Bula de Ddavp
Fonte: bula do fabricante (Laboratórios Ferring Ltda) publicada no bulário digital Sara · bula de 27/08/2024 · conferida em 24/10/2026
Versão para o paciente
Identificação do medicamento
DDAVP ® Laboratórios Ferring Ltda.
Comprimido 0,1 mg e 0,2 mg
DDAVP ® Laboratórios Ferring acetato de desmopressina
Apresentações
Comprimidos de 0,1 mg ou 0,2 mg de acetato de desmopressina, disponíveis em frascos com 30 comprimidos.
Via oral
Uso adulto e pediátrico
Composição
Cada comprimido contém:
DDAVP ® 0,1 mg: acetato de desmopressina..............0,1 mg (equivalente a 0,089 mg de desmopressina) Excipientes: lactose monoidratada, estearato de magnésio, amido e povidona.
DDAVP ® 0,2 mg: acetato de desmopressina...............0,2 mg (equivalente a 0,178 mg de desmopressina) Excipientes: lactose monoidratada, estearato de magnésio, amido e povidona.
Informações ao paciente
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.
Para que este medicamento é indicado?
O DDAVP ® está destinado ao tratamento de:
- Diabetes insipidus central (doença em que o paciente excreta grandes quantidades de urina muito diluída, mesmo com a diminuição da ingestão de líquidos, pois, o rim é incapaz de concentrar a urina devido à deficiência do hormônio antidiurético, que é a vasopressina, ou pela falta de sensibilidade dos rins a este hormônio);
- Enurese noturna primária (perda involuntária da urina durante o sono, numa idade em que já deveria estar presente o controle urinário, sem ter um período prolongado de interrupção) em pacientes com cinco anos ou mais com capacidade normal de concentrar a urina; e •Noctúria (eliminação de volume normal de urina durante o sono, quando a produção de urina excede a capacidade da bexiga) em adultos.
Como este medicamento funciona?
DDAVP ® é uma medicação antidiurética, que reduz a eliminação de água do organismo. Atua sobre os rins suprindo a deficiência de vasopressina natural, substância produzida por uma glândula do organismo chamada hipófise.
O tempo médio para início da ação de DDAVP ® comprimidos é de cerca de 2 horas após a administração do comprimido.
Quando não devo usar este medicamento?
DDAVP ® não deve ser utilizado caso a resposta para algumas das perguntas a seguir for “SIM”:
- Você possui insuficiência cardíaca e outras condições que requerem tratamento com agentes diuréticos (que aumentam a produção de urina)?
- Você está com a quantidade de sódio no sangue abaixo do normal?
- Você possui insuficiência renal moderada a severa?
- Você possui síndrome de secreção inapropriada de ADH (hormônio antidiurético)?
- Você possui hipersensibilidade (alergia) à substância ativa (desmopressina) ou a qualquer componente da fórmula?
- Você possui polidipsia habitual ou psicogênica (sensação de muita sede, acompanhada por produção de grande quantidade de urina)?
O que devo saber antes de usar este medicamento?
Advertências e Precauções:
Quando utilizado para o tratamento de enurese noturna primária e noctúria, o consumo de líquidos deve ser limitado ao mínimo possível durante o período de uma hora antes da administração até a manhã seguinte (no mínimo 8 horas) após a administração. O tratamento sem concomitante redução da ingestão de líquidos pode levar à retenção de água e hiponatremia (diminuição do sódio no sangue) acompanhada ou não de sinais e sintomas (dor de cabeça, náusea, vômito, ganho de peso e, em casos mais severos, convulsão).
Todos os pacientes e, quando aplicável, seus cuidadores devem ser cuidadosamente instruídos de que o paciente deve aderir à restrição de fluidos.
A quantidade diária de DDAVP ® utilizada e a quantidade de água ingerida (seja na forma pura ou na forma de refrigerantes, sucos ou mesmo alimentos que contenham grande quantidade de água) devem ser rigorosamente controladas seguindo estritamente a orientação do médico. O controle inadequado poderá resultar em consequências danosas para o organismo decorrentes do excesso ou da carência de água. O médico deverá ser informado sempre que alterações neste equilíbrio estiverem ocorrendo. A falta ou excesso de urina são sinais de que o equilíbrio está inadequado.
Deve-se avaliar a presença de disfunção severa ou obstrução na bexiga antes de se iniciar o tratamento.
O tratamento com desmopressina deve ser interrompido ou cuidadosamente ajustado durante doenças agudas intercorrentes caracterizadas por desequilíbrio de fluidos e/ou eletrólitos (como febre, gastroenterite, infecções sistêmicas).
