Bula de Aclasta
Referência · Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda · Reg. MS 1.0047.0654 · bula de 27/09/2023
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
Aclasta® (ácido zoledrônico) Bula do Paciente Sandoz do Brasil Ind. Farm. Ltda.
Solução injetável 5 mg/ 100 mL Aclasta® (ácido zoledrônico) – VP01
ACLASTA ® ácido zoledrônico
Apresentação
Aclasta ® 5 mg/100 mL - embalagem contendo 1 frasco de 100 mL de solução para aplicação intravenosa.
Via intravenosa
Uso adulto
Composição
Cada frasco contém: ácido zoledrônico (anidro)....................................................... 5 mg equivalente a 5,330 mg de ácido zoledrônico monoidratado Excipientes q.s.p...................................................................... 100 mL (manitol (4,95%), citrato de sódio (0,03%) e água para injetáveis).
Conteúdo eletrolítico (sódio): 3,5 mmol/L. Osmolaridade: 260 – 330 mOsmol/L.
Para que este medicamento é indicado?
Aclasta® é utilizado para:
- tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa para reduzir a incidência de fraturas do quadril, vertebrais e não vertebrais e para aumentar a densidade mineral óssea;
- prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa;
- tratamento para aumentar a densidade óssea em homens com osteoporose;
- tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides;
- prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa;
- tratamento da doença de Paget do osso.
Como este medicamento funciona?
A substância ativa do Aclasta® é o ácido zoledrônico. Aclasta® pertence a uma classe de medicamentos denominada bisfosfonatos.
Para o tratamento da osteoporose, no tratamento e prevenção da osteoporose induzida por glicocorticoides e na prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa. Aclasta® age por um ano e você precisará da próxima dose após um ano.
Na doença de Paget, Aclasta® pode agir por mais de um ano e seu médico lhe informará se você precisa ser tratado novamente.
Para prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, Aclasta® é administrado uma vez, como aplicação única. Após um ano, seu médico decidirá se você precisa de outra dose, com base na sua resposta ao tratamento.
Osteoporose e prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa, na prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, no tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides e no tratamento de homens com osteoporose:
Osteoporose é uma doença em que há o enfraquecimento e o afinamento dos ossos. Ossos frágeis podem quebrar mais facilmente. Durante a vida seu organismo mantém seus ossos fortes e saudáveis pela reposição do osso velho por osso novo. Entretanto, na osteoporose, o organismo remove o osso mais rapidamente do que aquele que é formado. Isto causa perda da massa óssea e fraqueza nos ossos. Os ossos fracos são mais propensos a quebrar. A osteoporose é comum em mulheres após menopausa, e ocorre em homens e mulheres com o aumento da idade.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VP01 Pessoas que tem um risco aumentado de osteoporose:
- de cor branca (Caucasianos) ou orientais (Asiáticos);
- magros;
- que possuem um membro da família com osteoporose;
- que não ingerem cálcio ou vitamina D suficiente;
- que não se exercitam;
- que fumam ou bebem álcool com frequência;
- que tomam medicamentos que causam perda óssea (glicocorticoide, como prednisona), por um longo período.
A princípio, a osteoporose normalmente não apresenta sintomas, mas pessoas com osteoporose quebram (fraturam) seus ossos mais facilmente. As fraturas mais comuns ocorrem no quadril, nas costas (coluna) ou ossos do punho. As fraturas da coluna podem não ser dolorosas, mas com o tempo elas podem torná-lo(a) mais baixo(a), ou seja, diminuir sua altura. Com o passar do tempo, as fraturas podem causar dor, incapacidade grave, ou perda de habilidade de locomoção. Aclasta® fortalece seus ossos e, portanto, é menos provável que se quebrem.
Doença de Paget do osso:
É normal que o tecido ósseo antigo seja absorvido e seja substituído por um novo tecido ósseo. Este processo é chamado de remodelação. Na doença de Paget, o tecido ósseo é reabsorvido em excesso e o novo tecido é formado muito rapidamente e de maneira desordenada. O tecido ósseo produzido é mais fraco do que o material ósseo normal. Se a doença de Paget não for tratada, os ossos podem tornar-se deformados, doloridos e podem quebrar. Aclasta® age normalizando o processo de remodelação e aumentando a resistência do osso.
O ácido zoledrônico reduz a ação dos osteoclastos, que são células do corpo que estão envolvidas na quebra do tecido ósseo. Isto leva a diminuição da perda óssea na osteoporose e menor atividade na Doença de Paget.
Se você tem alguma dúvida de como Aclasta® funciona ou por que está medicamento foi prescrito a você, pergunte ao seu médico, farmacêutico ou profissional de saúde.
Quando não devo usar este medicamento?
Este medicamento é contraindicado para uso por:
- pacientes com hipocalcemia (quando os níveis de cálcio em seu sangue estão muito baixos);
- pacientes com problemas graves nos rins;
- paciente grávida ou que planeja engravidar;
- paciente amamentando;
- pacientes alérgicos (hipersensível) ao ácido zoledrônico, outros bisfosfonatos ou a qualquer um dos componentes do Aclasta® listados nesta bula.
Se você acha que pode ser alérgico, solicite orientação do seu médico.
Se algum destes itens se aplicarem a você, não faça uso de Aclasta® e informe seu médico.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Siga cuidadosamente todas as instruções do médico. Elas podem diferir das informações gerais contidas nesta bula.
Tome cuidado especial com Aclasta®
- Se você está sendo tratado com Zometa®, que contém o mesmo princípio ativo do Aclasta®
- Se você tem ou teve algum problema nos rins;
- Se você possui idade avançada;
- Se você não tem água suficiente em seu corpo (desidratação), antes ou depois de tomar Aclasta®;
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VP01
- Se você apresenta deficiência de cálcio ou vitamina D;
- Se você não for capaz de tomar suplementos de cálcio e vitamina D diariamente;
- Se você teve uma ou mais glândulas paratireoides ou a tireoide cirurgicamente removida(s) do seu pescoço;
- Se você teve partes do seu intestino removidas;
- Se você teve ou tem dor, inchaço ou dormência na região da mandíbula, perda de dentes ou quaisquer outros sintomas orais;
- Se você teve ou tem rigidez articular, dores e dificuldade de movimentos (especialmente no quadril, coxa, joelho ou na parte superior do braço), informe ao seu médico, pois pode ser sinal de um problema ósseo chamado osteonecrose (danos ao tecido ósseo devido à perda do fornecimento de sangue ao osso);
- Se você estiver sob tratamento odontológico ou será submetido a uma cirurgia odontológica, como, por exemplo, uma extração de dente, avise seu dentista que você está sendo tratado com Aclasta®.
Se algum destes se aplica a você, informe ao seu médico antes de usar Aclasta®.
É aconselhável que você faça um exame dentário antes do tratamento com Aclasta® e evite procedimentos dentários invasivos durante o tratamento. Esteja informado sobre a importância de uma boa higiene dental, cuidados dentais rotineiros e avaliações dentárias regulares. Comunique imediatamente quaisquer sintomas orais, tais como afrouxamento de um dente, dor, inchaço, feridas que não cicatrizam ou descarga (pus ou exsudação) durante o período do tratamento com Aclasta®.
Idosos (com 65 anos ou mais) Aclasta® pode ser usado por pacientes idosos.
Crianças e adolescentes Aclasta® não é recomendado para pessoas com menos de 18 anos de idade. O uso de Aclasta® em crianças e adolescentes não foi estudado.
Gravidez e amamentação Consulte o seu médico, enfermeiro ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicação. Você não deve usar Aclasta® se estiver grávida ou planeja engravidar. Você não deve usar Aclasta® se estiver amamentando.
Se você estiver grávida ou amamentando, acha que possa estar ou planeja engravidar, consulte seu médico ou farmacêutico antes de utilizar Aclasta®. Seu médico irá discutir com você o risco potencial da utilização do Aclasta® durante a gravidez ou amamentação.
Mulheres em idade fértil Mulheres em idade fértil são aconselhadas a evitarem a gravidez enquanto utilizam Aclasta®. Há um risco teórico de dano fetal (por exemplo anormalidade esqueléticas entre outras), se uma mulher engravidar durante o uso do medicamento.
Dirigir e operar máquinas Não há efeitos conhecidos do Aclasta® na habilidade de dirigir ou operar máquinas.
Tomando outros medicamentos com Aclasta® Informe ao seu médico se você está tomando ou tomou recentemente qualquer outro medicamento inclusive os que você comprou sem receita, pois estes podem interagir com Aclasta®.
É muito importante seu médico saber se você está tomando algum medicamento que possa ser prejudicial para os seus rins, ou diuréticos (remédios que aumentam o volume da urina).
Ingestão de alimentos e bebidas com Aclasta® Certifique-se de que você tomou uma quantidade suficiente de líquido (pelo menos um ou dois copos) antes e depois do tratamento com Aclasta® conforme orientação médica. Isto vai ajudar você a prevenir uma desidratação. Você pode comer normalmente no dia em que receber o tratamento com Aclasta®.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VP01 Informe seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
O medicamento fechado deve ser armazenado à temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Depois de aberto o frasco, o medicamento deve ser usado imediatamente para evitar contaminação microbiana. Se a solução não for usada imediatamente, o tempo de conservação em uso e as condições antes da utilização são da responsabilidade do usuário e normalmente não devem ser superiores a 24 horas à 2 a 8 ºC. Antes de reutilizá-la, a solução deve estar à temperatura ambiente.
Após aberto válido por 24 horas se mantido entre 2 a 8°C.
Aspecto: solução límpida e incolor.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Como devo usar este medicamento?
Siga cuidadosamente as instruções dadas pelo seu médico, enfermeiro ou farmacêutico.
Osteoporose e prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa. A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação por ano, na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.
É importante tomar suplementos de cálcio e vitamina D, indicados pelo seu médico, já que a maioria das pessoas não obtém na dieta quantidade suficiente de cálcio e vitamina D.
Se você teve uma fratura de quadril recente depois de uma queda de uma posição em pé ou mais baixa, uma dose de 50.000 a 125.000 UI de vitamina D será administrada a você por via oral ou por via intramuscular, por seu médico ou enfermeiro antes da primeira infusão de Aclasta®. Por trauma de baixo impacto, é recomendado que o seu médico assegure concentrações séricas apropriadas de vitamina D antes da primeira aplicação de Aclasta®, caso uma dose de ataque de 50.000 a 125.000 UI de vitamina D por via oral ou intramuscular antes da primeira aplicação não esteja disponível.
Para osteoporose e prevenção de fraturas clínicas em pacientes com fratura recente de quadril, Aclasta® funciona por um ano, então você poderá precisar de outra dose após um ano.
Prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa A dose usual é de 5 mg administrada por meio de uma única aplicação na veia realizada pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos. Após um ano, seu médico avaliará se você precisa de um retratamento baseado na sua resposta ao tratamento.
Se você não ingerir cálcio e vitamina D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.
Doença de Paget do osso A dose usual é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos. Uma vez que Aclasta® tem longa duração, você pode não precisar de outra dose de Aclasta® durante um ano ou mais. Seu médico lhe informará se você precisa ser tratado novamente.
Seu médico pode aconselhá-lo a tomar suplementos de cálcio e vitamina D (por exemplo, comprimidos) durante pelo menos os primeiros dez dias após a administração de Aclasta®. É importante que você siga este conselho cuidadosamente para reduzir o risco de hipocalcemia (cálcio no sangue muito baixo) no período Aclasta® (ácido zoledrônico) – VP01 após a aplicação (vide “Quais os males que este medicamento pode causar”). Seu médico lhe informará com relação aos sintomas associados à hipocalcemia.
Tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrada por meio de uma única aplicação por ano na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.
Se você não ingerir cálcio e vitamina D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.
Tratamento de homens com osteoporose para aumentar a densidade mineral óssea A dose usual de Aclasta® é de 5 mg que será administrado por meio de uma única aplicação por ano na veia pelo seu médico ou enfermeiro. A aplicação levará pelo menos 15 minutos.
Se você não ingerir cálcio e vitamina D suficiente pela dieta, você deve tomar suplementos de cálcio e vitamina D (por exemplo, em comprimidos), conforme orientação do seu médico.
Antes de parar a terapia com Aclasta® Se você estiver pensando em interromper seu tratamento com Aclasta®, compareça à sua próxima consulta e discuta com seu médico. Seu médico irá aconselhá-lo e decidirá por quanto tempo você deve ser tratado com Aclasta®.
A duração ideal do uso de Aclasta não foi determinada para uso a longo prazo.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Entre em contato com seu médico ou hospital o mais rápido possível para reagendar sua consulta médica.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me causar?
Como todos os medicamentos, Aclasta® pode causar reações adversas. No entanto, nem todas as pessoas as apresentam. Na maioria dos casos, nenhum tratamento específico é necessário.
As reações adversas relacionadas à primeira infusão são muito comuns (ocorrendo em mais de 40% dos pacientes), mas são menos frequentes nas aplicações subsequentes.
A maioria das reações adversas tais como febre e calafrios, dor nos músculos, ossos ou juntas e dor de cabeça ocorrem nos primeiros três dias após a aplicação de Aclasta®. Os sintomas são geralmente leves a moderados e desaparecem três dias após o início do tratamento. O paracetamol ou ibuprofeno (analgésicos leves) logo após a administração de Aclasta® podem reduzir estes sintomas. A probabilidade de ocorrerem essas reações adversas diminui quando você recebe doses adicionais de Aclasta®.
