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Bulas de Remédios
Tarja vermelha

Cloridrato de vilazodona

Bula completa, para que serve, como usar, efeitos colaterais, genéricos e preço máximo · antidepressivos.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoCloridrato de vilazodona
Classe terapêuticaAntidepressivos
Medicamento de referênciaViibryd
Nomes comerciais2 de 2 fabricantes
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 31,66
CMED

Resumo em 30 segundos

FONTE: BULÁRIO ANVISA · 20/05/2024
PARA QUE SERVE

Aymee (cloridrato de vilazodona) é indicado para o tratamento da depressão (um estado de profunda e persistente infelicidade ou tristeza, acompanhada por uma completa perda de interesse em atividades diárias normais).

COMO USAR

Aymee não foi estudado em pacientes abaixo de 18 anos de idade. A dose habitual de Aymee é de 20 mg a 40 mg uma vez ao dia. O esquema de titulação usual é uma dose inicial de 10 mg uma vez ao dia, durante 7 dias, seguida de 20 mg, uma vez ao dia.

EFEITOS COLATERAIS

Como todos os outros medicamentos, Aymee pode causar alguns efeitos colaterais. Você pode não apresentar nenhum deles. Para a maioria dos pacientes, os efeitos colaterais tendem a ser menores e temporários.

QUEM NÃO DEVE USAR

Aymee não deve ser utilizado em caso de hipersensibilidade (alergia) a cloridrato de vilazodona ou a quaisquer ingredientes da formulação. Aymee não foi estudado em pacientes abaixo de 18 anos de idade.

Trechos extraídos da bula oficial.

BULA COMPLETA

Bula de Aymee

Similar · Libbs Farmacêutica Ltda · Reg. MS 1.0033.0223 · bula de 20/05/2024

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

AYMEE (cloridrato de vilazodona) Comprimidos revestidos 10 mg 20 mg 40 mg Libbs Farmacêutica Ltda.

Aymee cloridrato de vilazodona

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Apresentações

Comprimido revestido de 10 mg de cloridrato de vilazodona em embalagem contendo 7 comprimidos.

Comprimido revestido de 20 mg de cloridrato de vilazodona em embalagem contendo 10 ou 30 comprimidos.

Comprimido revestido de 40 mg de cloridrato de vilazodona em embalagem contendo 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido revestido contém 10 mg de cloridrato de vilazodona (equivalente a 9,2 mg de vilazodona).

Cada comprimido revestido contém 20 mg de cloridrato de vilazodona (equivalente a 18,4 mg de vilazodona).

Cada comprimido revestido contém 40 mg de cloridrato de vilazodona (equivalente a 36,8 mg de vilazodona).

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, celulose microcristalina silicificada, estearato de magnésio, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco, amarelo crepúsculo laca de alumínio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

01

Para que este medicamento é indicado?

Aymee (cloridrato de vilazodona) é indicado para o tratamento da depressão (um estado de profunda e persistente infelicidade ou tristeza, acompanhada por uma completa perda de interesse em atividades diárias normais).

02

Como este medicamento funciona?

Aymee funciona de duas maneiras diferentes para ajudar a corrigir a atividade da serotonina, uma substância do cérebro conhecida por estar associada à depressão.

O início do alívio dos sintomas depressivos foi observado no final da primeira semana de tratamento dependendo da variabilidade individual do paciente.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Aymee não deve ser utilizado em caso de hipersensibilidade (alergia) a cloridrato de vilazodona ou a quaisquer ingredientes da formulação.

Aymee não foi estudado em pacientes abaixo de 18 anos de idade.

Aymee não foi estudado em mulheres grávidas e, portanto, seu uso não é recomendado. Pergunte ao seu médico, caso você não tenha certeza, se você toma um inibidor da monoaminoxidase (outra classe de antidepressivos). Não tome um inibidor de monoaminoxidase dentro de 2 semanas da interrupção de Aymee a menos que seja orientado a fazê-lo pelo seu médico. Não inicie o Aymee se você parou de tomar um inibidor da monoaminoxidase nas últimas 2 semanas a menos que seja orientado a fazê-lo pelo seu médico.

Aymee não deve ser utilizado se você estiver tomando o antibiótico linezolida.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar).

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

O tratamento com este tipo de medicamento é mais seguro e eficaz quando você e seu médico têm uma boa comunicação sobre como você está se sentindo.

É importante falar com o seu médico sobre os riscos do tratamento da depressão, e, também, o risco de não a tratar.

Aymee não foi estudado em pacientes abaixo de 18 anos de idade.

Novos ou problemas emocionais ou de comportamento piorados Particularmente, nas primeiras semanas, ou quando as doses são ajustadas, um pequeno número de pacientes que tomam medicamentos deste tipo pode se sentir pior em vez de melhorar; por exemplo, eles podem experimentar sentimentos de agitação, hostilidade ou ansiedade incomuns, ter pensamentos impulsivos ou perturbadores como pensamentos de autoagressão ou violentos a outros. É importante que você, o paciente e seus familiares estejam em alerta para o aparecimento destes sintomas e qualquer outra mudança comportamental.

Se estes sintomas aparecerem consulte o médico imediatamente e não interrompa o medicamento por conta própria.

Antes de usar Aymee converse com o seu médico se você:

  • tem problemas de fígado
  • tem problemas nos rins
  • tem ou teve convulsões
  • tem histórico prévio ou familiar de transtorno bipolar (psicose maníaco-depressiva) ou mania
  • tem níveis baixos de sódio no sangue
  • tem ou teve problemas hemorrágicos
  • bebe álcool
  • tem quaisquer outras condições médicas
  • estiver grávida ou planeja engravidar. Não se sabe se Aymee irá prejudicar o feto. Não há estudos disponíveis que possam garantir segurança para o bebê, quando exposto ao medicamento. Ele deve ser usado somente se os benefícios superarem os riscos. Portanto, durante toda a gravidez e o parto, este medicamento não deve ser utilizado sem a orientação de um médico ou dentista. Notifique-os em caso de gravidez.
  • amamenta ou planeja amamentar. Não se sabe se Aymee passa para o leite materno.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Não interrompa Aymee sem falar com o seu médico antes. Interromper Aymee de repente pode causar sintomas graves, incluindo:

  • ansiedade, irritabilidade, alta ou baixa do humor, sentir-se agitado ou sonolento
  • dor de cabeça, sudorese, náuseas, tonturas
  • sensações parecidas com choque elétrico, tremores, confusão Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Especialmente informe ao seu médico se você tomar:

  • triptanos usados para tratar a dor da cabeça da enxaqueca
  • medicamentos usados para tratar transtornos do humor, ansiedade, psicóticos ou transtornos do pensamento, incluindo tricíclicos, lítio, inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs), inibidores da recaptação da serotonina e da norepinefrina (ISRSNs), buspirona ou antipsicóticos
  • tramadol
  • suplementos isentos de prescrição, como triptofano ou Erva de São João
  • anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs)
  • aspirina
  • varfarina
  • mefenitoína
  • diuréticos
  • cetoconazol (antifúngico)
  • eritromicina (antibiótico) Procure ajuda médica imediatamente se tiver algum destes sintomas:
  • agitação, alucinações, coma ou outras mudanças no estado mental
  • problemas de coordenação ou espasmos musculares (reflexos alterados)
  • batimento cardíaco rápido, pressão arterial alta ou baixa
  • sudorese ou febre
  • náuseas, vômitos ou diarreia
  • rigidez ou tensão muscular Você deve evitar beber álcool enquanto toma Aymee.

Dirigir Veículos e Operar Máquinas: Aymee pode prejudicar o julgamento, o raciocínio ou as habilidades motoras. Até que você saiba como Aymee afeta você, tenha cuidado ao realizar atividades que exijam concentração, como dirigir ou operar máquinas.

Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.

