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Bulas de Remédios
Genérico Tarja vermelha

Furosemida

Furosemida · Laboratório Teuto Brasileiro S/A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoFurosemida
FabricanteLaboratório Teuto Brasileiro S/A
Registro MS1.0370.0343
Classe terapêuticaDiuréticos simples
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 10,53
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Furosemida

Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 02/12/2024 · conferida em 25/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

furosemida Comprimido 40mg

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE furosemida Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

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Apresentação

Comprimido 40mg Embalagens contendo 20 e 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico

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Composição

Cada comprimido contém: furosemida......................................... ................................................... .....................................40mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: amido, manitol, talco, estearato de ma gnésio, celulose microcristalina e água de osmose reversa.

01

Para que este medicamento é indicado?

Este medicamento é indicado nos casos de:

-hipertensão arterial leve a moderada;

-edema (inchaço) devido a distúrbios do coração, do fígado e dos rins;

-edema (inchaço) devido a queimaduras.

02

Como este medicamento funciona?

A furosemida apresenta efeito diurético (promove a excreção da urina) e anti-hipertensivo (auxilia no tratamento da pressão alta). O início d a ação ocorre cerca de 60 minutos após a administração do produto .

03

Quando não devo usar este medicamento?

Este medicamento não deve ser usado em pacientes co m:

-insuficiência dos rins com anúria (parada total da eliminação de urina);

-pré-coma e coma devido a problemas associado com e ncefalopatia do fígado (disfunção do sistema nervoso central em associação com falência do fígado);

-hipopotassemia severa (redução nos níveis de potás sio no sangue); (ver item “Quais os males que este medicamento pode me causar?”);

-hiponatremia severa (redução nos níveis de sódio n o sangue);

-desidratação ou hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos), com ou sem queda da pressão sanguínea;

-alergia à furosemida, às sulfonamidas ou a qualque r componente da fórmula.

Este medicamento é contraindicado para uso por lact antes.

Não há contraindicação relativa a faixas etárias.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES O fluxo urinário deve ser sempre assegurado.

Em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinári o (ex: em pacientes com alterações de esvaziamento da bexiga, hiperplasia prostática ou e streitamento da uretra), a produção aumentada de urina pode provocar ou agravar a doença. Deste m odo, estes pacientes necessitam de monitorização cuidadosa, especialmente durante a fa se inicial do tratamento.

O tratamento com furosemida requer uma supervisão m édica regular. Uma cuidadosa vigilância se faz necessária principalmente em pacientes com:

-hipotensão (pressão baixa);

-com risco particular de pronunciada queda da press ão arterial (ex: pacientes com estenoses significativas das artérias coronárias ou das artér ias que suprem o cérebro);

-diabetes mellitus latente ou manifesta: recomenda- se controle regular dos níveis de açúcar no sangue;

-gota (doença caracterizada pela deposição de crist ais de ácido úrico junto a articulações e em outros órgãos) ou hiperuricemia (aumento do ácido ú rico no sangue): recomenda-se controle regular do ácido úrico;

-insuficiência dos rins associada à doença severa d o fígado (síndrome hepatorrenal);

-hipoproteinemia (baixos índices de proteínas do sa ngue), por exemplo, associada à síndrome nefrótica (o efeito da furosemida pode estar diminu ído e sua ototoxicidade potencializada). É recomendada a titulação cuidadosa das doses de furo semida.

Durante tratamento com furosemida é geralmente reco mendada a monitorização regular dos níveis de sódio, potássio e creatinina no sangue; é necessária monitorização particularmente cuidadosa em casos de pacientes com alto risco de d esenvolvimento de alterações dessas substâncias ou em caso de perda adicional significa tiva de fluidos (ex: devido a vômitos, diarreia ou suor intenso). Hipovolemia (diminuição do volume líquido circulante nos vasos sanguíneos) ou desidratação, bem como qualquer alteração signif icativa eletrolítica ou ácido-base, devem ser corrigidas. Isto pode requerer a descontinuação tem porária do medicamento.

Existe a possibilidade de agravar ou iniciar manife stação de lúpus eritematoso sistêmico (doença que apresenta manifestações na pele, coração, rins, articulações, entre outras).

Gravidez e amamentação: A furosemida atravessa a barreira placentária. Port anto, não deve ser administrada durante a gravidez a menos que estrita mente indicada e por curtos períodos de tempo. O tratamento durante a gravidez requer contr ole periódico do crescimento fetal.

No período da amamentação, quando o uso de furosemi da for considerado necessário, deve ser lembrado que a furosemida passa para o leite e inib e a lactação. É aconselhável interromper a amamentação durante o uso de furosemida.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitam ento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações ind esejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas par a o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.

Populações especiais Pacientes idosos: Em pacientes idosos, a eliminação de furosemida é d iminuída devido à redução na função dos rins.

A ação diurética da furosemida pode levar ou contri buir para hipovolemia e desidratação, especialmente em pacientes idosos. A diminuição gra ve de fluidos pode levar a hemoconcentração (concentração do sangue com aument o da sua densidade e viscosidade) com tendência ao desenvolvimento de tromboses (formação , desenvolvimento ou presença de um trombo ou coágulo no interior de um vaso sanguíneo) .

Crianças: Controle cuidadoso é necessário em crianças prematu ras pela possibilidade de desenvolvimento de nefrolitíase (formação de pedra nos rins) e nefrocalcinose (deposição de sais de cálcio nos tecidos dos rins). Nestes casos, a fu nção dos rins deverá ser controlada e uma ultrassonografia deverá ser realizada.

Caso a furosemida seja administrada a crianças prem aturas durante as primeiras semanas de vida, pode aumentar o risco de persistência de ducto de B otallo (persistência do canal arterial, um tipo de malformação cardíaca congênita).

Alterações na capacidade de dirigir veículos ou ope rar máquinas: Alguns efeitos adversos (ex: queda acentuada indesejável da pressão sanguín ea) podem prejudicar a capacidade em se concentrar e reagir e, portanto, constitui um risco em situações em que suas habilidades são especialmente importantes, como dirigir ou operar m áquinas.

Sensibilidade cruzada: Pacientes hipersensíveis (alérgicos) à antibióticos do tipo sulfonamidas ou sulfonilureias podem apresentar sensibilidade cr uzada com o medicamento.

Este medicamento pode causar doping.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS Medicamento-Medicamento Associações desaconselhadas Hidrato de cloral: sensação de calor, transpiração (suor), agitação, náusea, aumento da pressão arterial (pressão do sangue) e taquicardia (acelera ção do ritmo cardíaco) podem ocorrer em casos isolados após a administração intravenosa da furose mida dentro das 24 horas da ingestão de hidrato de cloral. Portanto, não é recomendado o us o concomitante de furosemida e hidrato de cloral.

Antibióticos aminoglicosídicos e outros medicamento s que podem ser tóxicos ao ouvido: a furosemida pode potencializar a ototoxicidade (toxi cidade ao ouvido) causada por antibióticos aminoglicosídicos e outros fármacos ototóxicos, vis to que os efeitos resultantes sobre a audição podem ser irreversíveis. Esta combinação de fármaco s deve ser restrita à indicação médica.

Precauções de uso Cisplatina: existe risco de toxicidade ao ouvido qu ando da administração concomitante de cisplatina e furosemida.

Além disto, a toxicidade aos rins da cisplatina pod e ser aumentada caso a furosemida não seja administrada em baixas doses (ex: 40mg em pacientes com função renal normal) e com balanço de fluidos positivo quando utilizada para obter-se diurese (aumento da produção e eliminação da urina) forçada durante o tratamento com cisplatina.

