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Tarja vermelha Uso hospitalar em algumas apresentações

Lamivudina

Bula completa, para que serve, como usar, efeitos colaterais, genéricos e preço máximo · antiviroticos (inibe replicacao virotica).

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoLamivudina
Classe terapêuticaAntiviroticos (inibe replicacao virotica)
Medicamento de referênciaEpivir
Nomes comerciais5 de 5 fabricantes
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 148,15
CMED

Resumo em 30 segundos

FONTE: BULÁRIO ANVISA · 27/05/2024
PARA QUE SERVE

Epivir , em associação com outros agentes antirretrovirais, é indicado para o tratamento da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em adultos e crianças.

COMO USAR

Modo de uso Uso oral. Use sempre Epivir  exatamente como seu médico lhe receitou. Engula o comprimido com água ou outro líquido. Os comprimidos podem ser ingeridos com ou sem comida.

EFEITOS COLATERAIS

Como todo medicamento, Epivir ® pode causar efeitos colaterais.

QUEM NÃO DEVE USAR

Não use este medicamento caso você seja alérgico à lamivudina ou a qualquer um dos componentes de Epivir  (ver Composição, em Identificação do Medicamento).

Trechos extraídos da bula oficial.

BULA COMPLETA

Bula de Epivir

Referência · Glaxosmithkline Brasil Ltda · Reg. MS 1.0107.0236 · bula de 27/05/2024

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

Epivir ® GlaxoSmithKline Brasil Ltda. comprimidos revestidos 150 mg

  • Paciente -Epivir  lamivudina
—

Apresentação

Epivir  comprimidos revestidos e ranhurados, que contém 150 mg de lamivudina, é apresentado em frascos com 60 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico (acima de 3 meses com peso minimo de 14 kg).

—

Composição

Cada comprimido de Epivir  contém: lamivudina .................................................. ............................................................................ 150 mg excipientes* ..................................................q.s.p. ....................................................... 1 comprimido

  • celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, Opadry YS -1-7706-G Branco (hipromelose, dióxido de titânio, polietilenoglicol/ macrogol 400 e polissorbato 80), água purificada*.

*removida durante o processo

01

Para que este medicamento é indicado?

Epivir , em associação com outros agentes antirretrovirais, é indicado para o tratamento da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) em adultos e crianças.

02

Como este medicamento funciona?

Epivir  pertence a um grupo de medicamentos antivirais, também conhecidos como antirretrovirais, chamado de inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeos (ITRNs). Eles são usados para tratar a infecção pelo HIV.

Epivir  não cura a infecção pelo HIV. Este medicamento reduz a quantidade do HIV no seu corpo, mantendo-o em níveis baixos. Epivir  também aumenta a contagem de células CD4. Essas células são um dos tipos de glóbulos brancos do sangue e desempenham importante papel na defesa e na manutenção do sistema imune (de defesa), bem como no combate às infecções. Epivir  demonstrou reduzir bastante o risco de progressão da doença provocada pelo HIV. A resposta ao tratamento, porém, varia de acordo com o paciente. Seu médico irá monitorar a eficiência do seu tratamento.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Não use este medicamento caso você seja alérgico à lamivudina ou a qualquer um dos componentes de Epivir  (ver Composição, em Identificação do Medicamento). Epivir ® comprimidos é contraindicado para crianças que pesam menos de 14 kg.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças com menos de 14 kg.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Epivir  não é recomendado para ser usado como único medicamento no tratamento contra o HIV.

Não pare de tomar a medicação, a não ser por orientação médica.

Você precisa tomar Epivir  todos os dias. Este medicamento ajuda a controlar sua condição e retarda o avanço da doença, mas não cura a infecção por HIV. Você pode continuar a desenvolver infecções e outros males associados à doença pelo HIV. Não deixe de visitar seu médico regularmente.

Durante o tratamento, seu médico irá recomendar a realização de exames de sangue, para avaliar seu tratamento e monitorar as possíveis reações adversas.

Pacientes com comprometimento renal (nos rins) Discuta o uso de Epivir  com seu médico, caso você tenha problemas nos rins. A dose-padrão de Epivir  poderá ser reduzida.

Pancreatite Inflamação do pâncreas (pancreatite) tem sido observada em alguns pacientes que tomam Epivir .

Entretanto, ainda não está claro se isso se deve ao tratamento com o medicamento ou à doença provocada pelo HIV. Os sintomas são dores abdominais, náuseas e vômitos. Se você desenvolver esses sintomas, avise seu médico.

Acidose láctica A classe de medicamentos à qual pertence Epivir , os ITRNs, pode causar uma condição chamada acidose láctica (excesso de ácido láctico no sangue), junto com o aumento do fígado. Esse efeito colateral é raro, porém grave e pode ser fatal . A acidose láctica ocorre com mais frequência em mul heres e nos pacientes que tinham doença hepática ou obesidade antes de iniciar o tratamento . Os sinais de acidose láctica incluem dificuldades para respirar, sonolência, dormência ou fraqueza nos membros, enjoo, vômito e dor de estômago.

Seu médico irá monitorar regularmente esse efeito enquanto você estiver usando Epivir .

Lipídeos séricos e glicose sanguínea Os níveis de gorduras e açúcar no sangue podem aumentar durante a terapia antirretroviral. O controle da doença e alterações no estilo de vida são também fatores contribuintes. Seu médico irá solicitar exames de sangue para monitorar esses níveis. Caso alguma alteração seja observada, ele irá recomendar o tratamento adequado.

Síndrome de reconstituição imune Dentro das primeiras semanas de tratamento com medicamentos antirretrovirais, alguns pacientes vivendo com HIV, principalmente os que são positivos para esse vírus há algum tempo e com histórico de infecções oportunistas (infecções que podem ocorrer quando o sistema imunológico está enfraquecido), podem desenvolver reações inflamatórias (como dor, vermelhidão, inchaço e febre) que podem assemelhar-se a infecções e causar problemas graves. Acredita-se que essas reações sejam causadas pela recuperação parcial da capacidade do organismo combater infecções, anteriormente reprimida pelo HIV. Se você ficar preocupado com qualquer novo sintoma ou alteração na sua saúde após o início do tratamento contra o HIV, por favor, converse com seu médico.

Infecções oportunistas Os pacientes em tratamento com Epivir ® ou qualquer outro antirretroviral ainda podem desenvolver infecções oportunistas (infecções que podem ocorrer quando o organismo está enfraquecido), devido a complicações da infecção pelo HIV. Portanto, o médico deverá acompanhar rigorosamente o seu tratamento.

Coinfecção com hepatite B Se você tem hepatite B crônica, não interrompa o tratamento sem orientação do seu médico, pois poderá haver recorrência (retorno) de sua hepatite. Essa recorrência poderá ser mais grave se você tiver uma doença séria no fígado.

