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Bulas de Remédios
Genérico Tarja vermelha Uso restrito a hospitais

Cloridrato de Metformina

Cloridrato de metformina · Laboratório Teuto Brasileiro S/A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoCloridrato de metformina
FabricanteLaboratório Teuto Brasileiro S/A
Registro MS1.0370.0506
Classe terapêuticaAntidiabéticos
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 19,38
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Cloridrato de Metformina

Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 08/06/2022 · conferida em 22/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

cloridrato de metformina Comprimido 500mg Comprimido 850mg

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE cloridrato de metformina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

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Apresentações

Comprimido 500mg Embalagens contendo 30 e 50 comprimidos.

Comprimido 850mg Embalagens contendo 30 e 50 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos

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Composição

Cada comprimido de 500mg contém: cloridrato de metformina (equivalente a 390mg de me tformina).......................................... ..500mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, dióxido de s ilício, estearato de magnésio, álcool etílico, povidona, óleo vegetal hidrogenado, talco e água de osmose reversa.

Cada comprimido de 850mg contém: cloridrato de metformina (equivalente a 663mg de me tformina).......................................... ..850mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, dióxido de s ilício, estearato de magnésio, álcool etílico, povidona, óleo vegetal hidrogenado, talco, croscarm elose sódica e água de osmose reversa.

01

Para que este medicamento é indicado?

O cloridrato de metformina é um medicamento antidia bético de uso oral, que associado a uma dieta apropriada, é utilizado para o tratamento do diabetes tipo 2, isoladamente ou em combinação com outros antidiabéticos orais, como po r exemplo aqueles da classe das sulfonilureias. Pode ser utilizado também para o tr atamento do diabetes tipo 1 em complementação à insulinoterapia.

O cloridrato de metformina é indicado na prevenção de diabetes mellitus tipo 2 em pacientes com sobrepeso (Índice de Massa Corporal igual ou acima de 24kg/m2; igual ou acima de 22kg/m 2 entre asiáticos) com pré-diabetes e pelo menos um f ator de risco adicional (tais como pressão arterial alta, idade acima de 40 anos, quantidade a normal de lipídios (gordura) no sangue, histórico familiar de diabetes ou histórico de diab etes durante a gravidez), nos quais a modificação intensiva no estilo de vida (dieta rigo rosa e exercícios físicos regulares) isoladamente não proporcionou controle glicêmico ad equado.

O cloridrato de metformina também está indicado na Síndrome dos Ovários Policísticos, condição caracterizada por ciclos menstruais irregu lares e frequentemente excesso de pelos e obesidade.

02

Como este medicamento funciona?

O cloridrato de metformina é um medicamento para tr atar o diabetes. A metformina pertence a um grupo de medicamentos denominados biguanidas.

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas qu e permite que os tecidos do corpo absorvam a glicose (açúcar) do sangue e a usem para produzir energia ou armazená-la para uso posterior. Se você tem diabetes, o seu pâncreas não produz insulina suficiente ou o seu corpo não é capaz de utilizar adequadamente a insulina que pr oduz. Isto leva a um nível elevado de glicose no sangue.

O cloridrato de metformina ajuda a baixar o nível d e glicose no sangue para um nível tão normal quanto possível.

Em estudos clínicos, o uso de metformina foi associ ado à estabilização do peso corporal ou a uma modesta perda de peso.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Você não deve tomar cloridrato de metformina:

-se tiver hipersensibilidade (alergia) à metformina ou aos outros componentes da fórmula;

-se estiver com problema de funcionamento do fígado ;

-se estiver com problema de funcionamento grave dos rins (depuração de creatinina abaixo de 30mL/min ou taxa de filtração glomerular estimada ( TFGe) abaixo de 30mL/min/1,73m2);

-se tiver qualquer tipo de acidose metabólica (como acidose láctica, cetoacidose diabética, pré-coma diabético). A cetoacidose é uma condição na qu al substâncias denominadas “corpos cetônicos” se acumulam no sangue. Os sintomas inclu em dores de estômago, respiração rápida e profunda, sonolência ou hálito com odor de fruta;

-se estiver desidratado (por exemplo, em função de uma diarreia grave e persistente, vômitos repetidos) ou se tiver com infecção grave (por exem plo, infecção das vias aéreas ou do trato urinário): tanto desidratação quanto infecções grav es podem conduzir a problemas renais, com risco de acidose láctica (ver “Advertências e preca uções”);

-se estiver em tratamento para problemas cardíacos, tiver tido recentemente um ataque cardíaco, tiver problemas circulatórios graves ou dificuldade s respiratórias. Isto pode provocar uma falta de oxigenação dos tecidos, com risco de acidose láctic a (ver ‘‘Advertências e precauções’’);

-se ingerir bebidas alcoólicas em excesso;

-se tiver que ser submetido à cirurgia eletiva de g rande porte ou a exame utilizando meio de contraste contendo iodo (por exemplo, exames como r aio-X ou tomografia). Você deve parar de tomar cloridrato de metformina durante um determina do tempo antes e depois do exame ou da cirurgia. O seu médico decidirá se necessita de out ro tratamento durante este período.

Este medicamento é contraindicado para menores de 1 0 anos.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Advertências e precauções O cloridrato de metformina pode provocar uma compli cação muito rara, mas grave, chamada acidose láctica (com elevada mortalidade caso não s e proceda a um tratamento imediato), particularmente se os rins não estiverem funcionand o normalmente. O risco de acidose láctica é aumentado também com diabetes não controlada, cetos e, jejum prolongado, ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, infecção grave, insuficiênci a hepática (do fígado) e qualquer condição associada à hipóxia (quando uma área do corpo receb e menos oxigênio, tais como insuficiência cardíaca descompensada, infarto agudo do miocárdio) ou o uso concomitante de medicamentos que possam causar acidose láctica, como os NRTIs – Nucleosídeos Inibidores da Transcriptase Reversa (usados no tratamento da infecção pelo víru s HIV).

A acidose láctica pode ocorrer devido à acumulação de metformina. Foram relatados casos de acidose láctica em pacientes tratados com metformin a, principalmente diabéticos com insuficiência renal aguda ou agravamento agudo da f unção renal. Os pacientes ou cuidadores devem ser informados sobre o risco de acidose lácti ca.

Em situações que a função renal (dos rins) possa to rnar-se prejudicada de forma aguda, como, por exemplo, em casos de desidratação (redução da inges tão de líquidos, febre, diarreia ou vômitos graves ou prolongados) a metformina deve ser imedia ta e temporariamente interrompida. A reintrodução da metformina deve ser decidida pelo m édico levando-se em conta a relação risco/benefício para cada paciente, bem como a cond ição da função renal.

Alguns medicamentos também podem comprometer a função renal de forma aguda, aumentando o risco de acidose láctica, por exemplo: anti-infla matórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2 (COX-2), m edicamentos anti-hipertensivos como inibidores da ECA, antagonistas dos receptores de a ngiotensina II e diuréticos, especialmente os diuréticos de alça. A utilização desses medicamento s em combinação com metformina deve ser feito com cautela e acompanhado de monitoramento ri goroso da função renal. A diminuição da função renal em pacientes idosos é frequente e assi ntomática.

Os sintomas da acidose láctica são vômitos, dores d e barriga (dor abdominal), cãibras musculares, sensação geral de mal-estar com grande cansaço (astenia), dificuldade em respirar (dispneia acidótica) e diminuição da temperatura do corpo (hipotermia). Caso esses sintomas ocorram, você pode necessitar de tratamento imediat o, uma vez que a acidose láctica pode levar ao coma. Pare de tomar metformina imediatamente e i nforme o seu médico.

A taxa de filtração glomerular (TFG) deve ser monit orada antes de iniciar o tratamento e também regularmente durante o tratamento (ver “Como devo u sar este medicamento? ”). A metformina é contraindicada para pacientes com taxa de filtração glomerular < 30mL/min e deve ser temporariamente descontinuada na presença de condiç ões que alterem a função renal.

O cloridrato de metformina isoladamente não provoca hipoglicemia (nível muito baixo de glicose no sangue). Entretanto, se tomar cloridrato de metf ormina juntamente com outros medicamentos para o tratamento da diabetes que possam causar hip oglicemia (tais como sulfonilureias, insulina, meglitinidas), existe risco de desenvolvimento de h ipoglicemia. Se sentir sintomas tais como fraqueza, tonturas, suores, batimentos cardíacos ac elerados, perturbações da visão ou dificuldades de concentração, é habitualmente útil comer ou bebe r algo contendo açúcar.

