosos, com meia-vida de eliminação aumentada em aproximadamente 50% a 100%. Uma vez que a meia-vida média em idosos permanece entre 1,9 e 2,9 horas, a administração re petida de doses diárias não resulta em acúmulo de lansoprazol. Os níveis de pico plasmátic o não são aumentados em idosos. Não é necessário qualquer ajuste na dose nesta população de pacientes.
Pacientes pediátricos 1 a 17 anos de idade: A farmacocinética de lansopra zol foi estudada em pacientes pediátricos com refluxo gastroesofágico com idades entre 1 e 11 anos e 12 a 17 anos em dois estudos clínicos independentes. Em crianças de 1 a 11 anos, o lansop razol foi administrado 15mg por dia para indivíduos com peso ≤ 30kg e 30mg por dia para indivíduos com peso super ior a 30kg. Os valores médios de C máx e AUC observados no dia 5 após a dosagem foram sem elhantes entre os dois grupos e não foram afetados pelo peso ou idade dentro de cada grupo utilizado no estudo.
Em adolescentes com idades entre 12 e 17 anos, os i ndivíduos foram randomizados para receber lansoprazol a 15mg ou 30mg por dia. Os valores médi os de Cmáx e AUC de lansoprazol não foram afetados pelo peso corporal ou idade; e foram observados aumentos proporcionais à dose nos valores médios de C máx e AUC entre os dois grupos do estudo. No geral, a farmacocinética de lansoprazol em pacientes pediátricos com idades ent re 1 e 17 anos foram semelhantes às observadas em adultos saudáveis.
Recém-nascido a menos de um ano de idade: A farmaco cinética de lansoprazol foi estudada em pacientes pediátricos com refluxo gastroesofágico c om idade inferior a 28 dias e 1 a 11 meses.
Comparado aos adultos saudáveis recebendo 30mg, rec ém-nascidos tiveram maior exposição (valores médios de AUC normalizados baseados em pes o 2,04 e 1,88 vezes maiores com doses de 0,5mg/kg/dia e 1mg/kg/dia, respectivamente). Lacten tes com idade ≤ 10 semanas tiveram valores de clearance e exposição semelhantes aos recém-nascidos. Lactent es com idade superior a 10 semanas que receberam 1mg/kg/dia tiveram valores mé dios de AUC que eram semelhantes aos adultos que receberam uma dose de 30mg.
Gênero Não foram encontradas diferenças na farmacocinética e nos resultados de pH intragástrico em um estudo que comparou 12 pacientes do sexo masculino e 6 pacientes do sexo feminino que receberam lansoprazol.
Pacientes com Insuficiência Renal Em pacientes com insuficiência renal severa, a liga ção às proteínas plasmáticas é reduzida em 1,0% a 1,5% após administração de 60mg de lansopraz ol. Os pacientes com insuficiência renal apresentaram meia-vida de eliminação reduzida e red ução na AUC total (livre ou ligada).
Entretanto, a AUC para o lansoprazol livre no plasm a não estava relacionada com o grau de insuficiência renal; e a C máx e a Tmáx (tempo para atingir a concentração máxima) não for am diferentes do que a C máx e Tmáx dos pacientes com função renal normal. Não é neces sário qualquer ajuste na dose de lansoprazol em pacientes com disfunção renal.
Pacientes com Insuficiência Hepática Em pacientes com vários graus de insuficiência hepá tica crônica, a meia-vida plasmática média foi prolongada de 1,5 horas para 3,2 a 7,2 horas. U m aumento de até 500% foi observado na AUC média no estado de equilíbrio em pacientes com distúrbios hepáticos quando comparado a indivíduos saudáveis. Uma redução na dose de lansop razol deve ser considerada em pacientes com insuficiência hepática severa.
Raça Os parâmetros farmacocinéticos médios agrupados de lansoprazol de doze estudos de fase 1 nos Estados Unidos (N=513) foram comparados com os parâ metros farmacocinéticos médios de dois estudos asiáticos (N=20). As AUCs médias de lansopr azol em pacientes asiáticos foram aproximadamente o dobro daquelas observadas nos dad os agrupados dos pacientes dos Estados Unidos; entretanto, a variabilidade interindividual foi alta. Os valores de C máx foram comparáveis. claritromicina Absorção A claritromicina é bem absorvida no trato gastrinte stinal e estável em suco gástrico. A biodisponibilidade é aproximadamente de 55%. A inge stão de alimentos antes da tomada do comprimido pode retardar o início da absorção, mas não afeta a sua biodisponibilidade.
Distribuição A claritromicina é largamente distribuída nos tecid os e fluidos biológicos, atinge altas concentrações na mucosa nasal, amígdalas e pulmões. A concentração é mais elevada nos tecidos em comparação com a concentração encontrada no plas ma. As mais altas concentrações teciduais da claritromicina foram usualmente encontradas no f ígado e no pulmão, onde a relação tecido/plasma (T/P) alcança valores iguais a 10-20. Não há dados disponíveis sobre a penetração da claritromicina e seu metabólito ativo no fluido cérebro-espinhal. A claritromicina e o seu metabólito ativo são distribuídos no leite materno.
Ligação a proteínas: de 65 a 75%.
Tempo para atingir a concentração máxima (T máx .): cerca de 2 a 3 horas.
Concentrações séricas de pico (steady-state): são alcançadas em 2 a 3 dias.
-claritromicina: 250mg a cada 12 horas – 1mcg/mL.
500mg a cada 12 horas – 2 a 3mcg/mL.
500mg a cada 8 horas – 3 a 4mcg/mL.
-14-hidroxiclaritromicina: 250mg a cada 12 horas – 0,6mcg/mL.
500mg a cada 8 a 12 horas – até 1mcg/mL.
A concentração de claritromicina e do seu metabólit o ativo 14-hidroxiclaritromicina, após a administração de dose de 500mg a cada 12 horas, é s imilar comparando-se pacientes com infecção por HIV e voluntários sadios.
As concentrações steady-state da claritromicina em indivíduos com insuficiência d a função hepática não diferiram daquelas em indivíduos norma is; entretanto, as concentrações de 14-hidroxiclaritromicina foram menores em indivíduos c om insuficiência da função hepática. A formação reduzida de 14-hidroxiclaritromicina foi, pelo menos, parcialmente compensada pelo aumento no clearance renal da claritromicina em indivíduos com insuficiê ncia da função hepática, quando comparados a indivíduos sadios.
A farmacocinética da claritromicina foi também alte rada em indivíduos com insuficiência da função renal.
Doses de 500mg de claritromicina a cada 8 horas for am administradas em combinação a 40mg de omeprazol diários, a homens sadios adultos. Os níve is plasmáticos de claritromicina e 14-hidroxiclaritromicina foram aumentados pela adminis tração concomitante de omeprazol. As concentrações de claritromicina no tecido gástrico e muco foram também aumentadas pela administração conjunta de omeprazol.
Biotransformação A biotransformação hepática ocorre por 3 vias princ ipais: desmetilação, hidroxilação e hidrólise.
Há formação de 8 metabólitos. Um dos metabólitos, a 14-hidroxiclaritromicina, apresenta atividade antimicrobiana in vitro comparável à ação da claritromicina e pode apresent ar uma ação sinérgica com claritromicina contra Haemophilus influenzae. Saturação do metabolismo envolve a desmetilação e hidroxilação e contribui para o au mento da meia-vida plasmática.
Meia-vida - Função renal normal:
-claritromicina: 250mg a cada 12 horas - 3 a 4 horas.
500mg a cada 8 a 12 horas - 5 a 7 horas.
-14-hidroxiclaritromicina: 250mg a cada 12 horas 5 a 6 horas.
500mg a cada 8 a 12 horas: aproximadamente 7 a 9 ho ras.
Função renal comprometida (depuração da creatinina inferior a 30mL/min):
-claritromicina: aproximadamente 22 horas.
-14-hidroxiclaritromicina: aproximadamente 47 horas.
Eliminação Aproximadamente 20% da dose de 250mg de claritromic ina administrada oralmente a cada 12 horas é excretada na urina na forma não modificada. Após uma dose de 500mg, a cada 12 horas, a excreção da droga não modificada é de aproximadam ente 30%. A depuração renal da claritromicina é, entretanto, relativamente indepen dente do tamanho da dose e aproxima-se do índice de filtração glomerular normal. O maior meta bólito encontrado na urina é a 14-hidroxiclaritromicina, a qual responde por um acrés cimo de 10% a 15%, tanto para doses de 250mg ou 500mg administradas a cada 12 horas. amoxicilina Absorção A amoxicilina é bem absorvida. Sua administração or al na dosagem de 3 vezes ao dia geralmente produz altos níveis plasmáticos, independentemente do momento da ingestão de alimentos.
Distribuição A amoxicilina não é altamente ligada a proteínas pl asmáticas; cerca de 18% do total da droga presente no plasma são ligados a proteínas. A amoxi cilina se difunde rapidamente na maioria dos tecidos e líquidos corporais, com exceção do cérebr o e da medula espinhal. A inflamação geralmente aumenta a permeabilidade das meninges às penicilinas, e isso pode ser aplicado à amoxicilina.
Excreção A principal via de eliminação da amoxicilina são os rins. Cerca de 60% a 70% de amoxicilina são excretados inalterados pela urina durante as primei ras seis horas após a administração de uma dose padrão. A meia-vida de eliminação é de aproxim adamente uma hora.