Algumas reações adversas podem ser graves:
- Podem ocorrer reações de pele como vermelhidão, inchaço e/ou dor no local de aplicação;
- Inchaço, vermelhidão, dor e coceira nos olhos ou sensibilidade do olho à luz;
- Dor na boca, dentes e mandíbula, inchaço e feridas dentro da boca, dormência ou uma sensação de peso na mandíbula, ou afrouxamento de um dente. Estes podem ser sinais de lesão óssea na mandíbula (osteonecrose). Informe ao seu dentista imediatamente se você apresentar estes sintomas;
- Batimentos cardíacos irregulares (fibrilação atrial) foram reportados em pacientes recebendo Aclasta® para o tratamento de osteoporose na pós-menopausa. Não está claro se Aclasta® causa este ritmo cardíaco irregular, porém você deve informar ao seu médico se eles ocorreram após ter recebido Aclasta®;
- Disfunções renais (diminuição da produção de urina, por exemplo) podem ocorrer. Seu médico pode fazer um exame de sangue para verificar sua função renal antes de cada dose de Aclasta®. É importante para você tomar pelo menos 2 copos de líquido (como água), dentro de poucas horas antes de receber Aclasta®, conforme orientação médica.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VP01
- Reações alérgicas graves, incluindo tontura e dificuldade em respirar ou engolir, aperto no peito, urticária, prurido geral, inchaço, coceira; inchaço principalmente da face e garganta (também conhecido como angioedema);
- Em pacientes que fazem tratamento para osteoporose em longo prazo pode ocorrer fratura do osso da coxa.
Contate seu médico se sentir dor, fraqueza ou desconforto no quadril, coxa ou na virilha, pois isto pode ser uma indicação precoce de possível fratura do osso da coxa.
Se você apresentar qualquer uma dessas reações adversas, informe ao seu médico imediatamente.
Tratamento e prevenção da osteoporose na pós-menopausa, tratamento para aumentar a densidade óssea em homens com osteoporose, doença de Paget do osso, prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril, tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides Algumas reações adversas são muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Febre.
Algumas reações adversas são comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Dor de cabeça, tontura, dor de estômago, vômito, diarreia, dor muscular, dor nas juntas, dor nos ossos, dor nas costas, dor nas mãos e/ou pés, sintomas de gripe (como febre, dor de garganta, cansaço, calafrios, dor muscular e nas juntas), calafrios, cansaço e desinteresse, fraqueza, dor, indisposição.
Adicionalmente, nos pacientes com doença de Paget do osso: sintomas devido ao baixo nível de cálcio no sangue, como espasmos musculares, dormência ou sensação de formigamento, especialmente na área ao redor da boca, falta de ar.
Algumas reações adversas são incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Gripe, infecção do trato respiratório superior, diminuição de glóbulos vermelhos, perda de apetite, insônia, diminuição da atenção e consciência, sensação de formigamento ou adormecimento, sonolência, tremor, perda temporária da consciência, conjuntivite (olho vermelho), infecção nos olhos, irritação e inflamação com dor e vermelhidão nos olhos, vertigem, aumento da pressão arterial, rubor, tosse, falta de ar, indisposição gástrica, dor abdominal, constipação, boca seca, azia, erupção cutânea, sudorese excessiva, prurido, vermelhidão na pele, dor no pescoço, rigidez muscular, nos ossos e/ou juntas, inchaço nas juntas, espasmos musculares, dor no ombro, dor nos músculos do peito e caixa torácica, inflamação das juntas, fraqueza muscular, alteração nos resultados de testes renais, frequência urinária anormal, inchaço das mãos, tornozelos ou pés, sede, reação de fase aguda (por exemplo, febre, aumento de batimento cardíaco, cansaço, diminuição de apetite), dor no peito não cardíaca.
Outras possíveis reações adversas Desidratação secundária aos sintomas pós-aplicação como febre, vômito e diarreia; diminuição drástica da pressão sanguínea; sintomas como fraqueza e disfunção muscular, confusão, irritação e delírio (devido ao baixo nível de fosfato no sangue); distúrbio no paladar, dor de dente, dor de estômago, sensação de batimento cardíaco forçado e/ou irregular, reações na pele no local da aplicação, olho vermelho. Se alguma destas reações afetar você de forma grave, informe ao seu médico. Se você notar reações adversas não mencionadas nesta bula, informe seu médico, farmacêutico ou enfermeiro.
Prevenção de osteoporose em mulheres na pós-menopausa com osteopenia Se você tem osteopenia e está sendo tratada com Aclasta® para prevenir osteoporose na pós-menopausa, você poderá apresentar outras reações adversas ou poderá ter algumas reações adversas mais frequentemente em comparação com as acima mencionadas.
Reações adversas muito comuns (ocorre em mais de 10%dos pacientes que utilizam este medicamento) Dor de cabeça, dor de estômago, dor muscular, dor, calafrios.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VP01 Reações adversas comuns (ocorre entre 1%e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
Perda de apetite, tremor, alerta e conscientização reduzidos, conjuntivite (olho vermelho), dor nos olhos, inflamação nos olhos, dor abdominal, constipação, suores noturnos, dor nos músculos, ossos e/ou juntas, espasmos musculares, dor nos músculos do peito e caixa torácica, dor na mandíbula, no pescoço, inchaço nas mãos, tornozelos e pés, reações cutâneas no local da aplicação, dor no peito não cardíaca.
Reações adversas incomuns (ocorre entre 0,1% e 1%dos pacientes que utilizam este medicamento):
Ansiedade, diminuição da sensibilidade da pele, distúrbios do paladar, visão borrada, dor no flanco.
Se qualquer reação adversa tornar-se séria ou se você notar reações adversas não mencionadas nesta bula, informe seu médico, farmacêutico ou enfermeiro.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Se for administrada acidentalmente uma grande quantidade deste medicamento, o paciente deve ser observado e receber um tratamento de suporte adequado. Caso ocorra um evento de superdose que leve a uma hipocalcemia significante clinicamente, a reversão pode ser alcançada com suplementação oral de cálcio e/ou aplicação endovenosa de gluconato de cálcio.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Venda sob prescrição médica
USO RESTRITO A HOSPITAIS Reg. M.S.: 1.0047.0654 Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher CRF-PR nº 17.379 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 12/06/2023.
Fabricado por:
Fresenius Kabi Austria GmbH Graz, Áustria Embalado por:
Lek Pharmaceuticals d.d.
Ljubljana, Eslovênia Registrado e Importado por:
Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua Antônio Rasteiro Filho (Marginal PR 445), 1.920, Cambé – PR
CNPJ: 61.286.647/0001-16 Aclasta® (ácido zoledrônico) – VP01
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
Aclasta® (ácido zoledrônico) Bula do Profissional Sandoz do Brasil Ind. Farm. Ltda.
Solução injetável 5 mg/ 100 mL Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01
ACLASTA ® ácido zoledrônico
Apresentação
Aclasta ® 5 mg/100 mL - embalagem contendo 1 frasco de 100 mL de solução para aplicação intravenosa.
Via intravenosa
Uso adulto
Composição
Cada frasco contém: ácido zoledrônico (anidro)....................................................... 5 mg equivalente a 5,330 mg de ácido zoledrônico monoidratado Excipientes q.s.p...................................................................... 100 mL (manitol (4,95%), citrato de sódio (0,03%) e água para injetáveis).
Conteúdo eletrolítico (sódio): 3,5 mmol/L. Osmolaridade: 260 – 330 mOsmol/L.
Indicações
Aclasta® é indicado para:
Tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa para reduzir a incidência de fraturas do quadril, vertebrais e não vertebrais e para aumentar a densidade mineral óssea;
Prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa;
Prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres na pós-menopausa;
Tratamento para aumentar a densidade óssea em homens com osteoporose;
Tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides;
Tratamento da doença de Paget do osso.
Resultados de eficácia
Resultados de estudos clínicos para o tratamento da osteoporose na pós-menopausa Estudo principal A eficácia e segurança de Aclasta® foram demonstradas no estudo HORIZON-PFT, um estudo multinacional, placebo- controlado, duplo-cego, randomizado que incluiu 7.736 mulheres com idades entre 65 e 89 anos com: escore T da DMO (densidade mineral óssea) do colo femoral menor ou igual a -1,5 e pelo menos duas fraturas vertebrais pré-existentes leves ou uma fratura moderada; ou escore T da DMO do colo femoral menor ou igual a -2,5 com ou sem evidência de fratura(s) vertebral(is) pré-existente(s). Aclasta® foi administrado uma vez ao ano por três anos consecutivos, como uma dose única de 5 mg em 100 mL de solução administrada em pelo menos 15 minutos, totalizando três doses. As duas variáveis primárias de eficácia foram a incidência de fraturas vertebrais morfométricas em 3 anos, e a incidência de fraturas de quadril por um período de duração médio de 3 anos. As 7.736 mulheres foram avaliadas para a incidência de todas as fraturas clínicas e de quadril. Destas mulheres, 5.661 foram avaliadas anualmente para a incidência de fraturas vertebrais. As mulheres que foram avaliadas para a incidência de fraturas vertebrais não receberam nenhuma outra terapia para osteoporose concomitante, o que foi permitido em parte das mulheres que contribuíram para a avaliação de todas as fraturas clínicas e de quadril. A terapia para osteoporose concomitante permitida incluiu: calcitonina, raloxifeno, tamoxifeno, terapia de reposição hormonal, tibolona; mas excluiu outros bisfosfonatos. Todas as mulheres receberam de 1.000 a 1.500 mg de cálcio elementar e suplementos de 400 a 1.200 UI de vitamina D por dia.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Estudo de extensão Este foi um estudo de extensão de 3 anos, multicêntrico, internacional, randomizado, duplo-cego, em mulheres na pós- menopausa com osteoporose que tinham completado a participação no estudo principal HORIZON-PFT (2.456 mulheres). As pacientes que receberam ácido zoledrônico no estudo principal foram randomizadas de forma 1:1 para receber tanto o ácido zoledrônico (Z6) ou placebo (Z3P3) no estudo de extensão. As pacientes que receberam placebo no estudo principal foram designadas para o ácido zoledrônico (P3Z3) no estudo de extensão para mascarar a designação do tratamento do estudo principal, permanecendo em andamento e cego. O objetivo principal deste estudo de extensão foi avaliar a variação percentual da densidade mineral óssea (DMO) do colo femoral, conforme medido por dupla absorção de raios-x (DXA) do Ano 6 em relação ao Ano 3 em pacientes do grupo Z6 comparado ao Grupo Z3P3 de pacientes. A incidência de fraturas vertebrais morfométricas (uma das variáveis de eficácia coprimária do estudo principal) foi incluída como uma das variáveis de eficácia secundária no estudo de extensão.
Efeito na Fratura Vertebral no tratamento da osteoporose na pós-menopausa Estudo principal Aclasta® reduziu significativamente a incidência de uma ou mais novas fraturas vertebrais no período de três anos; este efeito já observado a partir do primeiro ano de tratamento (vide Tabela 1).
Tabela 1 - Resumo da eficácia de fraturas vertebrais aos 12, 24 e 36 meses Resultado Aclasta® (%) Placebo (%) Redução absoluta na incidência de fratura % (IC) Redução relativa na incidência de fratura % (IC) Pelo menos uma nova fratura vertebral (0 – 1 ano) 1,5 3,7 2,2 (1,4; 3,1) 60 (43, 72)** Pelo menos uma nova fratura vertebral (0 – 2 anos) 2,2 7,7 5,5 (4,3; 6,6) 71 (61, 78)** Pelo menos uma nova fratura vertebral (0 – 3 anos) 3,9 12,8 8,9 (7,3; 10,5) 70 (62, 76)** ** p < 0,0001 Aclasta® reduziu significativamente o risco de uma ou mais fraturas vertebrais nova/agravada no primeiro ano (58%), no segundo ano (68%) e no terceiro ano (67%) (todas p < 0,0001). Aclasta® reduziu significativamente o risco de pelo menos uma fratura vertebral nova moderada ou grave no primeiro ano (60%), no segundo ano (71%) e no terceiro ano (70%) (todas p < 0,0001).
As reduções de fraturas vertebrais nos três anos foram consistentes e significativamente maiores que o placebo independentemente da idade, região geográfica, raça, índice de massa corpórea, número de fraturas vertebrais no início do tratamento, escore T da DMO do colo femoral ou uso prévio de bisfosfonatos.
Especificamente para pacientes com 75 anos ou mais, os pacientes com Aclasta® tiveram uma redução de 61% no risco de fraturas vertebrais comparado aos pacientes com placebo (p < 0,0001).
Estudo de extensão Três infusões anuais adicionais de Aclasta®, em comparação ao placebo, reduziu significativamente o risco de novas fraturas vertebrais morfométricas e novas/agravamentos de fraturas vertebrais morfométricas (Tabela 2).