O uso de cloridrato de metformina não elimina a nec essidade de dieta com redução de açúcares em todos os casos de diabetes, assim como de dieta com redução de açúcares e calorias quando houver, associadamente, excesso de peso. Realize re gularmente os controles biológicos habituais do diabetes.

A metformina deve ser descontinuada antes ou no mom ento do procedimento com administração de contraste à base de iodo, e só deve ser reinicia da após pelo menos 48 horas do exame, desde que a função renal tenha sido reavaliada e verifica da como estável.

Em pacientes com insuficiência cardíaca crônica est ável, metformina deve ser utilizada com monitoramento regular das funções cardíaca e renal. Para pacientes com insuficiência cardíaca instável ou aguda, metformina é contraindicada.

A metformina deve ser descontinuada 48h antes de ci rurgias sob anestesia geral, raquidiana ou peridural. A terapia só pode ser reiniciada após 48 horas da cirurgia ou reinício da alimentação e desde que a função renal tenha sido reavaliada e co nsiderada estável.

Recomenda-se exames anuais dos níveis sanguíneos de vitamina B12. O risco de níveis baixos de vitamina B12 se eleva com o aumento da dose de metf ormina, duração do tratamento e/ou em pacientes com fatores de risco conhecidos por causa r deficiência de vitamina B12.

Gravidez e amamentação Durante a gravidez, pré-diabetes e o diabetes devem ser tratados com insulina. Informe o médico em caso de gravidez, suspeita de gravidez ou ainda se planeja ficar grávida, para que ele possa alterar o seu tratamento. Este medicamento não é re comendado durante a amamentação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Direção de veículos e operação de máquinas Como cloridrato de metformina isoladamente não prov oca hipoglicemia, seu uso não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Entretanto, tome cuidado se tomar cloridrato de metformina juntamente com outros medicamentos pa ra o tratamento do diabetes que possam causar hipoglicemia (tais como sulfonilureias, insu lina, meglitinidas). Não dirija nem opere máquinas se começar a sentir os sintomas da hipogli cemia (ver ‘‘Advertências e precauções’’).

Interações com alimentos, bebidas e outros medicame ntos Se você tiver que ser submetido a exame radiológico utilizando meio de contraste contendo iodo, deve parar de tomar cloridrato de metformina durant e um determinado tempo antes e depois do exame. Informe o seu médico se estiver tomando ao m esmo tempo cloridrato de metformina e qualquer um dos seguintes medicamentos, pois você p oderá necessitar fazer exames de glicose no sangue com maior frequência ou o seu médico poderá ter que ajustar a dose de cloridrato de metformina:

-diuréticos (utilizados para a eliminação de água d o corpo, produzindo mais urina);

-agonistas beta-2 tais como salbutamol ou terbutali na (utilizados no tratamento da asma);

-corticosteroides ou tetracosactida (utilizados no tratamento de diversas doenças, tais como inflamação cutânea grave ou asma);

-clorpromazina (medicamento neuroléptico que atua n o funcionamento do cérebro);

-danazol (usado no tratamento da endometriose, cond ição na qual o tecido que reveste internamente o útero é encontrado fora do útero).

-transportadores de cátions orgânicos, que incluem diferentes tipos de medicamentos (verapamil, rifampicina, cimetidina, dolutegravir, crizotinibe, olaparibe, daclatasvir, vandetanibe, etc).

A ingestão com alimentos não prejudica a absorção d o medicamento. Não consuma bebidas alcoólicas quando tomar cloridrato de metformina. O álcool pode aumentar o risco de acidose láctica, especialmente se você tiver problemas de f ígado ou se estiver subnutrido, com esta recomendação também se aplicando a medicamentos con tendo álcool em sua fórmula.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e

Umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento:

-cloridrato de metformina 500mg: Comprimido circular biconvexo com vinco de cor bra nca com odor característico.

-cloridrato de metformina 850mg: Comprimido oblongo formato ovalado com vinco de co r branca com odor característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

O cloridrato de metformina não substitui os benefíc ios de uma vida saudável. Continue a seguir a dieta que o seu médico lhe recomendou e procure faz er exercícios regularmente.

Tome os comprimidos durante ou depois de uma refeiç ão, iniciando o tratamento com doses pequenas que podem ser gradualmente aumentadas. Ist o permite reduzir a ocorrência de efeitos secundários gastrintestinais. Engula cada comprimid o com um copo de água. Tome os comprimidos de cloridrato de metformina:

-de manhã (no café da manhã), em caso de tomada úni ca diária;

-de manhã (no café) e à noite (no jantar), em caso de duas tomadas por dia;

-de manhã (no café), ao meio-dia (no almoço) e à no ite (no jantar), em caso de três tomadas diárias.

Pacientes diabéticos tipo 2 (não dependentes de ins ulina) O cloridrato de metformina pode ser usado isoladame nte ou em combinação com outros medicamentos antidiabéticos, como as sulfonilureias .

Comprimidos de 500mg A dose inicial é de um comprimido duas vezes ao dia (no café da manhã e no jantar) em adultos.

Se necessário, essa dose pode ser aumentada, semana lmente, de um comprimido até ao máximo de cinco comprimidos diários, equivalentes a 2.500m g de metformina (dois no café da manhã, um no almoço e dois no jantar). Em crianças acima d e 10 anos, a dose inicial é de um comprimido ao dia, com a dose máxima diária não dev endo exceder 2.000mg (quatro comprimidos).

Comprimidos de 850mg A dose inicial é de um comprimido no café da manhã, em adultos e crianças acima de 10 anos.

Conforme sua necessidade, essa dose pode ser aument ada, a cada duas semanas, de um comprimido até ao máximo de três comprimidos, equiv alentes a 2.550mg de metformina (um no café da manhã, um no almoço e um no jantar). Em cri anças acima de 10 anos, a dose máxima diária não deve exceder 2.000mg (dois comprimidos).

Pacientes diabéticos tipo 1 (dependentes de insulin a) O cloridrato de metformina e insulina podem ser uti lizados em associação, no sentido de se obter um melhor controle da glicemia em adultos. O clorid rato de metformina é administrado na dose inicial usual de 500mg ou 850mg 2 a 3 vezes por dia , enquanto que a dose de insulina deve ser ajustada com base nos valores da glicemia.

Pré-diabetes A dose inicial recomendada é 500mg uma vez ao dia n o café da manhã. Esta dose pode ser gradualmente aumentada, a critério médico.

Recomenda-se controle regular da glicemia (taxa de açúcar no sangue) e também dos fatores de risco (ver “Para que este medicamento é indicado”).

Síndrome dos Ovários Policísticos A posologia é de, usualmente, 1.000 a 1.500mg por d ia (2 ou 3 comprimidos de 500mg) divididos em 2 ou 3 tomadas. Aconselha-se iniciar o tratamento com dose baixa (1 comprimido de 500mg/dia) e aumentar gradualmente a dose (1 com primido de 500mg a cada semana) até atingir a posologia desejada. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de 1 comprimido de 850mg 2 a 3 vezes ao dia (1.700 a 2.250mg/dia).

Uso em idosos O cloridrato de metformina deve ser usado com caute la em pacientes idosos que, em geral não devem receber a dose máxima do produto.

Uso em crianças e adolescentes O cloridrato de metformina não é indicado para cria nças abaixo de 10 anos.

Pacientes com insuficiência renal O cloridrato de metformina pode ser empregado em pa cientes com insuficiência renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59mL/ min ou Taxa de Filtração Glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59mL/min/1,73m

  • 2) somente na ausência de outras condições que possam aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia: a dose inicial recomendada é de 500mg ou 850mg de cloridrato de me tformina ao dia. A dose máxima diária recomendada é de 1.000mg.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada:

A cada 3-6 meses em pacientes com depuração de crea tinina entre 45 e 59mL/min ou TFGe entre 45 e 59mL/min/1,73m2.