A amoxicilina também é parcialmente eliminada pela urina, como ácido peniciloico inativo, em quantidades equivalentes a 10% a 25% da dose inicia l.
A administração simultânea de probenecida retarda a excreção da amoxicilina.
Dados de Segurança Pré-Clínicos -lansoprazol Os dados pré-clínicos não revelaram quaisquer risco s para humanos com base nos estudos convencionais de segurança farmacológica, toxicidad e de doses repetidas, toxicidade em reprodução e genotoxicidade.
Carcinogênese, mutagênese e diminuição da fertilida de O lansoprazol foi positivo no teste de Ames para mu tagenicidade bacteriana e em estudos de aberração cromossômica em linfócitos humanos, mas f oi negativo em 3 estudos in vivo de genotoxicidade.
Em dois estudos de carcinogenicidade em ratos, o la nsoprazol produziu hiperplasia das células ECL e carcinoides das células ECL relacionados com a dose associados a hipergastrinemia devido à inibição da secreção ácida. Metaplasia int estinal, além de tumores e hiperplasia das células de Leydig testiculares também foram observa dos. As alterações nas células de Leydig mostraram ser específicas nos ratos, e sem relevânc ia biológica para humanos. Em estudos de carcinogenicidade em camundongos, com camundongos c onvencionais, foram observados hiperplasia das células ECL gástricas relacionada c om a dose, bem como tumores hepáticos e adenoma da rete testis. Não ocorreu efeito carcinog ênico em camundongos knockout P53, que são conhecidos por serem suscetíveis a carcinogênes e por agentes genotóxicos.
Estudos de reprodução em ratas e coelhos gestantes não revelaram deficiências de fertilidade relacionadas com lansoprazol, malformações fetais o u toxicidade para o desenvolvimento de fetos ou recém-nascidos amamentando.
Toxicologia e/ou Farmacologia Animal Estudos de dose única mostraram um baixo potencial de toxicidade aguda. Os principais órgãos alvo com doses repetidas foram o estômago, testícul os, fígado, timo, tireoide e células vermelhas do sangue. As alterações do estômago foram consiste ntes com os efeitos farmacodinâmicos conhecidos em roedores de drogas que reduzem a secr eção de ácido gástrico, com o aumento por feedback dos níveis de gastrina que estimulam a pro liferação de células ECL. Alterações hepáticas em camundongos, ratos e cães foram consis tentes com a indução enzimática microssomal. Alterações não neoplásicas observadas no estudo de carcinogenicidade de 2 anos em ratos incluíram atrofia da retina e atrofia panc reática. A contagem de eritrócitos, hematócrito e hemoglobina mostrou ligeiras quedas em ratos e ca mundongos em vários estudos. claritromicina Toxicologia (toxicidade aguda, subcrônica e crônica ) Estudos foram realizados em camundongos, ratos, cãe s e/ou macacos, com a administração oral de claritromicina, desde uma única dose oral até a administração oral diária por 6 meses consecutivos. Nenhum sinal de toxicidade foi observ ado, com doses muito superiores àquelas proporcionalmente terapêuticas em humanos. Os sinai s clínicos com o emprego de doses tóxicas incluem vômitos, fraqueza, inapetência, dificuldade para ganhar peso, salivação, desidratação e hiperatividade. Nesses estudos com doses tóxicas em animais, o fígado foi o órgão-alvo primário.
O desenvolvimento de hepatotoxicidade em todas as e spécies foi detectado pela precoce elevação das concentrações séricas de fosfatase alcalina, as partato e alanina transaminases, gama-glutamiltransferase e/ou desidrogenase lática.
A descontinuação do uso da droga geralmente resulta no retorno desses parâmetros específicos aos valores normais. O estômago, o timo e outros te cidos linfoides e os rins foram menos afetados em diversos estudos com doses tóxicas.
Farmacologia e toxicologia animal A claritromicina é rápida e facilmente absorvida co m cinética linear de dose, baixa ligação proteica e alto volume de distribuição. Sua meia-vi da plasmática variou de 1 a 6 horas e foi dependente da espécie. Altas concentrações no tecid o foram obtidas, mas um acúmulo negligenciável foi observado. O clearance fecal predominou. A hepatotoxicidade ocorreu em todas as espécies testadas (ex.: em ratos e macacos em doses 2 vezes maiores do que em cães em doses comparáveis à dose humana diária máxima, com base em mg/m 2). A degeneração rubular renal (calculada em regime mg/m
- 2) ocorreu em ratos em doses 2 vezes maiores, em mac acos em doses 8 vezes maiores e em cães em doses 12 vezes m aiores do que a dose diária humana máxima. A atrofia testicular (em regime de mg/m
- 2) ocorreu em ratos em doses 7 vezes maiores, em cães em doses 3 vezes maiores e em macacos em do ses 8 vezes maiores do que a dose humana diária máxima. A opacidade da córnea (em reg ime de mg/m
- 2) ocorreu em cães em doses 12 vezes maiores e em macacos em doses 8 vezes maio res do que a dose humana diária máxima.
Depleção linfoide (em regime de mg/m
- 2) ocorreu em cães em doses 3 vezes maiores e em macacos em doses 2 vezes maiores do que a dose huma na diária máxima. Esses eventos adversos estiveram ausentes durante os estudos clínicos. amoxicilina Os dados pré-clínicos de segurança não estão dispon íveis para amoxicilina.
Contraindicações
lansoprazol O lansoprazol é contraindicado em pacientes com hip ersensibilidade conhecida ao lansoprazol ou a qualquer componente da fórmula. claritromicina A claritromicina é contraindicada para o uso por pa cientes com conhecida hipersensibilidade aos antibióticos macrolídeos e a qualquer componente da fórmula.
A administração concomitante de claritromicina com astemizol, cisaprida, pimozida e terfenadina está contraindicada, pois pode resultar em prolonga mento do intervalo QT e arritmias cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventr icular e Torsades de Pointes.
A administração concomitante de claritromicina com ticagrelor, ivabradina ou ranolazina é contraindicada.
A administração concomitante de claritromicina e al caloides de ergot (ergotamina ou di-hidroergotamina) é contraindicada, pois pode result ar em toxicidade ao ergot.
A coadministração de claritromicina e midazolam ora l é contraindicada (vide “ 6. Interações Medicamentosas”).
A claritromicina não deve ser administrada a pacien tes com histórico de prolongamento QT (congênito ou adquirido) ou arritmia ventricular ca rdíaca, incluindo Torsades de Pointes (vide “ 5.
Advertências e Precauções” e “6. Interações medicamentosas”).
A claritromicina não deve ser indicada para pacient es com hipocalemia (risco de prolongamento do intervalo QT).
A claritromicina não deve ser usada em pacientes qu e sofrem de insuficiência hepática grave combinada à insuficiência renal.
A administração concomitante de claritromicina e co lchicina é contraindicada.
A claritromicina não deve ser utilizada concomitant emente com inibidores da HMG-CoA redutase (estatinas) que são extensivamente metabol izados pela CYP3A4 (lovastatina ou sinvastatina), devido a um aumento no risco de miop atia, incluindo rabdomiólise. A claritromicina (e outros inibidores fortes de CYP3A 4) não deve ser utilizada em combinação com colchicina em pacientes com insuficiência renal ou hepática (vide “5. Advertências e Precauções” e “6. Interações Medicamentosas”).
A administração concomitante de claritromicina e lo mitapida é contraindicada devido ao potencial de aumento acentuado das transaminases (v ide “6. Interações medicamentosas”). amoxicilina A amoxicilina é uma penicilina e não deve ser admin istrada a pacientes com histórico de hipersensibilidade a antibióticos betalactâmicos (p . ex. penicilinas e cefalosporinas).
Advertências e precauções
lansoprazol Fratura óssea: terapia com inibidores da bomba de próton pode esta r associada a um risco aumentado de fraturas relacionadas à osteoporose do quadril, punho ou espinha. O risco de fratura é aumentado nos pacientes que receberam alt a dose, definida como múltiplas doses diárias, e terapia com inibidores da bomba de próto n a longo prazo (um ano ou mais).
Clostridium difficile: terapia com inibidores da bomba de próton pode esta r associada a um risco aumentado de infecção por Clostridium difficile .
Hipomagnesemia: tem sido raramente relatada em pacientes tratados c om inibidores da bomba de próton por pelo menos três meses (na maioria dos casos, após um ano de tratamento). Os eventos adversos graves incluem tetania, arritmias e convulsões.
Este medicamento deve ser administrado com precauçã o em pacientes com doença hepática grave.
A resposta sintomática ao lansoprazol não exclui a presença de malignidade gástrica.
Reações adversas cutâneas graves Reações adversas cutâneas graves, incluindo síndrom e de Steven-Jonhson (SSJ), Necrólise Epidérmica Tóxica (NET), Síndrome da Farmacodermia com Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos (DRESS), Pustulose Exantemática Generalizada Aguda (PEGA) e eritema multiforme foram relatados em associação com o uso de inibidores da bomba de próton (vide 9. Reações Adversas).
Descontinue o uso deste medicamento ao primeiro sin al ou sintomas de reações adversas cutâneas ou outros sinais de hipersensibilidade e c onsidere uma avaliação adicional.
Atenção diabéticos: contém açúcar. claritromicina O uso prolongado de claritromicina, assim como com outros antibióticos, pode resultar na colonização por bactérias e fungos não sensíveis ao tratamento. Na ocorrência de superinfecção, uma terapia adequada deve ser estabelecida.
