Bula de Cloridrato de Propranolol
Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 15/10/2024 · conferida em 25/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
cloridrato de propranolol Comprimido 40mg
MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE cloridrato de propranolol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentação
Comprimido 40mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto e pediátrico
Composição
Cada comprimido contém: cloridrato de propranolol.......................... ................................................... ..............................40mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: amido, estearato de magnésio, povidona , manitol, celulose microcristalina, talco, álcool etílico e dióxido de silício.
Para que este medicamento é indicado?
O cloridrato de propranolol é um betabloqueador indicado para:
-Controle de hipertensão (pressão alta);
-Controle de angina pectoris (sensação de pressão e dor no peito);
-Controle das arritmias cardíacas (alterações no ri tmo dos batimentos cardíacos);
-Prevenção da enxaqueca (dor de cabeça forte);
-Controle do tremor essencial;
-Controle da ansiedade e taquicardia (aumento dos b atimentos cardíacos) por ansiedade;
-Controle adjuvante da tireotoxicose (aumento da se creção da glândula tireoide) e crise tireotóxica;
-Controle da cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva (aumento do volume do coração e problemas no seu funcionamento);
-Controle de feocromocitoma (tipo de tumor, geralme nte benigno, localizado na glândula suprarrenal). Neste caso, o tratamento com cloridra to de propranolol deve apenas ser iniciado na presença de um bloqueio alfa efetivo.
Como este medicamento funciona?
O cloridrato de propranolol é um medicamento betabloqueador, ou seja, inibe a e stimulação dos receptores beta-adrenérgicos (beta-1 e beta-2) pres entes no organismo (como no coração e nos vasos sanguíneos).
Quando não devo usar este medicamento?
O cloridrato de propranolol, assim como outros beta bloqueadores, não deve ser utilizado na presença de:
-conhecida hipersensibilidade (alergia) ao proprano lol e aos outros componentes da fórmula;
-hipotensão (pressão baixa);
-bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos);
-distúrbios graves da circulação arterial periféric a (alterações na circulação sanguínea);
-síndrome do nó sinoatrial (um tipo de arritmia car díaca);
-feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândula suprarrenal) não tratado;
-insuficiência cardíaca descompensada (problemas no funcionamento do coração);
-angina de Prinzmetal (sensação de pressão e dor no peito em repouso);
-choque cardiogênico (problemas graves na circulaçã o do coração);
-acidose metabólica (alto nível de ácidos no sangue );
-após jejum prolongado;
-bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau (blo queio nos impulsos elétricos do coração);
-histórico de asma brônquica ou broncoespasmo (cont rações nos brônquios do pulmão).
O cloridrato de propranolol não deve ser utilizado por pacientes com predisposi ção à hipoglicemia, isto é, pacientes após jejum prolonga do ou pacientes com reservas contra regulatórias restritas (nível de certos hormônios c omo glucagon e adrenalina).
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Em caso de cirurgia, informar ao médico anestesista que você está em tratamento com cloridrato de propranolol.
Informe seu médico se você tem problemas pulmonares , circulatórios, cardíacos, hepáticos, renais ou de tireoide, ou se teve sintomas de baixa taxa de açúcar no sangue (hipoglicemia).
Informe também se você tem diabetes, inchaço nos to rnozelos, falta de ar e feocromocitoma (tipo de tumor, geralmente benigno, localizado na glândul a suprarrenal) que ainda não está sendo tratado com outros medicamentos. Informe ainda se v ocê está de jejum ou se esteve em jejum recentemente.
O cloridrato de propranolol pode bloquear/modificar os sinais e sintomas da hipoglicemia (baixa quantidade de açúcar no sangue), especialmente taqu icardia (aumento dos batimentos cardíacos).
O cloridrato de propranolol pode causar hipoglicemia, mesmo em pacientes não di abéticos, por exemplo, recém-nascidos, lactentes (crianças em fas e de amamentação), crianças, pacientes idosos, pacientes submetidos à hemodiálise, pacient es com doença hepática crônica (doença no fígado) e pacientes com superdosagem. Deve-se ter c uidado ao administrar cloridrato de propranolol concomitantemente com terapia hipoglicêmica em paci entes diabéticos. O cloridrato de propranolol pode prolongar a resposta hipoglicêmica à insulina.
O cloridrato de propranolol pode mascarar os sinais da tireotoxicose.
Informe seu médico caso você apresente sintomas de redução da frequência cardíaca (diminuição dos batimentos cardíacos). Neste caso pode ser nece ssária a redução da dosagem.
Se você sofre de doença cardíaca isquêmica (problem as no coração devido à circulação deficiente), o tratamento com cloridrato de propran olol não deve ser interrompido de repente.
Neste caso ou pode-se substituir o tratamento com c loridrato de propranolol por doses equivalentes de outro medicamento ou suspende-se gr adualmente o tratamento com cloridrato de propranolol.
Antes de iniciar seu tratamento com cloridrato de p ropranolol informe seu médico se você possui histórico de reações anafiláticas (reações alérgica s).
Informe seu médico se você tem problemas com cirros e descompensada.
Houve relatos sugerindo que o tratamento com clorid rato de propranolol pode aumentar o risco de desenvolvimento de encefalopatia hepática.
A doação de sangue é contraindicada durante o trata mento com cloridrato de propranolol e até 48 horas após o seu término, devido ao dano que ele pode causar à pessoa que receber o sangue.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir automóveis e operar máquinas: o uso de cloridrato de propranolol provavelmente não resultará em comprometimento da c apacidade de dirigir automóveis ou operar máquinas. Entretanto, deve ser levado em consideração que ocasionalmente vertigem e fadiga podem ocorrer. Se você sentir um destes sintomas, não deve dirigir automóveis ou operar máquinas.