A cada 3 meses em pacientes com depuração de creati nina entre 30 e 44mL/min ou TFGe entre 30 e 44mL/min/1,73m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45mL/min ou 45mL/min/1,73m2 respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30mL/min ou 30mL/min/1,73m2 respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do s eu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Não tome uma dose dobrada para compensar uma dose q ue se esqueceu de tomar. Tome a dose seguinte na hora habitual.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

Como todos os medicamentos, cloridrato de metformin a pode causar algumas reações desagradáveis; no entanto, estas não ocorrem em tod as as pessoas. Caso você tenha uma reação alérgica, deve parar de tomar o medicamento. Podem ocorrer as seguintes reações desagradáveis descritas a seguir:

-Reações muito comuns (ocorrem em 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): problemas digestivos como náusea, vômito, diarreia, dor na barriga, perda de apetite. Essas reações acontecem com mais frequência no início do tratamento. Distribuir as doses durante o dia ou tomar os comprimidos durante ou imediatamente de pois de uma refeição pode ajudar. Se os sintomas continuarem, pare de tomar cloridrato de m etformina e consulte o seu médico.

-Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacient es que utilizam este medicamento): alterações do paladar, deficiência de vitamina B12.

-Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): acidose láctica (ver ‘‘Advertências e precauções’’). Reações na pele como vermelhidão, coceira e urticária. Alterações nos ex ames da função do fígado ou inflamação do fígado (hepatite, que pode provocar cansaço, perda de apetite, perda de peso, com ou sem amarelecimento da pele ou do branco dos olhos), nes te caso, pare de tomar cloridrato de metformina.

Crianças e adolescentes Dados limitados em crianças e adolescentes demonstr aram que as reações adversas foram similares, em natureza e gravidade, àquelas verific adas em adultos.

Atenção: este produto é um medicamento que possui n ova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segu rança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adver sos imprevisíveis ou desconhecidos.

Nesse caso, informe seu médico.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Se você tomar mais comprimidos de cloridrato de met formina do que deveria poderá desenvolver acidose láctica (ver sintomas em ‘‘Advertências e p recauções’’). Fale imediatamente com o seu médico.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

M.S. no 1.0370.0506 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659

Laboratório teuto

Brasileiro s/a .

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica hi st

Óri c

O de al t e

RAÇÕE S DE B UL A D a d os d a s u b mi s s ão el e t rô n ic a D ad o s da p e ti ç ã o/ n o ti f i ca ç ã o q u e a l t e r a b u l a D a do s d a s al t e r a çõe s d e b u las Da t a d o e xp e d i e n t e N °. d o e xp e d i e n t e A s s u nt o Da t a do e xp e di e nt e N°. d o e xpe d i e n t e A s s u n t o Da t a d e a p r o va ç ão I t e n s d e b u la V e r sõ e s ( V P/V PS ) A pr e s e nt a ç õe s r e l a ci o n ad as 2 1/ 0 6/ 20 1 4 0 4 901 2 8/ 14 -2 1 0 4 59 -

GEN É R I CO -I n c lu s ão i ni ci a l d e t e xt o d e bul a – RD C 6 0 / 1 2 2 1/ 06/ 20 14 0 4 9 01 2 8/ 14 -2 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O -I n c lu s ão i ni ci al d e t e xt o d e bul a – R DC 6 0 / 1 2 2 1/ 0 6/ 20 1 4 V e r s ã o i ni ci al VP -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

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1 1/ 1 1/ 20 1 6 2 4 825 7 5/ 16 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 1 1/ 11/ 20 16 2 4 8 25 7 5/ 16 -1 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 1 1/ 1 1/ 20 1 6 3 .

Qu a n do n ão d e vo u s a r est e m e d i c am e nt o ?

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O qu e d e vo s ab e r a n t es d e u s ar e st e m e d i c am e nt o ?

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On d e , co m o e p or q u a nt o t e mp o p o ss o gu a r da r e st e m e d i c am e nt o ?

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On d e , co m o e p or q u a nt o t e mp o p o ss o gu a r da r e st e m e d i c am e nt o ?

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-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 60 .

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 60 .

2 9/ 0 6/ 20 2 1 2 5 216 7 9/ 21 -6 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 9/ 06/ 20 21 2 5 2 16 7 9/ 21 -6 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 9/ 0 6/ 20 2 1 Ap r e s e nt a çõe s 1 .

P ar a q u e e st e m e d i c am e nt o é i nd i c ad o ?

4 .

O qu e d e vo s ab e r a n t es d e u s ar e st e m e d i c am e nt o ?

6 .

C o m o d e vo u s a r e s t e m e di c a m e nt o ?

8 .

Qu ai s o s m a l es qu e e s t e m e di c a m e nto p o d e m e c a u s ar ?

Di z e r es Le ga i s ( S AC ) VP -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

2 2/ 1 1/ 20 2 1 4 6 193 5 3/ 21 -3 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 2/ 11/ 20 21 4 6 1 93 5 3/ 21 -3 1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 2/ 1 1/ 20 2 1 4 .

O qu e d e vo s ab e r a n t es d e u s ar e st e m e d i c am e nt o ?

8 .

Qu ai s o s m a l es qu e e s t e m e di c a m e nto p o d e m e c a u s ar ?

VP -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

0 8/ 0 6/ 20 2 2 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 0 8/ 06/ 20 22 -1 0 4 52 -G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 0 8/ 0 6/ 20 2 2 5 .

On d e , co m o e p or q u a nt o t e mp o p o ss o gu a r da r e st e m e d i c am e nt o ?

VP -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

Versão para o profissional de saúde

—

Identificação do medicamento

cloridrato de metformina Comprimido 500mg Comprimido 850mg

Modelo de bula com informações técnicas aos

PROFISSIONAIS DE SAÚDE cloridrato de metformina Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999.

—

Apresentações

Comprimido 500mg Embalagens contendo 30 e 50 comprimidos.

Comprimido 850mg Embalagens contendo 30 e 50 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto e pediátrico acima de 10 anos

—

Composição

Cada comprimido de 500mg contém: cloridrato de metformina (equivalente a 390mg de me tformina).......................................... ..500mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, dióxido de s ilício, estearato de magnésio, álcool etílico, povidona, óleo vegetal hidrogenado, talco e água de osmose reversa.

Cada comprimido de 850mg contém: cloridrato de metformina (equivalente a 663mg de me tformina).......................................... ..850mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, dióxido de s ilício, estearato de magnésio, álcool etílico, povidona, óleo vegetal hidrogenado, talco, croscarm elose sódica e água de osmose reversa.

01

Indicações

Como agente antidiabético, associado ao regime alim entar, para o tratamento de:

-Diabetes mellitus tipo 2, não dependente de insuli na (diabetes da maturidade, diabetes do obeso, diabetes em adultos de peso normal), isoladamente o u complementando a ação de outros antidiabéticos (como as sulfonilureias): em adultos e crianças acima de 10 anos;

-Diabetes mellitus tipo 1, dependente de insulina, como complemento da insulinoterapia em casos de diabetes instável ou insulino-resistente ( ver “Advertências e precauções”).

-Prevenção de diabetes mellitus tipo 2 em pacientes com sobrepeso (IMC ≥ 24kg/m; 22kg/m entre asiáticos) com pré-diabetes (IGT e/ou IFG e/o u HbA1c aumentada) e pelo menos um fator de risco adicional (tais como hipertensão arterial, idade acima de 40 anos, dislipidemia, histórico familiar de diabetes ou histórico de diabetes gesta cional) para desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2 evidente e nos quais a modificação intensiva no estilo de vida (dieta rigorosa e exercícios físicos regulares) isoladamente não prop orcionou controle glicêmico adequado.

Também indicado na Síndrome dos Ovários Policístico s (Síndrome de Stein-Leventhal).

02

Resultados de eficácia

O estudo prospectivo randomizado “United Kingdom Pr ospective Diabetes Study” (UKPDS) estabeleceu os benefícios em longo prazo de um cont role intensivo da glicemia em pacientes adultos com diabetes tipo 2. A análise dos resultad os para pacientes com excesso de peso tratados com metformina após insucesso de uma dieta isolada revelou:

-redução significativa do risco absoluto de qualque r complicação relacionada ao diabetes no grupo tratado com metformina (29,8 eventos / 1.000 pacientes-ano) em comparação com o grupo em dieta isolada (43.3 eventos / 1.000 pacientes-an o), p= 0,0023, e em comparação aos grupos de sulfonilureia combinada e de monoterapia com insuli na (40,1 eventos / 1.000 pacientes-ano), p= 0,0034.