Recomenda-se precaução a pacientes com insuficiênci a renal severa.
A claritromicina é metabolizada pelo fígado, devend o ser administrada com cautela a pacientes com função hepática alterada. Deve ser também admin istrada com precaução a pacientes com comprometimento moderado a grave da função renal, p rincipal via de excreção.
Disfunção hepática, incluindo aumento de enzimas he páticas e hepatite hepatocelular e/ou colestática, com ou sem icterícia foram relatadas c om claritromicina. Esta disfunção hepática pode ser severa e é comumente reversível. Em alguns casos, relatou-se falência hepática com desfechos fatais e geralmente foram associados com doenças subjacentes sérias e/ou medicações concomitantes. A claritromicina deve ser descontinu ada, imediatamente, se sinais e sintomas de hepatite ocorrerem, tais como, anorexia, icterícia, urina escura, prurido ou sensibilidade abdominal.
Colite pseudomembranosa foi descrita para quase tod os os agentes antibacterianos, incluindo macrolídeos, podendo sua gravidade variar de leve a risco de vida. Diarreia associada à Clostridium difficile (CDAD) foi relatada com o uso de quase todos os age ntes antibacterianos, incluindo claritromicina, podendo sua gravidade var iar de diarreia leve a colite fatal.
O tratamento com agentes antibacterianos altera a f lora normal do cólon, o que pode levar à proliferação de C. difficile. CDAD deve ser considerada em todos os pacientes q ue apresentarem quadro de diarreia após o uso de antibiótico. Um mi nucioso histórico médico é necessário para o diagnóstico, já que a ocorrência de CDAD foi relata da ao longo de dois meses após a administração de agentes antibacterianos. Portanto, a descontinuação da terapia com claritromicina deve ser considerada independentemen te da indicação. O teste microbiano deve ser realizado e o tratamento adequado iniciado. Drogas que inibem o peristaltismo devem ser evitadas. Agravamento dos sintomas de miastenia gra ve foi relatado em pacientes recebendo terapia com claritromicina. colchicina: há relatos pós-comercialização de toxicidade por co lchicina quando administrada concomitantemente com claritromicina, especialmente em pacientes idosos e com insuficiência renal. Óbitos foram reportados em alguns destes pac ientes (vide “6. Interações Medicamentosas”). Caso a administração de claritromicina e colchi cina seja necessária, os pacientes devem ser monitorados quanto à ocorrência de sintomas clínicos de toxicidade por colchicina. A dose de colchicina deve ser reduzida em todos os pacientes recebendo colchicina e claritromicina concomitantemente. A administração d e claritromicina e colchicina é contraindicada para pacientes com insuficiência ren al ou hepática (vide “ 4. Contraindicações”).
Recomenda-se precaução com relação à administração concomitante de claritromicina e triazolobenzodiazepínicos, tais como, o triazolam e o midazolam intravenoso (vide “ 6.
Interações Medicamentosas”).
Eventos cardiovasculares: Devido ao risco de prolongamento do intervalo de QT e de repolarização cardíaca, com risco de desenvolviment o de arritmia cardíaca e Torsade de Pointes, assim como outros macrolídeos, claritromicina deve ser utilizada com precaução em pacientes com doença arterial coronariana, insuficiência card íaca grave, distúrbios de condução , bradicardia (<50bpm), distúrbios eletrolíticos, com o hipomagnesemia ou quando é coadministrado com outro medicamento associado com tempo de prolongamento do intervalo de QT (vide “6. Interações Medicamentosas”).
A claritromicina não deve ser utilizada em paciente s com prolongamento do intervalo de QT congênito ou documentado, ou história de arritmia v entricular (vide “ 4. Contraindicações”).
Pneumonia: tendo em vista a resistência emergente de Streptococcus pneumoniae para macrolídeos, é importante que o teste de sensibilid ade seja realizado quando a claritromicina for prescrita para pneumonia adquirida na comunidade. E m pneumonia adquirida em ambiente hospitalar, a claritromicina deve ser utilizada em combinação com antibióticos adicionais apropriados.
Infecções de pele e tecidos moles de severidade lev e a moderada: estas infecções são causadas mais frequentemente por Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes, os quais, ambos podem ser resistentes aos macrolídeos. Por este mot ivo, é importante que o teste de sensibilidade seja realizado. Em casos em que antibióticos betala ctâmicos não podem ser utilizados (p. ex. alergia), outros antibióticos, tais como a clindami cina, podem ser os fármacos de primeira escolha. Atualmente, considera-se que os macrolídeo s somente desempenham ação em algumas infecções de pele e tecidos moles, tais como as cau sadas por Corynebacterium minutissimum (eristrasma), acne vulgaris e erisipela, e em situa ções em que o tratamento com penicilinas não pode ser utilizado.
No caso de reações de hipersensibilidade aguda seve ra, como anafilaxia, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, Síndrome DRES S (erupção cutânea associada ao fármaco com eosinofilia e sintomas sistêmicos) e púrpura de Henoch-Schnlein, a terapia com claritromicina deve ser descontinuada imediatamente e um tratamento apropriado deve ser urgentemente iniciado. A claritromicina deve ser ut ilizada com cautela quando administrada concomitantemente com medicamentos indutores das en zimas do citocromo CYP3A4 (vide “6.
Interações Medicamentosas”).
Deve-se considerar a possibilidade de resistência b acteriana cruzada entre a claritromicina e os outros macrolídeos, como a lincomicina e a clindami cina.
Agentes hipoglicemiantes orais/insulina: o uso concomitante da claritromicina com agentes hipoglicemiantes orais e/ou insulina pode resultar em hipoglicemia significante. Quando usada concomitantemente com certos medicamentos hipoglice miantes, tais como, nateglinida, pioglitazona, repaglinida e rosiglitazona, a clarit romicina pode estar envolvida na inibição das enzimas da CYP3A4 e então poderia causar hipoglicem ia.
Recomenda-se monitoramento cuidadoso da glicose.
Anticoagulantes orais: existe um risco de hemorragia grave e elevações sig nificativas na RNI (Razão Normalizada Internacional) e tempo de protro mbina quando claritromicina é coadministrada com varfarina. A RNI e os tempos de protrombina devem ser frequentemente monitorados quando pacientes estiverem recebendo co ncomitantemente claritromicina e anticoagulantes orais.
Deve-se ter cautela quando a claritromicina é coadm inistrada com anticoagulantes orais de ação direta, como dabigatrana, rivaroxabana, apixabana e edoxabana, particularmente em pacientes com alto risco de sangramento ( vide “6. Interações medicamentosas”).
Inibidores da HMG-CoA redutase (estatinas): o uso concomitante de lovastatina ou sinvastatina (vide “ 4. Contraindicações”) é contraindicado, tendo em vista que estas estat inas são extensivamente metabolizadas pela CYP3A4 e o tr atamento com claritromicina aumenta a sua concentração plasmática, o que aumenta o risco de miopatia, incluindo a rabdomiólise.
Relatos de rabdomiólise foram recebidos de paciente s que tomaram claritromicina concomitante com estas estatinas. Se o tratamento com claritromi cina não puder ser evitado, a terapia com lovastatina ou sinvastatina deve ser suspensa duran te o curso do tratamento.
Precaução deve ser tomada quando a claritromicina f or prescrita com estatinas. Em situações em que o uso concomitante da claritromicina com estati nas não pode ser evitado, recomenda-se prescrever a menor dose registrada de estatina. Pod e ser considerado o uso de estatinas que não são dependentes do metabolismo da CYP3A4 (por exemp lo, fluvastatina). hidroxicloroquina ou cloroquina: Considere cuidadosamente a relação risco-benefício antes de prescrever claritromicina ou outros macrolídeos par a qualquer paciente utilizando hidroxicloroquina ou cloroquina, devido ao potencia l de aumento do risco de eventos cardiovasculares e mortalidade cardiovascular (vide “6. Interações medicamentosas”). amoxicilina Antes de iniciar o tratamento com amoxicilina, deve -se fazer uma investigação cuidadosa das reações prévias de hipersensibilidade do paciente a penicilinas ou cefalosporinas. Sensibilidade cruzada entre penicilinas e cefalosporinas é bem do cumentada. Há relatos de reações de hipersensibilidade (anafilactoides) graves e ocasio nalmente fatais em pacientes sob tratamento com penicilinas. Essas reações são mais prováveis e m indivíduos com histórico de hipersensibilidade a antibióticos betalactâmicos (v ide “4. Contraindicações”). Se uma reação alérgica ocorrer, a amoxicilina deve ser descontinu ada e deve ser instituída uma terapia alternativa.
Reações anafiláticas sérias podem exigir um tratame nto de emergência imediato com adrenalina.
Pode ser necessário o uso de oxigênio, esteroides i ntravenosos e manejo das vias aéreas, incluindo intubação.
Deve-se evitar a amoxicilina se houver suspeita de mononucleose infecciosa, já que a ocorrência de rashes eritematosos (mobiliformes) após o uso de amoxicili na tem sido associada a esta condição.
O uso prolongado também pode, ocasionalmente, resul tar em supercrescimento de microrganismos não sensíveis.
Colite pseudomembranosa tem sido relatada com o uso de antibióticos e a gravidade pode variar de leve a grave (risco de vida). Portanto, é import ante considerar o diagnóstico em pacientes que desenvolveram diarreia durante ou após o uso de ant ibióticos. Se ocorrer diarreia prolongada ou significativa ou o paciente sentir cólicas abdomina is, o tratamento deve ser interrompido imediatamente e o paciente deve ser avaliado.
