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Similar Tarja vermelha

Lfm Ziprasidona

Cloridrato de ziprasidona monoidratado · Laboratório Farmacêutico da Marinha. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
FabricanteLaboratório Farmacêutico da Marinha
Registro MS1.2625.0096
Classe terapêuticaAntipsicóticos
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 236,97
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Lfm Ziprasidona

Fonte: bula do fabricante (Laboratório Farmacêutico da Marinha) publicada no bulário digital Sara · bula de 01/12/2016 · conferida em 26/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) Laboratório Farmacêutico da Marinha Cápsula dura 40 mg e 80 mg Forma farmacêutica e apresentações:

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) 40 mg ou 80 mg em embalagens contendo 10, 20, 30, 50, 100* e 500* cápsula dura.

*Embalagem Hospitalar

Via de administração: uso oral

Uso adulto acima de 18 anos de idade

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Composição

Cada cápsula dura de 40 mg contém: ziprasidona ( na forma de cloridrato de ziprasidona monoidratado) .................................... ............... 40 mg excipiente* q.s.p. ................................ ................................................... ................................. 1 cápsula dura *excipientes: lactose monoidratada, amido de milho pré-gelatinizado, óleo de rícino hidrogenado etoxilado, dióxido de silício, estearilfumarato de sódio, corante azul nº 1, corante vermelho nº 40, d ióxido de titânio, gelatina.

Cada cápsula dura de 80 mg contém: ziprasidona ( na forma de cloridrato de ziprasidona monoidratado)..................................... ............... 80 mg excipiente* q.s.p. ................................ ................................................... ................................ 1 cápsula dura *excipientes: lactose monoidratada, amido de milho pré-gelatinizado, óleo de rícino hidrogenado etoxilado, dióxido de silício, estearilfumarato de sódio, corante azul nº 1, corante vermelho nº 40, d ióxido de titânio, gelatina.

01

Para que este medicamento é indicado?

O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) é indicado para o tratamento da esquizofrenia, transtornos esquizoafetivo e esquizo freniforme, estados de agitação psicótica e mania bipolar aguda (doenças psiquiátricas), para manuten ção da melhora clínica e prevenção de recaídas ou piorada doença durante a continuação da terapia e t ratamento de manutenção em pacientes com transtorno bipolar, em adultos.

O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) também é in dicado para o tratamento de manutenção, em associação com lítio ou ácido val próico, em pacientes com transtorno bipolar tipo I.

02

Como este medicamento funciona?

O mecanismo de ação do LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) baseia-se n a ação em receptores celulares (locais específicos de ligação nas células) da dopamina e serotonina (substâncias químicas que enviam informações atravé s das células nervosas).

03

Quando não devo usar este medicamento?

O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) é contraind icado em pacientes com hipersensibilidade (reação alérgica) conhecida à zi prasidona ou a qualquer componente da fórmula. O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) também é co ntraindicado em pacientes com prolongamento conhecido do intervalo QT, inclui ndo síndrome congênita do QT longo (alteração típica do eletrocardiograma desde o nascimento), em pacientes com infarto do miocárdio recente (morte das células do músculo cardíaco devido à diminuição da quantidade de sangue/oxigênio), insuficiência cardíaca descompensada (incapacidade do coração bom bear a quantidade adequada de sangue) ou arritmias cardíacas (alteração do ritmo do coração) que necessitem de tratamento com medicamentos antiarrítmicos das classes IA e III, por ex. quinid ina, procainamida, amiodarona, sotalol.

Este medicamento é contraindicado para menores de 1 8 anos.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) não é recom endado durante a gravidez, a menos que seja avaliado o benefício pot encial para a mãe, com exclusiva orientação médica.

Mulheres com potencial de engravidar que estejam re cebendo o LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) devem, portanto, ser acon selhadas a utilizar um método contraceptivo (método para não ficar grávida) adequado. Informe ao seu mé dico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

O uso do medicamento durante o período de amamentaç ão também não é recomendado. Informe ao seu médico se você está amamentando.

A segurança e a eficácia do LFM-ZIPRASIDONA (clorid rato de ziprasidona monoidratado) em indivíduos menores de 18 anos de idade ainda não fo ram estabelecidas.

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) não deve ser administrado juntamente com álcool.

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) cápsula dura contém lactose monoidratada. Se você tem intolerância à lactose (i ncapacidade de digerir a lactose, que é um tipo de açúcar), informe ao seu médico antes de iniciar o t ratamento com o LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) Intervalo QT (alterações no eletrocardiograma) O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) causa um pr olongamento no intervalo QT (alteração no eletrocardiograma) de grau leve a moderado. Alguns fármacos, incluindo antiarrítmicos das classes IA e III que prolongam o intervalo QT, foram associados à ocorrência rara de torsade de pointes, uma arritmia (alteração do ritmo do coração) com risco de morte. Existem raros casos de torsade de pointes em pacientes com múltiplos fatores de risco na exp eriência póscomercialização com o LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado). Uma relaçã o causal com o LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) ainda não f oi estabelecida. O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) deve ser ut ilizado com cautela em pacientes com os seguintes fatores de risco, que podem aument ar a chance de ocorrência desta arritmia: bradicard ia (diminuição dos batimentos cardíacos); desequilíbri o eletrolítico (elevação ou redução no sangue de elementos que regulam o organismo como o sódio e o potássio); uso concomitante com outros remédios que prolongam o intervalo QT.

Se sintomas cardíacos sugestivos de arritmias forem observados ou relatados durante o tratamento, deve ser feita uma avaliação cardiológica apropriada. Se o intervalo QTc encontrado for maior que 500 ms, é recomendado que o tratamento seja interrompido.

Tromboembolismo Venoso (formação de coágulo dentro das veias) Foram descritos casos de tromboembolismo venoso (TE V) associados a medicamentos antipsicóticos.

Como os pacientes tratados com antipsicóticos muita s vezes apresentam fatores de risco para TEV, todos os possíveis fatores devem ser identificados antes e durante o tratamento com o LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) e as devid as medidas preventivas devem ser tomadas.

Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) A Síndrome Neuroléptica Maligna é uma condição, pot encialmente fatal, caracterizada por contração muscular grave, febre elevada, aceleração dos batim entos do coração, tremor importante, que foi relata da em associação a remédios antipsicóticos, incluindo o LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado).

Reações adversas graves de origem cutânea (da pele) Reação a medicamentos com eosinofilia (aumento do n úmero de um tipo de célula de defesa do sangue chamado eosinófilo) e sintomas sistêmicos (DRESS) f oram relatados com a exposição ao LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado ). Reação a medicamentos com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) consiste de uma combina ção de três ou mais das seguintes reações: reação cutânea tais como rash (erupção cutânea) ou dermati te esfoliativa (descamação da pele), eosinofilia, febre, linfadenopatia (ínguas) e uma ou mais compli cações sistêmicas, tais como hepatite (inflamação d o fígado), nefrite (inflamação dos rins), pneumonite (inflamação do pulmão), miocardite (inflamação do músculo do coração), e pericardite (inflamação da m embrana que reveste o coração).