Evite levantar-se rapidamente e dirigir veículos e/ ou operar máquinas, principalmente durante todo o tratamento.
-Uso durante a gravidez e lactação Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
O cloridrato de propranolol não deve ser administra do durante a gravidez, a menos que seu uso seja essencial.
A maioria dos medicamentos da classe do propranolol passa para o leite materno embora em quantidades variáveis. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração desses compostos. Informar ao médico se está amamentando.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitam ento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações ind esejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas par a o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Este medicamento pode causar doping.
-Interações medicamentosas O cloridrato de propranolol modifica a taquicardia da hipoglicemia. Deve-se tomar cuidado ao se instituir o uso de cloridrato de propranolol concomitantemente a tratamento hipoglicêmico em pacientes diabéticos. O propranolol pode prolongar a resposta hipoglicêmica à insulina.
Informe seu médico se estiver tomando outros medica mentos betabloqueadores (inclusive colírios) ou outros medicamentos para tratamento de problemas do coração e circulação (anti-hipertensivos, antiarrítmicos, por exemplo, disopir amida e amiodarona), bloqueadores do canal de cálcio (por exemplo, verapamil, diltiazem e nife dipino), agentes simpatomiméticos (por exemplo, adrenalina), cimetidina, hidralazina, ergo tamina, diidroergotamina, inibidores da prostaglandina sintetase (por exemplo, indometacina e ibuprofeno), clorpromazina, anestésicos (por exemplo, lidocaína), quinidina, propafenona, r ifampicina, teofilina, varfarina, tioridazina, inibidores da MAO (monoaminoxidase), álcool, anti-i nflamatórios, medicamentos para diabetes, para tratamento de úlcera, para prevenção de trombo se das veias, medicamentos para asma, para tuberculose, para enxaqueca e antidepressivos. O re sultado do tratamento poderá ser alterado se cloridrato de propranolol for tomado ao mesmo tempo que estes medicamentos. S e você estiver tomando clonidina e cloridrato de propranolol ao mesmo tempo, você não deve parar de tomar a clonidina ou cloridrato de propranolol sem consultar o seu médico.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento: Comprimido circular plano com vinco de cor branca a bege.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Como devo usar este medicamento?
Modo de usar Os comprimidos de cloridrato de propranolol devem ser administrados por via oral, engolidos inteiros com água.
Posologia Adultos Hipertensão Dose inicial de 80mg, duas vezes ao dia, que pode s er aumentada em intervalos semanais, de acordo com a resposta. A dose usual está na faixa d e 160-320mg por dia. A administração em conjunto com diuréticos ou outros medicamentos anti -hipertensivos causa uma diminuição adicional da pressão arterial.
O limite máximo diário de administração de cloridra to de propranolol para o tratamento da hipertensão é de 640mg.
Angina, ansiedade, enxaqueca e tremor essencial Dose inicial de 40mg, duas ou três vezes ao dia, qu e pode ser aumentada em igual quantidade, em intervalos semanais, de acordo com a resposta do pa ciente. Uma resposta adequada para ansiedade, enxaqueca e tremor essencial é geralment e observada na faixa de 80-160mg/dia e, para angina, na faixa de 120-240mg/dia. A mínima do se diária para tremor essencial pode ser de 40mg.
O limite máximo diário de administração de cloridra to de propranolol para cada um dos tratamentos listados abaixo é de:
-Angina pectoris: 480mg -Ansiedade: 160mg -Enxaqueca: 240mg -Tremor: 160mg Arritmia, taquicardia por ansiedade, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva e tireotoxicose Dose de 10 a 40mg, três ou quatro vezes ao dia.
O limite máximo diário de administração de cloridra to de propranolol para cada um dos tratamentos listados abaixo é de:
-Arritmia: 240mg -Taquicardia por ansiedade: 160mg -Cardiomiopatia: 160mg -Tireotoxicose: 160mg Feocromocitoma (cloridrato de propranolol deve ser usado apenas na presença de efetivo bloqueio alfa).
Pré-operatório: recomendam-se 60mg diários, por trê s dias.
Casos malignos inoperáveis: 30mg diários.
O limite máximo diário de administração de cloridra to de propranolol para o tratamento do feocromocitoma é de 60mg para pré-operatório e de 3 0mg para casos malignos inoperáveis.
Tabela - Resumo das doses de cloridrato de propranolol para Adultos (em doses divididas) mínima/dia máxima/dia Hipertensão 160mg 640mg Angina pectoris 80mg 480mg Arritmias 30mg 240mg Enxaqueca 80mg 240mg Tremor 40mg 160mg Ansiedade 80mg 160mg Taquicardia por ansiedade 30mg 160mg Tireotoxicose 30mg 160mg Cardiomiopatia 30mg 160mg Feocromocitoma 60mg (pré-operatório) 30mg (manutenção) 60mg 30mg Pacientes idosos A dosagem de cloridrato de propranolol deve ser determinada individualmente, de acordo com a resposta clínica.
Crianças A dose deve ser determinada individualmente. As dos es recomendadas são:
Arritmias, feocromocitoma, tireotoxicose Dose de 0,25 a 0,50mg/kg, três ou quatro vezes ao d ia, como for necessário.
Enxaqueca Abaixo de 12 anos: 20mg, duas ou três vezes ao dia.
Acima de 12 anos: a mesma dose de adultos.
Insuficiência hepática ou renal Uma vez que a meia-vida pode ser aumentada em pacie ntes com insuficiência hepática ou renal significativa, deve-se ter cuidado quando estiver i niciando o tratamento e selecionando a dose inicial nestes pacientes.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?
Se você esquecer de tomar uma dose, tome-a assim qu e lembrar. Não tome duas doses do medicamento ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me caus ar?