Sucralfato: a administração concomitante de furosem ida por via oral e sucralfato deve ser evitada, pois o sucralfato reduz a absorção intesti nal da furosemida e, consequentemente, seu efeito. Aguardar pelo menos um período de 2 horas e ntre uma administração e outra.

Sais de lítio: a furosemida diminui a excreção de s ais de lítio e pode causar aumento dos níveis sanguíneos de lítio, resultando em aumento do risco de toxicidade do lítio, incluindo aumento do risco de efeitos tóxicos do lítio ao coração e ao s istema nervoso. Desta forma, recomenda-se que os níveis sanguíneos de lítio sejam cuidadosamente monitorizados em pacientes que recebem esta combinação.

Medicamentos que inibem a enzima conversora da angi otensina (ECA): pacientes que estão recebendo diuréticos podem sofrer queda acentuada d a pressão arterial e prejuízo da função dos rins, incluindo casos de insuficiência dos rins, es pecialmente quando um inibidor da enzima conversora de angiotensina (ECA) ou antagonista do receptor de angiotensina II, é administrado pela primeira vez ou tem sua dose aumentada pela pr imeira vez. Deve-se considerar interrupção da administração da furosemida temporariamente ou, ao menos, reduzir a dose de furosemida por 3 dias antes de iniciar o tratamento com, ou antes, de aumentar a dose de um inibidor da ECA ou antagonista do receptor de angiotensina II.

Risperidona: cautela deve ser adotada e os riscos e benefícios desta combinação ou tratamento concomitante com furosemida ou com outros diurético s potentes devem ser considerados antes da decisão de uso.

Foi observado aumento de mortalidade em pacientes i dosos com demência tratados com furosemida mais risperidona. Portanto, deve ser pon derado o risco-benefício do tratamento concomitante com estas duas medicações. Não houve a umento de mortalidade em pacientes usando outros diuréticos associados à risperidona. Independentemente do tratamento, a desidratação foi um fator de risco para maior morta lidade e, portanto, deve ser evitada em pacientes idosos com demência (vide “Quando não dev o usar este medicamento?”).

Levotiroxina: altas doses de furosemida podem inibi r a ligação de hormônios tireoidianos às proteínas transportadoras e, assim, levar a um aume nto transitório inicial de hormônio tireoidiano livre, seguido de uma redução geral nos níveis de h ormônio tireoidiano total. Os níveis de hormônio tireoidiano devem ser monitorados.

Associações a considerar Anti-inflamatórios não-esteroidais (AINEs): agentes anti-inflamatórios não esteroidais, (incluindo ácido acetilsalicílico) podem diminuir a ação da furosemida. Em pacientes com diminuição do líquido circulante nos vasos ou desid ratação, a administração de AINEs pode causar uma diminuição aguda da função dos rins. A t oxicidade do salicilato pode ser aumentada pela furosemida.

Fenitoína: pode ocorrer diminuição do efeito da furosemida apó s administração concomitante de fenitoína.

Alisquireno: o alisquireno reduz a concentração pla smática da furosemida administrada via oral.

Em pacientes tratados com alisquireno e furosemida oral, é recomendado monitorar a redução do efeito diurético e ajustar a dose de acordo.

Fármacos tóxicos aos rins: a furosemida pode potenc ializar os efeitos nocivos de fármacos tóxicos aos rins.

Corticosteroides, carbenoxolona, alcaçuz e laxantes : O uso concomitante de furosemida com corticosteroides, carbenoxolona, alcaçuz em grandes quantidades e uso prolongado de laxantes, pode aumentar o risco de desenvolvimento de hipopot assemia.

Outros medicamentos, por exemplo, preparações de di gitálicos (para tratar doenças do coração) e medicamentos que induzem a síndrome de prolongament o do intervalo QT: Algumas alterações eletrolíticas (ex: hipopotassemia, hipomagnesemia, ou seja, redução dos níveis de potássio ou de magnésio no sangue, respectivamente) podem aumentar a toxicidade destes fármacos.

Medicamentos anti-hipertensivos, diuréticos ou outr os que potencialmente diminuem a pressão sanguínea quando administrados concomitantemente co m a furosemida, podem provocar uma queda mais pronunciada da pressão sanguínea.

Probenecida, metotrexato e outros fármacos, que ass im como a furosemida, são secretados significativamente por via tubular renal, podem red uzir o efeito da furosemida. Por outro lado, a furosemida pode diminuir a eliminação renal destes fármacos. Em caso de tratamento com altas doses (particularmente, tanto a furosemida como out ros medicamentos), pode haver aumento dos níveis no sangue e dos riscos de efeitos adversos r esultantes da furosemida ou do tratamento concomitante.

Antidiabéticos (medicamento para tratar diabetes) e medicamentos hipertensores simpatomiméticos (aumentam a pressão arterial atuan do no sistema nervoso simpático, como epinefrina, norepinefrina): os efeitos destes fárma cos podem ser reduzidos quando administrados com furosemida.

Teofilina ou relaxantes musculares do tipo curare: os efeitos destes fármacos podem aumentar quando administrados com furosemida.

Cefalosporinas: insuficiência dos rins pode se dese nvolver em pacientes recebendo simultaneamente tratamento com furosemida e altas d oses de certas cefalosporinas.

Ciclosporina A: o uso concomitante de ciclosporina A e furosemida está associado com aumento do risco de artrite gotosa (doença reumática caract erizada pelo acúmulo de cristais de ácido úrico junto a articulações e/ou a outros órgãos) subseque nte à hiperuricemia induzida por furosemida e à insuficiência da ciclosporina na excreção de urat o pelos rins.

Pacientes de alto risco para nefropatia por radioco ntraste (doença dos rins causada por radiocontraste, uma substância usada para fazer dia gnóstico por imagem) tratados com furosemida demonstraram maior incidência de deterio rização na função dos rins após receberem radiocontraste quando comparados à pacientes de alt o risco que receberam somente hidratação intravenosa antes de receberem radiocontraste.

Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser potencialmente fatal (morte súbita).

Não tome este medicamento se você tiver uma alteraç ão no coração chamada síndrome congênita de prolongamento do intervalo QT (ou sínd rome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque po de ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com risco de morte.

Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminui ção da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou outras doenças do coração , ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue. Avise seu méd ico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma ), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diurét icos (remédios para eliminar água do corpo).

Medicamento-Alimento Pode ocorrer alteração da absorção de furosemida qu ando administrada com alimentos, portanto, recomenda-se que os comprimidos sejam tomados com o estômago vazio.

Medicamento-Exame laboratorial e não laboratorial Não há dados disponíveis até o momento sobre a inte rferência de furosemida em exames laboratoriais.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c). proteger da

Umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento: Comprimido circular biconvexo sem vinco de cor bran ca a amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral e com o estômago vazio.

É vantajoso tomar a dose diária de uma só vez, esco lhendo-se o horário mais prático, de tal forma que não interfira no seu ritmo normal de vida, pela rapidez da diurese (desejo de urinar).

POSOLOGIA A dose deve ser a menor possível para atingir o efe ito desejado.

A menos que seja prescrito de modo diferente, recom enda-se o seguinte esquema:

Adultos O tratamento geralmente é iniciado com 20 a 80mg po r dia. A dose de manutenção é de 20 a 40mg por dia.