População especial de pacientes Crianças Um regime de tratamento somente de comprimidos deve ser usado quando possível. Considere a monitorização mais frequente da carga viral do HIV-1 quando o Epivir  for utilizado com medicamentos contendo sorbitol administrados cronicamente.

Idosos É aconselhável que se tenha cuidado especial devido a várias alterações associadas a esse grupo etário, como diminuição da função renal e alteração dos parâmetros hematológicos.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Não foi realizado nenhum estudo para investigar o efeito da lamivudina sobre essas atividades. Devem ser levados em conta as condições clínicas do paciente e o perfil de efeitos adversos deste medicamento, quando se pretende estabelecer a capacidade de o paciente tratado com Epivir  dirigir veículos ou operar máquinas.

Gravidez e Amamentação Dados de estudos em humanos não mostraram um aumento do risco das principais deficiências congênitas para o feto durante o uso de lamivudina, substância ativa de Epivir . No entanto, não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas e a segurança do uso do Epivir  durante a gravidez não foi estabelecida.

Se você está grávida, planejando ficar grávida logo ou está amamentando, por favor, informe seu médico antes de usar este medicamento.

De forma geral, em crianças cujas mães usaram ITRNs durante a gravidez, é provável que o benefício da redução das chances de transmitir o HIV seja maior do que o risco de o feto sofrer efeitos colaterais.

É importante pesar cuidadosamente o benefício de se usar Epivir  durante a gravidez, contra a possibilidade de efeitos adversos na criança antes ou depois do nascimento. Seu médico irá discutir esses riscos com você.

É recomendado que, quando possível, mulheres vivendo com HIV não amamentem seus filhos, para evitar a transmissão do HIV. Em situações em que o uso de fórmulas infantis não é viável e o aleitamento materno durante o tratamento antirretroviral for considerado, seu médico deverá seguir os guias locais para amamentação e tratamento.

As substâncias ativas de Epivir  são encontradas no leite materno.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Interações Medicamentosas É importante você avisar seu médico sobre qualquer outro medicamento que você usa. Por isso, se você toma ou tomou recentemente algum outro medicamento, informe isso a seu médico. Fale inclusive sobre os que você usa sem prescrição médica. Outros medicamentos podem afetar a ação de Epivir , assim como Epivir  pode afetar a ação de outros medicamentos. Epivir  não deve ser administrado junto com entricitabina, utilizado para o tratamento da infecção pelo HIV.

Alguns medicamentos podem afetar a ação de Epivir  ou tornar mais provável a ocorrência de efeitos secundários, como:

  • medicamentos que contenham sorbitol (normalmente líquidos), quando usados regularmente;
  • sulfametoxazol-trimetoprima [também conhecido como cotrimoxazol, um antibiótico utilizado no tratamento de pneumonia por Pneumocystis jiroveci (frequentemente referida como PCP) ou toxoplasmose].

Informe seu médico ou cirurgião -dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode se r perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Cuidados de armazenamento Os comprimidos de Epivir  devem ser armazenados em sua embalagem original e em temperatura entre 15°C e 30ºC.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Aspectos físicos Comprimido branco, ranhurado, em forma de diamante, gravado com ‘GX CJ7’ em ambos os lados.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Modo de uso Uso oral.

Use sempre Epivir  exatamente como seu médico lhe receitou. Engula o comprimido com água ou outro líquido. Os comprimidos podem ser ingeridos com ou sem comida.

Se você é incapaz de engolir comprimidos, pode amassar e misturar o comprimido de Epivir  a uma pequena quantidade de bebida ou comida semissólida (pastosa), ingerindo a mistura imediatamente.

O comprimido de 150mg pode ser partido. A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo máximo de 3 dias.

Posologia Adultos, adolescentes e crianças pesando pelo menos 25 kg A dose recomendada de Epivir  é de 300 mg ao dia, administrando-se 150 mg (1 comprimido) duas vezes ao dia, a cada 12 horas, ou 300 mg (dois comprimidos) uma vez ao dia.

Crianças com mais de 3 meses e peso inferior a 25 kg Crianças pesando entre 14 e 20 kg:

A dose oral recomendada de Epivir  é metade de um comprimido ranhurado (com uma marca no meio do comprimido) duas vezes ao dia ou um comprimido inteiro uma vez ao dia.

Crianças pesando de 20 a menos de 25 kg:

A dose oral recomendada de Epivir  é metade de um comprimido ranhurado pela manhã e um comprimido inteiro à noite ou um comprimido ranhurado e meio uma vez ao dia.

Crianças pesando pelo menos 25 kg:

A dose adulta de 150 mg duas vezes ao dia ou 300 mg uma vez ao dia deve ser administrada.

Crianças com menos de 14 kg:

Epivir ® comprimidos não é indicado para uso em crianças com menos de 14 kg.

Crianças com menos de 3 meses de idade Os dados são insuficientes para se recomendar doses específicas.

Pacientes com insuficiência renal Se você tem problemas nos rins, sua dose pode ser reduzida. Por favor, siga as instruções fornecidas pelo seu médico.

Pacientes com insuficiência hepática Não é necessário ajustar a dose em pacientes portadores de disfunção do fígado moderada ou grave, exceto se for acompanhada de insuficiência renal.

Idosos É aconselhável que se tenha cuidado especial devido a várias alterações associadas a essa faixa etária, como diminuição da função dos rins e alteração dos parâmetros do sangue.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser mastigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Caso você se esqueça de tomar uma dose, tome-a assim que se lembrar e então, continue com o esquema prescrito por seu médico. Não tome doses dobradas para repor doses perdidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Como todo medicamento, Epivir ® pode causar efeitos colaterais. Durante o tratamento da infecção por HIV, nem sempre é possível determinar se algumas reações adversas são causadas por Epivir ®, por outros medicamentos que você usa ao mesmo tempo ou pela doença provocada pelo HIV. Por isso, é muito importante que você mantenha seu médico informado sobre qualquer mudança na sua saúde. Não se alarme com esta lista de efeitos colaterais; você pode não os desenvolver.

As reações adversas estão listadas abaixo de acordo com a frequência.

Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Hiperlactemia (acúmulo de ácido lático no sangue).
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas, vômitos, dor estomacal, diarreia (a inflamação do pâncreas pode ser a causa desses sintomas);
  • Erupções na pele (manchas vermelhas e placas pelo corpo, coceira);
  • Queda de cabelo;
  • Dores nas juntas;
  • Distúrbios musculares;
  • Cansaço, febre, sensação generalizada de mal-estar.

Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Anemia (redução do número de glóbulos vermelhos no sangue), neutropenia (redução do número de glóbulos brancos no sangue) e redução do número de plaquetas (componentes do sangue responsáveis pela coagulação). Se a produção de seus glóbulos vermelhos diminuir, você pode sentir sintomas como cansaço e dificuldade para respirar. A redução dos glóbulos brancos no sangue pode deixá-lo mais propenso a infecções. Se sua contagem de plaquetas estiver baixa, você pode apresentar hematomas (manchas roxas) mais facilmente.
  • Aumento em certas enzimas do fígado.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Acidose láctica (excesso de ácido lático no sangue ácido);
  • Inflamação do pâncreas;
  • Ruptura/lesão do tecido muscular.

