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Bulas de Remédios
Referência Tarja vermelha

Norvasc

Besilato de anlodipino · Viatris Farmaceutica do Brasil Ltda. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoBesilato de anlodipino
FabricanteViatris Farmaceutica do Brasil Ltda
Registro MS1.8830.0080
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 93,12
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Norvasc

Fonte: bula do fabricante (Viatris Farmaceutica do Brasil Ltda) publicada no bulário digital Sara · bula de 23/07/2024 · conferida em 21/10/2026

Versão para o paciente

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Identificação do medicamento

Norvasc (besilato de anlodipino) Viatris Farmacêutica do Brasil Ltda Comprimido simples LL-PLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VP 1 Norvasc besilato de anlodipino Nome comercial: Norvasc Nome genérico: besilato de anlodipino

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Apresentações

Norvasc 5 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

Norvasc 10 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

Via de administração: uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido de Norvasc 5 mg ou 10 mg contém be silato de anlodipino equivalente a 5 mg ou 10 mg de anlodipino base, respectivamente.

Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de c álcio dibásico anidro, amidoglicolato de sódio e es tearato de magnésio.

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01

Para que este medicamento é indicado?

Norvasc (besilato de anlodipino) é indicado como m edicamento de primeira escolha no tratamento da hipertensão (pressão alta) e angina de peito (dor n o peito, por doença do coração) devido à isquemia m iocárdica (falta de sangue no coração).

Norvasc pode ser usado isoladamente ou em combinaç ão com outros medicamentos para tratar as mesmas indicações acima.

02

Como este medicamento funciona?

O anlodipino, princípio ativo do medicamento Norvas c, interfere no movimento do cálcio para dentro da s células cardíacas e da musculatura dos vasos sanguí neos. Como resultado dessa ação, o anlodipino relax a os vasos sanguíneos que irrigam o coração e o resto do corpo, aumentando a quantidade de sangue e oxigêni o para o coração, reduzindo a sua carga de trabalho e, por relaxar os vasos sanguíneos, permite que o sangue passe através deles mais facilmente.

A pressão arterial alta impõe ao coração e às artér ias (vasos sanguíneos) uma sobrecarga de trabalho que, em longo prazo, faz com que o coração e as artérias nã o funcionem adequadamente. Isto pode causar danos n os vasos sanguíneos do cérebro, coração e rins, result ando em acidentes cérebro-vasculares (derrames), insuficiência cardíaca e renal (alteração na função do coração e dos rins). Pressão alta também pode a umentar o risco de infarto (ataque cardíaco). Se a pressão ar terial for controlada, esses problemas podem não oc orrer ou pode haver menor possibilidade de que ocorram.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Não use Norvasc se você tem hipersensibilidade às diidropiridinas* (classe de medicamentos a que pert ence o anlodipino, princípio ativo do medicamento) ou a qu alquer componente da fórmula.

  • Norvasc é um bloqueador do canal de cálcio diidr opiridino.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião--dentista.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Se você tem insuficiência cardíaca (incapacidade do coração bombear a quantidade adequada de sangue) d e origem não isquêmica (ou seja, não relacionada ao f luxo de sangue reduzido), o anlodipino deve ser administrado com cuidado. Para indivíduos com insuf iciência cardíaca, existe um aumento do número de c asos de edema pulmonar (acúmulo de líquido nos pulmões).

Se você tem insuficiência hepática (falência da fun ção do fígado), o anlodipino deve ser administrado com cuidado.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquin as: é improvável o comprometimento da sua habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Uso Durante a Gravidez e Amamentação: a segurança do anlodipino na gravidez humana ou am amentação não foi estabelecida.

Não utilize Norvasc durante a amamentação sem orientação médica. Avise ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver amamentando ou vai iniciar amamenta ção durante o uso deste medicamento.

O uso deste medicamento no período da lactação depe nde da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião--dentista.

Utilize Norvasc apenas pela via de administração i ndicada, ou seja, somente pela via oral.

O anlodipino tem sido administrado com segurança co m diuréticos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), alfa-bloqueadores (medicament os para pressão alta e doenças da próstata), beta-bloqueadores (medicamentos para pressão alta e angi na de peito), inibidores da enzima conversora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), nitr atos de longa ação (nitroglicerina sublingual) (med icamentos para angina de peito), anti-inflamatórios não ester oides (drogas que bloqueiam a inflamação e que não são derivadas de hormônios), antibióticos e hipoglicemi antes orais (medicamentos para o tratamento do diab etes).

Foi demonstrado em estudos que Norvasc não afeta a ligação da digoxina, fenitoína, varfarina ou indom etacina às proteínas sanguíneas.

LL-PLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VP 3 A dose de sinvastatina deve ser avaliada pelo seu m édico caso você utilize Norvasc 20 mg diariamente, uma vez que doses múltiplas de Norvasc aumentaram a ex posição à sinvastatina.

A administração de Norvasc com grapefruit (toranja ) ou suco de grapefruit não é recomendado uma vez q ue os efeitos deste medicamento podem ser reduzidos.

A cimetidina, antiácidos contendo alumínio e magnés io e sildenafila não interferem com Norvasc. Da me sma forma, Norvasc não interfere na ação da atorvastat ina, digoxina, etanol (álcool) e varfarina.

A administração de Norvasc em associação com medic amentos inibidores (por ex. cetoconazol, itraconazo l, ritonavir e claritromicina) ou indutores (por ex. r ifampicina, Hypericum perforatum) de CYP3A4 (enzima envolvida no metabolismo de algumas substâncias) de ve ser feita com cautela e sob monitoramento médico .

Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ci closporina em pacientes com transplante renal que r ecebem anlodipino.

Existe um risco de aumento nos níveis de tacrolimo no sangue quando coadministrado com Norvasc. A fim de evitar a toxicidade do tacrolimo, a administração d e Norvasc em um paciente tratado com tacrolimo exi ge monitoramento dos níveis de tacrolimo no sangue e a juste da dose do tacrolimo, quando apropriado.

Os inibidores alvo mecânico dos inibidores da rapam icina (mTOR), tais como, sirolimo, tensirolimo e ev erolimo são substratos da CYP3A. O Norvasc é um inibidor f raco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o Norvasc pode aumentar a expo sição dos inibidores de mTOR.