Outras reações adversas graves da pele, tais como a síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosas), foram relatadas com a exposição ao LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) Reações adversas graves d a pele são às vezes fatais. Descontinue o uso do LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) se reações adversas graves de pele ocorreram.

Discinesia Tardia (condição caracterizada por movimentos involuntários (sem controle), principalmente dos músculos da boca, língua e do rosto, ocorrendo exteriorização da língua com movimentos de um canto ao outro da boca).

Existe um potencial do LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) causar disc inesia tardia e outras síndromes extrapiramidais de aparec imento tardio (quadro caracterizado por falta de coordenação motora, desequilíbrio e perda do contro le e coordenação sobre o movimento muscular) após tratamento prolongado. Se aparecerem sinais e sinto mas de discinesia tardia, deve-se considerar a redu ção da dose ou a descontinuação do LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado).

Convulsões (ataques epiléticos) Recomenda-se cuidado no tratamento de pacientes com histórico de convulsões.

Remédios Ativos no Sistema Nervoso Central (SNC)/ál cool Considerando os efeitos primários do LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) no SNC, deve-se ter cuidado quando este for administra do em associação ao álcool e a outros agentes dopaminérgicos e serotoninérgicos de ação central, (sistemas químicos de transmissão do impulso nervoso).

Aumento da Mortalidade em Pacientes Idosos com Psicose Relacionada à Demência Dados sobre pacientes idosos com psicose (quadro co m delírios e alucinações) relacionada à demência (síndrome caracterizada pela perda do funcionamento psíquico como por ex: memória, atenção, raciocínio e planejamento) demonstraram risco aumentado de mor te, quando tratados com antipsicóticos, em comparação aos pacientes tratados com placebo (subs tância inerte, sem efeito farmacológico). Os dados de estudos com LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de zipra sidona monoidratado) no tratamento de pacientes idosos com demência são insuficientes par a concluir se existe ou não um risco aumentado de morte com LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) vs. placebo nesta população de pacientes. O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de zipr asidona monoidratado) não está aprovado para o tratamento de idosos demenciados e psicóticos.

Priapismo (ereção peniana persistente e dolorosa, sem estimul ação física ou psicológica) Casos de priapismo têm sido relatados com o uso de antipsicóticos, incluindo o LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado). Esta reaç ão adversa, assim como com outras drogas com efeito s psíquicos, não parece ser dose-dependente e nem ter correlação com a duração do tratamento.

Hiperprolactinemia (aumento sanguíneo de um hormônio chamado prolactin a) Tal como acontece com outras drogas que bloqueiam o s receptores de dopamina tipo 2 (D2), o LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado ) pode elevar os níveis de prolactina. Distúrbios, tais como galactorreia (secreção nas mamas), amenor reia (falta de menstruação), ginecomastia (crescimento das mamas em homens) e impotência têm sido relatadas com a elevação de prolactina induzida por medicamentos. A hiperprolactinemia pro longada, quando associada ao hipogonadismo (diminuição da função ou tamanho dos testículos ou ovários), pode levar à diminuição da densidade ósse a (concentração de cálcio nos ossos).

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do s eu médico; somente o seu médico pode avaliar a eficácia da terapia.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento qu e você esteja usando antes do início ou durante o tratamento com LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de zipra sidona monoidratado).

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir v eículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Conservar em lugar seco. Conservar em temperatura a mbiente (temperatura entre 15ºC e 30ºC). Proteger d a luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido .

Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farma cêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

Características do produto:

O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) 40mg e 80mg: cápsula dura de gelatina dura na cor azul no corpo e azul na tampa, contendo granulado na cor rosa.

06

Como devo usar este medicamento?

Uso em Adultos O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) é apresenta do na forma de cápsulas duras para uso oral.

Esquizofrenia e Mania Bipolar: a dose inicial recomendada é de 40 mg, ou seja, 1 cápsula dura do LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) de 40 mg du as vezes ao dia podendo ser ajustada até uma dose máxima de 80 mg (1 cápsula du ra do LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) de 80 mg) duas vezes ao d ia. O LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) deve ser tomado com alime ntos.

Tratamento de manutenção em pacientes com transtorno bipolar: a dose recomendada do LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado ) no tratamento de manutenção é de 40-80 mg 2 vezes/dia, com alimento e combinado com lítio ou ác ido valproico.

Uso em Crianças A segurança e eficácia em indivíduos menores de 18 anos não foram estabelecidas.

Uso em Idosos Geralmente não é necessário ajuste de dose em pacie ntes idosos (65 anos ou mais).

Uso na Insuficiência Renal (diminuição da função dos rins) Não é necessário ajuste de dose em pacientes com in suficiência renal.

Uso na Insuficiência Hepática (diminuição da função do fígado) Em pacientes com insuficiência hepática de grau lev e a moderado, doses menores devem ser consideradas. Uma vez que não há experiência clínic a em pacientes com insuficiência hepática grave (diminuição importante da função do fígado), LFM-ZIPRASIDONA ( cloridrato de ziprasidona monoidratado) deve ser utilizado com cautela neste grupo de pacientes.

Uso em Fumantes Não é necessário ajuste de dose em pacientes fumant es.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento de seu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Caso o paciente esqueça-se de tomar LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) no horário estabelecido, deve tomá-lo assim que lembra r. Entretanto, se já estiver perto do horário de to mar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e tomar a próxima. Neste caso, o paciente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses esqueci das. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

Os seguintes eventos adversos foram relatados com o uso do LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado):

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): insônia (dificuldade para dormir), sonolência, cefaleia (do r de cabeça).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): mania (exacerbação grave do humor, euforia), agitação, an siedade, distonia (contração involuntária lenta e repetida da musculatura), distúrbio extrapiramidal (síndrome que provoca falta de coordenação motora, desequilíbrio e perda do controle sobre o movimento muscular), discinesia tardia (movimentos involuntários, principalmente dos músculos da boca, língua e face, ocorrendo exteriorização da língua com movimentos de um canto a outro da boca), discin esia, hipertonia (aumento da contração muscular), acatisia (incapacidade de se manter quieto), tremor , tontura, sedação, deficiência visual, taquicardia (aceleração dos batimentos do coração), vômito, con stipação (prisão de ventre), náusea, hipersecreção salivar (aumento da salivação), boca seca, dispepsi a (má digestão), rash (erupção cutânea), rigidez muscular (contração dos músculos), disfunção sexual masculina, astenia (fraqueza), fadiga (cansaço), perda de peso, aumento de peso.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade (reação alérgica), hiperprolacti nemia (aumento da prolactina no sangue), nervosismo , diminuição da libido, síncope (desmaio), convulsão do tipo grande mal, ataxia (dificuldade em coordena r os movimentos), hipercinesia (movimentação involunt ária excessiva), distúrbio da fala, crise oculogíri ca (movimentos anormais dos olhos), hipotensão ortostá tica (diminuição da pressão arterial ao levantar), disfagia (dificuldade para engolir), edema (inchaço ) da língua, distúrbio da língua, torcicolo, incontinência urinária (dificuldade em controlar a urina), hesitação urinária, galactorreia (secreção inapropriada de leite), ginecomastia (aumento da ma ma em homens), amenorreia, mal-estar, prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utiliz am este medicamento): síndrome neuroléptica maligna (contração muscular grave, feb re elevada, aceleração dos batimentos do coração, tremor), síndrome serotoninérgica (alterações do es tado mental, dos movimentos, tremores entre outras) , paralisia facial (paralisia do nervo facial caracte rizada por dificuldade em piscar o olho ou de fecha r a boca corretamente), torsade de pointes (arritmia cardíaca com risco de morte), laringoespa mo (estreitamento da laringe), reação a medicamentos c om eosinofilia (aumento de células de defesa chamadas eosinófilos) e sintomas sistêmicos (DRESS) , angioedema (inchaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, geralmente de origem alérgica ), retenção urinária, enurese (micção espontânea durante o sono), priapismo (ereção persistente e do lorosa do pênis).

Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíve is): tromboembolismo venoso (formação de coágulos dentro das veias).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Em casos de superdose, em geral, os sintomas mais c omumente relatados foram: sintomas extrapiramidais (síndrome que provoca falta de coordenação motora, desequilíbrio e perda do controle sobre o movimento dos músculos), sonolência, tremor e ansiedade. Não há antídoto específico para LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado). Nestes ca sos deve-se procurar um serviço médico de urgência.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possíve l. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

Registro M.S. nº 1.2625.0099.

Farm. Resp.: Dr. Jacques Magalhães Sato CRF/RJ nº. 6513 Registrado por:

LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DA MARINHA Avenida Dom Hélder Câmara, nº 315, Bairro Benfica CEP 22911-290 – Rio de Janeiro/ RJ

Cnpj: 00.394.502/0071-57

INDÚSTRIA BRASILEIRA Fabricado por: EMS S/A Hortolândia – SP Embalagem Secundária:

LABORVIDA LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA Rio de Janeiro/ RJ

Uso sob prescrição médica.só pode ser vendido com r etenção da

Receita.

SAC: (21) -3860-2859 H ist ó r ic o de a lt e r a ç ão pa r a a bula Da do s da sub mis sã o e le t r ô nic a Da do s da pe t iç ã o /no t if ic a ç ã o que a lt e r a bula Da do s da s a lt e r a ç õ e s de bula s Da t a do e xpe d ie nt e N° do e xpe d ie nt e As su nt o Da t a do e xpe d ie nt e N° do e xpe d ie nt e As su nt o Da t a de a pr o v a ç ão It e ns de b ula Ve r sõ e s ( VP /VP S) Ap r e se nt a ç õ e s r e la c io na da s 2 2 /0 5 /2 0 1 5 0 4 5 0 4 8 7 /1 5 -9 (1 04 57 ) – S IM IL AR – In c lu sã o In i c ia l d e Te xt o d e B u la N/ A N/ A N/ A N/ A Nã o h ou ve a lt era ç ã o n o text o d e bu la .

Su b mi ssã o elet rôn i ca ap en as p a ra di sp on ib i li zaç ã o d o t ext o d e bu la n o Bu lá ri o el et rôn i c o da

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Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) Laboratório Farmacêutico da Marinha Cápsula dura 40 mg e 80 mg Forma farmacêutica e apresentações:

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) 40 mg ou 80 mg em embalagens contendo 10, 20, 30, 50, 100* e 500* cápsula dura.

*Embalagem Hospitalar

Via de administração: uso oral

Uso adulto acima de 18 anos de idade

—

Composição

Cada cápsula dura de 40 mg contém: ziprasidona ( na forma de cloridrato de ziprasidona monoidratado) .................................... ............... 40 mg excipiente* q.s.p. .......................................... ................................................... ....................... 1 cápsula dura *excipientes: lactose monoidratada, amido de milho pré-gelatinizado, óleo de rícino hidrogenado etoxilado, dióxido de silício, estearilfumarato de sódio, corante azul nº 1, corante vermelho nº 40, d ióxido de titânio, gelatina.

Cada cápsula de 80 mg contém: ziprasidona ( na forma de cloridrato de ziprasidona monoidratado)..................................... ............... 80 mg excipiente* q.s.p. .......................................... ................................................... ...................... 1 cápsula dura *excipientes: lactose monoidratada, amido de milho pré-gelatinizado, óleo de rícino hidrogenado etoxilado, dióxido de silício, estearilfumarato de sódio, corante azul nº 1, corante vermelho nº 40, d ióxido de titânio, gelatina.

Ii - informações técnicas aos profissionais de saúd e

01

Indicações

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) é indicado para o tratamento da esquizofrenia, transtornos esquizoafetivo e esquizo freniforme, estados de agitação psicótica e mania bipolar aguda, para manutenção da melhora clínica e prevenção de recidivas durante a continuação da terapia e tratamento de manutenção em pacientes com transtorno bipolar, em adultos.

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) também é indicado para o tratamento de manutenção, em associação com lítio ou ácido val proico, em pacientes com transtorno bipolar tipo I.

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Resultados de eficácia

Esquizofrenia e Distúrbios Esquizoafetivos A eficácia de ziprasidona oral no tratamento da esq uizofrenia foi avaliada em diversos estudos de curt o prazo (4 e 6 semanas) e um ensaio de longo prazo (5 2 semanas).

Vários instrumentos foram utilizados para avaliar s inais e sintomas psiquiátricos nestes estudos. A Es cala Breve de Classificação Psiquiátrica (BPRS – Brief P sychiatric Rating Scale) e a Escala de Síndrome Positiva e Negativa (PANSS – Positive and Negative Syndrome Scale) são questionários de múltiplos itens de psicopatologia geral usados para avaliar o s efeitos do tratamento medicamentoso na esquizofrenia. O bloco de psicose da BPRS (desorgan ização conceitual, comportamento alucinatório, desconfiança e conteúdo de pensamentos incomum) é c onsiderado um subconjunto especialmente útil para avaliar pacientes esquizofrênicos ativamente p sicóticos. Uma segunda avaliação amplamente utilizada, a Impressão Global Clínica (CGI – Clinic al Global Impression), reflete a impressão de um observador experimentado, totalmente familiarizado com as manifestações de esquizofrenia, sobre o estado clínico geral do paciente. Além disto, a Esc ala para Avaliar Sintomas Negativos (SANS – Scale for Assessing Negative Symptoms) foi empregada para avaliar sintomas negativos em um ensaio.

Os resultados dos ensaios de ziprasidona oral em es quizofrenia são os seguintes:

Em um ensaio de 4 semanas, placebo-controlado (n=13 9) comparando 2 doses fixas de ziprasidona (20 e 60 mg duas vezes ao dia) com placebo, somente a dos e de 60 mg duas vezes ao dia foi superior ao placebo no escore total BPRS e no escore de gravida de de CGI. Este grupo de dose maior não foi superio r ao placebo no bloco de psicose do BPRS ou no SANS.

