Bula de Cloridrato de Venlafaxina
Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 11/12/2023 · conferida em 23/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
cloridrato de venlafaxina Cápsula dura de liberação prolongada 75mg Cápsula dura de liberação prolongada 150mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE cloridrato de venlafaxina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Cápsula dura de liberação prolongada 75mg Embalagem contendo 30 cápsulas.
Cápsula dura de liberação prolongada 150mg Embalagem contendo 30 cápsulas.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada cápsula dura de liberação prolongada de 75mg contém: cloridrato de venlafaxina (equivalente a 75mg de ve nlafaxina base)...................................8 4,86mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: sacarose, etilcelulose, ácido esteáric o, macrogol, dióxido de silício, hipromelose, álcool isopropílico e água purificada.
Cada cápsula dura de liberação prolongada de 150mg contém: cloridrato de venlafaxina (equivalente a 150mg de v enlafaxina base)...............................169, 72mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: sacarose, etilcelulose, ácido esteáric o, macrogol, dióxido de silício, hipromelose, álcool isopropílico e água purificada.
Para que este medicamento é indicado?
O cloridrato de venlafaxina está indicado para o tr atamento da depressão, incluindo depressão com ansiedade associada e; para prevenção de recaíd a e recorrência da depressão. Também está indicado para o tratamento, incluindo tratamento em longo prazo, do transtorno de ansiedade generalizada e do transtorno de ansiedade social (t ambém conhecido como fobia social).
Como este medicamento funciona?
A venlafaxina e a O-desmetilvenlafaxina (metabólito ativo da venlafaxina), são inibidores da recaptação neuronal de serotonina, norepinefrina e dopamina, ou seja, cloridrato de venlafaxina aumenta a quantidade de determinadas substâncias (s erotonina, norepinefrina e dopamina) no sistema nervoso levando à melhora sintomática dentr o das indicações presentes nessa bula (vide item 1. “Para que este medicamento é indicado?”). T empo estimado para início da ação terapêutica do medicamento é de 3 a 4 dias.
Quando não devo usar este medicamento?
O cloridrato de venlafaxina não deve ser utilizado por pacientes alérgicos a qualquer componente da formulação e, por pacientes recebendo antidepres sivos da classe dos inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), como por exemplo tranilcip romina, selegilina, rasagilina e linezolida.
O tratamento com o cloridrato de venlafaxina não de ve ser iniciado no período de, no mínimo, 14 dias após a descontinuação do tratamento com um ini bidor da monoaminoxidase (IMAO).
O cloridrato de venlafaxina deve ser descontinuado por, no mínimo, 7 dias antes do início do tratamento com qualquer inibidor da monoaminoxidase .
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase.
Atenção: Contém sacarose. Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Este medicamento é contraindicado para uso em menores de 18 anos.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Recomenda-se que o uso de cloridrato de venlafaxina não seja interrompido bruscamente. A dose deve ser reduzida progressivamente de acordo com as instruções do seu médico.
As cápsulas de cloridrato de venlafaxina contêm peq uenos grânulos que liberam o medicamento lentamente no intestino. A parte destes grânulos qu e não é absorvida pelo organismo é eliminada e pode ser vista nas fezes.
Pacientes tratados devem ser apropriadamente monito rados e atentamente observados quanto à piora clínica e risco de suicídio. Pacientes, famil iares e cuidadores devem ficar alerta e informar ao médico sobre aparecimento de ansiedade, agitação , ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostilidade, agressividade, impulsividade, outras a lterações incomuns de comportamento, piora da depressão e ideação suicida, principalmente no i nício do tratamento ou durante qualquer alteração de dose.
Houve relatos de disfunção sexual de longa duração, em que os sintomas continuaram, apesar da descontinuação dos inibidores de recaptação da sero tonina-noradrenalina.
Os pacientes devem ser aconselhados a não consumir álcool, considerando seus efeitos no sistema nervoso central (SNC) e potencial de causar piora clínica de quadros psiquiátricos e potencial de interagir adversamente com venlafaxina , incluindo efeitos depressores sobre o SNC.
O cloridrato de venlafaxina deve ser usado com cuid ado em pacientes portadores de insuficiência renal (prejuízo na função dos rins) ou hepática (pr ejuízo na função do fígado). Siga rigorosamente a orientação do seu médico.
Foi observada elevação da pressão arterial em algun s pacientes usando altas doses de cloridrato de venlafaxina e, por este motivo, deve-se fazer mo nitoramento regular da pressão arterial e acompanhamento médico.
Pode ocorrer midríase (dilatação da pupila) associa da ao tratamento com o cloridrato de venlafaxina. Recomenda-se acompanhamento rigoroso d os pacientes com pressão intraocular (do olho) elevada ou com risco de glaucoma (aumento ráp ido, abrupto, da pressão ocular).
Gravidez: a segurança do uso de cloridrato de venlafaxina du rante a gravidez em humanos ainda não foi estabelecida. O cloridrato de venlafaxina s ó deve ser administrado a mulheres grávidas se os benefícios esperados superarem os riscos possíve is. Se cloridrato de venlafaxina for usado durante a gravidez, o recém-nascido deve ser monito rado pelo médico pelo risco de apresentar complicações.
Um estudo mostrou que as mulheres que interromperam a medicação antidepressiva durante a gravidez tinham maior probabilidade de apresentar u ma recidiva da depressão maior do que as mulheres que continuaram a medicação antidepressiva .
A exposição a antidepressivos da classe dos inibido res de receptação de serotonina e noradrenalina (SNRIs), como é o caso de cloridrato de venlafaxina, da metade ao final da gravidez pode aumentar o risco de pré-eclâmpsia, e a exposição a SNRIs perto do parto pode aumentar o risco de hemorragia pós-parto.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Lactação: se você está amamentando ou pretende amamentar, nã o é recomendado usar cloridrato de venlafaxina, já que ele é excretado pelo leite e a segurança deste medicamento para as mulheres e crianças não é conhecida.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitam ento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações ind esejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas par a o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Uso em Idosos: não há recomendação específica para ajuste de dose do cloridrato de venlafaxina de acordo com a idade do paciente.
Efeitos sobre as atividades que requerem concentraç ão: cloridrato de venlafaxina pode prejudicar o julgamento, o raciocínio ou as habilid ades motoras. Até que você saiba como cloridrato de venlafaxina te afeta, tenha cuidado a o realizar atividades que requeiram concentração, tais como dirigir ou operar máquinas.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas a té que você saiba como cloridrato de venlafaxina te afeta, pois sua habilidade e capacid ade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmai os ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
Abuso e dependência: estudos clínicos não evidenciaram comportamento de busca por drogas, desenvolvimento de tolerância, ou elevação indevida de dose da venlafaxina durante o período de uso.
Atenção: Este medicamento contém açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.
Interações medicamentosas: sempre avise ao seu médico todas as medicações que você toma quando ele for prescrever uma medicação nova. O méd ico precisa avaliar se as medicações reagem entre si alterando a sua ação, ou da outra; isso se chama interação medicamentosa.
O uso concomitante (no mesmo período de tempo) de c loridrato de venlafaxina com medicamentos que aumentam a predisposição ao sangra mento pode aumentar o risco de sangramentos espontâneos. O uso de cloridrato de ve nlafaxina com outros medicamentos que podem aumentar a quantidade de serotonina no organi smo (outros antidepressivos, antipsicóticos, anfetaminas e antagonistas da dopamina) pode aument ar o risco de aparecimento da síndrome serotoninérgica (reação do corpo ao excesso de sero tonina que se manifesta por inquietação, alteração do comportamento, rigidez muscular, aumen to da temperatura, aumento da velocidade dos reflexos e tremores; que pode ser fatal), o uso com cetoconazol (antifúngico) pode aumentar a quantidade de cloridrato de venlafaxina no sangue . O uso de cloridrato de venlafaxina com antidepressivos do tipo IMAO pode levar a reações s érias, com possíveis alterações rápidas dos sinais vitais e do estado mental (vide item 3. “Qua ndo não devo usar este medicamento?”). O cloridrato de venlafaxina pode interferir nos resul tados dos testes de urina para avaliar a presença de substâncias como fenciclidina e anfetaminas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento:
-cloridrato de venlafaxina 75mg: Pellets esféricos de cor branca a levemente amarel ada.
Cápsula gelatinosa de cor rosa claro/rosa claro.
-cloridrato de venlafaxina 150mg: Pellets esféricos de cor branca a levemente amarel ada.
Cápsula gelatinosa de cor marrom/marrom.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Como devo usar este medicamento?