A interação com exames laboratoriais é desconhecida .

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Norvasc deve ser armazenado em temperatura ambient e (de 15 a 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

Características do produto:

Norvasc 5 mg: comprimido branco, arredondado, grav ado “NVC5” de um lado e “Pfizer” do outro.

Norvasc 10 mg: comprimido branco, em formato de es meralda, gravado “NVC10” de um lado e “Pfizer” do outro.

06

Como devo usar este medicamento?

Norvasc deve ser ingerido com quantidade de líquid o suficiente para deglutição, com ou sem alimentos.

No tratamento da hipertensão e da angina, a dose in icial usual de Norvasc é de 5 mg 1 vez ao dia, pod endo ser aumentada pelo seu médico para a dose máxima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente.

Seu médico provavelmente não fará ajuste de dose de Norvasc na administração concomitante com diuréti cos tiazídicos (medicamentos que aumentam a eliminação de urina), beta-bloqueadores (medicamentos para pre ssão alta e angina de peito), e inibidores da enzima con versora da angiotensina (medicamentos para pressão alta), porque não há interferência desses medicamentos na ação de Norvasc.

Uso em Pacientes Idosos: não é necessário ajuste de dose em pacientes idoso s. As mesmas orientações dadas aos adultos jovens devem ser seguidas para os pacie ntes idosos.

Uso em Crianças: a eficácia e a segurança de Norvasc não foram est abelecidas em crianças.

Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática : a administração de Norvasc deve ser feita com cu idado (vide questão 4. O que devo saber antes de usar este medi camento?).

Uso em Pacientes com Insuficiência Renal: Norvasc pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino não é dialisável.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do s eu médico.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Caso você se esqueça de tomar Norvasc no horário e stabelecido pelo seu médico, tome-o assim que lembr ar.

Entretanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a pró xima, continuando normalmente o esquema de doses recomend ado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar doses esquecida s.

O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

LL-PLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VP 4 Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

Norvasc é bem tolerado. Em estudos clínicos envolv endo pacientes com hipertensão ou angina, os efeito s colaterais mais comumente observados foram:

Distúrbios do Sistema nervoso: dores de cabeça, ton tura, sonolência.

Distúrbios Cardíacos: palpitações.

Distúrbios Vasculares: rubor (vermelhidão).

Distúrbios Gastrintestinais: dor abdominal, náusea (enjoo).

Distúrbios gerais e condições do local de administr ação: edema (inchaço), fadiga (cansaço).

Nestes estudos clínicos não foram observadas anorma lidades nos exames laboratoriais relacionados ao anlodipino.

Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem:

Distúrbios do Sistema Sanguíneo e Linfático: leucop enia (redução de células de defesa no sangue), trombocitopenia (diminuição das células de coagulaç ão do sangue, as plaquetas).

Distúrbios do Metabolismo e Nutrição: hiperglicemia (aumento de glicose no sangue).

Distúrbios Psiquiátricos: insônia (dificuldade para dormir) e humor alterado.

Distúrbios do Sistema Nervoso: hipertonia (aumento da contração muscular), hipoestesia (diminuição da sensibilidade), parestesia (dormência e formigament o), neuropatia periférica (doença que afeta um ou v ários nervos), síncope (desmaio), disgeusia (alteração do paladar), tremor, transtorno extrapiramidal.

Distúrbios Visuais: deficiência visual.

Distúrbios do Ouvido e Labirinto: tinido (zumbido n o ouvido).

Distúrbios Vasculares: hipotensão (pressão baixa), vasculite (inflamação da parede de um vaso sanguíne o).

Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinal: tosse, dispneia (falta de ar), rinite (inflamação d a mucosa nasal).

Distúrbios Gastrintestinais: mudanças nos hábitos i ntestinais, boca seca, dispepsia (má digestão) (inc luindo gastrite (inflamação do estômago)), aumento das gen givas, pancreatite (inflamação no pâncreas), vômito .

Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo: alopecia (perda de cabelo), hiperidrose (aumento de sudorese/transpiração), púrpura (manchas causadas p or extravasamento de sangue na pele), descoloração da pele, urticária (alergia da pele).

Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjunti vo: artralgia (dor nas articulações), dor nas costa s, espasmos musculares, mialgia (dor muscular).

Distúrbios Renais e Urinários: poliúria (aumento da frequência urinária), distúrbios urinários, noctúr ia (aumento da frequência urinária à noite).

Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas: ginecoma stia (aumento da mama em homens), disfunção erétil (impotência).

Distúrbios gerais e condições do local de administr ação: astenia (fraqueza), mal estar, dor.

Investigações: aumento/redução de peso.

Raramente foram relatados eventos, incluindo prurid o (coceira), rash (erupção cutânea), angioedema (in chaço das partes mais profundas da pele ou da mucosa, ger almente de origem alérgica) e eritema multiforme (m anchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo o corpo).

Foram raramente relatados casos de hepatite (inflam ação do fígado), icterícia (coloração amarelada da pele e mucosas por acúmulo de pigmentos biliares) e elevaç ões de enzimas hepáticas (do fígado), a maioria com patível com colestase (parada ou dificuldade da eliminação da bile). Alguns casos graves requerendo hospitaliz ação foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, não se sabe se foram realmente de vidos ao princípio ativo de Norvasc.

O anlodipino, princípio ativo do medicamento Norvas c, assim como outros medicamentos que agem bloqueando os canais de cálcio, pode, raramente, ap resentar efeitos colaterais que não são diferentes dos que ocorrem com pacientes hipertensos ou com angina que não são tratados: infarto do miocárdio (morte de c élulas do músculo cardíaco por falta de sangue), arritmia (alteração do ritmo do coração), incluindo bradicar dia (diminuição dos batimentos cardíacos), taquicardia ventricular (aceleração dos batimentos cardíacos), fibrilação atrial (tipo de alteração do ritmo cardíaco) e dor torácica.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Se você tomar uma dose excessiva de Norvasc, pode ocorrer uma grande vasodilatação periférica (dilata ção dos vasos sanguíneos) e possível taquicardia reflex a (batimento rápido do coração). Em função dessa LL-PLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VP 5 vasodilatação poderá surgir hipotensão (diminuição da pressão arterial) prolongada e acentuada, inclui ndo choque (queda importante da pressão arterial) com r esultado fatal. A administração de carvão ativado imediatamente ou até 2 horas depois com o objetivo de reduzir a absorção do anlodipino é uma medida in icial que pode ajudar significativamente. Dependendo do c aso, o médico pode proceder a uma lavagem gástrica (do estômago). A hipotensão devido à superdose de anlod ipino requer medida ativa de suporte cardiovascular , incluindo monitoração frequente das funções cardíac a e respiratória, elevação das extremidades (pernas ), atenção para o volume de fluido circulante e eliminação uri nária. O médico poderá administrar um vasoconstrito r (medicamento que cause constrição dos vasos sanguín eos) para recuperação do tônus vascular e pressão a rterial, desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. O utras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a administração de gluconato de cálcio intravenoso pa ra reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cá lcio.