Advertências e precauções para populações especiais:
Pacientes idosos, pediátricos e pacientes com níveis de sódio no sangue no limite inferior da normalidade apresentam maior risco de desenvolver hiponatremia.
Devem-se tomar precauções em pacientes com risco de aumento da pressão intracraniana.
DDAVP ® deve ser utilizado com cautela em pacientes com condições caracterizadas por desequilíbrio dos líquidos orgânicos.
Esse produto contém lactose monoidratada. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase Lapp ou absorção deficiente de glicose-galactose não devem tomar este medicamento.
Este medicamento contém LACTOSE. Atenção: Contém 123 mg de lactose monoidratada. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Efeito na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:
DDAVP ® não possui efeito na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas.
Gravidez e lactação:
Dados limitados da exposição de mulheres grávidas com diabetes insipidus e de mulheres grávidas com doença de von Willebrand indicam não haver efeitos adversos da desmopressina na gravidez ou na saúde do feto/recém-nascido. Não há dados epidemiológicos relevantes. Estudos de reprodução em animais não indicam efeitos negativos diretos ou indiretos em relação à gravidez, desenvolvimento fetal/embrionário, parto e desenvolvimento pós-natal.
Deve-se ter cautela na prescrição para mulheres grávidas.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Estudos de reprodução em animais não demonstraram efeitos clinicamente relevantes nos pais e na prole.
A análise in vitro de modelos de cotilédone humano demonstrou que a desmopressina não sofre transporte pela placenta para o feto quando administrada em concentrações terapêuticas.
Resultados da análise do leite materno em lactantes recebendo altas doses de desmopressina (300 mcg intranasal) indicam que a quantidade de desmopressina que pode ser transferida para a criança é considerada menor do que a quantidade necessária para influenciar na diurese.
O uso deste medicamento não interfere no aleitamento do bebê.
Interações medicamentosas:
Substâncias conhecidas como indutoras da síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, como por exemplo: antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos da recaptação de serotonina, clorpromazina e carbamazepina, assim como alguns medicamentos antidiabéticos do grupo das sulfonilureias (particularmente a clorpropamina) podem causar um efeito antidiurético com um aumento do risco de retenção de fluidos. Portanto, devem ser tomadas maiores precauções com a ingestão de fluidos e monitoramento do sódio no sangue nesses casos.
Anti-inflamatórios não esteroidais podem induzir a retenção de água/hiponatremia (diminuição da concentração de sódio no sangue).
O uso concomitante com cloridrato de loperamida pode resultar em um aumento em até três vezes na concentração de desmopressina no sangue, podendo levar a um aumento do risco de retenção de água ou hiponatremia. Embora não tenha sido estudado, outras drogas que diminuam o ritmo intestinal podem ter o mesmo efeito.
É improvável que a desmopressina interaja com outras drogas afetando o metabolismo hepático (do fígado), uma vez que a desmopressina demonstrou, em estudos in vitro com microssomas humanos, não sofrer metabolismo hepático significativo. No entanto, estudos de interação in vivo não foram realizados.
Interações com alimento e álcool:
A ingestão concomitante de DDAVP ® comprimido e alimentos diminui a taxa e extensão da absorção do medicamento em 40%. Nenhum efeito significativo foi observado em relação à farmacodinâmica (produção de urina e osmolalidade).
A ingestão de alimentos pode reduzir a intensidade e duração do efeito antidiurético de baixas doses de desmopressina.
O álcool pode diminuir a resposta antidiurética de DDAVP ® comprimido.
Interações exames laboratoriais:
Não há dados a respeito das interações de DDAVP ® comprimido com exames laboratoriais.
Este medicamento pode causar doping.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Onde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
DDAVP ® comprimido deve ser armazenado em local seco e em temperatura ambiente (de 15ºC a 30°C).
Manter o frasco bem fechado para proteger o produto da umidade. Não remover o agente dessecante da tampa do frasco.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde -o em sua embalagem original.
Características físicas e organolépticas:
DDAVP ® comprimidos 0,1 mg: comprimidos brancos, ovais, convexos, com um único sulco, com a inscrição de “0,1” em uma das faces.
DDAVP ® comprimidos 0,2 mg: comprimidos brancos, redondos, convexos, com um único sulco, com a inscrição de “0,2” em uma das faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Como devo usar este medicamento?
DDAVP ® comprimido deve ser administrado por via oral.
DDAVP ® comprimido deve ser administrado diariamente, no mesmo horário, como por exemplo, 1 (uma) hora após o jantar, pois o consumo de alimentos causa uma diminuição na absorção e, portanto, pode influenciar o efeito da desmopressina.