A dose máxima depende da resposta do paciente. A du ração do tratamento é determinada pelo médico.

Crianças Se possível, a furosemida deve ser administrada por via oral para lactentes e crianças abaixo de 15 anos de idade.

A posologia recomendada é de 2mg/kg de peso corpora l, até um máximo de 40mg por dia. A duração do tratamento é determinada pelo médico.

Não há estudos dos efeitos de furosemida administra do por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicame nto, a administração deve ser somente por via oral.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento de seu médico.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, espere por est e horário, respeitando sempre o intervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser adminis tradas duas doses ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

A seguinte taxa de frequência é utilizada, quando a plicável:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacie ntes que utilizam este medicamento).

Reação comum (ocorre entre 1% a 10% dos pacientes q ue utilizam este medicamento).

Reação incomum (ocorre entre 0,1% a 1% dos paciente s que utilizam este medicamento).

Reação rara (ocorre entre 0,01% a 0,1% dos paciente s que utilizam este medicamento).

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pac ientes que utilizam este medicamento).

Desconhecido: não pode ser estimado a partir dos da dos disponíveis.

Distúrbios metabólico e nutricional (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Muito comum: distúrbios eletrolíticos, incluindo si ntomáticos (variação de eletrólitos causando efeitos no organismo), desidratação e hipovolemia, especialmente em pacientes idosos, aumento nos níveis de creatinina e triglicérides no sangue.

Comum: hiponatremia, hipocloremia (redução nos níve is de cloreto no sangue), hipopotassemia (redução nos níveis de potássio no sangue), aumento nos níveis de colesterol e ácido úrico no sangue, crises de gota e aumento no volume urinário .

Incomum: tolerância à glicose diminuída; o diabetes mellitus latente pode se manifestar (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Desconhecido: hipocalcemia (redução nos níveis de c álcio no sangue), hipomagnesemia, aumento nos níveis de ureia no sangue e alcalose me tabólica (desequilíbrio ácido-básico no sangue), Síndrome de Bartter (grupo raro de doenças que afetam os rins) no conte xto de uso inadequado e/ou a longo prazo da furosemida.

Distúrbios vasculares Muito comum (para infusão intravenosa): hipotensão incluindo hipotensão ortostática (queda significativa da pressão arterial após assumir a po sição de pé) (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).

Raro: vasculite (inflamação da parede de um vaso sa nguíneo).

Desconhecido: trombose.

Distúrbios nos rins e urinário Comum: aumento no volume urinário.

Raro: nefrite tubulointersticial (um tipo de inflam ação nos rins).

Desconhecido: aumento nos níveis de sódio e cloreto na urina, retenção urinária (em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário); nefrocalc inose/nefrolitíase em crianças prematuras e falência renal (vide “O que devo saber antes de usa r este medicamento?”).

Distúrbios gastrintestinais Incomum: náuseas.

Raro: vômitos, diarreia.

Muito raro: pancreatite aguda (inflamação no pâncre as).

Distúrbios hepatobiliares Muito raro: colestase (parada ou dificuldade da exc reção da bile), aumento nas transaminases (uma enzima presente nas células do fígado).

Distúrbios auditivos e do labirinto Incomum: alterações na audição, embora geralmente d e caráter transitório, particularmente em pacientes com insuficiência renal, hipoproteinemia (ex: síndrome nefrótica) e/ou quando furosemida intravenosa for administrada rapidamente . Casos de surdez, algumas vezes irreversível, foram reportados após administração o ral ou IV de furosemida.

Muito raro: tinido (zumbido no ouvido).

Distúrbios no tecido subcutâneo e pele Incomum: prurido, urticária, rash, dermatites bolho sas, eritema multiforme, penfigoide, dermatite esfoliativa, púrpura (erupções cutâneas diversas), reações de fotossensibilidade (sensibilidade exagerada da pele à luz).

Desconhecido: síndrome de Stevens-Johnson (forma gr ave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo), necról ise epidérmica tóxica (quadro grave, caracterizado por erupção generalizada, com bolhas rasas extensas e áreas de necrose epidérmica), pustulose exantemática generalizada ag uda - PEGA (forma grave de reação alérgica caracterizada pelo desenvolvimento abrupto de pústu las não foliculares sobre áreas de vermelhidão, acompanhadas por febre alta e aumento do número de células brancas no sangue), DRESS (rash ao fármaco com eosinofilia (aumento do número de um tipo de célula branca do sangue chamado eosinófilo) e sintomas sistêmicos), e reações liquenoides (reações imunológicas que ocorrem em mucosas).

Distúrbios do sistema imune (de defesa do organismo ) Raro: reações anafiláticas (reação alérgica grave e imediata que pode levar à morte) ou anafilactoides severas (ex: com choque – colapso ci rculatório ou estado fisiológico em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e cél ulas do corpo).

Desconhecido: agravamento ou início de manifestação de lúpus eritematoso sistêmico.

Distúrbios do sistema nervoso Raro: parestesia (sensação anormal como ardor, form igamento e coceira, percebidos na pele e sem motivo aparente).

Comum: encefalopatia hepática (disfunção do sistema nervoso central em associação com falência do fígado) em pacientes com insuficiência na função do fígado (vide “Quando não devo usar este medicamento?”).

Desconhecido: vertigem (tontura), desmaio ou perda de consciência, cefaleia (dor de cabeça).

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo Comum: hemoconcentração.

Incomum: trombocitopenia (diminuição no número de p laquetas sanguíneas).

Raro: leucopenia (redução de células brancas no san gue), eosinofilia.

Muito raro: agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de células brancas do sangue), anemia aplástica (doença em que a medula óssea prod uz quantidade insuficiente de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas) ou anemia hemolítica (diminuição do número de glóbulos vermelhos do sangue).

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjunti vo Desconhecido: casos de rabdomiólise (lesão muscular que pode levar a insuficiência renal aguda) foram relatados, muitas vezes na situação de hipopo tassemia severa (ver item “Quando não devo usar este medicamento?”).

Distúrbios congênito e genético/familiar Desconhecido: risco aumentado de persistência do du cto arterioso quando furosemida for administrada a crianças prematuras durante as prime iras semanas de vida.

Distúrbios gerais Raro: febre.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Sintomas O quadro clínico da superdose aguda e crônica com f urosemida depende fundamentalmente da extensão e consequências da perda de eletrólitos e fluidos como, por exemplo, hipovolemia, desidratação, hemoconcentração, arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração).

Os sintomas destas alterações incluem queda severa da pressão sanguínea (progredindo para choque), insuficiência aguda dos rins, trombose, es tado de delírio, paralisia flácida (paralisia na qual os músculos afetados perdem o tônus e pode oco rrer diminuição dos reflexos), apatia (sem emoção, insensível) e confusão.

Tratamento Não se conhece antídoto específico para a furosemid a. Caso a ingestão tenha acabado de ocorrer, deve-se tentar limitar a posterior absorção sistêmi ca do princípio ativo através de medidas como lavagem gástrica ou outras com o objetivo de reduzi r a absorção (ex: carvão ativado).