Uma vez que Norvasc se liga às proteínas plasmátic as (do sangue), a diálise não constitui um benefíci o.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligu e para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

LL-PLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VP 6

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Dizeres legais

Registro: 1.8830.0080 Farm. Resp.: Márcia Yoshie Hacimoto - CRF-RJ nº 13. 349 Produzido e Embalado por:

Laboratórios Pfizer Ltda.

Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32501, km 32, 5 CEP 06696-000 - Itapevi – SP Indústria Brasileira.

Registrado por:

Viatris Farmacêutica do Brasil Ltda.

Estrada Dr. Lourival Martins Beda, nº1118 CEP: 28110-000 - Campos dos Goytacazes - RJ

Cnpj: 11.643.096/0001-22

Venda sob prescrição.

NVCCOM_18 Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 23/07/2024.

N v c c o m _1 8 h

Ist ó r ic o d e a

Lter a ç õ

ES D E B U LA D ad o s d a su b m issão e le trô n ica D ad o s d a p e tição /n o tificação q u e alte ra b u la D ad o s d as alte raçõ e s d e b u las D ata d o e xp e d ie n te N °. d o e xp e d ie n te A ssu n to D ata d o e xp e d ie n te N °. d o e xp e d ie n te A ssu n to D ata d e ap ro vação Ite n s d e b u la V e rsõ e s (V P /V P S) A p re se n taçõ e s re lacio n ad as 2 3 /0 7 /20 2 4 A se r g e r a d o n o m om e n to d o p e tic io n a m e n to 1 0 4 5 1 – ME D IC A M EN TO N O V O – N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la – p u b licação n o B u lário R D C 6 0 /1 2 2 3 /0 7 /20 2 4 A se r g e r a d o n o m o m e n to d o p e tic io n a m e n to 1 0 4 5 0 – ME D IC A M EN TO N O V O

  • N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la – p u b licação n o B u lário R D C 6 0 /1 2 2 3 /0 7 /20 2 4 · Id en tificação d o m ed icam en to · Q u an d o n ão d evo u sar e ste m ed icam en to ?

· O q u e d evo sab er an tes d e u sar e ste m ed icam en to ?

· O n d e, co m o e p o r q u an to tem p o p o sso gu ard ar e ste m ed icam en to ?

· C o n tarin d icaçõ es · A d vertên cias e p recau çõ es · C u id ad o s d e arm azen am en to d o m ed icam en to · D izeres legais V P / V P S 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 1 0 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 2 5 /1 0 /2 0 2 1 2 1 6 1 9 3 5 /2 1 -2 M ED IC A M EN TO N O V O

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ICA M EN TO N O V O -So licitação d e Tran sferen cia d e Titu larid ad e d e R egistro (O p eração Co m ercial) 2 2 /7 /2 0 2 1 · D izeres legais · Exclu sao d a ap rese n tação 5 m g co m 1 0 co m p rim id o s V P / V P S 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 6 0 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 6 0 1 0 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 1 0 M G C O M C T B L A L P LA SO P C X 6 0 N V C C O M _1 8 1 6 /1 1 /2 0 2 0 4 0 3 1 9 7 4 2 0 /-1 M ED IC A M EN TO N O V O

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Versão para o profissional de saúde

—

Identificação do medicamento

Norvasc (besilato de anlodipino) Viatris Farmacêutica do Brasil Ltda Comprimido simples LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 1 Norvasc besilato de anlodipino Nome comercial: Norvasc Nome genérico: besilato de anlodipino

—

Apresentações

Norvasc 5 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

Norvasc 10 mg em embalagens contendo 30 comprimidos.

Via de administração: uso oral

Uso adulto

—

Composição

Cada comprimido de Norvasc 5 mg ou 10 mg contém be silato de anlodipino equivalente a 5 mg ou 10 mg de anlodipino base, respectivamente.

Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de c álcio dibásico anidro, amidoglicolato de sódio e es tearato de magnésio.

LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 2

Ii - informações técnicas aos profissionais de saúd e

01

Indicações

Hipertensão Norvasc (besilato de anlodipino) é indicado como fármaco de primeira linha no tratamento da hipertensão, podendo ser utilizado na maioria dos pacientes como agente único de controle da pressão sanguínea. Pac ientes que não são adequadamente controlados com um único agente anti-hipertensivo (diferente do anlodipino) podem ser beneficiados com a adição de anlodipino, que te m sido utilizado em combinação com diuréticos tiazí dicos, alfa-bloqueadores, agentes beta-bloqueadores adrené rgicos ou inibidores da enzima conversora da angiot ensina

(ECA).

Angina Estável Crônica Norvasc é indicado no tratamento da isquemia miocá rdica como fármaco de primeira linha, devido tanto à obstrução fixa (angina estável) e/ou ao vasoespasmo /vasoconstrição (angina de Prinzmetal ou angina var iante) da vasculatura coronária. Norvasc pode ser utilizado em situações clínicas sugestivas , mas não confirmadas, de possível componente vasoespástico/vasoconstritor. P ode ser utilizado isoladamente, como monoterapia, o u em combinação com outros fármacos antianginosos em pac ientes com angina refratária a nitratos e/ou doses adequadas de beta-bloqueadores.