O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Atenção: Contém os corantes amarelo crepúsculo laca de alumínio e vermelho allura 129 laca de alumínio, que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Aymee (cloridrato de vilazodona) deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características organolépticas Aymee (cloridrato de vilazodona) 10 mg é um comprimido revestido oval, cor salmão claro, com gravação “10” em uma face e liso na outra.

Aymee (cloridrato de vilazodona) 20 mg é um comprimido revestido oval, cor rosa, com gravação “20” em uma face e liso na outra.

Aymee (cloridrato de vilazodona) 40 mg é um comprimido revestido oval, cor laranja, com gravação “40” em uma face e liso na outra.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Aymee não foi estudado em pacientes abaixo de 18 anos de idade.

A dose habitual de Aymee é de 20 mg a 40 mg uma vez ao dia. O esquema de titulação usual é uma dose inicial de 10 mg uma vez ao dia, durante 7 dias, seguida de 20 mg, uma vez ao dia. Caso necessário, a dosagem pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia após um tempo mínimo de 7 dias utilizando a dosagem intermediária. Tome Aymee com alimentos. Aymee pode não funcionar tão bem se você o tomar com estômago vazio.

Se estiver usando o kit de iniciação, você encontrará um blister com 7 comprimidos de 10 mg e 1 blister com 7 comprimidos de 20 mg. O blister de 10 mg refere-se à primeira semana de tratamento e você deve tomar um comprimido ao dia. O blister de 20 mg refere-se à segunda semana de tratamento e você também deve tomar um comprimido ao dia, começando no oitavo dia. É importante que você tome os comprimidos exatamente como indicado em cada blister, seguindo o esquema do dia e da semana. É importante que você tome Aymee exatamente como o seu médico indicou, mesmo se você estiver se sentindo melhor. O seu médico pode ter que alterar a dose do Aymee até que seja a dose correta para você.

Descontinuação do Aymee: Contate o seu médico antes de interromper ou reduzir a sua dose de Aymee.

Sintomas como tonturas, náuseas, diarreia, dor de cabeça, parestesia (formigamento, dormência, queimação ou sensações de formigamento), vômitos, irritabilidade, ansiedade, sudorese excessiva, fadiga, insônia (incapacidade de dormir), pesadelo e outros sintomas têm sido relatados após interrupção de medicamentos semelhantes ao Aymee. Estes sintomas geralmente desaparecem sem necessidade de tratamento; no entanto, há relatos de sintomas sérios de descontinuação. Informe ao seu médico imediatamente se você tiver estes ou quaisquer outros sintomas. O seu médico pode ajustar a dose de Aymee para aliviar os sintomas.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você esquecer uma dose de Aymee, tomar a dose esquecida assim que você se lembrar. Se for quase a hora da próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima dose no horário normal. Não tome duas doses de Aymee ao mesmo tempo.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Como todos os outros medicamentos, Aymee pode causar alguns efeitos colaterais. Você pode não apresentar nenhum deles. Para a maioria dos pacientes, os efeitos colaterais tendem a ser menores e temporários. No entanto, alguns podem ser sérios. Alguns destes efeitos colaterais podem estar relacionados com a dose.

Consulte o seu médico se apresentar estes ou outros efeitos colaterais, já que a dose poderá ter que ser ajustada.

Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia e náuseas.

Reação comum (ocorre em 1% a 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca seca, vômitos, dispepsia (desconforto gastrointestinal), flatulência (gases), olhos secos, tontura, sonolência, parestesia (formigamento, dormência, queimação, ou sensação de formigamento), tremor, insônia (incapacidade de dormir), sonhos anormais, diminuição da libido (diminuição do desejo sexual), diminuição do apetite, inquietação, alterações do orgasmo, fadiga (cansaço), nervosismo, gastroenterite (transtorno intestinal), palpitações, artralgia (dor nas articulações), ejaculação retardada, disfunção erétil, aumento do apetite, visão embaçada, enxaquecas, sedação, hiperidrose (sudorese excessiva), sudorese noturna.

Reações incomuns (ocorrem em 0,1% a 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): extrassístoles ventriculares (palpitação grave), catarata, sensação anormal, disgeusia (falta de paladar), ataque de pânico, mania, polaciúria (micção anormalmente frequente), síndrome serotoninérgica Reações raras (ocorrem em 0,01% a 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Nenhuma notificada.

Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):

Nenhuma notificada.

Outras reações adversas relatadas após a comercialização de cloridrato de vilazodona foram: pancreatite aguda (inflamação repentina do pâncreas).

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Neste caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Existe experiência clínica limitada com overdose de Aymee em humanos. Nos estudos clínicos foram identificadas as seguintes reações adversas associadas a overdose de Aymee, nas doses de 200 – 280 mg (5 a 7 vezes a dosagem recomendada): síndrome serotoninérgica, letargia, inquietação, alucinações e desorientação. Não são conhecidos antídotos específicos para o cloridrato de vilazodona.

Em caso de superdose do medicamento, entre em contato com um médico ou pronto-atendimento do hospital imediatamente, mesmo se não houver sintomas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro: 1.0033.0223 Farm. Resp.: Cintia Delphino de Andrade CRF-SP nº: 25.125 Registrado por:

Libbs Farmacêutica LTDA.

Avenida Marquês de São Vicente n°2219, 2 andar – São Paulo – SP

CNPJ 61.230.314/0001-75 Produzido por:

Libbs Farmacêutica LTDA.

Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP Indústria Brasileira www.libbs.com.br Venda sob prescrição. Só pode ser vendido com retenção da receita.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 21/01/2019.

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Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

AYMEE (cloridrato de vilazodona) Comprimidos revestidos 10 mg 20 mg 40 mg Libbs Farmacêutica Ltda.

Aymee cloridrato de vilazodona

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Apresentações

Comprimido revestido de 10 mg de cloridrato de vilazodona em embalagem contendo 7 comprimidos.

Comprimido revestido de 20 mg de cloridrato de vilazodona em embalagem contendo 10 ou 30 comprimidos.

Comprimido revestido de 40 mg de cloridrato de vilazodona em embalagem contendo 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

—

Composição

Cada comprimido revestido contém 10 mg de cloridrato de vilazodona (equivalente a 9,2 mg de vilazodona).

Cada comprimido revestido contém 20 mg de cloridrato de vilazodona (equivalente a 18,4 mg de vilazodona).

Cada comprimido revestido contém 40 mg de cloridrato de vilazodona (equivalente a 36,8 mg de vilazodona).

Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, celulose microcristalina silicificada, estearato de magnésio, álcool polivinílico, dióxido de titânio, macrogol, talco, amarelo crepúsculo laca de alumínio, vermelho allura 129 laca de alumínio.

01

Indicações

Aymee (cloridrato de vilazodona) é indicado para o tratamento do transtorno depressivo maior (TDM). A eficácia de cloridrato de vilazodona foi estabelecida em dois estudos de 8 semanas, randomizados, duplo-cegos, placebo controlados em pacientes adultos com diagnóstico de TDM.

02

Resultados de eficácia

A eficácia de cloridrato de vilazodona como um tratamento para o transtorno depressivo maior foi estabelecida em dois estudos de 8 semanas, multicêntricos, randomizados, duplo-cegos, placebo controlados em pacientes adultos (18-70 anos de idade) ambulatoriais, que atenderam aos critérios estabelecidos no Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais (DSM-IV-TR) para transtorno depressivo maior. Nestes estudos, os pacientes foram titulados ao longo de 2 semanas a uma dose de 40 mg de cloridrato de vilazodona com alimentos (n = 436) ou placebo (n = 433) uma vez ao dia. O cloridrato de vilazodona foi superior ao placebo na melhora dos sintomas depressivos, conforme medido pela variação média do valor basal na semana 8 na pontuação total da Escala de Avaliação da Depressão de Montgomery-Asberg (MADRS). A avaliação de subgrupos da população com base na idade (havia poucos pacientes acima de 65 anos), sexo e raça não revelou qualquer evidência clara da capacidade de resposta diferencial.

