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Bulas de Remédios
Referência Tarja preta

Palexis® LP

Cloridrato de tapentadol · Grünenthal do Brasil Farmacêutica Ltda.. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoCloridrato de tapentadol
FabricanteGrünenthal do Brasil Farmacêutica Ltda.
Registro MS1.8610.0015
Classe terapêuticaAnalgésicos
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 91,11
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Palexis® LP

Fonte: bula do fabricante (Grünenthal do Brasil Farmacêutica Ltda.) publicada no bulário digital Sara · bula de 17/09/2024 · conferida em 24/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

PALEXIS ® LP (tapentadol) Grünenthal do Brasil Farmacêutica Ltda.

Comprimidos revestidos de liberação prolongada 50 mg 100 mg 150 mg 200 mg 250 mg Palexis ® LP tapentadol Palexis ® LP tapentadol

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Apresentações

Comprimidos revestidos de liberação prolongada de 50 mg, 100 mg, 150 mg, 200 mg ou 250 mg de tapentadol em embalagem com 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Palexis ® LP 50 mg:

Cada comprimido revestido contém 58,24 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 50 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol e dióxido de titânio.

Palexis ® LP 100 mg:

Cada comprimido revestido contém 116,48 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 100 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo.

Palexis ® LP 150 mg:

Cada comprimido revestido contém 174,72 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 150 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

Palexis ® LP 200 mg:

Cada comprimido revestido contém 232,96 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 200 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

Palexis ® LP 250 mg:

Cada comprimido revestido contém 291,20 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 250 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.

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Informações ao paciente

Leia atentamente a bula antes de começar a tomar este medicamento, pois ela contém informações importantes para você.

  • Mantenha esta bula. Você pode precisar lê-la novamente.
  • Se você tiver alguma dúvida adicional, fale com o seu médico ou farmacêutico.
  • Este medicamento foi prescrito exclusivamente para você. Não o repasse para outras pessoas.

Isso pode prejudicá-las, mesmo que elas tenham sinais de doença semelhantes aos seus.

  • Se você tiver qualquer reação adversa, fale com o seu médico ou farmacêutico. Isso inclui quaisquer possíveis efeitos colaterais não listados nesta bula (vide Seção 8. QUAIS OS MALES

Que este medicamento pode me causar?).

01

Para quê este medicamento é indicado?

Palexis ® LP é indicado para o alívio da dor crônica de intensidade moderada a grave.

02

Como este medicamento funciona?

Palexis ® LP é um medicamento a base de tapentadol, um analgésico potente que pertence à classe dos opioides e age no sistema nervoso central. Seu mecanismo de ação exato é desconhecido, mas acredita-se que a eficácia analgésica seja devido à atividade em receptores opioides e à inibição da recaptação da noradrenalina. Uma redução clinicamente significativa da dor foi observada dentro das primeiras duas semanas de tratamento em estudos clínicos com Palexis ® LP.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Não tome Palexis ® LP:

  • se você for alérgico ao tapentadol ou a qualquer outro componente do medicamento (listado no item COMPOSIÇÃO);
  • se você tem asma ou se sua respiração está perigosamente lenta ou superficial (depressão respiratória, hipercapnia);
  • se você tem paralisia do intestino;
  • se você tem intoxicação aguda por álcool, medicamentos para dormir, medicamentos para dor ou outros medicamentos psicotrópicos (medicamentos que afetam o humor e as emoções) (vide Seção “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?”, subitem “Outros medicamentos e Palexis ® LP”);
  • se você está tomando um medicamento para depressão contendo um inibidor da monoaminoxidase (MAO), ou se você tomou um inibidor da MAO nos últimos 14 dias.

Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê. Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Converse com o seu médico ou farmacêutico antes de tomar Palexis ® LP se você:

  • tiver respiração lenta ou superficial,
  • sofrer de pressão aumentada no cérebro ou consciência perturbada até coma,
  • sofreu um ferimento na cabeça ou tumores cerebrais,
  • teve um ataque epilético ou se você tiver um risco aumentado de ter crises epiléticas,
  • sofre de uma doença hepática ou renal (vide Seção “6. COMO DEVO USAR ESTE

Medicamento?),

  • sofre de uma doença do trato pancreático ou biliar, incluindo pancreatite,
  • estiver tomando medicamentos referidos como agonistas opioides / antagonistas opioides mistos (por exemplo pentazocina, nalbufina) ou agonistas mu-opioides parciais (por exemplo, buprenorfina),
  • estiver tomando medicamentos para tratamento de alergias, cinetoses ou náuseas (anti-histamínico ou antiemético),
  • estiver tomando medicamentos para tratar desordens psiquiátricas (antipsicóticos ou neurolépticos),
  • estiver tomando relaxantes musculares,
  • estiver tomando medicamento para tratar doença de Parkinson.

Tolerância, dependência e abuso Este medicamento contém tapentadol que é um fármaco opioide. O uso repetido de opioides pode resultar em um menor efeito, o que pode indicar tolerância. O uso repetido de Palexis ® LP pode também levar à dependência, abuso ou vício, podendo levar à overdose potencialmente fatal. O risco destes efeitos secundários pode aumentar com doses mais elevadas e maior duração de uso.

A dependência ou o vício pode fazer você sentir que não está mais no controle de quanto medicamento você precisa tomar ou com que frequência você precisa tomá-lo.

O risco de se tornar dependente ou viciado varia de pessoa para pessoa. Você pode ter um risco maior de se tornar dependente ou viciado em Palexis ® LP se:

  • Você ou qualquer pessoa da sua família já foi dependente de álcool, medicamentos prescritos ou drogas ilegais.
  • Você é fumante.
  • Você já teve problemas de humor (depressão, ansiedade ou transtorno de personalidade) ou foi tratado por um psiquiatra para outras doenças mentais.

Se você notar qualquer um dos seguintes sinais enquanto toma Palexis ® LP, pode ser um sinal de que você se tornou dependente ou viciado:

  • Você precisa tomar o medicamento por mais tempo do que o recomendado pelo seu médico.
  • Você precisa tomar mais do que a dose recomendada.
  • Você está usando o medicamento por razões diferentes das prescritas, por exemplo, “para ficar calmo” ou “ajudá-lo a dormir”.
  • Você fez tentativas repetidas e sem sucesso de parar ou controlar o uso do medicamento.
  • Quando você para de tomar o medicamento, se sente mal, e volta a se sentir melhor uma vez que toma o medicamento novamente ('efeitos de retirada').

Se notar algum destes sinais, fale com o seu médico para discutir a melhor via de tratamento, incluindo quando é apropriado parar e como parar em segurança (vide Seção “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”, subitem “Se você parar de tomar Palexis ® LP”) Palexis ® LP pode levar a dependência física e psicológica. Se você tem uma tendência ao abuso de medicamentos ou se você for dependente de medicamentos, você somente deve tomar este medicamento por períodos curtos e sob supervisão médica estrita.

Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.

Distúrbios de respiração associados ao sono Palexis ® LP contém uma substância ativa que pertence ao grupo de opioides. Os opioides podem causar distúrbios respiratórios associados ao sono como, por exemplo, apneia central do sono (respiração rasa/pausa da respiração durante o sono) e hipoxemia relacionada ao sono (baixo nível de oxigênio no sangue).

O risco de sofrer apneia central do sono depende da dose de opioides. O seu médico pode considerar a possibilidade de diminuir a dose total de opioides se você apresentar apneia central do sono.

Outros medicamentos e Palexis ® LP Informe ao seu médico ou farmacêutico se você estiver tomando, tiver tomado recentemente ou poderá tomar outros medicamentos.

A sua respiração pode tornar-se perigosamente lenta ou superficial (depressão respiratória) se você estiver tomando certos medicamentos para dormir ou tranquilizantes (por exemplo barbitúricos, benzodiazepínicos) ou medicamentos para o alívio da dor, como morfina e codeína (também como medicamento para tosse) em combinação com Palexis ® LP. Se isso acontecer, informe ao seu médico.

Se você estiver tomando certos depressores do sistema nervoso central (por exemplo benzodiazepinas, antipsicóticos, anti-histamínicos H1, opioides, álcool, gabapentina ou pregabalina) em combinação com Palexis ® LP, sua consciência pode ficar diminuída, você pode se sentir mais sonolento ou sentir que você pode desmaiar. Se isso acontecer, informe ao seu médico.

Se você estiver tomando um tipo de medicamento que afeta os níveis de serotonina (por exemplo alguns medicamentos para o tratamento da depressão ou ansiedade), converse com o seu médico antes de tomar Palexis ® LP, uma vez que houve casos de “síndrome serotoninérgica”. A síndrome serotoninérgica é uma condição rara, com risco de morte. Os sinais da síndrome serotoninérgica incluem contração involuntária e rítmica dos músculos, incluindo os músculos que controlam o movimento dos olhos, agitação, suor excessivo, tremor, reflexos exagerados, tônus muscular aumentado e temperatura corporal acima de 38ºC. Seu médico pode aconselhá-lo sobre este tema.

