Bula de Alektos Ped
Fonte: bula do fabricante (Cosmed Industria de Cosmeticos e Medicamentos S.A.) publicada no bulário digital Sara · bula de 13/05/2024 · conferida em 22/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
Alektos
® PED (bilastina) Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Solução oral 2,5mg/mL
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o paciente 1
Alektos
® PED bilastina 2,5mg/mL
Apresentações
Solução oral.
Embalagem contendo 01 frasco com 30mL ou 120mL (sabor framboesa), acompanhado com copo dosador.
USO ORAL USO PEDIÁTRICO DE 6 A 11 ANOS (com peso corporal mínimo de 20kg).
Composição
Cada mL da solução oral contém: bilastina…………………………………………………………..……………...................…...…… 2,5mg veículo q.s.p q.s.p…………………………………………………………......................….…………..1mL (betaciclodextrina, hietelose, metilparabeno, propilparabeno, sucralose, flavorizante de framboesa, ácido clorídrico, hidróxido de sódio, água purificada).
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o paciente 2
Para que este medicamento é indicado?
Este medicamento destina-se ao tratamento dos sintomas da rinoconjuntivite alérgica, tais como espirros, nariz entupido (congestão nasal), coceira e secreção nasal, olhos vermelhos e lacrimejantes, e ao tratamento dos sintomas da urticária crônica, tais como erupções da pele com placas avermelhadas (eritemas) e pápulas, acompanhadas de coceira em crianças de 6 aos 11 anos de idade com peso corporal de pelo menos 20kg.
Como este medicamento funciona?
ALEKTOS ® PED contém bilastina, um anti-histamínico de segunda geração, altamente seletivo, que apresenta também atividade anti-inflamatória. Inibe os receptores periféricos H1 da histamina, sem efeitos sedativos ou cardiotóxicos.
Quando não devo usar este medicamento?
ALEKTOS ® PED não deve ser usado em casos de hipersensibilidade conhecida à bilastina ou aos demais componentes da fórmula.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
População pediátrica: A eficácia e segurança de ALEKTOS ® PED em crianças com menos de 2 anos de idade não foram estabelecidas, e existe pouca experiência clínica em crianças com idades entre os 2 e os 5 anos. Portanto, ALEKTOS ® PED não deve ser usado nessas crianças.
ALEKTOS ® PED contém metilparabeno e propilparabeno (conservantes) que podem causar reações alérgicas (possivelmente tardias).
Gravidez e lactação: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
ALEKTOS ® PED deve ser utilizado em crianças de 6 aos 11 anos de idade que pesam pelo menos 20kg.
No entanto, as seguintes informações devem ser observadas com relação ao uso seguro deste medicamento.
ALEKTOS ® PED não deve ser administrado a gestantes (mulheres grávidas) e lactantes (mulheres que amamentam), a não ser quando absolutamente necessário, uma vez que a experiência clínica sobre seu uso em mulheres nestas condições é limitada. Como medida de precaução, é preferível evitar o uso de
ALEKTOS ® PED durante a gravidez. Dados disponíveis demonstraram liberação de bilastina no leite de animais, porém não há informações sobre a liberação da bilastina no leite humano. O uso de ALEKTOS ® PED durante o período de amamentação deve considerar a relação benefício/risco para a mãe e para a criança. Um estudo em animais não indicou qualquer efeito negativo na fertilidade.
Interferência em testes de laboratório: de um modo geral, os anti-histamínicos (classe de medicamentos semelhantes a ALEKTOS ® PED) interferem nos testes cutâneos (de pele) de alergia. Recomenda-se que uso de ALEKTOS ® PED seja suspenso por um período adequado antes dos testes.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: Em estudo realizado em adultos para estabelecer o efeito de bilastina na capacidade de dirigir veículos demonstrou que o tratamento com 20mg de bilastina não afeta a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Entretanto, como a resposta de cada indivíduo ao ALEKTOS ® PED pode variar, os pacientes não devem conduzir veículos ou operar máquinas até que tenham estabelecido a sua própria resposta à bilastina. Muito raramente algumas pessoas apresentaram sonolência, que pode afetar a habilidade de dirigir ou operar máquinas.
Ingestão com alimentos: ALEKTOS ® PED não deve ser ingerido com alimentos ou bebidas (inclusive suco de frutas e suco de toranja “grapefruit”), pois seu efeito pode ser diminuído. Para evitar isso, você pode:
- Administrar a solução oral e esperar por 1 hora antes de ingerir alimentos ou suco de frutas.
- Se você tiver ingerido alimentos ou suco de frutas, aguardar por 2 horas antes de administrar a solução oral.
Interações com medicamentos: Os estudos de interação só foram realizados em adultos e estão resumidos a seguir. Informe o seu médico se você estiver tomando, ou tomou recentemente, outros medicamentos, incluindo aqueles de venda livre. O perfil de segurança da bilastina não é afetado com o uso concomitante de medicamentos à base de cetoconazol (um antifúngico), eritromicina (um antibiótico), diltiazem (para tratar angina), ciclosporina (para reduzir a atividade do sistema imune, evitando assim rejeição a transplante ou reduzindo a atividade da doença em doenças autoimunes e alérgicas, como psoríase, dermatite atópica ou artrite reumatoide), ou lorazepam (para tratar ansiedade) por pacientes com função renal normal. O uso concomitante de ritonavir (para tratar AIDS) ou rifampicina (um antibiótico) pode reduzir a concentração
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o paciente 3 plasmática de bilastina (quantidade de bilastina no sangue). No entanto, caso esteja fazendo uso desses ou de outros medicamentos, informe o seu médico.
Interação com álcool: Não se observaram alterações no desempenho psicomotor após a ingestão concomitante de álcool e 20 mg de bilastina.
Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Você deve conservar ALEKTOS ® PED na embalagem original e à temperatura ambiente (15°C a 30°C).
ALEKTOS ® PED apresenta-se como solução aquosa límpida, incolor, levemente viscosa, pH 3.0 - 4.0, sem precipitado.
ALEKTOS ® PED é acondicionado em frasco de vidro âmbar (vidro Tipo III), lacrado com tampa de alumínio, sistema de fechamento inviolável, ou com tampa de polipropileno à prova de crianças. A embalagem contém copo dosador de polipropileno de 15mL ou 25mL com dosagem graduada de 4mL.
Após aberto, válido por 6 meses.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Como devo usar este medicamento?
Utilize sempre este medicamento exatamente como o seu médico ou farmacêutico lhe disse. Fale com o seu médico ou farmacêutico se tiver dúvidas. ALEKTOS ® PED destina-se a administração exclusiva por via oral.
A solução oral deve ser tomada uma hora antes ou duas horas após a ingestão de alimentos ou bebidas, inclusive sucos de frutas.
A posologia recomendada é:
- Crianças de 6 a 11 anos de idade com peso corporal de pelo menos 20kg:
4 mL de solução oral (10 mg de bilastina) uma vez por dia para o alívio dos sintomas de rinoconjuntivite alérgica (intermitente ou persistente) e urticária.