Deve-se ajustar a dose em pacientes com insuficiênc ia renal (vide “8. Posologia e Modo de Usar”).
Em pacientes com o débito urinário reduzido, foi ob servado cristalúria, predominantemente em pacientes em terapia parenteral. Durante a administ ração de altas doses de amoxicilina, é aconselhável manter ingestão hídrica e débito uriná rio adequados a fim de reduzir a possibilidade de cristalúria por amoxicilina (vide “10. Superdose”). Em pacientes com cateteres vesicais, uma verificação regular da permeabilidade deve ser mant ida (vide “9. Reações Adversas” e “10.
Superdose”).
Casos raros de prolongamento anormal do tempo de pr otrombina (INR aumentada) têm sido relatados em pacientes que receberam amoxicilina e anticoagulantes orais. Deve ser realizada monitorização apropriada quando anticoagulantes são prescritos concomitantemente. Ajustes na dose de anticoagulantes orais podem ser necessários para manter o nível desejado de anticoagulação.
Os betalactâmicos, incluindo a amoxicilina, predisp õem o paciente ao risco de encefalopatia (que pode incluir convulsões, confusão, comprometimento da consciência, perturbações do movimento), particularmente em caso de sobredosagem ou insuficiência renal.
Foram relatados casos de lesão hepática induzida po r medicamentos em pacientes tratados com amoxicilina, com o surgimento de sintomas alguns di as à alguns meses após o início do tratamento. Os sinais e sintomas incluem enzimas he páticas séricas elevadas, icterícia colestática, hepatite, hepatotoxicidade, lesão hepatocelular e l esão hepática mista. A maioria dos pacientes se recuperou após a descontinuação do tratamento com a moxicilina; no entanto, pode ocorrer uma progressão para insuficiência hepática aguda, exigi ndo transplante de fígado. O mecanismo de lesão hepática induzida por amoxicilina não está cl aramente elucidado, mas dados indicam um mecanismo imuno-alérgico. Os pacientes devem ser in struídos a entrar em contato com seu médico caso ocorram sintomas sugestivos de lesão he pática. Nesses pacientes o uso de amoxicilina deve ser descontinuado e a função hepát ica deve ser avaliada. A amoxicilina não deve ser reintroduzida em pacientes com histórico d e lesão hepática durante o tratamento com amoxicilina, o qual não teve nenhuma outra causa de terminada para a lesão.
A amoxicilina não é adequada para uso quando há um alto risco de que os patógenos presumíveis tenham sensibilidade ou resistência reduzida a agen tes betalactâmicos que não sejam mediados por betalactamases suscetíveis à inibição pelo ácid o clavulânico. A amoxicilina não deve ser usada para tratar S. Pneumoniae resistente à penicilina.
A síndrome de enterocolite induzida por fármacos (D IES) tem sido notificada predominantemente em crianças que recebem amoxicili na. A DIES é uma reação alérgica com o principal sintoma de vômitos prolongados (1-4 horas após a ingestão do medicamento) na ausência de sintomas alérgicos cutâneos ou respirat órios. Outros sintomas podem incluir dor abdominal, diarreia, hipotensão ou leucocitose com neutrofilia. Registaram-se casos graves, incluindo progressão para choque (vide “9. Reações Adversas”).
Alguns pacientes com infecções por espiroquetas pod em apresentar uma reação de Jarisch-Herxheimer (RJH) logo após o início do tratamento c om amoxicilina. A RJH geralmente é uma condição autolimitada ou pode ser controlada por tr atamento sintomático. O tratamento antibiótico não deve ser interrompido se tal reação ocorrer.
Gravidez e Lactação lansoprazol O lansoprazol deve ser administrado com precaução e m mulheres grávidas, somente se necessário.
Não há informação se lansoprazol é excretado no lei te humano. Durante o tratamento, a amamentação deve ser evitada se a administração do lansoprazol for necessária para a mãe. claritromicina A segurança do uso de claritromicina durante a grav idez ainda não foi estabelecida. Estudos de teratogênese em animais, com doses 70 vezes superio res às terapêuticas para uso humano, mostraram aumento da incidência de anormalidades fe tais.
Os benefícios e os riscos da utilização de claritro micina na mulher grávida devem ser ponderados pelo médico, principalmente durante os três primeir os meses da gravidez.
Foram realizados estudos para avaliar o potencial m utagênico da claritromicina, através de sistemas de testes com microssomas hepáticos de rat os ativados e não ativados (Ames Test).
Os resultados desses estudos não evidenciaram nenhu m potencial mutagênico para concentrações iguais ou menores a 25mcg de claritromicina, por pl aca de Petri. Em uma concentração de 50mcg a droga foi tóxica para todas as raças testadas.
A segurança do uso de claritromicina durante o alei tamento materno também não está estabelecida. A claritromicina é excretada pelo lei te materno. amoxicilina A segurança da utilização de amoxicilina na gravide z não foi estabelecida por estudos controlados em mulheres grávidas. Os estudos de rep rodução realizados avaliaram o uso da amoxicilina em camundongos e ratos em doses até dez vezes maiores que as indicadas para seres humanos e não revelaram nenhuma evidência de danos na fertilidade ou prejuízo aos fetos relacionados à medicação. Se for necessário o trata mento com antibióticos durante a gravidez, a amoxicilina pode ser considerada apropriada quando os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais associados ao medicamento.
A amoxicilina pode ser administrada durante a lacta ção. Com exceção do risco de sensibilidade relacionada à excreção de quantidades mínimas de am oxicilina pelo leite materno, não existem efeitos nocivos conhecidos para o lactente.
Este medicamento deve ser administrado com cautela em mulheres grávidas e durante a amamentação.
Categoria de risco na gravidez: C .
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Populações especiais Idosos lansoprazol: uma dose diária de 30mg não deve ser excedida em id osos, a não ser sob indicação médica. claritromicina: pode ser utilizada em indivíduos idosos com função renal normal nas doses habitualmente recomendadas para o adulto. A dose de ve ser ajustada em pacientes idosos com comprometimento renal grave. amoxicilina: as penicilinas têm sido empregadas em pacientes id osos e nenhum problema específico foi documentado até o presente. Entretan to, pacientes idosos são mais susceptíveis a apresentarem insuficiência renal relacionada à idad e, fato que pode requerer um ajuste na dose nestes casos, assim como para aqueles que recebem p enicilinas, como amoxicilina.
Crianças Apesar de alguns estudos clínicos demonstrarem efic ácia e segurança do uso desse medicamento em crianças e adolescentes, não há consenso do seu uso nessa faixa etária.
Este medicamento não é recomendado para menores de 12 anos.
Insuficiência renal lansoprazol: não é necessário qualquer ajuste na dose de lansopr azol em pacientes com disfunção renal. claritromicina: não deve ser usada em pacientes que sofrem de insuf iciência hepática grave combinada à insuficiência renal. A claritromicina ( e outros inibidores fortes de CYP3A4) não deve ser utilizada em combinação com colchicina em pacientes com insuficiência renal ou hepática (vide “5. Advertências e Precauções” e “6. Interações Medicamentosas”). amoxicilina: Na insuficiência renal, a excreção do antibiótico será retardada e, dependendo do grau de insuficiência, pode ser necessário reduzir a dose diária total, de acordo com o seguinte esquema:
Adultos e crianças acima de 40Kg:
Insuficiência leve (clearance de creatinina maior do que 30mL/min): nenhuma alter ação na dose;
Insuficiência moderada (clearance de creatinina 10 a 30mL/min): máximo 500mg, duas ve zes ao dia;
Insuficiência grave (clearance de creatinina menor do que 10mL/min): máximo 500mg uma vez ao dia.
Uso em pacientes com disfunção hepática lansoprazol: não é necessário ajuste da dose inicial para portad ores de disfunção hepática leve a moderada. No entanto, uma redução na dose deve ser considerada em pacientes com insuficiência hepática severa. claritromicina: é metabolizada principalmente pelo fígado, devendo ser administrada com cautela em pacientes com função hepática alterada. A claritromicina não deve ser usada em pacientes que sofrem de insuficiência hepática grav e combinada a insuficiência renal ou em combinação com colchicina em pacientes com insufici ência renal ou hepática (vide “ 5.
Advertências e Precauções” e “6. Interações Medicamentosas”). amoxicilina: não é necessário ajuste na dose.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e oper ar máquinas Este medicamento pode causar tontura e fadiga, ness as condições, a capacidade de reação pode estar diminuída.
Deve-se evitar dirigir veículos e operar máquinas.
No caso de reações adversas tais como encefalopatia (que pode incluir convulsões, confusão, comprometimento da consciência, distúrbios do movim ento), o paciente não deve operar máquinas ou conduzir um veículo.
Sensibilidade cruzada Deve-se considerar a possibilidade de resistência b acteriana cruzada entre a claritromicina e os outros macrolídeos, como a lincomicina e a clindami cina.
Interações medicamentosas
lansoprazol Deve ser considerado acompanhamento do paciente qua ndo lansoprazol é administrado concomitantemente com teofilina.
Medicamentos com absorção dependente do pH: lansoprazol pode interferir na absorção de outros medicamentos para os quais o pH gástrico é u m importante determinante da biodisponibilidade oral (p. ex. cetoconazol e itrac onazol).