A ingestão concomitante de Palexis ® LP com outros tipos de medicamentos denominados agonistas / antagonistas mu-opioides mistos (por exemplo, pentazocina, nalbufina) ou agonistas parciais mu-opioides (por exemplo, buprenorfina) não foi estudada. É possível que o Palexis ® LP não funcione tão bem se administrado junto com um desses medicamentos. Informe ao seu médico caso esteja em tratamento com um destes medicamentos.

A ingestão concomitante de Palexis ® LP com inibidores ou indutores fortes (por exemplo rifampicina, fenobarbital, erva de São João) de certas enzimas que são necessárias para eliminar o tapentadol do seu corpo, pode influenciar o funcionamento do tapentadol ou pode causar efeitos colaterais, especialmente quando este outro medicamento concomitante é iniciado ou interrompido. Mantenha seu médico informado sobre todos os medicamentos que você está tomando.

Palexis ® LP não deve ser tomado junto com inibidores da MAO (certos medicamentos para o tratamento da depressão). Informe ao seu médico se você estiver tomando ou tomou inibidores da MAO nos últimos 14 dias.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Uso de Palexis ® LP com alimento e álcool Não ingira álcool durante o tratamento com Palexis ® LP pois alguns eventos adversos, como sonolência, podem ser intensificados. O alimento não influencia o efeito deste medicamento.

Gravidez e amamentação Se você está grávida ou amamentando, pensa que pode estar grávida ou está planejando ter um bebê, peça aconselhamento ao seu médico ou farmacêutico antes de tomar este medicamento.

Não tome este medicamento:

  • Se você estiver grávida, a não ser que o seu médico tenha te instruído a tomá-lo,
  • Durante o parto, porque ele pode causar respiração perigosamente lenta ou superficial (depressão respiratória) no recém-nascido,
  • Durante a amamentação, porque ele pode ser excretado no leite materno.

O uso a longo prazo de opioides pela mãe durante a gravidez expõe concomitantemente o feto. O recém-nascido pode, por consequência, apresentar síndrome de abstinência neonatal (NOWS).

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas Palexis ® LP pode causar sonolência, tonturas e visão turva e pode prejudicar suas reações. Isso pode acontecer especialmente quando você começar a tomar Palexis ® LP, quando o seu médico alterar a sua dosagem ou quando você ingerir álcool ou tomar tranquilizantes.

Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas no início do tratamento, quando a sua dose é alterada, quando você mudar de outro analgésico para este medicamento, se você também usa outros medicamentos que agem no cérebro ou se você consumir álcool, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.

Em caso de dúvida, se o Palexis LP prejudicar sua capacidade de dirigir ou operar máquinas, consulte seu médico.

O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Atenção: contém lactose.

Se você foi informado pelo seu médico que você possui intolerância a alguns açúcares, contate seu médico antes de tomar este medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Atenção:

Palexis ® LP 50 mg contém o corante dióxido de titânio que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

Palexis ® LP 100 mg contém os corantes dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

Palexis ® LP 150 mg contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

Palexis ® LP 200 mg contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

Palexis ® LP 250 mg contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Você deve conservar Palexis ® LP em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Palexis ® LP é um comprimido oblongo de cor branco (50 mg), amarelo claro (100 mg), rosa claro (150 mg), laranja claro (200 mg) ou vermelho acastanhado (250 mg).

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Sempre tome este medicamento exatamente como orientado pelo seu médico ou farmacêutico. Se você tiver dúvidas, consulte seu médico ou farmacêutico.

Antes de começar o tratamento, e regularmente durante o tratamento, seu médico irá discutir com você o que você deve esperar com o uso do Palexis ® LP, quando e por quanto tempo você vai utilizá-lo, em quais situações você deve entrar em contato com o seu médico ou interromper o tratamento (vide subitem, “Se você parar de tomar Palexis ® LP”).

Seu médico irá ajustar a dose conforme a intensidade da sua dor e a sua sensibilidade individual à dor. Em geral, a menor dose analgésica deve ser tomada.

Posologia Adultos A dose recomendada é de 1 comprimido a cada 12 horas. Doses diárias totais acima de 500 mg de tapentadol não são recomendadas.

Seu médico poderá prescrever uma dose ou intervalos de dose diferentes e mais apropriadas, se isso for necessário para você. Se você sentir que o efeito dos comprimidos de Palexis ® LP está muito forte ou muito fraco, converse com o seu médico ou farmacêutico.

Pacientes idosos Em pacientes idosos (acima de 65 anos) geralmente não é necessário ajuste de dose. No entanto, a excreção do tapentadol pode ser atrasada em alguns pacientes desse grupo etário. Se isso se aplica a você, seu médico poderá recomendar um regime de dose diferente.

Doenças no fígado ou rins (insuficiência) Pacientes com problemas graves no fígado não devem tomar este medicamento. Se você tem problemas moderados, seu médico irá recomendar um regime de dose diferente. Em caso de problemas leves no fígado não é necessário ajuste de dose.

Pacientes com problemas graves nos rins não devem tomar este medicamento. Não é necessário ajuste de dose nos casos de problemas leves ou moderados nos rins.

Uso em crianças e adolescentes Palexis ® LP não é adequado para crianças e adolescentes abaixo de 18 anos.

Modo de usar Como e quando você deve tomar Palexis ® LP?

Palexis ® LP é para uso oral. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, com quantidade suficiente de líquido. Não mastigue, quebre ou amasse os comprimidos, porque o medicamento pode ser liberado no seu corpo muito rapidamente, podendo levar à overdose. Você pode tomar os comprimidos com o estômago vazio ou junto com refeições.

A capa do revestimento do comprimido de Palexis ® LP pode não ser completamente digerida e, portanto, pode ainda estar visível nas fezes. Você não deve se preocupar se isso ocorrer, uma vez que o princípio ativo do comprimido já foi absorvido, sendo que o conteúdo visível corresponde apenas à capa vazia do comprimido.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Por quanto tempo você deve tomar Palexis ® LP?

Não tome este medicamento por mais tempo que o recomendado pelo seu médico.

Se você parar de tomar Palexis ® LP Se você interromper ou parar o tratamento cedo demais, sua dor provavelmente retornará. Se você deseja parar o tratamento, informe ao seu médico antes de interromper o tratamento.

Geralmente não há efeitos secundários quando o tratamento é interrompido, no entanto, em ocasiões incomuns, pessoas que estão tomando os comprimidos há algum tempo podem sentir-se mal se interromperem abruptamente a administração do medicamento.

Os sintomas podem ser:

  • inquietação, olhos lacrimejantes, nariz escorrendo, bocejos, suores, calafrios, dores musculares e pupilas dilatadas,
  • irritabilidade, ansiedade, dor nas costas, dor nas articulações, fraqueza, cólicas abdominais, dificuldade em dormir, náuseas, perda de apetite, vômitos, diarreia e aumento da pressão arterial, da respiração ou da frequência cardíaca.

Se você tiver alguma dessas queixas após interromper o tratamento, consulte seu médico.

Você não deve parar abruptamente de tomar este medicamento, a menos que o seu médico lhe diga para fazer isso. Se o seu médico quiser que você pare de tomar seus comprimidos, ele irá orientar a forma como você deve fazer isso, isso pode incluir uma redução gradual da dose.

Se você tiver dúvidas adicionais sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médico ou farmacêutico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?

Se você se esquecer de tomar os comprimidos de Palexis ® LP, é provável que sua dor volte. Não tome duas doses de uma vez para compensar o esquecimento de uma dose, simplesmente continue tomando os comprimidos como antes.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Como todos os medicamentos, Palexis ® LP pode causar efeitos colaterais, embora nem todas as pessoas os tenham.

Eventos adversos importantes ou sintomas a serem observados e o que fazer se você for afetado:

Este medicamento pode causar reações alérgicas. Os sintomas podem ser respiração ofegante, dificuldade em respirar, inchaço das pálpebras, rosto ou lábios, erupção cutânea ou coceira, especialmente aquelas que cobrem todo o seu corpo.

Outro evento adverso grave é uma condição na qual você respira de forma mais lenta ou mais fraca do que o esperado. Isso ocorre principalmente em pacientes idosos e fracos.

Se você for afetado por estes eventos adversos importantes, entre em contato com um médico imediatamente.

Outros eventos adversos que podem ocorrer:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea, constipação, vertigem, sonolência, dor de cabeça.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diminuição do apetite, ansiedade, humor deprimido, problemas de sono, nervosismo, inquietação, distúrbio de atenção, tremores, contração muscular, rubor, falta de ar, vômito, diarreia, indigestão, coceira, aumento da sudorese, erupção cutânea, sensação de fraqueza, fadiga, sensação de alteração da temperatura corporal, secura da mucosa, acúmulo de água no tecido (edema).