O cloridrato de venlafaxina deve ser administrado c om alimentos, aproximadamente no mesmo horário todos os dias. As cápsulas devem ser tomada s inteiras com algum líquido e não devem ser divididas, trituradas, mastigadas ou dissolvidas, o u podem ser administradas cuidadosamente abrindo-se a cápsula e espalhando todo o conteúdo e m uma colher de purê de maçã. Esta mistura de medicamento e alimento deve ser engolida imediat amente sem mastigar e deve ser seguida de um copo de água para assegurar que você engoliu tod o o medicamento.
Depressão Maior A dose inicial recomendada para cloridrato de venla faxina é de 75mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75mg/dia podem beneficiar-se com o aumento da dose até, no máximo, 225mg/dia.
Transtorno de Ansiedade Generalizada A dose inicial recomendada para cloridrato de venla faxina é de 75mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75mg/dia podem beneficiar-se com o aumento da dose até, no máximo, 225mg/dia.
Fobia Social A dose inicial recomendada para cloridrato de venla faxina é de 75mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Não há evidências de que doses maiore s proporcionem algum benefício adicional.
Descontinuando o uso de cloridrato de venlafaxina Recomenda-se que cloridrato de venlafaxina não seja interrompido bruscamente. A dose deve ser reduzida gradualmente de acordo com as instruções d o seu médico. O período necessário para descontinuação gradativa pode depender da dose, da duração do tratamento e de cada paciente individualmente.
Uso em Pacientes com Insuficiência Renal A dose diária total de cloridrato de venlafaxina de ve ser reduzida em 25% a 50% nos pacientes com insuficiência renal com taxa de filtração glome rular (TFG) de 10 a 70mL/min.
A dose diária total de cloridrato de venlafaxina de ve ser reduzida em até 50% nos pacientes em hemodiálise.
Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática A dose diária total de cloridrato de venlafaxina de ve ser reduzida em até 50% em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em alguns p acientes, reduções maiores que 50% podem ser adequadas.
Uso em Crianças Não há experiência suficiente com o uso de cloridra to de venlafaxina em pacientes com menos de 18 anos de idade.
Uso em Idosos Não há recomendação específica para ajuste da dose do cloridrato de venlafaxina de acordo com a idade do paciente.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento de seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?
Caso você esqueça-se de tomar cloridrato de venlafa xina no horário estabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, conti nuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento 2 vezes para compensar doses esquecidas. Se você esquecer uma dose você po de comprometer o resultado do tratamento.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me caus ar?
As reações adversas estão relacionadas abaixo de ac ordo com as categorias de frequência:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): insônia, dor de cabeça, tontura, sedação, náusea, b oca seca, constipação, hiperidrose (suor excessivo).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição do apetite, sonhos anormais, nervosismo, diminuição da libido, agitação, anorgasmia (falta de prazer sexual ou orgasmo), acatisia (inca pacidade de se manter quieto), tremor, parestesia (dormência e formigamento), disgeusia (a lteração do paladar), deficiência visual, distúrbio de acomodação, midríase (pupila dilatada) , tinido (zumbido no ouvido), taquicardia (aceleração dos batimentos cardíacos), palpitação, hipertensão (pressão alta), ondas de calor, dispneia (falta de ar), bocejos, diarreia, vômito, erupção cutânea (lesão na pele), prurido (coceira), suor noturno, hipertonia (aumento da con tração muscular), hesitação urinária, retenção urinária, polaciúria (aumento da frequência urinári a), disfunção erétil, ejaculação anormal, fadiga, astenia (fraqueza), calafrios, perda de peso, aumen to de peso.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): estado de confusão, mania, hipomania, despersonalização, a lucinação, orgasmo anormal, bruxismo, apatia (ausência de emoção), síncope (desmaio), mio clonia (espasmos musculares), distúrbio do equilíbrio, coordenação anormal, discinesia (movime ntos involuntários, principalmente dos músculos da boca, língua e face, ocorrendo exterior ização da língua e movimentos de um canto a outro da boca), hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao levantar), hipotensão (pressão baixa), sangramento gastrointestinal, test e de função hepática anormal, urticária (alergia de pele), alopecia (perda de cabelo), equimose (man chas arroxeadas), reação de fotossensibilidade (sensibilidade à luz), incontinê ncia urinária (dificuldade em controlar a urina), metrorragia (sangramento vaginal fora do período me nstrual), menorragia (sangramento menstrual excessivo ou prolongado), aumento do cole sterol no sangue, fratura óssea.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utili zam este medicamento): agranulocitose (ausência de células de defesa: neut rófilos, basófilos e eosinófilos), anemia aplástica (diminuição da produção de glóbulos verme lhos do sangue), pancitopenia (diminuição de todas as células do sangue), neutropenia (diminu ição de um tipo de células de defesa no sangue: neutrófilos), reação anafilática, secreção inapropriada do hormônio antidiurético (alteração na secreção do hormônio ADH), hiponatrem ia (redução da concentração de sódio no sangue), delírio, síndrome neuroléptica maligna (co ntração muscular grave, febre, aceleração dos batimentos do coração, tremor), síndrome da seroton ina (alterações do estado mental, dos movimentos entre outras), convulsão, distonia (cont ração involuntária da musculatura, lenta e repetitiva), glaucoma de ângulo fechado, torsade de pointes, taquicardia ventricular, fibrilação ventricular, eletrocardiograma com prolongamento do intervalo QT, cardiomiopatia do estresse (cardiomiopatia de takotsubo), doença pulmonar inte rsticial, eosinofilia pulmonar, pancreatite (inflamação no pâncreas), hepatite (inflamação do f ígado), Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave), necrólise epidérmica tóxica (desca mação grave da camada superior da pele), angioedema (inchaço das partes mais profundas da pe le ou da mucosa, geralmente de origem alérgica), eritema multiforme (manchas vermelhas, b olhas e ulcerações em todo o corpo), rabdomiólise (destruição das células musculares).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utiliz am este medicamento): trombocitopenia (diminuição das plaquetas do sangue ), prolactina aumentada no sangue, discinesia tardia, hemorragia da mucosa, tempo de s angramento aumentado.
Os seguintes sintomas foram relatados em associação com a repentina interrupção ou redução de dose ou retirada de tratamento: hipomania, ansiedad e, agitação, nervosismo, confusão, insônia ou outros distúrbios do sono, fadiga (sensação de cans aço), sonolência, parestesia (formigamento), tontura, convulsão, vertigem, cefaleia (dor de cabe ça), sintomas de gripe, tinido, coordenação e equilíbrio prejudicados, tremor, sudorese, boca sec a, anorexia, diarreia, náusea, vômito, deficiência visual e hipertensão. Em estudos anteri ores à comercialização, a maioria das reações à interrupção foi leve e resolvida sem tratamento. Em bora esses eventos sejam geralmente autolimitados, tem havido relatos de sintomas grave s de descontinuação e, às vezes, esses efeitos podem ser prolongados e graves.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m à empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Recomendam-se medidas gerais de suporte e tratament o sintomático, além de monitorização do ritmo cardíaco e dos sinais vitais. Não se recomend a a indução de vômitos quando houver risco de aspiração. Pode haver indicação para lavagem gás trica caso essa lavagem seja realizada logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. A adm inistração de carvão ativado também pode limitar a absorção do fármaco. É provável que diure se forçada, diálise, hemoperfusão e ex-sanguíneo transfusão não apresentem benefícios. Não são conhecidos antídotos específicos do cloridrato de venlafaxina.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro n o 1.0370.0763 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO
Venda sob prescrição com retenção da receita h i s t ó ri co de al t e
RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s da su bm is sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if ic a ç ã o q u e a lt e r a b u la Da d o s d a s a l t e r a ç õ e s d e bu la s Da t a d o e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e Ass u n t o Da t a d o e x p e di e n t e N°. d o e x pe d i e nt e A ssu n t o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la Ve r sõ e s ( V P/ VP S) A p r e se n t a ç õ e s r e l a c io n a da s 3 0 /0 5 /20 2 2 4 2 2 66 04 / 22 -9 1 0 4 59 -GE NÉ RI CO -I n c lu sã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la -RD C 6 0/ 1 2 3 0 /0 5 /20 2 2 42 2 66 0 4 /22 -9 10 4 59 -G EN ÉR I C O -I nc l u sã o I n i c ia l d e T e x to d e Bu la -R DC 6 0 /1 2 3 0/ 0 5 /20 2 2 V e r sã o in ic i a l V P -7 5 m g c a p d ur a l ib p r ol c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
-1 50 mg c a p du r a l ib p ro l c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
1 4 /0 9 /20 2 3 0 9 7 47 14 / 23 -2 1 0 4 52 -GE NÉ RI CO -No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C 6 0/ 1 2 1 4 /0 9 /20 2 3 09 7 47 1 4 /23 -2 10 4 52 -G EN ÉR I C O -No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC 6 0 /1 2 1 4/ 0 9 /20 2 3 F o r m a f a r m a c êu tic a 3 .