Os desfechos secundários incluíram variações médias a partir do período basal na pontuação total da Escala de Depressão de Hamilton (HAM-D-17), na pontuação na Escala Global de Impressão de Gravidade Clínica (CGI-S), bem como a variação média na semana 8 na Escala Global de Impressão de Melhora Clínica (CGI-I). As taxas de resposta de MADRS e de HAM-D-17 baseadas na semana 8 foram variáveis secundárias adicionais.

O cloridrato de vilazodona foi estatisticamente superior ao placebo na melhoria dos sintomas depressivos, quando medidos pela mudança na pontuação total MADRS. Os desfechos secundários também apoiaram a superioridade de cloridrato de vilazodona sobre o placebo no tratamento do TDM na semana 8. O tratamento com cloridrato de vilazodona produziu melhoras estatísticas e clinicamente significativas em pacientes com transtorno depressivo maior, como indicado por reduções maiores na pontuação total de HAM-D-17, pontuação de CGI-I, e pontuações de CGI-S. O tratamento com cloridrato de vilazodona também produziu maiores taxas de resposta medidas por MADRS e HAM-D-17 (vide “Tabela 1”).

Tabela 1: Eficácia de cloridrato de vilazodona no Tratamento do TDM (Semana 8, População IDT) Desfechos Primários Estudo 1 Estudo 2 Pontuação Total de MADRS (diferença do placebo na mudança basal) Média de QM * IC 95% V alor de p -3,2 -5,2, -1,3 0,0014 -2,5 -4,4, -0,6 0,0105 Desfechos Secundários Estudo 1 Estudo 2 Pontuação Total de HAM-D-17 (diferença do placebo na mudança basal) Média de QM* IC 95% Valor de p -1,7 -3,2, -0,2 0,022a -1,6 -3,1, -0,20 0,0256a Pontuação de CGI-I (diferença do placebo na mudança média na semana 8) Média de Q M* IC 95% Valor de p -0,4 -0,6, -0,2 0,0006a -0,3 -0,5, -0,1 0,0044a Pontuação de CGI-S (diferença do placebo na mudança basal) Média de Q M* IC 95% Valor de p -0,4 -0,7, -0,2 0,0010a -0,4 -0,6, -0,1 0,0035a Resposta de MADRS (Redução ≥ ≥ ≥ 50% na pontuação total basal na semana 8. Uma resposta baseada em HAM-D-17 foi definida como uma redução ≥ 50% na pontuação total basal na semana. a valor nominal de p * IC - intervalo de confiança, QM média – Média do quadrado mínimo 1 Rickels K, Athanasiou M, Robinson DS, Gibertini M, Whalen H, Reed CR. Evidence for efficacy and tolerability of vilazodone in the treatment of major depressive disorder: a randomized, double- blind, placebo- controlled trial. J Clin Psychiatry 2009;70:326-33.

2 Khan A, Cutler AJ, Kajdask DK, Gallipoli S, Athanasiou M, Robinson DS et al. A randomized, double-blind, placebo-controlled, 8-week study of vilazodone, a serotonergic agent for the treatment of major depressive disorder. J Clin Psychiarty 2011;72:441-7.

Função Sexual A função sexual foi avaliada em dois estudos. A Escala de Experiências Sexuais Arizona (ASEX) foi utilizada no Estudo 1 e as Mudanças no Questionário de Função Sexual (CSFQ) foram utilizadas no Estudo 2. A mudança negativa ao partir do período basal, com pontuações mais baixas, indica melhora do funcionamento da ASEX e a mudança média > 2 pontos na pontuação total é considerada clinicamente significativa. Na CSFQ, uma mudança positiva, com pontuações crescentes, é indicativa de melhor funcionamento.

No Estudo 1, a mudança média dos quadrados mínimos (QM) a partir do período basal na pontuação total de ASEX ao Término do Tratamento para pacientes do sexo masculino tomando placebo ou cloridrato de vilazodona 40 mg foi -1,03 e 0,80, respectivamente. Para o sexo feminino, a mudança média de QM basal na pontuação total de ASEX ao Término do Tratamento foi de 0,07, para os pacientes tomando placebo e -1,14 para pacientes que tomam cloridrato de vilazodona 40 mg. Embora a diferença na média de QM entre placebo e cloridrato de vilazodona tenha sido estatisticamente significativa nos homens, não houve diferença entre cloridrato de vilazodona e placebo em mulheres. Não houve diferenças clinicamente importantes entre o cloridrato de vilazodona e o placebo em nenhum dos domínios ASEX.

No Estudo 2, mudanças na pontuação total média de CSFQ aumentaram em homens e mulheres, tanto para o grupo cloridrato de vilazodona, como para o placebo. As mudanças basais demonstraram nenhuma diferença estatística ou clinicamente significativa entre cloridrato de vilazodona e placebo sobre o funcionamento sexual.

03

Características farmacológicas

Mecanismo de Ação O mecanismo do efeito antidepressivo de Amyee presume-se estar relacionado com aumento da atividade serotonérgica no sistema nervoso central. Amyee um agente serotoninérgico de dupla ação, combina os efeitos antidepressivos de um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS), com a atividade agonista parcial de serotonina dos receptores 5-HT1A. Amyee, seletivamente, liga-se com alta afinidade a locais de recaptação da serotonina (Ki = 0,1 nM) e nos receptores 5HT1A (IC50 = 2,1 nM), e melhora a função cerebral serotonérgica por inibição da recaptação de serotonina (IC50 = 1,6 nM), e estimula os receptores 5HT1A como um agonista parcial (EC50 = 1,4 nM).

Farmacocinética A atividade de Amyee deve-se, principalmente, ao medicamento precursor. A farmacocinética de Amyee (5 mg

  • 80 mg) é proporcional à dose.

O acúmulo de Amyee é previsível a partir de dados da dose única, não varia com a dose, e o estado de equilíbrio é obtido em cerca de 3 dias. A eliminação de Amyee é principalmente por metabolismo hepático com uma meia-vida terminal de aproximadamente 25 horas. No estado de equilíbrio, após a administração diária de Amyee 40 mg sob condições de alimentação, o valor de Cmáx é de 156 ng/mL e o valor da ASC média (0-24 horas), é 1645 ng.h/mL.

Absorção: Amyee tem uma concentração máxima em uma média de 4-5 horas (Tmáx) após a administração e declina com uma meia-vida terminal de aproximadamente 25 horas. A biodisponibilidade absoluta de Amyee é de 72% com os alimentos. A administração de Amyee com alimentos (elevado teor de gordura ou refeição leve) aumenta a biodisponibilidade oral (Cmáx aumentou aproximadamente 147-160% e a ASC aumentou em aproximadamente 64-85%).

A coadministração de Amyee com etanol ou com um inibidor da bomba de prótons (pantoprazol) não afetou a taxa ou extensão da absorção. Além disso, nem o Tmáx nem a velocidade de eliminação terminal de Amyee foram alterados pela coadministração com pantoprazol ou etanol.

A absorção é diminuída em aproximadamente 25% se o vômito ocorrer no prazo de 7 horas da ingestão; nenhuma dose de substituição é necessária.

Distribuição: Amyee é amplamente distribuído e aproximadamente 96-99% ligado à proteína.

Metabolismo e Eliminação: Amyee é extensivamente metabolizado por vias CYP e não CYP (possivelmente por carboxilesterase), com apenas 1% da dose recuperada na urina e 2% da dose recuperada nas fezes como vilazodona inalterada. CYP3A4 é o principal responsável pelo seu metabolismo entre as vias CYP, com contribuições menores de CYP2C19 e CYP2D6. Estudos in vitro com microssomas e hepatócitos humanos indicaram que é improvável que Amyee iniba ou induza o metabolismo de substratos de CYP (exceto para CYP2C8); e um estudo in vivo com sonda de substratos para CYP2C19, 2D6 e 3A4 mostrou que Amyee não alterou a farmacocinética das sondas de substratos. No entanto, um estudo in vivo com sonda de substrato para CYP2C19 demonstrou uma pequena indução de CYP2C19. Inibidores fortes de CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol) podem reduzir o metabolismo de Amyee in vivo e aumentar a exposição. Por outro lado, indutores fortes de CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina) podem diminuir a exposição à Amyee [vide “Interações Medicamentosas”].