Durante 3 anos, novas fraturas vertebrais morfométricas ocorreram em 3,0% das pacientes do grupo Z6 em comparação com 6,2% das pacientes do grupo Z3P3. Isto corresponde a uma redução estatisticamente Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 significativa de risco absoluto de 3,2% e uma redução de risco relativo de 52% (IC 95%: 10% a 74%, p < 0,05).
Fraturas vertebrais morfométricas novas ou agravamento ocorreram em 3,4% das pacientes do grupo Z6 em comparação com 7,0% das pacientes do grupo Z3P3. Isto corresponde a uma redução de risco absoluto estatisticamente significativa de 3,6% e uma redução de risco relativo de 51% (IC 95%: 13% a 63%, p < 0,05).
Tabela 2 - Comparação entre o tratamento da proporção de pacientes com fratura vertebral morfométrica no Ano 6 em relação ao Ano 3 Desfecho Tratamento n/N (%) Risco relativo (IC 95%) Taxa de probabilidade (IC95%) Novas fraturas vertebrais morfométricas Z6 Z3P3 14/469 (3,0) 30/486 (6,2) 0,48 (0,26; 0,90) -0,51 (0,26; 0,95)* -Novas/agravamentos de fraturas vertebrais morfométricas Z6 Z3P3 16/469 (3,4) 34/486 (7,0) 0,49 (0,27; 0,87) -0,52 (0,27; 0,94)* -
- p < 0,05 Efeito na Fratura de Quadril no tratamento da osteoporose na pós-menopausa Aclasta® demonstrou uma redução de 40% no risco de fraturas de quadril em 3 anos. A incidência de fratura de quadril foi de 1,45% para os pacientes tratados com Aclasta® comparado a 2,50% para os pacientes tratados com placebo. O efeito ao longo do tempo está representado na Figura 1.
Figura 1 - Incidência cumulativa de fratura de quadril em 3 anos Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Em mulheres que não fizeram terapia concomitante para osteoporose, Aclasta® demonstrou uma redução de 40% (p = 0,0089) no risco de fraturas de quadril durante este período. Em mulheres onde foi permitida terapia concomitante para osteoporose associada ao uso de Aclasta®, foi demonstrada uma redução de 42% (p = 0,1707) no risco de fraturas de quadril durante este período.
As reduções nas fraturas de quadril em 3 anos foram maiores que o placebo independentemente da idade, região geográfica, raça, índice de massa corpórea, número de fraturas vertebrais no início do tratamento ou escore T da DMO do colo femoral.
Efeito em Todas as Fraturas Clínicas no tratamento da osteoporose na pós-menopausa Aclasta® demonstrou superioridade ao placebo na redução da incidência de todas as fraturas clínicas, fraturas clínicas vertebrais e não vertebrais. Todas as fraturas clínicas foram verificadas baseadas em radiografias e/ou evidências clínicas. Um resumo dos resultados está apresentado na Tabela 3.
Tabela 3 - Comparações entre tratamentos na incidência de variáveis primárias de fratura clínica em 3 anos Resultado Aclasta® (n = 3.875) Incidência de eventos (%) Placebo (n = 3.861) Incidência de eventos (%) Redução absoluta na incidência de fraturas (%) Redução de risco relativo na incidência de fraturas (%) Qualquer fratura clínica(1) 8,4 12,9 4,5 33** Fratura clínica vertebral(2) 0,6 2,6 2,0 75** Fratura não vertebral(1) 7,9 10,7 2,8 25* *valor de p < 0,001 **valor de p < 0,0001 (1) Excluindo fraturas faciais e dos dedos das mãos e pés (2) Incluindo fraturas vertebrais clínicas lombares e torácicas Efeito na Densidade Mineral Óssea (DMO) no tratamento da osteoporose na pós-menopausa Estudo principal Aclasta® aumentou significativamente a DMO na coluna lombar, quadril e rádio distal em relação ao tratamento com placebo em todos os períodos (6, 12, 24 e 36 meses). O tratamento com Aclasta® resultou em um aumento de 6,9% na DMO na coluna lombar, 6,0% em região de fêmur total, 5,0% no colo femoral e 3,2% no rádio distal durante três anos quando comparado ao placebo.
Estudo de extensão Em comparação ao tratamento com ácido zoledrônico por 3 anos seguidos de 3 anos de placebo (grupo de tratamento Z3P3), o tratamento com ácido zoledrônico durante 6 anos (grupo tratamento Z6) foi superior no aumento da DMO do colo femoral no Ano 6 comparado ao Ano 3 (diferença de 1,04%, IC: 0,43-1,65%).
Resultados semelhantes foram observados para o DMO em região de fêmur total e da coluna lombar (vide Tabela 4).
Tabela 4 - Comparação entre o tratamento por mudança de percentual no colo femural, quadril total e coluna lombar em relação ao Ano 6 e Ano 3 Localização Tratamento N MQ médio (Erro Padrão) Diferença MQ médio (Erro Padrão) Colo femoral Z6 Z3P3 451 470 0,24 -0,80 1,04 (0,43; 1,65)** -Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Fêmur total Z6 Z3P3 451 470 -0,36 -1,58 1,22 (0,75; 1,70)** -Coluna lombar Z6 Z3P3 100 84 3,20 1,18 2,03 (0,76; 3,29)* -MQ médio = mínimo quadrado médio
- p < 0,01 ** p < 0,001 Histologia óssea no tratamento da osteoporose na pós-menopausa A histomorfometria óssea dinâmica em 36 pacientes com osteoporose pós-menopausa tratadas com doses anuais de Aclasta® por três anos mostrou ossos de qualidade normal sem evidência de remodelação óssea prejudicada e nenhuma evidência de defeitos de mineralização. A análise por tomografia microcomputadorizada demonstrou preservação da arquitetura do osso trabecular em pacientes tratados com Aclasta® comparado ao placebo.
Marcadores da remodelação óssea (turnover ósseo) no tratamento da osteoporose na pós-menopausa Estudo principal A fosfatase alcalina específica óssea (FAo), propeptídeo sérico N-terminal do colágeno tipo I (P1NP) e beta-C- telopeptídeos sérico (b-CTx) foram avaliados em subconjuntos variando de 517 a 1.246 pacientes em intervalos pré-estabelecidos ao longo do estudo. O tratamento com uma dose anual de 5 mg de Aclasta® reduziu os marcadores de remodelação óssea (turnover ósseo) ao nível da pré-menopausa. Doses repetidas não levaram a maiores reduções dos marcadores de remodelação óssea.
Estudo de extensão Três marcadores de remodelação óssea foram avaliados em subconjuntos de pacientes dos grupos Z6 e Z3P3 que variam de 35 a 90 pacientes para b-CTx, 82-115 pacientes para FAo e 806 a 1.140 pacientes para P1NP em intervalos periódicos ao longo do estudo. Os níveis dos marcadores de remodelação óssea permaneceram constantes no grupo Z6, mas aumentaram ligeiramente no grupo Z3P3 embora em ambos os grupos de tratamento, os níveis de marcadores de remodelação óssea permaneceram abaixo dos níveis de pré-tratamento, que foram obtidos no início do estudo de seis anos.
Efeito na altura no tratamento da osteoporose na pós-menopausa A estatura foi medida anualmente usando um estadiômetro nos 3 anos de estudo. O grupo de Aclasta® revelou menor perda de estatura comparado ao placebo (4,2 mm vs. 6,7 mm respectivamente p < 0,0001).
Dias de incapacitação no tratamento da osteoporose na pós-menopausa No estudo principal Aclasta® reduziu significativamente tanto os dias de atividade limitada como os dias de acamação devido à dor nas costas e fraturas comparado ao placebo (todas p < 0,01).
Resultados de estudos clínicos na prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril A eficácia e segurança de Aclasta® na prevenção de fraturas clínicas em pacientes que sofreram uma fratura recente de quadril por trauma de baixo impacto foi demonstrado no estudo HORIZON-RFT, um estudo multinacional, placebo-controlado, duplo-cego, randomizado com 2.127 homens e mulheres com idade entre 50-95 anos (idade média de 74,5 anos). A incidência de fraturas clínicas, incluindo fraturas vertebrais, não vertebrais e de quadril, foi avaliada em 2.127 homens e mulheres com fratura recente (dentro de 90 dias) decorrente de trauma de baixo impacto que foram acompanhados por um período médio de dois anos. As seguintes terapias concomitantes de osteoporose foram permitidas: calcitonina, raloxifeno, tamoxifeno, terapia de reposição hormonal, tibolona, DHEAs, ipriflavona, e testosterona, como reposição hormonal no caso de homens com hipogonadismo, foram excluídos pacientes em terapia com outros bisfosfonatos ou paratormônio.
Aclasta® foi aplicado uma vez por ano como dose única de 5 mg em solução de 100 mL, administrado em pelo menos 15 minutos, até que pelo menos 211 pacientes tivessem fraturas clínicas confirmadas na Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 população de estudo. Os níveis de vitamina D não foram rotineiramente medidos, mas um bolus de vitamina D (50.000 a 125.000 UI por via oral ou intramuscular) foi administrado na maioria dos pacientes, duas semanas antes da aplicação.
Todos os participantes receberam suplemento diário de 1.000 a 1.500 mg de cálcio elementar associado a 800 a 1.200 UI de vitamina D. A variável primária de eficácia foi a incidência de fraturas clínicas no decorrer do estudo.
Efeitos em Todas as Fraturas Clínicas na prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril No estudo HORIZON-RFT, o tratamento com Aclasta® reduziu significativamente a incidência de qualquer fratura clínica em 35%. Houve também uma redução de 46% no risco de fratura clínica vertebral; uma redução de 27% no risco de fraturas não vertebrais com o uso de Aclasta®. Foi observado um risco reduzido em 30% nas fraturas de quadril subsequentes para o grupo em uso de Aclasta® que não atingiu significância estatística.
A incidência de mortalidade por todas as causas foi de 10% (101 pacientes) no grupo tratado com Aclasta®, em comparação com 13% (141 pacientes) no grupo placebo. Isto corresponde a uma redução de 28% no risco de mortalidade por todas as causas (p = 0,01).
Tabela 5 - Comparações entre tratamentos quanto à incidência de variáveis primárias de fratura clínica Resultado Aclasta® (n = 1.064) incidência de evento (%) Placebo (n = 1.063) incidência de evento (%) Redução absoluta na incidência de evento de fratura (%) Redução de risco relativo na incidência de fratura (%) Qualquer fratura clínica(1) 8,6 13,9 5,3 35** Fratura clínica vertebral(2) 1,7 3,8 2,1 46* Fratura não vertebral(1) 7,6 10,7 3,1 27* Fratura de quadril 2,0 3,5 1,5 30 *valor de p < 0,05 **valor de p < 0,005 (1) Excluindo fraturas faciais e dos dedos das mãos e dos pés (2) Incluindo fraturas vertebrais torácicas e lombares Efeito na Densidade Mineral Óssea (DMO) na prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril No estudo HORIZON-RFT, o tratamento com Aclasta® aumentou significativamente a DMO de quadril e colo femoral em relação ao placebo em todos os períodos (12, 24, e 36 meses). O tratamento com Aclasta® resultou em um aumento de 5,4% na DMO de fêmur total e de 4,3% no colo femoral aos 24 meses quando comparado ao placebo. Resultados similares significantes foram observados para medidas de DMO do colo femoral.
Resultados de estudos clínicos no tratamento de osteoporose em homens A eficácia e a segurança do Aclasta® em homens com osteoporose ou significativa osteoporose secundária decorrente de hipogonadismo foram avaliadas em um estudo randomizado, multicêntrico, duplo-cego, ativo-controlado com 302 homens com faixa etária entre 25 a 86 anos (idade média de 64 anos). A duração do estudo foi de dois anos. Os pacientes foram randomizados para o uso de Aclasta®, que foi administrado uma vez ao ano na forma de aplicação endovenosa única anual de 5 mg em 100 mL durante 15 minutos em um total de duas doses, ou para o uso de 70 mg de alendronato por via oral, semanalmente, por dois anos. Todos os participantes receberam 1.000 mg de cálcio elementar e 800 a 1.000 UI de suplemento de vitamina D por Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 dia. A eficácia era demonstrada caso a não inferioridade ao alendronato fosse comprovada em relação à alteração na porcentagem da DMO de coluna lombar em 24 meses com relação ao início do estudo.
Efeito sobre a Densidade Mineral Óssea (DMO) no tratamento da osteoporose em homens A administração anual de Aclasta® não foi inferior ao alendronato semanal quanto à variação na porcentagem da DMO de coluna lombar em 24 meses com relação ao valor inicial (aumento de 6,1% no grupo em uso de Aclasta® em comparação a 6,2% no grupo alendronato). Os aumentos percentuais da DMO de coluna lombar no mês 12 também foram semelhantes entre os grupos de tratamento.
Resultados de estudos clínicos no tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides A eficácia e a segurança de Aclasta® no tratamento e na prevenção da osteoporose induzida por glicocorticoides foram avaliadas em um estudo randomizado, multicêntrico, duplo-cego, estratificado, ativo-controlado com 833 homens e mulheres com faixa etária entre 18 a 85 anos (idade média de 54,4 anos) tratados com > 7,5 mg/dia de prednisona por via oral (ou equivalente). Os pacientes na subpopulação de prevenção foram tratados com glicocorticoides por menos de 3 meses antes da randomização, e na subpopulação de tratamento foram tratados com glicocorticoides por mais de 3 meses antes da randomização.