1 Em um ensaio de 6 semanas, placebo-controlado (n=30 2) comparando 2 doses fixas de ziprasidona (40 mg e 80 mg duas vezes ao dia) com placebo, ambos os grupos de dose foram superiores ao placebo no escore total de BPRS, no bloco de psicose de BPRS, no escore de gravidade de CGI e nos escores total e de subescala negativa de PANSS. Apesar da dose de 8 0 mg duas vezes ao dia ter tido um efeito numericamente maior do que 40 mg duas vezes ao dia, a diferença não foi estatisticamente significativa .

2 Foi conduzido um estudo em pacientes esquizofrênico s internados, sintomaticamente estáveis, crônicos (n=294) randomizados para 3 doses fixas de ziprasid ona (20, 40 ou 80 mg duas vezes ao dia) ou placebo e acompanhados por 52 semanas. Os pacientes foram obs ervados para “recaída psicótica iminente”, definida como escore de melhora de CGI de ≥ 6 (muito pior ou muito muito pior) e/ou escores ≥ 6 (moderadamente grave) nos itens de hostilidade ou n ão cooperatividade do PANSS em dois dias consecutivos. A ziprasidona foi significativamente superior a placebo no tempo até a recaída e na frequência de recaídas, sem nenhuma diferença signi ficativa entre os diferentes grupos de dose.

3 Mania Bipolar A eficácia da ziprasidona 40 mg – 80 mg, a cada 12 horas, foi estabelecida em 2 estudos duplo-cego, placebo -controlado de 3 semanas, com pacientes sel ecionados de acordo com o critério do DSM-IV para distúrbio bipolar tipo I, que tinham apresentado re centemente um episódio de mania aguda ou episódio misto com ou sem características psicóticas. Os res ultados demonstraram que a ziprasidona foi significativamente mais efetiva que o placebo no tr atamento destes pacientes. A ziprasidona foi estatisticamente superior ao placebo conforme deter minado através da alteração média a partir da linha de base até o endpoint (21º dia ou outro dia no caso d e descontinuação antecipada) na Escala de Classificação de Mania (Mania Rating Scale – MRS) e grau de gravidade (CGI Severity Score – CGI-S).

No primeiro estudo, uma melhora estatisticamente si gnificativa foi evidente no grupo da ziprasidona do 2º (MRS) e 4º dia (CGI-S) e foi mantida de forma co ntínua até o 21º dia. No segundo estudo foi evident e uma melhora estatisticamente significativa em ambas às escalas desde o 2º dia e mantida até o 21º dia.

4,5 O tratamento de mania com ziprasidona por mais de 3 semanas e o uso profilático em distúrbios bipolares, não foi avaliado sistematicamente em est udos clínicos controlados. Entretanto, os efeitos e m longo prazo da terapia com ziprasidona foram avalia dos em um estudo aberto de extensão, de 52 semanas, após ensaio duplo-cego controlado por 3 se manas. A extensão do estudo incluiu 127 pacientes que completaram a fase inicial de 3 semanas. Estes pacientes foram tratados por ≤ 52 semanas; a dose média de ziprasidona em um ano foi de 132 mg/dia e o tempo médio de tratamento foi 105 dias. Quarenta e oito pacientes completaram a fase de extensão. A eficácia foi medida através das mudanças nas Escala s de Classificação de Mania (Mania Rating Scale – MRS ) e grau de gravidade (CGI Severity Score – CGI-S). Os pacientes foram avaliados nas semanas 1, 2, 4, 12, 28 e 52. Reduções significativas nas escalas MRS e CGI-S foram observadas desde o terceiro dia d a fase de extensão até a 52ª semana.

6 Tratamento de Manutenção em Pacientes com Transtorno Bipolar A eficácia de ziprasidona no tratamento de manutenç ão do Transtorno Bipolar tipo I foi estabelecida em um estudo clínico placebo-controlado de 6 meses em pacientes que atendiam o critério DSM-IV para Transtorno Bipolar tipo I. O estudo incluiu pacient es cujo episódio mais recente era maníaco ou misto, com ou sem características psicóticas. Na fase aber ta do estudo, era requerido que os pacientes estive ssem estáveis com o uso de ziprasidona mais lítio ou áci do valproico por pelo menos 8 semanas para serem randomizados. Na fase randomizada, duplo-cego de 6 meses, pacientes continuaram o tratamento com lítio ou ácido valproico e foram randomizados para receberem ziprasidona (administrado 2 vezes/dia totalizando 80 a 160 mg/dia) ou placebo. Geralmente na fase de manutenção, pacientes continuaram com a mesma dose na qual eles estavam estabilizados dur ante a fase de estabilização. O endpoint primário neste estudo foi no momento da recorrência de um ep isódio de humor (episódios maníaco, misto ou depressivo). Um episódio de humor foi definido como início de medicação ou hospitalização para um episódio de humor: resultado MRS ≥18 ou resultado MADRS ≥18 em 2 avaliações consecutivas não mais do que 10 dias; ou descontinuação do estudo devido a um episódio de humor. Um total de 584 indivíduos foram tratados em um período aberto de estabilizaçã o. Num período de randomização duplo-cego, 127 indivíduos foram tratados com ziprasidona e 111 ind ivíduos foram tratados com placebo. A ziprasidona foi superior ao placebo no aumento do tempo de reco rrência de um episódio de humor.

7 Agitação Estudos demonstraram que pacientes com demência com agitação/psicose experimentaram melhora comportamental acentuada após receber doses orais d e ziprasidona (20-160 mg/dia), sem qualquer evidência de efeitos colaterais cardíacos ou outros problemas. Os pacientes não demonstraram nenhuma alteração no eletrocardiograma do intervalo QTc apó s a administração de ziprasidona.

Concluindo estes resultados sugerem que a ziprasido na oral pode ser um medicamento eficaz e seguro para o tratamento da agitação.

Referências 1. Keck P, et al. 1998. Ziprasidone 40 and 120 mg/d ay in the acute exacerbation of schizophrenia and schizoaffective disorder:a 4-week placebo-controlle d trial. Psycopharmacology (Berlin), 140(2):173-84.

2. Daniel, DG, et al. 1999. Ziprasidone 80mg/day an d 160 mg/day in the acute exacerbation of schizophrenia and schizoaffective disorder: a 6-wee k placebo-controlled trial. Ziprasidone Study Group .

Neuropsychopharmacology, 20:490-505.

3. Arato M, O’Connor R, Meltzer HY, ZEUS Study Grou p. 2002. A 1-year, double-blind, placebo-controlled trial of ziprasidone 40, 80 and 160 mg/d ay in chronic schizophrenia: The Ziprasidone Extend ed Use in Schizophrenia (ZEUS) study. Int Clin Psychop harmacol 17:207–215.