Qu a n do n ão d e vo u sa r e ste m e d ic a m e n to ?
4 .
O q u e d e v o sa b e r a n te s d e u sa r e st e m e d ic a m e n to ?
5 .
O nd e , co m o e p or q u a n to te mp o p o sso g ua r d ar e st e m e d ic a m e n to ?
Diz e r e s leg a is V P -7 5 m g c a p d ur a l ib p r ol c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
-1 50 mg c a p du r a l ib p ro l c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
1 1 /1 2 /20 2 3 -1 0 4 52 -GE NÉ RI CO -No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C 6 0/ 1 2 1 1 /1 2 /20 2 3 -10 4 52 -G EN ÉR I C O -No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC 6 0 /1 2 1 1/ 1 2 /20 2 3 3 .
Qu a n do n ão d e vo u sa r e ste m e d ic a m e n to ?
V P -7 5 m g c a p d ur a l ib p r ol c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
-1 50 mg c a p du r a l ib p ro l c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
cloridrato de venlafaxina Cápsula dura de liberação prolongada 75mg Cápsula dura de liberação prolongada 150mg
Modelo de bula com informações aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE cloridrato de venlafaxina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentações
Cápsula dura de liberação prolongada 75mg Embalagem contendo 30 cápsulas.
Cápsula dura de liberação prolongada 150mg Embalagem contendo 30 cápsulas.
Uso oral
Uso adulto
Composição
Cada cápsula dura de liberação prolongada de 75mg contém: cloridrato de venlafaxina (equivalente a 75mg de ve nlafaxina base)...................................8 4,86mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: sacarose, etilcelulose, ácido esteáric o, macrogol, dióxido de silício, hipromelose, álcool isopropílico e água purificada.
Cada cápsula dura de liberação prolongada de 150mg contém: cloridrato de venlafaxina (equivalente a 150mg de v enlafaxina base)...............................169, 72mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ..............................1 cápsula Excipientes: sacarose, etilcelulose, ácido esteáric o, macrogol, dióxido de silício, hipromelose, álcool isopropílico e água purificada.
Indicações
O cloridrato de venlafaxina está indicado para:
- Tratamento da depressão, incluindo depressão com ansiedade associada.
- Prevenção de recaída e recorrência da depressão.
- Tratamento de ansiedade ou transtorno de ansiedad e generalizada (TAG), incluindo tratamento em longo prazo.
- Tratamento do transtorno de ansiedade social (TAS ), também conhecido como fobia social.
Resultados de eficácia
Depressão A eficácia das cápsulas de venlafaxina de liberação prolongada para o tratamento da depressão, incluindo depressão associada com ansiedade, foi es tabelecida em dois estudos de curto prazo controlados por placebo. As populações em ambos os ensaios consistiam em pacientes ambulatoriais atendendo aos critérios DSM-III-R ou DSM-IV para depressão maior.
O primeiro estudo comparou venlafaxina de liberação prolongada 75 a 150mg/dia, venlafaxina de liberação imediata 75 a 150mg/dia, e placebo por 12 semanas. A venlafaxina de liberação prolongada mostrou vantagem significativa com relaç ão ao placebo iniciando na 2ª semana de tratamento na Escala de Avaliação de Depressão de H amilton (HAM-D) e HAM-D Item Humor Deprimido, na 3ª semana na Escala de Avaliação de D epressão de Montgomery-Asberg (MADRS) total, e na 4ª semana na Escala de Impressã o Clínica Global (ICG) para Gravidade da Doença. Todas as vantagens foram mantidas até o fin al do tratamento. A venlafaxina de liberação prolongada também mostrou vantagem significativa co m relação à venlafaxina de liberação imediata na 8ª e na 12ª semana nas escalas HAM-D to tal e ICG Gravidade da Doença e na 12ª semana para todas as variáveis de eficácia.
O segundo estudo comparou o tratamento com venlafax ina de liberação prolongada 75 a 225mg/dia e placebo por até 8 semanas. Melhora esta tística mantida com relação ao placebo foi observada na 2ª semana para a escala ICG para Gravi dade da Doença, começando na 4ª semana para HAM-D total e MADRS total, e começando na 3ª s emana para HAM-D Item Humor Deprimido.
Transtorno de Ansiedade Generalizada A eficácia das cápsulas de venlafaxina de liberação prolongada como tratamento para Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) foi estabelecida em dois estudos de dose fixa, curto prazo (8 semanas) e controlados por placebo, um estudo de do se fixa, longo prazo (6 meses) e controlado por placebo e um estudo de dose flexível, longo pra zo (6 meses) e controlado por placebo em pacientes ambulatoriais que atendem aos critérios D SM-IV para TAG.
Um estudo de curto prazo que avaliou doses de 75, 1 50 e 225mg/dia de venlafaxina de liberação prolongada e placebo mostrou que a dose de 225mg/di a apresentou mais efeito que o placebo no escore total da Escala de Avaliação de Ansiedade de Hamilton (HAM-A), nos itens HAM-A de ansiedade e tensão e a escala ICG. Embora houvesse evidência de superioridade com relação ao placebo para doses de 75 e 150mg/dia, estas doses n ão foram consistentemente eficazes como a dose maior.
Um segundo estudo de curto prazo que avaliou doses de 75 e 150mg/dia de venlafaxina de liberação prolongada e placebo mostrou que ambas as doses foram mais eficazes que o placebo em alguns desses mesmos resultados, entretanto, a d ose de 75mg/dia foi consistentemente mais eficaz que a dose de 150 mg/dia. Dois estudos de lo ngo prazo (6 meses), um com doses de 37,5, 75 e 150mg/dia de venlafaxina de liberação prolonga da e outro avaliando doses de 75 a 225mg/dia, mostraram que doses de 75mg ou superior foram mais eficazes que placebo na HAMA total, ambos os itens de HAM-A ansiedade e ten são, e na escala ICG após tratamento de curto prazo (semana 8) e longo-prazo (mês 6).
Referências 1. Feighner J, Entsuah A, McPherson M. Efficacy of once-daily venlafaxine extended release (XR) for symptoms of anxiety in depressed outpatien ts. J Affect Disord. 1998; 47:55-62.
2. Cunningham LA, for the Venlafaxine XR 208 Study Group. Once-daily venlafaxine extended release (XR) and venlafaxine immediate release (IR) in outpatients with major depression. Ann Clin Psychiatry. 1997;9(3):157-64.
3. Thase ME, for the Venlafaxine XR 209 Study Group . Efficacy and tolerability of once-daily venlafaxine extended-release (XR) in outpatients wi th major depression. J Clin Psychiatry.
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Características farmacológicas
Propriedades Farmacodinâmicas A venlafaxina e a O-desmetilvenlafaxina (ODV), seu metabólito ativo, são inibidores potentes da recaptação neuronal de serotonina e norepinefrina e inibidores fracos da recaptação da dopamina.
Acredita-se que a atividade antidepressiva da venla faxina esteja relacionada à potencialização da atividade neurotransmissora no Sistema Nervoso Cent ral (SNC). A venlafaxina e a ODV não tem afinidade significante in vitro por receptores musc arínicos, histaminérgicos ou α1-adrenérgicos.
A atividade nesses receptores está potencialmente r elacionada com vários efeitos anticolinérgicos, sedativos, e cardiovasculares obs ervados com outros medicamentos psicotrópicos. Em modelos pré-clínicos com roedores , a venlafaxina demonstrou atividade preditiva de ações ansiolíticas e antidepressivas e propriedades de aprimoramento cognitivo.
Eletrofisiologia cardíaca Em um estudo QTc completo e dedicado em indivíduos saudáveis, a venlafaxina não prolongou o intervalo QT em qualquer extensão clinicamente rele vante a uma dose de 450mg/dia (na forma de 225mg administrada duas vezes ao dia).
Propriedades Farmacocinéticas Absorção Após a administração de venlafaxina cápsulas de lib eração prolongada, as concentrações plasmáticas máximas de venlafaxina e ODV foram alca nçadas em 5,5 e 9 horas, respectivamente.
Distribuição As concentrações plasmáticas no estado de equilíbri o da venlafaxina e da ODV são atingidas em 3 dias de tratamento em dose múltipla com venlafaxi na de liberação imediata. Ambas apresentam cinética linear no intervalo de dose de 75 a 450mg/ dia após administração a cada 8 horas. As respectivas taxas de ligação às proteínas plasmátic as humanas da venlafaxina e da ODV são de aproximadamente 27% e 30%. Como essa ligação não de pende das respectivas concentrações do fármaco até 2.215 e 500ng/mL, tanto a venlafaxina c omo a ODV apresentam baixo potencial de interações medicamentosas significantes que envolve m deslocamento do fármaco das proteínas séricas. O volume de distribuição da venlafaxina no estado de equilíbrio é de 4,4 + 1,9L/kg após a administração intravenosa.