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro n o 1.0370.0343 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001-76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO

Venda sob prescrição h i s t ó ri co de al te

RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if ic a ç ã o q u e a lt e r a b u la Da d o s d a s a l t e r a ç õ e s d e b u la s Da t a d o e xp e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o D a t a d e a p r o v a ç ão I t e n s d e b u la V e r sõ e s ( V P /VP S ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c io n a d a s 0 7/ 0 1 /20 1 4 0 0 1 025 6 / 14 -3 1 0 459 -GE NÉ RI CO – I n c lu sã o I n ic ia l d e T e x to de Bu l a -R DC – 60 / 1 2 0 7 /0 1 /20 1 4 0 0 1 02 5 6/ 14 -3 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c l u sã o I n i c ia l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 07 / 0 1 /20 1 4 V e r sã o i n ic ia l VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

1 5/ 0 1 /20 1 6 1 1 6 516 2 / 16 -8 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 5 /0 1 /20 1 6 1 1 6 51 6 2/ 16 -8 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 15 / 0 1 /20 1 6 4.

O qu e d ev o sa b e r a n te s d e u sa r e ste M e d ic a m e n t o?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

1 5/ 0 4 /20 1 6 1 5 5 966 9 / 16 -9 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 5 /0 4 /20 1 6 1 5 5 96 6 9/ 16 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 15 / 0 4 /20 1 6 5 .

On d e , co m o e p or q u a n to t e mp o p o sso g u a r d ar e st e m e d ic a m e n t o ?

8 .

Qu a is o s m a le s qu e e s te m e d ic a m e n t o p od e c a u sa r ?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

2 5/ 0 8 /20 1 6 2 2 1 748 6 / 16 -9 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 5 / 08 / 216 2 2 1 74 8 6/ 16 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 25 / 0 8 /20 1 6 Ap r e se n ta ç ã o 5 .

On d e , co m o e p or q u a n to t e mp o p o sso g u a r d ar e st e m e d ic a m e n t o ?

8 .

Qu a is o s m a le s qu e e s te m e d ic a m e n t o p od e c a u sa r ?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

1 2/ 0 9 /20 1 7 1 9 4 262 7 / 17 -5 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e 1 2 /0 9 /20 1 7 1 9 4 26 2 7/ 17 -5 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e 12 / 0 9 /20 1 7 4 .

O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 1/ 0 1 /20 1 8 0 0 2 386 0 / 18 -1 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 1 /0 1 /20 1 8 0 0 2 38 6 0/ 18 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 11 / 0 1 /20 1 8 2 .

Co m o e ste m e d ic a m e nt o fu n c i ona ?

3 .

Qu a n do n ão de vo u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?

4 .

O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?

8 .

Qu a is o s m a le s qu e e s te m e d ic a m e n t o p od e m e c a u sa r ?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

1 4/ 0 4 /20 2 1 1 4 2 591 1 / 21 -7 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 4 /0 4 /20 2 1 1 4 2 59 1 1/ 21 -7 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 14 / 0 4 /20 2 1 N/ A VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

2 4/ 0 6 /20 2 1 2 4 4 888 5 / 21 -4 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 4 /0 6 /20 2 1 2 4 4 88 8 5/ 21 -4 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 24 / 0 6 /20 2 1 5 .

On d e , co m o e p or q u a n to t e mp o p o sso g u a r d ar e st e m e d ic a m e n t o ?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

2 5/ 0 3 /20 2 2 1 3 7 826 2 / 22 -1 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 5 /0 3 /20 2 2 1 3 7 82 6 2/ 22 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 25 / 0 3 /20 2 2 4 .

O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

0 4/ 0 1 /20 2 4 0 0 0 984 3 / 24 -8 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 4 /0 1 /20 2 4 0 0 0 98 4 3/ 24 -8 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 04 / 0 1 /20 2 4 Ap r e se n t a ç õe s 4 .

O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste m e d ic a m e n t o ?

5 .

On d e , co m o e p or q u a n to t e mp o p o sso g u a r d ar e st e VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

-4 0 m g c o m c t b l x 30 . m e d ic a m e n t o ?

D iz e r e s le g a i s 2 9/ 1 1 /20 2 4 1 6 3 834 1 / 24 -9 1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 9 /1 1 /20 2 4 1 6 3 83 4 1/ 24 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 29 / 1 1 /20 2 4 5 .

On d e , co m o e p or q u a n to t e mp o p o sso g u a r d ar e st e m e d ic a m e n t o ?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

-4 0 m g c o m c t b l x 30 .

0 2/ 1 2 /20 2 4 -1 0 452 -GE NÉ RI CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x to d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 2 /1 2 /20 2 4 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 02 / 1 2 /20 2 4 4 .

O qu e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e ste M e d ic a m e n t o?

7 .

O q u e d e vo f a z e r q u a n do e u m e e s qu e c e r d e us a r e st e m e d ic a m e n t o ?

VP -4 0 m g c o m c t b l x 20 .

-4 0 m g c o m c t b l x 30 .

Versão para o profissional de saúde

—

Identificação do medicamento

furosemida Comprimido 40mg

Modelo de bula com informações técnicas aos

PROFISSIONAIS DE SAÚDE furosemida Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

—

Apresentação

Comprimido 40mg Embalagens contendo 20 e 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico

—

Composição

Cada comprimido contém: furosemida......................................... ................................................... .....................................40mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: amido, manitol, talco, estearato de ma gnésio, celulose microcristalina e água de osmose reversa.

01

Indicações

Este medicamento é destinado ao tratamento de:

  • hipertensão arterial leve a moderada;
  • edema devido a distúrbios cardíacos, hepáticos e renais;
  • edemas devido a queimaduras.
02

Resultados de eficácia

O uso da furosemida tem indicação desde o período n eonatal (Benitz et al, 1995) até a idade adulta (Avery,1981) nos casos de edema das mais var iadas formas, insuficiência cardíaca, indução de diurese e crises hipertensivas.

O estudo de Magrini F et al. (1987) confirma a efic ácia de furosemida nos casos de insuficiência cardíaca e aumento da resistência vascular coronari ana. O estudo de Paterna S. et al (1999) também mostrou, com muita propriedade, a eficácia e a boa tolerabilidade de furosemida no tratamento de 30 pacientes adultos, com idades entr e 65 e 85 anos portadores de insuficiência cardíaca congestiva. Este efeito também foi demonst rado no estudo de Gottlieb SS et al. (1998).

O benefício e a segurança do uso de furosemida em 4 6 crianças que foram submetidas a cirurgias cardíacas e usaram de forma contínua o medicamento furosemida foram confirmadas no estudo randomizado de Klinge JM et al. (1997).

O estudo randomizado de Van der Vorst MM et al (200 6), envolvendo 44 pacientes portadores de insuficiência cardíaca nos graus III e IV, demonstr ou que furosemida via oral também é eficaz, mesmo em quadros graves, como os envolvidos no estu do. Assim como no estudo de Paterna S et al (1999), Eterno FT et al. (1998) confirmaram que o uso de diuréticos como a furosemida melhora a compensação cardíaca, reduz edemas e melh ora, em curto prazo, a capacidade física e a qualidade de vida dos pacientes.

Referência Bibliográfica (1) Benitz WE & Tatro DS: The Pediatric Drug Handbo ok, 3rd. Mosby-Year Book, Inc, St Louis, MO, 1995.

(2) Avery GB: Neonatology: Pathophysiology and Mana gement of the Newborn, 2nd. JB Lippincott Company, Philadelphia, PA, 1981.

(3) Magrini F, et al. Converting-enzyme inhibition and coronary blood flow. Circulation 1987 Jan;75(1 Pt 2):I168-74.

(4) Paterna S, et al. Tolerability and efficacy of high-dose furosemide and small-volume hypertonic saline solution in refractory congestive heart failure. Adv Ther 1999 Sep-Oct;16(5):219-28.