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Anemia acentuada (diminuição acentuada das células vermelhas do sangue);
  • Dormência, sensação de formigamento ou sensação de fraqueza nas pernas.

População pediátrica Nos estudos clínicos realizados com Epivir ®, não foram identificados outros problemas de segurança em crianças que receberam uma ou duas vezes a dose diária comparados aos adultos.

Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Caso você ingira uma quantidade maior que a indicada deste medicamento, consulte seu médico ou farmacêutico o mais rápido possível, ou procure a emergência do hospital mais próximo para aconselhamento.

Caso possível, mostre a embalagem do produto ao profissional.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

MS: 1.0107.0236 Farm. Resp.: Ana Carolina Carotta Anacleto

CRF-RJ N° 11580 Fabricado e Embalado por: Glaxo Operations UK Limited Priory Street, Ware, Hertfordshire, SG12 0DJ, Inglaterra Ou Delpharm Poznań Spółka Akcyjna 189 Grunwaldzka Street, 60-322, Poznań, Polônia Registrado e Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.

Estrada dos Bandeirantes, 8464 – Rio de Janeiro – RJ

CNPJ: 33.247.743/0001-10 Indústria Brasileira

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. ou

Ministério da saúde. venda proibida ao comércio.

Uso sob prescrição médica.

L2099_epivir_com_rev_GDS26_IPI14 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 27/05/2024.

Abrir o PDF original (paciente) →

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

Epivir ® GlaxoSmithKline Brasil Ltda. comprimidos revestidos 150 mg

  • Profissional de Saúde -Epivir  lamivudina
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Apresentação

Epivir  comprimidos revestidos e ranhurados, que contém 150 mg de lamivudina, é apresentado em frascos com 60 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico (acima de 3 meses com peso minimo de 14 kg)

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Composição

Cada comprimido de Epivir  contém: lamivudina .................................................................................................................. ... 150 mg excipientes* ............................ ......................q.s.p.......................................................... 1 comprimido

  • celulose microcristalina, amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio, Opadry YS-1-7706-G Branco (hipromelose, dióxido de titânio, polietilenoglicol/macrogol 400 e polissorbato 80) e água purificada*.

*removida durante o processo

01

Indicações

Epivir  é indicado para o tratamento da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), em adultos e crianças, em associação com outros agentes antirretrovirais.

02

Resultados de eficácia

Epivir  reduziu em 50% a dosagem sérica do RNA-HIV 1 em 75% dos pacientes, quando usado isoladamente, e em 94% dos pacientes, quando usado em combinação com a zidovudina 1.

The Antiretroviral Pregnancy Registry O Antiretroviral Pregnancy Registry recebeu relatos prospectivos de mais de 11.000 casos de exposição à lamivudina durante a gravidez que resultaram em bebês nascidos com vida. Estes compreendem mais de 4.200 exposições durante o primeiro trimestre e mais de 6.900 exposições durante o segundo/terceiro trimestre, sendo o número de nascimentos com deficiências congênitas de 135 198, respectivamente. A prevalência (IC 95%) das deficiências congênitas no primeiro trimestre foi de 3,2% (2,6; 3,7%) e no segund o/terceiro trimestre de 2,8% (2,4; 3,2%). Dentre as grávidas da população de referência, a taxa de base das deficiências congênitas foi de 2,7%. Não houve aumento do risco das principais deficiências congênitas para Epivir  comparando com a taxa de base observada nos registros (Pregnancy Registry).

1 ERON, JJ. et al. Treatment with lamivudine, zidovudine, or both in HIV -positive patients with 200 to 500 CD4+ cells per cubic millimeter. North American HIV Working Party. N Engl J Med, 333(25): 1662-1669, 1995.

03

Características farmacológicas

Propriedades Farmacodinâmicas Código ATC Grupo farmacoterapêutico: análogos de nucleosídeos. Código ATC: J05 AF05.

A lamivudina é um potente inibidor seletivo da replicação de HIV -1 e HIV-2 in vitro. É também ativa contra isolados clínicos de HIV resistentes a zidovudina. A lamivudina é metabolizada intracelularmente ao 5’-trifosfato, a molécula ativa, cuja meia-vida intracelular é de 16-19 horas. O 5’-trifosfato de lamivudina é um inibidor fraco das atividades dependentes do RNA e do DNA da transcriptase reversa do HIV. Seu principal mecanismo de ação é o término da cadeia de transcriptase reversa do HIV. Não foi observado antagonismo in vitro com a lamivudina e outros antirretrovirais (agentes testados: abacavir, didanosina, nevirapina, zalcitabina e zidovudina).

A lamivudina não interfere no metabolismo dos desoxinucleotídeos celulares e exerce pouco efeito sobre o conteúdo de DNA de mitocôndrias e células de mamíferos.

In vitro, a lamivudina demonstra baixa citotoxicidade em linfócitos do sangue periférico, linhagens celulares estabelecidas de linfócitos e monócitos macrófagos e em uma variedade de células-mãe medulares. Portanto, possui, in vitro, alto índice terapêutico.

A resistência do HIV-1 à lamivudina envolve o desenvolvimento de uma alteração no aminoácido M184V próximo ao sítio ativo da transcriptase reversa (TR) viral. Essa variante surge tanto in vitro quanto em pacientes vivendo com HIV-1 tratados com terapia antirretroviral que contém lamivudina. Os mutantes M184V apresenta suscetibilidade altamente reduzida à lamivudina e capacidade de replicação viral diminuída in vitro. Estudos in vitro indicam que os isolados virais resistentes à zidovudina podem tornar-se sensíveis a este fármaco quando simultaneamente adquirem resistência à lamivudina. A relevância clínica de tais descobertas ainda não está bem definida.

A resistência cruzada conferida pela transcriptase reversa do M184V é limitada à classe de agentes antirretrovirais inibidores de nucleosídeos. A zidovudina e a estavudina mantêm sua atividade antirretroviral contra o HIV-1 resistente à lamivudina. O abacavir mantém sua atividade antirretroviral contra o HIV-1 resistente à lamivudina, abrigando somente a mutação do M184V. O M184V TR mutante apresenta suscetibilidade à didanosina e à zalcitabina quatro vezes menor. A significância clínica dessas descobertas permanece desconhecida. Os testes de sensibilidade in vitro ainda não foram padronizados, e os resultados podem variar de acordo com fatores metodológicos.

Demonstrou-se nos estudos clínicos que a lamivudina em combinação com a zidovudina reduz a carga viral do HIV -1 e aumenta a contagem de células CD4. Os desfechos clínicos indicam que a lamivudina em combinação com a zidovudina, ou combinada com regimes de tratamento que contêm zidovudina, resulta em redução significativa do risco de progressão da doença e da mortalidade.