O cloridrato de propranolol é geralmente bem tolera do.
As seguintes reações adversas têm sido relatadas co m o uso de cloridrato de propranolol:
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam e ste medicamento): fadiga (cansaço) e/ou lassitude (relaxamento) frequentemen te passageira, bradicardia (diminuição dos batimentos cardíacos), extremidades frias, fenômeno de Raynaud (palidez, dormência e dor nos dedos), distúrbios do sono e pesadelos.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): distúrbios gastrintestinais náuseas, vômito e diarr eia.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utiliz am este medicamento): vertigem (tontura), trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas no sangue), piora da insuficiência cardíaca (problemas no funcionamento do coração), p recipitação do bloqueio cardíaco (bloqueio nos impulsos elétricos do coração), hipotensão post ural (diminuição da pressão sanguínea ao passar para a posição ereta), alucinações, psicoses (problemas mentais que geralmente causam mudança de personalidade), alterações de humor, con fusão, púrpura (manchas na pele), alopecia (queda de cabelo), reações cutâneas psoriasiformes (manchas vermelhas na pele cobertas com escamas), agravamento da psoríase (manchas vermelha s na pele cobertas com escamas), exantema (erupções na pele), parestesia (sensação a normal de picada e formigamento na pele), olhos secos, distúrbios visuais (alterações na visã o), broncoespasmo (contração dos brônquios do pulmão) em pacientes com asma brônquica ou história de queixas asmáticas (algumas vezes com resultado fatal).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utiliza m este medicamento): hipoglicemia (diminuição de açúcar no sangue), aume nto dos anticorpos antinucleares (ANA) e miastenia grave (fraqueza muscular).
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção, quando necessária, deve ser realizada gradualmente e sob s upervisão médica.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m a empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Os sintomas de superdosagem podem incluir bradicard ia (diminuição dos batimentos cardíacos), hipotensão (diminuição da pressão arterial), insufi ciência cardíaca aguda (coração fraco) e broncoespasmo (contração dos brônquios do pulmão).
O tratamento geral deve incluir: monitorização cuid adosa, tratamento em unidade de terapia intensiva, o uso de lavagem gástrica, carvão ativad o e um laxante para prevenir a absorção de qualquer fármaco ainda presente no trato gastrintes tinal, o uso de plasma ou substitutos do plasma para tratar hipotensão e choque.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro n o 1.0370. 0379 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
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Venda sob prescrição h i s t ó ri co de al te
RAÇÕ E S DE B UL A D a do s d a su b m is sã o e le t r ô n ic a Da d o s d a p e t i ç ã o /n o t if ic a ç ã o q u e a lt e r a b u la D ad o s d as a lt e r aç õ e s d e b u la s D a t a d o e x p e d ie n t e N°. d o e xp e d ie n t e A ssu nt o Da t a do e x pe d i e nt e N°. d o e x p e di e n t e Assu n t o Da t a d e ap r o v a ç ão I t e n s d e b u la Ve r sõ e s ( V P/ VP S) Ap r e se n t a ç õ e s r e la c io n a d as 2 8/ 1 0 /20 1 4 0 9 6 68 4 5 /14 -4 1 04 59 -GE NÉ RI CO – I n c l u sã o I n i c ia l d e T e x to d e Bu l a
- R DC – 6 0/ 1 2 2 8 /1 0 / 20 1 4 0 9 668 4 5 /14 -4 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la
- R DC – 6 0 /1 2 2 8 /1 0 / 20 1 4 Ve r sã o i ni c ia l V P -4 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
-8 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
1 0/ 0 4 /20 1 8 0 2 7 44 9 9 /18 -6 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 / 12 1 0 /0 4 / 20 1 8 0 2 744 9 9 /18 -6 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 0 /0 4 / 20 1 8 Ap r e s e nt a ç ã o 5 .
On d e , co m o e p or q ua n t o te m p o p o sso g u a r d ar e ste m e d ic a m e n to ?
6 .
C om o d ev o u sa r e s te m e d ic a m e n to ?
V P -4 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
-8 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
2 9/ 1 1 /20 1 8 1 1 2 64 2 7 /18 -6 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 / 12 2 9 /1 1 / 20 1 8 1 1 264 2 7 /18 -6 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 9 /1 1 / 20 1 8 C o m p o siç ã o V P -4 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
-8 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
1 3/ 0 8 /20 2 1 3 1 7 70 4 7 /21 -9 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 / 12 1 3 /0 8 / 20 2 1 3 1 770 4 7 /21 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 3 /0 8 / 20 2 1 N/ A V P -4 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
-8 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
0 1/ 0 3 /20 2 3 0 2 0 54 6 1 /23 -9 1 04 52 -GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 / 12 0 1 /0 3 / 20 2 3 0 2 054 6 1 /23 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 1 /0 3 / 20 2 3 D iz e r e s le g a i s ( S A C) V P -4 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
-8 0 m g co m b l a l p l a s a m b x 30 .
1 5/ 1 0 /20 2 4 -1 04 52 -1 5 /1 0 / 20 2 4 -1 0 4 52 -1 5 /1 0 / 20 2 4 A p r e se n ta ç õ e s V P -4 0 m g co m b l a l p l a s GE NÉ RI CO – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to de Bu l a – R DC – 6 0 / 12 G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 4 . O q u e de v o sa b e r a nt e s d e u sa r e ste m e d ic a m e n to ?
5 .
On d e , co m o e p or q ua n t o te m p o p o sso g u a r d ar e ste m e d ic a m e n to ?
Di z e r e s le g a is a m b x 30 .
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
cloridrato de propranolol Comprimido 40mg
Modelo de bula com informações técnicas aos
PROFISSIONAIS DE SAÚDE cloridrato de propranolol Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.