4. Keck PE Jr, Versiani M, Potkin S, et al. 2003. Z iprasidone in the treatment of acute bipolar mania: a threeweek, placebo-controlled, double-blind, random ized trial. American Journal of Psychiatry, 160:741 – 8 5. Potkin SG, Keck PE Jr, Segal S, et al. 2005. Zip rasidone in acute bipolar mania: a 21-day randomize d, doubleblind, placebo-controlled replication trial. Journal of Clinical Psychopharmacology, 25:301–10 6. Keck PE Jr, Warrington L, Potkin S, et al. 2004. Efficacy and safety of ziprasidone in bipolar diso rder: shortand long-term data. 157th annual meeting of th e American Psychiatric Association. New York, NY.

7. Citrome L. 2010. Ziprasidone HCl capsules for th e adjunctive maintenance treatment of bipolar disorder in adults. Expert Review of Neurotherapeut ics. 10:1031–7 8. Steven A. Cole MD, et al. 2005. Ziprasidone for Agitation or Psychosis in Dementia: Four Cases – International Journal Psychiatry Med. March 2005 vo l. 35 no. 1. 91-98.

03

Características farmacológicas

Propriedades Farmacodinâmicas Estudos de Ligação aos Receptores A ziprasidona possui alta afinidade pelos receptore s de dopamina tipo 2 (D 2) e afinidade substancialmente maior pelos receptores de serotonina tipo 2 A (5HT2A). A ziprasidona também interage com os receptores de serotonina 5HT2C, 5HT1D e 5HT1A, sendo que a afinidade por estes receptores é igua l ou maior à sua afinidade pelo receptor D 2. A ziprasidona possui afinidade moderada pelos tra nsportadores neuronais de serotonina e de norepinefrina e pelos receptores hi stamínicos H1 e receptores alfa 1. O antagonismo a estes receptores foi associado à sonolência e hipotensão ortostática, respectivamente. A ziprasidona apresen ta afinidade desprezível pelos receptores muscarínicos M 1. O antagonismo a esse receptor foi associado a prejuízo de memória.

Estudos Funcionais dos Receptores A ziprasidona demonstrou ser antagonista tanto dos receptores de serotonina do tipo 2 A (5HT2A) como dos receptores de dopamina do tipo 2 (D 2). Sugere-se que a atividade antipsicótica seja med iada, em parte, por meio desta combinação de atividades anta gonistas.

A ziprasidona também é um antagonista potente dos r eceptores 5HT2C e 5HT1D, um agonista potente do receptor 5HT1A e inibe a recaptação neuronal de norepinefrina e s erotonina.

Estudos de Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET) em Humanos Após 12 horas da administração de 40 mg de ziprasid ona, o bloqueio do receptor 5HT 2A foi maior que 80% e do receptor D2 foi maior que 50%, utilizando a tomografia de emis são de pósitrons (PET).

Informações Adicionais Provenientes de Estudos Clín icos Em um estudo comparativo duplo-cego foram avaliados parâmetros metabólicos incluindo peso, níveis plasmáticos em jejum do colesterol total, triglicér ides, insulina e índices de resistência periférica à insulina. Em pacientes recebendo ziprasidona, nenhu ma alteração significativa em relação ao pré-tratamento foi observada em qualquer um desses parâ metros.

Resultados de um Estudo Extenso de Segurança Pós-Comercialização Um estudo randomizado observacional pós-aprovação c om 18.239 pacientes em acompanhamento por 1 ano foi conduzido para determinar se o efeito da zi prasidona no intervalo QTc é associado a um aumento do risco de mortalidade (excluído suicídio) em paci entes com esquizofrenia. Este estudo, conduzido em centros de prática clínica, não demonstrou diferenç as na taxa de mortalidade entre os tratamentos com ziprasidona e olanzapina.

Propriedades Farmacocinéticas Após a administração oral de doses múltiplas de zip rasidona com alimentos, o pico de concentração sérica ocorreu, tipicamente, 6 a 8 horas após a dos e. A ziprasidona apresenta cinética linear ao longo do intervalo de dose terapêutica de 40 mg a 80 mg, dua s vezes ao dia, no estado pós-prandial. A biodisponibilidade absoluta de uma dose de 20 mg é de 60% no estado alimentado. A absorção de ziprasidona é reduzida em até 50% quando administra da em jejum.

A administração de ziprasidona duas vezes ao dia ge ralmente atinge o estado de equilíbrio dentro de 3 dias. As exposições sistêmicas no estado de equilíb rio estão relacionadas à dose.

No estado de equilíbrio, a meia-vida média de elimi nação da ziprasidona é de aproximadamente 6,6 horas após administração oral. O clearance sistêmico médi o da ziprasidona administrada intravenosamente é de 7,5 mL/min/kg e o volume de distribuição é de aprox imadamente 1,5 L/kg. A ziprasidona está amplamente ligada às proteínas plasmáticas (> 99%) e sua ligação parece ser independente da concentração.

A ziprasidona é extensamente metabolizada após admi nistração oral; apenas uma pequena quantidade é excretada na urina (< 1%) ou nas fezes (< 4%) como fármaco inalterado. A ziprasidona é depurada principalmente por três vias metabólicas, levando à formação de quatro metabólitos circulantes princip ais: sulfóxido de benzisotiazol piperazina (BITP), sulfo na de BITP, sulfóxido de ziprasidona e S-metildiidroziprasidona. Aproximadamente 20% da dose é excretada na urina, com aproximadamente 66% sendo eliminada nas fezes. A ziprasidona inalterada representa cerca de 44% do total de substâncias séricas relacionadas ao fármaco.

A ziprasidona é basicamente metabolizada por duas v ias: redução e metilação para gerar a S-metildiidroziprasidona que é responsável por aproxi madamente dois terços do metabolismo, e o metabolismo oxidativo responsável pelo outro terço. Estudos in vitro utilizando frações de tecido hepá tico humano indicam que a S-metil-diidroziprasidona é ge rada em duas etapas. Esses estudos indicam que a primeira etapa é mediada basicamente pela redução q uímica pela glutationa, bem como pela redução enzimática por aldeído-oxidase. A segunda etapa é a metilação mediada pela tiol metiltransferase.

Estudos in vitro indicam que a CYP3A4 é a principal isoenzima do CYP 450 catalisadora do metabolismo oxidativo de ziprasidona.

A ziprasidona, a S-metil-diidroziprasidona e o sulf óxido de ziprasidona, quando testados in vitro, compartilham propriedades que podem ser preditivas de um efeito de prolongamento do intervalo QTc. A S-metildiidroziprasidona é eliminada principalmente por excreção fecal e por metabolismo catalisado pelo CYP3A4. O sulfóxido é eliminado por excreção r enal e por metabolismo secundário catalisado pelo

Cyp3a4.

Em um estudo de fase I, o cetoconazol (400 mg/dia), um inibidor da CYP3A4, aumentou as concentrações séricas da ziprasidona em < 40%. A co ncentração sérica da S-metil-diidroziprasidona, no Tmáx esperado de ziprasidona, foi aumentada em 55% durante tratamento com cetoconazol. Não foi observado prolongamento adicional do intervalo QTc.