Relatou-se redução da sensibilidade in vitro à lamivudina em vírus isolados de pacientes que receberam terapia com Epivir . Além disso, estudos clínicos revelaram evidências de que Epivir  mais zidovudina retardam o aparecimento de vírus isolados resistentes à zidovudina em indivíduos que não receberam terapia antirretroviral prévia.

A lamivudina tem sido amplamente usada como um dos component es da terapia antirretroviral combinada a outros agentes da mesma classe (inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeos) ou de classes diferentes (inibidores da protease e inib idores da transcriptase reversa não-análogos de nucleosídeos).

Evidências de estudos clínicos de pacientes pediátricos recebendo Epivir  com outros fármacos antirretrovirais (abacavir, nevirapina/efavirenz ou zidovudina) demonstraram que o perfil de resistência observado em pacientes pediátricos é similar ao observado em adultos, com relação às substituições genotípicas detectadas e a frequência relativa destas.

Terapias antirretrovirais múltiplas que contêm lamivudina têm demonstrado efetividade tanto em pacientes que nunca receberam terapia antirretroviral como naqueles que apresentam o vírus com mutações do M184V.

A relação entre a suscetibilidade do HIV in vitro à lamivudina e a resposta clínica à terapia ainda está em fase de investigação.

Profilaxia pós-exposição Diretrizes reconhecidas internacionalmen te (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, junho de 1998) recomendam que uma combinação de zidovudina e Epivir  seja administrada rapidamente (preferencialmente em até duas horas) após exposição acidental a sangue infectado por HIV ( por exemplo, perfuração com agulha). Em casos de maior risco de infecção, de ve ser incluído nesse tratamento um inibidor da protease. É recomendável que a profilaxia antirretroviral seja mantida por quatro se manas.

Nenhum estudo clínico controlado foi real izado em outros casos de profilaxia após exposição, e dados que apoiem essa indicação são limitados. A soroconversão pode ocorrer, apesar do tratamento imediato com agentes antirretrovirais.

Propriedades Farmacocinéticas Absorção A lamivudina é bem absorvida no nível gastrintestinal, e a biodisponibilidade da droga por via oral em adultos situa -se normalmente entre 80% e 85%. Após administração oral, o tempo médio (t máx) para atingir a concentração sérica máxima (Cmáx) é de cerca de uma hora. Em doses terapêuticas, isto é, 4 mg/kg/dia (em duas doses, com intervalo de 12 horas), a Cmáx é da ordem de 1-1,9 µg/mL. Não é necessário nenhum ajuste da dose quando a lamivudina é administrada junto com alimentos, visto não haver alteração da sua biodisponibilidade (baseada na AUC), mesmo tendo sido observados atraso do Tmáx e redução da Cmáx (redução de até 47%).

Não é esperado que a administração dos comprimidos macerados, misturados com líquidos ou com uma pequena porção de comida semissólida (pastosa), tenha impacto na qualidade farmacêutica de Epivir . Portanto, não é esperada nenhuma alteração no efeito clínico.

Essa conclusão é baseada nas características físico-químicas e farmacocinéticas da substância ativa e no comportamento da dissolução in vitro dos comprimidos de Epivir  em água, assumindo-se que o paciente macere e transfira 100% do comprimido (ou da metade do comprimido, conforme a dose recomendada) e engula imediatamente.

Comprimidos Revestidos A administração de dois comprimidos de 150 mg é bioequivalente a de um comprimido de 300 mg em relação à AUC∞, Cmáx e Tmáx.

Foram observadas diferenças na absorção entre populações de adultos e populações pediátricas (ver Farmacocinética em Crianças, abaixo).

Distribuição Com base em estudos com o medicamento por via intravenosa, constatou -se que o volume médio de distribuição é de 1,3 L/kg .. A lamivudina exibe farmacocinética linear na faixa de doses terapêuticas e caracteriza -se por sua baixa ligação à principal proteína plasmática, a albumina. Dados limitados demonstraram que a lamivudina penetra no sistema nervoso central e atinge o líquido cefalorraquidiano (LCR). A relação média entre a concentração de lamivudina no LCR e no soro, dentro de duas a qu atro horas após a administração oral, foi de cerca de 0,12. O verdadeiro grau de penetração e a relação com qualquer eficácia clínica são desco nhecidos.

Metabolismo e eliminação O clearance sistêmico médio da lamivudina é de aproximadamente 0,32 L/h/kg, c om clearance predominantemente renal (> 70%) através de secreção tubular ativa (sistema de transporte catiônico orgânico), porém com pouco metabolismo hepático (< 10%).

A molécula ativa, 5’-trifosfato de lamivudina intracelular, possui meia -vida prolongada na célula (18 a 19 horas), em comparação à meia -vida da lamivudina plasmática (16 a 19 horas). Em 60 voluntários adultos sadios, Epivir  300 mg administrado uma vez ao dia demonstrou ser farmacocineticamente equivalente, no estado de equilíbrio, a Epivir  150 mg administrado duas vezes ao dia, em relação à AUC24 e à Cmáx do trifosfato intracelular.

A probabilidade de interação medicamentosa adversa entre a lamivudina e outros medicamentos é baixa, devido ao seu metabolismo, à limitada ligação com as proteínas plasmáticas e à eliminação quase total da droga por via renal na sua forma inalterada.

Farmacocinética em crianças A biodisponibilidade absoluta de lamivudina (aproximadamente 58% a 66%) é reduzida e mais variável em crianças menores de 12 anos.

Em crianças, a administração de lamivudina em comprimidos coadministrada a outros antirretrovirais em comprimidos apresentou maior AUC∞ e Cmáx plasmática que a administração em solução oral coadministrada a outros antirretrovirais em solução oral . As crianças que receberam lamivudina em solução oral, de acordo com a posologia recomendada, alcançaram uma exposição plasmática de Epivir  com uma faixa de valores semelhante à observada em adulto s. As crianças que receberam Epivir  em comprimidos, de acordo com a posologia recomendada, alcançaram exposição plasmática de lamivudina maior do que as crianças que receberam lamivudina em sol ução oral. Isso porque são administradas doses maiores por mg/ kg com lamivudina em comprimidos e esta forma farmacêutica apresenta uma maior biodisponibilidade (ver Posologia e Modo de Usar). Estudos farmacocinéticos em pacientes pediátricos com as apresentaçõ es em comprimidos e solução oral demonstraram que o esquem a de dose única diária fornece AUC 0-24 equivalente ao esquema de dose em duas vezes ao dia, da mesma dose diária total.

Existem dados farmacocinéticos limitados sobre pacientes com menos de 3 meses. Em neonatos com uma semana de vida, o clearance da lamivudina oral é reduzido em comparação ao de pacientes pediátricos, provavelmente pela função renal imatura e absorção variável.