Apresentação
Comprimido 40mg Embalagem contendo 30 comprimidos.
Uso oral
Uso adulto e pediátrico
Composição
Cada comprimido contém: cloridrato de propranolol.......................... ................................................... ..............................40mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: amido, estearato de magnésio, povidona , manitol, celulose microcristalina, talco, álcool etílico e dióxido de silício.
Indicações
O cloridrato de propranolol é um betabloqueador ind icado para:
-Controle de hipertensão;
-Controle de angina pectoris;
-Controle das arritmias cardíacas;
-Profilaxia da enxaqueca;
-Controle do tremor essencial;
-Controle da ansiedade e taquicardia por ansiedade;
-Controle adjuvante da tireotoxicose e crise tireot óxica;
-Controle da cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva ;
-Controle de feocromocitoma. Neste caso, o tratamen to com cloridrato de propranolol deve apenas ser iniciado na presença de um bloqueio alfa efetivo.
Resultados de eficácia
Hipertensão arterial Há amplas evidências que demonstram que os antagoni stas do adrenoceptor beta diminuem a pressão arterial e são úteis no manejo da hipertens ão. O grau de redução na pressão arterial depende dos níveis iniciais. Os pacientes com uma p ressão arterial inicial de 180/100mmHg apresentam uma queda de 12 a 20mmHg na pressão sist ólica e de 6-12mmHg na diastólica [propranolol (hydrochloride). In: Dollery C Therape utic Drugs, 1991; 2: P272-8]. O propranolol é eficaz em 70 a 90 % dos pacientes com hipertensão a rterial (Ahlquist RP. Am Heart J 1979; 97 (2): 137-40). Aumentando-se a dosagem, não há um au mento correspondente na redução de pressão arterial [Conway J & Amery A. Central Actio n of Drugs in Blood Pressure 1975; 277-89].
Arritmia cardíaca O propranolol reduziu a incidência de batimentos ve ntriculares prematuros em 76% (Kubik MM & Dawes PM. Curr Med Res Op 1986;10(4): 215-20). Em outro estudo, o número médio de complexos ventriculares prematuros (VCP/h) foi redu zido em 70% de 71% dos pacientes que fizeram uso de propranolol [Aronow WS et al. Am J o f Cardiol 1995; 75(7): 514-6].
Enxaqueca O propranolol demonstrou ser uma medicação efetiva para a prevenção de enxaqueca: 72% dos pacientes responderam ao seu uso e, a longo prazo, 46% mantiveram a melhora apesar da descontinuação do tratamento (Diamond S et al. Head ache 1982; 22(6): 268-71).
Angina pectoris Após o uso do propranolol, os pacientes apresentara m maior tolerância ao exercício, sendo que 50% destes apresentaram angina induzida por exercíc io físico [Santamaria F et al. Minerva Cardioangiol 1993; 41 (4): 139-45].
Ansiedade O propranolol demonstrou ser eficaz no manejo das s índromes de ansiedade, controlando tanto os sintomas somáticos (palpitações, temor e taquicardi a) como os psíquicos [Suzman MM. Postgrad Med J 1976; 52 (suppl.4): 168-74].
Tremor essencial Um estudo que avaliou a adição de propranolol à ter apia do tremor essencial demonstrou redução desta desordem pela sua ação bloqueadora nos recept ores periféricos (Murrray TJ. CMA J 1972;
18 (107): 984-6).
Tireotoxicose O propranolol reduz a taquicardia e o aumento de dé bito cardíaco presentes na tireotoxicose [propranolol (hydrochloride). In: Dollery C Therape utic Drugs 1991; 2: P272-8].
Feocromocitoma O propranolol inibe a taquicardia e a taquiarritmia causada pelo excesso de catecolaminas circulantes, podendo ser usado no período pré-opera tório diariamente por três dias e, diariamente, na dosagem de 30mg nos tratamentos a longo prazo. O propranolol deve ser usado concomitantemente às drogas alfa-bloqueadoras uma v ez que elas também inibem os efeitos beta-2 vasodilatadores [propranolol (hydrochloride). In: Dollery C Therapeutic Drugs 1991;2: P272-8].
Cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica O propranolol inibe o efeito inotrópico da estimula ção simpática e pode reduzir o gradiente de pressão intraventricular [propranolol (hydrochlorid e). In: Dollery C Therapeutic Drugs 1991; 2:
P272-8].
Características farmacológicas
Propriedades Farmacodinâmicas O propranolol é um antagonista competitivo dos rece ptores adrenérgicos beta-1 e beta-2. Não possui atividade agonista no receptor beta-adrenérg ico, mas possui atividade estabilizadora de membrana em concentrações que excedam 1-3mg/L, embora tais concentrações são raramente alcançadas durante tratamento oral. O bloqueio comp etitivo do receptor beta-adrenérgico foi demonstrado no homem através de um deslocamento par alelo para a direita da curva de resposta da frequência cardíaca aos beta-agonistas versus do se, tal como a isoprenalina.
O propranolol, assim como outros betabloqueadores, possui efeitos inotrópicos negativos e, portanto, é contraindicado na insuficiência cardíac a descompensada.
O cloridrato de propranolol é uma mistura racêmica cuja forma ativa é o isômero S(-)-propranolol. Com exceção da inibição da conversão d a tiroxina à triiodotironina, é improvável que qualquer propriedade adicional inerente ao isôm ero R(+) do propranolol desencadeie efeitos terapêuticos diferentes, em comparação com a mistur a racêmica.
O cloridrato de propranolol é eficaz e bem tolerado na maioria das populações étnicas, apesar da resposta poder ser menor em pacientes negros.