-redução significativa do risco absoluto de mortali dade relacionada ao diabetes: metformina 7,5 eventos / 1.000 pacientes-ano, dieta isolada 12,7 e ventos/1.000 pacientes-ano, p= 0,017;

-redução significativa do risco absoluto de mortali dade global: metformina 13,5 eventos / 1.000 pacientes-ano em comparação com dieta isolada 20,6 eventos / 1.000 pacientes-ano (p= 0,011), e em comparação com grupos recebendo sulfonilureia co mbinada e monoterapia de insulina 18,9 eventos / 1.000 pacientes-ano (p= 0,021);

-redução significativa do risco absoluto de infarto do miocárdio: metformina 11 eventos / 1.000 pacientes-ano, dieta isolada 18 eventos / 1.000 pac ientes-ano (p= 0,01).

Para metformina utilizada como terapia de segunda l inha em combinação com sulfonilureia, os benefícios relacionados aos resultados clínicos não foram demonstrados. Em diabetes tipo 1, a combinação de metformina e insulina foi utilizada e m um grupo selecionado de pacientes, mas o benefício clínico desta combinação não foi formalme nte estabelecido.

Referência: UK Prospective diabetes study (UKPDS) g roup. Effect of intensive blood-glucose control with metformin on complications in overweig ht patient with type 2 diabetes mellitus (UKPDS 34). Lancet 1998; 52:854-865.

Redução do risco ou retardo do diabetes mellitus ti po 2 O Programa de Prevenção do Diabetes (Diabetes Preve ntion Program/DPP) foi um estudo clínico multicêntrico controlado randomizado em adu ltos, visando avaliar a eficácia de uma modificação intensa de estilo de vida ou da metform ina para prevenir ou retardar o desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2. Os par ticipantes do DPP (n = 3.234 durante 2,8 anos) apresentavam tolerância à glicose alterada (I GT), glicemia de normalidade alta (95-125 mg/dl), IMC ≥ 24 (≥ 22 nos asiáticos) kg/m e alto risco de desenvolvi mento de diabetes mellitus tipo 2. A mudança intensiva do estilo de vida bem c omo a metformina reduziram significativamente o risco de desenvolver diabetes evidente em comparação com placebo, 58% (95% IC 48-66%) e 31% (95% IC 17-43%), respectivame nte.

Os pacientes que mais provavelmente se beneficiaram da metformina foram aqueles abaixo de 45 anos, com um IMC igual ou acima de 35kg/m, valor b asal de glicose 2h de 9,6-11,0 mmol/L, HbA1C basal igual ou acima de 6,0% ou com história de diabetes gestacional.

O Estudo de Resultados do Programa de Prevenção do Diabetes (Diabetes Prevention Program Outcomes Study / DPPOS) é o estudo de seguimento do DPP, que inclui mais d e 87% da população original do DPP para o acompanhamento em longo prazo.

Entre os participantes do DPPOS (n = 2.776), a inci dência cumulativa de diabetes no ano 15 é de 62% no grupo placebo, 56% no grupo metformina e 55% no grupo de modificação intensiva de estilo de vida. As taxas brutas de diabetes são de 7,0, 5,7 e 5,2 casos por 100 pessoas-ano entre participantes dos grupos placebo, metformina e modi ficação intensiva de estilo de vida intensivo, respectivamente. As reduções no risco de diabetes f oram de 18% (taxa de risco 0,82, IC 95% 0,72-0,93, p = 0,001) para o grupo metformina e 27% (HR 0,73; IC 95% 0,65-0,83; p <0,0001) para o grupo com modificação intensiva de estilo de vida, quando comparados com o grupo placebo. Em relação ao desfecho microvascular agreg ado de nefropatia, retinopatia e neuropatia, o resultado não foi significativamente diferente en tre os grupos de tratamento, porém entre os participantes que não desenvolveram diabetes durant e DPP/DPPOS, a prevalência do resultado microvascular agregado foi 28% menor quando compara do com aqueles que desenvolveram diabetes (taxa de risco 0,72; IC 95% 0,63-0,83; p < 0,0001). Não foram disponibilizados dados prospectivos comparativos para a metformina sobre o s resultados macrovasculares em pacientes com IGT e/ou IFG e/ou aumento da HbA1C.

Os fatores de risco publicados para o diabetes tipo 2 incluem: antecedentes étnicos asiáticos ou negros, idade acima de 40 anos, dislipidemia, hiper tensão, obesidade ou sobrepeso, idade, história familiar de diabetes de 1° grau, história de diabetes mellitus gestacional e síndrome dos ovários policísticos (SOP) (ADA, 2013; ADA, 2015; F errannini et al., 2014, Alberti et al, 2007).

Referências:

DPP (Diabetes Prevention Program Research Group). R eduction in the incidence of type 2 diabetes with lifestyle intervention or metformin. N Engl J Med 2002;346:393-403.

DPP (Diabetes Prevention Program Research Group). E ffects of withdrawal from metformin on the development of diabetes in the Diabetes Prevent ion Program. Diabetes Care 2003a; 26:977-80.

DPP (Diabetes Prevention Program Research Group). L ong-term effects of lifestyle intervention or metformin on diabetes development and microvascu lar complications over 15year follow-up:

The Diabetes Prevention Program Outcomes Study. Lan cet 2015; http:77dx.doi.org/10.1016/S2213-8587(15) 00291-0.

03

Características farmacológicas

Propriedades farmacodinâmicas A metformina é um fármaco antidiabético da família das biguanidas com efeitos anti-hiperglicêmicos, reduzindo a glicose plasmática pós -prandial e basal. A metformina não estimula a secreção de insulina, não tendo, por isso, ação h ipoglicemiante em pessoas não diabéticas.

Em diabéticos, a metformina reduz a hiperglicemia, sem o risco de causar hipoglicemia, exceto em caso de jejum ou de associação com insulina ou s ulfonilureias. A metformina pode agir através de três mecanismos:

1. na redução da produção da glicose hepática atrav és da inibição da gliconeogênese e glicogenólise;

2. no músculo, através do aumento da sensibilidade à insulina, melhorando a captação e utilização da glicose periférica;

3. no retardo da absorção intestinal da glicose.

A metformina estimula a síntese de glicogênio intra celular atuando na síntese de glicogênio e aumenta a capacidade de transporte de todos os tipo s de transportadores de glicose de membrana (GLUTs) conhecidos até hoje. Em humanos, independen temente de sua ação na glicemia, a metformina exerce efeito favorável sobre o metaboli smo lipídico. Tal efeito tem sido demonstrado com doses terapêuticas em estudos clíni cos controlados de média a longa duração, com a metformina reduzindo os níveis de colesterol total, LDL e triglicerídeos.

De acordo com o United Kingdom Prospective Diabetes Study (UKPDS), estudo multicêntrico, randomizado, que acompanhou por cerca de 10 anos ma is de 7.000 pacientes submetidos a diversos tratamentos para controle do diabetes tipo 2, a metformina reduziu, de maneira significativa, as complicações e mortalidade associ adas com a doença.

Estudos clínicos controlados realizados numa popula ção pediátrica limitada, com faixa etária de 10-16 anos, tratada durante um ano, evidenciaram um a resposta idêntica no controle da glicemia àquela observada em adultos.

Tem sido demonstrada uma redução de complicações di abéticas em pacientes adultos com diabetes tipo 2, tratados com cloridrato de metform ina como terapia de primeira linha após a dietoterapia. Em estudos clínicos, o uso de metform ina está associado à estabilização do peso corporal ou a uma modesta perda de peso.

Propriedades farmacocinéticas Absorção: após uma dose administrada por via oral o C max é atingido em 2,5 horas (T max) entre 1,5 e 3,5. A biodisponibilidade absoluta de um comp rimido de metformina 500mg ou 850mg é de aproximadamente 50-60% em indivíduos saudáveis. Apó s uma dose oral, a fração não absorvida recuperada nas fezes foi de 20-30%. Após administra ção oral, a absorção de metformina é saturável e incompleta. É assumido que a farmacocin ética da absorção de metformina é não linear. Nas doses e esquemas posológicos recomendad os, as concentrações plasmáticas de metformina em estado estacionário são atingidas no prazo de 24 a 48 horas, sendo geralmente inferiores a 1micrograma/mL. Em estudos clínicos co ntrolados, os níveis plasmáticos máximos de metformina (Cmax) não excederam 5 microgramas/mL, inclusive nas dos es mais elevadas. A ingestão de alimentos reduz a quantidade de metform ina absorvida e retardam ligeiramente sua absorção. Após administração de uma dose de 850mg o bservou-se concentração plasmática máxima 40% menor, redução de 25% na AUC (área sob a curva) e um prolongamento de 35 minutos no tempo para atingir a concentração plasmá tica máxima.