02

Resultados de eficácia

Uso em Pacientes com Doença Arterial Coronária 16 Os efeitos do anlodipino na morbidade e mortalidade cardiovascular, a progressão de aterosclerose coro nária e aterosclerose carótida foram estudados no estudo cl ínico Avaliação Prospectiva Randomizada dos Efeitos Vasculares de Norvasc (PREVENT – Prospective Randomized Evaluation of the Vascular Effects of Norvasc Trial). Este estudo multicêntrico, randomizado, dup lo-cego, placebo-controlado, acompanhou por 3 anos 825 pacientes com doença arterial coronária (DAC) defin ida angiograficamente. A população incluiu paciente s com infarto prévio do miocárdio (IM) (45%), angioplasti a coronária percutânea transluminal (ACPT) na linha de base (42%) e história de angina (69%). A gravidade da DA C variou de 1 vaso doente (45%) a 3 ou mais vasos doentes (21%). Os pacientes com hipertensão não con trolada (pressão arterial diastólica [PAD] >95 mmHg ) foram excluídos do estudo. Um comitê de avaliação d e desfecho avaliou, de modo cego, os principais eve ntos cardiovasculares. Embora não tenha existido nenhum efeito demonstrável da taxa de progressão das lesõe s na artéria coronária, o anlodipino impediu a progressã o do espessamento da íntima-média da carótida. Foi observada uma redução significante (- 31%) em pacie ntes tratados com anlodipino no desfecho combinado de morte cardiovascular, infarto do miocárdio, derrame , angioplastia coronária percutânea transluminal (A CPT), revascularização cirúrgica do miocárdio (CABG – cor onary artery by-pass graft), hospitalização para an gina instável e piora da insuficiência cardíaca congesti va. Uma redução significante (- 42%) nos procedimen tos de revascularização (ACPT e revascularização cirúrgica do miocárdio) também foi observada em pacientes tr atados com anlodipino. Foi observado um número de hospital izações (- 33%) menor para angina instável em pacie ntes tratados quando comparado ao grupo placebo.

A eficácia do anlodipino na prevenção de eventos cl ínicos em pacientes com DAC foi avaliada de forma independente, multicêntrico, randomizado, duplo ceg o, controlado por placebo em 1997 pacientes, a comp aração de anlodipino versus enalapril para limitar a ocorr ência de trombose (CAMELOT). Destes pacientes, 663 foram tratados com anlodipino de 5 mg a 10 mg e 655 pacie ntes foram tratados com o placebo, em adição ao tratamento padrão das estatinas, beta-bloqueadores, diuréticos, e aspirina, por 2 anos. Os resultados da eficácia são apresentados na Tabela 1. Os resultados indicam que o tratamento com anlodipino foi associado com menos hospitalizações por angina e procedimentos de revas cularização em pacientes com DAC.

Tabela 1. Incidência de desfechos clínicos signific ativos no estudo CAMELOT

CAMELOT Resultados Clínicos N (%) anlodipino (n = 663) Placebo (n = 655) Redução de risco (valor-p) Desfecho Cardiovascular Composto* 110 (16.6) 151 (23.1) 31% (0.003) LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 3 Hospitalização por Angina 51 (7.7) 84 (12.8) 42% (0.002) Revascularização Coronária 78 (11.8) 103 (15.7) 27% (0.033) *1) Definido no estudo CAMELOT como a morte cardiov ascular, enfarte do miocárdio não fatal, parada cardíaca com ressuscitação, revascularização coronária, hospitalização por angina de peito, hospitalização por CHF, acidente vascular cerebral fatal ou não fatal ou ataque isquêmico transitório (AIT), qualquer diagnóstico das doenças vasculares periféricas doença (DVP) em um sujeito não previamente diagnosticado como tendo DVP ou qualque r admissão para um processo para o tratamento de DVP.

  • 2) O desfecho cardiovascular composta (CV) foi o objetivo primário de eficácia em CAMELOT.

Uso em Pacientes com Insuficiência Cardíaca 17 Estudos hemodinâmicos e estudos clínicos controlado s baseados na resposta ao exercício em pacientes portadores de insuficiência cardíaca classes NYHA I I a IV, demonstraram que o anlodipino não levou a u ma deterioração clínica quando avaliada em relação à t olerância ao exercício, fração de ejeção ventricula r esquerda e sintomatologia clínica.

Um estudo placebo-controlado (PRAISE) para avaliar pacientes portadores de insuficiência cardíaca clas ses NYHA III e IV recebendo digoxina, diuréticos e inib idores da enzima conversora de angiotensina (ECA) demonstrou que o anlodipino não leva a um aumento n o risco da mortalidade ou mortalidade e morbidade combinadas em pacientes com insuficiência cardíaca.

Em um estudo placebo-controlado com anlodipino, de acompanhamento de longo prazo (PRAISE-2), em pacientes com insuficiência cardíaca classes NYHA I II e IV, sem sintomas clínicos ou sinais sugestivos de doença isquêmica preexistente, em doses estáveis de inibidores da ECA, digitálicos e diuréticos, o anl odipino não teve qualquer efeito na mortalidade total ou ca rdiovascular. Nesta mesma população, o anlodipino f oi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar , apesar de não existir qualquer diferença signific ante na incidência de piora da insuficiência cardíaca quand o comparada ao placebo.

Referências 1. de Bruijn B, Cocco G, Tyler HM, et al. Multicenter placebo-controlled comparison of amlodipine and atenolol in mild to moderate hypertension. J Cardio vasc Pharmacol 1988; 12[Suppl 7]:S107-S109.

2. Frick MH, McGibney D, Tyler HM, et al. Amlodipine: a double-blind evaluation of the dose-response relationship in mild to moderate hypertension. J Ca rdiovasc Pharmacol 1988;12[Suppl 7]:S76-S78.

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4. Rofman BA. Long term open evaluation of amlodipine versus hydrochlorothiazide in patients with essential hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988 ;12[Suppl 7]:S94-S97.

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6. Heber ME, Brigden G, Al-Khawaja I, Raftery EB. 24h blood pressure control with the once daily antagonist amlodipine. Br J Clin Pharmacol 1989;27: 359-365.

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10. Maclean D, Mitchell ET, Wilcox RG, Walker P, Tyler HM. A double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo added to captopril in modera te to severe hypertension. J Cardiovasc Pharmacol 1988;12 [Suppl 7]:S85-S88.

11. Glasser SP, West TW. Clinical safety and efficacy o f once-a-day amlodipine for chronic stable angina pectoris. Am J Cardiol 1988;62:518-522.

