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Bulas de Remédios
Similar Tarja vermelha

Ostrazil

Alendronato de sódio · Laboratório Teuto Brasileiro S/A. Bula completa nas versões para paciente e profissional de saúde.

FICHA TÉCNICA
Princípio ativoAlendronato de sódio
FabricanteLaboratório Teuto Brasileiro S/A
Registro MS1.0370.0603
Classe terapêuticaSupressores da reabsorcao ossea
Preço máximo (MG (ICMS 18%))a partir de R$ 63,50
CMED
BULA COMPLETA

Bula de Ostrazil

Fonte: bula do fabricante (Laboratório Teuto Brasileiro S/A) publicada no bulário digital Sara · bula de 17/04/2024 · conferida em 26/10/2026

Versão para o paciente

—

Identificação do medicamento

Ostrazil Comprimido 70mg

MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE Ostrazil alendronato de sódio

Medicamento similar equivalente ao medicamento de r eferência

—

Apresentação

Comprimido 70mg Embalagem contendo 4 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

—

Composição

Cada comprimido contém: alendronato de sódio (equivalente a 70mg de ácido a lendrônico)........................................ 91,37mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, lactose mono idratada, croscarmelose sódica e estearato de magnésio.

01

Para que este medicamento é indicado?

Ostrazil é indicado para o tratamento de sua doença, conhec ida como osteoporose.

Ostrazil o ajudará na prevenção do desenvolvimento de fratu ras.

02

Como este medicamento funciona?

O alendronato de sódio é um composto que atua como um potente inibidor específico da reabsorção óssea.

O alendronato de sódio pertence à classe de medicam entos não hormonais chamados bisfosfonatos, que ajudam na reconstituição dos oss os e faz com que os ossos tenham menos propensão a fraturas.

Como o osso é mantido normal?

O osso sofre um processo normal de reconstrução con tinua. Primeiro, o osso mais antigo é removido (reabsorvido) e então é formado o osso nov o. Esse processo balanceado de reabsorção e formação óssea mantém seu esqueleto saudável e fo rte.

O que é osteoporose e por que ela deve ser tratada?

A osteoporose é um afinamento e enfraquecimento dos ossos. Esse processo é comum em mulheres após a menopausa e também pode ocorrer em homens. A osteoporose ocorre frequentemente em mulheres vários anos após a menop ausa, a qual ocorre quando os ovários param de produzir o hormônio feminino, estrogênio, ou são removidos (que pode ocorrer, por exemplo, durante uma histerectomia). Quanto mais ce do a mulher atinge a menopausa, maior o risco de osteoporose. A osteoporose também pode oco rrer em homens por vários motivos, incluindo envelhecimento e/ou baixo nível de hormôn io masculino, a testosterona. Em todos os casos, o osso é removido mais rápido do que é forma do, de forma que ocorre a perda óssea e o osso torna-se mais fraco. Portanto, a manutenção da massa óssea e a prevenção da perda óssea adicional são importantes para manter seu esqueleto saudável. No início, a osteoporose geralmente não apresenta sintomas. Se não tratada, no entanto, pode resultar em fraturas (ossos quebrados). Embora as fraturas geralmente causem do r, as fraturas dos ossos da coluna podem não ser percebidas até causarem diminuição da altur a. As fraturas podem ocorrer durante as atividades diárias normais, como se levantar, ou de uma lesão de menor gravidade que não fraturaria naturalmente o osso normal. As fraturas ocorrem em geral no quadril, na coluna ou no punho e podem causar não apenas dor, mas também def ormidade e incapacidade consideráveis (como postura encurvada da coluna e perda da mobili dade).

Como a osteoporose pode ser tratada?

Seu médico prescreveu Ostrazil para tratar sua osteoporose. Ostrazil não apenas previne a perda óssea, mas também realmente ajuda a reconstru ir o osso que você possa ter perdido e deixa o osso menos propenso a sofrer fratura. Dessa manei ra, Ostrazil reverte a progressão da osteoporose.

Além disso, seu médico pode recomendar uma ou mais das seguintes mudanças de estilo de vida:

Pare de fumar: Aparentemente, o tabagismo aumenta a velocidade de perda óssea e, consequentemente, pode aumentar seu risco de sofrer fratura.

Faça exercícios: Assim como os músculos, os ossos precisam ser exer citados para permanecerem fortes e saudáveis. Consulte seu médic o antes de iniciar qualquer programa de exercícios.

Alimente-se com uma dieta balanceada: Seu médico pode alertá-la (o) para modificar sua d ieta ou para tomar alguns suplementos nutricionais.

Por que é importante continuar tomando Ostrazil ?

É importante tomar Ostrazil por um longo período para continuar a prevenir a p erda óssea e ajudar a reconstituir o osso que você possa ter per dido. Portanto, é importante seguir as orientações de seu médico para tomar Ostrazil , sem esquecer de tomar as doses ou sem modificar o esquema posológico prescrito.

03

Quando não devo usar este medicamento?

Você não deve tomar Ostrazil se:

-apresentar algum distúrbio do esôfago (o tubo que liga a boca ao estômago);

-não conseguir permanecer em pé ou na posição senta da durante, pelo menos, 30 minutos;

-tiver hipersensibilidade a qualquer componente do produto (veja “Composição”);

-seu médico lhe disser que atualmente você apresent a deficiência de cálcio no sangue.

04

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Informe seu médico sobre quaisquer problemas médico s ou odontológicos que você apresente ou tenha apresentado, incluindo doença renal conhecida , sobre quaisquer tipos de alergias e se for ou tiver sido fumante. Se apresentar qualquer problema digestivo ou de deglutição, informe seu médico antes de tomar este medicamento.

Gravidez e Amamentação: Não tome Ostrazil se você estiver grávida ou amamentando.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Crianças: Ostrazil não é indicado para uso em crianças.

Idosos: Ostrazil age igualmente bem e é bem tolerado por pacientes com idade superior ou inferior a 65 anos.

Dirigir ou Operar Máquinas: Foram relatadas reações adversas com alendronato de sódio que podem afetar sua capacidade de dirigir ou operar má quinas. Respostas individuais ao alendronato de sódio podem variar. (veja “Quais os males que es te medicamento pode me causar?”).

Interações Medicamentosas: (veja “Como devo usar este medicamento?”).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

05

Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Conservar em temperatura ambiente (15 a 30°c). prot eger da luz e

Umidade.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características do medicamento: Comprimido circular biconvexo sem vinco de cor bran ca.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Ca so ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

06

Como devo usar este medicamento?

Escolha um dia da semana que lhe seja mais adequado e nesse dia, tome um comprimido de Ostrazil uma vez por semana.

É importante que você continue tomando este medicam ento durante todo o período receitado pelo seu médico. O tratamento da osteoporose somente ser á possível se você não parar de tomar o comprimido Ostrazil .

COMO USAR Existem coisas importantes que você deve fazer para assegurar o máximo de benefício com Ostrazil .

1. No dia escolhido, ao levantar-se e antes de se alim entar, beber qualquer tipo de líquido ou tomar qualquer outro medicamento, tome um comprimido de Ostrazil com um copo cheio de água filtrada (180-240mL).

-Não tomar com água mineral;

-Não tomar com café ou chá;

-Não tomar com suco;

-Não mastigue ou chupe o comprimido de Ostrazil .

2. Após ter engolido o comprimido de Ostrazil , não se deite – fique em posição ereta (sentada, em pé ou caminhando) durante pelo menos 3 0 minutos e não se deite até que você tenha feito a sua primeira refeição do dia.