Em caso de sinais e sintomas que indiquem retenção de fluidos e hiponatremia (redução da quantidade de sódio no sangue), como dor de cabeça, náusea/vômito, ganho de peso e, em casos mais severos, convulsões, o tratamento deve ser interrompido até recuperação completa. Ao retornar o tratamento, deve-se reforçar a restrição de líquidos.
Se o efeito clínico esperado não for alcançado em 4 semanas mesmo com o ajuste de dose apropriada, informe seu médico para reavaliação da terapia.
Posologia:
Diabetes insipidus central:
A dose inicial recomendada para crianças e adultos é de 0,1 mg três vezes ao dia. Essa dose pode ser ajustada pelo médico de acordo com a resposta do paciente.
Enurese noturna primária:
A dose inicial recomendada é de 0,2 mg ao deitar-se. Caso necessário, o médico pode aumentar a dose.
A necessidade de continuidade do tratamento deve ser reavaliada após um período médio de pelo menos 1 semana sem tratamento com DDAVP ®. A restrição de líquidos deve ser observada.
Noctúria:
Uma dose inicial recomendada é de 0,1 mg ao deitar-se. Se esta não for suficientemente efetiva após uma semana, a dose pode ser aumentada para 0,2 mg, e subsequentemente 0,4 mg em doses progressivas semanais. A restrição de líquidos deve ser observada.
Em pacientes com noctúria, deve ser utilizado um gráfico frequência/volume para diagnóstico da poliúria por pelo menos duas semanas antes de iniciar o tratamento. A produção de urina excedendo a capacidade funcional da bexiga ou excedendo 1/3 da produção de urina em 24 horas é considerado poliúria noturna.
O início do tratamento em pacientes com mais de 65 anos de idade não é recomendado. Caso o médico decida iniciar o tratamento nestes pacientes, então o nível de sódio sérico deve ser mensurado antes do início do tratamento e 3 dias após o início ou acréscimo da dosagem e em outros momentos durante o tratamento quando o médico julgar necessário.
O sulco do comprimido existe apenas para facilitar a sua quebra para que o mesmo seja engolido mais facilmente. A quebra do comprimido no sulco não divide o comprimido em doses exatamente iguais.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
O que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
Caso ocorra esquecimento de administração, entrar em contato com o médico.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
Quais os males que este medicamento pode me causar?
A reação adversa mais severa que pode surgir com o uso de desmopressina é hiponatremia (diminuição da quantidade de sódio no sangue), a qual pode causar dor de cabeça, dor abdominal, náusea, vômito, ganho de peso, tontura, confusão, vertigem, mal-estar, problemas de memória, quedas e em casos mais severos convulsão e coma.
A maioria dos adultos tratados para noctúria que apresentaram hiponatremia, desenvolveram baixos níveis de sódio sérico após três dias. Em adultos, o risco de hiponatremia aumenta com o aumento da dose de desmopressina e o risco parece ser maior em mulheres.
As reações adversas que podem surgir em adultos são:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): hiponatremia (diminuição da quantidade de sódio no sangue), tontura, aumento da pressão arterial, náusea, dor abdominal, diarreia, constipação e vômito, sintomas na bexiga e uretra (problemas de micção), edema e fadiga.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): insônia, sonolência, parestesia (formigamento), alterações visuais, vertigem, palpitações, hipotensão ortostática (diminuição da pressão arterial ao se levantar), dispneia, dispepsia, flatulência, inchaço e distensão, transpiração, prurido (coceira), rash (vermelhidão), urticária, espasmos musculares, mialgia (dor muscular), mal-estar, dor no peito, sintomas iguais aos de gripe, ganho de peso, aumento dos níveis de enzimas hepáticas (do fígado), hipocalemia (diminuição do potássio no sangue).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): confusão, dermatite alérgica.
Reação com incidência desconhecida: reação anafilática, desidratação, hipernatremia (excesso de sódio no sangue), convulsões, astenia (fraqueza) e coma.
As reações adversas que podem surgir em crianças e adolescentes são:
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor de cabeça.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): instabilidade emocional, agressividade, dor abdominal, náusea, vômito, diarreia, sintomas na bexiga e uretra, edema periférico e fadiga.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): ansiedade, pesadelos, alterações no humor, sonolência, aumento da pressão arterial, irritabilidade.
Reação com incidência desconhecida: reação anafilática, hiponatremia (diminuição do sódio no sangue), comportamento anormal, desordem emocional, depressão, alucinação, insônia, distúrbios de atenção, hiperatividade psicomotora, convulsões, sangramentos do nariz, rash (vermelhidão), dermatite alérgica, transpiração, urticária.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
O que fazer se alguém utilizar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
O excesso de DDAVP ® pode causar a retenção de água e hiponatremia (diminuição da quantidade de sódio no sangue).