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação alérgica ao medicamento (incluindo inchaço sob a pele, urticária e, em casos graves, dificuldade para respirar, queda da pressão sanguínea, colapso ou choque), perda de peso, desorientação, confusão, excitabilidade (agitação), distúrbios de percepção, sonhos anormais, humor eufórico, nível de consciência deprimido, comprometimento da memória, comprometimento mental, desmaios, sedação, distúrbio de equilíbrio, dificuldade em falar, dormência, sensações anormais na pele (por exemplo, formigamento, pontadas), visão anormal, batimentos cardíacos mais rápidos, batimentos cardíacos mais lentos, palpitações, diminuição da pressão arterial, desconforto abdominal, urticária, demora em urinar, micção frequente, disfunção sexual, síndrome de abstinência do medicamento (vide Seção “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?”, subitem “Se você parar de tomar Palexis ® LP”), sensação anormal, irritabilidade.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dependência do medicamento, pensamentos anormais, crise epilética, quase desmaio, coordenação anormal, respiração perigosamente lenta ou superficial (depressão respiratória), comprometimento do esvaziamento gástrico, sentir-se bêbado, sensação de relaxamento.

Experiência pós-comercialização As seguintes reações adversas foram identificadas durante o uso após a aprovação do tapentadol.

Como essas reações são relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento.

Transtornos psiquiátricos: delírio, alucinação, ideação suicida, ataque de pânico.

Em geral, a probabilidade de ter pensamentos e comportamentos suicidas é aumentada em pacientes que sofrem de dor crônica. Além disso, certos medicamentos para o tratamento da depressão (que têm um impacto no sistema neurotransmissor no cérebro) podem aumentar este risco, especialmente no início do tratamento. Apesar de o tapentadol também afetar os neurotransmissores, os dados do uso de tapentadol em humanos não fornecem evidência de risco aumentado.

Síndrome da serotonina: casos isolados de síndrome da serotonina, uma condição potencialmente fatal, foram relatados durante o uso concomitante de opioides com drogas serotonérgicas.

Insuficiência adrenérgica: casos de insuficiência adrenérgica foram relatados com o uso de opioides, mais frequentemente após mais de um mês de uso.

Reações alérgicas graves: eventos raros de angioedema, anafilaxia e choque anafilático foram relatados com ingredientes contidos em Palexis ® LP.

Deficiência androgênica: casos de deficiência androgênica ocorreram com o uso crônico de opioides.

Relatando eventos adversos Se você tiver qualquer evento adverso converse com o seu médico ou farmacêutico. Isso inclui qualquer evento adverso possível não listado nesta bula. Ao reportar os eventos adversos você ajuda a fornecer mais informações sobre a segurança deste medicamento.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Após ingerir doses muito altas de Palexis® LP pode ocorrer: pupilas mióticas (contraídas), vómitos, queda da pressão arterial, batimentos cardíacos acelerados, colapso, perturbações da consciência ou coma (inconsciência profunda), ataques epilépticos, respiração perigosamente lenta ou superficial ou parada respiratória. Se isso acontecer, um médico deve ser chamado imediatamente!

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

REGISTRO: 1.8610.0015 Farmacêutico responsável: Marcelo Mesquita – CRF-SP n˚ 31.885 Produzido por:

Farmaceutici Formenti S.p.A., Origgio (VA), Itália Embalado por:

Grünenthal GmbH, Aachen, Alemanha Importado e registrado por:

Grünenthal do Brasil Farmacêutica Ltda.

Avenida Guido Caloi, 1935, Bl. B e Bl. C – 1º andar – São Paulo - SP

Cnpj 10.555.143/0001-13

Venda sob prescrição.

SAC: 0800 205 2050 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 17/09/2024.

V7 – r0924/ccds11.0

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

PALEXIS ® LP (tapentadol) Grünenthal do Brasil Farmacêutica Ltda.

Comprimidos revestidos de liberação prolongada 50 mg 100 mg 150 mg 200 mg 250 mg Palexis ® LP tapentadol Palexis ® LP tapentadol

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Apresentações

Palexis ® LP: comprimidos revestidos de liberação prolongada de 50 mg, 100 mg, 150 mg, 200 mg ou 250 mg de tapentadol em embalagem com 30 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Palexis ® LP 50 mg Cada comprimido revestido contém 58,24 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 50 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol e dióxido de titânio.

Palexis ® LP 100 mg Cada comprimido revestido contém 116,48 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 100 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo.

Palexis ® LP 150 mg Cada comprimido revestido contém 174,72 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 150 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

Palexis ® LP 200 mg Cada comprimido revestido contém 232,96 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 200 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

Palexis ® LP 250 mg Cada comprimido revestido contém 291,20 mg de cloridrato de tapentadol, que equivale a 250 mg de tapentadol.

Excipientes: hipromelose, celulose microcristalina, dióxido de silício, estearato de magnésio, lactose monoidratada, talco, macrogol, propilenoglicol, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto.

01

Indicações

Palexis ® LP é indicado para o alívio da dor crônica de intensidade moderada a grave.

02

Resultados de eficácia

O tapentadol demonstrou eficácia em modelos pré-clínicos de dor nociceptiva, neuropática, visceral e inflamatória; a eficácia foi verificada em ensaios clínicos com Palexis ® LP em condições de dor crônica nociceptiva e neuropática não malignas, bem como em dor crônica relacionada a tumor.

OSTEOARTRITE DO JOELHO Ensaio clínico: KF5503/11 Desenho: Estudo de Fase 3 randomizado, multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo e com controle ativo, de braços paralelos, em pacientes com dor crônica de moderada a grave devido à osteoartrite do joelho.

Número de pacientes (N): 1023 Regime de dose de Palexis ® LP: manutenção com ajuste de dose controlada de 100 mg, 150 mg, 200 mg ou 250 mg duas vezes ao dia por 12 semanas, após uma fase de titulação por 3 semanas.

Controles: placebo (análise primária) e cloridrato de oxicodona de liberação controlada (20 mg a 50 mg, duas vezes ao dia).

Os pacientes foram randomizados em uma proporção de 1:1:1 em 3 grupos de tratamento: tapentadol LP, cloridrato de oxicodona de liberação controlada ou placebo.

Objetivo primário: avaliar a eficácia e segurança de Palexis ® LP em doses de 100 mg a 250 mg duas vezes ao dia, através da mensuração da diferença entre a intensidade média diária da dor observada ao longo da última semana do período de manutenção de 12 semanas, em comparação com a intensidade da dor mensurada no ‘baseline’ (linha de base), em um uma escala numérica de 11 pontos (NRS), e também da mensuração da diferença entre a intensidade média diária da dor medida no ‘baseline’ e durante o período de manutenção de 12 semanas medida em uma escala numérica de dor de 11 pontos. A análise primária avaliou o efeito do tratamento com Palexis ® LP em comparação com o placebo. O comparador ativo cloridrato de oxicodona de liberação controlada foi usado para validar o estudo, demonstrando sua capacidade de distinguir entre um tratamento eficaz e um placebo.

Resultado: o Palexis ® LP mostrou uma redução estatisticamente significante na intensidade média da dor em comparação com o placebo tanto na 12ª semana do período de manutenção quanto no período geral de manutenção usando a imputação da última medida observada (LOCF) (ambos os valores de p <0,001). A comparação entre oxicodona de liberação controlada e placebo demonstrou uma redução estatisticamente significante na intensidade média da dor para o período de manutenção geral (p = 0,049) e uma redução numérica na intensidade média da dor na semana 12 que não foi estatisticamente significante (p = 0,069).

Este estudo também fez parte de uma metanálise que comparou Palexis ® LP e oxicodona de liberação controlada usando dados agrupados de três ensaios clínicos (KF5503/11, KF5503/12 e KF5503/23), que é descrita mais adiante.

Ensaio clínico: KF5503/12 Desenho: Estudo de Fase 3 randomizado, multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo e com controle ativo, de braços paralelos, em pacientes com dor crônica de moderada a grave devido à osteoartrite do joelho.

Número de pacientes (N): 987 Regime de dose de Palexis ® LP: manutenção com ajuste de dose controlada de 100 mg, 150 mg, 200 mg ou 250 mg duas vezes ao dia por 12 semanas, após uma fase de titulação por 3 semanas.

Controles: placebo (análise primária) e cloridrato de oxicodona de liberação controlada (20 mg a 50 mg, duas vezes ao dia) Os pacientes foram randomizados em uma proporção de 1:1:1 em 3 grupos de tratamento: tapentadol LP, cloridrato de oxicodona de liberação controlada ou placebo.