3. Não tome Ostrazil à noite, ao se deitar, ou pela manhã, antes de se l evantar.

As recomendações acima facilitarão a chegada do com primido de Ostrazil ao estômago e deste modo, reduzirão o potencial de irritação do esôfago (o tubo que vai da boca ao estômago).

4. Após engolir o comprimido de Ostrazil , espere pelo menos 30 minutos antes de se alimentar, beber ou tomar qualquer outra medicação, incluindo antiácidos, suplementos de cálcio e vitaminas. Ostrazil só é eficaz se ingerido quando seu estômago estive r vazio.

5. Se você sentir dificuldade ou dor ao engolir o com primido, dor no peito ou azia que seja recente ou tenha piorado, pare de tomar este medica mento e procure seu médico.

6. Você sempre deve dizer ao seu médico sobre todos o s medicamentos que esteja tomando ou planeje tomar, incluindo aqueles obtidos sem prescr ição médica.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhe cimento do seu médico.

07

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar e ste medicamento?

Se você se esquecer de tomar o comprimido no dia co rreto, tome-o na manhã do dia em que você se lembrar. Não tome dois comprimidos no mesmo dia. Volte a tomar uma dose por semana, no seu dia escolhido, como originalmente estabelecido.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêut ico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

08

Quais os males que este medicamento pode me caus ar?

A maioria dos pacientes não apresenta efeitos adver sos com alendronato de sódio. No entanto, como qualquer medicamento, alendronato de sódio pod e apresentar efeitos inesperados ou indesejáveis, denominados reações adversas. As reaç ões adversas em geral foram leves. Alguns pacientes podem apresentar distúrbios digestivos, c omo náusea, vômito ou fezes escuras e/ou sanguinolentas. Alguns distúrbios digestivos podem ser graves, incluindo irritação ou ulceração do esôfago (o tubo que liga a boca ao estômago), qu e podem causar dor torácica, refluxo gastroesofágico, dificuldade para engolir ou dor ap ós a deglutição. Estas reações podem ocorrer especialmente se os pacientes não tomarem Ostrazil com um copo cheio de água e/ou se deitarem menos de 30 minutos após tomar Ostrazil ou antes da primeira refeição do dia.

As reações esofagianas podem piorar se os pacientes continuarem a tomar alendronato de sódio após o desenvolvimento dos sintomas sugestivos de i rritação do esôfago.

Alguns pacientes podem experimentar dor óssea, musc ular ou das articulações raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento) graves.

Pacientes que desenvolverem dores ósseas, muscular ou das articulações graves devem entrar em contato com seu médico. A maioria dos pacientes exp erimentou alívio após interromperem o uso.

Os pacientes, raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento), apresentaram inchaço nas juntas ou in chaço nas mãos e pernas.

Sintomas como gripe e resfriado (raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento) com febre), são comuns n o início do tratamento. Em raros casos (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utiliz am este medicamento) pacientes tomando alendronato de sódio apresentam coceira, dor ocular , dor de ouvido ou erupções cutâneas que podem piorar a luz do sol. Foi relatada perda de ca belo.

Raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento) podem ocorrer reações cutâneas graves. Podem ocorrer reaç ões alérgicas, como urticária, ou inchaço da face, dos lábios, da língua e/ou garganta, que pode m causar dificuldade de respiração ou de deglutição. Pacientes podem experimentar vertigem o u alterações no paladar. Raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento), ocorreram úlceras gástricas ou outras úlceras pépticas (algumas graves). Ocorreram úlceras na boca quando o comprimido foi mastigado ou dissolvido na boca.

Os pacientes raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% d os pacientes que utilizam este medicamento) tiveram problemas maxilares associados com o atraso na cura de infecções, frequentemente após extração dentária.

Os pacientes raramente (ocorre entre 0,01% e 0,1% d os pacientes que utilizam este medicamento) apresentaram fraturas em partes específicas do osso da coxa. Contate seu médico, caso você desenvolva uma dor nova ou dor incomum no quadril o u na coxa.

Seu médico possui uma lista mais completa dos efeit os adversos. Se experimentar esses ou quaisquer sintomas incomuns, informe seu médico ime diatamente.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmac êutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe també m a empresa através do seu serviço de atendimento.

09

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Se tomar muitos comprimidos, tome um copo cheio de leite e entre em contato com seu médico imediatamente. Não provoque vômito. Não se deite.

Não há informações específicas relativas à superdos agem com alendronato de sódio. Podem ocorrer hipocalcemia, hipofosfatemia (queda da conc entração de cálcio e fosfato no sangue, respectivamente) e reações gastrintestinais, tais c omo mal-estar gástrico, pirose (queimação gástrica), esofagite, gastrite ou úlcera.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, s e possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

—

Dizeres legais

M.S. n o 1.0370. 0603 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica.

H i st ó ri co de al te

RAÇ ÕE S DE B UL A Da d o s d a s ub m i s sã o e le t r ô ni c a Da d os d a p e t i ç ão / n ot if i c a ç ão q ue a lt e r a bu l a D a do s d as a lt e r aç õ e s d e b u la s D a t a d o e x p e d ie n t e N °. do e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d ie nt e N °. d o e x p e d ie n t e As su n t o D at a d e a p r o v aç ão It e n s d e b ul a Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt aç õ e s r e l ac i o n ad a s 25 / 0 2 /20 1 4 0 1 433 7 4 /14 -1 1 04 57 -SI M I L AR – I n c lu sã o I ni c ia l d e T e x to d e Bu l a -R DC – 6 0 / 12 2 5 /0 2 /20 1 4 0 1 4 33 7 4/ 14 -1 1 0 4 57 -S I M I LA R – I n c l us ã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 2 5 /0 2 / 20 1 4 V e r sã o i n ic ia l VP -7 0 m g c o m c t b l x 4.

04 / 1 2 /20 1 5 1 0 589 9 4 /15 -5 1 07 56 -S I M I LA R -No ti f ic a ç ã o d e a lt e r a ç ã o de te x t o d e b u la p a r a a d e q ua ç ã o à i nt e r c a m b i a lid a d e 0 4 /1 2 /20 1 5 1 0 5 89 9 4/ 15 -5 1 0 7 56 -S I M I L AR -N o tif ic a ç ã o d e a lte r a ç ã o d e t e x to d e bu l a p a r a a d e q u a ç ã o à in te r c a m b ia l id a d e 0 4 /1 2 / 20 1 5 I d e n t if i c a ç ã o d o M e d ic a m e n to VP -7 0 m g c o m c t b l x 4.

04 / 1 2 /20 1 5 1 0 591 2 8 /15 -1 1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 0 4 /1 2 /20 1 5 1 0 5 91 2 8/ 15 -1 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 0 4 /1 2 / 20 1 5 8 . Q u a is o s m a l e s q u e e st e m e d i c a m e n to p o d e m e c a u sa r ?

VP -7 0 m g c o m c t b l x 4.

26 / 1 0 /20 1 6 2 4 261 6 8 /16 -8 1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 2 6 /1 0 /20 1 6 2 4 2 61 6 8/ 16 -8 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 2 6 /1 0 / 20 1 6 I d e n t if i c a ç ã o d o M e d ic a m e n to ( Al te r a ç ã o d o n o m e c o m e r c i a l) VP -7 0 m g c o m c t b l x 4.

1 9 / 05 /2 02 1 1 9 293 5 3 /21 -4 1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 1 9/ 05 /2 02 1 1 9 2 93 5 3/ 21 -4 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 1 9 /05 / 2 02 1 N/ A VP -7 0 m g c o m c t b l x 4.