Propriedades Farmacocinéticas O propranolol é completamente absorvido após admini stração oral, e as concentrações plasmáticas máximas ocorrem entre 1 e 2 horas após a administração em pacientes em jejum. O fígado remove até 90% de uma dose oral, com uma mei a-vida de eliminação de 3 a 6 horas. O propranolol é ampla e rapidamente distribuído pelo corpo, sendo que concentrações mais altas ocorrem nos pulmões, fígado, rins, cérebro e coraçã o. O propranolol apresenta um alto índice de ligação às proteínas plasmáticas (80-95%).
Contraindicações
O cloridrato de propranolol, assim como outros beta bloqueadores, não deve ser utilizado em pacientes nas seguintes situações:
-conhecida hipersensibilidade ao propranolol e aos outros componentes da fórmula;
-hipotensão;
-bradicardia;
-distúrbios graves da circulação arterial periféric a;
-síndrome do nó sinoatrial;
-feocromocitoma não tratado (com um antagonista do receptor alfa-adrenérgico);
-insuficiência cardíaca descompensada;
-angina de Prinzmetal;
-choque cardiogênico;
-acidose metabólica;
-após jejum prolongado;
-bloqueio cardíaco de segundo ou terceiro grau;
-histórico de asma brônquica ou broncoespasmo.
O broncoespasmo pode normalmente ser revertido com broncodilatadores agonistas beta-2, por exemplo, salbutamol. Altas doses de broncodilatador es agonistas beta-2 podem ser necessárias para superar o bloqueio beta produzido pelo propran olol e a dose deve ser titulada de acordo com a resposta clínica. Tanto a administração intraveno sa quanto a inalatória devem ser consideradas.
O uso de aminofilina intravenosa e/ou o uso de ipra trópio (administrado por nebulizador) podem também ser considerados. Também foi relatado que o glucagon (1 a 2mg administrados intravenosamente) produz um efeito broncodilatador em pacientes asmáticos. Em casos graves, podem ser necessários oxigênio ou ventilação artifi cial.
O cloridrato de propranolol não deve ser utilizado por pacientes com predisposição à hipoglicemia, isto é, pacientes após jejum prolonga do ou pacientes com reservas contra regulatórias restritas.
Advertências e precauções
Embora contraindicado em insuficiência cardíaca des compensada (ver contraindicações), cloridrato de propranolol pode ser usado em pacientes cujos sinais de insufic iência cardíaca foram controlados. Deve-se tomar cuidados especiais em pacientes com reserva cardíaca diminuída.
Embora contraindicado em distúrbios graves da circu lação arterial periférica (ver contraindicações), cloridrato de propranolol pode também agravar distúrbios circulatórios arteriais periféricos menos graves.
Devido ao seu efeito negativo no tempo de condução, este medicamento deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco de p rimeiro grau.
O cloridrato de propranolol pode bloquear/modificar os sinais e sintomas da hipoglicemia (especialmente taquicardia). O cloridrato de propra nolol ocasionalmente causa hipoglicemia, mesmo em pacientes não diabéticos, como, por exempl o, neonatos, lactentes, crianças, pacientes idosos, pacientes submetidos à hemodiálise ou pacie ntes com doença hepática crônica e pacientes com superdosagem. A hipoglicemia grave associada ao cloridrato de propranolol tem-se apresentado raramente com convulsões e/ou coma em p acientes isolados. Deve-se ter cuidado ao administrar cloridrato de propranolol concomitantemente com terapia hipoglicêmica em paci entes diabéticos. O cloridrato de propranolol pode prolon gar a resposta hipoglicêmica à insulina.
O cloridrato de propranolol pode mascarar os sinais da tireotoxicose.
Uma das ações farmacológicas dos betabloqueadores é a redução da frequência cardíaca. Nos raros casos em que o paciente desenvolver sintomas que possam ser atribuídos a uma baixa frequência cardíaca, a dose pode ser reduzida.
Em pacientes que sofrem de doença cardíaca isquêmic a, assim como ocorre com outros betabloqueadores, o tratamento com cloridrato de pr opranolol não deve ser descontinuado abruptamente. Neste caso ou pode-se substituir o tr atamento com cloridrato de propranolol por doses equivalentes de um outro betabloqueador ou su spende-se gradualmente o tratamento.
O cloridrato de propranolol pode causar uma reação mais grave a uma variedade de alérgenos, quando administrado a pacientes com história de rea ção anafilática a tais alérgenos. Esses pacientes podem não responder às doses usuais de ad renalina utilizadas no tratamento das reações alérgicas.
O cloridrato de propranolol deve ser utilizado com cautela em pacientes com cirrose descompensada.
Em pacientes com hipertensão portal pode haver dete rioração da função hepática e desenvolvimento de encefalopatia hepática. Houve re latos sugerindo que o tratamento com propranolol pode aumentar o risco de desenvolviment o de encefalopatia hepática.
A insuficiência cardíaca ocasionada por tireotoxico se frequentemente responde ao cloridrato de propranolol isoladamente, mas, se outros fatores adversos coexi stirem, a contractilidade do miocárdio deve ser mantida, e os sinais de insufici ência devem ser controlados com diuréticos e digitálicos.
Informe a seu paciente que a doação de sangue é abs olutamente contraindicada durante o tratamento com cloridrato de propranolol e até 48 horas após o seu término, devido ao dano que ele pode causar ao receptor.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir automóveis e operar máquinas: O uso de cloridrato de propranolol provavelmente não resultará em comprometimento da c apacidade dos pacientes em dirigir automóveis ou operar máquinas. Entretanto, deve ser levado em consideração que ocasionalmente vertigem e fadiga podem ocorrer.
Informe ao seu paciente que ele deve evitar se leva ntar rapidamente, dirigir veículos e/ou operar máquinas, principalmente durante todo o trat amento.