Embora o tratamento para hiponatremia seja individualizado, podem ser dadas as seguintes recomendações gerais: descontinuar o tratamento com a desmopressina, restringir o volume de líquidos ingeridos e se necessário, iniciar o tratamento sintomático.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro: 1.2876.0015 Importado e Registrado por:
Laboratórios Ferring Ltda.
Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, n° 105, 12° andar 04571-900 – São Paulo – SP
CNPJ: 74.232.034/0001-48 Produzido por: Ferring International Center SA – FICSA St.
Prex, Suíça.
SAC: 0800 772 4656 http://www.ferring.com.br/ Venda sob prescrição CCDS 2010/07; v.05
Bul_dda_com_vp_03
DDAVP ® Laboratórios Ferring Ltda.
Solução injetável 4 mcg/mL
DDAVP ® Laboratórios Ferring acetato de desmopressina
Versão para o profissional de saúde
Identificação do medicamento
DDAVP® Laboratórios Ferring Ltda.
Comprimido 0,1 mg Comprimido 0,2 mg DDAVP® Laboratórios Ferring acetato de desmopressina
Apresentações
Comprimidos de 0,1 mg ou 0,2 mg de acetato de desmopressina, disponíveis em frascos com 30 comprimidos.
Via oral
Uso adulto e pediátrico
Composição
Cada comprimido contém:
DDAVP ® 0,1 mg: acetato de desmopressina............................................. 0,1 mg (equivalente a 0,089 mg de desmopressina) Excipientes: lactose monoidratada, estearato de magnésio, amido e povidona.
DDAVP ® 0,2 mg: acetato de desmopressina ............................................0,2 mg (equivalente a 0,178 mg de desmopressina) Excipientes: lactose monoidratada, estearato de magnésio, amido e povidona.
Informações técnicas aos profissionais da saúde
Indicações ddavp
® comprimido é destinado ao tratamento de diabetes insipidus central 1, enurese noturna primária em pacientes com cinco anos ou mais com capacidade normal de concentrar a urina 2 e tratamento de noctúria em adultos.
3 1CID 10- E23.2: Hipofunção e outros transtornos da hipófise – Diabetes insípido.
2CID 10 - F98.0: Outros transtornos comportamentais e emocionais com início habitualmente durante a infância ou a adolescência – Enurese de origem não orgânica.
3CID 10- R35: Poliúria.
Resultados de eficácia
Estudos clínicos realizados para o tratamento de noctúria com comprimidos de acetato de desmopressina demonstraram:
- Redução de pelo menos 50% no valor médio de diurese noturna em 39% dos pacientes tratados com desmopressina comparado a 5% em pacientes tratados com placebo (p<0,0001).
- O número de diurese noturna diminuiu em 44% em pacientes tratados com desmopressina comparado a 15% em pacientes tratados com placebo (p<0,0001).
- A duração média do primeiro sono sem interrupção aumentou em 64% em pacientes tratados com desmopressina comparado a 20% em pacientes tratados com placebo (p<0,0001).
- A duração média do primeiro sono sem interrupção aumentou em 2 horas em pacientes tratados com desmopressina comparado a 31 minutos em pacientes tratados com placebo (p<0,0001).
Estudos comprovam que:
- A desmopressina tem sido utilizada para diagnosticar a capacidade dos rins em concentrar a urina.
- Após a administração da desmopressina avalia-se o pico da osmolalidade, que é utilizado como teste em diagnóstico diferencial de infecção do trato urinário em crianças e como teste de função renal em adultos após longo período de tratamento com lítio.
- É um teste de capacidade de concentração renal superior aos outros pois é o mais sensível dos testes funcionais da parte distal dos néfrons e pelo fato de apresentar menos efeitos colaterais do que o teste com a pitressina, por exemplo.
1
- De acordo com os resultados encontrados após 2 semanas de tratamento, todas as dosagens de desmopressina por via oral diminuem a quantidade de vezes em que ocorre a enurese noturna. A desmopressina induz rapidamente a queda de enurese noturna, com efeitos adversos mínimos.
2
- A desmopressina reduz a diurese noturna sendo uma forma eficaz de terapia para a noctúria.
3 Referências bibliográficas:
1 Harris AS. Clinical experience with desmopressin: efficacy and safety in central diabetes insipidus and other conditions. J Pediatr. 1989 Apr;114(4 Pt 2):711-8.
2 Schulman SL, Stokes A, Salzman PM. The efficacy and safety of oral desmopressin in children with primary nocturnal enuresis. J Urol. 2001 Dec;166(6):2427-31 3 Mattiasson A, Abrams P, Van Kerrebroeck P, Walter S, Weiss J. Efficacy of desmopressin in the treatment of nocturia: a double-blind placebo-controlled study in men. BJU Int. 2002 Jun;89(9):855-62.