Inibidores da Protease do HIV: A coadministração de lansoprazol não é recomendada com inibidores da protease do HIV para os quais a absor ção seja dependente do pH ácido intragástrico, como atazanavir, nelfinavir; devido a uma redução significativa na sua biodisponibilidade. metotrexato: O uso concomitante com altas doses de metotrexato p ode elevar e prolongar os níveis séricos de metotrexato e /ou de seu metabóli to, possivelmente levando a toxicidade do metotrexato. clopidogrel: A administração concomitante de lansoprazol e clopi dogrel em indivíduos saudáveis não teve efeito clinicamente importante s obre a exposição ao metabólito ativo do clopidogrel ou inibição de plaquetas induzida pelo clopidogrel. Não é necessário qualquer ajuste da dose de clopidogrel quando administrado com uma dose aprovada de lansoprazol. varfarina: a coadministração de 60mg de lansoprazol e varfarin a não alterou a farmacocinética da varfarina ou RNI (Razão Normalizada Internaciona l). No entanto, há relatos de aumento do RNI e tempo de protrombina em pacientes recebendo i nibidores da bomba de próton e varfarina concomitantemente. Aumentos no RNI e tempo de protr ombina podem levar a sangramento anormal e até mesmo a morte. Os pacientes tratados com lansoprazol e varfarina concomitantemente precisam ser monitorados para aum ento no RNI e tempo de protrombina.
Drogas que inibem ou induzem CYP2C19 (tacrolimo, fluvoxamina): a administração concomitante de lansoprazol e tacrolimo pode aument ar os níveis sanguíneos de tacrolimo, especialmente em pacientes transplantados que são m etabolizadores intermediários ou fracos do CYP2C19. Os inibidores da CYP2C19, tais como a fluv oxamina pode aumentar a exposição sistêmica de lansoprazol. claritromicina O uso dos seguintes medicamentos é estritamente con traindicado, devido à gravidade dos efeitos causados pelas possíveis interações medicamentosas: cisaprida, pimozida, astemizole e terfenadina: foram relatados aumentos dos níveis de cisaprida em pacientes tratados concomitantemente c om claritromicina e cisaprida. Isto pode resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmi as cardíacas incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e Torsades de P ointes.
Efeitos semelhantes foram observados em pacientes t ratados concomitantemente com claritromicina e pimozida (vide “ 4. Contraindicações”).
Foi relatado que os macrolídeos alteram o metabolis mo da terfenadina resultando no aumento do nível desta substância que, ocasionalmente, foi ass ociado a arritmias cardíacas, tais como prolongamento do intervalo QT, taquicardia ventricu lar, fibrilação ventricular e Torsades de Pointes (vide “4. Contraindicações”). Em um estudo com 14 voluntários sadios, o uso concomitante de claritromicina e terfenadina result ou em um aumento de duas a três vezes nos níveis séricos do metabólito ácido da terfenadina e em prolongamento do intervalo QT, que não levou a qualquer efeito clínico detectável. Efeitos similares têm sido observados com o uso concomitante de astemizol e outros macrolídeos. alcaloides de ergot: estudos de pós-comercialização indicaram que a coad ministração de claritromicina com ergotamina ou di-hidroergotamina foi associada com toxicidade aguda de ergot, caracterizada por vasoespasmos e isquemia da s extremidades e outros tecidos, inclusive sistema nervoso central. A administração concomitan te de claritromicina com alcaloides de ergot é contraindicada (vide “ 4. Contraindicações”).
Efeitos de outros medicamentos na terapia com clari tromicina Fármacos indutores da CYP3A4 como, por exemplo, rif ampicina, fenitoína, carbamazepina, fenobarbital e erva de São João, podem induzir o me tabolismo da claritromicina. Isto pode resultar em níveis subterapêuticos de claritromicin a, levando a uma eficácia reduzida. Por isso, deve-se monitorar esses medicamentos na corrente sa nguínea devido a um possível aumento dessas substâncias devido à inibição da CYP3A pela claritromicina.
A administração concomitante de claritromicina e ri fabutina resultou em um aumento de rifabutina e diminuição dos níveis sanguíneos de cl aritromicina juntamente com risco aumentado de uveíte.
Os seguintes medicamentos sabidamente alteram ou sã o suspeitos de alterar a concentração de claritromicina na circulação sanguínea.
Ajustes posológicos da dose de claritromicina ou a adoção de tratamento alternativo devem ser considerados: efavirenz, nevirapina, rifampicina, rifabutina e ri fapentina: fortes indutores do metabolismo do citocromo P450, tais como efavirenz, nevirapina, rifampicina, rifabutina e rifapentina podem acelerar o metabolismo da claritromicina e, portant o, diminuir os níveis plasmáticos desta substância, e aumentar os níveis de 14(R) hidroxi-c laritromicina (14-OH-claritromicina), um metabólito que também é microbiologicamente ativo. Uma vez que as atividades microbiológicas da claritromicina e da 14-OH-claritromicina são dif erentes para diferentes bactérias, o efeito terapêutico pretendido pode ser prejudicado durante a administração concomitante de claritromicina e indutores enzimáticos. etravirina: este fármaco diminuiu a exposição à claritromicina; no entanto, as concentrações do metabólito ativo, 14-OH-claritromicina foram aument adas. Devido este metabólito ter atividade reduzida contra o Mycobacterium avium complex (MAC), a atividade em geral contra este patógeno pode estar alterada; portanto, para o trat amento do MAC, alternativas à claritromicina devem ser consideradas. fluconazol: a administração concomitante de fluconazol 200mg di ariamente e claritromicina 500mg duas vezes por dia a 21 voluntários sadios co nduziu a um aumento na concentração mínima média no steady-state de claritromicina (C min) e da área sob a curva (AUC), de 33% e 18%, respectivamente. As concentrações no steady-st ate do metabólito ativo 14-OH-claritromicina não foram significativamente afetada s pela administração concomitante de claritromicina e fluconazol. Não é necessário ajust e posológico da dose de claritromicina. ritonavir: um estudo farmacocinético demonstrou que a administ ração concomitante de 200mg de ritonavir a cada 8 horas e 500mg de claritromici na a cada 12 horas resultou em acentuada inibição do metabolismo da claritromicina. O C máx da claritromicina aumentou 31%, o C min aumentou 182% e AUC aumentou 77% com a administração concomitante de ritonavir. Foi observada uma completa inibição da formação do meta bólito 14-OH-claritromicina. Devido à grande janela terapêutica da claritromicina, não é necessária a redução de dose em pacientes com função renal normal. Entretanto, em pacientes com d isfunção renal, os seguintes ajustes deverão ser considerados: para pacientes com clearance de creatinina entre 30 e 60mL/min, a dose de claritromicina deve ser reduzida em 50%, resultando em uma dose máxima de 500mg ao dia. A claritromicina não deve ser administrada a paciente s com doses de claritromicina maiores que 1g/dia não devem ser administradas concomitantement e com ritonavir.
Ajustes similares de dose devem ser considerados em pacientes com redução da função renal quando ritonavir é utilizado como um potencializado r farmacocinético com outros inibidores de protease, incluindo atazanavir e saquinavir.
Efeitos da claritromicina na terapia com outros med icamentos:
Antiarrítmicos: há relatos de pós-comercialização de casos de Torsa des de Pointes, que ocorreram com o uso concomitante de claritromicina e quinidina ou disopiramida.
Eletrocardiogramas devem ser monitorados para o pro longamento de QTc durante a coadministração de claritromicina e antiarrítmicos. Os níveis séricos destes medicamentos devem ser monitorados durante a terapia com claritromicin a.
Interações relacionadas à CYP3A4: a coadministração de claritromicina (inibidora da e nzima CYP3A) e de um fármaco metabolizado principalmente por CYP3A pode estar associada à elevação da concentração do fármaco, podendo aument ar ou prolongar os efeitos terapêuticos e adversos do medicamento associado. A claritromicina deve ser usada com cuidado em pacientes recebendo tratamento com drogas conhecidas por sere m substratos da enzima CYP3A, principalmente se este substrato possuir uma margem de segurança estreita (ex. carbamazepina) e/ou se o substrato for totalmente metabolizado por esta enzima. Ajustes de dose devem ser considerados, e quando possível, as concentrações s éricas das drogas metabolizadas pela CYP3A devem ser cuidadosamente monitoradas em pacientes q ue estejam recebendo claritromicina concomitantemente.