(5) Klinge JM, et al. Intermittent administration o f furosemide versus continuous infusion in the postoperative management of children following open heart surgery. Intensive Care Med 1997 Jun;23(6):693-7.

(6) Van der Vorst MM, et al. Evaluation of furosemi de regimens in neonates treated with extracorporeal membrane oxygenation. Crit Care 2006 ;10(6):R168.

(7) Gottlieb SS, et al. The effects of diuresis on the pharmacokinetics of the loop diuretics furosemide and torsemide in patients with heart fai lure. Am J Med 1998 Jun;104(6):533-8.

(8) Eterno FT, et al. Diuréticos melhoram a capacid ade funcional em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva. Arq Bras Cardiol 1998;70(5):31 5-20.

03

Características farmacológicas

Mecanismo de ação A furosemida é um diurético de alça que produz um e feito diurético potente com início de ação rápido e de curta duração. A furosemida bloqueia o sistema cotransportador de Na +K +2Cl -localizado na membrana celular luminal do ramo asce ndente da alça de Henle; portanto, a eficácia da ação salurética da furosemida depende d o fármaco alcançar o lúmen tubular via um mecanismo de transporte aniônico. A ação diurética resulta da inibição da reabsorção de cloreto de sódio neste segmento da alça de Henle. Como resu ltado, a excreção fracionada de sódio pode alcançar 35% da filtração glomerular de sódio. Os e feitos secundários do aumento da excreção de sódio são excreção urinária aumentada (devido ao gr adiente osmótico) e aumento da secreção tubular distal de potássio. A excreção de íons cálc io e magnésio também é aumentada.

A furosemida interrompe o mecanismo de retorno (fee dback) do túbulo glomerular da mácula densa, com o resultado de não atenuação da atividad e salurética. A furosemida causa estimulação dose-dependente do sistema renina-angiotensina-aldo sterona.

Na insuficiência cardíaca, a furosemida produz uma redução aguda da pré-carga cardíaca (pela dilatação da capacidade venosa). Este efeito vascul ar precoce parece ser mediado por prostaglandina e pressupõe uma função renal adequad a com ativação do sistema renina-angiotensina e síntese de prostaglandina intacta. A lém disso, devido ao seu efeito natriurético, a furosemida reduz a reatividade vascular das catecol aminas, que é elevada em pacientes hipertensos.

A eficácia anti-hipertensiva da furosemida é atribu ída ao aumento da excreção de sódio, redução do volume sanguíneo e redução da resposta do múscul o liso vascular ao estímulo vasoconstritor.

Propriedades farmacodinâmicas O efeito diurético da furosemida ocorre dentro de 1 5 minutos após a administração da dose intravenosa e dentro de 1 hora após a administração da dose oral.

O aumento dose-dependente da diurese e natriurese f oi demonstrado em indivíduos sadios recebendo doses de furosemida de 10mg até 100mg. A duração da ação é de aproximadamente 3 horas após uma dose intravenosa de 20mg e de 3 a 6 horas após uma dose oral de 40mg em indivíduos sadios.

O efeito da furosemida é reduzido, caso ocorra dimi nuição da secreção tubular ou da ligação da albumina intratubular ao fármaco.

Propriedades farmacocinéticas A furosemida é rapidamente absorvida pelo trato gas trintestinal. O T máx é de 1 a 1,5 horas para os comprimidos de 40mg. A absorção do fármaco demonstr a grande variabilidade intra e interindividual.

A biodisponibilidade da furosemida em voluntários s adios é de aproximadamente 50% a 70% para os comprimidos. Em pacientes, a biodisponibili dade do fármaco é influenciada por vários fatores incluindo doenças de base, e pode ser reduz ida a 30% (por exemplo, na síndrome nefrótica).

A influência da administração concomitante de alime ntos na absorção da furosemida depende da forma farmacêutica.

O volume de distribuição de furosemida é de 0,1 a 0 ,2 litros por kg de peso corpóreo. O volume de distribuição pode ser maior dependendo da doença de base.

A furosemida liga-se fortemente às proteínas plasmá ticas (mais de 98%), principalmente à albumina.

A furosemida é eliminada principalmente na forma de fármaco inalterado, primariamente pela secreção no túbulo proximal. Após administração int ravenosa, 60 a 70% da dose de furosemida é excretada desta forma. O metabólito glicuronideo da furosemida equivale a 10 a 20% das substâncias recuperadas na urina. O restante da dos e é excretado nas fezes, provavelmente após secreção biliar.

A furosemida é excretada no leite materno. A furose mida atravessa a barreira placentária e é transferida ao feto lentamente. Por esta razão, obs erva-se no feto e no recém-nascido as mesmas concentrações de furosemida que na mãe.

Populações especiais -Insuficiência renal A biodisponibilidade da furosemida não é alterada e m pacientes com insuficiência renal terminal.

Em insuficiência renal, a eliminação de furosemida é diminuída e a meia-vida prolongada; a meia-vida terminal pode ser de até 24 horas em paci entes com insuficiência renal severa.

Na síndrome nefrótica, a redução na concentração da s proteínas plasmáticas leva à concentrações mais altas de furosemida livre. Por outro lado, a e ficácia de furosemida é reduzida nestes pacientes devido à ligação intratubular da albumina e diminuição da secreção tubular.

A furosemida é pouco dialisável em pacientes sob he modiálise, diálise peritoneal e CAPD (Diálise Peritonial Ambulatorial Contínua).

-Insuficiência Hepática Em insuficiência hepática, a meia-vida de furosemid a é aumentada em 30% a 90%, principalmente devido ao maior volume de distribuiç ão. Além disso, neste grupo de pacientes existe uma ampla variação em todos os parâmetros fa rmacocinéticos.

-Idosos, insuficiência cardíaca congestiva e hipert ensão severa Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, hipertensão severa ou em pacientes idosos, a eliminação de furosemida é diminuída devido à reduç ão na função renal.

-Pacientes pediátricos Em crianças prematuras ou nascidas à termo, depende ndo da maturidade dos rins, a eliminação de furosemida pode estar diminuída. O metabolismo d o fármaco também é reduzido caso a capacidade de glucuronização da criança esteja prej udicada. A meia-vida terminal é menor do que 12 horas em crianças com mais de 33 semanas de idade pós-concepção. Em crianças com 2 meses ou mais, o “clearance” terminal é o mesmo dos adultos.

04

Contraindicações

Este medicamento não deve ser usado em pacientes co m:

-insuficiência renal com anúria;

-pré-coma e coma associado à encefalopatia hepática ;

-hipopotassemia severa (ver item “Reações Adversas” );

-hiponatremia severa;

-hipovolemia (com ou sem hipotensão) ou desidrataçã o;

-hipersensibilidade à furosemida, às sulfonamidas o u a qualquer componente da fórmula.

Este medicamento é contraindicado para uso por lact antes.

Não há contraindicação relativa a faixas etárias.

05

Advertências e precauções

O fluxo urinário deve ser assegurado. Em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário (por exemplo: em pacientes com alterações de esvaziament o da bexiga, hiperplasia prostática ou estreitamento da uretra), a produção aumentada de u rina pode provocar ou agravar a doença.

Deste modo, estes pacientes necessitam de monitoriz ação cuidadosa, especialmente durante a fase inicial do tratamento.