Características farmacológicas
Propriedades farmacodinâmicas Grupo farmacoterapêutico: vasopressina e análogos.
Código ATC: H01B A02.
O acetato de desmopressina é um análogo sintético de um hormônio natural, a arginina vasopressina (hormônio antidiurético). A diferença entre as duas moléculas está na desaminação da cisteína e na substituição da L-arginina por D-arginina, resultando em aumento do tempo de duração de ação e em ausência de efeito vasopressor nas doses utilizadas clinicamente. O acetato de desmopressina é quimicamente designado como monoacetato triidratado de 1-(ácido 3-mercaptopropiônico)-8-D-arginina vasopressina.
Um papel fisiológico importante da vasopressina é a manutenção da osmolaridade sérica dentro da variação normal. A vasopressina aumenta a reabsorção de água pelos túbulos renais, acarretando um aumento da osmolaridade urinária e diminuição do fluxo urinário. Em pacientes com diabetes insipidus neuro-hipofisário, a desmopressina possui o mesmo efeito na reabsorção de água que a vasopressina, mas exerce um efeito antidiurético maior. Doses terapêuticas de desmopressina não afetam diretamente as concentrações séricas de sódio, potássio ou creatinina e a excreção urinária de sódio ou potássio.
A desmopressina é um composto potente, com EC50 de 1,6 pg/mL, para o efeito antidiurético. Após a administração oral, um efeito de 6 a 14 horas ou mais pode ser esperado.
DDAVP ® é um hormônio antidiurético sintético. Um mililitro (0,1 mg) da solução de DDAVP ® possui uma atividade antidiurética de cerca de 400 UI.
Não há relatos de que a desmopressina estimule contrações uterinas.
A desmopressina, ao contrário da vasopressina, não estimula a liberação do hormônio adrenocorticotrófico, nem aumenta as concentrações plasmáticas de cortisol.
A administração de desmopressina em pacientes com diabetes insipidus ocasiona redução da excreção urinária com aumento da osmolaridade urinária e diminuição da osmolaridade plasmática.
A solução de acetato de desmopressina é inativada pelo trato gastrointestinal quando administrada por via oral.
Propriedades farmacocinéticas Absorção oral: A biodisponibilidade absoluta de DDAVP ® comprimido é 0,16% com desvio padrão de 0,17%. A concentração plasmática máxima média é alcançada em 2 horas. O uso concomitante com alimento diminui a taxa e a extensão da absorção em cerca de 40%.
Distribuição: A distribuição da desmopressina é melhor descrita por um modelo de dois compartimentos com um volume de distribuição durante a fase de eliminação de 0,3-0,5 L/kg.
Metabolismo: O metabolismo in vivo da desmopressina não foi estudado. Estudos utilizando microssomas hepáticos de humanos in vitro demonstraram que não é metabolizada quantidade significativa de desmopressina pelo citocromo P450. Portanto, é improvável que ocorra metabolismo hepático in vivo pelo citocromo P450. O efeito da desmopressina na farmacocinética de outras drogas provavelmente é baixo devido à não inibição do citocromo P450, sistema de metabolização de medicamentos.
Excreção: O clearance total de desmopressina foi calculado como 7,6 L/hr. A meia vida terminal é estimada em 2,8 horas. Em pacientes saudáveis, a fração excretada inalterada foi 52% (44% - 60%).
Linearidade/Não-linearidade: Não há indicação de não linearidade em qualquer parâmetro farmacocinético da desmopressina.
Características em grupos de paciente específicos: Dependendo do grau de dano renal, a área sob a curva (AUC) e meia vida podem aumentar de acordo com a severidade do comprometimento renal. A desmopressina é contraindicada em pacientes com dano renal moderado a severo (clearance de creatinina abaixo de 50 mL/min).
Não foram realizados estudos em casos de comprometimento hepático.
A farmacocinética de DDAVP ® foi estudada em crianças com enurese noturna primária e não foram detectadas diferenças significativas com os adultos.
A desmopressina não ultrapassa a barreira hematoencefálica.
Contraindicações ddavp
® comprimido não pode ser usado nos casos de:
- Polidipsia habitual e psicogênica (resultando em produção de urina superior a 40 mL/kg/24 horas);
- Insuficiência cardíaca, angina instável e outras condições que requeiram tratamento com agentes diuréticos;
- Insuficiência renal moderada a severa (clearance de creatinina inferior a 50 mL/min);
- Hiponatremia;
- Hipersensibilidade à substância ativa (desmopressina) ou a qualquer componente da fórmula;
- Síndrome de secreção inapropriada de ADH (SIADH).