Não foram observadas diferenças clinicamente signif icativas na farmacocinética da ziprasidona em indivíduos jovens e idosos, homens ou mulheres, apó s administração oral.

A avaliação farmacocinética das concentrações séric as de ziprasidona em pacientes tratados por via ora l não revelou qualquer diferença farmacocinética sign ificativa entre fumantes e não fumantes.

Não foram observadas diferenças acentuadas na farma cocinética da ziprasidona oral em pacientes com insuficiência renal de grau moderado a grave, quand o comparado a indivíduos com função renal normal.

Não se sabe se as concentrações séricas dos metaból itos aumentaram nesses pacientes.

Na insuficiência hepática de grau leve a moderado ( classe A ou B de Child-Pugh), as concentrações séricas de ziprasidona após a administração oral fo ram 30% mais altas e a meia-vida foi prolongada em cerca de 2 horas em relação aos indivíduos hígidos.

Dados de Segurança Pré-Clínicos Dados de segurança pré-clínicos de ziprasidona, bas eados em estudos convencionais de segurança farmacológica, genotóxicas e de potencial carcinogê nico, não revelaram risco especial para humanos. A ziprasidona não apresentou evidências de teratogeni cidade em estudos reprodutivos em ratos e coelhos.

Efeitos adversos sobre a fertilidade, um aumento do número de filhotes natimortos, diminuição do peso dos filhotes e atraso no desenvolvimento funcional foram observados em doses que causaram toxicidade materna, como sedação e diminuição no ganho de peso corpóreo. Aumento da mortalidade perinatal e atraso no desenvolvimento funcional dos animais oco rreram quando concentrações plasmáticas maternas foram extrapoladas para serem similares às concentr ações máximas em humanos nas doses terapêuticas.

04

Contraindicações

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à ziprasidona ou a qua lquer componente da fórmula.

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) também é contraindicado a pacientes com prolongamento conhecido do intervalo QT, inclui ndo síndrome congênita do QT longo, a pacientes com infarto recente do miocárdio, insuficiência car díaca descompensada ou arritmias cardíacas em tratamento com fármacos antiarrítmicos das classes IA e III (vide item 5 - Advertências e Precauções).

Este medicamento é contraindicado para menores de 1 8 anos.

05

Advertências e precauções

Intervalo QT A ziprasidona causa prolongamento no intervalo QT d e grau leve a moderado.

Na base de dados dos estudos clínicos realizados no período pré-comercialização para a formulação oral , a incidência de prolongamento do intervalo QTc para um valor acima de 500 ms foi de 3 casos em um total de 3266 (0,1%) pacientes tratados com ziprasi dona e 1 caso em um total de 538 (0,2%) pacientes recebendo placebo.

Alguns fármacos, incluindo antiarrítmicos das class es IA e III que prolongam o intervalo QT para um valor maior que 500 ms, foram associados à ocorrênc ia rara de torsade de pointes, uma arritmia com risco de morte (vide item 4. Contraindicações).

Existem raros casos de torsade de pointes em pacientes com múltiplos fatores de risco na exp eriência pós -comercialização que tomam ziprasidona. Uma relação causal com a ziprasidona ainda não foi estabelecida.

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) deve ser utilizado com cautela em pacientes com os seguintes fatores de risco, para torsade de pointes, que pode aumentar o risco de ocorrência dessas arritmias:

· bradicardia;

· desequilíbrio hidroeletrolítico;

· uso concomitante com outros fármacos que prolongam o intervalo QT.

Se sintomas cardíacos sugestivos de arritmias forem observados ou relatados durante o tratamento, deve ser feita uma avaliação cardiológica apropriada. Se o intervalo QTc encontrado for maior que 500 ms, é recomendado que o tratamento seja interrompido (vid e item 4. Contraindicações).

Tromboembolismo Venoso Foram descritos casos de tromboembolismo venoso (TE V) associados a drogas antipsicóticas. Como os pacientes tratados com antipsicóticos, geralmente a presentam fatores de risco para TEV, todos devem se r identificados antes e durante o tratamento com zipr asidona e as devidas medidas preventivas devem ser tomadas.

Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM) A Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM), um quadro cl ínico potencialmente fatal, foi relatada em associação a fármacos antipsicóticos, incluindo a z iprasidona. Se um paciente manifestar sinais e sintomas sugestivos de SNM, ou se apresentar com fe bre alta inexplicada sem manifestações clínicas adicionais de SNM, todos os fármacos antipsicóticos devem ser descontinuados.

Reações Adversas Cutâneas Graves Reação a medicamentos com eosinofilia e sintomas si stêmicos (DRESS) foi relatada com a exposição à ziprasidona. DRESS consiste de uma combinação de tr ês ou mais das seguintes reações: reação cutânea (tais como rash ou dermatite esfoliativa), eosinofi lia, febre, linfadenopatia e uma ou mais complicaçõ es sistêmicas, tais como hepatite, nefrite, pneumonite , miocardite e pericardite.

Outras reações adversas cutâneas graves, tais como a síndrome de Stevens-Johnson, foram relatadas com a exposição à ziprasidona.

Reações adversas cutâneas graves são às vezes fatai s. Descontinuar o uso de ziprasidona se reações adversas cutâneas graves ocorrerem.

Discinesia Tardia Existe um potencial da ziprasidona causar discinesi a tardia e outras síndromes extrapiramidais tardias após tratamento prolongado. Se aparecerem sinais e sintomas de discinesia tardia, deve-se considerar a redução da dose ou a descontinuação do LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado).

Convulsões Recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com histórico de convulsões.

Fármacos Ativos no SNC/Álcool Considerando os efeitos primários da ziprasidona no SNC, deve-se ter cautela quando esta for administrada em associação a outros fármacos de açã o central, incluindo álcool e fármacos que agem nos sistemas dopaminérgicos e serotoninérgicos.

Aumento da Mortalidade em Pacientes Idosos com Psicose Relacionada à Demência Dados sobre pacientes idosos com psicose relacionad a à demência demonstraram risco aumentado de morte, quando tratados com medicamentos antipsicóti cos, em comparação aos pacientes tratados com placebo. Os dados de estudos com ziprasidona no tra tamento de pacientes idosos com demência são insuficientes para concluir se existe ou não um ris co aumentado de morte com ziprasidona vs. placebo nesta população de pacientes. A ziprasidona não est á aprovada para o tratamento de pacientes idosos demenciados e com psicose relacionada.

Priapismo Casos de priapismo têm sido relatados com o uso de antipsicóticos, incluindo a ziprasidona. Esta reaçã o adversa, assim como acontece com outras drogas psic otrópicas, não parece ser dose-dependente e nem ter correlação com a duração do tratamento.