12. Glasser SP, Wizda West T. Clinical safety and effic acy of once-a-day amlodipine for chronic stable ang ina pectoris. Am Heart J 1989;118:1127-1128.

13. Ezekowitz MD, Edmiston A, Hossack K, et al. Eight w eek double-blind crossover comparison of amlodipine and placebo in patients with stable exer tional angina. Circulation 1989;80 [Suppl II]:I-I26 8.

LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 4 14. Thadani U, Wombolt DG, Chesnie BM, et al. Amlodipin e: a once daily calcium antagonist in the treatment of angina pectoris: a parallel dose-respo nse, placebo-controlled study. Am Heart J 1989;118:1135.

15. Chahine RA, Feldman RL, Giles TD, et al. Efficacy a nd safety of amlodipine in vasospastic angina: an interim report of a multicenter, placebo-controlled trial. Am Heart J 1989;118:1128-1130.

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335(15):1107-14.

03

Características farmacológicas

Propriedades Farmacodinâmicas O anlodipino é um inibidor do influxo do íon de cál cio (bloqueador do canal lento de cálcio ou antagon ista do íon cálcio) e inibe o influxo transmembrana do íon cálcio para o interior da musculatura lisa cardíaca e vascular.

O mecanismo da ação anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular lisa. O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino al ivia a angina não está completamente definido, mas reduz o grau de isquemia total pelas duas seguintes ações:

1. o anlodipino dilata as arteríolas periféricas e, d esta maneira, reduz a resistência periférica total (pós-carga) contra o trabalho cardíaco. Uma vez que a fr equência cardíaca permanece estável, esta redução de carga diminui o consumo de energia miocárdica e a necessidade de oxigênio.

2. o mecanismo de ação do anlodipino também envolve, provavelmente, a dilatação das artérias coronárias principais e arteríolas coronárias, tant o em regiões normais e isquêmicas. Esta dilatação aumenta a liberação de oxigênio no miocárdio em pac ientes com espasmo coronariano arterial (angina de Prinzmetal ou angina variante) e abranda a vasoc onstrição coronariana induzida pelo fumo.

Em pacientes com hipertensão, a dose única diária p roporciona reduções clinicamente significantes na p ressão sanguínea durante o intervalo de 24 , tanto nas pos ições supina quanto do indivíduo em pé. Devido ao l ento início de ação, a hipotensão aguda não constitui um a característica da administração de anlodipino.

Em pacientes com angina, a administração de dose ún ica diária de anlodipino aumenta o tempo total de exercício, tempo de início da angina e tempo para a tingir 1 mm de depressão no segmento ST, e diminui tanto a frequência de crises anginosas e o consumo de compr imidos de nitroglicerina.

O anlodipino não foi associado a qualquer efeito me tabólico adverso ou alteração nos lípides plasmátic os, sendo adequada para uso em pacientes com asma, diabetes e gota.

Propriedades Farmacocinéticas Absorção Após administração oral de doses terapêuticas, o an lodipino é bem absorvido com picos plasmáticos entr e 6 e 12 horas após a dose. A biodisponibilidade absoluta fo i estimada entre 64% e 80%. O volume de distribuiçã o é de aproximadamente 21 L/kg. A absorção não é alterada pela ingestão de alimentos.

Os estudos in vitro demonstraram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante está ligado às proteínas plasmáticas.

Biotransformação/Eliminação A meia-vida de eliminação terminal plasmática é de cerca de 35 a 50 horas, e é consistente com a dose única diária. Os níveis plasmáticos no estado de equilíbr io são obtidos após 7 a 8 dias de doses consecutiva s. O anlodipino é amplamente metabolizado no fígado em m etabólitos inativos, com 10% do fármaco inalterado e 60% dos metabólitos excretados na urina.

Uso em Pacientes Idosos LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 5 O tempo para alcançar o pico de concentração plasmá tica do anlodipino é similar para indivíduos jovens e idosos. Em pacientes idosos, o clearance de anlodip ino tende a estar diminuído, resultando em aumentos na área sob a curva (AUC) e na meia-vida de eliminação plas mática. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva (ICC), aumentos na área sob a curva (AUC ) e na meia-vida de eliminação ocorreram conforme o esperado para pacientes com a idade do grupo estuda do.

Dados de Segurança Pré-Clínicos Carcinogênese, Mutagênese, Diminuição da fertilidad e Ratos e camundongos tratados com anlodipino na diet a por 2 anos, em concentrações calculadas para forn ecer níveis de dose diária de 0,5; 1,25 e 2,5 mg/kg/dia, não demonstraram evidência de carcinogenicidade. A dose mais alta (similar no caso de camundongos, e o dobr o* no caso ratos, à dose clínica máxima recomendada de 10 mg na base de mg/m

  • 2) estava próxima à dose máxima tolerada por camundo ngos, mas não por ratos.

Estudos de mutagenicidade não revelaram efeitos rel acionados ao fármaco, mesmo em níveis de genes ou cromossomos.

Não houve efeito na fertilidade de ratos tratados c om anlodipino (machos por 64 dias e fêmeas por 14 d ias antes da reprodução) em doses até 10 mg/kg/dia (8 vezes* a dose máxima recomendada para humanos de 10 mg, na base de mg/m 2).

*com base no peso do paciente de 50 kg.

04

Contraindicações

Norvasc é contraindicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade às diidropiridinas* ou a qualqu er componente da fórmula.

*o anlodipino é um bloqueador do canal de cálcio di idropiridino.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião--dentista.

05

Advertências e precauções

Uso em Pacientes com Insuficiência Cardíaca Em um estudo placebo-controlado de longo prazo com anlodipino (PRAISE-2) em pacientes com insuficiênci a cardíaca de etiologia não isquêmica classes III e I V da New York Heart Association (NYHA), o anlodipin o foi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar , apesar de não existir nenhuma diferença significa nte na incidência de piora da insuficiência cardíaca quand o comparado com o placebo (vide item 3. Característ icas Farmacológicas - Propriedades Farmacodinâmicas).