As seguintes substâncias são sabidamente ou suposta mente metabolizadas pela mesma isoenzima CYP3A. São exemplos, mas não se resume a: anticoagu lantes orais (ex. varfarina, rivaroxabana, apixabana – vide “5. Advertências e precauções”), hidroxicloroquina e cloroquina, alcaloides do ergot, alprazolam, astemizol, carbamazepina, cil ostazol, cisaprida, metilprednisolona, omeprazol, pimozida, quinidina, sildenafila, sinvas tatina, terfenadina, triazolam, tacrolimus, lovastatina, disopiramida, midazolam, ciclosporina, vimblastina, rifabutina, ticagrelor, ivabradina e ranolazina. Substâncias que interagem por mecanis mos semelhantes através de outras isoenzimas dentro do sistema citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato. omeprazol: claritromicina (500mg a cada 8 horas) foi administr ada concomitantemente com omeprazol (40mg por dia) em indivíduos adultos sadi os. No steady-state, as concentrações plasmáticas de omeprazol aumentaram (C máx, AUC 0-24 e T1/2 tiveram aumento de 30%, 89% e 34%, respectivamente) com a administração concomita nte de claritromicina. A média do pH gástrico em 24 horas foi de 5,2 quando o omeprazol foi administrado isoladamente, e 5,7 quando foi coadministrado com claritromicina. sildenafila, tadalafila e vardenafila: cada um destes inibidores da fosfodiesterase é metabolizado, pelo menos em parte, pela CYP3A, que pode ser inibida pela administração concomitante de claritromicina. A coadministração d e claritromicina com sildenafila, vardenafila ou tadalafila pode resultar no aumento da exposição de inibidores da fosfodiesterase. Uma redução na dose de sildenafila, vardenafila ou tada lafila deve ser considerada quando estas são administradas concomitantemente com claritromicina. teofilina, carbamazepina: resultados de estudos clínicos revelaram que existe um aumento ligeiro, mas estatisticamente significativo (p ≤ 0,05), nos níveis circulantes de teofilina ou de carbamazepina, quando algum destes medicamentos é a dministrado concomitantemente com a claritromicina. tolterodina: a principal rota metabólica da tolterodina é via is oforma 2D6 do citocromo P450 (CYP2D6). No entanto, em uma amostra da população d esprovida de CYP2D6, o metabolismo da tolterodina é através da CYP3A. Nesta população, a inibição da CYP3A resulta em um aumento significativo da concentração sérica de tol terodina. Uma redução na dose de tolterodina pode ser necessária na presença de inibidores de CY P3A, assim como a redução nas doses de claritromicina em populações com deficiência no met abolismo da CYP2D6. benzodiazepínicos (ex. alprazolam, midazolam, triaz olam): quando midazolam é coadministrado via oral ou intravenosa com claritro micina comprimidos (500mg duas vezes por dia), a AUC do midazolam apresenta um aumento de 7 e 2,7 vezes, respectivamente. A administração concomitante de midazolam com claritr omicina deve ser evitada. Se midazolam via intravenosa for administrado concomitantemente com claritromicina, o paciente deve ser cuidadosamente monitorado para permitir um ajuste d e dose adequado. As mesmas precauções devem ser tomadas para outros benzodiazepínicos met abolizados pela CYP3A, incluindo triazolam e alprazolam.
Para benzodiazepínicos, cuja eliminação não depende da CYP3A (temazepam, nitrazepam, lorazepam), a ocorrência de interação medicamentosa é improvável. Há relatos pós-comercialização de interações medicamentosas e de e feitos no sistema nervoso central (p. ex. sonolência e confusão) devido ao uso concomitante d e claritromicina e triazolam. Sugere-se monitorar pacientes que apresentarem aumento dos ef eitos farmacológicos no sistema nervoso central. lomitapida: a administração concomitante de claritromicina com lomitapida é contraindicada, pois a lomitapida é extensivamente metabolizada pel o CYP3A4 e o tratamento concomitante com claritromicina pode aumentar as concentrações plasm áticas de lomitapida através da inibição do CYP3A4, levando ao risco de aumento acentuado das t ransaminases.
Outras interações medicamentosas: colchicina: a colchicina é um substrato para CYP3A e para o tra nsportador de efluxo, P-glicoproteína (Pgp). A claritromicina e outros macr olídeos são inibidores conhecidos da CYP3A e Pgp. Quando claritromicina e colchicina são admin istradas concomitantemente, a inibição da Pgp e/ou da CYP3A pela claritromicina pode levar a um aumento da exposição à colchicina. Os pacientes devem ser monitorizados quanto a sintomas clínicos de toxicidade por colchicina (vide “5. Advertências e Precauções”). digoxina: acredita-se que a digoxina seja um substrato da pro teína transportadora de efluxo, P-glicoproteína (Pgp). A claritromicina é um inibidor conhecido de Pgp. Quando claritromicina e digoxina são administradas concomitantemente, a ini bição de Pgp pela claritromicina pode elevar a exposição à digoxina. Em estudos pós-comercializa ção foram relatadas concentrações séricas elevadas de digoxina em pacientes recebendo claritr omicina e digoxina concomitantemente.
Alguns pacientes apresentaram fortes sinais de into xicação por digoxina, incluindo arritmias potencialmente fatais. As concentrações séricas de digoxina devem ser atentamente monitoradas quando pacientes estão recebendo digoxina e claritr omicina simultaneamente. zidovudina: a administração simultânea de comprimidos de clarit romicina e zidovudina a pacientes adultos infectados pelo HIV pode resultar na diminuição das concentrações de zidovudina no steady-state. Devido a aparente inter ferência da claritromicina com a absorção de zidovudina administrada via oral, esta interação po de ser amplamente evitada através do escalonamento das doses de claritromicina e zidovud ina em um intervalo de 4 horas entre cada medicamento. fenitoína e valproato: há relatos publicados ou espontâneos de interações entre inibidores da CYP3A4, incluindo a claritromicina, com medicamento s que não são sabidamente metabolizadas por esta enzima (p. ex. fenitoína e valproato). Qua ndo esses fármacos são administrados juntamente com a claritromicina, é recomendada a de terminação dos níveis sanguíneos destes medicamentos. Foi relatado aumento nestes níveis.
Anticoagulantes orais de ação direta (DOACs): os DOACs dabigatrana e edoxabana são substratos para o transportador de efluxo P-gp. A r ivaroxabana e a apixabana são metabolizadas via CYP3A4 e também são substratos para a P-gp. Dev e-se ter cautela quando a claritromicina é coadministrada com esses agentes, particularmente e m pacientes com alto risco de sangramento (vide “5. Advertências e precauções” ).
Corticosteroides: deve-se ter cuidado na administração concomitante de claritromicina com corticosteroides sistêmicos e inalatórios que são m etabolizados, principalmente, pelo CYP3A, devido ao potencial aumento da exposição sistêmica aos corticosteroides. Caso ocorra administração concomitante, os pacientes devem ser cuidadosamente monitorizados quanto aos efeitos indesejáveis dos corticosteroides sistêmico s.
Interações medicamentosas bidirecionais atazanavir: tanto a claritromicina quanto o atazanavir são subs tratos e inibidores da CYP3A, e há evidência de interação medicamentosa bidireciona l entre tais medicamentos. A coadministração de claritromicina (500mg duas vezes ao dia) com atazanavir (400mg uma vez por dia) resultou em aumento de duas vezes na expos ição à claritromicina, decréscimo de 70% na exposição à 14-OH-claritromicina e aumento de 28% n a AUC do atazanavir. Devido à ampla janela terapêutica da claritromicina, pacientes com função renal normal não necessitam reduzir a dose desta medicação. Para pacientes com função ren al moderada (clearance de creatinina entre 30 e 60mL/min), a dose de claritromicina deverá ser reduzida em 50%, resultando na dose máxima de 500mg ao dia. Doses de claritromicina sup eriores a 1.000mg por dia não devem ser administradas concomitantemente com inibidores de p rotease. Bloqueadores de canais de cálcio: deve-se ter precaução ao administrar concomitanteme nte claritromicina e bloqueadores de canais de cálcio metabolizados por CYP3A4 (ex. verapamil, anlodipino, diltiazem) devido ao risco de hipotensão. As concentrações plasmáticas de claritr omicina e dos bloqueadores de canais de cálcio podem aumentar devido à interação. Hipotensã o, bradiarritmia e acidose lática têm sido observadas em pacientes tomando claritromicina e ve rapamil concomitantemente. itraconazol: tanto a claritromicina quanto o itraconazol são sub stratos e inibidores da CYP3A, levando a uma interação medicamentosa bidirecional. A claritromicina pode levar ao aumento nos níveis plasmáticos de itraconazol, enquanto o i traconazol pode aumentar os níveis plasmáticos da claritromicina. Pacientes utilizando concomitantemente itraconazol e claritromicina devem ser monitorados cuidadosamente quanto a sinais ou sintomas de aumento ou prolongamento dos efeitos farmacológicos. saquinavir: tanto a claritromicina quanto o saquinavir são subs tratos e inibidores da CYP3A, e há evidência de interação medicamentosa bidireciona l entre tais medicamentos. A administração concomitante de claritromicina (500mg 2x/dia) e saq uinavir (cápsulas gelatinosas moles, 1.200mg três vezes ao dia) a 12 voluntários sadios resultou em valores de AUC e C máx de saquinavir, no steady-state, de 177% e 187%, respec tivamente, superiores aos valores observados com a administração de saquinavir isoladamente. Os valores de AUC e Cmáx de claritromicina foram aproximadamente 40% maiores do que os valores observados quando claritromicina é administrada isoladamente. Não é necessário ajuste de dose quando os dois medicamentos, nas doses e nas formulações estudadas, são coadministra dos por um período limitado. Os dados obtidos nos estudos de interações medicamentosas ut ilizando-se cápsula gelatinosa mole podem não representar os efeitos decorrentes da utilizaçã o de cápsula gelatinosa dura. Os dados obtidos nos estudos de interações medicamentosas utilizando -se saquinavir isoladamente podem não representar os efeitos decorrentes da terapia conju nta de saquinavir e ritonavir. Quando saquinavir é coadministrado com ritonavir, recomend a-se atenção para os potenciais efeitos do ritonavir na terapia com claritromicina (vide “ 6. Interações Medicamentosas – ritonavir”). hidroxicloroquina ou cloroquina: tanto a claritromicina quanto a hidroxicloroquina são substratos e inibidores do CYP3A, e a cloroquina é um substrato do CYP3A4. A claritromicina pode aumentar os níveis plasmáticos de hidroxicloro quina e cloroquina, enquanto a hidroxicloroquina pode aumentar os níveis plasmátic os de claritromicina.