-Uso durante a gravidez e lactação Gravidez Categoria de risco na gravidez: C Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Como ocorre com todos os medicamentos, cloridrato d e propranolol não deve ser administrado durante a gravidez, a menos que seu uso seja essenc ial. Não há evidência de teratogenicidade com o uso de cloridrato de propranolol. Entretanto, os betabloqueadores reduzem a perfusão placentária o que pode resultar em morte fetal intr auterina, partos imaturos e prematuros. Além disso, podem ocorrer eventos adversos, especialment e hipoglicemia e bradicardia no neonato e bradicardia no feto. Há um risco aumentado de compl icações cardíacas e pulmonares no neonato no período pós-natal.
Lactação A maioria dos betabloqueadores, principalmente comp ostos lipofílicos, passará para o leite materno embora em quantidades variáveis. Portanto, a amamentação não é recomendada após a administração desses compostos.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitam ento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações ind esejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas par a o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
O cloridrato de propranolol modifica a taquicardia da hipoglicemia. Deve-se tomar cuidado ao se instituir o uso de cloridrato de propranolol concomitantemente ao tratamento hipoglicêmico em pacientes diabéticos. O propranolol pode prolongar a resposta hipoglicêmica à insulina (ver Contraindicações e Advertências e Precauções).
A administração simultânea de rizatriptana e propra nolol pode causar um aumento de aproximadamente 70-80% na AUC e Cmax da rizatriptana. Presume-se que a exposição aumentada à rizatriptana deve ser causada pela inib ição do metabolismo de primeira passagem da rizatriptana através da inibição da monoaminoxidase -A. Caso planeje-se usar ambos os fármacos, uma dose de 5mg rizatriptana tem sido recomendada.
Antiarrítmicos Classe I (por exemplo, disopiramida) e amiodarona podem apresentar efeito potencializado no tempo de condução atrial e induzi r efeito inotrópico negativo.
A associação entre glicosídeos digitálicos e betabl oqueadores pode aumentar o tempo de condução atrioventricular.
O uso combinado de betabloqueadores e bloqueadores do canal de cálcio com efeitos inotrópicos negativos, como, por exemplo, verapamil e diltiazem , pode levar a um aumento desses efeitos, particularmente em pacientes com a função ventricul ar prejudicada e/ou com anormalidades de condução sinoatrial ou atrioventricular. Isto pode resultar em hipotensão grave, bradicardia e insuficiência cardíaca. Nenhum destes medicamentos deve ser administrado por via intravenosa antes da descontinuação do outro por 48 horas.
A terapia concomitante com bloqueadores de canais d e cálcio diidropiridínicos, por exemplo, nifedipino, pode aumentar o risco de hipotensão e, em pacientes com insuficiência cardíaca latente, pode ocorrer insuficiência cardíaca.
O uso concomitante de agentes simpatomiméticos, com o, por exemplo, adrenalina, pode neutralizar o efeito dos betabloqueadores. Deve-se tomar cuidado na administração parenteral de preparações que contenham adrenalina a pacientes em tratamento com betabloqueadores, uma vez que, em raros casos, pode resultar em vasoconst rição, hipertensão e bradicardia.
A administração de cloridrato de propranolol durante infusão de lidocaína pode aumentar a concentração plasmática de lidocaína em aproximadam ente 30%. Pacientes que já estejam recebendo propranolol tendem a apresentar níveis ma is altos de lidocaína do que pacientes-controle. Esta associação deve ser evitada.
O uso concomitante de cimetidina ou hidralazina aum enta os níveis plasmáticos de propranolol.
O uso concomitante de álcool também pode aumentar o s níveis plasmáticos de propranolol.
Os betabloqueadores podem exacerbar a hipertensão d e rebote que pode se seguir à retirada da clonidina. Se os dois medicamentos forem coadminist rados, o betabloqueador deve ser retirado vários dias antes da clonidina. Em caso de substitu ição da clonidina por terapia betabloqueadora, a introdução do betabloqueador deve ser feita vário s dias após a interrupção do tratamento com clonidina.
Deve-se tomar cuidado em caso de administração de e rgotamina, diidroergotamina ou substâncias relacionadas em associação ao cloridrat o de propranolol, pois foram relatadas reações vasospásticas em alguns pacientes.
O uso concomitante de inibidores da prostaglandina sintetase (por exemplo: indometacina e ibuprofeno) pode diminuir os efeitos hipotensores d e cloridrato de propranolol. A administração concomitante de cloridrato de propranolol e clorpro mazina pode resultar em um aumento dos níveis plasmáticos de ambos os fármacos. Isto pode levar a um maior efeito antipsicótico da clorpromazina e a um maior efeito anti-hipertensivo do propranolol.
Deve-se tomar cuidado ao utilizar agentes anestésic os com cloridrato de propranolol. O anestesista deve ser informado e deve-se optar pelo agente anestésico com a menor atividade inotrópica negativa possível. O uso de betabloquead ores com anestésicos pode resultar na atenuação da taquicardia reflexa e aumentar o risco de hipotensão. Os anestésicos que causam depressão miocárdica devem ser evitados.
Estudos farmacocinéticos têm mostrado que os seguin tes fármacos podem interagir com o propranolol, devido aos efeitos nos sistemas enzimá ticos do fígado que metabolizam o propranolol e estes agentes. São eles: quinidina, p ropafenona, rifampicina, teofilina, varfarina, tioridazina e bloqueadores de canais de cálcio diid ropiridínicos, tais como nifedipino, nisoldipino, nicardipino, isradipina e lacidipina. Levando-se em conta que as concentrações plasmáticas de qualquer um destes agentes podem ser afetadas, ajustes de doses podem ser necessários a critério médico (ver também as intera ções apresentadas acima referentes ao uso concomitante com bloqueadores de canais de cálcio d iidropiridínicos).