Portanto, para alcançar uma concentração similar à de adultos e crianças, a dose recomendada para neonatos é de 2 mg/kg, duas vezes ao dia. Não existem dados disponíveis em neonatos acima de uma semana de idade.

Farmacocinética em idosos Não há dados farmacocinéticos em pacientes com mais de 65 anos de idade.

Farmacocinética em pacientes com insuficiência renal Em pacientes com insuficiência renal, a concentração plasmática da lamivudina (área sob a curva – AUC) é aumentada devido à diminuição do clearance. A dosagem da lamivudina deverá ser reduzida para os pacientes com clearance da creatinina < 30 mL/min (ver Posologia e Modo de Usar).

Farmacocinética em pacientes com insuficiência hepática Dados obtidos em pacientes com insuficiência hepática de moderada a grave demonstram que a farmacocinética da lamivudina não é afetada de ma neira significativa pela insuficiência hepática.

Farmacocinética durante a gravidez A farmacocinética da lamivudina em grávidas é similar à de mulheres adultas não -grávidas. Em humanos, de acordo com a transmissão passiva da lamivudina através da placenta , a concentração plasmática no recém -nascido é similar à da mãe e à do soro do cordão umbilical no parto.

Estudos Clínicos Uma comparação randomizada de um regime incluindo doses de abacavir e lamivudina administradas uma vez versus duas vezes ao dia foi realizada por um estudo multicêntrico, randomizado, controlado de pacientes pediátricos vivendo com HIV. Mil duzentos e seis pacientes pediátricos com idades entre 3 meses a 17 anos foram inscritos no estudo ARROW (COL105677) e a dose foi administrad a de acordo com o peso - recomendações de faixa de dosagem nas diretrizes de tratamento da Organização Mundial da Saúde (Terapia antirretroviral da infecção por HIV em bebês e crianças, 2006). Após 36 semanas de um regime incluindo abacavir e lamivudina duas vezes por dia, 669 pacientes elegíveis foram randomizados para continuar com a administração de duas vezes ao dia ou para altern ar com abacavir e lamivudina uma vez ao dia, durante pelo menos 96 semanas. Os resultados estão resumidos na tabela abaixo:

Resposta Virológica baseada no RNA do HIV -1 com menos de 80 cópias/mL na Semana 48 e Semana 96 com administração abacavir + lamivudina uma vez ao dia ou duas vezes randomizados do ARROW (Estudo Observacional) Duas vezes ao dia N (%) Uma vez ao dia N (%) Semana 0 (após ≥ 36 Semanas de tratamento) RNA do HIV-1 < 80 cópias/mL 250/331 (76) 237/335 (71) Diferença do risco (uma vez ao dia - duas vezes ao dia) -4.8% (95% IC -11,5% a +1,9%), p=0,16 Semana 48 RNA do HIV-1 < 80 cópias/mL 242/331 (73) 236/330 (72) Diferença do risco (uma vez ao dia - duas vezes ao dia) -1,6% (95% IC -8,4% a +5,2%), p=0,65 Semana 96 RNA do HIV-1 <80 cópias/mL 234/326 (72) 230/331 (69) Diferença do risco (uma vez ao dia - duas vezes ao dia) -2,3% (95% IC -9,3% a +4,7%), p=0,52 O grupo com administração de abacavir/lamivudina uma vez ao dia demonstrou ser não-inferior ao grupo de duas vezes ao dia, de acordo com a margem de não-inferioridade pré-especificada de -12%, para o objetivo primário de <80 cópias/mL na semana 48, bem como na semana 96 (objetivo secundário) e todos os outros limites testados (<200 cópias/mL, <400 cópias/mL, <1000 cópias/mL), os quais todos ficaram dentro dessa margem de não-inferioridade. As análises de subgrupos de testes para heterogeneidade da administração uma vez ao dia versus duas vezes ao dia não demonstraram efeito significativo do sexo, idade, ou carga viral na randomização. Conclusões suportaram a não-inferioridade, independentemente do método de análise.

No momento da randomização para esquema de dosagem uma vez ao dia vs duas vezes ao dia (Semana 0), os pacientes que receberam formulação em comprimidos tiveram uma supressão da taxa de carga viral maior que os que receberam alguma formulação em solução oral. Essas diferenças foram observadas em cada grupo de idade diferente estudado. As diferenças na taxa de supressão entre comprimidos e soluções permaneceram durante a Semana 96 com o esquema de dosagem de uma vez ao dia.

Proporção de indivíduos fazendo uso de abacavir + lamivudina nos regimes uma vez ao dia vs duas vezes ao dia. Randomização do Estudo ARROW com RNA do HIV-1 plasmático < 80 cópias/mL. Análise dos subgrupos por formulação.

Duas vezes ao dia RNA do HIV-1 plasmático <80 c/mL: n/N (%) Uma vez ao dia RNA do HIV-1 plasmático <80 c/mL: n/N (%) Semana 0 (após 36 semanas de tratamento) Todos os regimes com comprimidos durante todo o tratamento 236/305 (77) 222/305 (73) Semana 96 Todos os regimes com comprimidos durante todo o tratamento 221/300 (74) 213/301 (71)

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Contraindicações

O uso de Epivir  é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à lamivudina ou a qualquer componente da fórmula.

Este medicamento é contraindicado para uso por crianças com menos de 14 kg.

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Advertências e precauções

Epivir  não é recomendado para uso em monoterapia.

Infecções oportunistas Os pacientes tratados com Epivir , ou que recebam qualquer outra terapia antirretro viral, podem, mesmo assim, desenvolver infecções oportunistas e outras complicações decorrentes da infecção por HIV. Por isso, devem ser mantidos sob rigorosa observação clínica por médicos experientes no tratamento de pacientes com doenças associadas ao HIV.

Pacientes com insuficiência renal Em pacientes com insuficiência renal de moderada a grave, a concentração plasmática (AUC ) da lamivudina é aumentada devido à diminuição do clearance. Portanto, a dose deve ser ajustada (ver Posologia e Modo de Usar).

Pancreatite Foi observada a ocorrência de pancreatite em alguns pacientes tratados com Epivir . Contudo, não se sabe ao certo se o desenvolvimento dessa doença se deve ao tratamento medicamentoso ou à infecção por HIV subjacente. É necessário co nsiderar a possibilidad e de pancreatite toda vez que o paciente se queixar de dor abdominal, náuseas e vômitos ou quando apresentar níveis elevados de ma rcadores bioquímicos. Deve-se suspender o uso de Epivir  até que seja excluído o diagnóstico de pancreatite.

Acidose láctica/hepatomegalia grave com esteatose Foram relatados casos de acidose láctica e hepatomegalia grave com esteatose (com a ocorrência de casos fatais) durante o uso de antirretrovirais análogos de nucleosídeos, isolados ou em combinações, incluindo a lamivudina . A maioria ocorreu em mulheres.