Desconhece-se a importância clínica destas reduções .

Distribuição: a ligação às proteínas plasmáticas é negligenciável . A metformina é distribuída pelos eritrócitos. A concentração máxima sanguínea é mais baixa do que a concentração máxima plasmática, ocorrendo aproximadamente ao mesmo temp o. Os glóbulos vermelhos representam, provavelmente, um compartimento secundário de distr ibuição. O volume de distribuição médio (Vd) encontra-se na faixa 63-276 l.

Metabolismo: a metformina é excretada na urina sob forma inalter ada. Não foram identificados metabólitos em humanos.

Eliminação: a depuração renal (clearance) da metformina é super ior a 400mL/min, o que indica que a eliminação se dá por filtração glomerular e s ecreção tubular. Após uma dose oral, a meia-vida de eliminação terminal aparente é de aproximad amente 6,5 horas. Quando a função renal estiver prejudicada, a depuração renal diminui prop orcionalmente à depuração da creatinina e, assim, a meia-vida de eliminação é prolongada, leva ndo ao aumento dos níveis plasmáticos de metformina.

Farmacocinética em populações especiais Estudos com dose única: após doses únicas de 500mg de cloridrato de metformina, pacientes pediátricos apresentaram perfil farmacocinético sim ilar ao observado em adultos saudáveis.

Estudos com dose múltipla: os dados são restritos a um estudo. Após doses repetidas de 500mg de cloridrato de metformina duas vezes ao dia duran te sete dias em pacientes pediátricos, a concentração plasmática máxima (C máx) e a exposição sistêmica (AUC0-t) foram reduzidas aproximadamente em 33% e 40% respectivamente, em co mparação com pacientes adultos que receberam doses repetidas de 500mg duas vezes ao di a durante 14 dias. Isso apresenta relevância clínica limitada, uma vez que a dose é titulada ind ividualmente com base no controle glicêmico.

Estudos de interação medicamentosa -nifedipino Estudo de interação em dose única metformina-nifedi pino em voluntários sadios normais demonstrou que a coadministração destes dois fármac os aumentou o Cmax e a AUC da metformina no plasma em 20% e 9% respectivamente, e aumentou a quantidade de metformina excretada na urina. T max e a meia-vida de metformina não foram afetadas. O nifedipino parece aumentar a absorção de metformina. A metformina aca rretou efeitos mínimos sobre a farmacocinética do nifedipino.

-furosemida Estudo de interação em dose única metformina-furose mida em indivíduos sadios demonstrou que os parâmetros farmacocinéticos de ambos os fármacos foram afetados pela coadministração. A furosemida aumentou o Cmax da metformina no plasma e no sangue em 22% e a AUC no sangue em 15%, sem nenhuma alteração significativa na depu ração renal da metformina. Quando administrada com metformina, a furosemida apresento u Cmax e AUC respectivamente 31% e 12% menores do que quando administrada isoladamente, se ndo que a meia-vida terminal foi reduzida em 32%, sem nenhuma alteração significativa na depu ração renal da furosemida. Não existem informações disponíveis a respeito da interação ent re metformina e furosemida quando administradas de forma crônica.

Antagonistas da vitamina K Em um estudo de interação farmacocinética, a metfor mina aumentou a taxa de eliminação da varfarina.

Fármacos catiônicos Além da interação com substratos/inibidores/indutor es de OCT (ver “Interações medicamentosas”), outros fármacos catiônicos (como amilorida, digoxina, morfina, procainamida, quinidina, quinina, ranitidina, trian tereno, trimetoprima ou vancomicina) que são eliminados por secreção tubular renal possuem teori camente potencial para interagir com a metformina por meio da competição pelos sistemas co muns de transporte tubular renal.

-propranolol Em voluntários sadios, as farmacocinéticas da metfo rmina e do propranolol não foram afetadas quando em coadministração em um estudo de interação com dose única.

-ibuprofeno Em voluntários sadios, as farmacocinéticas da metfo rmina e do ibuprofeno não foram afetadas quando em coadministração em um estudo de interação com dose única.

Dados de segurança pré-clínica Dados pré-clínicos não evidenciaram nenhum risco es pecial em humanos, com base em estudos convencionais de segurança, farmacologia, toxicidad e de dose repetida, genotoxicidade, potencial carcinogênico e toxicidade na reprodução.

04

Contraindicações

-hipersensibilidade ao cloridrato de metformina ou a qualquer um dos excipientes da formulação;

-qualquer tipo de acidose metabólica (como acidose láctica, cetoacidose diabética);

-pré-coma diabético;

-distúrbios (especialmente doenças agudas ou agrava mento de doenças crônicas) capazes de provocar hipóxia tecidual, tais como insuficiência cardíaca congestiva instável, insuficiência respiratória, infarto recente de miocárdio ou choqu e;

-insuficiência renal grave (depuração de creatinina inferior a 30mL/min ou Taxa de Filtração Glomerular estimada [TFGe] inferior a 30mL/min/1,73 m 2);

-condições agudas com potencial para alterar a funç ão renal, tais como desidratação, infecção grave ou choque;

-insuficiência hepática, intoxicação alcoólica agud a, alcoolismo.

A administração intravascular de meios de contraste iodados durante exames radiodiagnósticos pode levar à insuficiência renal. Isto pode induzir acúmulo de metformina e ocasionar acidose láctica. Desta forma, o emprego da metformina deve ser descontinuado 48 horas antes do exame em pacientes com depuração de creatinina abaixo de 45mL/min ou TFGe abaixo de 45mL/min/1,73m2 para administração intravenosa, ou em pacientes co m depuração de creatinina abaixo de 60mL/min ou TFGe abaixo de 60mL/min/1,73m 2 para administração intra-arterial. A retomada do uso da metformina não deve se dar antes de 48 horas e somente após a função renal ter sido reavaliada e não ter se deteriorado poster iormente.

A metformina deve ser descontinuada 48h antes de ci rurgias eletivas de grande porte, com a retomada do uso não devendo se dar antes de 48 hora s, ocorrendo somente após a função renal ter sido reavaliada e não ter se deteriorado posteriorm ente.

Este medicamento é contraindicado para menores de 1 0 anos.

05

Advertências e precauções

Acidose láctica A acidose láctica é uma complicação metabólica muit o rara, porém grave (com elevada mortalidade caso não se proceda a um tratamento ime diato). Fatores de risco incluem diabetes mal controlada, cetose, jejum prolongado, consumo e xcessivo de álcool, infecção grave, insuficiência hepática e qualquer condição associad a à hipóxia (tais como insuficiência cardíaca descompensada, infarto agudo do miocárdio) ou o uso concomitante de medicamentos que possam causar acidose láctica, como os NRTIs – Nucl eosídeos Inibidores da Transcriptase Reversa (ver também “Contraindicações”).

A acidose láctica pode ocorrer devido à acumulação de metformina. Foram relatados casos de acidose láctica em pacientes tratados com metformin a, principalmente diabéticos com insuficiência renal aguda ou agravamento agudo da f unção renal. Os pacientes ou cuidadores devem ser informados sobre o risco de acidose lácti ca.

Em situações que a função renal possa tornar-se pre judicada de forma aguda (ver também “Contraindicações”) como, por exemplo, em casos de desidratação (redução da ingestão de líquidos, febre, diarreia ou vômitos graves ou prol ongados), a metformina deve ser imediata e temporariamente interrompida.

Alguns medicamentos também podem comprometer a função renal de forma aguda, aumentando o risco de acidose láctica, por exemplo: anti-infla matórios não esteroides (AINEs), incluindo inibidores seletivos da ciclooxigenase-2 (COX-2), m edicamentos anti-hipertensivos como inibidores da ECA, antagonistas dos receptores de a ngiotensina II e diuréticos, especialmente os diuréticos de alça. A utilização desses medicamento s em combinação com metformina deve ser feito com cautela e acompanhado de monitoramento ri goroso da função renal.

A acidose láctica é caracterizada por dispneia acid ótica, dor abdominal e hipotermia, seguido de coma. Os seguintes sintomas não-específicos podem s er sinais de acidose láctica: cãibras musculares, distúrbios digestivos como dor abdomina l e astenia grave.