3 0 / 05 /2 02 2 4 2 270 5 2 /22 -0 1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 3 0/ 05 /2 02 2 4 2 2 70 5 2/ 22 -0 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 3 0 /05 / 2 02 2 5 .

On d e , co m o e p or q u a nt o t e mp o p o sso g u a r d ar e st e m e d ic a m e n t o?

VP -7 0 m g c o m c t b l x 4.

1 7 / 04 /2 02 4 -1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 1 7/ 04 /2 02 4 -1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 1 7 /04 / 2 02 4 D iz e r e s le g a i s ( SA C) VP -7 0 m g c o m c t b l x 4.

Versão para o profissional de saúde

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Identificação do medicamento

Ostrazil Comprimido 70mg

Modelo de bula com informações técnicas aos

PROFISSIONAIS DE SAÚDE Ostrazil alendronato de sódio

Medicamento similar equivalente ao medicamento de r eferência

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Apresentação

Comprimido 70mg Embalagem contendo 4 comprimidos.

Uso oral

Uso adulto

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Composição

Cada comprimido contém: alendronato de sódio (equivalente a 70mg de ácido a lendrônico)........................................ 91,37mg Excipiente q.s.p................................... ................................................... ......................1 comprimido Excipientes: celulose microcristalina, lactose mono idratada, croscarmelose sódica e estearato de magnésio.

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Indicações

Ostrazil é indicado para o tratamento da osteoporose em mul heres na pós-menopausa com osteoporose para prevenir fraturas, inclusive do qu adril e da coluna (fraturas vertebrais por compressão).

Ostrazil é indicado para o tratamento da osteoporose de hom ens para prevenir fraturas.

02

Resultados de eficácia

Tratamento da osteoporose Mulheres pós-menopáusicas Efeito sobre densidade mineral óssea Demonstrou-se a eficácia de alendronato de sódio 10 mg em dose única diária em mulheres na pós-menopausa com osteoporose em quatro estudos clí nicos, duplo-cegos, controlados por placebo, com dois ou três anos de duração. Esses es tudos incluíram dois estudos multicêntricos de grande porte de três anos de duração, de desenho s praticamente idênticos, sendo um deles realizado nos Estados Unidos (EUA) e o outro em 15 países diferentes (estudo multinacional), que envolveu 478 e 516 pacientes, respectivamente. O gráfico a seguir mostra os aumentos médios da densidade mineral óssea (DMO) da coluna l ombar, do colo femoral e em região do trocânter em pacientes que receberam alendronato de sódio 10mg/dia em relação aos pacientes que receberam placebo por três anos para cada um do s estudos.

Estudos de Tratamento da Osteoporose em Mulheres Pós-Menopáusicas Aumento da DMO Alendronato de sódio 10mg/dia durante três anos Analisados de forma combinada, os estudos demonstra ram que após três anos, a DMO da coluna lombar, do colo femoral e da região de trocânter do s pacientes que receberam placebo diminuiu de forma significativa, entre 0,65% e 1,16%. Nos pa cientes que receberam alendronato de sódio 10mg/dia foram observados aumentos altamente signif icativos, tanto em relação período basal como em relação ao placebo, em cada região mensurad a, em cada um dos estudos. A DMO de corpo total também aumentou de forma significativa em ambos os estudos, indicando que os aumentos de massa óssea da coluna lombar e do quadr il não ocorreram à custa de perdas em outros locais do esqueleto. Os aumentos de DMO fica ram evidentes logo aos três meses e continuaram por todo o período de três anos de acom panhamento de tratamento (veja os resultados para a coluna lombar na figura a seguir) . No período de extensão de dois anos desses estudos, o tratamento com alendronato de sódio 10mg /dia resultou em aumentos contínuos da DMO da coluna lombar e da região de trocânter (aume ntos adicionais absolutos entre os anos três e cinco: em coluna lombar, 0,94%; em região de troc ânter, 0,88%). A DMO do colo femoral, antebraço e do corpo como um todo foi mantida. Port anto, alendronato de sódio reverte a progressão da osteoporose. O alendronato de sódio f oi da mesma forma eficaz independentemente da idade, raça, taxa de reabsorçã o óssea no período basal, função renal ou coadministração de ampla variedade de medicamentos comumente utilizados.

Estudos de Tratamento da Osteoporose em Mulheres Pós-Menopáusicas Evolução do Efeito de alendronato de sódio 10mg/dia versus Placebo:

Alteração Percentual da DMO da Espinha Lombar em Relação ao Período Basal A equivalência terapêutica de alendronato de sódio 70mg uma vez por semana (n = 519) e alendronato de sódio 10mg/dia (n = 370) foi demonst rada em um estudo multicêntrico, duplo-cego, com um ano de duração que envolveu mulheres n a pós-menopausa com osteoporose. Os aumentos médios da DMO da coluna lombar em um ano f oram 5,1% (4,8%, 5,4%; 95% IC) no grupo com 70mg uma vez por semana e 5,4% (5,0%, 5,8 %; 95% IC) no grupo 10mg/dia.

Os dois grupos de tratamento também foram similares quanto a aumentos da DMO em outros sítios do esqueleto. Estes dados suportam a expecta tiva de que alendronato de sódio 70mg uma vez por semana reduzirá a incidência de fraturas da mesma maneira que o tratamento diário (veja abaixo).

Efeito na incidência da fratura Para avaliar os efeitos de alendronato de sódio na incidência de fratura vertebral, estudos nos EUA e multinacionais foram combinados numa análise que compara o placebo a um grupo pacientes em tratamento com alendronato de sódio (5 e 10mg ao dia durante três anos ou 20mg ao dia durante dois anos, seguido de 5mg ao dia dur ante um ano). Houve uma redução média significativa, tanto do ponto de vista clínico como estatístico, de 48% na proporção de pacientes com uma ou mais fratura vertebral quando receberam alendronato de sódio em relação àqueles que receberam placebo (3,2% versus 6,2%). Também fo i observada uma redução ainda maior no número total de fraturas vertebrais (4,2 versus 11, 3 por 100 pacientes). Além disso, dos pacientes que sofreram alguma fratura vertebral, aqueles que receberam alendronato de sódio tiveram menor diminuição da altura (5,9mm vs. 23,3mm), devi do à redução tanto na ocorrência como na gravidade das fraturas.

O Estudo de Intervenção de Fratura l (FIT- Fracture intervention Trial) consistiu em dois estudos com mulheres na pós-menopausa:

Um estudo, com duração de três anos, cujas paciente s tinham pelo menos uma fratura vertebral por compressão no início do estudo (período basal) e outro estudo, com quatro anos de duração, com pacientes com massa óssea reduzida, mas sem fra tura vertebral no período basal.

-FIT (Estudo de Intervenção de Fratura): Estudo de Três Anos Este estudo randômico, duplo-cego, controlado por p lacebo e que envolveu 2.027 pacientes (alendronato de sódio, n = 1.022; placebo, n = 1.00 5), demonstrou que o tratamento com alendronato de sódio resultou em reduções significa tivas, tanto do ponto de vista clínico como estatístico, na incidência de fratura em três anos de acompanhamento, como mostrado na tabela a seguir.