Sintomas clínicos que podem ser indicativos do desenvolvimento de acidose láctica incluem: fraqueza generalizada, anorexia e perda súbita de peso, sintomas gastrintestinais e respiratórios (dispneia e taquipneia). Deve -se ter cuidado ao administrar Epivir , especialmente aos pacientes que apresentem fatores de risco conhecidos para doenças hepáticas. O tratamento com Epivir  deve ser suspenso em qualquer paciente com sintomas clínicos ou achados laboratoriais sugestivos de acidose láctica com ou sem hepatite (que pode incluir hepatomegalia e esteatose, mesmo na ausência de elevação acentuada de transaminase).

Lipídeos séricos e glicose sanguínea Os níveis de lipídeos séricos e glicose sanguínea podem aumentar durante a terapia antirretroviral. O controle da doença e alterações no estilo de vida são também fatores contribuintes. Deve-se considerar a medição dos níveis de lipídeos séricos e glicose sanguínea.

Desordens lipídicas devem ser tratadas conforme clinicamente apropriado.

Síndrome de Reconstituição Imune Em pacientes vivendo com HIV e com deficiência imune grave no início do tratamento antirretroviral, uma reação inflamatória a infecções oportunistas assintomáticas ou residuais pode surgir e causar problemas médicos graves ou o agravamento dos sintomas.

Tipicamente, essas reações foram observadas nas primeiras semanas ou meses após o início do tratamento antirretroviral. Exemplos relevantes são a retinite por citomegalovírus, infecções micobacterianas generalizadas e/ou focais e pneumonia por Pneumocystis jiroveci (frequentemente referida como PCP). Quaisquer sintomas inflamatórios têm de ser avaliados sem demora, e o tratamento deve ser iniciado, quando necessário. Distúrbios autoimunes (como doença de Graves, polimiosite e síndrome de Guillain-Barre) também foram relatados por ocorrerem na reconstituição imune. Contudo, o tempo de início é mais variável, e pode ocorrer vários meses após o início do tratamento e, algumas vezes, podem ter uma apresentação atípica.

Pacientes coinfectados com o vírus da hepatite B:

Estudos clínicos e o uso comercial de Epivir  têm demonstrado que alguns pacientes portadores de hepatite B crônica podem apresentar evidências clínicas ou laboratoriais de recorrência dessa doença no caso de descontinuação do uso do medicamento. Isso pode ter consequências mais sérias em pacientes portadores de doenças hepáticas descompensadas. Se o uso de Epivir  for descontinuado em pacientes coinfectados pelos HIV e VHB, deve ser levada em consideração a monitoração periódica da função hepática e da replicação viral do VHB.

População especial de pacientes Crianças Um regime de tratamento somente com comprimidos deve ser usado quando possível.

Idosos Nenhum dado específico está disponível. Entretanto, é aconselhável que se tenha cuidado especial devido a várias alterações associadas a esse grupo etário, como diminuição da função renal e alteração dos parâmetros hematológicos.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas Não foi realizado nenhum estudo para investigar o efeito da lamivudina sobre a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. E com base na farmacologia do medicamento, é impossível prever qualquer efeito prejudicial sobre essas atividades. No entanto, deve-se levar em conta as condições clínicas do paciente e o perfil de efeitos adversos de Epivir  quando se pretende estabelecer a capacidade de o indivíduo tratado com Epivir dirigir veículos ou operar máquinas.

Gravidez Epivir  foi avaliado pelo Antiretroviral Pregnancy Registry em mais de 11.000 mulheres durante a gestação e no pós-parto. Dados de estudos em humanos disponíveis a partir do Antiretroviral Pregnancy Registry não mostraram um aumento do risco das principais deficiências congênitas para lamivudina em comparação com a taxa de base (ver Resultados de Eficácia). No entanto, não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas e a segurança do uso do Epivir  durante a gravidez não foi estabelecida.

Estudos em humanos demonstraram que a lamivudina atravessa a placenta. A administração de lamivudina durante a gravidez só deve ser considerada se os benefícios esperados forem maiores do que qualquer risco possível.

Embora os estudos de reprodução (ver Toxicologia Reprodutiva, abaixo) em animais nem sempre forneçam uma previsão da resposta que irá ocorrer em humanos, achados em coelhas sugerem risco potencial de letalidade precoce do embrião.

Têm sido relatadas elevações leves e transitórias nos níveis de lactato, que podem ter ocorrido devido à disfunção mitocondrial, em neonatos e crianças expostos in utero ou pós-parto a inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeos (ITRNs). A relevância clínica das elevações transitórias no lactato sérico é desconhecida. Também tem havido relatos raros de atraso no desenvolvimento, ataques epilépticos e outras doenças neurológicas. Entretanto, não foi estabelecida relação causal entre esses eventos e a exposição a ITRNs in utero ou pós-parto. Tais achados não afetam as recomendações atuais para o uso da terapia antirretroviral em mulheres grávidas para prevenir a transmissão vertical do HIV.

Lactação Especialistas em saúde recomendam que, sempre que possível, mulheres vivendo com HIV não amamentem seus filhos para evitar a transmissão do vírus. Em situações em que o uso de fórmulas infantis não for viável e o aleitamento materno durante o tratamento antirretroviral for considerado, devem ser seguidos os guias locais para amamentação e tratamento.

Em um estudo, após a administração oral repetida de lamivudina 150 mg duas vezes ao dia (em combinação a 300 mg de zidovudina duas vezes ao dia) ou 300 mg de lamivudina duas vezes ao dia (em combinação a 300 mg de zidovudina ou em uma associação em dose fixa), esta foi eliminada no leite materno humano (0,5 a 8,2 microgramas/mL) em concentrações semelhantes às encontradas no soro. Em outros estudos, após a administração oral repetida de 150 mg de lamivudina duas vezes ao dia, a proporção leite materno: soro materno variou entre 0,6 e 3,3. A concentração média de lamivudina no soro infantil variou entre 18 e 28 ng/mL e não foi detectável em um dos estudos (ensaio de sensibilidade 7 ng/mL). Não foram avaliados os níveis intracelulares de trifosfato de lamivudina, metabólito ativo da lamivudina, em crianças pós-amamentação. Portanto, a relevância clínica da concentração sérica dos compostos mensurados nas mães é desconhecida.

Categoria C de risco na gravidez.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Carcinogênese/Mutagênese A lamivudina não foi mutagênica nos testes bacterianos mas, como muitos análogos de nucleosídeos, apresentou esta ação em ensaio citogenético in vitro e em ensaio em linfoma de ratos. A lamivudina não foi genotóxica in vivo em doses que forneceram concentrações plasmáticas de cerca de 40 a 50 vezes superiores aos níveis plasmáticos clínicos previstos. Como a atividade mutagênica in vitro da lamivudina não pôde ser confirmada em testes in vivo, conclui-se que Epivir  não representa um risco genotóxico aos pacientes.