Metabolismo A venlafaxina sofre extenso metabolismo hepático. E studos in vitro e in vivo indicam que a venlafaxina é biotransformada no seu principal meta bólito ativo, a ODV, pela isoenzima CYP2D6 do P450. Estudos in vitro e in vivo indicam que a venlafaxina é metabolizada em um metabólito secundário, menos ativo, a Ndesmetilvenl afaxina, pela CYP3A4. Embora a atividade relativa da CYP2D6 possa ser diferente entre os pac ientes, não há necessidade de modificação do esquema posológico da venlafaxina. A exposição ao f ármaco (AUC) e a variação nos níveis plasmáticos da venlafaxina e da ODV foram equivalen tes após a administração de doses diárias iguais em esquemas duas vezes ao dia ou três vezes ao dia de venlafaxina de liberação imediata.
Eliminação A venlafaxina e seus metabólitos são excretados pri ncipalmente pelos rins. Aproximadamente 87% da dose de venlafaxina é recuperada na urina em até 48 horas tanto como venlafaxina inalterada (5%), ODV não conjugada (29%), ODV conju gada (26%) ou outros metabólitos secundários inativos (27%).
Efeito dos alimentos Os alimentos não exercem efeito significante sobre a absorção da venlafaxina ou a formação da
ODV.
Pacientes com insuficiência hepática Ocorre alteração significante da disposição farmaco cinética da venlafaxina e da ODV em alguns pacientes com cirrose hepática compensada (dano hep ático moderado) após dose única oral de venlafaxina. Em pacientes com insuficiência hepátic a, os valores da depuração plasmática média da venlafaxina e da ODV diminuem em aproximadamente 30% a 33%, e de meia-vida média de eliminação aumentam, 2 vezes ou mais em comparação aos indivíduos normais.
Em um segundo estudo, a venlafaxina foi administrad a por via oral e por via intravenosa em indivíduos normais (n = 21) e indivíduos Child-Pugh A (n = 8) e Child-Pugh B (n = 11), insuficiência hepática leve e moderada, respectivam ente. A biodisponibilidade por via oral aproximadamente dobrou em pacientes com insuficiênc ia hepática em comparação aos indivíduos normais. Nos pacientes com insuficiência hepática, a meia-vida de eliminação da venlafaxina oral foi aproximadamente duas vezes mai or e o clearance por via oral foi reduzido em mais da metade em comparação aos indivíduos norm ais. Em pacientes com insuficiência hepática a meia-vida de eliminação da ODV oral foi prolongada em cerca de 40% ao passo que o clearance da ODV foi semelhante à de indivíduos nor mais. Observou-se um grau elevado de variabilidade interindividual.
Pacientes com insuficiência renal As meias-vidas de eliminação da venlafaxina e da OD V aumentaram com o grau de comprometimento da função renal. A meia-vida de eli minação aumentou em aproximadamente 1,5 vezes em pacientes com insuficiência renal mode rada e por aproximadamente 2,5 vezes e 3 vezes em pacientes com doença renal em estágio term inal.
Estudos em Idade e Sexo Uma análise de farmacocinética populacional com 404 pacientes tratados com venlafaxina de liberação imediata em dois estudos com esquemas de administração de duas vezes ao dia e três vezes ao dia demonstrou que os níveis plasmáticos m ínimos de venlafaxina ou ODV, normalizados pela dose, não foram alterados por dif erenças de idade ou sexo.
Dados Pré-clínicos de Segurança Carcinogenicidade A venlafaxina foi administrada por gavagem a camund ongos por 18 meses em doses de até 120mg/kg por dia, 1,7 vezes a dose humana máxima re comendada, em uma relação mg/m2. A venlafaxina também foi administrada a ratos por gav agem por 24 meses em doses de até 120mg/kg por dia. Em ratos que receberam a dose de 120mg/kg, as concentrações plasmáticas de venlafaxina na necropsia eram 6 vezes (ratos fêmeas ) e 1 vez (rato macho) as concentrações plasmáticas de pacientes que receberam a dose human a máxima recomendada. Os níveis plasmáticos de ODV foram inferiores em ratos quando comparados aos pacientes que receberam a dose máxima recomendada. Tumores não foram aument ados pelo tratamento com venlafaxina em camundongos ou ratos.
Mutagenicidade A venlafaxina e ODV não foram mutagênicas no teste de Ames de mutação reversa com a bactéria Salmonella ou teste de ovário de hamster c hinês/hipoxantina guanina fosforibosil transferase (HGPRT) de mutação genética de célula d e mamíferos. A venlafaxina também não foi mutagênica ou clastogênica no ensaio in vitro BALB/ c-3T3 de transformação de célula de camundongo, no teste de troca entre cromátides irmã s em culturas de células de ovários de hamster chinês, ou teste in vivo de aberração cromo ssômica em medula óssea de ratos. A ODV não foi clastogênica no ensaio in vitro de aberraçã o cromossômica em células de ovários de hamster chinês, ou em ensaio in vivo de aberração c romossômica em medula óssea de ratos.
Prejuízo à fertilidade Os estudos de reprodução e fertilidade em ratos não mostraram nenhum efeito sobre a fertilidade masculina ou feminina em doses orais de até 8 vezes a dose humana máxima recomendada diariamente, em uma base de mg/kg, ou de até 2 veze s numa base de mg/m 2.
Observou-se redução da fertilidade em um estudo em que ratos machos e fêmeas foram expostos ao principal metabólito de venlafaxina (ODV). Esta exposição à ODV foi aproximadamente 2 a 3 vezes a da dose humana de 225mg/dia de venlafaxina. A relevância desta descoberta sobre humanos é desconhecida.
Teratogenicidade A venlafaxina não causou malformações na prole de r atos ou coelhos quando administrada em doses até 11 vezes (ratos) ou 12 vezes (coelhos) a dose humana de 375mg/dia de venlafaxina em uma base de mg/kg, ou 2,5 vezes (ratos) e 4 vezes ( coelhos) a dose humana de 375mg/dia de venlafaxina, em uma relação mg/m
4. contraindicações
Hipersensibilidade a venlafaxina ou a qualquer comp onente da fórmula.
Uso concomitante da venlafaxina e de qualquer inibi dor da monoaminoxidase (IMAO).
O tratamento com a venlafaxina não deve ser iniciad o no período de, no mínimo, 14 dias após a descontinuação do tratamento com um IMAO; um interv alo menor pode ser justificado se o IMAO for do tipo reversível (veja informação de pre scrição de IMAO do tipo reversível). A venlafaxina deve ser descontinuada por, no mínimo, 7 dias antes do início do tratamento com qualquer IMAO (vide item 6. “Interações Medicamento sas”).
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com insuficiência de sacarose-isomaltase.
Atenção: Contém sacarose. Deve ser usado com cautela por portadores de Diabetes.
O cloridrato de venlafaxina é um medicamento classi ficado na categoria C de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser u tilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Este medicamento é contraindicado para uso por meno res de 18 anos.
Advertências e precauções
Superdosagem Os pacientes devem ser aconselhados a não consumir álcool, considerando seus efeitos no SNC e potencial de causar piora clínica de quadros psiqui átricos e potencial de interagir adversamente com venlafaxina, incluindo efeitos depressores sobr e o SNC (vide item 6. Interações Medicamentosas).
Superdosagem com venlafaxina foi reportada predomin antemente em combinação com álcool e/ou outros medicamentos, incluindo casos com desfe cho fatal (vide item 10. Superdose).
Para diminuir o risco de superdosagem, as prescriçõ es de venlafaxina devem ser feitas na menor quantidade de medicamento consistente com o bom man ejo do paciente (vide item 10.
Superdose).
Suicídio/Pensamentos Suicidas ou Agravamento Clínic o Todos os pacientes tratados com venlafaxina devem s er apropriadamente monitorados e atentamente observados quanto à piora clínica e ris co de suicídio. Os pacientes, seus familiares e cuidadores devem ser orientados a ficar alertas qua nto ao aparecimento de ansiedade, agitação, ataques de pânico, insônia, irritabilidade, hostili dade, agressividade, impulsividade, acatisia (agitação psicomotora), hipomania, mania, outras al terações incomuns de comportamento, piora da depressão e ideação suicida, principalmente no i nício do tratamento ou durante qualquer alteração de dose ou esquema posológico. O risco de tentativa de suicídio deve ser considerado principalmente nos pacientes com depressão. Visando reduzir o risco de superdosagem, deve-se fornecer a menor quantidade possível do medicamento , consistente com o bom manejo do paciente (vide item 9. “Reações Adversas”).