O diagnóstico laboratorial consiste em queda do pH sanguíneo (abaixo de 7,35), níveis plasmáticos de lactato acima de 5mmol/L e um aument o do hiato aniônico e da relação lactato/piruvato. Caso ocorram sintomas suspeitos d e acidose láctica, o paciente deve procurar imediatamente atendimento médico e descontinuar o u so de metformina. A reintrodução da metformina deve ser decidida pelo médico levando-se em conta a relação risco/benefício em bases individuais bem como a condição da função ren al.

Função renal A taxa de filtração glomerular (TFG) deve ser monit orada antes de iniciar o tratamento e também regularmente durante o tratamento (ver “Posologia e modo de usar”). A metformina é contraindicada para pacientes com taxa de filtração glomerular < 30mL/min e deve ser temporariamente descontinuada na presença de condiç ões que alterem a função renal.

A diminuição da função renal em pacientes idosos é frequente e assintomática. É necessária cautela especial em situações nas quais a função re nal possa estar marcantemente prejudicada, como devido à desidratação (diarreia ou vômitos gra ves ou prolongados) ou quando se inicia tratamento com fármacos que possam comprometer a fu nção renal agudamente (como anti-hipertensivos, diuréticos e AINES). Nas condições a gudas mencionadas, a metformina deve ser imediata e temporariamente interrompida.

Nestes casos, é igualmente recomendado verificar a função renal antes de se iniciar o emprego da metformina.

Função cardíaca Pacientes com insuficiência cardíaca apresentam mai or risco de hipóxia e insuficiência renal. Em pacientes com insuficiência cardíaca crônica estáve l, a metformina deve ser utilizada com monitoramento regular das funções cardíaca e renal. Para pacientes com insuficiência cardíaca instável ou aguda, metformina é contraindicada.

Associação com contrastes iodados A metformina deve ser descontinuada antes ou no mom ento do procedimento com administração de contraste à base de iodo, e só deve ser reinicia da após pelo menos 48 horas do exame, desde que a função renal tenha sido reavaliada e verifica da como estável.

Cirurgia A metformina deve ser descontinuada 48h antes de ci rurgias sob anestesia geral, raquidiana ou peridural. A terapia só pode ser reiniciada após 48 horas da cirurgia ou reinício da alimentação e desde que a função renal tenha sido reavaliada e co nsiderada estável.

Gravidez e lactação Categoria de risco B. O diabetes sem controle duran te a gravidez (gestacional ou permanente) é associado com aumento do risco de anomalias congêni tas e mortalidade perinatal. Uma quantidade limitada de dados sobre a utilização de metformina em mulheres grávidas não indica um risco aumentado de anomalias congênitas. Estudos em animais não indicam efeitos prejudiciais à gestação, desenvolvimento embrionári o ou fetal, parturição ou desenvolvimento pós-natal. Entretanto, ao planejar uma gravidez e d urante o período gestacional, recomenda-se que pré-diabetes e o diabetes não sejam tratados co m metformina. Nos diabéticos, a insulina deve ser utilizada para manter os níveis glicêmicos o ma is próximo dos valores normais, de forma a reduzir o risco de malformações fetais associadas a níveis anormais da glicemia.

Lactação A metformina é excretada no leite de ratas lactante s. A metformina é excretada no leite humano em quantidades muito pequenas. Nenhum efeito advers o foi observado em recém-nascidos amamentados. No entanto, como os dados disponíveis são limitados, a amamentação não é recomendada durante o tratamento com metformina. De ve-se decidir entre interromper a lactação ou descontinuar o tratamento com metformina, levand o-se em conta os benefícios do aleitamento materno, a importância do medicamento para a mãe e o risco potencial de efeitos adversos no lactente.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeito na habilidade de dirigir e operar máquinas A metformina como monoterapia não causa hipoglicemi a e, portanto, não tem efeito na habilidade de dirigir ou operar máquinas. Entretant o, pacientes devem ser alertados para o risco de hipoglicemia quando a metformina é utilizada em combinação com outro agente antidiabético (como sulfonilureia, insulina, meglitinidas).

Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco Idosos: é recomendável que a dose de metformina seja ajusta da com base na função renal, devido ao potencial para redução desta função em idosos. É necessário avaliação regular da função renal.

Crianças e adolescentes: o diagnóstico da diabetes mellitus tipo 2 deve se r confirmado antes de se iniciar o tratamento com metformina. Durante est udos clínicos controlados com a duração de um ano, não foram observados efeitos sobre o cresci mento e puberdade, não havendo, contudo, informação disponível em longo prazo nestes pontos específicos. Por isso, recomenda-se acompanhamento cuidadoso destes parâmetros em crian ças tratadas com metformina, especialmente na pré-puberdade.

Crianças com idades compreendidas entre 10 e 12 ano s: Somente 15 crianças com idade compreendida entre 10 e 12 anos foram incluídas nos estudos clínicos controlados conduzidos em crianças e adolescentes. Embora a eficácia e segura nça da metformina nestas crianças não difiram daquelas em crianças mais velhas e adolescentes, re comenda-se um cuidado especial na prescrição a crianças com idades compreendidas entr e 10 e 12 anos.

Este medicamento não é indicado para crianças abaix o de 10 anos.

Outras precauções Todos os pacientes devem prosseguir em sua dieta, c om distribuição regular de consumo de carboidratos ao longo do dia. Pacientes com excesso de peso devem continuar com dieta de restrição calórica. As análises laboratoriais habit uais para controle do diabetes devem ser realizadas regularmente. A metformina, utilizada is oladamente, não causa hipoglicemia, embora se recomende precaução ao utilizá-la em associação com insulina ou outros antidiabéticos orais (ex. sulfonilureias ou meglitinidas). A metformina, em associação com a insulina, tem sido utilizada no tratamento do diabetes Tipo 1, em paci entes selecionados; os benefícios clínicos desta combinação, porém, não estão formalmente esta belecidos.

Recomenda-se que os níveis séricos de vitamina B12 sejam monitorados anualmente. O risco de níveis baixos de vitamina B12 se eleva com o aument o da dose de metformina, duração do tratamento e/ou em pacientes com fatores de risco c onhecidos por causar deficiência de vitamina B12 (ver “Reações adversas”).

06

Interações medicamentosas

Associações contraindicadas Meios de contraste iodados: o uso da metformina dev e ser descontinuado 48h antes do exame em pacientes com depuração de creatinina abaixo de 45m L/min ou TFGe abaixo de 45mL/min/1,73m2 recebendo administração intravenosa de meios de co ntraste iodados ou depuração de creatinina abaixo de 60mL/min ou TFGe abaixo de 60mL/min/1,73m2 quando a administração for intra-arterial (ver “Contraindica ções”).

Associações a serem empregadas com cautela Medicamentos com atividade hiperglicêmica intrínsec a, como glicocorticoides, tetracosactida (vias sistêmicas e local), agonistas beta-2, danazo l, clorpromazina em altas doses de 100mg ao dia, diuréticos: pode ser necessário um controle ma is frequente da glicose sanguínea, notadamente no início do tratamento. Caso necessári o, ajustar a dose de metformina durante tratamento com o outro medicamento e após sua inter rupção.

Diuréticos, especialmente os de alça: podem aumenta r o risco de acidose láctica devido ao seu potencial para diminuir a função renal.

Transportadores de cátions orgânicos (OCT): a metfo rmina é um substrato tanto de transportadores OCT1 quanto de OCT2. A coadministra ção de metformina com:

-Substratos/inibidores de OCT1 (como verapamil) pod em reduzir a eficácia de metformina.

-Indutores do OCT1 (como a rifampicina) podem aumen tar a absorção gastrointestinal e a eficácia.

-Substratos/inibidores de OCT2 (como cimetidina, do lutegravir, crizotinibe, olaparibe, daclatasvir, vandetanibe) podem diminuir a eliminaç ão renal da metformina e assim levar a uma concentração aumentada de metformina no plasma.

Portanto, recomenda-se cautela quando estes fármaco s são coadministrados com metformina e um ajuste de dose pode ser considerado, particularm ente em pacientes com insuficiência renal.

Interação com álcool Aumento do risco de acidose láctica no caso de into xicação alcoólica aguda, especialmente em situações de: jejum ou má-nutrição, insuficiência h epática. Deve-se evitar o consumo de álcool e a utilização de medicamentos contendo álcool.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºc). prot eger da luz e umidade.

Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas:

-cloridrato de metformina 500mg: Comprimido circular biconvexo com vinco de cor bra nca com odor característico.