Efeito do alendronato de sódio sobre a Incidência d e Fratura no Estudo de Três Anos (FIT) (pacientes com fratura vertebral no período b asal) Pacientes com: % de Pacientes Redução (%) de Incidência de Fratura alendronato de sódio (n= 1.022) Placebo (n= 1.005) Fraturas Vertebrais (diagnosticadas por radiografia) ≥ 1 nova fratura vertebral 7,9 15,0 47 +++ ≥ 2 novas fraturas vertebrais 0,5 4,9 90 +++ Fraturas Sintomáticas (clínicas) ≥ 1 fratura vertebral sintomática 2,3 5,0 54 ++ Qualquer fratura sintomática 13,8 18,1 26 ++ Fratura do quadril 1,1 2,2 51 + Fratura do punho (antebraço) 2,2 4,1 48 + Número avaliável para fraturas vertebrais: alendron ato de sódio, n= 984; placebo, n= 966 +p< 0,05, ++p< 0,01, +++p< 0,001 Além disso, nessa população de pacientes com fratur a vertebral no período basal, o tratamento com alendronato de sódio reduziu significativamente a incidência de hospitalizações decorrentes de qualquer causa (25,0% versus 30,7%, uma redução de 20%). Essa diferença parece estar relacionada, pelo menos em parte, com a redução da incidência de fraturas.

Os dois quadros a seguir demonstram a incidência cu mulativa de fraturas de quadril e punho no Estudo de Três Anos do FIT. Nos dois quadros, a inc idência cumulativa desses tipos de fratura é menor com alendronato de sódio em comparação com o placebo em todos os momentos. O alendronato de sódio reduziu a incidência de fratur a de quadril em 51% e de punho em 48%.

Incidência Cumulativa de Fraturas de Quadril e Punh o no estudo de Três Anos do FIT (pacientes com fratura vertebral no período basal) -Estudo de Intervenção de Fratura (FIT): Estudo de Quatro Anos (com pacientes com massa óssea reduzida, porém sem fratura vertebral no perí odo basal).

Este estudo duplo-cego, randômico, controlado por p lacebo, que envolveu 4.432 pacientes (alendronato de sódio, n = 2.214; placebo, n = 2.21 8) demonstrou a redução da incidência de fraturas com o uso de alendronato de sódio. O objet ivo do estudo foi recrutar mulheres com osteoporose, isto é, com DMO do colo femoral pelo m enos dois desvios padrão abaixo da média para mulheres adultas jovens no período basal. Entr etanto, devido a revisões subsequentes dos valores normativos para DMO do colo femoral, verifi cou-se que 31% das pacientes não se enquadravam nesse critério de escolha, portanto, es se estudo incluiu tanto mulheres com osteoporose como sem osteoporose. Os resultados são apresentados na tabela a seguir para pacientes com osteoporose.

Efeito de alendronato de sódio sobre a Incidência d e Fraturas em Pacientes Com Osteoporose no Estudo de Quatro Anos do FIT (pacientes sem fra tura vertebral no período basal) Pacientes com:

% de Pacientes alendronato de sódio (n= 1.545) Placebo (n= 1.521) Redução (%) da Incidência de Fraturas ≥ 1 fratura sintomática 12,9 16,2 22** ≥ 1 fratura verteb ral 2,5 4,8 48*** ≥ 1 fratura vertebral sintomática 1,0 1,6 41 Fratura de quadril 1,0 1,4 29 Fratura do pulso (antebraço) 3,9 3,8 nenhuma DMO basal do colo femoral pelo menos 2 DP abaixo da média para mulheres adultas jovens Número avaliável para fratura vertebral: alendronat o de sódio n=1.426; placebo, n=1.428 Não significativa **p = 0,01, ***p <0,001 Em todas as pacientes (incluindo as sem osteoporose ), as reduções de incidência de fraturas foram: para ≥ 1 fratura sintomática, 14% (p = 0,072); para ≥ 1 fratura vertebral, 44% (p = 0,001);

≥ 1 fratura vertebral sintomática, 34% (p = 0,178) e fratura de quadril, 21% (p = 0,44). As incidências de fraturas de punho em todas as pacien tes foram de 3,7% no grupo em uso de alendronato de sódio e 3,2% para o grupo placebo (n ão significativo).

Homens A eficácia de alendronato de sódio em homens com os teoporose foi demonstrada em dois estudos clínicos.

Um estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado com placebo, de dois anos de duração, com alendronato de sódio 10mg uma vez ao dia envolveu 2 41 homens entre 31 e 87 anos (média, 63 anos). Em dois anos, os aumentos médios da DMO, em comparação com o placebo, em homens tratados com alendronato de sódio 10mg/dia foram: e m coluna lombar, 5,3%; em colo femoral, 2,6%; em região de trocânter, 3,1% e em corpo total , 1,6% (todos com p≤ 0,001). Compatível com os estudos em mulheres pós-menopáusicas que inc luíram um número expressivamente maior de pacientes, nesses homens, alendronato de sódio 1 0mg/dia reduziu a incidência de novas fraturas vertebrais (determinadas por radiografia q uantitativa) em comparação ao uso de placebo (0,8% versus 7,1%, respectivamente; p= 0,017) e, da mesma forma, também reduziu a perda de estatura (-0,6 versus -2,4mm, respectivamente; p= 0 ,022).

Um estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado com placebo, com um ano de duração, com alendronato de sódio 70mg uma vez por semana, envol veu 167 homens entre 38 e 91 anos (média, 66 anos). Em um ano, os aumentos médios da DMO, em comparação com o placebo, foram significativos nas seguintes regiões: coluna lombar, 2,8% (p≤ 0,001); colo femoral, 1,9% (p= 0,007); região de trocânter, 2,0% (p ≤ 0,001); e corpo total, 1,2% (p=0,018). Esses aumen tos da DMO foram semelhantes aos observados em um ano c om o estudo de alendronato de sódio 10mg uma vez ao dia.

Em ambos os estudos, alendronato de sódio foi efica z, independentemente da idade, função gonadal ou IMC no basal (colo femoral e coluna lomb ar).

03

Características farmacológicas farmacologia clínica

O alendronato de sódio é um bisfosfonato que atua c omo um potente inibidor específico da reabsorção óssea mediada pelos osteoclastos. Os bis fosfonatos são análogos sintéticos do pirofosfato, que se liga à hidroxiapatita encontrad a no osso.

Mecanismo de ação: no nível celular, o alendronato mostra localização preferencial nos locais de reabsorção óssea, especificamente sob os osteocl astos. Os osteoclastos aderem normalmente à superfície óssea, porém, não apresentam a borda em escova, indicativa de reabsorção ativa. O alendronato não interfere com o recrutamento ou fix ação dos osteoclastos, mas inibe a atividade dos osteoclastos.

Farmacocinética Absorção: comparativamente a uma dose de referência administ rada por via intravenosa, a biodisponibilidade do alendronato, em mulheres, foi de 0,64% com doses entre 5 e 70mg administradas por via oral após uma noite de jejum e duas horas antes de um desjejum padrão. A biodisponibilidade em homens (0,6%) foi semelhante. A biodisponibilidade diminuiu de modo equivalente (aproximadamente 40%) quando o alendron ato foi administrado uma hora ou uma hora e meia antes de um desjejum. Nos estudos de os teoporose, o alendronato de sódio eficaz quando administrado pelo menos 30 minutos antes da primeira alimentação ou da ingestão do primeiro líquido do dia.

A biodisponibilidade foi insignificante quando o al endronato foi administrado até duas horas depois de um desjejum padrão. A administração conco mitante do alendronato com café ou suco de laranja reduz a biodisponibilidade em aproximada mente 60%.

Em indivíduos saudáveis, a prednisona (20mg, três v ezes ao dia, por 5 dias) não produziu mudanças clínicas significativas na biodisponibilid ade oral do alendronato (um aumento médio variando de 20% até 44%).