Advertências e precauções
O tratamento com desmopressina deve ser interrompido ou cuidadosamente ajustado durante doenças agudas intercorrentes caracterizadas por desequilíbrio de fluidos e/ou eletrólitos (como febre, gastroenterite, infecções sistêmicas), especialmente em situações com sangramento excessivo.
Devem ser tomadas precauções para evitar hiponatremia, incluindo atenção cuidadosa à retenção de fluidos e monitoramento do sódio sanguíneo mais frequente, em caso de tratamento concomitante com medicamentos que são conhecidos por induzir a secreção inadequada de hormônio antidiurético, como antidepressivos, inibidores seletivos de recaptação de serotonina, clorpromazina e carbamazepina e em caso de tratamento concomitante com anti-inflamatórios não esteroidais.
Quando utilizado para o tratamento de enurese noturna primária e noctúria, o consumo de líquidos deve ser limitado ao mínimo possível durante o período de uma hora antes da administração até a manhã seguinte (pelo menos 8 horas) após a administração. O tratamento sem a redução concomitante da ingestão de líquidos pode levar à retenção de água e/ou hiponatremia acompanhada ou não de sinais e sintomas (cefaleia, náusea, vômito, ganho de peso e, em casos mais severos, convulsão).
Todos os pacientes e, quando aplicável, seus cuidadores, devem ser cuidadosamente instruídos de que o paciente deve aderir à restrição de fluidos.
A quantidade diária de DDAVP ® utilizada e a quantidade de água ingerida (seja na forma pura ou na forma de refrigerantes, sucos ou mesmo alimentos que contenham grande quantidade de água) devem ser rigorosamente controladas. O controle inadequado poderá resultar em consequências danosas para o organismo decorrentes do excesso ou da carência de água. A falta ou excesso de urina são sinais de que o equilíbrio está inadequado.
Esse produto contém lactose monoidratada. Pacientes com problemas hereditários raros de intolerância à galactose, deficiência de lactase Lapp ou absorção deficiente de glicose-galactose não devem tomar este medicamento.
Este medicamento contém LACTOSE. Atenção: Contém 123 mg de lactose monoidratada. Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Deve-se avaliar a presença de disfunção severa ou obstrução na bexiga antes de se iniciar o tratamento.
Advertências e precauções para populações especiais para todas as apresentações de DDAVP ® Pacientes idosos, pediátricos e pacientes com níveis de sódio sanguíneo abaixo do normal apresentam maior risco de desenvolver hiponatremia.
Devem-se tomar precauções em pacientes com risco de aumento da pressão intracraniana.
DDAVP ® deve ser cuidadosamente ajustado durante doenças agudas intercorrentes caracterizadas por desequilíbrio dos fluidos/eletrólitos (por exemplo, infecções sistêmicas, febre, gastroenterite).
Efeito na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas
DDAVP ® não possui efeito na habilidade de dirigir veículos e operar máquinas.
Gravidez e lactação Dados limitados (n=53) de mulheres grávidas com diabetes insipidus e dados de mulheres grávidas (n=54) com doença de von Willebrand que utilizaram desmopressina indicam não haver efeitos adversos da desmopressina na gravidez ou na saúde do feto/recém-nascido. Até o presente momento, não há dados epidemiológicos adicionais relevantes. Estudos em animais não indicam efeitos negativos diretos ou indiretos em relação à gravidez, desenvolvimento fetal/embrionário, parto e desenvolvimento pós-natal.
Deve-se ter cautela na prescrição deste medicamento a mulheres grávidas.
Estudos de reprodução em animais não demonstraram efeitos clinicamente relevantes nos pais e na prole. A análise in vitro de modelos de cotilédone humano demonstrou que a desmopressina não sofre transporte placentário quando administrada em concentrações terapêuticas.
Este medicamento está classificado na categoria B conforme “Categorias de risco de fármacos destinados às mulheres grávidas: Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Resultados da análise do leite de mulheres lactantes recebendo altas doses de desmopressina (300 mcg intranasal) indicam que a quantidade de desmopressina que pode ser transferida para a criança é menor do que a quantidade necessária para influenciar na diurese. O uso deste medicamento não interfere no aleitamento do bebê.
Este medicamento pode causar doping.
Interações medicamentosas
Substâncias conhecidas como indutoras da síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético (SIHAD), como por exemplo: antidepressivos tricíclicos, inibidores seletivos de recaptação de serotonina, clorpromazina e carbamazepina, assim como alguns medicamentos antidiabéticos do grupo das sulfonilureias (particularmente a clorpropamida) podem causar um efeito antidiurético aditivo com um aumento do risco de retenção de fluidos.
Anti-inflamatórios não esteroidais podem induzir a retenção de água/hiponatremia.