Os resultados dos estudos de carcinogenicidade de lamivudina oral a longo prazo em ratos e camundongos não mostraram qualquer potencial carcinogênico.

Toxicologia Reprodutiva Estudos de reprodução em animais não mostraram evidências de teratogenicidade e não mostraram nenhum efeito na fertilidade masculina ou feminina. A lamivudina causou pequenos aumentos na perda embrionária precoce quando administrada a coelhas grávidas, a níveis de exposição comparáveis aos obtidos no homem. No entanto, não houve evidência de perda de embriões em ratos com níveis de exposição de cerca de 35 vezes a exposição clínica (com base na Cmáx).

Toxicologia Animal A administração de lamivudina em estudos de toxicidade em animais com doses muito elevadas não foi associada a qualquer toxicidade orgânica maior. Reduções na contagem de eritrócitos e neutrófilos foram identificadas como os efeitos mais prováveis a ter relevância clínica.

06

Interações medicamentosas

A probabilidade de qualquer interação é baixa, em virtude de o fármaco apresentar metabolismo limitado e ligação reduzida com as proteínas plasmáticas, com eliminação renal quase completa na sua forma inalterada.

A lamivudina é predominantemente eliminada pela secreção catiônica orgânica ativa. A possibilidade de interação com outras drogas deve ser considerada, particularmente quando a principal via de eliminação for a secreção renal ativa mediante o transporte c atiônico orgânico, como é o caso da trimeto prima. Outras drogas, tais como a ranitidina e a cimetidina, são parcialmente eliminadas através desse mecanismo, mas não demonstraram interação com a lamivudina.

É pouco provável que ocorram interações clinicamente significativas entre a lamivudina e dro gas que são predominantemente eliminadas tanto pela via de secreção aniônica orgânica ativa como pela filtração glomerular.

Efeito da lamivudina na farmacocinética de outros agentes In vitro, a lamivudina demonstra nenhuma ou fraca inibição de fármacos tr ansportadores de ânions orgânicos 1B1 (OATP1B1), OATP1B3, proteína resistente ao câncer de mama (BCRP) ou glicoproteína P (Pgp), proteína de extrusão de múltiplos fármacos e toxinas 1 (MATE1), MATE2- K ou transportadores de cátions orgânicos 3 (OCT3). Não é esperado, portanto, que a lamivudina afete as concentrações plasmáticas de fármacos que são substratos desses transportadores.

A lamivudina é um inibidor de OCT1 e OCT2 in vitro com valores de IC50 de 17 e 33 µM, respectivamente. No entanto, a lamivudin a tem baixo potencial para afetar as concentrações plasmáticas dos substratos de OCT1 e OCT2 a exposição terapêutica dos fármac os (até 300 mg).

Efeito de outros agentes na farmacocinética da lamivudina A lamivudina é de substrato in vitro de MATE1, MATE2 - K e OCT2. A trimetoprima (um inibidor destes transportadores de fármacos) tem demonstrado aumentar as concentrações plasmáticas de lamivudina. No entanto, esta interação não é considerada clinicament e significativa e nenhum ajuste de dose da lamivudina é necessário.

A lamivudina é um substrato do transportador OCT1 de captação hepática. Como a eliminação hepática desempenha um papel menor na depuração de lamivudina, interações medicamentosas devido à inibição da OCT1 são improváveis de ter significância c línica.

A lamivudina é um substrato da Pgp e BCRP. No entanto, devido à sua elevada biodisponibilidade, é improvável que estes transportadores desempenhem um papel significante na absorção de deste fármaco. Portanto, é pouco provável que a coadministração de fármacos inibidores destes transportadores de efluxo afete a disposição e eliminação da lamivudina.

Interações relevantes à lamivudina Quando possível, deve-se evitar a coadministração crônica de medicamentos que contenham sorbitol e Epivir ®. Deve-se considerar um monitoramento mais frequente da carga viral de HIV-1 quando a coadministração crônica não puder ser evitada (ver Advertências e Precauções). zidovudina: um aumento discreto na Cmáx da zidovudina (28%) foi observado quando essa droga é administrada em associação com a lamivudina. Contudo, exposição global (AUC) não foi significativamente alterada. A zidovudina não exerce efeito sobre a farmacocinética da lamivudina (ver Propriedades Farmacocinéticas, em Características Farmacológicas). trimetoprima/sulfametoxazol: a administração de trimetoprima/sulfametoxazol, nas doses de 160 mg/800 mg (cotrimoxazol) , aumentou a concentração da lamivudina em aproximadamente 40%, devido ao componente trimetoprima. No entanto, a menos que o paciente te nha alteração da função renal, nenhum ajuste de dosagem da lamivudina é necessário (ver Posologia e Modo de Usar ). A lamivudina não exerce nenhum efeito sobre a farmacocinética da trimetoprima e do sulfametoxazol. Os efeitos da associação da lamivudina com doses maiores de trimetoprima/sulfametoxazol para o tratamento da pneumonia por Pneumocystis jiroveci e toxoplasmose nã o foram estudados. entricitabina: Epivir  pode inibir a fosforilação intracelular da e ntricitabina quando os dois produtos são administrados concomitantemente. Além disso, o mecanismo de resistência viral tanto para Epivir  quanto para e ntricitabina é mediado através de mutação no mesmo gene da transcriptase reversa viral (M184V) e, consequ entemente, a eficácia terapêutica desta combinação pode ser limitada. Assim, não é recomendado o uso de Epivir ® em combinação com entricitabina ou associações em dose fixa contendo entricitabina.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento

Cuidados de Conservação Os comprimidos de Epivir  devem ser armazenados em sua embalagem original e em temperatura entre 15°C e 30ºC. O prazo de validade é de 36 meses a partir da data de fabricação, impressa na embalagem externa do produto.

Número de lote e datas d e fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde -o em sua embalagem original.

Aspectos físicos/Características organolépticas Comprimido branco, ranhurado, em forma de diamante, gravado com ‘GX CJ7’ em ambos os lados.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

08

Posologia e modo de usar

Modo de uso Uso oral.

A terapia com Epivir  deve ser iniciada por um médico experiente no tratamento de adultos e crianças vivendo com HIV.

Epivir  pode ser administrado com ou sem alimentos.

Para garantir a administração da dose completa, o comprimido deve, preferencialmente, ser engolido sem ser amassado (macerado). Para pacientes com dificuldade de ingerir comprimidos, eles podem ser amassados e misturados a líquidos ou a uma pequena quantidad e de comida semissólida (pastosa), e consumidos imediatamente (ver Propriedades Farmacocinéticas, em Car acterísticas Farmacológicas).

Posologia Adultos, adolescentes e crianças pesando pelo menos 25 kg A dose recomendada de Epivir  é de 300 mg ao dia, administrando -se 150 mg (1 comprimido) duas vezes ao dia, a cada 12 horas, ou 300 mg (dois comprimidos) uma vez ao dia (ver Advertências e Precauções).