Objetivo primário: avaliar a eficácia e segurança de Palexis ® LP em doses de 100 mg a 250 mg duas vezes ao dia, através da mensuração da diferença entre a intensidade média diária da dor observada ao longo da última semana do período de manutenção de 12 semanas, em comparação com a intensidade da dor mensurada no ‘baseline’ (linha de base), em um uma escala numérica de 11 pontos (NRS), e também da mensuração da diferença entre a intensidade média diária da dor medida no ‘baseline’ e durante o período de manutenção de 12 semanas, medida em uma escala numérica de dor de 11 pontos.

A análise primária avaliou o efeito do tratamento com Palexis ® LP em comparação com o placebo.

O comparador ativo cloridrato de oxicodona de liberação controlada foi usado para validar o estudo, demonstrando sua capacidade de distinguir entre um tratamento eficaz e um placebo.

Resultado: para a alteração na intensidade média da dor em relação à linha de base na Semana 12 do período de manutenção e para a mudança na intensidade média da dor em relação à linha de base durante o período de manutenção de 12 semanas, as reduções na intensidade da dor foram numericamente maiores no grupo de Palexis ® LP do que no grupo do placebo e numericamente menores no grupo da oxicodona de liberação controlada do que no grupo placebo. O Palexis ® LP não demonstrou uma redução estatisticamente significante em comparação com o placebo usando LOCF (ambos os valores de p ≥0,135). A comparação entre oxicodona de liberação controlada e placebo também não demonstrou uma redução estatisticamente significante na intensidade média da dor para ambos os parâmetros (ambos os valores de p ≥0,279). Portanto, o estudo não demonstrou sensibilidade do método.

Este estudo também fez parte de uma metanálise que comparou Palexis ® LP e oxicodona de liberação controlada usando dados agrupados de três ensaios clínicos (KF5503/11, KF5503/12 e KF5503/23), que é descrita mais adiante.

DOR LOMBAR CRÔNICA Ensaio clínico: KF5503/23 Desenho: Estudo de Fase 3 randomizado, multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo e com controle ativo, de braço paralelo, com sujeitos com dor lombar crônica de moderada a grave.

Número de pacientes (N): 965 Regime de dose de Palexis ® LP: manutenção com ajuste de dose controlada de 100 mg, 150 mg, 200 mg ou 250 mg duas vezes ao dia por 12 semanas, após uma fase de titulação de 3 semanas.

Controles: placebo (análise primária) e cloridrato de oxicodona de liberação controlada (20 mg a 50 mg, duas vezes ao dia) Os pacientes foram randomizados em uma proporção de 1:1:1 em 3 grupos de tratamento: tapentadol LP, cloridrato de oxicodona de liberação controlada ou placebo.

Objetivo primário: avaliar a eficácia e segurança de Palexis ® LP em doses de 100 mg a 250 mg duas vezes ao dia, através da mensuração da diferença entre intensidade média diária da dor observada ao longo da última semana do período de manutenção de 12 semanas, em comparação com a intensidade da dor mensurada no ‘baseline’ (linha de base), em um uma escala numérica de 11 pontos (NRS), e também da mensuração da diferença entre a intensidade média diária da dor medida no ‘baseline’ e durante o período de manutenção de 12 semanas, medida em uma escala numérica de dor de 11 pontos. A análise primária avaliou o efeito do tratamento com Palexis ® LP em comparação com o placebo. O comparador ativo cloridrato de oxicodona de liberação controlada foi usado para validar o estudo, demonstrando sua capacidade de distinguir entre um tratamento eficaz e um placebo.

Resultado: Palexis ® LP demonstrou melhora significativa da dor em comparação com o grupo do placebo para a variável de eficácia primária, a mudança em relação à linha de base da intensidade da dor durante a semana 12 do período de manutenção e durante o período geral de manutenção, usando a imputação LOCF.

A oxicodona de liberação controlada também demonstrou melhora significativa da dor em comparação com o grupo do placebo para a variável de eficácia primária, confirmando a sensibilidade do ensaio.

Este estudo também fez parte de uma metanálise que comparou Palexis ® LP e oxicodona de liberação controlada usando dados agrupados de três ensaios clínicos (KF5503/11, KF5503/12 e KF5503/23), que é descrita mais adiante.

Metanálise dos Ensaios Clínicos KF5503/11, KF5503/12 e KF5503/23 Foi realizada uma metanálise pré-especificada dos dados gerados nesses três ensaios clínicos. Os dois principais objetivos da metanálise foram avaliar a segurança superior do Palexis ® LP em comparação com a oxicodona de liberação controlada no que diz respeito à constipação (tolerabilidade gastrointestinal) e avaliar a eficácia não inferior do Palexis ® LP em comparação à oxicodona de liberação controlada.

O Palexis ® LP foi superior à oxicodona de liberação controlada no que se refere à constipação, náusea e vômito (tolerabilidade gastrointestinal) (p <0,001). Também foi demonstrada a não inferioridade do Palexis ® LP em comparação com a oxicodona de liberação controlada para o desfecho primário (alteração da intensidade média da dor em relação à linha de base durante o período de manutenção de 12 semanas ou na semana 12, usando LOCF) (ambos os valores de p ≤ 0,001).

DOR LOMBAR CRÔNICA COM COMPONENTE NEUROPÁTICO Ensaio clínico: KF5503/58 Desenho: Estudo de Fase 3b randomizado, multicêntrico, multinacional, com controle ativo, de braço paralelo, em pacientes com dor lombar crônica grave não controlada, com um componente neuropático.

Número de pacientes (N): 445 Regime de dose de Palexis ® LP: período de comparação com escalonamento de dose até uma dose alvo de 250 mg duas vezes ao dia por 8 semanas, após uma fase de titulação de 3 semanas.

Controles: combinação de Palexis ® LP (150 mg) duas vezes ao dia com doses incrementais de pregabalina até uma dose alvo de 150 mg duas vezes ao dia.

Os pacientes foram randomizados em uma proporção de 1:1 em 2 grupos de tratamento: Palexis ® LP ou Palexis ® LP+pregabalina.

Objetivo primário: avaliar a eficácia, segurança e tolerabilidade de doses incrementais de Palexis ® LP em comparação com uma combinação de Palexis ® LP e pregabalina em pacientes com necessidade de analgesia adicional após a titulação com Palexis ® LP 150 mg duas vezes ao dia. O desfecho primário foi definido como a comparação de Palexis ® LP e Palexis ® LP + pregabalina no que diz respeito à alteração na intensidade da dor durante os últimos 3 dias usando uma escala NRS de 11 pontos (NRS-3), da visita de randomização até a visita final.

Resultado: foram observadas reduções similares na intensidade média da dor (NRS-3) desde a randomização até a avaliação final com Palexis ® LP 250 mg duas vezes ao dia quando comparado com a administração duas vezes ao dia da combinação de Palexis ® LP 250 mg + pregabalina 150 mg. O desfecho primário foi atingido, demonstrando a não inferioridade da monoterapia com em comparação com a terapia combinada com doses moderadas de Palexis ® LP + pregabalina.

Ensaio clínico: KF5503/60 Desenho: Estudo de Fase 3b/4 randomizado, multicêntrico, aberto, com controle ativo, de braço paralelo, em pacientes com dor lombar crônica grave não controlada, com um componente neuropático.

Número de pacientes (N): 258 Regime de dose de Palexis ® LP: período de continuação com dose estabilizada de 50 mg, 100 mg, 150 mg, 200 mg ou 250 mg duas vezes ao dia por 9 semanas, após uma fase de titulação até estabilização de dose.

Controle: oxicodona/naloxona de libração prolongada (10mg/5mg à 40mg/20mg) duas vezes ao dia, com a possibilidade de utilizar oxicodona de liberação controlada suplementar (10 mg duas vezes ao dia) se necessário.

Os pacientes foram randomizados em uma proporção de 1:1 em 2 grupos de tratamentos: Palexis ® LP ou oxicodona/naloxona PR.

Objetivo primário: avaliar a eficácia, segurança e tolerabilidade de Palexis ® LP em comparação com oxicodona/naloxona de libração prolongada em pacientes não tratados previamente com opioides a partir da avaliação de dois desfechos primários: 1) a mudança na intensidade média da dor durante os 3 últimos dias usando um NRS de 11 pontos (NRS-3), da linha de base até o final do período de continuação (PC) e 2) a mudança na avaliação do paciente para os sintomas da constipação (PAC-SYM; questionário de 12 itens) em relação à linha de base até o final do período de continuação.

Resultado: a redução na intensidade da dor (NRS-3) desde a linha de base até o final do PC foi significativamente maior com Palexis ® LP do que com oxicodona/naloxona de liberação prolongada (p = 0,003 para superioridade). O Palexis ® LP demonstrou ser não inferior à oxicodona/naloxona de liberação prolongada para a alteração da função intestinal com base na pontuação total do PAC-SYM.

NEUROPATIA DIABÉTICA PERIFÉRICA DOLOROSA Ensaio clínico: KF5503/36 Desenho: Estudo de Fase 3 randomizado de retirada, multicêntrico, duplo-cego, controlado por ativo e por placebo, de grupos paralelos, em pacientes com neuropatia diabética periférica dolorosa de moderada à grave.