Hiperprolactinemia Tal como acontece com outras drogas que bloqueiam o s receptores de dopamina tipo 2 (D2), a ziprasidona pode elevar os níveis de prolactina. Di stúrbios, tais como galactorreia, amenorreia, ginecomastia e impotência têm sido relatados com a elevação de prolactina induzida por medicamentos.

Hiperprolactinemia prolongada quando associada ao h ipogonadismo pode levar à diminuição da mineralização e densidade óssea.

Uso durante a Gravidez Não foram conduzidos estudos em mulheres grávidas. Mulheres com potencial de engravidar que estejam recebendo LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) devem ser aconselhadas a utilizar um método contraceptivo adequado. Recém-na scidos expostos a medicamentos antipsicóticos durante o terceiro trimestre de gravidez correm o r isco de apresentar sintomas extrapiramidais e/ou de abstinência após o parto. Há relatos de agitação, h ipertonia, hipotonia, tremor, sonolência, dificulda de respiratória e distúrbio alimentar nestes recém -na scidos. A ziprasidona deve ser utilizada durante a gravidez somente se o benefício potencial para a mã e superar o potencial de risco para o feto (vide it em 3.

Características Farmacológicas - Dados de Segurança Pré-Clínicos).

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) é um medicamento classificado na categoria C de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirur gião -dentista.

Uso durante a Lactação Não se sabe se a ziprasidona é excretada no leite m aterno. As pacientes devem ser advertidas a não amamentar se estiverem em tratamento com LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado).

Efeitos na Habilidade de Dirigir e de Operar Máquin as O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) pode causar sonolência.

Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir v eículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

06

Interações medicamentosas

Fármacos Antiarrítmicos das Classes IA e III – vide item 4. Contraindicações e item 5. Advertência s e Precauções – Intervalo QT.

Uso com Outros Fármacos que Prolongam o Intervalo QT – vide item 5. Advertências e Precauções – Intervalo QT.

Fármacos Ativos no SNC/ Álcool – vide item 5. Advertências e Precauções - Fármacos A tivos no SNC/Álcool.

Efeito de LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) sobre Outros Fármacos A ziprasidona não demonstrou efeito inibitório sobr e CYP1A2, CYP2C9 ou CYP2C19, quando testada em microssomos hepáticos humanos. A concentração de ziprasidona requerida para inibir os citocromos CYP2D6 e CYP3A4, in vitro, é no mínimo 1000 vezes maior que a concentração l ivre que pode ser esperada in vivo. É improvável que a ziprasidona cause interações m edicamentosas clinicamente importantes mediadas por estas enzimas.

  • dextrometorfano – de acordo com os resultados obtidos in vitro, um estudo em voluntários sadios demonstrou que a ziprasidona não alterou o metaboli smo do dextrometorfano, mediado pelo CYP2D6, para seu principal metabólito, o dextrorfano.
  • contraceptivos orais – a administração de ziprasi dona não resulta em alteração significativa na farmacocinética de estrógenos (etinilestradiol, um substrato do CYP3A4) ou progesterona.
  • lítio – a coadministração de ziprasidona não teve efeito na farmacocinética do lítio.
  • ligação às proteínas – a ziprasidona se liga exte nsivamente às proteínas plasmáticas. A ligação da ziprasidona às proteínas plasmáticas, in vitro, não foi alterada pela varfarina ou propranolol (2 fármacos que são altamente ligados às proteínas), e a zipras idona também não alterou a ligação destes fármacos no plasma humano. Desta maneira, o potencial de um fár maco interagir com a ziprasidona devido ao deslocamento é improvável.

Efeitos de Outros Fármacos sobre LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado).

Dados in vitro e em animais e sugerem que a ziprasidona pode ser u m substrato da glicoproteína P (P-gp).

A relevância in vivo para humanos permanece desconhecida.

O cetoconazol (400 mg/dia), um potente inibidor da CYP3A4, que também inibe a P-gp, produziu um aumento de aproximadamente 35% (ASC e Cmáx) na exposição da ziprasidona. Uma vez que a ziprasidona é um substrato da CYP3A4 e a indução de CYP3A4 e P-gp está relacionada, a coadministração com indutores de CYP3A4 e P-gp, com o a carbamazepina, rifampicina, erva–de-são-joão, pode levar à redução das concentrações da zip rasidona.

A carbamazepina, um indutor da CYP3A4, na dose de 2 00 mg a cada 12 horas, produziu uma diminuição de 36% na exposição da ziprasidona.

A cimetidina, um inibidor não específico da CYP, nã o afetou significativamente a farmacocinética da ziprasidona.

Antiácido - Doses múltiplas de antiácido à base de alumínio ou magnésio não alteraram a farmacocinétic a da ziprasidona.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento

Conservar em lugar seco. Conservar em temperatura a mbiente (temperatura entre 15ºC e 30ºC). Proteger d a luz.

Prazo de validade do medicamento: 24 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farma cêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

Características do produto:

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) 40mg e 80mg: cápsula de gelatina dura na cor azul no corpo e azul na tampa, contendo granulado na cor rosa.

08

Posologia e modo de usar

O LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) é apresentado na forma de cápsulas para uso oral.

Uso em Adultos Esquizofrenia e Mania Bipolar A dose inicial recomendada é de 40 mg duas vezes ao dia, administrada com alimentos (vide item 3 – Características Farmacológicas - Propriedades Farma cocinéticas). A dose diária pode ser subsequentemente ajustada com base na resposta clín ica individual até uma dose máxima de 80 mg duas vezes ao dia. Se houver indicação clínica, a dose m áxima recomendada pode ser alcançada no 3º (terceiro) dia de tratamento.

Tratamento de Manutenção (em associação com lítio o u ácido valproico) O tratamento de manutenção deve ser realizado com a mesma dose na qual o paciente atingiu a estabilização, dentro da faixa de 40 a 80 mg, duas vezes ao dia, administradas com alimentos. Os pacientes devem ser periodicamente reanalizados par a verificar a necessidade do tratamento de manutenção Os pacientes devem ser reavaliados periodicamente p ara determinar a necessidade de tratamento de manutenção.

Uso em Crianças A segurança e eficácia em indivíduos menores de 18 anos não foram estabelecidas.

Uso em Idosos Geralmente não é necessário ajuste de dose em pacie ntes idosos (65 anos ou mais).

Uso na Insuficiência Renal Não é necessário ajuste de dose em pacientes com in suficiência renal.

Uso na Insuficiência Hepática Em pacientes com insuficiência hepática de grau lev e a moderado, doses menores devem ser consideradas. Uma vez que não há experiência clínic a em pacientes com insuficiência hepática grave, LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) deve ser utilizado com cautela neste grupo (vide item 3. Características Farmacológicas - Propriedades Farmacocinéticas).

Uso em Fumantes Não é necessário ajuste de dose em pacientes fumant es.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.