Crianças ≥ 3 meses e com peso inferior a 25 kg Crianças pesando de 14 a < 20 kg:

A dose oral recomendada de Epivir  é metade de um comprimido ranhurado duas vezes ao dia ou um comprimido inteiro uma vez ao dia.

Crianças pesando ≥ de 20 a < 25 kg:

A dose oral recomendada de Epivir  é a metade de um comprimido ranhurado pela manhã e um comprimido inteiro à noite ou um comprimido e meio uma vez ao dia.

Crianças pesando pelo menos 25 kg:

A dose adulta de 150 mg duas vezes ao dia ou 300 mg uma vez ao dia deve ser administrada.

Crianças com menos de 14 kg:

Epivir ® comprimidos não é indicado para uso em crianças com menos de 14 kg.

Crianças com menos de 3 meses de idade:

Os dados limitados são insuficientes para recomendar doses específicas (ver Propriedades Farmacocinéticas, em Características Farmacológicas).

Pacientes com insuficiência renal:

Em pacientes com insuficiência renal de moderada a grave, a concentração plasmática (AUC) de lamivudina é aumentada devido à redução do clearance (ver Propriedades Farmacocinéticas, em Características Farmacológicas).

Não existem dados disponíveis sobre o uso de lamivudina em crianças com insuficiência renal.

A redução da dose e/ou aumento do intervalo entre doses deve ser considerada em crianças com pelo menos três meses de idade e peso inferior a 25 kg, com clearance de creatinina < 30 mL/min.

Pacientes com insuficiência hepática Não se faz necessário ajustar a dose em pacientes portadores de disfunção hepática moderada e grave, exceto se acompanhada de insuficiência renal (ver Propriedades Farmacocinéticas, em Características Farmacológicas).

Idosos Nenhum dado específico está disponível. Entretanto, é aconselhável que se tenha cuidado especial devido a várias alterações associadas a esse grupo etário, como diminuição da função renal e alteração dos parâmetros hematológicos.

O uso incorreto causa resistência do vírus e falha no t ratamento.

Este medicamento não deve ser mastigado.

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Reações adversas

Os efeitos adversos relacionados foram relatados durante o tratamento da infecção pelo HIV com o uso de Epivir  como monoterapia ou associado a outros antirretrovirais. Ainda não está esclarecido se sua ocorrência está diretamente relacionada com a droga ou se é resultado da própria doença subjacente.

As reações adversas estão listadas abaixo por frequência. As freq uências são definidas como:

Muito comum (> 1/10) Comum (> 1/100 e < 1/10) Incomum (> 1/1.000 e < 1/100) Rara (> 1/10.000 e < 1/1.000) Muito rara (< 1/10.000) Reações comuns (> 1/100 e < 1/10):

Hiperlactemia; dor de cabeça; náuseas, vômitos, dor na porção superior do abdômen , diarreia; rash cutâneo; alopecia; artralgia; distúrbios musculares; fadiga, febre, mal -estar.

Reações incomuns (> 1/1.000 e < 1/100):

Neutropenia, anemia, trombocitopenia; aumento transitório de enzimas hepáticas (TGP, TGO).

Reações raras (> 1/10.000 e < 1/1.000):

Acidose láctica (ver Advertências e Precauções ); pancreatite, embora a relação causal com o tratamento permaneça incerta; aumento da concentração de amilase sérica; rabdomiólise.

Reações muito raras (< 1/10.000):

Aplasia de células vermelhas; parestesia. Neuropatia periférica tem sido relatada, embora a relação causal com o tratamento p ermaneça incerta.

População pediátrica O banco de dados de segurança que suporta uma dose única diária de Epivir ® em crianças vem do estudo ARROW (COL105677), no qual 669 pacientes pediátricos vivendo com HIV-1 receberam abacavir e lamivudina uma ou duas vezes ao dia (ver Experiência Clínica, em Características Farmacológicas). Não foram identificados outros problemas de segurança em crianças que receberam uma ou duas vezes a dose diária comparados aos adultos.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Sinais e sintomas Nenhum sinal ou sintoma específico foi identificado após superdosagem aguda com lamivudina, além daquelas listadas como reações adversas.

Tratamento Caso ocorra superdosagem, o paciente deve ser monitorado e, se necessário, receber tratamento de suporte padronizado. Uma vez que a lamivudina é eliminada com a diálise, a hemodiálise contínua pode ser usada no tratamento da superdosagem, apesar de não ter sido estudada.

Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

MS: 1.0107.0236 Farm. Resp.: Ana Carolina Carotta Anacleto CRF-RJ N° 11580 Fabricado e Embalado por: Glaxo Operations UK Limited Priory Street, Ware, Hertfordshire, SG12 0DJ, Inglaterra Ou Delpharm Poznań Spółka Akcyjna 189 Grunwaldzka Street, 60-322, Poznań, Polônia Registrado e Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.

Estrada dos Bandeirantes, 8464 – Rio de Janeiro – RJ

CNPJ: 33.247.743/0001-10 Indústria Brasileira

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. ou

Ministério da saúde. venda proibida ao comércio.

Uso sob prescrição médica.

L2099_epivir_com_rev_GDS26_IPI14 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 27/05/2024.

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COMPARADOR · CMED 10/2026

Nomes comerciais, genéricos e preço máximo

EpivirGlaxosmithkline Brasil Ltda · Reg. 1.0107.0236
REFERÊNCIA a partir de R$ 929,01
Farmanguinhos -lamivudinaFundação Oswaldo Cruz · Reg. 1.1063.0056
SIMILAR a partir de R$ 5.916,97
Furp-lamivudinaFundação para o Remédio Popular - Furp · Reg. 1.1039.0147
SIMILAR a partir de R$ 148,15
Iquego-lamivudinaIndústria Química do Estado de Goiás S/A - Iquego · Reg. 1.0884.0357
SIMILAR sem preço CMED
LamiCristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. · Reg. 1.0298.0245
SIMILAR a partir de R$ 210,34
APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo ao consumidor

Preço máximo permitido pela CMED, MG (ICMS 18%). A farmácia pode cobrar menos, nunca mais.

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MedicamentoApresentaçãoTarjaPreço máx.
Furp-lamivudinaFundação para o Remédio Popular - Furp150 MG COM REV CX FR PLAS PEAD OPC X 60Tarja vermelhaR$ 148,15
LamiCristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.10 MG / ML SOL OR CT FR PLAS OPC X 240 ML + SER DOSR$ 210,34
EpivirGlaxosmithkline Brasil Ltda150 MG COM REV CT FR PLAS HDPE OPC X 60Tarja vermelhaR$ 929,01
Farmanguinhos -lamivudinaFundacao Oswaldo Cruz150 MG COM REV CT 36 FR PLAS OPC X 60R$ 5.916,97