Número de pacientes (N): 588 Regime de dose de Palexis ® LP: manutenção (duplo-cega) com dose fixa de 100 mg, 150 mg, 200 mg ou 250 mg duas vezes ao dia por 12 semanas após uma fase de titulação aberta de 3 semanas.

Controle: placebo.

Os pacientes foram randomizados em uma proporção de 1:1 em 2 grupos de tratamentos: Palexis ® LP ou placebo.

Objetivo primário: demonstrar a eficácia de Palexis ® LP em comparação com placebo avaliando a alteração na intensidade média da dor em relação à linha de base durante a última semana do Período de Manutenção duplo-cego (Semana 12), conforme determinado pelas medidas de um NRS de 11 pontos duas vezes ao dia.

Resultado: para a análise primária de eficácia, o Palexis ® LP mostrou superioridade estatística em comparação com o placebo na alteração da intensidade média da dor na semana 12 do período de manutenção duplo-cego usando imputação LOCF (p<0,001, uma diferença média de LS comparado ao placebo: -1,3) quando comparado à linha de base (início do período duplo-cego).

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03

Características farmacológicas

Código ATC N02AX06: Outros opioides Mecanismo de ação O tapentadol é um analgésico sintético de ação central que combina atividade opioide e não opioide em uma única molécula. Embora seu mecanismo de ação exato não seja conhecido, acredita-se que a eficácia analgésica seja devido à atividade agonista do receptor mu-opioide e à inibição da recaptação da noradrenalina.

Propriedades farmacodinâmicas O tapentadol é um analgésico potente com propriedade agonista do recepto mu-opioide e propriedades adicionais de inibição da recaptação da noradrenalina. O tapentadol exerce seu efeito analgésico diretamente sem um metabólito farmacologicamente ativo. O tapentadol demonstrou eficácia em modelos pré-clínicos de dor nociceptiva, neuropática, visceral e inflamatória.

Para Palexis ® LP, em uma análise combinada de estudos de fase III adequados e bem controlados (PAI-3008/KF11, PAI-3009/KF12 e PAI-3011/KF23) em osteoartrite e dor lombar crônica, uma redução clinicamente significativa na dor pode ser demonstrada dentro das primeiras 2 semanas de tratamento.

Efeitos no sistema cardiovascular Em um estudo minucioso do QT, nenhum efeito de doses terapêuticas e supraterapêuticas de tapentadol foi demonstrado no intervalo QT. Semelhantemente, o tapentadol não teve efeito relevante nos outros parâmetros do ECG (frequência cardíaca, intervalo PR, duração QRS, morfologia da onda-T ou da onda U) Propriedades Farmacocinéticas Absorção A biodisponibilidade absoluta média após a administração de dose única (em jejum) de Palexis ® LP é aproximadamente 32% devido ao extenso metabolismo de primeira passagem. As concentrações séricas máximas de tapentadol são observadas entre 3 e 6 horas depois da administração dos comprimidos de liberação prolongada.

Aumentos proporcionais à dose para a ASC foram observados após a administração dos comprimidos de liberação prolongada na faixa de dose terapêutica.

Um estudo de doses múltiplas administradas duas vezes ao dia, usando 86 mg e 172 mg de tapentadol na forma de comprimidos de liberação prolongada, mostrou uma proporção de acúmulo de cerca de 1,5 para a droga mãe, que é determinada, principalmente, pelo intervalo de administração e pela meia-vida aparente do tapentadol. As concentrações séricas em estado de equilíbrio do tapentadol são alcançadas no segundo dia do tratamento.

Efeito do alimento A ASC e a Cmáx aumentaram em 8% e 18% respectivamente, quando os comprimidos de liberação prolongada foram administrados depois de um café da manhã com alto teor calórico e de gorduras.

Palexis ® LP pode ser administrado com ou sem alimentos.

Distribuição O tapentadol é amplamente distribuído pelo organismo. Após a administração intravenosa, o volume de distribuição (Vz) para o tapentadol é 540±98 L. A ligação às proteínas séricas é baixa e representa aproximadamente 20%.

Metabolismo O metabolismo do tapentadol é extenso em seres humanos. Cerca de 97% da droga mãe é metabolizada. A principal via de metabolismo do tapentadol é a conjugação com ácido glicurônico para produzir glicuronídeos. Após a administração oral, aproximadamente 70% (55% glicuronídeo e 15% sulfato de tapentadol) da dose é excretada na urina na forma conjugada. A uridina difosfato glicuronil transferase (UGT) é a principal enzima envolvida na glicuronidação (principalmente as isoformas UGT1A6, UGT1A9 e UGT2B7). Um total de 3% da droga é excretada na urina como droga inalterada. O tapentadol sofre metabolização adicional para N-desmetil tapentadol (13%) pela CYP2C9 e CYP2C19 e para hidroxitapentadol (2%) pela CYP2D6, que sofrem metabolização adicional por conjugação. Portanto, o metabolismo da droga mediado pelo sistema do citocromo P450 é de menor importância que a conjugação de fase 2.

Nenhum dos metabólitos contribui para a atividade analgésica.

Eliminação O tapentadol e seus metabólitos são excretados quase exclusivamente (99%) pelos rins. A depuração total após a administração intravenosa é de 1530±177 mL/min. A meia-vida terminal é, em média, 4 horas após a administração oral dos comprimidos de liberação imediata e 5-6 horas depois da administração oral dos comprimidos de liberação prolongada.

Populações especiais

  • Idosos A exposição média (ASC) ao tapentadol foi semelhante em pacientes idosos em comparação aos adultos jovens, com uma Cmáx média observada no grupo de pacientes idosos 16% menor em comparação aos pacientes adultos jovens.
  • Insuficiência renal A ASC e a Cmáx do tapentadol foram comparáveis em pacientes com graus variáveis de função renal (de normal a severamente prejudicada). Em contraste, exposição crescente (ASC) ao tapentadol-O-glicuronideo foi observada com aumento no grau de insuficiência renal. Em indivíduos com insuficiência renal leve, moderada e grave, a ASC do tapentadol-O-glicuronídeo foi 1,5; 2,5 e 5,5 vezes maior em comparação com os de função renal normal, respectivamente.
  • Insuficiência hepática A administração do tapentadol resultou em maior exposição e níveis séricos mais altos do tapentadol em pacientes com disfunção hepática em comparação aos pacientes com função hepática normal. A proporção dos parâmetros farmacocinéticos do tapentadol para os grupos com insuficiência hepática leve e moderada em comparação ao grupo com função hepática normal foi 1,7 e 4,2, respectivamente, para ASC; 1,4 e 2,5, respectivamente, para Cmáx e 1,2 e 1,4, respectivamente, para t1/2. A taxa de formação de tapentadol-O-glicuronídeo foi menor em pacientes com disfunção hepática aumentada.

Interações farmacocinéticas O tapentadol é metabolizado principalmente por glicuronidação de fase 2 e apenas uma pequena quantidade é metabolizada pelas vias oxidativas de fase 1.

Como a glicuronidação é um sistema de alta capacidade/baixa afinidade, não é provável que ocorram quaisquer interações clinicamente relevantes causadas pelo metabolismo de fase 2. Isto foi evidenciado pelos estudos clínicos de interação farmacocinética de medicamentos com as drogas teste naproxeno e probenecida, com aumentos na ASC do tapentadol de 17% e 57%, respectivamente. Nenhuma alteração nos parâmetros farmacocinéticos do tapentadol foi observada quando paracetamol e ácido acetilsalicílico foram administrados concomitantemente.

Estudos ‘in vitro’ não revelaram qualquer potencial do tapentadol para inibir ou induzir enzimas do citocromo P450. Portanto, não é provável que ocorram interações clinicamente relevantes mediadas pelo sistema do citocromo P450.

A farmacocinética do tapentadol não foi afetada quando o pH gástrico ou a motilidade gastrintestinal foram aumentados pelo omeprazol e pela metoclopramida, respectivamente.

A ligação do tapentadol às proteínas plasmáticas é baixa (aproximadamente 20%). Portanto, a probabilidade de ocorrerem interações medicamentosas farmacocinéticas pelo deslocamento do sítio de ligação da proteína é baixa.

Dados de segurança pré-clínica O tapentadol não foi genotóxico em bactérias no teste de Ames. Achados equivocados foram observados em um teste ‘in vitro’ de aberração cromossômica, mas quando o teste foi repetido, os resultados foram claramente negativos. O tapentadol não foi genotóxico ‘in vivo’, usando os dois desfechos de aberração cromossômica e síntese não programada de DNA, quando testado até a dose máxima tolerada. Estudos a longo prazo em animais não identificaram um risco carcinogênico potencial relevante para seres humanos.