Uso em Pacientes na Insuficiência Hepática Assim como com todos os antagonistas de cálcio, a m eia-vida do anlodipino é prolongada em pacientes co m insuficiência hepática e as recomendações posológic as neste caso não foram estabelecidas. Portanto, o fármaco deve ser administrado com cautela nestes pacientes.

Fertilidade, Gravidez e Lactação A segurança do anlodipino na gravidez humana ou lac tação não foi estabelecida. O anlodipino não demons trou toxicidade em estudos reprodutivos em animais, a nã o ser atraso do parto e prolongamento do trabalho d e parto em ratos, em níveis de dose 50 vezes superiores à d ose máxima recomendada em humanos. Consequentemente, o uso na gravidez é recomendado apenas quando não e xistir alternativa mais segura e quando a doença po r si só acarreta risco maior para a mãe e para o feto. Não houve efeito sobre a fertilidade de ratos tratados com anlodipino (vide item 3. Características Farmacológ icas - Dados de Segurança Pré-Clínicos).

A experiência em seres humanos indica que o anlodip ino é transferido para o leite materno humano. A pr oporção da concentração média de anlodipino de leite/plasma em 31 mulheres lactantes com hipertensão induzida pela gravidez foi de 0,85 após a administração de anlodi pino numa dose inicial de 5 mg uma vez por dia, que foi ajustada conforme necessário (dose diária média e d ose diária ajustada por peso corporal: 6 mg e 98,7 mcg/kg, respectivamente). A dose diária estimada de anlodip ino no lactente através do leite materno foi de 4,1 7 mcg/kg.

O uso deste medicamento no período da lactação depe nde da avaliação e acompanhamento do médico ou cirurgião-dentista.

LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 6 Norvasc é um medicamento classificado na categoria C de risco de gravidez. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem or ientação médica ou do cirurgião-dentista.

Efeitos na Habilidade de Dirigir e/ou Operar Máquin as A experiência clínica com anlodipino indica que é i mprovável o comprometimento da habilidade de dirigi r ou operar máquinas.

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

06

Interações medicamentosas

O anlodipino tem sido administrado com segurança co m diuréticos tiazídicos, alfa-bloqueadores, beta-bloqueadores, inibidores da enzima conversora de an giotensina (ECA), nitratos de longa ação, nitroglic erina sublingual, anti-inflamatórios não esteroides, anti bióticos e hipoglicemiantes orais.

Dados in vitro de estudos com plasma humano indicam que o anlodip ino não afeta a ligação às proteínas dos fármacos testados (digoxina, fenitoína, varfarina o u indometacina). sinvastatina: a coadministração de múltiplas doses de 10 mg de an lodipino com 80 mg de sinvastatina resultou em um aumento de 77% na exposição à sinvastatina em comparação com a sinvastatina isolada. Limitar a d ose de sinvastatina em pacientes utilizando anlodipino a 20 mg diariamente.

Suco de grapefruit: a coadministração de 240 mL de suco de grapefruit com uma dose oral única de 10 mg de anlodipino em 20 voluntários sadios não teve efeito significativo na farmacocinética do anlodipino. O estudo não permitiu a avaliação do efeito do polimorfismo gené tico no CYP3A4, a enzima primária responsável pelo metabolismo do anlodipino; portanto a administração de anlodipino com grapefruit ou suco de grapefruit não é recomendada uma vez que a biodisponibilidade pode s er aumentada em alguns pacientes resultando em maio res efeitos de redução da pressão sanguínea.

Inibidores de CYP3A4: a coadministração de uma dose diária de 180 mg de diltiazem com 5 mg de anlodipino em pacientes idosos hipertensos (69 a 87 anos de id ade) resultou em um aumento de 57% na exposição sis têmica do anlodipino. A coadministração de eritromicina em voluntários sadios (18 a 43 anos de idade) não mud ou significativamente a exposição sistêmica do anlodip ino (22% de aumento na área sob a curva de concentr ação versus tempo [AUC]). Embora a relevância clínica de sses achados seja incerta, as variações farmacociné ticas podem ser mais pronunciadas em pacientes idosos.

Inibidores fortes de CYP3A4 (por ex. cetoconazol, i traconazol, ritonavir) podem aumentar as concentraç ões plasmáticas do anlodipino por uma extensão superior ao diltiazem. O anlodipino deve ser usado com caut ela quando administrado com inibidores de CYP3A4. claritromicina: a claritromicina é um inibidor de CYP3A4. Existe um risco aumentado de hipotensão em pacientes recebendo claritromicina com anlodipino. Recomenda-se observação atenta de pacientes quando o anlodipino for coadministrado com claritromicina.

Indutores de CYP3A4 : Após coadministração de indutores conhecidos do C YP3A4, a concentração plasmática de anlodipino pode variar. Portanto, a pressão arte rial deve ser monitorada e a regulação da dose deve ser considerada durante e após a medicação concomitante , particularmente com indutores fortes do CYP3A4 (p or exemplo, rifampicina, Hypericum perforatum).

Nos estudos a seguir, não há alterações significati vas na farmacocinética tanto do anlodipino quanto d a outra droga do estudo, quando os mesmos são coadministrad os.

Estudos Especiais: Efeito de Outros Agentes sobre o anlodipino cimetidina: a coadministração de anlodipino com cimetidina não alterou a farmacocinética do anlodipino. alumínio/magnésio (antiácido): a coadministração de alumínio/magnésio (antiácido) com uma dose única de anlodipino não teve efeito significante na farmacoc inética do anlodipino.

LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 7 sildenafila: uma dose única de 100 mg de sildenafila em indivíd uos com hipertensão essencial não teve efeito nos parâmetros farmacocinéticos do anlodipino. Quan do o anlodipino e a sildenafila foram usados em combinação, cada agente, independentemente, exerceu seu efeito próprio na diminuição da pressão sanguí nea.