A solução oral é acompanhada por um copo dosador com uma marcação para 4mL (= 10 mg de bilastina por dosagem).
- encha o copo com 4mL de solução oral
- administrar diretamente do copo
- lave o copo após o uso A duração do tratamento nos casos de rinoconjuntivite alérgica e urticária crônica dependerão das características clínicas (tipo, duração e curso dos sintomas), devendo-se seguir as orientações médicas.
O frasco de solução oral pode ser fornecido com uma tampa de polipropileno à prova de crianças e deve ser aberto da seguinte forma: pressione a tampa de rosca de plástico para baixo e gire simultaneamente no sentido anti-horário.
Não dê este medicamento a crianças com menos de 6 anos de idade com um peso corporal inferior a 20kg, uma vez que não existem dados suficientes disponíveis. Para adultos, incluindo idosos e adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos, a dose recomendada é de 20mg de bilastina uma vez por dia. Para esta população de pacientes, está disponível uma forma de dosagem mais apropriada - comprimido -, pergunte ao seu médico ou farmacêutico.
Populações especiais
- Pacientes com insuficiência renal (mau funcionamento do rim): a segurança e eficácia da bilastina em crianças com insuficiência renal (mau funcionamento do rim) não foram estabelecidas. Estudos realizados em adultos em grupos de risco especiais (pacientes com mau funcionamento do rim) indicam que não é necessário ajustar a dose de bilastina em adultos.
- Pacientes com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado): A segurança e eficácia da bilastina em crianças com insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado) não foram estabelecidas. Não existe experiência clínica em pacientes adultos e pediátricos com mau funcionamento do fígado. Entretanto, não se espera que a insuficiência hepática (mau funcionamento do fígado) altere a segurança do medicamento.
Por isso, não é necessário ajuste posológico em pacientes adultos com insuficiência hepática.
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o paciente 4 Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Caso tenha esquecido de tomar uma dose, ela deve ser tomada tão logo seja lembrada (sempre uma hora antes ou duas horas depois da ingestão de alimentos ou bebidas, inclusive de sucos de frutas). No entanto, se estiver muito perto da administração da próxima dose, não a tome. Tome somente a dose seguinte e continue com o esquema posológico regular (dose única diária). Não tome uma dose dupla para compensar a dose esquecida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me causar?
Como todo medicamento, ALEKTOS ® PED pode causar eventos adversos, embora nem todos os pacientes os apresentem.
Esse medicamento pode causar os seguintes eventos adversos:
Reações comuns (podem afetar até 1 em 10 pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça, conjuntivite alérgica, rinite e dor abdominal.
Reações incomuns (podem afetar até 1 em 100 pacientes a 1 em 1.000 pacientes que utilizam este medicamento): tontura, perda da consciência, irritação ocular, diarreia, náusea, inchaço labial, eczema, urticária e fadiga.
A porcentagem de crianças (2-11 anos) que reportaram reações adversas após o tratamento com 10mg de bilastina para rinoconjuntivite alérgica ou urticária idiopática crónica num estudo clínico controlado de 12 semanas foi comparável à porcentagem no grupo que recebeu placebo (68,5 % versus 67,5%).
Se você observar qualquer destes efeitos colaterais, consulte imediatamente um médico. Se qualquer destes efeitos colaterais se tornarem sério ou se você observar algum efeito colateral não listado, informe seu médico ou farmacêutico.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova forma farmacêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Se a sua criança, ou qualquer outra pessoa, utilizar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento informe o seu médico imediatamente ou dirija-se ao serviço de urgência do hospital mais próximo. Por favor, lembre-se de levar a embalagem do medicamento ou a bula com você.
Não há dados de superdose em crianças. As informações referentes ao uso de uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento são limitadas à experiência dos estudos clínicos conduzidos durante o desenvolvimento em adultos e vigilância após comercialização da bilastina. Em estudos clínicos, após a administração da bilastina em doses 10 a 11 vezes a dose terapêutica a voluntários adultos sadios, a frequência de eventos adversos emergentes do tratamento foi duas vezes mais alta que com placebo. As reações adversas mais frequentemente relatadas foram tontura, dor de cabeça e náusea. As informações coletadas na vigilância após comercialização são consistentes com aquelas reportadas em estudos clínicos.
Não existe antídoto específico conhecido para a bilastina. No caso de ingestão de doses muito acima das recomendadas, procure imediatamente assistência médica. Não tome nenhuma medida sem antes consultar um médico. Informe ao médico o medicamento que utilizou, a quantidade e os sintomas que está apresentando.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o paciente 5
Dizeres legais
Reg. M.S. nº 1.7817.0909 Farm. Resp.: Luciana Lopes da Costa - CRF-GO nº 2.757
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Registrado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I), nº 980 - Bloco 12 - Nível 3 - Sala A - Alphaville Empresarial - Barueri - SP - CEP 06465-134- C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07 – Indústria Brasileira Fabricado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
Rod. Régis Bittencourt, km 286 Itapecerica da Serra - SP.
AL E KT OS P E D ® S o lu ção o ral - B u la p ara o p acien te 6 H istór ico d e al tera ção p ar a a b u la D a d o s d a su b m issão eletrô n ica D a d o s d a p etição /n o tificação q u e a ltera b u la D a d o s d a s altera çõ es d e b u la s D a ta d o ex p ed ien te N o . ex pediente A ssu n to D a ta d o ex p ed ien te N ° d o ex p ed ien te A ssu n to D a ta d e a p ro va ção Iten s d e b u la V ersões (V P /V P S ) A p resen taçõ es rela cio n a d a s 2 8/06/202 1 2 500 075 214 1 045 1 - M E D IC A M E N T O N O V O
- N o tificação d e A lteração d e T ex to de B ula – R D C 60 /1 2 2 5/02/202 1 0 769 517 /2 1 -9 1 120 0 - M E D IC A M E N T O N O V O
- S o licitação d e T ran sferência d e T itularid ad e d e R eg istro (op eração co m ercial) 2 9/03/202 1
III – D izeres leg ais V P /V P S S o lu ção o ral 13/ 05/ 2024 1 045 1 - M E D IC A M E N T O N O V O
- N o tificação d e A lteração d e T ex to de B ula – R D C 60 /1 2 13/ 05/ 2024 1 045 1 - M E D IC A M E N T O N O V O
- N o tificação d e A lteração d e T ex to de B ula – R D C 60 /1 2 13/ 04/ 2024
III – D izeres leg ais V P /V P S S o lu ção o ral
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
Alektos
® PED Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
(bilastina) Solução oral 2,5mg/mL
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 2
Alektos
® PED bilastina 2,5mg/mL
Apresentações
Embalagem contendo 01 frasco com 30mL ou 120mL (sabor framboesa), acompanhado com copo dosador.
USO ORAL USO PEDIÁTRICO DE 6 A 11 ANOS (com peso corporal mínimo de 20kg).
Composição
Cada mL da solução oral contém: bilastina…………………………………………………………..……………...................…...…… 2,5mg veículo q.s.p q.s.p…………………………………………………………......................….…………..1mL (betaciclodextrina, hietelose, metilparabeno, propilparabeno, sucralose, flavorizante de framboesa, ácido clorídrico, hidróxido de sódio, água purificada).