A meia-vida de eliminação terminal de Amyee é de aproximadamente 25 horas. A depuração plasmática de Amyee administrado oralmente é de aproximadamente 21 L/hora. A presença de comprometimento renal leve ou moderado, ou comprometimento hepático leve, moderado ou grave não afetou a aparente depuração de vilazodona.

Populações Especiais e Condições Mulheres Grávidas A segurança e a eficácia de cloridrato de vilazodona não foram estudadas em mulheres grávidas [vide “Contraindicações” e “Advertências e Precauções”].

Pediátricos (< 18 anos de idade) A segurança e a eficácia de cloridrato de vilazodona não foram estudadas em pacientes pediátricos.

Geriátricos (> 65 anos de idade) Nenhum ajuste de dose é recomendado em função da idade.

Comprometimento Hepático Nenhum ajuste de dose é recomendado em pacientes com comprometimento hepático leve, moderado ou grave.

Comprometimento Renal Nenhum ajuste de dose é recomendado em pacientes com comprometimento renal leve, moderado ou grave.

Dados de segurança pré-clínicos detalhados Farmacologia em Animais: A farmacologia de cloridrato de vilazodona foi estudada para caracterizar sua inibição na recaptação de serotonina (5-hidroxitriptamina; 5-HT), ativação dos receptores 5-HT1A, regulação da transmissão cerebral de 5-HT e eficácia em modelos animais de depressão. O cloridrato de vilazodona exibiu alta afinidade seletiva pelos locais de recaptação de 5-HT humanos e pelos receptores 5HT1A. Em células expressando transportadores 5-HT humanos ou receptores 5HT1A, cloridrato de vilazodona potentemente inibiu a recaptação de 5-HT (IC50 = 1,58 nM) ou estimulou a ligação de [35S]-GTPyS a receptores 5-HT1A, como um agonista parcial com um valor de EC50 de 1,4 nM, respectivamente. O cloridrato de vilazodona tem ~ 6 vezes mais potência in vitro para a recaptação de 5-HT do que a fluoxetina e ~ 60 vezes mais afinidade in vitro para os receptores 5-HT1A do que a buspirona, um agonista específico de 5-HT1A. O cloridrato de vilazodona aumentou níveis extracelulares de 5-HT no córtex frontal de ratos e demonstrou eficácia significativa em modelos de depressão em roedores em doses exibindo > 50% de ocupação, tanto em locais de recaptação de 5-HT quanto em receptores

05

Ht1a.

Estudos farmacológicos de segurança foram conduzidos para avaliar o sistema nervoso central (SNC), efeitos cardiovasculares e efeitos gastrintestinais, bem como os efeitos de cloridrato de vilazodona em tecidos isolados e na dependência do medicamento. Estudos farmacológicos de segurança de cloridrato de vilazodona administrado em doses orais elevadas em relação ao intervalo de dose esperada em humanos demonstrou um perfil de segurança aceitável antes da administração humana.

Toxicologia Carcinogenicidade: Os estudos de carcinogenicidade foram conduzidos, nos quais camundongos B6C3F1 e ratos Wistar tomaram doses orais de cloridrato de vilazodona até 135 e 150 mg/kg/dia, respectivamente, durante 2 anos.

Estas doses são, aproximadamente, 16,5 e 36 vezes a dose máxima recomendada para seres humanos (DMRH) de 40 mg, respectivamente, com base em mg/m 2. Em camundongos, a incidência de carcinomas hepatocelulares foi maior em machos em 16,5 vezes a DMRH; este achado não foi observado em 5,5 vezes a DMRH. A incidência de tumores malignos da glândula mamária foi numericamente maior em fêmeas em 5,5 e 16,5 vezes a DMRH, com significância estatística em 16,5 a DMRH; este achado não foi observado em 1,8 vezes a DMRH. Níveis elevados de prolactina foram observados em um estudo de 2 semanas com cloridrato de vilazodona administrado em 5,5 e 33 vezes a DMRH. Os aumentos nos níveis de prolactina são conhecidos por causar tumores mamários em roedores. No estudo em ratos, cloridrato de vilazodona não foi carcinogênico em ambos os sexos, com doses até 36 vezes a DMRH.

Mutagênese: O cloridrato de vilazodona não foi mutagênico no teste in vitro de mutação reversa bacteriana (teste de Ames). O cloridrato de vilazodona foi negativo no teste in vitro de transmissão de mutação de células V79/HGRPT de mamíferos. O cloridrato de vilazodona foi clastogênico em dois testes in vitro de aberrações cromossômicas em células de mamíferos. No entanto, vilazodona foi negativa para a atividade clastogênica, tanto em um teste in vivo de aberrações cromossômicas em células de medula óssea de rato como no teste de micronúcleo. O cloridrato de vilazodona também foi negativo em testes in vivo/in vitro no teste de síntese não programada de DNA, em ratos.

Comprometimento da Fertilidade: O tratamento de ratos com cloridrato de vilazodona a uma dose de 125 mg/kg, que é 30 vezes a dose máxima recomendada para seres humanos (DMRH), de 40 mg em base de mg/m 2, causou comprometimento da fertilidade masculina, sem qualquer efeito sobre a fertilidade feminina. A fertilidade masculina comprometida não foi observada em 6 vezes a DMRH.

Efeitos Teratogênicos: O cloridrato de vilazodona causou alguma toxicidade no desenvolvimento em ratos, mas não foi teratogênico em ratos ou coelhos. Não existem estudos adequados e bem controlados do cloridrato de vilazodona em mulheres grávidas. Ao tratar mulheres grávidas com Aymee considere cuidadosamente se os potenciais benefícios superam os potenciais riscos do tratamento.

Não foram observados efeitos teratogênicos quando cloridrato de vilazodona foi administrado a ratas grávidas ou coelhas durante o período de organogênese em doses orais até 200 mg/kg/dia e 36/mg/dia, respectivamente. As doses são 48 e 17 vezes, em ratos e coelhos, respectivamente, a dose máxima recomendada em seres humanos (DMRH) de 40 mg numa base de mg/m 2. O ganho de peso corporal fetal foi reduzido e a ossificação do esqueleto foi atrasada em ratos e coelhos com estas doses; estes efeitos não foram observados com doses até 10 vezes a DMRH em ratos ou quatro vezes a DMRH em coelhos.

Quando cloridrato de vilazodona foi administrado a ratas grávidas em uma dose oral de 30 vezes a DMRH, com base em mg/m 2 durante o período de organogênese e durante a gravidez e lactação, o número de crias vivas foi diminuída. Houve um aumento na mortalidade pós-natal precoce dos filhotes, e entre os filhotes sobreviventes, houve diminuição do peso corporal, maturação tardia, e diminuição da fertilidade na idade adulta. Houve alguma toxicidade materna com esta dose. Estes efeitos não foram observados a 6 vezes a DMRH com base em mg/m

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4. contraindicações

Hipersensibilidade Aymee é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade ao cloridrato de vilazodona ou a qualquer ingrediente na formulação.

Gravidez Aymee não foi estudado em mulheres grávidas e, portanto, seu uso não é recomendado (vide “Advertências e Precauções”).

Inibidores da Monoaminoxidase (IMAOs) O uso de IMAOs com o propósito de tratar distúrbios psiquiátricos com Aymee ou dentro de 14 dias da descontinuação do tratamento com Aymee é contraindicado devido ao aumento do risco de síndrome serotoninérgica. O uso de Aymee dentro de 14 dias após a descontinuação de um IMAO com o propósito de tratar distúrbios psiquiátricos também é contraindicado.