Distribuição: estudos em ratos mostraram que o alendronato distri bui-se transitoriamente nos tecidos moles após a administração intravenosa de 1 mg/kg, mas é rapidamente redistribuído nos ossos ou excretado na urina. O volume médio de dist ribuição no estado de equilíbrio, exclusivo do osso, é de, no mínimo, 28L em humanos. As concen trações plasmáticas do composto após doses terapêuticas por via oral são muito baixas pa ra detecção analítica (menores que 5ng/mL). A taxa de ligação às proteínas plasmáticas humanas é de aproximadamente 78%.

Metabolismo: não há evidência de que o alendronato seja metaboli zado por animais ou por seres humanos.

Eliminação: após a administração de uma única dose intravenosa de alendronato marcado com [ 14C], aproximadamente 50% da radioatividade foi excre tada na urina em 72 horas e pouca ou nenhuma radioatividade foi recuperada nas fezes. Ap ós a administração de uma única dose intravenosa de 10mg, a depuração renal de alendrona to foi de 71mL/min e a depuração sistêmica não excedeu 200mL/min. As concentrações plasmáticas caíram mais de 95% 6 horas após administração intravenosa. Estima-se que a meia-vid a terminal em humanos exceda 10 anos, refletindo a liberação de alendronato do esqueleto.

04

Contraindicações

-Anormalidades do esôfago que retardam o esvaziamen to esofágico, tais como estenose ou acalasia;

-Incapacidade de permanecer em pé ou na posição sen tada durante, no mínimo, 30 minutos;

-Hipersensibilidade a qualquer componente do produt o;

-Hipocalcemia (veja Advertências e Precauções).

05

Advertências e precauções

O alendronato de sódio, assim como outros bifosfona tos orais, pode causar irritação local da mucosa do trato gastrintestinal superior.

Reações adversas no esôfago – tais como esofagite, úlceras e erosões esofagianas raramente seguidas de estenose esofagiana ou perfuração – for am relatadas em pacientes que receberam alendronato de sódio. Em alguns casos, essas ocorrê ncias foram graves e requereram hospitalização. Os médicos devem estar atentos a qu aisquer sinais ou sintomas que indiquem uma possível reação esofagiana, e os pacientes devem se r instruídos a descontinuar o uso de alendronato de sódio e a procurar ajuda médica se a presentarem disfagia, odinofagia, dor retroesternal, pirose ou agravamento de pirose pree xistente.

O risco de reações adversas graves no esôfago parec e ser maior em pacientes que se deitam após ingerir alendronato de sódio e/ou em pacientes que não tomam o comprimido com um copo cheio de água, e/ou em pacientes que continuam tomando al endronato de sódio após desenvolver sintomas sugestivos de irritação esofagiana. Desse modo, é muito importante que a paciente receba e compreenda bem todas as instruções relativ as à administração de Ostrazil (veja Posologia e Modo de usar).

Embora não tenha sido observado risco aumentado em extensivos estudos clínicos, houve raros relatos (após a comercialização) de úlceras gástric as e duodenais, algumas graves e com complicações.

Em razão dos possíveis efeitos irritativos de alend ronato de sódio na mucosa gastrintestinal superior e seu potencial de agravar uma patologia s ubjacente, deve-se ter cautela quando Ostrazil for administrado à pacientes com distúrbios ativos do trato gastrintestinal superior, tais como disfagia, doenças esofagianas (incluindo esôfa go de Barret diagnosticado), gastrite, duodenite ou úlceras.

Para facilitar a chegada ao estômago e, desse modo, reduzir o potencial de irritação esofagiana, os pacientes devem ser instruídos a ingerir alendro nato de sódio com um copo cheio de água e a não se deitar por 30 minutos no mínimo, após a inge stão, e até que façam a primeira refeição do dia. Os pacientes não devem mastigar ou chupar o co mprimido por causa do potencial de ulceração orofaríngea. Os pacientes devem ser espec ialmente instruídos a não tomar Ostrazil à noite, ao deitar ou antes de se levantar. Os pacien tes devem ser informados de que, se não seguirem essas instruções, podem apresentar aumento do risco de problemas esofagianos. Os pacientes devem ser instruídos a interromper o uso de Ostrazil e a procurar um médico se desenvolverem sintomas de doenças esofagianas (tais como dificuldade ou dor ao engolir, dor retroesternal, pirose ou agravamento de pirose pree xistente).

A osteonecrose maxilar localizada (ONM), geralmente associada à extração dentária e/ou a infecção local (incluindo osteomielite) com demora na cura, tem sido relatada com o uso de bisfosfonatos orais (veja Reações Adversas, após a comercialização) Muitos casos que relacionam os bisfosfonatos com a ONM foram relatad os por pacientes em tratamento de câncer com bisfosfonatos intravenoso. Sabe-se que fatores de risco para ONM incluem câncer diagnosticado, terapias concomitantes (por exemplo, quimioterapia, radioterapia, corticosteroides, inibidores da angiogênese), má hi giene oral, algumas comorbidades (por exemplo, doença periodontal e/ou outra doença dentá ria preexistente, anemia, coagulopatia, infecção) e tabagismo. Pacientes que desenvolvem ON M devem receber cuidados apropriados de um cirurgião-dentista e a descontinuação da terapia com bisfosfonato deve ser considerada, com base na avaliação individual da relação risco/benef ício. A cirurgia dentária pode exacerbar a condição.

Para pacientes com necessidade de cirurgia dentária invasiva (por exemplo, extração dentária, implantes dentários), a conduta deverá ser estabele cida com base na avaliação clínica do médico e/ou do cirurgião-dentista, incluindo o tratamento com bisfosfonato de acordo com a avaliação individual da relação risco/benefício.

Foram relatadas dores em ossos, juntas e/ou músculo s em pacientes que estavam tomando bisfosfonatos. Na experiência pós-comercialização, esses sintomas raramente foram graves e/ou incapacitantes (veja Reações Adversas, após a comer cialização). O tempo de início dos sintomas varia de um dia até vários meses após o início do t ratamento. A maioria dos pacientes teve alívio dos sintomas após pararem o tratamento. Um subgrupo teve sintomas recorrentes quando retomou o tratamento com o mesmo medicamento ou com outro bisfosfonato.

Fraturas de baixo impacto em diáfise femoral subtro cantérica e proximal foram relatadas em um pequeno número de pacientes fazendo uso prolongado de bisfosfonato (geralmente mais de três anos). Algumas foram fraturas por estresse (algumas das quais foram relatadas como fraturas por insuficiência), ocorrendo na ausência de trauma apa rente.

Alguns pacientes apresentaram dor prodrômica na áre a afetada, frequentemente associada às características de imagem de fratura por estresse, semanas a meses antes de uma fratura completa ter ocorrido. Aproximadamente um terço destas fratu ras era bilateral; portanto o fêmur contralateral deve ser examinado em pacientes que t enham sofrido uma fratura de estresse da diáfise femoral. Fraturas por estresse com caracter ísticas clínicas similares também ocorreram em pacientes não tratados com bisfosfonatos. Pacientes com suspeita de fraturas por estresse devem ser avaliados, incluindo avaliação de causas descon hecidas e fatores de risco (p.ex., deficiência de vitamina D, má absorção, uso de glicocorticoide, fratura por estresse anterior, artrite ou fratura das extremidades inferiores, aumento de exercícios ou exercícios extremos, diabetes mellitus, abuso crônico de álcool), e receber tratamento orto pédico apropriado. A interrupção da terapia com bisfosfonato em pacientes com fraturas por estr esse deve ser considerada, dependendo da avaliação do paciente, com base na avaliação indivi dual de benefício/risco.