A duração do estudo foi de um ano. Os pacientes foram randomizados para o Aclasta®, que foi administrado uma única vez na forma de aplicação endovenosa de 5 mg em 100 mL durante 15 minutos, ou para 5 mg de risedronato por via oral, diariamente, por um ano. Todos os participantes receberam diariamente 1.000 mg de cálcio elementar e 400 a 1.000 UI de suplemento de vitamina D. O estudo foi desenhado para demonstrar a não inferioridade de uma única aplicação de Aclasta® em relação ao risedronato nessas duas subpopulações. A eficácia era demonstrada se a não inferioridade ao risedronato fosse comprovada sequencialmente em relação à variação percentual na DMO de coluna lombar em 12 meses com relação aos valores de pré-tratamento nas subpopulações de tratamento e prevenção, respectivamente.
Efeito sobre a Densidade Mineral Óssea (DMO) no tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides Os aumentos da DMO foram significativamente maiores no grupo tratado com Aclasta® em todos os sítios, que incluíram coluna lombar, colo femoral, fêmur total, trocânter, e rádio distal em 12 meses em comparação ao risedronato (todos os valores p < 0,03). Um resumo dos principais resultados é apresentado na Tabela 6.
Tabela 6 - Efeitos de Aclasta® e do risedronato sobre a densidade mineral óssea da coluna lombar, fêmur total e colo femoral (população ITT modificada) População Local Aclasta® n MQ médio (Erro Padrão) risedronato n MQ médio (Erro Padrão) Diferença MQ médio (IC 95%) Tratamento Coluna lombar 249 4,06 (0,28) 245 2,71 (0,28) 1,36 (0,67; 2,05)** Fêmur total 247 1,65 (0,21) 239 0,45 (0,20) 1,21 (0,71; 1,79)** Colo femoral 247 1,45 (0,31) 239 0,39 (0,30) 1,06 (0,32; 1,79)* Prevenção Coluna lombar 129 2,60 (0,45) 136 0,64 (0,46) 1,96 (1,04; 2,88)** Fêmur total 126 1,54 (0,36) 135 0,03 (0,36) 1,51 (0,78; 2,23)** Colo femoral 126 1,30 (0,45) 135 -0,03 (0,46) 1,33 (0,41; 2,25)* MQ médio = mínimo quadrado médio
- p < 0,01 ** p < 0,001 Histologia Óssea no tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides As amostras de biópsia óssea foram obtidas no mês 12 em 23 pacientes tratados com uma dose anual de Aclasta® ou risedronato por via oral, diariamente (12 no grupo de tratamento do Aclasta® e 11 no grupo de tratamento do risedronato). Todas as biópsias estavam apropriadas para a avaliação histomorfométrica Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 qualitativa. As avaliações qualitativas e quantitativas demonstraram osso de arquitetura e qualidade normal, sem defeitos de mineralização.
Resultados de estudos clínicos na prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa A eficácia e a segurança de Aclasta® na prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa foram avaliadas em um estudo de dois anos, randomizado, multicêntrico, duplo-cego, placebo-controlado em 581 mulheres na pós-menopausa com idade ≥ 45 anos, estratificadas pelo tempo (anos) desde a menopausa. Estrato I: mulheres na menopausa há < 5 anos (n = 224); estrato II, mulheres na menopausa há pelo menos 5 anos (n = 357). As pacientes dos estratos I e II foram randomizadas em um dos três grupos de tratamento: administração de Aclasta® anualmente, na randomização e no mês 12 (n = 77) no estrato I e (n = 121) no estrato II. Administração de Aclasta® na randomização e placebo no mês 12 (n = 70) no estrato I e (n = 111) no estrato II. Administração de placebo na randomização e no mês 12 (n = 202). Aclasta® foi administrado como uma única dose de 5 mg em 100 mL de solução, durante pelo menos 15 minutos. Todas as mulheres receberam suplementação de 500 a 1.200 mg de cálcio elementar acrescida de 400 a 800 UI de vitamina D por dia. A variável de eficácia primária foi a porcentagem de alteração da DMO em 24 meses em relação à fase inicial.
Efeito na Densidade Mineral Óssea (DMO) no tratamento da prevenção de osteoporose na pós-menopausa Aclasta® aumentou significativamente a DMO da coluna lombar em relação ao placebo no mês 24. O tratamento com Aclasta® administrado anualmente resultou em aumento de 6,9% na DMO das pacientes do estrato I e 6,2% das pacientes do estrato II (ambos p < 0,0001). Aclasta® administrado apenas uma única vez na randomização aumentou em 6,3% a DMO nas pacientes do estrato I e em 5,4% nas pacientes do estrato II (ambos p < 0,0001) ao fim de 24 meses.
Aclasta® administrado anualmente, em dose única, aumentou significativamente a DMO em quadril total em relação ao placebo no mês 24 em ambos os estratos (todos p < 0,0001). O tratamento com Aclasta® administrado anualmente resultou em aumento de 4,8% na DMO nas pacientes do estrato I e 4,1% nas pacientes do estrato II em relação ao placebo. Aclasta® administrado apenas uma única vez resultou em aumento de 4,7% da DMO nas pacientes do estrato I e 3,2% nas pacientes do estrato II em relação ao placebo.
Marcadores da Remodelação Óssea (turnover ósseo) no tratamento da prevenção de osteoporose na pós- menopausa O efeito do tratamento com Aclasta® nos marcadores da reabsorção óssea (b-CTx) e formação óssea (fosfatase alcalina específica óssea e P1NP) foi avaliado em intervalos periódicos nas 571 pacientes estratificadas de acordo com o tempo da menopausa. O tratamento com Aclasta® resultou em uma redução significativamente maior dos marcadores de remodelação óssea em comparação ao placebo e, no grupo que utilizou doses anuais de Aclasta® por 2 anos, houve uma redução significativamente maior em relação ao grupo com dose única de Aclasta®.
As duas doses anuais e a dose única de Aclasta® foram associadas com reduções dos marcadores da remodelação óssea a níveis compatíveis com a pré-menopausa com reduções de aproximadamente 55% e 44% no b-CTx em mulheres com até 5 anos de menopausa, respectivamente, e aproximadamente 59% e 46% de redução no b-CTx em mulheres na pós- menopausa com 5 anos ou mais de menopausa, respectivamente, durante 24 meses. As doses anuais (total de 2 doses em 24 meses) e a dose única de Aclasta® (1 dose em 24 meses) foram ambas associadas com cerca de 55% e 40% de redução do P1NP, em mulheres com até 5 anos de menopausa e com 5 anos ou mais da menopausa, durante 24 meses.
Doença de Paget do osso A doença de Paget do osso é um distúrbio crônico, focal esquelético caracterizado pelo remodelamento ósseo aumentado e desordenado. A reabsorção óssea osteoclástica excessiva é seguida pela neoformação óssea osteoblástica irregular, levando a uma substituição da arquitetura óssea normal, por uma estrutura óssea desorganizada, aumentada e enfraquecida. As manifestações clínicas da doença de Paget variam de doença assintomática a uma morbidade grave em função da dor óssea, deformidade óssea, fraturas patológicas, Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 complicações neurológicas e outras complicações. A fosfatase alcalina sérica, marcador bioquímico de atividade da doença mais frequentemente utilizado, fornece uma medida objetiva da gravidade da doença e da resposta à terapia.
Em dois estudos clínicos bem controlados, comparativos, randomizados de 6 meses, em pacientes com doença de Paget, Aclasta® demonstrou uma resposta superior e mais rápida comparada ao risedronato. Além disso, os marcadores biológicos da formação óssea e da reabsorção óssea demonstraram normalização da remodelação (turnover) óssea em mais pacientes tratados com Aclasta® comparado aos pacientes tratados com risedronato (vide “Propriedades farmacodinâmicas”).
Resultados de estudos clínicos no tratamento da doença de Paget do osso Aclasta® foi estudado em homens e mulheres acima de 30 anos com doença de Paget do osso, em grau primário leve a moderado (nível de fosfatase alcalina sérica médio 2,6 a 3,0 vezes acima do limite superior da faixa normal de referência, específica à idade no período de inclusão no estudo) e confirmada por evidência radiográfica.
A eficácia de uma aplicação de 5 mg de ácido zoledrônico versus doses diárias de 30 mg de risedronato durante 2 meses foi demonstrada em dois estudos comparativos de 6 meses. A resposta terapêutica foi definida como a normalização da fosfatase alcalina sérica (FA) ou pela redução de pelo menos 75% do valor inicial no excesso de FA total ao final de 6 meses. O excesso de FA foi definido como a diferença entre o nível medido e o ponto médio da faixa normal.
Em ambos estudos, o ácido zoledrônico demonstrou uma resposta terapêutica superior e mais rápida em comparação ao risedronato, conforme evidenciado pelos marcadores bioquímicos da formação – (FA) propeptídeo sérico N-terminal do colágeno tipo I (P1NP) e da reabsorção – (CTx 1 sérico (C-telopeptídeos de ligação cruzada do colágeno tipo I) e CTx- urina alfa).
Após 2 meses, nos dados combinados de ambos estudos, Aclasta® mostrou superioridade de resposta terapêutica de 90% (158/176) e normalização da FA sérica em 63% (111/176) comparada a 47% (81/171) e 26% (45/171) respectivamente para o risedronato (todas p < 0,001). Após 6 meses, Aclasta® mostrou uma resposta e níveis de normalização de 96% (169/176) e 89% (156/176) comparado a 74% (127/171) e 58% (99/171) para o risedronato (todos p < 0,001).
Nos resultados combinados, uma redução similar na intensidade da dor e no número de interferências da dor em relação ao período pré-tratamento foram observadas ao longo de 6 meses para o Aclasta® e para o risedronato.
A resposta terapêutica por subgrupo está apresentada na Tabela 7.
Tabela 7 - Proporção de pacientes que alcançaram resposta terapêutica aos 6 meses por subgrupo Subgrupo Aclasta® n/N (Proporção) risedronato n/N (Proporção) valor de p para diferença de tratamento FA no início de tratamento < 3 x LSN 87/90 (0,97) 74/99 (0,75) < 0,0001 ≥ 3 x LSN 82/86 (0,95) 53/72 (0,74) < 0,0001 Última terapia de Paget Bisfosfonatos orais* 53/55 (0,96) 33/60 (0,55) < 0,0001 Bisfosfonatos IV 22/25 (0,88) 21/26 (0,81) 0,4590 clodronato 6/6 (1,00) 2/2 (1,00) NA Outros 8/8 (1,00) 6/7 (0,86) 0,2733 Sem terapia prévia 80/82 (0,98) 65/76 (0,86) 0,0075 FA = fosfatase alcalina sérica.
LSN = limite superior da normalidade. Uma resposta terapêutica é definida como a normalização da FA ou uma redução de ≥ 75% do excesso de FA no início do tratamento.
N = número de pacientes com medidas de FA no início do tratamento e pelo menos uma medida de FA após o início do tratamento. n = número de pacientes com resposta terapêutica na visita.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01
- Incluindo tratamento prévio com risedronato Pacientes que foram classificados como responsivos ao final do sexto mês de estudo foram elegíveis a entrar em um período de acompanhamento estendido. Dos 153 pacientes tratados com Aclasta® e 115 pacientes tratados com risedronato que entraram no estudo de observação estendido, após uma duração média de acompanhamento de 3-8 anos da tomada da dose, a proporção de pacientes que terminou o Período de Observação Extendido devido a necessidade de retratamento (julgamento clínico) foi maior para o risedronato (48 pacientes, ou 41,7%) comparado com o ácido zoledrônico (11 pacientes, ou 7,2%). O tempo médio de término do Período de Observação Extendido devido a necessidade do retratamento da doença de Paget do osso da dose inicial, foi mais longo para o ácido zoledrônico (7.7 anos) do que para o risedronato (5.1 anos).
135 pacientes tratados com Aclasta® mantiveram sua resposta terapêutica comparada a 44 pacientes tratados com risedronato.
A taxa cumulativa de manutenção da resposta terapêutica no período de acompanhamento estendido está representada na Figura 2.
Seis pacientes que obtiveram resposta terapêutica 6 meses após o tratamento com Aclasta® e mais tarde experimentaram recaída de doença durante o período prolongado de seguimento foram recuados com Aclasta® após um tempo médio de 6,5 anos desde o tratamento inicial até o retratamento. Cinco dos seis pacientes tiveram SAP dentro do intervalo normal no Mês 6 (LOCF) (83,3%, IC 95%: 35,9%, 99,6%).
- Tempo para primeira perda de resposta terapêutica: a ocorrência de um nível de FAS que não cumpre mais com oscritérios de uma resposta terapêutica (redução menor que 75% no excesso de FAS e/ou FAS acima do limite superior do intervalo normal).
Figura 2 - Taxa cumulativa de manutenção da resposta terapêutica ao longo do tempo Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 A histologia óssea foi avaliada em 7 pacientes com doença de Paget 6 meses após o tratamento com 5 mg de ácido zoledrônico. Os resultados das biópsias ósseas mostraram osso de qualidade normal sem evidência de remodelação óssea prejudicada e sem evidência de defeitos de mineralização. Esses resultados foram consistentes com a evidência de normalização dos marcadores bioquímicos de remodelamento ósseo.