O tratamento com furosemida necessita de supervisão médica regular. O monitoramento cuidadoso é particularmente necessário em pacientes com:

-hipotensão;

-indesejável diminuição pronunciada na pressão arte rial constituir-se-ia em um risco especial (ex.: estenoses significantes de artérias coronária s ou de vasos cerebrais);

-diabetes mellitus latente ou manifesta;

-gota ou hiperuricemia assintomática (controle regu lar do ácido úrico);

-síndrome hepatorenal, isto é, comprometimento da f unção renal associado com doença hepática severa;

-hipoproteinemia, ex.: associada à síndrome nefróti ca (o efeito da furosemida pode ser atenuado e sua ototoxicidade potencializada). É recomendada a titulação cuidadosa das doses da furosemida.

Durante tratamento com furosemida é geralmente reco mendada a monitorização regular dos níveis de sódio, potássio e creatinina séricos; é n ecessária monitorização particularmente cuidadosa em casos de pacientes com alto risco de d esenvolvimento de alterações eletrolíticas ou em caso de perda adicional significativa de fluidos (por exemplo, devido a vômitos, diarreia ou suor intenso). Hipovolemia ou desidratação, bem com o qualquer alteração eletrolítica ou ácido-base significativas devem ser corrigidas. Isto pode requerer a descontinuação temporária da furosemida.

Existe a possibilidade de agravar ou iniciar manife stação de lúpus eritematoso sistêmico.

Gravidez e lactação: A furosemida atravessa a barreira placentária. Port anto, não deve ser administrada durante a gravidez a menos que estrita mente indicada e por curtos períodos de tempo. O tratamento durante a gravidez requer monit orização do crescimento fetal.

A furosemida passa para o leite e pode inibir a lac tação. As mulheres não devem amamentar se estiverem sendo tratadas com furosemida.

Categoria de risco na gravidez: categoria C. Este m edicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitam ento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações ind esejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas par a o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.

Populações especiais Pacientes idosos A eliminação de furosemida é diminuída devido à red ução na função renal. A ação diurética da furosemida pode levar ou contribuir para hipovolemi a e desidratação, especialmente em pacientes idosos. A depleção grave de fluidos pode levar a he moconcentração com tendência ao desenvolvimento de tromboses.

Crianças O monitoramento cuidadoso é necessário em crianças prematuras devido ao possível desenvolvimento de nefrolitíase e nefrocalcinose; a função renal deverá ser monitorizada e deverá ser realizada uma ultrassonografia renal.

Caso a furosemida seja administrada a crianças prem aturas durante as primeiras semanas de vida, pode aumentar o risco de persistência de ducto de B otallo.

Alterações na capacidade de dirigir veículos ou ope rar máquinas Alguns efeitos adversos (como queda acentuada indes ejável da pressão sanguínea) podem prejudicar a capacidade do paciente em se concentra r e reagir e, portanto, constitui um risco em situações em que suas habilidades são especialmente importantes, como dirigir ou operar máquinas.

Sensibilidade cruzada Pacientes hipersensíveis a antibióticos do tipo sul fonamidas ou sulfoniluréias podem apresentar sensibilidade cruzada com o medicamento.

Este medicamento pode causar doping.

06

Interações medicamentosas

Medicamento-Medicamento Associações desaconselhadas Hidrato de cloral: sensação de calor, perspiração, agitação, náusea, a umento da pressão arterial e taquicardia podem ocorrer em casos isolados após a administração intravenosa da furosemida dentro de 24 horas da ingestão de hidrato de cloral . Portanto, não é recomendado o uso concomitante de furosemida e hidrato de cloral.

Antibióticos aminoglicosídicos e outros medicamento s que podem causar ototoxicidade: a furosemida pode potencializar a ototoxicidade de an tibióticos aminoglicosídicos e de outros fármacos ototóxicos, visto que os efeitos resultant es sobre a audição podem ser irreversíveis. Esta combinação de fármacos deve ser restrita à indicaçã o médica.

Precauções de uso Cisplatina: existe risco de ototoxicidade quando da administraç ão concomitante de cisplatina e furosemida. Além disto, a nefrotoxicidade da cispla tina pode ser aumentada caso a furosemida não seja administrada em baixas doses (por exemplo, 40mg em pacientes com função renal normal) e com balanço de fluidos positivo quando ut ilizada para obter-se diurese forçada durante o tratamento com cisplatina.

Sucralfato: a administração concomitante de furosemida por via oral e sucralfato deve ser evitada, pois o sucralfato reduz a absorção intesti nal da furosemida e, consequentemente, seu efeito. Aguardar pelo menos um período de 2 horas e ntre uma administração e outra.

Sais de lítio: a furosemida diminui a excreção de s ais de lítio e pode causar aumento dos níveis séricos de lítio, resultando em aumento do risco de toxicidade do lítio, incluindo aumento do risco de efeitos cardiotóxicos e neurotóxicos do lí tio. Desta forma, recomenda-se que os níveis séricos de lítio sejam cuidadosamente monitorizados em pacientes que recebem esta combinação.

Medicamentos inibidores da ECA: pacientes que estão recebendo diuréticos podem sofrer hipotensão severa e deterioração da função renal, i ncluindo casos de insuficiência renal, especialmente quando um inibidor da ECA ou antagoni sta do receptor de angiotensina II é administrado pela primeira vez ou tem sua dose aume ntada pela primeira vez. Deve-se considerar a interrupção da administração da furosemida tempor ariamente ou ao menos reduzir a dose de furosemida por 3 dias antes de iniciar o tratamento com ou antes de aumentar a dose de um inibidor da ECA ou antagonista do receptor de angio tensina II.

Risperidona: em estudos placebo controlados com ris peridona em pacientes idosos com demência, uma maior incidência de mortalidade foi o bservada em pacientes tratados com furosemida mais risperidona (7,3%: idade média de 8 9 anos, entre 75-97 anos) quando comparados com pacientes tratados somente com rispe ridona (3,1%: idade média de 84 anos, entre 70-96 anos) ou somente furosemida (4,1%, idad e média de 80 anos, entre 67-90 anos). O uso concomitante de risperidona com outros diurétic os (principalmente diuréticos tiazídicos usados em baixa dose) não foi associado com achados semelhantes.

Não foi identificado um mecanismo patofisiológico p ara explicar este achado, e não foi observado um padrão consistente para a causa das mo rtes. Todavia, cautela deve ser adotada e os riscos e benefícios desta combinação ou com tratame nto concomitante com outros diuréticos potentes devem ser considerados antes da decisão de uso. Não houve aumento na incidência de mortalidade entre pacientes usando outros diurético s, assim como em tratamento concomitante com risperidona. Independentemente do tratamento, a desidratação foi um fator de risco geral de mortalidade e, portanto, deve ser evitada em pacien tes idosos com demência.

Levotiroxina: altas doses de furosemida podem inibi r a ligação de hormônios tiroidianos às proteínas carreadoras/transportadoras e, assim, lev ar a um aumento transitório inicial de hormônio tiroidiano livre, seguido de uma redução g eral nos níveis de hormônio tiroidiano total.

Os níveis de hormônio tiroidiano devem ser monitora dos.

Associações a considerar Anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs): agentes anti-inflamatórios não esteroidais (incluindo ácido acetilsalicílico) podem atenuar a ação da fur osemida e sua administração concomitante pode causar insuficiência renal aguda no caso de hi povolemia ou desidratação preexistente. Em pacientes com hipovolemia ou desidratação, a admini stração de AINEs pode causar uma diminuição aguda da função renal . A toxicidade do salicilato pode ser aumentada pela furosemida.

Fenitoína: pode ocorrer diminuição do efeito da fur osemida após administração concomitante de fenitoína.