Caso o paciente se esqueça de tomar a dose semanal de Ostrazil , deverá ser instruído a tomá-la na manhã do dia seguinte em que se lembrou. Os paci entes não devem tomar dois comprimidos no mesmo dia, mas devem voltar a tomar um comprimid o por semana, no mesmo dia que havia sido escolhido inicialmente.

Ostrazil não é recomendado para pacientes com depuração da creatinina plasmática <35mL/min (veja Posologia e Modo de usar).

Devem ser consideradas outras causas para a osteopo rose, além da deficiência de estrógeno, envelhecimento e uso de glicocorticoides.

A hipocalcemia deve ser corrigida antes do início d a terapia com Ostrazil (veja Contraindicações). Outros distúrbios do metabolismo mineral (tal como deficiência de vitamina D) também devem ser tratados. Em pacientes nessas c ondições, devem ser monitorados os níveis séricos de cálcio e os sintomas de hipocalcemia dur ante a terapia com Ostrazil .

Devido aos efeitos positivos de alendronato de sódi o na mineralização óssea, pequenas reduções assintomáticas nos níveis séricos de cálcio e fosfa to podem ocorrer, especialmente em pacientes recebendo glicocorticoides, cujas taxas de absorção de cálcio podem estar reduzidas.

Assegurar ingestão adequada de cálcio e vitamina D é particularmente importante em pacientes recebendo glicocorticoides.

Gravidez e Lactação: Categoria de risco B.

O alendronato de sódio não deve ser administrado a mulheres grávidas por não ter sido estudado nesse grupo. O alendronato de sódio não deve ser ad ministrado a nutrizes por não ter sido estudado nesse grupo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulhere s grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Pediátrico: Ostrazil não é indicado para o uso em crianças.

Idosos: Em estudos clínicos, não houve diferença nos perfis de eficácia e segurança de alendronato de sódio relacionada à idade.

Dirigir e Operar Máquinas: Não foram realizados estudos sobre os efeitos sob re a capacidade de dirigir e utilizar máquinas. No entanto, algumas reações adversas que foram relatadas com alendronato de sódio podem afetar a capacidade de a lguns pacientes para dirigir ou operar máquinas. Respostas individuais ao alendronato de s ódio podem variar (veja Reações Adversas).

06

Interações medicamentosas

Se forem administrados concomitantemente, é prováve l que os suplementos de cálcio e ou minerais (incluindo ferro e magnésio), antiácidos e outros medicamentos administrados por via oral interfiram na absorção de alendronato de sódio . Portanto, os pacientes devem esperar pelo menos meia hora após ter ingerido Ostrazil , para tomar qualquer outra medicação por via oral.

Não está prevista nenhuma outra interação medicamen tosa com significado clínico.

O uso concomitante de TRH (estrógeno ± progesterona ) e alendronato de sódio foi avaliado em dois estudos clínicos, de um ou dois anos de duraçã o, que envolveram mulheres na pós-menopausa com osteoporose. O uso combinado de TRH e alendronato de sódio resultou em aumentos maiores da massa óssea e reduções maiores da reabsorção óssea do que o observado com cada terapia isoladamente. Nesses estudos, o pe rfil de tolerabilidade e segurança da associação foi compatível com aquele dos componente s administrados individualmente (veja Reações Adversas, Estudos clínicos, Uso concomitant e com estrógeno/terapia de reposição hormonal).

Não foram realizados estudos específicos de interaç ão. O alendronato de sódio foi utilizado em estudos de osteoporose em homens, mulheres na pós-m enopausa e em usuários de glicocorticoides, estes pacientes utilizavam concom itantemente uma grande faixa de medicamentos, sem evidência de interações clínicas adversas. Nos estudos clínicos, a incidência de reações adversas no trato gastrintestinal superi or foi mais alta em pacientes recebendo terapia diária com doses de alendronato de sódio ma iores que 10mg e com produtos que contenham ácido acetilsalicílico. No entanto, isto não foi observado nos estudos com alendronato de sódio em dose única semanal de 35mg ou 70mg.

Como o uso de anti-inflamatórios não hormonais está associado à irritação gastrintestinal, deve-se ter cuidado durante o uso concomitante com alend ronato.

07

Cuidados de armazenamento do medicamento conservar em temperatura ambiente (15 a 30°c). prot eger da luz e umidade.

Este medicamento tem prazo de validade de 24 meses a partir da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vi de embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido . Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas: Comprimido circular biconvexo sem vinco de cor branca.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance d as crianças.

08

Posologia e modo de usar

Ostrazil deve ser ingerido pelo menos meia hora antes do pr imeiro alimento, bebida ou medicação do dia, somente com água. Outras bebidas (inclusive água mineral), alimentos e alguns medicamentos parecem reduzir a absorção de a lendronato de sódio (veja Interações Medicamentosas).

Para facilitar a chegada ao estômago e reduzir o po tencial de irritação esofagiana, Ostrazil deve ser tomado apenas pela manhã, ao despertar, com um copo cheio de água, e o paciente não deve se deitar por 30 minutos, no mínimo, após a ingestã o, e até que faça a primeira refeição do dia.

Ostrazil não deve ser ingerido à noite, ao deitar, ou antes de se levantar. O não cumprimento dessas instruções pode aumentar o risco de ocorrênc ia de reações adversas esofagianas (veja Advertências e Precauções).

Caso a ingestão diária seja inadequada, os paciente s devem receber doses suplementares de cálcio e vitamina D (veja Advertências e Precauções).

Não é necessário ajuste posológico para pacientes i dosos ou para pacientes com insuficiência renal leve a moderada (depuração da creatinina plas mática de 35 a 60mL/min). Ostrazil não é recomendado para pacientes com insuficiência renal mais grave (depuração da creatinina plasmática < 35mL/min) em razão da falta de experiê ncia com o medicamento em tal condição.

Tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa e em homens: A posologia recomendada é de um comprimido de 70mg semanalmente.

09

Reações adversas

Estudos clínicos Em estudos clínicos, o alendronato de sódio foi ger almente bem tolerado. Em estudos com mais de cinco anos de duração, as reações adversas foram geralmente leves e não requereram a suspensão da terapia.

Tratamento da osteoporose Mulheres na pós-menopausa Em dois estudos com duração de três anos, controlad os com placebo, duplo-cegos, multicêntricos (EUA e multinacional), com protocolos virtualmente idênticos, os perfis globais de segurança de alendronato de sódio 10mg/dia e de placebo foram si milares. As seguintes reações adversas do trato gastrintestinal superior foram relatadas pelo s pesquisadores como possível, provável ou definitivamente relacionadas à medicação em ≥ 1% dos pacientes que receberam alendronato de sódio 10mg uma vez ao dia, e com incidência maior d o que a observada em pacientes que receberam placebo: dor abdominal (alendronato de só dio 6,6% versus placebo, 4,8%), dispepsia (3,6%, 3,5%), úlcera esofagiana (1,5%, 0,0%), disfa gia (1,0%, 0,0%) e distensão abdominal (1,0%, 0,8%).

Raramente (≥ 1/10.000 e < 1.000) ocorreram erupções cutâneas e eritema.

Além disso, as seguintes reações adversas foram rel atadas pelos pesquisadores como possível, provável ou definitivamente relacionadas à medicaçã o em ≥1% das pacientes que receberam alendronato de sódio 10mg/dia e a uma incidência ma ior do que a observada em pacientes que receberam placebo: dores musculoesqueléticas (ossos , músculos ou articulações) [4,1% com alendronato de sódio; versus 2,5% com placebo]; con stipação (3,1%; 1,8%), diarreia (3,1%;

1,8%), flatulência (2,6%; 0,5%), e cefaleia (2,6%; 1,5%).