O suicídio é um risco conhecido de depressão e de o utros distúrbios psiquiátricos, estes distúrbios por si só são fortes predisponentes ao risco de sui cídio. As análises associadas de estudos clínicos placebo-controlados de curta duração com medicament os antidepressivos (inibidores seletivos da recaptação de serotonina [ISRSS] e outros) mostrara m que estes medicamentos aumentam o risco de suicídio em crianças, adolescentes e jovens (ent re 18 - 24 anos de idade) com depressão maior e outros distúrbios psiquiátricos. Estudos de curta duração não demonstraram um crescimento no risco de suicídio com antidepressivos comparado com placebo em adultos com mais de 24 anos de idade; houve uma redução no risco de suicídio co m antidepressivos comparado com placebo em adultos com 65 anos ou mais.
Agressividade Pode ocorrer agressividade em alguns pacientes que receberam antidepressivos, incluindo o tratamento com venlafaxina, redução de dose ou desc ontinuação. Como com outros antidepressivos, a venlafaxina deve ser usada com c autela em pacientes com histórico de agressividade.
Descontinuação Sabe-se que os efeitos da descontinuação ocorrem co m os antidepressivos e, por vezes, estes efeitos podem ser prolongados e graves (vide item 9 . “Reações Adversas”). Suicídio / pensamentos suicidas e agressividade foram observad os em pacientes durante mudanças no regime posológico de venlafaxina, inclusive durante a descontinuação (ver acima no item -Suicídio/Pensamentos Suicidas ou Agravamento Clínic o). Recomenda-se, portanto, que a dose de venlafaxina seja reduzida gradual e individualmente e que os pacientes sejam monitorados rigorosamente durante a descontinuação (vide item 8 . “Posologia e Modo de Usar”). Em alguns pacientes, a descontinuação pode levar meses ou mai s.
Disfunção Sexual Os inibidores da recaptação da serotonina-noradrena lina (IRSNs) podem causar sintomas de disfunção sexual (vide item 9. “Reações Adversas”). Houve relatos de disfunção sexual de longa duração, em que os sintomas continuaram, apesar da descontinuação dos IRSNs.
Fraturas ósseas Estudos epidemiológicos mostraram um risco aumentad o de fraturas ósseas em pacientes que utilizam inibidores da recaptação da serotonina (IR S) incluindo venlafaxina. O mecanismo que leva a este risco não é inteiramente conhecido.
Uso em Crianças e Adolescentes A eficácia em menores de 18 anos de idade não foi e stabelecida.
Reações de síndrome neuroléptica maligna (SMN) Como com outros agentes serotonérgicos, a síndrome serotoninérgica, uma condição potencialmente fatal ou reações como a síndrome neu roléptica maligna (SMN), pode ocorrer com o tratamento com a venlafaxina, particularmente com o uso concomitante de outros fármacos serotonérgicos incluindo SSRIs, IRSNs, anfetaminas e triptanos, opioides, (ex: fentanila, dextrometorfano, tramadol, tapentadol, meperidina, metadona, pentazocina), com medicamentos que prejudicam o metabolismo da serotonina incluind o IMAOs, por ex.: azul de metileno, ou com antipsicóticos ou outros antagonistas da dopamina. Sintomas da síndrome serotonérgica podem incluir alterações do estado mental (ex.: agitação, alucinações e coma), instabilidade autonômica (ex.: taquicardia, oscilação da pressão arterial, e hipertermia), aberrações neuromusculares (ex.: hiperreflexia, falta de coordenação) e/ou sintomas gastrointestinais (ex.: náusea, vômito e diarreia). A síndrome serotoninérgica, em sua forma mais grave, pode assemelhar-se a SMN, que inclui hipertermia, rigidez muscular, instabilidade autonômica com possíveis flutuações rápidas dos sinais vitais e alterações do estado mental (vi de item 6. “Interações Medicamentosas”).
Se o tratamento concomitante com venlafaxina e outr os agentes que possam afetar o sistema neurotransmissor serotonérgico e/ou dopaminérgico f or autorizado pelo médico responsável, é aconselhada observação cuidadosa do paciente, parti cularmente no início do tratamento ou aumento da dose.
O uso concomitante de venlafaxina com precursores d a serotonina tais como suplementos contendo triptofano não é recomendado.
Glaucoma de Ângulo Fechado Pode ocorrer midríase associada ao tratamento com a venlafaxina. Recomenda-se monitorização rigorosa dos pacientes com pressão intraocular elev ada ou com risco de glaucoma agudo de ângulo estreito (glaucoma de ângulo fechado).
Sistema Cardiovascular A venlafaxina ainda não foi avaliada em pacientes c om história recente de infarto do miocárdio ou doença cardíaca instável. Portanto, deve ser uti lizada com cautela nesses pacientes.
Há relatos de aumento da pressão arterial relaciona do à dose em alguns pacientes tratados com a venlafaxina. Casos de pressão arterial elevada requ erendo tratamento imediato foram relatados na experiência pós comercialização. Recomenda-se a det erminação da pressão arterial nos pacientes tratados com a venlafaxina. Hipertensão preexistent e deve ser controlada antes do tratamento com venlafaxina. Deve-se ter cautela em pacientes c om condições subjacentes que possam ser comprometidas por aumentos da pressão arterial.
Pode ocorrer aumento da frequência cardíaca, partic ularmente nas doses mais altas. Deve-se ter cautela em pacientes em condições subjacentes que p odem ser comprometidas pelo aumento da frequência cardíaca.
Casos de prolongamento do intervalo QTc, Torsade de Pointes (TdP), taquicardia ventricular e morte súbita foram relatados durante o uso pós-come rcialização da venlafaxina. A maioria dos relatos ocorreu em associação com superdosagem ou e m pacientes com outros fatores de risco para prolongamento do intervalo QTc/Torsade de Poin tes. Portanto, a venlafaxina deve ser usada com precaução em pacientes com fatores de risco par a prolongamento do intervalo QTc.
Convulsões Podem ocorrer convulsões com o tratamento com a ven lafaxina. Assim como ocorre com todos os antidepressivos, o tratamento com a venlafaxina deve ser introduzido com cautela em pacientes com história de convulsões.
Mania/Hipomania Pode ocorrer mania/hipomania em uma pequena parcela de pacientes com distúrbios de humor que receberam antidepressivos, incluindo a venlafax ina. Assim como ocorre com outros antidepressivos, a venlafaxina deve ser usada com c autela em pacientes com história pessoal ou familiar de transtorno bipolar.
Hiponatremia Casos de hiponatremia e/ou síndrome da secreção ina propriada do hormônio antidiurético (SIADH) podem ocorrer com a venlafaxina, usualmente em pacientes com depleção de volume ou desidratados. Pacientes idosos, pacientes fazend o uso de diuréticos e pacientes com depleção de volume, podem ter risco aumentado para esse even to.
Sangramento Medicamentos que inibem a recaptação de serotonina podem ocasionar anormalidades na agregação plaquetária. Existem relatos de anormalid ades de sangramento com a venlafaxina, desde sangramento cutâneo e das membranas mucosas e hemorragia gastrintestinal, inclusive com risco de morte. Como ocorre com outros inibidor es da recaptação da serotonina (IRSs), deve-se ter cuidado ao administrar a venlafaxina em pacientes predispostos a sangramentos, incluindo pacientes que fazem uso de anticoagulante s e inibidores plaquetários.
Redução de Peso A segurança e a eficácia da terapia com a venlafaxi na em associação a agentes redutores de peso, incluindo a fentermina, ainda não foram estabelecid as. Não se recomenda a administração concomitante do cloridrato de venlafaxina com agent es redutores de peso. O cloridrato de venlafaxina não é indicado para redução de peso, ne m em monoterapia nem em associação com outros produtos.
Colesterol Sérico Observou-se aumento, clinicamente relevante, do col esterol sérico em 5,3% dos pacientes tratados com a venlafaxina e 0,0% nos pacientes que receberam placebo, por no mínimo 3 meses, em estudos clínicos controlados por placebo. A dete rminação dos níveis de colesterol sérico deve ser considerada durante o tratamento em longo prazo .
Abuso e Dependência Estudos clínicos não evidenciaram comportamento de busca por drogas (lícitas e ilícitas), desenvolvimento de tolerância, ou elevação indevida de dose da venlafaxina durante o período de uso.
Estudos in vitro revelaram que a venlafaxina pratic amente não tem afinidade com opiáceos, benzodiazepínicos, a fenciclidina (PCP) ou receptor es de ácido N-metil-D- aspártico (NMDA).
Não foi demonstrado que a venlafaxina apresenta qua lquer atividade estimulante do sistema nervoso central (SNC) significativa em roedores. Em estudos de discriminação do medicamento com primatas, a venlafaxina não mostrou nenhum risc o significativo de abuso por efeitos estimulantes ou depressores. Em um estudo de autoad ministração, macacos rhesus auto administraram a venlafaxina intravenosamente.