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 3
Ii - informações técnica aos profissionais de saúde
Indicações alektos
® PED é indicado para o tratamento sintomático de rinoconjuntivite alérgica (intermitente ou persistente) e urticária em crianças de 6 aos 11 anos de idade com peso corporal de pelo menos 20kg.
Resultados de eficácia
A eficácia da bilastina foi estudada em adultos e adolescentes. De acordo com as diretrizes internacionais, a eficácia comprovada em adultos e adolescentes pode ser extrapolada para crianças, uma vez que foi demonstrado que a exposição sistémica de 10 mg bilastina em crianças de 6 a 11 anos, com um peso corporal de pelo menos 20 kg é equivalente à exposição em adultos com 20 mg de bilastina (ver item “Propriedades farmacocinéticas”) 1,2. A extrapolação dos dados de adultos e adolescentes é considerada adequada para este produto visto que a fisiopatologia da rinoconjuntivite alérgica e urticária é a mesma para todas as faixas etárias.
Em estudos clínicos realizados em pacientes adultos e adolescentes com rinoconjuntivite alérgica (sazonal e perene), a bilastina 20mg administrada uma vez ao dia por 14-28 dias foi eficaz no alívio de sintomas como espirros, secreção nasal, prurido nasal, congestão nasal, prurido ocular, lacrimejamento e vermelhidão ocular 3,4,5. A bilastina controlou eficazmente os sintomas por 24 horas 6.
Em um estudo duplo-cego, randomizado, multicêntrico, de grupos paralelos, controlado com placebo, em pacientes adultos (12-70 anos) com rinite alérgica sazonal, o tratamento de duas semanas com bilastina 20 mg reduziu significantemente o escore total de sintomas em relação a placebo (98,4 com bilastina vs 118,4 com placebo; P<0,001).
Foi ainda mais eficaz que placebo na melhora dos escores de sintomas nasais (ESN), dos escores de sintomas não-nasais (ESNN) e dos escores de desconforto associado à rinite (P<0,05), bem como no questionário global de qualidade de vida em rinoconjuntivite (P<0,005) 3. Em outro estudo com metodologia similar, a média do escore total de sintomas (escore x dia) foi reduzida de forma estatisticamente significativa nos pacientes tratados com bilastina em comparação com o tratamento com placebo (76,5; 100,6; P<0,001) e em todos os desfechos secundários 4.
Em dois estudos clínicos realizados em pacientes com urticária idiopática crônica, bilastina 20 mg administrada uma vez ao dia por 28 dias foi eficaz no alívio da intensidade do prurido, do número e do tamanho de eritemas, bem como do desconforto dos pacientes em razão da urticária. Pacientes melhoraram as condições de sono e qualidade de vida 7.
Eficácia da bilastina foi demonstrada em um estudo fase III, com diferença estatisticamente significativa entre bilastina 20mg e placebo com redução nos sintomas de urticária, em todas as variáveis estudadas 7.
Não se observou prolongamento clinicamente relevante do intervalo QTc ou qualquer outro efeito cardiovascular nos estudos clínicos realizados com a bilastina, mesmo com doses de 200 mg ao dia (10 vezes a dose clínica) por 7 dias em 9 indivíduos pesquisados ou quando coadministrada com inibidores da glicoproteína P, tais como cetoconazol (24 indivíduos) e eritromicina (24 indivíduos) 8,9.
Além disso, foi realizado um estudo completo sobre o QT em 30 voluntários, sem relato de alterações relevantes 10.
Em estudos clínicos controlados com a dose recomendada de 20 mg uma vez ao dia, o perfil de segurança no Sistema Nervoso Central (SNC) de bilastina foi similar ao placebo e a incidência de sonolência não foi estatisticamente diferente daquela com placebo. A bilastina em doses de até 40mg uma vez ao dia não afetou o desempenho psicomotor nos estudos clínicos e não afetou o desempenho ao dirigir em teste padrão de direção 11,12. Os pacientes idosos (≥ 65 anos de idade) incluídos nos estudos de fase II e III não apresentaram diferença na eficácia ou na segurança em relação aos pacientes mais jovens 13. Um estudo após autorização em 146 pacientes idosos não demonstrou diferenças no perfil de segurança com relação à população de adultos 14.
Adolescentes (12 anos a 17 anos) foram incluídos no desenvolvimento clínico; 128 adolescentes receberam bilastina durante os estudos clínicos (81 com rinoconjuntivite alérgica em estudos duplo-cego). Adicionalmente, 117 adolescentes foram randomizados para comparadores ativos ou placebo.
A segurança e eficácia em pacientes adolescentes foram comparáveis a segurança e eficácia observadas em pacientes adultos 15.
Segurança clínica
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 4 Em um estudo clínico controlado de 12 semanas com crianças de 2 a 11 anos (total de 509 crianças, 260 tratadas com 10mg de bilastina: 58 com idade entre 2 anos e <6 anos, 105 com idade entre 6 e <9 anos e 97 com idade entre 9 a < 12 anos e 249 tratados com placebo: 58 com idade entre 2 e <6 anos, 95 com idade entre 6 e <9 anos e 96 com idade entre 9 a <12 anos), na dose pediátrica recomendada de 10 mg uma vez ao dia, o perfil de segurança de bilastina (n = 260) foi semelhante ao placebo (n = 249), com reações adversas observadas em 5,8% e 8,0% dos pacientes a tomar 10 mg de bilastina e placebo, respectivamente 16. Tanto a bilastina 10 mg e placebo mostraram uma ligeira diminuição nos escores de sonolência e sedação no Questionário de Sono Pediátrico durante este estudo, sem diferenças estatisticamente significativas entre os grupos de tratamento. Nestas crianças, entre os 2 e os 11 anos, não foram observadas diferenças significativas no QTc após 10 mg de bilastina uma vez por dia, em comparação com o placebo. Os questionários de qualidade de vida específicos para crianças com rinoconjuntivite alérgica ou urticária crônica mostraram um aumento geral nos escores em 12 semanas, sem diferença estatisticamente significativa entre os braços de tratamento bilastina e placebo. A população total de 509 crianças abrangia: 479 pacientes com rinoconjuntivite alérgica e 30 pacientes com diagnóstico de urticária crônica. 260 crianças receberam bilastina, 252 (96,9%) para rinoconjuntivite alérgica e 8 (3,1%) para urticária crônica. Em analogia, 249 crianças receberam placebo, 227 (91,2%) para rinoconjuntivite alérgica e 22 (8,8%) para urticária crônica 16.
Referências bibliográficas 1 A Multicentre, International, Adaptive, Open-label, Repeated Administration Pharmacokinetic Study of Bilastine in Children from 2 to <12 Years of Age with Allergic Rhinoconjunctivitis or Chronic Urticaria. Phase II. BILA 3009/PED. FAES FARMA S.A. March 10, 2015 2 Vozmediano V, Sologuren A, Lukas JC, Leal N, Rodriguez M. Model Informed Pediatric Development Applied to Bilastine: Ontogenic PK Model Development, Dose Selection for First Time in Children and PK Study Design. Pharm Res. 2017;34(12):2720-2734 3 Bachert C, Kuna P, Sanquer F, Ivan P, Dimitrov V, Gorina MM, van de Heyning P, Loureiro A.