Na extensão desses estudos, com dois anos de duraçã o (4° e 5° anos), os perfis globais de segurança de alendronato de sódio 10mg uma vez ao d ia foram similares aos observados durante o período de três anos controlado com placebo. Além disso, a proporção de pacientes que descontinuaram o tratamento com alendronato de sódi o 10mg uma vez ao dia, em razão de reações clínicas adversas, foi similar àquela dos t rês primeiros anos do estudo.

Em um estudo com duração de um ano, duplo-cego, mul ticêntrico, os perfis globais de segurança e tolerabilidade de alendronato de sódio 70mg uma v ez por semana (n=519) e alendronato de sódio 10mg uma vez ao dia (n= 370) foram similares. As seguintes reações adversas foram relatadas pelos pesquisadores como possível, prováv el ou definitivamente relacionadas à medicação em ≥ 1% das pacientes em cada grupo de tratamento: dor abdominal (alendronato de sódio 70mg uma vez por semana, 3,7%, alendronato de sódio 10mg uma vez ao dia, 3,0%), dores musculoesqueléticas (ossos, músculos ou articulaçõe s) (2,9%; 3,2%), dispepsia (2,7%; 2,2%), regurgitação ácida (1,9%; 2,4%), náuseas (1,9%; 2,4 %), distensão abdominal (1,0%; 1,4%), constipação (0,8%; 1,6%), flatulência (0,4%; 1,6%), cãibras musculares (0,2%; 1,1%), gastrite (0,2%; 1,1%) e úlcera gástrica (0,0%; 1,1%).

Homens Em um estudo com duração de dois anos, controlado c om placebo, duplo-cego e multicêntrico, o perfil de segurança de alendronato de sódio 10mg um a vez ao dia, observado em 146 homens, foi geralmente similar ao observado no estudo em mulher es na pós-menopausa.

Outros estudos em homens e mulheres Em um estudo endoscópico, com dez semanas de duraçã o, que envolveu homens e mulheres (n= 277; média de idade de 55 anos) não foi observada d iferença entre alendronato de sódio 70mg uma vez por semana e o placebo quanto às lesões do trato gastrintestinal.

Em outro estudo, com um ano de duração, que envolve u homens e mulheres (n= 335, média de idade de 50 anos) os perfis globais de segurança e tolerabilidade de alendronato de sódio 70mg uma vez por semana foram similares aos do placebo e não foi observada diferença entre homens e mulheres.

Prevenção da osteoporose em mulheres na pós-menopausa A segurança de alendronato de sódio em mulheres pós -menopáusicas de 40-60 anos de idade foi avaliada em três estudos duplo-cegos, controlados c om placebo envolvendo mais de 1.400 pacientes randomizadas para receber alendronato de sódio por dois ou três anos. Nestes estudos, o perfil de segurança e tolerabilidade de alendrona to de sódio 5mg/dia (n=642) foi similar ao do placebo (n=648). A única reação adversa relatada pe los investigadores como possível, provável ou definitivamente relacionada ao medicamento, em ≥1% das pacientes tratadas com alendronato de sódio 5mg/dia e em maior incidência do que o pla cebo, foi dispepsia (alendronato de sódio, 1,9% vs. placebo 1,7%).

Em um estudo multicêntrico, duplo-cego de 1 ano de duração, os perfis globais de segurança e tolerabilidade de alendronato de sódio 35mg uma vez por semana (n=362) e de alendronato de sódio 5mg diariamente (n=361) foram similares. As s eguintes reações adversas foram relatadas como possível, provável ou definitivamente relacion adas ao medicamento em ≥1% das pacientes de qualquer grupo de tratamento: regurgitação ácida (alendronato de sódio 35mg uma vez por semana, 4,7%; alendronato de sódio 5mg diariamente, 4,2%), dor abdominal (2,2%, 4,2%), dores musculoesqueléticas (ossos, músculos ou articulaçõe s) [2,2%, 1,9%], dispepsia (1,7%, 2,2%), náusea (1,4%, 2,5%), distensão abdominal (1,1%, 1,4 %), diarreia (0,6%, 1,1%), e constipação (0,3%, 1,7%).

Uso concomitante com terapia de reposição hormonal.

Em dois estudos (de um ano e dois anos de duração) que envolveram mulheres pós-menopáusicas com osteoporose (total: n=853), o perfil de seguran ça e tolerabilidade do tratamento combinado de alendronato de sódio 10mg uma vez ao dia com est rógeno ± progesterona (n=354) foi compatível com aquele dos componentes administrados individualmente.

Tratamento e prevenção da osteoporose induzida por glicocorticoides Em dois estudos multicêntricos, duplo-cegos, contro lados com placebo com um ano de duração em pacientes recebendo tratamento glicocorticoide, os perfis globais de segurança e tolerabilidade de alendronato de sódio 5 e 10mg/dia foram geralmente similares aos de placebo.

As seguintes reações adversas gastrintestinais fora m relatadas como possível, provável ou definitivamente relacionadas ao medicamento, em ≥1% das pacientes tratadas com alendronato de sódio 5mg ou 10mg/dia e com incidências maiores que as do placebo: dor abdominal (alendronato de sódio 10mg, 3,2%; alendronato de só dio 5mg, 1,9%; placebo, 0,0%), regurgitação ácida (2,5%, 1,9%, 1,3%), constipação (1,3%, 0,6%, 0,0%), melena (1,3%, 0,0%, 0,0%) e náuseas (0,6%, 1,2%, 0,6%). O perfil global de segurança e tolerabilidade na população com osteoporose induzida por glicocorticoides, que continuaram a terapia pelo segundo ano, foi consistente ao observado no primeiro ano.

Reações após a comercialização As seguintes reações adversas foram relatadas após a comercialização de alendronato de sódio:

Corpo como um todo: reações de hipersensibilidade, incluindo urticári a e, raramente (≥1/10.000 e <1/1.000), angioedema. Assim como outros bisfosfo natos, sintomas transitórios, como resposta na fase aguda (mialgia, mal-estar geral, astenia e, raramente (≥1/10.000 e <1/1.000), febre), têm sido relatados com alendronato de sódio, tipicament e relacionados com o início do tratamento.

Raramente (≥1/10.000 e <1/1.000), ocorreu hipocalcemia sintomát ica, geralmente associada com condições preexistentes. Raramente, edema periféric o Gastrintestinal: náuseas, vômitos, esofagite, erosões e úlceras es ofagianas, raramente (≥1/10.000 e <1/1.000), estenose esofagiana ou perfur ação e ulcerações orofaríngeas e raramente (≥1/10.000 e <1/1.000), úlceras gástricas e duodenais , algumas graves e com complicações, embora a relação causal não tenha sido estabelecida (veja Advertências e Precauções e Posologia e Modo de usar).

A osteonecrose maxilar localizada, geralmente assoc iada com extração dentária e/ou infecção local (incluindo osteomielite) com demora na cura, foi raramente (≥1/10.000 e <1/1.000) relatada (veja Advertências e Precauções).

Musculoesquelético: dor nos ossos, articulações, músculos, raramente ( ≥1/10.000 e <1/1.000) graves e/ou incapacitantes (veja Advertências e Pre cauções), tumefação articular, fratura de baixo impacto em diáfise femoral (veja Advertências e Pre cauções).

Sistema nervoso: tontura e vertigem, disgeusia.

Pele: erupções cutâneas (ocasionalmente com fotossensibil idade), prurido, alopecia, raramente (≥1/10.000 e <1/1.000) reações graves na pele, inclui ndo Síndrome de Stevens-Johnson, e necrólise epidérmica tóxica.