Cuidados de armazenamento do medicamento armazenar em temperatura ambiente (de 15°c a 30°c).
Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas: Circular plano com vinco de cor branca a bege.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.
Posologia e modo de usar
Modo de usar Os comprimidos de cloridrato de propranolol devem ser administrados por via oral, engolidos inteiros com água.
Posologia Adultos Hipertensão Dose inicial de 80mg, duas vezes ao dia, que pode s er aumentada em intervalos semanais, de acordo com a resposta. A dose usual está na faixa d e 160-320mg por dia. Com administração concomitante de diuréticos ou outros medicamentos a nti-hipertensivos obtém-se uma redução adicional da pressão arterial.
O limite máximo diário de administração de cloridra to de propranolol para o tratamento da pressão alta é de 640mg.
Angina, ansiedade, enxaqueca e tremor essencial Dose inicial de 40mg, duas ou três vezes ao dia, qu e pode ser aumentada em igual quantidade, em intervalos semanais, de acordo com a resposta do pa ciente. Uma resposta adequada para ansiedade, enxaqueca e tremor essencial é geralment e observada na faixa de 80-160mg/dia e, para angina, na faixa de 120-240mg/dia. A mínima do se diária para tremor essencial pode ser de 40mg.
O limite máximo diário de administração de cloridra to de propranolol para cada um dos tratamentos listados abaixo é de:
-Angina pectoris: 480mg -Ansiedade: 160mg -Enxaqueca: 240mg -Tremor: 160mg Arritmia, taquicardia por ansiedade, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva e tireotoxicose Uma faixa de dose de 10 a 40mg, três ou quatro veze s ao dia, geralmente atinge a resposta desejada.
O limite máximo diário de administração de cloridra to de propranolol para cada um dos tratamentos listados abaixo é de:
-Arritmia: 240mg -Taquicardia por ansiedade: 160mg -Cardiomiopatia: 160mg -Tireotoxicose: 160mg Feocromocitoma (cloridrato de propranolol deve ser usado apenas na presença de efetivo bloqueio alfa) Pré-operatório: recomendam-se 60mg diários, por trê s dias.
Casos malignos inoperáveis: 30mg diários.
O limite máximo diário de administração de cloridra to de propranolol para o tratamento do feocromocitoma é de 60mg para pré-operatório e de 3 0mg para casos malignos inoperáveis.
Tabela – Resumo das doses de cloridrato de proprano lol – Adultos (em doses divididas) mínima/dia máxima/dia Hipertensão 160mg 640mg Angina pectoris 80mg 480mg Arritmias 30mg 240mg Enxaqueca 80mg 240mg Tremor 40mg 160mg Ansiedade 80mg 160mg Taquicardia por ansiedade 30mg 160mg Tireotoxicose 30mg 160mg Cardiomiopatia 30mg 160mg Feocromocitoma 60mg (pré-operatório) 30mg (manutenção) 60mg 30mg Pacientes idosos Evidência referente à relação entre nível sanguíneo e idade é conflitante. Com relação aos pacientes idosos, a dose ótima deve ser determinada individualmente, de acordo com a resposta clínica.
Crianças A dose deve ser determinada individualmente. As dos es recomendadas são:
Arritmias, feocromocitoma, tireotoxicose Dose de 0,25 a 0,50mg/kg, três ou quatro vezes ao d ia, como for necessário.
Enxaqueca Abaixo de 12 anos: 20mg, duas ou três vezes ao dia.
Acima de 12 anos: a mesma dose de adultos.
Insuficiência hepática ou renal Uma vez que a meia-vida pode ser aumentada em pacie ntes com insuficiência hepática ou renal significativa, deve-se ter cuidado quando estiver i niciando o tratamento e selecionando a dose inicial nestes pacientes.
Caso o paciente se esqueça de tomar uma dose ele de ve ser orientado a tomá-la assim que possível. Não é recomendável tomar duas doses ao me smo tempo.
Reações adversas
O cloridrato de propranolol é geralmente bem tolerado. Em estudos clínicos, as possíveis reações adversas relatadas são geralmente atribuíveis às aç ões farmacológicas do propranolol.
As seguintes reações adversas têm sido relatadas co m cloridrato de propranolol :
Reação comum (≥ 1/100 e < 1/10):
Geral: fadiga e/ou lassitude (frequentemente transi tória).
Cardiovascular: bradicardia, extremidades frias, fe nômeno de Raynaud.
Sistema Nervoso Central: distúrbios do sono e pesad elos.
Reação incomum (≥ 1/1.000 e < 1/100):
Gastrintestinal: distúrbios gastrintestinais, assim como náuseas, vômito e diarreias.
Reação rara (≥ 1/10.000 e < 1/1.000):
Geral: vertigem.
Sangue: trombocitopenia.
Cardiovascular: piora da insuficiência cardíaca, pr ecipitação do bloqueio cardíaco, hipotensão postural que pode estar associada com síncope e exa cerbação de claudicação intermitente.
Sistema Nervoso Central: alucinações, psicoses, alt erações de humor, confusão.
Pele: púrpura, alopecia, reações cutâneas psoriasif ormes, agravamento da psoríase, exantema.
Neurológico: parestesia.
Olhos: olhos secos, distúrbios visuais.
Respiratório: pode ocorrer broncoespasmo em pacient es com asma brônquica ou história de queixas asmáticas (algumas vezes com resultado fata l).
Reação muito rara (< 1/10.000):
Sistema endócrino: foi relatada hipoglicemia em neo natos, lactentes, crianças, pacientes idosos, pacientes submetidos a hemodiálise, pacientes em te rapia antidiabética concomitante, pacientes em jejum prolongado e pacientes com doença hepática crônica.