Estudos de segurança óssea Investigou-se a resposta de dose e a duração da ação de uma única injeção intravenosa de ácido zoledrônico (0,8 – 500 microgramas/kg) em ratas adultas ooforectomizadas acompanhadas por 8 meses após a administração, o que corresponde a aproximadamente 8 ciclos de remodelação e a 2,7 anos em humanos. Uma dose única de ácido zoledrônico protegeu contra perda óssea induzida pela ooforectomia; tanto a magnitude quanto a duração do efeito foram dependentes da dose. As duas doses mais altas de 100 e 500 microgramas/kg aumentaram significativamente a densidade mineral óssea total, volume ósseo trabecular, número e densidade das conectividades trabeculares com níveis acima daqueles que sofreram operações simuladas. Doses menores produziram um efeito menos prolongado e mais fraco. Testes mecânicos realizados ao término do estudo demonstraram um aumento na resistência óssea dependente da dose e com valores acima daqueles dos controles que sofreram operações simuladas, na dose mais alta. As análises histomorfométricas e medidas dos níveis de osteocalcina plasmática confirmaram que a formação óssea estava presente 32 semanas pós-injeção mesmo na dose mais alta de 500 microgramas/kg. Essa dose em ratos é aproximadamente 3,4 vezes maior do que a dose de 5 mg administrada em pacientes de 50 kg. Resultados similares demonstrando uma melhora dependente da dose na massa e resistência óssea foram obtidos quando injeções subcutâneas semanais de ácido zoledrônico foram administradas em ratas ooforectomizadas (0,3 a 7,5 microgramas/kg durante 52 semanas) e macacas ooforectomizadas (0,5 a 12,5 microgramas/kg durante 69 semanas). Resumindo, os resultados forneceram evidência pré-clínica para a eficácia e segurança óssea do ácido zoledrônico em doses clinicamente relevantes.
Além disso, dois estudos foram realizados em ratas ooforectomizadas (OVT) (tratamento de 12 meses com 0,3, 1,5 e 7,5 microgramas/kg) e macacas rhesus (tratamento de 16 meses com 0,5, 2,5 e 12,5 microgramas/kg) usando injeções subcutâneas uma vez por semana. O tratamento com ácido zoledrônico preveniu todas as alterações induzidas pela ooforectomia na densidade mineral óssea, mecânica óssea e marcadores bioquímicos do metabolismo ósseo no soro e na urina de maneira dose-dependente. Muitas vezes a eficácia plena foi atingida com a dose intermediária, enquanto a dose menor teve pouco ou nenhum efeito. O tratamento medicamentoso foi bem tolerado e não houve reações adversas clinicamente significativas em ambas as espécies. As análises histomorfométricas dinâmicas e estáticas dos ossos em ambos os experimentos indicaram que o ácido zoledrônico preveniu as alterações induzidas pela ooforectomia tanto no osso trabecular como nos canais de Havers de maneira dose-dependente. Além disso, não houve indicação de qualquer anomalia no tecido ósseo ou no tecido da medula, nenhuma evidência de defeito de mineralização, nenhum acúmulo de osteoide e nenhuma formação óssea. Exceto por sua alta potência antirreabsortiva, o efeito do ácido zoledrônico no osso foi qualitativamente similar aos publicados para outros bisfosfonatos. Esses resultados demonstram segurança óssea em espécies de roedores de laboratório e espécies primatas não humanas com um regime de dose mais frequente e uma dose anual total 5 a 8 vezes maior (com base na dose de 5 mg em humanos) do que nas doses planejadas para uma vez ao ano em humanos.
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Características farmacológicas
Grupo Farmacoterapêutico: Bisfosfonato. Código ATC: M05BA08.
Mecanismo de ação O ácido zoledrônico pertence à classe de bisfosfonatos contendo nitrogênio e atua especificamente nos ossos.
É um inibidor da reabsorção óssea mediada por osteoclastos.
A ação seletiva dos bisfosfonatos no osso tem como base sua alta afinidade pelo osso mineralizado. O ácido zoledrônico administrado intravenosamente é rapidamente distribuído no osso e, assim como outros bisfosfonatos, se acumula preferencialmente nos locais de alta remodelação (turnover) óssea. O principal alvo molecular do ácido zoledrônico no osteoclasto é a enzima farnesil pirofosfato sintase, porém isso não exclui outros mecanismos. A duração relativamente longa da ação do ácido zoledrônico é atribuída a sua alta afinidade de ligação ao sítio ativo da farnesil pirofosfato sintase (FPS) e sua forte afinidade de ligação ao mineral ósseo.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Propriedades farmacodinâmicas Osteoporose O tratamento com Aclasta® reduz rapidamente a taxa de remodelação (turnover) óssea elevada da pós-menopausa com redução máxima dos marcadores de reabsorção observada no sétimo dia, e dos marcadores de formação óssea na décima segunda semana.
Após este período os marcadores ósseos se estabilizaram dentro da faixa da pré-menopausa. Não houve redução progressiva dos marcadores de remodelação (turnover) óssea com doses anuais repetidas.
Em estudos de longo prazo em animais, o ácido zoledrônico inibiu a reabsorção óssea sem afetar de forma adversa a formação óssea, mineralização ou as propriedades mecânicas do osso. Os dados histomorfométricos de experimentos de longo prazo em ratos e macacos demonstraram a resposta típica do osso a um agente antirreabsortivo com uma redução dose-dependente na atividade osteoclástica e da frequência de ativação de novos locais de remodelação nos ossos trabeculares e nos canais de Havers. A remodelação óssea contínua foi observada nas amostras de ossos de todos os animais tratados com doses clinicamente relevantes de ácido zoledrônico. Não houve evidência de defeito na mineralização, nenhum acúmulo aberrante de osteoide e nenhuma formação óssea desorganizada nos animais tratados.
Propriedades farmacocinéticas Aplicações únicas ou múltiplas em 5 e 15 minutos de 2, 4, 8 e 16 mg de ácido zoledrônico em 64 pacientes com câncer com metástase nos ossos produziram os seguintes dados farmacocinéticos, os quais se acredita serem independentes da dose. Os dados farmacocinéticos em pacientes com osteoporose e doença de Paget do osso não estão disponíveis.
Após o início da aplicação de ácido zoledrônico, as concentrações plasmáticas da substância ativa aumentaram rapidamente, atingindo seu pico ao final do período de aplicação, seguido de um rápido declínio a < 10% do pico após 4 horas e < 1% do pico após 24 horas, com um período subsequente prolongado de concentrações muito baixas não excedendo 0,1% dos níveis de pico.
O ácido zoledrônico administrado intravenosamente é eliminado por meio de um processo trifásico: desaparecimento rápido bifásico da circulação sistêmica com meias-vidas de t½alpha de 0,24 e t½beta de 1,87 horas, seguido por uma longa fase de eliminação com uma meia-vida de eliminação terminal de t½gamma de 146 horas. Não houve acúmulo de substância ativa no plasma após doses múltiplas administradas a cada 28 dias. As fases de disposição iniciais (com os valores de t1/2 alfa e beta citados acima) representam presumivelmente uma rápida absorção no osso e excreção pelos rins.
O ácido zoledrônico não é metabolizado e é excretado de forma inalterada através dos rins. Durante as primeiras 24 horas, 39 ± 16% da dose administrada é recuperada na urina, enquanto o restante encontra-se principalmente ligado ao tecido ósseo. A partir do tecido ósseo é liberado de volta de forma muito lenta para a circulação sistêmica e é então eliminado através dos rins. A depuração (clearance) total do corpo é de 5,04 ± 2,5 L/h, independente da dose, e de forma não afetada pelo sexo, idade, raça ou peso corpóreo. A variação inter e intrapaciente para a depuração (clearance) no plasma do ácido zoledrônico demonstrou ser de 36 e 34%, respectivamente. O aumento no tempo de aplicação de 5 para 15 minutos causou uma diminuição de 30% na concentração de ácido zoledrônico no final da aplicação, porém não teve efeito na área sob a concentração plasmática versus a curva de tempo.
Interações fármaco-fármaco Nenhum estudo específico de interação medicamentosa foi conduzido com o ácido zoledrônico. Uma vez que o ácido zoledrônico não é metabolizado em humanos e descobriu-se que a substância possui pouca ou nenhuma capacidade agonista direta e/ou inibidora irreversível do metabolismo dependente das enzimas P450, é improvável que o ácido zoledrônico reduza a depuração (clearance) metabólica de substâncias que são metabolizadas através do sistema de enzimas do citocromo P450. O ácido zoledrônico não é altamente ligado às proteínas plasmáticas (ligação de aproximadamente 23 a 40%) e a ligação é independente da concentração. Portanto, as interações resultantes do deslocamento de fármacos com alta afinidade às proteínas são improváveis.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Populações especiais (vide “Posologia e modo de usar”)
- Insuficiência renal O clearance (depuração) renal do ácido zoledrônico foi correlacionado ao clearance (depuração) de creatinina. O clearance (depuração) renal representando 75 ± 33% da depuração (clearance) de creatinina demonstrou uma média de 84 ± 29 mL/min (faixa de 22 a 143 mL/min) nos 64 pacientes estudados. Pequenos aumentos observados na AUC (0-24h) de aproximadamente 30 a 40% em portadores de insuficiência renal leve a moderada, comparada a um paciente com função renal normal, e a falta de acúmulo do fármaco com doses múltiplas independente da função renal sugeriram que os ajustes de doses do ácido zoledrônico na insuficiência renal leve (Clcr = 50 a 80 mL/min) e moderada (Clcr = 30 a 50 mL/min) não são necessários.
O uso de Aclasta® em pacientes com clearance (depuração) de creatinina < 35 mL/min é contraindicado devido ao risco aumentado de falência renal nesta população (vide “Contraindicações”). Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com clearance (depuração) de creatinina > 35 mL/min.
Dados de segurança pré-clínicos
- Estudos de toxicidade Nos estudos de administração parenteral em bolus, o ácido zoledrônico foi bem tolerado quando administrado subcutaneamente em ratos e intravenosamente em cães em doses diárias de até 0,02 mg/kg durante 4 semanas.
A administração de 0,001 mg/kg/dia subcutaneamente em ratos e de 0,005 mg/kg intravenosamente uma vez a cada 2 a 3 dias em cães durante até 52 semanas, também foram bem toleradas.
O rim foi identificado como um órgão-alvo para a toxicidade em estudos parenterais com ácido zoledrônico.
Em estudos de aplicação intravenosa, foi observada a tolerância renal em ratos em doses de até 0,6 mg/kg e em cães de até 0,5 mg/kg, mas os intervalos de dosagem foram diferentes.
O achado mais frequente nos estudos de dose repetida compreendeu aumento da camada esponjosa na metáfise de ossos longos em animais em crescimento em quase todas as doses, um achado que reflete a atividade de antirreabsorção farmacológica do composto.
Toxicidade reprodutiva Estudos de teratogenicidade foram realizados em duas espécies, ambas com administração subcutânea do ácido zoledrônico. Foi observada teratogenicidade em ratos com doses ≥ 0,2 mg/kg/dia (2,4 vezes, a exposição humana antecipada, baseada na comparação AUC) manifestada por malformações externas, viscerais e esqueléticas. Foi observada distocia em ratos com dose mais baixa (0,01 mg/kg/dia). Nenhum efeito teratogênico ou embriofetal foi observado em coelhos, embora a toxicidade materna tenha sido observada em 0,1 mg/kg/dia. Reações adversas maternais foram associadas com, e pode ter sido causado por hipocalcemia induzida por medicamento
- Mutagenicidade O ácido zoledrônico não foi mutagênico nos testes de mutagenicidade realizados in vitro e in vivo.
Carcinogenicidade Em estudos de carcinogenicidade oral em roedores, o ácido zoledrônico não revelou qualquer potencial carcinogênico.
Contraindicações
Este medicamento é contraindicado para uso por:
Pacientes com hipocalcemia (vide “Advertências e precauções”);
Pacientes com insuficiência renal grave com clearance de creatinina < 35 mL/min (vide “Advertências e precauções”);
Grávidas e lactantes (vide “Gravidez e lactação”);
Pacientes com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer um dos excipientes do produto ou a qualquer bisfosfonato.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Este medicamento pertence à categoria D de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Advertências e precauções
Gerais A dose de 5 mg de ácido zoledrônico deve ser administrada em pelo menos 15 minutos.
Aclasta® contém o mesmo princípio ativo do Zometa® (ácido zoledrônico), usado para indicações oncológicas, e um paciente que está sendo tratado com Zometa® não deve ser tratado com Aclasta®.
Os pacientes devem estar adequadamente hidratados antes da administração de Aclasta®. Isso é especialmente importante para os pacientes idosos e que estejam recebendo terapia diurética.
Hipocalcemia pré-existente deve ser tratada por administração adequada de cálcio e vitamina D antes do início da terapia com Aclasta® (vide “Contraindicações”). Outros distúrbios de metabolismo mineral também devem ser eficazmente tratados (por exemplo, reserva paratireoide diminuída, cirurgia de tireoide, cirurgia de paratireoide, má absorção intestinal de cálcio). Os médicos devem considerar o monitoramento clínico para esses pacientes.