O tapentadol demonstrou efeitos sobre o sistema nervoso autonômico (midríase, exoftalmia) e teve efeito convulsivante, com perda dos reflexos. Um potencial de atividade pró-convulsivante do cloridrato de tapentadol foi avaliado em ratos após uma administração intravenosa única em combinação com uma dose limiar do agente convulsivante pentilenotetrazol (PTZ).

O tapentadol reduziu a frequência respiratória espontânea, reduziu a estimulação respiratória induzida por CO2 e aumentou a pressão parcial de CO2 no sangue arterial em ratos, indicando uma depressão respiratória similar a opioides.

Somente em concentrações muito altas (pelo menos 40 vezes as concentrações clinicamente relevantes) o tapentadol induziu um retardo da repolarização cardíaca in vitro. Prolongamentos do tempo de QTc não persistentes foram observados em cães em estudos de toxicidade de dose repetida.

O peso do fígado aumentou dependendo da dose e houve hipertrofia hepatocelular com uma maior incidência e gravidade de necrose celular. O baço também aumentou sem relação com a dose. No estudo com a administração por gavagem, a atividade de AST aumentou em todos os grupos de dose tratados, sendo estatisticamente significativa apenas em fêmeas com 100 mg/kg. As atividades de ALT aumentaram com ≥ 100 mg/kg, atingindo significância em machos com 200 mg/kg. Os níveis de bilirrubina plasmática diminuíram com ≥ 100 mg/kg.

O tapentadol não teve influência na fertilidade de ratos machos ou fêmeas, mas houve redução da sobrevivência no útero com a dose alta. Não se sabe se isto foi mediado via macho ou fêmea. O tapentadol não mostrou efeitos teratogênicos em ratos e coelhos depois da exposição intravenosa e subcutânea. No entanto, atraso no desenvolvimento e embriotoxicidade foram observados depois da administração de doses que resultaram em farmacologia exagerada (efeitos no SNC relacionados ao receptor mu-opioide, relacionados com a administração de dose acima da faixa terapêutica). Em ratos, o tapentadol causou aumento da mortalidade dos filhotes F1 que foram expostos diretamente através do leite, 1 a 4 dias após o parto, já em doses que não provocaram toxicidade materna. Não houve efeitos nos parâmetros de comportamento neurológico. A excreção no leite foi investigada em filhotes de ratos amamentados por mães tratadas com tapentadol. Os filhotes foram expostos ao tapentadol e ao tapentadol-O-glicuronídeo de forma dependente da dose. Concluiu-se que o tapentadol é excretado no leite.

04

Contraindicações

Palexis ® LP é contraindicado:

  • em pacientes com hipersensibilidade conhecida à substância ativa tapentadol ou a qualquer excipiente da fórmula;
  • em situações em que fármacos com atividade agonista de receptor mu-opioide são contraindicados, isto é, em pacientes com depressão respiratória significante (em ambientes não monitorados ou na ausência de equipamento de ressuscitação) e em pacientes com asma brônquica aguda ou grave ou hipercapnia;
  • em qualquer paciente com suspeita ou confirmação de íleo paralítico;
  • em pacientes com intoxicação aguda por álcool, hipnóticos, analgésicos de ação central ou drogas psicotrópicas (vide Seção 6. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS);
  • em pacientes que estão em tratamento ou que foram tratados com inibidores da monoaminoxidase (MAO) nos últimos 14 dias.

Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano.

Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.

05

Advertências e precauções

Transtorno de tolerância e uso de opioides (abuso e dependência) Tolerância, dependência física e psicológica e transtorno de uso de opioides (TUO) podem se desenvolver após a administração repetida de opioides. Uma dose mais elevada e uma duração mais longa do tratamento com opioides podem aumentar o risco de desenvolver TUO. Abuso ou uso indevido intencional de opioides pode resultar em overdose e/ou morte. O risco de desenvolver TUO é maior em pacientes com histórico pessoal ou familiar (pais ou irmãos) de transtorno por uso de substâncias (incluindo o transtorno por uso de álcool), em usuários de tabaco ou em pacientes com histórico pessoal de outros distúrbios de saúde mental (por exemplo: depressão, transtornos de ansiedade e personalidade).

Antes de iniciar o tratamento com Palexis® LP, uma estratégia de tratamento incluindo duração, objetivos e um plano para o fim do tratamento, deve ser acordada com o paciente (Vide seção 8.

POSOLOGIA E MODO DE USAR). Antes e durante o tratamento, o paciente também deve ser informado sobre os riscos e sinais de TUO. Se estes sinais ocorrerem, os pacientes devem ser aconselhados a entrar em contato com o seu médico.

Os pacientes precisarão de monitoramento para sinais de comportamento de dependência (por exemplo, pedidos prematuros de nova prescrição). Isto inclui a revisão de opioides concomitantes e drogas psicoativas (como benzodiazepínicos). Para pacientes com sinais e sintomas de TUO, deve ser considerada a consulta com um especialista em dependência.

Da mesma forma que outras drogas com atividade agonista de receptor mu-opioide, Palexis ® LP pode levar à dependência (vide Seção 9. REAÇÕES ADVERSAS) e a sintomas de abstinência após interrupção súbita do tratamento (vide Seção 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR).

Atenção: pode causar dependência física ou psíquica.

Depressão respiratória Em doses altas ou em pacientes sensíveis aos agonistas de receptor mu-opioide, Palexis ® LP pode produzir depressão respiratória relacionada à dose. Portanto, Palexis ® LP deve ser administrado com cautela em pacientes com a função respiratória prejudicada. Analgésicos alternativos não agonistas de receptor mu-opioide devem ser considerados e, em tais pacientes, Palexis ® LP deve ser empregado apenas sob supervisão médica cuidadosa e na menor dose efetiva. Se ocorrer depressão respiratória, ela deve ser tratada como qualquer depressão respiratória induzida por agonista de receptor mu-opioide (vide Seção 10. SUPERDOSE).

Trauma craniano e pressão intracraniana aumentada Como outras drogas com atividade agonista de receptor mu-opioide, Palexis ® LP não deve ser usado em pacientes que podem ser particularmente sensíveis aos efeitos intracranianos da retenção de dióxido de carbono, tais como aqueles com evidência de pressão intracraniana aumentada, com nível alterado de consciência ou em coma. Os analgésicos com atividade agonista de receptor mu-opioide podem mascarar o curso clínico de pacientes com trauma craniano.

Palexis ® LP deve ser usado com cautela em pacientes com trauma craniano e tumores no cérebro.

Convulsões Palexis ® LP não foi avaliado sistematicamente em pacientes com transtorno convulsivo, e tais pacientes foram excluídos dos estudos clínicos. Entretanto, como outros analgésicos com atividade agonista de receptor mu-opioide, Palexis ® LP deve ser prescrito com cautela em pacientes com história de transtorno convulsivo ou qualquer condição que ponha o paciente em risco de convulsões. Além disso, o tapentadol pode aumentar o risco de convulsões em pacientes que tomam outros medicamentos que diminuem o limiar de convulsões.

Insuficiência renal Palexis ® LP não foi investigado em estudos de eficácia controlados em pacientes com insuficiência renal grave; portanto, o uso nesta população não é recomendado (vide Seções 3.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR).

Insuficiência hepática Um estudo de Palexis ® LP em pacientes com insuficiência hepática mostrou concentrações séricas mais altas que naqueles com função hepática normal. Palexis ® LP deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática moderada (vide Seções 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR).

Palexis ® LP não foi estudado em pacientes com insuficiência hepática grave e, portanto, o uso nesta população não é recomendado (vide Seções 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR).

Uso em doença pancreática/do trato biliar Drogas com atividade agonista de receptor mu-opioide podem causar espasmo do esfíncter de Oddi.

Palexis ® LP deve ser usado com cautela em pacientes com doença do trato biliar, incluindo pancreatite aguda.

Distúrbios da respiração associados ao sono Os opioides podem causar distúrbios respiratórios associados ao sono, incluindo a apneia central do sono (ACS) e hipoxemia relacionada ao sono. O uso de opioides aumenta o risco de ACS de forma dose-dependente. Em pacientes que apresentam ACS, considere diminuir a dosagem total de opioides.

Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e operar máquinas Como as drogas com atividade agonista do receptor mu-opioide, Palexis ® LP pode ter grande influência sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas, uma vez que pode afetar de forma adversa as funções do sistema nervoso central (vide Seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Isto deve ser esperado principalmente no início do tratamento, em qualquer alteração de dose, bem como em caso de combinação com álcool ou tranquilizantes. Os pacientes devem ser avisados que não é permitido dirigir ou operar máquinas.

Oriente seu paciente a não dirigir veículos ou operar máquinas no início do tratamento, em mudanças de dosagem ou quando usado em conjunto com outras substâncias de ação central, incluindo álcool, calmante, sedativos e hipnóticos, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.

O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a quedas ou acidentes.