Gravidez A segurança da venlafaxina durante a gravidez em hu manos ainda não foi estabelecida. A venlafaxina deve ser administrada a mulheres grávid as apenas se os benefícios esperados superarem os riscos possíveis. Se a venlafaxina for usada até o nascimento ou um pouco antes do nascimento, os efeitos da descontinuação no recém-n ascido devem ser considerados. Alguns neonatos expostos a venlafaxina no final do terceir o trimestre da gestação desenvolveram complicações que requereram alimentação enteral, su porte respiratório, ou hospitalização prolongada. Essas complicações podem surgir imediat amente após o parto.
Quando a venlafaxina foi administrada por via oral em ratas prenhas ao longo de toda a gestação e lactação, houve diminuição no peso dos filhotes, aumento no número de natimortos e aumento no número de mortes das crias durante os primeiros 5 dias da lactação, quando a administração da dosagem foi iniciada durante a gravidez e continuou até o desmame. A causa da morte não é conhecida. Estes efeitos ocorreram com doses 10 vez es (numa base mg/kg) ou 2,5 vezes (numa base mg/m
- 2) a dose diária humana de 375mg de venlafaxina. A d ose sem efeito sobre a mortalidade da prole de ratos foi 1,4 vezes a dose humana, em uma base mg/kg, ou 0,25 vezes a dose humana, em uma base mg/m 2.
Um estudo longitudinal prospectivo de 201 mulheres com história de depressão maior que eram eutímicas no início da gravidez mostrou que as mulh eres que interromperam a medicação antidepressiva durante a gravidez tinham maior prob abilidade de apresentar uma recidiva da depressão maior do que as mulheres que continuaram a medicação antidepressiva.
A exposição a IRSNs do meio ao final da gravidez po de aumentar o risco de pré-eclâmpsia, e a exposição a IRSNs perto do parto pode aumentar o ri sco de hemorragia pós-parto.
O cloridrato de venlafaxina é um medicamento classi ficado na categoria C de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser u tilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Lactação A venlafaxina e a ODV são excretadas no leite mater no; portanto, deve-se decidir entre amamentar ou descontinuar o uso de venlafaxina.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitam ento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações ind esejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas par a o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Uso em Idosos Não há recomendação específica para ajuste de dose da venlafaxina de acordo com a idade do paciente.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e op erar máquinas Em voluntários saudáveis, a venlafaxina não alterou o desempenho psicomotor, cognitivo ou comportamental complexo. No entanto, qualquer psico fármaco pode comprometer o julgamento, o raciocínio e a capacidade motora. Portanto, os pa cientes devem ser alertados quanto aos efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máq uinas perigosas.
Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou oper ar máquinas até que ele saiba como cloridrato de venlafaxina afeta-o, pois sua habilid ade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmai os ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.
As cápsulas de cloridrato de venlafaxina contêm esf eras que são liberam lentamente o medicamento no trato digestivo. A porção insolúvel destas esferas é eliminada e pode ser vista nas fezes.
Interações medicamentosas
Inibidores da monoaminoxidase Foram relatadas reações adversas graves, em pacient es que interromperam recentemente o tratamento com um inibidor da monoaminoxidase (IMAO ) e iniciaram o tratamento com a venlafaxina, ou que recentemente interromperam a te rapia com a venlafaxina antes do início do tratamento com um IMAO (vide item 4. Contraindicaçã o). Essas reações incluíram: tremores, mioclonia, diaforese, náuseas, vômitos, rubor, tont ura, e hipertermia com quadro semelhante à síndrome neuroléptica maligna, convulsões e óbito.
Medicamentos ativos no SNC O risco do uso da venlafaxina em associação a outro s medicamentos ativos no SNC ainda não foi sistematicamente avaliado. Consequentemente, recome nda-se cautela caso seja necessária à administração concomitante da venlafaxina e desses medicamentos.
Síndrome serotoninérgica Como com outros agentes serotonérgicos, a síndrome serotoninérgica, uma condição potencialmente de risco de vida, pode ocorrer duran te o tratamento com a venlafaxina, particularmente com o uso concomitante de outros ag entes que podem afetar o sistema neurotransmissor serotonérgico como os triptanos, o s ISRSs*, outros IRSNs**, anfetaminas, o lítio, a sibutramina, opioides (ex:fentanila e seus análogos, tramadol, dextrometorfano, tapentadol, meperidina, metadona, pentazocina) ou a erva-de-São-João (Hypericum perforatum), com medicamentos que comprometem o metabolismo da s erotonina, como os IMAOs, incluindo a linezolida (um antibiótico que é um IMAO não sele tivo reversível) e azul de metileno); ou com precursores da serotonina, como suplementos contend o triptofano (vide item 4.
“Contraindicações” e item 5. “Advertências e Precau ções”).
Se o tratamento concomitante da venlafaxina com um ISRS*, um IRSN** ou um agonista de receptor da 5- hidroxitriptamina (triptano) for cli nicamente justificado, recomenda-se observação cuidadosa do paciente, especialmente no início do t ratamento e no caso de aumento da dose.
O uso concomitante da venlafaxina com precursores d a serotonina, como suplementos contendo triptofano, não é recomendado (vide item 5. “Advert ências e Precauções”).
- ISRS = inibidor seletivo da recaptação de seroton ina.
** IRSN = inibidor da recaptação de serotonina e no repinefrina.
Medicamentos que prolongam o intervalo QT O risco de prolongamento do intervalo QTc e/ou de a rritmias ventriculares (por exemplo, torsade de pointes) aumenta com o uso concomitante de outro s medicamentos que prolongam o intervalo QTc (por exemplo, alguns antipsicóticos e antibióti cos) (vide item 5. “Advertências e Precauções”). indinavir Em um estudo de farmacocinética com indinavir, resu ltou em diminuição de 28% da área sob a curva de concentração versus tempo (AUC) e diminuiç ão de 36% da Cmáx do indinavir. O indinavir não alterou a farmacocinética da venlafax ina e da ODV. É desconhecida a significância clínica desse achado.
Álcool Os pacientes devem ser aconselhados a não consumir álcool, considerando seus efeitos no SNC e potencial de causar agravamento clínico de quadros psiquiátricos e potencial de interagir adversamente com venlafaxina, incluindo efeitos dep ressivos sobre o SNC. haloperidol Um estudo farmacocinético com haloperidol mostrou u ma diminuição de 42% no total do clearance oral, um aumento de 70% na AUC, um aument o de 88% no Cmáx, mas não alterou a meia-vida. Isto deve ser levado em conta em pacient es tratados com haloperidol e venlafaxina concomitantemente. cimetidina No estado de equilíbrio, a cimetidina resultou na i nibição do metabolismo de primeira passagem hepática da venlafaxina; no entanto a cimetidina nã o teve nenhum efeito na farmacocinética da ODV. Está previsto que a atividade global da venlaf axina mais ODV aumente apenas discretamente na maioria dos pacientes. Em idosos e em pacientes com disfunção hepática esta interação pode ser mais acentuada. imipramina A venlafaxina não alterou a farmacocinética da imip ramina e da 2-OH-imipramina. No entanto, a AUC, a Cmáx e a Cmín da desipramina aumentaram cerca de 35% na presença da venlafaxina. A AUC da 2-OH-desipramina aumentou 2,5 vezes e 4,5 ve zes. A imipramina não alterou a farmacocinética da venlafaxina e da ODV. Isso deve ser considerado para pacientes tratados concomitantemente com o imipramina e a venlafaxina. cetoconazol Um estudo farmacocinético com cetoconazol em metabo lizadores extensos (ME) e metabolizadores fracos (MF) do CYP2D6 resultou em c oncentrações plasmáticas mais elevadas tanto de venlafaxina quanto de ODV nos indivíduos, após a administração de cetoconazol. A C máx da venlafaxina aumentou em 26% em indivíduos ME e 48% em indivíduos MF. Os valores de Cmáx para ODV aumentaram em 14% e 29% em indivíduos ME e MF, respectivamente. AUC da venlafaxina aumentou em 21% em indivíduos ME e 7 0% em indivíduos MF. Valores de AUC para ODV aumentaram em 23% e 33% em indivíduos ME e MF, respectivamente (vide item 6.