Insuficiência renal O uso de Aclasta® em pacientes com insuficiência renal grave (clearance - depuração - de creatinina < 35 mL/min) é contraindicado devido a um aumento do risco de falência renal nesta população.
Insuficiência renal foi observada após a administração de Aclasta® (vide “Reações adversas”), especialmente em pacientes com insuficiência renal pré-existente ou outros fatores de risco incluindo idade avançada, o uso concomitante de medicamentos nefrotóxicos, terapia diurética concomitante (vide “Interações medicamentosas”), ou desidratação que ocorre após a administração de Aclasta®. Insuficiência renal foi observada em pacientes após uma única administração. A insuficiência renal com necessidade de diálise ou resultando em morte ocorreu raramente em pacientes com insuficiência renal subjacente ou com qualquer dos fatores de risco descritos abaixo.
As seguintes precauções devem ser consideradas para minimizar o risco de reações adversas renais:
- O clearance (depuração) de creatinina deve ser calculado (por exemplo, utilizando a fórmula de Cockcroft- Gault) antes de cada dose de Aclasta®. Um aumento transitório de creatinina sérica pode ser maior em pacientes com função renal comprometida subjacente. O monitoramento temporário da creatinina sérica deve ser considerado em pacientes de risco;
- Aclasta® deve ser utilizado com cautela quando usado concomitantemente com outros medicamentos que podem impactar a função renal (vide “Interações medicamentosas”);
- Pacientes, especialmente pacientes idosos e aqueles que recebem terapia diurética, devem ser hidratados apropriadamente antes da administração de Aclasta®;
- Uma única dose de Aclasta® não deve exceder 5 mg e a duração da aplicação não deve ser menor do que 15 minutos (vide “Posologia e modo de usar”).
Suplemento de cálcio e vitamina D
- Tratamento e prevenção de Osteoporose:
A ingestão adequada de suplemento de cálcio e vitamina D é importante em homens e mulheres com osteoporose ou em pacientes com osteopenia tratados para prevenção de osteoporose na pós-menopausa se a ingestão na dieta for inadequada.
- Prevenção de Fraturas Clínicas após Fratura de Quadril:
É recomendada a ingestão de suplemento de cálcio e vitamina D para pacientes tratados na prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril.
- Tratamento de doença de Paget do osso:
O remodelamento ósseo elevado é uma característica da doença de Paget do osso. Devido ao rápido início do efeito do ácido zoledrônico no remodelamento ósseo, hipocalcemia transitória, algumas vezes sintomática, pode se desenvolver com pico máximo geralmente dez dias após a aplicação de Aclasta® (vide “Reações Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 adversas”). A ingestão adequada de vitamina D é recomendada em associação com a administração de Aclasta®. Adicionalmente, é altamente recomendado que os pacientes com doença de Paget recebam suplementação adequada de cálcio correspondente a pelo menos 500 mg de cálcio elementar, duas vezes ao dia, durante pelo menos 10 dias após administração de Aclasta®. Os pacientes devem ser informados sobre os sintomas de hipocalcemia. Os médicos devem considerar o monitoramento clínico para pacientes de risco.
Dor musculoesquelética Não frequentemente houve relato de dor muscular e/ou dor nas articulações e nos ossos grave e ocasionalmente incapacitante em pacientes tomando bisfosfonatos, incluindo Aclasta®.
Osteonecrose de Mandíbula A osteonecrose de mandíbula foi relatada predominantemente em pacientes com câncer tratados com bisfosfonatos, incluindo o ácido zoledrônico. Muitos desses pacientes também estavam recebendo quimioterápicos e corticosteroides. A maioria dos casos relatados foi associada com procedimentos dentários como extração dentária. Muitos apresentavam sinais de infecção local, incluindo osteomielite. Um exame dentário associado com uma odontologia preventiva apropriada deve ser considerado antes do tratamento com bisfosfonatos em pacientes com fatores de risco concomitantes (por exemplo, câncer, quimioterapia, medicamentos antiangiogênicos, corticosteroides, higiene bucal precária). Durante o tratamento com Aclasta® é prudente manter uma boa higiene oral, submetidos à avaliações dentárias de rotina, e comunicar imediatamente quaisquer sintomas orais. Durante o tratamento, estes pacientes, se possível, devem evitar procedimentos dentários invasivos. Para pacientes que desenvolveram osteonecrose de mandíbula durante a terapia com bisfosfonatos, a cirurgia dentária pode exacerbar esta condição. Para pacientes que necessitam de procedimentos dentários, não existem dados disponíveis que demonstrem se a descontinuação do tratamento com bisfosfonato reduz o risco de osteonecrose de mandíbula. A avaliação clínica do médico que está tratando o paciente deve seguir o plano de conduta de cada paciente baseado na avaliação do risco/benefício individual.
Osteonecrose de outros ossos Casos de osteonecrose de outros ossos (incluindo fêmur, quadril, joelho e úmero) também foram relatados; no entanto, causalidade não foi determinada na população tratada com Aclasta®.
Fraturas atípicas do fêmur Fraturas femurais atípicas subtrocantéricas e diafisárias tem sido relatadas em associação com a terapia com bisfosfonatos, principalmente em pacientes recebendo tratamento a longo prazo para a osteoporose. Estas fraturas transversais ou oblíquas curtas podem ocorrer em qualquer região femoral, logo abaixo do trocanter menor, ou um pouco acima do alargamento supracondiliano. Estas fraturas ocorrem após trauma mínimo, ou mesmo sem trauma. Alguns pacientes apresentaram dor na coxa ou na virilha semanas ou meses antes de apresentar uma fratura femoral completa. As fraturas do fêmur são frequentemente bilaterais, portanto, o fêmur contralateral deve ser examinado em pacientes que estão recebendo tratamento com bisfosfonatos, que sofreram uma fratura do eixo femoral. Má cicatrização dessas fraturas também foi relatada. A descontinuação do tratamento com bisfosfonatos deve ser avaliada levando em consideração o risco benefício em pacientes com suspeita de ter uma fratura de fêmur atípica. Não foi estabelecida relação de causalidade, como essas fraturas também ocorrem em pacientes com osteoporose que não foram tratados com bisfosfonatos.
Durante tratamento com bisfosfonatos, incluindo Aclasta®, os pacientes devem ser aconselhados a relatar qualquer dor na coxa, no quadril ou na virilha e qualquer paciente com tais sintomas deve ser avaliado para uma possível fratura do fêmur.
Gravidez e lactação
- Mulheres em idade fértil Mulheres em idade fértil devem ser aconselhadas a evitar a gravidez durante o uso de Aclasta®. Há um risco teórico de dano fetal (por exemplo, anormalidades esqueléticas e outras) se a mulher engravidar durante o tratamento com bisfosfonatos. O impacto de variáveis como o tempo entre a cessação do tratamento com Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 bisfosfonatos e a concepção, o tipo de bisfosfonato utilizado, e a via de administração sobre esse risco, não foram estabelecidos (vide “Gravidez”, “Contraindicações” e “Dados de segurança pré-clínicos”).
- Gravidez Aclasta® é contraindicado durante a gravidez (vide “Contraindicações”). Não existem dados sobre o uso de ácido zoledrônico em mulheres grávidas. Estudos em ratos demonstraram efeitos toxicológicos reprodutivos (vide “Dados de segurança pré-clínicos”). O risco potencial em humanos é desconhecido.
- Lactação Aclasta® é contraindicado em mulheres que estão amamentando (vide “Contraindicações”).
- Infertilidade A fertilidade foi diminuída em ratos com doses por via subcutânea de 0,01 mg/kg/dia de ácido zoledrônico.
Não existem dados disponíveis em humanos.
Efeito na habilidade de dirigir e operar máquinas Não existem dados que sugiram que o Aclasta® afete a capacidade de dirigir ou operar máquinas.
Interações medicamentosas
Não foram conduzidos estudos específicos de interação medicamentosa com o ácido zoledrônico. O ácido zoledrônico não é metabolizado sistemicamente e não interfere com as enzimas do citocromo P450 humano in vitro (vide “Propriedades farmacocinéticas”). O ácido zoledrônico não possui alta afinidade às proteínas plasmáticas (ligação de aproximadamente 23 a 40%) e, portanto, é improvável que ocorram interações resultantes de deslocamento de fármacos de alta afinidade às proteínas. O ácido zoledrônico é eliminado por excreção renal.
Fármacos que podem Impactar a Função Renal Recomenda-se cautela na administração conjunta de Aclasta® com medicamentos que podem ter impacto significativo sobre a função renal (por exemplo, aminoglicosídeos ou diuréticos que podem causar desidratação).
Fármacos Excretados Principalmente pelos Rins Em pacientes com insuficiência renal, o uso concomitante de medicamentos que são excretados preferencialmente pelos rins podem aumentar a exposição sistêmica a estes medicamentos.
Cuidados de armazenamento do medicamento
O medicamento fechado deve ser armazenado em temperatura ambiente (entre 15 e 30 ºC). O prazo de validade é de 36 meses a partir da data de fabricação.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Precauções especiais para o armazenamento Os frascos não abertos não requerem nenhuma condição especial de armazenamento. Depois de aberto, a solução é química e fisicamente estável por até 24 horas entre 2 a 8 °C.
Do ponto de vista microbiológico, o produto deve ser usado imediatamente. Caso não seja usado imediatamente, o tempo e as condições em que este frasco permanecer armazenado são de responsabilidade do usuário e normalmente não deve exceder 24 horas a uma temperatura de 2 a 8 °C.
Após aberto, válido por 24 horas se mantido entre 2 a 8°C.
Aspecto: solução límpida e incolor.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Posologia e modo de usar
Método de administração Aclasta® (5 mg em 100 mL solução pronta para aplicação) é administrada intravenosamente por meio de uma via (equipo) com respiro, a uma velocidade constante. O tempo de aplicação não deve ser menor que 15 minutos.
Instruções de uso e manuseio Aclasta® não deve ser misturado ou administrado intravenosamente com qualquer outra medicação e deve ser administrado através de uma linha de perfusão independente, a uma taxa de infusão constante. Se refrigerado, permita que a solução refrigerada atinja temperatura ambiente antes da administração. Técnicas assépticas devem ser seguidas durante o preparo da aplicação.
Apenas para uso único. Qualquer quantidade não utilizada deve ser descartada. Somente a solução límpida, livre de partículas e sem alteração de cor deve ser utilizada.
Incompatibilidades Aclasta®, solução para aplicação intravenosa, não deve entrar em contato com qualquer solução contendo cálcio ou outro cátion bivalente.
Aclasta® é compatível com materiais típicos de linha de infusão, como policloreto de vinila (PVC), poliuretano (PUR) e polietileno (PE).
Posologia
- Geral A incidência dos sintomas pós-dose que ocorreram em até 3 dias após a administração de Aclasta®, pode ser reduzida com a administração de paracetamol ou ibuprofeno logo após a administração de Aclasta®.
Os pacientes devem estar adequadamente hidratados antes da administração de Aclasta®. Isso é especialmente importante para idosos e pacientes recebendo terapia diurética (vide “Advertências e precauções”).
- Tratamento da Osteoporose na Pós-Menopausa Para o tratamento da osteoporose na pós-menopausa a dose recomendada é uma única aplicação intravenosa de 5 mg de Aclasta® administrada uma vez ao ano.
A ingestão adequada de suplemento de cálcio e vitamina D é importante em mulheres com osteoporose se a ingestão dietética for inapropriada (vide “Advertências e precauções”).
- Prevenção de Fraturas Clínicas após Fratura de Quadril Para prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril por trauma de baixo impacto, a dose recomendada é uma aplicação única intravenosa de 5 mg de Aclasta® administrado uma vez por ano.
Nos pacientes com fratura recente de quadril por trauma de baixo impacto, recomenda-se que o médico assegure concentrações séricas apropriadas de vitamina D antes da primeira aplicação de Aclasta® caso uma dose de ataque de 50.000 a 125.000 UI de vitamina D por via oral ou intramuscular antes da primeira aplicação não esteja disponível. Ingestão de suplemento de cálcio e vitamina D é recomendada a pacientes tratados na prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril por trauma de baixo impacto (vide “Advertências e precauções”).
- Tratamento de homens com osteoporose para aumentar a densidade mineral óssea Para o tratamento de osteoporose em homens, a dose recomendada é uma única aplicação intravenosa de 5 mg de Aclasta® administrada uma vez ao ano.
A ingestão adequada de suplemento de cálcio e vitamina D é importante em homens com osteoporose se a ingestão dietética for inapropriada (vide “Advertências e precauções”).
- Tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Para o tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides, a dose recomendada é uma única aplicação intravenosa de 5 mg de Aclasta® administrada uma vez ao ano.
A ingestão adequada de suplemento de cálcio e vitamina D é importante em pacientes com osteoporose induzida por glicocorticoide se a ingestão dietética for inapropriada (vide “Advertências e precauções”).
- Prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa Para a prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, a dose recomendada é uma única aplicação intravenosa de 5 mg de Aclasta®. Uma avaliação anual do risco de fratura da paciente e a resposta clínica ao tratamento deverão guiar a decisão de quando o retratamento deverá ocorrer.