Alisquireno: o alisquireno reduz a concentração pla smática da furosemida administrada via oral.

Em pacientes tratados com alisquireno e furosemida oral, é recomendado monitorar a redução do efeito diurético e ajustar a dose de acordo.

Fármacos nefrotóxicos: a furosemida pode potencializar os efeitos nocivos de fármacos nefrotóxicos nos rins.

Corticosteroides, carbenoxolona, alcaçuz e laxantes : o uso concomitante de furosemida com corticosteroides, carbenoxolona e alcaçuz em grande s quantidades e o uso prolongado de laxantes, pode aumentar o risco de desenvolvimento de hipopotassemia.

Outros medicamentos, por exemplo, preparações de di gitálicos e medicamentos que induzem a síndrome de prolongamento do intervalo QT: algumas alterações eletrolíticas (por exemplo, hipopotassemia, hipomagnesemia) podem aumentar a to xicidade destes fármacos.

Se agentes anti-hipertensivos, diuréticos ou outros fármacos que potencialmente diminuem a pressão sanguínea são administrados concomitantemen te com a furosemida, uma queda mais pronunciada da pressão sanguínea pode ser esperada.

Probenecida, metotrexato e outros fármacos que, ass im como a furosemida, são secretados significativamente por via tubular renal, podem red uzir o efeito da furosemida. Por outro lado, a furosemida pode diminuir a eliminação renal desses fármacos. Em caso de tratamento com altas doses (em particular, de ambos furosemida e outros fármacos), pode haver aumento dos níveis séricos e dos riscos de efeitos adversos devido à f urosemida ou à medicação concomitante.

Antidiabéticos e medicamentos hipertensores simpato miméticos (ex:epinefrina, norepinefrina):

Os efeitos destes fármacos podem ser reduzidos quan do administrados com furosemida.

Teofilina ou relaxantes musculares do tipo curare: os efeitos destes fármacos podem aumentar quando administrados com furosemida.

Cefalosporinas: insuficiência renal pode se desenvo lver em pacientes recebendo simultaneamente tratamento com furosemida e altas doses de certas c efalosporinas.

Ciclosporina A: o uso concomitante de ciclosporina A e furosemida e stá associado com aumento do risco de artrite gotosa subsequente à hiperurice mia induzida por furosemida e à insuficiência da ciclosporina na excreção renal de urato.

Radiocontraste: pacientes de alto risco para nefrop atia por radiocontraste tratados com furosemida demonstraram maior incidência de deterio rização na função renal após receberem radiocontraste quando comparados a pacientes de alt o risco que receberam somente hidratação intravenosa antes de receberem radiocontraste.

Medicamento-Alimento Pode ocorrer alteração da absorção de furosemida qu ando administrada com alimentos, portanto, recomenda-se que os comprimidos sejam tomados com o estômago vazio.

Este medicamento pode potencializar o prolongamento do intervalo QT, o que aumenta o risco de ataque de arritmias ventriculares graves d o tipo "torsades de pointes", que é potencialmente fatal (morte súbita).

Medicamento-Exame laboratoriais Não há dados disponíveis até o momento sobre a inte rferência de furosemida em exames laboratoriais.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30 °c) . proteger da umidade.

Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas: Comprimido circular biconvexo sem vinco de cor branca a amarelada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

08

Posologia e modo de usar

A dose deve ser a menor possível para atingir o efe ito desejado.

Os comprimidos devem ser ingeridos com líquido, por via oral e com o estômago vazio.

É vantajoso tomar a dose diária de uma só vez, esco lhendo-se o horário mais prático, de tal forma que não fique perturbado o ritmo normal de vida do paciente pela rapidez da diurese.

A menos que seja prescrito de modo diferente, recom enda-se o seguinte esquema:

Adultos O tratamento geralmente é iniciado com 20 a 80mg po r dia. A dose de manutenção é de 20 a 40mg por dia.

A dose máxima depende da resposta do paciente.

A duração do tratamento é determinada pelo médico.

Crianças Se possível, a furosemida deve ser administrada por via oral para lactentes e crianças abaixo de 15 anos de idade.

A posologia recomendada é de 2mg/kg de peso corpora l, até um máximo de 40mg por dia. A duração do tratamento é determinada pelo médico.

Não há estudos dos efeitos da furosemida administra da por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicame nto, a administração deve ser somente por via oral.

09

Reações adversas

A seguinte taxa de frequência é utilizada, quando a plicável:

Reação muito comum (> 1/10) Reação comum (> 1/100 e ≤ 1/10) Reação incomum (> 1/1.000 e ≤ 1/100) Reação rara (> 1/10.000 e ≤ 1/1.000) Reação muito rara (≤ 1/10.000) Desconhecido: não pode ser estimada por dados dispo níveis.

Distúrbios metabólico e nutricional (ver item “Adve rtências e Precauções”).

Muito Comum: distúrbios eletrolíticos (incluindo si ntomáticos), desidratação e hipovolemia, especialmente em pacientes idosos, aumento nos níve is séricos de creatinina e triglicérides.

Comum: hiponatremia, hipocloremia, hipopotassemia, aumento nos níveis séricos de colesterol e ácido úrico, crises de gota e aumento no volume uri nário.

Incomum: tolerância à glicose diminuída; o diabetes mellitus latente pode se manifestar (ver item “Advertências e Precauções”).

Desconhecido: hipocalcemia, hipomagnesemia, aumento nos níveis séricos de ureia e alcalose metabólica, Síndrome de Bartter no contexto de uso inadequado e/ou a longo prazo da furosemida.

Distúrbios vasculares Muito comum (para infusão intravenosa): hipotensão incluindo hipotensão ortostática (ver item “Advertências e Precauções”).

Raro: vasculite.

Desconhecido: trombose Distúrbios renal e urinário Comum: aumento no volume urinário Raro: nefrite tubulointersticial Desconhecido: aumento nos níveis de sódio e cloreto na urina; retenção urinária (em pacientes com obstrução parcial do fluxo urinário); nefrocalc inose/nefrolitíase em crianças prematuras (ver item “Advertências e Precauções”), falência renal ( ver item “Interações Medicamentosas”).

Distúrbios gastrintestinais Incomum: náuseas.

Raro: vômitos, diarreia.

Muito raro: pancreatite aguda.

Distúrbios hepatobiliares Muito raro: colestase, aumento nas transaminases.

Distúrbios auditivos e labirinto Incomum: alterações na audição, embora geralmente d e caráter transitório, particularmente em pacientes com insuficiência renal, hipoproteinemia (por exemplo: síndrome nefrótica) e/ou quando furosemida intravenosa for administrada rapi damente. Casos de surdez, algumas vezes irreversível, foram reportados após administração o ral ou IV de furosemida.

Muito raro: tinido.

Distúrbios no tecido subcutâneo e pele Incomum: prurido, urticária, rash , dermatites bolhosas, eritema multiforme, penfigoide , dermatite esfoliativa, púrpura, reação de fotossensibilidade.

Desconhecido: síndrome de Stevens-Johnson, necrólis e epidérmica tóxica, PEGA (Pustulose Exantemática Generalizada Aguda) e DRESS (rash ao fármaco com eosinofilia e sintomas sistêmicos), reações liquenoides.

Distúrbios do sistema imune Raro: reações anafiláticas ou anafilactoides severa s (por exemplo, com choque).

Desconhecido: agravamento ou início de manifestação de lúpus eritematoso sistêmico.

Distúrbios do sistema nervoso Raro: parestesia.