Iniciar Aymee em um paciente que está se tratando com outros medicamentos que inibem a monoaminoxidase, tais como linezolida ou em pacientes aos quais o azul de metileno tem sido administrado por via intravenosa, é também contraindicado devido a um aumento do risco de síndrome serotoninérgica.

Em alguns casos, um paciente em tratamento com Aymee pode necessitar de tratamento urgente com linezolida ou com azul de metileno intravenoso, que, como os inibidores da MAO, impactam na monoaminoxidase e podem aumentar o risco de síndrome serotoninérgica com a utilização concomitante de Aymee. Se o uso agudo de linezolida ou azul de metileno intravenoso for clinicamente justificado em um paciente em terapia com Aymee, então Aymee deve ser descontinuado imediatamente (vide “Advertências e Precauções”)

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Advertências e precauções

Pensamentos e comportamentos suicidas em crianças, adolescentes e adultos jovens Os pacientes com transtorno depressivo maior (TDM), tanto pacientes adultos como pediátricos, podem apresentar piora da depressão e/ou aparecimento de tendência e comportamento suicida (suicidalidade), ou alterações anormais no comportamento, se estiverem ou não tomando medicamentos antidepressivos, e este risco pode persistir até que ocorra remissão significativa. Suicídio é um risco conhecido da depressão e outros transtornos psiquiátricos, e esses próprios distúrbios são fortes prognósticos de suicídio. Há uma preocupação antiga, no entanto, de que os antidepressivos possam ter um papel importante na indução do agravamento da depressão e no aparecimento da suicidalidade em certos pacientes durante as primeiras fases do tratamento.

Os estudos de curto prazo placebo controlados com medicamentos antidepressivos (ISRSs e outros) demonstraram que esses medicamentos aumentam o risco de tendência e comportamento suicida em crianças, adolescentes e adultos jovens (18 a 24 anos) com transtorno depressivo maior e outros transtornos psiquiátricos. Estudos de curto prazo não demonstraram um aumento do risco de tendência e comportamento suicida com antidepressivos, quando comparado com placebo em adultos de 24 anos e mais. Houve uma redução no risco de tendência e comportamento suicida com antidepressivos, quando comparado com placebo em adultos de 65 anos ou mais.

Aymee não é indicado para uso em pacientes com idade abaixo de 18 anos de idade.

Todos os pacientes que estão sendo tratados com antidepressivos para qualquer indicação devem ser monitorados adequadamente e observados atentamente para piora clínica, tendência suicida, mudanças incomuns no comportamento, especialmente durante os primeiros meses de curso da terapia medicamentosa, ou em tempos de aumento ou diminuição de doses.

Ativação da Mania/Hipomania Os sintomas de mania/hipomania foram notificados em 0,1% dos pacientes tratados com Aymee em estudos clínicos. A ativação da mania/hipomania também tem sido relatada em uma pequena proporção de pacientes com transtorno afetivo maior que foram tratados com outros antidepressivos. Tal como acontece com todos os antidepressivos, use Aymee com cautela em pacientes com histórico pessoal ou familiar de transtorno bipolar, mania ou hipomania. Antes de iniciar o tratamento com Aymee, pacientes com sintomas depressivos devem ser adequadamente avaliados para determinar se eles estão em risco para o transtorno bipolar.

Síndrome Serotoninérgica O desenvolvimento de uma síndrome serotoninérgica, potencialmente de ameaça à vida, foi relatado com ISRSNs e ISRSs, incluindo Aymee isolado, mas particularmente com o uso concomitante de outros medicamentos serotoninérgicos (incluindo triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol, triptofano, buspirona e Erva de São João) e com medicamentos que prejudicam o metabolismo da serotonina (em particular, os IMAOs, tanto aqueles destinados a tratar distúrbios psiquiátricos quanto outros, tais como a linezolida e azul de metileno intravenoso). Os sintomas de síndrome serotoninérgica foram relatados em 0,1% dos pacientes com TDM tratados com cloridrato de vilazodona em estudos clínicos anteriores à comercialização.

Os sintomas da síndrome serotoninérgica podem incluir alterações do estado mental (por exemplo, agitação, alucinações, delírio e coma), instabilidade autônoma (por exemplo, taquicardia, pressão sanguínea lábil, tontura, diaforese, rubor, hipertermia), sintomas neuromusculares (por exemplo, tremor, rigidez, mioclonias, hiperreflexia, incoordenação), convulsões e/ou sintomas gastrintestinais (por exemplo, náusea, vômito, diarreia). Os pacientes devem ser monitorados para o aparecimento de síndrome serotoninérgica.

O uso concomitante de Aymee com IMAOs destinados a tratar distúrbios psiquiátricos é contraindicado. Aymee não deve ser iniciado também em um paciente que está sendo tratado com IMAOs tais como linezolida e azul de metileno intravenoso. Todos os relatos com azul de metileno que forneceram informações sobre a via de administração envolveram administração intravenosa na faixa de dose de 1 mg/kg a 8 mg/kg. Nenhum relato envolveu a administração de azul de metileno por outras vias (tais como comprimidos orais ou injeção no tecido local) ou em doses mais baixas. Pode haver circunstâncias em que seja necessário iniciar o tratamento com um IMAO tais como a linezolida e o azul de metileno intravenoso em um paciente tomando Aymee. Aymee deve ser descontinuado antes do início do tratamento com o IMAO (vide “Contraindicações” e “Posologia e Modo de Usar”).

Se o uso concomitante de Aymee com outros medicamentos serotoninérgicos, incluindo triptanos, antidepressivos tricíclicos, fentanila, lítio, tramadol, triptofano, buspirona e Erva de São João, é clinicamente justificado, os pacientes devem estar cientes de um possível risco aumentado de síndrome serotoninérgica, particularmente durante o início do tratamento e aumento da dose.

O tratamento com Aymee e quaisquer agentes serotoninérgicos concomitantes deve ser descontinuado imediatamente se os sintomas da síndrome serotoninérgica ocorrerem, e o tratamento sintomático de apoio deve ser iniciado.

Hemorragia Anormal A utilização de medicamentos que interferem com a inibição da recaptação de serotonina, incluindo Aymee, pode aumentar o risco de eventos hemorrágicos. O uso concomitante de aspirina, anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), varfarina e outros anticoagulantes podem adicionar a este risco.

Os pacientes devem ser advertidos sobre o risco de hemorragia associado com o uso concomitante de Aymee e AINEs, aspirina ou outros medicamentos que afetam a coagulação ou hemorragia (vide “Interações Medicamentosas”).

Crises convulsivas Aymee não foi sistematicamente avaliado em pacientes com transtornos convulsivos. Como outros antidepressivos, Aymee deve ser prescrito com precaução em pacientes com transtorno convulsivo.

Descontinuação do Tratamento com Aymee Há relatos de eventos adversos ocorridos com a descontinuação dos antidepressivos serotoninérgicos, especialmente quando a descontinuação é abrupta, incluindo os seguintes: humor disfórico, irritabilidade, agitação, tontura, transtornos sensoriais (por exemplo, parestesia, tais como sensações de choque elétrico), ansiedade, confusão, dor de cabeça, letargia, labilidade emocional, insônia, hipomania, zumbido e crises convulsivas. Embora esses eventos sejam geralmente autolimitados, há relatos de sintomas de descontinuação sérios. Monitorar os pacientes para os sintomas de descontinuação ao se descontinuar Aymee. Reduzir a dose gradualmente sempre que possível. Se ocorrerem sintomas intoleráveis após uma diminuição da dose ou a descontinuação do tratamento, considerar retomar a dose anteriormente prescrita. Subsequentemente, a dose pode ser diminuída, mas a uma taxa mais gradual.