Comparison of the efficacy andm safety of bilastine 20 mg vs desloratadine 5 mg in seasonal allergic rhinitis patients. Allergy. 2009;64(1):158-65 4 Kuna P, Bachert C, Nowacki Z, van Cauwenberge P, Agache I, Fouquert L, Roger A, Sologuren A, Valiente R; Bilastine International Working Group. Efficacy and safety of bilastine 20 mg compared with cetirizine 10 mg and placebo for the symptomatic treatment of seasonal allergic rhinitis: a randomized, double-blind, parallel-group study. Clin Exp Allergy. 2009;39(9):1338-47 5 Sastre J, Mullol J, Valero A, Valiente R; on behalf of Bilastine Study Group. Efficacy and safety of bilastine 20 mg compared with cetirizine 10 mg and placebo in the treatment of perennial allergic rhinitis. Curr Med Res Opin. 2012;28(1):121-130 6 Horak F, et al. The effects of bilastine compared with cetirizine, fexofenadine, and placebo on allergen-induced nasal and ocular symptoms in patients exposed to aeroallergen in the Vienna Challenge Chamber. Inflamm Res. 2010; 59(5): 391-8.
7 Zuberbier T, Oanta A, Bogacka E, Medina I, Wesel F, Uhl P, Antepara I, Jauregui I, Valiente R; The Bilastine International Working Group*. Comparison of the efficacy and safety of bilastine 20 mg vs levocetirizine 5 mg for the treatment of chronic idiopathic urticaria: a multi-centre, double-blind, randomized, placebo controlled study. Allergy. 2010;65(4):516-528 8 Crean C, Sologuren A, Valiente R, McLaverty D. The drug-drug interaction of ketoconazole on bilastina pharmacokinetics. 8th Congress of the European Association of Clinical Pharmacology and Therapeutics. Amsterdam (The Netherlands) Aug. 29-Sep. 1, 2007. Abstract P253. Basic Clin Pharmacol Toxicol. 2007;101(Suppl 1):148-9[Abstract] 9 Church MK. Safety and efficacy of bilastine: a new H(1)-antihistamine for the treatment of allergic rhinoconjunctivitis and urticaria. Expert Opin Drug Saf. 2011;10(5):779-793 10 Tyl B, Kabbaj M, Azzam S, Sologuren A, Valiente R, Reinbolt E, Roupe K, Blanco N, Wheeler W.
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ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 5 single and repeated oral dose administrations of bilastine, a new H1 antihistamine: a dose-range study in healthy volunteers with hydroxyzine and placebo as control treatments. J Clin Psychopharmacol.
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Características farmacológicas
Propriedades farmacodinâmicas
- Mecanismo de ação: A bilastina é um antagonista da histamina de ação prolongada, não sedativo, com afinidade seletiva do antagonista do receptor H1 periférico e sem afinidade por receptores muscarínicos. A bilastina inibiu as reações cutâneas induzidas pela histamina durante 24 horas após doses únicas.
Propriedades farmacocinéticas
- Absorção: os resultados dos estudos farmacocinéticos mostram que, após administração oral, a bilastina é absorvida rapidamente, de forma linear e proporcional à dose, atingindo concentrações plasmáticas máximas cerca de 1,3 horas.
Nenhum acúmulo foi observado. O valor médio da biodisponibilidade oral de bilastina foi de 61%. Os valores de Cmax e AUC são também semelhantes após doses únicas e múltiplas, sendo respectivamente de cerca de 220ng/mL e 1.105ng.h/m com doses de 20mg. No estudo de equilíbrio de massa após administração oral única de bilastina radiomarcada na dose de 20mg, o principal componente detectado em amostras de plasma em 1,5 e 4 horas pós-dose foi identificado como bilastina, correspondendo respectivamente a 0,061 e 0,042μg equiv/g. Os resultados dos estudos de permeabilidade (modelo Caco-2 e de permeabilidade aparente) demonstraram que a bilastina é um fármaco altamente permeável e um substrato da glicoproteína-P.
- Biodisponibilidade: a biodisponibilidade oral da bilastina foi determinada em animais, mas a fração absorvida (Fa) bem como a biodisponibilidade são desconhecidas no homem porque até o momento o fármaco não foi administrado por via intravenosa. Como não há nenhum metabolismo envolvido, considera-se a biodisponibilidade teórica como ≥40% (CLR/CLoral).
- Distribuição: a farmacocinética da bilastina segue um modelo de dois compartimentos com absorção e eliminação de primeira ordem. O grau de ligação da bilastina às proteínas plasmáticas é de 84-90%.
O volume de distribuição central aparente (Vc/F) foi de 59,2 L e o volume de distribuição periférico aparente (Vp/F) foi de 30,2 L.
A contribuição da modulação de várias proteínas de transporte (Pgp e OATP tanto in vitro como in vivo) na farmacocinética da bilastina e a sua relevância clínica nos perfis de eficácia e segurança dos fármacos foram estabelecidas mostrando que a modulação dos outros transportadores poderia ser desprezada.
Estudos in vitro e in vivo demonstraram que bilastina é um substrato de glicoproteína-P e OATP.
Bilastina não parece ser um substrato do transportador BCRP ou transportadores renais OCT2, OAT1 e OAT3. Com base nos estudos in vitro, não se espera que bilastina iniba os seguintes transportadores na circulação sistêmica: glicoproteína-P, MRP2, BCRP, BSEP, OATP1B1, OATP1B3, OATP2B1, OAT1, OAT3, OCT1, OCT2 e NTCP, uma vez que apenas uma inibição leve foi detectada para glicoproteína-P, OATP2B1 e OCT1, com um IC50 estimado ≥ 300μM, muito maior que a Cmax plasmática clínica calculada, assim, estas interações não serão clinicamente relevantes. No entanto, com base nestes resultados, a inibição por bilastina dos transportadores presentes na mucosa intestinal, por exemplo, glicoproteína-P não pode ser excluída.
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 6
- Metabolismo: a bilastina não é significativamente metabolizada em humanos. Após administração oral única de 20 mg de bilastina radiomarcada, o principal metabólito detectado foi bilastina inalterada na urina (28,31% da dose) e nas fezes (66,53% da dose). Os resultados do estudo com modelo Caco-2 indicaram ausência de metabolismo intestinal. Um estudo de interação provou que a bilastina não é nem indutora nem inibidora da isoenzima CYP450 e que tem apenas uma via de eliminação metabólica menor.