Para a prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa é importante que as pacientes recebam adequadamente suplementos de cálcio e vitamina D se a ingestão pela dieta for inadequada (vide “Advertências e precauções”).
- Tratamento da doença de Paget do osso Para o tratamento da doença de Paget, Aclasta® deve ser prescrito somente por médicos com experiência no tratamento da doença. A dose recomendada é uma única aplicação intravenosa de 5 mg de Aclasta®.
Retratamento da doença de Paget do osso: Após o tratamento inicial com Aclasta® na doença de Paget do osso, foi observado um período de 7,7 anos de remissão em pacientes responsivos (vide “Propriedades farmacodinâmicas”). Como a doença de Paget do osso é uma doença ao longo da vida, o retratamento provavelmente será necessário. O retratamento da doença de Paget do osso consiste em uma dose adicional de infusão intravenosa de 5 mg de Aclasta® após um intervalo de 12 meses ou mais a partir do tratamento inicial. A avaliação periódica dos níveis de fosfatase alcalina sérica do paciente, por exemplo, a cada 6 a 12 meses, e as respostas clínicas ao tratamento devem orientar a decisão de quando o retratamento deve ocorrer individualmente. Na ausência de piora dos sintomas clínicos (por exemplo, dor óssea ou sintomas de compressão) e/ou varredura óssea consistente à recaída da doença de Paget do osso, uma segunda infusão intravenosa de Aclasta® não deve ser administrada antes de 12 meses após o tratamento inicial (vide “ Resultados de eficácia”).
Em pacientes com doença de Paget do osso, a ingestão adequada de vitamina D é recomendada em associação com a administração de Aclasta®. Adicionalmente, é altamente recomendável a suplementação adequada de cálcio, correspondente a pelo menos 500 mg de cálcio elementar, duas vezes ao dia, garantidos em pacientes com doença de Paget, pelo menos durante os 10 dias após a administração de Aclasta® (vide “Advertências e precauções”).
Populações especiais
- Pacientes com insuficiência renal O uso de Aclasta® em pacientes com clearance (depuração) de creatinina < 35 mL/min é contraindicado (vide “Contraindicações” e “Advertências e precauções”).
Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com clearance (depuração) de creatinina ≥ 35 mL/min.
- Pacientes com insuficiência hepática Nenhum ajuste de dose é necessário (vide “Propriedades farmacocinéticas”).
- Pacientes geriátricos (65 anos ou mais) Nenhum ajuste de dose é necessário uma vez que a biodisponibilidade, distribuição e eliminação foram similares em pacientes idosos e mais jovens.
- Pacientes pediátricos O uso de Aclasta® não é recomendado em crianças e adolescentes com idade abaixo de 18 anos, devido à falta de dados de segurança e eficácia neste grupo.
- Duração do tratamento A duração ideal de utilização do Aclasta® não foi determinada para o uso em longo prazo. Todos os pacientes que estão em tratamento com Aclasta® devem ser reavaliados periodicamente para uma ótima resposta de Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 terapia e, se necessário, continuar o tratamento por um período mais longo, com base em sua resposta ao tratamento, risco de fraturas e comorbidades.
Em pacientes com baixo risco de fratura deve ser considerada a descontinuação do tratamento com Aclasta® após 3 anos do início, enquanto que os doentes de alto risco devem ser considerados continuação da terapia regular. Pacientes que interromperam a terapia devem ter o risco de fraturas reavaliado periodicamente a cada 2 a 3 anos e reiniciar o tratamento, se necessário.
Reações adversas
Resumo do perfil de segurança As reações adversas apresentadas nesta seção foram obtidas de diferentes estudos no programa clínico (vide “Resultados de eficácia”).
Aclasta® foi estudado em:
- Osteoporose na pós-menopausa - em um estudo (HORIZON-PFT) de fratura pivotal, multinacional, randomizado, duplo-cego, placebo-controlado, incluindo 7.736 mulheres e um estudo de extensão incluindo 2.456 mulheres;
- Doença de Paget - em dois estudos duplo-cegos, randomizados de segurança e eficácia envolvendo 357 pacientes;
- Prevenção de fraturas clínicas em pacientes que sofreram uma fratura recente de quadril por trauma de baixo impacto foi demonstrada em um estudo de desfecho (HORIZON-RFT) multinacional, randomizado, duplo- cego, placebo-controlado com 2.127 homens e mulheres;
- Tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides - em um estudo randomizado, multicêntrico, duplo-cego, estratificado, ativo-controlado com 833 homens e mulheres;
- Homens com osteoporose ou significativa osteoporose secundária decorrente de hipogonadismo em um estudo randomizado, multicêntrico, duplo-cego, ativo-controlado com 302 homens;
- Prevenção da perda óssea em mulheres na pós-menopausa portadoras de osteopenia em um estudo de dois anos, randomizado, multicêntrico, duplo-cego, placebo controlado com 581 mulheres na pós-menopausa.
Tratamento da osteoporose pós-menopausa, osteoporose em homens, prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril por trauma de baixo impacto, tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides e doença de Paget do osso Nos estudos que embasaram as indicações de tratamento de osteoporose em homens e mulheres na pós-menopausa, prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril por trauma de baixo impacto, tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides e de tratamento da doença de Paget do osso, não houve diferenças significativas na incidência geral de reações adversas graves comparadas ao placebo ou comparador e a maioria das reações adversas foi leve a moderada. Aclasta® foi administrado uma vez ao ano em todos os estudos supracitados.
Consistente com a administração intravenosa de bisfosfonatos, Aclasta® foi mais comumente associado com os seguintes sintomas pós-dose (frequência derivada de estudos no tratamento de osteoporose na pós-menopausa): febre (18,1%), mialgia (9,4%), sintomas similares aos da gripe (7,8%), artralgia (6,8%) e cefaleia (6,5%). A maioria deles ocorre em até os 3 primeiros dias após a administração de Aclasta®. A maioria desses sintomas foi leve a moderado em sua natureza e regrediram em até 3 dias após o início da reação. A incidência desses sintomas diminuiu acentuadamente nas doses anuais subsequentes de Aclasta®.
A incidência dos sintomas pós-dose que ocorreu em até 3 dias após a administração de Aclasta® pode ser reduzida em aproximadamente 50% com a administração de paracetamol ou ibuprofeno logo após a administração de Aclasta®, se necessário.
Resumo tabulado das reações adversas dos estudos clínicos As reações adversas dos estudos clínicos (Tabela 8) estão listadas de acordo com as classes de sistema de órgão no MedDRA. Estas são reações adversas suspeitas (avaliação do investigador) de estarem associadas ao Aclasta® nos estudos combinados que embasam as indicações: tratamento da osteoporose em homens e mulheres na pós-menopausa, prevenção de fraturas clínicas após fraturas de quadril por trauma de baixo impacto, tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides e doença de Paget do osso.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Dentro de cada classe de sistema de órgãos, as reações adversas a medicamentos são classificadas por frequência, com as reações mais frequentes primeiro. Adicionalmente, a frequência correspondente usando a seguinte convenção (CIOMS III) é também fornecida para cada reação adversa; muito comum (≥ 1/10), comum (≥ 1/100, < 1/10), incomum (≥ 1/1.000, < 1/100), rara (≥ 1/10.000, < 1/1.000) e muito rara (< 1/10.000), incluindo relatos isolados.
Tabela 8 - Reações adversas suspeitas (avaliação do investigador) de estarem associadas ao tratamento com Aclasta® em estudos clínicos Infecções e infestações Incomum: Gripe, nasofaringite Distúrbios do sistema linfático e sangue Incomum: Anemia Distúrbios nutricionais e metabólicos Incomum: Diminuição de apetite* Distúrbios psiquiátricos Incomum: Insônia Distúrbios do sistema nervoso Comum: Cefaleia, tontura Incomum: Letargia*, parestesia, sonolência, tremor, síncope Distúrbios oculares Incomum: Conjuntivite, dor no olho Raro: Uveíte*, episclerite, irite Distúrbios do labirinto e ouvido Incomum: Vertigem Distúrbios vasculares Incomum: Hipertensão, rubor Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais Incomum: Tosse, dispneia* Distúrbios gastrintestinais Comum: Náusea, vômito, diarreia Incomum: Dispepsia*, dor no abdômen superior, dor abdominal*, doença de refluxo gastroesofágico, constipação, boca seca, esofagite* Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Incomum: Erupção cutânea, hiperidrose*, prurido, eritema Distúrbios musculoesqueléticos e tecido conjuntivo Comum: Mialgia*, artralgia*, dor óssea, dor nas costas, dor nas extremidades Incomum:
Dor no pescoço, rigidez musculoesquelética*, inchaço articular*, espasmos musculares dor musculoesquelética no peito*, dor musculoesquelética, rigidez articular*, artrite, fraqueza muscular.
Distúrbios renais e urinários Incomum: Aumento da creatinina sérica, polaquiúria, proteinúria Distúrbios gerais e condições no local de administração Muito comum: Pirexia Comum: Doenças similares à gripe, calafrios, fadiga*, astenia, dor*, mal-estar Incomum: Edema periférico, sede*, reação de fase aguda*, dor não cardíaca no peito
- Reações adversas relatadas mais frequentemente em estudos individuais são: Muito comum: mialgia, artralgia, fadiga, dor. Comum: letargia, dispneia, dispepsia, esofagite, dor abdominal, hiperidrose, rigidez musculoesquelética (músculo), inchaço articular, dor musculoesquelética no peito, rigidez articular, diminuição de apetite, sede, reações de fase aguda. Incomum: uveíte.
Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Tabela 9 - Reações adversas adicionais que foram relatadas nos estudos individuais, mas com uma menor frequência no grupo Aclasta®, em comparação à do grupo placebo:
Distúrbios cardíacos: Fibrilação atrial*, palpitações Distúrbios oculares: Hiperemia ocular Distúrbios gastrintestinais: Gastrite, dor de dente Distúrbios gerais e condições no local de Reação no local da infusão Laboratoriais: Proteína C-reativa aumentada Distúrbios nutricionais e metabólicos: Hipocalcemia Distúrbios do sistema nervoso: Disgeusia (*) vide abaixo item “Descrição de reações adversas selecionadas - Fibrilação atrial.
Prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa O perfil geral de segurança e tolerabilidade de Aclasta® na prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa foi comparável ao perfil de reações adversas relatado no estudo de tratamento da osteoporose na pós- menopausa com Aclasta®. No entanto, houve maior incidência de sintomas pós-dose em pacientes osteopênicos tratados com Aclasta® que ocorreram em até 3 dias após a aplicação: dor, febre, calafrios, mialgia, náuseas, cefaleia, fadiga, tontura e artralgia. A maioria destes sintomas foi leve a moderado e resolvidos em 3 dias após o início da reação. A incidência destes sintomas diminuiu na dose subsequente de Aclasta®. Reações adversas suspeitas de estarem associadas (avaliação do investigador) com o tratamento com Aclasta® na prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, que ocorreram mais de uma vez e que, ou não estão incluídas na Tabela 8 ou foram relatadas com maior frequência nos estudos de prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós- menopausa, estão resumidas na Tabela 10 utilizando a seguinte convenção: muito comum (≥ 1/10), comum (≥ 1/100, < 1/10), incomum (≥ 1/1.000, < 1/100).
Tabela 10 - Reações adversas suspeitas (avaliação do investigador) de estarem associadas ao tratamento com Aclasta® na prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa. As reações adversas listadas estão ou em adição ou relatadas com maior frequência que aquelas da Tabela 8 Distúrbios nutricionais e metabólicos Comum: Diminuição de apetite Distúrbios psiquiátricos Incomum: Ansiedade Distúrbios do sistema nervoso Muito comum: Cefaleia Comum: Tremor, letargia Incomum: Hipoestesia, disgeusia Distúrbios oculares Comum: Conjuntivite, dor ocular, irite Incomum: Turvação visual Distúrbios gastrintestinais Muito comum: Náusea Comum: Dor abdominal, dor no abdômen superior, constipação Distúrbios da pele e tecido subcutâneo Comum: Sudorese noturna Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Muito comum: Mialgia Comum:
Dor musculoesquelética, espasmos musculares, dor musculoesquelética no peito, dor na mandíbula, dor no pescoço Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Incomum: Dor no flanco Distúrbios gerais e condições no local de administração Muito comum: Dor, calafrios Comum: Edema periférico, reações relacionadas à infusão, dor no peito não cardíaca Descrição das reações adversas selecionadas
- Insuficiência renal O tratamento com bisfosfonatos intravenosos, incluindo o ácido zoledrônico, foi associado com insuficiência renal manifestada como uma deterioração da função renal (isto é, creatinina sérica aumentada) e em casos raros, falência renal aguda. A insuficiência renal foi observada após a administração do ácido zoledrônico, especialmente em pacientes com falência renal pré-existente ou fatores de risco adicionais (por exemplo, pacientes idosos, pacientes oncológicos sob quimioterapia, medicamentos nefrotóxicos concomitantes, terapia diurética concomitante, desidratação grave, com a maioria deles recebendo uma dose de 4 mg a cada 3 a 4 semanas), mas também foi observado em pacientes após uma única administração.