“Interações Medicamentosas - Potencial de outros me dicamentos afetarem a venlafaxina”). metoprolol A administração concomitante da venlafaxina (50mg a cada 8 horas por 5 dias) e metoprolol (100mg a cada 24 horas por 5 dias) a voluntários sa udáveis em um estudo de interação farmacocinética dos dois medicamentos resultou em a umento de 30% - 40% das concentrações plasmáticas do metoprolol sem alterar as concentraç ões plasmáticas do seu metabólito ativo, o alfa-hidroximetoprolol. A venlafaxina pareceu dimin uir o efeito redutor da pressão arterial do metoprolol nesse estudo em voluntários saudáveis. A relevância clínica dessa observação em pacientes hipertensos é desconhecida. O metoprolol não alterou o perfil farmacocinético da venlafaxina nem de seu metabólito ativo, a ODV. Dev e-se ter cautela com a administração concomitante da venlafaxina com o metoprolol. risperidona A venlafaxina aumentou aproximadamente 32% da AUC da risperidona, mas não alterou significantemente o perfil farmacocinético da porçã o ativa total (risperidona mais 9-hidroxirisperidona). A significância clínica desta interação não é conhecida. diazepam O diazepam não pareceu alterar a farmacocinética da venlafaxina ou da ODV. A venlafaxina também não apresentou nenhum efeito sobre a farmaco cinética e farmacodinâmica do diazepam e de seu metabólito ativo, desmetildiazepam. lítio Não houve alteração da farmacocinética do estado de equilíbrio da venlafaxina e ODV coadministrada com lítio. A venlafaxina não teve ef eito sobre a farmacocinética do lítio (vide subitem Medicamentos Ativos no SNC a seguir).
Medicamentos com alta taxa de ligação a proteínas p lasmáticas A venlafaxina não apresenta alta taxa de ligação a proteínas plasmáticas (27%); assim, a administração de venlafaxina a um paciente que toma outro medicamento com alta taxa de ligação a proteínas não deve provocar aumento das c oncentrações livres do outro medicamento.
Medicamentos metabolizados pelas isoenzimas do cito cromo P450 Os estudos indicam que a venlafaxina é um inibidor relativamente fraco da CYP2D6. A venlafaxina não inibiu in vitro CYP3A4, CYP1A2 e CY P2C9. Isto foi confirmado em estudos in vivo com os seguintes medicamentos: alprazolam (CYP 3A4), cafeína (CYP1A2), carbamazepina (CYP3A4), diazepam (CYP3A4 e CYP2C19) e tolbutamida (CYP2C9).
Potencial de outros medicamentos afetarem a venlafa xina As vias de metabolização da venlafaxina incluem CYP 2D6 e CYP3A4. A venlafaxina é primariamente metabolizada no seu metabólito ativo, ODV, pela enzima CYP2D6 do citocromo P450. CYP3A4 é a via secundária de metabolização qu ando comparada com CYP2D6 no metabolismo da venlafaxina.
Inibidores de CYP2D6 O uso concomitante de inibidores de CYP2D6 e da ven lafaxina pode reduzir a metabolização da venlafaxina a ODV, resultando em aumento das concen trações plasmáticas da venlafaxina e decréscimo das concentrações plasmáticas de ODV. Co mo venlafaxina e ODV são ambos farmacologicamente ativos, não é necessário ajuste de dose quando a venlafaxina é coadministrada com inibidores da CYP2D6.
Inibidores de CYP3A4 O uso concomitante de inibidores de CYP3A4 e da ven lafaxina pode aumentar os níveis de venlafaxina e de ODV (vide item 6. “Interações Medi camentosas”). Portanto, recomenda-se cautela se o tratamento de um paciente incluir um i nibidor da CYP3A4 e a venlafaxina concomitantemente.
Inibidores de CYP2D6 e CYP3A4 Não foi estudado o uso concomitante da venlafaxina com medicamento(s) que potencialmente inibe(m) tanto a CYP2D6 quanto a CYP3A4, enzimas me tabolizadoras primárias da venlafaxina.
Entretanto, no uso concomitante se pode esperar um aumento das concentrações plasmáticas de venlafaxina. Portanto, recomenda-se cautela se o tr atamento de um paciente incluir qualquer agente que produzam inibições simultâneas desses do is sistemas enzimáticos.
Terapia Eletroconvulsiva Não há dados clínicos que estabeleçam o benefício d a terapia eletroconvulsiva combinada ao tratamento com venlafaxina.
Interação com medicamentos de testes laboratoriais Falso-positivos em urina nos testes de imunoensaio de fenciclidina (PCP) e anfetaminas têm sido relatados em pacientes que tomam venlafaxina devido à falta de especificidade dos testes.
Resultados falso-positivos podem ser esperados dura nte vários dias após interrupção da terapêutica com a venlafaxina. Os testes confirmató rios, tais como cromatografia gasosa / espectrometria de massa, vão distinguir a venlafaxi na de PCP e anfetaminas.
Cuidados de armazenamento do medicamento armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c).
Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
-cloridrato de venlafaxina 75mg: Pellets esféricos de cor branca a levemente amarel ada.
Cápsula gelatinosa de cor rosa claro/rosa claro.
-cloridrato de venlafaxina 150mg: Pellets esféricos de cor branca a levemente amarel ada.
Cápsula gelatinosa de cor marrom/marrom.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Posologia e modo de usar
O cloridrato de venlafaxina deve ser administrado c om alimentos, aproximadamente no mesmo horário todos os dias. As cápsulas devem ser tomada s inteiras com algum líquido e não devem ser divididas, trituradas, mastigadas ou dissolvidas, o u podem ser administradas cuidadosamente abrindo-se a cápsula e espalhando todo o conteúdo e m uma colher de purê de maçã. Esta mistura de medicamento/alimento deve ser engolida imediatam ente sem mastigar e deve ser seguida de um copo de água para assegurar a completa deglutiçã o dos princípios ativos.
Depressão maior A dose inicial recomendada de cloridrato de venlafa xina é de 75mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75mg/dia podem beneficiar-se com o aumento da dose até, no máximo, 225mg/dia.
Transtorno de ansiedade generalizada A dose inicial recomendada de cloridrato de venlafa xina é de 75mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Os pacientes que não respondem à dose inicial de 75mg/dia podem beneficiar-se com o aumento da dose até, no máximo, 225mg/dia.
Fobia social A dose inicial recomendada de cloridrato de venlafa xina é de 75mg, administrada uma vez por dia (1x/dia). Não há evidências de que doses maiore s proporcionem algum benefício adicional.
Descontinuando a venlafaxina Recomenda-se a redução gradual da dose ao descontin uar o tratamento com cloridrato de venlafaxina (vide item 5. “Advertências e Precauçõe s” e item 9. “Reações Adversas”). Em estudos clínicos com venlafaxina cápsulas de libera ção prolongada, o medicamento foi reduzido gradualmente alcançando o intervalo de dose diária de 75 mg a cada semana. Entretanto, o período de tempo necessário para a redução gradual e a quantidade de redução da dose pode depender da dose, duração do tratamento e de cada p aciente individualmente. Em alguns pacientes, a descontinuação pode precisar ocorrer m uito gradualmente durante período de meses ou mais.
Uso em pacientes com insuficiência renal A dose diária total de cloridrato de venlafaxina de ve ser reduzida em 25% a 50% nos pacientes com insuficiência renal com taxa de filtração glome rular (TFG) de 10 a 70mL/min.
A dose diária total de cloridrato de venlafaxina de ve ser reduzida em até 50% nos pacientes em hemodiálise. Devido à variabilidade individual no c learance nesses pacientes, doses individuais podem ser aconselhadas.
Uso em pacientes com insuficiência hepática A dose diária total de cloridrato de venlafaxina de ve ser reduzida em até 50% em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada. Em alguns p acientes, reduções maiores que 50% podem ser adequadas.
Devido à variabilidade individual no clearance, dos es individuais podem ser aconselhadas.
Uso em crianças e adolescentes Não há experiência suficiente com o uso de cloridra to de venlafaxina em pacientes com menos de 18 anos de idade (vide item 5. “Advertência e Preca uções” e item 9. “Reações Adversas”).
Uso em Idosos Não há recomendação específica para ajuste da dose de cloridrato de venlafaxina de acordo com a idade do paciente.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.
Reações adversas
A tabela a seguir lista as reações adversas por Cla sse de Sistema de Órgãos em ordem decrescente de gravidade médica.