-cloridrato de metformina 850mg: Comprimido oblongo formato ovalado com vinco de co r branca com odor característico.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

08

Posologia e modo de usar

Não existe regime posológico fixo para o tratamento da hiperglicemia no diabetes mellitus com a metformina ou qualquer outro agente farmacológico. A posologia da metformina deve ser individualizada, tomando como bases a eficácia e a tolerância ao produto. Não deve ser excedida a dose máxima recomendada que é de 2.550mg. Em cria nças acima de 10 anos a dose máxima diária de metformina não deve exceder 2.000mg. O pr oduto deve ser administrado de forma fracionada, junto com as refeições, iniciando-se o tratamento com doses pequenas, gradualmente aumentadas. Isto permite reduzir a ocorrência de ef eitos colaterais gastrintestinais e identificar a dose mínima necessária ao controle adequado da glic emia do paciente. No início do tratamento devem-se medir os níveis plasmáticos de glicose, em jejum, para avaliar a resposta terapêutica à metformina e determinar a dose mínima eficaz para o paciente. Posteriormente, deve-se medir a hemoglobina glicosilada a cada três meses. As metas terapêuticas devem ser a redução dos níveis de glicose plasmática em jejum e de hemoglobina gli cosilada, para níveis normais, ou próximos dos normais, utilizando a menor dose eficaz de metf ormina, isoladamente ou em combinação com outros agentes.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado Posologia Comprimidos de 500mg A dose terapêutica inicial é de um comprimido duas vezes ao dia (no café da manhã e no jantar), em adultos. Se necessário a dose será aumentada, se manalmente, de um comprimido até chegar ao máximo de cinco comprimidos diários, equivalente s a 2.500mg de metformina (dois no café da manhã, um no almoço e dois no jantar). Em crianç as acima de 10 anos a dose inicial é de um comprimido ao dia e a dose máxima diária de metform ina não deve exceder 2.000mg.

Comprimidos de 850mg A dose terapêutica inicial é de um comprimido no ca fé da manhã, em adultos e crianças acima de 10 anos. Conforme a necessidade, a dose será aument ada, a cada duas semanas, de um comprimido, até chegar ao máximo de três comprimido s, equivalentes a 2.550mg de metformina (um no café da manhã, um no almoço e um no jantar). Em crianças acima de 10 anos a dose máxima diária de metformina não deve exceder 2.000m g.

Pacientes diabéticos tipo 2 (não dependentes de ins ulina) A metformina pode ser usada isoladamente ou em comb inação com outros agentes antidiabéticos, como as sulfonilureias. Se a metformina for usada e m substituição ao tratamento com outros hipoglicemiantes orais (exceto a clorpropamida), a troca pode ser feita imediatamente. Não há necessidade de redução prévia das doses do hipoglic emiante oral, nem de intervalo de tempo entre o fim do tratamento com o hipoglicemiante ora l e o início do tratamento com a metformina.

Se o agente hipoglicemiante usado for a clorpropami da, na passagem para a metformina, durante duas semanas, deve-se estar atento à possibilidade de reações hipoglicêmicas, devido à retenção prolongada da clorpropamida no organismo.

A metformina e insulina podem ser usadas em combina ção para que seja alcançado um melhor controle da glicemia. A metformina é administrada n a dose inicial usual de um comprimido de 500mg duas a três vezes ao dia, ou um comprimido de 850mg ao dia, enquanto que a dose de insulina é ajustada com base nas determinações da g licemia.

Pacientes diabéticos tipo 1 (dependentes de insulin a) A metformina e a insulina podem ser utilizadas em a ssociação, no sentido de se obter um melhor controle da glicemia. A metformina é administrada n a dose inicial usual de 500mg ou 850mg 2 a 3 vezes por dia, enquanto que a dose de insulina de ve ser ajustada com base nos valores da glicemia.

Síndrome dos Ovários Policísticos (Síndrome de Stei n-Leventhal) A posologia é de, usualmente, 1.000 a 1.500mg por d ia (2 ou 3 comprimidos de 500mg) divididos em 2 ou 3 tomadas. Aconselha-se iniciar o tratamento com dose baixa (1 comprimido de 500mg/dia) e aumentar gradualmente a dose (1 com primido de 500mg a cada semana) até atingir a posologia desejada. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de 1 comprimido de 850mg 2 a 3 vezes ao dia (1.700 a 2.250mg/dia).

Monoterapia na indicação em pré-diabetes A dose inicial recomendada é 500mg uma vez ao dia n o café da manhã. Esta dose pode ser gradualmente aumentada, a critério médico, visando a manutenção dos níveis plasmáticos de glicose e/ou da HbA1C dentro do intervalo de normal idade.

Recomenda-se controle regular da glicemia e também dos fatores de risco (ver “Indicações”), para avaliar se o tratamento permanece sendo necess ário.

Pacientes com insuficiência renal A metformina pode ser empregada em pacientes com in suficiência renal moderada estágio 3 (depuração de creatinina entre 30 e 59mL/min ou Tax a de Filtração Glomerular estimada [TFGe] entre 30 e 59mL/min/1,73m

  • 2) somente na ausência de outras condições que possa m aumentar o risco de acidose láctica e com os seguintes ajustes na posologia: a dose inicial recomendada é de 500mg ou 850mg de cloridrato de metformina ao dia. A dose máxima diária recomendada é de 1.000mg.

A função renal deve ser rigorosamente monitorada:

A cada 3-6 meses em pacientes com depuração de crea tinina entre 45 e 59mL/min ou TFGe entre 45 e 59mL/min/1,73m2.

A cada 3 meses em pacientes com depuração de creati nina entre 30 e 44mL/min ou TFGe entre 30 e 44mL/min/1,73m2.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 45mL/min ou 45mL/min/1,73m2 respectivamente, devem ser avaliados os benefícios e os riscos da continuidade do tratamento com metformina.

Caso a depuração de creatinina ou a TFGe caiam para valores abaixo de 30mL/min ou 30mL/min/1,73m2 respectivamente, o tratamento com metformina deve ser interrompido imediatamente.

Doses perdidas Não se deve dobrar a dose seguinte caso haja esquec imento de uma das doses. Deve-se tomar a próxima dose normalmente.

09

Reações adversas

Podem ocorrer as reações indesejáveis descritas a s eguir as frequências são definidas em muito comuns (> 1/10); comuns (>1/100 e ≤ 1/10); incomuns (> 1/1.000 e < 1/100); raras (> 1/ 10.000 e < 1/1.000); muito raras (< 1/10.000); frequência nã o conhecida: não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis.

Metabolismo e nutrição Comuns: deficiência de vitamina B12. Recomenda-se l evar em consideração tal etiologia caso o paciente apresente-se com anemia megaloblástica (ve r “Advertências e precauções”).

Muito raras: acidose láctica (ver “Advertências e p recauções”).

Sistema nervoso central:

Comuns: distúrbios do paladar.

Distúrbios gastrintestinais:

Muito comuns: náusea, vômito, diarreia, dor abdomin al e inapetência. Estas reações ocorrem mais frequentemente durante o início do tratamento e regridem espontaneamente na maioria das vezes. Para preveni-las, recomenda-se que o produto seja administrado em 2 ou 3 tomadas diárias, durante ou após as refeições. Um aumento g radual da dose também pode melhorar a tolerabilidade gastrintestinal.

Pele e tecido subcutâneo:

Muito raras: reações cutâneas como eritema, prurido e urticária.

Distúrbios hepatobiliares:

Muito raros: casos isolados de alterações nos teste s da função hepática ou hepatite, que regridem com descontinuação do tratamento.

Nos dados provenientes da literatura, da farmacovig ilância e de estudos clínicos controlados com população pediátrica limitada (com idade entre 10 e 16 anos e tratada durante um ano), as reações adversas relatadas foram similares, em natureza e g ravidade, àquelas reportadas em adultos.

Atenção: este produto é um medicamento que possui n ova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segu rança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adver sos imprevisíveis ou desconhecidos.

Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sist ema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Não se observou hipoglicemia com doses de até 85g, embora tenha ocorrido acidose láctica em tais circunstâncias. Grande superdose de metformina ou riscos concomitantes podem conduzir à acidose láctica. A acidose láctica é uma emergência médica e deve ser tratada em ambiente hospitalar. O método mais eficaz para remoção do la ctato e da metformina é a hemodiálise.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

M.S. no 1.0370.0506 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica hi st

Óri c

O de al t e

RAÇÕE S DE B UL A D a d os d a s u b mi s s ão el e t rô n ic a D ad o s da p e ti ç ã o/ n o ti f i ca ç ã o q u e a l t e r a b u l a D a do s d a s al t e r a çõe s d e b u las Da t a d o e xp e d i e n t e N °. d o e xp e d i e n t e A s s u nt o Da t a do e xp e di e nt e N°. d o e xpe d i e n t e A s s u n t o Da t a d e a p r o va ç ão I t e n s d e b u la V e r sõ e s ( V P/V PS ) A pr e s e nt a ç õe s r e l a ci o n ad as 2 1/ 0 6/ 20 1 4 0 4 901 2 8/ 14 -2 1 0 4 59 -

GEN É R I CO -I n c lu s ão i ni ci a l d e t e xt o d e bul a – RD C 6 0 / 1 2 2 1/ 06/ 20 14 0 4 9 01 2 8/ 14 -2 1 0 4 59 -G EN ÉR I C O -I n c lu s ão i ni ci al d e t e xt o d e bul a – R DC 6 0 / 1 2 2 1/ 0 6/ 20 1 4 V e r s ã o i ni ci al VP S -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 60 .

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 60 .

1 1/ 1 1/ 20 1 6 2 4 825 7 5/ 16 -1 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 1 1/ 11/ 20 16 2 4 8 25 7 5/ 16 -1 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 1 1/ 1 1/ 20 1 6 1 .

I nd i c a çõ e s 3 .

Ca r a c t e rís ti c a s f a r m a c ol ó gi c as 4 .

Co nt r ai n di c a çõ e s 5 .

Ad ve r t ên c i as e p r e c a u ç õ es 6 .

I nt e r a çõ e s m e d i c am e nt os a s 7 . C u id a d os de a r m a z e n a m e nt o d o m e d i c am e nt o 8 .

P o so lo gi a e mo d o d e us ar 9 .

Re a ç õ e s ad ve r s a s VP S -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 60 .

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 60 .

1 8/ 0 4/ 20 1 7 0 6 485 7 6/ 17 -6 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e 1 8/ 04/ 20 17 0 6 4 85 7 6/ 17 -6 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e 1 8/ 0 4/ 20 1 7 Ap r e s e nt a çõe s Di z e r es Le ga i s VP S -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 i n c x 50 ( e m b h os p ).

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 60 .

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 60 .

2 1/ 0 6/ 20 1 8 0 4 984 0 1/ 18 -3 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 1/ 06/ 20 18 0 4 9 84 0 1/ 18 -3 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 1/ 0 6/ 20 1 8 Co m p o si ç ã o VP S -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 60 .

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 60 .

1 9/ 0 2/ 20 2 0 0 5 167 8 9/ 20 -2 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 1 9/ 02/ 20 20 0 5 1 67 8 9/ 20 -2 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 1 9/ 0 2/ 20 2 0 Co m p o si ç ã o 7 . C u id a d os de a r m a z e n a m e nt o d o m e d i c am e nt o 9 .

Re a ç õ e s ad ve r s a s VP S -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 60 .

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 60 .

2 9/ 0 6/ 20 2 1 2 5 216 7 9/ 21 -6 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a

  • 2 9/ 0 6/ 20 21 2 5 2 16 7 9/ 21 -6 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a
  • 2 9/ 0 6/ 20 2 1 Ap r e s e nt a çõe s 1 .

I nd i c a çõ e s 2 .

R e s ult a d os d e e f i c á ci a 5 .

Ad ve r t ên c i as e VP S -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as RD C – 6 0 / 1 2 RD C – 6 0 / 1 2 p r e c a u ç õ es 8 .

P o so lo gi a e mo d o d e us ar 9 .

Re a ç õ e s ad ve r s a s Di z e r es Le ga i s ( S AC ) i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

2 2/ 1 1/ 20 2 1 4 6 193 5 3/ 21 -3 1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 2/ 11/ 20 21 4 6 1 93 5 3/ 21 -3 10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 2 2/ 1 1/ 20 2 1 5 .

Ad ve r t ên c i as e p r e c a u ç õ es 9 .

Re a ç õ e s ad ve r s a s VP S -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

0 8/ 0 6/ 20 2 2 -1 0 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e Te xt o d e B ul a – RD C – 6 0 / 1 2 0 8/ 06/ 20 22 -10 4 52 – G EN ÉR I C O – N o ti f i c a ç ã o d e Alt e r a ç ã o d e T e xt o d e Bul a – RD C – 6 0 / 1 2 0 8/ 0 6/ 20 2 2 7 . C u id a d os de a r m a z e n a m e nt o d o m e d i c am e nt o VP S -5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-5 0 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

-8 5 0 m g c o m c t b l a l pl as i n c x 30 .

-85 0 m g c o m ct bl a l pl as i n c x 50 ( e m b h os p ).

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
500 MG COM CT BL AL PLAS TRANS X 30Tarja vermelha7896112126478R$ 19,38
850 MG COM CT BL AL PLAS PVC TRANS X 30Tarja vermelha7896112126485R$ 24,33
500 MG COM CT BL AL PLAS TRANS X 50Tarja vermelha7896112131120—
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

Outras opções de Cloridrato de metformina

GlifageMerck S/A
REFERÊNCIA a partir de R$ 10,32
Glifage XRMerck S/A
REFERÊNCIA a partir de R$ 4,07
Cloridrato de MetforminaGeolab Indústria Farmacêutica S/A
GENÉRICO a partir de R$ 27,80
Cloridrato de MetforminaPrati Donaduzzi & CIA Ltda
GENÉRICO a partir de R$ 16,31
Cloridrato de MetforminaMerck S/A
GENÉRICO a partir de R$ 13,81
Cloridrato de MetforminaTorrent do Brasil Ltda
GENÉRICO a partir de R$ 8,19
Cloridrato de MetforminaVitamedic Industria Farmaceutica Ltda
GENÉRICO a partir de R$ 20,14
Cloridrato de MetforminaAurobindo Pharma Indústria Farmacêutica Limitada
GENÉRICO a partir de R$ 15,60
Cloridrato de MetforminaPrati Donaduzzi & CIA Ltda
GENÉRICO a partir de R$ 20,11
Cloridrato de MetforminaFundação para o Remédio Popular - Furp
GENÉRICO sem preço CMED
Cloridrato de MetforminaAccord Farmacêutica Ltda
GENÉRICO a partir de R$ 24,54
DiglixxLaboratório Globo SA
SIMILAR a partir de R$ 18,21
FormynMultilab Industria e Comercio de Produtos Farmaceuticos Ltda
SIMILAR a partir de R$ 27,21
GliceforGeolab Indústria Farmacêutica S/A
SIMILAR a partir de R$ 22,45
GlicometVitamedic Industria Farmaceutica Ltda
SIMILAR a partir de R$ 13,51
MeglizeEMS S/A
REFERÊNCIA a partir de R$ 56,72
Cloridrato de MetforminaEMS S/A
GENÉRICO a partir de R$ 16,00
Cloridrato de MetforminaAccord Farmacêutica Ltda
GENÉRICO sem preço CMED
Cloridrato de MetforminaGermed Farmaceutica Ltda
GENÉRICO a partir de R$ 2,76
Cloridrato de MetforminaEMS S/A
GENÉRICO a partir de R$ 15,58
Cloridrato de MetforminaAché Laboratórios Farmacêuticos S.A
GENÉRICO sem preço CMED
Cloridrato de MetforminaBrainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A
GENÉRICO sem preço CMED
Cloridrato de MetforminaBrainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A
GENÉRICO sem preço CMED
Cloridrato de MetforminaCimed Industria S.A
GENÉRICO sem preço CMED
Cloridrato de MetforminaMultilab Industria e Comercio de Produtos Farmaceuticos Ltda
GENÉRICO a partir de R$ 20,15
Cloridrato de MetforminaMerck S/A
GENÉRICO sem preço CMED
Cloridrato de MetforminaHipolabor Farmaceutica Ltda
GENÉRICO sem preço CMED
Funed MetforminaFundação Ezequiel Dias - Funed
SIMILAR sem preço CMED
Lfm – MetforminaLaboratório Farmacêutico da Marinha
SIMILAR sem preço CMED
Metta SRTorrent do Brasil Ltda
SIMILAR sem preço CMED
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