Estudos Especiais: Efeito do anlodipino sobre Outro s Agentes atorvastatina: a coadministração de doses múltiplas de 10 mg de a nlodipino e 80 mg de atorvastatina não resultou em mudança significante nos parâmetros far macocinéticos no estado de equilíbrio ( steady state) da atorvastatina. digoxina: a coadministração de anlodipino e digoxina não alt erou os níveis séricos ou o clearance renal de digoxina nos voluntários sadios. etanol (Álcool): dose única e doses múltiplas de 10 mg de anlodipin o não tiveram efeito significante na farmacocinética do etanol. varfarina: a coadministração de anlodipino com varfarina não alterou o tempo de resposta de protombina da varfarina. ciclosporina: nenhum estudo de interação medicamentosa foi condu zido com a ciclosporina e o anlodipino em voluntários saudáveis ou outras populações com exce ção dos pacientes com transplante renal. Vários est udos com os pacientes com transplante renal relataram qu e a coadministração de anlodipino com ciclosporina afeta as concentrações mínimas de ciclosporina desde nenhuma alteração até um aumento médio de 40%. Deve-se considerar o monitoramento dos níveis de ciclospori na em pacientes com transplante renal que recebem anlodipino. tacrolimo: existe um risco de aumento nos níveis de tacrolim o no sangue quando coadministrado com anlodipino. A fim de evitar a toxicidade do tacroli mo, a administração do anlodipino em um paciente tr atado com tacrolimo exige monitoramento dos níveis de tac rolimo no sangue e ajuste da dose do tacrolimo, qua ndo apropriado.

Alvo Mecânico dos Inibidores da rapamicina (mTOR): os inibidores de mTOR, tais como, sirolimo, tensirolimo e everolimo são substratos da CYP3A. O anlodipino é um inibidor fraco da CYP3A. Com a utilização concomitante de inibidores de mTOR, o an lodipino pode aumentar a exposição dos inibidores d e mTOR.

Medicamento/interações em testes laboratoriais: desconhecidas.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento

Norvasc deve ser armazenado em temperatura ambient e (de 15 a 30º C). Proteger da luz e umidade e pode ser utilizado por 36 meses a partir da data de fabricaç ão.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

Características físicas e organolépticas:

Norvasc 5 mg: comprimido branco, arredondado, grav ado “NVC5” de um lado e “Pfizer” do outro.

Norvasc 10 mg: comprimido branco, formato de esmer alda, gravado “NVC10” de um lado e “Pfizer” do outr o.

08

Posologia e modo de usar

Norvasc deve ser ingerido com quantidade de líquid o suficiente para deglutição, com ou sem alimentos.

Este medicamento não deve ser partido, aberto ou ma stigado.

No tratamento da hipertensão e da angina, a dose in icial usual de Norvasc é de 5 mg 1 vez ao dia, pod endo ser aumentada para uma dose máxima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente.

LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 8 Não é necessário ajuste de dose de Norvasc na admi nistração concomitante com diuréticos tiazídicos, b eta-bloqueadores e inibidores da enzima conversora da a ngiotensina (ECA).

Uso em Pacientes Idosos Os regimes posológicos habituais são recomendados. Norvasc, usado em doses semelhantes nos pacientes idosos ou jovens, é igualmente bem tolerado.

Uso em Crianças A eficácia e segurança de Norvasc em crianças não foram estabelecidas.

Uso em Pacientes com Insuficiência Hepática Vide item 5. Advertências e Precauções.

Uso em Pacientes com Insuficiência Renal Norvasc pode ser empregado nas doses habituais em pacientes com insuficiência renal. Alterações nas concentrações plasmáticas do anlodipino não estão r elacionadas ao grau de insuficiência renal. O anlod ipino não é dialisável.

Dose Omitida Caso o paciente esqueça de administrar Norvasc no horário estabelecido, deve fazê-lo assim que lembra r.

Entretanto, se já estiver perto do horário de admin istrar a próxima dose, deve desconsiderar a dose es quecida e utilizar a próxima. Neste caso, o paciente não deve tomar a dose duplicada para compensar doses esquec idas.

O esquecimento da dose pode comprometer a eficácia do tratamento.

09

Reações adversas

Norvasc é bem tolerado. Em estudos clínicos placeb o-controlados envolvendo pacientes com hipertensão ou angina, os efeitos colaterais mais comumente observ ados foram:

Classificação por Sistema de Órgãos (MedDRA) Efeito s Indesejáveis Distúrbios do Sistema Nervoso dores de cabeça, tontura, sonolência Distúrbios Cardíacos palpitações Distúrbios Vasculares rubor Distúrbios Gastrintestin ais dor abdominal, náusea Distúrbios gerais e condições do local de administração edema, fadiga Nestes estudos clínicos não foram observados padrõe s de anormalidades laboratoriais clinicamente signi ficantes relacionados ao anlodipino.

Os efeitos colaterais menos comumente observados na experiência pós-comercialização incluem:

Classificação por Sistema de Órgãos (MedDRA) Efeito s Indesejáveis Distúrbios Sanguíneos e do Sistema Linfático leucopenia, trombocitopenia Distúrbios do Metabolismo e Nutrição hiperglicemia Distúrbios Psiquiátricos insônia, humor alterado Distúrbios do Sistema Nervoso hipertonia, hipoestes ia/parestesia, neuropatia periférica, síncope, disgeusia, tremor, transtorno extrapiramidal Distúrbios Visuais deficiência visual Distúrbios do O uvido e Labirinto tinido Distúrbios Vasculares hipotensão, vasculite Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinal tosse, dispneia, rinite Distúrbios Gastrintestinais Mudança da função intes tinal, boca seca, dispepsia (incluindo gastrite), hiperplasia gengival, pancrea tite, vômito Distúrbios da Pele e do Tecido Subcutâneo alopecia, hiperidrose, púrpura, descoloração da pele, urticária Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjunti vo artralgia, dor nas costas, espasmos musculares, LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 9 m ialgia D istúrbios Renais e Urinários polaciúria, distúrbios miccionais, noctúria Distúrbios do Sistema Reprodutivo e Mamas ginecomastia, disfunção erétil Distúrbios gerais e condições do local de administração astenia, mal estar, dor Investigações aumento/redução de peso Os eventos raramente relatados foram as reações alé rgicas, incluindo prurido, rash, angioedema e erite ma multiforme.

Foram raramente relatados casos de hepatite, icterí cia e elevações da enzima hepática (a maioria compa tível com colestase). Alguns casos graves requerendo hospital ização foram relatados em associação ao uso do anlo dipino.

Em muitos casos, a relação de causalidade é incerta .