Reações adversas por Classe de Sistema de Órgãos e pelas categorias de frequência CIOMS (Council for International Organizations of Medical Sciences) em ordem decrescente de gravidade médica dentro de cada categoria de frequê ncia e de Classe de Sistema de Órgãos:
Classe de Sistema de Órgãos Muito Comum ≥ 1/10 Comum ≥ 1/100 a <1/10 Incomum ≥ 1/1.000 a <1/100 Raro ≥ 1/10.000 a < 1/1.000 Muito Raro < 1/10.000 Frequência não conhecida (não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis) Distúrbios do Sistema linfático e sangue Agranulocitose* §, anemia aplástica* §, pancitopenia* §, neutropenia* § Trombocitopenia* Distúrbios do sistema imune Reação Anafilática* § Distúrbios do sistema endócrino Secreção inapropriada do hormônio antidiurético* § Prolactina sanguínea aumentada* Distúrbios do metabolismo e nutrição Diminuição do apetite Hiponatremia* Distúrbios psiquiátricos Insônia Sonhos anormais, nervosismo, diminuição da libido, agitação*, anorgasmia Estado de confusão*, mania, hipomania, despersonalização, alucinação, orgasmo anormal, bruxismo*, apatia Delírio* § Distúrbio do sistema nervoso Dor de cabeça*, tontura, sedação Acatisia*, tremor, parestesia, disgeusia Síncope, mioclonia, distúrbio do equilíbrio * coordenação anormal*, discinesia* Síndrome neuroléptica maligna* §, síndrome da serotonina* §, convulsão, distonia* Discinesia tardia* Distúrbio ocular Deficiência visual, distúrbio de acomodação, midríase Glaucoma de ângulo fechado* § Distúrbios do ouvido e labirinto Tinido* Distúrbios cardíacos Taquicardia, palpitação Torsade de pointes* §, taquicardia ventricular * §, fibrilação ventricular * §, eletrocardiograma com prolongamento do intervalo QT *, cardiomiopatia do estresse (cardiomiopatia de takotsubo) * § Distúrbios vasculares Hipertensão, ondas de calor Hipotensão ortostática, hipotensão* Distúrbios Dispneia*, Doença respiratório, torácico e mediastinal bocejo intersticial pulmonar* §, eosinofilia pulmonar * § Distúrbios gastrintestinais Náusea, boca seca, constipação Diarreia*, vômito Hemorragia gastrointestinal* Pancreatite* Distúrbios hepatobiliares Teste de função hepática anormal * Hepatite* § Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Hiperidrose* Erupção cutânea, prurido*, suor noturno* Urticária*, alopecia*, equimose, reação de fotossensibi-lidade Síndrome de Stevens--Johnson * §, necrólise epidérmica tóxica* §, angioedema* §, eritema multiforme* § Distúrbios musculoesque-léticos e do tecido conjuntivo Hipertonia Rabdomiólise * § Distúrbios renal e urinário Hesitação urinária, retenção urinária, polaciúria* Incontinência urinária* Distúrbios do Sistema reprodutivo e mama Disfunção erétil, distúrbio da ejaculação Metrorragia*, menorragia* Distúrbios gerais e condições no local da administração Fadiga, astenia, calafrios* Hemorragia da mucosa* Laboratoriais Perda de peso, aumento de peso Colesterol sérico aumentado Tempo de sangramento prolongado* Lesões, envenenamento e complicações durante o procedimento Fratura óssea *Reações adversas identificadas pós-comercialização .
§A frequência das reações adversas foi estimada usan do “a regra de 3”.
Efeitos da Descontinuação Os seguintes sintomas foram relatados em associação com a repentina interrupção ou redução de dose ou retirada de tratamento: hipomania, ansiedad e, agitação, nervosismo, confusão, insônia ou outros distúrbios do sono, fadiga, sonolência, pare stesia, tontura, convulsão, vertigem, cefaleia, sintomas de gripe, tinido, coordenação e equilíbrio prejudicados, tremor, sudorese, boca seca, anorexia, diarreia, náusea, vômito, deficiência vis ual e hipertensão. Em estudos anteriores à comercialização, a maioria das reações à interrupçã o foi leve e resolvida sem tratamento (vide itens 8. “Posologia e Modo de Usar” e 5. “Advertênc ias e Precauções”). Embora estes eventos sejam geralmente autolimitados, tem havido relatos de sintomas de descontinuação graves e, por vezes, estes efeitos podem ser prolongados e graves .
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Na experiência pós-comercialização, a superdosagem com venlafaxina ocorreu predominantemente em associação a álcool e/ou outro s medicamentos, incluindo casos com desfecho fatal. Os eventos mais frequentemente rela tados em superdosagem incluem taquicardia, alterações do nível de consciência (variando de son olência a coma), midríase, convulsão e vômitos. Outros eventos relatados incluem alteraçõe s no eletrocardiograma (por exemplo, prolongamento do intervalo QT, bloqueio de ramo, pr olongamento do complexo QRS), taquicardia ventricular, bradicardia, hipotensão, v ertigem e morte. Sintomas severos de intoxicação podem ocorrer em adultos após a ingestã o de aproximadamente 3 gramas de venlafaxina.
Estudos retrospectivos publicados relatam que a sup erdosagem com a venlafaxina pode estar associada a um aumento do risco de resultados fatai s em comparação ao observado com os antidepressivos ISRS, mas inferiores aos relacionad os aos antidepressivos tricíclicos. Estudos epidemiológicos demonstraram que os pacientes trata dos com a venlafaxina apresentam mais fatores de risco de suicídio do que os tratados com ISRS. Não se sabe ao certo qual o grau em que a observação de risco aumentado de resultados fatai s pode ser atribuída à toxicidade da venlafaxina na superdosagem em oposição a algumas c aracterísticas dos pacientes tratados com a venlafaxina.
Tratamento recomendado A intoxicação grave pode exigir tratamento e monito ramento de emergência complexos. Portanto, em caso de suspeita de superdose envolvendo venlafa xina, entre em contato com o telefone informado abaixo imediatamente.
Recomendam-se medidas gerais de suporte e tratament o sintomático, além de monitorização do ritmo cardíaco e dos sinais vitais. Não se recomend a a indução de vômitos quando houver risco de aspiração. Pode haver indicação para lavagem gás trica caso essa lavagem seja realizada logo após a ingestão ou em pacientes sintomáticos. A adm inistração de carvão ativado também pode limitar a absorção do fármaco. É provável que diure se forçada, diálise, hemoperfusão e ex-sanguíneo transfusão não apresentem benefícios. Não são conhecidos antídotos específicos da venlafaxina.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro n o 1.0370.0763 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO
Venda sob prescrição com retenção da receita h i s t ó ri co de al t e
RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s da su bm is sã o e l e t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if ic a ç ã o q u e a lt e r a b u la Da d o s d a s a l t e r a ç õ e s d e bu la s Da t a d o e x pe d i e nt e N°. d o e xp e d ie n t e Ass u n t o Da t a d o e x p e di e n t e N°. d o e x pe d i e nt e A ssu n t o D a t a d e a p r o v a ç ão It e ns d e b u la Ve r sõ e s ( V P/ VP S) A p r e se n t a ç õ e s r e l a c io n a da s 3 0 /0 5 /20 2 2 4 2 2 66 04 / 22 -9 1 0 4 59 -GE NÉ RI CO -I n c lu sã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la -RD C 6 0/ 1 2 3 0 /0 5 /20 2 2 42 2 66 0 4 /22 -9 10 4 59 -G EN ÉR I C O -I nc l u sã o I n i c ia l d e T e x to d e Bu la -R DC 6 0 /1 2 3 0/ 0 5 /20 2 2 V e r sã o in ic i a l VP S -7 5 m g c a p d ur a l ib p r ol c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
-1 50 mg c a p du r a l ib p ro l c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
1 4 /0 9 /20 2 3 0 9 7 47 14 / 23 -2 1 0 4 52 -GE NÉ RI CO -No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C 6 0/ 1 2 1 4 /0 9 /20 2 3 09 7 47 1 4 /23 -2 10 4 52 -G EN ÉR I C O -No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC 6 0 /1 2 1 4/ 0 9 /20 2 3 F o r m a F a r m a c ê u t ic a 3 .
Ca r a c t e r í stic a s f a r m a c o lóg ic a s 4 .
Co n t r a in d ic a çõ e s 5 .
Ad v e r t ên c ia s e P r e c a u ç õ e s 6 .
I n te r a çõe s m e d ic a m e nt o sa s 7 .
Cu id a d o s d e a r m a z e n a m e n t o d o m e di c a m e n to 8 .
P o so lo g ia e m od o d e u sa r 10 .
S u p er d o se Diz e r e s l e g a is VP S -7 5 m g c a p d ur a l ib p r ol c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
-1 50 mg c a p du r a l ib p ro l c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
1 1 /1 2 /20 2 3 -1 0 4 52 -GE NÉ RI CO -No t if i c a ç ã o d e A lte r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – RD C 6 0/ 1 2 1 1 /1 2 /20 2 3 -10 4 52 -G EN ÉR I C O -No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o de T e x to d e Bu l a – R DC 6 0 /1 2 1 1/ 1 2 /20 2 3 4 .
Co n t r a in d ic a çõ e s 5 .
Ad v e r t ên c ia s e P r e c a u ç õ e s VP S -7 5 m g c a p d ur a l ib p r ol c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
-1 50 mg c a p du r a l ib p ro l c t b l a l p la s pv c /p vd c t r a n s x 3 0 .
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 75 MG CAP DURA LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 30 | Tarja vermelha | 7896112153276 | R$ 327,40 |
| 150 MG CAP DURA LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC TRANS X 30 | Tarja vermelha | 7896112153436 | R$ 464,38 |