- Eliminação: a bilastina tem meia-vida de eliminação média estimada de 14,5 h, clearance renal (CLR) de 8 L/h e clearance oral total (CLoral) de 18,1 L/h. O clearance corporal aparente total não foi afetado pelo aumento da dose. Após uma dose de 20mg de bilastina radiomarcada, quase 95% da dose administrada foi recuperada na urina (28,3%) e fezes (66,5%) como bilastina inalterada, confirmando que bilastina não é significantemente metabolizada em humanos. A excreção da bilastina ocorreu principalmente pelas fezes (média de 67,0% da dose administrada), com média de 64,8% da dose administrada eliminada em 72 horas pós-dose. A excreção pela urina representou em média 33,1% da dose administrada. A dose foi praticamente recuperada totalmente até o final do período de coleta (168 h), com recuperação média total de 100,1%.
- Linearidade: a bilastina apresenta uma farmacocinética linear no intervalo de dose estudado (5 a 220mg), com baixa variabilidade interindividual.
- Interação: Bilastina não induz atividade enzimática da família das isoenzimas do CYP450 (CYP2B6, CYP2A6, CYP2C8, CYP2C19, CYP3A4, CYP1A2, CYP2C9 e CYP2E1).
A administração de alimentos e de suco de frutas interfere na eficácia da bilastina. Por isso, o produto deve ser administrado uma hora antes ou duas horas depois da ingestão de alimentos.
- Insuficiência renal e hepática: os estudos mostraram não ser necessário ajuste posológico em pacientes com insuficiência renal ou hepática.
Insuficiência renal: os efeitos da bilastina em pacientes com insuficiência renal foram estudados em adultos. Em um estudo em indivíduos com comprometimento renal a AUC0-∞ média (DP) aumentou de 737,4 (±260,8) ngxhr/ml em indivíduos sem comprometimento (TFG: > 80ml/min/1,73 m
- 2) para:
967,4 (±140,2) ngxhr/ml em indivíduos com comprometimento leve (TFG: 50-80ml/min/1,73m 2), 1.384,2 (±263,23) ngxhr/ml em indivíduos com comprometimento moderado (TFG: 30 - <50 ml/min/1,73m
- 2) e 1.708,5 (±699,0) ngxhr/ml em indivíduos com comprometimento grave (TFG: < 30 ml/min/1,73m 2). A meia-vida média (DP) de bilastina foi 9,3 h (± 2,8) em indivíduos sem comprometimento, 15,1 h (± 7,7) em indivíduos comprometimento leve, 10,5 h (± 2,3) em indivíduos comprometimento moderado e 18,4 h (± 11,4) em indivíduos comprometimento grave. A excreção urinária de bilastina foi essencialmente completa após 48 - 72 h em todos os indivíduos. Estas alterações farmacocinéticas não são esperadas como tendo uma influência clinicamente relevante na segurança de bilastina, uma vez que os níveis plasmáticos de bilastina em pacientes com comprometimento renal ainda estão dentro da faixa de segurança de bilastina.
Insuficiência hepática: não há dados farmacocinéticos em indivíduos com comprometimento hepático.
Bilastina não é metabolizada em humanos. Como os resultados do estudo em comprometimento renal indicam eliminação renal como sendo um contribuinte principal na eliminação, espera-se que a excreção biliar esteja apenas marginalmente envolvida na eliminação de bilastina. Não se espera que alterações na função hepática tenham uma influência clinicamente relevante na farmacocinética de bilastina.
- População pediátrica: os dados farmacocinéticos em crianças foram obtidos num estudo farmacocinético de Fase II, incluindo 31 crianças com idades entre os 4 e os 11 anos com rinoconjuntivite alérgica ou urticária crónica, que receberam uma vez por dia 10mg de bilastina (comprimido orodispersível). Esta formulação tem demonstrado ser bioequivalente à bilastina 2,5mg / ml solução oral. A análise farmacocinética dos dados da concentração plasmática revelou que a dose pediátrica de 10mg de bilastina uma vez ao dia resulta numa exposição sistémica equivalente à observada após uma dose de 20mg em adultos e adolescentes, sendo o valor médio de AUC 1.014ng*h / ml para crianças 6 a 11 anos. Estes resultados foram bem abaixo do limiar de segurança, com base nos dados da dose de 80 mg uma vez por dia em adultos, de acordo com o perfil de segurança do medicamento. Estes resultados confirmaram a escolha da bilastina 10mg via oral uma vez por dia como a dose terapêutica adequada para a população pediátrica na faixa etária de 6 a 11 anos com um peso corporal de pelo menos 20kg.
Dados de segurança pré-clínica: os dados dos estudos pré-clínicos não revelaram riscos especiais para o ser humano segundo estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade, e potencial carcinogênico. Nos estudos de toxicidade aguda com roedores
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 7 não se observaram efeitos tóxicos com doses de até 2.000mg/kg em ratos e 5.000mg/kg em camundongos. Os valores da dose letal média (DL50) para a administração oral foram de 45-75mg/kg.
Com base nos estudos de mutagenicidade/genotoxicidade (teste de Ames, de aberração cromossômica, do micronúcleo) e de carcinogenicidade pôde-se concluir que a bilastina não tem potencial mutagênico ou genotóxico.
Em estudos de toxicidade reprodutiva, efeitos de bilastina no feto (perda pré e pós-implantação em ratos e ossificação incompleta dos ossos cranianos, coluna, esternébra e membros em coelhos) foram observados apenas com doses maternas tóxicas. Os níveis de exposição nos NOAELs são suficientemente mais altos (> 30 vezes) do que a exposição em humanos com dose terapêutica recomendada. Em um estudo de lactação, bilastina foi identificada no leite de ratas administradas com dose única oral (20mg/kg). Concentrações de bilastina no leite foram cerca da metade daquelas no plasma materno.
A relevância destes resultados em humanos é desconhecida. Em um estudo de fertilidade em ratos, bilastina administrada por via oral até 1.000mg/kg/dia não induziu qualquer efeito nos órgãos reprodutivos femininos e masculinos. Índices de acasalamento, fertilidade e gravidez não foram afetados. Como observado em um estudo de distribuição em ratos com determinação das concentrações do medicamento por autorradiografia, bilastina não se acumula no SNC.
Contraindicações alektos
® PED não deve ser usado em casos de hipersensibilidade conhecida à bilastina ou aos demais componentes da fórmula.
Advertências e precauções
A eficácia e segurança da bilastina em crianças com menos de 2 anos de idade não foram estabelecidas, e existe pouca experiência clínica em crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 5 anos, portanto a bilastina não deve ser usada nestes grupos etários.
Em pacientes com insuficiência renal moderada ou grave, a coadministração de bilastina com inibidores da glicoproteína-P, tais como cetoconazol, eritromicina, ciclosporina, ritonavir ou diltiazem, pode aumentar os níveis plasmáticos de bilastina e, consequentemente, aumentar o risco de efeitos adversos da bilastina. Por conseguinte, a coadministração de inibidores da bilastina e da glicoproteína-P deve ser evitada em doentes com insuficiência renal moderada ou grave.
ALEKTOS ® PED contém metilparabeno e propilparabeno que podem causar reações alérgicas (possivelmente tardias).