Dados observacionais mostraram que a coadministraçã o de azitromicina com hidroxicloroquina em pacientes com artrite reumatoide está associada a um risco aumentado de eventos cardiovasculares e mortalidade cardiovascular. Devi do ao potencial de risco semelhante com outros macrolídeos quando usados em combinação com hidroxicloroquina ou cloroquina, deve-se considerar cuidadosamente o equilíbrio de benefício s e riscos antes de prescrever claritromicina para qualquer paciente que esteja tomando hidroxicl oroquina ou cloroquina. amoxicilina A probenecida reduz a secreção tubular renal da amo xicilina. Portanto, o uso concomitante com amoxicilina pode resultar em níveis maiores e de du ração mais prolongada da amoxicilina no sangue.
Assim como outros antibióticos, a amoxicilina pode afetar a flora intestinal, levando a uma menor reabsorção de estrógenos, e reduzir a eficáci a de contraceptivos orais combinados.
A administração concomitante de alopurinol durante o tratamento com amoxicilina pode aumentar a probabilidade de reações alérgicas de pe le. Na literatura, há casos raros de aumento da Razão Normalizada Internacional (RNI) aumentado em pacientes tratados com acenocumarol ou varfarina para os quais é prescrito amoxicilina. Se a coadministração for necessária, o tempo de protrombina ou a razão normalizada internacional devem ser cuidadosamente monitorados com a introdução ou retirada do tratamento com a am oxicilina.
Em pacientes recebendo micofenolato de mofetila, fo i relatada uma redução de aproximadamente 50% na concentração pré-dose do metabolito ativo ác ido micofenólico (MPA) após o início da administração oral de amoxicilina e ácido clavulâni co. A alteração no nível pré-dose pode não representar com precisão as alterações na exposição geral ao MPA. Portanto, uma alteração na dose de micofenolato de mofetila não deve ser norma lmente necessária na ausência de evidência clínica de disfunção do enxerto. No entanto, deve s er realizada uma monitorização clínica rigorosa durante a combinação e logo após o tratame nto com antibióticos.
Alteração em exames laboratoriais lansoprazol Não há dados de alteração em exames laboratoriais p ara lansoprazol. claritromicina Ocorreram as seguintes alterações nos valores labor atoriais, com possíveis importâncias clínicas:
Hepáticas: valores elevados de alanina aminotransfe rase (TGP), aspartato aminotransferase (TGO), gama-glutamiltransferase (GGT), fosfatase al calina, desidrogenase láctica (LDH) e bilirrubina total [ocorrência < 1%].
Hematológicas: valores diminuídos de células sanguí neas brancas (WBC) [ocorrência < 1%] e elevação do tempo de protrombina [ocorrência 1%].
Renais: valores elevados de nitrogênio ureico do sa ngue (BUN) [ocorrência 4%] e de creatinina sérica [ocorrência < 1%].
Os dados de GGT, fosfatase alcalina e tempo de prot rombina foram obtidos somente de estudos em adultos. amoxicilina Recomenda-se que, na realização de testes para veri ficação da presença de glicose na urina durante o tratamento com amoxicilina, sejam usados métodos de glicose oxidase enzimática.
Devido às altas concentrações urinárias da amoxicil ina, leituras falso-positivas são comuns com métodos químicos.
Cuidados de armazenamento do medicamento conservar em temperatura ambiente (15 a 30°c). prot eger da luz e umidade.
Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
-lansoprazol: Cápsula de gelatina de coloração branca e azul.
-claritromicina: Comprimido revestido oblongo branco.
-amoxicilina: Cápsula de gelatina de cor azul e rosa.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Posologia e modo de usar
Modo de Usar Este medicamento deve ser administrado por via oral . As cápsulas de lansoprazol devem ser ingeridas inteiras, sem mastigar para preservar a c obertura entérica dos grânulos.
Posologia O esquema terapêutico recomendado para a indicação a que o produto se propõe, é de 1 cápsula de lansoprazol 30mg, 1 comprimido revestido de clar itromicina 500mg e 2 cápsulas de amoxicilina 500mg, ingeridos à cada 12 horas ou sej a, pela manhã e à noite, em jejum, durante 7, 10 ou 14 dias, conforme orientação médica.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
Reações adversas
Este medicamento pode causar algumas reações indese jáveis. Caso o paciente tenha uma reação alérgica, deve parar de tomar o medicamento e infor mar o médico o aparecimento de reações indesejáveis.
-Reação comum (>1/100 e < 1/10):
-lansoprazol: em curto prazo (até 8 semanas de duração) os evento s adversos foram diarreia, prisão de ventre, constipação, tontura, náusea, dor de cabeça, dores no estômago, flatulência (gases), dispepsia (queimação no estômago), fadiga (cansaço), vômito com exceção dos pacientes sendo tratados para erradicação de infecção de Helicobacter pylori, se a diarreia persistir, a administração de lansoprazol deve ser descontinuada , devido a possibilidade de colite microscópica com engrossamento do feixe de colágeno ou infiltração de células inflamatórias observadas na submucosa do intestino grosso. Na mai oria dos casos, os sintomas de colite microscópica se resolvem após a descontinuação do t ratamento com lansoprazol.
-claritromicina: insônia, disgeusia, cefaleia, paladar alterado, dia rreia, vômito, dispepsia, náusea, dor abdominal, teste de função hepática ano rmal, rash, hiperidrose.
-amoxicilina: diarreia, náusea e rash cutâneo.
-Reação incomum (>1/1.000 e < 1/100):
-lansoprazol: rash, prurido, síndrome de Steven-Johnson, necrólis e epidérmica tóxica, reação anafilática, hiponatremia, hipomagnesemia, hipocalc emia, hipocalemia, valores anormais nos testes da função hepática, elevação nos valores dos AST, ALT, fosfatase alcalina, LDH e γ-GTP, flatulência, vômito, nefrite tubulointersticial (co m possível progressão para insuficiência renal), pancitopenia, agranulocitose, leucopenia, trombocit openia e Síndrome da Farmacodermia com Eosinofilia e Sintomas Sistêmicos (DRESS).
-claritromicina: candidíase, gastroenterite, infecção vaginal, leuco penia, hipersensibilidade, anorexia, diminuição do apetite, ansiedade, tontura , sonolência, tremor, vertigem, deficiência auditiva, tinido, prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma, palpitações, epistaxe, doença do refluxo gastroesofágico, gastrite, procta lgia, estomatite, glossite, constipação, boca seca, eructação, flatulência, alanina aminotransfer ase e aspartato aminotransferase aumentadas, prurido, urticária, mialgia, astenia.
-amoxicilina: vômito, urticária e prurido.
-Reação rara (>1/10.000 e < 1/1.000):
-lansoprazol: não há relatos de reações raras para este medicamen to.
-claritromicina: arritmia, infarto do miocárdio e mortalidade cardio vascular associada a macrolídeos, incluindo claritromicina.
-amoxicilina: nefrite intersticial.
-Reação muito rara (<1/10.000):
-lansoprazol: não há relatos de reações muito raras para este med icamento.
-claritromicina: não há relatos de reações muito raras para este med icamento.
-amoxicilina: leucopenia reversível (incluindo neutropenia grave ou agranulocitose), trombocitopenia reversível e anemia hemolítica, pro longamento do tempo de sangramento e do tempo de protrombina; como com outros antibióticos, reações alérgicas graves, incluindo edema angioneurótico, anafilaxia (vide “ 5. Advertências e Precauções”), doença do soro e vasculite por hipersensibilidade podem ocorrer. Em caso de reação de hipersensibilidade, deve-se descontinuar o tratamento; hipercinesia, vertigem e convulsões ( podem ocorrer convulsões em pacientes com função renal prejudicada ou que usam altas doses); candidíase mucocutânea; colite associada a antibióticos (inclusive a pseudomembranosa e a hemo rrágica), hepatite, icterícia colestásica, aumento moderado de AST e/ou ALT (o significado des se aumento ainda não está claro); reações cutâneas com eritema multiforme, síndrome de Steven s-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, dermatite bolhosa e esfoliativa e exantema pustulos o generalizado agudo.
-Reações de frequência desconhecida (não podem ser e stimadas pelos dados disponíveis) -lansoprazol: não há relatos de reações com frequência desconheci da para este medicamento.
-claritromicina: colite pseudomembranosa, erisipela, eritrasma, agra nulocitose, trombocitopenia, reação anafilática, angioedema, hipoglicemia, trans torno psicótico, estado de confusão, despersonalização, depressão, desorientação, alucin ações, sonhos anormais, mania, convulsão, ageusia, parosmia, anosmia, parestesia, surdez, Tor sades de Pointes, taquicardia ventricular, fibrilação ventricular, hemorragia, pancreatite agu da, descoloração da língua e dos dentes, disfunção hepática, icterícia hepatocelular, síndro me de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, rash com eosinofilia e sintomas sistêmicos (Síndrome DRE SS), acne, púrpura de Henoch-Schnlein, Postulose exantemática aguda generalizad a (AGEP), rabdomiólise *, miopatia, insuficiência renal e nefrite intersticial.
*em alguns relatos de rabdomiólise, a claritromicina foi administrada concomitantemente com outros medicamentos conhecidamente associados à rab domiólise, tais como, as estatinas, fibratos, colchicina e alopurinol.