Hiponatremia Embora nenhum caso de hiponatremia resultante do tratamento com Aymee tenha sido notificado nos estudos clínicos, a hiponatremia ocorreu como resultado do tratamento com ISRS e ISRN. Em muitos casos, a hiponatremia parece ser o resultado da síndrome da secreção inapropriada do hormônio antidiurético (ISADH).

Pacientes idosos, bem como pacientes com risco de depleção de volume, podem ter maior risco de desenvolver a hiponatremia com ISRSs e ISRSNs. A descontinuação do Aymee em pacientes com hiponatremia sintomática e a intervenção médica adequada devem ser instituídas.

Glaucoma de Ângulo Fechado A dilatação pupilar que ocorre após o uso de diversos antidepressivos incluindo Aymee pode desencadear um ataque de ângulo fechado em paciente com ângulos anatomicamente estreitos que não tem iridectomia patente.

Populações Especiais Mulheres Grávidas Ao tratar uma mulher grávida com Aymee, o médico deve considerar cuidadosamente tanto os riscos potenciais de tomar um ISRS, juntamente com os benefícios estabelecidos do tratamento do TDM com ISRS. Não existem estudos adequados e bem controlados do Aymee em mulheres grávidas (vide “Contraindicações”).

Pacientes que descontinuam o medicamento antidepressivo durante a gravidez correm o risco de uma recaída do

TDM.

Aymee é classificado como um medicamento da categoria C de risco na gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeitos Não Teratogênicos Os recém-nascidos expostos a antidepressivos serotoninérgicos no final do terceiro trimestre apresentaram complicações que requereram hospitalização prolongada, suporte respiratório e alimentação por sonda. Tais complicações podem surgir imediatamente após o parto. Achados clínicos relatados incluíram desconforto respiratório, cianose, apneia, crises convulsivas, temperatura instável, dificuldades de alimentação, vômitos, hipoglicemia, hipotonia, hipertonia, hiperreflexia, tremor, nervosismo, irritabilidade e choro constante. Estas características são consistentes tanto com um efeito tóxico direto dos ISRS e ISRSNs ou, possivelmente, uma síndrome de descontinuação do medicamento. Deve notar-se que, em alguns casos, o quadro clínico é consistente com a síndrome serotoninérgica.

Os recém-nascidos expostos a ISRS durante a gravidez podem ter um risco aumentado de hipertensão pulmonar persistente neonatal (HPPN). HPPN ocorre em 1-2 por 1000 nascidos vivos na população em geral e está associada com morbidade e mortalidade neonatal substanciais. Vários estudos epidemiológicos recentes sugerem uma associação estatística positiva entre uso de ISRSs na gravidez e HPPN. Outros estudos não mostram uma associação estatisticamente significativa.

Os médicos devem observar também os resultados de um estudo longitudinal prospectivo de 201 mulheres grávidas com histórico de depressão maior que estavam tomando ou que já tomaram antidepressivos a menos de 12 semanas antes do seu último período menstrual, e que estavam em remissão. Mulheres que descontinuaram os medicamentos antidepressivos durante a gravidez mostraram um aumento significativo na recaída da sua depressão maior comparadas às mulheres que mantiveram a medicação antidepressiva durante toda a gestação.

Ao tratar uma mulher grávida, o médico deve considerar cuidadosamente tanto os riscos potenciais de tomar um ISRS, juntamente com os benefícios estabelecidos do tratamento da depressão com um antidepressivo. Essa decisão só pode ser tomada caso-a-caso.

Trabalho de Parto e Parto O efeito de Aymee no trabalho de parto e no parto em seres humanos é desconhecido. Aymee deve ser utilizado durante o trabalho de parto e parto somente se o benefício potencial superar o risco potencial.

Amamentação O efeito de Aymee na lactação e na amamentação em seres humanos é desconhecido. A amamentação em mulheres tratadas com Aymee deve ser considerada apenas se o benefício potencial superar o risco potencial para a criança. Aymee é excretado no leite de ratas lactantes.

Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Pediátricos (< 18 anos de idade) A segurança e eficácia de Aymee não foi estudada em pacientes pediátricos.

Efeitos Sobre a Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas Pesadas Aymee pode prejudicar o julgamento, raciocínio ou habilidades motoras. Durante o tratamento os pacientes não devem dirigir, nem operar máquinas pesadas ou fazer outras atividades perigosas até entender como Aymee afeta o seu desempenho.

Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas durante todo o tratamento, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.

O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Abuso e Dependência Capacidade de Causar Dependência Aymee tem sido sistematicamente estudado em animais e não demonstrou potencial de abuso ou dependência.

Embora cloridrato de vilazodona não tenha sido sistematicamente estudado em seres humanos quanto ao seu potencial de abuso, não houve evidência sugerida de comportamento de procura do medicamento em estudos clínicos. No entanto, não é possível prever, com base em experiência clínica, a extensão na qual o medicamento ativo no SNC será usado incorretamente, desviado, e/ou abusado uma vez comercializado. Consequentemente, os médicos devem avaliar cuidadosamente os pacientes quanto ao histórico de abuso de drogas e acompanhá-los de perto, observando-os para sinais de mau uso ou abuso de Aymee (por exemplo, desenvolvimento de tolerância, comportamento de procura pelo medicamento, aumento da dose).

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

Atenção: Contém lactose (tipo de açúcar).

Atenção: Contém os corantes amarelo crepúsculo laca de alumínio e vermelho allura 129 laca de alumínio, que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

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Interações medicamentosas

Interações Medicamento-Medicamento Agentes Ativos no Sistema Nervoso Central (SNC) O risco de usar Aymee em combinação com outros medicamentos ativos no SNC não foi avaliado sistematicamente. Consequentemente, tenha cuidado quando Aymee for prescrito em combinação com outros medicamentos ativos no SNC.

Inibidores da Monoaminoxidase (vide “Contraindicações” e “Advertências e Precauções”).

Medicamentos Serotoninérgicos (vide “Contraindicações” e “Advertências e Precauções”).

Medicamentos que interferem na hemostasia (por exemplo, AINEs, aspirina e varfarina) A liberação de serotonina pelas plaquetas possui um papel importante na hemostasia. Estudos epidemiológicos de caso-controle e corte têm demonstrado uma combinação entre o uso de medicamentos psicotrópicos que interferem na recaptação da serotonina com a ocorrência de hemorragia gastrintestinal superior. Estes estudos mostraram também que o uso concomitante de um AINE, ou aspirina pode potencializar o risco de hemorragia.

Efeitos anticoagulantes alterados, incluindo o aumento da hemorragia, foram notificados quando os ISRS e ISRN são coadministrados com varfarina. Os pacientes que recebem terapia de varfarina devem ser cuidadosamente monitorados quando Aymee for iniciado ou descontinuado (vide “Advertências e Precauções”).

Álcool O uso de álcool por pacientes que tomam Aymee não é recomendado.

Potencial de Outros Medicamentos Afetarem Aymee Inibidores do CYP3A4 Metabolismo pelo CYP3A4 é a principal via de eliminação de Aymee. O uso concomitante de Aymee e inibidores fortes do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol) podem aumentar as concentrações plasmáticas de Aymee em aproximadamente 50%. A dose de Aymee deve ser reduzida para 20 mg, se coadministrado com um inibidor forte do CYP3A4. Durante a coadministração com inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, a eritromicina), a dose de Aymee deve ser reduzida para 20 mg em pacientes com eventos adversos intoleráveis. Nenhum ajuste de dose é recomendado quando Aymee é coadministrado com inibidores leves do CYP3A4 (por exemplo, cimetidina).

Indutores do CYP3A4 Com base em resposta clínica, considerar o aumento da dose de Aymee até 2 vezes quando usado concomitantemente com indutores fortes do CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina) por mais do que 14 dias. A dose máxima diária não deve exceder 80 mg. O uso concomitante de Aymee com indutores fortes do CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina) tem o potencial de reduzir a exposição sistêmica de vilazodona em aproximadamente 45%. Se os indutores do CYP3A4 forem descontinuados, reduzir a dose de Aymee para o nível original em 14 dias (vide “Posologia e Modo de Usar”).