Gravidez, lactação e fertilidade:
- Gravidez
ALEKTOS ® PED não deve ser administrado a gestantes e lactantes, a menos que seja absolutamente necessário, uma vez que a experiência clínica sobre seu uso em mulheres nestas condições é limitada.
Estudos de reprodução em animais não indicaram efeitos tóxicos na reprodução, no parto e no desenvolvimento pós-natal (ver item “Propriedades farmacocinéticas”). Como medida de precaução, é preferível evitar o uso de ALEKTOS ® PED durante a gravidez.
Categoria B: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
- Lactação Não existem informações sobre a excreção da bilastina no leite humano. Os dados farmacocinéticos disponíveis em animais demonstraram excreção de bilastina no leite (ver item “Propriedades farmacocinéticas”). A decisão de continuar/ descontinuar a amamentação ou de descontinuar a terapia com ALEKTOS ® PED deve ser tomada tendo em consideração o benefício da amamentação para a criança e o benefício da terapia com bilastina para a mãe.
- Fertilidade Não tem ou há dados clínicos limitados. Um estudo em animais (ratos) não indicou qualquer efeito negativo na fertilidade (ver item “Propriedades farmacocinéticas”).
Interferência em testes de laboratório: de um modo geral, os anti-histamínicos interferem com os testes cutâneos de alergia.
Recomenda-se suspender a administração do produto por um período adequado antes dos testes.
Efeitos na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: em estudo realizado em adultos para avaliar os efeitos de bilastina sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas demonstrou que o tratamento com 20mg de bilastina não afetou o desempenho ao dirigir. Entretanto, como a
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 8 resposta individual ao medicamento pode variar, os pacientes devem ser aconselhados a não conduzir veículos ou operar máquinas até que tenham estabelecido a sua própria resposta à bilastina. Muito raramente algumas pessoas apresentaram sonolência, que pode afetar a habilidade de dirigir ou operar máquinas.
Interações medicamentosas
Os estudos de interação só foram realizados em adultos e estão resumidos abaixo.
Ingestão com alimentos: os alimentos reduzem significativamente a biodisponibilidade oral dos comprimidos de bilastina 20mg em 30% e da solução oral de bilastina 2,5mg / ml em 20%.
Interação com suco de toranja (“grapefruit”): A ingestão concomitante de bilastina 20mg e suco de toranja reduziu a biodisponibilidade da bilastina em 30%. Este efeito também pode ser aplicado a outros sucos de frutas. O grau de diminuição da biodisponibilidade pode variar entre as frutas. O mecanismo para esta interação é uma inibição de OATP1A2, um transportador de captação para o qual bilastina é um substrato (ver item “Propriedades farmacocinéticas”).
Os medicamentos que são substratos ou inibidores de OATP1A2, como ritonavir ou rifampicina, podem igualmente ter o potencial de diminuir as concentrações plasmáticas de bilastina.
Interação com cetoconazol ou eritromicina: a ingestão concomitante de bilastina 20mg 1x/dia oral e cetoconazol 400mg 1x/dia ou eritromicina 500mg 3x/dia aumentou a AUC da bilastina em duas vezes e a sua Cmax de duas a três vezes.
Estas alterações podem ser explicadas pela interação com os transportadores intestinais, uma vez que a bilastina é substrato para a glicoproteína P e não é metabolizada. Estas alterações não parecem afetar o perfil de segurança da bilastina, do cetoconazol ou da eritromicina, respectivamente. Outros medicamentos que são substratos ou inibidores da glicoproteína P, tal como a ciclosporina, podem da mesma forma apresentar um potencial de aumentar as concentrações plasmáticas da bilastina.
Interação com diltiazem: A ingestão concomitante de bilastina 20mg 1x/dia e diltiazem 60mg 1x/dia aumentou a Cmax da bilastina em 50%. Este efeito pode ser explicado pela interação com os transportadores intestinais e não parece afetar o perfil de segurança da bilastina.
Interação com álcool: o desempenho psicomotor após a ingestão concomitante de álcool e bilastina 20mg 1x/dia foi semelhante ao observado após a ingestão de álcool e placebo.
Interação com lorazepam: a ingestão concomitante de bilastina 20mg 1x/dia e lorazepam 3 mg por 1x/dia por oito dias não potencializou os efeitos depressores do lorazepam sobre o Sistema Nervoso Central.
População pediátrica: não foram realizados estudos de interação em crianças com a solução oral de bilastina. Como não há experiência clínica em relação à interação da bilastina com outros medicamentos, alimentos ou sucos de frutas em crianças, os resultados obtidos em estudos de interação com adultos devem ser considerados no momento da prescrição de bilastina em crianças. Não existem dados clínicos em crianças para afirmar se as alterações na AUC ou Cmax devido a interações afetam o perfil de segurança da bilastina.
Cuidados de armazenamento do medicamento
Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).
Prazo de validade: frasco com 30mL, 24 meses.
Prazo de validade: frasco com 120mL, 36 meses.
A solução oral de ALEKTOS ® PED apresenta-se como solução aquosa límpida, incolor, levemente viscosa, pH 3.0 - 4.0, sem precipitado.
ALEKTOS ® PED é acondicionado em frasco de vidro âmbar (vidro Tipo III), lacrado com tampa de alumínio, sistema de fechamento inviolável, ou com tampa de polipropileno à prova de crianças. A embalagem contém copo dosador de polipropileno de 15ml ou 25ml com dosagem graduada de 4ml.
Após aberto, válido por 6 meses.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Posologia e modo de usar alektos
® PED deve ser administrado exclusivamente por via oral.
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 9 A solução oral deve ser tomada uma hora antes ou duas horas após a ingestão de alimentos ou bebidas, inclusive sucos de frutas (ver item “Interações medicamentosas”).
A posologia recomendada é:
- Crianças de 6 a 11 anos de idade com peso corporal de pelo menos 20kg 4 ml de solução oral (10mg de bilastina) uma vez por dia para o alívio dos sintomas de rinoconjuntivite alérgica (intermitente ou persistente) e urticária.
A solução oral é acompanhada por um copo dosador com uma marcação para 4 ml (= 10 mg de bilastina por dosagem).
- Crianças menores de 6 anos e com menos de 20kg Os dados atualmente disponíveis estão descritos nos itens “Características Farmacológicas”, “Advertências e Precauções” e “Reações Adversas”, mas nenhuma recomendação sobre uma posologia pode ser feita. Portanto, a bilastina não deve ser usada neste grupo etário.
Em adultos e adolescentes (com mais de 12 anos de idade), a administração de comprimidos de 20mg de bilastina é adequada.
Duração do tratamento:
Para rinoconjuntivite alérgica, o tratamento deve ser limitado ao período de exposição aos alérgenos.
Para a rinite alérgica intermitente, o tratamento pode ser descontinuado após a resolução e reinício dos sintomas após o reaparecimento. Na rinite alérgica persistente, o tratamento continuado pode ser proposto aos pacientes durante os períodos de exposição ao alérgeno.
Para a urticária, a duração do tratamento depende do tipo, duração e curso dos sintomas, devendo-se seguir as orientações médicas.