Dose Omitida Caso o paciente esqueça-se de tomar LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) no horário estabelecido, deve tomá-lo assim que lembra r. Entretanto, se já estiver perto do horário de to mar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e tomar a próxima. Neste caso, o paciente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses esqueci das. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

09

Reações adversas

As reações adversas ao medicamento relatadas de est udos clínicos e experiência pós-comercialização incluem:

Reações adversas ao medicamento por categoria de fr equência do Sistema de Classe de Órgãos (SOC) e CIOMS (Council for International Organizati ons of Medical Sciences) listados em ordem decrescente de gravidade médica dentro de cada cate goria de frequência e SOC.

Classe de Sistema de Órgãos Muito Comum ≥1/10 Comum ≥1/100 a <1/10 Incomum ≥1/1.000 a <1/100 Rara ≥1/10,000 a <1/1.000 Muito rara <1/10.000 Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis) Distúrbios do sistema imune Hipersensibilidade* Distúrbios endócrinos Hiperprolactinemia* Distúrbios psiquiátricos Insônia* Mania* α , Agitação*, Ansiedade Nervosismo, Diminuição da libido Distúrbios do sistema nervoso Sonolência, Cefaleia Distonia D , Distúrbio extrapiramidal*, Discinesia tardia*, Discinesia, Hipertonia, Acatisia, Tremor, Tontura, Sedação* Síncope*, Convulsão do tipo grande mal, Ataxia, Hipercinesia, Distúrbios da fala Síndrome neuroléptica maligna*, Síndrome serotoninérgica*, paralisia facial* Classe de Sistema de Órgãos Muito Comum ≥1/10 Comum ≥1/100 a <1/10 Incomum ≥1/1.000 a <1/100 Rara ≥1/10,000 a <1/1.000 Muito rara <1/10.000 Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis) Distúrbio ocular Distúrbio visual Crise oculogírica D Distúrbios cardíacos Taquicardia* Torsade de pointes* Distúrbios vasculares Hipotensão ortostática* Tromboembolismo venoso

(TVE)* Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinal Laringoespasmo D Distúrbios gastrointestinais Vômito, Constipação, Náusea, Hipersecreção salivar, Boca seca, Dispepsia Disfagia*, Edema na língua*, Distúrbios da língua D Distúrbios na pele e tecido subcutâneo Rash* Reação ao medicamento com eosinofillia e sintomas sistêmicos

(DRESS)*, Angioedema* Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Rigidez muscular Torcicolo D Distúrbios renais e urinários Incontinência urinária*, Hesitação urinária Retenção urinária, Enurese* Distúrbios do Sistema reprodutivo e da mama Disfunção sexual masculina Galactorreia*, Ginecomastia, Amenorreia Priapismo* Distúrbios gerais e condições do local de administração Astenia, Fadiga* Mal-estar Laboratoriais Perda de peso*, Auemento de peso* Prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma* *Reações adversas ao medicamento identificadas no p eríodo pós-comercialização α Incluída hipomania; frequência não conhecida D Reações distônicas agudas Efeitos da classe de medicamentos antipsicóticos Atenção: este produto é um medicamento que possui n ova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança a ceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprev isíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema de Notif icações em Vigilância Sanitária - NOTIVISA, disponível em http://www.anvisa.gov.br/hotsite/noti visa/index.htm, ou para a Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

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Superdose

A experiência de superdose com LFM-ZIPRASIDONA (cloridrato de ziprasidona monoidratado) é limitada. A maior ingestão confirmada é de 12800 mg . Neste caso, foram relatados sintomas extrapiramidais e um intervalo QTc de 446 ms (sem s equela cardíaca). Em casos de superdose, em geral, os sintomas mais comumente relatados foram: sintoma s extrapiramidais, sonolência, tremor e ansiedade.

Não há antídoto específico para ziprasidona. Em cas os de superdose aguda, deve-se estabelecer e manter uma via aérea e garantir ventilação e oxigenação ad equadas. Deve-se considerar a lavagem gástrica (apó s intubação, se o paciente estiver inconsciente) e a administração de carvão ativado associado a um laxa nte.

A possibilidade de obnubilação, convulsões ou reaçã o distônica da cabeça e pescoço após superdose pode levar ao risco de aspiração por vômito induzido. A monitoração cardiovascular deve começar imediatamente e deve incluir monitoração eletrocard iográfica contínua para detectar possíveis arritmia s.

Devido ao fato da ziprasidona estar altamente ligad a às proteínas, é improvável que a hemodiálise seja benéfica no tratamento de superdose. A rigorosa mon itoração e supervisão médica devem ser mantidas até que o paciente se recupere.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

Registro M.S. nº 1.2625.0099.

Farm. Resp.: Dr. Jacques Magalhães Sato CRF/RJ nº. 6513 Registrado por:

LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DA MARINHA Avenida Dom Hélder Câmara, nº 315, Bairro Benfica CEP 22911-290 – Rio de Janeiro/ RJ

Cnpj: 00.394.502/0071-57

INDÚSTRIA BRASILEIRA Fabricado por: EMS S/A Hortolândia – SP Embalagem Secundária:

LABORVIDA LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS LTDA Rio de Janeiro/ RJ

Uso sob prescrição médica.só pode ser vendido com r etenção da

Receita.

SAC: (21) -3860-2859 H ist ó r ic o de a lt e r a ç ão pa r a a bula Da do s da sub mis sã o e le t r ô nic a Da do s da pe t iç ã o /no t if ic a ç ã o que a lt e r a bula Da do s da s a lt e r a ç õ e s de bula s Da t a do e xpe d ie nt e N° do e xpe d ie nt e As su nt o Da t a do e xpe d ie nt e N° do e xpe d ie nt e As su nt o Da t a de a pr o v a ç ão It e ns de b ula Ve r sõ e s ( VP /VP S) Ap r e se nt a ç õ e s r e la c io na da s 2 2 /0 5 /2 0 1 5 0 4 5 0 4 8 7 /1 5 -9 (1 04 57 ) – S IM IL AR – In c lu sã o In i c ia l d e Te xt o d e B u la N/ A N/ A N/ A N/ A Nã o h ou ve a lt era ç ã o n o text o d e bu la .

Su b mi ssã o elet rôn i ca ap en as p a ra di sp on ib i li zaç ã o d o t ext o d e bu la n o Bu lá ri o el et rôn i c o da

Anv is a vp /

VPS C áp su la du ra d e 40 mg e 80 mg c on t end o 1 0, 2 0, 3 0, 5 0.

1 00 *, 50 0 * *(E mb .

Hosp .

) 1 7/ 12/ 201 5 1 098 452 /1 5 -6 (1 04 50 ) – S IM IL AR – Not i fi ca ç ã o d e Alt era ç ã o d e Text o d e Bu la R DC 6 0/1 2 N/ A N/ A N/ A N/ A VP -

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Far m ac ê ut ic a e

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Hosp.

)

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
40 MG CAP DURA CT BL AL AL X 30Tarja vermelha7898242771894R$ 236,97
80 MG CAP DURA CT BL AL AL X 30Tarja vermelha7898242771948R$ 349,80
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

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Ver resumo e comparador de Cloridrato de ziprasidona monoidratado →