Gravidez e amamentação

  • Gravidez:

Os dados de uso em mulheres grávidas são muito limitados. Os estudos em animais não mostraram efeitos teratogênicos. No entanto, atraso no desenvolvimento e embriotoxicidade foram observados em doses que resultaram farmacologia exacerbada (efeitos no sistema nervoso central relacionados ao receptor mu-opioide com a administração de doses acima da faixa terapêutica). Efeitos no desenvolvimento pós-natal já foram observados no NOAEL (nível de efeito adverso não observado) da mãe. Palexis ® LP deve ser usado durante a gravidez apenas se os potenciais benefícios justificarem o potencial risco para o feto.

O uso a longo prazo de opioides pela mãe durante a gravidez expõe concomitantemente o feto. O recém-nascido pode, por consequência, apresentar síndrome de abstinência neonatal (NOWS).

Palexis ® LP é um medicamento classificado na categoria de risco de gravidez C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

  • Trabalho de parto e parto O efeito do tapentadol no trabalho de parto e no parto em seres humanos é desconhecido. O uso de Palexis ® LP não é recomendado em mulheres durante ou imediatamente antes do trabalho de parto e parto. Devido à atividade agonista de receptor mu-opioide do tapentadol, recém-nascidos cujas mães fizeram uso de tapentadol devem ser monitorados para depressão respiratória.
  • Amamentação Não há informações sobre a excreção do tapentadol no leite humano. A partir de um estudo em filhotes de ratos amamentados por mães que receberam tapentadol, concluiu-se que o tapentadol é excretado no leite (vide Seção 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS, subitem “Dados pré-clínicos de segurança”). Portanto, um risco para o lactente não pode ser excluído. Palexis ® LP não deve ser usado durante o aleitamento.

Atenção: contém lactose.

Atenção:

Palexis ® LP 50 mg contém o corante dióxido de titânio, que pode, eventualmente, causar reações alérgicas.

Palexis ® LP 100 mg contém os corantes dióxido de titânio e óxido de ferro amarelo, que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

Palexis ® LP 150 mg contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho, que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

Palexis ® LP 200 mg contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho, que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

Palexis ® LP 250 mg contém os corantes dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro preto, que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.

06

Interações medicamentosas

Em casos isolados houve relatos de síndrome serotoninérgica durante o uso terapêutico de tapentadol em combinação com medicamentos serotoninérgicos, tais como inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN) e antidepressivos tricíclicos. A síndrome serotoninérgica deve ser um diagnóstico diferencial quando uma das seguintes situações é observada:

  • Clônus muscular espontâneo
  • Clônus muscular induzido ou ocular com agitação ou sudorese
  • Tremor e hiperreflexia
  • Hipertonia e temperatura corporal > 38°C e clônus muscular induzido ou clônus ocular.

Em geral, a interrupção dos medicamentos serotoninérgicos resulta em melhora rápida. O tratamento depende da natureza e da gravidade dos sintomas.

Não há dados clínicos sobre o uso concomitante de Palexis ® LP com antagonistas/agonistas opioides mistos (como pentazocina, nalbufina) ou agonistas parciais mu-opioide. Da mesma forma que para os agonistas mu-opioide puros, o efeito analgésico proporcionado pelo componente mu-opioide de Palexis ® LP pode, teoricamente, estar reduzido em tais circunstâncias. Portanto, recomenda-se cautela ao combinar Palexis ® LP com estes medicamentos.

Palexis ® LP pode induzir convulsões e aumentar o potencial de causar convulsões de inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS), inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN), antidepressivos tricíclicos, antipsicóticos e outros medicamentos que diminuem o limiar de convulsões.

Medicamentos de ação central/depressores do sistema nervoso central (SNC), incluindo álcool e narcóticos O uso concomitante de Palexis ® LP com medicamentos sedativos, como benzodiazepínicos ou outros depressivos respiratórios ou do SNC (outros opioides, antitussígenos ou tratamentos de substituição, barbitúricos, antipsicóticos, H1-anti-histamínicos, álcool, gabapentinoides (gabapentina e pregabalina)) aumenta o risco de hipotensão, sedação profunda, depressão respiratória, coma e morte por causa do efeito depressivo aditivo no SNC. Portanto, quando uma terapia combinada de Palexis ® LP com um depressor respiratório ou do sistema nervoso central é considerada, deve-se considerar a redução da dose de um ou ambos os agentes e limitar a duração do uso concomitante (ver seção 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES) Deve-se ter cautela com pacientes em tratamento com Palexis ® LP que iniciem ou interrompam tratamento concomitante com inibidores ou indutores enzimáticos fortes (por exemplo rifampicina, fenobarbital, erva de São João [Hypericum perforatum]) pois isso pode influenciar o funcionamento do tapentadol ou pode causar efeitos colaterais.

Palexis ® LP é contraindicado para pacientes que estão recebendo ou que fizeram uso de inibidores da monoaminoxidase (MAO) nos últimos 14 dias, devido aos potenciais efeitos aditivos nos níveis de noradrenalina, que podem resultar em eventos adversos cardiovasculares (vide Seção 4.

Contraindicações).

Interação com drogas anticolinérgicas A administração concomitante de opioides com anticolinérgicos ou medicamentos com atividade anticolinérgica pode resultar em aumento dos efeitos adversos anticolinérgicos.

Uso de Palexis LP com alimento Palexis ® LP pode ser administrado com ou sem alimentos (vide Seção 3. CARACTERÍSTICAS

Farmacológicas).

07

Cuidados de armazenamento do medicamento

Palexis ® LP deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).

Palexis ® LP tem validade de 36 meses a partir da data de fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Palexis ® LP é um comprimido oblongo de cor branco (50 mg), amarelo claro (100 mg), rosa claro (150 mg), laranja claro (200 mg) ou vermelho acastanhado (250 mg).

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

08

Posologia e modo de usar

Modo de usar Antes de iniciar o tratamento com Palexis ® LP, uma estratégia de tratamento incluindo duração, objetivos e um plano para o fim do tratamento, deve ser acordada com o paciente, de acordo com as diretrizes de manejo da dor. Durante o tratamento, deve haver contato frequente entre o médico e o paciente para avaliar a necessidade de continuar o tratamento, considerar a interrupção ou ajustar as dosagens se necessário. Quando o paciente não precisar mais da terapia com Palexis ® LP, é aconselhável diminuir a dose gradualmente para evitar sintomas de abstinência. Na ausência de um controle adequado da dor, deve-se considerar a possibilidade de hiperalgesia, tolerância e progressão da doença subjacente (Vide seção 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

A capa do revestimento do comprimido de Palexis ® LP pode não ser completamente digerida e, portanto, pode ainda estar visível nas fezes do paciente. Esse achado não tem relevância clínica, uma vez que o princípio ativo do comprimido já foi absorvido.

Posologia Palexis ® LP deve ser tomado duas vezes ao dia, com intervalo de aproximadamente 12 horas. Os comprimidos devem ser deglutidos inteiros, com quantidade suficiente de líquido, com ou sem alimentos.

Início do tratamento

  • a) Início do tratamento em pacientes que não estão tomando analgésicos opioides: o tratamento deve ser iniciado com doses únicas de 50 mg de tapentadol, duas vezes ao dia.
  • b) Início do tratamento em pacientes que já estão tomando analgésicos opioides: ao trocar de opioides para Palexis ® LP a escolha da dose inicial deve levar em consideração a natureza da medicação anterior, a administração e a dose diária média.

Titulação e manutenção Depois do início do tratamento, a dose deve ser titulada individualmente, sob supervisão médica, até um nível que forneça analgesia adequada e minimize os efeitos colaterais.

A experiência de estudos clínicos mostrou que a titulação com incrementos de 50 mg de tapentadol duas vezes ao dia, com intervalo de 3 dias, foi apropriada para alcançar o controle adequado da dor na maioria dos pacientes.

Doses diárias totais de Palexis ® LP acima de 500 mg de tapentadol não foram estudadas e, portanto, não são recomendadas.

Interrupção do tratamento Sintomas de abstinência podem ocorrer depois da interrupção abrupta do tratamento com tapentadol (vide Seção 9. REAÇÕES ADVERSAS). Quando o tratamento com tapentadol não for mais necessário, o paciente deve ser orientado a diminuir a dose gradativamente para prevenir sintomas de abstinência. Palexis® LP não deve ser usado por mais tempo que o necessário.

Populações especiais Pacientes com insuficiência renal Não há recomendação para ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal leve ou moderada (vide Seção 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS).

Palexis ® LP não foi avaliado em estudos controlados de eficácia em pacientes com insuficiência renal grave, portanto, o uso nesta população não é recomendado (vide Seções 3.

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Pacientes com insuficiência hepática Não há recomendação para ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve (vide Seção 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS).

Palexis ® LP deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática moderada.