Sentidos especiais: raramente (≥1/10.000 e <1/1.000) uveíte, raramente ( ≥1/10.000 e <1/1.000) esclerite ou episclerites. Colesteatoma do canal au ditivo externo (osteonecrose focal) tem sido raramento relatado.

Achados laboratoriais Em um estudo duplo-cego, multicêntrico e controlado , reduções assintomáticas, leves e transitórias do cálcio e fosfato sérico foram obser vadas em, aproximadamente, 18 e 10%, respectivamente, dos pacientes que estavam recebend o alendronato de sódio versus, aproximadamente, 12 e 3% daqueles que estavam receb endo placebo. Entretanto, a incidência das reduções do cálcio sérico a < 8,0mg/dL (2,0mM) e do fosfato sérico a ≤2,0mg P/dL (0,65mM) foram similares em ambos os grupos de tratamento.

Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistem a VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.

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Superdose

Não há informações específicas relativas à superdos agem com alendronato de sódio. Podem ocorrer hipocalcemia, hipofosfatemia e reações adve rsas do trato gastrintestinal superior, tais como mal-estar gástrico, pirose, esofagite, gastrit e ou úlcera. Deve ser administrado leite ou antiácido, que se ligam ao alendronato. Por causa d o risco de irritação esofagiana, não se deve induzir o vômito e o paciente deve ser mantido em p osição ereta.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

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Dizeres legais

M.S. n o 1.0370. 0603 Farm. Resp.: Andreia Cavalcante Silva CRF-GO n o 2.659

Laboratório teuto

Brasileiro s/a.

CNPJ – 17.159.229/0001 -76 VP 7-D Módulo 11 Qd. 13 – DAIA CEP 75132-140 – Anápolis – GO Indústria Brasileira

Venda sob prescrição médica.

H i st ó ri co de al te

RAÇ ÕE S DE B UL A Da d o s d a s ub m i s sã o e le t r ô ni c a Da d os d a p e t i ç ão / n ot if i c a ç ão q ue a lt e r a bu l a D a do s d as a lt e r aç õ e s d e b u la s D a t a d o e x p e d ie n t e N °. do e x p e d ie n t e Assu n t o Da t a do e x pe d ie nt e N °. d o e x p e d ie n t e As su n t o D at a d e a p r o v aç ão It e n s d e b ul a Ve r sõ e s ( VP /V PS ) A pr e s e nt aç õ e s r e l ac i o n ad a s 25 / 0 2 /20 1 4 0 1 433 7 4 /14 -1 1 04 57 -SI M I L AR – I n c lu sã o I ni c ia l d e T e x to d e Bu l a -R DC – 6 0 / 12 2 5 /0 2 /20 1 4 0 1 4 33 74 / 14 -1 1 0 4 57 -S I M I LA R – I n c l us ã o I n ic i a l d e Te x t o d e B u la -RD C – 6 0 /1 2 2 5 /0 2 / 20 1 4 V e r sã o i n ic ia l VP S -7 0 m g c o m c t b l x 2.

-7 0 m g c o m c t b l x 4.

-7 0 m g c o m c t b l x 8.

-7 0 m g c o m c t b l x 12 .

-7 0 m g c o m c t b l x 90 ( e m b f r a c) .

-7 0 m g c o m c t b l x 2 00 ( e m b ho sp ) .

-7 0 m g c o m c t b l x 5 00 ( e m b ho sp ) .

04 / 1 2 /20 1 5 1 0 589 9 4 /15 -5 1 07 56 -S I M I LA R -No ti f ic a ç ã o d e a lt e r a ç ã o de te x t o d e b u la p a r a a d e q ua ç ã o à i nt e r c a m b i a lid a d e 0 4 /1 2 /20 1 5 1 0 5 89 9 4/ 15 -5 1 0 7 56 -S I M I L AR -N o tif ic a ç ã o d e a lte r a ç ã o d e t e x to d e bu l a p a r a a d e q u a ç ã o à in te r c a m b ia l id a d e 0 4 /1 2 / 20 1 5 I d e n t if i c a ç ã o d o M e d ic a m e n to VP S -7 0 m g c o m c t b l x 2.

-7 0 m g c o m c t b l x 4.

-7 0 m g c o m c t b l x 8.

-7 0 m g c o m c t b l x 12 .

-7 0 m g c o m c t b l x 90 ( e m b f r a c) .

-7 0 m g c o m c t b l x 2 00 ( e m b ho sp ) .

-7 0 m g c o m c t b l x 5 00 ( e m b ho sp ) .

04 / 1 2 /20 1 5 1 0 591 2 8 /15 -1 1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 0 4 /1 2 /20 1 5 1 0 5 91 2 8/ 15 -1 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 0 4 /1 2 / 20 1 5 9 .

R e a ç õe s Ad v e r s a s VP S -7 0 m g c o m c t b l x 2.

-7 0 m g c o m c t b l x 4.

-7 0 m g c o m c t b l x 8.

-7 0 m g c o m c t b l x 12 .

-7 0 m g c o m c t b l x 90 ( e m b f r a c) .

-7 0 m g c o m c t b l x 2 00 ( e m b ho sp ) .

-7 0 m g c o m c t b l x 5 00 ( e m b ho sp ) .

26 / 1 0 /20 1 6 2 4 261 6 8 /16 -8 1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 2 6 /1 0 /20 1 6 2 4 2 61 6 8/ 16 -8 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 2 6 /1 0 / 20 1 6 I d e n t if i c a ç ã o d o M e d ic a m e n to ( a lt e r a ç ã o d o n o m e c o m e r c i a l) VP S -7 0 m g c o m c t b l x 2.

-7 0 m g c o m c t b l x 4.

-7 0 m g c o m c t b l x 8.

-7 0 m g c o m c t b l x 12 .

-7 0 m g c o m c t b l x 90 ( e m b f r a c) .

-7 0 m g c o m c t b l x 2 00 ( e m b ho sp ) .

-7 0 m g c o m c t b l x 5 00 ( e m b ho sp ) .

1 9 / 05 /2 02 1 1 9 293 5 3 /21 -4 1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 1 9/ 05 /2 02 1 1 9 2 93 5 3/ 21 -4 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 1 9 /05 / 2 02 1 A p r e se n ta ç õ e s 9 .

R e a ç õe s Ad v e r s a s VP S -7 0 m g c o m c t b l x 4.

3 0 / 05 /2 02 2 4 2 270 5 2 /22 -0 1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 3 0/ 05 /2 02 2 4 2 2 70 5 2/ 22 -0 1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 3 0 /05 / 2 02 2 7.

C u id a d o s d e a r m a z e n a m e n to d o m e d i c a m e n to VP S -7 0 m g c o m c t b l x 4.

1 7 / 04 /2 02 4 -1 04 50 -SI M I L AR – No ti f ic a ç ã o d e Al te r a ç ã o d e T e x to d e B ul a – R DC 6 0 /1 2 1 7/ 04 /2 02 4 -1 0 4 50 -S I M I LA R – N o tif ic a ç ã o d e A lt e r a ç ã o d e T e xt o d e B u la – RD C 6 0 /1 2 1 7 /04 / 2 02 4 D iz e r e s le g a i s ( SA C) VP S -7 0 m g c o m c t b l x 4.

APRESENTAÇÕES

Apresentações e preço máximo

Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).

ApresentaçãoTarjaEANPreço máx.
70 MG COM CT BL AL PVC TRANS X 4Tarja vermelha7896112163015R$ 63,50
MESMO PRINCÍPIO ATIVO

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