Inibidores de outras enzimas CYP Alteração das concentrações plasmáticas de Aymee não é esperada com a administração concomitante de Aymee e inibidores de CYP2C19 e CYP2D6. Estas isoformas são vias de eliminação menores no metabolismo de Aymee.

Estudos in vitro têm demonstrado que o CYP1A2, CYP2D6, CYP2C9 e CYP2E1 têm contribuição mínima para o metabolismo de cloridrato de vilazodona.

Potencial de Aymee em Afetar Outros Medicamentos Medicamentos metabolizados pelo CYP1A2, CYP2C9, CYP2D6, CYP3A4 ou CYP2C19 A administração concomitante de Aymee com substratos para CYP1A2, CYP2C9, CYP3A4 ou CYP2D6 é improvável que resulte em mudanças clinicamente significativas nas concentrações dos substratos CYP. Um estudo realizado em sujeitos de pesquisa saudáveis revelou que cloridrato de vilazodona (20 mg/dia durante 8-10 dias) não teve nenhum efeito sobre a farmacocinética da cafeína, flurbiprofeno, nifedipino ou debrisoquina, sondas para CYP1A2, CYP2C9, CYP3A4 e CYP2D6, respectivamente. A coadministração de Aymee com mefenitoína a sujeitos de pesquisa saudáveis resultou em um pequeno aumento (11%) na biotransformação de mefenitoína, sugestivo de uma indução mínima de CYP2C19. Estudos in vitro têm demonstrado que Aymee é um inibidor moderado do CYP2C19 e CYP2D6.

Medicamento Metabolizado pelo CYP2C8 A coadministração de Aymee com um substrato do CYP2C8 pode levar a um aumento na concentração do medicamento. Estudos in vitro sugerem que cloridrato de vilazodona pode inibir a biotransformação de substratos do CYP2C8. O efeito de Aymee na atividade do CYP2C8 não foi testado in vivo.

Indução de Isoformas CYP O cloridrato de vilazodona não induziu CYP1A1, 1A2, 2A6, 2B6, 2C9, 2C19, 2D6, 2E1, 3A4 ou 3A5, em um estudo in vitro em culturas de hepatócitos humanos. A administração crônica de Aymee é improvável de induzir o metabolismo de medicamentos metabolizados por estas principais isoformas de CYP.

Medicamentos Altamente Ligados às Proteínas Plasmáticas A interação entre cloridrato de vilazodona e outros medicamentos altamente ligados às proteínas plasmáticas não foi avaliada. Devido a Aymee ser altamente ligado às proteínas plasmáticas, a administração de Aymee a um paciente tomando outro medicamento que é altamente ligado às proteínas plasmáticas pode provocar um aumento das concentrações livres do outro medicamento.

Triptanos Há relatos pós-comercialização de síndrome serotoninérgica com o uso concomitante de um antidepressivo serotoninérgico e um triptano. Se o tratamento concomitante com Aymee e um triptano for clinicamente justificado, aconselha-se a observação cuidadosa do paciente, particularmente durante o início do tratamento e os aumentos da dose (vide “Advertências e Precauções”).

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Cuidados de armazenamento do medicamento

Aymee (cloridrato de vilazodona) deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características organolépticas Aymee (cloridrato de vilazodona) 10 mg é um comprimido revestido oval, cor salmão claro, com gravação “10” em uma face e liso na outra.

Aymee (cloridrato de vilazodona) 20 mg é um comprimido revestido oval, cor rosa, com gravação “20” em uma face e liso na outra.

Aymee (cloridrato de vilazodona) 40 mg é um comprimido revestido oval, cor laranja, com gravação “40” em uma face e liso na outra.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

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Posologia e modo de usar

Considerações da Administração Aymee não é indicado para ser usado em crianças abaixo de 18 anos de idade.

Aymee deve ser tomado com alimentos. Concentrações sanguíneas de Aymee (ASC) em jejum podem ser diminuídas em aproximadamente 50% em comparação com o estado alimentado, e o estado de jejum pode resultar na diminuição da eficácia em alguns pacientes (vide “Características Farmacológicas”).

Dose Recomendada e Ajuste de Dose Adultos Tratamento Inicial do Transtorno Depressivo Maior A dose recomendada de Aymee é de 20 mg a 40 mg uma vez ao dia. Aymee deve ser titulado, começando com uma dose inicial de 10 mg uma vez ao dia durante 7 dias, seguida de 20 mg uma vez ao dia. Caso necessário, a dosagem pode ser aumentada para 40 mg uma vez ao dia após um tempo mínimo de 7 dias utilizando a dosagem intermediária. Aymee deve ser tomado com alimentos já que as concentrações sanguíneas em jejum podem ser diminuídas em cerca de 50% em comparação com o estado alimentado e o estado de jejum pode resultar na diminuição da eficácia em alguns pacientes (vide “Características Farmacológicas”).

Manutenção/Continuação/Tratamento Prolongado A eficácia de Aymee não foi estudada sistematicamente além de 8 semanas. É geralmente aceito que os episódios agudos de TDM requerem vários meses ou mais de terapia farmacológica prolongada. Os pacientes devem ser reavaliados periodicamente para determinar a necessidade de tratamento de manutenção e a dose apropriada para o tratamento.

Uso Concomitante de Inibidores do CYP3A4 ou Indutores do CYP3A4 Pacientes que recebem inibidores do CYP3A4 concomitantes Reduzir a dose de Aymee se coadministrado com um inibidor forte do CYP3A4 (por exemplo, cetoconazol).

Durante a coadministração com inibidores moderados do CYP3A4 (por exemplo, eritromicina), a dose de Aymee deve ser reduzida pela metade em pacientes com eventos adversos intoleráveis. A dose de Aymee deve ser reajustada para o nível original quando os inibidores do CYP3A4 forem descontinuados (vide “Interações Medicamentosas”).

Pacientes que recebem indutores do CYP3A4 concomitantes Com base em resposta clínica, considerar o aumento da dose de Aymee até 2 vezes quando usado concomitantemente com indutores fortes do CYP3A4 (por exemplo, carbamazepina) por mais do que 14 dias. A dose máxima diária não deve exceder 80 mg. Se os indutores do CYP3A4 forem descontinuados, reduzir a dose de Aymee para o nível original em 14 dias (vide “Interações Medicamentosas”).

Descontinuação do Tratamento (vide “Advertências e Precauções”).

Mudança de um paciente para ou de um Inibidor da Monoaminoxidase (IMAO) destinado a tratar distúrbios psiquiátricos (vide “Contraindicações”).

Uso de Aymee com outros IMAOs tais como linezolida ou azul de metileno (vide “Contraindicações” e “Advertências e Precauções”).

Considerações Gerais Sobre Administração Em Populações Especiais Mulheres Grávidas Os recém-nascidos expostos a antidepressivos serotoninérgicos durante o final do terceiro trimestre apresentaram complicações que requereram hospitalização prolongada, suporte respiratório e alimentação por sonda. Ao tratar mulheres grávidas com Aymee considerar se os potenciais benefícios superam os potenciais riscos do tratamento (vide “Contraindicações” e “Advertências e Precauções”).

Mulheres Lactentes O efeito de Aymee na lactação e na amamentação em humanos é desconhecido. A amamentação em mulheres tratadas com Aymee deve ser considerada apenas se o benefício potencial superar o risco potencial para a criança.

O cloridrato de vilazodona é excretado no leite de ratas lactantes (vide “Advertências e Precauções”).

Pediátricos (< 18 anos de idade) A segurança e a eficácia de Aymee não foram estudadas em pacientes pediátricos.

Geriátricos (> 65 anos de idade) Nenhum ajuste de dose é recomendado em função da idade.

Comprometimento Hepático Nenhum ajuste de dose é recomendado em pacientes com comprometimento hepático leve, moderado ou grave.