Investigações: aumento dos anticorpos antinucleares (ANA), entretanto, a relevância clínica deste evento não está clara.
Sistema Nervoso Central: síndrome do tipo miastenia grave ou exacerbação da miastenia grave.
A descontinuação do tratamento deve ser considerada se, a critério médico, o bem-estar do paciente estiver sendo afetado por qualquer uma das reações acima. A interrupção do tratamento com um betabloqueador deve ser gradual. Na rara pos sibilidade de intolerância, manifestada como bradicardia e hipotensão, o fármaco deve ser s uspenso e, se necessário, deve-se instituir tratamento para superdosagem.
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Os sintomas de superdosagem podem incluir bradicard ia, hipotensão, insuficiência cardíaca aguda e broncoespasmo.
O broncoespasmo pode normalmente ser revertido por broncodilatadores, tais como o salbutamol.
Doses maiores podem ser requeridas e devem ser titu ladas de acordo com a resposta clínica.
O tratamento geral deve incluir: monitorização cuid adosa, tratamento em unidade de terapia intensiva, o uso de lavagem gástrica, carvão ativad o e um laxante para prevenir a absorção de qualquer fármaco ainda presente no trato gastrintes tinal, o uso de plasma ou substitutos do plasma para tratar hipotensão e choque.
Bradicardia excessiva pode ser controlada com 1-2mg de atropina por via intravenosa e/ou um marcapasso cardíaco. Se necessário, a isto pode se seguir a administração de uma dose em bolus de 10mg de glucagon por via intravenosa. Se necessá rio, esse procedimento pode ser repetido ou seguido por uma infusão intravenosa de 1-10mg/hora de glucagon, dependendo da resposta. Se não houver resposta ao glucagon, ou se o mesmo não estiver disponível, pode-se administrar, por infusão intravenosa, um estimulante beta-adrenérgic o, tal como dobutamina (2,5 a 10mcg/kg/min). A dobutamina, devido ao seu efeito i notrópico positivo, também pode ser usada para tratar hipotensão e insuficiência cardíaca agu da. É provável que estas doses sejam inadequadas para a reversão dos efeitos cardíacos d o bloqueio beta se tiver ocorrido a ingestão de uma superdose elevada. A dose de dobutamina deve en tão ser aumentada, se necessário, para atingir a resposta desejada de acordo com a condiçã o clínica do paciente.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro n o 1.0370. 0379 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659 Registrado e produzido por:
Laboratório teuto
Brasileiro s/a.
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Venda sob prescrição h i s t ó ri co de al te
RAÇÕ E S DE B UL A Da d o s d a sub m i s sã o e l e t r ô n ic a D a d os d a p e t i ç ão / no t if i c aç ão q ue a lt e r a bu l a Da d o s d a s al t e r a ç õ e s de b ul a s Da t a d o e x p e di e n t e N °. do e x p e d ie n t e Ass u n t o D a t a d o e x p e d ie n t e N°. d o e x pe d ie nt e A ssu nt o D at a d e a p r o v a ç ão It e n s d e b u la Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt a ç õe s r e l a c io n a da s 2 8 /1 0 / 20 1 4 0 9 6 684 5 / 14 -4 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O – I n c lu sã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la
- R DC – 6 0 /1 2 2 8 /1 0 /20 1 4 0 9 6 68 4 5 /14 -4 1 0 4 59 -GE NÉ R I CO – I nc l u sã o I n i c ia l d e T e x to d e B ul a
- RD C – 6 0 /1 2 2 8 /1 0 /20 1 4 Ve r sã o in ic i a l VP S -40 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
-80 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
1 0 /0 4 / 20 1 8 0 2 7 449 9 / 18 -6 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 0 /0 4 /20 1 8 0 2 7 44 9 9 /18 -6 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 0 /0 4 /20 1 8 Ap r e se n t a ç ã o 7 .
Cu i d a do s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d ic a m e n t o 8.
P o so lo g i a e m o do d e u sa r VP S -40 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
-80 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
2 9 /1 1 / 20 1 8 1 1 2 642 7 / 18 -6 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 2 9 /1 1 /20 1 8 1 1 2 64 2 7 /18 -6 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 60 / 1 2 2 9 /1 1 /20 1 8 C om p os iç ã o VP S -40 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
-80 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
1 3 /0 8 / 20 2 1 3 1 7 704 7 / 21 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 3 /0 8 /20 2 1 3 1 7 70 4 7 /21 -9 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 3 /0 8 /20 2 1 9 .
R e a ç õ e s a d v e r sa s VP S -40 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
-80 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
0 1 /0 3 / 20 2 3 0 2 0 546 1 / 23 -9 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 0 1 /0 3 /20 2 3 0 2 0 54 6 1 /23 -9 1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 60 / 1 2 0 1 /0 3 /20 2 3 Di z e r e s le g a is ( S AC ) VP S -40 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
-80 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
1 5 /1 0 / 20 2 4 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e x to d e Bu la – RD C – 6 0 /1 2 1 5 /1 0 /20 2 4 -1 0 4 52 -GE NÉ R I CO – No t if i c a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e Te x t o d e B u la – R DC – 60 / 1 2 1 5 /1 0 /20 2 4 Ap r e se n ta ç õ e s 5 .A d ve r tê n c ia s e P r e c a uç õ e s 7 .
Cu i d a do s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d ic a m e n t o VP S -40 m g co m bl a l p la s a m b x 3 0 .
Di z e r e s l e g a is
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 40 MG COM CT BL AL PLAS PVC AMB X 30 | Tarja vermelha | 7896112110576 | R$ 8,89 |