O frasco de solução oral pode ser fornecido com uma tampa de polipropileno à prova de crianças e deve ser aberto da seguinte forma: pressione a tampa de rosca de plástico para baixo e gire simultaneamente no sentido anti-horário.
Populações especiais
- Pacientes com insuficiência renal: A segurança e eficácia da bilastina em crianças com insuficiência renal não foram estabelecidas. Estudos realizados em adultos em grupos de risco especiais (pacientes com insuficiência renal) indicam que não é necessário ajustar a dose de bilastina em adultos (ver item “Propriedades farmacocinéticas”).
- Pacientes com insuficiência hepática: A segurança e eficácia da bilastina em crianças com insuficiência hepática não foram estabelecidas. Não existe experiência clínica em pacientes adultos e pediátricos com insuficiência hepática. Entretanto, como a bilastina não é metabolizada e é eliminada como inalterada na urina e nas fezes, não se espera que a insuficiência hepática aumente a exposição sistêmica acima da margem de segurança em pacientes adultos. Por conseguinte, não é necessário ajuste posológico em pacientes adultos com insuficiência hepática (ver item “Propriedades farmacocinéticas”).
Reações adversas
- Resumo do perfil de segurança na população pediátrica Durante o desenvolvimento clínico, a frequência, o tipo e a gravidade das reações adversas em adolescentes (dos 12 anos aos 17 anos) foram os mesmos observados em adultos. A informação coletada nesta população (adolescentes) durante a vigilância pós-comercialização confirmou os resultados dos estudos clínicos.
A porcentagem de crianças (2-11 anos) que reportaram reações adversas após o tratamento com 10 mg de bilastina para rinoconjuntivite alérgica ou urticária idiopática crónica num estudo clínico controlado de 12 semanas foi comparável à porcentagem no grupo que recebeu placebo (68,5 % versus 67,5%).
As reações adversas relacionadas mais comumente relatadas por 291 crianças (2-11 anos) recebendo 10mg de bilastina (formulação de comprimido orodispersível) durante os estudos clínicos (260 crianças expostas no estudo de segurança clínica, 31 crianças expostas no estudo farmacocinético) foram cefaleia, conjuntivite alérgica, rinite e dor abdominal.
Essas reações adversas relacionadas ocorreram com uma frequência comparável em 249 pacientes que receberam placebo.
- Resumo tabulado das reações adversas na população pediátrica As reações adversas possivelmente relacionadas à bilastina e relatadas em mais de 0,1% das crianças (2-11 anos) que receberam bilastina durante o desenvolvimento clínico estão tabuladas abaixo:
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 10 As frequências são atribuídas da seguinte forma:
Reações muito comuns (≥1 / 10) Reações comuns (≥1 / 100 a <1/10) Reações incomuns (≥1 / 1.000 a <1/100) Reações desconhecidas (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis) Reações raras, muito raras e reações com frequência desconhecida não foram incluídas na tabela.
Classe de Sistema de Órgãos Frequência da Reação Adversa Bilastina 10 mg N=291* Placebo N=249 Infecções e infestações Comum Rinite 3 (1,0%) 3 (1,2%) Distúrbios do sistema nervoso Comum Cefaleia 6 (2,1%) 3 (1,2%) Incomum Tontura Perda da consciência 1 (0,3%) 1 (0,3%) 0 (0,0%) 0 (0,0%) Distúrbios oculares Comum Conjuntivite alérgica 4 (1,4%) 5 (2,0%) Incomum Irritação ocular 1 (0,3%) 0 (0,0%) Distúrbios gastrointestinais Comum Dor abdominal / epigastralgia 3 (1,0%) 3 (1,2%) Incomum Diarreia Náusea Inchaço labial 2 (0,7%) 1 (0,3%) 1 (0,3%) 0 (0,0%) 0 (0,0%) 0 (0,0%) Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Incomum Eczema Urticária 1 (0,3%) 2 (0,7%) 0 (0,0%) 2 (0,8%) Distúrbios gerais e condições no local da administração Incomum Fadiga 2 (0,7%) 0 (0,0%) *260 crianças expostas no estudo de segurança clínica, 31 crianças expostas no estudo farmacocinético.
Descrição das reações adversas selecionadas na população pediátrica Cefaleia, dor abdominal, conjuntivite alérgica e rinite foram observadas em crianças tratadas com 10 mg de bilastina ou com placebo. A frequência relatada foi de 2,1% vs. 1,2% para cefaleia; 1,0% vs.
1,2% para dor abdominal; 1,4% vs. 2,0% para conjuntivite alérgica, e 1,0% vs. 1,2% para rinite.
Resumo do perfil de segurança em pacientes adultos e adolescentes A incidência de reações adversas em pacientes adultos e adolescentes com rinoconjuntivite alérgica ou urticária idiopática crónica tratados com 20mg de bilastina em estudos clínicos foi comparável à incidência em pacientes que receberam placebo (12,7% versus 12,8%).
Os estudos clínicos de fase II e III realizados durante o desenvolvimento clínico incluíram 2.525 pacientes adultos e adolescentes tratados com diferentes doses de bilastina, dos quais 1.697 receberam 20 mg de bilastina. Nestes estudos, 1.362 pacientes receberam placebo. As reações adversas mais comumente relatadas por pacientes que receberam 20mg de bilastina para indicação de rinoconjuntivite alérgica ou urticária idiopática crônica foram cefaleia, sonolência, tontura e fadiga.
Estes eventos adversos ocorreram com uma frequência comparável nos pacientes que receberam placebo.
Resumo tabulado das reações adversas Os eventos adversos pelo menos possivelmente relacionadas à bilastina e relatados em mais de 0,1% dos pacientes tratados com 20 mg de bilastina (N=1.697) durante o desenvolvimento clínico estão tabuladas abaixo:
As frequências são atribuídas da seguinte forma:
Reações muito comuns (≥1 / 10) Reações comuns (≥1 / 100 a <1/10)
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 11 Reações incomuns (≥1 / 1.000 a <1/100) Reações desconhecidas (não pode ser estimado a partir dos dados disponíveis) Reações raras, muito raras e reações com frequência desconhecida não foram incluídas na tabela.