Comum: encefalopatia hepática em pacientes com insu ficiência hepatocelular (ver item “Contraindicações”).

Desconhecido: vertigem, desmaio ou perda de consciê ncia, cefaleia.

Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo Comum: hemoconcentração Incomum: trombocitopenia.

Raro: leucopenia, eosinofilia.

Muito raro: agranulocitose, anemia aplástica ou ane mia hemolítica.

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjunti vo Desconhecido: casos de rabdomiólise foram relatados , muitas vezes na situação de hipopotassemia severa (ver item “Contraindicações”) .

Distúrbios congênito e genético/familiar Desconhecido: risco aumentado de persistência do du cto arterioso quando furosemida for administrada a crianças prematuras durante as prime iras semanas de vida.

Distúrbios gerais Raro: febre.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Sintomas: O quadro clínico da superdose aguda e crônica com f urosemida depende fundamentalmente da extensão e consequências da per da de eletrólitos e fluidos como, por exemplo, hipovolemia, desidratação, hemoconcentraçã o, arritmias cardíacas (incluindo bloqueio A-V e fibrilação ventricular). Os sintomas destas a lterações incluem hipotensão severa (progredindo para choque), insuficiência renal agud a, trombose, estado de delírio, paralisia flácida, apatia e confusão.

Tratamento: Não se conhece antídoto específico para a furosemid a. Caso a ingestão tenha acabado de ocorrer, deve-se tentar limitar a poster ior absorção sistêmica do princípio ativo através de medidas como lavagem gástrica ou outras com o objetivo de reduzir a absorção (por exemplo: carvão ativado).

Alterações clinicamente relevantes do balanço eletr olítico e de fluidos devem ser corrigidas conjuntamente com a prevenção e tratamento de compl icações sérias resultantes de distúrbios e de outros efeitos no organismo, podendo necessitar de monitorização médica intensiva geral e específica e medidas terapêuticas .

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro n o 1.0370. 0343 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO

Venda sob prescrição h i s t ó ri co de al te

RAÇÕ E S DE B UL A D a do s d a su b m is sã o e le t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if ic a ç ã o q u e a lt e r a b ul a D ad o s da s a lt e r a ç õ e s d e b u la s Da t a do e x pe d ie nt e N°. d o e x pe d ie nt e As su nt o D a t a d o e x p e d ie n t e N °. d o e x p e d ie n t e As su nt o D a t a d e a p r o v a ç ão It e n s d e b u l a V e r sõ e s ( VP /V PS ) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c i o na d a s 0 7 /0 1 /20 1 4 0 0 1 02 5 6 /14 -3 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic i a l de T e xt o d e Bu la

  • R DC – 6 0 / 12 0 7/ 0 1 /20 1 4 0 0 1 02 56 / 14 -3 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic i a l de T e xt o d e Bu la
  • R DC – 6 0 / 12 0 7 /0 1 /20 1 4 Ve r sã o i ni c ia l V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

-4 0 m g c om c t b l x 1 0 0 ( e m b ho sp ) .

-4 0 m g c om c t b l x 3 0 0 ( e m b ho sp ) .

1 5 /0 1 /20 1 6 1 1 6 51 6 2 /16 -8 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 5/ 0 1 /20 1 6 1 1 6 51 62 / 16 -8 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 5 /0 1 /20 1 6 6 .

I n t e r a çõ e s M e d i c a m e n to sa s V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

-4 0 m g c om c t b l x 1 0 0 ( e m b ho sp ) .

-4 0 m g c om c t b l x 3 0 0 ( e m b ho sp ) .

1 5 /0 4 /20 1 6 1 5 5 96 6 9 /16 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 5/ 0 4 /20 1 6 1 5 5 96 69 / 16 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 5 /0 4 /20 1 6 7 .

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to do m e d ic a m e n to 9 . R e a ç õ e s a dv e r sa s V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

-4 0 m g c om c t b l x 1 0 0 ( e m b ho sp ) .

-4 0 m g c om c t b l x 3 0 0 ( e m b ho sp ) .

2 5 /0 8 /20 1 6 2 2 1 74 8 6 /16 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 5/ 0 8 /20 1 6 2 2 1 74 86 / 16 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 5 /0 8 /20 1 6 7 .

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to do m e d ic a m e n to 9 . R e a ç õ e s a dv e r sa s V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

-4 0 m g c om c t b l x 1 0 0 ( e m b ho sp ) .

-4 0 m g c om c t b l x 3 0 0 ( e m b ho sp ) .

1 2 /0 9 /20 1 7 1 9 4 26 2 7 /17 -5 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 2/ 0 9 /20 1 7 1 9 4 26 27 / 17 -5 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 2 /0 9 /20 1 7 Ap r e s e nt a ç ã o 5.

A d ve r tên c ia s e p r e c a u ç õ e s V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

1 1 /0 1 /20 1 8 0 0 2 38 6 0 /18 -1 1 0 4 52 -1 1/ 0 1 /20 1 8 0 0 2 38 60 / 18 -1 1 0 4 52 -1 1 /0 1 /20 1 8 5.

A d ve r tên c ia s e V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 p r e c a u ç õ e s 6 .

I n t e r a çõ e s m e d i c a m e n to sa s 9 . R e a ç õ e s a dv e r sa s 1 4 /0 4 /20 2 1 1 4 2 59 1 1 /21 -7 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 4/ 0 4 /20 2 1 1 4 2 59 11 / 21 -7 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 4 /0 4 /20 2 1 9 . R e a ç õ e s a dv e r sa s V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

2 4 /0 6 /20 2 1 2 4 4 88 8 5 /21 -4 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 4/ 0 6 /20 2 1 2 4 4 88 85 / 21 -4 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 4 /0 6 /20 2 1 7 .

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to do m e d ic a m e n to V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

2 5 /0 3 /20 2 2 1 3 7 82 6 2 /22 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 5/ 0 3 /20 2 2 1 3 7 82 62 / 22 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 5 /0 3 /20 2 2 6 .

I n t e r a çõ e s m e d i c a m e n to sa s V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

0 4 /0 1 /20 2 4 0 0 0 98 4 3 /24 -8 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 4/ 0 1 /20 2 4 0 0 0 98 43 / 24 -8 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 4 /0 1 /20 2 4 A p r e se n ta ç õ e s 5.

A d ve r tên c ia s e p r e c a u ç õ e s 7 .

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to do m e d ic a m e n to Di z e r e s le g a is V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

-4 0 m g c om c t b l x 30 .

2 9 /1 1 /20 2 4 1 6 3 83 4 1 /24 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 9/ 1 1 /20 2 4 1 6 3 83 41 / 24 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 9 /1 1 /20 2 4 7 .

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to do m e d ic a m e n to V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

-4 0 m g c om c t b l x 30 .

0 2 /1 2 /20 2 4 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – 0 2/ 1 2 /20 2 4 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – 0 2 /1 2 /20 2 4 5.

A d ve r tên c ia s e p r e c a u ç õ e s V P S -4 0 m g c om c t b l x 20 .

-4 0 m g c om c t b l x 30 .

N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 N o ti f ic a ç ã o de Alt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 6 .

I n t e r a çõ e s m e d i c a m e n to sa s

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
40 MG COM CT BL AL PLAS PVC OPC X 20Tarja vermelha7896112170310R$ 10,53
40 MG COM CT BL AL PLAS PVC OPC X 30Tarja vermelha7896112107439R$ 15,81
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

Outras opções de Furosemida

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