-amoxicilina: Lesão hepática induzida por medicamentos, incluindo icterícia colestática, hepatite, hepatotoxicidade, lesão hepática mista e cristalúria (vide “ 5. Advertências e Precauções” e “10. Superdose”). Eritema multiforme. Reação de Jarisch-Herxheime r que causa febre, calafrios, dor de cabeça, dor muscular e eru pção cutânea que geralmente é autolimitada.
Isso ocorre logo após o início do tratamento para i nfecções por espiroquetas. Síndrome de enterocolite induzida por fármacos (DIES) (vide “5. Advertências e Precauções”), língua pilosa negra. Dermatose bolhosa IgA linear. Dor no peito, que pode ser um sinal de uma reação alérgica potencialmente grave chamada síndrome de Kounis.
-Outras reações possíveis -lansoprazol: icterícia, hepatite, lúpus eritematoso cutâneo, Pus tulose Exantemática Generalizada Aguda (PEGA) e eritema multiforme.
-claritromicina: RNI aumentada, tempo de protrombina aumentado e cor da urina anormal.
-amoxicilina: os betalactâmicos, incluindo a amoxicilina, predisp õem o paciente ao risco de encefalopatia (que pode incluir convulsões, confusã o, comprometimento da consciência, perturbações do movimento), particularmente em caso de sobredosagem ou insuficiência renal.
Em caso de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Se o paciente ingerir uma dose muito grande deste m edicamento acidentalmente, deve procurar um médico ou um centro de intoxicação imediatamente e levar a embalagem ou bula do medicamento, se possível. O apoio médico imediato é fundamental para adultos e crianças, mesmo se os sinais e sintomas de intoxicação não es tiverem presentes. lansoprazol O lansoprazol não é removido da circulação por hemo diálise. Doses diárias de até 180mg de lansoprazol por via oral tem sido administradas sem efeitos indesejáveis significantes. Se ocorrer sobredosagem, o tratamento deve ser sintomático e d e suporte. claritromicina A ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas gastrintestinais. Essa situação clínica deve ser tratada com a imediata el iminação do produto não absorvido e com medidas de suporte. A conduta preferível para a eli minação é a lavagem gástrica, o mais precocemente possível. Não há evidências de que a c laritromicina possa ser eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal. amoxicilina Efeitos gastrintestinais tais como náusea, vômitos e diarreia podem ser evidentes e sintomas de desequilíbrio de água/eletrólitos devem ser tratado s sintomaticamente.
Observou-se cristalúria de amoxicilina, que em algu ns casos pode levar à insuficiência renal (vide “5. Advertências e Precauções” e “9. Reações Adversas”). Para reduzir o risco de cristalúria de amoxicilina em caso de superdosagem, deve-se manter a ingestão adequada de líquidos e diurese. A amoxicilina pode ser removida da circulação por hemodiálise.
Foram relatadas insuficiência renal aguda e hematúr ia em crianças, após uma sobredosagem de amoxicilina. Esses relatos são restritos a casos em que 3g ou mais de amoxicilina foram administrados em uma dose única. Existe um risco de encefalopatia nos casos de administração de antibióticos betalactâmicos, incluindo amoxicili na, particularmente em caso de sobredosagem ou insuficiência renal.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
M.S. n o 1.0370. 0540 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659
Laboratório teuto
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Só pode ser vendido com retenção da receita h i s t ó ri co de al te
RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o/ n o t if i c a ç ã o q ue a lt e r a b ul a D a do s d a s a lt e r a ç õe s d e b u la s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la Ve r sõ e s ( VP / VP S) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c io n a d a s 0 2/ 0 9 /20 1 4 0 7 2 820 4 / 14 -4 1 0 459 -GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I n ic ia l d e T e x to de Bu l a -R DC – 60 / 1 2 0 2 /0 9 /20 1 4 0 7 2 82 0 4/ 14 -4 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c l u sã o I n i c ia l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 0 2 / 09 / 20 14 Ve r sã o in i c ia l VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 50 0 m g c a p c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
-3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 50 0 m g c a p c t b l a l p la s in c x 20 + 2 0 + 40 .
-3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 50 0 m g c a p c t b l a l p la s in c x 28 + 2 8 + 56 .
0 4/ 0 1 /20 1 6 1 1 3 046 2 / 16 -6 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 4 /0 1 /20 1 6 1 1 3 04 6 2/ 16 -6 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 4 / 01 / 201 6 3 .
C a r a c te r ísti c a s f a r m a c ol óg ic a s.
4 .
Co n tr a i n d ic a çõ e s.
5 .
Ad v er t ê n c ia s e p r e c a u ç õ e s.
6 .
I n t e r a çõ e s m e di c a m e n to sa s .
9 .
Re a ç õ e s a d ve r sa s.
1 0 .
S u per d os e .
VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 50 0 m g c a p c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
-3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 50 0 m g c a p c t b l a l p la s in c x 20 + 2 0 + 40 .
-3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 50 0 m g c a p c t b l a l p la s in c x 28 + 2 8 + 56 .
0 9/ 0 8 /20 1 7 1 6 6 961 4 / 17 -0 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – 0 9 /0 8 /20 1 7 1 6 6 96 1 4/ 17 -0 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – 0 9 / 08 / 201 7 Ap r e se n t a ç ã o 5 .
A dv e r tên c ia s e pr e c a u ç õ e s 7 .
C ui d a d os d e a r m a z e n a m e n to d o VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
R DC – 60 / 1 2 RD C – 6 0 /1 2 m e d ic a m e nt o 9.
R e a ç õ e s a d v e r s a s 1 0 .
Su p er d o se 0 8/ 0 7 /20 2 1 2 6 5 874 9 / 21 -0 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 8 /0 7 /20 2 1 2 6 5 87 4 9/ 21 -0 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 8 / 07 / 202 1 4 .
C o n tr a i nd i c a çõ e s 5 .
A dv e r tên c ia s e pr e c a u ç õ e s 9.
R e a ç õ e s a d v e r s a s D iz e r e s L e g a is ( S AC ) VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
2 1/ 0 3 /20 2 2 1 2 7 189 9 / 22 -1 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 1 /0 3 /20 2 2 1 2 7 18 9 9/ 22 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 1 / 03 / 202 2 3 .
C a r a c te r ísti c a s f a r m a c o l óg i c a s 5 .
A dv e r tên c ia s e pr e c a u ç õ e s 9.
R e a ç õ e s a d v e r s a s 1 0 .
Su p er d o se VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
2 7/ 1 0 /20 2 2 4 8 7 613 2 / 22 -4 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 7 /1 0 /20 2 2 4 8 7 61 3 2/ 22 -4 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 7 / 10 / 202 2 4 .
C o n tr a i nd i c a çõ e s 5 .
A dv e r tên c ia s e pr e c a u ç õ e s 6 .
I n t e r a çõ e s m e di c a m e n to sa s .
VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
2 8/ 1 2 /20 2 2 5 1 0 386 3 / 22 -7 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 8 /1 2 /20 2 2 5 1 0 38 6 3/ 22 -7 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 8 / 12 / 20 22 5 .
A dv e r tên c ia s e pr e c a u ç õ e s 9.
R e a ç õ e s a d v e r s a s VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
1 7/ 0 5 /20 2 3 0 5 0 100 4 / 23 -8 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 7 /0 5 /20 2 3 0 5 0 10 0 4/ 23 -8 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 7 / 05 / 202 3 5 .
A dv e r tên c ia s e pr e c a u ç õ e s 9.
R e a ç õ e s a d v e r s a s VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
1 6/ 0 2 /20 2 4 0 1 8 448 5 / 24 -0 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – 1 6 /0 2 /20 2 4 0 1 8 44 8 5/ 24 -0 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – 1 6 / 02 / 202 4 4 .
C o n tr a i nd i c a çõ e s 5 .
A dv e r tên c ia s e pr e c a u ç õ e s 9.
R e a ç õ e s a d v e r s a s D i z e r e s le g a is VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
R DC – 60 / 1 2 RD C – 6 0 /1 2 0 8/ 0 7 /20 2 4 0 9 2 848 6 / 24 -9 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 8 /0 7 /20 2 4 0 9 2 84 8 6/ 24 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 8 / 07 / 202 4 4 .
C o n tr a i nd i c a çõ e s 5 .
A dv e r tên c ia s e pr e c a u ç õ e s 6 .
I n t e r a çõ e s m e d i c a m e n to sa s VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 .
1 3/ 0 9 /20 2 4 -1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 3 /0 9 /20 2 4 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 3 / 09 / 202 4 6 .
I n t e r a çõ e s m e d i c a m e n to sa s VP S -3 0 m g c a p + 5 0 0m g c o m r e v + 5 00 m g c ap c t b l a l p la s in c x 14 + 1 4 + 28 . lansoprazol claritromicina amoxicilina tri-hidratada Cápsula dura de liberação retardada 30mg Comprimido revestido 500mg Cápsula dura 500mg
Modelo de bula com informações técnicas aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE lansoprazol claritromicina amoxicilina tri-hidratada Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 30 MG CAP LIB RETARD + 500 MG COM REV + 500 MG CAP CT BL AL PLAS TRANS X 14 + 14 + 28 | 7896112151142 | R$ 242,54 | |
| 30 MG CAP LIB RETARD + 500 MG COM REV + 500 MG CAP CT BL AL PLAS TRANS X 28 + BL AL PLAS TRANS X 14 + 14 + 28 | 7896112151180 | R$ 258,83 |