Classe de Sistema de Órgãos Frequência da Reação Adversa Bilastina 20 mg N=1.697 Todas as doses de bilastina N=2525 Placebo N=1362 Infecções e infestações Incomum Herpes oral 2 (0,12%) 2 (0,08%) 0 (0,0%) Distúrbios do metabolismo e nutrição Incomum Aumento do apetite 10 (0,59%) 11 (0,44%) 7 (0,51%) Transtornos psiquiátricos Incomum Ansiedade 6 (0,35%) 8 (0,32%) 0 (0,0%) Insônia 2 (0,12%) 4 (0,16%) 0 (0,0%) Distúrbios do sistema nervoso Comum Sonolência 52 (3,06%) 82 (3,25%) 39 (2,86%) Cefaleia 68 (4,01%) 90 (3,56%) 46 (3,38%) Tontura 14 (0,83%) 23 (0,91%) 8 (0,59%) Distúrbios do ouvido e labirinto Incomum Tinido 2 (0,12%) 2 (0,08%) 0 (0,0%) Vertigem 3 (0,18%) 3 (0,12%) 0 (0,0%) Distúrbios cardíacos Incomum Bloqueio de ramo direito 4 (0,24%) 5 (0,20%) 3 (0,22%) Arritmia sinusal 5 (0,30%) 5 (0,20%) 1 (0,07%) QT prolongado 9 (0,53%) 10 (0,40%) 5 (0,37%) Outras anormalidades do ECG 7 (0,41%) 11 (0,44%) 2 (0,15%) Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinos Incomum Dispneia 2 (0,12%) 2 (0,08%) 0 (0,0%) Desconforto nasal 2 (0,12%) 2 (0,08%) 0 (0,0%) Ressecamento nasal 3 (0,18%) 6 (0,24%) 4 (0,29%) Distúrbios gastrointestinais Incomum Epigastralgia 11 (0,65%) 14 (0,55%) 6 (0,44%) Dor/desconforto abdominal 5 (0,30%) 5 (0,20%) 4 (0,29%) Náusea 7 (0,41%) 10 (0,40%) 14 (1,03%) Desconforto estomacal 3 (0,18%) 4 (0,16%) 0 (0,0%) Diarreia 4 (0,24%) 6 (0,24%) 3 (0,22%) Boca seca 2 (0,12%) 6 (0,24%) 5 (0,37%) Dispepsia 2 (0,12%) 4 (0,16%) 4 (0,29%) Gastrite 4 (0,24%) 4 (0,16%) 0 (0,0%) Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Incomum Prurido 2 (0,12%) 4 (0,16%) 2 (0,15%) Distúrbios gerais e condições no local da administração Incomum Fadiga 14 (0,83%) 19 (0,75%) 18 (1,32%) Sede 3 (0,18%) 4 (0,16%) 1 (0,07%) Condição preexistente melhorada Pirexia 2 (0,12%) 2 (0,12%) 2 (0,08%) 3 (0,12%) 1 (0,07%)
ALEKTOS ® PED solução oral - Bula para o profissional de saúde 12 Astenia 3 (0,18%) 4 (0,16%) 1 (0,07%) 5 (0,37%) Laboratoriais Incomum Elevação de gama glutamil transferase (γ- GT) 7 (0,41%) 8 (0,32%) 2 (0,15%) Elevação de alanina aminotransferase 5 (0,30%) 5 (0,20%) 3 (0,22%) Elevação de aspartato aminotransferase 3 (0,18%) 3 (0,12%) 3 (0,22%) Elevação da creatinina 2 (0,12%) 2 (0,08%) 0 (0,0%) Elevação de triglicerídeos 2 (0,12%) 2 (0,08%) 3 (0,22%) Aumento de peso 8 (0,47%) 12 (0,48%) 2 (0,15%) Reações com frequência desconhecida (não podem ser determinadas a partir dos dados disponíveis): palpitações, taquicardia e reações de hipersensibilidade (como anafilaxia, angioedema, dispneia, erupção cutânea (rash), edema localizado/inchaço local e eritema) e vômitos foram observadas durante o período pós-comercialização.
Descrição de reações adversas selecionadas Sonolência, cefaleia, tontura e fadiga foram observados em pacientes tratados com 20 mg de bilastina ou com placebo. A frequência reportada com bilastina vs. placebo foi de 3,06% vs. 2,86% para sonolência; 4,01% vs. 3,38% para cefaleia; 0,83% contra 0,59% para tontura e 0,83% contra 1,32% para fadiga.
As informações coletadas durante a vigilância pós-comercialização confirmaram o perfil de segurança observado durante o desenvolvimento clínico.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, notifique os eventos adversos pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Não há dados de superdose em crianças. As informações referentes a superdose aguda são limitadas à experiência dos estudos clínicos conduzidos durante o desenvolvimento em adultos e vigilância após comercialização da bilastina. Em estudos clínicos, após a administração da bilastina em doses 10 a 11 vezes a dose terapêutica [220mg (dose única) ou 200mg/dia por 7 dias] a 26 voluntários adultos sadios, a frequência de eventos adversos emergentes do tratamento foi duas vezes mais alta que com placebo.
As reações adversas mais frequentemente relatadas foram tontura, cefaleia e náusea. Não se relataram eventos adversos graves nem prolongamento significativo do intervalo QTc. As informações coletadas na vigilância após comercialização são consistentes com aquelas reportadas em estudos clínicos.
A avaliação crítica do efeito de doses múltiplas de bilastina (100mg x 4 dias) sobre a repolarização ventricular por meio de um “estudo completo cruzado QT/QTc” em 30 voluntários adultos sadios não exibiu prolongamento significativo de QTc.
No caso de ingestão de doses muito acima das preconizadas, com manifestações clínicas de intoxicação, devem-se adotar as medidas habituais de suporte e controle dos sintomas e de manutenção das funções vitais.
Não existe antídoto específico conhecido para a bilastina.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
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Dizeres legais
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VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Registrado e Importado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S.A.
Rua Bonnard (Green Valley I) nº 980 - Bloco 12 - Nível 3 - Sala A - Alphaville Empresarial - Barueri - SP - CEP 06465-134 - C.N.P.J.: 61.082.426/0002-07 – Indústria Brasileira Fabricado por: Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A.
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A L E K T O S ® P E D so lu ção o ral - B u la p ara o p ro fissio n al d e saú d e 1 4 H istó rico d e a ltera ção p a ra a b u la D a d o s d a su b m issão eletrô n ica D a d o s d a p etição /n o tificação q u e a ltera b u la D a d o s d a s altera çõ es d e b u la s D a ta d o ex p ed ien te N o . ex p ed ien te A ssu n to D a ta d o ex p ed ien te N ° d o ex p ed ien te A ssu n to D a ta d e a p ro va ção Iten s d e b u la V ersões (V P /V P S ) A p resen taçõ es rela cio n a d a s 2 8/06/202 1 2 500 075 214 1 045 1 - M E D IC A M E N T O N O V O
- N o tificação d e A lteração d e T ex to de B ula – R D C 60 /1 2 2 5/02/202 1 0 769 517 /2 1 -9 1 120 0 - M E D IC A M E N T O N O V O
- S o licitação d e T ran sferência d e T itularid ad e d e R eg istro (op eração co m ercial) 2 9/03/202 1
III – D izeres leg ais V P /V P S S o lu ção o ral 1 3 /0 5 /2 0 2 4 1 045 1 - M E D IC A M E N T O N O V O
- N o tificação d e A lteração d e T ex to de B ula – R D C 60 /1 2 1 3 /0 5 /2 0 2 4 1 045 1 - M E D IC A M E N T O N O V O
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III – D izeres leg ais V P /V P S S o lu ção o ral
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 2,5 MG/ML SOL OR CT FR VD AMB X 30 ML + COP | Tarja vermelha | 7896094928336 | R$ 23,56 |
| 2,5 MG/ML SOL OR CT FR VD AMB X 120 ML + COP | Tarja vermelha | 7896094925137 | R$ 94,17 |