Comprometimento Renal Nenhum ajuste de dose é recomendado em pacientes com comprometimento renal leve, moderado ou grave.

Gênero Nenhum ajuste de dose é recomendado em função do sexo.

Dose Esquecida No caso de uma dose esquecida, o paciente deve tomar a dose imediatamente. Se for quase hora da próxima dose, pule a dose e tome a dose seguinte quando devida. Os pacientes não devem tomar duas doses de Aymee ao mesmo tempo.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

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Reações adversas

Exposição do Paciente A segurança de cloridrato de vilazodona foi avaliada em 2.177 pacientes (18-70 anos de idade) com o diagnóstico de TDM que participaram em estudos clínicos, representando 552 pacientes-anos de exposição. Em um estudo aberto de 52 semanas a 40 mg ao dia, 599 pacientes foram expostos a cloridrato de vilazodona em um total de 348 pacientes-anos.

Visão Geral das Reações Adversas As reações adversas mais comuns observadas em pacientes com TDM tratados com cloridrato de vilazodona em estudos placebo controlados (incidência ≥ 5% e, no mínimo, duas vezes a taxa de placebo) foram: diarreia, náuseas, vômitos, insônia.

As Reações Adversas Notificadas Como Razões Para a Descontinuação Do Tratamento Nos estudos de TDM placebo controlados não houve uma única reação adversa que levou à descontinuação em > 1% dos pacientes. No geral, 7,1% dos pacientes que receberam cloridrato de vilazodona descontinuaram o tratamento devido a uma reação adversa, comparados com 3,2% de pacientes tratados com placebo nestes estudos.

Reações Adversas Comuns em Estudos de TDM Placebo Controlados A Tabela 2 mostra a incidência de reações adversas que ocorreram em ≥ 2% dos pacientes com TDM tratados com cloridrato de vilazodona (e maior do que em pacientes tratados com placebo) em estudos placebo controlados.

Tabela 2: Reações Adversas Comuns Ocorrendo em ≥ 2% dos Pacientes Tratados com cloridrato de vilazodona e > Pacientes Tratados com Placebo Classificação de Sistema de Órgãos Termo Preferido cloridrato de vilazodona 40 mg/dia N = 436 Placebo N = 433 Transtornos Gastrointestinais Diarreia 28 9 Náusea 23 5 Boca Seca 8 5 Vômito 5 1 Dispepsia 3 2 Flatulência 3 2 Gastroenterite 3 < 1 Transtornos do Sistema Nervoso Tontura 9 5 Sonolência 3 2 Parestesia 3 1 Tremor 2 0 Transtornos Psiquiátricos Insônia 6 2 Sonhos Anormais 4 1 Diminuição da Libido 4 < 1 Inquietação* 3 < 1 Orgasmos Anormais** 3 0 Transtornos Gerais Fadiga 4 3 Nervosismo 2 < 1 Transtornos Cardíacos Palpitações 2 < 1 Transtornos Musculoesquelético s e Tecido Conjuntivo Artralgia 3 2 Transtornos do Sistema Reprodutor e Mamários Ejaculação Retardada*** 2 0 Disfunção Erétil*** 2 1 Transtornos nutricionais e metabólicos Aumento do Apetite 2 1 *Inclui inquietação, acatisia, e síndrome das pernas inquietas **Inclui orgasmo anormal e anorgasmia ***Apenas pacientes do sexo masculino (Placebo n=182; cloridrato de vilazodona n=170) Tabela 3: Reações Adversas Sexuais: Porcentual nos Estudos Placebo-controlados Homens Mulheres Termo Preferido cloridrato de vilazodona N= 170 Placebo N= 182 cloridrato de vilazodona N=266 Placebo N=251 Diminuição da Libido 5 0 3 < 1 Orgasmos Anormais* 4 0 2 0 Ejaculação Retardada 2 0 − − − − − Não se aplica *Inclui anorgasmia Outras Reações Adversas Observadas Em Estudos Clínicos As reações são classificadas por sistema corporal de acordo com as seguintes definições: reações adversas frequentes são as que ocorrem em pelo menos 1/100 pacientes; reações adversas pouco frequentes são as que ocorrem em 1/100 a 1/1000 pacientes; reações raras são aquelas que ocorrem em menos de 1/1000 pacientes:

Transtornos cardíacos: pouco frequentes: extrassístoles ventriculares Transtornos oculares: frequentes: visão embaçada, secura ocular 1; pouco frequentes: cataratas 1 Transtornos gerais: pouco frequentes: sensação anormal Transtornos nutricionais e metabólicos: frequentes: diminuição do apetite Sistema nervoso: frequentes: sedação, enxaqueca; pouco frequentes: disgeusia, síndrome serotoninérgica 1 Transtornos psiquiátricos: pouco frequentes: ataque de pânico, mania 1 Transtornos renais e urinários: pouco frequentes: polaciúria Transtornos cutâneos e do tecido subcutâneo: frequentes: hiperidrose, sudorese noturna Legenda:

1Reações adversas observadas em todos os estudos de TDM (N = 2177) Experiência pós-comercialização As seguintes reações adversas têm sido identificadas durante o uso de cloridrato de vilazodona. Devido a essas reações serem relatadas voluntariamente a partir de uma população de um tamanho incerto, nem sempre é possível estimar suas frequências ou estabelecer a relação causal à exposição do medicamento. Esses eventos incluem:

Distúrbios Endócrinos – pancreatite aguda Distúrbios Gerais e afecções no local de administração - irritabilidade Distúrbios Psiquiátricos - alucinações, tentativa de suicídio, ideação suicida Eletrocardiograma - Aymee não foi associado a nenhum efeito clinicamente significativo sobre os parâmetros de ECG, incluindo os intervalos QT, QTc, PR e QRS, ou com qualquer potencial arritmogênico. Um longo estudo do QT com doses de até 80 mg de Aymee não mostrou um prolongamento clinicamente significativo do QT.

Sinais Vitais - Aymee não foi associado a nenhum efeito clinicamente significativo nos sinais vitais, incluindo pressão arterial sistólica e diastólica e frequência cardíaca. Os resultados de um estudo aberto de 52 semanas foram consistentes com os resultados de estudos placebo controlados.

Peso - Aymee não tem efeito clinicamente significativo no peso corporal.

Achados Hematológicos e Bioquímicos Anormais Testes Laboratoriais - Aymee não tem sido associado com mudanças clinicamente importantes nos parâmetros dos testes laboratoriais na bioquímica sérica (incluindo testes de função hepática), hematologia e urinálise. Os resultados de um estudo aberto de 52 semanas foram consistentes com os resultados de estudos placebo controlados.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

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Superdose

Experiência em Humanos Há uma experiência clínica limitada sobre a superdose em humanos com Aymee. As reações adversas associadas à superdose de cloridrato de vilazodona em doses de 200-280 mg, como observado em ensaios clínicos incluíram síndrome serotoninérgica, letargia, inquietação, alucinações e desorientação.

Controle da Superdose Não são conhecidos antídotos específicos para Aymee. Em caso de superdose, fornecer cuidados de suporte, incluindo supervisão médica e monitoramento. A remoção de Aymee por diálise não foi estudada, no entanto, o grande volume de distribuição de Aymee sugere que a diálise não é eficaz na redução das concentrações plasmáticas de Aymee.

Em caso de intoxicação ligue 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

Registro: 1.0033.0223 Farm. Resp.: Cintia Delphino de Andrade CRF-SP nº: 25.125 Registrado por:

Libbs Farmacêutica LTDA.

Avenida Marquês de São Vicente n°2219, 2 andar – São Paulo – SP

CNPJ 61.230.314/0001-75 Produzido por:

Libbs Farmacêutica LTDA.

Rua Alberto Correia Francfort, 88 – Embu das Artes – SP Indústria Brasileira www.libbs.com.br Venda sob prescrição. Só pode ser vendido com retenção da receita.

Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 21/01/2019.

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