Nestes pacientes, o tratamento deve ser iniciado com 50 mg de tapentadol e a administração não deve ocorrer com intervalo inferior a 24 horas. Tratamento adicional deve refletir a manutenção da analgesia com tolerabilidade aceitável (vide Seções 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Palexis ® LP não foi estudado em pacientes com insuficiência hepática grave e, portanto, o uso nesta população não é recomendado (vide Seções 3. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS e 5. ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES).

Pacientes idosos (pacientes com 65 anos ou mais) Em geral, a dose recomendada para pacientes idosos com função renal e hepática normais é a mesma que para os pacientes adultos jovens com função renal e hepática normais. Como os pacientes idosos tem maior probabilidade de terem função hepática e renal diminuídas, é necessário cautela na seleção da dose, conforme recomendado (vide Seção 3.

Características farmacológicas).

Pacientes pediátricos O uso de Palexis ® LP não é recomendado em crianças com menos de 18 anos de idade devido à insuficiência de dados de segurança e eficácia nesta população.

Taxa de liberação Palexis ® LP Palexis ® LP é um comprimido revestido de liberação prolongada formulado para liberar a dose total do ativo tapentadol presente no comprimido em um período de 12 horas.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

09

Reações adversas

Palexis ® LP Aproximadamente 60% dos pacientes tratados com Palexis ® LP nos estudos controlados com placebo experimentaram reações adversas a medicamentos, predominantemente de severidade leve e moderada. As reações adversas a medicamentos mais frequentes estavam relacionadas ao trato gastrintestinal e ao sistema nervoso central (náusea, vertigem, constipação, cefaleia e sonolência).

Aproximadamente 15% dos pacientes tratados com Palexis ® LP que apresentaram reações adversas a medicamentos descontinuaram os estudos de fase 2/3 de doses múltiplas em dor crônica e aproximadamente 18% dos pacientes descontinuaram durante a fase de tratamento aberto.

A tabela abaixo lista as reações adversas que foram identificadas nos estudos clínicos realizados com Palexis ® LP. As reações adversas estão listados por classe e frequência, sendo as frequências definidas como:

Reação muito comum (≥ 1/10), Reação comum (≥ 1/100 a < 1/10), Reação incomum (≥ 1/1.000 a < 1/100), Reação rara (≥ 1/10.000 a < 1/1.000), Reação muito rara (<1/10.000) e Desconhecida (não pode ser estimada com base nos dados disponíveis).

REAÇÕES ADVERSAS DE PALEXIS ® LP Frequência Sistema de órgão por classe Muito comum (> 1/10) Comum (> 1/100 à < 1/10) Incomum (> 1/1000 à < 1/100) Rara (> 1/10000 à < 1/1000) Distúrbios do Sistema imune hipersensibilidade ao fármaco Distúrbios do metabolismo e nutrição apetite diminuído diminuição de peso Distúrbios psiquiátricos distúrbio do sono, ansiedade, humor deprimido, nervosismo, inquietação sonhos anormais, alteração da percepção, desorientação, agitação, estado de confusão, humor eufórico dependência do medicamento, pensamentos anormais Distúrbios do sistema nervoso vertigem, cefaleia, sonolência contrações musculares involuntárias, tremor, distúrbio de atenção parestesia, hipoestesia, distúrbio do equilíbrio, sedação, síncope, comprometimento da memória, deterioração mental, nível diminuído de consciência, disartria coordenação anormal, pré-síncope, convulsão Distúrbios oculares distúrbio visual Distúrbios cardíacos frequência cardíaca aumentada, frequência cardíaca diminuída, palpitações Distúrbios vasculares rubor pressão arterial diminuída Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino dispneia depressão respiratória Distúrbios gastrintestinais náusea, constipação vômito, diarreia, dispepsia desconforto abdominal esvaziamento gástrico prejudicado Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo prurido, hiperidrose, erupção cutânea urticária Distúrbios renais e urinários polaciúria, hesitação urinária Sistema reprodutor e distúrbios mamários disfunção sexual Distúrbios gerais e do local de administração fadiga, mucosas secas, astenia, sensação de alteração da temperatura corporal, edema síndrome de abstinência, irritabilidade, sensação anormal sentir-se bêbado, sensação de relaxamento Os estudos clínicos conduzidos com Palexis ® LP com exposição do paciente por até 1 ano mostraram pouca evidência de abstinência com a descontinuação abrupta. Quando ocorreu abstinência, ela foi classificada, em geral, como leve. No entanto, os médicos devem estar vigilantes para identificar os sintomas de abstinência e tratar os pacientes adequadamente caso ocorram.

Experiência pós-comercialização As seguintes reações adversas foram identificadas durante o uso após a aprovação do tapentadol.

Como essas reações são relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto, nem sempre é possível estimar com segurança sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento.

Transtornos psiquiátricos: delírio, alucinação, ideação suicida, ataque de pânico.

Ideação suicida foi relatada durante o uso de tapentadol após a aprovação. Uma relação causal entre a ideação suicida e a exposição ao tapentadol não foi estabelecida com base nos dados dos estudos clínicos e nos relatos pós-comercialização, porém, o risco de ideação suicida e suicídios cometidos é conhecido por ser maior em pacientes que sofrem de dor crônica. Além disso, as substâncias com uma influência pronunciada sobre o sistema monoaminérgico têm sido associadas a um aumento do risco de suicídio em pacientes que sofrem de depressão, principalmente no início do tratamento.

Síndrome da serotonina: casos isolados de síndrome da serotonina, uma condição potencialmente fatal, foram relatados durante o uso concomitante de opioides com drogas serotonérgicas.

Insuficiência adrenérgica: casos de insuficiência adrenérgica foram relatados com o uso de opioides, mais frequentemente após mais de um mês de uso.

Eventos raros de angioedema, anafilaxia e choque anafilático foram relatados com ingredientes contidos em Palexis ® LP.

Deficiência androgênica: casos de deficiência androgênica ocorreram com o uso crônico de opioides.

Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Experiência em seres humanos A experiência com a administração de uma superdose de Palexis ® LP é muito limitada. Os dados pré-clínicos sugerem que sintomas semelhantes aos de outros analgésicos de ação central com atividade agonista de receptor mu-opioide podem ser esperados na intoxicação por tapentadol.

Em princípio, no cenário clínico, estes sintomas incluem em particular miose, vômito, colapso cardiovascular, distúrbios da consciência até coma, convulsões, depressão respiratória até parada respiratória e morte Conduta em caso de superdose A conduta deve ser direcionada ao tratamento dos sintomas de agonismo de receptor mu-opioide.

A atenção principal deve ser dada ao restabelecimento de vias aéreas patentes e à instituição de ventilação assistida ou controlada quando há suspeita de superdose de Palexis ® LP.

Antagonistas de opioides puros, como a naloxona, são antídotos específicos para a depressão respiratória resultante de uma dose excessiva de opioide. A depressão respiratória que se segue a uma superdose pode ultrapassar a duração da ação do antagonista de opioide. A administração de um antagonista de opioide não substitui o monitoramento contínuo das vias aéreas, respiração e circulação depois de uma superdose de opioide. Se a resposta aos antagonistas de opioide for subótima ou apenas de natureza breve, um antagonista adicional deve ser administrado conforme orientações do fabricante do produto.

A fim de eliminar o fármaco não absorvido, a descontaminação gastrointestinal pode ser considerada. Pode-se considerar a descontaminação gastrointestinal com carvão ativado ou por lavagem gástrica dentro de 2 horas após a ingestão. Antes de tentar a descontaminação gastrointestinal, deve-se tomar cuidado para proteger as vias aéreas.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

REGISTRO: 1.8610.0015 Farmacêutico responsável: Marcelo Mesquita – CRF-SP n˚ 31.885 Produzido por:

Farmaceutici Formenti S.p.A., Origgio (VA), Itália.

Embalado por:

Grünenthal GmbH, Aachen, Alemanha.

Importado e registrado por:

Grünenthal do Brasil Farmacêutica Ltda.

Avenida Guido Caloi, 1935, Bl. B e Bl. C – 1º andar – São Paulo – SP.

Cnpj 10.555.143/0001-13

Venda sob prescrição.

SAC: 0800 205 2050 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 17/09/2024.

V8 – r0924/ccds11.0

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
50 MG COM REV LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC OPC X 30Tarja preta7898582382118R$ 91,11
100 MG COM REV LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC OPC X 30Tarja preta7898582382132R$ 153,93
50 MG COM REV LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC OPC X 60Tarja preta7898582382125R$ 182,25
150 MG COM REV LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC OPC X 30Tarja preta7898582382156R$ 214,27
200 MG COM REV LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC OPC X 30Tarja preta7898582382170R$ 267,53
100 MG COM REV LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC OPC X 60Tarja preta7898582382149R$ 307,88
250 MG COM REV LIB PROL CT BL AL PLAS PVC/PVDC OPC X 30Tarja preta7898582382194R$ 312,67
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

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REFERÊNCIA a partir de R$ 39,98
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