No estudo principal HORIZON-PFT, a alteração na depuração (clearance) de creatinina (avaliada anualmente antes da administração), e a incidência de insuficiência e dano renal foi comparável em ambos os grupos tratados com Aclasta® ou placebo por 3 anos. Houve um aumento transitório na creatinina sérica observado em até 10 dias após a aplicação em 1,8% dos pacientes tratados com Aclasta® versus 0,8% dos pacientes tratados com placebo.
No estudo de extensão HORIZON-PFT de 3 anos, 2,9% dos pacientes que continuaram a receber Aclasta® (ou seja, 6 anos de exposição total de Aclasta®) vs 0,65% dos pacientes que descontinuaram (ou seja, 3 anos de Aclasta® no estudo principal, em seguida, 3 anos de placebo no estudo de extensão) apresentaram aumentos transitórios na creatinina sérica. No entanto, a alteração média a partir do basal de creatinina sérica ao longo do tempo foi < 0,5 mmol/L para ambos os grupos de tratamento no final do estudo (isto é, +0,4 e -0,26 mmol/L para ambos os tratamentos, respectivamente).
Nos estudos que embasaram as indicações de prevenção de fraturas clínicas após fratura de quadril em homens e mulheres, tratamento de homens com osteoporose, tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides, a variação da depuração (clearance) de creatinina (avaliada anualmente antes de cada aplicação), e a incidência de insuficiência e comprometimento renal foi comparável em ambos os grupos tratados com Aclasta® e placebo ou grupos de tratamento comparador.
No estudo de prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, a variação da depuração (clearance) de creatinina (avaliada anualmente antes de cada aplicação e um mês após a primeira dose) e a incidência de insuficiência e dano renal foi comparável nos grupos Aclasta® e placebo.
- Hipocalcemia No estudo HORIZON-PFT, aproximadamente 0,2% dos pacientes apresentaram notável diminuição dos níveis de cálcio sérico a valores menores que 1,87 mmol/L após a administração de Aclasta®. Nenhum caso sintomático de hipocalcemia foi observado.
No estudo de extensão HORIZON-PFT, 0,4% dos pacientes que receberam placebo durante o estudo principal, e Aclasta® durante o estudo de extensão, confirmaram eventos de hipocalcemia (vide “Resultados de eficácia”). Não houve eventos de hipocalcemia confirmados nos outros grupos de tratamento. Todos os casos foram assintomáticos, nenhum tratamento ou intervenção foi necessário.
No estudo HORIZON-RFT, estudos sobre o tratamento de homens com osteoporose e tratamento e prevenção de osteoporose induzida por glicocorticoides, não houve pacientes que necessitassem de tratamento de emergência com níveis de cálcio sérico abaixo de 1,87 mmol/L.
No estudo de prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, houve uma paciente com cálcio sérico abaixo de 1,87 mmol/L que necessitou de tratamento de emergência.
Nos estudos de doença de Paget, foi observada hipocalcemia sintomática em aproximadamente 1% dos pacientes, todos os casos foram resolvidos.
- Reações locais Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 No estudo HORIZON-PFT, reações no local de aplicação tais como vermelhidão, inchaço e/ou dor foram relatados (0,7%) após a administração de ácido zoledrônico.
No estudo HORIZON-RFT, a incidência deste evento foi comparável em ambos os grupos de tratamento com Aclasta® e placebo.
No estudo de tratamento da osteoporose em homens, a incidência destes eventos foi de 2,6% no grupo em tratamento com o ácido zoledrônico e de 1,4% no grupo em tratamento com o alendronato.
No estudo de tratamento e prevenção da osteoporose induzida por glicocorticoides, não foram relatadas reações locais. No estudo de prevenção de osteoporose em mulheres com osteopenia na pós-menopausa, a incidência destes eventos foi de 1,1% no grupo em tratamento com Aclasta® comparado com 2,0% no grupo em tratamento com placebo.
- Osteonecrose da mandíbula Casos de osteonecrose (principalmente de mandíbula) foram relatados predominantemente em pacientes com câncer tratados com bisfosfonatos, incluindo o ácido zoledrônico (incomum). Muitos desses pacientes apresentavam sinais de infecção local incluindo osteomielite, e a maioria dos relatos se referiam a pacientes com câncer após a extração de dentes ou outras cirurgias dentárias. A osteonecrose de mandíbula possui muitos fatores de risco bem documentados incluindo um diagnóstico de câncer, terapias concomitantes (por exemplo, quimioterapia, medicamentos antiangiogênicos, radioterapia e corticosteroides) e condições de comorbidade (por exemplo, anemia, coagulopatias, infecção, doença dentária pré-existente). Embora uma relação de causalidade não tenha sido determinada, é prudente evitar cirurgias dentárias uma vez que a recuperação pode ser prolongada (vide “Advertências e precauções”).
No estudo principal HORIZON-PFT, em 7.736 pacientes com intenção de tratar (ITT), a osteonecrose de mandíbula foi relatada em um paciente tratado com Aclasta® e em um paciente tratado com placebo. Ambos os casos foram resolvidos.
No estudo de extensão HORIZON-PFT com 2.456 pacientes ITT, houve dois casos confirmados de osteonecrose de mandíbula, um no grupo de pacientes recebendo Aclasta® durante o estudo principal e o estudo de extensão (ou seja, 6 anos exposição total ao Aclasta®) e um no grupo dos pacientes recebendo placebo no estudo principal e Aclasta® no estudo de extensão (isto é, 3 anos de exposição ao Aclasta®).
Ambos os pacientes apresentavam um histórico de má higiene dental e ambos tiveram uma recuperação completa.
No estudo HORIZON-RFT sobre o tratamento da osteoporose em homens, tratamento e prevenção da osteoporose induzida por glicocorticoides e prevenção de osteoporose na pós-menopausa, não houve casos de osteonecrose de mandíbula.
- Fibrilação atrial Em um estudo de 3 anos em mulheres com osteoporose na pós-menopausa (HORIZON-PFT) a incidência geral de todas as reações adversas de fibrilação atrial foi de 2,5% (96 de 3.862) no grupo com Aclasta® vs.
1,9% (75 de 3.852) no grupo placebo. A taxa de reações adversas graves de fibrilação atrial foi de 1,3% (51 de 3.862) em pacientes recebendo Aclasta® em comparação com 0,6% (22 de 3.852) em pacientes que receberam placebo. O mecanismo por trás do aumento da incidência de fibrilação atrial é desconhecido. O desequilíbrio observado neste estudo não foi observado em outros estudos clínicos com ácido zoledrônico.
No estudo de extensão HORIZON-PFT, a incidência de reações adversas de fibrilação atrial foi de 3,4% (21 de 613) no grupo de pacientes que receberam o Aclasta® no estudo principal e no estudo de extensão (ou seja, 6 anos de exposição total ao Aclasta®) vs 2,1% (13 de 616) em pacientes que receberam Aclasta® no estudo principal (isto é, 3 anos de exposição) e placebo no estudo de extensão. A taxa de reações adversas de fibrilação atrial grave foi de 2% (12 de 613) em pacientes que receberam 6 anos de Aclasta® comparado com 1,1% (7 em 616) em pacientes que receberam 3 anos de Aclasta® seguido por 3 anos de placebo. Estes desequilíbrios não foram estatisticamente significativos.
Reações adversas de relatos espontâneos pós-comercialização As seguintes reações adversas foram derivadas da experiência pós-comercialização com Aclasta® via relatos de casos espontâneos e casos da literatura. Como essas reações são relatadas voluntariamente por uma população de tamanho Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 incerto, não é possível estimar com segurança a frequência, a qual é portanto, classificada como desconhecida. As reações adversas estão listadas de acordo com as classes de sistemas de órgãos MedDRA.
Dentro de cada classe de sistema de órgãos, as reações adversas ao medicamento são apresentadas por ordem decrescente de gravidade.
Tabela 11 – Reações adversas de relatos espontâneos e literatura (frequência desconhecida) Distúrbios oculares: Esclerite, paroftalmia Distúrbios do sistema imunológico:
Reações de hipersensitividade incluindo reação anafilática, choque anafilático, angioedema, broncoespasmo, urticária Distúrbios nutricionais e metabólicos:
Desidratação secundária a sintomas pós-dose, tais como pirexia, vômitos e diarreia; hipotensão em pacientes com fatores de risco subjacentes, hipofosfatemia Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo:
Osteonecrose de mandíbula (vide “Advertências e precauções”) Distúrbios renais e urinários:
Insuficiência renal com necessidade de diálise ou com resultado fatal*, insuficiência renal (vide “Advertências e precauções” (*) especialmente em pacientes com comprometimento renal pré-existente ou outros fatores de risco, tais como idade avançada, medicamentos nefrotóxicos concomitantes, terapêutica diurética concomitante, ou desidratação no período de pós-infusão.
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
A experiência clínica com superdose aguda é limitada. Pacientes que receberem doses superiores às recomendadas, deverão ser cuidadosamente monitorados. Na ocorrência de superdose levando a uma hipocalcemia clinicamente significativa, a reversão pode ser obtida através de complementação de cálcio oral e/ou uma infusão de gluconato de cálcio.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Venda sob prescrição médica
USO RESTRITO A HOSPITAIS Reg. M.S.: 1.0047.0654 Farm. Resp.: Cláudia Larissa S. Montanher CRF-PR nº 17.379 Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 12/06/2023.
Fabricado por:
Fresenius Kabi Austria GmbH Graz, Áustria Aclasta® (ácido zoledrônico) – VPS01 Embalado por:
Lek Pharmaceuticals d.d.
Ljubljana, Eslovênia Registrado e Importado por:
Sandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua Antônio Rasteiro Filho (Marginal PR 445), 1.920, Cambé – PR
Cnpj: 61.286.647/0001-16
Nomes comerciais, genéricos e preço máximo
Apresentações e preço máximo ao consumidor
Preço máximo permitido pela CMED, MG (ICMS 18%). A farmácia pode cobrar menos, nunca mais.
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| Medicamento | Apresentação | Tarja | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| Ácido ZoledrônicoSun Farmacêutica do Brasil Ltda | 4 MG PO LIOF SOL INFUS IV CT FA VD TRANS | Tarja vermelha | R$ 686,68 |
| Acido ZoledronicoCristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. | 4 MG PO LIOF SOL INJ IV CX FA VD AMB X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 696,94 |
| Ácido ZoledrônicoEurofarma Laboratorios S.A. | 0,04 MG/ML SOL INFUS IV CT ENVOL BOLS PLAS PP TRANS SIST FECH X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 1.608,48 |
| DensisEurofarma Laboratorios S.A. | 0,04 MG/ML SOL INFUS IV CT ENVOL BOLS PLAS PP TRANS SIST FECH X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 1.608,48 |
| Ácido ZoledrônicoAccord Farmacêutica Ltda | 4 MG SOL INFUS IV CT FA PLAS COC TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 1.608,57 |
| Ácido ZoledrônicoViatris Farmaceutica do Brasil Ltda | 0,8 MG/ML SOL INJ IV CT FA VD TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 1.608,59 |
| Acido ZoledronicoBlau Farmaceutica S.A. | 4 MG SOL INJ IV CT FA VD TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 1.757,34 |
| Acido ZoledronicoBlau Farmaceutica S.A. | 4 MG SOL INJ IV CT 1 FA VD TRANS X 5 ML + 9 MG/ML SOL INJ IV FR PLAS SIST FECH X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 1.757,34 |
| Ácido ZoledrônicoEurofarma Laboratorios S.A. | 0,8 MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA PLAS COC TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 1.757,40 |
| DensisEurofarma Laboratorios S.A. | 0,8 MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA PLAS COC TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 1.757,40 |
| AcezoCristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. | 4 MG SOL INFUS IV CT FR PLAS TRANS X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 2.308,74 |
| Ácido ZoledrônicoEurofarma Laboratorios S.A. | 0,05 MG/ML SOL INFUS CT ENVOL BOLS PLAS PP TRANS SIST FECH X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 2.347,99 |
| Ácido ZoledrônicoEurofarma Laboratorios S.A. | 0,05 MG/ML SOL INFUS CT FA PLAS PP TRANS SIST FECH X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 2.348,00 |
| DensisEurofarma Laboratorios S.A. | 0,05 MG/ML SOL INFUS CT ENVOL BOLS PLAS PP TRANS SIST FECH X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 2.348,00 |
| ZolibbsLibbs Farmacêutica Ltda | 0,8 MG/ML SOL DIL INFUS IV CT FA VD TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 2.474,61 |
| AclastaSandoz do Brasil Indústria Farmacêutica Ltda | 0,05 MG/ML SOL INFUS IV CT FA PLAS POC TRANS X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 3.612,29 |
| AzentexCristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda. | 0,05 MG/ML SOL INFUS IV CT FR PLAS TRANS X 100 ML | Tarja vermelha | R$ 3.612,31 |
| Ácido ZoledrônicoViatris Farmaceutica do Brasil Ltda | 0,8 MG/ML SOL INJ IV CT 4 FA VD TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 6.434,37 |
| Ácido ZoledrônicoViatris Farmaceutica do Brasil Ltda | 0,8 MG/ML SOL INJ IV CT 10 FA VD TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 16.085,93 |
| Acido ZoledronicoBlau Farmaceutica S.A. | 4 MG SOL INJ IV CT 10 FA VD TRANS X 5 ML | Tarja vermelha | R$ 17.573,42 |