O uso concomitante com cloridrato de loperamida pode resultar em um aumento em até três vezes na concentração plasmática de desmopressina, podendo levar a um aumento do risco de retenção de água ou hiponatremia. Embora não tenha sido estudado, outras drogas que diminuam o ritmo intestinal podem ter o mesmo efeito.
É improvável que a desmopressina interaja com outras drogas afetando o metabolismo hepático, uma vez que a desmopressina demonstrou, em estudos in vitro com microssomas humanos, não sofrer metabolismo hepático significativo. No entanto, estudos de interação in vivo não foram realizados.
Interações com alimento e álcool: A ingestão concomitante de DDAVP ® comprimido e alimentos diminui a taxa e extensão de absorção do medicamento em 40%. Nenhum efeito significativo foi observado em relação à farmacodinâmica (produção de urina e osmolaridade).
A ingestão de alimentos pode reduzir a intensidade e duração do efeito antidiurético de baixas doses de desmopressina.
A ingestão de álcool pode diminuir a resposta diurética da desmopressina.
Interações com exames laboratoriais: Não há dados a respeito das interações de DDAVP ® comprimido com exames laboratoriais.
Cuidados de armazenamento do medicamento ddavp
® comprimido deve ser armazenado em temperatura ambiente (de 15ºC a 30°C) e em local seco.
Manter o frasco bem fechado para proteger o produto da umidade. Não remover o agente dessecante da tampa do frasco. Quando mantido nestas condições, permanece viável o uso por 24 meses a partir da sua data de fabricação impressa na embalagem.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características organolépticas
- DDAVP ® comprimidos 0,1 mg: comprimidos brancos, ovais, convexos, com um único sulco, com a inscrição de “0,1” em uma das faces.
- DDAVP ® comprimidos 0,2 mg: comprimidos brancos, redondos, convexos, com um único sulco, com a inscrição de “0,2” em uma das faces.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Posologia e modo de usar ddavp
® comprimido deve ser administrado por via oral.
DDAVP ® comprimido deve ser administrado diariamente, no mesmo horário, como por exemplo, 1 (uma) hora após o jantar, pois o consumo de alimentos causa diminuição na absorção e consequentemente reduz a intensidade e a duração do efeito antidiurético da desmopressina.
Em caso de sinais e sintomas que indiquem retenção de fluidos e hiponatremia, como cefaleia, náusea/vômito, ganho de peso e, em casos mais severos, convulsões, o tratamento deve ser interrompido até recuperação completa do paciente. Ao retornar o tratamento, deve-se reforçar a restrição de líquidos. Se o efeito clínico esperado não for alcançado em 4 semanas mesmo com o ajuste de dose apropriado, o medicamento deve ser descontinuado.
O sulco do comprimido existe apenas para facilitar a sua quebra para que o mesmo seja engolido mais facilmente. A quebra do comprimido no sulco não divide o comprimido em doses exatamente iguais.
Posologia Diabetes insipidus central: A dose para o tratamento de diabetes insipidus central deve ser individualizada, contudo a experiência clínica mostra que a dose total por dia, usualmente adotada, encontra-se na faixa de 0,2 a 1,2 mg. A dose inicial para crianças e adultos é de 0,1 mg três vezes ao dia. A dose pode ser ajustada pelo médico de acordo com a resposta do paciente.
Enurese noturna primária: A dose inicial recomendada é de 0,2 mg ao deitar-se; caso necessário, o médico pode aumentar a dose para 0,4 mg. A restrição de líquidos deve ser observada.
O uso de DDAVP ® comprimido é recomendado para até 3 meses de tratamento. Portanto, a necessidade de continuidade do tratamento deve ser reavaliada após um período de pelo menos 1 semana sem tratamento com DDAVP ® comprimido.
Noctúria: Em pacientes com noctúria, deve ser utilizado um gráfico frequência/volume para diagnóstico da poliúria noturna por pelo menos duas semanas antes de iniciar o tratamento. A produção de urina noturna excedendo a capacidade funcional da bexiga ou excedendo 1/3 da produção de urina em 24 horas é considerada poliúria noturna.
A dose inicial recomendada é de 0,1 mg ao deitar. Se esta não for suficientemente efetiva após uma semana, a dose pode ser aumentada para 0,2 mg, e subsequentemente para 0,4 mg em doses progressivas semanais. A restrição de líquidos deve ser observada.
O início do tratamento em pacientes com mais de 65 anos de idade não é recomendado. Caso o médico decida iniciar o tratamento nestes pacientes, o nível de sódio sérico deve ser mensurado antes do início do tratamento e 3 dias após o início ou acréscimo da dosagem e em outros momentos durante o tratamento quando o médico julgar necessário.