Assim como com outros bloqueadores do canal de cálc io, os seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não podem ser distinguidos da história natural da doença de base: infarto do miocárdio, ar ritmia (incluindo bradicardia, taquicardia ventricular e f ibrilação atrial) e dor torácica.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

10

Superdose

Os dados disponíveis sugerem que uma grande superdo se poderia resultar em excessiva vasodilatação peri férica e possível taquicardia reflexa. Foi relatada hipote nsão sistêmica acentuada e provavelmente prolongada , incluindo choque com resultado fatal. A administraç ão de carvão ativado a voluntários sadios imediatam ente ou até 2 horas após a ingestão de 10 mg de anlodipino demonstrou uma diminuição significante na absorção do anlodipino. Em alguns casos, lavagem gástrica pode ser útil. Uma hipotensão clinicamente significante devido à superdose da anlodipino requer medida ativa de supo rte cardiovascular, incluindo monitoramento frequen te das funções cardíaca e respiratória, elevação das extre midades, atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. Um vasoconstritor pode ser úti l na recuperação do tônus vascular e pressão sanguí nea, desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Glucona to de cálcio intravenoso pode ser benéfico na rever são dos efeitos dos bloqueadores do canal de cálcio. Uma ve z que a anlodipino é altamente ligada às proteínas plasmáticas, a diálise não constitui um benefício.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

LLD_Bra_CDSv11.0_10Mar2017_v7_NVCCOM_18_VPS 10

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Dizeres legais

Registro: 1.8830.0080 Farm. Resp.: Márcia Yoshie Hacimoto - CRF-RJ nº 13. 349 Produzido e Embalado por:

Laboratórios Pfizer Ltda.

Rodovia Presidente Castelo Branco, n° 32501, km 32, 5 CEP 06696-000 - Itapevi – SP Indústria Brasileira.

Registrado por:

Viatris Farmacêutica do Brasil Ltda.

Estrada Dr. Lourival Martins Beda, nº1118 CEP: 28110-000 - Campos dos Goytacazes - RJ

Cnpj: 11.643.096/0001-22

Venda sob prescrição.

NVCCOM_18 Esta bula foi aprovada pela ANVISA em 23/07/2024.

N v c c o m _1 8 h

Ist ó r ic o d e a

Lter a ç õ

ES D E B U LA D ad o s d a su b m issão e le trô n ica D ad o s d a p e tição /n o tificação q u e alte ra b u la D ad o s d as alte raçõ e s d e b u las D ata d o e xp e d ie n te N °. d o e xp e d ie n te A ssu n to D ata d o e xp e d ie n te N °. d o e xp e d ie n te A ssu n to D ata d e ap ro vação Ite n s d e b u la V e rsõ e s (V P /V P S) A p re se n taçõ e s re lacio n ad as 2 3 /0 7 /20 2 4 A se r g e r a d o n o m om e n to d o p e tic io n a m e n to 1 0 4 5 1 – ME D IC A M EN TO N O V O – N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la – p u b licação n o B u lário R D C 6 0 /1 2 2 3 /0 7 /20 2 4 A se r g e r a d o n o m o m e n to d o p e tic io n a m e n to 1 0 4 5 0 – ME D IC A M EN TO N O V O

  • N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la – p u b licação n o B u lário R D C 6 0 /1 2 2 3 /0 7 /20 2 4 · Id en tificação d o m ed icam en to · Q u an d o n ão d evo u sar e ste m ed icam en to ?

· O q u e d evo sab er an tes d e u sar e ste m ed icam en to ?

· O n d e, co m o e p o r q u an to tem p o p o sso gu ard ar e ste m ed icam en to ?

· C o n tarin d icaçõ es · A d vertên cias e p recau çõ es · C u id ad o s d e arm azen am en to d o m ed icam en to · D izeres legais V P / V P S 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 1 0 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 2 5 /1 0 /2 0 2 1 2 1 6 1 9 3 5 /2 1 -2 M ED IC A M EN TO N O V O

  • N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la - R D C 6 0 /1 2 0 2 /6 /2 0 2 1 2 1 6 1 9 3 5 /2 1 -2 M ED

ICA M EN TO N O V O -So licitação d e Tran sferen cia d e Titu larid ad e d e R egistro (O p eração Co m ercial) 2 2 /7 /2 0 2 1 · D izeres legais · Exclu sao d a ap rese n tação 5 m g co m 1 0 co m p rim id o s V P / V P S 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 6 0 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 6 0 1 0 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 1 0 M G C O M C T B L A L P LA SO P C X 6 0 N V C C O M _1 8 1 6 /1 1 /2 0 2 0 4 0 3 1 9 7 4 2 0 /-1 M ED IC A M EN TO N O V O

  • N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la - R D C 6 0 /1 2 1 6 /1 1 /2 0 2 0 4 0 3 1 9 7 4 /2 0
  • 1 M ED

ICA M EN TO N O V O -N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la - R D C 6 0 /1 2 1 6 /1 1 /2 0 2 0 · R eaçõ es A d versas V P S 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 1 0 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 6 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 5 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 6 0 1 0 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 3 0 1 0 M G C O M C T B L A L P LA S O P C X 6 0 0 9 /0 9 /2 0 1 9 2 1 3 4 6 7 2 1 9 1 M ED IC A M EN TO N O V O

  • N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la - R D C 6 0 /1 2 0 9 /0 9 /2 0 1 9 2 1 3 4 6 7 2 1 9 1 M ED

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ICA M EN TO N O V O -N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la - R D C 6 0 /1 2 1 2 0 4 5 7 1 1 8 3 · O Q U E D EV O SA B ER A N

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  • N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la - R D C 6 0 /1 2 1 7 /0 2 /2 0 1 7 0 2 8 9 4 8 5 1 7 8 1 4 3 8
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ICA M EN TO N O V O -N o tificação d e A lteração d e Texto d e B u la - R D C 6 0 /1 2 · O Q U E D EV O SA B ER A N

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APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
5 MG COM CT BL AL PLAS PVC OPC X 30Tarja vermelha7908236800322R$ 93,12
10 MG COM CT BL AL PLAS PVC OPC X 30Tarja vermelha7908236800353R$ 183,26
5 MG COM CT BL AL PLAS PVC OPC X 60Tarja vermelha7908236800315R$ 191,87
10 MG COM CT BL AL PLAS PVC OPC X 60Tarja vermelha7908236800346R$ 378,04
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

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