Reações adversas
A reação adversa mais severa que pode surgir com o uso de desmopressina é hiponatremia, a qual pode causar cefaleia, dor abdominal, náusea, vômito, ganho de peso, tontura, confusão, vertigem, mal-estar, problemas de memória, quedas e, em casos mais severos, convulsão e coma. A causa da hiponatremia potencial é o efeito antidiurético antecipado. A hiponatremia é reversível e em crianças é comumente relacionada a alterações nas rotinas diárias afetando a ingestão de líquidos e/ou perspiração.
A maioria dos adultos tratados para noctúria que apresentaram hiponatremia desenvolveram baixos níveis de sódio sérico após os primeiros dias de tratamento. Em adultos, o risco de hiponatremia aumenta com o aumento da dose de desmopressina e o risco parece ser maior em mulheres.
Tanto para o tratamento de adultos quanto de crianças devem-se observar as precauções estabelecidas no item 8. POSOLOGIA E MODO DE USAR.
As reações adversas que podem surgir em adultos são: Reação muito comum (> 1/10): cefaleia.
Reação comum (> 1/100 e ≤ 1/10): hiponatremia, tontura, hipertensão, náusea, dor abdominal, diarreia, constipação e vômito, sintomas na bexiga e uretra (problemas de micção), edema e fadiga.
Reação incomum (> 1/1.000 e ≤ 1/100): insônia, sonolência, parestesia, alterações visuais, vertigem, palpitações, hipotensão ortostática, dispneia, dispepsia, flatulência, inchaço e distensão, sudorese, prurido, rash, urticária, espasmos musculares, mialgia, mal-estar, dor no peito, sintomas iguais aos de gripe, ganho de peso, aumento dos níveis de enzimas hepáticas, hipocalemia.
Reação rara (> 1/10.000 e ≤ 1/1.000): confusão, dermatite alérgica.
Reação com incidência desconhecida: reação anafilática, desidratação, hipernatremia, convulsões, astenia e coma.
As reações adversas que podem surgir em crianças e adolescentes são:
Reação comum (> 1/100 e ≤ 1/10): cefaleia.
Reação incomum (> 1/1.000 e ≤ 1/100): instabilidade emocional, agressividade, dor abdominal, náusea, vômito, diarreia, sintomas na bexiga e uretra, edema periférico e fadiga.
Reação rara (> 1/10.000 e ≤ 1/1.000): ansiedade, pesadelos, alterações no humor, sonolência, hipertensão e irritabilidade.
Reação com incidência desconhecida: reação anafilática, hiponatremia, comportamento anormal, desordem emocional, depressão, alucinação, insônia, distúrbios de atenção, hiperatividade psicomotora, convulsões, epistaxe , rash, dermatite alérgica, sudorese e urticária.
Em casos de eventos adversos, notifique pelo Sistema VigiMed, disponível no Portal da Anvisa.
Superdose
Uma quantidade excessiva de DDAVP ® pode levar a retenção de água e hiponatremia.
Embora o tratamento para hiponatremia seja individualizado, as seguintes recomendações gerais podem ser fornecidas: descontinuar o tratamento com a desmopressina, restringir o volume de líquidos ingeridos e tratar os sintomas, se necessário.
Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Dizeres legais
Registro: 1.2876.0015 Importado e Registrado por:
Laboratórios Ferring Ltda.
Av. Engenheiro Luis Carlos Berrini, n°105, 12° andar 04571-900 - São Paulo - SP
CNPJ: 74.232.034/0001-48 Produzido por: Ferring International Center SA – FICSA St. Prex, Suíça.
SAC: 0800 772 4656 www.ferring.com.br Venda sob prescrição.
CCDS 2010/07 v.05
Bul_dda_com_vps_04
DDAVP ® Laboratórios Ferring Ltda.
Solução injetável 4 mcg/mL
DDAVP ® Laboratórios Ferring acetato de desmopressina
Apresentações e preço máximo
Preço máximo ao consumidor pela CMED, MG (ICMS 18%).
| Apresentação | Tarja | EAN | Preço máx. |
|---|---|---|---|
| 0,2 MG COM CT FR PLAS PEAD OPC X 30 | Tarja vermelha | 7896165600055 | R$ 245,75 |
| 0,1 MG COM CT FR PLAS PEAD OPC X 30 | Tarja vermelha | 7896165600048 | R$ 245,75 |
| 0,1 MG/ML SOL SPR NAS CT FR SPR VD AMB 2,5ML | Tarja vermelha | 7896165600024 | R$ 337,22 |
| 4 MCG/ML SOL INJ CT 10 AMP VD TRANS X 1 ML | Tarja vermelha | 7896165600062 | R$ 364,52 |